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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Crônica do Leste: O larápio caótico

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ADM.Tidus
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MensagemAssunto: Crônica do Leste: O larápio caótico   Crônica do Leste: O larápio caótico - Página 5 EmptyQua 1 Jun - 14:33

Relembrando a primeira mensagem :

Crônica do Leste: O larápio caótico.

Aqui ocorrerá a aventura do(a) civil Elrick Alfagor. A qual não possui narrador definido.


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Blackfish
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MensagemAssunto: Re: Crônica do Leste: O larápio caótico   Crônica do Leste: O larápio caótico - Página 5 EmptySab 4 Mar - 13:57

4-20: Porto Branco


Após perceber que havia derrubado o homem de cima do muro e visto o mesmo despencar e cair em cima de um telhado colocaria a mão na nuca e fecharia os semblante demonstrando aflição, juntamente com seu companheiro.

Vish.... — Sussurraria enquanto tomava em disparada para descer.

Ao chegar oficialmente em Porto Branco vislumbraria o local, olharia ao redor as possíveis mercearias, residências, postos, ruas, decorações e pessoas, tomaria total cuidado para não ser visto e limparia a poeira de sua roupa.

Uau... Vraimen não sei se as pessoas dentro desses muros estão em liberdade e seguras da violência... — Sussurraria enquanto analisaria o local e seu ar superior — Ou se estão privadas de liberdade e inocentes ao mundo... A vida de nobre é étrange pra mim.

Ficaria sempre em observação para possíveis maiores desastres e inimigos próximos, mas manteria sua atenção na graciosidade de dentro de um reino, um lugar regido para classe mais alta, era umn local onde um pobre como eu nunca havia pisado antes.

Thiaguinhôw! Na moral ami, eu vou ter que dar uma olhada por aí cara! — Falaria não contendo sua curiosidade

Minha naturalidade espontânea, incontrolável e extrovertida me faria andar furtivo por locais como arbustos altos, caixas e algo que pudesse esconder meu corpo, observaria onde estivesse ruas principais e becos, respiraria fundo e levaria em consideração o horário do dia que poderia tanto ajudar a mim ou prejudicar devido a luminosidade, porém, vasculharia os locais e manteria seu foco no palácio, a direção dele. Só mudaria o percusso caso achasse algo que realmente chamasse sua atenção, ouro, jóias ou algo valioso.


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MensagemAssunto: Re: Crônica do Leste: O larápio caótico   Crônica do Leste: O larápio caótico - Página 5 EmptyDom 5 Mar - 10:47

~Narração~



-Uau... "Vraimen" não sei se as pessoas dentro desses muros estão em liberdade e seguras da violência... Ou se estão privadas de liberdade e inocentes ao mundo... A vida de nobre é "étrange" pra mim.

-Cara, não é hora pra filosofar. Não se esqueça da missão. Porra. Tente andar normalmente, como se fosse um nobre. Caso alguém venha perguntar algo, diga que está indo pra uma festa a fantasia ou algo do tipo.

-Thiaguinhôw! Na moral ami, eu vou ter que dar uma olhada por aí cara!

-Puta que pariu. Tu quer me foder tu me beija, porra! Foca na merda da missão, caralho.

Um homem que estava próximo notou a presença dos dois, logo se aproximou e tratou de se apresentar.

-Olá, Jovens. Nunca vi vocês por aqui, quem são vocês? -Fez uma pausa. -Oh, perdão pela minha falta de educação. Sou Don Marquês, e vocês...?


OFF:
 

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MensagemAssunto: Re: Crônica do Leste: O larápio caótico   Crônica do Leste: O larápio caótico - Página 5 EmptyDom 5 Mar - 11:38

5-21: Porto Branco


Eu estava perplexo ao ver o homem, fiquei imóvel na mesma posição de antes um pouco curvado olhando para frente ainda furtivo, porém, agora descoberto. De fato eu era um larápio, trapaceiro, gatuno e mentiroso e isso me diferenciava das pessoas mas há uma contra-parte de meus defeitos, eu sabia muito reconhecer quando alguém esconde algo ou está fazendo um papel de pessoa que não é.

Oh... — Me colocava em postura firme e ajeitava minha vestes para disfarçar, logo atuava como um nobre Pardon, mon cher eu estava aqui agachado para que minha esposa, Marrie, não me visse indo para a tarverna. Você me entende quando um homem tem sua necessidade de beber uma gélida garrafa de rum, correto?

Olharia com o canto do olho para Thiaguinho indicando que o mesmo entrasse em meu jogo de palavras, ele entrasse no personagem que estava fazendo e confiasse em mim, porém, aquele modo que Marquês se apresentou, nem se quer achou estranho pra mim era incomum, algo nele era me familiar, estava com uma pulga atrás da orelha em relação ao homem, eu achava que o "Don" poderia me ajudar ou me prejudicar, mas era uma questão que eu pagaria para ver.

