One Piece RPG
2º Capitulo: A Eclosão das Calamidades! - Página 20 XwqZD3u


One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
InícioBuscarMembrosGruposRegistrar-seConectar-se
Últimos assuntos
» A Ascensão da Justiça!
2º Capitulo: A Eclosão das Calamidades! - Página 20 Emptypor K1NG Hoje à(s) 19:27

» Ato 157: Se eu quisesse tua opinião, Eu tirava na Porrada
2º Capitulo: A Eclosão das Calamidades! - Página 20 Emptypor K1NG Hoje à(s) 18:56

» Art. 4 - Rejected by the heavens
2º Capitulo: A Eclosão das Calamidades! - Página 20 Emptypor Ryoma Hoje à(s) 18:02

» The Hero Rises!
2º Capitulo: A Eclosão das Calamidades! - Página 20 Emptypor Achiles Hoje à(s) 17:36

» Pandamonio, Vol 1 - Rumo à Grand Line!
2º Capitulo: A Eclosão das Calamidades! - Página 20 Emptypor xRaja Hoje à(s) 17:35

» Vol 1 - The Soul's Desires
2º Capitulo: A Eclosão das Calamidades! - Página 20 Emptypor Arthur Infamus Hoje à(s) 16:42

» Meu nome é Mike Brigss
2º Capitulo: A Eclosão das Calamidades! - Página 20 Emptypor Shiro Hoje à(s) 16:41

» Carregada de Culpa / Amanhecer em Prata
2º Capitulo: A Eclosão das Calamidades! - Página 20 Emptypor Veruir Hoje à(s) 16:34

» Um novo recruta: o nome dele é Jack!
2º Capitulo: A Eclosão das Calamidades! - Página 20 Emptypor Arrepiado Hoje à(s) 16:09

» [Mini - Aventura] O Imparável Junichi
2º Capitulo: A Eclosão das Calamidades! - Página 20 Emptypor GM.Jinne Hoje à(s) 13:01

» [MINI-XICO] The midnight dawn
2º Capitulo: A Eclosão das Calamidades! - Página 20 Emptypor GM.Jinne Hoje à(s) 13:00

» [MINI-Thop] Onde ?
2º Capitulo: A Eclosão das Calamidades! - Página 20 Emptypor GM.Jinne Hoje à(s) 13:00

» A primeira conquista
2º Capitulo: A Eclosão das Calamidades! - Página 20 Emptypor Rangi Hoje à(s) 08:10

» Bitch Better Have My Money
2º Capitulo: A Eclosão das Calamidades! - Página 20 Emptypor Kylo Hoje à(s) 06:54

» Pequeno Gigante
2º Capitulo: A Eclosão das Calamidades! - Página 20 Emptypor Teo Hoje à(s) 03:53

» VIII - The Unforgiven
2º Capitulo: A Eclosão das Calamidades! - Página 20 Emptypor GM.Alipheese Hoje à(s) 02:41

» [MINI-*Kan Kin*] *Uma vida de merda*
2º Capitulo: A Eclosão das Calamidades! - Página 20 Emptypor Shideras Hoje à(s) 02:25

» [MINI-Koji] Anjo caído
2º Capitulo: A Eclosão das Calamidades! - Página 20 Emptypor Makei Hoje à(s) 01:53

» [M.E.P] Koji
2º Capitulo: A Eclosão das Calamidades! - Página 20 Emptypor Makei Hoje à(s) 01:52

» ZORO
2º Capitulo: A Eclosão das Calamidades! - Página 20 Emptypor Makei Hoje à(s) 01:52



------------
- NOSSO BANNER-

------------

Naruto AkatsukiPokémon Mythology RPG
Naruto RPG: Mundo Shinobi
Conheça o Fórum NSSantuário RPG
Erilea RegionRPG V Portugal
The Blood OlympusPercy Jackson RPG BR
A Song of Ice and FireSolo Leveling RPG
Veritaserum RPGPeace Sign RPG
Pokémon Adventure RPG

------------

:: Topsites Zonkos - [Zks] ::


 

 2º Capitulo: A Eclosão das Calamidades!

Ir em baixo 
Ir à página : Anterior  1 ... 11 ... 19, 20, 21, 22  Seguinte
AutorMensagem
Skÿller
Agente em Treinamento
Agente em Treinamento
Skÿller

Créditos : 10
Warn : 2º Capitulo: A Eclosão das Calamidades! - Página 20 10010
Masculino Data de inscrição : 11/08/2015
Idade : 25
Localização : Entre a faca e a parede

2º Capitulo: A Eclosão das Calamidades! - Página 20 Empty
MensagemAssunto: 2º Capitulo: A Eclosão das Calamidades!   2º Capitulo: A Eclosão das Calamidades! - Página 20 EmptySeg Jul 18 2016, 23:54

Relembrando a primeira mensagem :

2º Capitulo: A Eclosão das Calamidades!

Aqui ocorrerá a aventura dos Piratas Bell Farest  e Masimos Titã Howker. A qual não possui narrador definido.


____________________________________________________

~Fala~
~Pensamento~

[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]

[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]

Sabe por que caímos?
Para aprendermos a levantar.
[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]


[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]
Voltar ao Topo Ir em baixo

AutorMensagem
Yami
Super Nova
Super Nova


Data de inscrição : 28/11/2011

2º Capitulo: A Eclosão das Calamidades! - Página 20 Empty
MensagemAssunto: Re: 2º Capitulo: A Eclosão das Calamidades!   2º Capitulo: A Eclosão das Calamidades! - Página 20 EmptyTer Jan 24 2017, 00:37




Emeigh



Tudo bem, a cota de esquisitice já havia superado aquele dia. Não satisfeito apenas em voar por aí como uma peça de roupa, Nero começava a "engoli-lo" e, antes que pudesse perceber, o atirador agora estava vestindo Bell como se fosse um hospedeiro. Ele se ajeitava, tinha dificuldades para andar, mas parecia satisfeito com tudo aquilo. Era uma fruta extremamente... peculiar. - Ele ainda tá vivo, né? - Perguntava. Não que eu me importasse, mas já havia visto usuários que tinham dificuldade de controlar seus poderes - assim como Tidus, o recém usuário que havia encontrado no sonho de Trêsze. E por mais que o poder pudesse ser inofensivo após certo controle, até lá era arriscado usá-lo de forma tão leviana.

No fim das contas, pude notar junto com os outros aquilo que se aproximava, o que me dava um alívio. Observava o Log Pose e agradecia por não estar errado e ele ter, enfim, levado todos nós na direção correta. A cadeia de montanhas que rodeava a ilha ocultava boa parte daquilo que havia em seu interior, mas Diana e Reiko manobravam de modo que conseguíamos, após atravessar um arco de pedras, nos deparar com o incrível. - Uau... - Deixava um suspiro de admiração sair dos meus lábios na medida que nos aproximávamos da terra firme, onde rapidamente pude perceber um comportamento xenofóbico quanto aos nativos, que cochichavam e se afastavam na medida que nos aproximávamos. - Não parecem gostar muito de companhia... Espero que não se arrisquem em xeretarem o navio também. - Falava, olhando fixamente para o horizonte, enquanto apertava fortemente o cabo de minha arma.

Esperaria o navio ancorar para poder, enfim, saltar nas terras desconhecidas. Olhava para o Log Pose em meu pulso, pois assim como Diana tinha um, o meu começaria a calibrar no instante em que havíamos chego na ilha. Observava o ponteiro ficando sem direção para que, em seguida, olhasse tudo nos arredores e pensasse no melhor a ser feito. Me aproximaria de Diana, onde pudesse falar a sós com ela. - Nós temos dinheiro para sair daqui sem precisar deles... Mas talvez seja uma boa mantermos eles por perto. Até agora se mostraram ser aliados, mas caso aconteça algo, partimos imediatamente, ok? - Sussurraria para ela, indicando o que eu tinha em mente. Em seguida, começaria a me aproximar dos outros, onde também deveriam estar se questionando o que fazer em seguida.

- É importante que conheçamos onde estamos. Precisamos de informações. - Resumia tudo o que eu havia pensado em duas únicas frases. Me lembrava também que Masimos carregava tesouros com ele, onde provavelmente guardou em algum lugar do navio. - Talvez seja prudente também fazermos a troca daquilo que vocês trouxeram. Enquanto estiver na forma de jóias, não servirá de moeda de troca eficiente. E precisaremos comprar algumas coisas. - Sempre precisava. Havia aprendido ao longo da minha curta vida de que você sempre precisava estar preparado pelo que estava por vir. Eu havia ganho bastante dinheiro agora, que pelas minhas contas totalizavam quase 50 milhões... Talvez mais um pouco e eu poderia fazer um bom investimento para a minha carreira.

Observando agora o castelo, já podia começar a mover as engrenagens e imaginar que tipo de lugar estávamos. - Aquilo pode significar a presença de um Rei. Isso pode ser bom pra vocês, pois é pouco provável a presença da marinha, a não ser que eles sejam aliados ao governo... - Falava vocês de forma a afastar a ideia de mim daquele grupo. Apesar de acompanhá-los, eu estava longe de me sentir parte deles. - Vamos buscar alguma taverna. É sempre o melhor lugar pra começar. - E, mesmo que os outros não me seguissem, caminharia com Diana pelas redondezas em busca de algo do tipo, onde informações corriam como o vento, contatos eram formados e histórias épicas começavam.

