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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Crônica do Leste: O larápio caótico

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ADM.Tidus
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MensagemAssunto: Crônica do Leste: O larápio caótico   Crônica do Leste: O larápio caótico - Página 2 EmptyQua 1 Jun - 14:33

Relembrando a primeira mensagem :

Crônica do Leste: O larápio caótico.

Aqui ocorrerá a aventura do(a) civil Elrick Alfagor. A qual não possui narrador definido.


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AutorMensagem
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MensagemAssunto: Re: Crônica do Leste: O larápio caótico   Crônica do Leste: O larápio caótico - Página 2 EmptySab 18 Fev - 16:27

Um passo de cada vez


Havia ficado engrandecido com meus próprios atos, mal acreditava que uma ideia de últimas chances se concluiria, meu sorriso se destacava de orelha a orelha ao ver que me saí melhor que um guarda da marinha.

Hmm, ter quebrado o braço dele foi cruel demais para mim, Dieu me pardonne, mas espero que fique tudo bem — Sussurrava enquanto saía do corredor da minha antiga cela — Como aquele cara ousou a não seguir comigo? Quando eu ficar famoso espero não me procurar!

Ao andar pelos corredores da prisão em Dawn Island me deparei com cinco guardas locais, minha expressão foi de total surpresa repentina, fiquei parada instantaneamente engolindo saliva seca em minha garganta, fiquei ainda mais confuso ao chamar-me do nome do antigo guarda.

Um momento! — Gritaria confiante enquanto levantava a mão disfarçando ao amarrar o cadarço dos sapatos, caso estejam nos meus pés, tomaria um pouco de tempo para pensar. — Hm...

Analisaria a feição de cada um dos cinco guardas, as armas que possuíam, a distância deles a mim e se havia guardas em volta, porém, não tomaria tempo demais para não deixar na cara que havia algo de errado, o suor escorreria pela minha testa pela pressão aparente, porém, minha natureza de temperamento calmo mantinha-me em total alerta e pensamentos limpos naquele momento.

Se não desconfiassem que eu era um impostor, levantaria calmo ajeitando meu uniforme com uma expressão de cansaço e caminharia junto aos cinco guardas para acompanha-los, sempre mantendo uma distância para qualquer movimento brusco de ataque no meio deles.

Bora lá, rapaz! Fiquei o dia inteiro com esses vermes, eu tô mort de fatigue Falaria se juntando aos mesmos com total expressão de confiança.

Caso estranhassem do sotaque estranho, fecharia o semblante e cruzaria os braços indicando que algo me incomodaria e manteria ainda total calma evitando o máximo possível de desconfiança e atitudes diferentes do comum, que pudesse quebrar o disfarce.

Fiquei tanto tempo com o novato que acabei pegando o sotaque! — Falaria irritado.

Se ainda estivesse dentro de um perfil de guarda de prisão, caminharia tranquilo observando cada movimento de seus "parceiros" puxaria cuidadosamente um nível de intimidade.

Então galera, esse Happy Hour vai tá como? — Falaria confiante e sorrindo — Aliás, tava passando pelos corredores aê, e parei pra pensar, meu supervisor nunca me falou quem são os barras pesadas da prisão, qui sont ?

Se o disfarce não fosse bem aceito não perderia tempo e já me colocaria em posição de ataque, visaria a distância de cada inimigo e me colocaria três passos para trás, tentaria caminhar em direção ao mais próximo e utilizaria um falso uppercut passando em falso de distração na face do inimigo logo girando meu corpo em cento e oitenta graus desferindo uma joelhada no abdômen visando desmaia-lo.

Manteria a guarda levantada e utilizaria de movimentos rápidos e evasivos para defesa, não receberia todos os danos pois eu me pouparia dos choques de impacto, usaria de minhas habilidades acrobáticas para realizar rolamentos e saltos como esquiva.  


