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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Congelando até o Sangue e os Ossos

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ADM.Tidus
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MensagemAssunto: Congelando até o Sangue e os Ossos   Congelando até o Sangue e os Ossos - Página 8 EmptyQui 22 Dez 2016, 16:40

Relembrando a primeira mensagem :

Congelando até o Sangue e os Ossos

Aqui ocorrerá a aventura do(a) civil Sckarshantallas Akuma. A qual não possui narrador definido.


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Sckar
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MensagemAssunto: Re: Congelando até o Sangue e os Ossos   Congelando até o Sangue e os Ossos - Página 8 EmptyTer 04 Abr 2017, 20:11

Assim que Salomão brigou com Sckar, este tentaria pega-lo com as duas mãos pela gola da blusa e derrubá-lo de costas em alguma maca com paciente, sobre as pernas do mesmo, ignorando o que este poderia sentir ou fazer. Então com um olhar raivoso e ensandecido, encararia o velho olho à olho, soltaria-o com a mão esquerda e continuaria segurando apenas com a direita. Levaria a mão esquerda até a testa e levantaria sua "franja" mostrando a cicatriz do ferimento que sofreu ao enfrentar o líder dos piratas. E com uma voz tenebrosa e fria, diria de forma hipnótica com sua voz encantadora e habilidades de atuação:

- Ok... Quer tanto assim a verdade, vejamos se aguenta!
Quando a encontramos os piratas haviam sido mortos por 4 monstros gigantescos, 2 abomináveis homens das neves e dois leões das neves tão grandes que pareciam estátuas colossais vivas. Como já haviam comido os piratas, deixaram sua neta para guiá-los até esse vilarejo, onde pretendiam comer todos vocês.
Após eu e aquele moleque de cabelos verdes, que você mandou comigo - e que não lembro o nome -, criarmos um plano... os pegamos separados e matamos um à um. Até que sua neta estivesse à salvo. Mas infelizmente ele precisou sacrificar-se e graças à isso pudemos matar o último e mais poderoso dos 4 monstros, demolindo a caverna em que estavam descansando com sua neta. Ele ficou para trás para distrair o monstro e impedi-lo de fugir do desmoronamento.
Depois disso percebemos que o cachorro havia fugido e nos abandonado, então comecei à guiar sua neta com o trenó, para cá. Mas um demônio das neves invocou uma tempestade de neve para nos impedir, tivemos que improvisar um abrigo, mas o demônio veio ao nosso encontro e destruiu o abrigo. Quase não sobrevivemos ao ataque dele, mas consegui espantá-lo ao causar-lhe algum ferimento que assustou-o.
Foi nesse momento em que ela desmaiou e em seguida foi minha vez de desmaiar, provavelmente a tempestade era amaldiçoada e fomos contaminados, ficando gravemente doentes.
Então fomos encontrados e salvos por aquele rapaz que estava conosco quando você nos encontrou na entrada da vila. Ele nos levou até uma bruxa que retirou a maldição e salvou nossas vidas. Como sou maior e mais forte, me recuperei mais rápido, mas a menina ainda precisava de tratamentos médicos, pois além da tempestade amaldiçoada, ela acabou ficando à mercê dos monstros por muitos dias, por isso estava mais fraca do que deveria e a bruxaria não foi suficiente para salvá-la. Por isso a trouxemos aqui o mais rápido que pudemos, para ver se esses médicos tem alguma utilidade e conseguem salvar uma pobre vida inocente!
Dei minhas roupas, minha carne, meu sangue e minha vida para salvá-la! Mais de uma vez, muito mais!!! Antes de xingar alguém, veja se não está em débito com essa pessoa e se estiver, tente quitar suas dívidas primeiro! Afinal você me salvou UMA vez, eu a salvei umas 500 vezes durante esses dias!
Agora pare de bancar o vô paspalho e chorão e vá criar um monumento para aquele moleque de cabelos verdes que se sacrificou por nós. Depois procure a bruxa, case com ela e dedique sua vida à protegê-la e fazer dela a mais feliz e saudável senhora do mundo. Pois se ela não retirasse a maldição do demônio de nós... já teríamos morrido dias atrás, como dois picolés à 7 palmos abaixo da neve.
Ah, e também você deveria, mas NÃO agradeça a bruxa por apagar a memória da menina das piores lembranças, assim não ficará tão traumatizada! Mas a bruxa mandou avisar que jamais deverá discordar de qualquer sobre o que houve e nem contar o que acabei de te contar, se mais alguém ouvir a história real, a sua neta se lembrará imediatamente de todo aquele terrível pesadelo que viveu durante esses dias.


Sua hipnose, voz e atuação não teriam sido usadas para dar ordens no velho inquestionáveis, mas para fazê-lo ficar atento e imóvel, ouvindo tudo e que acreditasse cegamente no que foi dito sem questionar a lógica da estória contada. Ao menos era o que o artista pretendia. Pretendia que sua estória entrasse tão profundamente na mente do velho e de quem mais tivesse o ouvido (mas principalmente do velho), que mesmo após ouvir a estória real contada pela menina (quando esta acordasse), ele não teria como esquecer o que o artista lhe contou e possivelmente ficaria dividido em qual versão acreditaria.

Sckar não estava realmente bravo com o velho, mas fingiu apenas por graça, pois viu uma oportunidade de contar um estória fantástica e mentirosa no lugar de uma realidade chata e monótona.

Ele não contava essa mentira querendo parecer ser mais do que era, não era para se vangloriar ou contar vantagem. Era apenas para entreter, divertir e quem sabe, fazer algumas boas ações. Como homenagear aquele que ele usou e sacrificou e também dar uma ajuda à velha que os salvou e era exilada da vila.

Sckar então soltaria o velho quando parasse de falar, levantaria-se e daria as costas, caminharia até a porta e a abriria, olharia lá para fora, viria o bar, então viraria o pescoço e olharia por cima do próprio ombro direito e dirigiria-se mais uma vez ao velho Salomão:


- Eu disse que você não aguentaria a verdade!
Agora terá que aguentar para proteger sua neta e a velha quem a salvou.
Adeus!