Histórico:
 

Voltar ao Topo Ir em baixo
Buggy
Coringa
Coringa
Buggy

Créditos : 16
Warn : 2º Capitulo: A Eclosão das Calamidades! - Página 20 10010
Masculino Data de inscrição : 31/07/2015
Idade : 22

2º Capitulo: A Eclosão das Calamidades! - Página 20 Empty
MensagemAssunto: Re: 2º Capitulo: A Eclosão das Calamidades!   2º Capitulo: A Eclosão das Calamidades! - Página 20 EmptyQua Jan 25 2017, 12:12


Post: Where: Wheater: Time:

Emeigh³




Interessante, mas não muito. Acho que posso qualificar Reiko e a outra mulher assim. As duas apenas se mantêm conosco por uma certa simpatia com alguns dos homens neste barco; elas parecem querer apenas se... divertir? por alguma razão, isso me lembra de algo, ou alguém, que realmente me traz calafrios. Prefiro nem me aprofundar neste assunto, que o Demônio fique em sua carta por toda a eternidade. Mas, mesmo assim, as duas não parecem ter convicções próprias, uma força de espírito realmente impressionante. Seguir outros quer dizer ser sempre um peão no tabuleiro, sempre ser uma marionete qualquer. Bem, se elas realmente quiserem trilhar esse caminho, não sou eu quem vai pará-las, afinal, isto apenas me convém. Mas elas nunca serão realmente interessantes, assim, não como Striker. Todo esse mistério... será que eu encontrarei mais dicas, mais trilhas para desvendar este enigma? Ah, segredos me atiram como nunca.

Porém, em meus devaneios, algo captou minha atenção. Algo belo, formoso, magnífico. Era uma vista realmente incrível, que eu nunca vi igual. Reiko parecia decepcionada, mas ela é uma tola. Estes babuínos não conseguem compreender a real arte. Sob o sol da manhã, a ilha é uma das mais belas que eu já vi. Estas construções, residências, templos, têm um charme primitivo. É um estilo barroco, rústico, talhado sobre pedra, mostrando como a humanidade e sua civilização prevaleceu sobre a natureza. Tudo possui uma coloração meio bege, marrom, que me lembra cidades à beira do deserto. Do navio, eu olhava para cima, os olhos brilhando, vendo aquelas construções grandiosas, mescladas ao relevo, e ignorando as pessoas que pareciam nos temer. A beleza desta ilha, ou ao menos desta cidade, me pareciam inegáveis. Tinha um esplendor quase inexplicável, uma cidade construída no meio do nada; uma pérola no mar.

E perceber que tal local seria meu palco, a decoração de minha peça, me traz um belo sorriso no rosto. Uma mistura de orgulho e esperança, quase infantil. Sei que ninguém está me olhando, visto que o esplendor da ilha tampava todo o resto, então permito-me tais extravasos de sentimentos. Passando por baixo do arco de pedra, senti que eu realmente alcancei a Grand Line, o tão almejado mar, onde impérios são construídos, derrubados, sonhos são realizados e destruídos. Estou resoluto como nunca. E, vendo aquele castelo imponente, e belo de se olhar, meu coração apenas se enche mais de animação. Finalmente, o ato principal irá começar. O prelúdio se encerrou. Agora, o mundo não se esquecerá de mim, e terei tudo que quero a um esticar de mãos! Minha vida começa a tomar um rumo, após tanto tempo!

Meus pensamentos são cortados pelo moleque ruivo; essa ação poderia ter me irritado, se ela não houvesse nenhuma razão. Mas suas ideias me cativavam, e meu rosto se fecharia abruptamente, repondo a máscara facial em lugar. Informações, sem dúvida alguma, são o primeiro passo para qualquer coisa. Não há ação, sem conhecimento. Contanto que o Destino não me pregue mais uma peça, e acabe ocorrendo o mesmo que em Ilusia, tudo deve ir bem. Olharia para Aaron, tentando ver por trás de sua timidez, e abriria um sorriso amigável e caloroso, dizendo:

Você tem razão, jovem. Temos que ir coletar informações, antes de tudo. Estamos em um território desconhecido, então cada passo que dermos tem que ser meticulosamente medido. Ou seja, sem impulsões e ações instintivas.

Eu ajeitaria meu chapéu sobre minha cabeça, dando uma pausa em minha resposta. Olharia em volta com atenção, tentando notar algo estranho, peculiar, ou interessante. Atracamos na Grand Line, afinal, e todo cuidado é pouco. Então, eu faria um gesto para Aaron, completando:

Vou preparar algumas coisas e chamar os dois outros, e podemos partir. Alguém ficará aqui para cuidar do barco?

Após minha pergunta, viraria minhas costas e rumaria para o interior do barco, ouvindo atrás de mim a resposta. Bom, alcancei este mar lendário, e vou precisar de algumas coisas: primeiramente, uma garrafa de uísque, antes que eu morra de abstinência. Depois, deve ter algo de útil nesse barco aqui: um livro, um manuscrito, um isqueiro, uma arma, qualquer item que possa captar minha atenção. Eu faria uma pequena revista rápida no barco, coletando tudo que pudesse; não sou um colecionador, apenas acho que todo objeto pode ter seu valor. Enfim, agarrando tudo que paracesse bom, fazendo a limpa na embarcação, eu iria até Masimos e Bell, lhes dizendo, sem deixar uma conotação imperativa em meu tom de voz:

Ei, eu e o ruivo vamos sair para descobrir a ilha. Vocês vêm conosco?

Independente da resposta, eu subiria até o convés, bebendo um gole de uísque, se eu houvesse encontrado alguma garrafa que pudesse me salvar desta ausência quase insuportável. Então, andaria até o moleque e sua acompanhante, dizendo:

Não vou demorar muito, prometo.

E me aproximaria do mar, sem cair nele, jogando a água salgada em meus cabelos, para amolecê-los. Então, eu faria um penteado diferenciado, eriçando os pelos para cima; melhor me disfarçar um pouco, por enquanto. Rumores de Ilusia Kingdom já podem ter chegado aqui, afinal. Encheria a flor que o palhaço havia me dado, há um tempo que parece uma eternidade, com água do mar. Vai saber o que poderei fazer com isso mais para frente.

Tudo pronto, eu acenaria para Aaron, lhe sinalizando que eu estaria pronto. Removeria a tala, que, pelas minhas habilidades nada corretas de medicina, deve ser inútil. Não sinto mais dor na perna, oras. É um diagnóstico mais que suficiente para mim, e não quero mais ficar com esse totem de minha derrota para aquele mil vezes maldito Pippistrello. Calmamente, andaria atrás de todos, a pistola devidamente escondida no bolso da camisa, pronta para ser lançada. Olharia a minha volta, atento, mas também perdido em admiração da incrível arquitetura do local. Há um charme aqui, que não consigo nem explicar.

Seguiria com eles até a taverna que encontrassem, tentando agarrar qualquer pedacinho de informação que pudesse. Qual será a história desta ilha? E como ela continuará, ou terminará, sob minha mão? As cortinas se abrem, o enredo começa. E tenho certeza... que a qualidade desta peça será como nenhuma outra.







Histórico:
 



____________________________________________________

[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]
Voltar ao Topo Ir em baixo
Marciano
Emissário da Morte
Emissário da Morte
Marciano

Créditos : 48
Warn : 2º Capitulo: A Eclosão das Calamidades! - Página 20 6010
Masculino Data de inscrição : 15/09/2014
Idade : 26
Localização : Na Monstrolandia...

2º Capitulo: A Eclosão das Calamidades! - Página 20 Empty
MensagemAssunto: Re: 2º Capitulo: A Eclosão das Calamidades!   2º Capitulo: A Eclosão das Calamidades! - Página 20 EmptyQua Jan 25 2017, 17:53

center][Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.][/center]

~ Único modo razoável de se viver neste mundo é sem Regras ~

Havia largado meus pertences pelo chão do quarto ao qual estava. Meu corpo repleto de cansaço e fadiga agora se deleitava com o tão merecido descanso. Cada vez mais a ansiedade que percorria meu corpo só de imaginar que logo veria meu amor, simplesmente fazia meu nível de serotonina aumentar e dificultando o processo “dormir”. No entanto, a grande carga de cansaço me tomava de uma maneira que meu corpo se quer mexia e meus olhos consequentemente se fechavam e logicamente, dormia profundamente.

Antes que eu percebesse estava novamente no reino dos sonhos, ou melhor, dizendo, no reino da minha amada! O chão era vermelho, tão vermelho quanto o sangue que percorre nossas veias. A uma boa distancia percebo um trono, um trono feito completamente de crânios, era tão belo que sua aparência estranha o tornava simples e atraente. Começava a caminhar em direção ao mesmo quase que instintivamente! Como se fosse atraído, puxado ou até mesmo magnetizado pelo trono.

Durante o trajeto ao qual estava seguindo, percebia as almas ao qual havia dado de presente a minha amada. Dentre elas haviam trabalhadores, marinheiros, piratas, caçadores e etc. Todas as almas que durante meus anos estavam enviando para a Deusa! De maneira que a agrada-se. Não sentia remorso pelos mesmos, se quer havia sentido tal sentimento! Medo e remorso era sentimento inexistente em mim, pelo menos desde a época que havia perdido meus pais. Viver na guerra! Viver no meio da carnificina! Com mortes constantemente... simplesmente me mudaram! Deixou-me um vazio, uma escuridão e sem qualquer proposito de vida! No entanto, a minha amada havia me salvado, havia me escolhido e me dado um proposito! Simplesmente não há como eu retribuir! Nem mesmo se eu enviasse todas as almas do mundo conseguiria agradecer a minha Deusa.

Perdido em pensamentos cheguei a frente ao trono, porém, ninguém lá estava! Olhava para os lados e simplesmente via um chão avermelhado, montanhas e construções avermelhadas. Claro que a pergunta que começava a surgir em minha mente era: onde estava a minha amada?!

Eu não me movia, apenas ficava lá, esperando por ela. A ansiedade em ver ela simplesmente crescia a cada momento que o tempo passava, mas a frustração em não a ver, aumentava quase que junto. Mas não havia problema! Poderiam se passar mil anos e eu estaria ali, aguardando seu retorno, pois meu amor... o meu amor por ela era tão poderoso que simplesmente era inconcebível fazer qualquer comparação ou cálculos. - Vejo que estás a minha espera, meu amado escolhido. Sim! Era aquela voz sinfônica, atrativa e estupidamente aprazível. Ela surgia em minhas costas tocando em minha mão.