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MensagemAssunto: Re: Crônica do Leste: O larápio caótico   Crônica do Leste: O larápio caótico - Página 2 EmptySab 18 Fev - 20:27




~NARRAÇÃO~~





Pensando sobre suas ações passadas, Elrick se sente desconfortável e confuso, já que o único prisioneiro que ele avistou recusou sua proposta de fuga.

-Um momento! -Gritou enquanto se abaixava para amarrar os sapatos. Uma simples estratégia para ganhar tempo e analisar os cinco guardas que o encaravam. Todos estavam armados com porretes, e eram relativamente musculosos, entrar em uma briga contra os cinco de uma vez definitivamente estava fora de cogitação.

-Cê vai ou não? Não temos tempo a perder, Jorge!

Jorge Aragão, esse é o nome do guarda que Alfagor havia nocauteado ainda em sua cela.

-Bora lá, rapaz! Fiquei o dia inteiro com esses vermes, eu tô "mort de fatigue" -Diria, deixando escapar seu sotaque francês.

-É o que? Tu usou alguma droga foi?

-Fiquei tanto tempo com o novato que acabei pegando o sotaque!

-Meh, não importa, vamo logo que eu tô morrendo de vontade de tomar uma breja!

Já na rua, seguindo em direção ao bar e junto aos seus "colegas", o larápio puxa assunto com os companheiros de caminhada.

-Então galera, esse Happy Hour vai tá como? Aliás, tava passando pelos corredores aê, e parei pra pensar, meu supervisor nunca me falou quem são os barras pesadas da prisão, "qui sont"?

-Vai tá uma boa parte dos oficiais... É happy hour, então pode esperar mais uns cinco marmanjo pra tomar uma breja! GWEHEHE!

Antes que qualquer atitude seja tomada por Elrick, os rapazes chegam ao bar, e se sentam na mesa com os outros policiais.

-TU TÁ BONITO HOJE, HEIN JORGE? VAI CANTAR UMA PRA GENTE? -Diria um rapaz barbudo, com um tom levemente desconfiado.

Agora, Elrick Alfagor se encontrava cercado por dez oficiais, todos armados e um em principal, chamava sua atenção. Foi o mesmo que perguntou se Jorge cantaria uma música, ele tinha algumas medalhas no peito, provavelmente era o mais forte e inteligente do grupo, e já devia desconfiar do rapaz só pela aparência.


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MensagemAssunto: Re: Crônica do Leste: O larápio caótico   Crônica do Leste: O larápio caótico - Página 2 EmptyDom 19 Fev - 10:16

O mon Dieu


Me encontrava em um impasse novamente, no momento que o homem com vários emblemas no uniforme me pediu para cantar minha mente entrou quase em curto circuito para pensar em uma maneira rápida para escapar daquela situação, meus dotes são impressionantes para arrumar confusão, e ainda mais, em diferença numérica e desarmado.

Cantar? — Diria refutando por um momento e observando todos oficiais e onde eles se encontravam, relutava meu nervosismo e mantinha minha mente calma — É óbvio que eu vou cantar,idiot, você já me viu ir em algum lugar sem cantar?

Ficaria com os olhos abertos para qualquer movimento dos oficiais, manteria distância de todos e colocaria seu foco no que parecia ser comandante do local, era uma situação complicada, molharia meus lábios com minha língua em sinal de preparamento para o vocal. Procuraria algum palco ou um lugar mais próximo a porta para poder cantar, faria um sinal com a mão esquerda para que alguém me entregasse algum microfone.

Vamos lá — Diria apreensivo.

Em uma ação evasiva procuraria me manter em uma distância considerável dos oficiais, para quê mesmo que eles percebessem minha identidade não conseguiriam me nocautear de primeira, logo,se local fosse iluminado apenas por uma lâmpada procuraria primeiro observar a distância da porta e o caminho até lá, logo então, utilizaria antes de qualquer ato minha lábia e meu dotes de oratória.

