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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 #2 - Sangue e Suor

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ADM.Tidus
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MensagemAssunto: #2 - Sangue e Suor   #2 - Sangue e Suor - Página 6 EmptySex 09 Dez 2016, 18:00

Relembrando a primeira mensagem :

#2 - Sangue e Suor

Aqui ocorrerá a aventura do(a) Caçador(a) de Recompensas Juri Belleren. A qual não possui narrador definido.


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Niizuma
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MensagemAssunto: Re: #2 - Sangue e Suor   #2 - Sangue e Suor - Página 6 EmptySeg 02 Jan 2017, 20:01


Não conseguimos mais nada do capitão, ele e a armadura foram feitos um pro outro. Saímos do navio, não fazia ideia do que se passava na cabeça de Juri, mas tinha certeza que ela não iria se tratar, o que seria um problema, teria que me tratar rapidamente para então ir ajudar a garota. "Gostaria de entender essa vontade toda de se matar." - pensava enquanto suspirava enquanto buscávamos um local para vender o martelo, que devia dar alguns berries, o suficiente para comprar o que precisasse.

"Temos aqui uma oferta para sairmos daqui e pegarmos nossa recompensa..." - pensei quando um homem de barba longa ofereceu para nos levar a qualquer lugar do North Blue, em troca ele esperava o martelo, mas talvez com o dinheiro da venda conseguíssemos convencer ele, só precisávamos chegar até o fim da tarde e torcer para ele não ter partido.

Continuamos caminhando enquanto me perguntando se Juri queria morrer ou perder a vida, e foi assim que chegamos até a loja de armas. Lá conseguiríamos um negócio, os olhos do vendedor diziam tudo. Ele ficou encantado com a arma, analisou ela fazendo certos comentários que não faziam muito sentido para mim. Não consegui esconder minha cara de surpresa quando ele ofereceu 2 milhões pela arma, nunca tinha tido tanto dinheiro na minha vida, mesmo dividindo ele ao meio.

- Bem... - olhei para Juri ao ouvir a oferta pela arma e também a oferta de tratamento. - Vamos querer a oferta, ela pode não querer o tratamento, mas eu gostaria de tê-lo sim. - diria ao homem, esperando que Juri fizesse o que eu achava que ia fazer, que era bancar a teimosa.

Aproveitaria para dividir logo ali a quantia meio a meio, já que Juri não queria perder muito tempo em ir ao encontro com Eremes. Se a garota recusasse a oferta de tratamento eu iria chegar perto dela, tentar falar com ela antes que saísse.

- Sabe, você pode não gostar de mim, mas boa sorte lá. - diria. - Assim que me tratar vou me juntar a você para matar o Eremes. É que alguns de nós não são tão fodas para lutarem contra um criminoso procurado coberto por ferimentos. - explicaria e acompanharia ela até a mesma sair.

Esperaria então pelo tratamento do homem, pediria para ele que fosse rápido, se possível, já que minha "coleguinha" parecia ter uma certa tara por se matar, e eu precisava ir ajudá-la a não fazer isso. Tentaria não falar sobre quais eram nossos planos, o máximo que diria era que precisava ajudar Juri.

- Por acaso não teria nada que pudesse me ajudar a me proteger num combate não é? Alguma roupa, sei lá... - tentaria puxar assunto. - Dizem por aí que armaduras estão voltando a moda. - e daria uma risada descontraída, tentando aliviar o ambiente com aquele vendedor, que também parecia saber medicina.

Quando tivesse com o corpo tratado já seguiria para a rua que o velho de armadura tinha indicado em seu leito de morte, também negociaria com o velho, se ele realmente tivesse algo que pudesse me ajudar por menos de 200.000 berries. Esperava que não fosse demorar demais, já que o problema provavelmente era mais a quantidade dos ferimentos do que eles em si, porém se fosse demorar demais tentaria apressar o homem, se não fosse nenhum tratamento perigoso que pudesse piorar ainda mais minha situação



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Yami
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MensagemAssunto: Re: #2 - Sangue e Suor   #2 - Sangue e Suor - Página 6 EmptySeg 02 Jan 2017, 22:55


Era difícil aceitar o fato de que precisava de ajuda. A assassina nunca precisou ser tratada, muito menos ser alvo de preocupação, mas Khal fazia questão de zelar pela sua nova companheira. Os caçadores olhavam desconfiados para o ferreiro, que sorria pela oportunidade de bancar o médico. - Não se preocupem, meus amigos. Só deve doer um pouco, mas vai ficar tudo bem. - Ele falava após a dupla aceitar sua oferta. Ele sacava do balcão umas notas e contava, dividindo meio a meio e botando no balcão, de frente para cada um dos caçadores. Ele erguia o martelo e levava aos fundos da loja. - Me acompanhem. Minhas ferramentas estão aqui atrás. - E sua animação era estranha demais para quem dizia saber medicina e estava prestes a tratar ferimentos de alguém.

Nos fundos da loja, o lugar era uma bagunça total. Era realmente uma oficina, com uma parede cheia de ferramentas presas nele e várias portas que levavam para algum outro lugar. Ele guardava o martelo em uma dessas portas, pois provavelmente deveria analisá-lo melhor antes. - E então? Damas primeiro? - Ele convidava Juri a se sentar numa mesa um pouco mais alta que, apesar das condições do lugar, aparentava estar bem higienizada. Ele checava os ferimentos da gatuna com velocidade e maestria. Ele aplicava pomadas, botava bandagens e alguns outros medicamentos nas feridas da gatuna. Muitas farpas que a assassina não havia notado havia entrado em sua carne e seria mentira se a garota falasse que não havia doído retirá-las. Ele então terminava dando um tapinha em seu ombro, chamando agora Khal para começar o tratamento. Khal subia na maca com dificuldades e o ferreiro parecia surpreso com as feridas do rapaz. - É... Vocês realmente se esforçaram para pegar o martelo... - Vendo que as feridas seriam difíceis de fechar de forma rápida, ele foi até a bancada de ferramentas e trouxe uma espécie de pistola. - Isso vai doer...

O homem aplicava umas espécies de grampeadores nas feridas de Khal que, por mais bizarro que pudesse parecer, funcionava perfeitamente. As feridas do espadachim estavam fechadas como se nunca estivessem lá, exceto pelos traços de metal que enfeitavam agora partes de suas costas e peitoral. Ele passava algumas pomadas também, até mesmo aplicava uma substância numa seringa e tampava tudo com gazes. - Bem... É o que eu posso fazer. São tratamentos de emergência que darão conta de tudo se recuperar sem precisar que vocês repousem tanto. Os grampos você pode tirar depois de alguns dias, não deverá ficar cicatrizes. - Ele falava, lavando as mãos numa pia próxima. - Recomendo não se meter muito em confusão, mas acho que isso vocês vão ignorar mesmo.

