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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Ereshkigalsön - O Segredo por de trás do Mito

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AutorMensagem
ADM.Tidus
Duque Azul
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ADM.Tidus

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MensagemAssunto: Ereshkigalsön - O Segredo por de trás do Mito   Ereshkigalsön - O Segredo por de trás do Mito - Página 2 Empty03/12/16, 09:46 pm

Relembrando a primeira mensagem :

Ereshkigalsön - O Segredo por de trás do Mito

Aqui ocorrerá a aventura do(a) civil Ereshkigalsön. A qual não possui narrador definido.


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AutorMensagem
Mizushiro Hizumy
Revolucionário
Revolucionário


Data de inscrição : 12/11/2014

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MensagemAssunto: Re: Ereshkigalsön - O Segredo por de trás do Mito   Ereshkigalsön - O Segredo por de trás do Mito - Página 2 Empty27/12/16, 08:47 pm



~ Time to Eat ~

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O pequeno Deus deixou um leve esboço de riso florir-lhe nos recantos dos lábios avermelhados, todavia secos e rachados de sede. Todo o seu rosto luzia tamanha convicção em suas habilidades, como que se já esperasse por aquele resultado final inevitavelmente óbvio. - Claro que a espada corta, fui eu que a forjei! - Pensaria, snobe, olhando de cima para os presentes, apesar da sua altura ser inferior, e permitindo que a sua divina personalidade se misturasse com a sua meramente mortal atitude.

Recebendo não apenas o elogio à sua obra, o garoto permitia que a oferenda que o ferreiro tinha para si caísse em suas mãos em concha. Trinta mil moedas. Algo dentro dele começaria a queimar muito lentamente. Não era raiva nem nada interligado com o seu passado como deidade mítica, porém, a latente emoção que se sente quando, pela primeira vez se consegue algo através do esforço e mérito próprio. Não havia como evitar, a boca abriria e mostraria os polidos e brilhantes dentes, afiados tal lâmina. As bochechas coradas ajudariam a entregar a felicidade ingénua do ainda criança Ereshkigal. - Com estas moedas posso muito bem comprar materiais para forjar novas armas, ou comprar um revólver! - Pensaria ansioso, quando, de repente, enquanto andava perdido em seus passos, ao passar pela porta do estabelecimento onde estivera então a trabalhar, o seu estômago roncasse. Vermelho por todo o rosto como jamais estivera até aquele instante, envergonhou-se de si mesmo, temendo que alguém tivesse escutado aquele som medonho vindo das profundidades de seu estômago. - ... Como é possível que me tenha esquecido de comer? Acho que ainda não me habituei a ideia de não ter ninguém que me diga à que horas devo ou não comer... - Realmente era uma sensação quanto nova para ele. Começara a sentir-la quando navegava pelos mares até Toroa, contudo, antes disso, nunca antes havia experimentado aquele sentimento que tantas outras crianças vivem perseguidas sem escapatória.

Hesitante no meio da calçada, matutaria freneticamente indeciso em onde ir primeiro, se comprar as peças e a arma, ou se comer. Por fim, a fome falou-lhe mais alto. Seus olhos buscariam por um lugar aproximado de si que se assemelhasse a um restaurante ou uma taberna e andaria em direcção à mesma.

Adentrando no local, sentar-se-ia numa mesa que estivesse vazia e limpa, ou, não havendo uma, perguntaria a um garçon onde poder-se-ia sentar para almoçar: - Desculpe. - Chamar-lhe-ia puxando-o por um pedaço das veste. - Onde me sento? E pode trazer-me uma carne bem tenra e algo bom para beber? - Diria, deixando sobressair, caso o empregado o julgasse um mendigo, a sua saca de dinheiro.


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Histórico:

Post: 05
Ganhos: 1 Adaga lvl1 | 1 Espada Japones (Katana) lvl1 | 30.000 $Berries
Perdas:
Bónus:
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NPC's:

HP: 120/120
SP: 62/62

Vantagens:
• Adaptador
• Genialidade
• Visão Aguçada

Desvantagens:
• Fantasia (Reencarnação de Ereshigal, Deus da Calamidade e da Fortuna.)
• Devoção (Eliminar todos os que praticam maldades e tornar-se o ser mais forte entre os Homens/Fazer a calamidade reinar até que mais um ciclo se reinicie.)




Perícias: Forja | Intimidação | Luta de Rua
Ofício: -x-
Patente:
Extras: 2 Trabalhos Feitos (Post's 3 e 4) |

...

Objectivos:

  • Não relacionar com NPC's importantes;
  • Não aparecer no Jornal;
  • "Não conhecer nenhum player";
  • Forjar uma arma;
  • Fazer um trabalho;
  • Aprender Acrobacia;
  • Treinar ambidestria;
  • Inscrever-me na Marinha;
  • Ir para Yakira Town;
  • Matar algum fora da lei procurado;
  • Matar [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] ou [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.];
  • Comprar a Perícia: Costura;
  • Conseguir uma arma


OFF escreveu:
Bem, o post foi mais pequeno... Estou um pouquinho cansado e perdi muito tempo no Chat ^-^' Desculpa! Ç.Ç    

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Lancelot
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MensagemAssunto: Re: Ereshkigalsön - O Segredo por de trás do Mito   Ereshkigalsön - O Segredo por de trás do Mito - Página 2 Empty27/12/16, 09:46 pm

A Aurora

A aurora de uma nova vida nascia sob os horizontes de seu aventureiro espírito. Quando os nimbos da saudade ameaçavam empanar os raios do sol, um sorriso abria-se, e mais uma vez podia sentir a quentura dos pais, o conchego dos irmãos. Seguia venturoso, pois sabia que a vida dava-lhe nova chance de erguer-se e realizar seu destino.

Sentia que não era fortuita a sua queda de Zou. Guardava a certeza de que as águas salinas do novo mundo conduziam-no ao seu destino, arrebatando-o de sua ilha até o seio oceânico, que com suas correntezas incertas, levavam-no até um mundo novo que desdobrava-se em suas vistas.

O astro-rei nascia em seu total esplendor, irradiando por sobre a terra, o calor da latente da vida. A visão encantava o pequeno felídeo, pois todo o quadro era muito simbólico, pois representava o seu recomeço.
Ensaiava alguns passos sobre a tábua de arrimo, afagando levemente com sua destra, a sua selvagem juba banhada de sol. Abria os braços como quem quisesse abraçar o mundo que desdobrava-se à sua frente, abrindo enorme e contente sorriso, deixando os seus sentidos abrangerem os sons, as formas e os perfumes da ilha.

– Nya-nya-nya-nyaaah!!!

Saturado de contentamento, o jovem mink cantarolava enquanto ensaiava breve corrida até a terra firme, despedindo-se dos companheiros de viagem. Por um instante, retirava seus chinelos e tateava o solo, agitando suas pequenas falanges por sobre a terra, revivendo a sensação de pisar no chão novamente.
Meneava a sua cachola para os lados, calçando suas sandálias, a procurar por gente.

– Nyah! Esse clima de primavera está me dando fome! Quero comer Lasagna! *Func func*
O pequeno felino aguçava sua capacidade olfativa, enquanto avançaria caminhando, rumo ao centro da cidade, tentando captar deleitosos perfumes gastronômicos para forrar seu bucho.




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• Aparência Inumana
• Compulsão (Sorrir: Desde o incidente que marcou a sua vida, o sorriso passou a preencher o seu rosto, por trazer a sensação de estar junto de sua amada família)
• Devoção (Eliminar todos os que praticam maldades e tornar-se o mais forte dentre os Minks)
• Fantasia (No cerne de seu coração, sente que irá desempenhar uma divina missão que transformará as conformações do mundo)





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Elliot Irwin
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MensagemAssunto: Re: Ereshkigalsön - O Segredo por de trás do Mito   Ereshkigalsön - O Segredo por de trás do Mito - Página 2 Empty28/12/16, 12:02 am



Time to Eat

Aurora

Ershkigalsön

Sorrindo pelo elogio feito ao seu trabalho na forja, o pequeno Deus mostrou que a convicção que tinha em suas habilidades não eram um mero capricho, pois tinha precedentes, e deixou que sua personalidade divina viesse a tona fazendo com que desse um olhar de superioridade a todos que estavam naquela forja.

Depois do elogio, o pequeno recebeu as notas do ferreiro, e algo dentro dele se fez presente, mas dessa vez não era raiva nem nada que poderia lhe dar algum sentimento negativo, longe disso, era o orgulho, a emoção de pela primeira vez na sua breve vida conseguir algo em retorno a seu esforço e mérito próprio, sem conseguir se conter, um enorme sorriso e uma bochecha levemente corada, mostrava toda a felicidade que o pequeno sentia naquele momento.

E pensando no que poderia fazer com o dinheiro obtido, Ereshkigalsön viu que poderia comprar mais material e forjar mais armas, além de comprar um revólver, e enquanto saída do estabelecimento seu estômago começou a roncar, fazendo-lhe corar temendo que alguém tivesse escutado aquele medonho barulho que saía de suas entranhas. Com todo aquele trabalho que teve na forja não percebera o tempo passando, além de que era acostumado com que as pessoas ao seu redor lhe dissessem a hora que deveria se alimentar.

Durante seu momento de indecisão sobre o que fazer, seu estômago novamente lhe demonstrou que precisava se alimentar se quisesse continuar com seus objetivos. E esquecendo momentaneamente das armas, procurou um restaurante, andou cerca de três quadras quando o viu. Era um grande estabelecimento, ornamentado com letras de cores chamativas, fazendo-o se destacar entre as várias lojas que haviam ao seu redor, e para completar, toda vez que a porta era aberta, um cheiro de comida saía pela mesma fazendo com que a fome se manifestasse nas pessoas. Ao entrar, Ershkigalsön sentou-se em uma mesa que estava vazia, ao ver vários garçons passando e nada de lhe atender, o pequeno puxou um deles pelo paletó que o mesmo vestia.

- Pois não? - Perguntou o garçom irritado.

- Desculpe. pode trazer-me uma carne bem tenra e algo bom para beber? - Pediu-lhe Ereshkigalsön.

