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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Crônica do Leste: O larápio caótico

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ADM.Tidus
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MensagemAssunto: Crônica do Leste: O larápio caótico   Crônica do Leste: O larápio caótico - Página 3 EmptyQua 01 Jun 2016, 14:33

Relembrando a primeira mensagem :

Crônica do Leste: O larápio caótico.

Aqui ocorrerá a aventura do(a) civil Elrick Alfagor. A qual não possui narrador definido.


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Blackfish
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MensagemAssunto: Re: Crônica do Leste: O larápio caótico   Crônica do Leste: O larápio caótico - Página 3 EmptyQua 22 Fev 2017, 09:22

Chaos et réaction


Cansado, ofegante e pensativo analisaria observando em direção onde achava que era Porto Branco o quê acabará de realizar, escapar de uma prisão, correr pela cidade e combater um policial renomado sem patentes aparentes, me encontraria exausto naquele momento, puxaria agressivamente o ar para os meus pulmões e soltaria-os delicadamente para normalizar meus batimentos cardíacos, me tranquilizando e relaxando pela carga de stress e adrenalina impulsiva.

Era só um banho en ce moment Diria ofegante olhando o horizonte.  

Não perderia tempo e certificaria-se que estava com suas vestes antigas e caminharia em direção a um bar menos conhecido, aberto a aquela hora do dia e mais próximo, observaria se dentro do recinto haveria de símbolos da autoridade ou qualquer tipo de pessoa que possa causar problemas e sempre evitaria esse tipo de adversário, caso houvesse procuraria outro bar menos movimentado.

Olá, boa (tarde, manhã ou noite) mon citoyen Diria com um tom melancólico de cansaço — Eu me perdi do meu pelotão e após uma viagem me encontro cansado, poderia contribuir com o reino de Porto Branco e providenciar um quarto para guarda local? Pagaria na medida do possível sûrement.

Caso os homens não contribuíssem apenas puxaria uma cadeira próximo o balcão, estenderia a mão fazendo gestos para trazer uma garrafa de rume descansaria um pouco com a palma da mão apoiada no rosto devido ao stress de batalha.

Se os organizadores do local relevassem a situação aparente e fossem de ações altruístas levando em consideração o charme, uniforme, voz de liderança e confiável apenas pediria a chave do aposento e a direção e iria em passos rápidos. Logo no local certificaria-se que a porta estava trancada e jogaria as roupas na cama, logo procurando um local para tomar banho demorado e relaxar os músculos, em um momento de descaso trocaria para as roupas que consegui roubando mais cedo e deixaria o uniforme de policial em baixo da cama, logo me jogaria na cama com os braços cruzados atrás da cabeça respirando quase que imperceptível sendo esse o único som do aposento e deixaria meus pensamentos fluir com os últimos acontecimentos.

O dia ficou pequeno pra tudo que eu fiz — Pensaria em voz alta — Roubei, fui preso, me disfarcei, batalhei e agora tô aqui sem uma berrie no meu bolso... É engraçado como a sorte ajuda os mal-afortunados. Mas a questão é eu preciso de fama... Piratas são famosos... Preciso de algo grande para ser um pirata, vou fazer algo em Porto Branco, essa ideia de fuga de prisão ainda não sai da minha cabeça...

○○○

Inicio do aprendizado de Perícia: Anatomia Humana


Enquanto estava deitado em minha cama pude ouvir um som de batidas em mesa, era alto e incansável que incomodava meu descanço.

Par Dieu, que som é esse? — Levantei da cama irritado com os sons — Espero que esse cara tenha um bom motivo para isso...

Mesmo após me levantar irritado os sons pareciam aumentar no segundo andar do bar, ninguém se atrevia a ir reclamar como hóspede do quarto seiscentos e nove, me encontrava na sala com um semblante irritado tocando na porta esperando alguém.

Bonjour, sou hospede do quarto ao lado...— A medida que batia na porta ela abria lentamente —...Gostaria que pudesse fazer menos baru...  

Antes que pudesse terminar minha fala havia caído de bruços no chão adentro do quarto, me encontrava com minha face amassada e de coloração vermelha beijando os flocos de poeira naquele carpete mais antigo que os bolinhos de primavera da vovó, a porta sem passar o cadeado estava em falso pronta para ser uma armadilha.

Você está bem garoto? — Dizia uma voz estranha.

Quando me deparei e levantei a face me dei a encontro de um homem de jaleco, touca verde fluorescente e mascara tampando sua face, estava se preparando para colocar suas luvas e estava com olheiras tão fundas quanto um poço vazio.

OQUÊ????!!!! TÁ MALUCO ME DESCULPA! — Ficava de pé em questão de segundos suando como um porco.

Que legal seu sotaque — O homem dizia deixando as luvas de lado e colocando a máscara descartável no pescoço — Você não me atrapalhou, boy.

Quando parei para reparar o homem fiquei envergonhado por ter me assutado com tal perfil, um homem com pés de galinha do lado dos olhos e uma altura abaixo da média se encontrava em pé ao lado de uma mesa de escritório, ele estava com vestes brancas como a neve típica de um enfermeiro ou um médico formado.

Desculpe, eu só queria pedir para parar os sons... — Diria apreensivo.

Mil perdões, eu estava tentando pregar meu doutorado na parede e estava me aprontando para uma cirurgia em Porto Branco... — Diria tranquilo o senhor ao retirar agora sua touca — Sou Pietro Greybeard, sou o médico local e perdão por testar minhas novas ferramentas.

Após me colocar em uma posição mais formal limpei a poeira de minhas vestes e me curvei em sinal de respeito.

