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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Segundo Ato: Rebirth

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ADM.Tidus
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MensagemAssunto: Segundo Ato: Rebirth   Segundo Ato: Rebirth - Página 5 EmptyQua 06 Jul 2016, 00:13

Relembrando a primeira mensagem :

Segundo Ato: Rebirth

Aqui ocorrerá a aventura do(a) pirata Buzz Bee. A qual não possui narrador definido.


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BuzzB
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MensagemAssunto: Re: Segundo Ato: Rebirth   Segundo Ato: Rebirth - Página 5 EmptySab 27 Ago 2016, 13:16

Enquanto ouvia os meus perseguidores passarem direto por mim, todos os acontecimentos que eu tinha acabado de fazer voltavam a minha mente, e eu não conseguia deixar de pensar. * Eu consegui. Eu realmente consegui. Apesar dos imprevistos e situações que poderiam ter me ferrado, eu consegui cumprir a missão * Um sorriso de alívio era o melhor que eu podia fazer agora. Estava extasiado com tudo que tinha ocorrido, com a adrenalina que corria em minhas veias, com a sensação de orgulho que era tão intensa que eu sentia que podia fazer tudo que quisesse.

Agora que eu havia praticamente terminado a missão, eu já me sentia confiante o bastante para pensar sobre a recompensa. Guin disse que me recompensaria caso eu conseguisse concluir esta missão, e agora que eu a concluíra, só conseguia pensar sobre qual seria a recompensa. Dinheiro? Um objeto que me fosse útil, ou então... Ah, essa última seria ótimo, mas eu ainda sentia que era embaraçoso o bastante para ter corado meu rosto apenas com o pensamento de tal ato. Claro que era óbvio que ela não faria isso comigo, mas pensar sobre isso me dava um incentivo a mais para chegar ao bar. Mas com meu mais novo fã clube atrás de mim, eu tinha que deixar a poeira baixar antes de voltar ao Red's Pub.

Já que eu ia ficar por ali por um tempo, o melhor a se fazer era explorar o local e ver se tem algo de interessante. Claro, eu já estava com os bolsos cheios de ervas e uma lata com óleo, então era meio que improvável que eu roubasse algo dali, mas nunca se sabe, né? Bem, estava aberta a temporada de exploração de novos locais. E diferente da anterior, que havia sido no estoque do bar que eu acabara de infestar com uma fumaça incrivelmente conveniente, aqui eu poderia fazer isso com calma e cuidado. Eu iria tentar chamar a menor quantidade de atenção que um adolescente com uma lata na mão poderia chamar e começaria a andar pelo local.

Olharia para todas as direções para ter uma melhor noção espacial de onde eu estava. Direita, esquerda, frente, retaguarda, cima, baixo, tudo seria observado com calma para que eu não fosse pego de surpresa por algo e para matar minha curiosidade. Depois de fazer isso, começaria a procurar por alguém que estivesse no local. Por a porta da frente estar aberta, devia ter ali, pelo menos, uma pessoa para tomar de conta do local. E era com isso que eu estava contando. Eu queria achar alguém para observar as suas ações e para que eu não fosse surpreendido pela mesma. Além disso, eu estava tentando meu máximo para perder minha timidez ao falar com as pessoas, então treinar agora podia ser de grande ajuda. Mas apesar de ter isso em mente, eu não ia apenas achar alguém e já correr em sua direção para conversar. Eu precisaria observar o que ela fazia por um tempo, para me acostumar um pouco com sua presença e para pensar em que tipo de conversa iniciar com ela.

Então caso eu achasse alguém por ali, de preferência uma mulher, já que eu tenho MUITO mais problemas para conversar com mulheres, eu procuraria um local próximo dela para que eu me sentasse. Mas não próximo demais, apenas próximo o suficiente para que eu conseguisse observar suas ações e suas características. Caso eu achasse esse local próximo à essa pessoa, eu me sentaria e ficaria apenas a observando por um tempo. Mas eu a observaria com cuidado, para que ela não me achasse estranho nem nada. Faria o mesmo esquema que havia feito no bar, olharia um pouco e depois olharia para outro local por um tempo. Faria isso até que eu obtivesse as informações relevantes, como aparência, maneira de agir e, se desse sorte, até o que gostava de fazer.

Era meio estranho fazer isso, e disso eu tinha total conhecimento. Mas eu sempre fui assim, desde que eu era pequeno. Eu sempre tive dificuldade de me comunicar com outras pessoas, e isso era bem ruim. Em toda a minha vida, a única pessoa que eu havia chamado de amigo fora Snatch, mas essa amizade não começou de forma normal. Geralmente quando você quer ser amigo de uma pessoa, você vai até ela e conversa um pouco, mas nesse caso eu ajudei ele a fugir de alguns caras que queriam linchá-lo. Depois disso, ele meio que começou a ir até a minha casa para conversarmos, mas até que eu conseguisse falar com ele sem gaguejar ou utilizar respostas curtas, levou bastante tempo. Mas olhando um pouco para trás, eu consigo sentir que eu evolui muito desde aquela época. Não devia fazer nem uma semana desde que eu saí da ilha para virar um pirata, mas eu já consegui mudar bastante, tanto na questão de comunicação, quanto na questão de valores que eu tinha.

Antes, pensar em matar alguém era algo que me repudiava. Mas depois de tudo que eu passei, tudo que eu vi, do cheiro metálico que ainda impregna meu nariz desde aquele dia, matar se tornou um meio de sobrevivência para mim. Claro, eu não iria sair por ai matando todo mundo, a menos que todo mundo quisesse me matar. Em suma, eu acabei adotando um mantra: Matar ou morrer. Meio simples, mas é a mais pura verdade. Em um mundo onde você só pode contar com o seu poder para continuar vivo, ter pena da pessoa que tentou te matar é a mais pura idiotice. E era essa linha de raciocínio que me dava a certeza de que eu tinha chegado à um ponto sem volta. Mas talvez eu não quisesse voltar para onde eu estava antes, então para mim isso estava bom.
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Teo
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MensagemAssunto: Re: Segundo Ato: Rebirth   Segundo Ato: Rebirth - Página 5 EmptyTer 30 Ago 2016, 19:12

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A Biblioteca


Buzz conseguia despistar os seus perseguidores e sua missão estava quase concluída. Finalmente, ele precisava esperar um pouco, pois por mais algum tempo, os homens que o perseguiam estariam atrás dele. Apesar disso, o garoto podia comemorar, e era isso que o mesmo fazia. Talvez fosse pela vitória, ou pelo seu coração palpitando pela corrida, mas o jovem começava a pensar sobre Guin, e o que ela daria para o mesmo, deixando sua imaginação correr.

Após algum tempo, o jovem decide que explorar o local era a melhor maneira de deixar a poeira do seu último “crime” baixar. E então ele começa a se aproximar do centro do local. Enquanto se aproximava, o jovem podia sentir que o vento entrava por alguma das janelas do local. A noite estava em seu auge e pessoas normais estariam provavelmente na cama a essa hora. Mas a porta do local estava aberta, então isso dava indícios de que havia alguém como Buzz aqui.
O jovem olhava para todos os lados que podia. Ele via uma recepção que não tinha ninguém, e estava tudo apagado na esquerda, na direita ele via a parede do local, já que estava bem próximo da mesma. Atrás ele via a porta fechada, e na frente, as grandes prateleiras cheias de livros. Acima estava o teto, que era um pouco longe do chão para que as prateleiras fossem contidas com segurança.