Seu toque era suave, prazeroso e incrivelmente reconfortante! Era uma sensação inexplicável, mas ao mesmo tempo explicável! Entende... era estranho dizer o que realmente era aquilo... até mesmo para um ser como eu que possui bom nível de inteligência. Ela me arrodeava enquanto eu a seguia freneticamente com os olhos. Até que a Deusa parava em minha frente e fazia uma pose sensual, simplesmente atiçando todos meus sentidos e sentimentos ainda mais. Minha altura me fazia encarar a morte de cima, poderia ser um insulto à mesma e antes que me dessa conta estava de joelhos apenas olhando e admirando aquela Deusa que tinha meu coração de maneira brutal.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]

- Percebo que engoliste seu orgulho! Aceitasse aqueles que eu pusera em seu caminho! Fico feliz, meu escolhido. Ela se sentava no trono e um esqueleto surgia do chão entregando uma taça com um liquido dentro. Ela começava a balançar a taça e eu? Estava em silencio! Maldita mania que eu possuía em ter dificuldades em dialogar com aquela mulher. Mas eram todas às vezes assim! Eu possuía a oportunidade de falar e não conseguia me pronunciar, pois a única coisa que me importava era olhar e admirar aquela Deusa maravilhosa. Porém, eu quebrava o silêncio e proferia calmamente para expressar o que sentia por ela. ~ Minha amada? Espero que sempre fique feliz! Minha ambição é expressar o quanto lhe amo... para isso farei tudo o que desejar! Enquanto eu falava, gesticulava com os braços e mãos para mostrar que realmente eram verdadeiras minhas palavras. Claro que meus olhos emitiriam a chama que queimava dentro de mim, aquela chama que me incendiava todas as vezes que eu via e servia a essa mulher, era impossível não notar.

- Ah, mas é claro! Eu estou sempre lhe observando. Mas ultimamente me sinto tão entediada! Já está na hora de você expandir sua força para que possa me entreter com feitos grandiosos! Ela terminava de falar ao me encarar com uma expressão mais séria, colocando um ponto de interrogação na frase, pelo menos em minha cabeça, pois o que ela queria dizer com isso?! Eu não compreendia de inicio, provavelmente pela beleza dela me distrair de uma maneira exorbitante. Seus cabelos esbranquiçados, suas curvas acentuadas e seu charme estonteante eram difíceis de lidar. – Meu escolhido! Percebestes que ainda possui um limite humano? Já está na hora de quebrá-lo para poder realizar feitos majestosos! Eu irei lhe guiar, irei auxilia-lo! Desde que realiza meus desejos. Conheceste um de meus peões ao qual lhe deu uma akuma! Sim meu amado! Eu lhe dei para que pudesse melhorar sua socialização com aqueles que colocaram em seu caminho. Ela sorria dessa vez e explicava tudo.

Claro! Tudo faz sentido agora. Eu havia penalizado um humano que a Deusa havia colocado em meu caminho e a mesma me beneficiou sabendo que eu iria escolher ele. Raios! Por mil diabos! Como posso ser tão tolo? Ela está sempre comigo, sempre me guiando e ainda quer me dar mais poder?! Como poderei retribuir tamanho presente!? Estava estático, parado e impressionado, e até mesmo de certa maneira surpreso... algo que raramente expressava.

- Agora entendeste? Que ótimo! Você se tornará o líder de um grupo... vejamos um nome! Ela fazia uma pausava mostrando-se pensativa até que seu sorriso se expandia e ela voltava a falar. - Four Calamities, representa bem o que serão! Aqueles que se tornaram lembrados por todos os mares e não se esqueça, meu amado escolhido, sua próxima meta és mostrar a todos quem és você e quem és seu bando! Você se depará-la com criaturas fortes e conhecidas pelos mares, mas eu estarei ao seu lado, lhe protegendo, lhe guiando para que você cresça e se torne um Deus da Morte! Ela expressava um belo sorriso enquanto me dizia quais eram seus objetivos e quais eram seus planos para o futuro, algo que até então não havia se aprofundado.

Eu apenas a escutava de joelhos, olhava todo seu corpo, gravava as imagens meu me cérebro e aceitava meu destino. Minha arrogância havia me custado algum tempo atrás e não deixaria que meu ego intervisse nos planos que a Morte possuía para mim. A Deusa levantava-se e vinha em minha direção. Um toque suave em meu rosto fez-me responde-la instintivamente. ~ Eu farei tudo por você... minha amada! Terminava de proferir enquanto a Deusa beijava suavemente a minha bochecha. Algo tão doce, tão gostoso e gratificante... que me fez acordar instantaneamente.

Via-me novamente no quarto e já não sentia o cansaço que antes meu corpo possuía. Não sei se foi o descanso ou tiver visto a minha amada, simplesmente o corpo estava renovado como meu espirito também. Erguia-me e começava a pegar meus pertences. Meu barril de água, meu dinheiro, meus charutos e minhas manoplas. Deixava alguns itens no quarto como a corrente, um mapa e um livro. Me dirigia até a superfície do navio e tentaria avistar alguém. Caso não avistasse, andaria pelo navio a procura de alguém e deduzindo que haviam se deslocado para a cidade a ilha que atracamos.

Logo perceberia que havíamos atracado na primeira ilha da Grand Line e analisaria todo o terreno. Percebia que havia montanhas elevadas e uma cidade um tanto miserável.Provavelmente durante meu sono, algum dos meus aliados fora buscar informações da ilha. ~ Reiko? Alguém foi buscar informações sobre a ilha? Perguntaria pensando que provavelmente Nero ou Bell havia feito tal papel. Em seguida falaria novamente com a leopardina. ~ Seria uma boa ideia vender as joias! Terminaria de falar mostrando-me pensativo ao coçar o queixo e olhar para a cidade. Estava de bom humor, algo lógico, pois tinha visto a Deusa. mas mantinha minha face séria e me focava no que viria a seguir.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]

Marciano:
 

____________________________________________________

~Fala / Narração

[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]
[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]

Conquistas:
 
Voltar ao Topo Ir em baixo
Far
Pirata
Pirata
Far

Créditos : 53
Warn : 2º Capitulo: A Eclosão das Calamidades! - Página 20 10010
Masculino Data de inscrição : 06/07/2015
Idade : 23
Localização : Your worst nightmare

2º Capitulo: A Eclosão das Calamidades! - Página 20 Empty
MensagemAssunto: Re: 2º Capitulo: A Eclosão das Calamidades!   2º Capitulo: A Eclosão das Calamidades! - Página 20 EmptyQui Jan 26 2017, 09:42

A New territory
Toda a cena relacionada a Nero tentando controlar sua Akuma no mi havia sido no mínimo estranha, sem falar que ainda havia ganhado mais um ferimento para a coleção, pois teoricamente eu mesmo havia me socado, o que acabara realmente doendo. Mas deixando isso de lado passando a focar no principal, após uma cansativa viagem havíamos chegado até a tal primeira ilha da Grand Line, sinceramente não era realmente o que eu esperava, a diferença entre essa ilha e minha terra natal era notável mas o que poderia fazer? Reclamar não iria ajudar, bastava contentar-me com o que tinha. Agora analisando melhor o que tinha em mãos, terras rochosas e montanhosas, construções e decorações esculpidas a mão, e um castelo que praticamente chamava toda a sua atenção para si. Parando para refletir não era uma paisagem mal de se ver, em um conjunto até que possuía um certo nível artístico aplicado ali, apesar de bem rústico.

Meus companheiros também pareciam estar animados com a ideia de poder sair de alto mar, bom, até mesmo eu, um navegador, estava, então quem poderia não estar? Enfim escutava atentamente os assuntos a serem discutidos, principalmente por parte do ruivo e podia dizer que ele até tinha razão em certo ponto. O problema seria passarmos despercebidos em meio a essa cidade inteira, até porquê não fazia ideia como eles poderiam reagir, e agora estávamos falando da Grand Line, não seria como em Ilusia que apenas saímos e entramos lidando com as complicações uma após a outra. - Informações sempre são bem-vindas, mas... O quanto estão dispostos a se arriscar por isso? Lembre-se Nero, somos piratas. E você... - Afirmava ao atirador, virando-me em seguida para Aaron com uma expressão séria. - Aaron, certo? Se continuar andando conosco a coisa não ficará nada boa para o seu lado. É bom que saiba disso. - Jogava os fatos na mesa antes de tomarem uma decisão concreta.

Percebia que Masimos já não estava entre nós, o cansaço havia tomado contra do tritão, e não era para menos, além de tudo que passamos ele ainda havia se esforçado um bocado para tirar a embarcação da ameaça do tufão. Bom, eu também estava cansado e uma boa noite de sono poderia ser a melhor das escolhas, mas como poderia dormir sem ter a certeza de onde estava pisando? Não, eu não poderia ficar ali esperando que a sorte esteja a meu favor. - Não tenho nada melhor para fazer mesmo... Vamos lá. - Diria aceitando o convite do atirador para irmos até uma taverna em busca de informações. Por fim tragava os últimos reptícios de meu cigarro lançando ao mar, me aproximaria da saída da embarcação com cuidado olhando para trás no último momento como se estivesse esquecendo de algo. - Você vem? - Questionaria a Mink, deixando a embarcação em seguida independente da resposta.

Passos calmos e atentos seria uma definição especifica para minha caminhada, sempre um pouco atrás dos demais pretendia manter uma distancia segura caso fosse reconhecido de alguma maneira. Querendo ou não aparentemente eu era o procurado com maior destaque por ali, e isso poderia ser um fator primordial para que um atacante decida agir, sendo assim caso ele não perceba que estava andando em grupo isso poderia ser uma vantagem. " Janelas e portas se fechando, pessoas assustadas, será que piratas são bem-vindos por aqui? Ao que parece o problema já estão começando. Mas já? Pelo menos me deixem dormir um pouco! " Levava as mãos a cabeça, passando os dedos vagarosamente pela cara, a expressão era de desgosto mas de qualquer forma precisava estar alerta para qualquer coisa que acontecesse.

