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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Hajime!

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MensagemAssunto: Hajime!   Hajime! - Página 2 EmptySex 25 Nov 2016, 15:40

Relembrando a primeira mensagem :

Hajime!

Aqui ocorrerá a aventura do(a) civil Mary Ann Sundays. A qual não possui narrador definido.


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MensagemAssunto: Re: Hajime!   Hajime! - Página 2 EmptySex 09 Dez 2016, 15:59


A fuga era tão bem sucedida quanto o roubo, o que causava uma satisfação indescritível à jovem cleptomaníaca. Seu saldo final até que era agradável: a arma, alguns cigarros e meia dúzia de balas. "Seis balas... com isso dá pra criar umas vinte vítimas." - convencia-se, extasiada pelo furto que lhe provocava uma sensação de poder. Ainda faltava um isqueiro, mas nada que outra pequena ação lhe garantisse isso. Examinava distraidamente sua nova pistola, que apesar da qualidade não ser nada excepcional, ainda seria mais do que o suficiente.

Sua distração lhe rendeu um esbarrão em um sujeito aleatório, e embora sussurrasse algum insulto qualquer, estava bem humorada por conseguir uma arma e alguns cigarros. Guardava-os bem e percebia que o lutador que a perseguia agora estava curvado sobre um homem aparentemente morto, ao lado de um casal esquisito. "Heh, dei sorte pelo visto... isso vai distrair ele." e decidia por deixar o local rapidamente, entretanto notou que algo estava preso em suas roupas.

O conteúdo do papel não lhe dizia muita coisa. Apertava os olhos para tentar descobrir do que se tratava. "Meh, parece uma lista de compras." - o esperado seria que a atiradora jogasse aquilo no chão, desinteressadamente, no entanto sua curiosidade a forçava a examinar um pouco melhor e concluir que não eram pratos estranhos, e sim nomes. Era uma lista, é claro, o que não tornava o conteúdo mais interessante do que antes, no entanto a jovem não se contentava em não compreender exatamente o que era, sua natureza curiosa falava mais alto.

As últimas palavras lidas chamavam sua atenção: "alvo alfa" e em seguida abria um sorriso, satisfeita por desvendar o mistério. "É claro! É uma lista de... procurados, talvez? Se são alvos, talvez possam me render um bom dinheiro, caso alguém esteja pagando por eles." - sentia-se animada com a possibilidade, fazia muito tempo que não juntava uma boa grana, e a oportunidade era perfeita. Embora todos os inconvenientes implícitos nessa busca não passassem de um detalhe para Jasmine.

Olhava em volta ansiosamente tentando decidir seu primeiro passo. Ao que parecia, um assassinato havia acabado de ser cometido e os dois estranhos se retiravam rapidamente, o que automaticamente os tornava suspeitos em potenciais. Sabendo disso, Skylab resolveu seguir o caminho deles, apesar da revolta generalizada dos cidadãos, esperava que isso não a atrapalhasse. Caso os moradores corressem atrás da dupla de assassinos, Jasmine buscaria não perder o ritmo e tentaria trilhar o mesmo trajeto, mas sempre usando espaços ou caminhos menos cheios. De qualquer forma, faria o possível para não perder o grandalhão de vista, o que não seria muito difícil, e o seguiria tentando não ser notada. Esgueiraria-se pelas paredes e afins, até que julgasse conveniente falar com eles.

- Ei! Eu vi o que vocês dois fizeram lá atrás. - abordaria-os sem perder tempo, gesticulando com o dedão por cima do ombro indicando o local do assassinato. - Já quero adiantar que não dou a mínima pro careca lá, e o que vocês fazem é problema de vocês. Eu só quero saber se vocês saberiam me dizer se conhecem alguém dessa lista. - e então estenderia o braço, segurando o papel pela ponta virado para o rosto de quem estivesse mais próximo. Por fim aguardaria por possíveis instruções, para poder procurar por um dos alvos.
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MensagemAssunto: Re: Hajime!   Hajime! - Página 2 EmptySex 09 Dez 2016, 18:17


   






É preferível sujar os sapatos.



Mary Ann mudava a sua posição: Ao invés de se sentar com as pernas cruzadas, ela descruzava as pernas e deixava uma esticada e a outra dobrada por cima da primeira, apoiando o peso do corpo nas mãos que estariam encostadas no chão atrás de seu corpo. Levando uma das mãos até a boca, ela bocejava.