O jovem se aproximava cada vez mais do centro da biblioteca, e conseguia ver uma luz, talvez de uma vela ou lamparina que era coberta por uma das prateleiras, e essa era a única iluminação do local tirando a luz da lua, mas isso não era problema para o garoto que tinha uma curiosa habilidade de ver no escuro. Finalmente chegando no local, Buzz vê uma garota, sentada em uma das mesas redondas que a biblioteca disponibilizava. Ela lia um livro na qual Buzz não sabia do que se tratava, nem conseguiria ver, pois estava aberto para a mesa, e o jovem estava longe demais para saber. Ele decide que a melhor maneira de abordar a garota, seria “pelas beiradas”, chegando perto lentamente. A garota parecia atenta no livro, então não parecia ter percebido a chegada de Buzz no local.

É somente quanto Buzz se senta em uma cadeira, que a garota leva um susto, virando-se para o barulho feito, ou melhor, para Buzz:

-Q-Q-Q-Quem está ai?
–Ela gaguejava um pouco assustada.

Ela obviamente suspeitava da presença de Buzz, pois sabia que estava sozinha até o momento que entrou.

Só agora que a garota tinha virado, que Buzz consegue ver com exatidão suas características. É claro, estava escuro, mas a luz que vinha das janelas ajudava o garoto o suficiente. A garota aparentava ser jovem, talvez ter idade maior/igual a Buzz, media cerca de 169cm, tinha cabelos ruivos (o laranja), assim como seus olhos tinham uma tonalidade de castanho claro, ela usava óculos vermelhos, e trajava um casaco bege na qual a manga ia até a palma da sua mão. Seu cabelo tinha o formato de labaredas, caracteristicamente bagunçado, caindo de cima pra baixo em sua testa e nuca. Ela parecia ter dificuldades para enxergar Buzz, e parecia não o reconhecer.
Com esse Strike 1, Buzz deveria tomar cuidado com seus próximos movimentos. Faria o garoto um Home Run?



Aparência:
 


Histórico Buzz:
 

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Dialogo:
 
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MensagemAssunto: Re: Segundo Ato: Rebirth   Segundo Ato: Rebirth - Página 5 EmptyTer 30 Ago 2016, 22:47

Para mim, aquilo não batia. Como pode uma garota com uma aparência tão inofensiva estar aqui sozinha, e ainda por cima de noite e com a porta da frente do local aberta? Ou ela era muito forte, ou muito descuidada, e caso fosse a última alternativa, isso nutria em mim um sentimento de desejo de protegê-la. É isso que eu acho interessante em pessoas fofas e baixinhas, elas nos despertam sentimentos protecionistas, e isso é bem vantajoso para elas. E ela é bem bonita também, o que provavelmente vai me deixar nervoso quando eu for falar com ela, mas eu não tinha escolha.

Mas ai você me diz: Você não tem que falar com ela, e bla bla bla. O problema, é que eu tenho que falar sim. Aparentemente, ver um garoto silencioso, segurando uma lata e se sentando um pouco próximo à você enquanto vocês estão sozinhos em, pelos livros que tem aqui suponho que seja, uma biblioteca à noite parece provocar medo nela. * E por causa disso, eu irei tentar acalmá-la, pois primeiro: Eu gostei dela, então não quero que ela fique com medo de mim. Segundo, eu quero treinar me comunicar com uma garota que eu não conheço. E terceiro, se ela sair correndo daqui e alguém do meu fã clube descobrir que eu estou aqui dentro, eu só teria mais trabalho. * Pensaria nisso rapidamente, enquanto faria uma expressão pensativa e cutucaria minha testa com o dedo indicador e médio da mão direita.

Eu tinha que passar a ela a impressão de que eu não era perigoso, e para isso eu tinha que deixar meu orgulho um pouco de lado e agir um pouco abobalhado. Apesar de que eu já faço isso automaticamente, iria ser um pouco difícil, mas eu estava preparado para isso, pelo menos psicologicamente. Acho que a ação certa a se tomar é me aproximar mais um pouco, já que o ambiente não está bem iluminado e a julgar pelos óculos que usava, ela tinha dificuldade em enxergar. Com um começo de plano traçado em minha mente, eu iria me levantar da cadeira devagar e iria andar na direção da garota à passos lentos e calmos, colocando as mãos um pouco a minha frente, para que ela visse que eu não segurava nada perigoso, transpassando assim a ideia de que eu não estava ali para atacá-la. Enquanto caminhava, eu diria a ela em um tom gentil. - O-olá, meu nome é Buzz. - Faria uma pausa na fala para observar a expressão da garota e continuaria falando com um leve sorriso. - Não precisa ficar nervosa, e-eu não vou lhe fazer mal. - Eu continuaria a me aproximar da garota e a observar suas expressões e só pararia de me aproximar caso a expressão dela mudasse para uma de medo, desconforto ou nervosismo. Caso ela não esboçasse nenhuma dessas reações, eu continuaria a me aproximar dela devagar e com as mãos a vista até que eu chegasse ao lado dela.

Quando eu parasse de andar, eu sabia que o clima poderia piorar caso eu me mantivesse calado. Essa seria a hora pela a qual eu estava esperando para evoluir meu poder comunicativo, mesmo que eu estivesse bem nervoso no caso de ter conseguido me aproximar bastante dela. Por isso eu tentaria puxar assunto perguntando pelo seu livro, que eu ainda não conhecia o assunto. - E-eu sei que pode parecer meio invasivo da minha parte, mas sobre o que é esse livro que você está lendo? - Esperaria ela me responder e prestaria atenção ao que ela falasse. Talvez isso me desse alguma dica do que falar a seguir, já que eu começava a ficar sem ideias de assuntos para conversar.

Para manter ela calma, eu tentaria manter um sorriso terno e evitar movimentos bruscos, além de tentar ao máximo olha-la nos olhos enquanto estivesse falando com ela. Respiraria fundo e de maneira calma para diminuir minha frequência cardíaca e manter o controle da situação e conseguir pensar de maneira precisa e racional. Estávamos ambos nervosos, apesar que eu acho que eu estava menos nervoso, e por isso eu não podia deixar a conversa fugir do fluxo certo, ou eu ia mandar tudo por água abaixo. Tentaria colher o máximo de informações possíveis sobre o jeito de agir da garota, para saber como deixá-la confortável.

____________________________________________________

* Pensamento * (Buzz)
* Pensamento * (Staz)
- Fala

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MensagemAssunto: Re: Segundo Ato: Rebirth   Segundo Ato: Rebirth - Página 5 EmptyQui 01 Set 2016, 21:29

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Anatomia


Um garoto com ervas misteriosas no bolso e uma garota inocente no escuro em uma biblioteca... Apesar de parecer algo bem promiscuo, na verdade era a situação em que Buzz estava no momento. O garoto começava a pensar intensamente no que ele faria logo em seguida para poder falar melhor com a garota que estava na outra mesa. Ele então se aproximava lentamente, se apresentando e dizendo não representar perigo. A garota estava com uma feição um pouco incomodada, mas ela era logo mudada para um suspiro de alívio. Ela então mudava para sua feição normal, e enquanto Buzz caminhava até ela, a garota dizia:

-Meu nome é Aoi Kuriyama. Sei que acabou de chegar, mas a biblioteca está fechada no momento, então... – ele parava de falar, deixando de maneira sugestiva o que Buzz deveria fazer.

Nesse momento o garoto chegava perto de Kuriyama, e então mostrava interesse pelo livro que ela estava lendo, ela então parecia esquecer o que estava falando, e olha para o livro, procurando o que interessava Buzz. Ela então dizia:

-Ah, isso aqui? É um livro de medicina, minha mãe é médica e eu pretendo seguir a mesma carreira...

Ela olha de novo para o rapaz:

-Você se interessa em Anatomia Humana?

Kuriyama esperava a resposta de Buzz, independente de qual fosse, a garota então dizia:

-Só um momento, vou acender as luzes porque esse lugar está muito escuro para mim...

Ela se levantava, e então ia em direção ao balcão, onde havia um conjunto de três interruptores. Ela apertava os três, e diferentes partes da biblioteca começavam a se iluminar gradualmente. Logo, o lugar estava completamente iluminado. A garota voltava para onde Buzz estava e dizia:

-Bem melhor agora... então, esse livro tem praticamente tudo sobre Anatomia, se quiser posso te mostrar tudo sobre... que tal?