" Será que posso encontrá-los aqui? Não, não... Eles nunca se rebaixariam a esse nível. " Pensava por um breve momento, referia-me ao clã Farest, no entanto podia rapidamente encontrar a resposta ao ver as vestimentas simples dos cidadãos nos arredores. Todos apresentavam características humildes e lugares assim pouco chamam atenção de piratas de renomes, eu mesmo já estava querendo sair no momento em que cheguei. De qualquer forma ao que parece essa será uma longa jornada, quem sabe posso aprender algo por aqui? Seria válido o esforço que tivemos apenas por atravessar a reverse Mountain, isso sem contar o restante da trajetória. - Alguém sabe onde estamos indo? - Diria após passar-se um certo tempo, sabia que planejávamos recolher informações mas será que alguém realmente sabia o caminho a se seguir? Ao que parece não.
Far:
 
Thank's [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]


____________________________________________________


Fala (#B22222 - FireBrick)
Pensamento (#4682B4 - SteelBlue)

[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]

[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]
Voltar ao Topo Ir em baixo
ADM.Tidus
Duque Azul
Duque Azul
ADM.Tidus

Créditos : 65
Warn : 2º Capitulo: A Eclosão das Calamidades! - Página 20 10010
Masculino Data de inscrição : 10/06/2011
Idade : 27
Localização : 1ª Rota - Karakui

2º Capitulo: A Eclosão das Calamidades! - Página 20 Empty
MensagemAssunto: Re: 2º Capitulo: A Eclosão das Calamidades!   2º Capitulo: A Eclosão das Calamidades! - Página 20 EmptySex Jan 27 2017, 18:45

Denrold

Os membros da tripulação nada convencional reagiam de formas distintas, alguns impressionados e outros decepcionados,  seja como for ainda era cedo para tirar qualquer conclusão daquela cidade. Com o navio atracado Aaron respondeu ao questionamento de Diana sobre o seu futuro, o jovem gatuno parecia ter desenvolvido certo interesse pelo grupo, seja para usa-los ou se aproximar de alguma forma.  Nero se recompunha após “engolir” seu companheiro, seu corpo eventualmente amolecia, aparentemente manter a sua forma física já era um desafio para o recém usuário, ele precisa entender aquela habilidade para que pudesse ativa-la e desativa-la quando bem entendesse, caso contrário os resultados poderiam ser desastrosos.

No convés o grupo começou a traçar seus primeiros passos, Aaron e Nero concordavam que o melhor seria buscar por informações, afinal de contas era uma ilha nova, sua cultura era um total mistérios, Farest ouviu a conversa de seus companheiros e também achou uma boa ideia. Após o planejamento o pistoleiro tagarela foi para o interior do navio em busca de alguns apetrechos, dentre eles uma garrafa de vinho que logo encontrou na cozinha, aos fundos ele se deparou com uma pequena sala onde Masimos dormia tranquilamente, o mesmo foi entrando sem qualquer respeito por seu capitão, na mesinha de canto algo lhe chamou atenção, um livro de capa escura com alguns escritos em dourado, a bíblia sagrada. O coringa apanhou o manuscrito, guardou em suas vestes e retornou a superfície, nos demais cômodos do navio não havia mais nada, além da sala do tesouro que estava trancada.

O grupo se reunia uma vez mais, Diana estava perto de Aaron.  – Não se engane com essa primeira impressão, esse tipo de lugar guarda o pior da sociedade. – A navegadora olhava em volta, mantendo-se atenta. – Como Masimos ainda esta dormindo eu vou ficar e guardar o navio, seria um problema se ele fosse tomado enquanto o grandão esta dormindo. – Ela mantinha um sorriso zombeteiro no rosto durante suas falas. Com tudo pronto o quarteto composto por Nero, Aaron, Bell e Diana desceram a rampa do navio, o falador por sua vez se distanciou um pouco do grupo e se aproximou do mar para se lavar, assim que suas mãos tocaram a água salgada do mar ele sentiu uma sensação diferente, era como se a água estivesse mais pesada, suas mãos demoravam mais para subir do que deveriam e grande parte do liquido escapou entre seus dedos, era como se ele mal conseguisse reunir forças enquanto estava em contato com a água. Após lavar os cabelos o mesmo sentiu suas mãos moles, ele ainda conseguia move-los, mas eles se agitavam mais do que deveriam.

Por fim a caminhada em busca de uma taverna teve inicio, inicialmente tudo o que viam eram residencias de portas fechadas, becos escuros e pessoas tão suspeitas quanto eles, na maioria das vielas alguns sujeitos estavam reunidos com olhos esbugalhados, outros assustados e alguns emaçadores, não era uma vizinhança muito amigável. O chão em sua grande parte era bem liso, como se tivesse sido esculpido a mão. Em algumas paredes era possível notar a presença de papeis, a maioria estava rasgado como se não fossem apreciados naquela região, mas alguns ainda estavam em bom estado como se tivessem sido colocados ali a pouco tempo, estes eram cartazes de procurados, alguns de piratas famosos e renomados com recompensas elevadas que iam de 10 milhões até 100 milhões, dentre eles dois eram familiares para o grupo, Bell e Masimos, talvez fosse a primeira vez que Diana e Aaron estivessem vendo os cartazes de seus "companheiros", além disso Farest e DeWitt reconheciam outros dois cartazes o de um ruivo e de um rapaz de cabelos azuis, Raymond K. Walker e Tidus Belmont, eram os dois indivíduos que estavam no piquenique com Trêsze.

Bem próximo do local onde os cartazes se encontravam existia um bar, na parte superior uma placa esculpida na rocha estava escrito “Denrold”, além disso um simbolo bem destacado ao lado dessa palavra chamava a atenção, era como um demônio com uma coroa.

Simbolo:
 


Algumas pessoas entravam a saiam da taverna com frequência, os frequentadores daquela bar eram bem variados, iam de homens magros até verdadeiras montanhas de músculos, alguns portavam armaduras rusticas, com crânios de caveiras pendurados, pelagem e presas de animais, verdadeiros guerreiros com rostos pintados, eventualmente passava alguns com uma tatuagem com o mesmo simbolo da taverna. Os guerreiros passavam ao lado dos viajantes e os olhavam com indiferença, outros viam os cartazes e esboçavam um leve sorriso, mas logo dois sujeitos que estavam caminhando em direção a taverna pararam próximos aos viajantes.

Ops! – Um homem musculoso com quase dois metros de altura quase esbarrava em Aaron, o mesmo parou bem perto e olhou para baixo na direção do garoto. – Essa passou perto, HAHAHAHA! – Seu rosto foi tomado por um largo sorriso. Seu braço direito era revestido por uma armadura escura com detalhes em dourado, dentre eles um touro bem no ombro se destacava. O restante do seu torso estava despido, deixando uma pilha de cicatrizes e músculos a mostra como se orgulhasse disso, o restante do seu corpo também era revestido por uma armadura combinando com a do seu ombro, tendo um touro dourado bem no cinturão. – Me desculpe garoto eu não te vi. – Seu rosto aos poucos foi voltando ao normal, mais sério. – A proposito eu nunca os vi por aqui, primeira vez na cidade?

Logo atrás do brutamontes uma mulher ruiva, de olhos azuis e pele clara como a neve se revelou,  ela se vestia com roupas bem diferentes, era um traje completamente escuro, com poucos detalhes em outras cores, suas vestes estavam repletas de apetrechos. Ela paremaneceu em silencio, apenas observando o grupo e ouvindo cada palavra que era dito, seu olhar penetrante e sedutor fintavam cada um minuciosamente, era quase como se ela estivesse comendo-os com os olhos. Após a conversa ter terminado os dois finalmente entraram na taverna, deixando o grupo de viajantes sozinhos do lado de fora.


Enquanto o grupo se aventurava pela ilha, no navio Masimos finalmente despertava do seu sono de beleza, o tritão se sentia bem melhor, seu corpo já não estava dolorido como antes. Após recolher seus pertences e subir a superficie o emissário se deparou pela primeira vez com a cidade onde atracaram, agora ele finalmente podia ver toda a estrutura basica da cidade. – Você finalmente acordou! – Reiko saltou de cima do mastro, a Mink parecia estar de guarda. – Os outros saíram em busca de informações sobre essa ilha, eu achei melhor ficar e cuidar do navio. – Ela se aproximou um pouco mais e disse em um tom mais baixo. – O povo dessa ilha parece bem miserável como no farol, eles podem tentar alguma gracinha como aqueles pobres coitados. – Parte da sua boca era coberta por uma de suas mãos, para abafar a voz.

O clima estava agradável, o sol brilhava forte no céu e poucos nuvens bloqueavam a claridade, porém grande parte da cidade era bem escura graças as formações rochosas que bloqueavam grande parte dos raios solares, tornando a brisa do mar um pouco mais gélida do que deveria. Nesse momento a população que antes parecia se esconder dos forasteiras começou a sair de suas casas, abrindo as janelas e portas, alguns até passavam perto do navio sem qualquer preocupação, talvez eles tivessem confundido o navio com o de outra pessoa.


Homem:
 

Mulher:
 

____________________________________________________

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]

[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] | [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]

[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]

Olá Convidado, seja bem-vindo ao One Piece RPG.
Links para ajuda: [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] | [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] | [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] | [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]
Voltar ao Topo Ir em baixo
Yami
Super Nova
Super Nova
Yami

Créditos : 35
Warn : 2º Capitulo: A Eclosão das Calamidades! - Página 20 10010
Masculino Data de inscrição : 28/11/2011
Idade : 24
Localização : Far, Far Away ♫

2º Capitulo: A Eclosão das Calamidades! - Página 20 Empty
MensagemAssunto: Re: 2º Capitulo: A Eclosão das Calamidades!   2º Capitulo: A Eclosão das Calamidades! - Página 20 EmptySab Jan 28 2017, 17:50




Pub



Bell tinha razão quanto a uma coisa: será que eu queria mesmo ser visto com aquele pessoal? Quero dizer... Eles até poderiam ser úteis para adquirir informações e força durante a estadia na ilha, mas se algum marinheiro me reconhecesse ao lado deles, imediatamente eu seria taxado como pirata também. - Eu me preocupo com isso. - Falaria, sem muita enrolação, momentos antes de descermos a rampa. Meu olhar era agitado e altamente preocupado enquanto encarava janela por janela, buscando ver a reação das pessoas que ainda estavam por ali. Diana, Bell e Nero decidiam me acompanhar pela ida até a taverna, enquanto Masimos permaneceria no convés junto com Reiko vigiando a embarcação. Até termos outra, seria de extrema importância mantê-la segura...