- Idiotas! Vou mostrar-lhes a real força do aprendiz do grande Xin Yang! - Dizia o homem que ela queria como servo.

Aquela pilha careca de músculos correu na direção do outro rapaz, o qual Mary já tinha até esquecido o nome, e derrubou ele contra o chão. Sem reação, o fracote tombou e foi preso. Completamente imobilizado, a vassoura albina chorona não tinha mais nenhuma chance de vitória. Com um olhar que era um misto de tédio e desprezo, a imperadora piscou com frieza para ele.

Mas a frieza em seus olhos cintilou por um momento, quando viu os músculos deixarem de ficar rígidos repentinamente, e o homem tombar sobre a vassoura albina.

Transformando seu olhar em um olhar de curiosidade, como se dissesse ''Hm..'', apenas levemente interessada, ela se levantou e olhou para o lado, vendo um vulto sumir na esquina.

- Eu nunca imaginei que faria isso na minha vida... - Balbuciava o fracote, perturbando a concentração de Mary Ann - MAS EU RAPAREI O CABELO SE ISSO TE DEIXAR FELIZ!

- O certo é repararei, estúpido. - Diria sem nem olhar para o rosto de Erick, continuando a caminhar lentamente na direção do careca que havia acabado de desmaiar. - Ora, ora... - Encararia o dardo com o estranho líquido verde, e o removeria do corpo do seu servo desmaiado, o guardando com cuidado no bolso.

- Ah... Eh... Eu até queria matar esse cara, mas não fui eu não hein! Eu juro... hehe - Continuava balbuciando inutilmente o seu imprestável capacho. Ao mesmo tempo, ela avaliaria o corpo do seu servo desmaiado, e então novamente para a esquina de onde ele teria acabado de vir.

Como uma garota que encara um brinquedo quebrado, ela afiaria seu olhar em um tanto de raiva, olhando mais uma vez para a esquina. Alguém mais observador, talvez, poderia notar no fundo do olhar dela um leve resquício de pena do homem caído no chão. Mas tudo era ocultado pela sua expressão fria de imperadora.

O cotonete gigante aproximava o rosto do dela para falar algo

- Para não sermos ASSASSINADOS acho melhor a gente sair daqui milaide... - Ignorando todas as palavras dele, e sem sequer olhar para o seu rosto, ela colocaria a mão na testa dele e o afastaria lentamente. Um instante após, ele agachava o corpo ao lado dela e pedia para ela subir nele. - Suba, Imperatriz-sama! Esse povo ta ficando muito puto, e eu duvido que eu conseguiria vencer todo mundo!

Novamente sem olhar Erick nos olhos, ela sairia andando na direção da esquina, e diria sem sequer olhar para trás:

- Bem, eles não tem motivos para me machucar. Eu não tenho nada a ver com isso, e era você quem estava brigando com ele, afinal... - Pararia por um instante, batendo os pés com força no chão. Seus dois cachos balançariam para o mesmo lado, conforme ela viraria o rosto lentamente, dando para Erick apenas um meio olhar, sem se virar completamente para trás. - E além disso tudo, eu nunca subiria nas suas costas imundas de perdedor. É preferível ir a pé e sujar meus sapatos.

Se viraria na direção da esquina e correria na direção dela. Precisaria achar aquele vulto.

- Agora, servos. Espanquem esse cotonete imundo. Ele é o culpado por eu perder o careca... - Ela saberia que Erick não era aquele que tinha enviado o dardo envenenado nas costelas do careca. E estaria se referindo ao fato de perder o careca como servo, e não a vida dele. Talvez apenas Erick percebesse aquilo, e o resto dos cidadãos pensassem que ele era um ente querido dela...

Mas tudo o que importaria para ela seria ver Erick apanhando por ter se entrometido e a feito perder um brinquedo.