Carpete sujo, em — Diria com um tom de exclamação — Sou Elrick Alfagor, um policial renomado conhecido por Porto Branco, sou bem rico sabe?!

Observava no corredor para ver se alguém estivesse prestando atenção e voltaria a Pietro com um tom de cinismo e um semblante falso na face.

BEM RICO! — Diria aumentando sua voz gradativamente — POLICIAL BEM RICO E NÃO O PIRATA MAIS FAMOSO DOS BLUES ELRICK ALFAGOR, VIU? DIEU ME FREE!!!

O homem me analisava de pés a cabeça deixando seus olho semicerrados e avantajando seus pés de galinha, poderia se dizer que aquele sujeito com um bigode avantajado e seus cabelos grisalhos estava no auge da idade, ele me olhava bem e acada vez dava um passo para perto de mim.

O quê... — Susurrava enquanto o mesmo se aproximava de mim — Ele percebeu...

Greybeard arregalava seus olhos e apontava em minha direção com uma expressão de surpresa mesclada com ódio e isso gelava minha espinha, arrepiava dos pés a cabeça logo imaginando que chegará a notícia ao ouvidos enrugados do velho de meus crimes.

Pega meu óculos ali atrás, fazendo um favor — Diria o velho — Elrick-boy.

Ficaria com uma expressão de irritação repentina, serraria meus punhos e engoliria sáliva seca por ter sido enganado por tal momento, logo após entregaria os óculos e chegaria perto do quê o homem está fazendo.

Desculpe o incômodo, mas você é um médico renomado não? — Diria se aproximando — E você é famoso por isso?

Sim — Responderia o homem terminando de pregar seu diploma.

Viraria de costas para o sujeito e colocaria a mão fechada sobre meu queixo, analisaria a situações e visaria que uma fama a mais sempre era meu objetivo, e aprender sobre medicina poderia me ajudar em qualquer situação, logo, se eu tiver noção básica do corpo humano melhoraria nos meus ataques de taekwondo.

Perdão, mas você poderia me ensinar sobre a medicina? — Diria se voltando ao homem e apreensivo.

Não... — Pietro responderia sentando em sua cadeira.

Então vou mandar te prender! — Responderia o velho o intimidando.

...Perderia a chance de instruir jovens amantes da medicina — O homem levantava com um sorriso mais sínico que o meu — Claro que posso!

Certo? Qual seria o primeiro passo? — Diria fechando a porta e se escorando na mesma.

O homem excêntrico estava apreensivo contra mim, me analisava dos pés a cabeça, porém parecia que instruir não era algo que o mesmo faria por obrigação, a situação repentina que não o deixava confortável, pois bem, Greybard retirou um livro de folhas grossas de sua gaveta na mesa de escritório e colocou na mesa.

Páginas 35,36 e 42 — O homem dizia confiante — Vamos estudar a parte teórica da Anatomia do ser humano em um intensivão resumido que eu mesmo coloquei nesses tópicos, é um basicão que em poucas horas de leitura deixará você com inícios de medicina, Elrick-boy

Me coloquei interessado naquela situação, havia de me levantar e estalar meus dedos para ler aquele livro, pude se ver que nele estava contido diversos tópicos.

Citação :
A Anatomia Humana é um campo da Biologia que estuda os sistemas do corpo humano. O estudo da anatomia tem evoluído muito com o apoio da tecnologia de Ohara e blá blá blá.... Em nosso intensivo você poderá ter acesso aos principais conceitos ao corpo humano, descritos nos sistemas apresentados abaixo e blá blá blá....

Sistemas do Corpo Humano


• Sistema Esquelético
• Sistema Muscular
• Sistema Tegumentar
• Sistema Urinário
• Sistema Respiratório
• Sistema Endócrino
• Sistema Nervoso
• Sistema Circulatório
• Sistema Digestório

Divisão do Corpo Humano


• Cabeça (Crânio e face)
• Pescoço
• Tronco (Tórax, abdome e pelve)
• Membros Superiores (Ombro, braço, antebraço e mão)
• Membros Inferiores (Quadril, coxa, perna e pé)

Após algumas horas cansativas revisando e lendo os resumos e criava interesse, porém, para aprender era preciso batalhar contra o cansaço que o mesmo correspondia, a fome aumentava e a vontade de largar tudo e ir para fora roubar era maior que eu, porém, eu me mantive forte e li e gravei a maioria do conteúdo dos tópicos. Pietro andava a todo momento eufórico por estar instruindo, ele não parava a um momento, riscando livros, separando folhas e arrumando suas ferramentas.

Quis rápido, sistema urinário? — O homem me dizia mandando fechar o livro.

Sistema responsável... É.... Pela eliminação da ureia? Criada a partir de alimentos consumidos. O sistema é composto por 2 rins, 2 ureteres, a bexiga, os músculos do esfíncter e a uretra eu acho, se não esqueci de nenhum... — Respondia eufórico.

Na mosca, Elrick-boy! — Correspondia o médico — Sistema Respiratório?

Esse eu sei! — Respondia fechando os olhos mostrando que já estava instruído — Sistema responsável pela respiração humana e as trocas gasosas com meio ambiente.

Acertou miserável! — Respondia o médico — Uma última... Três membros inferiores e dois do tórax!

Por Dieu! Respondia preocupado olhando para o teto e buscando na minha mente o quê tinha acabado de ler — Quadril, coxa, perna e pé... Óbvio e... Tórax, abdome e... P-pe... P-pe... P-pelve?

Pelo visto você aprendeu a parte teórica... — O homem parecia mais eufórico e sinistro do que nunca — Vamos para prática!