Eu sou Don Elrick de Alfagor, muito prazer! — Estenderia a mão, porém antes limparia em minha calça para ser apresentável — Este é meu irmão caçula, la petit Thiago Alfagor, nós chegamos de viagem a três dias do North Blue e minha esposa quer que eu me coloque em postura para sair com minha sogra, ela é encarregada de fazer os banquetes de Doroth, sabe... Eu não sou muito fã da alta corte, apesar de ser um nobre, comprende? hohohoho

Estava curioso em relação a quem seria aquele homem, estaria disposto para conhecê-lo, porém não deixaria que nada interrompesse meus planos, convidaria-o para que o mesmo fosse junto a nós para a taverna mais próxima assim vendo uma chance maior de chegar até o presidio dentro dos arredores do palácio e ao mesmo local, iria junto com Thiaguinho e Marquês para o bar mais próximo e pediria uma garrafa de rum.

Coloca na conta do Marquês... — Sussurraria no ouvido do balconista.

Voltaria a mesa com os dois acompanhantes.

Então, ami, fale sobre você! — Diria.

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MensagemAssunto: Re: Crônica do Leste: O larápio caótico   Crônica do Leste: O larápio caótico - Página 5 EmptySeg 6 Mar - 20:11

~Narração~



Elrick estava surpreso com a presença do homem. Era difícil dizer se era uma surpresa boa ou ruim, mas o larápio logo tratou de começar a falar.

-Oh... "Pardon, mon cher" eu estava aqui agachado para que minha esposa, Marrie, não me visse indo para a tarverna. Você me entende quando um homem tem sua necessidade de beber uma gélida garrafa de rum, correto?

Thiaguinho deixou o larápio falar, e logo saiu das sombras, revelando seu rosto para Don, que se surpreendeu um pouco. -Você?! -Exclamou.

-Sou eu mesmo. Como vai, Don? Desculpe o meu camarada aqui, ele gosta de falar bastante.

-O que faz por aqui, garoto?

-Estou numa missão com ele. Aliás, acho que você poderia nos ajudar.

-Hmmm? O que vocês tem em mente, moleques? -Diria para Alfagor.


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Última edição por Jinsang em Qua 8 Mar - 17:15, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Crônica do Leste: O larápio caótico   Crônica do Leste: O larápio caótico - Página 5 EmptyQua 8 Mar - 10:37

5-22: Porto Branco


Olharia para ambos sem entender um pouco do assunto, ficaria confuso e colocaria o dedo no queixo indicando que dúvidas, porém, preferia ser dinâmico e ir direto ao assunto.

Pardon, mas poderíamos conversar em outro lugar? — Diria olhando para os lados — Acho que aqui não é um bom lugar comprendre?

Indicaria para que ambos fosse para um local mais reservado, poderia ser um canto onde houvesse total possibilidade que ninguém estaria ali para ouvir, certificaria-se que estavam seguros e solitários, mas antes de explicar o plano sussurraria para Thiaguinho.

Você tem certeza que podemos confiar nele? — Sussurraria no ouvido do rapaz.

Confiaria em meu acompanhante, independente da resposta indicaria o plano, já que logo mais todos ficariam sabendo, então ajeitaria suas vestes e seu cabelo antes de começar a dialogar.

Bom... Vou fazer um resumo detalhado. Nós estamos junto a gangue do "T" aqui para poder derrubar Doroth, então invadimos Porto Branco pra criar algum tipo de caos... Prejudicar dommage hospitais ou liberar os presídios para criar um alvoroço, então, nesse momento de caos derrubar Doroth e dar o poder e liberdade pro povo, e aí vamô fecha? — Falaria sério olhando no fundo dos olhos do homem — Precisamos de mais aliados e meios de chegar até hospitais e presídios, claro, precisamos saber sobre policias, rotas e como abrir entrada dos arredores para dentro do palácio.

Falaria decisivo, não confiava muito no homem que estará a frente de ambos, porém, a vida de "T" também estava em risco e acharia que ele não era ingênuo o suficiente para perder essa oportunidade, só de pensar na fama e possível renome que ganharia meu corpo formigava dos pés a cabeça, estava ansioso para fazer o caos. Seguiria para onde ambos fossem, porém, ainda manteria uma pulga atrás da orelha.


Off:
 

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MensagemAssunto: Re: Crônica do Leste: O larápio caótico   Crônica do Leste: O larápio caótico - Página 5 EmptyQua 8 Mar - 17:16

~Narração~



Alfagor parecia confuso com a situação. Thiaguinho conhecia Don? Como era possível Thiaguinho ser conhecido de um nobre? Alguma coisa estava errada.

-Pardon, mas poderíamos conversar em outro lugar? Acho que aqui não é um bom lugar "comprendre"?

-Oh, sim! Perdão. Vamos até minha casa, lá podemos conversar mais tranquilamente.

A dupla então segue Don até sua residência. No meio do caminho, Alfagor sussurra para Thiaguinho:

-Você tem certeza que podemos confiar nele?

-Deixa eu te ensinar. Você nunca deve confiar num trambiqueiro. Muito menos quando ele se torna seu aliado. Aliás, você já devia saber disso, Don Elrick de Alfagor.