- E teria dinheiro para pagar? - Perguntou o garçom, que se calou ao ver montante de dinheiro que o pequeno mostrou. - Está anotado senhor. - Disse o garçom depois de se recompor.

Depois de alguns minutos, a comida e a bebida chegaram na mesa do pequeno, que comeu rapidamente devido à fome que o mesmo sentia, depois pagou sua conta e saiu novamente para a rua e de lá voltou para o centro a procura de seu próximo destino.



Felix

A saudade que sentia de seus familiares quase pôde encobrir todo aquele sol que estava dando as caras e quase levou junto a aurora de uma nova vida do pequeno Mink Gato, que estava em uma embarcação, aguardando ansiosamente sua chegada em terra firme, já que passara tanto tempo desde sua queda de sua terra natal Zou. Mas sabendo que aquele acontecimento não havia sido somente um acaso, Felix tinha certeza de que aquela oportunidade naquele novo mundo de fato lhe levaria até seu destino. A visão daquele sol nasceu fascinou o Mink, já que simbolizava seu recomeço.

Depois de bastante tempo naquele navio, o mesmo chegou a uma ilha no West Blue, esperando o momento certo para desembarcar, Felix dava alguns passos enquanto alisava sua enorme juba com sua mão direita, e sorrindo deixou a ilha lhe penetrar através de seus sentidos.

- Nya-nya-nya-nyaaah!!!

Cantarolando, o jovem Felix se despediu de seus companheiros de viagem e pulou para a ilha de Toroa Island, retirando seus chinelos e agitando seus dedos, ele pôde sentir o solo lhe tocando os pés, o que lhe deu uma enorme sensação de prazer, já que não o sentia havia algum tempo. Balançando sua cabeça, pôs seus chinelos de volta e começou sua caminhada para a cidade que podia ver loga a frente, devido a sua visão aguçada.

- Nyah! Esse clima de primavera está me dando fome! Quero comer Lasagna! "*Func func*"

E utilizando desta vez de seu olfato aguçado, sentiu alguns cheiros que lhe agradaram, então seguiu até o centro da cidade, onde viu um menino passando na sua frente, mas em volta do mesmo, havia uma aura misteriosa, o que faria com que qualquer um se sentisse curioso sobre o mesmo.

Ereshkigalsön
Felix
Fungada

Histórico do Hizy:
 

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MensagemAssunto: Re: Ereshkigalsön - O Segredo por de trás do Mito   Ereshkigalsön - O Segredo por de trás do Mito - Página 2 Empty29/12/16, 09:14 pm

Sinfonias e Lasanhas

De coração inundado em júbilo, podia sentir a estrada aromática do prazer a atraí-lo feito ímã. Seus olhos mais lembravam um par de sóis rutilantes, tamanha gula alimentava em si. Ditoso, mais uma vez entoava um cântico felino, que mais soava como a 5ª sinfonia de Beethoven:
- Nya-nya-nya-nyaaah!... La-sa-nyaah... Nya-nya-nya-nyaah!... La-sa-nyaa...

“Nham-nham… Aquela lasagna quentinha… Hmm… Chega o queijo derrete… Aquele molho delicioso... Nyaah...”

Semi-absorto em seus devaneios, notava um garoto a exalar uma atmosfera mística bem à sua frente. De olhos coruscantes e sorriso escancarado, fitaria a face do garoto, que aos poucos tomava forma de lasagna em sua imaginação, fazendo-o olhar mais inquietamente para aquela deliciosa bizarrice. Quando estivesse quase ao seu lado, não podendo virar mais o pescoço, não se aguentaria em si, jogando-se em rapidamente por sobre o menino, esfregando sua bochecha por sobre a dele como um gato fofinho.

- Nhaahh... Garchuuu!!!

Com o choque, caso houvesse acontecido, despertaria e levantaria a observar o garoto com um grande sorriso estampado. Com minudências, observar-lhe-ia as feições e vestimentas. Olharia toda aquela situação com mais lucidez e cairia em gargalhadas.

- Goro-nyah-nyah!!! Sua cara era uma deliciosa lasagna! Goro-nyah-nyah!!! Hmm... Esse é o cumprimento que nós minks usamos, eu só fiquei excitado por causa dos meus devaneios e passei um pouco dos limites! *Sacode a Poeira*

- Hmm... Por acaso és um príncipe? Essas joias, essas cores... *Franze levemente a testa* – Eu também o sou...
Exultante sorriso resplandecia em sua face, a aguardar as reações do jovenzinho, enquanto massageava a sua juba com a destra.




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MensagemAssunto: Re: Ereshkigalsön - O Segredo por de trás do Mito   Ereshkigalsön - O Segredo por de trás do Mito - Página 2 Empty29/12/16, 11:09 pm



~ A Giant Kitty ~

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Finalmente o seu pedido havia chegado, sua barriga havia o torturado durante a longa espera através  daquela nova sensação a que meros mortais estavam traçados à chamar de Fome. Os odores fortes à sangue e à especiarias exóticas às suas narinas o deixavam de água na boca, tendo que engolir o próprio anseio líquido duas vezes goela à baixo. Quando finalmente cortou o pedaço suculento da carne e o provou, mil e uma sensações transpareceram-lhe o corpo, levando-o para uma dimensão aquém da compreensão humana e divina. Muito provavelmente todo aquele recogitar de alegria derivava da fome, pois nas seguintes trincadelas, a sensação não se repetiu.

 Satisfeito, sairia deixando o valor da refeição sob a mesa onde se saciara por completo. Contraditório, o rapazito sairia mais leve, quase que se sentisse flutuando sob as nuvens brancas e fofas dos céus, aquela refeição havia encontrado o compartimento certo no seu estômago!

 Andando sem rumo aparente, com um sorriso sem que se explicasse entre as bochechas alegres, pensava no quão óptimo aquele dia havia sido, tendo em conta o que a Fortuna lhe havia deixado até então. Estava satisfeito consigo mesmo pela primeira vez desde daquela noite. Havia maltratado muitas pessoas, criminosos e assassinos, havia ajudado os pobres dando-lhes trabalho e diminuindo os excessos que nobres costumavam cobrar, no entanto, nunca se sentira satisfeito. Todavia, no momento em que criara as armas, sentira algo dentro de si a renascer. Com isso, entendia que o seu fado não era ajudar as pessoas, nunca o fora. Esse não era o seu papel como humano, ou sequer como deus. O seu dever era o de castigar e através dele vingar-se... De que ou de quem, ainda era incerto.

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 E seria perdido em tais pensamentos que algo inesperado suceder-lhe-ia. O tempo pararia-lhe a si somente, tornando segundos em minutos. O seu corpo tombaria em queda livre e aquela sensação... De algo fofo em redor do seu tronco.. - Mas... o que está a aconter? - Até que finalmente se aperceberia, porém, já seria tarde demais. Estava morto! - UM ATAQUE?! Não tem como evitá-lo! - Pensaria, aceitando a situação de forma calma, mas desapontado.

 Vagarosamente, fecharia os olhos e daria o último suspiro. - Ahh... Que humilhante... vou morrer de novo... Tsck! - Estaria profundamente irritado. Sua preciosa vingança, a busca pela verdadeira justiça e aquelas novas sensações novas que experimentava pela primeira vez... Tudo ficaria perdido no eterno vazio. - Es-ESPeRA!! - Exaltado, reabriria os olhos - Não estou a sentir nenhuma ferida... Além de um peso morto enorme a esmagar-me... uffu! - Com o peso desconhecido, o ar começaria-lhe a faltar, quando...

 - Goro-nyah-nyah!!! Sua cara era uma deliciosa lasagna! Goro-nyah-nyah!!! Hmm... Esse é o cumprimento que nós minks usamos, eu só fiquei excitado por causa dos meus devaneios e passei um pouco dos limites!

  Seus olhos observariam a criatura levantar-se e limpar-se. Talvez fosse por estar estupefacto, chocado e aliviado por não estar em perigo eminente, mas permaneceria no chão vidrado no animal por um ou dois minutos. - Hmm... Por acaso és um príncipe? Essas joias, essas cores...Eu também o sou... -

 - ... - O seu olhar focar-se-ia cada vez mais no bicho até que - Rha! Rha! Rha! - Uma gargalhada divertida sairia da sua boca e se prolongaria por uns instantes, obrigandoo garotito a ter que segurar bem firme a própria barriga. - Rha! RHA!RHA! A minha barriga dói! Rha! Rha ! Rha! - Pararia por fim, ainda gargalhando soluços sussurrados. - Você é bem engraçado e ousado para alguém do seu aspecto! - Estendendo a mão direita, o jovem deus começaria a pronunciar-se, mudando lentamente a sua aura inocente para uma mais confiante e omnipotente. - Apenas neste mundo sou considerado um príncipe, contudo, sou a reencarnação do Deus da Fortuna e do Caos, Ereshkigalson. E você, quem é? - Aguardaria pela resposta e então perguntaria, mais relaxado e descontraído. - É normal os da sua espécie atacarem as pessoas? Ha ha! -

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HP: 120/120
SP: 62/62

Vantagens:
• Adaptador
• Genialidade
• Visão Aguçada

Desvantagens:
• Fantasia (Reencarnação de Ereshigal, Deus da Calamidade e da Fortuna.)
• Devoção (Eliminar todos os que praticam maldades e tornar-se o ser mais forte entre os Homens/Fazer a calamidade reinar até que mais um ciclo se reinicie.)




Perícias: Forja | Intimidação | Luta de Rua
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Patente:
Extras: 2 Trabalhos Feitos (Post's 3 e 4) | Fome Saciada |

...

