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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Crônicas de um Assassino - Renascer!

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MensagemAssunto: Crônicas de um Assassino - Renascer!   Crônicas de um Assassino - Renascer! - Página 3 EmptySex 15 Jul 2016, 04:22

Relembrando a primeira mensagem :

Crônicas de um Assassino - Renascer!

Aqui ocorrerá a aventura do Caçador de Recompensas Aaron DeWitt. A qual não possui narrador definido.


____________________________________________________

~Fala~
~Pensamento~

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Sabe por que caímos?
Para aprendermos a levantar.
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MensagemAssunto: Re: Crônicas de um Assassino - Renascer!   Crônicas de um Assassino - Renascer! - Página 3 EmptyQui 01 Set 2016, 15:19




O Sargento Renegado

O sobrevivente de Zod.

Todas as pistas apontavam com exatidão de que Zod era, de fato, o sargento desaparecido. Não haviam encontrado o corpo de Gabriel Reyes e a história deixava brechas o suficiente para comprovar de que tal coisa poderia ter acontecido. A questão era: por que? Não que isso fosse importante, mas talvez sabendo seus motivos para seguir a vida pirata, seria mais fácil rastreá-lo. - Então houve um sobrevivente. Onde ele se encontra agora? - Já deixaria claro em minha fala de que eu precisava falar com o mesmo.

Se o homem me negasse a autorização para falar com o ferido, olharia em seus olhos, tentando demonstrar a urgência que a situação exigia. - Acredite, esse caso é muito além de apenas um assassino matando pessoas aleatórias. Eu preciso falar com o marinheiro. É urgente. - E, se mesmo assim o mesmo não desse o braço a torcer, bufaria, mesmo que meu tamanho não demonstrasse tanta intimidação. - Então me leve até o Sargento responsável do QG. Ele vai adorar saber que estão dificultando na captura de um assassino em série. - E, com tal coisa sendo dita, esperava que me fosse dado o que eu buscava. E se, mesmo assim, nada me adiantasse, me despediria do mesmo e começaria a andar pelo QG, alegando estar buscando cartazes e informações importantes e que também precisava encontrar um amigo oficial ali, mas na verdade iria até a enfermaria, onde minha fonte provavelmente estaria presente.

Conseguindo chegar até onde o marinheiro ferido estava, me aproximaria do mesmo e, como de costume, falaria com ele sem cerimônias. - Ouvi falar que encontrou Zod ontem a noite. - Dava uma pausa, deixando que o mesmo absorvesse o motivo de eu estar ali. - Preciso saber o que aconteceu ontem a noite. Sei que deve ser doloroso relembrar, mas preciso de informações. Zod não pode continuar a solta. - Tentava "suborná-lo" com a informação de que iria caçar Zod ainda naquela noite e que iria dar fim com aquilo que havia ferido o mesmo. - Ouvi dizer que Zod é um usuário. O que ele chegou a fazer de anormal? - Perguntaria, atento a tudo o que ele tinha a dizer.

Ouviria, palavra por palavra, todo o relato da noite anterior. Buscaria sempre buscar em sua história informações vitais, principalmente no quesito que me ajudasse a atrair Zod. - Me conte o começo. Como você encontrou com ele? Estavam fazendo algo ou andando por um lugar específico para ele aparecer? Preciso atraí-lo de alguma forma... - E contava com a ajuda do marinheiro para que eu pudesse ter vantagem sobre os outros caçadores que também tentavam caçar o marinheiro renegado. Após ter tudo o que precisava, agradeceria e desejaria melhoras ao homem, indo agora embora juntamente com Diana, que esperava ter me acompanhado todo esse tempo para também me ajudar com os planos. Antes de sair, porém, pararia novamente na recepção, onde perguntaria de forma rápida. - Aliás, um caçador chamado Ramon passou por aqui? Se sim, ele disse para onde foi? - Perguntaria, tentando agora secar completamente a fonte de informações que nós tínhamos ali.

No lado de fora do QG, me juntaria com Diana enquanto, retirando a garrafa de água de minha mochila, daria dois goles para limpar a garganta. Eu estava falando demais naquela noite e isso não me agradava muito. - A maior pista que temos para atrair Zod é nós mesmos. Zod demonstra sempre atacar caçadores que estão atrás dele, então já temos um dos requisitos para eles nos achar. Só nos resta agora partir para a cidade em busca dele. - Não olharia para Diana ainda por vergonha, mas por algum motivo a sua presença me trazia certo conforto e confiança. Ela não falava muito e demonstrava ser uma boa ouvinte e, sabendo de seus dotes naturais e de suas possíveis capacidades com armas, ela parecia ser bem útil ao meu lado. E esse pensamento, é claro, me deixava corado novamente.

Já sabia tudo o que tinha para saber sobre Zod. Talvez com o conhecimento para onde Ramon havia ido, era uma boa pista para começarmos. - Ramon pode até ser útil nesse momento. Se ele conseguiu alguma informação que deixamos passar, ele está no caminho de Zod nesse exato momento. E como ele não parece ser alguém que luta em silêncio... Deve ser fácil encontrar rastros da batalha dos dois. - E, caminhando para longe do QG, exclamaria. - Vamos, Diana. Temos assuntos para tratar com Reyes, e será essa noite. - E, indo agora para uma área mais isolada da ilha, começava a verdadeira perseguição do pirata dos rifles cruzados.




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Ravenborn
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MensagemAssunto: Re: Crônicas de um Assassino - Renascer!   Crônicas de um Assassino - Renascer! - Página 3 EmptyDom 04 Set 2016, 20:47



Gabriel Reyes III


Tendo adquirido algumas informações com o marinheiro do balcão, Aaron logo perguntou sobre o homem que tinha sido atacado por Zod na madrugada passada, na esperança de conseguir encontrar algo mais que pudesse lhe servir de ajuda. A sua busca pelo assassino era incessante, e o garoto com certeza não descansaria até que pudesse resolver aquilo tudo com as próprias mãos. Diana, sempre ao seu lado, parecia se divertir ao observar o garoto decidir como fazer as coisas, e por isso, só concordava com os métodos dele até então. O marinheiro que tinha sido atacado, de acordo com as informações do balconista, estava na enfermaria do QG, para onde a dupla estava se dirigindo no momento. Como já era de se esperar, a construção era imensa, e eles passaram por uma boa quantidade de marinheiros e visitantes enquanto caminhavam até o local, coisa que levou pouco menos de um minuto.

Já na sala de enfermaria, puderam notar que lá não havia nada fora do comum: algumas camas vazias, outras ocupadas, uma enfermeira que cuidava de tratar dos feridos e tudo o que já se imagina esperar num lugar desses. O jovem seguiu até o homem que o balconista lhe tinha indicado, este que se mostrou surpreso pela visita inesperada de duas pessoas que ele não conhecia. - O quê? - o marinheiro era um rapaz, que devia ter mais ou menos a idade de Ramon, dada a sua aparência. Não parecia muito feliz com a visita, e sua expressão irritada mostrava muito bem isso. - Ouvi falar que encontrou Zod ontem a noite. - o garoto foi direto ao ponto, como sempre, mas as suas palavras só fizeram o rapaz revirar os olhos. - Preciso saber o que aconteceu ontem a noite. Sei que deve ser doloroso relembrar, mas preciso de informações. Zod não pode continuar a solta. - ele continuou, mas o marinheiro apenas suspirou. - Claro, claro. Vão lidar com ele. Vocês e que exército? - ele fitou Aaron nos olhos, arisco. Aquele rapaz não parecia nem um pouco feliz.

- Já não bastava aquele outro vir aqui se achando a última bolacha do pacote, e agora vocês também? O quão desesperados por dinheiro vocês estão? Zod é um peixe grande demais pra vocês. Se prezam pelas suas vidas, fariam muito bem em se manter longe dele. - ele parecia frustrado e irritado, provavelmente por ter lutado contra o assassino e falhado. O rapaz era bastante orgulhoso, afinal de contas, e perder daquela maneira fora simplesmente muito estressante para ele. Aaron tentou outra vez, afinal de contas, não podia simplesmente sair dali de mãos vazias, e felizmente, a sua insistência foi compensada. Com um longo suspiro, o marinheiro resolveu dizer o que sabia, mais para se livrar daquela inconveniência do que por qualquer outra coisa. - Eu estava fazendo patrulha durante a madrugada, até porque as coisas têm estado bem perigosas por aqui, ultimamente. Tava tudo tranquilo, até que eu vi esse cara suspeito entrando em uma viela, e segui ele pra saber o que queria ali. Foi só aí que eu notei que era o maldito do Zod, e então, me preparei pra lutar. - ele suspirou de novo, os seus olhos carregavam um certo brilho de raiva.