Sempre suspeitava de todas as ações do homem, porém, o quê ele guardava em uma caixa grande em baixo da cama era doentio, tão doentio que não acreditei quando o mesmo abriu e subiu um vento gélido, sem qualquer tipo de odor.

ISSO É UM CORPO HUMANO?! NOTRE?! — Exclamava surpreso.

É, é boy! Por ser um médico renomado você tem certos privilégios, agora me pergunte por quê eu carrego um corpo humano por ai? — O homem dizia carregando as ferramentas para o chão do quarto perto do corpo congelado.

Por quê carrega um corpo humano là-bas? — Perguntava curioso se ajoelhando e se aproximando ao corpo.

Mágica — Respondia o homem puxando o livro e abrindo em algumas ilustrações de corpos humanos — Não grite que agora vai começar a aula prática.

O homem cortava uma parte do músculo e pele frias como neve, o corpo não tinha nenhum tipo de cheiro e estava em uma textura como se houvesse acabado de morrer, era um homem careca sem feições diferentes e nenhum tipo de pelo, nenhum mesmo pós o homem estava nu.

Eu tenho que ficar vendo o pau dele mesmo? — Diria irritado Ce que le baiser! Quem era?

Segredo — Exclamava o velho — Agora quero que use o bisturi para obstruir a pele e quero que comece a cortar a cortar no músculo grande récto do abdome e o grande oblíquo do abdome sem obstruir na parte do sistema digestório.

Seguia os ensinamentos do homem e tomava cuidado, minha mão tremia ao cortar as partes do músculo e ficava enojado ao sentir a textura.

E agora? — Respondia.

Faça uma incisão entre o cólon transverso e o ascendente sem interferir no Jejuno, uma incisão milimétrica, boy — Ensinava o breve professor.

Realizava o objetivo tremendo e com nojo com a textura de goma e gosmenta, criava uma incisão com precisão e calma para não errar.

Você tá vendo essa incisão? Viu como é por dentro do sistema digestório? Viu o caminho que o suco digestório progride para criar nutrientes para todo o corpo humano ? — Exclamava o homem mais concentrado do que nunca.

Boca, esófago, estômago... Eu entendi — Respondia um pouco cansado.

Faremos uma revisão óssea e por fim uma olhada no sistema nervoso, e aula acabará — O homem puxava a massa de músculos dando espaço para os ossos — Dê os nomes!

Fêmur, clavícula, radio, costelas e aquela não é a falange? — Dizia intrigado com a curvatura dos ossos.

Certo, e agora vamos finalizar, você comanda — O velho ajeitava seu jaleco.

Há pouca coisa, aqui podemos ver que o cérebro comanda o sistema nerovos integrado a Bulbo, médula espinhal ligado pelas Plexos e afins... — Dizia cansado levantando e sentado na cama

Você aprendeu bem, é uma aula básica para Anatomia, acho que para ser um médico precisaríamos nos encontrar mais vezes, mas já tem ensinamentos para se virar — O homem nem se quer costurava as partes cortadas e apenas fechava as caixa e limpava as ferramentas — Quer um diploma também?

Sério que tem? — Diria ajudando o homem a guardar as ferramentas.

Obvio que não, Elrick-boy — O homem limpava a poeira do seu livro e guardava na gaveta — Foi uma boa aula, apesar de termos gastado metade do dia, você teve preguiça, dificuldade e falta de ânimo mas teve perseverança. Me procure em qualquer lugar eu vou estar em Porto Branco por uns tempos, você foi um ótimo primeiro aluno.

Esticava meu corpo para espantar a preguiça e relaxar meus músculos, meu estômago roncava e meus olhos quase fechavam por ficar cansado por todas horas de ensinamento e responsabilidade com um corpo humano, me curvava em sinal de respeito e saia do quarto.

É isso. Tamo junto. Obrigado por tudo e se vemos por aí — Responderia um tanto grosseiro se despedindo do homem.

Fecharia a porta cansado sem nem olhar para trás e se arrastando pelas paredes me voltaria a meu quarto quase desmaiando de fome mesclada com sono.

Fim do aprendizado de Perícia: Anatomia Humana

•••

Desceria dos aposentos em direção ao bar, agradeceria os organizadores e logo me voltaria a sentar no balcão com uma expressão relaxada e gratificante.

Olá, pode me informar sobre as situações aqui? — Diria contente Je peux posso encontrar algum mapa aqui? Quero dizer, onde eu posso encontrar algum mapa e saber mais sobre Dawn Island, piratas, marinha e os nobres? Mesmo sendo um policial sou novo no meu pelotão, vim do North Blue.

Procuraria me informar sobre as situações atuais, marinha, polícia, piratas e sobre o palácio para ter uma noção do que eu poderia fazer, logo prediria uma garrafa de rum para relaxar o ambiente.


Última edição por Venettzō em Qua 22 Fev 2017, 14:51, editado 2 vez(es) (Razão : Coloquei a parte de aprendizagem de perícia depois do post do Jin)
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MensagemAssunto: Re: Crônica do Leste: O larápio caótico   Crônica do Leste: O larápio caótico - Página 3 EmptyQua 22 Fev 2017, 13:40

~Narração~



-Era só um banho "en ce moment". -É o que diz Elrick enquanto caminha, procurando uma estalagem para descansar seu corpo após tão frenéticos acontecimentos.

O jovem caminha pelas periferias da cidade, observando as ruas e seu movimento, até que encontra um pequeno albergue, com a plaquinha de entrada totalmente fora de lugar, com uma pequena plaqueta simbolizando que o local estava aberto. O jovem adentra a estalagem, e logo é recebido pelo dono.

-Olá meu jovem, como vai?