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MensagemAssunto: Re: Hajime!   Hajime! - Página 2 EmptyDom 11 Dez 2016, 17:01

A confusão nas ruas estava em ebulição; pessoas chamavam pelas autoridades, correndo de um lado para o outro, outras apenas eram curiosas e ficavam observando. Em todos os casos, a atenção total estava sobre a dupla de supostos assassinos e sobre o corpo, com o homem de kimono laranja curvado sobre ele, fazendo suas últimas preces. Erickson berrava no meio da rua, coisas sem sentido ou com pouca importância, que parecia começar a irritar o lutador em luto. Porém, Mary Ann apenas o desprezava, ignorando-o em parte: o verdadeiro assassino é quem realmente lhe chamou a atenção. Ela se dirigiu até o cadáver, e puxou o dardo de suas costas. O guerreiro a encarou com frieza, e uma fúria reprimida. Quando a imperatriz guardou o frasco acoplado em seu bolso, ele estendeu seu braço, as sobrancelhas franzidas de raiva:

Passe o líquido. Agora, assassina.

Mas sua ordem foi simplesmente ignorada por Miss Sundays, o que causou um ódio incontrolável no homem. Uma veia saltou em sua testa, seus punhos se cerraram, e ele começou a andar na direção da dupla tão insolente. Mas Mary Ann e seu fã número um não perderam tempo, e começaram a correr para a esquina. A imperatriz disse algumas palavras, incriminando Erickson, que estava justo atrás dela. Mas suas palavras nada mudaram: lá estavam apenas civis comuns, trabalhadores, além do guerreiro de kimono laranja. Este que começou a correr atrás dos dois.

Jasmine, enquanto isso, concentrava-se na lista que ela havia encontrado; apenas com um certo tempo de análise, ela conseguiu descobrir que era uma lista de abates, de alvos para se eliminar. Uma maneira de se ganhar um bom dinheiro, segundo ela. Sua única dica era a dupla que parecia ter assassinado o aprendiz de Xin Yang, que parecia ser Liun Yang. Sem perder tempo, Skylab correu atrás dos dois, junto com o homem de kimono laranja, que, por sua raiva, nem percebeu a ladra.

Mary Ann e Erickson ficaram mais ou menos um minuto correndo, até chegarem em um beco. Ele era escuro, úmido, com um cheiro forte saindo das lixeiras em volta. Ratos corriam no solo sujo, e uma escada metálica levava até uma porta no segundo andar da casa ao lado. Os dois descansaram lá por um tempo, até serem alcançados por Jasmine primeiro; ela segurava a folha com uma mão, parecendo uma vendedora de jornais, e apresentou o papel para Miss Sundays, lhe fazendo uma pergunta. Mas aquilo parecia ser ignorado pela mulher, e, mesmo se fosse haver uma resposta, o homem de kimono surgiu atrás de Skylab, urrando:

Ladra! Trabalhando com assassinos! Vocês são... escória!

E, com uma força surpreendente, ele agarrou Jasmine pelo quadril e a ergueu no ar, como se fosse uma criança qualquer. Com uma brutalidade incrível, ele a atirou para a parede, e Skylab se chocou com  a superfície com o ombro direito, acabando no chão, ao lado de um bueiro. Os olhos do homem brilhavam de fúria, e ele corria em direção de Mary Ann, preparando um soco...

Mas, novamente, ele tombou. Sua face perdeu a cor, seus músculos relaxaram-se, e ele caiu de cara no solo. Outro dardo, desta vez de outra cor, uma azulada, estava fixado entre as omoplatas do lutador. Foi só neste momento que Erickson pôde ouvir passos leves acima: suspenso no parapeito com suas pernas, de ponta-cabeça, como um morcego. Lá estava o mascarado que esbarrou com Jasmine, o vulto que Miss Sundays havia visto anteriormente. Ele estava armado com uma besta e uma espada curta e curva, com sua máscara steampunk escondendo suas feições.

O assassino se soltou de seu apoio, aterrissando como um gato no solo, praticamente sem fazer barulho algum. Ele andou em direção de Jasmine, que estava no chão, e pegou a lista de suas mãos. O desconhecido pôs o indicador na frente da "boca" , fazendo sinal de silêncio, e se virou para o corpo do lutador. Ele retirou o dardo de suas costas, e, sem olhar para trás, começou a escalar a parede de uma das casas. Suas vestes negras pareciam se camuflar com a escuridão, e pareciam grudar com a superfície. Ele finalmente chegou ao teto, e virou-se para baixo, sacando algo de seu bolso.

Ele deixou cair algo que parecia um pergaminho no beco, para o trio. Se eles o abrissem, poderiam ver esta "carta":

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Você sabe demais.


Venha  nós, ou nós iremos a vocês.



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MensagemAssunto: Re: Hajime!   Hajime! - Página 2 EmptyDom 11 Dez 2016, 21:35


   






Eu estou ficando sem lenços.



O papel flutuava lentamente no ar, rodopiando como se dançasse. Pousou no chão e se arrastou por alguns metros. Mary Ann caminhou através daquela rua imunda e parou diante do papel, se agachando com cuidado para não encostar nenhuma parte da sua roupa no chão, ao se curvar para a frente. Agarrou o papel como se sentisse nojo, segurando ele com o polegar e o indicador. Apertou os olhos para ler a mensagem, deixando o papel bem longe do rosto para não correr o risco de encostar nele, e fez novamente a expressão de desprezo de sempre.

- MWAHAHAHAHAHA! - Ela gargalhou, enquanto mantinha um sorriso afiado e observava o homem sumindo. Pararia por um instante e observaria a imagem residual do homem dependurado de cabeça para baixo. - Virá até mim, não é? Muito bem.. Assim que você chegar, te ensinarei que ser um bom servo significa não sair por aí matando indiscriminadamente...

Se viraria de costas para a imagem residual do homem e se voltaria para o corpo do lutador no chão. Já era o segundo cadáver que ela via naquele dia, o que a deixava um tanto incomodada. Sem ter certeza se estava triste por causa de uma vida perdida, ou pelo fato de ter perdido um servo poderoso em potencial, ela fecharia os olhos do homem com os dedos. Mas, logo após isso, puxaria um lenço das roupas e passaria na mão, jogando o lenço fora.

- Você já deve saber... - Diria ajeitando a coroa na cabeça e caminhando na direção de Jasmine. - ....Mas eu sou Mary Ann Primeira, da Dinastia Sundays. - Estenderia a mão para a outra moça, como se pedisse para que ela beijasse sua mão. Caso a moça não beijasse a mão, ela não guardaria a mão, e olharia para a moça mais uma vez com uma expressão de desafio, como se tivesse certeza de que, até o final daquela conversa, ela faria com que a moça beijasse sua mão.

- Eu tenho um plano de expandir as minhas riquezas, mas, para isso, eu devo primeiro arranjar servos fortes o suficiente para mantê-la. Eu tenho um plano perfeito para isso, e, para pô-la por dentro dele, primeiro você deve me reconhecer.. - Mary Ann havia ouvido o lutador de kimono laranja chamar aquela moça de ladra. Ladras nunca perderiam uma oportunidade de conseguir o dinheiro de uma imperadora, principalmente se ela fosse tão arrogante a ponto de manter a guarda baixa.

Faria um movimento leve com a cabeça para fazer o olhar ficar ainda mais penetrante, embora que não intimidador, apenas uma espécie de ''poker face'', e esperaria que ela beijasse sua mão.

- Sua primeira missão como minha serva é descobrir do que este veneno é feito, seus efeitos, de onde vieram seus ingredientes e arranjar um antídoto. - Diria, entregando o veneno na mão dela. Ela acreditava que uma ladra deveria ter contatos bons o suficiente para descobrir aquilo.

Sem sequer perguntar o nome dela, se viraria de costas para ela e começaria a caminhar.

- Você vem atrás de mim, não é?.. - Apertaria o olhar e encararia o horizonte. - Quando vier, eu vou te mostrar que não se deve ameaçar a imperadora. Até lá, você será inútil contra mim. Mas ainda será um ótimo servo. - Sussurraria baixinho. Olhando para Erickson, ela diria. - Cotonete, você é desprezível. Mas a imagem da podridão dessa rua me faz pensar que tem locais onde eu preferiria até mesmo tocar em você. E, além disso, eu já estou ficando sem lenços. Me acompanhe e tire o lixo do meu caminho por enquanto. Vamos atrás de algum lugar onde eu possa aprender uma coisa ou outra sobre lutas, para escolher os melhores lutadores.... Nós vamos para a área dos três dojôs.

E então, caminharia na direção mostrada pelo mapa como sendo o dojô. Sem sequer olhar para trás.




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MensagemAssunto: Re: Hajime!   Hajime! - Página 2 EmptySeg 12 Dez 2016, 14:29

ERICKSON VAN ERBACH
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Ambidestro, Audição Aguçada, Aceleração.
Pilotagem, Navegação, Luta de Rua.

Ofegante, com ambas as mãos no joelho e com a coluna levemente flexionada para trás, Erickson observava o estranho assassino jogar um papel para eles, antes de sumir na escuridão. O cansaço se misturava à tristeza. "Ela me acha um merda..." Rangeu os dentes, cravando as unhas sobre o tecido da calça que cobria o joelho, os músculos de seus braços enrijeceram por causa da força, um pouco de ar misturado com saliva escapava por entre os dentes como um murmuro abafado. "Eu tenho que provar para ela que eu sou prestativo! Mas como eu vou fazer isso? E se ela for cruel comigo de novo?" Só de imaginar Mary Ann sendo maldosa novamente com ele, o frio tomou conta de seu estômago. Se sentia como um jovem antes de dar o primeiro beijo, ou um pai antes de conhecer o filho recém nascido. A falta de segurança fazia-lhe tremer as pernas.

Ergueu um pouco a cabeça, sentindo o coração batendo de maneira mais moderada e a respiração tornando-se menos intensa. Mary Ann conversava com uma estranha que fazia Erickson lembrar dos vaqueiros de Fogoa. A imperatriz estendia sua mão para ser beijada pela mulher-das-vacas, o que foi um golpe no coração já fragilizado de Erickson. - E-ela nem q-quis me tocar! -  Dessa vez não se conteve, lágrimas escorriam como cachoeiras de seus olhos e uma grossa gota de catarro pendia de sua narina direita. - Estou indo embora... - Anunciaria ao mundo sua decisão. - Até mais, Imperatriz-sama, espero que você consiga alcançar o seu sonho. - Disse baixo, para que ela não escutasse, fungando o nariz e dando um sorriso amarelo na direção de Mary. Seus olhos pareciam que iam estourar de tão roxos que estavam.

Virou-se de costas, os pés começaram uma caminhada dura. Seu amor servil pela herdeira Sundays  faziam com que suas pernas parecessem pesar toneladas, era seu corpo impedindo que ele fosse. "Eu quero ficar aqui!" Seu eu-interior gritava, se sua alma fosse física estaria agora agarrada ao chão, desolada.  "Mas se é o desejo de minha soberana, é o meu dever sumir para sempre para não aborrecê-la!" Agora avançava com um pouco mais de facilidade, com remelas se formando no canto dos olhos por causa das lágrimas acumuladas.

-Cotonete, você é desprezível. Mas a imagem da podridão dessa rua me faz pensar que tem locais onde eu preferiria até mesmo tocar em você. - Quando Mary Ann disse isso, o pescoço de Erickson quase que virou em 180º graus, como se ele estivesse possuído pelo infame demônio Pazuzu. Em seu rosto não havia nenhum  sinal de tristeza, todas as lágrimas havia desaparecido, um sorriso medonho se formaram em sua face, fazendo as bochechas erubescidas empurrarem seus olhos para cima, estes últimos que pareciam brilhar como duas estrelas.

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"ELA ME AMA!" E continuou a ouvir o que ela tinha para dizer. A imperatriz lhe deu a missão de tirar todos os lixos de sua frente. Quando ouviu aquilo, Erickson inflou o peito, transformou a sua feição feliz em um mármore de seriedade e com os braços retos na lateral do corpo disse. - Sim senhora! - Fez um reverência, jogando o seu tronco para frente e praticamente fazendo sua coluna ficar em um angulo reto.

Seguiria então os passos de sua monarca, caminhando cerca de três passos na frente dela. Seu olhar estaria posto no chão na maior parte do tempo. Caso constatasse que Mary Ann estava prestes a encontrar um lixo nos próximos passos de sua caminhada, correria na direção da imundice e puxaria o calcanhar para trás, ergueria o pé do chão e daria um belo de um pontapé no entulho, jogando-o longe. Se ao invés do lixo houvesse uma poça d'água - ou de qualquer líquido - Erickson pararia na frente de Mary Ann, erguendo a mão direita com palma aberta. - Só um instante milaide. - E então com as duas mãos tiraria a regata com um único movimento, mostrando para o mundo os seu peitoral avantajado e então colocaria a roupa por cima da poça, para que assim sua Imperatriz pudesse caminhar sem se ter risco de se molhar.