- Eu não quero me gabar, mas eu sou um dos recrutas mais fortes do QG, e ainda assim... - ele deu um soco na cama, frustrado. - ...eu nem sequer consegui tocar ele. Eu não sei o que diabos era aquilo, mas ele saltava de um lado para o outro coberto por uma...fumaça negra? No final das contas, ele simplesmente atirou nas minhas duas pernas e na minha barriga, e me deixou lá pra morrer. Por sorte, o restante do pessoal me achou a tempo. Isso foi tudo o que eu vi, agora me deixem em paz. - ele terminou. Aparentemente, não tinha mais nada pra falar. Agora que já tinham confirmado de todas as maneiras possíveis que Zod era, de fato, um usuário, e que não hesitava em matar as suas vítimas, eles tinham conseguido toda a informação de que precisavam. Pelas palavras do marinheiro de antes, também, era bem capaz de Ramon ter visitado o QG em busca de pistas, pouco antes da dupla. Não seria estranho se se encontrassem mais pra frente, mas naquele momento, ninguém sabia dizer se isso seria bom ou ruim. Isso, eles só descobririam com o tempo.

Depois disso, eles finalmente deixaram o Quartel General. Tinham adquirido muitas pistas, mas agora, precisavam dar um jeito de encontrar Zod e de pará-lo de uma vez por todas. A verdade por trás daquela história podia ser bem mais assombrosa do que eles esperavam, e Aaron não pararia até dar um jeito naquilo. - Você fez muito bem lá dentro, Aaron-kun. O sequestro do garoto, Ramon e agora Reyes...Fufufu. - ela riu de leve, divertindo-se com o desenvolvimento das coisas. - Parece que entramos em algo bem maior do que o esperado. Essa caçada vai ser bem mais divertida do que eu imaginava. Eu vou deixar que guie os nossos passos. - ela falou, misteriosa. O ruivo agora tinha que decidir como agiriam dali pra frente, se pretendiam capturar o procurado ainda naquela noite. Quem sabe, se o fizessem rápido, ainda houvesse salvação para o garoto que havia sido sequestrado. Quem sabe...

...ainda houvesse salvação para Reyes.

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Yami
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MensagemAssunto: Re: Crônicas de um Assassino - Renascer!   Crônicas de um Assassino - Renascer! - Página 3 EmptySeg 05 Set 2016, 20:32




Becos escuros.

Em busca da morte.

Apesar de sermos uma companhia muito indesejável para o recruta, o que ele disse havia sido o suficiente para completar as lacunas que haviam na minha cabeça. A minha teoria de que Zod utilizava uma habilidade que se assemelhava a uma fumaça estava confirmada. Ainda não sabia exatamente o que era, mas estava a frente do pirata no quesito de conhecimento. - Obrigado. - Com uma breve cerimônia, sairia do QG acompanhado de Diana, que me elogiava pelo bom trabalho que eu estava fazendo. Corado, eu virava o rosto para o lado oposto. - N-Não fo-oi na-ada de-demais! - Dizia, afastando a ideia dela ter me elogiado.

Recuperando-me daquilo, começava agora a encaixar as peças do quebra-cabeça. Reyes era, muito possivelmente, o pirata que procurávamos e, por isso, não descartava motivos para suas ações. Era difícil de acreditar que um homem que trabalhou ao lado da justiça tenha se tornado um assassino apenas por esporte. Algo a mais estava por trás disso tudo... E o que movia um homem? Família? Dinheiro? Honra? Poder? Não parecia o caso de Reyes buscar poder de uma forma tão brutal assim... Talvez, apenas talvez, estivesse fazendo aquilo por um motivo mais nobre do que nossos olhos podiam ver. - Agora estamos no labirinto do minotauro. - Dizia para Diana. Começaria a caminhar adiante, indo agora para uma área mais isolada dali. - E, em breve, o minotauro nos achará. Estamos na casa dele e, como todo anfitrião tendo sua área invadida, ele irá vir atrás de seus invasores. Não tenho dúvidas quanto a isso.

Chegando em áreas mais fechadas da cidade, no qual incluía becos e vielas, eu sacaria minha adaga e, faria um corte na palma de minha mão esquerda, deixando o sangue correr. Com a mão manchada, esfregaria na parede em alguns momentos, até mesmo deixando pingar por onde eu passasse para tornar o cheiro e a visibilidade das manchas mais visíveis. Falando baixo, alertaria Diana. - Nenhum civil em sã consciência irá andar por aqui e resolverá seguir as manchas de sangue. Apenas um louco iria atrás de sangue nessa hora da noite em becos da cidade. - Atento a tudo ao meu redor, continuaria com a caminhada, mudando trajetos e afastando-me cada vez mais da civilização. - Mas quando você é o causador número 1 de ferimentos da cidade e começa a ver sangue em sua área que não foi você quem causou, isso irá chamar sua atenção. - A ideia era simples: fazer com que Zod visse o sangue e questionasse o motivo dele. Como não havia sido o pirata que havia causado aquele ferimento em alguém, era provável que ele fosse buscar a fonte do sangue. E apenas ele faria esse tipo de coisa, visto que ninguém mais seria tolo de fazer essa aventura pelas ruas vazias da cidade.

Com Diana ao meu lado, esperava que a atiradora também estivesse atenta para toda e qualquer investida. Faria a caminhada num raio de 100 metros e, após todo o trajeto, me dirigiria para o centro de todo o percurso da caminhada, onde eu sentaria num canto, porém num local bem visível e, com o capuz erguido para ocultar minha face, me passaria por um moribundo ferido, sem demonstrar qualquer perigo. - Se esconda e fique atenta. Se Zod aparecer, ele provavelmente virá até mim. Ao me ver, não deve estar de guarda alta. Será sua chance de ter o golpe de oportunidade. - E, dito isso, armaria a armadilha para o assassino de caçadores, ao mesmo tempo em que pegaria umas bandagens e fecharia o machucado que eu havia aberto em mim mesmo.

A ideia era simples: atrair Zod até aquele ponto e, quando ele me visse, no chão, ferido e sem apresentar nenhum perigo, deixar sua guarda baixa o suficiente para que Diana reagisse antes dele. Quando nossa investida fosse feita, a batalha começaria e terminaria apenas com Zod atrás das grades. Agora, Aaron, faça exatamente o oposto do que Virtuoso lhe ensinou. Não oculte sua presença, e sim deixe-a ser percebida. Zod precisa ser pego pela isca. E, atento a tudo, aguardaria reações no meio da noite.

Caso o plano desse certo e Zod aparecesse, exclamaria como se tivesse com medo. No chão, começaria a me arrastar para longe do pirata, como se tentasse fugir do mesmo. - P-Piedade! - Falaria, demonstrando fraqueza. Minha atuação teria que estar afiada ali e, para isso, usaria de todas as artimanhas que deixariam V orgulhoso. Atento, observaria bem onde o pirata estava, tentando colocá-lo de costas para Diana, que deveria atacar no próximo instante. Se os seus disparos fossem efetuados, independentes de serem certeiros ou não, ergueria-me com um salto e, com ambas as adagas em mãos, iria para o local onde Zod se encontrava - caso o mesmo tivesse esquivado, iria para o local onde ele havia parado após a esquiva - e buscaria efetuar cortes precisos em seu tórax.

Inicialmente, manteria-me apenas atento, fugindo de seus tiros com esquivas laterais para não ser atingido, me jogando e retirando meu corpo da direção que os disparos fossem efetuados, tornando os meus movimentos os mais imprevisíveis possíveis. Com o campo de batalha pronto, agora manteria-me atento para o combate enfim, iniciar. - Venha sem reagir e as coisas poderão ser mais fáceis... Reyes. - Exclamaria, buscando trazer alguma humanidade que havia sobrado por detrás daquela máscara.

Caso, porém, Zod não aparecesse num período de até uma hora, eu ergueria-me, cansado de esperar, e teria que partir para o plano B, que era ir atrás de sons de combate, que era onde provavelmente Ramon estava com a nossa recompensa mascarada.