-Olá, boa tarde, "mon citoyen", eu me perdi do meu pelotão e após uma viagem me encontro cansado, poderia contribuir com o reino de Porto Branco e providenciar um quarto para guarda local? Pagaria na medida do possível sûrement.

-Oh, entendo. Temos um quarto vago apenas, meu senhor, e é bem simples. Mas temos água quente para um banho. Se importa?

O jovem então segue para o seus aposentos, onde toma banho e tem alguns momentos de descanso. Após o merecido descanso, o larápio retorna ao hall de entrada, onde questiona o dono sobre os acontecimentos atuais da ilha.

-Mapa? Err.... Tenho este mapa, é pequeno e simples, mas deve lhe ajudar a chegar nos locais mais importantes da ilha... A marinha aqui só se importa com os nobres e com ordens do Q.G. Nós do lado de fora dos muros do palácio somos esquecidos por eles, sendo apenas organizados por vocês da polícia. -O velho então dá uma pausa. -Quanto aos piratas, não tenho muito conhecimento. O único que tenho informações é Yanch, um pirata que foi preso e atualmente está encarcerado no Q.G. da marinha... -O velho agora pega uma garrafa de rum, e divide a bebida com Elrick -Quanto a nobreza... só temos nosso "governador", Faham Doroth III, é ele quem comanda toda a ilha... E como é de se esperar, ele passa todo o tempo dentro dos muros, é notável o desprezo dele por nós, do lado de cá...

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MensagemAssunto: Re: Crônica do Leste: O larápio caótico   Crônica do Leste: O larápio caótico - Página 3 EmptyQua 22 Fev 2017, 17:37

Planejamento para o amanhã


Ao ouvir as palavras do homem enquanto dividiria uma garrafa de refrescante rum expressava um semblante de insatisfação de injustiçado, cerrava meus punhos ao segurar o líquido porém mantinha sempre toda calma, ao pegar o mapa logo checaria as posições de cada lugar.

Possível mapa:
 
 

Entendo sobe as calamidades atuais — Respiraria fundo colocando a garrafa na mesa — É engraçado como nobres como esse... Faham Doroth vive tão tranquilamente, je ne pense pas será que ele vive na paz?

Me levantaria e agradeceria os sujeitos do bar com gestos, não deixaria nenhuma berrie para eles por ter uma maldita mania de ser mesquinha, verificaria o inventário que teria nos bolsos, espólios do policial, berries, o mapa.

Analisando esse carte de Dawn Island — Esticaria-o no ar — Eu estou aqui na vila Frunshin, barcos para sair daqui estão mais no porto de Porto Branco, hm, o quê me distância de lá é esse monte Ballon. Quem sabe lá eu encontro alguma maneira de por minha ideia em prática.

Após aquele gosto de sentir a realidade na própria pele não se sentia satisfeito estando a mercê das autoridades, procuraria se afastar das mesmas no local mais possível longe da população, o monte Ballon, lá teria uma visão mais ampla de Dawn Island onde procuraria recursos para criar uma revolta civil, derrubar o reino e Farahm Doroth, não fazia aquilo para ajudar o povo e sim de receptáculo para poder roubar o reino, fazer fama e ir abaixo a autoridade, uma crônica difícil e de certo modo megalomaníaca que gostaria de caminhar.

Então vamos para o monte Ballon — Diria guardando o mapa.

Seguiria em direção onde o mesmo estava apontando, caminharia quietamente e observando todo o redor e a população, procuraria forças na angústia das mesmas para seguir com sua jornada, observaria de longe caso pudesse a distância do palácio e como seria bonito morar lá, ter mordomias e mais chance de emprego, estar em uma posição considerável no reino e ser respeitado, e racionar por quê os cidadães comuns não obtinham de tal privilégio? Era lamentável, talvez no monte entre a vila e o palácio eu encontrasse a resposta para minhas duvidas, não obtinha de informação de nenhuma civilização por ali e aquele local me deixaria fora de problemas para me estabelecer, me sentia confiante e todo empolgado, o peso em minha consciência que o quê faria era perigoso estava aparente, mas não ligava, tinha amor a fazer mudanças e pelo caos, talvez era o quê me movimentava desde North Blue, o caos, e era isso que eu procurava levar para Porto Belo.

Procuraria caminhar até que encontrasse algum tipo de pessoa, caso fosse hostil ficaria em alerta para não ser rendido de surpresa, caso fosse alguma pessoa comum utilizaria de sua lábia para extorquir um pouco de alimento e água para jornada, não pararia e perderia sua atenção até que achasse algo considerável grande para incluir na sua revolução, revolução Alfagor, procuraria qualquer tipo de base local, nômades, vilas ou caravanas do reino.

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MensagemAssunto: Re: Crônica do Leste: O larápio caótico   Crônica do Leste: O larápio caótico - Página 3 EmptyQua 22 Fev 2017, 18:58

~Narração~



-Entendo sobre as calamidades atuais... É engraçado como nobres como esse... Faham Doroth vivem tão tranquilamente, "je ne pense pas" será que ele vive na paz?

-É óbvio que sim meu senhor. Ele é um nobre, e ainda por cima governa a ilha. -O velho agora olha desconfiado para Elrick, afinal, todo mundo sabia que a vida dos nobres era boa.

-Analisando esse carte de Dawn Island... Eu estou aqui na vila Frunshin, barcos para sair daqui estão mais no porto de Porto Branco, hm, o quê me distância de lá é esse monte Ballon. Quem sabe lá eu encontro alguma maneira de por minha ideia em prática.

-Ermmm, que tipo de ideia, meu senhor?

-Então vamos para o monte Ballon... -Diria, enquanto caminha para fora do pequeno albergue.

-Ermmm, senhor? Senhor!? Você esqueceu de me pagar!