Ele dispensava a dupla com o trato combinado. De fato, Juri e Khal se sentiam muito mais recuperados, mas não satisfeito apenas com aquilo, o espadachim perguntava se tinha alguma espécie de armadura para vender a ele por um bom preço. O ferreiro coçava a barba, como se estivesse fazendo uma checagem mental do que tinha em estoque. - É... Eu tenho algo pra você. Não é tão resistente, mas não irá reduzir seus movimentos e poderá te livrar de uns cortes iguais aos que você ganhou. - O homem então ia até os fundos, voltando instantes depois com uma caixa grande. Ele tirava as peças da caixa, mostrando algumas placas de metal para o espadachim. - As placas fazem com que suas juntas não fiquem presas a elas. Te vendo por B$ 100.000, fechado? - E, agradando ao paladar do espadachim, o trato era feito.

A dupla agora saía da loja satisfeitos. Tinham mais dinheiro em seus bolsos, estavam se sentindo mais recuperados e tinham uma trilha a seguir. A Rua C Juri conhecia, pois o Mink porco da noite anterior havia pedido reforços exatamente para aquele lugar, exato lugar onde eles haviam lutado por pouco tempo. Na rua, porém, Juri e Khal percebiam algo que era impossível não notar: não muito longe dali, exatamente na taverna onde a dupla havia se encontrado de manhã, fumaça saía das janelas e muitas pessoas saíam de dentro dela machucadas. Algumas precisavam ser carregadas e outras eram arrastadas, provavelmente já mortas. O fogo se espalhava pelo lugar enquanto gritos e desespero invadiam conta do ambiente. Dentre palavras de desespero e angústia Juri e Khal, graças às suas incríveis audições, escutavam referências à Wolfe e seu bando. Aparentemente estavam a busca da caçadora, mas por sorte eles não estavam mais lá.

Apesar de sentirem um seco descer por suas gargantas, a dupla partia em direção ao lugar indicado pelo capitão leonino, cuja cabeça agora repousava na oficina do ferreiro. O caminho era confuso, precisando que os caçadores entrassem por diversas ruelas estreitas, mas chegando num local mais amplo e coberto, onde a luz solar não chegava direito. Olhando em volta, não demoraram muito para encontrar a tal porta vermelha - uma bem alta, ornamentada e com uma maçaneta de ferro negro, bem chamativo. O lugar tinha dois andares e, por ser colado nos prédios vizinhos, não tinha muita abertura para escalá-lo. Juri até mesmo tentava, mas era inútil não tendo muitos conhecimentos de alpinismo. Porém era possível ver uma janela aberta no andar superior e, se a dupla se ajudasse, talvez pudessem invadir com um pé-pé. Não havia som nenhum no interior do estabelecimento, o que tranquilizava a dupla por enquanto antes da grande invasão.

Histórico Juri:
 

Histórico Khal:
 

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MensagemAssunto: Re: #2 - Sangue e Suor   #2 - Sangue e Suor - Página 6 EmptyTer 03 Jan 2017, 15:54


#2 - Sangue e Suor


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[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Estranho mesmo era a animação do ferreiro pela simples ideia de cuidar de dois feridos. Seria seu sonho ser médico e falhou miseravelmente? Não importa. Para mim ainda era difícil aceitar que tinha gente que se preocupava comigo, ou que queria cuidar de mim - ou pior: Que queria estar comigo. Quem era aquele homem afinal, esse que chamo de "Espada-kun" por uma mania tosca de ligar a pessoa à profissão ou objetos? Ainda estava ferida, era verdade, não iria acreditar que alguns poucos procedimentos iam resolver, contudo eu dei um voto de confiança no julgamento de Khal Zebur e deixei-me levar para uma sala mais a dentro com ferramentas rústicas na parede e... Uma cama estranhamente esterilizada. Dei de ombros, ainda meio desconfortável com toda aquela situação. Não respondi o chamado dele com palavras, ao invés disso eu entregaria minha ninjaken para Khal segurar, retiraria a parte de cima da vestimenta enquanto caminharia em direção a tal cama. Vergonha de mostrar o corpo eu perdi há tempos. Os minutos seguintes foram desagraveis, eu não tinha percebi a quantidade de farpas de madeiras presas em meu corpo, alguns gemidos de dor se fizeram presente aos ares enquanto eu segurava com força o ombro do homenzarrão, rangendo os dentes e de olhos fechados franzindo a minha testa. Enfaixada por ataduras, ele me liberou. Vestir-se-ia-me e, provavelmente, pegaria a minha arma na mão de Khal.
Satisfeito? — perguntaria.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Agora era a vez de Khal cuidar-se, assim sendo esperaria escorada em qualquer parede que estivesse por ali, ou algum móvel que minha bunda pudesse recostar, até mesmo esperaria o final da negociação sobre alguma armadura ou algo que protegesse o corpo do alto espadachim. — Kiahahaha, você precisa disso tudo pra não morrer? — de braços cruzados, caso fosse, eu falaria com um sorriso de canto de boca aguardando ele finalizar seus preparativos. Depois de todos os preparativos necessários, indicaria para Khal que já estava indo, tínhamos um trabalho para concluir e dinheiro para arrecadar. Nada mais diria para ninguém ali, simplesmente conferiria o dinheiro dividido em meu bolso e rumaria até as ruas de Malkiham. O cheiro de fumaça e madeira queimada e corpo carbonizado chamou a nossa atenção para a taverna que outrora frequentávamos que para a nossa surpresa estava sendo incendiado - era Wolfe e seu bando. Pudemos identificar graças as nossas audições apuradas, contudo nada fiz, aposto que Khal também não iria querer se envolver com Wolfe tão cedo, principalmente pelo nosso estado de saúde. "Quando passei a ser tão cuidadosa?"
Estão atrás de mim, Espada-kun — Falaria deixando cair um gotícula de suor da testa pela tensão e, quem sabe, preocupação pelo poderio de Wolfe. Ainda que a ideia de enfrentá-lo me animasse, ainda não era a hora, pelo menos eu saberia ter um pouco de prudência.
Vamos sair daqui...

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Doravante encontraríamos a porta vermelha logo após passarmos por ruelas estreitas e complicadas. Seja o que estiver do outro lado da porta, ele não querem que ninguém saiba. Analisei a estrutura e tentei escalar usando saltos rápidos, porém por ser ingrime demais eu não obtive sucesso. Bufei de frustração e raiva. Não saberia, é claro, o que Khal pensava, contudo caso ele fosse dar-nos alguma ideia eu deveria acatar, caso ele nada falasse, aproximar-me-ia da porta de ferro a fim de encostar meu ouvido na mesma; sem sons internos. Falaria, então.
Não parece ter ninguém lá dentro — diria — Vê aquela janela aberta? Vou tomar impulso e vou pular, use a parte de fora da espada para me jogar para cima. Pode dar certo, sou leve.
Assim sendo, tomaria uma distância de quatro a cinco metros, olharia para cima em direção da janela para calcular melhor para, em seguida, colocar toda a minha disposição na corrida em direção a Khal conforme combinado. Flexionaria os joelhos no exato momento que meus pés, eventualmente, encostassem na lâmina da espada do homem para projetar-me para cima com a ajuda do impulso do rapaz. Tentaria alcançar a borda da janela com a mão, caso não, fincaria a ninjaken em qualquer parte da estrutura para que eu tivesse um suporte e não cair. — Vou abrir por dentro e tirar as vísceras de quem estiver na frente, kiahaha — Falaria enquanto adentraria o lugar com cautela, sempre buscando presenças enquanto usaria da minha furtividade para esconder a minha. Olharia com atenção para tudo ao meu redor buscando informações que me fossem necessários num futuro próximo, também deixaria meus sentidos atvos a fim de sentir odores familiares e/ou estranhos, ouvir passos ou sentir aproximação de quem quer que seja. Caso estivesse escuro, não seria problema dado que fui treinada para estas situações. Meu objetivo primordial era chegar até o salão principal onde a porta dava acesso à rua a fim de abri-la para Khal entrar, ainda que estivesse preparada para eventualidades como por exemplo encontrar algum adversário desavisado no caminho, assim sendo usaria da minha velocidade para cortar seu pescoço num ágil golpe preciso de ninjaken ao projetar-me para frente, ou até mesmo saltar em direções diversas usando de acrobacias para diminuir a distância entre mim e o possível oponente para levar a lutar para o corpo-a-corpo, evitando possíveis golpes com a minha ninjaken, deixando faíscas e som de metal se chocando aos ares.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Não obstante, encontrando a parte de dentro da porta sem maiores problemas tentaria abri-la por dentro, o que deveria ser mais fácil do que por fora, certamente, para deixar o meu companheiro entrar e vasculharmos o lugar. Perguntaria, então, o que ele queria fazer agora e até mesmo me disponibilizaria para seguir suas instruções.