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MensagemAssunto: Re: Crônicas de um Assassino - Renascer!   Crônicas de um Assassino - Renascer! - Página 3 EmptySab 10 Set 2016, 12:27



Zod Blackwater


Imediatamente após deixar o Quartel General, o garoto ruivo já se aprontava para colocar o seu plano em ação. Já convencido de que o homem que procurava era ninguém menos do que o ex-marinheiro Gabriel Reyes, que estava supostamente morto, Aaron ainda estava tentando decifrar uma última coisa: o que teria levado um homem que antes era adorado por tantos por seguir a justiça -  tendo recebido até mesmo uma das armas de fogo especiais de Toch pessoalmente - a cometer esse tipo de atrocidade, matando sem distinção como um psicopata dissimulado? A resposta podia parecer complicada a princípio, mas ela era bem mais simples do que o garoto podia imaginar, e isso seria algo que Aaron talvez chegasse a descobrir ainda naquela noite...quem sabe? Ele tinha coisas mais importantes para fazer no momento.

A ideia era ir até uma área mais isolada da ilha, aonde haviam vários becos escuros - tal como aquele em que o marinheiro com que tinham conversado fora atacado - e atrair o assassino utilizando-se de uma tática um tanto quanto inusitada. Quando o garoto fez um corte em sua mão e começou a traçar seu sangue pelas paredes da viela em que estavam, Diana fez um olhar de surpresa, pois realmente não esperava por aquilo. - Nenhum civil em sã consciência irá andar por aqui e resolverá seguir as manchas de sangue. Apenas um louco iria atrás de sangue nessa hora da noite em becos da cidade. - ele começava a explicar, e a mulher misteriosa prestava atenção em suas palavras, parecendo interessada. - Mas quando você é o causador número 1 de ferimentos da cidade e começa a ver sangue em sua área que não foi você quem causou, isso irá chamar sua atenção. - ele finalizava, e Diana sorria. O garoto era realmente mirabolante, e ela jamais teria pensado numa estratégia desse gênero. Talvez ele realmente tivesse bastante futuro naquele ramo. Mas isso ainda a fazia se perguntar como ele tinha tanta experiência no assunto, ainda naquela idade.

- Eu vejo como isso pode funcionar. Mas fique atento. Ainda não sabemos o que a fruta dele faz, então a luta vai ser perigosa até descobrirmos como lidar com ela. - a caçadora alertou, um pouco mais séria agora. Estavam praticamente entrando em território inimigo àquela altura, e ninguém mais podia dizer quando ou de onde Zod poderia aparecer, disparando de seus revólveres. Aaron seguiu com o plano por alguns minutos, fazendo finas marcas com seu sangue por diversos becos e sempre se afastando mais e mais da parte movimentada da cidade, na intenção de atrair o assassino até onde estava. O problema é que, alguns momentos depois, um som abafado e desordenado chegou até os ouvidos do garoto, vindo de algum lugar à sua direita. Ele já imaginava que algo do tipo poderia acontecer, especialmente quando Ramon - o caçador arrogante que tinham encontrado no bar, mais cedo - tinha partido primeiro em busca do assassino, e estava confiante de que poderia derrotá-lo e tomar a sua recompensa. Visto que isso significava que o seu alvo muito provavelmente estava naquela direção, o garoto imediatamente começou a traçar o seu caminho por entre diversas vielas, seguindo o som como podia, pois nenhuma delas o levava diretamente para lá. E foi nesse momento que aconteceu.

*BANG! BANG! BANG!*

O som de três disparos se fez ouvir alto, na rua logo à direita de onde os dois caçadores estavam. Eles correram até lá, apressados, mas ainda assim levaram quase uns vinte segundos para chegar até o local - infelizmente, já era tarde demais. Recostado numa parede ensanguentada e com o seu próprio corpo coberto de sangue e ferimentos de bala estava Ramon, seu sabre caído no chão ao seu lado. À sua frente, o homem mascarado e vestido de negro que procuravam segurava uma de suas armas na mão direta, que ainda estava esfumaçando. Quando notou a presença dos seus novos convidados, o homem pareceu suspirar por detrás da sua máscara, apesar de que o som estava abafado demais para que se tivesse certeza, e imediatamente, ele virou-se. Suas pernas foram encobertas por uma espécie de fumaça negra, e ele praticamente levitou - veloz - deixando a cena de crime para trás.

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Zod estava fugindo. Diana correu até o corpo de Ramon, agachando-se ao seu lado para checar os seus sinais vitais. Ela deu um suspiro aliviado, mas ainda tinha uma preocupação palpável em seu rosto. - Ele ainda está vivo, mas o estado dele é bem grave. Se não o levarmos até o QG agora... - ela pegou o corpo ensanguentado do jovem, apoiando-o sobre os seus ombros, e olhou preocupada para Aaron. Mesmo que não tivesse gostado muito do caçadorzinho arrogante, ela não podia simplesmente deixá-lo ali para morrer, mas o que mais a preocupava era o que o ruivo iria fazer. - Se não quiser deixar a chance escapar, eu entendo, e volto assim que puder pra ajudar. Mas por favor, não exagere, Aaron-kun. Zod é tão perigoso quanto parece. - ela então voltou a andar, fazendo o caminho de volta para o Quartel General. Agora cabia ao garoto decidir se iria recuar, ou se caçaria o assassino com as suas próprias mãos. A única coisa que não podia fazer era ficar ali parado, pois estava lutando contra o tempo. Aaron tinha que se decidir, e rápido.

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OFF: Com isso, o senhor tem duas escolhas. Pode recuar com Diana agora e esperar outra chance de ir atrás de Zod, ou deixar ela levar Ramon até o QG pra ser tratado e combater ele sozinho até ela poder voltar. Sendo mais direto, se você escolher lutar sozinho, ela vai demorar 3 ou 4 posts pra poder voltar e te ajudar, e o carinha não é fraco. Mas se tu se garantir, simbora Fsjal

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MensagemAssunto: Re: Crônicas de um Assassino - Renascer!   Crônicas de um Assassino - Renascer! - Página 3 EmptySab 10 Set 2016, 17:33




O fantasma negro.

A batalha nas sombras!

O plano, apesar de ter sido bem pensado, não havia sido necessário. Enquanto eu armava a armadilha para Zod, Ramon estava batalhando com o mesmo e, como esperado, causava alvoroço o suficiente para alertar qualquer um que estivesse pelos arredores. Com uma breve troca de olhares, Diana e eu disparávamos rumo ao centro do furacão, chegando a vislumbrar a cena final do assassino de caçadores. Era incrível sua aparência que dava para sentir quase na pele a presença do ceifador de almas. A morte estava tão presente naquele lugar que era quase possível apalpá-lo.

Zod era de poucas palavras, assim como eu. Vendo a presença de outros caçadores, o algoz reunia-se em sua mística aura negra e, levitando, corria para as ruas escuras. Começava a correr atrás dele quando Diana me chamava atenção, falando sobre o estado crítico de Ramon. Não posso perder Zod... Será muito difícil achá-lo depois. Olharia para a minha companheira e, sendo rápido, diria para ela. - Me encontre depois! Seja rápida! - E, atingindo minha velocidade máxima em um curto espaço, dispararia na direção no qual Zod havia ido.

Sabia que era quase um suicídio o que eu estava fazendo. Correr dessa forma, sozinho, contra um assassino renomado e, acima de tudo, um usuário, faria de mim um completo tolo. Não que eu me garantisse por completo naquela batalha, mas eu precisava tentar... Ainda tinha muito pela frente para mim e Zod não seria meu ponto final. Faria parkour pelas ruelas para acompanhar a estranha habilidade dele levitar por aí, o que garantiria ao mesmo passar por qualquer coisa sem maiores problemas. Saltaria por grades, usaria paredes para dar apoio e, com saltos, correria atrás de Zod incansavelmente.

Minha velocidade, sempre alta, poderia fazer com que a distância entre nós fosse compensada. Por mais que ele tivesse saído na frente e estivesse levitando, esperava que minhas habilidades de locomoção me deixassem na vantagem. Com as adagas em mãos e os sentidos atentos, tentaria alcançar o assassino e demonstrar para o mesmo que não iria se livrar de mim daquela maneira. - Vamos, Reyes! Não vai se livrar de mim assim!! - Gritaria, esperando chamar atenção dele dessa forma.