Sairia, fecharia a porta e iria até o bar, o qual abriria a porta e olharia lá dentro, pensando:

Preciso de trabalho e de uma bebida quente.
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MensagemAssunto: Re: Congelando até o Sangue e os Ossos   Congelando até o Sangue e os Ossos - Página 8 EmptySab 08 Abr 2017, 17:29

O velho ouvia toda a história de Sckar de boca aberta, e caía na lábia do rapaz como uma garota inocente cai no conto do "príncipe encantado".

Assim que o rapaz terminou sua fábula, alguns médicos que estavam ali tentavam disfarçar o riso ou esconder que estavam dando risada, mas Salomão agora estava calmo, com a mão no queixo como se estivesse pensando na história com todo o cuidado possível enquanto murmurava num tom quase inaudível algumas palavras, tentando absorver aquela baboseira toda.

Sckar agora procurava um bar para entrar, precisava de uma bebida quente naquela inferno congelado que era Fernand Ice Island. E de fato ele conseguia enxergar um, bem ao horizonte quase imperceptível um bar com uma aparência totalmente bizarra.

O lugar era totalmente de gelo e neve, por fora ele era feito de uma neve grossa e qualquer um que tentasse derrubar aquilo precisaria de muito mais do que só um soco, ou um tiro de canhão talvez. É claro que existiam tijolos entre uma grossa camada de neve e outra.

Dentro dele, era completamente exótico, tudo era feito de gelo. Os bancos tinham uma forma quadrada e transparente, o balcão onde todos eram atendidos tinha a mesma textura, era um gelo transparente, era quase possível ver com total nitidez as pernas da mulher que estava servindo as bebidas do outro lado.

Os lustres eram de gelo também, os pilares que sustentavam toda aquela estrutura eram de gelo, no teto escorriam grossas estalactites grossas como um braço de um ser humano de porte médio.

Apenas uma placa estava posta na entrada do bar que não tinha porta, "Sem fogo" era a única coisa escrita.

A atendente do bar tinha cabelos ruivos como o fogo e olhos cinzas como uma jóia rara, estava coberta de roupas grossas de neve assim como todos os outros dentro daquele bar, ela limpava o copo de vidro com um pano seco e colocava uma bebida roxa tirada de uma estante de gelo também dentro do copo e entregava para uma figura estranha sentada na frente dela.

A figura em questão estava usando um casaco de peles enorme, com o capuz calçado ela agradecia com a cabeça pelo copo com a bebida e então tornava com goles precisos e lentos, como se apreciasse cada gota.

Ao ver o garoto na entrada a atendente diz:

- Se tiver algo pegando fogo apague ai mesmo, a única coisa com fogo aqui dentro é o pilar no meio do salão. - E de fato, a única coisa que iluminava o recinto era uma espécie de barra de ferro com uma tocha presa em cima, o que dava ao local uma espécie de aparência azulada dada a neve. - Vai entrar ou não?

Ela falava enquanto tirava um trapo de pele grossa debaixo do balcão onde estava e jogava perfeitamente em cima de um banco de gelo, para evitar o contato direto com o gelo para evitar queimaduras.
Histórico de Sckar:
 

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MensagemAssunto: Re: Congelando até o Sangue e os Ossos   Congelando até o Sangue e os Ossos - Página 8 EmptyDom 09 Abr 2017, 04:17

Sckar viu que o velho estava mais calmo e provavelmente havia acreditado. Isso já era mais do que o suficiente para o artista, que virou-se e foi embora, após sair, sorriu por ter enganado o velho, ao menos era o que parecia e isso o divertia.

Depois avistou um bar de arquitetura bastante exótica e bela, mas não importou-se com isso, a arquitetura não lhe era interessante, de nenhuma construção. Pois não era algo que lhe chamava a atenção. Abriu a porta e viu como o lugar era por dentro, mas apesar de ser impressionante, não importou-se e nem se impressionou. Parecia até que já havia visto aquele bar inúmeras vezes, ou outros com design similar. Mas não era o caso, apenas ignorava arquitetura e a decoração à tal ponto que parecia nem estar vendo tais detalhes.

O que lhe chamou a atenção na verdade, foi a moça bartender. Ainda na entrada, ele se inclinava para a direita e para baixo, sem abaixar-se, ainda ficando de pé. Era como se seu corpo parecesse uma letra "J" de ponta cabeça, pois só a parte superior de seu tronco e seu pescoço, é que estavam inclinados. Assim ele "secava" as pernas da moça, sem fazer a menor questão de disfarçar. Até tinha um sorriso cheio de luxuria no rosto.

Então a moça o viu e dirigiu-se à ele e nesse momento ele se aproximaria, sem mudar sua posição. Ao aproximar-se do balcão, abriria a perna direita e lançaria-a por cima e pelo lado do banco (como quem abre as pernas para montar um cavalo) forrado pela atendente e sentaria. Pararia se inclinar o corpo para o lado enquanto viraria o mesmo num giro de 360º, ficando de costas para a moça, mas ao mesmo tempo inclinaria as costas para trás e deitaria a cabeça alguns centímetros acima do balcão de gelo, sem tocá-lo. Ficando com a cabeça suspensa e possivelmente abaixo dos seios da garota, os quais "secaria", daquela posição bizarra e nem um pouco interessada em disfarçar os olhares cheios de luxuria. Então ele diria:


- Hey, "Belas Pernas"... Qual seu nome?
Quero uma garrafa de sua bebida que esquente mais e um bom prato de comida. Mas pretendo te pagar com um show, que tal? Prometo que farei os seus outros clientes gastarem tanto que você terá tanto lucro que me servir com uma garrafa dessa bebida e o prato de comida que escolherei mais tarde... será um preço tão barato pelo show que parecerá de graça, que tal?