Ao chegarem na residência, Don guia a dupla até seu escritório, onde eles podem conversar, e tomar um drink.

-Você queria tomar rum, não é? Vou lhe servir a melhor garrafa de rum que tenho em meu estoque! -Don enche três copos com a bebida. -Então garotos, o que é que vocês estão tramando?

-Bom... Vou fazer um resumo detalhado. Nós estamos junto a gangue do "T" aqui para poder derrubar Doroth, então invadimos Porto Branco pra criar algum tipo de caos... Prejudicar dommage hospitais ou liberar os presídios para criar um alvoroço, então, nesse momento de caos derrubar Doroth e dar o poder e liberdade pro povo, e aí vamô fecha?  Precisamos de mais aliados e meios de chegar até hospitais e presídios, claro, precisamos saber sobre policias, rotas e como abrir entrada dos arredores para dentro do palácio.

-Uau, direto e reto, hein? Bom... Você quer derrubar Doroth, e pra isso precisa causar uma confusão. Certo? Mas... Você já pensou em quem colocará no poder, depois de derrubá-lo? Afinal, alguém terá que comandar a ilha. -Era visível o interesse de Don no cargo. Assim, poderia realizar suas atividades sem que ninguém o incomodasse, e o controle da ilha era tudo que ele precisava. -Bom, eu te ajudarei. Mas quero que você me coloque no topo, ou eu chuto sua bunda. Estamos de acordo?


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MensagemAssunto: Re: Crônica do Leste: O larápio caótico   Crônica do Leste: O larápio caótico - Página 5 EmptyQui 9 Mar - 13:24

5-23: Porto Branco


Analisaria a situação, olharia o homem os olhos cerrados de pé a cabeça, era incomum o pedido, minha intuição de que aqueles sujeito era como eu, um devido e talentoso larápio, porém, aquele já estava empregando em Dawn Island, analisaria as vestes do homem.

Hmmm, esse sujet é bem mais inteligente do que eu imaginava — Sussurraria para si mesmo e analisaria as opções, logo, falando em voz alta e estendendo a mão — Fechado!

Era icônico que a cada vez que prosseguíamos alguma pessoa se interessava no plano, para mim servia de cada vez mais inspiração para prosseguir, era o desejo do reino derrubar o rei, irônico como eu não se importava muito com as consequências comigo e com a própria ilha, estava interessado na fama e no tesouro, aquilo me deixaria mais maduro e esperto com as questões do caos.

○○○

Inicio do aprendizado de Perícia: Dança



Após perceber que já estava começando a me embrear com todos aqueles cortes de rum tomaria em mente que precisava retirar a água do joelho, era lamentável como um jovem como eu tinha tanto amor e falta de disciplina para beber, não era como meus parentes que em muitos goles pareciam que estavam bebendo água, certa de cinco goles de rum já estava acabando comigo, então me levantei da mesa um pouco zonzo e disfarçando os leves soluços me voltei a Marquês e Thiaguinho.

Então... — Faria uma pausa para soluçar — Como vocês podem ver um de nós três tá bêbado pra baise! — Agora faria uma pausa para arrotar — Se não é o "T", nem o Marquês... Ah esquece, rayon, vou mijar!

Antes que ambos os acompanhantes na mesa pudessem responder me retirei daquele local e sai um pouco cambaleando até o banheiro daquele bar, era engraçado como uma pequena, bem pequena, porcentagem de pessoas se encontravam no mesmo estado que eu, jovens realmente deveriam ser impedidos de beber, era lamentável aquele meu lado.

Com um pouco de dificuldade para encontrar o mictório tive a capacidade de não acertar o buraco para fazer xixi, consegui mijar toda a borda do objeto, soluçando e cambaleando com meu brinquedo, mas havia de me aliviado, mas dentro daquele banheiro que mais parecia um chiqueiro pude ouvir alguém conversando.

Mademoiselle, a senhora está realizando o passo errado de ballet, coloque seu pé mais alongado com sua coxa e certifique-se de não perder o equilíbrio — Dizia uma voz de uma moça com dotes de delicadeza — Assim, você vê? Como um cisne, graciosa e com esplendor.

Havia ficado intrigado com aquelas vozes, não obtinha nenhuma janela grande para que eu pudesse observar, então, rapidamente me deparei com uma báscula em cima do meu mictório, coloquei meu pé calçado dentro do meu próprio mijo, me apoiei nas divisórias do lado e consegui observar.

Do outro lado do bar havia um pequeno pátio com um chão liso, era cercado com uma pequena cerca de madeira e lá dentro havia de algumas moças com roupas pretas e realmente justas, coques no cabelo e realizando passos de dança que eu nunca vi antes.

Nossa... — Diria gratificado — ... Que porra é essa?

Pude reparar que a senhora que parecia instrutora observava-me atentamente, ela estava um pouco incomodada por uma pessoa observando as aulas de dança através de uma bascula em um banheiro de um bar era constrangedor.