Talvez agora com ele sabendo que eu conhecia a sua verdadeira identidade, era possível que Zod não quisesse me deixar passar, então era certo o combate logo depois. Atento, buscaria esquivar-me de seus tiros assim que possível, já prevendo que o raio de seus disparos era grande pelo cano de sua arma personalizada. Ele usa dois para compensar exatamente o tempo que cada arma leva para dar o próximo disparo. Preciso pegá-lo no timing certo e saber também a quantidade de balas que ele carrega. A vantagem de lutar contra um atirador é que ele sempre precisará recarregar... Chegará a minha chance. A batalha agora também era contra o tempo, pois bastava um segundo de falha e um disparo poderia ser fatal.

Correria sempre em direção ao mesmo e nunca deixaria pegar muita distância, mas sempre tentaria manter-me em suas laterais ou costas. Inicialmente, eu manteria-me apenas no papel de expectador, tentando entender seu estilo, suas falhas e qual era a sua fruta. Para distraí-lo, até poderia tentar puxar conversa. - Por que isso, Reyes? Você não era um marinheiro? O que aconteceu? - Diria, mas sem me distrair ou esquivar. A todo momento, manteria-me girando ao seu redor, com adagas em punhos e ouvidos atentos.

Em um momento, vendo que sua guarda estava mais abaixada e seus disparos haviam dado uma pausa, rapidamente mudaria a minha trajetória diretamente contra o mesmo. As adagas, cruzadas em minha frente, já estariam prontas para efetuar um rápido corte contra qualquer área aberta no assassino, não buscando exatamente causar um grande dano, mas sim ver sua reação e como ele escaparia daquilo. Se o mesmo levitasse, buscaria saltar para acompanhar sua trajetória, assim como qualquer tentativa de esquivas laterais no qual o mesmo tentasse apenas sair do trajeto para fugir do golpe. Após a minha tentativa, voltaria à minha posição defensiva, esquivando, saltando, fugindo e correndo ao redor do mesmo para que nenhum projétil pudesse pegar em mim. Após analisar tudo, eu teria que começar a planejar como atingi-lo, a parte mais difícil...




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MensagemAssunto: Re: Crônicas de um Assassino - Renascer!   Crônicas de um Assassino - Renascer! - Página 3 EmptyTer 13 Set 2016, 21:14



Zod Blackwater II


Aaron acabava decidindo que deixar aquela chance escapar seria colocar demais a perder, e por isso, que a melhor opção naquele momento era de de seguir Zod para não arriscar perdê-lo depois de finalmente ter conseguido encontrá-lo. - Me encontre depois! Seja rápida! - ele dizia a Diana, que já começava a se afastar, carregando o corpo de Ramon consigo - o jovem estava muito ferido, e se a dupla tivesse demorado apenas mais um pouco para chegar ali, talvez fosse tarde demais. A mulher assentiu, ainda um pouco preocupada, mas decidiu apostar as suas fichas no garoto que acompanhara durante o dia inteiro; Aaron tinha se mostrado muito forte até agora, então tudo o que ela podia fazer era confiar nele. - Não vá morrer. - disse.

Imediatamente, o garoto ruivo começou a correr na direção em que o atirador mascarado tinha escapado, na esperança de poder alcançá-lo desde que continuasse se movendo a todo vapor. Por sorte, não perdeu o fantasma de vista, e conseguiu acompanhá-lo por entre os diversos becos e vielas pelos quais ele tentava despistar o caçador, mas a agilidade do gatuno se provava bem útil na hora de saltar por cima de obstáculos ou de subir em locais mais altos. - Grrr... - Zod soltou um pequeno grunhido de raiva, vendo que o garoto era rápido demais para simplesmente deixar pra trás. Nesse momento, o ruivo soltou uma pequena provocação, no intuito de fazer o assassino se sentir um pouquinho mais inclinado a lutar. - Vamos, Reyes! Não vai se livrar de mim assim!! - o nome "Reyes", no mesmo instante, fazia o atirador se surpreender, virando-se subitamente para o garoto que o perseguia. Ele apertou os punhos, parecendo furioso. - Esse nome... - ele puxou um de seus revólveres.

- ...onde você ouviu esse nome!? - ele então disparou uma vez, na direção do garoto, o que finalmente revelou a capacidade das armas que carregava. O projétil das Blackwatch era difuso, o que significava que seria bem mais difícil de livrar-se dele do que de uma bala comum - a área de efeito era muito maior. Felizmente, no entanto, Aaron já estava pronto para isso, e conseguiu evitar o primeiro tiro; a pontaria de Zod era muito boa, no entanto, e sua esquiva não falhou por muito pouco, então seria importante não se distrair nem mesmo por um momento, isto se ele não quisesse um fragmento da bala preso em seu crânio. A perseguição durou alguns minutos, até que eles finalmente se viram num espaço um pouco mais aberto, e Zod resolveu aterrissar por um tempo. Ele virou-se para o ruivo, a sua expressão escondida pela máscara de caveira que cobria o seu rosto. A voz dele parecia um pouco distorcida, mas não dava pra saber se era por causa da máscara ou por algum outro motivo.

- Veio aqui só pra morrer? - Aaron não permanecia parado - uma ação inteligente - e por isso continuou se movendo ao redor de Zod, observando-o sempre atento. - Por que isso, Reyes? Você não era um marinheiro? O que aconteceu? - disse, mais no objetivo de distrair o assassino do que por qualquer outra coisa. Quando o atirador o fitou, dessa vez, ele jurou poder ter visto um brilho vermelho no interior dos "olhos" da máscara de caveira. - Reyes não existe mais, moleque. E eu também não vou me dar o trabalho de te explicar tudo. Você vai morrer aqui, de qualquer jeito. - mais uma vez, ele apontou uma de suas armas para o garoto, e disparou como se não tivesse a mínima intenção de acertar - o problema era que seu tiro tinha sido perfeito, e mais uma vez, Aaron escapou por pouco. Os disparos continuaram vindo, então; mais três de cada um dos rifles. Ele atirava sempre com um de cada vez, e dava um par de tiros a cada segundo. Como finalmente havia parado para carregar, uma matemática básica dava conta do recado em se tratando de quantos disparos ele conseguia dar: foram quatro de cada arma, totalizando oito cargas. Um número perigoso.

Nesse momento, o jovem decidiu avançar no seu oponente, utilizando-se de sua aceleração para alcançá-lo em questão de segundos. Zod, no entanto, foi mais rápido, e ao cruzar os seus braços, teve o corpo inteiro coberto pela estranha cortina de fumaça negra, que se deslocou em alta velocidade até um ponto um pouco mais afastado, deixando o atirador lá antes de desaparecer de novo. - Falta pouco, agora. Acho que com você, eu já terei o suficiente...então me dê uma mãozinha e morra de uma vez! - ele já tinha terminado de recarregar, e logo executou mais um disparo na direção do ruivo. Este que, ágil, conseguiu se afastar o suficiente para ficar longe do alcance do atirador - os seus projéteis podiam ter uma área de efeito assustadora, mas não atingiam nada que estivesse a mais de quinze metros com muita força. Porém, mesmo assim, o assassino não desistiu, cobrindo suas pernas na névoa negra e avançando na direção do caçador, efetuando mais dois disparos. Do primeiro, Aaron conseguiu desviar, mas por causa da agressividade inesperada do seu adversário, ele não foi capaz de evitar completamente o segundo, que pegou de leve sem seu braço esquerdo. Ainda poderia usá-lo normalmente, mas a dor e o sangue com certeza se fariam sentir. Zod recuou um pouco, recarregando mais uma vez.

- Só mais um...só mais um e eu vou estar livre! - ele então voltou a mirar no jovem, preparando-se para atirar. O assassino devia estar a uns dez metros de distância, mas poderia encurtar isso rapidamente se usasse as suas habilidades para se aproximar de Aaron. Ele tinha que pensar em algo rápido, ou a situação ia ficar bem complicada.

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OFF: O fato de tu ter se preparado pro área de efeito grande dos tiros te salvou dos primeiros disparos, mas as tuas esquivas foram um pouquinho leves, ainda. Vamo caprichar isso aí, que o Zod é um adversário bem difícil :V! Considere o alcance dele de quinze metros, já que mais do que isso e as balas não vão fazer nada contigo. Boa sorte o/!

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Última edição por Ravenborn em Dom 18 Set 2016, 19:21, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Crônicas de um Assassino - Renascer!   Crônicas de um Assassino - Renascer! - Página 3 EmptySex 16 Set 2016, 00:38




As sombras do passado.

O frenesi da batalha!