Durante a caminhada, pude notar um pouco mais daquilo que temia. As pessoas não eram apenas reservadas, mas extremamente hostis e, pela situação do lugar, imaginava que era um lugar repleto de piratas. Então será mais útil eu estar ao lado deles do que descobrirem que sou caçador. Imaginava, olhando para Diana com certo pesar. Ao encarar uma das paredes, onde diversos cartazes estavam pendurados, me aproximava até enxergar a recompensa de meus "companheiros". 26 milhões no total? Talvez eles possam ser mais úteis de outra forma, eventualmente... E, em seguida, olhava surpreso para outros dois cartazes de recompensa. Lembrava que o Tidus, durante o sonho do Trêsze, havia dito que era famoso por ter seu rosto estampado em cartazes como aqueles e, de fato, agora presenciava um de cada. 73 milhões juntos? Eles devem ter causado muitos problemas mesmo. E, com a mão até os cartazes, os dobraria e colocaria em meus bolsos. Era um grupo que eu tinha curiosidade de conhecer no futuro.

A taverna logo adiante não se mostrava muito convidativa, mas eu sabia que as melhores informações circulavam por lá. Aquela que chamavam de "Denrold" demonstrava uma característica de clientes muito semelhantes que, ao nos encararem e notarem a presença do Lâmina Demoníaca, sorriam em satisfação. Não sei se pretendem caçá-los ou se apenas o reconheceram como um dos seus. Espero que seja o segundo. E, antes de poder pensar em muito mais, um muro praticamente esbarrava em mim, me fazendo dar um pequeno salto para o lado antes de olhar para cima. O brutamontes era gigantesco e seu corpo demonstrava sinais de crueldade nas batalhas, exibindo-os como troféus. - Não foi nada. - Murmurava, não em tom de medo, mas de modo a não chamar muita atenção. A última coisa que eu queria era ser reconhecido...

Quando citou que nunca havia nos visto por lá, respirava com certa calma. Isso significava que tínhamos uma identidade completamente nova por ali. - Somos apenas peregrinos. - Dizia, abaixando a cabeça em uma simples saudação. - E buscamos informações. Lugares especiais para clientes especiais. Sabe onde encontro isso? - Meus conhecimentos sobre o Mercado Negro eram amplos e, caso o homem entendesse o que eu estava me referindo, saberia que não estava ao lado da justiça, mas sim tentando me misturar ao submundo da ilha. Caso o homem soubesse, olharia para todos e faria um sinal para me seguirem, onde caminharia atrás do mesmo com extrema cautela, imaginando que talvez a entrada para o mercado negro pudesse ser bem naquele lugar.

Caso ele não entendesse o que eu queria dizer, agradeceria e entraria na taverna logo após o mesmo, encarando a mulher que o seguia com desconfiança. Seu olhar sedutor até me deixava meio desorientado, mas então encarava Diana e lembrava de tudo o que aquela mulher fazia para me provocar. E isso não me ajudou em nada.

Entraria na taverna e buscaria uma mesa para que todos nós nos sentássemos. Observaria atentamente tudo o que tinha por ali: as pessoas, as roupas que usavam, se possuíam armas, os cartazes nas paredes e ver se reconheceria alguém ali, o taverneiro, portas, janelas... Tudo era de extrema importância saber. Com minha audição altamente privilegiada, buscaria encontrar conversas que pudesse nos dar uma direção a seguir e, enquanto aguardava, pediria uma rodada de bebida para todos da mesa. - Precisamos nos misturar mais... Talvez roupas novas possam nos ajudar. - Sussurraria ao grupo, ainda atento aos arredores.

Chamaria o taverneiro para que nossos pedidos pudessem ser feitos. Nisso deixaria que Nero pudesse falar com o mesmo, buscando mais informações da ilha pela boca de uma das pessoas que mais deveria conhecer a história dali. Caso ele mostrasse relutante em falar, mesmo com o pedido de Nero, entregaria um pequeno bolo de notas com o total de 50.000 B$, querendo que ele falasse tudo o que tinha para dizer. - Apenas queremos conhecer um pouco a ilha. Não é tanta coisa assim. - Falaria com voz calma, baixa e tentando não chamar atenção. Daria um breve sorriso, disfarçando minhas reais emoções, enquanto tentaria dar um breve ar pacífico para ganhar sua confiança. E, quando ele aceitasse falar, sorriria de modo que nunca tinha sorrido antes, mostrando uma alegria que eu jamais faria de modo natural. - Ótimo! Parece que seremos ótimos amigos!

OFF:
 

Histórico:
 


____________________________________________________

[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]

[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]
Voltar ao Topo Ir em baixo
Marciano
Emissário da Morte
Emissário da Morte
Marciano

Créditos : 48
Warn : 2º Capitulo: A Eclosão das Calamidades! - Página 20 6010
Masculino Data de inscrição : 15/09/2014
Idade : 26
Localização : Na Monstrolandia...

2º Capitulo: A Eclosão das Calamidades! - Página 20 Empty
MensagemAssunto: Re: 2º Capitulo: A Eclosão das Calamidades!   2º Capitulo: A Eclosão das Calamidades! - Página 20 EmptyDom Jan 29 2017, 01:55

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]

~ Único modo razoável de se viver neste mundo é sem Regras ~

Na superfície do navio apenas Reiko se encontrava. A mink respondia de forma extrovertida e irônica, minhas perguntas! Algo que já havia analisado em sua personalidade e estava me habituando ao seu gênero. Já estava acostumado de certa maneira, em razão de Bell ser parecido.

As palavras de Reiko me intrigavam! Ela dizia que o povo da ilha parecia ser miserável e ao meu ver, um local que possui um castelo dominante, seria realmente pobre? Não! O pensamento mais lógico seria... o povo foi extorquido ao seu máximo pelo provável Rei ou Imperador dessa ilha! Claro que poderia ser apenas especulação de minha parte, eu poderia estar errado e a ilha realmente ser extremamente pobre. Mas nunca ouvirá falar de uma ilha possuir um castelo e ser pobre! Pelo menos financeiramente.

Perdido nos meus pensamentos referentes as informações que a piloto leopardina recém passará, me via diante a um assunto interessante. Um assunto interessante no meu ponto de vista logicamente. Eu estava com os baús contendo as joias ao qual teríamos que vender e eu já possuía um proposito para o dinheiro ganho pelas joias! O dinheiro seria direcionado para comprar um navio que representasse a minha amada Deusa da Morte. Seria um navio que expressasse orgulho e poder, obviamente! Mas antes de tudo, tal tarefa parecia ter ficado aos meus cuidados, visto que apenas eu sabia o local dos itens e os aliados haviam saído para reunir informações dessa ilha.

Tsch! Devo confessar que me sinto resoluto a ter que exercer tal tarefa. No entanto, se eu não conseguisse um navio digno da minha amada, como poderia expressar meu amor por ela?! Novamente devo engolir esse maldito ego que possuo para um proposito maior. Pensará comigo enquanto olhava para os arredores da ilha e do local que estávamos atracados.

Não havia muitas opções, teria que pegar os baús e andar pela cidade em busca de um local que pudesse comprar as joias! Claro que eu sabia os riscos! Poderia ser atacado por ladrões, mas teria pena dos mesmos, talvez fosse até uma boa ideia, afinal... já estava na hora de mandar um presente para minha amada.

Havia a probabilidade de me reconhecerem na ilha, visto que, em Ilusia haviam reconhecido! Todavia ficar no navio e esperar, não traria quaisquer resultados, pelo menos de minha parte. Era mais prático eu vender as joias e agilizar essa parte e ir construindo um plano para realizar os desejos de minha Deusa.

Suspirava profundamente e silenciosamente quando fintei Reiko e proferiria durante meus passos. ~ Irei até a cidade para vender as joias da mineradora Pedra rara! Fique no navio, não dou muito valor a ele por estar em um estado caótico... mas possui alguns itens de valor! Por enquanto fique esperta, logo mais voltarei! Terminaria de falar ao adentrar no interior do navio e caminhar até a sala dos tesouros. Abriria com a chave retirando o mesmo do bolso e coletaria os baús. Porém havia um problema! Os baús poderiam ser chamativos e para evitar batalhas desnecessárias, iria até a cabine do capitão, retiraria o lençol da cama e viraria os baús em cima do mesmo para coletar todas as joias e em seguida enrolar e dá um nó. Isso facilitaria para carregar! Evitaria problemas desnecessários e ainda diminuiria a curiosidade de quem visse, pois, um lençol velho sendo carregado por um tritão, seria como se eu estivesse carregando minhas roupas. Essa era a intenção.

Voltaria até a superfície do navio carregando as joias enroladas pelo ombro e antes de sair do navio olharia para Reiko e diria. ~ Caso alguém volte antes de mim! Informe que venderei as joias e logo voltarei para comunicar a todos quais são nossos planos! Falaria deixando um ar de mistério e curiosidade da humanoide. Claro que eu não havia formulado um plano bom, afinal, nem possuía informações da ilha. Entretanto, possuía uma mente estrategista e bastasse uma boa analise que eu poderia improvisar algo útil.

Após sair do navio andaria pela cidade calmamente não me importando com os olhos alheios. Apenas seguiria até alguma loja de penhores ou alguma taverna que eu pudesse negociar. Não era meu forte barganhar, mas como diz o velho ditado: vivendo e aprendendo. Adentraria no local e caso fosse necessário pela minha altura desprivilegiada, cuidaria para passar adequadamente pela porta. Andaria até o balcão com meus sentidos alertas e minha guarda levantada.