Havia contado algumas mentiras muito bem escondidas ali, ao contrário do que fizera nos últimos tempos, enquanto conversava com Salomão, por exemplo. Pra começar, não havia a achado tão "belas pernas", assim. Também não se interessava em saber o nome da moça. Estava apenas brincando e "mexendo" com ela, pois queria ver a reação da moça. Se ela tentasse agredi-lo de alguma forma, ele tentaria desviar ou até mesmo bloquear, o mais rápido possível. Fosse girando o corpo para fora da área de alcance do ataque dela, ou segurando-a para impedir o ataque. Tudo dependeria de como ela tentasse atacá-lo. Isso é, se ela viesse à atacá-lo. Porém, se ela ignorasse e não o agredisse, ele ficaria quieto, apenas "secando-a". Outra mentira, era que ele não acreditava que daria tanto lucro assim para ela, mas isso faz parte de qualquer "marketing de venda". Sempre mentir de forma exageradamente positiva para quem você almeja vender um produto ou serviço, assim ludibriando aquela pessoa à comprar o que você estiver vendendo/oferecendo.

O rapaz aguardaria a resposta da moça. Aquele ainda não seria o seu trabalho, mas seria útil para se "desenferrujar" e conseguir comida e bebida "de graça". E com um pouco de sorte, alguém poderia ver sua apresentação e interessar-se por contratá-lo em um trabalho mais rentável? Caso isso não acontecesse, procuraria o homem que Lucas mencionou. Mas primeiro precisava se alimentar e beber algo quente.


Talvez eu precise procurar aquele palhaço, o tal Magnus, mais tarde. Mas primeiro preciso praticar um pouco e me recompor com uma bebida que esquente o corpo e uma comida que forre meu estômago. Ou não irei aguentar muito mais tempo nessa ilha congelada!

Pensaria enquanto aguardava a moça responder.

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Objetivos:
 


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MensagemAssunto: Re: Congelando até o Sangue e os Ossos   Congelando até o Sangue e os Ossos - Página 8 EmptyDom 16 Abr 2017, 20:52

A moça via Sckar girar e abaixar para ver suas pernas, e nada fazia, era como se estivesse acostumada a sofrer este tipo de assédio.

- Tudo bem garoto problemático, mas aqui não aceitamos nenhum pagamento além de dinheiro, apesar de gostar de artistas é assim que as coisas funcionam aqui. Espero que tenha como pagar. - Diz ela enquanto pegava uma espécie de mangueira no chão, como se fosse um tubo prateado e colocava um liquido quente no copo que fazia o mesmo estalar com o choque térmico causado pela bebida.

Assim que a atendente coloca o copo na mesa, a figura que estava sentada ao lado de Sckar estica uma nota de 20 berries e paga a mulher pelo liquido do garoto se levanta e caminha até a entrada do bar sem dizer uma só palavra.

A mulher pega a nota e diz:

- Se ainda assim quiser fazer o show, o homem ali pagou até a refeição que você pediu. - Então ela olha para uma micro janela ao lado da estante com as bebidas, grita alguma coisa e não demora muito até um prato com comida aparecer na mesma janela. Ela pega e coloca na frente do garoto.

Era uma refeição até que simples, tinha uma coxa de frango de algum coelho das neves com uma espécie de polenta amarelada.

- Isso é bastante raro por aqui, devias aproveitar. As pessoas costumam reclamar dos preços aqui dentro, agora pagar refeição para outro é algo beeeem raro.

Sckar está agora diante da garota, ele pode fazer o show que quiser diante da platéia de por volta de 15 /20 pessoas.

Histórico de Sckar:
 

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MensagemAssunto: Re: Congelando até o Sangue e os Ossos   Congelando até o Sangue e os Ossos - Página 8 EmptyQui 04 Maio 2017, 17:19

Sckar decepcionou-se ao ouvir a moça dizer que não aceitaria o show como pagamento, ele suspirou triste, pois mesmo tendo algum dinheiro consigo, não queria gastá-lo naquele momento, pois não sabia quando conseguiria mais e nem como faria para mudar de ilha. Portanto precisava poupar. Contudo, para sua sorte, um sujeito pagou pela bebida e refeição do artista sem dizer nada e afastou-se. O rapaz agradeceu e começou à comer e beber devagar. Aproveitava a refeição e a bebida que aqueciam seu corpo e confortavam sua "alma".
 
- Hummmm... Está muito bom! Qual o nome dessa bebida e desse prato? Eu adorei!
 
Após alguns minutos de refeição (havia acabado a comida, mas ainda tinha um pouco mais da metade da bebida no copo) e descanso para fazer a digestão, o artista sorriu para a atendente e disse:
 
- Bem, acho melhor eu fazer o show assim mesmo, ele pode estar esperando. Certo?
 
Então levantaria-se com o copo na mão e olharia ao redor. Procuraria uma mesa, balcão ou qualquer outra coisa que servisse de palco. Talvez o próprio balcão onde estava a moça. Jogaria o pedaço de trapo que ela jogara em seu assento quando ele chegou, no palco que ele improvisaria e se ajoelharia ali, colocaria o copo ao seu lado direito e ficaria de frente para o público. Mas antes, pedia licença para quem estivesse por perto de onde ele fosse subir:
 
- Licença!
 
Após se subir e se ajoelhar sobre o trapo, para evitar possíveis queimaduras de congelamento, ele forçaria uma tosse e pigarrearia um pouco, para chamar a atenção de todos e começaria à falar:
 
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- Bom dia/tarde/noite para todos vocês... Nossa, como tá frio aqui, né? Está tão frio quanto as garras da morte... E por falar em "morte", isso me faz lembrar meu tio Soneca. Eu o invejo, pois gostaria de morrer dormindo e sem sofrimento, assim como ele. Ao contrário dos passageiros do trem que ele conduzia.
 
Sckar esperaria que com isso fizesse o público rir e prestar atenção nele. Deste que começou à se apresentar, ele vinha usando sua voz encantadora de forma suave e alta, para ressoar de maneira bem clara pelo bar e todos pudessem ouvi-lo. Enquanto isso usaria alguns recursos de hipnose misturados à sua voz, para conseguir conquistar ainda mais a atenção e aprovação de seu público. Assim como havia feito com Salomão momentos antes de entrar no bar. Assim que as possíveis risadas cessassem para poder continuar, ou então se não rissem, respiraria fundo e continuaria:
 
- Me desculpem por ainda não ter me apresentado: me chamo Sckarshantallas Akuma, mas me chamem apenas de Sckar. Se me derem licença, eu gostaria de contar uma história para vocês. É uma história real que aconteceu com um amigo de um amigo meu, anos atrás, chamado Monkey. Vocês podem achar que é mentira, mas tudo que direi é verdade. Por mais que pareça um absurdo! Afinal vivemos num mundo estranho e cheio de mistérios, como as Akuma No Mi e as Meitou, entre muitos outros poderes, maldições e tesouros lendários. Muitos acham que essas lendas não passam de fantasias, mas quem navega por esses mares traiçoeiros, sabe muito bem que o que separa a realidade da fantasia nada mais é do que a crença de cada um.
 