Muita história estava por detrás daquela máscara de caveira que sumia e voltava a aparecer em ondas de fumaça negra. Apesar de não ter confirmado sua identidade, sua reação havia sido o suficiente para que eu entendesse que, de fato, Zod era Reyes. O problema ainda era quanto ao motivo daquilo tudo. Quando o mesmo disse que eu talvez fosse o último e que era para morrer logo, já começava a montar em minha mente o quebra-cabeça que faltava. Um ritual? Pensava, rapidamente, enquanto continuava a correr, girar e esquivar. Se ele precisa matar para seu ritual, acho que Ichigo já está morto. Refletia, aflito, quando via que o assassino conseguia se mover em uma velocidade absurda com seus poderes.

Rapidamente, em questão de segundos, juntava as informações que havia adquirido até então. Oito disparos, quatro de cada arma. Dois disparos por segundo, quatro segundos de disparos... E então ele precisa carregar. Começaria a correr para longe de Zod agora, tentando afastá-lo para a distância que eu julgava ser segura (15 metros) e começaria a correr ao redor do mesmo, mantendo-me sempre em estado de alerta e esquiva. 15 metros é a minha área segura, mas não irei conseguir nada dessa distância. Todo usuário tem suas limitações e eu duvido que ele consiga fazer essa rápida movimentação o tempo todo. Preciso achar o timing certo... A batalha era contra o tempo ali, principalmente.

Esperaria que Zod efetuasse seus disparos, sempre contando em minha mente a quantidade de tiros que ele já havia feito antes de recarregar novamente. Em minha cabeça, estava contando ainda o tempo desde seu último movimento de "teleporte". Provavelmente ele mira em algum lugar e vai. Quando ele cruzou os braços... É o sinal que eu precisarei ter. E o lugar onde ele estará olhando será o lugar onde ele vai parar. E, rápido como sempre, começaria a investida contra o pirata. Como estava correndo ao redor dele, começaria a reduzir a distância entre nós fazendo uma espiral ao redor de Zod, me preocupando sempre com o cano de suas armas e buscando ter uma área segura do raio dos projéteis. Caso visse que Zod começasse a se precipitar para me atingir, ou seja, começasse a mirar no lugar onde eu estaria no instante que os projéteis me alcançassem, eu começaria a fazer movimentos aleatórios, mudando minha trajetória da espiral para começar a fazer uma outra espiral, completamente oposta a que eu já estava fazendo. Saltaria pro chão e, com uma cambalhota, giraria para não perder velocidade e então continuar correndo. Também diminuiria minha velocidade em certos momentos, tornando meu padrão impossível de ser decifrado.

No instante em que ouvisse o 8º disparo ser efetuado, olharia rapidamente para Zod, verificando a sua movimentação. Se ele cruzasse os braços, já saberia do que se tratava e, ao invés de disparar contra o mesmo, correria em direção no qual seu rosto e seus braços estavam apontados, checando o lugar para ver onde seria ideal para um atirador parar e recarregar. Verificando o lugar, também me especulando no quesito de distância que ele havia se movido no primeiro movimento, esperando que assim eu já estivesse no lugar onde ele fosse parar antes mesmo que o mesmo chegasse. Se tudo fosse perfeito e meu plano desse certo, buscaria estocar rapidamente a adaga por debaixo do braço do assassino, focando atingi-lo de baixo para cima na altura das costelas. Tal movimento seria feito apenas com a segurança de estar fora de sua mira, de suas armas estarem descarregadas e após verificar a localização do mesmo. A estocada até poderia variar de área dependendo da posição do inimigo, mas o foco seria a lateral de seu corpo, onde prejudicaria e muito o seu equilíbrio e coordenação.

Não podia subestimá-lo, é claro, pois a batalha só havia começado e eu sabia muito pouco do atirador. Imaginando também que ele pudesse ter truques para usar caso alguém se aproximasse demais, ficaria atento às suas mãos caso as mesmas viessem em minha direção, fazendo com que eu cancelasse o meu ataque, fugisse para as costas do assassino para fugir do golpe contra mim e, aproveitando a nova posição, continuar o ataque antes cancelado. Caso isso desse certo e o golpe atingisse o mesmo, pressionaria ainda mais para que o estrago fosse maior e, com a adaga dentro de sua carne, giraria a mesma para que rasgasse seus tecidos e, em seguida, apertaria o cabo da mesma para baixo, fazendo com que a lâmina subisse e fizesse ainda mais cortes internos.

Caso, porém, o mesmo não demonstrasse utilizar novamente a sua habilidade ou apenas levitasse e se afastasse com sua velocidade normal para recarregar, investiria rapidamente contra o mesmo. Para evitar que fugisse, pegaria o cabo de aço e, utilizando-o como laço, jogaria contra o mesmo, buscando de alguma forma atingi-lo e, quem sabe, até mesmo enrolá-lo, puxando de volta para mim. Dessa forma, correria em sua direção antes que ele pudesse recarregar e, em um rápido movimento, mudaria minha trajetória para sua lateral esquerda, para que eu então parasse ao seu lado para efetuar diversas estocadas contra seu flanco, buscando fazer seu sangue espirrar para fora de seu corpo e sua carne ficar furada demais para sequer segurar o que tinha dentro.

Zod ainda tinha uma fruta que era um mistério para mim e, portanto, não me surpreenderia se ele demonstrasse mais alguma nova habilidade. Ainda não havia achado o tema de seus poderes, provavelmente algo envolvendo sombras ou fantasmas, mas ainda era muito limitado os meus conhecimentos. Quando o mesmo demonstrasse fazer uma ação nova, ficaria atento para evitar suas ofensivas, tendo em mente a quantidade de munição que ele ainda havia nos rifles.

Se eu conseguisse atingi-lo antes que ele recarregasse suas armas, não daria um segundo sequer para ele respirar. Continuar a estocar várias e várias vezes e, assim como suas armas, faria duas estocadas por segundo, alternando as mãos durante a sequência de golpes. Diferente do mesmo, eu não tinha limites para os ataques por não necessitar de munição, então apenas pararia quando ele conseguisse escapar de mim. Faria diversos cortes, furos e focaria em áreas altamente prejudiciais, como costelas, barriga, peito, pescoço e coxas. Também buscaria atingir bastante seus braços, tentando assim prejudicar a sua mira para os próximos momentos daquela batalha.

Se, porém, o mesmo conseguisse recarregar antes que eu pudesse alcançá-lo, voltaria a minha tática de defesa para me esquivar e manter-me sempre afastado do atirador. Caso verificasse que ele cruzasse os braços para se "teleportar" até onde eu estava para ter a oportunidade de me atingir, eu imediatamente correria em sua direção tentando aproveitar que suas armas não estavam mais apontadas para mim e efetuar assim alguns golpes. Esse movimento também seria para escapar do local onde ele voltaria a aparecer, visto que ele se teleportaria até onde eu estava ou perto disso, me obrigando a correr na direção oposta e me manter num raio seguro no campo de batalha. Independente de como tivesse sido aquele round, me afastaria se Zod conseguisse se recuperar de meus movimentos e, agilmente, começaria a correr ao redor dele, observando agora seus próximos movimentos e suas reações. Ainda tenho muito o que aprender com ele... Vamos, Zod. Me mostre o que tem!

OFF:
 

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MensagemAssunto: Re: Crônicas de um Assassino - Renascer!   Crônicas de um Assassino - Renascer! - Página 3 EmptyDom 18 Set 2016, 21:08



FIGHT!


O primeiro momento da luta não tinha sido tão bom assim para o caçador de recompensas, e a dor em seu braço esquerdo era bem incômoda. Ainda assim, ele não pretendia parar por ali, tentando absorver toda a informação que tinha conseguido coletar ao observar os movimentos de Zod - ou melhor, de Reyes, uma vez que agora já estava praticamente certo de que era essa a identidade do assassino. Como agora já tinha uma noção do quão longe os disparos dele conseguiam ir, por mais que tivessem uma grande área de acerto, o garoto imediatamente recuou até uma distância segura. A quinze metros do atirador, começou a rodeá-lo veloz, para evitar ser acertado com facilidade, enquanto aguardava por uma oportunidade de fazer o seu ataque. - Persistência não vai te ajudar aqui, moleque. - Reyes dizia, preparando-se para perseguir e atirar em Aaron com seus rifles.