Observaria o local a minha volta como objetos estranhos, pessoas peculiares, expressões e etc. tudo que eu pudesse coletar de informações e falaria com o atendente. ~ Estou aqui para negociar jóias raras! Quem é o dono desse estabelecimento? Falaria em um tom calmo e sério como de costume. Segurava firme o lençol ao qual estaria carregando as joias e aguardaria a resposta do mesmo. Claro que qualquer humano burro pensaria que seria idiotice dizer o que carregava, mas isso era uma estratégia para saber quem estaria interessado. Poderiam tentar me roubar e nesse momento tentaria identificar o ladrão e apenas encara-lo. Esperaria a ação dele com meu corpo firme e ereto, expressando um ar de seriedade total e sem qualquer medo.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]

Marciano:
 

____________________________________________________

~Fala / Narração

[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]
[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]

Conquistas:
 
Voltar ao Topo Ir em baixo
Far
Pirata
Pirata
Far

Créditos : 53
Warn : 2º Capitulo: A Eclosão das Calamidades! - Página 20 10010
Masculino Data de inscrição : 06/07/2015
Idade : 23
Localização : Your worst nightmare

2º Capitulo: A Eclosão das Calamidades! - Página 20 Empty
MensagemAssunto: Re: 2º Capitulo: A Eclosão das Calamidades!   2º Capitulo: A Eclosão das Calamidades! - Página 20 EmptySeg Jan 30 2017, 04:23

With or against me?
Sem mais o que fazer naquele navio logo partia em direção a cidade onde algo poderia realmente acontecer, antes disso até tentava chamar Reiko para ir conosco mas a Mink parecia estar preocupada com o navio e decidira ficar. Bom, não era uma má ideia, claro, pretendemos conquistar uma embarcação nova ou pelo menos eu pretendo, mas enquanto não temos o que é necessário para isso alguém deveria cuidar da propriedade que estava em nossas mãos, compreendia isso. Deixando isso de lado seguíamos até a taverna mais próxima a qual passava por alguns cartazes como destaque na parede, meu nome e o de Masimos estavam lá, assim como de alguns rostos conhecidos como os de Tidus e Raymond. "Tidus Belmont 36 milhões, Raymond K. Walker 37 milhões... Então esses são seus nomes, interessante. Parece que Trêsze tem um bom faro para pessoas afinal de contas, quem sabe um dia encontramos esses caras."

Pensava por alguns segundos em seguida movendo-me até meu cartaz e olhando-o bem de perto, por mais que soubesse o valor da recompensa e a alcunha que haviam estipulado, nunca pude vê-lo com meus próprios olhos. "Bela foto." Pensava piscando para o cartaz, agora afastando-me, pouco antes que o grandalhão tropeçasse sem querer em Aaron. Fitava-o bem com os olhos enquanto ele falava e ria, o homem podia ser forte mas seu espírito provavelmente ainda era bom, isso eu podia notar durante as falas do mesmo. De qualquer forma decidi por não me intrometer na discussão, ou melhor, na conversa, apenas observava a ruiva que se escondia por trás daquela figura gigantesca, ao que parece ela também estava evitando confusão e por isso apenas mantinha-se na retaguarda. Não havia muito como ter certeza, mas também não estava completamente interessado em saber, na verdade o que realmente me chamava a atenção era aquele símbolo obscuro de um demônio que estava estampado por todas as partes.

Muitos podem pensar que isso seria algo ruim, no entanto só poderia pensar em vantagens, pois quem mais usaria símbolos obscuros se não piratas? Talvez simpatizantes? Isso não vem bem ao caso, o que importa é que havia uma boa chance de estarem do nosso lado. Claro, isso somado ao fato de que muitas pessoas ao adentrar a taverna ainda sorriam para mim, a principio isso não fazia muito sentido mas ligando os pontos até que isso se encaixava, não que eu pudesse afirmar com exatidão é claro, mas era algo a ser tirado a limpo. Então digamos que não precisava esperar por Nero ou Aaron tomar informações, também possuía um ponto de princípio para iniciar minha própria busca para descobrir a verdade por trás dos habitantes daquela ilha. Enquanto isso deixaria a parte histórica mais por conta dos dois, eles pareciam estar mais interessados quanto a essa informação em específico.

- Vou indo na frente. - Comentaria em meio a conversa deixando os três para trás, assim como a jovem ruiva e seu parceiro musculoso, adentraria a taverna observando os arredores. Faria uma varredura com os olhos procurando por todos que possuíssem o símbolo misterioso em suas roupas, e para não ser muito evasivo caminharia até o balcão principal como se fosse apenas mais um cliente, o que de fato acabaria ocorrendo de uma forma ou de outra. - Pode me arrumar um isqueiro e um copo de seu melhor whisky? - Indagava acenando com a cabeça em agradecimento assim que respondesse, em seguida entregando-lhe o dinheiro por tais pedidos. Guardava o isqueiro em meu bolso e me aproximaria de um dos homens com o símbolo, de preferencia aquele que aparentasse estar mais isolado dos demais, para não ser visto por maus olhos por todos ali caso fizesse algo de errado.

Sentar-me-ia ao seu lado tomando um gole do Whisky e em seguida colocando o copo sobre a mesa de forma que isso fizesse algum barulho, talvez isso fosse o suficiente para chamar sua atenção, ou talvez não, mas teria que arriscar uma conversa independente do resultado. - Esse símbolo é comum por aqui? Está espalhado por todo o canto. - Questionava com uma cara de desinteresse que talvez o fizesse até ficar insultado, e esse era o ponto perfeito para ver até quando me respeitavam ou me odiavam pela recompensa que possuía pela minha cabeça. Bom, se ele acabasse respondendo seria muito melhor, e ao menos era isso que eu esperava, mas de qualquer forma estava preparado para esquivar-me em caso de uma investida por parte do homem. Porém se nada acontecesse aguardaria sua resposta para seguir normalmente com o diálogo.

Se ele fosse receptivo porém não se sentisse tão confortável para contar muitos detalhes, apenas balançaria a cabeça concordando, levantaria a mão para o garçom chamando-o até a mesa e então seguiria com a conversa. - Entendo... - Diria, virando-me em seguida para o atendente. - Traga um copo a mais para esse homem, por minha conta. - Comentava dando mais um gole em minha bebida, na tentativa de passar uma confiança a mais para quem quer que estivesse comigo.

Far:
 
Thank's [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]


____________________________________________________


Fala (#B22222 - FireBrick)
Pensamento (#4682B4 - SteelBlue)

[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]

[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]
Voltar ao Topo Ir em baixo
Buggy
Coringa
Coringa
Buggy

Créditos : 16
Warn : 2º Capitulo: A Eclosão das Calamidades! - Página 20 10010
Masculino Data de inscrição : 31/07/2015
Idade : 22

2º Capitulo: A Eclosão das Calamidades! - Página 20 Empty
MensagemAssunto: Re: 2º Capitulo: A Eclosão das Calamidades!   2º Capitulo: A Eclosão das Calamidades! - Página 20 EmptySeg Jan 30 2017, 09:52


Post: Where: Wheater: Time:

Informações




Ah, devo dizer que me sinto bem à vontade nesta ilha. Nos arredores, há apenas becos escuros, pessoas nada confiáveis, casas trancadas, e um certo ar de desolamento. Não parece ser daqueles lugares hipócritas, cheio destas baboseiras de honra e justiça. Nenhum marinheiro à vista, ninguém nem ligando para os cartazes; parece que teremos um passe livre nesta cidade, pelo menos se não causarmos nenhuma confusão. Além disso, tenho uma certeza quase absoluta que há um mercado negro, e um certo apoio possível para nós. Isto é, se eles não quiserem atirar nossos corpos na sarjeta, o que eu prefiro evitar.

Todas essas figuras, esses guerreiros, é belo! Tantas pessoas para se manipular, em um futuro talvez nem tão longínquo. Tavernas lotadas são meus locais favoritos: é movimentado, há bebida, comida, sempre há algo correndo, os rumores sempre passam por lá e, acima de tudo... é onde mais se tem a possibilidade de conversar, dançar verbalmente. E, pelo que vejo, haverá várias coisas, no mínimo interessantes, para se descobrir nesta taverna. Uma cidade charmosa como essa deve ter uma história que acompanhe sua beleza, ou eu estarei profundamente decepcionado. Estou na Grand Line afinal, e espero por coisas grandiosas!

Tal como essa dupla aqui. Um homem gigantesco, fortíssimo, com um braço metálico... sem duvida alguma, se eu virá-lo ao nosso favor, e vesti-lo, com meu poder secreto, minhas capacidades aumentarão incrivelmente. Mas tenho que aguardar um pouco, enrolar os fios corretamente, para só depois manipular a marionete. Sua força pode me ser de grande uso... Agora, a mulher parece ser um problema maior. Quieta, ponderada, e parece estar nos julgando. Com certeza ela deve ter uma resistência mais obtusa a minhas palavras doces, porém, cedo ou tarde, todos sucumbem. Afinal, sou o mestre da lábia.

O homem parece simpático, amigável, talvez demais. Mas, mesmo com essa atitude suspeita, ele deve ser unidimensional demais para nos manipular de algum jeito. Aposto minhas fichas nisso; todo protagonista precisa de um ajudante bem-humorado e meio besta, e, neste caso, a mulher é o herói. Ah, mas a força bruta existe para pessoas temerárias assim. Por enquanto, porém, limitarei-me a ser discreto, simpático, e ganhar a confiança de ambos. Na Grand Line, todo cuidado é pouco. Tenho que repetir isso incessantemente para mim mesmo, só para ter certeza.

Deus, como este Aaron é tolo. Mal encontramos o homem, mal sabemos sua identidade, e ele já lhe pede por uma indicação no mercado negro? Nunca pensei que este garoto tímido poderia ser tão instintivo e impensado. Preciso corrigir isso logo, antes que algo ruim ocorra. Daria um passo a frente após a resposta do desconhecido, sacando a biblia sagrada. Quem diria que este obejto seria tão útil assim tão cedo. Minha voz tomando um tom devoto, firme, determinado, mas bondoso, como um padre, eu diria, o livro em mãos:

Sim, somos simples missionários religiosos. Viemos a esta ilha tão charmosa, e imaginamos que possamos descobrir mais sobre a fé daqui, e, quem sabe, usar a força de Deus para ajudá-los nos problemas que vocês possuírem. Cada alma que nos agradece, é um tributo ao Todo-Poderoso.