[spoiler=Off]
Tentativa de narração em primeiro pessoa. O que acharam?[/off]

____________________________________________________

"Não importa quantos eu mate, há sempre mais para caçar.
A mera ideia já me dá satisfação."

— Juri Belleren, a Víbora

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#FF34B2 Falas
#6600FF Pensamentos
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MensagemAssunto: Re: #2 - Sangue e Suor   #2 - Sangue e Suor - Página 6 EmptyTer 03 Jan 2017, 20:11


O ferreiro sorria ao dizer que não precisávamos nos preocupar, claro que ele provavelmente não sabia o que íamos enfrentar depois de nos tratarmos. A animação dele me deixou levemente desconfortável. "Será que ele se trata apenas de um ferreiro louco que acreditava saber medicina?" - em alguns momentos pensei em recusar depois do comportamento do homem, mas Juri também tinha aceitado, não queria arriscar que ela mudasse de ideia. Então seguimos o homem para a parte de trás, onde ele dizia estar suas ferramentas.

"É agora, ele vai arrancar nossos órgãos e traficar com o Eremes..." - quando entramos na oficina, cheia de ferramentas e portas do homem. Ele ofereceu que Juri fosse primeiro, poderia ter me oferecido, mas não fazia muita diferença naquele momento. Quando começou o processo deu pra perceber que o ferreiro era bom, cuidou de Juri e de ferimentos que talvez nem ela soubesse que tinha. "Bem, agora temos mais chances de conseguir o que queremos..." - pensava observando a garota já tratada.

- Ora, ora, novinha em folha! - comentei rindo ao passar pela moça de cabelo engraçado. - Minha vez. - o homem então passou a tratar os meus ferimentos que humildemente eram piores do que os de Juri, dava pra notar a surpresa do homem, até mesmo pelo seu comentário. Ele trouxe algo para fechar os ferimentos, uma espécia de pistola, e por mais que aparentemente estivesse funcionando, sentia a dor causada pelos "grampos" que fechavam minhas feridas, mas nada comparado as dores que as mesmas causavam. - Achei que seria um pouco pior, devo admitir. - em relação a dor do tratamento, quando ele passou algumas coisas e usou as gazes nas feridas.

Quando terminou o tratamento aproveitei para perguntar sobre alguma proteção, por mais que fosse soar talvez como brincadeira, ainda assim ajudaria, já que talvez tivesse que lidar com mais de uma pessoa novamente, e minhas espadas talvez não fossem o suficiente. - É... Eu tenho algo pra você. Não é tão resistente, mas não irá reduzir seus movimentos e poderá te livrar de uns cortes iguais aos que você ganhou. - por 100.000 recebi o que queria, já tentaria colocar e me adaptar o quanto antes com relação aquela armadura, já que normalmente não usava nada, por mais que fosse leve não queria sentir-me desconfortável.

Saímos da loja, tratados e me sentia bem melhor, sem sombras de dúvidas. É claro, além de tudo tínhamos mais dinheiro, não tinha como não se sentir melhor, nunca tive tanto dinheiro em mãos. Uma confusão na taverna e algumas referências a Wolfe deixaram claro que estavam buscando Juri, podíamos estar em perigo, se tivéssemos que enfrentar Wolfe e Eremes ao mesmo tempo, ou até mesmo no mesmo dia. - Acho melhor sairmos daqui logo, tem algumas pessoas atrás de você... - disse quando seguimos para a Rua C, onde chegamos sem muitos problemas, somente a localização que era confusa.

- Acho melhor tomarmos cuidado, tudo anda muito... Silencioso. - não conseguiria esconder minha cara de desconfiança, Juri mesmo não parecia conseguir escalar as paredes do local com a porta vermelha quando chegamos.

Não parecia haver muitas opções ali, Juri poderia tentar entrar por alguma janela, eu só poderia fazer o mesmo do último combate, entrar pela porta da frente. Já manteria uma mão sobre o cabo de uma de minhas espadas, não planejava usar as três, mas até duas eu conseguiria me virar. Esperaria a tentativa de Juri, aguardando alguém sair do local, ou se por acaso notasse que Juri teve algum problema se conseguisse entrar eu tentaria arrombar a porta, ou simplesmente tentar abri-la.

- Complicado, parece que só podemos entrar e falar "Querida, cheguei!"! - falaria para Juri, não muito perto da porta, para evitar que alguém escutasse, por mais que o local estivesse aparentemente vazio.

Se nada acontecesse eu tentaria calmamente abrir a porta como quem não quer nada, ver se escutava algo ou se alguém ia aparecer para fazer algo, caso acontecesse eu apenas fecharia a porta e diria o que falaria para Juri o que tinha acontecido. Caso não notassem e eu visse algumas pessoas lá dentro eu chamaria ela e entraria junto com ela, usando de nossa furtividade para não sermos notados.

"Essa merda parece muito uma outra armadilha, mas seria um péssimo roteiro se tentassem me levar pra outra armadilha..." - era o que pensava ao chegarmos na Rua C e achar a porta.

Caso alguém tentasse nos atacar de surpresa eu tentaria sacar duas espadas e as usaria para tentar um bloqueio, se o atacante não fosse visivelmente mais forte do que eu, se fosse eu tentaria apenas esquivar, dando um rolamento e se precisasse empurraria Juri se ela não percebesse. Se atirassem contra nós eu imediatamente procuraria alguma cobertura, e se tivesse algum atacante próximo tentaria um contra ataque se conseguisse defender ou esquivar com sucesso. O ataque seria uma tentativa de corte diagonal na região superior (peitoral e cabeça), tentando empurrá-lo se desestabilizado, ou um corte nas pernas se tivesse despreparado ou com a guarda desprotegida nas mesmas.



Histórico:
 

Objetivos:
 

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Anterior:
 

Citação :
Legenda:
Narração
- Fala
"Pensamento"

Citação :
- Objetivos:
[] Sair da ilha inicial.
[] Conseguir uma ou mais armas.
[] Ser qualquer coisa que não seja Civil.
[] Alguém me reconhecer.
[x] Terminar a Mini-Aventura.
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Yami
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MensagemAssunto: Re: #2 - Sangue e Suor   #2 - Sangue e Suor - Página 6 EmptyQua 04 Jan 2017, 00:38


Um pouco de cooperação nunca era demais. Juri achava que nunca saberia direito como era ter uma equipe e parecia satisfeita com o resultado. Khal era um amigo leal e, apesar de terem começado com o pé esquerdo na taverna no dia anterior, o homem fazia aquilo que ele sempre desejava fazer com as mulheres - derreter seus corações. Não que Juri fosse a mais calma mulher que ele podia lidar, mas a situação já havia sido pior. A dupla se ajudava de modo que Juri pudesse saltar pela janela, que com um pouco de esforço pôde ser alcançada com um salto. Apesar de estreito, a janela era o suficiente para passar o corpo magro da gatuna, que invadia como uma sombra.

O lugar era tranquilo, como ela havia imaginado que era. Em sua frente, havia um corredor enorme com algumas portas pelos lados. A iluminação era fraca e suave, assim como corredores de motel. As paredes eram acolchoadas com um papel de parede vermelho-sangue e o cheiro de lavanda e tabaco inundava o lugar. Não vendo nenhum tipo de ameaça, Juri começava a ter que lidar com a porta, percebendo que havia uma tranca simples ali separando a dupla. Com golpes de sua adaga e um pouco de esforço, o cadeado se rompia com um estrondo - o que podia ser preocupante, já que não queriam chamar atenção. Porém, quando a porta se abriu, Khal viu algo que Juri não havia notado se aproximando, apenas tendo conhecimento de tal coisa quando já estava próximo demais dela.

Ao olharem para trás, a dupla se surpreendia com um humanoide coelho. Ele vestia um terno bem cortado cor de giz, tinha suas orelhas estavam "penteadas" para trás como se ele tivesse passado gel, com uma presilha segurando-as juntas. Seus cabelos eram grisalhos e, apesar da aparência senil, a criatura deveria ter uns 2 metros e pouco e seus óculos escuros dava a ele uma aura poderosa, quase gravitacional. - Já ia abrir para vocês... O chefe aguarda. - Ele dava as costas à dupla, sem sequer temer um golpe surpresa. Sua confiança era tão grande que chegava a intimidar.

Surpresos, a dupla mal sabia como reagir. Não imaginavam que estavam sendo aguardados por alguém, mas seguiam com cautela aquele mink esquisito. A caminhada dizia muita coisa do lugar: as portas nas laterais tinham uma placa com um nome escrito, a maioria de mulheres. O coelho continuava a andar, com seus passos tão silenciosos quanto uma pluma. Os caçadores até imaginavam que era ali que os sequestrados se encontravam, mas não podiam reagir muito agora.

A última porta tinha uma cor e estilo diferente das outras, esta no qual o coelho batia três vezes. - Esperem aqui. - Ele entrava rápido, não deixando a dupla ver muito o que tinha por lá. Poucos segundos se passaram e ele voltou, agora abrindo a porta. E o que viam ali eles sequer podiam imaginar que veriam.

A sala era espaçosa o suficiente para morar apenas naquele cômodo e ali tinham aproximadamente dez pessoas no total - ou melhor, minks. Eram todas criaturas misturado com animais e, no centro da sala, uma grande mesa de bilhar entretinha quatro criaturas. Três deles eram exatamente a criatura que Juri havia visto na noite anterior no quarto de Kurt: humanoides porcos que, se não fosse pelos chapéus diferenciados, Juri podia jurar que eram trigêmeos. E o quarto membro era o que mais chamava atenção, pois mesmo com seu charuto preso na boca enquanto fazia uma jogada espetacular que matava umas duas bolas de uma única vez na sinuca, Wolfe era irreconhecível.

- BANG! Hoje eu tô pegando fogo! GHYAHAHAHHAHAHAHAHA! - Sua voz era grave e ameaçadora. Seu tom de voz era cheio de desdém apenas com aquela frase, sabendo que a criatura tinha um complexo de superioridade bem grande dentro de si. Ele olhava para os caçadores e abria um sorriso enorme, com todos os dentes afiados expostos à dupla. Ele tirava o charuto da boca e ia até um sofá atrás dele, onde um homem estava deitado completamente ensanguentado, aparentemente morto. Juri o reconheceu como o Eremes, e Wolfe se aproximava dele e apagava as cinzas de seu charuto na testa do pirata. - Onde estão meus modos? Temos visita!! - Ele agora olhava para os outros minks. - Seus animais!! Vamos, peguem uma bebida e ofereçam algo para eles comerem. Devem estar FAMINTOS. - Ele misturava o autoritarismo com ironia no tom de suas falas, mas ninguém sequer hesitou em obedecer ao seu comando.

Ele então começava a se aproximar da dupla e sua presença intimidadora fazia com que Juri e Khal desejassem fugir dali o quanto antes. - Eu não acredito que estou finalmente de frente com "A Víbora"! Eu queria tanto tirar uma foto desse momento... - Ele ria e outros acompanhavam seu deboche. - E vejo que tem um amigo também! Eu adoro festas cheias. - Ele agora abaixava seus óculos escuros, mostrando terríveis e profundos olhos vermelhos. Ele se afastava, jogava o taco de sinuca na mesa e se sentava numa poltrona de couro vermelho não muito longe dali, onde uma mesa de vidro dividia a sua poltrona com um sofá maior do mesmo tipo. Ele apontava de forma educada para a dupla, indicando que sentassem. - Vamos, cadê a educação de vocês? Sejamos civilizados e contem para o velho Lobo Mau o que passa dentro de seus miolos! - E, apesar de não soar de forma tão ameaçadora, um arrepio surgia na espinha dos caçadores. Eles estavam em um ambiente completamente hostil e precisavam agir da melhor forma possível. Juri e Khal estavam com suas armas ali, mas não sabiam bem o que tinha acontecido. Ambos os piratas que eles estavam atrás agora se encontravam diante de seus olhos, bastava agora ter cuidado com seus passos e usarem ao máximo de seus conhecimentos para saírem daquela.

OFF:
 

Histórico Juri:
 

Histórico Khal:
 

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MensagemAssunto: Re: #2 - Sangue e Suor   #2 - Sangue e Suor - Página 6 EmptyQua 04 Jan 2017, 20:54


#2 - Sangue e Suor



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[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Edversidades extraordinárias não foram impostas a mim no que diz respeito as tentativas de invasão no prédio de difícil acesso. Tomei distância e corri em direção a Khal que logo me jogou para cima usando a parte de trás da espada, com um salto mais e um pouco de agilidade eu consegui adentrar o local sem dificuldades, afinal de contas ser invisível é algo aprendi a fazer bem. A porta, por sua vez, não fora tão gentil comigo, dificultou um pouco a sua abertura, contudo bati algumas vezes com a parte de baixo do punhal da ninjaken que logo fora embainhada novamente após ter sucesso em arrombar o cadeado na força bruta. A surpresa veio com o olhar de Khal fixado justamente por cima dos meus ombros, fato que fez eu virar-me subitamente alerta. Arregalei os olhos. “Outro Mink?” Pensei colocando-me em posição de ataque enquanto segurava o punhal da ninjaken ainda embainhada no meu cóccix.

Quem é você? — A minha pergunta veio num tom brando apesar da mesma ser ignorada. Ele nos deu as costas certos de que não iriamos ataca-lo, o que me fez pensar até que ponto viria a sua arrogância e prepotência – ou seria ele um poderoso adversário? Olharia para Khal confusa como quem espera reações para depois ter uma ação, realmente não sabia o fazer a não ser segui-lo. Relaxaria o corpo um pouco e, assim sendo, começaria a seguir o coelho que vestia-se tão formalmente. O cenário era tosco, tudo aquilo ali cheirava a sexo e abusos e eu não tinha lembranças felizes acerca, contudo manter-me-ia forte e cuidadosa, sempre com os sentidos ligados a fim de evitar casualidades que poderiam vir a existir; mas não vieram.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Os momentos seguintes foram os mais tensos do dia. Logo estaríamos – caso Khal nos seguisse – dentro de um salão de luxo, maior do que qualquer cômodo que eu já havia vivido em minha infância. Minks, Minks e mais Minks. Contei e são dez, se todos forem tão formidáveis quanto o porco da noite anterior eu sabia que não tinha chances de vitória ali dentro. Sorriria cinicamente para o porco que lutei ontem, apesar da minha garganta estar seca pela tensão e confusão que eu havia me metido. O Ás do dia veio com a presença simplesmente esmagadora de Wolfe que fez questão de mostrar que não estava ali para brincadeiras. Talvez Khal reconhecesse, mas aquele deitado no sofá completamente ensanguentado é o Algoz Eremes, nossa presa. Ele simplesmente abateu a minha presa como se não fosse nada e isso eu não poderia perdoar! Prudência nunca fora o meu forte, tolerância também não, mas... Minhas pernas congelaram por um momento, uma gota de suor descia da testa e ela era tão gélida e incomoda que fazia minha respiração acelerar um pouco. Ouvi todo o se discurso de merda e jogo de palavras para com a gente enquanto estaria em pé. Recusaria qualquer bebida que me fosse oferecida, recusaria qualquer comida que me fosse dada ou qualquer outro convite que me fosse feito. Ele caminha até a gente enquanto fala, até mesmo cita a minha alcunha e foi então que eu sorriria cinicamente para ele, não com deboche, é apenas o meu jeito. Apesar de me sentir acuada pela primeira vez na vida, uma serpente continua sendo peçonhenta e mortal.

Kiahahahah, é... Eu sou aquela que chamam de Víbora. – Provavelmente estaria olhando para cima devida a diferença de tamanho – Surpreso, Charuto-kun?

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Estaria sorrindo para ele ainda de pé no exato lugar onde meus pés descalços pisaram no primeiro momento. O que era aquela sensação? “Estou com medo?” pensei comigo mesma.
Eu não quero me sentar, não quero beber e nem comer. Vim aqui atrás do Algoz Eremes e levar a sua cabeça – Falaria séria. Não iria esboçar sorrisos cínicos ou timbrar a voz em deboche desta vez, falaria pura e simplesmente a verdade por trás dos fatos. – Esse é o meu companheiro e juntos somos a Organização Iscariotes. Podem zombar de nós, podem rir de nós, mas nós te desafiamos “Wolfe, Lobo Mau”. Te desafiamos para um duelo de dois versus dois onde o vencedor decide o destino do perdedor e os seus passos seguintes.
Era verdade que nós não poderíamos – pelo menos penso assim – vencê-lo, eles estão em maior número e estamos num território hostil. O que mais poderíamos fazer ali?

Temos um acordo? Deixo os termos com você.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Estaria pronta para casualidades para possíveis investidas diretas ou vindas de outro ângulo, deixaria meus ouvidos atentos para tentar identificar tais ataques, assim sendo evadir-me-ia para o lado oposto com um salto simples, caso não, tentaria sacar a ninjaken o mais rápido possível para evitar golpes colocando a lâmina na frente criando um bloqueio deixando apenas faíscas voarem pelos ares. Esperaria apoio de Khal, estava começando a confiar nele para termos êxito e sairmos com vida dali.

Ei, gostou do nome Espada-kun? Inventei agora, kiahaha — Falaria para Khal um pouco descontraída caso ele indagasse sobre o nome do nosso grupo. Com isso, também, deveria ficar claro que quero tê-lo comigo daqui em diante como uma equipe e companheiro.

____________________________________________________

"Não importa quantos eu mate, há sempre mais para caçar.
A mera ideia já me dá satisfação."

— Juri Belleren, a Víbora

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MensagemAssunto: Re: #2 - Sangue e Suor   #2 - Sangue e Suor - Página 6 EmptyQui 05 Jan 2017, 17:53


Quando chegamos lá um coelho veio nos recepcionar, se vestia todo arrumadinho, com terno e orelhas penteadas. Não se importando muito conosco, dando as costas para nós dizendo que seu chefe estava esperando, e aparentemente eu tinha acertado, outra armadilha. "Que divertido inovador, esses criminosos realmente se acham os bichões por esse tipo de coisa?" - era o que ia pensando seguindo o coelho sem muitas escolhas já que esse já era nosso objetivo.

- Vocês tem que andar todos arrumadinhos assim? - perguntei sem muita pretensão ao coelho, sem muita ideia de o que encontraríamos.

Passávamos por algumas portas, e mesmo os nomes de mulheres não me confortavam naquela situação, apenas minhas três espadas. Por fim havia uma porta diferente das outras, onde o "Orelhas" nos mandou esperar. "Merda... Que porra tava acontecendo?!" - tentei olhar para Juri, ver se ela parecia mais esclarecida do que eu, mas não tinha muita diferença. Quando o coelhinho voltou e pudemos entrar, foi algo estranho a princípio, vários "animais" estavam no local. O local era na verdade bem espaçoso, com algumas pessoas, dez pessoas até onde conseguíamos notar.

"Animais? Será o..." - a verdade é que nunca tinha me perguntado o porquê de "Wolfe", agora fazia sentido se estivesse certo e aquela criatura com um charuto fosse o Wolfe. - "Três porcos e um lobo? Que ironia." - tive que conter a risada, não era o momento, e também era extremamente desconfortável estar na frente daqueles caras.

Depois de muito se mostrar na frente de seus homens Wolfe veio até nós, mostrando que conhecia "A Víbora" e rindo junto com seus homens, acompanhei, rindo sarcasticamente como se realmente fosse engraçado e inovador o que ele tava fazendo. Depois ele ofereceu para nos sentarmos e contar algumas coisas.

- Ei, o que aconteceu com o Eremes? - perguntaria a Wolfe. - Estávamos aqui atrás dele. - queria ganhar tempo, tentar perceber se entre os minks algum usava armas de longa distância, já que seria um problema caso entrássemos em combate.
- O que pretende fazer? - perguntaria assim que possível pra Juri, já que não tinha muitas ideias naquele momento, qualquer coisa podia nos matar.
- O que pretende fazer, Wolfe? Sabemos que não precisava de tudo isso. - não queria que entrássemos em combate, pelo menos não sem antes conseguir tirar o máximo possível de informações para a luta, como quais armas e estilos os minks ali usavam. - Ouvi dizer que estava atrás do Kurt, não é? Mudou de ideia? - tentaria desconversar.

Sempre manteria as mãos sobre minhas espadas, e se preciso sacaria duas das mesmas para proporcionar mais chances de combate em área e contra mais de um adversário. Caso partissem para o combate eu tentaria esquivar dando impulsos para os lados em esquiva, minha aceleração deveria ser uma vantagem contra alguns dos minks, mas contra outros não serviria de muita coisa, pois eles provavelmente eram tão rápidos quanto. Tentaria se conseguisse desviar de alguma investida contra atacar com cortes simples mas efetivos.

"Não posso me esforçar muito por causa dos ferimentos recém-tratados." - mas a situação não permitiria tal luxo, então tentaria aproveitar para usar minha velocidade agora tratado.



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"Pensamento"

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[] Sair da ilha inicial.
[] Conseguir uma ou mais armas.
[] Ser qualquer coisa que não seja Civil.
[] Alguém me reconhecer.
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MensagemAssunto: Re: #2 - Sangue e Suor   #2 - Sangue e Suor - Página 6 EmptyQui 05 Jan 2017, 19:11


A audácia de Juri era um dos seus pontos mais forte - e talvez um dos mais fracos também. Rindo daquela forma ao ver o terror se desenrolar diante dela paralisaria a maior partes das pessoas, mas Juri gargalhava e apelidava Wolfe como se fosse um qualquer. O lobo sorria, repousando o taco de sinuca na mesa momentos antes de se sentar no luxuoso sofá. Khal percebia o perigo que os rodeava e, por isso, perguntava para o Lobo Mau o que havia acontecido com o pirata que eles estavam caçando. - Eu sei que vieram aqui atrás dele. Ouvi falar que derrotaram o parceiro dele, aquele velho tosco... Qual era o nome dele mesmo? - Ele estalava os dedos no ar, como se estivesse se esforçando muito para tentar lembrar. E então um mink leão se aproximou dele - um felino grande, com uma cicatriz que fechava um de seus olhos e músculos tão grandes que mal cabiam em seu colete de couro sem mangas. - James Leonheart, senhor. - E então o Lobo Mau sorria, como se ele mesmo tivesse se lembrado. - Leonheart... Grande Leonheart. Ele era engraçado. - E soltava uma baforada no ar. - Bem... Alguns dos meus homens conseguiu achar vocês no porto e viu a confusão que criaram lá. Nada mal, devo dizer.

Ele se levantava, já que nenhum dos caçadores estava disposto em sentar e ter uma conversa civilizada. - Bem, ele apenas estava no meu caminho... Vocês estavam procurando por ele, eu estava procurando por vocês... Achei que gostariam do presente que eu preparei. - E então abria as mãos apontando para o corpo de Eremes, de forma animada. - Não precisam me agradecer. O tio Lobo Mau também é bondoso, viu? GHYAHAHAHAHAHAHAH! - Ele então sacava um enorme revólver de sua vestimenta, apontando na cabeça de Eremes e chendo seu rosto de tiros. O corpo do pirata apenas tremia com os impactos, certificando agora que de fato estava morto. Quando os seis tiros acabaram e o som da arma indicava que estava vazia, Wolfe sorriu em animação.

- O que eu quero? Vocês atrapalharam a investigação do quarto do Kurt, vocês lutaram contra um dos meus homens... E quando eu vou até o lugar de encontro pra achá-la, Víbora, você me deu um bolo. - Seu sorriso agora se apagava. Ele caminhava até um de seus aliados, onde um deles lhe entregou um taco de beisebol. Não era um taco qualquer, pois com diversos espinhos em seu topo, tornava uma arma ainda mais morta. - Não. Foi. Legal. - Ele dizia de modo pausado. - Vocês não tem ideia de como essa merda não foi legal. - Ele apontava o taco para os Iscariotes, ainda sério e de forma ameaçadora. - Mas acho que logo vai ter. E, em minutos, vão ter se arrependido por terem me desafiado. - Ele sorria lentamente, deixando cada um de seus dentes irem surgindo pela extensão de seu sorriso.

Ele ouvia a proposta de Juri sobre lutar dois contra dois, interrompendo a intenção de Khal em prolongar o máximo possível a possibilidade deles não lutarem. Wolfe começava a gargalhar, como se não acreditasse no que tinha escutado. - Dois contra dois? Por que eu faria essa idiotice, garota? Estou em vantagem aqui. - Ele abria os braços, como se estivesse se gabando de todo o seu grupo ali dentro. Khal e Juri notavam que todos os homens tinham, de alguma forma, alguma arma para lutar. Uns carregavam pistolas, outros espadas, adagas, soqueiras, machados, martelos... Era uma diversidade enorme de estilos de combate naquela sala, o que começava a aterrorizar Khal pelo que havia acontecido pouco tempo antes, quando precisou lidar com todos os piratas de Leonheart. - Mas querem saber de uma coisa? Vocês estragaram a minha noite ontem e eu realmente preciso MUITO descontar em algo. O Eremes aqui não foi o suficiente. - Ele continuava sorrindo e gargalhando, sádico como sempre. Alguns de seus aliados botavam armas em punhos, como se imaginassem que aquilo poderia causar confusão.

E ele continuava. - Façamos o seguinte: os dois contra o Lobo Mau. Se ganharem, vocês escolhem o presente. Será um prazer por uma boa luta. - Ele sacudia o taco de beisebol em sua mão, como se estivesse se coçando para usá-la. - Mas quando eu ganhar... Vou fazer os dois lutarem um contra o outro e só aceito que acabe quando os miolos de alguém estiverem pelo chão. - Juri e Khal se entreolhavam, pois justo agora que a amizade dos dois estava se firmando, Wolfe ameaçava desestabilizá-la novamente. Ele erguia a mão adiante, como se tentasse fazer acordo. - E darei 20 segundos de vantagem para vocês. Corram daqui e façamos nosso joguinho lá fora.


Histórico Juri:
 

Histórico Khal:
 

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MensagemAssunto: Re: #2 - Sangue e Suor   #2 - Sangue e Suor - Página 6 EmptySex 06 Jan 2017, 13:14


#2 - Sangue e Suor



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[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]O que está acontecendo comigo? Por que estou tão calma e ponderada dessa maneira? Acho que o medo que me consegue está me fazendo racionar de maneira mais clara e pesar as consequências. Agora, por exemplo, estou em desvantagem número e, provavelmente, desvantagem em poder; acredito que o Wolfe é mais forte que eu e o Khal, além dessa tonelada de criaturas que nos cercam e agora apareceu um... Leão?! O panorama não é nada agradável.
Você fala pra caralho, hein? – Falaria abruptamente, talvez interrompendo-o em algum momento.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Ou não me aguentaria simplesmente em ouvir toda aquela ladainha e toda aquela cena em atirar num defunto, tampouco todo aquele falatório. Isso não faz o meu estilo, eu sou uma combatente, uma lutadora! Finalmente, então, ele falara algo sobre aceitar o nosso trato, contudo...  "Ele pretende enfrentar nós dois ao mesmo tempo? Quão arrogante ele pode ser?" Pensei comigo mesma. Franziria a testa em raiva por ele estar me subestimando, mas aceitaria o desafio. – Você nos subestima, uh? Kiahah – Riria cinicamente – Você é privilegiado por morrer aos meus pés! KIAHAHA – Colocar-me-ia em posição de ataque assumindo a minha típica postura com as duas kunais envenenadas: Os respectivos dedões de cada mão por dentro da argola da arma, sendo a lâmina esquerda para baixo e a lâmina direita para cima enquanto os antebraços se encontrariam cruzando-se à frente do meu rosto, com as pernas levemente flexionadas para dar-me apoio.