Objectivos:

  • Não relacionar com NPC's importantes;
  • Não aparecer no Jornal;
  • "Não conhecer nenhum player";
  • Forjar uma arma;
  • Aprender Acrobacia;
  • Treinar ambidestria;
  • Inscrever-me na Marinha;
  • Ir para Logue Town;
  • Matar algum fora da lei procurado;
  • Matar [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] ou [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.];
  • Comprar a Perícia: Costura;
  • Conseguir uma arma de Fogo e uma Corrente;
  • Assinar ao Jornal Mensal;


OFF escreveu:
Não reli, então o post deve estar um Poop u.u   

Fala - #990000
Pensamento - #FF9900
Thanks[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]

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[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] escreveu:

[ ] Ganhar uma Meitou lvl 2; (ノ≧∀≦)ノ
[ ] Ter Ofício Ferreiro lvl 2; (╯✧∇✧)╯
[ ] Forjar uma Katana lvl 2; (ര̀ᴗര́)و ̑̑
[ ] Caçar 5 Recompensas;  ヾ(〃^∇^)ノ♪
[ ] Vencer o torneio de artes marciais 1x; (๑•̀ㅂ•́)و✧
[ ] Encontrar dois tesouros; (۶ꈨຶꎁꈨຶ )۶ʸᵉᵃʰᵎ
[ ] Viajar por todo South e West Blue; ೕ(⁍̴̀◊⁍̴́ฅ)

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MensagemAssunto: Re: Ereshkigalsön - O Segredo por de trás do Mito   Ereshkigalsön - O Segredo por de trás do Mito - Página 2 Empty30/12/16, 01:04 am



O Encontro

Após a gritante fome que atacava seu estômago ser assassinada, Ereshkigalsön deixou uma pequena quantia de ฿ 3.000 sobre a mesa que estava comendo à pouco, desviando do enxame de pessoas que não paravam de entrar, o pequeno conseguiu passar pela porta do local. Passou a mão sobre a fronte para limpar o suor que se formara no local devido ao aumento da temperatura pela quantidade de pessoas no mesmo ambiente. E sentindo seu corpo mais leve do que antes de ingerir seu alimento, o pequeno Deus começou uma caminhada aparentemente sem rumo, somente com seus pensamentos e questionamentos sobre sua vida passada e a que estava experimentando nesta reencarnação.

Enquanto isso, um Mink passava pela entrada da cidade, o sorriso sempre em riste, sua aparência Felina e seu cântico, nada lhe ajudavam a passar uma boa impressão para os habitantes da cidade, mas isso parecia não interferir nos atos do Mink Gato, que continuou sua caminha ao centro da cidade, sempre com seu cântico - Nya-nya-nya-nyaaah!... La-sa-nyaah... Nya-nya-nya-nyaah!... La-sa-nyaa...

O destino pode ser uma coisa cruel, mas também tem seus pontos  engraçados, quem poderia imaginar que em um mundo tão vasto, um Deus reencarnado em forma de criança e um Mink que acreditava que algum dia desempenharia uma divina missão se encontrariam em uma pequena Ilha do West Blue, parece que o destino também tem seus momentos de bom humor.

Voltando aos acontecimentos em Toroa Island, o Mink gato finalmente chegou ao centro da cidade seguindo absorto algum tipo de aroma, e ao chegar viu primeiramente um pequeno garoto, que transmitia uma aura misteriosa, como se fosse uma divindade, mas os acontecimentos foram embaralhados por algo, talvez fosse a intensa fome que avassalava o estômago de Felix, já que o rosto do menino à sua frente se transformou em uma lasagna, então não aguentando mais o aquela bizarrice que provocava seu estômago, o Gato foi em direção ao pequeno Deus, que por sua vez percebera tarde demais a aproximação de algo em sua direção.

- Mas... o que está a aconter? - Pensou Ereshkigalsön ainda confuso. - UM ATAQUE?! Não tem como evitá-lo! - Pensou o pequeno aceitando sua condição naquele momento.

- Nhaahh... Garchuuu!!! - Ouviu-se um ruído estranho precedendo o choque entre dois corpos.

- Ahh... Que humilhante... vou morrer de novo... Tsck! - Continuou seu pensamento depois de sentir seu corpo se chocando com algo. Quando finalmente seu corpo tocou no chão, ele percebeu algo. - Es-ESPeRA!!  Não estou a sentir nenhuma ferida... Além de um peso morto enorme a esmagar-me... uffu!  - Diria Ereshkigalsön abrindo os olhos e percebendo a realidade, antes de sentir seu ar faltar por conta de um corpo mais pesado que o seu estar lhe tirando o ar.

- Goro-nyah-nyah!!! Sua cara era uma deliciosa lasagna! Goro-nyah-nyah!!! Hmm... Esse é o cumprimento que nós minks usamos, eu só fiquei excitado por causa dos meus devaneios e passei um pouco dos limites! - Disse Felix, finalmente levantando-se e dando oportunidade para que o pequeno Deus pudesse respirar. Mas o choque ainda percorria a mente do pequeno enquanto via o Mink limpar suas roupas, que tinham se sujado com o impacto sofrido à pouco, foi quando o que estava em pé retornou a falar. - Hmm... Por acaso és um príncipe? Essas joias, essas cores...Eu também o sou... - Disse o jovem Mink sorrindo e alisando sua juba com a mão direita.

Recuperando-se do choque sofrido, Ereshkigalsön continuou a olhar para o que estava em pé a sua frente, quando finalmente algo escapou de sua garganta. - Rha! Rha! Rha! Rha! RHA!RHA! A minha barriga dói! Rha! Rha ! Rha! - Estava o pequeno as gargalhadas. - Você é bem engraçado e ousado para alguém do seu aspecto - Quando finalmente conseguiu parar aquele ataque de risos, o pequeno estendeu sua mão direita ao Mink e começou a falar, mas tomando um aspecto mais confiante. - Apenas neste mundo sou considerado um príncipe, contudo, sou a reencarnação do Deus da Fortuna e do Caos, Ereshkigalson. E você, quem é? É normal os da sua espécie atacarem as pessoas? Ha ha! - Completaria o jovem Deus, mostrando um sorriso amigável ao mesmo.

Depois do pequeno incidente a dupla ainda não tinha certeza do que deveriam fazer no momento, o mais seria conseguir informações, pelo horário, isso não seria difícil, além do mais, colado a uma parede próxima aos dois, havia um grande mapa da cidade colado na parede, agora só faltava decidirem qual seria o próximo passo.

Felix
Ereshkigalsön
Pensamento Ereshkigalsön


Histórico do Hizy:
 

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Lancelot
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MensagemAssunto: Re: Ereshkigalsön - O Segredo por de trás do Mito   Ereshkigalsön - O Segredo por de trás do Mito - Página 2 Empty31/12/16, 01:02 am

Divina Lasanha!

O riso do menino desaguava em si, como afluente infindo a lançar-se sobre os braços do mar grandioso.  A sua risada espontânea cativava o seu coração felino. Sorria junto. Ria junto. E no doce e natural embalo de seus risos, via-se junto de sua família e uma doce quentura invadia o seu coração, dando-lhe prazer e plenitude.

- Goro-nyah-nyah-nyah-nyah!!! Obrigado!

Pouco a pouco, a doce e inocente criança, exalava uma atmosfera divinal e onipotente. Estupefato, seus olhos vidrados mais pareciam dois astros incandescentes, seu queixo tocava ao solo assombrado, uma gota de muco sobressaltava de sua narina esquerda.

- Apenas neste mundo sou considerado um príncipe, contudo, sou a reencarnação do Deus da Fortuna e do Caos, Ereshkigalsön. E você, quem é?

- N-nyah... NYAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAHHH!!!!

Uma explosão de adrenalina varava-lhe o organismo gorducho. Uma torrente de lágrimas de felicidade e júbilo jorrava de seus olhos como uma fonte, a molhar o seu portentoso sorriso. Fazendo estrelinhas ao redor do pequeno Deus, a sua fantasia vinha à tona, e todo o romance de sua aventura ganhava coesão.
- Goro-nyah-nyaaaaahh!!! Agora sei porque passei por tudo aquilo para estar aqui! Goro-nyah-nyah!! – Subitamente mudava a sua alegria infantil, para uma soberba heroica: - Nyaaah! Eu sou Felix Blueno! Príncipe do portentoso clã Bake Neko de Zou! – Bradava com as mãos nas ancas – Sempre soube que meu destino estaria fadado a cumprir uma missão divina! – Tomava a sua postura de pugilista, de olhos contemplativos e imaginativos, realizaria pequenos saltinhos, esquivas e socos no ar – Um dia serei o mink mais forte de todos! E acabarei com os pecadores que praticam o mal no mundo! – Dando três mortais para trás, de braço direito em riste, e esquerdo a escorar as ancas, ergueria o seu polegar destro num sinal de “positivo”, com significativa piscadela a bordar a sua face sorridente.
- E tu? O que queres legar ao mundo ó nobre Deus?! – redarguiria cerrando os punhos, apreensivo e sorridente, a devorar-lhe com os olhos famintos.
Após ouvir-lhe a proclamação, seus olhos encher-se-iam de brilho mais uma vez, cercando-o de estrelinhas, tentaria agarrar-lhe um dos braços e arrastar-lhe em máxima aceleração até uma mesa do restaurante.
- Estou faminto!!! Quero comer Lasagna!! Vamos conversar mais no restaurante! *Cantarolava a la Beethoven* Larrrr-san-nyaaah!!! Nham-nham-nham-nham...

Quando estivessem sentados à mesa, chamaria o garçom com um assovio, e dizia retumbante e jubiloso:

- Garçom!!! Traz-me a melhor lasagna para encher a minha pança!! Estou faminto, e nada melhor do que uma lasagna para comemorar!!! Goro-nyah-nyah!!!!