Neste momento, eu retiraria o chapéu, encostando-o em meu peito, em prostração, como um ato pio. Que o homem nos ache meio louco, não importa, o necessário apenas é que ele confie em nós, ou não nos leve a sério. Os olhos fechados, eu voltaria a falar, sereno:

Mas, para ajudar vocês, e o grande Onipotente, precisamos que vocês nos expliquem suas situações. A da ilha, mais precisamente. O que acham, senhor e senhora? Conversemos um pouco, pois estes meus lábios sagrados estão sedentos por um bom papo, huhuh.

Então, eu abriria um sorriso bondoso, acompanhando a dupla para o interior da taverna. Bell parece estar recebendo uma boa quantidade de atenção por essas bandas, por causa de seu cartaz; imagino que o meu também não demore para aparecer. O Lãmina Demoníaca está entrando no bar sozinho, e não irei impedi-lo; é realmente melhor que nos separemos um pouco, pelo menos por enquanto. Nos ajudará a acumular mais informações. Por enquanto, porém, eu ficarei com estes dois aqui, que parecem ser nativos desta ilha.

Acompanharia o musculoso e a mulher para o interior da taverna, junto com o ruivo. Olharia a minha volta, procurando por algo de interessante. Já tendo entrado no estabelecimento, eu apontaria para alguma mesa vazia, estendendo o braço e declarando:

Sentemos ali, irmãos. A conta será pela minha conta.

Ao ouvir o conselho de Aaron, apenas olho para ele, esboçando um meio-sorriso, como se lhe dissesse para confiar em mim. Posso não ser bom em brigas, mas agora estamos na minha praia. Jogos mentais são meu forte, e eu não falharei aqui.

Sentar-me-ia na cadeira vazia, esperando que a dupla de nativos nos seguisse. Devidamente acomodado, eu tiraria a garrafa de vinho do bolso, tomando um gole e oferecendo a quem quisesse um pouco. Cortesia básica, afinal. O pequeno ruivo chama o taverneiro, e sei exatamente o que ele quer; informações do barman, afinal, estes homens de negócios ouvem rumores o dia inteiro. E eu gosto de rumores: fatos podem ser mentirosos, mas rumores sempre apontam à realidade. O taverneiro tendo chegado perto de nós, eu lhe faria um pedido, humildemente, tirando o chapéu e pendurando-o sobre minha cadeira.

Ah, meu bom senhor! Você deve estar exausto de tanto trabalho, imagino. Mas trabalhadores honestos e devotos como o senhor são as pessoas favoritas de Deus! Venha, venha, tome uma pequena pausa, sente-se conosco! Vamos conversar um pouco, aliviar um pouco a tensão. Na verdade, traga um banquete, na minha conta, e aproveite-o em boa companhia!

Aguardaria sua resposta e, independentemente do que ele dissesse, eu aguardaria a refeição, ouvindo todos à minha volta, e conversando com a dupla que encontramos há pouco tempo.

Vocês são nativos desta ilha? Se me permite, este lugar me parece bem charmoso. Mas não vi nenhum marinheiro por aqui; é normal isso? Não que apoie a marinha, claro! Hahahahah!

Continuaria a entreter uma conversa com eles, para adquirir mais confiança, mas também para aprender o máximo possível sobre a ilha onde atracamos. Por enquanto, estou completamente nas cegas, e eu não gosto nada disso. Que tipo de teatro não tem iluminação? Também estaria atento a todos a minha volta: cada pedaço de rumor, de história, de informação, pode ser igualmente útil. Todo detalhe conta. Quando a comida chegasse, eu pegaria um pedaço de seja lá o que fosse, degustando o alimento. Faz tempo que não como algo que não tenha sonífero, ou veneno.

Meu caro taverneiro, diga-me, quais rumores andam correndo por suas orelhas? Pelas suas também meus caros. Ah, quase me esqueci! Chamo-me Martin Luther, e sou um dos líderes da Igreja. Poderia um homem humilde como eu saber os vossos nomes?







Histórico:
 



____________________________________________________

[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]
Voltar ao Topo Ir em baixo
ADM.Tidus
Duque Azul
Duque Azul
ADM.Tidus

Créditos : 65
Warn : 2º Capitulo: A Eclosão das Calamidades! - Página 20 10010
Masculino Data de inscrição : 10/06/2011
Idade : 27
Localização : 1ª Rota - Karakui

2º Capitulo: A Eclosão das Calamidades! - Página 20 Empty
MensagemAssunto: Re: 2º Capitulo: A Eclosão das Calamidades!   2º Capitulo: A Eclosão das Calamidades! - Página 20 EmptyTer Jan 31 2017, 22:36

Answer

Buggy, Yami e Far

O jovem gatuno ao perceber que sua identidade permanecia em segredo questionou o brutamontes sobre possíveis lugares “especias” na ilha, naquele momento seu olhar tornou-se sério, o mesmo estufou o peito,  olhou para trás, na direção da mulher, que meneou sua cabeça levemente em negação. – Você realmente não faz ideia de onde está se metendo não é mesmo? – O tom de voz mudou, suas palavras soavam quase como uma ameaça. Porém antes que algo de ruim pudesse acontecer Nero intervia com uma bíblia na mão, o sujeito olhou curioso, sem entender muito bem o que estava acontecendo, mas ao ouvir as palavras de Blackwater sua reação foi completamente inesperada. – HAHAHAHAHAHA! Deus irá nos salvar? HAHAHAHAHA! Agora eu entendo, vocês são comediantes, não é?! – Seus olhos chegavam a lacrimejar, a gargalhada do brutamontes chamava a atenção de outras pessoas que caminhavam por perto, ao ouvir a palavra “Deus” seus rostos despertaram o mais puro ódio, já outros olharam assustados.

Khal, você esta chamando atenção demais. – A mulher finalmente abria a boca, sua voz era doce e quase inaudível. – Amadores... – Um breve suspiro demonstrava decepção. – Eu vou assumir que vocês realmente não sabem onde estão e vou listar os seus erros. – Seu olhar foi de encontro com Aaron. – Você mal chegou na ilha e começou a olhar os cartazes de procurados, até apanhou alguns deles, isso demonstra interesse em procurados pela marinha, e você fez isso mesmo após perceber o ambiente hostil e como os cartazes são vandalizados por aqui, esse foi seu primeiro grande erro. Seu segundo erro foi perguntar sobre o mercado negro no meio da rua para a primeira pessoa que viu, francamente... – Ela ergueu sua mão esquerda, apoiando na testa. – E você padre, admito que sua abordagem foi boa, mas você está no lugar errado. Além disso seus companheiros iriam lhe entregar, peregrinos procurando o mercado negro e na companhia de um procurado do clã Farest? Fracamente, trabalho em equipe meu caro, o individualismo é ofuscado pelo trabalho em equipe, nesse caso foi arruinado. – Enquanto falava a ruiva caminhava próxima aos forasteiros, ela parou na frente de Nero, seu olhar sedutor olhava fixamente para o pistoleiro enquanto seu dedo indicador realizava movimentos circulares em seu peito. – Venham conosco, o Falso certamente simpatizaria com você, ou talvez lhe matasse por arruinar sua própria farsa. – A donzela abriu um leve sorriso no rosto e começou a caminhar para dentro da taverna.

O espadachim parecia mais interessado em buscar informações da sua forma, porém o brutamontes entrou em seu caminho. – Vocês ouviram, todos vocês devem vir. – Sua mão enorme repousou no ombro de Bell, quase arrastando-o. O grupo, sem qualquer chance de recusar, adentrou a taverna acompanhado da donzela e do brutamontes, o interior do local estava movimentado, mulheres e homens de tamanhos e etnias diferentes bebiam e comemoravam, todos possuíam apenas uma coisa em familiar, a tatuagem do demônio. Porém ainda existia aqueles mais reclusos que apenas encaravam a carne nova que marchava por ali, o olhar daquelas pessoas chegava a arrepiar Diana que se aproximou um pouco mais de Aaron, agarrando seu braço.

Mas ali não seria a sua parada fim, ao fundo da taverna existia uma porta diferente do restante, a madeira parecia ter sido talhada por um artesão renomado, dois homens carecas e robustos guardavam a entrada. – Khal, Freya. – Um deles acenou positivamente com a cabeça. – Esses quatro estão conosco. – Fraya, a mulher agora com nome revelado tomava a dianteira. – Sem problemas. – A porta por fim era aberta, dando passagem para um salão completamente diferente do anterior, era bem mais iluminado e a mobiliá bem tratada, diferente do salão anterior este não possuia mesas espalhadas, apenas alguns cubículos que mantinha seus clientes ocultos.

Freya adentrou o segundo cubículo da esquerda, esse possui uma placa bem ao lado da entrada com o seu nome, como se fosse um lugar reservado. – Sentem-se e fiquem a vontade. – O cubículo era bem espaçoso, possuía uma meso de centro com um castiçal e uns aperitivos, no lugar de cadeiras existia alguns bancos macios que cercavam a mesa. – Eu vou lhes explicar a situação atual em que se encontram. – Freya se sentou em um dos bancos, tirando uma de suas adagas e cravando na mesa. – Em troca dessa explicação vocês vão me responder algumas perguntas. – Khal permanecia parado, próximo a porta. – Essa ilha se chama Emeigh e vocês estão no território de Rakves Denrold, ele é extremamente severo com aqueles que invadem seu território e, bem, no momento vocês estão invadindo. Você “padre”, cometeu um pecado gravíssimo, você veio dizendo que salvaria as pessoas com  a palavra de Deus?  Rakves teria arrancado a sua espinha por dizer isso, os plebeus são tratados a base do ferro por aqui, o medo é o único salvador que eles conhecem, por acaso veio até aqui tentando implantar uma politica diferente? Tomar o seu trono?  Isso poderia ter sido interpretado como uma declaração de guerra se as pessoas erradas tivessem ouvido.