Elrick ignora o senhor enquanto caminha para Ballon, o velho desiste de perseguir o larápio pelo simples fato de querer evitar a fadiga. Alfagor caminha alguns minutos até chegar no limite da vila e adentrar na floresta que rodeava o monte Ballon. Era difícil de se ver, dentro daquela mata fechada, e o larápio não esperava nada incomum. Algumas vezes podia-se ouvir alguns ruídos, mas o jovem considerava que deveriam ser apenas animais. Em certo ponto de sua caminhada, o jovem podia ouvir silvos, que foram se tornando mais constantes e intensos, até que...

*Wrap*

Repentinamente, o jovem se vê preso em uma armadilha de cordas, e uma figura encapuzada aparece diante de seus olhos.

-KUKUKUKUKUKUKU! Parecer quer pegueir umr peixer grander! KUKUKUKUKUKU! Or chefer vair adorarr esser policiarr!


Histórico Elrick:
 

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MensagemAssunto: Re: Crônica do Leste: O larápio caótico   Crônica do Leste: O larápio caótico - Página 3 EmptyQui 23 Fev 2017, 10:24

1-12: Mt. Ballon


A caminhada parecia ser sútil para mim, não estava acostumado com plantas grandes da quais encontrara pelo caminho, mas todo aquele ar de liberdade era gratificante já que fiquei um bom tempo na cidade e uma jornada de North Blue para Dawn Island, puxaria um pouco de ar límpido do local e vislumbraria o céu.

Ar puro, s'il vous plaît Diria gratificado.

Em ações repentinas e assustadoras já logo me encontraria preso em uma armadilha, ficava assutado com os olhos arregalados e começaria a me debater incansavelmente visando me soltar, o medo crescia dentro de minhas entranhas e aquilo me daria mais aflição.

Eu tô me debatendo por quê eu quero — Diria aflito tentando sair da armadilha, porém, calmo — E não porquê eu não gosto de lugares apertados, maudit!

Observaria as feições do homem, seu perfil e o porquê o mesmo utilizava um capuz na face, de onde ele estava vindo e se era um mandante do policial de mais cedo, procuraria ficar parado para acalmar o corpo e fazer uma breve passagem de onde estava, não perderia a localização na mente de ida para o Mt. Ballon, ficaria atento em qualquer deslize do homem e qualquer falha nas cordas, algo me intrigava pois estava sendo levado como uma caça e não como inimigo e isso era curioso.

Então, eu já me acalmei, sou Elrick Alfagor e você? — Estenderia a mão ainda por dentro da rede — Pela sua fala estranha você não deve ser alfabetizado, beurk!

Caso pudesse e não tivesse outra opção apenas observaria a viagem e o lugar ao redor, analisaria tentando usar de seu intelecto para perceber se o homem estava em uma subida, logicamente, estaria indo em direção ao monte, sendo assim uma carona infortuna, tentaria sempre manter sua guarda levantada apesar de não poder se mexer ainda estava a mercê de pessoas que nem ao menos sabia da existência, fui pego de surpresa.

Para onde estamos indo, grandalhão? — Diria com um semblante cínico criando uma espécie de teatro, sempre mentindo — Ai meu deus, você está me levando para o lado errado, nãaaaaaaao! — Me voltaria a sussurrar para o mesmo não ouvir — Otário.

Ao chegar no destino procuraria ficar recolhido fazendo um reconhecimento no local, meu corpo suava por não conseguir dissentir o quê estava fazendo ali e o por quê, meu coração estava acelerado bombeando sangue ativando minha adrenalina, meu corpo estava em alerta sem que minha mente precisasse ligar essa opção, eu estava com medo mas me mantinha calmo. Ficaria em pé caso tivesse chance observando quem estivesse ao redor e onde estava, procuraria levantar a guarda e não deixaria que ninguém se aproximasse, porém visaria ver se estaria em menor número ou menor força bruta e ouviria atentamente os sequestradores para pensar de uma maneira rápida como sair daquela situação sem quebrar nenhum membro.


Off:
 

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MensagemAssunto: Re: Crônica do Leste: O larápio caótico   Crônica do Leste: O larápio caótico - Página 3 EmptyQui 23 Fev 2017, 16:50

~Narração~



-Ar puro, "s'il vous plaît" -Diz Alfagor, antes de ser pego na armadilha.

-KUKUKUKUKUKUKU! Parecer quer pegueir umr peixer grander! KUKUKUKUKUKU! Or chefer vair adorarr esser policiarr!

Assustado, o larápio tenta dialogar com a figura encapuzada.

-Eu tô me debatendo por quê eu quero e não porquê eu não gosto de lugares apertados, "maudit"!

-KUKUKUKU! Tenhor certezar que o chefer vair adorar vocêr, policiar! KUUUUKUKUKU!

-Então, eu já me acalmei, sou Elrick Alfagor e você? Pela sua fala estranha você não deve ser alfabetizado, beurk! -Comprimentou o larápio, estendendo sua mão.

-NHAC! -Diz o encapuzado ao morder a mão de Alfagor. Não foi uma mordida forte, mas decerto foi nojento. -Eur sour Jorger Benjorrr, senhorrr policiarr...

O encapuzado então corta a corda principal, que mantinha o larápio pendurado, e ajeita a armadilha em suas costas, com Elrick ainda preso e começa a subir a montanha, carregando o peso como se não fosse nada, sem dificuldade alguma.

-Subirr, Subirrr, Subirrrr, SUBIR!!!!!!!!! -A cada passo, o encapuzado gritava ainda mais alto essas palavras, até que Alfagor se pronuncia.

-Para onde estamos indo, grandalhão? Ai meu deus, você está me levando para o lado errado, nãaaaaaaao!

-Hãnrrr? Lador errador? Marrr, marrrr..... -O pequenino encapuzado finalmente tira o capuz, revelando seu rosto.

Spoiler:
 

Jorger (ou seria Jorge?) coça a cabeça, aparentemente confuso. Ele caminha uns passos em todas as direções e começa a andar em círculos. Até que ele olha para cima da montanha, uma casinha solitária que parecia estar abandonada era o único indício de civilização que poderia ser visto.

-Agorar eur estour indor certor senhorrr!

Após alguns longos minutos de caminhada, Jorger (?) finalmente chega até a pequena casa. Ele grita novamente a palavra "subir", porém de uma forma tão escandalosa, que eu não duvidaria nada se toda a ilha tivesse ouvido.

-Já ouvi, seu doente! -Um rapaz abre a porta. -Mas o... QUE PORRA É ESSA MARRECO? TU TROUXE UM FODENDO POLICIAL PRA CÁ? TU QUER ACABAR COM A GENTE????????

Spoiler:
 

O rapaz estava visivelmente irritado.

-ENTRA LOGO MARRECO! Larga esse maluco no subterrâneo!

A casa, que parecia pequena, na verdade tinha mais andares, mas não para cima, e sim para baixo. No subterrâneo, alguns rapazes, aparentemente trombadinhas, se aglomeravam.

-Que porra a gente vai fazer com esse policia?


Histórico Elrick:
 

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MensagemAssunto: Re: Crônica do Leste: O larápio caótico   Crônica do Leste: O larápio caótico - Página 3 EmptyQui 23 Fev 2017, 23:20

3-13 Mt. Ballon


Estaria irritado por ficar tanto tempo preso em uma armadilha de certo ponto improvisada, as cordas que me prendiam aquele garoto imbecil que acabara de me morder incomodava todo meu corpo o quê me fazia perder a paciência e faria me debater para ajeitar e fixar em uma posição onde deixaria-me mais confortável e com uma visão melhor de onde estava indo.

Aquele cara... — Diria me ajeitando caso houvesse sido liberado da armadilha — ...MORDEU A MINHA MÃO?!!!!

Caso fosse liberto levantaria e chutaria as amarras se curvando para limpar a poeira de minhas vestes, olharia por volta no local sem realizar movimentos bruscos para não irritar as pessoas que ali estavam e procuraria fazer um reconhecimento visual e geográfico de onde estava.

Pardon, você disse policial? — Diria engolindo saliva seca e observando as pessoas — Eu não sou um policial já faz duas semanas... Aquele Farahm Doroth é um inútil, ele cortou as verbas para minha corporação, logo eu um novato que nunca havia ido para rua e só tinha o título de policial...

Tentaria criar uma identidade de alguém que de cara revelasse suas intenções contra o reino de Porto Branco, visaria criar um raciocínio já que aqueles homens vivem reclusos ou são bárbaros contra a sociedade ou são apenas foras-da-lei, a todo modo eram contra autoridades e contra o reino, e ter essas ideias jogadas a mesa contra Doroth III poderia criar um laço entre eu e os homens.

Eu sou Elrick Alfagor — Diria limpando a mão na calça para retirar a baba e estendendo — Um antigo policial e agora... Agora... — Colocaria a mão no queixo buscando algum grupo intersocial para se encaixar — ... Um revo... Um pirata! Um pirata famoso! Quem são vocês? E não me comam, s'il vous plaît, eu não tomo banho a dias!

Caso ainda estivesse na corda procuraria ficar em posição fetal e movimentar suas pernas para cima e para baixo para criar um espaço tornando mais possível movimentar as mesmas, procuraria explorar o ambiente a procura de alguma pedra pontuda ou algo afiado para rolar lentamente para perto e começar a cerrar uma parte das cordas, se fosse possível, utilizando de sua furtividade para ninguém perceber e sempre usando de sua oratória para disfarçar.

Em outras ações, se estivesse encurralado de toda a forma pressionado a entrar em algum combate procuraria se manter de pé em pose de batalha e a guarda levantada, visaria sempre usar cambalhotas para trás analisando a distância do ambiente visando sempre esquivar e não atacar primeiro, testaria a força do inimigo antes de entrar em um combate suicida ou infortuno.

Vou ser curto e grosso — Diria em todos os casos — Não sei quem são vocês, nem de onde vem e suas histórias... Porém eu não quis cair em seus territórios, sendo foras-da-lei ou não eu só quero arrumar uma rota para chegar no reino e... — Faria uma pausa dramática — ...E destruir Doroth!

Analisaria esperançoso a contra-posta dos homens, já que estava perdido em um ambiente diferente do comum, um garoto com pouca mentalidade havia me colocado no subterrâneo, segundo o mapa e as palavras do pouco afortunado dizendo que estávamos subindo raciocinaria que poderia estar no Mt. Ballon ou em proximidades, logo visaria usas lápides das ações atuais para criar uma estrategia.

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MensagemAssunto: Re: Crônica do Leste: O larápio caótico   Crônica do Leste: O larápio caótico - Página 3 EmptySex 24 Fev 2017, 15:16

~Narração~



-"Pardon", você disse policial? Eu não sou um policial já faz duas semanas... Aquele Farahm Doroth é um inútil, ele cortou as verbas para minha corporação, logo eu um novato que nunca havia ido para rua e só tinha o título de policial...  

-Cala a boca coxinha, ninguém falou contigo ainda! -Diria o rapaz de cabelo azul. Ele aparentemente era o chefe daquele grupo, já que todos se silenciavam quando ele falava.

-Eu sou Elrick Alfagor, um antigo policial e...

-Pera aí, tu é o maluco que surrou o Diogo e quebrou o braço de um cara na prisão???

-Vou ser curto e grosso, não sei quem são vocês, nem de onde vem e suas histórias... Porém eu não quis cair em seus territórios, sendo foras-da-lei ou não eu só quero arrumar uma rota para chegar no reino e... -A expressão no rosto do chefe se transforma num sorriso. Ele parece torcer para que o larápio diga as palavras...

--E destruir Doroth!

O chefe então dá um sorriso, lágrimas escorrem de seus olhos, e o trombadinha diz:

-Puta merda, esse cara é um DEUS! Ai maluco, é o seguinte, você de longe é o mais macho dessa porra dessa sala, esses merdinhas ai que cê tá vendo, já foram tudo preso pelo Diogo -E faz uma pausa. -Tirando o Jorge, esse animal é tão burro que o Diogo ficou com dó. Enfim, você pode nos contar sua história. Nós contaremos a nossa, e te ajudaremos a destruir Doroth. O que acha?

É possível ver Jorge comendo um pedaço da porta do esconderijo. Antes que o larápio respondesse, o rapaz de cabelo azul completa:

-Ah, e meu nome é Péricles, o prazer é todo meu. E o nosso grupo se chama Exaltasamba.


OFF:
 

Histórico Elrick:
 

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MensagemAssunto: Re: Crônica do Leste: O larápio caótico   Crônica do Leste: O larápio caótico - Página 3 EmptySab 25 Fev 2017, 09:45

3-14: Mt. Ballon


Me encontraria feliz naquela situação, meu sorriso estaria estonteante de orelha a orelha e quase que lacrimejava por receber a atenção e reconhecimento que sempre esperou, parece que a notícia da qual foi de batalhar como policial estava pela redondeza.

Eu macho demais? Um Deus? — Colocava a mão no queixo e sorriso quase que corando — Eu sei nééee! seu clownie, eu sou muito foda!

Procuraria bater um pouco suas mãos nas vestes novamente para dispersar a poeira e voltaria-se a sentar no chão, caso fosse seguro com suas pernas contraídas quase como em posição de lótus, se sentiria a vontade mas não confortável e confiante, mantendo sua guarda sempre levantada e atenção redobrada.

Exaltasamba?!... — Olharia com um semblante de ódio diretamente na face do homem e logo sorriria —... QUE NOME FODA DA PORRA! Mas aí Péricles, o assunto é o seguinte, antes de começar a falar só preciso que todos prestem atenção, saber exatamente que local é esse aqui e um garrafa de rum, todo homem pensa melhor quando está bêbado, é natural né?    

Caso o chão fosse de terra pegaria um graveto e logo começaria a fazer desenhos no mesmo, se suas preces fossem atendidas ouviria atentamente a localização e tomaria um gole a medida que a estratégia fosse revelada, ficaria calmo e olharia atentamente as próprias figuras.

Aqui é o monte de Ballon, correto? — Faria um círculo e um morro para identificar — E na descida da colina... Não, pera aí, por quê eu tô fazendo isso eu tenho um mapa comigo!

Se estivesse com o mapa procuraria em suas vestes e estenderia-o no chão, com o graveto usaria para indicar os os lugares citados.

Mapa riscado:
 

 Esse círculo indica que estamos no topo do monte, certo? — Diria esperando uma confirmações e observando se todos estavam reunidos prestando atenção — Esse x é a vila Frushin, o triângulo é o caís de porto branco e essa última coisa, suponhamos que isso seja uma caveira! Mas o quê significa? Uma bandeira de pirata?! N-Ã-O! — Diria com ênfase olhando para Péricles — Significa P-E-R-I-G-O!

Passaria a mão sobre o mapa para tirar marcações de dobradura e um pouco de poeira que cairia em cima do mesmo, faria outras pausas demoradas para os delinquentes observarem as marcações no mapa e ajeitaria seu cabelo passando as mãos do lado e na testa para retirar o excesso de suor.

Continuem imaginando por quê não dá pra escrever no mapa com um graveto, enfim voltamos ao foco, o círculo é o Ballon e de cá estamos nós, precisaríamos conter primeiro a policia de Frushin, o Diogo já tá nocauteado não é? Então menos um — Faria outra pausa — Se vocês souberem mais informações seria bom, acredito que com poucos homens faríamos algo pequeno mas se colocarmos os mais fortes, se você separá-los? Por aqui será que também não tem bárbaros? Tem umas casinhas nesse monte, achei engraçado... Palpitei que era isso.

Enfim, vocês criam alguma coisa para chamar atenção em Frushin e usam os cidadães como receptáculo, talvez render, destruir algum bar e podem fazer tudo em meu nome pra não sobrar pra vocês, Diogo não morreu mas acredito que se falarem que fui eu que mandei, ele vai colocara policia inteira atrás de vocês — Diria contendo a risada — Eu vou fazer a parte da infiltração, que é essa rota número dois onde vou tentar entrar dentro do castelo por uma caravana, escondido e cuidar das coisas lá dentro, vocês são a linha número um que farão a desordem.

Faria outra pausa, só que agora mais dramática e para esticar seu corpo liberando um pouco da preguiça, bocejaria e chacoalharia a cabeça para espantar o sono e o cansaço do dia produtivo e corriqueiro.

Na linha quatro significa que Porto Branco vai mandar homens para Frunshin, acredito que uma policia local não conteria os moradores e bandidos fácil assim, mesmo que mandem só mensageiros eles vão passar por mar ou por terra e se for por terra — O garoto faria uma cara de um certo modo entusiasmada — A linha três vai interceptá-los e roubar algumas coisas pra talvez entrar disfarçados de guarda no castelo, quando tudo melhorar todo mundo parte pra lá-, eu abro o portão de dentro, liberamos os presos, tocamos o terror, derrubamos Doroth e eu saio de barquinho para Loguetown. Fim.