Cobrindo as suas pernas na estranha fumaça negra de antes, ele voltou a levitar, e avançou em alta velocidade na direção do garoto, começando a atirar. Por estar correndo rápido, o ruivo era um alvo difícil, e conseguiu esquivar-se de uns três disparos antes do assassino voltar a tocar o chão, seguindo os seus movimentos e atirando com precisão invejável; Aaron não tinha como se afastar como queria, pois tinha que se concentrar completamente em evitar os tiros de Reyes, que ia se aproximando em pouco a pouco. No momento do seu sétimo disparo, que quase atingia a perna do garoto no momento em que ele rolava para esquivar-se do mesmo, o atirador mudava um pouco a sua aproximação e, uma vez que já estava bem perto do caçador, aplicou um forte chute em sua barriga enquanto ainda estava no meio de seu movimento, lançando-o alguns metros para a frente. Em seguida, deu o seu último disparo, que mais uma vez pegou apenas de raspão na perna direita de Aaron por conta de sua esquiva - aparentemente, ele estava mirando nelas.

- Você sabe se mexer, mas é só isso? É bem arrogante da sua parte achar que poderia tomar minha cabeça, não acha? - ele disse, afastando-se a passos calmos de Aaron e começando a recarregar a sua arma. O ruivo, no entanto, não pretendia deixar aquilo barato, e no mesmo momento partiu para cima do assassino, avançando na sua direção a uma velocidade surpreendente, que atingiu num piscar de olhos. Isso surpreendeu um pouco o atirador, que por um momento parou de recarregar para tentar se afastar, mas Aaron já estava perto demais. Num movimento veloz, o garoto tentou acertar um golpe na lateral do corpo de Reyes, mas este pensou rápido e revidou no mesmo momento - como Aaron tentava acertar as suas costelas do lado esquerdo, ele abriu a mão direta e apontou a palma na direção do garoto, levantando o braço esquerdo para tirá-lo do caminho. De sua mão, então, explodiu uma grande quantidade da fumaça negra que usava para se locomover, da qual o ruivo se esquivou por pouco e apenas por já esperar uma retaliação do gênero. Movendo-se até as costas de Reyes, ele deu a volta e atacou o mesmo pelo outro lado, fincando a sua adaga um pouco abaixo de suas costelas. O atirador urrou com a dor, e antes que Aaron pudesse fazer mais alguma coisa, ele atingiu o garoto com força usando o seu antebraço, fazendo-o cair e afastando-se em seguida.

Em alguns poucos segundos, enquanto o ruivo se levantava, Zod terminou de recarregar os seus rifles. Mas ele não parecia nem um pouco feliz, e se comparado a antes, ele com certeza estava furioso. - Seu...moleque...! - havia um ódio contido em suas palavras, como se Reyes estivesse lutando contra a vontade de matar o garoto. Ele se contorceu, furioso, e a misteriosa fumaça negra começou a envolver o seu corpo mais uma vez, mas o volume das vezes anteriores nem se comparava a esse. Aos poucos, ele foi tendo o seu corpo cercado pela escuridão de seu próprio poder, e mais uma vez, Aaron pôde enxergar o brilho avermelhado dos olhos do ex-sargento por detrás da máscara de caveira. Um brilho insano e enlouquecedor, no qual só havia vontade de matar. - É hora de acabar com isso... - ele falou, de dentro das sombras, sua voz um pouco abafada. O que quer que ele estivesse preparando, era bem perigoso. Aaron precisava agir rápido, ou aquilo acabaria muito, muito mal.

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OFF: O Reyes vai usar uma técnica das fortes agora. Muito cuidado, e boa sorte.

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MensagemAssunto: Re: Crônicas de um Assassino - Renascer!   Crônicas de um Assassino - Renascer! - Página 3 EmptySeg 19 Set 2016, 01:45




Ceifando almas

O ataque de Reyes!

Aquele era o único momento que eu havia tido certeza de que Zod de fato era material, e não apenas uma figura mística e intangível. Sentir sua carne cedendo ao fino corte da adaga era, de longe, a melhor sensação que eu poderia sentir em muito tempo. Apesar de ter durado pouco, agora tinha certeza que aquela batalha não era impossível de ser ganha. Eu então era arremessado para longe, sentindo a dor do golpe que, apesar de atordoante, pelo menos me lembrava que eu ainda estava vivo. Caído ao chão, eu apenas faria um movimento ágil para me levantar, continuar a correr para então observar o que Zod havia começado a fazer então.

Sua densa fumaça começava a subir pelo seu corpo e, pela sua fúria e movimentos, estava preparando algo que provavelmente me tiraria da batalha se me acertasse pra valer. Nada bom. Preciso manter distância disso. Pensava, rapidamente. Não achava que a batalha iria chegar a um clímax como aquele, portanto eu precisava dar o melhor de mim. A respiração parecia ficar mais lenta, o mundo parecia descansar por alguns instantes enquanto eu alcançava um estado de paz que deveria ser praticamente impossível no estado no qual eu me encontrava. Encontrava-me agora no estado perfeito para aquela batalha e, assim como meus olhos podiam denunciar, tornava-me o predador daquele que se escondia por detrás da máscara de caveira.

Meus olhos rubros agora tomariam um brilho em cor de neon quando, instantaneamente, meu corpo começaria a reagir aos efeitos da técnica. Nirvana... Murmurava em minha mente. A minha obra-prima estava sendo usada pela primeira vez e, assim como eu havia me moldado a fazer, não iria perder aquela batalha de modo algum. Agora com a minha velocidade ainda mais aumentada, dispararia em altíssima velocidade ao redor de Zod, mantendo a distância de segurança sempre que possível. Com esse acúmulo de fumaça só pode significar duas coisas: ou ele vai implodir e aquilo se tornará uma espécie de bomba e irá atingir tudo em volta ou ele tentará se aproximar em altíssima velocidade e começar a atirar em mim. Independente de como seja, a resposta é a mesma para os dois: preciso manter distância. E, com isso em mente, saltaria com piruetas e acrobacias para sair daquela área circular no qual nos encontrávamos, no qual eu me encontrava em desvantagem por ser um campo aberto demais.

Buscaria chegar ao telhado antes que a técnica de Zod pudesse ser completada. Mantendo uma distância até mesmo maior do que a de segurança, começaria a correr ao redor do mesmo, saltando as ruas para manter-me sempre nos telhados em altíssima velocidade, sem nunca tirar a atenção e os olhos de Zod. Agora me prepararia para a sua investida e, com isso, reagiria sempre contra suas ações. Caso ele se teleportasse em minha direção (ou apenas viesse em uma velocidade absurda), buscaria contorná-lo para me localizar atrás do mesmo, dando uma rolada pelo chão e me abaixando para passar por debaixo do braço do mesmo. Caso tivesse oportunidade nesse instante, tentaria fincar minha adaga em sua axila, puxando a adaga para o lado para aumentar o corte, em seguida me jogando para fora dali. A ideia seria agora me jogar de volta para a rua, deixando Zod ali pelo telhado e fazendo com que ele gastasse a sua poderosa técnica num local vazio, me deixando bem distante (tanto no quesito de distância horizontal quanto vertical) para qualquer um de seus tiros.

Se ele realizasse uma espécie de explosão com aquele acúmulo de fumaça, me afastaria o bastante pelo telhado para chegar a algo que pudesse me servir de barricada, ocultando-me atrás do mesmo para que nenhum resquício da explosão pudesse chegar até mim. Voltaria para o combate no instante seguinte em que ouvisse que a técnica tivesse terminado, saltando de volta a rua exatamente em cima de Zod, buscando com esse salto fincar ambas as adagas em seu ombro, rasgando até suas costas.

No entanto, aquela sua reação poderia indicar que ele havia feito a mesma coisa que eu, e ativado algo que tornaria sua mira, velocidade ou algo do gênero muito mais aguçada do que estava antes, o que era um problema enorme. Eu escapava por pouco sempre de seus tiros e, com esse boost, as coisas poderiam se tornar complicadas. O lado bom é que, comigo também num estado mais elevado, as coisas poderiam ser contornadas, mas não facilmente. Caso fosse isso que tivesse acontecido, manteria-me atento, ainda em uma distância segura, enquanto correria em velocidade extrema ao redor de Zod. Com cambalhotas pelo chão, saltos e até mesmo mudança de trajeto, tentaria fugir de seus tiros ao máximo, me aproximando aos poucos (caso visse que sua estranha alteração corpórea havia sido apenas um aumento de suas habilidades, e não um ataque necessariamente feito) para me preparar pro instante no qual suas armas estariam vazias novamente.