Agora era a escolha do garoto aprender ou não. O que ele faria?


Histórico Buzz:
 

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MensagemAssunto: Re: Segundo Ato: Rebirth   Segundo Ato: Rebirth - Página 5 EmptySab 03 Set 2016, 22:43

- Isso seria perfeito! Por favor, me ensine! - Falaria um um tom alegre e energético. As palavras saiam da minha boca de uma maneira tão natural que até me assustava um pouco. Kuriyama era uma garota bonita que eu nunca havia visto antes, então era suposto que eu não conseguisse falar daquela maneira com ela. Acho que o que me proporcionou essa reação foi o fato dela ter o mesmo interesse que eu e estar disposta a me ensinar sobre algo que eu ainda não conhecia.  

Eu havia decidido aprender sobre medicina quase que no mesmo momento que tinha decidido ser um pirata. Sabia que a vida da pirataria seria difícil e provavelmente dolorosa, então decidi que aprenderia medicina para conseguir seguir em frente e ajudar as pessoas que me acompanhassem nessa jornada. A primeira coisa que eu aprendi sobre esse assunto foi primeiros socorros, já que eu precisaria cuidar de ferimentos e coisas assim. Mas ainda falta muito para que eu me torne um bom médico, e para isso, anatomia humana é certamente indispensável. Kuriyama parece se esforçar bastante para aprender sobre esses assuntos, então acho que ela será uma ótima professora. * Espero que eu não dê muito trabalho à ela... * Enquanto tinha esse pensamento, tentava esboçar um sorriso para ela.

Post de perícia - Anatomia Humana



Depois de ouvir minha fala, a garota faz uma expressão um pouco surpresa, talvez por causa do jeito que eu falei, mas logo a expressão muda para um sorriso, em resposta a tentativa vergonhosa de sorriso que eu havia tentado. Depois, ela se endireitava na cadeira e perguntava à mim. - Acho que antes de começarmos, seria bom que eu soubesse qual maneira você acha mais fácil para se aprender - Ela ficava esperando em silêncio pela minha resposta, enquanto eu ponderava rapidamente. *Bem, por boa parte da minha vida eu lia livros para aprender sobre as coisas, então acho que seria mais fácil aprender lendo algo. * Ao fim do meu rápido pensamento, eu a respondia. - acho que eu aprendo melhor quando eu leio... -

Kuriyama me entregava o livro que ela estava lendo e dizia. - Já que é assim, leia este livro e não hesite em me perguntar caso alguma dúvida surja. - Eu respondia com um aceno de cabeça, sentava em uma cadeira próximo à ela e pegava o livro em minhas mãos. Fazia um certo tempo que eu não tocava um livro, e isso me fazia lembrar da vida que eu tinha antes de sair para o mar. O livro era um pouco mais pesado do que eu havia imaginado e sua capa era grossa, dando um aspecto muito interessante ao livro. Ao abrir no primeiro capítulo, pude ver que seria apresentado o sistema digestório e que começaria falando sobre a boca. Aquilo para mim era uma surpresa, já que até aquele momento eu considerava como órgão apenas os que haviam dentro do nosso corpo.  

A partir dali, eu comecei a ler com o máximo de atenção que eu tinha, pois eu comecei a me interessar de verdade pelo assunto. Ainda na parte do sistema digestório, li sobre o papel do estômago e dos intestinos na absorção de nutrientes e água, do fígado e do pâncreas na secreção de substâncias que ajudavam no processo digestivo, e de outros órgãos, como a faringe, esôfago e língua. Nesse capítulo, acabei aprendendo também sobre síntese proteica e como o sistema digestório podia estar interligado à outros sistemas, como o circulatório, por exemplo.  

Após esse capítulo, cheguei ao segundo, que se tratava do sistema circulatório. Li sobre o coração e suas partes, os átrios e ventrículos, e sobre os vasos sanguíneos e seus tipos, que eram as veias, capilares e artérias. Vi sobre o movimento do sangue pelo coração e o caminho que ele faz em nosso corpo, indo pelas artérias e voltando pelas veias, já que na saída o sangue tem alta pressão e apenas as artérias aguentavam isso. Vi também como esse sistema se interligava ao sistema respiratório, já que o sangue tinha de ser oxigenado antes de ser mandado para as demais partes do corpo.  

Agora no terceiro capítulo, eu me deparava com o sistema respiratório. Nele, eu pude aprender sobre as fossas nasais que filtram o ar que respiramos, a faringe, onde fica uma estrutura que eu achei bem interessante, a glote, Ela impede que a comida vá para os pulmões, já que a faringe faz parte do sistema digestório também. aprendi sobre os pulmões e sobre os alvéolos pulmonares, que fazem a troca gasosa do oxigênio pelo gás carbônico. Além disso, vi que havia um músculo que auxiliava na respiração, o diafragma.

Prosseguindo, cheguei ao capítulo que falava do sistema excretor. Vi sobre as suprarrenais, que participavam na produção de hormônios e sua secreção. Também li sobre os rins, que filtravam o sangue e mandavam as impurezas para a bexiga, que armazenava e depois liberava por meio da uretra, no processo chamado por basicamente todo mundo de urinação. Vi também que há glândulas no cérebro que liberam hormônios que atuavam nesse sistema e que isso seria aprofundado em um capítulo específico para hormônios, o sistema endócrino.  

Por mais incrível que pudesse parecer, eu não havia tido dúvidas até agora, mas eu sabia que era por que ainda não tinha chegado em um capítulo realmente difícil. o livro não estava nem na metade, então eu podia esperar por algo bem puxado. Enquanto eu continuava a ler, Kuriyama levantava-se da mesa e dirigia-se até uma das prateleiras da biblioteca, pegando um livro e voltando a se sentar próxima a mim. Ela abria e começava a ler o livro, mas eu tinha certeza que se eu pedisse para que ela me tirasse uma dúvida, ela o faria na hora.

Eu chegava então ao sistema nervoso, o que na minha opinião seria o mais interessante de todos. Eu gostava de saber mais sobre a mente das pessoas e descobrir o que elas deviam estar pensando, pois a ideia de que eu poderia descobrir se a pessoa próxima a mim é boa ou ruim apenas a estudando, me encantava de várias formas diferentes. Eu comecei estudando esse sistema estudando o mais importante dos seus órgãos constituintes, o cérebro. O cérebro parecia ser uma máquina incrivelmente perfeita, tendo dentre algumas funções as de sensações, aprendizagem, dos sentidos, equilíbrio, pensamentos e movimentos. Dentro do cérebro, havia o tálamo e o hipotálamo, que são responsáveis pela nossa consciência, noção de temperatura, pelo nosso apetite e pelo controle da hipófise e outras glândulas. Um pouco abaixo do cérebro temos o cerebelo, que tem as funções de equilíbrio, orientação espacial, tônus muscular e coordenação dos movimentos. Ainda abaixo do cérebro, temos a ponte e o bulbo, responsáveis pela manutenção da postura corporal, controle dos batimentos cardíacos, da deglutição e dos movimentos respiratórios.

Ainda sobre o sistema nervoso, temos a medula espinhal, dividida em raiz dorsal, que é sensitiva, e raiz ventral, que é motora. Quando eu cheguei à essa parte, eu resolvi tirar uma dúvida com a garota. - Kuriyama, eu já estou na parte que fala sobre a medula, mas me surgiu uma dúvida. Eu conheci uma pessoa que não tinha o movimento das pernas, mas conseguia senti-las. Eu nunca tive muita coragem de perguntar a essa pessoa o que havia acontecido, mas eu sempre quis saber o porquê disso.