Com licença? — Ela disse incomodada.[/color]

Ao ser descoberto me assustei e desequilibrei despencando de onde estava, bati com a bunda no piso e levantei reclamando, o teor do álcool no meu sangue começava a dar indícios de que estava passando, então, achando que estava bem comecei a caminhar para fora do banheiro.

Pelo que eu entendi... — Faria uma pausa para o soluço — Elas estavam dançando... Ou aprendendo a dançar... E eu luto com os pés? A dança... — Um corte no sussurro para soluçar — ...Movimenta o corpo inteiro comandado pelos pés, então, seria de uma grande ajuda no meu estilo de combate! Je!

Comecei a caminhar um pouco zonzo e quase como em zigue-zague para fora do bar, ignorei Thiaguinho e Marquês esquecendo completamente da nossa missão principal, porém, ambo dos homens também se encontravam um pouco bêbados e não se importaria se eu sumisse por alguns minutos, ou horas, então fui de encontro ao local da dança.

Não era longe, por ser do lado de um bar eu me deparei a frente de uma pequena residência de um andar, de começo parecia uma loja de utensílios, pouco decorada, mas onde havia decoração estava fina e impecável, ao adentrar vi que o local era outro ambiente, um ambiente que me lembrava o North Blue, era lindo de fato.

O que deseja? — A recepcionista me abordou.

Aulas ! — Respondi.

Nesse estado? — Disse ela um pouco incomodada.

Não, eu me mudo pro estado do South Blue e faço aulas daqui lá! Idiot! Respondi grosseiro pela bebida no meu sangue.

Como você ousa a me responder assim, vagabundo! — A recepcionista havia se irritado.

De repente a mesma instrutora que eu havia visto do outro lado da báscula apareceu de uma porta pequena que parecia levar a outro cômodo, ela estava rindo pelas palavras que eu disse e chegou confortando a garota.

Janet, Janet! Esses são seus modos com os alunos? — Dizia bem educada — Sou Joanna Dark, seu nome s'il vous plaît?

Seu sotaque... É igual o meu — Dizia surpreso Mon nom... é Elrick Alfagor, fiquei muito interessado — Faria uma pausa para soluçar — Nas suas danças.

A mulher parecia estar gratificada e levemente surpresa comigo, não parecia de fato um rapaz com dotes para dança, estava desleixado, bêbado porém meu senso de humor e minha fala bem estruturada sempre me levava avante das coisas que queria.

Olha... Não cobramos para amantes de dança, eu vim do North Blue afim de ensinar as pessoas a arte magnífica da dança... Vi algo em você, nem muitos homens se interessam por essa arte, então, fico lisonjeada de ensiná-lo, vamos começar? — Ela dizia.

Olharia interessado pela fala da madame e por não gastar uma berrie.

Opa, mas é claro... bébé Diria sorrindo.

Fui instruído a entrar em um cômodo, era como a varanda de uma casa, amplo, bem ventilado, com uma pequena parte de vidro e tampada que servia de entrada para um local com piso de mármore no chão cercada por plantas, onde dava para observar a bascula do bar.

Mon cher Alfagor, o quê o senhor sabe dança? — Ela dizia vasculhando uma estante.

Já estava avontade, ainda mais por estar um pouco bebado, me colocava no sofá de espera perto de uma mesa com duas cadeiras.

Absolutamente... Nada! — Respondia.

Muitos acham que dança é apenas aprender a rebolar o bumbum ou fazer passos fáceis, porém, é mais que isso! Essa arte tem história, tem cultura! Você vai ter que ler esse livro antes de começarmos a aprender! — Dizia colocando um livro fino em meu colo.

Olharia com uma expressão de insuficiência e com um semblante cansado.

Ler? Sério... — Falaria soluçando — Tá bom...

Livro de dança:
 

Após folhear algumas páginas e ler com atenção já estava ficando desgastante e me deixando irritado, não havia vindo ali para ler e sim dançar.

Olha... — Soluçaria — Eu não vim ler... Eu estou lendo e isso já está ficando chato, podemos praticar?

Ela sorriu animada, como se cada vez mais eu deixasse claro que estava afim de aprender, e isso motivava-a, então logo ela me instruiu a ir para o pequeno pátio fora daquele cômodo. A cada vez que o tempo passava sentia a bebida passar o efeito.

Então, vamos começar saiba para dançar você tem que explorar os movimentos corporais, espaço e o tempo, calcular exatamente para criar algo belo usando essas três coisas, okay? — A instrutora dizia.

Acho que entendi — Diria.

No movimento corporal você vai utilizar de: Kinesfera, eixo, fluxo, peso, giros, rolamentos e saltos — Ela dizia se colocando na ponta dos pés.

Observei curioso e não entendo nada.

O resto aí sei o quê é... Mas Kinesfera? O quê é isso — Tentava imitar os passos dela, dessa vez, bem sucedido.

Joana agora realizava giros mesclados com saltos e ainda caia na ponta dos pés colocando a perna de trás para estabilizar o peso, era de fato lindo.