Estaria tão engajado em provar o seu valor, que esqueceria da existência da mulher-do-gado, sem dizer que estaria sorrindo a todo o momento, porém sem mostrar os dentes. Um sorriso feliz e ingênuo como o de uma criança.

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MensagemAssunto: Re: Hajime!   Hajime! - Página 2 EmptySeg 12 Dez 2016, 17:10

JASMINE SKYLAB
Post: 3
Vício: 3/15

Sim, Jasmine era uma ladra e isso estava longe de ser um motivo de constrangimento. Escória? Talvez algo bem próximo disso, pior ou melhor, quem sabe? Se trabalhava com assassinos, apesar de mentira, era irrelevante e se trouxesse dinheiro, até que seria uma boa ideia. Entretanto, a única indignação que atravessava a atiradora feito uma faca era o fato de ter sido atirada contra a parede, por um golpe que a atingia em cheio sem sequer lhe dar tempo de reagir. Um descuido desses em Cactus Island provavelmente significaria sua morte, e a possibilidade do South Blue a estar amolecendo trespassava seus pensamentos sob um receio frustrante e ameaçador.

A moça buscava se levantar rapidamente, sacando imediatamente sua pistola e apontando para o homem, invicta de que o furaria feito um queijo suíço. Entretanto, antes que pudesse puxar o gatilho, alguém havia sido mais rápido e perfurava o lutador com uma espécie de seringa, o que o derrubava instantaneamente.

"Que droga!" - amaldiçoava o assassino, que impedia que ela pudesse se vingar para recuperar um pouco de seu sutil orgulho. Ela o via escalar as paredes, e como já estava com a arma em mãos, dispararia umas duas vezes contra o homem, irritada e frustrada pelo acontecido. Teria prosseguido com mais alguns tiros que pudessem derrubar o sujeito que lhe roubara seu alvo e sua lista, se não fosse abordada e interrompida por Mary Ann, a mulher de cabelos negros e ar arrogante, que apesar disso chamava atenção pelo seu jeito peculiar.

- Não, eu não sabia. - respondia à apresentação de Sundays, ajeitando desinteressadamente o chapéu e tirando o pó das roupas. - Eu sou... - queria dizer seu nome, e também que isso não fazia menor diferença, que tinha mais o que fazer e afins, mas um gesto extremamente estranho à atiradora lhe prendia atenção pela forma repentina que lhe ocorria: a mulher lhe estendia a mão, cujo movimento deixou Jasmine ligeiramente confusa.

Ela encarava os dedos de Sundays cercada de dúvidas. "Ela quer que eu dance com ela? É isso?" - pensava, lembrando-se de que isso era relativamente comum em tavernas mais "familiares", onde os rapazes tiravam as moças para dançar dessa maneira, entretanto não fazia sentido e o contexto em que estavam pouco parecia adequado. A suposta imperatriz continuava falando, e somente quando mencionou "riquezas" foi que reconquistou a atenção de Skylab.

A outra falava algo sobre servos e afins, mas antes que pudesse protestar Jasmine havia notado algo que lhe causava um enorme interesse imediatado: a coroa. Mal sabia o que pensar, era uma peça única para a ladra, que nunca havia roubado nada parecido. O exemplar era singelo, relativamente pequeno, mas talvez fosse de ouro maciço, e se fosse uma imperatriz de verdade e não somente uma louca com um seguidor tão maluco quanto? Todas essas dúvidas se condensavam em uma curiosidade irrecuperável, somado ainda ao desejo compulsivo de ter aquela coroa em mãos, e talvez vender e arrecadar uma boa quantidade de dinheiro. Ela simplesmente precisava daquilo.

A atiradora guardava com cuidado o veneno, o que parecia um estranho presente com exigências tolas ao seu ver, que nunca seriam cumpridas se dependesse dela. A mão continuava estendida, e Jasmine a segurava por baixo, levando-a um pouco mais próxima de seus olhos. - Já vi cutículas melhores. - esclarecia, soltando-a sem entender ainda as intenções de Mary Ann.

Esta, por fim, dava-lhe as costas e encerrava seu discurso. Permitindo uma abertura para que a ladra pudesse falar.