Histórico:
Post: 03
Ganhos:
Perdas:
Bônus:
Players:
NPC's:

HP: 120/120
SP: 62/62

Vantagens:
• Aceleração
• Audição Aguçada
• Noção Exata do Tempo
• Olfato Aguçado
• Presas e Garras
• Visão Aguçada
• Zooglota

Desvantagens:
• Aparência Inumana
• Compulsão (Sorrir: Desde o incidente que marcou a sua vida, o sorriso passou a preencher o seu rosto, por trazer a sensação de estar junto de sua amada família)
• Devoção (Eliminar todos os que praticam maldades e tornar-se o mais forte dentre os Minks)
• Fantasia (No cerne de seu coração, sente que irá desempenhar uma divina missão que transformará as conformações do mundo)





Perícias: Acrobacia | Furtividade | Luta de Rua
Ofício: -x-
Patente:
Extras:  

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Mizushiro Hizumy
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MensagemAssunto: Re: Ereshkigalsön - O Segredo por de trás do Mito   Ereshkigalsön - O Segredo por de trás do Mito - Página 2 Empty02/01/17, 04:32 pm



~ A Story of a Fate Full of Sorrow ~

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Todo aquele frenesi entusiástico de quem acabara de ter um vislumbre divino e a total compreensão da sua existência mexera com o pequeno príncipe. Era algo o qual não esperava. Buscou por momentos em suas memórias passadas imagens de alguma figura divina que pudesse ter reencarnado nesta vida e neste novo mundo para o ajudar, contudo, o único amigo que tivera morrera. Isso era certo. Então, quem seria quele gato gigante e porque suas palavras pareciam tão verdadeiras? Como poderia ele estar interessado em ajudar o pequeno Deus se nada sobre ele sabia?

– Assim que ouvir a minha história, fará como os outros e começará a odiar-me também. - pensaria, forçando um sorriso sem ânimo no rosto. Porém, a energia pura e inocente que a criatura exalava ao celebrar transformaria o sorriso em gargalhadas genuínas. – Há! Há! Há! – Havia anos que o pequeno loiro não se divertia tanto.

 – O que quero legar? – Pausaria dois segundos antes de responder. Não porque ainda estava incerto ou com dúvidas. Mas porque não sabia como o responder sem trair toda aquela felicidade e esperança que Félix lhe demonstrara. – Porque não vamos comer primeiro? Contar-te-ei tudo no restaurante, que tal? – Sugeriria, com um riso na ponta dos lábios.

Surpreendido, o jovem Moros, seria arrastado pelas patas fofinhas do mink, que lhe agarrava no pulso sem medo ou intenções malignas. Enquanto se deixava ser puxado, uma leve sensação preencheria o seu coração. Era uma sensação indescritível, a última vez que a sentira havia sido ainda enquanto Ereshkigal.  

 Quando chegassem finalmente no restaurante e se sentassem, o menino esperaria que o gato fizesse o seu pedido primeiro. – AH! Eu não vou querer nada, já comi. Mas se puder trazer-me um copo de água. Obrigado. – Responderia ao garçon.

 Até que a sua água viesse manter-se-ia em silêncio, olhando para o chão, mostrando desconforto nos olhos que procuravam em uma forma de explicar a sua história. – Felix, perguntaste-me sobre o meu legado, mas antes que possa dizer-to, preciso contar-te como aqui vim parar. Ou, das únicas memórias que tenho certeza de ter vivido como Ereshkigal, Deus da Fortuna e do Caos… - Os olhos fitariam os de Félix, e a medida que iria contando sobre o seu passado, o seu tom de voz mudaria várias e várias vezes. No princípio, seria como o de alguém que estivesse a confessar um crime, mas não duraria muito, voltando a um tom sério e convicto de que apenas a promessa que havia feito era o seu meio de vingança. – Tudo começou quando Eu e Huwawa, Deus guardião das bestas e dos bosques, tornamo-nos amigos e eu o trouxe para viver comigo…



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 Há milhares de anos atrás, quando o mundo ainda não estava desconcertado, houve um Deus que reinou em território humano. Ele era rebelde e poderoso o suficiente para fazer frente à todos os demais deuses, até mesmo aos Deuses Antigos, os criadores dos Novos Deuses. Isso, porque Ereshkigal não detinha fraquezas. Em seu coração apenas a ganância e o desejo de ser o supremo ditador dos céus e das terras corria-lhe.

 Soberbo, governava sem reconhecer ninguém como igual e tratava o seu próprio povo com desdém e repulsa, pois eram criaturas fracas e descartáveis. Meros Homens.

 Tementes do crescente poder de Ereshkigal, as deidades superiores se conciliaram em um plano. Enviar um deus mais fraco e sem hipótese alguma de vencer o Deus da Calamidade e da Fortuna, para o derrotar. Huwawa. E sem que este soubesse, o seu caminho se trilharia com o de Ereshkigal, para o bem ou o pior de todos.

  A primeira vez que ambos se encontraram, Ereshkigal cruzara as fronteiras de suas terras atrás de fugitivos que haviam adentrado o pinheiral sagrado, um conjunto sem fim de bosques onde seus pinheiros perfuravam os céus. Como esperado, Huwawa surgiu para impedir a passagem daquela deidade, pois, pelas Leis Antigas, deuses não poderiam interferir diretamente com assuntos ou territórios de outros deuses. Apesar de certamente ser um homem, poder-se-ia ser confundido com uma mulher. A sua face era de todo suave, sua pele lustrosa e seus cabelos esverdeados e longos, como um manto de planícies.

  Depois de vários acontecimentos, assim como os deuses haviam planeado em segredo, ambos se tornaram amigos. O laço entre eles era o maior tesouro que Ereshkigal tinha, muito mais que todos o seu ouro.


   - De alguma forma, ele se parecia contigo, Félix… - Diria baixo, corado. Possuído pela deusa da Nostalgia, se houvesse uma. – Sempre Alegre e confiável. Quando o levei para viver no meu reino comigo, tudo era uma novidade para ele. As coisas humanas impressionavam-no, e, pouco a pouco, também os humanos foram o impressionando. – Sua voz suaria mais fraca, sentia algo preso à sua garganta, sufocando-lhe aos poucos. – Estivemos dois anos vivendo entre o meu reino e as cidades dos Homens, aprimorando os nossos laços e conhecimentos. Éramos imbatíveis! E, apesar de não ser muito forte, Huwawa era mestre com as correntes que usava para imobilizar suas feras. – Voltando o olhar para o felino, mostraria um pouco de entusiasmo ao falar das qualidades do amigo. – Mas um dia, apercebi-me que Huwawa não era plenamente feliz a viver daquela maneira, ele ficava mais fraco longe do bosque… tão fraco quanto à um humano… E a culpa era totalmente minha… As minhas ações tornavam-no menos divino…



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Nem todos os deuses são iguais, assim como os Homens. Aquilo que fortalece à uns, enfraquece a outros. Para se fortalecer, Ereshkigal costumava caçar ou guerrear. Já Huwawa, não aguentava tamanha tortura. Sempre que iam caçar, no seu coração o pranto pelos animais lacrimejava de tal forma que atirava fora as lanças, flechas e arcos e se ajoelhava em reza, procurando pelo perdão dos que jurara proteger, pois havia pecado. E observando isso, Ereshkigal desistia de caçar. Era insuportável para o auto-proclamado "grande Deus", ver o seu precioso amigo chorar.  

- Porque não os matas? Amas assim tanto as tuas bestas? Perguntara o deus da Fortuna, curioso por saber o motivo pela qual Huwawa recusava-se a matar os animais selvagens. Ele era totalmente diferente de si, que não tinha interesse nenhum em nenhuma existência além da própria e a do companheiro. – No passado, nos falávamos. Éramos amigos, uma família. Mas eu perdi-me para os homens e suas construções e invenções que nem mesmo nós nos lembramos quando construímos o Mundo. – Huwawa dissera – Entre todos, as bestas são as que mais fazem sentido.
 - Vives agora em um palácio! – Ereshkigal repondera perante aquela lógica – Com um rei e o mais poderoso dos deuses! – Escondidas naquelas palavras, o deus perguntava-se se para Huwawa aquilo não seria o suficiente. Se ele não era o Suficiente. Se Huwawa preferia o mundo selvagem à si. Tais pensamentos provocavam-lhe medo e solidão.

- Então, qual a diferença entre bestas e homens? – Perguntou.  – A argila. O homem constrói casas e cidades com tijolos de argila. As bestas dormem onde elas se encontrarem. Nos escrevemos as nossas palavras em placas de argila e guardá-mo-las, as bestas falam, e o vento carrega-lhes as palavras pela infinidade. -


- Eu agora consigo ver… com “argila”, ele referia-se ao sofrimento.  – Sussurraria em reflexão própria antes de prosseguir com a sua história. – Estamos todos fadados ao sofrimento. Deuses e humanos.



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    Alguns anos mais se passaram até que o plano mortal das deidades estivesse pronto. Era o dia mais quente que já existira, não mais houve outro como aquele. Juntos, os dois deuses conversavam e andavam pelas ruas da capital quando o céu encheu-se de negridão fumosa e de aves em desespero. O coração já fraco de Huwawa apercebera-se de imediato do que acontecia. O seu bosque, seu lar, estava em chamas. Ardia cruelmente como que se as labaredas do inferno tivessem o possuído. As lágrimas vieram aos seus olhos quando finalmente chegaram até o bosque. Já não restava nada se não cinzas.

 Nunca Ereshkigal se sentira tão frustrado, impotente e triste do que naquele dia. A dor do seu companheiro matava-o por dentro. Todavia, esse era apenas a primeira engrenagem do grande plano que os Deuses Antigos haviam preparado para eliminar Ereshkigal. No instante em que se aproximara de Huwawa para o consolar, apercebia-se então o quão verdadeiramente aquele bosque era importante para si mesmo. Se Huwawa amava o bosque por causa das bestas, Ereshkigal deveria tê-lo amado e protegido, por ser o que mantinha o seu amigo vivo. Com a morte de todos os animais, das gigantescas árvores e pinheiros, Huwawa começava a sofrer dos mesmos efeitos que sua criação.  Aos poucos queimaduras surgiam em seu peito e braços, suas longas vestes alvas pintavam-se de sangue.

  Em desespero, agarrara no corpo frágil e fraco de Huwa com seus braços. Encostara o semblante da divindade ferida ao peito. NÃO! Não te atrevas a morrer! – Pela primeira vez em toda a sua existência, o Deus da Calamidade e Fortuna derramava lágrimas por alguém. – Não te preocupes… Ainda não morrerei *Cof Cof* - Respondera, tossindo sangue.