A garota ponderou um pouco e respondeu com confiança. - Como a parte motora se encontra direcionada a frente do nosso corpo, duas coisas podem ter acontecido: Ele pode ter levado um golpe de frente, que danificou a raiz ventral. Para essa situação, só consigo pensar que o golpe poderia ser um tiro. Mas se não foi um golpe, ele pode ter ficado assim devido à uma doença que ele adquiriu ou que ele nasceu com ela. Conseguiu entender? - Ela me fazia essa pergunta com um olhar curioso, o que a deixava fofa o suficiente para que eu apenas balançasse a cabeça em afirmação e voltasse a ler o livro.

A próxima coisa que eu li foi sobre os neurônios, as células do sistema nervoso que tem função de transmitir os estímulos recebidos pelo corpo. havia também a parte que falava sobre o sistema nervoso voluntário, responsável por ações conscientes, e o sistema nervoso autônomo, responsável por ações inconscientes. Este último ainda se divide em simpático, que estimula ações que mobilizam energia, e o parassimpático, que estimula atividades relaxantes. Agora que eu havia terminado o sistema nervoso, eu resolvia tirar um tempinho para organizar meus pensamentos, respirando fundo e tentando absorver as novas informações adquiridas pela leitura.

Voltando ao livro, me deparo com o sistema endrócrino, constituído por glândulas hormonais, como a hipófise, que produz os hormônios somatotrófico, responsável pelo crescimento de cartilagens e ossos, a tireotrofina, que estimula a tireóide a produzir tiroxina, entre outros. Além da hipófise, podemos citar a tireóide, localizada no pescoço e que produz os hormônios T3 e T4, que estimulam o metabolismo energético, e a calcitonina, que diminui o cálcio do sangue e aumenta o dos ossos. Temos as paratireóides, que produzem o paratormônios, hormônio responsável pelo aumento de cálcio no sangue e diminuição dele nos ossos. Temos também o pâncreas, que produz a insulina, que facilita a entrada de glicose nas células, e o glucagon, que faz o inverso da insulina.

Próximo capítulo: Sistema sensitivo. Esse parecia ser o mais simples para se entender, já que usamos nossos sentidos a todo o tempo. Primeiro, li sobre o tato, que tinha a pele como órgão principal. A pele além de revestir nosso corpo, protege contra a desidratação, capta estímulos nervosos e participa em funções metabólicas. Partindo agora para a visão, os órgãos que a pertencem são os olhos, que captam a luz e enviam esse estímulo para o cérebro, de decodifica a imagem. passando para o olfato, vi que as partículas levadas pelo ar chegam até as terminações das células nervosas olfativas, localizadas na região superior das fossas nasais. Essas células transmitem impulsos nervosos ao nervo olfativo, que as transmite para a área cerebral responsável pela olfação. Já o paladar tem a língua como órgão de atuação e a forma como ela ocorre é assim:Para sentirmos o gosto de algo, é necessário que essa coisa seja dissolvida em água ou na saliva. Assim, as células gustativas são estimuladas, e os impulsos nervosos são conduzidos pelos nervos gustativos às áreas cerebrais responsáveis pela gustação. O último dos sentidos, a audição, tem como órgão principal o ouvido. O som é captado pelo pavilhão auditivo e vibra o tímpano, que transmite o movimento através dos ossículos do ouvido para outras estruturas, que transmitem as informações até a área do cérebro responsável pela audição.

O sistema muscular era descrito por ter funções de movimentação, locomoção, postura, proteção e reserva energética. Os músculos podiam ser divididos em três tipos, os estriados esqueléticos, que a maioria de seu tecido é ligada ao esqueleto e as contrações são rápidas, voluntárias e fortes. O estriado cardíaco, que era localizado no coração e a contração era involuntária, rápida e ritmada.E o liso, localizado nas paredes de órgãos ocos, como a bexiga. A contração desse tipo era involuntária e lenta.

E agora eu chegava ao último capítulo do livro: Sistema Reprodutor. Esse sistema possuía uma série de órgãos, dos quais poderia destacar como mais importantes: Testículos, que produzem os espermatozóides e a testosterona. A próstata, que produz uma secreção alcalina para ajudar os espermatozóides a sobreviver. O pênis, que é o mais conhecido dos órgãos reprodutores do homem. A vagina, que comunica o meio externo com o útero. O útero, que é onde o feto é formado durante a gravidez. A tuba uterina, onde ocorre a fecundação. E os ovários, que produzem os óvulos e os hormônios estrógeno e progesterona.

Com isso, eu havia terminado de ler o livro, então o fechei e disse para Kuriyama. - Finalmente eu acabei de ler o livro. Desculpe se demorei demais. - A garota balançava a cabeça em negativa e dizia. - Você não demorou muito. E mesmo que o tivesse, eu não acharia isso ruim, pois significa que você estava se esforçando para entender sobre o assunto. - Eu conseguia sentir meu rosto ficando mais quente após isso, e tinha quase certeza de que eu havia corado, então baixei o rosto, olhando para o chão.

A garota levantava-se da cadeira e ia até a parte de trás do balcão, onde pegava um boneco que tinha os órgãos amostra, o que não foi uma coisa pouco perturbadora quando se está em uma biblioteca de noite. Kuriyama trouxe o boneco até a mesa e o virou de costas para mim, impossibilitando que eu visse seus órgãos. Ela retirou cada um dos órgãos e os deixou espalhados pela mesa. Então ela virou o boneco de frente para mim e disse. - Para saber se você realmente aprendeu, preciso que você coloque os órgãos do boneco nos devidos lugares. - Felizmente para mim, o livro tinha figuras dos órgãos sobre os quais falava. Mas infelizmente, ele não mostrava em que posição ou parte eles ficavam, o que me deixava com um pouco de dificuldades.

Eu começava a me lembrar do que havia lido e a pegar os órgãos um a um. Comecei pelos mais fáceis: Cérebro, coração, pulmões, estômago, olhos e intestinos. A partir dai, fui colocando os outros órgãos que eu lembrava onde ficavam, e os últimos foram os órgãos que eu tinha dúvida sobre a sua localização. Quando eu terminei de colocar todos, eu virei o boneco em direção à Kuriyama e esperei ela checar se eu havia acertado. Depois de um silêncio esmagador, o resultado me foi dado. - Boa parte dos órgãos estão em seus devidos lugares, mas você errou o local do fígado, pâncreas e dos rins. Preciso que você tente de novo, mas dessa vez, se concentre mais. - Eu sentia que tinha colocado-os de maneira correta, mas aparentemente eu não havia. A garota retirou os órgãos que eu havia errado a posição e virou o boneco novamente para mim.

Eu resolvia fazer como ela havia pedido e me concentrar ao máximo. Depois de um tempo refletindo sobre as imagens dos órgãos, eu me toquei que a imagem que mostrava o fígado mostrava um dos pulmões acima do órgão. Após colocar o fígado em seu devido lugar, eu me focava no pâncreas. Novamente recorrendo as memórias, percebo que eu havia colocado o pâncreas invertido, e por isso sua posição estava errada. Faltando agora os últimos órgãos, os rins, eu sentia que as imagens me ajudariam novamente, mas por mais que eu lembrasse delas, a posição não me parecia errada. Então tentei recorrer à memórias mais antigas, e acabei por encontrar as respostas com meu mestre Abraham. Desde que eu o conhecia, ele sempre reclamou de dores nas costas, abaixo das costelas. Um dia, quando lhe perguntei por que ele sentia essas dores, eis sua resposta. - O médico disse que eu tinha um problema nos rins. Eu não lembro o nome disso, mas sei que eu tenho que tomar uns remédios por um bom tempo. - *Era isso. Só podia ser isso. a localização dos rins não está errada, mas sim, a posição onde eles estão.* Depois desse esclarecimento, retirei os órgãos que estavam na região da barriga e coloquei os rins, fazendo o mesmo com os outros órgãos, e por fim, virando o boneco em direção a garota.