Nesse momento um garçom entrou no cubículo trazendo algumas bebidas, colocou sobre a mesa e se retirou imediatamente. Freya apanhou uma garrafa de vinho, colocou em um copo e deu um gole. – Eu nunca os vi por aqui, ou em Achill, então vou lhes dar uma chance. – Seus olhos começaram a brilhar, assim como as cicatrizes em seu rosto. – A partir de agora vocês só não poder me dizer a verdade, se uma mentira for dita eu saberei. E se mentirem eu entenderei isso como uma declaração de guerra contra os Denrold. Vamos começar com algo simples, quem são vocês? – Seu olhar era ameaçador e seus olhos transmitiam uma energia misteriosa. – Qual objetivo de vocês nessa ilha? E você, delinquente dos Farest. – Ela apontou sua adaga para Bell. – Qual a sua ligação com o clã Farest? – Fraya permaneceu atenta, aguardando a resposta de seus convidados, uma aura estranha emanava da mulher, como se fosse obra de algum poder mistico. Khal permanecia ao lado da porta, com os braços cruzados e cuidado de tudo, de quem entrava e saia do cubiculo.


Marciano


No navio pirata Reiko atualizava Masimos sobre os acontecimentos recentes, O tritão por sua vez analisava a situação e pensava sobre as possibilidades. Howker achava ser uma boa ideia sair para vender o seu tesouro, talvez essa não fosse a melhor ideia que ele já teve, sair carregando um tesouro em uma terra desconhecida completamente sozinho? Era sem duvidas confiança demais ou imprudência demais. Determinado o capitão pirata foi até o interior do seu navio e colocou o tesouro em um lençol já velho, estava pesado mas para o homem-peixe aquilo não era nada.

Com o saco de joias sobre os ombros Masimos retornou a superfície, Reiko parecia inquieta, ela se aproximou de Masimos antes que ele saísse do navio. – Eu não acho que essa seja uma boa ideia. – Ela se pos bem na frente do seu capitão. – Nós ainda não sabemos nada sobre essa ilha, seria melhor esperar que os outros voltassem com as informações, se você sair andando por ai sem destino pode acabar perdendo essas joias que deu tão duro para conseguir! Vamos ser cautelosos, acabamos de chegar na Grand Line, estamos completamente as cegas aqui. – Ela olhou para os lados, onde a pobreza e olhares de ódio se dirigiam em sua direção, o povo da ilha realmente estava longe de ser o mais amigável e confiável do mundo.

Nesse meio tempo as joias pontiagudas começaram a rasgar o tecido até que começaram a cair pelo convés, por mais que para o homem-peixe o peso das joias não fosse grande coisa, para um simples tecido desgastado como aquele era demais. – Droga! – Reiko arregalou os olhos e começou a juntar as joias. –Precisamos recolher isso!– Ela olhou para Masimos com os olhos arregalados, quase desesperada.

Enquanto a dupla recolhia as joias passos podia ser ouvidos vindo da lateral do navio, da rampa sendo mais especifico, Reiko olhou imediatamente para aquela direção, o que ela viu foi um homem de estatura media, vestida com roupas negras com um capuz, um simbolo de um demônio com uma coroa em seu cinturão se destacava, seus ombros estavam cobertos por uma pelagem escura e uma capa rasgada que se estendia até as suas pernas, em suas costas um par de espadas estava bem visível.  – Saudação forasteiros. – O rapaz removeu o capuz, revelando um rosto experiente, na casa dos 30 ou 40 anos. – Bem vindos a Emeigh, eu sou Stinger Row. – O sujeito abriu um leve sorriso amigável. – Desculpem a intromissão, mas vocês devem entender o meu ponto, afinal de contas qualquer um ficaria inquieto com um navio atracando no porto da sua cidade sem dizer nada, não é mesmo? – Ele ergue os braços, dando de ombros, demonstrando uma atitude bem relaxada. – O que os trazem até a nossa humilde ilha? – Seu rosto permanecia com a mesma expressão cortês. Enquanto Row lançava algumas perguntas, Reiko terminava de recolher as joias e as escondia em baixo do lençol rasgado.


Stinger:
 

____________________________________________________

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]

[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] | [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]

[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]

Olá Convidado, seja bem-vindo ao One Piece RPG.
Links para ajuda: [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] | [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] | [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] | [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]
Voltar ao Topo Ir em baixo
Yami
Super Nova
Super Nova
Yami

Créditos : 35
Warn : 2º Capitulo: A Eclosão das Calamidades! - Página 20 10010
Masculino Data de inscrição : 28/11/2011
Idade : 24
Localização : Far, Far Away ♫

2º Capitulo: A Eclosão das Calamidades! - Página 20 Empty
MensagemAssunto: Re: 2º Capitulo: A Eclosão das Calamidades!   2º Capitulo: A Eclosão das Calamidades! - Página 20 EmptyQua Fev 01 2017, 04:09




The Cursed City



Arquearia as sobrancelhas com a reação dos nativos para com o que havia acabado de dizer. Apesar de ter tentado ser o mais discreto possível, principalmente em não ter citado exatamente as palavras "mercado negro", eles entendiam bem que eu não era como eles. Nero tentava usar sua lábia através de uma fé falsa, que acabou só piorando as coisas. A mulher se dirigia diretamente a mim e seu olhar atravessava minha pele, carne e alma. Engolia um seco, talvez presenciando um resquício de... medo? Eu me sentia perdido, de fato, como se nem as sombras pudessem me acolher novamente. Eu tinha perdido o jeito. Vlad normalmente fazia esse tipo de coisa e fazia pouco tempo que eu comecei a cuidar de mim mesmo. Apesar disso, escutava palavra por palavra, absorvendo-as, aprendendo. Eu seria um eterno aprendiz e, para ser capaz de acabar de uma vez por todas com a Rosa Negra, eu precisava ser forte. Era o único motivo de eu ter me juntado aos piratas.

Não caçoaria dela, tentando justificar meu erro. Claro que os cartazes de fato não eram para que eu os caçasse e não tentaria manobrar minhas palavras dizendo que o "local especial" não era o mercado negro. Se ela sabe do que eu me referi, isso só pode significar duas coisas: ou ela é uma caçadora ou não é uma pirata qualquer. Pela situação do lugar, me sobra apenas a segunda opção. Refletia, assentindo com a cabeça quando ela terminava de falar, em uma expressão fria.

No fim das contas, éramos convocados para entrar na taverna. O local, cercado de gente era um tanto quanto intimidador, mas não pior do que sentir como se a sua máscara caísse de seu próprio rosto. Se ela realmente considerasse a gente uma ameaça, teria feito o trabalho ali fora mesmo. O que ela tem em mente...? Rangendo os dentes, ia para a sala individual de Freya, acompanhado de Nero e Bell. Olharia para a Diana, com um olhar penetrante, como se tentasse me comunicar com ela. Sinceramente, não imaginava o que a atiradora pensava naquele momento, mas era bem possível estar tão perdida quanto eu.

Após sentarmos, percebia o tratamento diferenciado dela até ali. Disse que "Falso" gostaria de Nero. Seria o líder deles? E ela começava a falar, enfim descobrindo que a ilha em que estávamos era Emeigh, território de Ravkes Denrold. Começaria a comer, não notando o quão faminto eu estava até agora. Beberia água para refrescar e comeria aquilo que estivesse disposto. - Se uma ação é uma ameaça ou não, depende de quem o escuta. - Falava, sem tirar os olhos da comida, pegando pedaços de carne com as mãos nuas, puxando filetes e colocando na boca com calma. - Se Denrold ficaria tão ameaçado por uma simples visita de um "padre", achando que ele tomaria seu trono, então imagino que ele não seja um Rei tão querido. Ou que isso deva acontecer com frequência. - A máscara já havia caído mesmo e, apesar dela ainda não saber meu nome e meu passado, aquele era o verdadeiro Mitarashi Aaron Daddario, que apesar do nome ter se perdido no tempo, ainda estava vivo como nunca.

Não me importava com a forma direta que eu havia abordado aquilo. Eu era direto, não queria enrolar mais do que deveria. Já havia passado tempo demais rodeado de pessoas e, sinceramente, aquilo estava me deixando nos nervos. - Me chamo Aaron. - Falava, esperando os outros também falarem. Quando questionado sobre o que queríamos, olharia para Freya com um olhar tão penetrante que esperava que ela não fosse esquecer a cor dos meus olhos tão cedo. - E apenas quero que me deixem em paz. - Era a verdade, de fato. Além disso, o que eu mais desejava era poder, me tornar ainda mais forte e astuto e não imaginava muito que aqueles dali estavam dispostos a me ajudar, portanto... Eu apenas precisava recomeçar. - Buscamos forças, buscamos avançar. Como disse, somos apenas passageiros.

Caso notasse que Nero ou Bell demonstrassem outro plano em suas falas, me calaria enquanto comia, prestando atenção no que falavam. A mulher tinha razão quando citou que estávamos desalinhados quanto ao trabalho em grupo, pois não éramos um grupo de fato. Eu apenas andava com eles, esperando que me beneficiasse de alguma forma... Até agora, apenas serviram para mascarar o meu "cheiro de caçador" dali. Portanto, veria se as falas que eu planejava falar iriam contra o plano de algum dos piratas, deixando oportunidade para Diana também se pronunciar. Caso não influenciasse em nada eu ser mais direto, falaria sem muito temor, comendo e não esperando que fosse ser uma declaração de guerra por isso. Apesar da calma, estaria atento para erguer minha adaga de forma ágil e fincar na coxa da mulher por debaixo da mesa, onde chutaria a mobilha para afastá-la de nós e nos dar mais espaço. Estávamos num ambiente hostil e completamente desconhecido e eu não planejava parar minha jornada em "Emeigh", a cidade maldita.

Histórico:
 


____________________________________________________

[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]

[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]
Voltar ao Topo Ir em baixo
Conteúdo patrocinado




2º Capitulo: A Eclosão das Calamidades! - Página 20 Empty
MensagemAssunto: Re: 2º Capitulo: A Eclosão das Calamidades!   2º Capitulo: A Eclosão das Calamidades! - Página 20 Empty

Voltar ao Topo Ir em baixo
 
2º Capitulo: A Eclosão das Calamidades!
Voltar ao Topo 
Página 20 de 22Ir à página : Anterior  1 ... 11 ... 19, 20, 21, 22  Seguinte

Permissão deste fórum:Você não pode responder aos tópicos neste fórum
One Piece RPG :: Oceanos :: West Blue :: Ilusia Kingdom-
Ir para: