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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 2º Capitulo: A Eclosão das Calamidades!

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Skÿller
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Skÿller

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MensagemAssunto: 2º Capitulo: A Eclosão das Calamidades!   2º Capitulo: A Eclosão das Calamidades! - Página 5 EmptySeg 18 Jul 2016, 19:54

Relembrando a primeira mensagem :

2º Capitulo: A Eclosão das Calamidades!

Aqui ocorrerá a aventura dos Piratas Bell Farest  e Masimos Titã Howker. A qual não possui narrador definido.


____________________________________________________

~Fala~
~Pensamento~

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Sabe por que caímos?
Para aprendermos a levantar.
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AutorMensagem
Far
Pirata
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MensagemAssunto: Re: 2º Capitulo: A Eclosão das Calamidades!   2º Capitulo: A Eclosão das Calamidades! - Página 5 EmptyQui 18 Ago 2016, 02:48

Doubts

A vitória era iminente, já havia chegado até aqui e não estava nem um pouco disposto a morrer pela mão de simples soldados, e assim aproveitava para descontar minha raiva em seus corpos, dilacerando e fazendo sangrar tudo que se opôs as minhas intenções.
No final de tudo me pegava rindo com a desgraça alheia, me contentando com a morte desses malditos boinas brancas, mas por outro lado também era hora de revelações, pois o garotinho que havia me abordado antes dessa confusão toda começar, agora se mostrava digno de ao menos algum respeito. Apesar de ter se recusado a fazer o serviço de forma fria assim como decidi me comportar, sua forma de lidar com os inimigos também era efetiva, e por mais ignorante que ele estivesse sendo, ainda assim se mostrava forte chamando minha atenção, para quem sabe um novo aliado. Nesse cenário Massimos aparecia repentinamente me questionando algo que ainda não possuía plena certeza, mas ainda assim não hesitaria em respondê-lo sinceramente.

- Ainda não sei. - Diria movendo minha face em direção ao tritão, enquanto passava a observar suas atitudes. - Massimos, pode soltá-lo... - Apenas lhe alertaria assim que o visse levantando o garoto, ainda via potencial nele e decidia por poupa-lo, ao menos até saber o seu lado na história.

Por outro lado o seu parceiro velhote não me interessava de forma alguma, mesmo após o homem ter dado conta do tal sargento, pois tudo que via em minha frente era alguém que roubou a presa do predador, e talvez por isso minha atenção era redobrada com esse indivíduo. Desse modo, assim que houvesse deixado claro minha opinião sobre Shira, deixaria que Massimos decidisse como lidar com a situação, e portanto me colocaria em caminhada até o parceiro do jovem. Se por um acaso o tritão não seguisse meu concelho e decidisse prosseguir com os questionamentos, assim que visse o velhote recarregar sua arma aumentaria a velocidade dos meus passos, para me aproximar dele o mais rápido possível e com um bom chute de direita tentar desarmá-lo. Por outro lado, se esse não fosse o caso apenas me aproximaria vagarosamente do mesmo, e assim que lhe alcançasse colocaria minha espada ao lado de sua garganta.

- Quem são vocês e porque estavam nos chamando? - Indagaria descontente, afinal de contas o sujeito não havia se pronunciado em momento algum. - Hmm... Você acabou de roubar o meu alvo, me de um bom motivo para não matá-lo aqui e agora. - Ameaçaria o homem de meia-idade, mantendo meu semblante sério independente da reação dele.

Provavelmente tudo que estava fazendo era apenas desprezo por alguém que me privou dos objetivos, eram poucos que haviam o feito e ainda permaneciam com vida, em minhas contas apenas Masimos estava nessa lista, por sinal uma das únicas personalidades pela qual aprendi a entender. Porém aquele homem não estava nem perto de entrar para essa lista, ao menos não sem me convencer antes, o que não seria uma tarefa fácil visto que aqueles marinheiros estavam me perturbando desde de manhã cedo, e nem sequer tive tempo para comer. Porém por via das dúvidas lhe dava uma chance de se explicar, e quem sabe mudar minha ideia com suas palavras, até porque não havia ouvido nada sobre seus ideias e desejos, quem sabe até correspondessem com os meus. De qualquer forma, permaneceria com minha lâmina apontada contra o indivíduo com o pensamento de que ele não me serviria de nada, não até que me provassem o contrário.

- Ahh... Eu preciso de comida! Mas esse aqui parece que não quer cooperar... - Diria para Massimos assim que o mesmo falasse algo sobre a hospedaria, também desejava o dinheiro que ele havia oferecido, mas comida parecia ser mais importante no momento, pensando bem, essa seria a primeira refeição desde que chegamos na ilha. - Ei garoto, traduz aqui. - Me referia a Shira, desejava que ele facilitasse as coisas, pois desse jeito não podia ter uma conversa razoável de forma alguma.

Mesmo assim não estava muito esperançoso com a situação, nesse momento parava alguns segundos para observar o corpo do comandante jogado no solo, uma bela visão se me permite dizer, nada me deixava mais satisfeito do que cortar vê-los cair um a um. Isso chegava até a me lembrar de quando deixei a ilha do clã Farest, aquele povo não me entendia e nunca entenderão, o comandante era só mais um lunático que queria comandar a todos, não deve fazer falta nem mesmo para a sua família, se bem que... Eu também sou dela. Virava minha cabeça um pouco confuso com os pensamentos, mas logo colocava-me no lugar certo e sabia que havia feito a escolha certa em sair daquele fim de mundo, agora estava livre para seguir meus passos. Ninguém mais me diria o que fazer, algo que também me fazia lembrar e preocupar-me um pouco com o garoto, pois já havíamos começado com o pé esquerdo, e tudo que me motivava a poupa-lo foi sua confiança e determinação, a qual cheguei a admirar por alguns momentos.
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Kekzy
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MensagemAssunto: Re: 2º Capitulo: A Eclosão das Calamidades!   2º Capitulo: A Eclosão das Calamidades! - Página 5 EmptySex 19 Ago 2016, 16:59

Página 4 ⁞ Post 07 ⁞ Status: Normal


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Uma truta colossal

A luta se agravava, assim como a torrente de água que caia em cima dos combatentes.

Yarin se via arrodeado por sete inimigos, todos da marinha. Apesar da tormenta, o violinista ainda conseguia observar os seus alvos, mentalizando algumas características suas para usar ao seu favor.

Com três marinheiros na sua frente, sendo eles dois espadachins e um lutador, a segunda personalidade do artista se preparava para agir, não seria um bando de soldados miseráveis que conseguiriam detê-lo.

Disparos se fizeram ouvir em meio a tempestade, dando a oportunidade para avançar impetuosamente contra seus oponentes.

Aproveitando a brecha, Yarin investiu com voracidade, surprendendo seus adversários. Quem ousaria entrar em uma luta em tamanha desvantagem? Nas suas visões, provavelmente ele tinha buscado a morte, mas para seus infortúnios, ele estava mais insano do que nunca. Nunca precisara defender Shira de tal forma como agora.

Em resposta aos golpes direcionados a si, Yarin desviou com uma cambalhota, continuando o movimento de forma a avançar contra os marinheiros. Subitamente, ele projetou suas pernas contra os rostos dos mesmo, desferindo um potente golpe certeiro, deixando-os inconscientes.

Eles não eram dignos de seu esforço. No entanto, um dos soldados lhe passou despercebido, indo ardilosamente de encontro ao Lâmina Demoníaca, seu atual aliado. Reagindo rapidamente, Yarin foi ao seu encontro, jogando seu corpo sobre o mesmo e impedindo o golpe de acertar o procurado. Por irônia do destino, o marinheiro acabou matando um de seus aliados.

Os demais oponentes viam suas forças de vontade serem abaladas, desistindo da luta. Que chance teriam contra tão formidáveis calamidades?

Com o seu dever feito, Yarin voltava para o cárcere da consciência de seu hospedeiro.

***

Marinheiros caídos me rodeavam, de baixo de uma tempestada congelante. Ao meu lado, um homem estranho de olhos negros e expressão sombria. Senti um leve arrepio, o que está acontecendo?

Apesar de tudo, não me sinto nem um pouco mal, mas leve como uma pena. Essa sensação insólita, de onde ela vem? Não pode ser esse homem, pode?

Levantaria as sobrancelhas em uma expressão dúbia para o estranho:

— Quem é você? — olharia ao redor.

Começaria a perceber o que estava acontecendo, seria impossível não dizer que estava no meio de um campo de batalha. Mas por que não lembrava de nada?

— Eu que fiz isso? — apontaria para os marinheiros no chão, surpreso, mas sem pena. Ainda me lembro muito bem de como eles trataram Nero! Afinal, eles tiveram o que mereceram.

Olharia o homem morto no chão. Talvez houvesse passado dos limites, puni-los era o meu direito, mas tirar a vida de um dos seus já era demais para mim. Encararia-o triste, caindo na realidade, havia sido responsável pela morte de um humano, dessa vez, diretamente.

Não podia trazê-lo de volta, então só me restava o sentimento abalar-me. Morderia os lábios, nervoso. Como havia chegado a esse ponto? No que havia me transformado? Em um assassino?!

Perceberia o marinheiro de joelhos próximo ao seu aliado, botaria a mão em sua cabeça, levemente, não para machucar.

— Perdão... — falaria baixo para ele, em um tom de arrependimento, pois realmente estava.

Engoliria em seco, em seco pois não haviam mais palavras que eu pudesse falar. E no fim das contas, ele não me ouviria, devia estar borbulhando de ódio.

— O amanhecer é sempre melhor — tentaria encoraja-lo, de qualquer forma, inimigo ou não. Foram as únicas palavras que eu pude encontrar, mas sabia que elas não preencheriam uma perda.

Voltando aos meus interesses, apesar de tudo, estava ciente que a vida de meu companheiro corria perigo. Buscaria por ele com os olhos, Nero devia estar próximo. Tinha que me tornar forte para nunca passar por isso. A morte é mais impactante quando vivenciada, com certeza.

Enquanto buscava enxergar algo através da grande chuva, uma sombra gigante surgia. Um tritão imenso carregava dois corpos de marinheiros, como se fossem bonecos.

Olharia pasmo para ele, com os olhos arregalados. Um tritão?! AQUI?!

Não podia deixar de me sentir acuado, e agora? O que eu faria? Não conseguiria lidar com uma criatura dessa, nem com a ajuda de Nero!

Olharia impressionado para ele, obviamente não estava do lado dos marinheiros, mas não significava que estivesse do meu.

Ele se dirigia ao estranho ao meu lado.

— Es-essa coisa... É seu amigo? — olharia pro estranho ao meu lado, incrédulo. Quem seriam essas pessoas?

Poderiam ser... o tal Lâmina Demoníaca e o Emissário da Morte?

Caso ele se aproximasse, recuaria alguns passos. Nunca havia visto um tritão antes, como poderia confiar em tal criatura?!

— N-não fode — olharia-o, ainda pasmo. De onde algo tão horrendo podia ter saído?!








Off:
 







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Teo
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MensagemAssunto: Re: 2º Capitulo: A Eclosão das Calamidades!   2º Capitulo: A Eclosão das Calamidades! - Página 5 EmptySab 20 Ago 2016, 23:45

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A luta finalmente havia acabado, cada um dos vencedores tinha pensamentos diferentes sobre ela. Nero, pensava sobre sua crença e como derrotou seu inimigo, talvez com a ajuda de Deus, talvez pela sorte, ou talvez pela própria habilidade. Ele fazia suas conclusões enquanto analisava o campo de batalha. Diga o que quiser, mas Nero era um pensador filósofo, se espalhasse seus pensamentos com o resto do mundo, talvez fosse popularizado; Shira, que antes era “Yarin” acordava de um transe e por um momento, ele não tinha certeza do que realmente estava acontecendo, até se dar conta da quantidade de corpos feridos no chão, alguns mortos, outros desacordados, outros feridos e incapacitados, e um caso em específico que parecia ter perdido a alma. O garoto estava incrédulo do que tinha feito, porém, ele ia até o seu oponente e fazia um pedido de desculpas. O Homem estava em lágrimas, o que não podia ser percebido se não fossem seus olhos vermelhos. O homem não falava nada, ele apenas olhava novamente para o seu aliado/vítima, e desabava aos prantos novamente, ele dessa vez soluçava. A situação parecia ter deixado o homem mais triste do que estava antes.

Já por outro lado, a situação estava feliz para alguém. Já que Bell estava bem feliz rindo da morte. Talvez não, mas se Masimos visse isso, talvez não ficasse muito feliz com Bell. Falando no diabo. Ele aparecia, e após perguntar para o seu ofegante parceiro se ele necessitava de ajuda, o Tritão conclui que não. Ele se aproxima do seu companheiro, e questiona a fidelidade das duas figuras que estavam de pé. E após fazer isso, o pirata se aproxima do mais próximo a ele, que era Shira, e o agarra pelo pescoço, suspendendo o garoto.

Masimos não apertava intensamente, por isso, a agonia do garoto não era tão intensa. Shira estava apenas impressionado com o bicho. Já com Nero a história era diferente. O velho não era muito de ter paciência, não com a cena que via. Ele atira duas vezes, dois tiros, um em cada perna do Tritão. Elas eclodiam com sua pele, abriam um buraco, mas... paravam ali. Não sabia se era a pele ultra resistente de Masimos, ou se ele era simplesmente muito forte, mas as balas não funcionavam. Apesar disso, gotículas de sangue caiam dos buracos feitos pelos tiros. E apesar disso, o tritão apenas sentia a penetrar do metal, não interrompendo sua “investida”. A trama só acabava quando Bell pede para o companheiro soltar o garoto, que cai de uma altura de cerca de três metros, o garoto cai de costas. Então Nero seguia para próximo ao mesmo, enquanto Masimos e Bell tinham uma conversa sobre o hotel e o seu proprietário. Eles planejavam o próximo passo. Quando Nero chega para tentar falar com Shira, é interrompido por Bell, que aponta uma espada para a garganta do velho, e pergunta suas identidades e o motivo de terem chamado a si e Masimos.

Nero não conseguiria falar com Shira, pois o mesmo estava no chão, e o homem estava sem voz. Mas se tentasse falar, ele perceberia que havia uma melhora gradual na sua voz. Era como se houvessem duas camadas, 50% Rouca e 50%, e parece que como resposta disso, o homem sentia um leve gosto de whisky na boca, sua boca pedindo por um pouco da bebida que o velho artista tinha um relacionamento um tanto complicado. Mesmo com a melhora, Nero não era o melhor apaziguador no momento, e Shira estava no chão. Talvez vendo a dificuldade de Nero, Bell chama Shira e pede para que ele “traduzisse” ou melhor, ajudasse na comunicação.

A chuva estava parando, e era como se a mesma respondesse a junção dos quatro homens. Agora, havia apenas uma garoa, e um vento muito forte soprando através dos pingos. Parecia que a mãe natureza respondia a junção daqueles homens. Que juntos, pareciam o início de uma grande calamidade.



Marciano:
 

Far:
 

Buggy:
 

Kekzy:
 

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Dialogo:
 
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Buggy
Coringa
Coringa
Buggy

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MensagemAssunto: Re: 2º Capitulo: A Eclosão das Calamidades!   2º Capitulo: A Eclosão das Calamidades! - Página 5 EmptySeg 22 Ago 2016, 19:23


Post: Where: Ilusia Kingdom Wheater: Time:

Conflito




Que audácia! Este Lâmina Demoníaca realmente tem que ter muita petulância e arrogância para me tratar de uma maneira tão desafiadora! Ora, ele se acha mesmo um ser superior, não é? Com todo esse orgulho e confiança, ele não deve se assustar se um dia for esfaqueado nas costas, ou até mesmo bem defronte a sua cara. E eu, pessoalmente, faço questão de eu brandir a lâmina que fará o trato; um safado desses, com essa maneira ignorante e idiótica de conversar com alguém, está começando a me dar nos nervos, e não merece nada de bom! Entre ele e o sargento Yagami, não estou vendo muita diferença! Bem, na verdade, o marinheiro pelo menos estava apenas fazendo seu trabalho. Agora esse pirata, parece que ele só quer me irritar mesmo. E acho que esse maldito conseguiu.

A lâmina roçando em meu pescoço, minhas sobrancelhas se franzem, meus dentes rangem e meus punhos se cerram. Uma raiva indescritível é nutrida por mim com esse moleque desrespeitoso, mas não é só isso. Eu também tenho que admitir que sinto medo. Um pouquinho, quase nada, mas mesmo assim há um pouco de temor. Afinal, é uma espada na minha garganta! Nem mesmo Deus em conjunto com o Destino me salvaria disso. Não demonstrando, uma pitada de pânico tinha seu espaço em minha mente. Terei que ser bem cuidadoso aqui, mesmo sem falar, terei que conseguir manipular essas duas pobres mentes simplórias a minha frente. Bem, não deverá ser muito difícil; só tenho que usar os gestos e linguagem corporal ao meu favor.

Primeiro, eu tenho que me mostrar como alguém indefeso, que não represente nenhuma ameaça. Logicamente, eu guardaria minha pistola no coldre, e, com minhas mãos agora livres, eu apertaria a lâmina do garoto e a empurraria para longe de meu pescoço, lentamente, sem nenhum movimento brusco. Enquanto fizesse isso, fitaria fixamente no olho do pirata, erguendo minhas sobrancelhas em surpresa. Porém, caso ele quisesse me atacar mesmo assim, tendo a audácia e petulância para isso, eu pularia para trás e, sacando minha arma, eu atiraria três vezes sobre ele, tentando manter a distância. Malditos punks.

Porém, se tudo se passasse de acordo com o planejado, eu me sentaria, as pernas cruzadas, a cabeça baixa, o corpo bem relaxado. Um sorriso resplandecente estampado em meu rosto, eu pegaria minha garrafa de whisky e tomaria um gole generoso do precioso líquido, deixando ele escorrer na parede de minha laringe, um gosto tão familiar, que, neste momento louco, nesta maldita espelunca de ilha, me lembra os tempos seguros e tranquilos do circo. Não, não posso pensar nisso! Larguei aquela vida, e o passado está no passado! Tenho que ficar ancorado no presente! Maldita idade, está mexendo com minha mente...

Devidamente acomodado, as gotas da chuva irritantíssima escorrendo pela minha pele, molhando toda minha elegante roupa, eu teria que conquistar a confiança deles. Geralmente se faz isso de duas maneiras: com presentes ou favores. Eu realmente não quero fazer nenhum favor para esses dois palhaços, que tão pretensiosamente se comportam. Eles me irritaram quase tanto quanto o sargento Yagami, me ameaçando tão levianamente. Ah, pobres almas. Me restou então usar presentes: algemas, um saco, uma pena... nada disso seria interessante para a dupla. A menos que... não, não, eu não posso fazer isso. Seria antiético e desumano! Não, não... Não posso oferecer meu whisky para esses ignorantes! Ah, droga, droga! É o único jeito, e assim será. Maldição, nada parece dar certo!

Com um pesar reprimido, meu sorriso ainda vivo em minha face, eu ofereceria o álcool para o moleque, estendendo meu braço, convidando-o a tomar um pouco. Se ele aceitasse, minha alma se contorceria enquanto visse a bebida descendo goela abaixo; mas, se ele recusasse, eu guardaria meu whisky novamente, aliviado e alegre. Pelo menos, agora eles acham que estou do lado deles, o que é mais que o necessário. Se eu quiser que eles me seguissem, eu teria que deixa-los satisfeitos comigo.

Agora, pelo menos o tritão me parece sensato. Maldito, nem tiros parecem machuca-lo, e ele deve estar irritadíssimo comigo a esse ponto, mas mesmo assim não quer vingança. Pelo jeito ele me perdoou apenas por que eu ajudei seu amigo a lutar contra os marinheiros. Há, que alma ingênua! Pois bem, vou acatar sua decisão por enquanto, e, futuramente, arranjar alguma vantagem de sua inocência. O primeiro erro de qualquer um é se tornar meu aliado antes de ser meu amigo.

Antes de tudo, porém, tenho que mostrar meu estado; é preferível que eles não achem que estou agindo de má fé, ou sou arrogante demais para conversar com eles. Assim sendo, eu apontaria para minha própria garganta, fazendo um sinal de X, enquanto moveria meus lábios lenta e claramente, formando as palavras:

Sem voz.

Espero que o moleque não seja estúpido ao ponto de não entender esta mensagem, e, caso ele compreendesse, eu apontaria para meu aliado, Shira, sinalizando ao Lâmina Demoníaca assim para que as perguntas fossem direcionadas ao meu sócio. Porém, se ele ainda fosse idiota o suficiente para não entender nada, eu repetiria o movimento, cada vez mais lento, como se eu estivesse falando com uma criança com dificuldades especiais.

Sem nenhuma atenção sobre mim, finalmente, eu me ergueria penosamente, e ajeitaria meu chapéu. O vento está forte, mas isso pouco importa para mim agora; a adrenalina ainda está correndo loucamente pelas minhas veias, aquecendo cada centímetro de meu corpo. Minhas roupas balançadas pelas rajadas de ar, eu me dirigiria até o corpo de algum soldado que não estivesse morto; com meu dedo indicador, eu procuraria a batida do coração de cada corpo desanimado, e, quando encontrasse algum marinheiro vivo, eu usaria as algemas para prender suas mãos e começaria a arrastar ele para perto de Shira. Eu tenho um plano com esse soldado, algo para eu me vingar da horrenda recepção desta ilha, que é ainda pior. Os piratas me ajudando ou não, eu terei minha vingança, de um jeito ou de outro!

Porém, eles são aliados realmente valiosos. Se eles deixassem o local, provavelmente par aquela tal hospedaria que o brutamontes mencionou, eu os seguiria, arrastando o corpo do marinheiro. Pode até ser nada discreto, mas o tritão do tamanho de um prédio é ainda pior, ainda mais se ele tem um cartaz de procurado.







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Última edição por GM.Buggy em Ter 23 Ago 2016, 18:00, editado 1 vez(es)
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Marciano
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MensagemAssunto: Re: 2º Capitulo: A Eclosão das Calamidades!   2º Capitulo: A Eclosão das Calamidades! - Página 5 EmptySeg 22 Ago 2016, 22:43

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~ Único modo razoável de se viver neste mundo é sem Regras ~

A situação parecia extremamente delicada, pois o tritão estava agarrando o jovem de cabelos brancos enquanto o homem de meia idade, parecia ficar revoltado com a ação do tritão, mas convenhamos, qualquer um que estivesse lutando a manhã inteira, sem ter comido nada, não teria desconfiado daqueles homens e ainda agoniado pela fome? Pois é! Até mesmo um ser tão sublime como Masimos possuía fome e ficava fadigado.

Aquele sujeito de aparência peculiar, algo meio irônico vindo do tritão, mas o velhote parecia ser tipo um gangster do faroeste, mas enfim! O homem parecia ser um atirador e ao ver a ação do pirata erguer o garoto, sacou suas pistolas e atirou nas pernas do homem peixe. Masimos estava encarando o garoto de madeixas brancas e acabou não prestando atenção naquele homem, talvez por ter deixado Bell cuidar dele ou quem sabe a fome tivesse distraído o tritão, todavia o que ocorria era dois tiros um em cada perna, porém totalmente anulados graças a vantagem e a resistência anormal do Titã.

O espadachim tatuado parecia interrogar os meliantes, porém nada falavam, Howker analisava a situação e tentava manter sua calma. “Tsc... que audácia me atacar pelas costas! Talvez eu o mate?!” Titã pensaria sobre o ataque inesperado do velhote, porém Titã raciocinava que, seria inútil mata-lo, seria irrelevante matar ambos aqueles humanos, pois se fossem marinheiros, tentariam dialogar de maneira sensata e eficaz. Masimos havia percebido que o homem de meia idade apenas havia atacado pela sua ação bruta ao pegar o garoto pelo pescoço, algo meio obvio entre amigos, um proteger o outro. Poderiam ser marines disfarçados, mas realmente aguentaria ver aliados morrerem sem reagir? Não, com certeza teriam ajudado seus aliados e o tritão entendia e resumia a situação ao interpretar os pequenos sinais dados no cenário. Fora que, Bell talvez não tivesse matados todos sozinhos e provavelmente havia recebido a ajuda e com as falas do espadachim, o tritão mais uma vez entendia que o seu aliado havia sido ajudado.

Aquela ousadia em atirar contra o tritão com certeza não poderia ser esquecida, Masimos aproximou-se do sujeito de meia idade, encarou nos olhos e proferiria. – Quanta audácia! Se não tivesse ajudado meu aliado, seu cadáver estaria junto com aqueles homens da marinha! Acredito que é seu dia de sorte, deixarei dessa vez passar! Terminaria de falar ao fintar freneticamente nos olhos daquele atirador. Howker aproximaria do garoto de cabelos brancos e pegaria pelo seu ombro colocando de pé, enquanto dialogaria. – Parece que você ajudou a fazer essa chacina! Me chamo: Masimos Howker... sou o apostolo da deusa da morte! Terminaria de falar ao mostrar que não era um monstro irracional, sabia muito bem falar e pensar, poderia dizer que Titã era muito inteligente para sua raça e perto de muitos humanos. O tritão não estava tentando mostrar bondade ou caridade, apenas respeito pelos atos dos homens ao enfrentar a marinha e ajudar seu companheiro, até mesmo o insano tritão sabia como expressar respeito perante aqueles que possuíam força de vontade! Masimos respeitava homens que possuíam uma grande força de vontade do que apenas poder físico.

A barriga do tritão por um momento roncou como um leão rugindo na selva, a expressão facial era de irritação, logicamente! Pois havia feito grande esforço físico, batalhes e batalhas drenavam as energias do tritão, o que lhe mantinha de pé era sua fé, porém seu corpo precisaria de nutrientes ainda mais para um ser tão grande como ele. – Bell vamos, estou com fome e aborrecido com aquele traidor! Provavelmente deve haver comida na hospedaria... irei esfolar aquele maldito! Terminaria de mostrar ao serrar seu punho e mostrar fúria diante a todos. Geralmente a raiva de Masimos é contida e domável, porém a fome fazia certos sentimentos aumentarem. Na hipótese do pirata espadachim aliado concordar com a ida até a hospedaria, Masimos seguiria pelo caminho antes feito até chegar no estabelecimento.

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MensagemAssunto: Re: 2º Capitulo: A Eclosão das Calamidades!   2º Capitulo: A Eclosão das Calamidades! - Página 5 EmptyTer 23 Ago 2016, 19:43

Página 05⁞ Post 08 ⁞ Status: Normal


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Pazes?

A luta contra a marinha se dava como acabada. De alguma forma, consegui acabar com os meus inimigos, teria haver com aquela sensação estranha de outrora? Quanto ao Nero, ele parecia ter se virado contra aquele Sargento, ele teve a sua desejada vingança!

O homem dos olhos negros se mantinha sereno diante do grande tritão. Assim, deduzi que eles eram conhecidos, ou aliados, de uma forma ou de outra.

Eu temia aquele tritão, já havia escutado rumores de que eles teriam dez vezes a força de um homem comum, e sendo assim, o que eu poderia fazer contra aquela criatura horrenda?

De repente, no meio dos meus devaneios, sinto uma mão grande e grossa tocar o meu pescoço, e em um piscar de olhos eu estava suspenso no ar. Que força! Como poderia competir contra isso?!

— Tire suas mãos de mim, peixe nojento! — tentaria forçar seus dedos a cederem, de outra forma seria sufocado. Daria chutes no ar, provavelmente em vão, no desespero.

Já havia saído de um choque, essa não era a melhor situação que eu podia me encontrar. Precisava me acalmar, se não podia ganhar fisicamente, iria ganhar mentalmente. Ou, pelo menos, mostrar que eu não era um inimigo. Pararia de relutar.

Respiraria fundo, recuperando o fôlego e a lucidez. Observaria o braço ao qual ele estava me segurando, haviam grandes chances de ser o seu predominante; sentiria a textura de sua pele e suas propriedades.

Ergueria o braço para o lado, despretensiosamente, se ele olhasse, saberia que seus olhos tinham o costume de acompanhar todos os movimentos em sua visão periférica, se não, saberia que ela é falha.

Meu coração disparou junto com o som dos dois tiros consecutivos. Nero?! Tarde demais, agora ele havia irritado o monstro, e quem estava em suas mãos? Eu!

O mais impressionante foi ver o quanto aquilo pouco significava para o tritão. Cheguei a pensar que a bala não havia o atingido, mas essa não era a verdade. A verdade era assustadora! Nem um projétil podia penetrar aquela couraça?

Senti a minha garganta livre, e caí diretamente no chão, de costas. Soltei um grunhido. Infeliz, se não fosse esse físico anormal...

Agora, eu sabia que os dois não eram apenas aliados, mas eram como eu e Nero. Assistindo o tritão me subjulgar, o velhote tentou algo, acabando com uma espada apontada para a sua garganta. Esses dois não sabem quando parar!

— Abaixe essa arma, não somos inimigos — olharia carrancudo para os dois piratas, principalmente para o tritão. Ele podia ser forte, mas não abaixaria a minha cabeça.

O espadachim me chamou para traduzir as palavras de Nero, a sua garganta ainda estava afetada pelo golpe do Sargento Yagami. Devo admitir, aquele foi um belo golpe, mas a melancolia do meu companheiro já estava me fazendo falta.

— Meu nome é Shira, o nome dele é Nero, somos um pouco mais que artistas que mexeram com as pessoas erradas em uma outra ilha e agora vieram parar aqui — apontaria para o meu companheiro, respondendo a pergunta — Atualmente a sua voz está bem debilitada, como pode ver, por um golpe esquisito daquele Sargento.

Eu entendia o posicionamente dos dois, estavam sendo ambos procurados pela marinha, é claro que estariam desconfiados de qualquer um. Soltaria um suspiro pesado.

— Bem, afinal, vocês acabaram nos ajudando. E nós a vocês, de outra forma — iria para o lado de Nero.

O espadachim, vulgo Lâmina Demoníaca, nos questionava. Eu lembrava disso, dos meus últimos pensamentos. Em seu lugar, eu faria o mesmo.

— O Sargento havia citado vocês anteriormente, só estava tentando desviar a atenção deles. Ocasionalmente, você apareceu na minha frente e...o resto eu não me lembro bem, uma grande coincidência — daria um sorriso amistoso.

Se havia alguém que podia apaziguar a situação, era eu, os outros três não pareciam ter a sua cabeça no lugar certo. Tanto que o espadachim já soltava uma ameaça, esses homens só conseguem pensar nisso?! De qualquer forma, eu não demonstraria submissão, mas também não seria arrogante, seria sensato.


— Não somos tão fáceis de derrubar assim — abriria um sorriso confiante, depois começaria a rir amigavelmente, afagando os cabelos.

— Mas essa luta me deixou cansado e com fome, acabamos de chegar de viagem, não foi uma recepção legal. Nero tem whisky, ele não tem problemas em dividir umas doses, não é? — daria um chutezinho de leve nele, para o velho se tocar. Pro inferno que ele abriria mão do seu whisky, mas só essa vez, eu tinha esperanças — Eu não posso trazer de volta o seu alvo, já que meu amigo o matou sozinho — enfatizaria o sozinho, um pouco — Esse que gosta bastante de sua voz e de sua garganta inteira, e que pode nos pagar um bom banquete. Às vezes é bom resolver as coisas que nem pessoas civilizadas, sabe? — faria a oferta.

Desde que conhecia Nero, ele era uma bolsa de dinheiro. De onde ele tirava tantos recursos?






















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MensagemAssunto: Re: 2º Capitulo: A Eclosão das Calamidades!   2º Capitulo: A Eclosão das Calamidades! - Página 5 EmptyTer 23 Ago 2016, 21:01

No more fight
A luta havia acabado e tudo corria bem, ao menos até um dos sujeitos disparar dois projeteis contra Masimos, isso não me agradava em nada, e logo parti para cima do homem pronto para fazer o que devia ter feito desde o começo, interroga-lo demonstrando quem estava no controle da situação. Apesar da expressão que o velho fazia eu ainda podia sentir que ele não poderia simplesmente ignorar uma lâmina em seu pescoço, além do mais o safado nem sequer pronunciou uma palavra durante toda a luta, talvez estivesse só brincando com a minha cara, e agora era hora de descobrir isso de uma vez por todas. Aparentemente Masimos já havia se entendido com o rapaz de cabelos brancos o qual fora a razão do meu interesse nesse grupo, e assim deixaria que o mesmo se aproximasse para esclarecer minhas dúvidas, podendo julgar apropriado ou não suas respostas. A principio não abaixaria minha arma mesmo após o pedido do garoto, precisava me manter cauteloso, afinal de contas foi assim que sobrevivi todos esses anos.

- Prossiga, não tenho tempo para besteiras. - Diria mantendo a minha lâmina firme, e apenas aliviando um pouco para que o velhote pudesse se sentar.

Segundo as palavras do jovem, os dois eram apenas artistas que chegaram a essa ilha com alguns problemas, isso não me agradava muito pois pensava que Shira pudesse ser mais interessante de alguma forma, mas não era tempo para julgar essa decisão. Descobria que a voz de Nero estava debilitada devido ao sargento Yagami, e provavelmente essa foi uma das razões para que roubasse meu alvo, isso justificava um pouco a situação, mas não diminuía por completo minha raiva e desapontamento. Talvez estivesse sendo um pouco irracional naquele momento, e pensando um pouco melhor até entendia suas intenções, o homem chegava até a me oferecer um pouco de whisky, mas me manteria firme e recusaria a bebida a afastando com a espada. Assim que conseguisse uma brecha tomaria a pistola de sua cintura, pois apesar de terem respondido minhas perguntas e Masimos tê-los perdoado, de certa forma, ainda tinha minhas dúvidas.

- Entendo, se Masimos também está de acordo... Então tudo bem. - Afirmaria, olhando em seguida para a pistola em minhas mãos. - Não quero seu Whisky, ficarei com isso como garantia. - Respondia a dupla girando a arma entre meus dedos, antes de guarda-la na cintura, sorrindo um pouco.

Nesse ponto as precauções necessárias haviam sido tomadas, mas algo ainda me incomodava, a forma como Shira me tratava estava sendo muito diferente de alguns segundos atrás, o garoto havia se mostrado determinado e agora estava me enchendo com asneiras de conversa civilizada, sinceramente esperava mais dele. De qualquer forma apesar dessa controvérsia as coisas estavam resolvidas, ou ao menos esperava que sim, e portanto não iria me conter aos pensamentos, já estava pronto para tirar algumas satisfações com o jovem antes que partíssemos. Até porquê o tritão já estava morto de fome, e minha situação não era nem um pouco diferente, parecia que não comia a séculos, sendo assim apenas embainharia minha espada deixando que Nero fosse até onde desejava, para que assim estivéssemos prontos para seguir para a hospedaria novamente. E quem sabe no meio do caminho conseguisse extrair algumas respostas a mais de Shira.

- Aquela hospedaria de novo? Ahh... Não tem um lugar melhor não? - Questionaria suspirando, ao mesmo tempo passando a mão sobre minha barriga que já devia estar rocando a séculos. - Arghh... Tá! Vamos lá. - Concordava mais pela fome do que por outra coisa.

Assim passaria a andar em direção ao local, já estava todo encharcado e provavelmente precisaria de roupas novas, mas no momento comida era a prioridade, depois haveria muito tempo para pensar nos próximos passos. Já um pouco entediado me aproximaria de Shira com as mãos no bolso, caso decidissem nos acompanhar é claro, tentava retomar o assunto que fora interrompido há pouco tempo atrás, não tive tempo de acrescentar nada e apenas concordei deixando de lado os pormenores. Dando de ombros no garoto olharia nos seus olhos de forma ameaçadora, esperando por sua reação antes de prosseguir com as palavras, mesmo que não intencionalmente ainda estava lhe testando nos mínimos detalhes, quem sabe aquele jovem que havia acabado de conhecer ainda estivesse em algum lugar ali dentro.

- Shira, certo? - Indagaria, voltando meu olhar para o caminho enquanto falava. - Estava esperando mais de você... Onde está o garoto que acabou de me ajudar com os marinheiros? - Abriria um sorriso, relembrando da cena, mas logo voltava ao aspecto monótono causado pela chuva. - Talvez eu tenha me enganado, deixa pra lá. - Comentava dando ainda mais ênfase as perguntas anteriores.

Por outro lado ficaria atento as movimentações de Nero, mesmo que ele estivesse de nosso lado agora ainda não conhecia sua personalidade, e digamos que o primeiro encontro não foi dos melhores. Seguindo essa lógica minha mente estaria atenta as suas tramoias, porém dando-lhe alguma folga para não se sentir sufocado.
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MensagemAssunto: Re: 2º Capitulo: A Eclosão das Calamidades!   2º Capitulo: A Eclosão das Calamidades! - Página 5 EmptyQua 24 Ago 2016, 20:39

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Oi? Alguém ainda está lendo essa história? Espero que sim... Então, o antigo narrador estava tendo uns problemas com a família, aparentemente altas drogas e tals, e ele não teve tempo de continuar essa aventura aqui. Bom, andei lendo aqui e vi que é agora que os protagonistas se encontram e rola muita treta né, vish.... Então, vou continuar essa história para vocês. Meu nome não importa, você só precisa saber que eu sou um gigante, e histórias assim sempre são interessantes de serem contadas. Mas chega de falar sobre mim, vamos de volta a história.

O E.Honda roxo, Masimos Howker estava irritado pela audácia de Nero Blackwater de ter atirado duas vezes na perna dele, assim como seu amigo o Skrillex Samurai vulgo Bell Farest, que vai até o tiozão cachaceiro para tirar satisfação. Com sua espada ele “pede” as informações para o homem. O mesmo se abaixa para sentar, pois fazia parte do seu jeito dramático e velho de ser. Após mostrar que não estava com voz, era seu companheiro, O Andrógeno Prateado Shira Yarin que precisava o ajudar na comunicação. Enquanto Nero caia pra tomar uma, era Shira que era levantado pela mão amanteigada de Masimos, parecia um show de humor.

Finalmente, era a hora dos quatro homens... quer dizer, três homens e tritão, decidirem o que fariam sobre si. No meu ponto de vista seria interessante se eles se atacassem, mas isso não iria acontecer, já que não era essa a intenção dos dois artistas. Eles se apresentavam devidamente, e então havia uma diálogo.

Após uma troca de palavras, os artistas tentam um tratado de paz, e nas palavras de Shira, um gole de Whisky e um jantar na conta do amigo não se nega a ninguém, não é? Conversa feita, e talvez o deus de Nero estaria o abençoando mais uma vez, já que nenhum dos seus novos “amiguinhos” aceitou sua oferta de Whisky, bom pra ele, afinal, sobra mais para depois.

Bell e Masimos tem uma conversa sobre voltar para a hospedaria onde estavam antes para vingarem-se do homem que contou sobre eles, e os fez lutar forçadamente contra uma pancada de marinheiros. Nero tem sua pistola tomada por Bell, que a guarda por segurança. Bom, podemos ver aí que uma aliança pode começar a ser formada, mas o quarteto estava dividido em dois grupos, quanto tempo demoraria para eles formarem um único grupo. O mais interessante aqui foi a pós conversa. Imagine um moleque, um cara na meia idade, um DJ Espadachin, e um Tritão.... Andando agrupados para te caçar. Era o que aquele grupo estava fazendo agora. A única coisa que atrapalhava a ocasião de ser épica, era o vento forte e o fim de garoa que estava acontecendo. Fazendo os humanos sentirem alguns calafrios, e Masimos ficar gelado.

No meio do caminho, Bell se aproxima de Shira para lhe perguntar sobre sua alteração de personalidade. Restava ao garoto lhe responder. Por outro lado, se Nero tentasse usar sua voz, perceberia que ela praticamente de volta, com a presença de algumas falhas entre um possível diálogo.

Os quatro então chegavam na hospedaria, e o que viam era de certa maneira um pouco... misterioso? De vista, eles não conseguiam ver uma só alma viva dentro do local. Portas estavam abertas, e ninguém parecia ter ficado para contar a história da hospedaria. Ficaria ao quarteto saber o que fazer agora.



Marciano:
 

Far:
 

Buggy:
 

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MensagemAssunto: Re: 2º Capitulo: A Eclosão das Calamidades!   2º Capitulo: A Eclosão das Calamidades! - Página 5 EmptyQui 25 Ago 2016, 15:37

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~ Único modo razoável de se viver neste mundo é sem Regras ~

Módico! Essa é a palavra que eu poderia descrever aqueles humanos desconhecidos. Eu sinceramente deveria arrancar os olhos daquele velho e enfiar goela a baixo! Mas do que adiantaria matar um verme, seria mais um desperdício de tempo. Eu já havia matado por muito menos, porém o cansaço e a fome me impediam de ser eu mesmo naquela ocasião.

Não posso desconsiderar o fato de terem ajudado Bell. De certa forma foi um benefício e eu entendo o motivo de terem atirado em minhas pernas, mas que maldição, mesmo assim não consigo evitar a vontade de esfolar aquele homem, deve ser a fome... sem dúvidas!  Eu nunca tive um amigo na cidade dos tritões, talvez por muitos invejarem minhas habilidades ou apenas por eu ser diferente, algo meio cômico vindo de um lugar que existe diversas espécies vindo de uma única raça. Mas é algo natural para os tritões, conviver com espécimes diferentes. Desde que havia conhecido Bell, eu sabia que não era algo trivial, eu sabia que mais uma vez a Deusa da Morte estava montando a estrada para qual fui escolhido a trilhar! Mas que diabos, eu amo tanto essa mulher e ela como sempre me abençoando. Bell não apenas era inteligente como em diversos momentos mostrou sua parte logica, como também era um excelente espadachim! Talvez seja engraçado um tritão peregrinar com um humano ao lado, mas eu nunca odiei humanos, talvez eu odeie mais as raças dos tritões que os humanos, pois na minha terra natal só existia guerra e a lei era: o mais forte vive e o mais inteligente comanda.

Esse garoto e esse velho haviam ajudado Bell, mas a pergunta final era: porque? Os corpos dos marines diziam o motivo, mas eu não sei exatamente como especificar essa sensação que me vem desde que cheguei aqui! Seria possível esses dois homens serem enviados pela deusa? Não, não pode ser! A morte jamais me feriria. Eu realmente entendo o lado daquele cara, atirar ao ver um tritão agarrar seu aliado, tudo bem, faz sentido..., mas mesmo assim, porque diabos essa sensação perdura?! Eu havia conhecido Bell quase que nessa mesma situação, seria o destino pregando uma peça? Ou realmente estou certo; a deusa mandou mais aliados para me ajudar a trilhar meu caminho!

Eu havia sonhado com ela antes de todos esses conflitos, ela havia me avisado que eu deveria escolher companheiros para seguir adiante, para espalhar sua palavra e também como meu objetivo atual: destruir esse tal rei que diz ser o governante da ilha. Eu não estou confuso, muito pelo contrário, eu sei qual é minha ambição, eu sei qual é minha meta e sei como fazer! A pergunta era: seria possível fazer sozinho? Maldição..., mas é logico! Afinal eu sou o apostolo da morte, sinceramente... bastasse eu amar e ser amado por ela, para mim isso seria o suficiente, porém ela viu grandeza em mim e de certa maneira eu a compreendo. Meu desejo é estar ao lado dela, beija-la, abraça-la e sentir seu aroma! Mas porque é tão difícil se quer falar com ela, meu coração bate como uma máquina prestes a explodir, meu corpo transpira frio e olha; vindo de um tritão carpa é bem esquisito.

Aquele garoto havia falado coisas interessantes, muitas delas havia chamado minha atenção. Shira e Nero eram seus nomes e por final, tudo se encaixava. Era mais uma dupla de piratas sobrevivendo ao dia a dia! Agora tenho absoluta certeza, a deusa havia trazido mais aliados para mim, apesar de eles não parecerem tão forte, força bruta nunca era tudo em uma luta! Eu sei bem do que estou falando, pois eu vim de um lugar que durante muitos anos viveu em guerra. Manipulação, estratégias, disfarces, música e entre outros, eram habilidades que poucos possuíam, mas muito eficaz dependendo daqueles que usavam. Humpf... eles dizem que são artistas, poxa isso pode ajudar e muito para eu destronar esse tal rei.

Bom, não adianta eu ficar pensando se foi o destino ou a deusa que proporcionou tais elementos a minha presença, o que importa é: o que fazer agora? Isso era até uma pergunta tola a se pensar, pois eu sabia bem o que fazer: primeiro vamos a minha vingança, eu nunca fui um homem vingativo, mas como diz o ditado: o que se faz, o que se paga! Simples assim. ~ Shira e Nero, correto? Explicarei a situação para vocês, eu entendo o motivo de ter atirado em mim, como disse: deixarei passar dessa vez! Vocês são piratas também pelo que pude notar, existe um quartel nessa ilha e parece possuir bastante marinheiros, provavelmente seremos caçados enquanto permanecer aqui, o ideal seria sairmos dessa ilha! Mas existe um, porém... enquanto formos piratas, sempre seremos caçados, a pergunta que lhes faço é: querem ser a presa? Ou o caçador? Eu sou aquele que foi escolhido pela deusa da morte! Podem achar que sou louco, não me importo, mas eu acredito que nossos caminhos se cruzaram por um motivo: ser aquele que manda o caçador caçar a presa! Eu não estava tentando manipular ninguém, não possuo esse tipo de habilidade, mas o que eu falava era a pura verdade, oras botas, você prefere comer salada ou carne? Sim, isso foi uma analogia, o que eu fiz foi te dar uma resposta dentro de uma pergunta subliminar, perdido? Não se preocupe, jamais entendera uma mente como a minha e como diz um sábio da minha terra: os loucos só existem para confundir os sábios.

~ Como estamos sendo caçados, proponho uma aliança provisória, pois existe a possibilidade de mandarem mais soldados vermes ou marinheiros com maior nível de reputação, e poder! Eu não fui escolhido para fugir... eu fui escolhido para dominar! Se preferem correr, por mim será irrelevante, mas se quiserem dominar, afirmo com total clareza: as vantagens serão bem atrativas! Sou um homem de palavra e enquanto estiverem aliados a mim, não lhes atacarei! Bell é meu aliado a algum tempo, sabe como sou! Porém, sejam úteis assim como serei! Eu havia respirado fundo, havia contido minha fome apenas para despejar minhas palavras naqueles sujeitos. Vocês devem estar se perguntando: porque eles? Pois é, eu sou perito em psicologia, sei bem como a mente funciona, já havia compreendido um pouco da personalidade daquele garoto, porém ainda assim, não sabia muito sobre Nero! Mas eu possuo certo nível de intelecto que era agregado pela minha insanidade, bastassem ser útil para mim já estava ótimo. Eu não podia escolher muito, pois quem queria andar com um tritão roxo medindo 4 metros que era um pirata com uma responsável elevada para os blues?! Infelizmente minha arrogância era algo que nem mesmo eu percebia na maioria das vezes, talvez por isso nunca tive um amigo de verdade, nem sabia qual sentimento era esse, o mais próximo que eu tive talvez disso, fosse essa cara que possuía olhos avermelhados como o meu.

Eu havia caminhado pelo trajeto feito antes e até então não tinha proferido nada durante o caminho, eu apenas escutava como de costume. Eu estava avaliando o garoto e o velho para saber se poderiam ser usados! O garoto parecia ser bem simpático, mas nesse mundo simpatia não vencia batalhas e muito menos conquistava algo, não a menos que possuía intenções malignas por trás do sorriso, pois é, um sorriso pode ser expressado com uma caneca de bebida ou uma faca escondida nos bolsos pronto para te fatiar. Eu sempre fui bom em avaliar o caráter de alguém, talvez seja mais um dom que o amor da minha vida tenha me dado, mas que diabos... quanto mais penso nela, mais eu percebo que a amo!

A hospedaria estava fazia, mas que novidade. Nas duas opções que me vinha em mente era a primeira que: todos havia fugido após a luta com medo de morrer ou ser preso pela marinha e a segunda que: um batalhão de marinheiros estaria nos esperando para nos matar! Eu sabia que não haveria um batalhão, pois é novamente meu ego e minha arrogância apareciam, mas sabe quando se tem a idade que eu tenho e vive a infância e adolescência na guerra, aprende que estratégias são tomadas pelos mais inteligentes, porque mandaria mais soldados rasos tentar nos capturar se estariam arriscando mais vidas, obvio que poderia ser uma armadilha e ainda mais obvio que eles poderiam estar pensando em uma maneira de como nos capturar. ~ Hmm! Tomem cuidado, pode haver diversos marines como também pode não haver nenhum! Pode ser alguma armadilha como nenhuma! Mas estejam atentos! Vocês devem estar pensando que era idiotice vir no primeiro local de ataque da marinha, mas irei lhes provar que não sou apenas inteligente, sou um extraordinário estratagema.

Porque a marinha perderia tempo em vir até aqui a hospedaria para averiguar se estávamos ali? Seria tolice, pois porque diabos piratas procurados voltariam no mesmo lugar tendo boas chances de serem pegos! A marinha sabia disso e obviamente manteria suas forças focadas no porto para saída de navios, manteria seus soldados pelo reino e etc. claro, havia a possibilidade de mandarem um que outro marine apenas para contabilizar os mortos e levar os cadáveres, mas a maioria estava do lado de fora da hospedaria e tinha boas chances de demorar, já que estariam supostamente nos procurando! Para mim, isso era apenas uma tática de criança, mas vou insinuar mais um ditado: um mestre usando uma pedra, derruba um aprendiz empunhando uma arma!

Possuía meus sentidos aprimorados, o que me proporcionava grande vantagem em momentos principalmente como esses. Meus olhos e ouvidos estariam concentrados no cenário e caso avistasse ou ouvisse algum ataque vindo em minha direção, usaria meus punhos para tentar bloquear e em seguida chutar as pernas do adversário, independente de quem fosse. O dono poderia estar lá, ou poderia ter fugido, eu estava rancoroso, queria ceifar a vida dele, mas antes lhe proporcionar uma tortura e enviar sua alma para a deusa da morte, ela iria gostar muito. Poderia realmente não haver ninguém mais lá, até o todo poderia ter ido embora e eu entendo, ele era apenas um humano qualquer com medo de morrer. Começaria a vasculhar os locais em busca de um refeitório e caso encontrasse, olharia dentro dos balcões e armários para achar comida. Eu teria que baixar meu tronco, apesar do local ser alto, não sabia se a cozinha também era e logicamente estava habituado a cenários assim.

OFF:
 

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MensagemAssunto: Re: 2º Capitulo: A Eclosão das Calamidades!   2º Capitulo: A Eclosão das Calamidades! - Página 5 EmptyTer 30 Ago 2016, 08:43


Post: Where: Ilusia Kingdom Wheater: Time:

Masimos




Esse tritão é mesmo louco. Todos esses delírios sobre morte, guerra e predadores apenas provam que ele não bate nada bem da cabeça. Malucos existem em todos os cantos do mundo mesmo. Mas eu já estou acostumado a lidar com doidos, afinal, o circo estava repleto de pessoas dessa laia. Além disso, apesar do tal Emissário da Morte abordar temas sérios de maneira completamente e ridiculamente idealista, ele tem razão em algo. Não podemos ser os caçados para sempre. Sem dúvidas, fugir cansa, e já é mais que hora que eu seja o diretor desse espetáculo. Já fui de figurante para coadjuvante em Malkiham, e agora fui um dos atores principais. Mas eu aspiro mesmo é o estatuto de diretor, de roteirista. E, para isso, vou precisar de pessoal, e de planos. Já posso fazer tudo isso aqui.

O grandalhão oferece uma aliança, e não posso conter um sorriso. Parece que, afinal, tudo está correndo como minha vontade dita! Além do mais, minha voz parece estar voltando! Mas, eu vou deixar Deus de lado por enquanto, pois tenho coisas importantes para fazer e pensar. Minha mente está ocupada com negócios mais importantes por hora. Uma aliança com esses dois poderia me beneficiar, e muito, visto suas forças e suas famas. Muito bem, agora eu tenho eles em minha mão, além de Shinra. Se bem que o moleque que deve me ter em sua mão... Safado, ele ainda me deve o dinheiro do zepelim. Agora que a adrenalina passou, eu me lembro de tudo isso, ah se lembro! E o ilusionista, assim como sua filha, parecem ter desaparecido... Hmmm, onde será que eles foram? Eles ainda me devem meio milhão de berries! Ah, o Destino vai achar um jeito de nos encontrarmos novamente!

Bem, deixando o passado e pensamentos de lado, eu pareço ter alcançado a hospedaria. E ela está... estranhamente vazia. Eu imagino que o tritão enorme tenha espantado todos, o que é extremamente provável. Sei que em meus tempos de trabalhador honesto eu teria fugido. Sendo assim, nós quatro teremos um tempo livre e calmo para organizar tudo aqui em Ilusia. Eu já passei por aqui algumas vezes, e lembro de haver um rei, no bolso do governo mundial. Ele rege junto com um agente do governo, que logicamente também trabalha para os figurões. E, se eu bem me recordo, tem umas indústrias e uma mina de ouro aqui. Ou seja, uma oportunidade de ganhar dinheiro inédita. Mas eu passei aqui faz um tempo, quase quatro anos, e tenho que refrescar minha memória. Ou então, descobrir o que ocorreu por aqui durante minha ausência. E o que é melhor para isso do que documentos?

Ávido por mais e mais conhecimento, eu revistaria a hospedaria de cima a baixo, ignorando os avisos de segurança do tritão. Deve haver por aqui algo de útil! Seja um mapa, um jornal, uma carta, qualquer coisa de informativo! Com a luz de meu isqueiro, ou de luzes se puderem ser acesas, eu procuraria tudo, lendo cada frase, cada palavra rabiscada em um canto de folha! É impossível criar uma peça de teatro boa sem nenhum conhecimento literário, afinal.

Enquanto buscasse por tudo, eu chamaria o tritão com um sinal de mão, tentando falar, se minha preciosa voz em recuperação me permitisse:

Ei, grandalhão. Nós vamos nos juntar com você sim, e será um prazer! Nós dois somos piratas sim, apenas não fomos reconhecidos ainda. Destruímos Malkiham Island, e planejamos fazer o mesmo com Ilusia. Pois bem, eu tenho alguns planos em mente. Assim que estiver pronto, arranje uma mesa e quatro cadeiras. Vou explicar tudo, passo por passo, e iremos iniciar a dominação daqui o quanto antes. O que me diz?

Minha frase não passaria do clássico: não dar nenhuma informação muito pessoal ou importante, sempre exagerando os traços de meus feitos e identidade. Isto é, para se encaixar com a personalidade louca e megalomaníaca do tritão. Então, prometer coisas mirabolantes e ambiciosas é um elemento-chave para conquistar lealdade. E, enfim, fingir que me importo com a opinião deles, pedindo-a. Sou realmente um gênio da retórica.







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MensagemAssunto: Re: 2º Capitulo: A Eclosão das Calamidades!   2º Capitulo: A Eclosão das Calamidades! - Página 5 EmptyTer 30 Ago 2016, 20:08

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Quarteto fantástico versão cool

Só restava uma forte ventania e uma pequena garoa da tempestade que nos assolara outrora. Por sinal, o céu estava começando a abrir para nós; seria nosso raio de luz?

Ainda tenho que pensar em uma forma de lidar com essa dupla que encontramos, com certeza eles são formidáveis, e dariam muito trabalho caso resolvessem jogar do outro lado da moeda. Os dois não tem modos, não sabem apreciar uma conversa e um pouco de paz após toda essa situação caótica; sinceramente, não os vejo como muita coisa além de bárbaro que dependem de demonstrações de força e suas habilidades, sempre recorrendo ao confronto direto. É por isso que Nero tem a minha admiração, ele luta outra guerra, uma psicológica, para depois revelar suas cartas nas mangas.

O espadachim é precavido demais, ele não abaixa a guarda por um só momento, e apesar de ter demonstrado ser mais racional que o seu companheiro tritão, duvido que consiga usar seu intelecto de alguma maneira mais eficiente do que as cotidianas. Me surpreenderia se não fosse o caso, uma vez que ele aparenta ser do tipo arrogante e que resolver tudo com sua lâmina.

Após acalmar a confusão como podia, seguimos para uma taverna. Por não conhecer o local, seguiria a dupla recém conhecida, um pouco mais atrás, assim poderia falar com Nero sobre a situação.

Me lembro de uma certa denominação que me parece cair bem para o espadachim, seria gótico? Não devo estar errado, ele me parece um cultista das trevas, pelas imagens que havia formado previamente em minha mente devido as histórias que já escutei por ai. Em falar nele, ele logo se aproximou de mim. Tentando puxar conversa? Ele não parece do tipo que gosta de amigos.

"Olhar sinistro, eu conheço essa expressão, o tritão foi uma surpresa para mim, mas não o deixarei me intimidar", pensei.

Olharia-o nos olhos, de forma serena, mesmo que ele me gerasse um desconforto - o olhar dele carregam uma certa intenção assassina, e posso senti-la -, pararia por um momento.


Algum problema? — me dirigia para ele, falando normalmente.

Ele se aproximou de mim, deixando de lado a postura ameaçadora e adotando uma mais descontraída, com as mãos no bolso e um ar de curiosidade. Logo me fez uma pergunta. Deveria saber, ele estava me sondando.

Boa memória, e o seu seria? — o responderia de primeira. Depois, ponderaria um pouco, como poderia responder algo que eu mesmo não sabia? Se eles não fizeram nada contra nós por temer o desconhecido, não entregaria a informação assim — Está aqui, aparentemente — pensaria mais um pouco, precisava demonstrar um pouco de superioridade intelectual — Entre o céu e a terra existem mais mistérios do que você possa imaginar — lhe ofereceria um sorriso, e me dirigiria para próximo de Nero, mais uma vez.

Mas antes, me viraria, com uma expressão dúbia.

Só por curiosidade — botaria as mãos nos bolsos, sussurrando para ele — Você se corta? Sabe, os pulsos, aquelas coisas obscuros e tudo mais — esperaria por sua resposta, voltando pensativo após.

Tínhamos muito o que falar, e o tritão não parecia alguém que gostava de ficar calado. Ele falava sobre a situação, seus planos, marinheiros e... deusas? Não lembro de ter sido religioso em algum momento, mas sabia que essa era uma grande arma de manipulação. Então o tritão é guiado por ideais religiosos? Isso é bem inesperado. Insanidade ou não, que os outros tenham suas crenças, que diferença faz? Não me prejudicando, acho que está ótimo. E causar mais um pouco de estrago, já estávamos na pior, motivos para temer? Fora, temer nunca.

Aliás, olhando para dentro, eu simpatizo com os ideais dos revolucionários, muito mais depois de conhecê-los pessoalmente. Lembro dos agrados que o cara do cabelo espetado me deu, em troca, creio que causar uma confusão aqui seja justo, não? Foi para isso que nos salvaram e nos enviaram até aqui.

E depois fugir para a Grand Line, o que acha? — perguntaria para o tritão, com um sorriso no rosto. Nós também somos destemidos, afinal.

Encostaria em Nero, falando o mais baixo que conseguisse perto de seu ouvido, mas sem deixar claro que estávamos cochichando.

Então, o que acha disso tudo? Não temos como se defender bem, caso algo venha a acontecer. E como está a sua voz? No mais, acho que só temos a ganhar, fechamos essa aliança por mim!

Me dirigiria para o tritão novamente.

Então assim será feito, por mim, basta o Nero também concordar, e tenho certeza de que ele irá! Aliás, qual a dessa taverna fantasma? — apontaria para ela. De toda forma, entraria lá, provavelmente teria comida lá dentro, procuraria por ela e traria em pratos para nós quatro, assim como bebidas.

Não podia de deixar de imaginar o que o destino nos reservava.







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