Espada-kun – diria para Khal – Lute com intenção de matar.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Não ligaria para os vinte segundos de vantagem que Wolfe nos dera, partiria para cima dele usando da minha velocidade para mover-se em zigue-zague julgando ser mais rápida devido ao seu tamanho. Não iria tentar bloquear nem defender nenhum dos seus possíveis ataques diretos; para evita-los eu tentaria saltar para o alto usando o taco como apoio, caso viesse golpear-me de algum dos lados, em seguida tentaria chegar até a sua cabeça ou ombros a fim de fincar uma das kunais em sua clavícula para abusar do efeito dos venenos, contudo eu não demoraria por demais em cima do oponente saindo – ou tentando – do seu raio de alcance o quanto antes.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Uma vez que ele atacasse de forma mais direta como uma estocada ou trazendo o bastão de cima para baixo eu rolaria para o lado oposto para logo em seguida correr em passos curtos enquanto flanqueava pelo lado que fosse mais conveniente e tivesse melhor ângulo, esperaria Khal atacar ou ao menos tomar alguma iniciativa que lhe custasse a sua atenção para só assim impulsionar-se na direção do homem a fim de rasgar a sua pele usando ambas as kunais com golpes inversamente proporcionais que deveriam formar um X sangrento na pele de Wolfe. Afastar-me-ia do mesmo com saltos rápidos e ágeis.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Porém, se Khal tomasse alguma iniciativa antes de mim – o que acho difícil – eu seguiria seus movimentos para fazermos ataques combinados: Complementaria seus golpes no segundo seguinte para intensificar os danos e pressionar ainda mais Wolfe, caso ele executasse um corte horizontal eu estaria em sua reta guarda para executar um corte inversamente proporcional ao dele agindo como uma espécie de sombra do companheiro tentando sempre ficar por suas costas, ele sendo maior do que eu deveria esconder o meu corpo pequeno e usaríamos a vantagem de possíveis ataques surpresas. A ideia era atacarmos em conjunto como uma célula funcional. Sempre estaria observando brechas e oportunidades para encaixar golpes a fim de infecta-lo com minha toxina, sempre atenta aos seus movimentos para usar da vantagem do tamanho do corpo e agilidade e acrobacias evitando casualidades.
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MensagemAssunto: Re: #2 - Sangue e Suor   #2 - Sangue e Suor - Página 6 EmptySex 06 Jan 2017, 17:37


Foi um encontro "produtivo", o lobo parecia gostar de falar, não esperava realmente que ele fosse responder minhas perguntas, então naquele momento me limitei a ouvir sua história sobre como Eremes tinha entrado em seu caminho e como o velho que havíamos matado, ele até disse o nome, o que foi um alívio pois realmente era algo que iria querer saber do Eremes, que pelo visto não estava apito a responder nada no momento.

- Se chamando de tio? O quão isso pode ser escroto? - comentei, para ninguém em específico, era praticamente um pensamento em voz alta.

Ele sacou uma arma de fogo e disparou contra o rosto do homem, o que certamente seria um problema quando fossemos entregá-lo para a marinha, afinal o rosto devia estar completamente desfigurado. Embora por fora tentasse manter um semblante calmo e não demonstrar muita coisa, por dentro sabia que poderíamos morrer facilmente naquele local, principalmente sabendo que o desgraçado do Wolfe usava um revolver e poderia nos matar de qualquer canto da sala.

- Err... Não atire demais... Precisamos entregar o corpo pra marinha, se não der para reconhecer vai ser complicado. - comentei tentando fazer certa graça, já que humor era minha válvula de escape pra muitas situações.

Em seguida ele voltou a falar, comentava sobre o fato de Juri ter dado um bolo nele.

- Ela é assim mesmo, não imagina como foi nosso primeiro encontro. - que na verdade nunca acontecera, e talvez nunca acontecesse se não pensasse em um jeito de nos tirar dali.

Ele continuou falando e pegou um taco com espinhos, na verdade aquilo me aliviou mais, afinal pelo menos ele não ia só ficar atirando e teríamos que desviar de balas, o que eu pensava ser pior. "Esse cara parece um cara que teve sua primeira desilusão amorosa, o único problema é que ele é um sociopata... Eu pelo menos já to acostumado a ser desiludido." - vendo toda a cena que o Wolfe estava causando.

- Dois contra dois? Por que eu faria essa idiotice, garota? Estou em vantagem aqui. - nem mesmo o orgulho poderia fazer aquele idiota se livrar de sua vantagem aparentemente.

Os desgraçados todos usavam armas, dos mais diversos tipos, seria um problema e algo me dizia que dessa vez não conseguiria lutar tão bem contra um número tão grande de adversários, por mais que fossem menos do que antes, estes aparentavam serem mais fortes. Em toda sua arrogância ele mudara de ideia, ouvi seus termos, e aparentemente só nos restava aceitar, era nossa melhor oferta, por mais que na derrota pudéssemos acabar tendo que matar um ao outro, uma luta dois contra um era o melhor que tínhamos.

- Juri, não é que esse cara é quase tão louco quanto você. - sorriria para a garota na primeira oportunidade ao falar, um sorriso simpático passando o que deveria estar sentindo, que era confiança.
"Se não for assim, não tem jeito de vencermos todos juntos, vamos matar esse desgraçado e nosso presente será sua cabeça!" - eu não podia negar minha raiva pelo velho lobo, não por sua maldade ou coisa do tipo, mas por ele querer ser o "showman" e não parar de falar.

- É melhor fazermos o que ele disse, irmos para a rua, por mais que seja espaçoso aqui... Não teremos tanta liberdade quanto o lado de fora deste lugar. - tentaria falar com Juri seguindo a passos calmo até a rua enquanto ia sacando minhas espadas.

Porém como estava diante de piratas não abaixaria a guarda, mesmo dando as costas ficaria atento qualquer barulho suspeito eu olharia e dependendo do barulho já tentaria ir investindo para o lado tentando uma esquiva. Caso nada acontecesse eu esperaria lá fora por Juri e pelo Wolfe, se a luta começasse na sala mesmo não me daria ao trabalho de sair de lá.

Se Juri já atacasse, sem delongas, eu iria sacar duas espadas e acompanhá-la, correndo circundando ambos e buscando um flanco onde meus golpes pudessem ser mais efetivos. Como mink eu esperava que ele tivesse os reflexos mais apurados, porém ele tem um limite físico, não podendo defender dois atacantes ao mesmo tempo, principalmente usando um taco.

- Ei, Wolfe, espero que não goste muito de suas pernas! - seria onde faria o ataque a princípio, aproveitando-me da distração criada por Juri.

Se mesmo com Juri atacando ele conseguisse me atacar de algum modo, com o taco ou com as pernas livres eu tentaria dar impulsos com ambas as pernas para me distanciar da tentativa saindo de seu alcance e depois voltando a investir. Wolfe usava o taco, porém se usasse as pernas para me chutar ou algo do tipo eu tentaria usar ambas as espadas para efetuar um corte na mesma, servindo como defesa e ataque, se usasse o taco iria apenas recuar normalmente, mantendo também as espadas para uma possível defesa se não conseguisse desviar a tempo.

Investiria visando um corte diagonal, formando uma espécie de tesoura com uma das pernas de Wolfe no meio, o ataque como normalmente fazia era mais um ataque para tentar forçar Wolfe a cair no ataque realmente importava, então usando o corte na perna de isca, esperando que ele saltasse ou tentasse recuar, lembrando que se ele fosse atacar eu tentaria pular para trás mantendo ambas as espadas em posição de defesa, caso mesmo que não saísse do alcance as espadas pudessem amenizar o impacto do taco. Conseguindo que ele saltasse para proteger a perna ou recuasse, já que o taco não poderia defendê-lo de ambos os lados, aproveitaria o cruzamento das lâmina e girando os pulsos tentaria um novo ataque com um corte na barriga ou seu pescoço, onde conseguisse encaixar de forma mais rápida, evitando ao máximo ficar próximo do lobo, sempre me afastando usando a estratégia de recuo de antes, usando as pernas para um impulso e as espadas para evitar um golpe caso não recuasse a tempo.

"Não posso subestimá-lo." - tentaria se achasse uma brecha desferir um ataque em seu braço também, para ir aos poucos desestabilizando-o, para enfim matá-lo, já que seria difícil apenas matá-lo com um corte no pescoço. Wolfe não parecia do tipo que investia para cima, se ele fizesse isso eu tentaria recuar e abusar do alcance de minha espada, com corte usando apenas sua ponta para evitar o alcance do taco, usando sempre as duas espadas que por mais que não fosse minha especialidade não deveria estar fazendo nada de muito complicado, eram movimentos que as espadas faziam o mesmo movimento normalmente, e as duas sempre deveriam focar o mesmo canto, para que usar duas espadas acabasse não se tornando na verdade um problema.

"Se ficar perto dele pode ser um problema, então..." - evitaria ao máximo ficar próximo demaid de Wolfe, sempre me afastando quando conseguisse e evitaria possíveis provocações. Caso por algum motivo eu notasse que o uso de duas espadas estava me atrapalhando eu guardaria uma delas assim que possível e tentaria manter o combate apenas com uma. Assim como esperava que Juri se aproveitasse de oportunidades criadas por mim para combinar nossos ataques, eu também usaria as que ela criasse.

"Precisamos acabar com isso de forma rápida, ou esses desgraçados que trabalham pra ele podem achar que ele vai perder e decidirem ajudar!" - se por acaso saíssemos de local e lutássemos lá fora, usaria as mesmas estratégias que usaria se Juri não quisesse sair da sala.



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MensagemAssunto: Re: #2 - Sangue e Suor   #2 - Sangue e Suor - Página 6 EmptySex 06 Jan 2017, 20:11


Aquilo havia sido o cúmulo do absurdo. Wolfe subestimava demais seus oponentes, o que deixava Juri furiosa e fazia com que a assassina partisse para cima. Khal queria recuar, pois sabia que ali tinham desvantagem - tanto pelo espaço quanto pelo fato dos aliados de Wolfe estarem vigiando a batalha em volta. E se eles simplesmente resolvessem não cumprir o acordo? Eram piratas, não estavam presos a nenhum tipo de código ou regra. Apesar disso, o Dragão da Chuva seguiu sua companheira, que disparava contra o mink canino.

Wolfe sorria ao notar que havia conseguido o que queria. Juri se aproximava dele e, numa velocidade surpreendente, ele brandava seu taco no ar, tentando atingir rapidamente o tronco de Juri numa única tacada. A Víbora, porém, saltava por cima do golpe, pronta para chegar até a cabeça do pirata e fincar a adaga envenenada em seu pescoço. Foi quando, utilizando de seu giro, Wolfe mostrava seu braço livre, apontando para a assassina o revólver completamente carregado.

Dois disparos ecoavam pela sala e o corpo da assassina era projetado para trás. Sangue jorrava por onde os tiros haviam perfurado seu corpo, sendo um bem no ombro e outro logo abaixo do seio esquerdo. O corpo da kunoichi caía com brutalidade no chão quando Khal investia contra o lobo, avisando o lugar onde atacaria. - Heh... - O lobo sorria quando realizava um salto para desviar dos golpes de espada do caçador. Não que Khal não previsse isso, mas antes que o Dragão Branco pudesse continuar seu movimento, Wolfe pousava com uma forte pisada, com um pé acima de cada uma das lâminas da espada de Khal.

Khal caía de peito no chão quando seu movimento foi travado. Ele olhou para cima apenas para presenciar o momento em que o pirata descia rapidamente com o taco de beisebol no corpo do espadachim. - Hora do show! - O impacto era brutal e Khal podia sentir na mesma hora o golpe atingindo-lhe as costas, bem entre suas escápulas, sentindo cada um dos espinhos que entravam por sua carne.

Juri se recuperava lentamente dos tiros que havia tomado inicialmente. Pelo que havia notado, as balas não haviam atravessado o seu corpo, o que poderia indicar que as balas iriam estancar o ferimento enquanto elas estivessem por ali. Ela corria na direção do seu agressor logo no instante em que ele erguia o seu taco, ensanguentado, das costas de Khal, se afastando com um enorme sorriso de satisfação no rosto. - Achei que estavam querendo me matar! GHYAHAHAHAHAHAHAH - Ele continuava provocando, vendo Juri agora se aproximando de forma direta contra o mesmo.

Ele tentou de novo atacá-la no momento que ela se aproximou, com uma simples jogada de beisebol com ambos os braços segurando no taco. Juri recuava rapidamente, para então surpreendê-lo com uma rápida aproximação para cortá-lo com suas facas, mas conseguiu apenas tomar uma ombrada do lobo antes que suas kunais pudessem atingir sua pele, fazendo a kunoichi recuar de dor e tropeçar no corpo de Khal que estava ao chão, logo atrás dela.

Os minks riam e havia sido só o primeiro round e Wolfe ainda estava inteiro. Ele gargalhava, deixando oportunidade que os caçadores se recuperassem. O que era mais frustrante era que Juri percebia que aquele cara estava lutando por esporte, não para matar. Eles precisavam trabalhar juntos, ver brechas e agir nos momentos certos. O olhar mortal de Wolfe indicava que a batalha ainda iria esquentar muito e os caçadores precisariam ter forças para acompanhá-lo.

OFF:
 

Histórico Juri:
 

Histórico Khal:
 

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