 Quando se preparava Ereshkigal para deixar o local e levar a deidade ferida para o reino, o céu tornara-se mais uma vez negro. Mas não eram aves ou fumaça desta vez. Milhares de flechas e lanças rasgavam os céus em sua direção. Perante tal atrocidade e apercebendo-se de quem lançava o ataque eram tanto os Homens como os Deuses, não pensou na raiva que sentia por todos eles ou na tristeza da sua morte, mas apenas em como poderia salva o seu tesouro. E então, num ato estúpido e desesperado para aquele que já fora o mais forte entre os deuses, e o mais sábio em guerrilhas Humanas, Ereshikgal virou as costas às flechas, encolheu-se no chão, por cima do companheiro, fazendo de sua vida, o escudo de papel que pretendia salvar Huwawa. No entanto, as flechas e as lanças eram em demasia e perfuraram-lhe as costas como que se fossem água, conseguindo também atingir o Deus das bestas e dos bosques.  – RAIOS! – Sua boca ensanguentada, e o olhar frio de raiva jurava vingança contra todos. Não por o matarem, mas por sacrificarem uma criatura tão nobre e inocente quanto Huwawa. – Ereshkigal… *COF, COF* - Erguendo levemente a mão e pousando-a sobre o peito de loiro, o pobre deus dizia suas últimas palavras. – Não busques vingança… *COF,COF* Procura por Justiça.. Da melhor forma que conseguires... Da única forma que sabes fazer… Da forma que só tu o podes fazer! *COF,COF* Os homens são bons.. ¨COF COF* Mas perderam o caminho... *COF COF* Com o que me resta de energia, continuarás a viver e farás da tua vingança a balança que irá julgar os justos e os cruéis *COF,COF* - E antes que pudesse dizer qualquer coisa como “Não desperdices a tua energia comigo”, já Huwawa sorrira pela última vez, deixando a mão cair-lhe do peito.



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- Depois daquilo, tudo ficou vermelho e escuro. Como que se estivesse em um mar de sangue, e também a noite e a Lua eram sangue. Apenas o meu corpo estava lá. E assim que despertei, já não era Ereshkigal, mas Ereshkigalsön. – Passaria o braço no nariz e nos olhos, tentando evitar quaisquer tipos de lágrimas que aquelas memórias poderiam trazer-lhe - É irónico os meus pais terem-me baptizado com este nome em honra ao Deus da Calamidade e Fortuna, e a minha alma ser a dele... - Largaria um riso sarcástico e então fitaria Félix. – Por essa razão, o meu legado será a minha vingança! Irei julgar todos os que encontrar no limite entre a benignidade e a maldade! E todos aqueles que fizerem o prato da maldade pesar mais, sofrerão nas minhas mãos! Irei matá-los como que se fossem os próprios Homens e Deuses que mataram o meu Amigo! - Colocar-se-ia de pé abrupto, deixando a cadeira onde estava sentado cair. – E a única forma de fazê-lo neste Mundo é dentro da Marinha! Eles são os que lutam pela Justiça! Eu farei o mesmo! Lutarei pela minha Justiça! Julgarei à todos: piratas, revolucionários, bandidos, caçadores, marinheiros e nobres celestiais! Ninguém passará impune! – Terminando, bateria na mesa com o punho direito, demonstrando a sua convicção. - E você, Félix? O que quer fazer? Ainda acha que o seu destino é estar ao meu lado? - Perguntaria, completamente crédulo de que o felino o odiava após ouvir aquela história.
   




__________________________________



Histórico:

Post: 07
Ganhos: 1 Adaga lvl1 | 1 Espada Japones (Katana) lvl1 |  30.000 $Berries
Perdas: -3.000 $Berries
Bónus:
Players: Félix |
NPC's: Sr. Ferreiro da Loja |

HP: 120/120
SP: 62/62

Vantagens:
• Adaptador
• Genialidade
• Visão Aguçada

Desvantagens:
• Fantasia (Reencarnação de Ereshigal, Deus da Calamidade e da Fortuna.)
• Devoção (Eliminar todos os que praticam maldades e tornar-se o ser mais forte entre os Homens/Fazer a calamidade reinar até que mais um ciclo se reinicie.)




Perícias: Forja | Intimidação | Luta de Rua
Ofício: -x-
Patente:
Extras: 2 Trabalhos Feitos (Post's 3 e 4) | Fome Saciada |

...

Objectivos:

  • Não relacionar com NPC's importantes;
  • Não aparecer no Jornal;
  • Conseguir um Den Den Mushi;
  • Forjar uma arma;
  • Aprender Acrobacia;
  • Treinar ambidestria;
  • Inscrever-me na Marinha;
  • Ir para Logue Town;
  • Matar algum fora da lei procurado;
  • Matar [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] ou [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.];
  • Comprar a Perícia: Costura;
  • Conseguir uma arma de Fogo e uma Corrente;
  • Assinar ao Jornal Mensal;


OFF escreveu:
Desculpa o post... E desculpa se ficou confuso Ç.Ç  

Fala - #FF9900
Pensamento - #990000
Thanks[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]

____________________________________________________

[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] escreveu:

[ ] Ganhar uma Meitou lvl 2; (ノ≧∀≦)ノ
[ ] Ter Ofício Ferreiro lvl 2; (╯✧∇✧)╯
[ ] Forjar uma Katana lvl 2; (ര̀ᴗര́)و ̑̑
[ ] Caçar 5 Recompensas;  ヾ(〃^∇^)ノ♪
[ ] Vencer o torneio de artes marciais 1x; (๑•̀ㅂ•́)و✧
[ ] Encontrar dois tesouros; (۶ꈨຶꎁꈨຶ )۶ʸᵉᵃʰᵎ
[ ] Viajar por todo South e West Blue; ೕ(⁍̴̀◊⁍̴́ฅ)

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MensagemAssunto: Re: Ereshkigalsön - O Segredo por de trás do Mito   Ereshkigalsön - O Segredo por de trás do Mito - Página 2 Empty03/01/17, 03:40 pm



Motivos de Justiça

Depois do primeiro contato entre a dupla mais inesperada daquela ilha, Felix sentiu-se em extrema felicidade, já que finalmente tudo pelo que passara anteriormente fazia sentido.

- Goro-nyah-nyaaaaahh!!! Agora sei porque passei por tudo aquilo para estar aqui! Goro-nyah-nyah!! - E então mudou seu tom de voz, parecendo quase outra pessoa, pelo tom de soberba carregado na voz. - Nyaaah! Eu sou Felix Blueno! Príncipe do portentoso clã Bake Neko de Zou! Sempre soube que meu destino estaria fadado a cumprir uma missão divina! - Disse o Mink em uma posição de pugilista, fazendo alguns movimentos aleatórios como pequenos saltos e alguns socos. - Um dia serei o mink mais forte de todos! E acabarei com os pecadores que praticam o mal no mundo. E tu? O que queres legar ao mundo ó nobre Deus? - Terminou dando três mortais para trás e mostrado ao final de seus saltos, o braço direito estendido com o polegar direito levantado a mão esquerda na cintura e um um sorriso, para logo depois serrar seus dois punhos em apreensão.

Todo aquele discurso fez com que Ereshkigalsön se sentisse tão extasiado que chegou a desconfiar do Mink que estava a sua frente, pois como poderia um ser que mal o conhecia ter aquela confiança nele mesmo? Mas o que realmente o fez perder todo o ânimo conquistado anteriormente foi a certeza de que o ódio surgiria no olhar daquele que se encontrava na sua frente, mesmo que a energia inocente e pura o fizesse se divertir como à tempos não o fazia.

- O que quero legar? - Ereshkigalsön respondeu a pergunta do Mink com outra pergunta tentando pensar em uma forma de colocar toda sua história e motivação em uma resposta que pudesse faze-lo entender. - Porque não vamos comer primeiro? Contar-te-ei tudo no restaurante, que tal? - Perguntou o pequeno tentando ganhar mais tempo para dar sua resposta.

Ao ouvir falando isso, Felix se animou instantaneamente e agarrando o braço do pequeno Deus, saiu correndo até o restaurante mais próximo, que coincidentemente é o mesmo que Ereshkigalsön saíra a pouco. - Estou faminto!!! Quero comer Lasagna!! Larrrr-san-nyaaah!!! Nham-nham-nham-nham... - Disse Felix, cantarolando algo parecido com Beethoven.

Depois de sentarem-se na mesa, um garçom rapidamente veio ao atendimento. - O que gostaria de pedir senhor? - Disse o garçom olhando na direção do pequeno Deus.

- Garçom!!! Traz-me a melhor lasagna para encher a minha pança!! Estou faminto, e nada melhor do que uma lasagna para comemorar!!! Goro-nyah-nyah!!!! - Disse Felix aparentemente com muita vontade de comer.

- Não fale agora seu animal, não vê que estou atendendo esse senhor antes? A escória deve ficar para o final. - Disse o garçom olhando com desprezo para o Mink.

- Retire o que disse imediatamente, a não ser que queira algum problema comigo seu vira-lata. - Disse Ereshkigalsön com os olhos semicerrados, e lhe direcionando uma aura levemente sombria, fazendo o garçom estremecer.

- M-m-me desculpe senhor. - Disse o garçom para Ereshkigalsön e Felix.

- Eu não vou querer nada, já comi. Mas se puder trazer-me um copo de água. E o pedido dele, eu agradeceria. - Disse o pequeno ainda demonstrando irritação com o garçom.

- I-imediatamente senhor. - Disse o garçom, que saiu rapidamente da mesa em direção à cozinha.

Pouco tempo depois, os dois pedidos chegaram a mesa com bastante rapidez, para a felicidade de Felix, e assim que ele começou a comer, o outro se pôs a falar. - Felix, perguntaste-me sobre o meu legado, mas antes que possa dizer-to, preciso contar-te como aqui vim parar. Ou, das únicas memórias que tenho certeza de ter vivido como Ereshkigal, Deus da Fortuna e do Caos… - Disse Ereshkigalsön olhando para o Mink, mas de maneira mais suave que olhara para o garçom. - Tudo começou quando Eu e Huwawa, Deus guardião das bestas e dos bosques, tornamo-nos amigos e eu o trouxe para viver comigo…

E após isso, seguiu-se um grande tempo contando sobre uma das suas poucas memórias como Ereshkigal. Como era sua personalidade, sobre como tratava seu povo, como nunca viu alguém como seu igual, mesmo os Deuses mais antigos, e também sobre o plano dos Deus para tentar conter Ereshkigal por medo do poder deste. Até que chegou em um momento especial para ele, que foi quando conheceu seu melhor amigo, Huwawa, e em como a sua amizade tinha se tornado preciosa para si, mais do que tudo que obtivera até então.

- De alguma forma, ele se parecia contigo, Félix… - Disse o pequeno olhando para baixo, com uma enorme nostalgia. - Sempre Alegre e confiável. Quando o levei para viver no meu reino comigo, tudo era uma novidade para ele. As coisas humanas impressionavam-no, e, pouco a pouco, também os humanos foram o impressionando. - Continuou falando sobre seu relacionamento com Huwawa, com a voz levemente embargada e mais fraca. - Estivemos dois anos vivendo entre o meu reino e as cidades dos Homens, aprimorando os nossos laços e conhecimentos. Éramos imbatíveis! E, apesar de não ser muito forte, Huwawa era mestre com as correntes que usava para imobilizar suas feras. - Contou-lhe entusiasmado sobre as qualidades de seu amigo. - Mas um dia, apercebi-me que Huwawa não era plenamente feliz a viver daquela maneira, ele ficava mais fraco longe do bosque… tão fraco quanto à um humano… E a culpa era totalmente minha… As minhas ações tornavam-no menos divino… - Disse com certa tristeza na voz.

E continuou falando sobre como Huwawa amava seus protegidos, tanto que entrava em um grande sofrimento ao tentar caçá-los ou ao ver que alguém o fazia, fazendo com que Ereshkigal nunca conseguisse caçar, já que o sofrimento de seu amigo era insuportável para o "Grande Deus". E contou sobre como alguns anos mais tarde o Bosque, que era o lar de Huwawa fora destruído através de um grande incêndio, e depois, quando Huwawa começara a se ferir por conta da destruição de sua propriedade, vendo que seu amigo estava tão ferido que estava à beira da morte, Ereshkigal pegou o mesmo e iria levá-lo dali, quando os Deuses Antigos, lançaram pelos céus, uma grande quantidade de flechas e lanças. Sem pensar na raiva ou qualquer outra coisa quando percebeu que quem lançavam tais ataques eram tanto os humanos quanto os Deuses, o "Grande Deus" somente pensou em proteger seu tesouro, então deu as costas para o ataque e recebeu-o todo, para que seu amigo não fosse acertado, mas pela grande quantidade, isso não foi possível, já que pela quantidade, alguns dos ataques lhe perfuraram e atingiram seu amigo Huwawa. Sua ira estava tão grande que estava pensando em se lançar contra os mesmos que fizeram o ataque por sacrificarem um ser tão inocente e nobre, mas o seu amigo lhe disse para que não buscasse vingança, e sim justiça.

- Depois daquilo, tudo ficou vermelho e escuro. Como que se estivesse em um mar de sangue, e também a noite e a Lua eram sangue. Apenas o meu corpo estava lá. E assim que despertei, já não era Ereshkigal, mas Ereshkigalsön. - Disse passando o braço pelos olhos, limpando uma única lágrima que escorrera pela lembrança. - É irônico os meus pais terem-me baptizado com este nome em honra ao Deus da Calamidade e Fortuna, e a minha alma ser a dele... -Falou dessa vez com um sorriso sarcástico olhando para o Mink que ainda o observava. - Por essa razão, o meu legado será a minha vingança! Irei julgar todos os que encontrar no limite entre a benignidade e a maldade! E todos aqueles que fizerem o prato da maldade pesar mais, sofrerão nas minhas mãos! Irei matá-los como que se fossem os próprios Homens e Deuses que mataram o meu Amigo! - Falou ao mesmo tempo que se punha de pé. - E a única forma de fazê-lo neste Mundo é dentro da Marinha! Eles são os que lutam pela Justiça! Eu farei o mesmo! Lutarei pela minha Justiça! Julgarei à todos: piratas, revolucionários, bandidos, caçadores, marinheiros e nobres celestiais! Ninguém passará impune! E você, Félix? O que quer fazer? Ainda acha que o seu destino é estar ao meu lado? - Encerrou sua história Ereshkigalsön com convicção olhando para Felix, com a certeza de que este o odiava naquele momento.

Ainda esperava a resposta quando um som abrupto fez com que as pessoas naquele local começassem a correr e gritar repentinamente. Fora daquele restaurante, uma pequena explosão havia ocorrido, mas antes que o culpado pela mesma pudesse escapar, 5 Marinheiros fecharam a rua, fazendo com que não houvesse qualquer tipo de escapatória para o mesmo.

- Pare agora mesmo infrator. Venha conosco calmamente que seus problemas serão amenizados. - Disse um dos marinheiros.

- Não me venha com essa seu maldito, se preparem, porque eu vou atacar. - Disse o tal infrator, com um olhar irritado.

Garçom
Ereshkigalsön
Felix
Infrator
Marinheiro


Histórico do Hizy:
 

Histórico do Lance:
 

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Objetivos Futuros:
 


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MensagemAssunto: Re: Ereshkigalsön - O Segredo por de trás do Mito   Ereshkigalsön - O Segredo por de trás do Mito - Página 2 Empty07/01/17, 12:28 am

Dupla Dinâmica

“Quem esse garçom pensa que é?! Eu sou um guerreiro de Zou!!!” Com isso em mente, o pequenino Felix devorava-o com o olhar felino. O seu sorriso feliz, transmutava-se em algo sombrio, atroz. Cravando suas garras por sobre as beiradas da mesa fortemente, segurava-se para não fazer alguma besteira, deixando o jovem Ereshkigalsön tomar conta da situação.

Após a retratação do funcionário, a lasanha chegara rapidamente à mesa. O prato vistoso, trazia consigo um buquê de aromas e perfumes que atiçavam os sentidos e a gula do pequeno mink. Seu humor melhorara de instantâneo. Seus pelos eriçavam-se de prazer. O molho, a massa, o queijo, a carne... Passeavam pelo seu palato num balé de infinitas venturas. O momento atingia seu ápice, quando a jovem divindade iniciava uma narrativa que muito o encantava. Sua fértil imaginação, inebriada pelo verbo divinal e pela supernova de sabores, pintava-se em cores vivazes e rutilantes, ensaiando o cenário descrito por Ereshkigal reencarnado. Seus olhos vidravam como duas estrelas contemplativas. Engolfava-se em pensamentos e sensações, como quem conversa com o transcendente. Via-se imerso na história, acompanhando de perto toda a divina epopeia. Via a figura de Huwawa e sentia enorme empatia. Sentia-se irresistivelmente atraído pela sua personalidade, parecia familiar.

Acompanhava a narrativa em silêncio, absorto, como quem ouve uma sinfonia. O último sacrifício de Ereshkigal calava fundo em seu peito. Passou a sentir enorme apreço e empatia pelo garoto de madeixas doiradas. Finda a narrativa, despertava do torpor, como quem acorda de um sonho bom e real. Fitando o jovem deus, num misto de espanto e ingenuidade dizia – Oh Eresh! E-e se... Eu fui enviado por Huwawa para te ajudar em sua missão?! E se eu fui um último sopro bestial??? Dizia de queixo caído sobre a mesa. Seus olhos estupefatos e convictos, fitavam sem oscilar as rubras íris do deus-menino. Sua decisão de ir para a marinha trazia-lhe felizes lembranças desde o seu resgate até o atracar da embarcação. Lembrava em efusivo contentamento, em rápidos flashes, das histórias e epopeias do capitão e seus tripulantes, do seu senso de justiça, que agora via brotar da boca de Ereshkigalsön. A sementinha de justiça, semeada pelos seus salvadores, agora crescia em tenro broto. Felix não cabia em si. Um brado partia de suas entranhas até desaguar em sua língua

– Sim, eu tenho uma dívida irresgatável com marinheiros!!! E estou disposto a lutar ao teu lado e varrer o mal deste mundo! Meu destino é ser um Marinheiro!!!!! Dizia ao cerrar seus punhos e presas com toda a força, abrindo um sorriso confiante que emoldurava-lhe a face.
Um estrondo ríspido espancava o ar ambiente. O pânico tomava conta dos clientes, que espavoridos corriam na sanha do desespero, feito formigas. O som abrupto semelhava-se a uma explosão.

O jovem guerreiro mink, levantava-se de imediato, aguardando o seu companheiro erguer-se para irradiar significativo olhar de justiça, como se conversasse mente a mente, um plano com a divindade. Meneava a sua cabeça num sinal afirmativo, deixando a quantia do prato sobre a mesa.

Tentaria mover-se furtivamente à um lugar no cenário que melhor lhe desse a possibilidade de analisar o oponente sem ser notado, e de onde pudesse avançar sem muitos empecilhos. Após isso, aguçaria todos os seus sentidos, no intuito de sentir o ambiente de batalha de uma forma mais ampla e detalhada. Buscaria analisar as posições dos marinheiros e o porte físico e as armas que o fora da lei apresentava. Desde já iniciaria uma contagem mental do tempo, esperando que o jovem deus entendesse o seu plano, aguardaria o mesmo avançar por sobre o oponente, buscando notar o ritmo de batalha entre ambos, através de sua contagem. Quando notasse através dos sentidos, que o oponente estivesse com o foco no pequeno e/ou marines, faria um rápido dash em sua máxima aceleração, tomando uma postura quadrúpede, forçando os seus músculos numa corrida cheia de adrenalina. Caso estivesse de frente ou virasse para si, iniciaria uma corrida em zigue-zague, sempre contando meu ritmo e o do oponente, nas suas movimentações com a arma, sempre com todos os sentidos alertas. Caso notasse que quisesse antecipar sua movimentação, daria um dash na mesma diagonal usada, tentando confundir-lhe, caso atirasse em sua direção com alguma arma de longa distância, buscaria em seus reflexos e acrobacias a melhor postura para evadir e avançaria novamente. Quando avançasse o suficiente para enquadrar-lhe em seu raio de alcance, realizaria um parafuso para a direita, onde mais lhe conviesse para aplicar um chute giratório por sobre o punho, visando desarmá-lo, caso o estivesse. Se não, usaria apenas a rotação sem desferir o chute, para gerar força cinética o suficiente para aplicar-lhe um soco rodado visando o seu rosto. Se por ventura estivesse de lado ou de costas, seguiria em linha reta até o mesmo virar, quando realizaria os movimentos anteriores. Se não virasse a si, continuaria retilineamente até atingir um raio suficiente para acertar-lhe os tendões de aquiles com um forte golpe horizontal de suas garras, rolando numa diagonal à tangente do mesmo para acompanhar as próximas movimentações de uma distância confortável para esquivas, sempre acompanhado de um enorme sorriso recheado de alvos e pontiagudos dentes.