Enquanto ela olhava, tomei a liberdade de explicar sobre os rins. - Não dá pra ver por causa dos outros órgãos, mas os rins estão na parte de trás, onde deveriam estar. - Eu sentia que estava sendo orgulhoso, mas eu sempre fui assim. Gostava de estar certo e saber de tudo, sendo esse um dos motivos por ter lido tanto durante a infância. Após ela avaliar novamente, ela abria um sorriso e dizia. - Parabéns, você acertou tudo dessa vez! - Aquelas palavras juntas aquele sorriso me aqueciam por dentro. Porque toda vez que eu via uma garota bonita eu começava a gostar dela? Era um verdadeiro inferno isso, pois geralmente eu acabava me magoando no final, e isso doía mais que o tiro e o corte que eu havia levado no meu ombro direito. Tentava manter esses pensamentos afastados de minha mente e me concentrar em terminar minha missão. Ao olhar pela janela, eu podia ver que já era manhã e aquilo foi como uma bofetada do tempo. Eu estava tão focado na leitura, que nem havia notado o tempo passar.

Kuriyama pegava o boneco e o guardava novamente atrás do balcão. Quando voltava, eu resolvia dizer. - Acho que é melhor eu ir. Já está tarde e eu posso acabar recebendo uma reclamação, então isso é um adeus. - Em parte, isso era verdade. Guin provavelmente esperava que eu voltasse logo, mas não era só isso. Eu queria sair dali, para que não acabasse me afeiçoando aquela garota. Eu tinha que manter uma coisa em minha mente: Se eu não tenho forças para cuidar de quem eu me importo, então eu não posso me importar com ninguém. Esse ensinamento veio depois da chacina do meu primeiro bando. Alguns deles se sacrificaram por mim, e esse gosto amargo não vai sumir até que eu seja forte o bastante para derrotar os inimigos à minha frente.

A garota parece que queria saber mais sobre o porquê que eu levaria uma reclamação, mas não me perguntou nada. Ela apenas disse. - Foi um prazer conhecer você, Buzz. - Ao que eu respondia. - Igualmente. - Depois disso, eu me virava e começava a andar em direção à porta da biblioteca, enquanto olhava mais uma vez para as coisas do local. Quanto alcancei a porta, olhei uma vez mais para dentro da biblioteca por um certo momento e caminhei para fora do local.

Fim do post de perícia - Anatomia humana


Eu estava fisicamente e mentalmente exausto. Eu havia trabalhado igual um escravo no "Bear House" e tinha passado a noite lendo um livro de medicina. Minha cabeça parecia ter ficado do tamanho de um navio e eu sentia a fadiga de praticamente todos os meus músculos. Eu estava basicamente no meu limite, mas ainda conseguia pensar de maneira lógica. Na noite anterior, eu taquei o terror em um bar, e por isso havia ganhado um fã clube que me amava a ponto de me matar. Por causa disso, mesmo tendo se passado um bom tempo, eu iria prosseguir com cuidado para evitar lutar nesse estado. Iria caminhar até o bar de Guin olhando para todos os lados de vez em quando. Prosseguiria devagar, para evitar gastar a pouca energia que eu tinha. Caso eu percebesse que estou sendo seguido, faria o mesmo esquema da última vez: iria até uma esquina e dobraria, entrando no primeiro estabelecimento que eu visse. Apenas correria se meus perseguidores ou perseguidor também estivessem correndo. Caso eles me achassem, eu observaria a situação como um todo: Perseguidores e o local onde eu estava, para que eu conseguisse pensar em algo. Mesmo assim, eu não baixaria a guarda e ficaria pronto para esquivar de algum possível golpe.  Do contrário, eu iria andando devagar. Mas caso eu não estivesse sendo seguido, iria até o Red's Pub e adentraria o recinto. Quando eu o fizesse, procuraria Guin para lhe contar o que acontecera. Ao vê-la, daria apenas um sorriso por enquanto, esperando ver qual seria sua reação.

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MensagemAssunto: Re: Segundo Ato: Rebirth   Segundo Ato: Rebirth - Página 5 EmptyTer 13 Set 2016, 14:44

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A Chegada Vitoriosa



Buzz decide aprender um pouco sobre Anatomia, e com a ajuda da sua nova amiga, ele passa por um longo período de aprendizado para então finalmente termina-lo. Cerca de duas horas haviam passado, e o garoto estava indo para o o Red’s Pub de madrugada. Apesar das ruas estarem quietas e praticamente vazias (com exceção de um bêbado ou outro que lentamente voltava para casa), o garoto conseguia ouvir barulhos do ambiente, como insetos, e o vento. A maioria das luzes já estavam apagadas, e Buzz não tinha problemas em encontrar o seu destino.

Chegando lá, o garoto via Guin e os outros integrantes do Bar terminando seus serviços. Com exceção dos trabalhadores em questão, o bar estava vazio. Ao ver Buzz chegando, Guin olhava para o rapaz, assim como alguns dos homens que lá trabalhavam, e todos sorriam de maneira orgulhosa para o rapaz. Guin saia detrás do balcão, e então dizia:

-Ficamos sabendo do que aconteceu... –Ela dizia sorrindo- Você fez um bom trabalho!

Alguns dos trabalhadores então diziam:

-Sim, você literalmente botou aqueles desgraçados para dormir garoto! HAHAHAHAHA

-Disseram que os marinheiros ficaram parecendo uns drogados quando saíram de lá! Eu queria ter visto essa cena EHEHEHEHE!


A alegria era total, e as notícias pareciam ter se espalhado, mesmo a essa hora da noite. Guin se aproximava de Buzz, e então dizia:

-Então, sei que você está cansado, dá para ver pelo seu rosto, mas sente, e me conte o que aconteceu.

A mulher puxava uma cadeira na mesa mais próxima, e então sentava em outra. Buzz teria que aguentar mais um pouco do seu cansaço para o bem da sua história.



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MensagemAssunto: Re: Segundo Ato: Rebirth   Segundo Ato: Rebirth - Página 5 EmptyTer 13 Set 2016, 21:39

Enfim, eu havia acabado a minha missão. Ela havia durado mais do que o esperado, mas por sorte não houveram complicações, como lutas desnecessárias ou ferimentos. Acho que a única coisa que dera errado naquela situação tinha sido o abandono de Shibi. O garoto parecia um pervertido, mas era legal e louco o bastante para me acompanhar. Talvez com sorte, eles não o culpassem, já que meio que ficou evidente para todos que eu tinha causado toda aquela confusão. * Pensando melhor no assunto, acho que só agora eu me toquei, mas por causa disso provavelmente será mais difícil de andar pelas ruas da ilha. E levando em consideração que eu ainda tenho que conseguir umas coisas para poder sair daqui, acho que as coisas vão começar a ficar caóticas para mim. *

Os sentimentos ao constatar isso, me surpreenderam um pouco. O normal, seria ficar com medo por estar em uma situação dessas. Mas por algum motivo, eu sentia um pouco de nervosismo e entusiasmo. Bem, levando em conta que eu não dormira e tinha trabalhado e estudado, eu podia não estar batendo muito bem da cabeça devido ao cansaço. Talvez se eu dormisse um pouco, eu conseguisse voltar ao normal. Mas primeiro, parece que eu teria que contar o que ocorreu durante a missão.

Mas eu não estava chateado por ser impedido de dormir. Ao contrário, eu estava me sentindo orgulhoso e feliz. Ver alguns dos trabalhadores me parabenizando foi legal, mas não chegou nem perto da incrível sensação que foi ouvir Guin dizer que eu havia feito um bom trabalho. Aquilo me deu uma relaxada, e por pouco eu não caí no sono, mas eu consegui resistir e me manter acordado. Ela havia colocado duas cadeiras, uma em frente a outra, para que eu contasse o que houve. A história seria um pouco longa, mas talvez enquanto eu fosse contando, eu omitisse fatos desnecessários, como a parte que eu trabalhei igual um escravo.

Então eu sentaria na cadeira em frente a Guin e começaria a contar o ocorrido. - Bem, acho que eu devo começar contando a partir do momento que eu saí daqui. Vejamos... Logo que eu saí daqui, eu acabei esbarrando em um garoto chamado Shibi, e após uma conversa um pouco estranha, eu o convidei para me ajudar na missão, mas não o contei do que se tratava. Quando chegamos ao Bear House, constatei que o local tinha uns dez marinheiros, mais dez caras trabalhando na parte da frente do bar e quinze civis. Por causa disso, resolvi que nós deveríamos agir com cautela para conseguir cumprir os objetivos. -

Faria uma pequena pausa para organizar minhas memórias e continuaria. - Assim que o dono do bar chegou, eu pedi para que ele nos empregasse, pois precisávamos de trabalho. Por sorte, ele precisava de pessoas para trabalharem na cozinha, e isso me deu acesso ao barril da tal bebida e... - Tiraria do bolso uma das ervas e mostraria a lata de óleo e a erva para Guin, enquanto concluía a sentença. - Ao depósito do local. Acho que isso deve servir de prova de que estive lá, até por que fora essas coisas, havia apenas uma ratoeira. - Se Guin já tivesse avaliado as coisas que eu havia mostrado, guardaria a erva e deixaria a lata apoiada na coxa direita, enquanto segurava ela com a mão pertencente ao mesmo lado. Mas caso ela tivesse pegado a erva e/ou a lata, apenas tamborilaria os dedos das mãos nas minhas coxas.

Para concluir a história, eu falaria. - Agora chegamos a parte mais animada. Enquanto eu fingia trabalhar, coloquei o conteúdo do frasco dentro do barril e fui no estoque pegar essas coisas. Logo que voltei para a cozinha, me deparei com uma fumaça verde saindo do barril. Tentei tirar Shibi de dentro da sala do dono do bar, mas não consegui. Quando os cozinheiros perceberam a fumaça e foram verificar o barril, o local começou a ficar cheio com a fumaça e eles começaram a desmaiar, então eu saí da cozinha. Mas nem dois segundos depois, fui parado pelos funcionários que estavam fora da cozinha, que acharam estranho eu estar com a lata. Eu inventei uma história para que eles entrassem na cozinha e desmaiassem, e funcionou. Como eu havia prendido a respiração, eu consegui sair dali sem desmaiar, mas meu mais novo fã clube estava atrás de mim, então entrei em uma biblioteca para me esconder. Estudei um pouco, aprendi sobre anatomia e vim pra contar o que eu tinha feito. Fim do relatório. - Faria uma continência, assim como os marinheiros faziam, e esboçaria um leve sorriso.

Me espreguiçaria um pouco para tentar espantar o sono, enquanto aguardava alguma possível fala de Guin. Sei que já havia contado tudo, mas eu tinha algumas dúvidas sobre o que eu havia pegado. Acho que a pergunta que sintetizava minhas dúvidas, era essa que eu falaria para ela. - O que são essas ervas e esse óleo? Eu achei que os funcionários me notariam pelas ervas, mas acabou que foi pelo óleo, então eu acho que é algo interessante. - Ficaria atento a resposta que ela me daria. Logo após essa resposta, eu pediria educadamente. - Eu poderia ficar com essas coisas? - Independente da resposta, minha próxima ação seria, finalmente, me aprontar para dormir. Perguntaria a Guin. - Há alguma cama em que eu possa descansar um pouco? - Caso não houvesse, eu me levantaria, arrastaria a cadeira até uma mesa, me sentaria na cadeira, me debruçaria sobre a mesa e dormiria até que meu cansaço tivesse ido embora. Caso ela me fornecesse uma cama, caminharia até ela, mesmo que para isso eu tivesse que seguir as direções que Guin me desse, e ao me aproximar da cama, me deitaria de costas na cama e dormiria até descansar por completo.

Quando eu acordasse, eu me sentaria na cama e pegaria o dinheiro que eu havia ganhado do dono do bar. Contaria a quantia, para ter uma ideia de quanto eu podia gastar e guardaria o dinheiro novamente no bolso. Levantaria da cama e caminharia até a parte principal do bar, onde procuraria por Guin. Caso a achasse, falaria. - Bom dia, ou tarde, ou noite, eu não sei muito bem em que turno estamos. Bem, tratemos de negócios. Gostaria de saber qual seria a recompensa que me prometeu... - Esperaria uma resposta de Guin, enquanto ajeitaria um pouco o cabelo, pois eu tinha a sensação de que ele poderia estar desarrumado.

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MensagemAssunto: Re: Segundo Ato: Rebirth   Segundo Ato: Rebirth - Página 5 EmptyQui 15 Set 2016, 19:23

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A Erva & A Noite


Buzz era recebido com muita alegria, e então após pensar um pouco, o garoto se sentava na mesa com Guin para que então começasse a sua história. Ele então lembra de Shibi, e esperava que o garoto estivesse seguro. E então, após uma pausa, ele continua dizendo sobre o resultado da missão e o que conseguiu achar. Mostrando uma das ervas e o balde de óleo pra Guin, Buzz incita uma curiosidade na mulher, que se curva para se aproximar dos itens e pega-los para examinar. Ela dizia:

-Isso é... –Ela pegava e começava a examinar e não continuava sua fala.

Os dedos da mulher passavam-se lentamente na erva, enquanto isso, Buzz continuava, e a mulher parava de examinar para prestar atenção no garoto. Ele então continuava dizendo sobre a melhor parte do plano, que foi quando ele despejou o liquido do frasco e fugiu com as coisas em mão. A mulher sorria quando ele falava da fumaça do barril e do efeito que ele causava. Finalmente o pirata terminava, e a mulher então dizia:
-Que aventura ein –ela dava uma breve risada enquanto sorria para o garoto – Não foi a descoberta dos quatro blues mas pra um peixe pequeno, até que foi emocionante, não foi?

A mulher então colocava seus braços sobre a mesa, em uma posição que o garoto já tinha visto antes, e olhava para ele com um olhar de curiosidade, ela se preparava para falar quando o garoto perguntava sobre o que era e se podia ficar com as ervas e o barril. Ela respirava fundo, e dizia então:

-Vamos aos negócios então. As ervas que você pegou, são de uma ilha na Grand Line que tem essas especiarias fantásticas para o preparo de comidas e bebidas. Aqui nos Blues, essa planta é chamada de erva-do-sono, pois ela tem na sua constituição, um componente relaxante, que ao ingerido serve como uma espécie de tranquilizante muscular. Essa erva é tanto usada na preparação de chás e bebidas como você viu na missão, quanto medicamentos. Mas há a necessidade de uma boa maestria em ambas as áreas para mexer com essa erva da maneira correta – Ela então dizia olhando fixamente para o garoto - Eu planejava lhe recompensar com B$300.000 pelo trabalho... mas se você me der o balde e as ervas eu dobro esse valor...

Ela parecia bem convincente, mas o jovem estava sonolento e cansado, então ignorando um pouco o a fala da mulher, ele pergunta sobre uma cama. Ela diz então:

-Ora, esqueci que você está cansado. Façamos o seguinte, descanse um pouco, e amanhã você decide o que quer fazer. Venha comigo.

A mulher então se levantava, e então fazia os preparativos finais para o fechamento do bar. E então guiava Buzz até para fora o almoxarifado do bar. Era um lugar pequeno, mas havia um colchão ali onde o garoto podia se deitar. A mulher então dizia:

-Eu sei que não é o melhor lugar para dormir. Mas é o que nós temos. Provavelmente quando você acordar nós já estaremos aqui, então por hora fique aqui okay? Boa noite!