Contando mentalmente, sempre manteria-me atento a quantidade de disparos que ainda faltavam. Diferente da última vez, não me manteria perto demais quando ele estivesse terminando, pois com um rápido golpe ele poderia me desestabilizar e então gerar um tiro fatal. Pensando nisso, continuaria com as esquivas, mantendo a mesma estratégia de antes que, por mais que Zod tenha dito que era "só" aquilo, aparentemente eu havia chego mais longe do que qualquer um havia chego. Nos últimos instantes em que suas armas estivessem prestes a descarregar por completo, eu pararia de correr ao redor do mesmo com uma bruta parada, dando um rápido dash para trás para fugir do último disparo que ele pudesse efetuar.

Ali, parado em frente ao mesmo, eu até poderia me tornar um alvo fácil, mas esperava que aquela ação pudesse por fim à batalha. Com um olhar sanguinário, sentiria as minhas feridas escorrerem meu sangue pelo chão, mas ainda sem dor que pudesse me derrubar. Com minha extrema velocidade, jogaria meu corpo para os lados enquanto caminharia em direção à Zod, já prevendo o raio de seus tiros para que eu pudesse escapar dos mesmos sem maiores problemas. - Vamos acabar com isso, Reyes.

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Farto daquela batalha, eu sacava as adagas e giraria-as pelos meus dedos, ainda fazendo as brutas mudanças de velocidade para os lados para me esquivar dos tiros de Zod. Com a contagem regressiva chegando ao fim, já me preparava para o instante em que suas armas ficassem vazias. Após todas as esquivas serem feitas e os pentes de seus rifles estivessem enfim vazios, observaria no último instante qual seria a reação de Zod. Caso ele fosse se "teleportar" para outro lugar, instantaneamente me colocaria para correr na direção em que ele fosse parar, para não deixá-lo sequer respirar e ter outra chance de me combater. Agora, estando na frente do mesmo, daria um único empurrão com o pé para me jogar em sua direção numa velocidade sônica, abaixado para que fizesse minha presença desaparecer com meus passos.

A corrida seria totalmente em sua direção para que, no último instante, eu pudesse mudar minha trajetória de maneira tão rápida que o mesmo sequer pudesse prever o que viria a acontecer. Assim como minha técnica, tentaria me colocar atrás do mesmo e, com uma adaga certeira, estocaria em sua coluna enquanto giraria minha lâmina, buscando estourar toda sua carne e ossos de sua vértebra no processo. - Backstab... - Murmuraria, fazendo-o ouvir o nome de batismo do golpe que teria pego-o e, possivelmente, acabado com seu massacre de caçadores. Caso tudo isso ocorresse, sacaria a outra adaga e, erguendo-a até seu pescoço, faria um rápido corte em sua garganta, terminando assim com a vida de Gabriel.

Se meus movimentos não tivessem sido tão efetivos assim e, em algum instante, Zod reagisse à altura, eu teria que tentar sempre me recuperar para que o ataque final pudesse acontecer. Se no instante em que ele fosse executar a técnica ele se aproximasse demais para que eu pudesse escapar, tentaria contorná-lo e me posicionar em um local de segurança em seu ponto cego para que, no momento seguinte, me pusesse a correr para longe dele até que sua técnica tivesse sido terminada. Caso eu conseguisse me manter distante do mesmo pelos telhados enquanto ele executasse a sua técnica, tentaria rapidamente retirar algumas bandagens de minha bolsa e enrolar ao redor de minha perna rapidamente, improvisando assim um curativo para me segurar até o fim da batalha. De qualquer modo, tentaria com todas as minhas forças e velocidade chegar ao instante final da batalha, no qual se consistiria em me localizar frente a frente de Zod, com minha técnica Nirvana ativa e então executar o Backstab no momento em que suas armas estivessem descarregadas. Se, mesmo depois desse golpe, Zod ainda demonstrasse apto a lutar, me afastaria com saltos rápidos para longe do mesmo, verificaria suas reações e, como feito desde o começo, me colocaria a correr ao seu redor, mantendo-me distante de seus tiros e buscando, com rápidas esquivas, rolamentos, saltos e mudanças de trajetória fugir de seus mortais tiros.


OFF: Agora o bagulho ficou loco LOL


Nirvana:
 

Backstab:
 

Histórico:
 


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MensagemAssunto: Re: Crônicas de um Assassino - Renascer!   Crônicas de um Assassino - Renascer! - Página 3 EmptyQua 21 Set 2016, 17:59



FIGHT!


A estranha quantidade de fumaça que começava a cercar o corpo de Reyes imediatamente alertava Aaron, que já imaginava o que podia vir de algo como aquilo. Ele sabia muito bem que seria extremamente perigoso ficar perto do atirador no momento em que ele liberasse o que quer que fosse aquela habilidade, e por esse motivo, preparou-se utilizando ele mesmo uma de suas técnicas; Nirvana, coisa que certamente seria de grande ajuda pelo restante daquele combate. O problema era que ela, também, tinha um tempo necessário para ser ativada, segundos precisos que o garoto simplesmente não podia perder: quando a ativação de sua habilidade terminou, a fumaça cobrindo o ex-marinheiro já tinha alcançado um volume ridiculamente grande, de tal maneira que nem era mais possível ver o seu corpo através da mesma. Ele já estava praticamente pronto.

Veloz, Aaron apressou-se para compensar o tempo que havia perdido - se conseguisse alcançar os telhados antes que Reyes o atacasse, muito provavelmente estaria mais a salvo do que ali embaixo. Tudo aconteceu bem rápido, e desde que o atirador tinha começado a juntar aquela fumaça, só haviam passado alguns poucos segundos - àquela altura, o ruivo já estava correndo para longe, e não demoraria muito para sair daquele espaço aberto e isolado. Infelizmente, os três segundos que perdeu preparando a sua técnica tinham dado a Reyes tempo o suficiente para preparar a sua. A fumaça começou a espiralizar em volta do homem numa velocidade muito maior, a quantidade absurda formando uma espécie de cortina extremamente densa. De repente, então, Aaron pôde ouvir a voz do assassino vinda lá de dentro, soando ainda mais distorcida do que antes: - DESABROCHAR DA MORTE...!

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A fumaça explodiu, cobrindo toda a área aberta na qual os dois estavam lutando, mas sem parar de girar; e mesmo que Aaron tivesse previsto algo do tipo, o impacto daquela névoa negra com o seu corpo não fez praticamente nada. No máximo, ele se sentiu empurrado por um vento um pouco mais forte do que o normal, e pôde notar que a mesma estava girando em volta do assassino. A técnica não acabava aí, no entanto: dentro daquela escuridão, Reyes se movia de um ponto a outro em suas proximidades quase como se estivesse se teleportando, e também girava alucinadamente, disparando em todas as direções bem mais vezes do que o ruivo se lembrava dele conseguir antes - Reyes estava recarregando tão rápido, que isso nem importava mais. Os disparos fragmentados das Blackwatch atingiam toda a extensão da névoa negra, carregados pela própria fumaça, e simplesmente não teve como Aaron evitar todos eles. Melhor dizendo, ele foi atingido por vários, pois para cada um que ele conseguia evitar, mais dois pareciam vir em sua direção. Os fragmentos estavam bem espalhados, então cada um causava poucos danos, mas não demorou muito para que o garoto estivesse sangrando nas mais diversas partes do corpo.

Porém, graças à sua técnica, ele conseguiu esquivar-se bem melhor do que teria antes de ativá-la, e isso permitiu ao jovem sair da área coberta pela fumaça saltando até o topo de uma espécie de armazém que ficava ali na área. Os tiros só cessaram alguns momentos depois, a fumaça dissipando-se aos poucos, Reyes parecendo respirar pesadamente por detrás de sua máscara. Aaron tinha se ferido bastante, e certamente precisaria de tratamento depois, mas agora tinha uma oportunidade de ouro em suas mãos. Enrolando uma bandagem com rapidez em sua perna direita - que tinha sido pega, também, por vários dos fragmentos dos disparos - ele então se preparou para avançar na direção do atirador, lançando-se nele em alta velocidade. Zod já tinha recarregado as suas armas, mas parecia um pouco mais lento agora - a técnica de antes definitivamente tinha exigido uma grande quantidade de energia, e cansado, ele se tornaria um alvo mais fácil. O ruivo se desviava de seus disparos com dashes velozes, e tudo o que Reyes podia fazer era tentar recuar a passos lentos enquanto atirava, já que se mover rápido com aquelas armas não era nem um pouco fácil. Quando o oitavo disparo errou, também, o homem pareceu grunhir, numa mistura de raiva, frustração e preocupação, pois sabia que estava aberto.