Faria uma pequena pausa dramática e depois retomaria com uma voz encantadora e profunda, como se uma divindade narrasse uma história que ecoasse no mundo inteiro:
 
- A história de Monkey que irei contá-los começa num cemitério de uma ilha tropical muito longe daqui, na Grand Line. Era noite quando duas sombras chegaram e sentaram-se cada uma numa lápide e começaram à conversar futilidades sobre seus cotidianos. Mas quando a Lua chegou ao ponto mais alto do céu, os espíritos se levantaram de seus corpos frescos e saíram de suas covas de terra fofas, onde haviam sido recém-enterrados. E Monkey estava por ali.
...
Monkey olhou de um lado ao outro e ao ver aqueles fantasmas, assustou-se tanto que gritou:

 
- AHHHHHHHHHHHHHHH.... F-F-F-FAN-FAN-FANTASMAAAASSSS!!!!
 
Sckar mudaria a sua voz usando sua habilidade de atuação com sua voz encantadora e sua hipnose, para tornar-se o mais diferente possível do que era normalmente.
 
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- Todos olharam direto para ele e fizeram caretas que o julgavam com estranheza e obviamente consideravam-no um parvo, então uma das sombras riu e disse:
 
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- Hahahahahahahahaha.... Um fantasma com medo de fantasmas? Agora sim, eu já vi de tudo!
 
- Monkey assustou-se e negou:
 
- C-como assim? E-eu não sou u-um f-fan-fantasma!
V-você é um d-de-demônio?

 
- Monkey gaguejava de tanto medo, a sombra ria novamente, depois respondia-o:
 
- Hahahahahahahahaha.... Não, não. Sou um Shinigami! Um ceifeiro de almas. Ou como preferir me chamar. Sou o responsável por levar as almas deste para o outro mundo. Assim como meu amigo aqui.
 
- Disse apontando para a outra sombra, que em silêncio, apenas acenava com a palma da mão aberta e com os dedos juntos.
 
Sckar tentaria mudar sua voz, tanto no tom quanto na entonação, mudaria a gesticulação de seu corpo da cintura para cima, sem sair de sua posição de joelhos no pedaço de trapo sobre o palco improvisado. Ele tremeria e moveria os olhos de forma desconfiada quando interpretasse Monkey, mas quando interpretasse o primeiro Shinigami, moveria-se de forma confiante e espalhafatosa, satírica e irônica. Com o segundo Shinigami, o calado até então, ele faria gestos mais tímidos, contidos, quase imperceptíveis. Mas quando fosse o narrador, ele moveria-se praticamente nada, apenas moveria seus lábios o mínimo possível para conseguir falar claramente, exceto quando misturasse a interpretação do narrador com a de algum dos personagens, tentando fazer a interpretação do personagem antes ou após a narração do que estaria sendo interpretado.
 
Esperaria que toda essa atuação usando técnicas vocais de hipnose, que visavam usar o timbre de forma subliminar, fossem bem sucedidas e suficientes para manterem seu público atento em sua performance e que entendessem tudo. O artista continuaria seu show:

 
- E você está morto, sim! Veja, tenho você aqui no meu livro. Seu nome é Monkey M. Donkey. Certo?
 
Sckar interpretaria o primeiro e espalhafatoso shinigami pegando um livro, o qual não existia de verdade, era apenas uma interpretação imaginária do artista. Mas o livro existia dentro da história que ele contava. Ele interpretaria como se retirasse o livro de trás de suas costas, como se fosse guardado no cinto de sua calça, abriria-o e folhearia-o, até parar e com o indicador direito apontar um ponto de uma página qualquer do tal livro, enquanto a mão esquerda estava deitada sobre seu colo e com a palma aberta virada para cima, como se segurasse o tal livro. Com a cabeça baixa, interpretando que estava lendo, gritaria como o primeiro Shinigami faria:
 
- AQUI ESTÁ! Monkey M. Donkey.
 
Então sem levantar a cabeça mais que o suficiente, olharia por cima, como se usasse um óculos que não existia nem na realidade e nem no conto, ele continuaria interpretando o Shinigami e diria em um tom sinistro e sombrio:
 
- Você morreu ontem, vítima de uma doença causada pela picada de um mosquito. Que morte lamentável para um pirata famoso. Hahahhahahahaha...
 
Após a gargalhada do shinigami, ele voltaria a interpretar o pirata assustado, Monkey:
 
- M-mas e-eu s-serei o Rei dos Piratas, não posso morrer aqui e agora. E muito menos por um motivo tão estúpido assim.
 
- Ninguém mandou demitir o médico de seu navio.... Hahahahhaha
 
- T-tem que ter algum jeito de me deixar voltar para minha vida! Preciso voltar e ser o Rei dos Piratas!
 
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- Não existe nenhuma maneira de reviver!

-  N-não pode ser! Tem que haver algum jeito, faço qualquer coisa...

- Na verdade... tem UMA maneira. Hahahahahha....

- P-por favor, me diga o que tenho que fazer.

- Ok... Ok... Mas fique calmo. Vê-lo chorando e gaguejando é irritante!

- T-tá. Sinto muito...

-  Nós, Shinigamis competimos entre nós para sabermos quem coleta mais almas à cada dia. Então se quer reviver, me traga duas ou mais pessoas. A primeira é pra compensar sua ressurreição e as demais, serão bônus. Cada pessoa extra que trouxer, ganhará mais 1 ano de vida. Ou seja, com duas pessoas, te darei 1 ano de vida.  Com três, serão dois anos... E assim por diante. Você terá um prazo de apenas 2 horas. Consegue fazer isso? Se concordar, não poderá voltar atrás ou falhar, senão te largarei no limbo, onde não há nada e nem ninguém. Apenas o vazio solitário e a escuridão do desespero eternos. Hahahhahahaha....

- Mas é claro. Só preciso saber como fazer para matar, mesmo sendo um fantasma. Ou vai me devolver pro meu corpo, para que eu possa matar as pessoas?

O artista interpretaria um aperto de mãos de ambos os personagens (cada mão interpretaria a mão de um personagem - apesar de ambas as mãos serem suas e o aperto de mãos ficar estranho visualmente), selando o trato.

-  Hahahahhahahaha... Não, não te devolverei ao teu corpo antes de pagar por isso com as vidas dos outros. Mas você não os matará! Só os trará pra mim. Mas sendo um fantasma... apenas aqueles com que tinha um forte laço durante sua vida, é que poderão te ver e te ouvir. Então, se quiser reviver, terá que trazê-los para mim. Hahahahahhahahaha... Ou te levarei para o limbo, o que é muito pior que o Inferno. Hahahahhahaha....

- Monkey tremia tanto medo, que parecia que teria um ataque e morria de medo, literalmente. Os outros fantasmas acabaram desistindo de pedirem uma chance de reviverem, mas Monkey ainda ponderava o que deveria fazer:

- Como posso trair meus melhores amigos, apenas para reviver? Mas se não fizer isso, terei um destino pior que o inferno...

- Os dois Shinigamis queria assistir o que Monkey faria e se divertiriam com tal atração. Então não levaram os demais fantasmas para o outro mundo, ficando com estes no cemitério enquanto aguardavam o desenrolar da aposta de Monkey, o qual após pensar por alguns segundos, decidiu correr em busca da própria ressurreição. Afinal, não tinha tempo à perder, mesmo que seu coração permanecesse em conflito.

O artista faria uma breve pausa dramática para tomar um gole de sua bebida quente. Beberia pouco e devagar, para evitar a embriaguez. Depois retomaria sua narrativa:

- Monkey não sabia o que fazer, estava com sentimentos conflitosos em seu âmago, mas isso não o impediu de procurar seu bando pirata e não tardou à encontrá-los. Ainda estavam em seu navio, ancorados no porto daquela ilha, enlutados pela morte de seu capitão. E não sabiam o que fazer, então apenas bebiam até não aguentarem mais. Mas ao verem seu finado capitão aproximando-se do navio e com suas pernas se tornando levemente translúcidas até ficarem invisíveis quanto mais para baixo olhavam, com canelas e pés que não podiam ser vistos, caminhando sem causar nenhum ruído... Todos tiveram a certeza de que viam um fantasma, mas não tinham certeza se aquilo era real ou efeito da bebida e do luto. Então Clark - o primeiro imediato -, tropicou uns passos bêbados pra frente e ao parar em frente ao espectro de seu antigo capitão, se pronunciou gaguejando:

- M-mas... M-Monkey... E-estou sonhando? C-como p-poderia ser real?

- Calma, Clark. Sou eu mesmo. Como vão, pessoal?
Ainda estou morto, mas um shinigami me deixou vir falar com vocês, antes de me levar para o outro mundo.


- O bando de Monkey não sabia se acreditava ou não. Afinal, era algo absurdo. Mas o fato das pernas do finado capitão ficarem invisíveis pouco à pouco, conforme olhava-se mais para baixo do corpo dele, ser algo igualmente inacreditável. Mas não sabiam se culpavam a bebida e o luto, ou Deus por ter feito um milagre. Contudo, decidiram acreditar, mesmo relutantes.
...


Para interpretar Clark, o artista faria gestos de um homem cauteloso e assustado, mas não um apavorado como quando interpretasse Monkey, era até cômico que o primeiro imediato parecesse mais contido e corajoso que o capitão.

- ...
Monkey então convenceu-os de seguirem-no até o cemitério, mas eles não conseguiam ver nada e nem ninguém além do fantasma que os trouxera até ali. Mas DE REPENTE... Surgiu na frente deles o primeiro shinigami gargalhando espalhafatoso, assustando os vivos que gritavam.


- Hahahahhahahaha... Calma, calma... Eu sou o shinigami que mandou o capitão de vocês trazê-los até aqui. Fiquem calmos... Hahahahahahaha....

- O bando de Monkey se calou, não conseguiam entender direito o que estava acontecendo e o shinigami se divertia com o medo que causava nos vivos.

- P-por que nos trouxe aqui? O que quer?

- Hahahahhahahaha... Fiz um acordo com o capitão de vocês:

O artista ainda interpretaria o shinigami com um sorriso sádico no rosto, mas faria uma pausa dramática que pareceria durar uma eternidade, mas não havia durado nem 10 segundos.

- ... Eu o trago de volta à vida, mas...

O artista não tiraria sua feição de shinigami sádico e risonho de seu rosto, fazendo mais uma pausa dramática que fora ainda menor que a anterior, mas poderia fazer muitos pensarem que tinha sido ainda maior. Claro, que todos que ouviam o conto, já sabiam sobre o acordo, mas o suspense estava em como reagiriam os amigos prometidos como sacrifício, ao saberem que seriam sacrificados por quem admiravam e respeitavam ao ponto de poderem ver e ouvir seu fantasma, apenas para que ele voltasse à vida sozinho, como um egoísta.

- ... Para isso, ficarei com as SUAS almas! Hahahahahahahaha...

- ... O bando de Monkey ficou paralisado devido ao tanto de pavor e surpresa que sentiram ao ouvir sobre a traição egoísta do capitão que tanto admiravam. Apenas olhavam para o sádico shinigami que gargalhava à frente deles, pálidos e suando frio.

O artista interpretaria os olhares do bando, todos de olhos arregalados, bocas entreabertas,
não piscavam ou emitiam qualquer som. Depois o artista interpretaria a gargalhada do shinigami mais uma vez, enquanto deslizava o punho direito para trás de si mesmo, onde pegou a foice que carregava escondida em sua roupa e olhava para cima gargalhando. Depois olharia para o público com um olhar sádico e em um tom de voz alto e ameaçador, interpretaria a voz do shinigami espalhafatoso:


- O show... ACABOU!!!

Ao gritar "acabou", sacaria rapidamente a foice e faria um movimento horizontal na altura de seu próprio pescoço, com o braço completamente esticado, como se decapitasse facilmente, meia dúzia de cabeças na altura de seus olhos. Mas longe o bastante para não machucar ninguém, nem à si mesmo e nem à plateia, enquanto bateria o pé direito no chão seis vezes (simulando o som das seis cabeças caindo no chão - fora da vista do público, já que seu pé estava atrás de seu corpo ajoelhado). Soltaria um sonoro grito de dor, como se várias vozes gritassem em uníssono e depois gargalhou como o shinigami que interpretava.

Por fim cessaria a gargalhada após poucos segundos, abaixaria sua cabeça até o chão, enquanto guardaria discretamente sua foice na parte interna de trás de sua jaqueta e reverenciando a plateia, faria a voz do narrador uma última vez:


- E assim o bando de Monkey morreu, enquanto o capitão voltou à vida com uma marca de morte em seu rosto. Muito similar à uma cicatriz de varíola. As pessoas acham que o amigo do meu amigo, Monkey, teve varíola. Mas na verdade é uma "Marca da Morte", quando virem alguém com uma cicatriz dessas no rosto, não assuma facilmente que é um sobrevivente da varíola, pois pode ser alguém que vendeu seus entes queridos para voltar à vida.


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Com as mãos no chão à frente de seu rosto, terminaria a reverência ao público, ficaria assim e em silêncio por alguns segundos, depois pegaria seu copo com a mão direita e o pano com a esquerda, levantaria-se, viraria-se e desceria do "palco". Aguardando as reações...

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MensagemAssunto: Re: Congelando até o Sangue e os Ossos   Congelando até o Sangue e os Ossos - Página 8 EmptyDom 21 Maio 2017, 12:14

- Hummmm... Está muito bom! Qual o nome dessa bebida e desse prato? Eu adorei! - Dizia o jovem enquanto devorava aquela típica refeição das terras geladas, e a bebida que não era quente, mas descia queimando por sua garganta.  - É ensopado de doninha ao molho do sul… E está bebendo uma dose de tequila de Yakira Town.  É um sucesso por esses lados mais frios.- Contava a atendente, enquanto enxugava as mãos com um pano encardido.

- Bem, acho melhor eu fazer o show assim mesmo, ele pode estar esperando. Certo? - Sckar dizia, deixando uma expressão de dúvidas no rosto da bartender.  Pegou o trapo e subiu no balcão, jogando a primeira de suas piadas infames.  O público foi dividido.  Alguns observaram o artista desconfiados, outros riram de um modo contido.  O rapaz precisaria fazer mais para cativar o seu público.  E foi o que fez.  Enquanto contava a triste história de Monkey, usou de sua hipnose e carisma para prender a atenção dos que lhe assistiam, inclusive da bartender que estava a um passo de derrubá-lo de seu balcão.

Próximo do fim de sua apresentação, observou a figura estranha que lhe pagou a refeição se esgueirando pela plateia distraída, e em seguida (bem próximo dos fundos do lugar) com um movimento rápido apunhalar as costelas de um homem velho, que parecia importante.  Foi tudo sincronizado com o final da história do nosso Forest Gump, e o grito do velhote aconteceu ao mesmo tempo que os aplausos de todos no lugar.  Um grito abafado pelo glamour do espetáculo.  O assassino então olhou para Sckar, e sorriu mostrando seus dentes metálicos.  Fugiu pela saída dos fundos logo em seguida.

Quando os aplausos se acalmaram, um grito de mulher foi ouvido.  Aquilo ecoou pelas paredes de gelo, para marcar o início do caos no lugar.  Um corpo caído no chão congelado, e o desespero das pessoas.  Correria, gritos e autoridades (três marinheiros) se aproximando e adentrando o local.  Talvez Sckar tenha escolhido o dia e lugar errado para um show sem propósito.

Os marinheiros chegaram até o corpo e constataram a morte por assassinato.  A bartender não tirava os olhos de cima de Sckar, que a esta altura já havia descido do balcão.  - Você… Você tem algo a ver com isso!- Ela indagou, o que tornou a atenção de algumas pessoas para a dupla. - CHAMEM A MARINHA!!!! - Gritou a garota, agora sim chamando a atenção de todos.


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MensagemAssunto: Re: Congelando até o Sangue e os Ossos   Congelando até o Sangue e os Ossos - Página 8 EmptyDom 21 Maio 2017, 14:59

Sckar contou a história e estava contente por ver que estava dando certo e todos estavam compenetrados em seu conto, pareciam gostar. Então, ao terminar, ouviu o grito de um velho da plateia, o homem suspeito que havia lhe pago, havia matado-o e fugido. O artista desceu do palco ainda com o pano e o copo em suas mãos, fez menção à persegui-lo numa corrida ao gritar para com o mesmo:

- Hey, ESPERE!!!

Sckar se preparava para correr atrás do assassino, mas uma moça gritou, ele virou-se para olhar e todos no bar se agitaram, tornando o local num caos e impedindo sua perseguição. Três marinheiros chegaram e o rapaz ficou parado. Mas rapidamente a bartender acusou-o de ser um cúmplice...

Sckar olharia para os marinheiros e para a bartender e diria:


- Que absurdo! Sou apenas um artista tentando ganhar a vida honestamente!
Podem ir naquela cabana hospitalar do outro lado da rua e saberão que não sou um assassino!


Teria dito o artista inconformado com a acusação.

- Eu até tentei impedi-lo de fugir, mas o caos e o tumulto me impediram de alcançar o assassino. Agora precisamos saber quem era a vítima para tentarmos descobrir quem poderia querê-lo morto. Assim a marinha poderá encontrar o assassino e capturá-lo.

Concluiria o rapaz que então tomaria mais um gole de sua bebida, chegando à metade da caneca. Ele bebia devagar para não se embebedar.

- Alguém aí conhece a vítima?

Perguntaria alto, para as demais testemunhas.

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MensagemAssunto: Re: Congelando até o Sangue e os Ossos   Congelando até o Sangue e os Ossos - Página 8 EmptyTer 23 Maio 2017, 01:20

- Que absurdo! Sou apenas um artista tentando ganhar a vida honestamente! Podem ir naquela cabana hospitalar do outro lado da rua e saberão que não sou um assassino! - Dizia o rapaz, confiando-se no seu passado não tão distante com seus amigos nativos. - Eu até tentei impedi-lo de fugir, mas o caos e o tumulto me impediram de alcançar o assassino. Agora precisamos saber quem era a vítima para tentarmos descobrir quem poderia querê-lo morto. Assim a marinha poderá encontrar o assassino e capturá-lo. - O jovem falava com convicção, pois estava certo de que poderia ter feito algo para capturar o criminoso.

- Alguém aí conhece a vítima? - Perguntou em voz alta, para novamente chamar a atenção das pessoas no salão. - Ele é Ludwig Sumay, herdeiro de uma das maiores fábricas de querosene dos blues. - Contou um homem enquanto acendia um cigarro, e depois apagava o palito de fósforos. Tinha os cabelos de um tom acastanhado, e olhos negros como a noite de inverno. Era esguio, mas não muito alto. Em sua cintura pendia uma espada com um cabo talhado de uma forma grotesca. Usava botas próprias para a neve, e um cordão com um pingente de lua que acabava desviando a atenção de Sckar. Era realmente bonito.

- Ninguém sai do salão. Eu sou Sargento Xavier Quarta-Feira. - Se apresentava um dos marinheiros acompanhado de mais dois soldados. Eles verificava o corpo e observavam os clientes do salão. - O senhor Sumay foi assassinado durante a sua apresentação. - O marinheiro aparentava ter seus quarenta anos, e tinha um ar de soberba. Seus cabelos já eram grisalhos, e tinha um dente de ouro que brilhava enquanto sua boca falava, algo que irritantemente distraia as pessoas. - Está claro que você está envolvido!!!! - E apontou seu dedo em riste no rosto de Sckar, arrancando um “OOHHHHH” de quem assistia a tudo aquilo.

- Pelo amor de deus! Como pode concluir isso dessa forma? Você é desprezível! - Protestou o fumante de cabelos castanhos, saindo em defesa do artista. - Foi com investigações assim que você acabou virando sargento? - Sorriu, inspirando confiança e deixando o sargento incomodado. - Você está certo, Matarazzo… - Quarta-Feira jogou seu casaco no chão, e assumiu um tom dramático em sua voz. - Eu desonrei esta grandiosa instituição a qual defendo com tanta coragem e determinação… Que vergonha…. Peço que me perdoem. Sim! Todos vocês! Peço misericordiosamente o seu perdão. - Então uma lágrima escorreu pelo rosto do marinheiro, o que deixou Matarazzo indignado.

- AAAH PELO AMOR DE DEUS! Você vai ficar fazendo showzinho na cena do crime? Que tipo de Sargento é esse? - Gritou Matarazzo enquanto entregava o cigarro para a Bartender, que estava brava por ele ter acendido aquilo. - Você está certo, rapaz. Você deve ser melhor que eu mesmo… - Xavier enxugou as lágrimas, para sorrir instantaneamente. - ENTÃO EU PROPONHO UMA COMPETIÇÃO! - Ele apanhou seu casaco de volta e o colocou nas costas. - Quem solucionar este caso primeiro vence! E será considerado o maior investigador de todos os tempos! Quem perder será apenas lixo! - O Sargento sorria empolgado e confiante.

- Quer saber? Desafio aceito. Vou esfregar sua cara no chão, seu palhaço. - Dizia o fumante que a este ponto já não mais fumava, enquanto as pessoas eram liberadas pela marinha. Os homens por ali começavam a recolher o cadáver do lugar, enquanto a maioria das pessoas por ali só queriam ir pra casa.

O homem que defendera Sckar sem nenhum motivo se aproximou dele para conversar enfim. - Meu nome é Santinno Matarazzo, e sou caçador de recompensas. Foi um belo show, no fim das contas. - Então ele estendeu a mão para um cumprimento. - Não liga pra esse idiota. É só mais um exibido com um revólver nas mãos. - Sorrateiramente indicou o Sargento, que neste momento conversava em um canto isolado com a Bartender. - E não pense que entrei nessa por causa dessa aposta idiota… Tem algo grande acontecendo por aqui. Estou atrás de um homem perigoso, que mata em troca de alguns berries. Já ouviu falar do Sicário Cruel? - Então Santinno pegou um de seus cigarros do bolso, e ofereceu à Sckar.



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MensagemAssunto: Re: Congelando até o Sangue e os Ossos   Congelando até o Sangue e os Ossos - Página 8 EmptyQua 24 Maio 2017, 01:54

Sckar não havia dito toda a verdade e contado uma mentira. Mas mesmo assim, como de costume,  ninguém desconfiou de nada e engoliram o que ele disse. Ao menos o suficiente para deixarem-no livre temporariamente. Porém, não poderia negar que a ajuda do homem que se opôs ao sargento fora essencial para isso ter ocorrido, talvez até mais que suas mentiras e meias verdades.

Tal homem havia se apresentado como Santino Matarazzo e havia firmado uma aposta com o sargento da marinha, Xavier Quarta-Feira; para verem quem encontraria o culpado e o capturaria primeiro.

Matarazzo apresentou-se como um Caçador de Recompensas para Sckar e depois comentou sobre um suspeito. Um criminoso chamado "Sicário Cruel". O artista que tinha ficado quieto até aquele momento, olharia fixamente para Matarazzo e diria:


- "Sicário Cruel"? Claro... já ouvi algumas vezes durante minhas viagens pelo North Blue como artista. É um assassino de aluguel, certo? Porém, não sei mais do que isso!
Me diga, como ele se parece ou age.


Uma nova mentira, ele NUNCA havia ouvido falar naquele sujeito, mas jamais admitiria isso. Então aproveitaria para fingir que conhecia por cima enquanto buscava acumular mais informações sobre o suspeito que ele desejava (ainda em segredo) caçar, por tê-lo usado como distração.

