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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 #2 - Sangue e Suor

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ADM.Tidus
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MensagemAssunto: #2 - Sangue e Suor   #2 - Sangue e Suor - Página 2 EmptySex 09 Dez 2016, 18:00

Relembrando a primeira mensagem :

#2 - Sangue e Suor

Aqui ocorrerá a aventura do(a) Caçador(a) de Recompensas Juri Belleren. A qual não possui narrador definido.


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Yami
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MensagemAssunto: Re: #2 - Sangue e Suor   #2 - Sangue e Suor - Página 2 EmptyQua 14 Dez 2016, 18:42

A assassina, apesar de não esbanjar tanto dinheiro assim, sabia que aqueles frascos de veneno eram o maior investimento que ela poderia fazer em sua carreira. Com a quantia de B$ 300.000, Juri comprou os frascos do homem, que a entregava com certa satisfação. - Recomendo que molhe suas armas antes do combate... Não é muito recomendável deixá-la em contato com o ambiente sem necessidade. Apesar de forte, pode acabar tendo seu efeito dissipado ou reduzido se exposta a muito ar por muito tempo. - Ele explicava, guardando o resto dos frascos na caixa. - Devo também te dizer: cuidado com o toque dela na pele. Ela não é apenas um veneno, mas também um ácido letal para carne. Não causará danos às suas armas, mas pode facilmente corroer carne se entrar em contato com a pele, queimando-a no processo. - Ele parecia animado, e continuava falando enquanto Juri ia se afastando aos poucos, deixando apenas o vendedor ficar atrás do balcão. - Se cortar alguém com isso e fizer o veneno entrar na corrente sanguínea da vítima, o ácido dará conta de cauterizar o ferimento e, além da dor insuportável, impedirá que ele drene o sangue para fora do corpo através da ferida. Genial, não? - E, após ajeitar sua postura, ele finalizava. - Não deve matar alguém com uma quantidade pequena... Mas poderá paralisar seus músculos e, como eu disse, causar queimaduras. Em grandes quantidades eu garanto a morte de muitos, então cuidado com isso, garota. - E, se despedindo, ele falava que continuaria ali no dia seguinte, caso ela quisesse comprar mais.

Juri, contente, ia para seu próximo destino logo após sua compra feita, passando novamente pela loja de armas enquanto caminhava rumo a alguma taverna que pudesse saciar agora sua outra fome, que dessa vez era apenas de comida mesmo. Passando ao lado da caçadora, Khal, um jovem confuso sobre a vida e seu destino, planejava seus primeiros passos após a deserção de seu mestre e uma espada seria um ótimo começo. Assim como Juri havia presenciado antes, muita festa tinha nas ruas naquele dia. Tons de verde enfeitavam diversas barracas ao longo da rua, que comemoravam algo relacionado ao grupo de caçadores da ilha, não entendendo tão bem o que aquilo significava.

Khal, sem mais delongas, buscava uma loja de armas que, sem muita dificuldade, encontrava perto da praça principal. Sua entrada era enfeitada com diversos tipos de armas, dentre eles lanças, adagas, pistolas, rifles e, é claro, espadas. Se sentindo num paraíso das armas, Khal se aproximava do homem atrás do balcão, que era um homem barbudo, observando uma joia através de um monóculo. Quando notou a aproximação do jovem espadachim, guardou a joia com calma em um pequeno saco de tecido, atendendo-o em seguida. - Espadas? Garoto, você veio ao lugar certo! HAHAHAHAHAHAH! - Ele gargalhava, enquanto sua grande barriga balançava. Ele retirava uma katana que, apesar de simples, tinha um brilho em sua lâmina de dar inveja. - Primeira companheira? Então essa vai ser sua garota ideal! Hahahahahahah! E relaxa, garoto. Vendo ela pra você por B$ 30.000. - E, com o trato feito, Khal saía da loja com 30.000 a menos, porém com uma espada embainhada em sua cintura.

O espadachim também havia recebido a informação de que o melhor lugar para encontrar cartazes - e, quem sabe, alguns piratas menores - era, por óbvio, a taverna. Tal taverna que Juri havia acabado de chegar, arranjar um local para sentar e feito o pedido do dia, que consistia numa carne de javali refogada. O preço era bem justo, precisando apenas pagar B$ 5.000 pela refeição completa. Porém, quando Juri começava a degustar de seu prato, ouvia um senhor aumentando a voz na mesa do lado. - Ele levou o meu filho e até agora NADA?! Quanto mais terei que pagar para que vocês façam seu trabalho?! - Ele dizia para dois jovens com roupas de roqueiro. A kunoichi podia notar também que havia um cartaz de recompensa em cima da mesa deles, provavelmente referente ao tal sequestrador do filho do velho homem. Na parede próximo a entrada, haviam diversos cartazes e com certeza possuía muita gente que pudesse dar informações valiosas à caçadores, mas antes que Juri pudesse agir, a porta abria com um estrondo.

Um marinheiro carregava seu amigo de farda nos braços, ambos completamente feridos. - A-Ajudem... - Ele dizia, ficando de joelhos logo depois, exausto. - W-W-Wolfe nos achou! - E então caía desmaiado, deixando o sangue espalhar pelo chão. Seja lá quem fosse Wolfe, parecia que não tinha muita amizade com marinheiros e, se tivesse sorte, Juri podia ganhar alguma recompensa investigando esse caso, mas agora estava nas mãos dela seus próximos passos. Nesse mesmo instante, Khal chegava na taverna, presenciando toda a loucura que uma taverna pode ter, sem ter ainda tempo de reagir muito como planejava.

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MensagemAssunto: Re: #2 - Sangue e Suor   #2 - Sangue e Suor - Página 2 EmptyQua 14 Dez 2016, 22:39


#2 - Sangue e Suor


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As instruções do vendedor foram mais do claras e Juri iria saber como aproveitar bem – tanto as instruções em si quanto o veneno quanto a letal combinação de veneno e suas lâminas. Ela sentia que poderia dar muito mais trabalho para seus adversários além de conseguir uma vantagem grotesca sobre eles. Sorriu, tal como uma serpente peçonhenta sorriria. Guardou os frascos em suas vestimentas e não iria desembainhar nenhuma das suas três lâminas que carregara ali, deixaria isto para um local mais apropriado e com calma. Em meio às mesmas festividades ela passou pela decoração em tons de verde ficando na presença de Khal por breves segundos, porém ela não teria como saber quem era ele naquele momento, finalmente chegou a um restaurante qualquer onde – provavelmente – um ou uma atendente trouxe-lhes um servido prato de javali a um preço justo, porém anteriormente a isso ela usaria o tempo hábil entre pedido versus espera para levar o frasco de veneno até a mesa com o máximo de cuidado possível, abriria ele para logo mergulhar a lâmina da kunai que carrega em sua canela e deixou ali por alguns três segundos, caso assim fosse, em seguida guardaria a kunai em sua bainha com cuidado para não deixar a toxina tocar sua pele. Guardaria o frasco de veneno em seguida.

Logo menos a sua refeição chegou e como tudo, até então, corria bem ela iria iniciar a leitura do seu jornal e busca por cartazes de procurados enquanto levava garfadas fartas recheadas com a carne de javali até a sua boca, enquanto seus olhos deveriam percorrer as colunas do jornal. — Esses caras... devem ser fortes... mata-los deve... dar um trabalhão........ adoro... inclusive quero... — diria consigo mesma enquanto leria uma notícia qualquer enquanto mastigaria. Sua postura não era das mais femininas, uma vez que seu joelho direito estava flexionado e na altura do rosto da mulher uma vez que a sola do pé dividia o assento com o bumbum da menina que estava bem à vontade. Porém sua paz foi perturbada quando um velho começou a gritar com uma dupla qualquer, isso fez com que ela – ainda comendo – olhasse para a direção que eles provavelmente ainda estavam, ouvindo um pouco da conversa. Ela sorri. O maxilar movia-se lentamente dilacerando a carne nos dentes enquanto usaria sua visão aguçada para prestar mais atenção no cartaz de procurado e finalmente ela tinha um alvo.

Contundo, o que mais chamou a atenção da assassina foi a chegada dramática de marinheiros que pareciam alertar a população de algum perigo. — Wolfe? — Juri levantaria deixando alguns restos de comida no prato assim como a edição do seu jornal com exceção de alguns dois ou três cartazes de procurado que, possivelmente, seria de alvos que ainda deveriam estar no North Blue ou até mesmo além da Red Line e após observar e ouvir tudo aquilo andaria até o velho para tomar o cartaz de procurado que estava em cima da mesa, tentando não se importar com a presença daquela dupla. — Hmm, ele tem uma recompensa formidável, Furui-san — diria enquanto analisaria o cartaz — Eu vou caça-lo, kiahaha — Daria as costas aos presentes ali, ignorando completamente a presença dos dois roqueiros enquanto iria até a porta — Marinheiro-san, onde posso encontrar Wolfe afinal de contas? — Esperaria até a resposta do mesmo, caso ele não respondesse ela perguntaria para qualquer pessoa ali presente, gritaria se fosse preciso.

A Marinha é mesmo inútil, não é mesmo, Esquisito-kun? — Falaria olhando para cima a fim de encontrar os olhos de Khal, caso este ainda estivesse na porta. Caso não, deixaria as palavras soltas no ar. Suas palavras eram ácidas e cínicas, tal como seu sorriso que juntamente com um olhar vibrante de olhos semicerrados ao franzir levemente a testa deixava claro as intenções assassinas de Juri. Porém, pouco antes de sair do local, obtendo ou não as informações sobre Wolfe, Juri tentaria analisar os cheiros dos marinheiros a fim de encontrar algum odor diferente que, provavelmente, seria de Wolfe, uma vez que eles devem ter entrado em combate até pouco. Para isto, Juri usaria do seu olfato aguçado e juntamente com as prováveis informações dadas seria rumo ao encontro de Wolfe, onde quer que ele estivesse.

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"Não importa quantos eu mate, há sempre mais para caçar.
A mera ideia já me dá satisfação."

— Juri Belleren, a Víbora

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MensagemAssunto: Re: #2 - Sangue e Suor   #2 - Sangue e Suor - Página 2 EmptyQui 15 Dez 2016, 00:45


Tudo ia correndo bem, sem muitos problemas ou nenhum eu ia chegando a loja de armas, era mais do que esperava, não estive em muitas lojas de armas afinal era complicado roubar uma loja de armas e por isso achava que seriam mais simples. Um homem barbado foi quem me recepcionou, ele estava com algo na mão e o guardou quando me viu, mas não reparei muito e quis ir logo ao que me interessava naquela hora. Uma katana simples porém útil, como havia pedido, e por um preço muito melhor do que esperava, teria um trocado caso precisasse pagar por alguma comida depois.

- Obrigado, senhor! - acenei ao sair e me retirei da loja.

"Cintura ou costas? Onde eu prendo isso?" - ia me questionando ao sair do local.

E com a informação de que a taverna seria um bom lugar para começar minha procura foi para lá que eu me dirigi. Era confortante a sensação de estar armado novamente depois de tanto tempo, se possível deixaria a katana presa do lado esquerdo, em minha cintura, para poder ter fácil acesso e andar com a mão descansando sobre a mesma, já que vivi nas ruas um bom tempo para saber como algumas coisas podiam ser inesperadas.

"Vingança ou carreira de caçador, eis a questão." - me divertia pensando em como meu mestre reagiria se eu fosse em busca de vingança somente por ele não ter me dado uma de suas espadas, com certeza ele não iria ficar muito feliz. - "Bem, vamos por caçador, matar o desgraçado do meu mestre pão duro não ia me dar dinheiro algum." - com esses pensamentos bobos e sem nexo eu seguia até a taverna.

Depois de um tempo comecei a pensar em meu caminho até a taverna sobre como seria a primeira pessoa que eu capturaria, se sentiria prazer ou coisa do tipo, embora nunca tenha tido nenhum desses fetiches esquisitos em matar pessoas, capturar talvez, mas não contavam, o que se faz entre quatro parede fica entre quatro parede, era o que eu acreditava. Quando cheguei na taverna deveria estar tentando entender como meus pensamentos conseguiram ir de criminosos com recompensas por suas cabeças para fetiches eróticos, talvez eu até tivesse esses fetiches esquisitos no fim das contas.

"Enfim ch..." - não deu para pensar muito quando notei o estado da taverna. - "Calma, tem gente morta aqui?" - colocaria a mão na cabeça mexendo na mesma enquanto tentava entender o que estava acontecendo. - "Zzz... Quê que aconteceu aqui?" - olhando os homens ali no chão perceberia que só ficava mais confuso.

Como um sedutor proficiente, mesmo em meio a confusão reparei em uma moça comendo ali, ela não parecia ter modos de uma dama, o que não seria na verdade um problema, na verdade já tinha construído um futuro para nós dois onde ela tinha me trocado pelo vizinho que era ex-marinheiro e dono de uma pequena fortuna herdada de gerações, a discussão tinha acontecido na cozinha e eu saí chorando aos prantos enquanto ela comia em nossa mesa como comia naquele momento em que bati os olhos nela pela primeira vez. "Princesa, por favor volte pra mim, eu te amo!" - olhava apaixonadamente para ela, que mesmo com um semblante perigoso e até psicopático não deixava de chamar minha atenção por sua beleza. Não julgava livros pela capa, e por mais que ela parecesse o tipo que você não quer por perto, eu esperaria até ter a oportunidade de conhecê-la.

Depois deveria notar os marinheiros ali na taverna, provavelmente eram os mais próximos de mim, e devido ao sangue imaginei que estavam mortos, tentaria reparar se alguém ali da taverna tinha feito aquilo, a última coisa que eu queria era que por algum motivo fosse responsabilizado pela morte daqueles homens.

"C******! Isso que eu chamo de sorte..." - me referindo ao fato de poder acabar sendo incriminado. Tentaria me aproximar dos dois homens, procurando algum sinal de vida. Descobrir quem ou o quê tinha feito aquilo com aqueles homens e se fosse um criminoso poderia me dar uma boa recompensa, assim finalmente teria um verdadeiro objetivo depois de tanto tempo. - "Talvez seja sorte mesmo no final das contas." - não reparando o quão egoísta aquele meu pensamento poderia parecer naquele momento.

- Ei, o que aconteceu? Vocês tão vivos? Oi? - tentaria conseguir alguma resposta deles, me aproximando se possível, porém sem tocar nos marinheiros ali. - O que fez isso com vocês? Posso ajudar se falarem comigo. - olharia em volta para ver como as pessoas na taverna estariam reagindo aquilo tudo, ou se eu era a única pessoa que se importava com o que tinha acontecido com aqueles dois.

"Esses caras precisam de um médico, mas talvez não fosse dar tempo alcançar algum..." - se não houvesse respostas presumiria que eles já tinham morrido, ou que por enquanto não serviriam de muita ajuda.

- Alguém poderia chamar um médico ou levar esses caras até algum? Eles vão morrer se deixarem eles aqui... - tentaria ver se alguém estaria preocupado com a vida daqueles homens, duvidava, mas não custava nada tentar.

Não conseguiria levar aqueles dois ao médico não sabendo andar pela cidade, porém poderia muito bem achar a coisa que tinha feito aquilo com eles. Caso os marinheiros não falassem, tentaria me levantar, se estivesse sentado, e buscaria respostas dos outros ali presentes. Se não tivesse ninguém próximo de mim ou dos marinheiros eu falaria mais alto se possível para que boa parte pudesse escutar.

- Vocês sabem o que aconteceu com estes homens? Não sei se notaram, mas acabei de chegar e não faço ideia do que aconteceu, e adoraria saber. - falaria de forma calma porém audível, aquela situação não deveria ter me abalado ou coisa do tipo, então tentaria até manter um sorriso no rosto, um sorriso amigável.

- Pretendo ajudá-los. - diria se alguém perguntasse "Por que quer saber?" ou algo similar.
- Matar o que fez isso, ou entregar quem fez isso com eles para a marinha. - diria se alguém perguntasse como iria ajudar.

Esperaria pelas respostas, usando de minha audição para escutar com maior atenção as respostas e algo que pudesse me interessar sobre o que tinha acontecido com aqueles marinheiros, e se ninguém me ajudasse eu coçaria a cabeça e tentaria ir até o balcão, ver se conseguiria algo com mais calma. E se por acaso alguém também estivesse atrás de informação ou buscando algum responsável por aquilo, ou até mesmo já estivesse indo atrás do responsável por aquilo, eu iria atrás do mesmo para oferecer apoio, uma ajuda se necessário, já que aparentemente o que tinha causado aquilo aos marinheiros era forte o suficiente para dois homens da marinha não serem fortes o bastante e que eu poderia vir a ser útil.

- Meu nome é Khal Zebul. - diria caso achasse um companheiro de caça. Caso esse companheiro fosse uma mulher eu falaria: - Meu nome é Khal, mas pode me chamar de Khalor, porque foi o que senti quando te vi. - tentado parecer o mais sedutor possível.


Off:
 

Histórico:
 

Objetivos:
 

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Citação :
Legenda:
Narração
- Fala
"Pensamento"

Citação :
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[] Sair da ilha inicial.
[] Conseguir uma ou mais armas.
[] Ser qualquer coisa que não seja Civil.
[] Alguém me reconhecer.
[x] Terminar a Mini-Aventura.
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MensagemAssunto: Re: #2 - Sangue e Suor   #2 - Sangue e Suor - Página 2 EmptyQui 15 Dez 2016, 22:28


O tumulto tomava conta da taverna no qual Juri estava e, tentando pegar todas as oportunidades de uma única vez, foi até a mesa onde haviam as três figuras sentadas, onde dois possivelmente eram caçadores. O senhor, surpreso, olhava para a kunoichi de cima abaixo, analisando a caçadora para tentar buscar informações de suas capacidades. Ele ainda aparentava confuso pelo que havia acabado de ocorrer com os marinheiros, mas tentava se manter em foco. - Bem, minha jovem... Não é um pirata dos fáceis. Esses dois aqui não conseguiram nem encontrar rastros do Eremes. Estou até começando a achar que ele saiu da ilha. - Dizia, e entregava o cartaz para a caçadora. O cartaz era simples e a recompensa por ele era de B$ 4.000.000, uma recompensa que atraía os olhos da assassina. - Estou oferecendo uma recompensa extra de B$ 2.000.000 por quem conseguir trazer o meu filho de volta. Ele foi sequestrado pelo Eremes a duas semanas. - Ele falava, deixando agora a caçadora ir, sem saber muito bem por onde começar a caçada.

Não satisfeita, Juri caminhava até a porta, onde dois homens de grande porte ajudavam os soldados a se erguerem. Khal estava logo atrás, tentando ganhar respostas dos homens atordoados. Apenas aquele que havia trago seu amigo conseguia manter a consciência, por muito pouco. - W-Wolfe... Ele e sua gangue... Estão na cidade... - Ele falava, sem forças. Tanto Juri quanto Khal conseguiam escutar perfeitamente, agora que estavam um na frente do outro. - Ele... Pretende matar... Kurt! - E, dito isso, desmaiava, enfim. Apesar de querer ajudar com um médico, Khal não precisava se preocupar tanto, pois os outros homens erguiam os marinheiros e os carregavam para longe dali, provavelmente atrás de ajuda. Eram as únicas informações que Khal tinha sobre o tal "Wolfe". Juri, por outro lado, lembrava de ter visto seu cartaz por entre suas páginas do jornal e, pelo que se lembrava, sua recompensa era de B$ 8.100.000, bem alta para os padrões.

Exceto pelas informações dos cartazes e, é claro, do que haviam escutado por ali, Juri e Khal não tinham muita coisa além para irem atrás de suas caças, precisando investigar mais pela cidade para conseguirem ter seu rastro. Antes, porém, de pensarem no próximo passo, Khal via a oportunidade perfeita para azarar a garota de maus modos da mesa. A kunoichi, confusa, ficava encarando o galanteador sem uma reação ainda, ouvindo apenas algumas risadas ao fundo de homens que achavam engraçado a tentativa desesperada, porém bem sucedida, do espadachim.

OFF:
 

Histórico Juri:
 

Histórico Khal:
 

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MensagemAssunto: Re: #2 - Sangue e Suor   #2 - Sangue e Suor - Página 2 EmptyQui 15 Dez 2016, 23:59


#2 - Sangue e Suor


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Já nem se podia mais ter uma refeição e uma leitura tranquila que tudo ao redor da menina virava um caos. Seria toda a negativa e energia pesada que Juri transmitia que atraia sempre esses eventos mesmo que ela tentasse ter minutos de uma vida normal? Não saberia responder isto, tampouco pensaria nisso; o que era verdade era que ela amava o caos, a desordem e a adrenalina. Sempre conseguia boas lutas quando isso ocorria e, para ela, estava ótimo. Tudo acontecia ao mesmo tempo, contudo Juri conseguiu organizar as suas ideias: Em sua mente ela imaginou que primeiro iria atrás do mais fraco, o caso do velho, em seguida iria atrás de Wolfe que deveria ser mais forte dado que foi capaz de dar cabo em um pequeno pelotão da Marinha, contudo havia a possibilidade de Eremes ter partido da ilha e esse jogo de ir e voltar não agradava a menina. Inverter a situação e ir atrás do mais forte primeiro? Talvez.
Ohh? Ere... mes-kun — com o seu típico sorriso nos lábios ela diria lentamente o nome do alvo enquanto analisaria o cartaz que deveria estar em suas mãos para logo dobrar algumas vezes e por nas vestimentas.

Não me leve a mal, Furui-kun, mas eu não sou uma heroína ou algo do tipo — disse para o velho, não o encarando — Apenas estou aqui para lutar contra caras forte e o Governo me dá dinheiro quando eu os levo para eles — Falaria enquanto caminharia até a porta a fim de decidir sobre Wolfe, desta vez — Quanto ao seu filho, eu não me importo nem um pouco... Kiahahah

Juri crescera num ambiente hostil, passou a desconhecer a empatia e solidariedade, então um resgate estava fora de cogitação para ela. Diferente do rapaz alto que carregava uma espada na cintura, ele parecia querer ajudar os Marinheiros que, por sua vez, gastaram suas últimas forças para responder suas perguntas. Inútil. Por fim, os marinheiros desmaiaram.

Ei, Espada-kun! — disse Juri se referindo à Khal. Seu tom de voz era um pouco mais sério, havia tenacidade ali e estava pronta para afronta-lo acerca do interesse dele sobre Wolfe — O que vo- Cessou suas falas quando o outro começou a falar. Uma cantada, sério? A Caçadora era demasiada pequena comparada ao seu “galã”, o que a forçou a olhar para cima num semblante que demonstraria todo o seu tédio em tudo que se dizia respeito às palavras de Khal.

Ér... Meu nome é Juri, a Víbra — diria ainda sem mudar seu semblante — Mas pode me chamar de “Sou uma assassina treinada desde os cinco anos, tenho duas kunais e uma ninjaken e alguma das três está banhada em veneno que pode te levar a morte” — Juri não era muito de dar assunto para homens, aliás ela não era de dar assunto para ninguém, sendo assim sairia dali com as palavras dos Marinheiros gravada na mente. Ela sabia que Wolfe tem uma gangue e está atrás de Kurt, que devem estar na cidade, sabia que Eremes pode ter saído da ilha. E sabia, também, que Wolfe tinha uma recompensa grande dado que se lembrou de ter visto em meio aos cartazes de procurado de até a pouco.

Wolfe tem uma recompensa de oito milhões, isso quer dizer que ele é forte... — diria consigo mesma, porém alto o suficiente para alguém próximo ouvir enquanto caminharia já pelas ruas de Malkiham. — Um bom lugar para ter esse tipo de informação é numa taverna mais barra-pesada. Mas antes... — Ela tentaria se concentrar um pouco a fim de ativar sua audição aguçada, para isso ela fecharia seus olhos e tentaria focar todo o seu Ki em seus ouvidos para ativar o sentido a fim de tentar ouvir alguma confusão, alguém que citasse as palavras chave como “Kurt”, “Wolfe” e “Oito milhões”, Juri deveria ter essa capacidade uma vez que Malkiham estava sediando um evento de Caçadores, alguém deve ter visto alguma coisa, alguma movimentação diferente ou algo do tipo. Assim feito, tentaria localizar a pessoa que, provavelmente, citou tais nomes e sem se delongar perguntaria sobre Wolfe, se ouvisse esse nome, sobre Kurt, caso este fosse ou perguntaria sobre o “procurado de oito milhões”. Era verdade que Juri não era habilidosa com as palavras, talvez precisasse de aulas sobre bons modos e empatia. Gentileza não era o forte da menina, sendo assim era provável que ela fosse rude ou "estranha" no seu modo de falar sobre morte, carne dilacerada, mutilação ou afins.

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MensagemAssunto: Re: #2 - Sangue e Suor   #2 - Sangue e Suor - Página 2 EmptySex 16 Dez 2016, 14:43


Quando me aproximei dos marinheiros dois homens trataram de ajudá-los, o que foi um alívio, teria que me preocupar agora penas com as informações, e foi o que fiz. Um dos homens conseguiu reunir energias para responder mesmo que mal algumas de minhas perguntas, escutei atentamente o homem na busca de tentar extrair o máximo possível de suas respostas. "Wolfe e sua gangue? Parecem ter uma fama considerada..." - embora eu não fizesse ideia de quem eles eram. Naquele momento chegou aquela que tinha destruído nosso casamento, mesmo que fosse só em minha cabeça. Contive o impulso de cantá-la naquele momento devido a necessidade de escutar o que o homem tinha a falar.

- Ele... Pretende matar... Kurt! - disse o homem desmaiando sem mais explicações.

"Eu... Eu não acredito... Eles querem o... Kurt... Quem c******* é Kurt?!" - se aquele homem não tivesse desmaiado eu faria ele desmaiar, o desgraçado não tinha ajudado em praticamente nada, além de fazer me sentir idiota por não conhecer nenhum dos homens. - "Wolfe... Kurt... Amor da minha vida..." - olhando para a mulher ali.

Sem muitas informações me voltei a mulher que parecia estar interessada no caso tanto quanto eu, aproveitando inclusive para lançar uma de minhas melhores cantadas, mas como esperado a reação da mesma não foi de agrado, na verdade ela não parecia nem um pouco interessada na mesma. Como um bom conquistador, já sabia que o importante era não se deixar abalar.

"Não esperava encontrar alguém como ela por aqui..." - podia ser idiota o quanto fosse, mas sabia que ela não era de brincadeiras. Talvez fosse algo interessante ficar junto dela, e essa caçada poderia ser perfeita para descobrir se daríamos bons parceiros. - "[i]Ela não parece ser do tipo de pessoa mais fácil de conviver, mas parece forte, e isso já é o suficiente./i]" - sendo assim eu iria acompanhá-la, acreditando que ela conhecia mais o caso do que eu, que honestamente estava perdido naquilo tudo.

Iria acompanhar Juri, mantendo o ritmo dela e procurando manter atenção ao que acontecia ao redor como alguém falando sobre Wolfe ou Kurt, enquanto também procurava algum jeito de manter algum contato com ela, já que faríamos isso junto era bom ao menos conhecer um pouco a pessoa que podia ter minha vida em suas mãos, assim como eu podia acabar tendo a vida dela nas minhas.

- Então você é um tipo de ninja, não é? Já matou antes, imagino... - sabia que as chances de uma resposta positiva por parte dela eram quase nulas, e não deixaria me abalar por ser ignorado ou por respostas grosseiras. - Qual sua história? Ninguém com uma história feliz escolhe virar caçador de recompensa. - tentaria obter algo dela, mostrando estar interessado nela, porém não mais em um jeito apenas sedutor.

- Espero que não leve a mal o que falei antes. - me referindo a cantada. - É um mau hábito meu, mas acho que você tem péssimos hábitos também, não? - tentaria novamente algum tipo de contato, insistindo, talvez fosse o único jeito de fazê-la falar comigo, e tentaria manter sempre um sorriso e um semblante tranquilo ao falar com ela, evitando parecer irônico ou coisas do tipo.

- Então, Víbora... Por que lhe chamam assim? - caso ouvisse ela falar sobre como era conhecida, e se ela não tivesse respondido na primeira pergunta. Estaria prestando atenção a tudo que ela estivesse falando, mesmo que por acaso não fosse comigo.

Caso notasse que ela estava concentrada ou coisa do tipo eu iria me calar para não atrapalhá-la, e aproveitaria para me juntar a ela, usando o momento para também me concentrar e com mais calma tentar escutar com minha audição aguçada algo sobre o que procurávamos. Outras pessoas deviam conhecer Wolfe e Kurt, já que o marinheiro se referiu a eles pelo nome, significa que não seria tão difícil encontrá-los procurando pelo nome. Iria atrás da pessoa que falasse sobre Wolfe ou Kurt, caso ouvisse alguém falando sobre. Perguntaria sobre o nome que a pessoa citasse, sobre onde poderia encontrar, quem era, ou onde havia sido visto pela última vez, e se Juri também fosse fazer perguntas iria deixá-la falar antes, caso a pessoa não simpatizasse o jeito de Juri ele pediria desculpa e pediria de forma mais calma e com um sorriso simpático no rosto pelas respostas.



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MensagemAssunto: Re: #2 - Sangue e Suor   #2 - Sangue e Suor - Página 2 EmptySex 16 Dez 2016, 23:00


O caminho estava traçado, porém era difícil ainda ver seu percurso. Juri já começava a traçar algo em mente do que fazer, talvez preferindo agora caçar Wolfe, dada a sua alta recompensa e pela maior probabilidade dele estar na cidade. Caminhando para fora da taverna, começava a escutar tudo o que tinha em volta com sua perfeita audição. Porém, diferente do esperado, o tumulto do evento fazia com que sua atenção se dispersasse demais. Eram centenas de pessoas falando de preços, promoções, do evento e de coisas triviais para Juri naquele momento. Tudo ficou ainda mais difícil de se concentrar quando o espadachim galanteador, Khal, se aproximava, perguntando informações da kunoichi. O jovem realmente queria saber mais sobre a garota, que tentava evitá-lo com todas suas forças, apenas lidando como se ele fosse um peso. O galanteador, porém, não desistiria fácil. Ele viu que a caçadora era das boas e que seria uma ideia ótima tê-la por perto.

Ao notar que Juri tentava se concentrar, porém, Khal se calava, deixando Juri ouvir o que tinha para ouvir. A única informação que ela conseguia captar de "Wolfe", "8 milhões" e coisas do gênero vinham da taverna que ela havia acabado de sair, afinal de contas muitos estavam comentando sobre o que havia acabado de ouvir. Talvez alguém lá pudesse ter informações do Wolfe ou de Eremes, mas precisaria de uma investigação mais aprofundada. De qualquer forma, a tentativa de Juri havia sido mal executada por conta do tumulto que havia em volta, levando-a de volta a estaca zero. Bem, não exatamente ao zero, pois agora o espadachim galanteador estava ali para ajudá-la, seja lá quais eram suas intenções.

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MensagemAssunto: Re: #2 - Sangue e Suor   #2 - Sangue e Suor - Página 2 EmptySab 17 Dez 2016, 12:24


#2 - Sangue e Suor


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Ao que tudo indicava, Juri estava numa caçada dupla onde as recompensas e notoriedade iriam além das suas expectativas. Imagina o que iria conseguir comprar com esse dinheiro para torná-la ainda mais poderosa. Dinheiro não significa poder, contudo com o dinheiro obter poder tornar-se mais fácil, não é mesmo? Ela chegou a esta conclusão quando notou quanto tinha progredido num curto período de tempo; armas mais letais, tornou-se mais sorrateira o que era excelente juntando com seu estilo de combate.

Já nas ruas de Malkiham Island, no North Blue a jovem Caçadora tentava pensar um pouco, tentava se perder em sua mente insana e... Só tentava mesmo. Ao que tudo parecia, Juri havia achado um seguidor: Aquele mesmo espadachim estranho, alto, da taverna de até alguns minutos. Ela não sabia o que ele queria realmente, nem tampouco porque o seu interesse repentino nela que foi acostumada a viver sozinha por anos, não conhecia ou empatia ou tampouco teve um amigo.

Me chamam de Víbora porque matei meus pais — disse ela depois de cair na insistência de Khal e já um pouco irritada, respondeu quase que rispidamente — As víboras são conhecidas por serem traiçoeiras — ainda andando, provavelmente a frente de Khal, ela deixou as palavras ao vento respondendo apenas aquilo para o homem que estava livre para julgá-la como quisesse. — Agora fica quieto um pouco?! — Subitamente Juri parou de andar e fechou seus olhos, concentrou-se o máximo e tudo o que conseguiu em retorno foram conversas paralelas que de nada valiam. Bufou um pouco serrando os dentes num rápido ataque de fúria. Foi nesse momento que ela admitiu que, talvez, trabalhar em equipe tornaria tudo mais fácil, já que deu certo para ela outro dia. O homem carregava uma espada, sendo assim ele deve servir de alguma ajuda.

Tá, tá, tá bem! Espada-kun, vamos trabalhar em equipe — disse virando-se para ele, provavelmente olhando para cima devido a grande diferença de tamanho — Vamos atrás do Wolfe primeiro pelo simples fato de que o tal do Eremes, aparentemente, não estar mais na ilha e acho que o Wolfe será mais fácil de encontra-lo. O que sabemos é que ele quer matar Kurt, Ferry Kurt, o líder da Ant-Bullet, ele é famoso por aqui — Começaria explicando seu plano para Khal, imaginando se ele iria ou não concordar — Eu sou menor, mais rápida e mais discreta do que você, consigo enxergar no escuro e tenho sentidos aguçados, fui criada para ser assim. O que vou fazer é ir até o prédio da Ant-Bullet a noite e tentar descobrir alguma coisa. Se Kurt estiver lá... Bem... Vou deixa-lo cansar Wolfe o bastante e depois eu rasgo a carne deles, mato bem lentamente com as minhas laminas envenenadas e fico assistindo eles se estrebucharem no chão KIAHAHAHAHAH — A medida que a garota ia falando seus olhos iam se esbulhando deixando claro a insanidade da garota que começara a gargalhar no final.

Após se acalmar um pouco, ela tornaria a falar — Você pode fazer o reconhecimento pelas ruas, já que chama menos atenção e a gente se encontra amanhã nesse horário lá naquela taverna. Esta é a minha proposta, Espada-kun, e... mais uma coisa... — Com o seu típico semblante ela olharia para, caso ainda fosse possível — Você pode ser grande, mas eu sou ruim — Sendo a resposta dele positiva ou não, Juri iria seguir a sua parte do plano, afinal era o que ela julgava ser a melhor opção. Nada mais falaria, se esse fosse o caso, para Khal, não iria questionar sobre as suas habilidades já que isso seria posto à prova futuramente.

O próximo passo de Juri seria ir até a sede da Ant-Bullet, local que não acreditava ser difícil de encontrar devido a fama do clã, além do mais, aonde mais o líder estaria se não por lá? Pelo menos era assim que a jovem pensava. Esperaria a noite cair, para logo após entrar na madrugada e assim começar a agir, tiraria o dia para tentar descobrir onde ficava localizado o prédio do clã, também analisaria maneiras de entrar ou espreitar, observar por cima ou com alguma janela. Era chegada a hora e Juri iria agir, abusaria da sua furtividade para esconder a sua presença e, assim, não ser vista. Perita em acrobacias, usaria disto para escalar pilastras ou qualquer coisa do gênero. A sua intenção era observar as suas janelas e olhar para dentro da sede, onde, provavelmente, veria alguma movimentação estranha graças a sua visão na penumbra, uma vez que Juri tivesse vantagem na noite. Sua intenção real era achar Ferry Kurt, mesmo que nunca tendo o visto – o que deixaria a sua missão ainda mais difícil, diga-se de passagem. Ainda assim tentaria absorver qualquer conhecimento que aquela missão deveria lhe proporcionar, sempre deixando seus sentidos ativos para eventualidade e/ou informações que viessem a ser úteis.

Caso não conseguisse achar a sede a tempo de espreitar a noite, usaria o mesmo tempo para fazer o reconhecimento por terra. Ainda usando da sua furtividade, sentidos aguçados inclusive visão na penumbra para observar, ouvir, sentir qualquer coisa que Juri julgasse estranho. Espreitar para, caso necessário, atacar era a premissa básica das Artes Ninja. Uma vez que achasse alum suspeito iria segui-lo tento o máximo de cuidado para não ser descoberta, para isso iria esconder a sua presença e aproveitar-se do corpo pequeno e atlético para esconder-se, caso fosse necessário. Tentaria descobrir esconderijos para, assim, montar um plano de ataque.

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"Não importa quantos eu mate, há sempre mais para caçar.
A mera ideia já me dá satisfação."

— Juri Belleren, a Víbora

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MensagemAssunto: Re: #2 - Sangue e Suor   #2 - Sangue e Suor - Página 2 EmptySab 17 Dez 2016, 22:01


Meu talento em ser irritante não tinha enferrujado, minha displicência quanto a busca podia transparecer que não estava levando tudo aquilo a sério, mas a questão era que estava, e sabia que enfrentar alguém como esse tal de Wolfe poderia ser morte quase certa. Enquanto seguia a garota, tentava conhecer mais sobre a "Víbora", fazendo perguntas e observando seu jeito.

- Me chamam de Víbora porque matei meus pais - ser insistente valera alguma coisa, por mais que ela não parecesse muito feliz. - As víboras são conhecidas por serem traiçoeiras - disso eu não duvidava, porém tínhamos o mesmo objetivo ali. -  Agora fica quieto um pouco?! - ela parou e tentou achar alguma coisa, parecia um cãozinho de caça devido ao seu tamanho. Apertaria suas bochechas se não morresse ao fazer isso. Porém aparentemente ela achou tanta coisa quanto eu, que também não tinha escutado nada de muito útil com relação ao Wolfe.

"Ela matou os próprios pais? Quer dizer, eu não lembro dos meus, não sei se sou a pessoa mais indicada pra julgar ela... Isso é ruim?" - parando os pensamentos pra me focar em ouvir mais alguma coisa, porém não ouvi nada de interessante.

- Parece que ninguém está muito interessado em marinheiros morrendo. - comentei olhando pros lados, sorrindo pra ninguém em específico.

Juri aceitou minha ajuda e algo me dizia que não foi porque ela tinha gostado de minha companhia. Sempre tentava manter minha mão esquerda sobre o cabo da espada, para poder sacar a espada o mais rápido possível, e ver a garota andando a minha frente me passava uma imagem de que ela era descuidada, ou simplesmente muito convencida para achar que eu faria algo contra ela. Porém era perigosa, e você não julga uma víbora por ser cuidadosa, mas por sua letalidade, e isso era o que eu precisava dela naquele momento.

"Será que é melhor deixar ela fazer os planos?" - ela não parecia do tipo mais estratégico, mas também não parecia gostar muito de ser questionada. - "Vamos ver onde isso vai nos levar..." - trataria de tentar escutar o que ela tinha a dizer.

Escutaria o que Juri tinha a dizer, naquela posição não tinha muito o que eu pudesse fazer, ela era melhor buscando coisas que eu, vide ela parecer um cachorrinho de caça, pelo menos era como minha cabeça funcionava. Dependendo de suas instruções eu seguiria elas friamente, se não exigissem coisas como matar ou envolver pessoas desnecessárias. Se fosse algo como procurar informações envolvendo falar com pessoas, visto que não era o forte dela, pelo menos era o que eu achava, eu o faria tranquilamente. Se tivesse que procurar informações eu voltaria primeiro a taverna que a pouco havíamos saído de lá, perguntaria primeiro a quem estivesse atrás do balcão e quem estivesse no balcão junto comigo, isso se conseguisse ir até lá. Na taverna deviam ter ouvido algumas histórias sobre Wolfe ou Kurt, e era isso que iria perguntar, o que ele poderia me falar sobre esses dois e onde encontrá-los, e um motivo para Wolfe querer matar Kurt. Se ninguém no balcão tivesse informação interessante procuraria alguém que não aparentasse ser só mais um alcoólatra ali.

"Coletar informações é um saco! Por favor, me digam logo onde posso encontrá-los!" - imploraria mentalmente, óbvio que não faria diferença, mas ajudaria a aliviar minha ansiedade.

Se o plano de Juri envolvesse eu ficar para trás eu insistiria em acompanhá-la, pois poderia ser só uma estratégia para me abandonar. Tentaria organizar com ela um local de encontra e um horário de encontro, caso tivéssemos que nos separar em busca de informação, que era o que esperava, cobriríamos um maior espaço assim.

- Ei, Juri! - tentaria chamar a atenção dela, se fossemos nos separar. - Se acontecer algo ou ver o Wolfe, me procure, sei que você pode achar que é forte o suficiente pra matá-lo, mas ele parece não estar sozinho. - diria se possível alto o suficiente para ela escutar, mesmo se não quisesse. - E não finja que não pode me ouvir, porque eu sei que você escuta muito bem. - gritaria, buscando que ela me escutasse e não fizesse nada estúpido, por mais que fosse da natureza dela entrar em lutas.

Conseguindo ou não informações na taverna eu passaria a andar pela cidade sem rumo certo, se encontrasse alguns marinheiros tentaria conseguir informações com eles, e procuraria também encontrar outras tavernas, sempre com a mão em minha espada, tentando me manter atento ao máximo, não falando ou pensando desnecessariamente, me focando ao máximo em minha audição em minha busca.



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MensagemAssunto: Re: #2 - Sangue e Suor   #2 - Sangue e Suor - Página 2 EmptyDom 18 Dez 2016, 00:25


A frustração de Juri, tanto quanto no quesito de encontrar informações quanto no sentido de ter se livrado do espadachim, havia sido em vão. Sem muito no que se basear seus próximos passos, A Víbora seguia seu rumo dizendo o que Khal deveria fazer, deixando o trabalho chato de colher informações para o jovem. A kunoichi seguia em direção ao centro da cidade, esperando encontrar a base do Ant-Bullet, tendo que pedir algumas poucas informações até que conseguia achar, sem muita dificuldade, o grande estabelecimento onde o Clã se instalava. Antes, porém, ficou observando o local, esperando a noite cair.

Khal, por outro lado, voltava até a taverna onde haviam acabado de sair, indo diretamente ao taverneiro que, com uma expressão preocupada, limpava uma caneca com um pano velho. - Wolfe? Deve ser novo por aqui... Wolfe tem aterrorizado essa ilha faz semanas! - Ele falava, cuspindo na pia próximo a ele logo em seguida. - O Ant-Bullet tava indo atrás dele... Recolhendo pistas, sabe? É muita ousadia um pirata agir em território de caçadores. E, bem, Wolfe não gosta muito de ser seguido. Ele deixou claro agora com essa declaração de guerra contra Kurt. - E, vendo que o espadachim não sabia ainda do que estava falando, o taverneiro virava os olhos. - Kurt? Ferry Kurt? É o líder do Ant-Bullet, garoto. Provavelmente uma das pessoas mais importantes da cidade, junto com o patife do Krieg. - E cuspia novamente. - Tudo o que eu sei do Wolfe é que ele costuma reagir a quem o rastreia... Então, tome cuidado, garoto. Wolfe não dá ameças vazias.

A mensagem havia sido clara o suficiente para saber que Wolfe era o tipo bem perigoso de lidar, mas ainda não tinham muitas informações para trilharem um caminho até ele. Até que, com um assobio, Khal era chamado por um homem encapuzado numa mesa, se aproximando então para saber o que ele queria. - Atrás do Wolfe? Você tem estômago, garoto... - Ele soltava a baforada do cigarro que ele fumava discretamente por debaixo dos lenços que cobriam-lhe o rosto. - Se quer tanto assim encontrá-lo... Sei de alguém que pode te ajudar. Tenho um conhecido caçador que se encontrou com um dos comparsas do Wolfe e conseguiu ganhar a batalha. Ele tá com o maldito preso no navio dele... É um navio grande, preto e dourado, com uma cabeça de leão na proa, não tem como errar. Está no porto do navio. Fala que "Algoz" enviou você e ele vai te tratar bem. - Ele soltava outra baforada, dando agora, enfim, um caminho para que Khal pudesse seguir. - Se você conseguir encontrar o comparsa do Wolfe, talvez ele possa te dizer onde o Lobo Mau está.

No outro canto da cidade, Juri olhava atenta para a base dos Ant-Bullet. Não era um prédio muito alto, mas comparado às casas ao redor, parecia bem maior. Era toda ornamentada com os símbolos do Clã e, pelo que a assassina pôde ouvir, Kurt não estava por lá. Como o evento estava acontecendo por causa dos Ant-Bullet, o líder havia partido numa passeata pela cidade. O lado ruim era que Juri não poderia usá-lo de isca, mas o lado bom era que o lugar estava mais vazio... E, além do mais, Juri era caçadora. Caçadores tinham a base do Clã Ant-Bullet como seu próprio lar. Por isso, foi tranquilo entrar por ali, observando toda a movimentação em seu interior. Não era um local com uma segurança muito alta e, pelo que pôde notar, a sala do Kurt ficava no último andar, que poderia ser escalado pelo lado de fora, já que o acesso a ele era restrito pelo lado de dentro. Não haviam muitos caçadores ali naquela hora, mas existiam uma quantidade boa para manter o lugar vivo.

No mais, o local era relativamente simples. Havia uma área de celas onde piratas ficavam presos antes de serem transferidos para um navio, onde poderiam ser levados até a próxima ilha, no QG mais próximo. Uns caçadores bebiam por ali de forma tranquila, aliviados pela última caçada que haviam conseguido, assim como vários outros que iam e vinham. Membros oficiais do Clã também encontravam-se por ali, sendo eles responsáveis por não deixarem não-membros subirem ao quarto do Kurt. O segundo andar se destinava a aposentos dos membros do Clã, que era mais aberto ao público acessar, deixando que Juri andasse livremente pela base.

A noite começava a cair aos poucos depois de algumas horas de espera. Kurt ainda não havia chego, mas também não deveria demorar muito. Muitos caçadores já haviam chego e muitos outros saído, mas Juri continuava por lá. Khal, por outro lado, andava pela cidade em busca de informações, conseguindo apenas o óbvio de que "Wolfe não era um cara bom" ou "Wolfe não dá ameaças vazias" ou coisa do tipo. Havia aprendido de que muitas pessoas tratavam Wolfe como "Lobo Mau", o que era meio cômico pela fama que o pirata tinha. De qualquer forma, Khal agora estava no centro, onde podia ver um grande tumulto se formando próximo dali. Muitos gritavam o nome de "Kurt" e, como o espadachim pôde presenciar, o famoso Ferry Kurt estava ali, agradecendo a todos pelo grande festival. O espadachim também não estava longe do porto, estando agora livre para fazer suas escolhas dali em diante.

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MensagemAssunto: Re: #2 - Sangue e Suor   #2 - Sangue e Suor - Página 2 EmptyDom 18 Dez 2016, 12:24


#2 - Sangue e Suor


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As tentativas seguintes não poderiam ser mais frustrantes do que as futuras uma vez que nada – ainda pelo menos – havia dado frutos para Juri. Contudo ela pôde observar que o transito de pessoas ali era livre ou parcialmente livre, atentou-se para os estilos de quem entrava por ali e julgou que não deveriam se meros civis, tampouco piratas ou marinheiros. — Então Caçadores podem ter acesso a casa, uh?! — Ela ainda não entendia muito bem como era a hierarquia (se houvesse), mas ao que tudo indicava os Caçadores não-filiados tinham acesso à uma parte limitada da casa. Isso não iria ajudar a assassina. Tentando não chamar muito a atenção, ela teve a súbita ideia de tentar achar o quarto de Kurt, não para espionar, muito menos para tentar procurar pistas e sim para pegar algo pessoal do líder, talvez um pedaço do lençol da sua cama, qualquer coisa que tivesse o seu cheiro para que ela pudesse rastreá-lo, ou pelo menos tentar, usando o seu olfato.

A casa não era demais complicada nem era um grande edifício que fosse impossível de subir, sendo assim usaria duas perícias em acrobacia e furtividade para tentar escalar alguma pilastra ou algo do tipo a fim de ir até o topo da casa, tentaria evitar passar na frente de possíveis janelas a fim de não ter sua presença descoberta, para isso abaixar-se-ia para logo em seguida continuar seu rumo. Ela imaginava que o quarto de Kurt deveria ser o mais alto ou, pelo menos, o que se diferenciasse dos demais uma vez que se tratava de um líder de um grande clã de Caçadores, por isso julgou que quarto este estaria no andar mais acima da casa. Obtendo sucesso em localizar o quarto que, para Juri, era o de Kurt, ela procurar uma maneira de entrar, talvez fuçar a janela para observar alguma falha, contudo ela não tinha perícia em arrombamentos então não deveria dar certo, sendo a última opção quebrar os vidros usando a kunai que não possuía o veneno e num salto, entrar no local. Talvez ela tenha chamado atenção com barulhos, sendo assim tentaria ser rápida para localizar algum objeto pessoal de Kurt ou até mesmo um tecido que logo usaria a kunai para rasgar e guardar em suas vestimentas, se ainda tivesse tempo hábil olharia em suas gavetas, cômodas, arquivos pessoas a procura de um Vivre Card que levasse até Kurt, tiraria um pedaço. Por fim tentaria sair do local com a mesma agilidade que entrara, saindo dali o mais breve possível.

Caso a invasão de Juri não fosse possível por qualquer motivo que viesse a ocorrer, ela não tentaria entrar “pela porta da frente”, ou seja, ela não iria tentar invadir discretamente por dentro, mesmo que a sua passagem por ser uma Caçadora ali fosse livre, isso seria uma exposição desnecessária e Juri não iria querer isso – agora. Frustrada, o que mais ela poderia fazer?

Grr, essa merda não deu em nada — falaria consigo mesma caminhando, se assim fosse, pelas ruas da cidade — Eu não tenho paciência para essa merda, eu quero lutar! Preciso matar alguma coisa.

As festividades em Malkiham estavam intensas, porém Juri não tinha o mínimo interesse nesse tipo de evento, ela não tinha amigos, seu dinheiro havia quase todo ido embora e não tinha ninguém para caçar. O que mais poderia fazer? Esperar o outro dia para ir de encontro a Khal Zebur, talvez ele tenha conseguido algo. — Eu não sei onde estava com a cabeça para me unir ao Espada-kun, tsc... — Esperaria até amanhecer ficando num canto qualquer da taverna que tentaria ter voltado. Contudo, sempre mantendo os ouvidos atentos para eventuais notícias ou pistas sobre seus objetivos. Esperaria até o horário do encontro.

Uma vez que Khal chegasse, ela não iria acenar ou algo do tipo, apenas esperaria que ele a visse e se aproximasse. Provavelmente faria isto. Ela não sabia como tinha sido o dia de buscas dele, mas esperava que fosse melhor que o seu, uma vez que ela – se assim fosse – tinha apenas um pedaço de tecido usado ou Vivre Card. Sentada sem modos como de praxe, começaria a falar.

Conseguiu alguma coisa, Espada-kun? Já estou farta dessa cidade — falaria de imediato esperando respostas dele para continuar sua fala.
Tudo o que consegui foi isto que posso tentar localizar Kurt pelo seu cheiro — Caso ela tivesse conseguido o tecido.
Tudo o que foi isto, podemos usar para acha-lo — Falara caso tivesse obtido um pedaço do seu Vivre Card
Nah, eu não consegui nada, nem mesmo uma lutinha — Bufaria suas frustrações para o menino, esperando-o continuar suas falas enquanto levantava a mão para alguém atende-la. Pediria novamente aquele prato de javali que comeu ainda ontem, dessa vez iria pedir para caprichar mais nas porções e não se importava de pagar à mais por isso.

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"Não importa quantos eu mate, há sempre mais para caçar.
A mera ideia já me dá satisfação."

— Juri Belleren, a Víbora

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