Isso é Kinesfera, viu? — Ela dizia pousar graciosamente — A kinesfera é tudo que podemos alcançar com todas as partes do corpo, perto ou longe, grande ou pequeno, com movimentos rápidos ou lentos etc. A Kinesfera ou Cinesfera é a esfera que delimita o limite natural do espaço pessoal, no entorno do corpo do ser movente.

Tentava imitar os passos da garota, porém, devido a falta de prática e o teor alcoólico no sangue caia de peito no chão recebendo ajuda dela para se levantar, mas meu orgulho era maior.

Ela agora continuava na ponta dos pés, imóvel, enquanto falava comigo.

Isso é fluxo, pode ser tanto fluxo  livre, fluxo conduzido ou fluxo interrompido — Ela dizia sem se mexer — Isso é o resultado da qualidade de movimento que refere-se a tensão muscular com a qual se deixa fluir um movimento - fluência contínua e interrompida e seus graus de tensão.

Era magnífico, eu tentava recriar os paços, agora conseguia rodopiar na ponta dos pés como a mesma fez antes, porém, desequilibrava e se colocava na pose normalmente, mas não conseguia ficar imóvel como a mesma fazia.

Isso é realmente difícil, eu não consigo — Insinuava.

Claro Alfagor... Você não está fazendo conjunto com seu eixo e seu peso, o fluxo não vai ficar constante sem essas partes — Ela dizia colocando meu corpo na pose certa — O seu eixo é o fortalecimento das cadeias musculares principalmente do centro como eixo da movimentação, possibilitando o estudo da sustentação e equilíbrio enquanto o peso é a qualidade de Movimento que refere-se as mudanças de força utilizadas pelo corpo ao movimentar-se. Passivo, ativo, leve, pesado, transferência, contrapeso e suas graduações. Estabilidade e instabilidade.

Agora com os ensinamentos de Joana conseguia ter uma noção, com o teor alcoolico baixo agora podia se concentrar mais e tomar mais direções certas, meu corpo estava relaxado pela bebida então me ajudava a achar meu eixo e usando meu peso de contraposto, ficando imóvel naquela pose de ballet.

Assim ? — Dizia sorrindo.

Exatamente! — Ela correspondia — Agora nessa posição pode usar do espaço e tempo. O espaço pode ser a relação entre o corpo e o espaço (ambiente no qual esta), o corpo em relação ao seu próprio corpo ou em relação a um outro corpo e o corpo e um outro objeto.

Fazia realmente as mesmas ações que a garota mandará, ficava na posição correta e usava meu peso em conforme do eixo para ter uma co-relação com meu corpo no espaço, antes mesmo dela avisar lembrava dos ensinamentos do livro sobre tempo que é a velocidade em que são executados determinados movimentos pode ser rápido, moderado e lento. É uma qualidade bastante subjetiva, pois deve-se sempre ter um parâmetro de comparação para definir o que é rápido e o que é lento.

Que tal esse movimento, han? — Diria sorridente — Falaria entusiasmado.

Ela sorriu por ver meu progresso, ela conduzia os passos de giro, salto rodopio caindo no eixo e calculando o tempo e espaço, eu tentava copiar os passos, fazia o mesmo porém não executava com total proeza por estar levemente bêbado e não ser um dançarino nato.

Você já está avançando muito, temo em dizer que já pode dançar — Ela dizia feliz — Vamos finalizar com os últimos passos, vamos realizar um últimos salto.

Ela agachava e mantinha-se no eixo e na pose correto, calculava seu peso para jogar seu corpo para trás em um mortal fixo e caindo delicadamente agachada na ponta dos pés, era gracioso e poderia ser mortal, eu já incrementaria em golpes utilizando meu taekwondo e acrobacia.

Uau... — Dizia soluçando observando os passos.

Fazia as mesmas poses, porém, cambaleava um pouco, era difícil se concentrar com o álcool em meu sangue e não sabendo todos os passos, meu corpo estava relaxado mas ainda não tinha na memória automática aqueles passos, então, respirei fundo e utilizei de meu temperamento calmo e acrobacia, fixei meus pés e meu peso e realizei um mortal, caí exatamente como Joana porém fraquejei com o calcanhar, deslizei e caí com a bunda no chão.

Você precisa manter a calma... Não é fácil calcular o peso com o eixo — Ela dizia antes de eu interrompe-la.

Realizava os mesmos movimentos, porém, dessa vez caía no eixo, Joana Dark ficava entusiasmada e feliz, ela me congratulava e me abraçava.

 Esse é um dia memorável, eu ensinei um garoto a dançar! — Ela dizia feliz.

Eu estava feliz, e sentia quase como a bebida ia embora, roubava um selinho da instrutora indicando que estava agradecido pelo aprendizado.

Obrigado por tudo! — Respondia feliz.

Logo me levava a fora do local e voltava para o bar.


Fim do aprendizado de Perícia: Dança




•••

Faria altos cortes na conversa para tomar altos goles de rum, sendo um pouco deseducado limpando a boca com os pulsos e arrotando, ficava de certo ponto desajeitado na mesa.

Vamos colocar em prática então?! — Diria entusiasmado — Marquês, pode nos levar para a prision e para o posto de saúde!? Precisamos saber um pouco dos policias também da ilha


Off:
 
Capa Vermelha:
 
Óculos strong glass:
 
Luvas metade do dedo:
 
Botas simples de combate:
 
Objetivos:
 

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Última edição por Alfagor em Dom 12 Mar - 13:02, editado 2 vez(es) (Razão : Coloquei a parte de aprendizagem de perícia (dança) depois do post do Jin)
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MensagemAssunto: Re: Crônica do Leste: O larápio caótico   Crônica do Leste: O larápio caótico - Página 5 EmptyQui 9 Mar - 18:10

~Narração~



O silêncio tomou conta da sala enquanto Elrick pensava. A verdade é que não havia muito a pensar. Ele só queria a fama e o dinheiro por ter derrubado um governante, e nem sequer se importava em poder. O -Fechado! -E um aperto de mão firmaram o contrato entre Elrick e Marquês.

-Vamos colocar em prática então?! Marquês, pode nos levar para a prision e para o posto de saúde!? Precisamos saber um pouco dos policias também da ilha...

-Você quer começar isso agora? Pois bem então. -Don saca um Den Den Mushi, e é atendido por um homem. As ordens do homem são rápidas e curtas. -Cinquenta. Hospital. Destruam.

Ele então olha para Elrick, e acena com a cabeça. Então os três vigaristas seguem em direção a prisão. Marquês parece ansioso com o plano de Alfagor, e logo pergunta:

-E então, o que faremos?


OFF:
 

Histórico Elrick:
 

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MensagemAssunto: Re: Crônica do Leste: O larápio caótico   Crônica do Leste: O larápio caótico - Página 5 EmptySex 10 Mar - 9:41

5-24: Chaos et réaction II


Ficaria pasmo e surpreso pela reação rápida e dinâmica de Marquês, ele era um homem que de certa forma hostil e que parecia ter sua influência na ilha, o modo que apenas com uma ligação no den-den mushi para por os planos em prática me deixou curioso até aonde se estendia as possibilidades daquele sujeito.

Par dieu... — Sussurrava engolindo seco o resto de rum na garganta — Você... Cinquenta homens? Você me deixou muito mais que animado mon cher — Finalizaria o assunto com um sorriso.

Sorriria entusiasmado com o plano sendo colocado em prática, não acreditaria que estava prestes a criar um imenso caos naquela ilha que atualmente mal saberá meu nome, isso me irritava e fazia-me cerrar os punhos. Cerraria meus dentes para trás e para frente ouvindo um grunha dos ossos rangendo e se chocando e aquilo deixaria imperceptível meus pensamentos me colocando novamente na realidade.

Mon cher, primeiro preciso que você, "T", volte ao acampamento do Péricles e diga que pode começar os ataques ao arredores do palácio, divida os homens sûrement entre se juntar entre mim e Marquês e criar uma destruição lá fora, eu arranjo um jeito de abrir o portão! — Dizia confiante.

Olharia novamente para Marquês, caso Thiaguinho já estivesse ido de encontro aos antigos companheiros que logo se juntariam a rebelião, analisaria o homem mais uma vez e depositaria fé nas artes larápias do sujeito.

Então, agora sobrou pra personnes Diria a Marquês — Vamos invadir a prisão furtivamente, liberar os presos, instrui-los a se juntarem na desordem, beauté?

Se tudo estivesse nos conformes primeiro analisaria a prisão, o movimento dos guardas, as janelas, portas, a direção que tomava-os e a rota, procuraria enfatizar a distância que estava dos adversários para ser furtivo a entrada, não queria de nenhum modo ser descoberto, poderia ser apenas dois contra vários homens dentro do recinto.

Primeiro procuraria adentrar na entrada da prisão pela janela mais próxima, se a mesma não tivesse encadeada ou aberta tentaria ser furtivo e deixando sempre Marquês o seguindo, caso conseguisse dentro do local procuraria sair da visão dos policiais se escondendo atrás de mesas ou afins.

Em uma ideia quase que suicida combinaria com Don de fingir que o homem era um policial paisana que havia de me prendido  no meio da cidade e estava me levando para minha cela, assim adentraria-nos mais fácil e sem muitas preocupações. Já dentro do local procuraria me esconder atrás de pilastras, caixas ou algo parecido para que Marquês chamasse atenção de um ou dois guardas e eu de relance atacaria-os com uma rasteira furtiva pelas costas e finalizando com um chute transversal com lateral visando acertar o estômago de ambos caídos, recuperando chaves e afins para começara liberar os presos.

Não façam barulho, amis, precisamos liberar todos me ajude que logo explico! — Diria aos presos encarcerados.

Caso as opções acima não houvessem de dar certo tentaria ser o máximo furtivo para fazer que Marquês entrasse no local chamando atenção dos guardas e eu pudesse entrar por outro modo, janelas e afins sendo que não chamasse atenção de nenhum guarda pois ambos estavam distraídos com o homem, procuraria ir a fundo do recinto fingindo ser um preso fora de minha cela, ao ser encontrado certificaria-me que estava ao encontro de um único guarda, logo, furtivamente e surpreendendo-o desvencilharia um chute em arco horizontal visando acertar a costela e nocautear o guarda assim realizando os atos anteriores de liberdade e aviso aos presos.

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MensagemAssunto: Re: Crônica do Leste: O larápio caótico   Crônica do Leste: O larápio caótico - Página 5 EmptySex 10 Mar - 19:37

~Narração~



O poder que Marquês já tinha na ilha foi algo que deixou Elrick surpreso. Se ele não era um governante e já podia realizar ações daquele tamanho, era de fato algo inimaginável o que ele faria se assumisse o controle de toda a ilha.

-"Par dieu..." Você... Cinquenta homens? Você me deixou muito mais que animado "mon cher"...

-É o que eu sempre digo. Se você quer fazer algo, que seja bem feito. Então, o que faremos agora?

Após um momento de reflexão, Alfagor diz:

-"Mon cher", primeiro preciso que você, "T", volte ao acampamento do Péricles e diga que pode começar os ataques ao arredores do palácio, divida os homens sûrement entre se juntar entre mim e Marquês e criar uma destruição lá fora, eu arranjo um jeito de abrir o portão!

-Cê tá de fodeção, né? Sério que vou ter que subir aquela porcaria daquela montanha TODINHA?

Alfagor agora se dirigia à Don.

-Então, agora sobrou pra "personnes". Vamos invadir a prisão furtivamente, liberar os presos, instrui-los a se juntarem na desordem, "beauté"?

-Hmm. Garoto, você é deveras ligeiro, devo dizer. Vossa "stratégie" é de fato muito boa. Aliás, me fazer participar um de um trabalho é um feito e tanto. Fazem anos que não participo da melhor parte da diversão. Vamos lá.

Visitar a prisão duas vezes no mesmo dia não é algo que uma pessoa normal gostaria de fazer, mas Alfagor o fez. Ele contou seu plano para Don, que não concordou.

-Hmm, não sei se isso seria bom. Você seria algemado e levado para a cela. Tive uma ideia melhor. Se esconda.

Então, assim que Elrick se escondeu, Don começou a gritar.

-POLÍCIA, POLÍCIA, ME AJUDEM!

E assim, um policial saiu de dentro da prisão.

-O que aconteceu... -Fez uma pausa, observando Don. Ele pareceu notar que Don era um nobre. -Senhor?

-Um trombadinha fedendo a estrume acabou de roubar-me! COLOQUE TODOS OS POLICIAIS ATRÁS DELE!

-Mas senhor, eu...

-AGORA! OU VOCÊ QUER QUE EU CONTE PARA LORDE DOROTH QUE VOCÊ SE RECUSOU A SEGUIR MINHAS ORDENS?!

-Perdão, não foi minha intenção, senhor.

O policial então retornou para dentro da prisão, e depois de alguns minutos, saiu com um grupo de policiais o acompanhando.

-Em que direção o meliante foi, Senhor?

-Ele foi pra lá! -Apontou Don. Os policiais sairam em disparada, para capturar o suposto bandido. Antes que Alfagor entrasse, Don disse:

-Ficarei aqui fora, se eles retornarem, eu te avisarei. Tome cuidado, devem haver alguns policiais lá dentro, seja rápido!

Alfagor então entra na prisão, pela porta da frente. Ele anda cuidadosamente, evitando fazer qualquer barulho. Alfagor passa pelo corredor principal sem problemas. O que ele não esperava é que um Policial saísse do banheiro.

-EI! VOCÊ É O MALDITO SAFADO QUE FUGIU HOJE!

O policial sacou seu cassetete e desferiu um golpe nas costelas de Alfagor. A dor era forte, mas era perceptível que as chaves das celas estavam na cintura do policial. Era inevitável. Era necessário derrotá-lo para conseguir dar continuidade ao plano.


Histórico Elrick:
 

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MensagemAssunto: Re: Crônica do Leste: O larápio caótico   Crônica do Leste: O larápio caótico - Página 5 EmptyDom 12 Mar - 11:40

5-25: O caos alvorece


Ao vê-lo colocando a missão em prática eu me esconderia atrás de arbusto e folhas secas em montante, observaria atento as ações de Marquês ao chamar a polícia.

Fedendo a estrume? Quem esse sujet pensa que é? — Sussurraria irritado e incomodado.

Observando que havia funcionado colocar os policias em rotas inversa do normal, e abrir uma brecha para nós colocarmos em ênfase o plano Alfagor, fiquei surpreso e gratificado, era como se Marquês fosse uma versão minha, cafajeste e larápio mais velho... E com mais influência.

Não é que o tiozinho é bom mesmo? Qui serait! Sussurraria.

Após receber o golpe de cassetete pularia para trás formando pelo minimo de cinco passos de distância do policial, no calor da batalha e com o sangue agora bombeando e aumentando minha adrenalina retirava um tempo mantendo minha mente calma, meu temperamento calmo, para analisar visualmente o corpo do sujeito com algum tipo de chave, armas, e armas de fogo evitando qualquer dano prolongado e até minha morte. Caso houvesse armas de fogo ou de corte colocaria como alvo para desarma-lo.

Avançaria contra o homem em zigue-zague, ignoraria a leve dor na costela e levaria meu corpo em aceleração para maior mobilidade nos passos, confundiria o homem aonde fosse atacar e utilizando de minha ginga em batalha, meu taekwondo e minha aceleração em golpes jogaria meu tronco para frente-baixo evitando qualquer tipo de estocada, ataque direto, em arco e na vertical, logo finalizando subindo minha perna rígida e desferindo um mortal mesclado com um chute em arco visando acertar diretamente o ombro do rapaz descendo todos meus setenta e dois quilos sobre o corpo do mesmo, visando desmaiá-lo pelo impacto e pelo peso. Por fim cairia com as pernas dobradas e o corpo curvado no chão, em posição como um macaco, para finalizar desvencilharia um giro de sento e oitenta graus dando uma rasteira para deixar o homem no chão e imóvel.

Em casos de esquiva-defesa, sempre avançaria com o tronco levemente abaixado evitando estocadas e golpes vertical, rolaria para esquerda o para direita pressentindo os ataques e evitando qualquer tipo de corte horizontal. Que por fim de caso fosse surpreendido com chutes ou socos focalizados no peitoral ou costelas agacharia ou pularia evitando-os ou deixaria seus braços cruzados em forma de "x" para defende-los.

E você é o preguiçoso que não me capturou, idiot Exclamaria.

Vasculharia o homem e por fim retirando algumas coisas como chaves, mapas, den-den mushis e coisas variadas de afins, procuraria arrastá-lo para perto de alguma cela retirando-o da visão central dos corredores e de possíveis outros guardas. Abriria a cela mais próxima com as possíveis chaves ou com meu dote natural de arrombamento, colocaria o policial deitado na cama e se viraria para o(s) preso(s).

Então, é o seguinte, vou tirar todos vocês daqui! Mais des amis está acontecendo uma revolução em Dawn Island, nós vamos tirar Doroth do poder, quero que vocês me ajudem a liberar os outros presos e façam o quê quiser na cidade... Beau, não esqueçam de dizer que vieram pelo Elrick Alfagor! — Diria ao entrar em todas as celas.

Ajudaria o máximo possíveis de presos a sair daquelas celas, daria as chaves ou meios de abrir as outras para conseguir em menos tempo retirar mais presos.

Caso de houvesse de aparecer policiais ordenaria para que todos presos fechassem a cela e fingir que estaria fechada, deixaria que os policias passassem no meio do corredor criando uma emboscada, mandaria que atacassem de todos os lados deixando-os sem local para fugir e nocauteando-os de uma vez só, já que estávamos em maior número, assim roubando qualquer tipo de arma ou utensílios e prendendo dentro das celas.

Após termos chances de sair da prisão me encontraria com Marquês e indicaria para que o grupo de presos fossem a outros presidiários e hospitais para criar desordem, fossem saquear, nocautear guardas ou criassem a desordem que quisessem em meu nome.

VÃO! DESTRUAM TUDO! — Diria gritando gratificado e criando uma espécie de encorajamento — ESSE É O PREÇO DA LIBERDADE DE VOCÊS! INCRIOYABLE! DIGAM QUE ALFAGOR DEVOLVEU A DIGNIDADE DE VOCÊS, E MOSTREM, O QUÊ A DOR DE UMA PRISÃO PODEM MUDAR EM UM HOMEM... EU DOU A VOCÊS, O MUNDO! TOMEM O PARA SI!

Se voltaria a Don Marquês e se certificaria que os dois saíssem de rota mais visível pois as coisas começariam a aumentar as proporções, não daria para ser furtivo em todos os modos, ainda mais que possivelmente meu nome estaria rolando por toda Dawn Island, aquilo me intrigava e formigava todas partes do meu corpo, meu sorriso psicodélico e meus olhos vidrados como o de um drogado deixaria explícito em meu semblante que sentia prazer em estar rodeado de caos e desordem, era um animal selvagem retomando sua fúria animalesca.

Vamos ao próximo presidio ou hospital? Você conhece a ilha, você escolhe ami Diria a Marquês — Mas eu sugiro queimarmos um hospital, levar alguns presos, e deixar claro para Doroth que as coisas vão mudar!  

Ficaria a mercê de meu camarada e cúmplice naquele adverto contra a cidadania e ordem, ficaria sempre furtivo para não ser reconhecido e não ter meus planos acabados de começo, ficaria sempre preocupado tentando calcular um momento certo para se locomover para o portão e colocar Thiaguinho e Péricles dentro do palácio.

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