- Para começar, eu respondo só por mim mesma, e não vou fazer tudo que você diz. Só vou entrar nessa porque temos interesses em comum aqui. - e gesticulava esfregando o polegar com o indicador, simbolizando dinheiro. - Não vou ir atrás pra saber o que é esse negócio azul, só sei que ele faz um bom estrago e pra mim já tá bom. - não era uma má ideia que venenos e afins passasse a ser parte de seu arsenal de luta, mas não queria se submeter às ordens - quase ofensivas - de Mary Ann. Tudo era quase fácil de relevar pelo seu desejo de roubar aquela coroa, e também sentia que aquilo lhe renderia uma boa aventura, tirar algum proveito interessante de Karate Island.

Como sempre, Jasmine seria movida por tudo que mais gostava, embora sob as condições mais peculiares e improváveis. Nunca havia estado no tal três dojôs, e seguiria a dupla de esquisitos com cuidado, mantendo a mão próximo do coldre para poder disparar durante algum ato suspeito.
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MensagemAssunto: Re: Hajime!   Hajime! - Página 2 EmptyQua 14 Dez 2016, 15:53

Com a partida do assassino mascarado, um silêncio pairou por alguns instantes no beco sujo. Eles pareciam pensar: Erickson se entristecia com o desprezo que recebia de sua amada, Jasmine irritava-se com sua vingança estragada, e Mary Ann pensava sobre o que fazer. Finalmente, porém, ela encontrou uma solução; por que ir atrás deles, se seus servos podem muito bem ir até ela? A sua decisão foi feita, e ela prosseguiria sua vida "normalmente", ao aguardo do desconhecido. Era uma questão de tempo, afinal.

Então, a imperatriz começou a falar, ou melhor, a dar ordens a Jasmine. Rude e grossa, talvez por não entender o que ocorria ou o que Miss Sundays queria, Skylab ignorava ou apenas respondia brevemente para algumais: Mary Ann ficou no vácuo ao estender sua mão, e a pistoleira recusou a ordem da nobre. Mas ela decidiu ficar com a dupla, na esperança de faturar o bolão: aquela coroa brilhante e chamativa. Assim, então, o trio deixou o beco, ignorando o cadáver esparramado no solo.

Erickson havia sido encarregado de uma missão sagrada: afastar todo lixo que estivesse perto de sua querida Mary Ann. Skylab estava alguns metros mais atrás da cena, um tanto cômica. Ao ver Miss Sundays chegando perto de alguma sujeira, o homem chegava correndo para dar um chute no objeto; porém, por várias vezes, o golpe bruto apenas espirrava chorume nas roupas de Mary Ann, e, isso ocorreu tantas vezes, que tanto ela como Von Erbach estavam ensopados com o líquido fedorento.

Finalmente, eles chegaram no dojo, um lugar bem mais sereno que a cidade grande. Ao entrarem, o odor de lixo invadiu a sala inteira, porém, por respeito, o dono da área de treinamento apenas ignorou aquilo, com uma certa dificuldade, quase ficando verde. Ele se aproximou deles, segurando a respiração, e sua voz mais aguda que o normal por tampar seu nariz, e começou a falar:

Ah, bom... bom-dia, jovens gafanhotos. Sou Raiki, o dono desse dojo aqui. Imagino que vocês estejam interessados em aprender um pouco sobre Taekwondo? Ou só fortalecer seus corpos? Só peço que... bem, vocês tomem um banho rápido antes disso. Procedimento formal, sabe.

O local era amplo, em altura: bem iluminado, envolto de vidro, podia se ter uma boa vista de toda a ilha, desde o deserto à floresta, às montanhas e a neve. Uma dezena de lutadores estavam lá, praticando com bonecos, no ar, ou com outros alunos. Estavam todos de kimono, e eram disciplinados como nunca havia se visto. O tapete azul cobria todo o solo, com manchas de sangue seco, de suor, e cicatrizes de todas as lutas e treinamentos que já haviam ocorrido. Raiki estava com um sorriso bondoso e bem-feitor no rosto, e começou a se aproximar de Mary Ann:

Também peço que você deixe as joalherias de lado...

Suas mãos se aproximavam da coroa de Miss Sundays, para guardar o objeto durante o treinamento.

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MensagemAssunto: Re: Hajime!   Hajime! - Página 2 EmptySex 06 Jan 2017, 14:34

~ Cancela a aventura para mim e para o Wolfgang.

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