Ainda com um sorriso na face observaria a reação de todos, estava entusiasmado mesmo tendo noção de que ainda não estava preparado o suficiente para fazer algo tão grande só a metade daquelas coisas daria algum tipo de fama e influência com meu nome, caso não desse certo não contaria para os homens que largaria eles de lado para fugir, meu foco principal era roubar o reino, ganhar fama em todo mundo e fugir para Loguetown e mais nada, nem se quer em alguns momentos colocaria a vida em risco em batalhas principais pois sabia que não era robusto e corpúsculo para aqueles atos, bandidos sem ofícios eram.

E aí? — Diria esperançoso — O quê acham do plano Alfagor?

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MensagemAssunto: Re: Crônica do Leste: O larápio caótico   Crônica do Leste: O larápio caótico - Página 3 EmptyDom 26 Fev 2017, 20:20

~Narração~



-Exaltasamba?!... QUE NOME FODA DA PORRA! Mas aí Péricles, o assunto é o seguinte, antes de começar a falar só preciso que todos prestem atenção, saber exatamente que local é esse aqui e uma garrafa de rum, todo homem pensa melhor quando está bêbado, é natural né?

-Puta, que vacilo! Perdão. Ô Thiaguinho, pega lá aquele rum que a gente roubou ontem. Deve tá no ponto!

Alguns segundos depois o capanga retorna com uma garrafa de rum, a qual ele põe sobre a mesa de reuniões. Alfagor estende o mapa sobre a mesa, colocando a garrafa de rum pro lado.

-Esse círculo indica que estamos no topo do monte, certo?

-Não estamos necessariamente no topo, mas entendi o que quis dizer... Continua...

-Esse x é a vila Frushin, o triângulo é o caís de porto branco e essa última coisa, suponhamos que isso seja uma caveira! Mas o quê significa? Uma bandeira de pirata?! N-Ã-O! Significa P-E-R-I-G-O!

-PRERIGO! -Repetiu Jorge.

O larápio então começa a descrever seu plano, enquanto o grupo escuta atentamente. Jorge repete as palavras finais de cada frase de Alfagor, e por fim, encerra.

-E aí? O quê acham do plano Alfagor?

-Bom, teoricamente, esse plano é bom, mas precisamos de mais informações pra executar um plano dessa magnitude. Quantidade de policiais em cada uma das localizações, o melhor jeito de penetrar as muralhas... Esse tipo de coisa. O que devemos fazer, Elrick?


Histórico Elrick:
 

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MensagemAssunto: Re: Crônica do Leste: O larápio caótico   Crônica do Leste: O larápio caótico - Página 3 EmptyDom 26 Fev 2017, 22:13

3-15: Mt. Ballon


Colocaria a mão sobre o queixo e olharia para os homens com uma expressão de curiosidade, a ideia do plano foi jogada na mesa para um melhor aproveitamento, porém, as táticas para realizá-lo não estavam predestinadas, além do mais, sentiria meu estômago roncar e roeria um trecho da unha ara espantar um pouco da fome e ainda ter cuidado com sua aparência.

Você tem razão, essas coisas precisam ser melhor calculadas —
Recolheria o mapa e levantaria ainda pensativo — Rapaz, já sei!

Andaria alguns passos para raciocinar suas ideias e colocá-las melhor em ordem.

Eu vou até os arredores do palácio, levo pelos menos dois homens, faço a vistoria começo a causar lá e peço para trazer reforços — O garoto sorria e respirava com um ar de perseverança — Enquanto rola um caos nos arredores eu me infiltro e abro o portão, e aí? Quem vai pros arredores do palácio comigo?! Aliás, convoca uns caras fortões aí pra hora da porradaria, por quê a coisa vai ficar feia lá.

Ficaria em pé esperançoso e estenderia o braço para o líder em um gesto de fecha de contrato, guardaria seu mapa e se fosse providenciado dois ajudantes para partir iria para fora do local o mais rápido possível analisando por onde estava.

Aliás, que lugar e esse? — Se voltaria a Péricles.

Se fosse apresentado aos dois seguidores estenderia a mão porém retiraria-a antes que recebesse um aperto de mão, olharia com o canto de olho semicerrados evitando que o impecílio da mordida e mão babada aconteça novamente.

Sou Elrick Alfagor, como eu acho que você(s) já sabe(m) — Diria confiante — E aí, vocês lutam com o quê? Qual tipo de dote? Fala aí

Se apresentaria e certificaria que os homens estavam ciente do plano e do acontecimento, voltaria a Péricles e agradeceria por tudo, se fosse aceitável desceria em direção a Porto Branco se guiando pelo mapa e atento a qualquer imprevisto no caminho, visava procurar qualquer berrie que carregaria consigo ou com os viajantes para ir direto ao um ferreiro providenciar botas de combate estilizadas.

Eu quero uma coisa melhor que esses trapos fora de moda! — Diria se voltando as suas botas — Uma que aguenta porradaria, você(s) tem algum berrie pra ajudar? Se não vai sobrar pro roubo...

Se não fosse providenciado viajantes para me acompanhar seguiria para Porto Branco sozinho visando colocar em prática a primeira fase do plano, e só desceria pela permissão de Péricles mesmo que ele havia me elogiado e se prontificado a me ajudar em meu plano não confiava nele, eramos dois foras-da-lei podíamos no trair muito bem. Sem manteria a guarda alta e atenção redobrada.


Observação:
 

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