Histórico:
Post: 04
Ganhos:
Perdas: 2000 b$
Bônus:
Players: Ereshkigalsön
NPC's:

HP: 120/120
SP: 62/62

Vantagens:
• Aceleração
• Audição Aguçada
• Noção Exata do Tempo
• Olfato Aguçado
• Presas e Garras
• Visão Aguçada
• Zooglota

Desvantagens:
• Aparência Inumana
• Compulsão (Sorrir: Desde o incidente que marcou a sua vida, o sorriso passou a preencher o seu rosto, por trazer a sensação de estar junto de sua amada família)
• Devoção (Eliminar todos os que praticam maldades e tornar-se o mais forte dentre os Minks)
• Fantasia (No cerne de seu coração, sente que irá desempenhar uma divina missão que transformará as conformações do mundo)





Perícias: Acrobacia | Furtividade | Luta de Rua
Ofício: -x-
Patente:
Extras:  

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Última edição por Lancelot em 08/01/17, 12:15 pm, editado 1 vez(es)
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Mizushiro Hizumy
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MensagemAssunto: Re: Ereshkigalsön - O Segredo por de trás do Mito   Ereshkigalsön - O Segredo por de trás do Mito - Página 2 Empty08/01/17, 03:20 am



~  Fighting for Justice (?) ~

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Os seus invulgares olhos sanguinários estremeceram continuamente ao escutar aquela ideia ridícula. – H-Huwawa o enviou?! Um último sopro?! – O seu rosto tornar-se-ia mais pálido do que já era, pequenas gotas de suor brotariam de seus poros e a inseguridade tomaria posse do pequeno deus que, estressado pensativo, levava o polegar à boca, onde freneticamente roeria as unhas.  – Poderá realmente ser?! Huwawa realmente o enviou para me ajudar?! – Aos poucos a ideia que até então lhe soara ridiculamente impossível, ia ganhando credibilidade. Ao mesmo tempo, a jovem fera ainda continuava falando sobre ajudá-lo e do seu desejo de ingressar na Marinha, porém, àquela altura já nada além de barulho ofuscado chegava até seus ouvidos. – Huwawa…  mesmo morto você continua cuidando de mim… - Cabisbaixo, um sorriso sereno escaparia à criança, retomando o controle de suas emoções. – Se Félix é um enviado de Huwawa então… então posso confiar plenamente nele! Eu sei que é verdade, os olhos dele não mentem! Tem que ser verdade! – Preparava-se para abrir a boca e dizer que aceitava aquela amizade, quando um estrondoso som oco eclodiu, trazendo de volta a si a sonoridade do restaurante.

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Não mais estava fechado em pensamentos, conseguia ouvir o desespero preso à garganta daqueles que imploravam por ajuda em tamanho desespero e pânico avulto. E compreendendo imediatamente a situação, levantar-se-ia calmo, não deixando medo ou ansiedade transparecer em sua aura. No entanto, seus olhos pareciam mais frios e intocáveis que nunca. Eram olhos que ninguém além do seu povo haviam visto. De um vermelho tinto cintilante cruéis, mirando o vulto da penada alma cercada, esperando por ele para julga-la.
De pé, levando a mão direita à traseira de suas vestes, intentando alcançar a adaga, sentiria alguém a olhá-lo ansioso por uma resposta. De soslaio, aquele olhar arrepiante e gélido focar-se-iam por instantes em Félix. Firmes, seus lábios abririam um grande e silencioso sorriso sanguinário, consentindo com o plano do feral, gargalhando apenas em pensamentos, deixando algum de seu vapores internos escaparem-se-lhe. De seguida, os olhos malditos regressariam a fitar a figura do lobo cruel, cercado por leões fardados de azul.

 Jubiloso, observaria se havia algum tipo de arma na posse do pecador. E, havendo ou não, esperava que o mesmo estivesse com sua total atenção apenas nos Marinheiros.

- Afinal, quem mais aqui poderia ser-lhe uma ameaça?!  He - He - He ! -

Então, quando avançasse o primeiro passo minuciosamente, em um estado mental quase instintivo, onde sua mente se encontraria totalmente vazia de distracções desnecessárias e seus olhos mais intensos e brilhantes, puxaria a adaga com a mão direita e em um movimento único tal chicote que apunhala o ar, atiraria a arma cortante em direção ao vulto, tendo como alvo a razão do mesmo. Depositando sua total confiança na sua visão extremamente aguçada e no elemento da surpresa, o falhanço não era esperado. Porém, não ficaria ali parado à espera que a faca fosse cravada e trespassasse o alvo, abrindo um buraco em seu crânio e pintasse o local da cor dos seus olhos. No instante que a adaga abandonasse a sua mão, escorregando pelos seus dedos e iniciando o seu trajeto pelo túnel de ar, o místico infante correria, em diagonal, para a direita e para a frente, lançando-se quase ao chão, com o corpo reclinado para a frente; sem nunca perder de vista o causador do pânico e retirando a espada da bainha, prendendo-a em seu punho cerrado direito e a proteção da espada na mão esquerda.

 Tendo o oponente o visto e estando assim com alguma arma de fogo, prestes a puxar o gatilho e disparar contra o seu frágil e mortal corpo, procuraria esquivar-se rapidamente, derrapando pelo chão se tal se mostrasse crucial para escapar ao projéctil, até algo que demonstrasse ser protegido, como uma mesa ou uma coluna do restaurante. Contudo, não tendo o malfeitor qualquer tipo de arma de fogo, continuaria a correr, mudando então de direcção, indo de frente para ele para se embaterem.

 Correndo sem pensar muito nas consequência, sentindo a leve brisa bater-lhe nos fios dourados, sentindo a própria respiração ligeiramente ofegante e o coração pulsando de divertimento, esquecer-se-ia do facto do seu primeiro ataque tê-lo acertado ou não por momentos. Quando sentisse que a distância entre eles havia se encurtado o suficiente, sobrando pouco mais de dois metros, saltaria ainda em corrida, com as pernas flectidas e tanto a bainha como a katana ao lado do corpo, acompanhando-o. Não só esperava que o salto fosse grande em altura como que também o fizesse voar até o caluniador-suicida. E, pegando ele de surpresa, ou não demonstrando ele sinais de hostilidade ofensiva, rodaria o pulso para fora, deixando a superfície cortante da espada virada para os céus, e em um movimento longo com o braço direito, passando o mesmo por cima da sua cabeça, desferiria um golpe sime-circular descendente vertical, mirando o corte no centro da cabeça.

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Kjenner varmen frå pusten som tødde meg
UruR

A medida que fosse descendo e manuseando o golpe com a destra, a sua mão esquerda estaria mais junta ao corpo, não só para manter a estabilidade da queda, mas para precaver-se no caso de um contra-ataque inesperado. De tal modo que sofrendo um ataque estando ainda em queda-livre, girando ligeiramente a cintura para a direita, posicionando o seu lado esquerdo de foram que ficasse a sua frente, colocaria o corpo da bainha deitado na horizontal e em frente ao seu corpo, chocando e interceptando o ataque do oponente no caso de ser na vertical. Porém, sendo o ataque contrário, vindo na horizontal, giraria vagarosamente o pulso esquerdo, posicionando o corpo da bainha na vertical, ficando este entre o ataque e o seu corpo. Era algo arriscado, e sabia-o, pois sua defesa sempre fora algo que precisou trabalhar, mesmo enquanto Ereshkigal. Todavia, estando em queda no ar, não existiriam muitas vias pelas quais optar. Em último cenário, notando que seu fraco bloqueio fosse destruído, procurando um efeito alavanca, puxaria de forma bruta a espada para a sua esquerda, e aguardava que fazendo isso, a força da mesma fosse tanta que fizesse com que o seu corpo fosse na direcção oposta, lançando-o para longe e quiçá, escapando à morte.