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MensagemAssunto: Re: Congelando até o Sangue e os Ossos   Congelando até o Sangue e os Ossos - Página 8 EmptyQui 25 Maio 2017, 21:12

- "Sicário Cruel"? Claro... já ouvi algumas vezes durante minhas viagens pelo North Blue como artista. É um assassino de aluguel, certo? Porém, não sei mais do que isso!... Me diga, como ele se parece ou age. - Perguntava o jovem mentiroso ao seu novo conhecido. Matarazzo ergueu uma sobrancelha antes de responder. - É um criminoso com uma recompensa muito boa pela cabeça raspada. Não tenho lá grandes informações, mas o que tenho já é o bastante para começar.

Ele então apoiou a mão no cabo da espada, e perguntou à Sckar sobre interesses pessoais. - Você é um bom ator... Não está a fim de atuar em prol da sociedade? - Ele olhou nos olhos do rapaz, tentando descobrir o que havia por trás. - Pode me ajudar e ganhar uma boa quantia em berries. Tudo o que precisa fazer é servir de distração em uma emboscada.

O salão já estava quase vazio, restando apenas Sckar, Santinno e a Bartender que observava desconfiada. - Se estiver interessado, vá ao observatório Colev, no sul da ilha. É um lugar em que os namorados costumam ir pra dar uns amassos. Tem uma bela vista por lá. Ao chegar lá, observe e identifique-se a qualquer um como Katsu Noitra... Os vendedores certamente reconhecerão esse nome, e o Sicário virá atrás de você. Não sei com que intenção, mas virá. Não se preocupe, estarei por perto quando precisar. E aí? Aceita? - Ele então olhou para a Bartender, que queria expulsá-los do lugar. - Não temos muito tempo. Mas pode fazer isso a qualquer hora que estiver preparado.


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MensagemAssunto: Re: Congelando até o Sangue e os Ossos   Congelando até o Sangue e os Ossos - Página 8 EmptySex 26 Maio 2017, 03:04

Sckar ouvia Matarazzo em silêncio, mas este começou à lhe fazer umas perguntas, então ele iria respondendo à medida que eram feitas:

Matarazzo escreveu:
- Você é um bom ator...  Não está a fim de atuar em prol da sociedade?

- "Em Prol da Sociedade", é?

Matarazzo escreveu:
- Ele olhou nos olhos do rapaz, tentando descobrir o que havia por trás. - Pode me ajudar e ganhar uma boa quantia em berries. Tudo o que precisa fazer é servir de distração em uma emboscada.

- Como assim?

Matarazzo escreveu:
O salão já estava quase vazio, restando apenas Sckar, Santinno e a Bartender que observava desconfiada. - Se estiver interessado, vá ao observatório Colev, no sul da ilha.  É um lugar em que os namorados costumam ir pra dar uns amassos.  Tem uma bela vista por lá.  Ao chegar lá, observe e identifique-se a qualquer um como Katsu Noitra... Os vendedores certamente reconhecerão esse nome, e o Sicário virá atrás de você.  Não sei com que intenção, mas virá.  Não se preocupe, estarei por perto quando precisar.  E aí? Aceita?

- "Katsu Noitra"?

Repetiria o artista para memorizar mais facilmente o nome que lhe fora dito. Enquanto isso coçaria seu queixo com a mão direita e olharia Matarazzo bem nos olhos, tentando interpretar o olhar deste como quem tenta "ler a alma" do outro.

- Você mencionou uma quantia em bellies... De quanto estamos falando? Quanto você me oferece para servir de isca para um assassino profissional procurado?

O artista aguardaria a resposta e responderia:

- Irei pensar... Se concordar, seguirei suas instruções!

Matarazzo escreveu:
- Ele então olhou para a Bartender, que queria expulsá-los do lugar.  - Não temos muito tempo.  Mas pode fazer isso a qualquer hora que estiver preparado.

Sckar então diria:

- Então vou indo, por enquanto... Qualquer coisa, já saberei como encontrá-lo. Bastará ir ao observatório Colev, ao sul da ilha. Que é um lugar em que os namorados costumam ir pra dar uns amaços. E tem uma bela vista por lá.... Ao chegar lá, devo observar e me identificar a qualquer um como "Katsu Noitra"... Os vendedores certamente reconhecerão esse nome, e o Sicário virá atrás de mim. Então você estará lá para me defender e pegá-lo. Certo? Bem... me espere lá, se eu decidir ir, você estará à postos, senão... verá que não fui e amarelei!
Ok?


Diria o artista que faria um aceno para Matarazzo com a mão direita, deixaria a caneca com sua bebida na mesa mais próxima sem terminá-la (ainda não havia bebido nem metade), caminharia até a porta, abriria-a e sairia do bar. Mas antes de fechar a porta após sair, olharia para trás, por cima dos ombros e daria uma "piscadinha" com o olho direito e um sorriso, para "xavecar" a bartender de longe. Fecharia a porta e sairia pelas ruas do vilarejo, se misturando ao povo o mais rapidamente que conseguisse.

Ele olharia bem o como o povo se comporta. Coisas como gestos, palavras mais usadas, entonação da voz, palavras que nunca eram usadas e tudo mais que pudesse ser útil para parecer um nativo.
E quando tivesse acumulado informações o bastante, aproximaria-se de alguém e perguntaria da melhor maneira possível, para parece alguém nativo e que estava viajando por muito tempo, alguém que houvesse acabado de retornar de uma longa viagem e estivesse pedindo por informação:


- Oi, por favor... Você já ouviu o nome Katsu Noitra? Sabe quem é?

Sckar tentaria não baixar a guarda, falaria baixo, com as costas rente à alguma parede ou qualquer outra coisa que protegesse-o de um ataque por trás. Olharia para os lados, sem mover a cabeça, para não chamar a atenção e não parecer suspeito, mas também para não ser pego desprevenido. O artista estava desconfiado e não pretendia se deixar ser feito de "trouxa" por ninguém. Nem por piratas, nem por caçadores de recompensa e nem por marinheiros...

Algo está fedendo nessa história! Preciso investigá-la direito, antes de me envolver ainda mais...

Pensava o jovem. Que havia contado algumas mentiras para Matarazzo, mas quais seriam essas mentiras? E o que ele pretendia com isso?

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