O lugar, como todo almoxarifado, tinha cheiro de produtos de limpeza e de produtos novos. Assim, o garoto então deitava na cama, e passava assim a noite dormindo tranquilamente. Em um lugar relativamente fechado, onde tinha apenas uma janelinha na parte de cima para arejar.

...

No dia seguinte, quando acordava, Buzz se sentava, e a primeira coisa que pensava era no dinheiro. Talvez pela oferta de Guin, ou só por ter feito uma boa missão para a recompensa que ganharia, mas ele começa a contar o dinheiro que ganhou quando trabalhou. O dinheiro totalizava B$30.000 Berries. O que será que Buzz achava desse dinheiro para uma diária?

O Garoto estava em pé, e sua próxima coisa a fazer seria sair do almoxarifado. Quais seriam suas próximas escolhas?


Histórico Buzz:
 

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MensagemAssunto: Re: Segundo Ato: Rebirth   Segundo Ato: Rebirth - Página 5 EmptySex 16 Set 2016, 13:59

O dia anterior tinha sido bem agitado, então havia muitas coisas para processar. A primeira que vinha à minha mente era a oferta de Guin. Certamente o dinheiro era tentador, muito tentador, mas eu sabia um pouco sobre medicina, e entendia que essas ervas poderiam ser de alguma utilidade para mim. Além disso, ela ainda não me disse que óleo é esse. Eu me recuso à acreditar que isto seja apenas óleo comum, vide a reação que os funcionários do bar tiveram ao me ver com ele. Além disso, Guin também está interessado nele, então tem de ser algo interessante. Um plano começava a se formar em minha mente, e eu sentia grandes chances de sucesso vindas dele. Por causa disso, eu acabaria me acalmando e pensando de forma mais racional, que era o que eu gostava de fazer.

Deixando um pouco de lado o dinheiro que eu poderia vir a ganhar, eu resolvia me concentrar no dinheiro que eu já tinha em mãos. Depois de contar o dinheiro, vi que a quantia arrecadada por trabalhar como um cavalo foi de B$30.000 Berries. * É até uma quantia boa, mas quando se compara com o quanto eu ganhei roubando aquele cara lá em Micqueot, não parece muito. A vida me surpreende a cada dia. * Guardaria o dinheiro no bolso ao fim do pensamento e daria um leve suspiro. Eu tinha acordado a pouco tempo, então eu não estava na minha melhor forma. Sentia os músculos ainda relaxados e minha cabeça parecia leve, como se estivesse cheia de ar. Mas não confunda cabeça leve com não conseguir pensar sobre as coisas, pois isso eu conseguia fazer muito bem.

Sempre fui um cara que gosta de usar o raciocínio acima da força, até por que eu não tinha muita. Por causa disso, li o máximo que pude para usar meu intelecto para me ajudar na jornada. Mas apenas isso não iria adiantar, então treinei meu corpo, para que eu pudesse fazer meus planos se realizarem. Mas não importa o quanto eu treine meu corpo, eu ainda era mortal. E meu estômago fazia questão de me lembrar disso. Não lembro qual foi a última coisa que eu comi, nem quando fui a última vez que eu havia bebido algo. Por isso, meu corpo suplicava por uma refeição decente, e fazer isso era prioridade total.

Como eu já estava de pé, eu só precisava ir até onde Guin estava e poderia resolver esta situação. Checaria para ver se a lata ainda estava comigo, e caso não estivesse, pegaria-a em minhas mãos para levá-la comigo. Então eu andaria até a porta e a abriria, saindo do almoxarifado logo em seguida. Depois, tomaria o caminho pelo qual eu chegara ao almoxarifado e me dirigiria até a parte principal do bar. Quando eu chegasse, observaria o local como um todo para poder ver como as coisas estavam, ao mesmo tempo que procurava pela dama ruiva. Quando a achasse, caminharia em direção à ela e falaria em um tom cordial. - Bom dia, senhorita. - Faria uma leve reverência e continuaria. - Sobre o que falamos ontem, eu lhe darei uma resposta, mas antes eu preciso urgentemente de algo para alimentar-me. Pode ser um pão ou alguma outra coisa, mas algo que sacie minha fome. Além disso, gostaria de algo para beber, mas se possível nada alcoólico, por favor. - Eu sei que eu estava exigindo um bocado, mas eu tinha esperanças de que esse pedido seria atendido.

Esperaria uma resposta de Guin enquanto tamborilaria os dedos da mão que não estivesse segurando a lata em minha perna, para passar um pouco o nervosismo. Ela fornecendo ou não algo para que eu pudesse comer e beber, eu falaria. - Acho que agora é o momento certo para discutirmos o que conversamos ontem. Então por que não nos sentamos um pouco para conversar com mais calma? - Caso ela não quisesse, eu permaneceria em pé também, pois caso eu me sentasse, poderia passar a impressão de que ela detêm a vantagem na negociação, coisa que não era bem verdade. Mas caso ela aceitasse sentar-se, eu a seguiria e me sentaria em uma cadeira, de preferência à frente dela.

Depois de nos sentarmos, ou não, eu começaria as negociações. - Bem senhorita, eu tenho uma proposta para você. Primeiro, vamos deixar claro que você já irá me pagar com os B$ 300.000 berries, como prometeu. Agora falando dos outros 300.000, eu gostaria de fazer uma alteração no pedido. Você não quer só as plantas, quer o óleo também. Por que? O que esse óleo faz? - Novamente esperaria alguma resposta, enquanto prestaria atenção à cada palavra. Depois que ela terminasse, eu colocaria a lata e as mãos sobre a mesa, e então diria. - Entendo. Então aqui vai minha proposta. Eu peguei exatas trinta ervas do bar e essa lata deve ter bastante do tal óleo. Façamos o seguinte. Como eu sou basicamente um estudante de áreas médicas, eu achei que as ervas poderiam me ser úteis, então estou disposta a dar-lhe apenas vinte delas, o que já é mais da metade. Além disso, esse óleo pode ser de alguma utilidade para mim, então gostaria de encher aquele frasco que você me deu com o óleo. O frasco é pequeno, então não vai fazer muita diferença para você. Agora vamos a parte do pagamento. Pelas vinte ervas e pela lata praticamente cheia do óleo, eu quero apenas algumas coisas. A primeira delas é um acréscimo de 50.000 berries nos 300.000 que você já ia me pagar. As outras coisas são uma mochila grande que eu possa levar nas costas e com pelo menos cinco bolsos, um lápis e um caderno, pois eu gostaria de escrever algumas coisas, uma corda bem grande, para o caso de eu precisar, e por fim, uma adaga, para que eu possa cortar a corda caso necessário. Se concordar com esses termos, eu entregarei as coisas assim que você me trouxer o pagamento exigido. - Após dizer isso, eu me recostaria na cadeira e pegaria novamente a lata, para aumentar meu poder persuasivo. Eu podia sentir que estava meio nervoso, pois o tom que usei não era o meu habitual, o que me deixava meio desconfortável. Talvez eu nem tivesse conseguido falar com ela, se eu já não tivesse diminuído minha timidez por já ter conversado com ela antes e por ter tido várias conversações com outras pessoas durante minha aventura. Observaria suas ações e as ações das pessoas ao meu redor, pois eu não estava muito seguro de que ela gostaria dos termos. Caso ela fizesse a pose que fez da primeira vez que nos conhecemos, quando ela pegou a adaga, eu afastaria a cadeira um pouco para trás, de modo que eu conseguisse levantar minhas pernas caso necessário. Se qualquer um parecesse agir estranhamente, eu me levantaria e armaria minha guarda, pronto para desviar de algum possível golpe.

Não é que eu não confiasse neles, é só que eu não conheço eles bem o suficiente para saber se seriam capazes de fazer isto ou não. No caso dela aceitar a oferta, eu ainda manteria a atenção, mas ficaria um pouco mais calmo. E se caso ela tivesse me dado a comida, aproveitaria o momento e devoraria toda a comida e tomaria a bebida que possivelmente havia sido fornecida. * Falando nisso, seria bom ter alguma comida e bebida de emergência. Não é como se eu fosse ficar aqui trabalhando para ela por um prato de comida. Meus objetivos estão fora desse bar. Não. Fora dessa ilha. Estou caminhando sozinho, então tenho que me preparar da melhor maneira que eu puder para o que irei enfrentar daqui em diante. *

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MensagemAssunto: Re: Segundo Ato: Rebirth   Segundo Ato: Rebirth - Página 5 EmptyQui 22 Set 2016, 22:53

Negócios!



Buzz reflete sobre tudo que ocorreu durante sua longa missão até que chega num ponto aonde percebe a falta de informações em relação ao óleo, o item por sua vez chama a atenção de todo mundo incluindo Guin e graças aos seus pensamentos, um plano é elaborado cujo para o jovem tem alta chances de concretiza-se.

Enfim o gênio acalma-se dado que precisa situa-se concentrado para racionar de uma melhor maneira, num certo momento Bee conta a quantidade de berry que ganhou do serviço e acaba decepcionando-se. Ele guarda o dinheiro no bolso após um pequeno suspiro, depois de alguns minutos palavras ecoam na mente do rapaz consequentemente lembrando que sua estrutura corporal necessita de alimento.

O hipnotista checa se a lata encontra-se presente, a resposta na qual busca é que o objeto localiza-se em cima de uma mesinha pequena na qual posiciona-se ao lado da cama e como decorrência segura a peça entre os dedos. Por fim, o garoto sai do edifício em direção do bar tendo como objetivo encontrar a ruiva, quando o socorrista olha para os lados nota o dono do bar atendendo vários clientes, homens e mulheres paquerando em algumas mesas, garçom e garçonetes entregando bem como pegando comida e a dama sentada sozinha numa mesa no extremo direito do local bebendo uma caneca grande de cerveja.

- Bom dia querido, não quer senta-se? Ei Rokusho, quero que traga o melhor prato da casa e um refrigerante para o menino. Assim que enxerga Guin, Buzz não perde tempo já que aproxima-se falando de forma educada com a mulher e ela no que lhe diz respeito, dialoga tranquilamente bem como grita para o dono do bar para fazer um pedido consequentemente revelando o nome do sujeito.

- Você está bêbado? Estou sentada hahaha.. A segunda frase do menino causa um clima constrangedor para o mesmo, mas no fim meramente senta-se numa das cadeiras após ouvir a resposta debochada da madame. Então as negociações começam - Relaxa, eu cumpro minhas palavras e o que esse oléo faz? Ele acelera a recuperação de feridas.. O primeiro a dar um passo no acordo é Bee cujo o principal objetivo é questionar sobre a lata, o retorno da mulher é positivo uma vez que entrega a quantidade exata de berry para o moleque bem como responde a curiosidade do gênio.

Por obter as informações que queria, Buzz coloca tanto as ervas quanto a lata em cima da mesa e então a segunda etapa da negociação acontece, todavia antes disso realmente suceder uma garçonete chega na mesa entregando o refrigerante e o prato na coisa de madeira. - Você quer um pouco de cada? Tudo bem, mas não aumentarei o seu salário e também não tenho todos esses objetos para dar-lhe.. Enquanto ambos comiam e bebiam, finalmente ocorre a negociação e dessa vez nem tudo acontece como o garoto espera visto que só recebe uma pequena quantidade dos objetos.

Por causa das experiencias anteriores, o moleque sente-se receoso quanto Guin e por esse motivo prepara-se para qualquer coisa e no entanto nada acontece uma vez que observa a mulher pegando o frasco e colocando vinte milimetro de óleo no mesmo bem como separando as ervas para dar pro homem. Apenas depois de alguns minutos, a dama entrega tudo aquilo que o menino quer e agora o pirata tem a bebida, dinheiro, ervas e o frasco em sua frente bem como nota a mulher voltando a embebedar-se quando pega a caneca consequentemente tomando bastante da mesma. O que o acelerador fará?

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MensagemAssunto: Re: Segundo Ato: Rebirth   Segundo Ato: Rebirth - Página 5 EmptySex 23 Set 2016, 14:37

Ah, o sabor da comida. Qual fora a última vez que eu havia me deliciado com uma boa refeição? Minha noção de tempo era horrível, mas pelo menos a de espaço compensava isso. Enquanto saboreava a comida e o refrigerante, tive minha negociação com Guin. Sinceramente, achei bem fascista da parte dela querer impor os termos da negociação. * B$ 300.000 berries por dez ervas e vinte mililitros de óleo? Mais injusto que isso só o governo. * Não vou mentir, eu estava frustrado e com uma ponta de tendência homicida, mas eu logo me acalmo lembrando que esse não é o único meio de conseguir as coisas que eu queria.

Claro, os meios que eu iria usar para conseguir as coisas não eram muito honestos, mas eu já era um procurado mesmo. Então fazer esse tipo de coisa não iria mudar minha vida de uma hora para a outra. Agora o que eu faria com as coisas, era uma história diferente. Se eu conseguisse que meu plano funcionasse, era bem possível que a minha recompensa aumentasse. Quanto? Não fazia ideia, mas também não faço ideia de quanto é a minha recompensa atual, então não ligo muito. O problema seria apenas um, o plano era arriscado o suficiente para que eu acabasse preso, ou pior.

* Acho que essa não é a melhor hora para pensar tão negativamente. Eu me preocupo com as consequências depois. Agora, eu tenho que me focar em conseguir os itens. * Como Guin havia me dito que não tinha as coisas que eu queria, eu iria ter que seguir meu rumo a partir daquele momento, mas não sem antes extrair o máximo que eu podia desse local. Antes de fazer qualquer coisa, porém, poria as ervas no bolso de minha jaqueta, o dinheiro no bolso onde estava guardado todo o dinheiro que eu havia ganho até agora e o óleo em outro bolso, para manter uma certa organização. Eu e Guin estávamos sentados em uma mesa, sendo que eu estava me alimentando, e ela parecia que estava bebendo para se divertir ou algo nesse estilo.

Uma coisa havia me intrigado desde a primeira vez que eu falei com ela. Como ela havia convencido a mim, um cara que não é bem o sinônimo de coragem, à entrar em um bar cheio de marinheiros e arruinar o local? Eu tinha quase certeza de que não era hipnose, pois eu não estava muito concentrado e o tom de voz dela não era uma sugestão, e sim um pedido. Então como ela fazia aquilo? Eu sabia que se conseguisse usar aquela técnica de fala que ela tinha, unida à minha hipnose, ficaria muito mais fácil utilizar a conversação, ao invés dos punhos.

Precisava pedir para ela me ensinar isso agora. Afinal, ela é a dona de um bar, então não deve ter muito tempo para ficar perdendo. Finalizaria rapidamente a minha refeição e diria para ela. - Eu preciso pedir mais uma coisa. Quero que me ensine a convencer as pessoas, sem precisar de intimidá-las. Sei que você pode me ensinar isto, você usou isso em mim para que eu fosse àquele bar. Por favor! - Baixaria a cabeça em sinal de súplica, para tentar convencê-la mais facilmente. Esperaria uma resposta da mesma em silêncio. Caso fosse negativa, eu me levantaria e diria. - Acho que já é hora de ir, então. - Logo em seguida, me levantaria e faria uma leve reverência para Guin, me virando e caminhando em direção à saída logo em seguida. Caso ela aceitasse me ensinar, eu ergueria minha cabeça e diria. - Obrigado. Farei o meu melhor para aprender isto. -

off:
 

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* Pensamento * (Buzz)
* Pensamento * (Staz)
- Fala

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