 Por outro lado, se o oponente se limitasse a se desviar, fazendo com que a sua lamina cortasse apenas o vazio até ser impedida pelo soalho do restaurante e, ficando talvez, cravada no solo, pousaria as palmas no chão e sentido o adversário ainda próximo o suficiente para o contra-atacar, impulsionaria rapidamente as mãos contra o solo e erguendo-se, tentaria dar um pontapé para trás, com a perna direita, em direcção ao homem, com o pé na lateral e o joelho apontando ligeiramente para o teto, girando a anca para fora. Se este viesse correndo na sua direcção no momento do chute, a sua própria força motora ao impactar contra o pé do garoto faria com que se magoasse. Se ele se mantivesse parado, mas perto o suficiente para ser acertado, machucar-se-ia também, mesmo que fosse algo de cariz leviano.
Por outra estância, se caísse no solo e ficando afastado do oponente para um pontapé, usaria na mesma as mãos para se impulsionar e levantar-se de forma rápida e quase instantânea. Procuraria olhar em redor de forma rápida e localizar o companheiro. Conseguindo ou não, voltar-se-ia para o homem e o observaria por um nano segundo e então, se tivesse localizado Félix e se o homem-bomba não demonstrasse sinais de ataque, começaria a conversar, sempre afastado dele três metros de segura distância:

 
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 - Peço que me desculpe! Não era a minha intenção fazer-te perder tempo! - Lançaria a bainha da espada a um metro de si no chão e, com a mão livre, levá-la-ia até os cabelos, os empurrando um pouco para trás, desfazendo aquele aglomerado de franja e descobrindo o olho esquerdo. - Que tonto! Que tonto! - Continuaria, dando leves palmadinhas na testa descoberta e olhando firmemente para o terrorista. Começaria a andar então, tentando andar em sua volta e fazer com que o mesmo o fosse acompanhando, ficando sempre de frente para si. E, consequentemente, de costas para Félix. - Mas, oportunidade melhor do que esta não há, não é verdade? - Diria, quando e se o alvo estivesse totalmente de costas para Félix, dando ao felino uma óptima oportunidade de finalizar com o criminoso. - Por isso, aproveite BEM! - Terminaria, ignorando quaisquer ofensas ou calamidades que pudessem vir daquela boca suja.  Se o seu amigo conseguisse acertar o homem, nocauteando-o ou não, aproximar-se-ia o mais rápido que pudesse e tentaria cravar a sua espada no peito esquerdo do fugitivo para então explicar:

 - Bôh!? Por acaso pensou que falava consigo?! -  E largaria então um sorriso maldoso - Então pense de novo! He - He - He ! -  Concluído ali o caso, esperaria por Félix para então estender-lhe o punho esquerdo, fechado, esperando que as patas do animal encaixassem no seu punho, como um gesto de festejo.

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 Contudo, não tendo nunca localizado o paradeiro de Félix, usaria do mesmo gesto e falas, mas não para avisar o animal da oportunidade perfeita de atacar, mas para fazer com que o criminoso perdesse a calma e viesse atacá-lo. Vendo a hesitação nos movimentos do homem, aproveitaria para mover-se primeiro e recuperar a bainha que havia lançado à um metro de si e dois do indivíduo. Próximo dela, deixar-se-ia escorregar e deslizar no chão, para recuperá-la e, tendo a oportunidade, passar por entre as pernas do criminoso e cortar a mais próxima pela zona um palmo acima do calcanhar. Estando a deslizar, mas notando um possível ataque em sua direcção, tentaria rolar para a direita com o corpo, esperando escapar ao ataque. Vendo a impossibilidade de rolar, lançaria a sua espada contra o corpo do pecador, ansioso que a mesma o perfurasse. Com a bainha, posicionaria conforme a situação de ataque. Vindo o ataque em perfuração, totalmente na vertical, faria uso da sua visão aguçada e Boa Fortuna, para intentar colocar a espada adversária, caso fosse uma katana, na sua bainha. Sendo outro tipo de espada, usaria a bainha também na vertical, direccionando-a contra a lamina, tentado desviar-la para o lado contrário. Sendo uma arma de grande porte, como um machado, tentaria chutar a perna mais próxima, causando o desequilíbrio e aproveitando para rolar para o lado contrário.  

 
 Caso as provocações fossem bem sucedidas e o terrorista se movesse primeiro, deixaria estar a bainha onde se encontrava e se preocuparia em esquivar-se e contra-atacar. Aos ataques do mesmo, reagiria dependendo do tipo de armamento que estivesse em suas mãos:

 Sendo um revólver, espingarda ou outro tipo de arma de fogo entre seus dedos gananciosos, recuaria em passos curtos, porém rápidos, sendo o último quase um salto, para se esconder por de trás de algum objecto que o suportasse o tamanho e que segurasse as balas, talvez um barril, uma mesa, coluna ou até mesmo uma caixa que estivesse ali por conveniência sua. Ficaria, no entanto, bastante irritado e embaraçado por ter sido obrigado a recuar, como um gato medroso, e não seguraria a sua língua:

 - Êhé?!! Não há nada mais covarde que armas de pólvora! Dão-te a oportunidade de atacar enquanto te mantens escondido em segurança... COVARDE! -

~ . ~

No fundo, falava de si mesmo. Sempre sentira que a sua melhor habilidade e aram de escolha o fizessem um cobarde. Não havia nada mais heróico e divino do que bater-se de frente com o oponente. Era por isso que, enquanto não estivesse em verdadeiros apuros, recusar-se-ia a usar o seu estilo de combate predefinido quando o Verdadeiro Grande Deus o criou. Achava que aquilo havia sido uma piada que os Deuses Antigos haviam feito. Logo ele ter que ser óptimo em usar revólveres.

~ . ~

Se fosse algum tipo de arma com lâmina em sua posse, desviar-se-ia um passo longo, quase meio metro, para a própria direita à todos os ataques verticais descendentes ou em perfuração, deixando-o estocar o ar, e de seguida, aproveitando a falha adversária, atacaria em um golpe horizontal proveniente da direita para a esquerda, tentando acertar em cheio a barriga do mesmo. À ataques que viessem a altura da sua cintura ou para regiões do seu corpo acima da mesma, que fossem horizontais, abaixar-se-ia, pondo-se na posição que lembraria a um sapo em cima de uma pedra ou em um charco de lama, esperando escapar ao ataque para contra-atacar com uma estocada firme na zona do umbigo.

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À ataques que viessem à altura da sua cintura para baixo e na horizontal, saltaria o máximo que conseguisse, levando os joelhos ao peito e aproveitando a oportunidade para contra-atacar usando a lamina da espada na vertical e em movimento descendente, tendo como alvo a cabeça do indivíduo. Seria muito divertido se ele fosse careca e o conseguisse cortar. Pelo menos o garoto acharia, pois lembrá-lhe-ia uma melancia.

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 Aos ataques vindos na diagonal, conseguindo antecipa-los ou achando o timing certo, avançaria contra o homem, pelo seu centro, e tentaria cortar a distância entre os dois, impedindo o ataque e aproveitando para ferir, em um golpe curto com a espada, a mão do mesmo devido à aproximação. Não achando o timing perfeito, recuaria rapidamente os passos correspondente à três metros de distância entre eles.

 Se em momento algum conseguisse atacá-lo, mesmo que sem feri-lo, e tendo a sua arma ou braços presos pelo oponente, com a perna mais a vontade daria um low-kick na parte interna da perna mais próxima, um palmo a cima da região do joelho. O impacto naquela zona concentrada de nervos faria, provavelmente, com que o homem o largasse a si ou a sua espada, podendo então recuar e manter-se à distância segura.


   Caso a arma que o criminoso culpado por ataque de bomba fosse uma corrente, o menino-deus largaria um grande sorriso. - Lucky! Deixaria escapar. Esperaria que o culpado lançasse as correntes em sua direcção e, afastando-se alguns passos, para não ser completamente acertado, posicionaria os pés à largura do ombro, virado de perfil para o terrorista e o seu ataque; ergueria o braço esquerdo à frente do rosto, para o proteger e deixando ali uma bela oportunidade de ter o braço aprisionado pelas correntes. Acontecendo isso, seria provável que as correntes o puxassem um pouco em direcção do rival, mas esperava por isso mesmo, por essa mesma razão que havia firmado segundos antes as pernas em tal posição, para não ser logo puxado, fazendo um pouco de pressão para trás, tentando não ir à prol vontade do rival. Contudo, se o mesmo voltasse a insistir e puxar a corrente, deixar-se-ia ir em sua direção, correndo também ele, mas com a espada preparada para tentar perfurá-lo na zona do pescoço assim que estivesse próximo o suficiente para fazê-lo ou lançar a espada tendo a certeza de que o acertaria.

 Obtendo sucesso e conseguindo derrotar o oponente, ficaria com a sua arma, caso fosse uma corrente ou algum tipo de revólver.

- Muito obrigado! UruR lhe indicará o caminho a partir d'aqui.

 Finalizaria dizendo apenas se matasse o criminoso, pois com a sua morte, UruR, responsável por levar as almas penadas, guiaria aquele podre ser até o infinito.






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Histórico:

Post: 08
Ganhos: 1 Adaga lvl1 | 1 Espada Japones (Katana) lvl1 |  30.000 $Berries
Perdas: -3.000 $Berries
Bónus:
Players: Félix |
NPC's: Sr. Ferreiro da Loja |

HP: 120/120
SP: 62/62

Vantagens:
• Adaptador
• Genialidade
• Visão Aguçada

Desvantagens:
• Fantasia (Reencarnação de Ereshigal, Deus da Calamidade e da Fortuna.)
• Devoção (Eliminar todos os que praticam maldades e tornar-se o ser mais forte entre os Homens/Fazer a calamidade reinar até que mais um ciclo se reinicie.)




Perícias: Forja | Intimidação | Luta de Rua
Ofício: -x-
Patente:
Extras: 2 Trabalhos Feitos (Post's 3 e 4) | Fome Saciada |

...

Objectivos:

  • Não relacionar com NPC's importantes;
  • Não aparecer no Jornal;
  • Conseguir um Den Den Mushi;
  • Forjar uma arma;
  • Aprender Acrobacia;
  • Treinar ambidestria;
  • Inscrever-me na Marinha;
  • Ir para Logue Town;
  • Matar algum fora da lei procurado;
  • Matar [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] ou [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.];
  • Comprar a Perícia: Costura;
  • Conseguir uma arma de Fogo e uma Corrente;
  • Assinar ao Jornal Mensal;


OFF escreveu:
Bem, perdi o meu post e este não ficou muito bom Ç.Ç  

Fala - #FF9900
Pensamento - #990000
Thanks[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]

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[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] escreveu:

[ ] Ganhar uma Meitou lvl 2; (ノ≧∀≦)ノ
[ ] Ter Ofício Ferreiro lvl 2; (╯✧∇✧)╯
[ ] Forjar uma Katana lvl 2; (ര̀ᴗര́)و ̑̑
[ ] Caçar 5 Recompensas;  ヾ(〃^∇^)ノ♪
[ ] Vencer o torneio de artes marciais 1x; (๑•̀ㅂ•́)و✧
[ ] Encontrar dois tesouros; (۶ꈨຶꎁꈨຶ )۶ʸᵉᵃʰᵎ
[ ] Viajar por todo South e West Blue; ೕ(⁍̴̀◊⁍̴́ฅ)

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