Foi nesse momento que Aaron avançou contudo, pretendendo utilizar a sua outra técnica para acabar de vez com aquela luta. Passando em alta velocidade pela lateral do atirador, que não tinha como se defender sem os seus rifles, o garoto se posicionou às costas do assassino. Ele, também um assassino, executou um golpe rápido e mortal: uma estocada nas costas do atirador, que o fez rugir com a dor, pois o ataque fora bem mais violento do que um qualquer. A maioria dos inimigos do gatuno, a essa altura, já teriam se dado por vencidos ou morrido, mas Reyes não podia admitir derrota. Não ainda. - Aaaaaaaarrrrrrrggggghhhh! - ele rugiu, cobrindo-se mais uma vez naquela fumaça negra, e fazendo-a explodir para jogar Aaron para longe, recuando em seguida. Ele recarregou os seus rifles, parecendo ainda mais cansado do que antes - e ferido. Ainda assim, ele apontou as suas armas para o garoto à sua frente, que também não estava lá nas suas melhores condições. Aquela luta ainda não tinha chegado ao fim. Reyes não podia deixá-la terminar assim.

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MensagemAssunto: Re: Crônicas de um Assassino - Renascer!   Crônicas de um Assassino - Renascer! - Página 3 EmptySex 23 Set 2016, 00:26




O descansar da morte

Por debaixo da máscara.

Era quase terapêutico sentir a adaga ser estocada com perfeição dentro da carne do meu adversário. Puxava para cima, sentia o sangue escorrer e, melhor de tudo, ouvia o rugido de dor de Zod, que parecia estar nas últimas. Haviam sido dois golpes muito bem feitos, sendo que ambos poderiam já ter desestabilizado uma pessoa comum. Zod não é um desses. Nunca foi. Seu cargo de Sargento na marinha já mostrava que ele se destacava dentre os demais. Pensava, agora distante do meu alvo, após sua névoa me empurrar pra tão longe. Você sabe que acabou, Gabriel. Se entregue e as coisas serão mais fáceis. - Dizia, em uma última tentativa de acabar logo com aquilo.

Em algum momento houve paz naquele coração e atrás daquela máscara. O que havia acontecido com Gabriel deveria ter sido, sem sombra de dúvidas, um impacto grande o suficiente para corromper um coração de um devotado à justiça. Seja lá o que fosse, esperava resgatar esse resquício de esperança de dentro dele e, para isso, usava de minha atuação para, quem sabe, amolecê-lo. - Seu coração um dia já foi puro e leal... Ainda assim alguém foi capaz de mergulhá-lo na escuridão. Quem, Gabriel? Quem corrompeu sua honra? - Permaneceria de pé em sua frente, caso ele não demonstrasse que fosse atirar. Se percebesse sua hostilidade, instantaneamente me colocaria para correr, dando um rápido salto para o lado e rolando pelo chão, para que eu conseguisse escapar o mais ileso possível dos projéteis.

Se Zod continuasse a atirar em mim, continuaria a correr com o máximo de minhas forças. Sabia que meu estado não estava dos melhores e, por conta disso, minha mobilidade provavelmente também estava prejudicada. Só preciso aguentar até Diana chegar... Depois poderei ser tratado. Aguente, Aaron! Gritava em minha mente, utilizando o máximo de mim para não fraquejar nem por um segundo. Sendo mais rápido que os tiros do pirata, eu sabia que podia terminar aquela luta ainda naquele round. Se, porém, Zod começasse a conversar comigo, escutaria-o com atenção e, dessa vez, demonstraria uma atitude pacífica de minha parte. Não desistiria da recompensa, é claro, mas entre levar um corpo morto até o QG e ser acompanhado com Zod andando, por vontade própria e ainda com vida, seria melhor para ele e para mim. - A marinha é sua família. Eles te entenderão. Eles vão te perdoar, mas só se você vier comigo. - Falava, olhando no fundo de seus olhos, buscando resgatar a humanidade que ainda havia ali.

Apenas acreditaria em Zod caso ele largasse as armas nas qual, instantaneamente, pegaria para mim e guardaria, retirando meu cabo de aço e enrolando-o em volta de Zod, imobilizando seu corpo. - Espero que entenda minha precaução. - Falaria, caso tudo estivesse sob controle. Em seguida, retiraria sua máscara, guardaria-a comigo e começaria a caminhar em direção ao QG, torcendo para que Diana surgisse e me ajudasse com a difícil caminhada. O mais provável, porém, era que Zod não desistisse nem no último momento. Por isso, continuaria a correr ao seu redor, saltando, pulando e, obviamente, contando seus tiros mentalmente. Como ele estava nas últimas, imaginava que ele pudesse até mesmo mudar de tática e voltar mais para a defensiva, talvez esperando uma reação minha para gastar seus tiros mais sabiamente.

Por isso, ao invés de me manter apenas na defensiva, correndo ao redor do mesmo e esquivando-me, buscaria agir de forma a acabar com aquela batalha logo. Para isso, mudaria de trajetória alguns momentos, correndo em sua direção, buscaria fugir de seus tiros e, com uma rolada lateral, sairia do trajeto de sua mira para continuar correndo ao seu encontro. Basicamente, o incentivaria a utilizar seus disparos, no qual muito provavelmente Zod estava economizando para que a batalha não acabasse para ele. Portanto, demonstraria ser um alvo fácil para que, no instante em que fosse atirar em mim, eu saísse de seu trajeto e, logo em seguida, voltasse a disparar em sua direção, desviando novamente caso o outro rifle já estivesse pronto para me atingir.

Continuaria desse modo até chegar no último disparo, atentando-me agora para as suas habilidades sobrenaturais. Caso ele utilizasse novamente sua névoa para me empurrar para longe, rapidamente me abaixaria e enfiaria as adagas no chão, tentando dessa forma me prender ali. Caso ele cruzasse os braços e demonstrasse que fosse "teleportar" para outro lugar, tentaria correr em sua direção, visto que eu já estava muito perto, antes que seu plano pudesse se concretizar, enfiando minhas adagas na altura de seu umbigo, onde seus braços não estavam defendendo e, utilizando da surpresa, continuar a estocar até inutilizá-lo, tentando levá-lo ao chão para imobilizá-lo depois. Se ele apenas começasse a levitar e conseguisse dar um rasante para longe dali, correria atrás dele com o máximo de minha velocidade, tentando saltar e usar as adagas como picaretas, estocando em seus ombros e me prendendo ali.

De qualquer modo, o plano continuaria o mesmo. Esperaria as armas descarregarem, me prepararia para sua reação e, logo em seguida, voltaria a atacá-lo. Dessa vez, chegando perto do mesmo, me abaixaria e, com um rápido chute lateral, tentaria derrubá-lo - algo que seria inédito naquela batalha, já que não havia usado nenhum golpe corporal - e, com ele ao chão, buscaria enfiar as adagas em seus pulsos e prendê-los ao chão, de modo a não conseguir utilizar suas armas e nem sequer sair dali. - Acabou, Gabriel. - Falaria após a vitória ser confirmada, rapidamente erguendo a mão até sua face e retirando a máscara que ocultava sua identidade. Não sabia exatamente como era Gabriel Reyes, mas agora queria olhar nos olhos do assassino antes de prosseguir. - Onde estão os reféns? Onde está Ichigo?! - Gritaria, sentindo agora a dor que latejava no meu corpo ser ainda mais presente. - Acabou. Você perdeu. Não tem nada a ganhar com eles. Onde eles estão?! - Socaria seu rosto caso ele relutasse a dizer, mas como eu já estava exausto, tal tarefa poderia ser difícil...

De qualquer modo, tentaria prendê-lo com meu cabo de aço logo após sua imobilização. Para isso, enrolaria seu tronco várias vezes, prendendo seus braços juntos, e dando um forte nó atrás, no qual eu seguraria para evitar que fosse desfeito. Onde você está, Diana..? Perguntaria. De qualquer forma, se a batalha estivesse terminada e eu fosse o vitorioso, tentaria erguer-me e puxar Zod junto comigo para o Quartel General, onde o quebra-cabeça poderia ser, enfim, completo.

Histórico:
 


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