Antes de qualquer coisa, gostaria que todos fechassem seus olhos, eu agora... — Abaixaria a cabeça e se concentraria para se manter no personagem — Vou cantar uma música para minha falecida mãe, espero que tenham compaixão...

Caso os homens estivessem de olhos fechados primeiro procuraria inerte-los com a minha voz para que utilizando das minhas habilidades furtivas caminharia na ponta dos pés até a porta, porém não deixando os homens abrir os olhos, e caso isso acontecesse jogaria o microfone na lâmpada para que a sala ficasse escura e eu pudesse correr para fora do local, em disparado, para longe do bar.

Se antes de enrolar os homens eles de alguma forma percebessem minha identidade procuraria manter a pose e caminhar lentamente para próximo do oficial de mais renome, em um ato repentino atiraria o microfone com força no rosto dele para tirar a atenção do mesmo e utilizaria de minha esquiva avançada e acrobacia para desviar dos outros oficias e render o de mais renome, ficaria por trás do mesmo o fechando com uma chave de pescoço.

Então... Já que perceberam que eu não sou o Aragão, ses grands enculés, eu tive quê fazer isso, então quem se aproximar vai ter que explicar os seus superiores por quê o chefão aqui... — Apertaria o pescoço do policial e ameaçaria quebrar o pescoço do mesmo — ... Teve o pescoço quebrado, então, todos joguem as armas para o canto e coloquem todo o ouro em uma mesa perto da porta! Aliás, Elrick Alfagor, lembrem desse nome!

Se tudo corresse com as exigências indicaria para todos os homens ficassem em um canto contrário das armas no local e abaixados, logo caminharia para trás apertando o pescoço do oficial cada vez mais forte para evitar qualquer reação, em movimentos rápidos apertaria-o até desmaiar e jogaria-o no meio da sala, pegaria o ouro correndo, e por final desligaria a luz e fecharia a porta dificultando uma possível perseguição, correria para o beco mais próximo para não ser tão visível.

Em ações de defesa, caso antes de qualquer reação minha os policiais reagissem a minha falsa identificação ficaria em pose de defesa e de guarda levantada, empunhando meus punhos e deixando a perna direita a frente e esquerda levemente flexionada, observaria bem o local para possíveis rotas de fuga e armas de fogo, caso atirassem pularia para trás do balcão mais próximo e se protegeria se começassem a atacar desferia um giro corporal de oitenta graus realizando um chute de direita visando acertar o baço do adversário.


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MensagemAssunto: Re: Crônica do Leste: O larápio caótico   Crônica do Leste: O larápio caótico - Página 2 EmptyDom 19 Fev - 11:09




~NARRAÇÃO~



Diante do impasse, o larápio teve uma reação rápida o suficiente para que sua identidade não fosse revelada. Porém, novamente cometeu o erro infantil de deixar seu sotaque escapar de sua boca.

-Cantar? É óbvio que eu vou cantar,"idiot", você já me viu ir em algum lugar sem cantar?

-Não, não vi, Jorge. Cante uma nova pra gente, eu adoraria ouvir!

-Vamos lá -Diria enquanto se aproximava suavemente da porta, já preparando sua rota de fuga. -Antes de qualquer coisa, gostaria que todos fechassem seus olhos, eu agora... Vou cantar uma música para minha falecida mãe, espero que tenham compaixão...

A sobrancelha de Diogo Nogueira, o barbudo, toma uma forma que deixa a sua total desconfiança transparecer. Mesmo desconfiado, Diogo fecha os olhos, e Alfagor se aproveita da situação, esgueirando-se em direção a porta. Quando Elrick coloca as mãos na maçaneta, percebe que Nogueira abriu os olhos, e num ato reflexivo, arremessa a primeira coisa que encontra. Seu intuito era de acertar a lâmpada que iluminava o pequeno bar, mas na verdade, acaba acertando o rosto do Barbudo, que no mesmo instante braveja:

-PEGUEM ESSE IMPOSTOR DE MERDA, SEUS ACÉFALOS! COMO CONSEGUEM SER ENGANADOS POR UMA IMITAÇÃO BARATA COMO ESSA?

Após suas ordens, Diogo apanha a toalha de mesa e limpa seu rosto com a mesma, e logo põe-se a correr em direção a Elrick. O jovem larápio então dispara para fora do bar, sem definir alguma rota, e os dez oficiais correm em sua direção, com suas armas em punhos.

-Elrick Alfagor, lembrem desse nome! -Grita enquanto corre dos policiais.


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MensagemAssunto: Re: Crônica do Leste: O larápio caótico   Crônica do Leste: O larápio caótico - Página 2 EmptyDom 19 Fev - 11:59

Run, Forest, Run!


Mais uma vez me encontrei em uma situação em infortúnio, a fuga não havia sido totalmente bem sucedida já que consegui trazer os policias atrás de mim, era cerca de dez, já bufaria enquanto corria por não aguentar mais enganar eles.

PORQUÊ VOCÊS SÃO TÃO IMBECILES?! — Gritaria ofegante enquanto correria em disparada.

Visaria que não tinha muitas habilidades de corrida mas eu era ágil, ágil o suficiente para despistá-los, como não gostaria de ganhar fama apanhando em Dawn Island não enfrentaria dez policias armados, uma desvantagem numérica gritante, procuraria caixas ou coisas que servissem de obstáculos para os oficiais correndo, utilizaria de sua atenção em qualquer rota de fuga com esquinas e becos para que o mesmo usasse sua agilidade para esquivar e entrar em esquinas com saídas e não fosse pego. Se algo interrompesse seu caminho saltaria rodopiando com sua acrobacia para desviar, e caso conseguisse despistar um pouco primeiramente procuraria algo que tampasse sua visão e ficaria escondido e calado até que despistasse-os.

Se por um acaso o número de perseguidores abaixassem, se eu conseguisse despistar a maioria mais não todos, procuraria encurralar os poucos que sobraram, viria-me em um local aberto onde pudesse omitir a minha presença e usar livremente minha furtividade, se fosse um terreno de chão puro tentaria levantar uma poeria para combater os homens pulando no centro realizando um giro corporal e rasteiras, logo tomaria distância dos inimigos e realizaria chutes diagonais com a ponta do pé para nocautear quem ficasse em pé, procuraria desmaiar todos e vasculhar os bolsos e esconder os corpos.

Ao correr e não achasse obstáculos no caminho e nada de esquinas ou becos procuraria correr o máximo possível dando tudo de si para criar uma distância entre os policiais e o mesmo até que dificultassem de vê-lo, correria e procuraria a janela mais acessível e próxima apenas de vidro para que em um surto de adrenalina e uma ideia repentina pularia com tudo na janela curvando seu corpo e dobrando seus braços para amortecer a queda e não machucara coluna vertebral nem o pescoço. Se caísse acordado observaria o local e se houvesse pessoas dentro, levantaria e mexeria seu corpo lentamente para dispersar um pouco da dor.

Perdon, senhores (Ou senhoras), como podem ver sou da policia local e estou na perseguição de um pirata famoso — Diria o mais convincente possível — Elrick Alfagor, vocês o viram?

Procuraria ficar longe das janelas e tampar a entrada, observaria o local para possíveis rotas de fuga e não ficaria no local caso as autoridades conseguissem entrar ou os residentes me entregassem, utilizaria de seu taekwondo em um giro corporal de trezentos e sessenta graus com as mãos apoiadas no chão e esticando as pernas para nocautear os adversários e sairia do local.


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MensagemAssunto: Re: Crônica do Leste: O larápio caótico   Crônica do Leste: O larápio caótico - Página 2 EmptyDom 19 Fev - 12:46





~NARRAÇÃO~



Correndo a toda velocidade, o larápio já se encontra ofegante, e precisa urgentemente despistar os policiais, já que apanhar definitivamente não estava em seus planos.

-PORQUÊ VOCÊS SÃO TÃO "IMBECILES"?!

Elrick se enfia no meio da multidão, utilizando a grande massa como um obstáculo para os policiais. A parte ruim, é que também era difícil para o rapaz abrir caminho em meio a centenas, talvez milhares de pessoas.

-OLHA POR ONDE ANDA, SEU MALUCO!

Ainda mantendo o ritmo de sua corrida, Alfagor se depara com uma barraquinha de repolho, da qual ele precisa desviar, ou vai acabar se estatelando com kilos da hortaliça. Numa reação rápida, o garoto pula por cima do carrinho, e numa cambalhota, pousa tranquilamente e recomeça sua fuga. Alguns segundos depois, olhando para trás, o garoto percebe que alguns dos policiais trombaram com o carrinho de repolhos, certamente diminuindo o número de perseguidores.

-MALDITOS SEJAM, ACABEI DE COLHER ESSES REPOLHOS!

Desta vez, o rapaz avista um beco, extremamente apertado, mas que com toda certeza conseguiria se esgueirar pelo mesmo. Quando chega ao outro lado, percebe que apenas três policiais passaram, incluindo Diogo. Ainda na tentativa de despistá-los, o garoto se aproveita do terreno, e com os próprios pés levanta uma grande nuvem de poeira, e na bifurcação que se encontrava, corre pelo caminho a direita. Após mais algum tempo de corrida, o rapaz se encontra num beco sem saída. Ao olhar para trás, percebe que Diogo Nogueira, está ali, imponente, sem ao menos expressar cansaço após a corrida. O homem que provavelmente acompanhou Elrick durante toda sua fuga, devia ter um preparo físico extremo, e parecia estar enfurecido com o larápio.

-EU VOU ACABAR COM VOCÊ, SEU IMPOSTOR DE MERDA!

Diogo então avança em direção ao rapaz, com os punhos levantados, pronto para desferir um soco em Alfagor.


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MensagemAssunto: Re: Crônica do Leste: O larápio caótico   Crônica do Leste: O larápio caótico - Página 2 EmptySeg 20 Fev - 10:21

Miss Infortune


Haviam acabado as perseguições, meu plano de despistar com uma nuvem de poeira conseguiu ser sucedido, porém, a evasiva não foi pareô o suficiente para o oficial de mais renome, e aquilo que me intrigava, se com toda minhas táticas para nocautear, despistar, iludir e manipular os policiais não funcionou para ele, o quê funcionaria? Isso me intrigava e me deixava em êxtase, quase como se meu instinto pedisse para testar a força do fardado.

Com todo respeito, você não acha que está exagerando?! — Responderia ofegante enquanto observaria Diogo caminhar rente a mim a uma distância considerável — O quê eu fiz demais? Só me fingir ser um policial, isso é crime por acaso?  

Logo me sentiria em um êxtase diferente, fazia um tempo desde que eu não lutava para valer, na verdade nunca tive uma experiência no qual o inimigo fosse bom o bastante para chegar ao nível de entrar em uma batalha corporal comigo, eu sentia algo diferente do quê medo, do que adrenalina do que noção de perigo, era frenesi, frenesi de batalha da qual pela primeira vez estava experimentando.

Eu gostaria que guardasse meu nome.... — Diria com um sorriso em falso no semblante — ...Elrick Alfagor

A visão que teria de batalha era apreensiva, a todo momento nunca perderia a calma e faria movimentos não calculados, observaria a distância de Diogo até mim e o espaço que havia a nossa volta, se poderia ter objetos para ajudar, se o terreno era suscetível a qualquer evasiva de última hora e se poderia ter alguém observando e usar isso ao meu favor, nunca entraria em uma batalha na qual o terreno não fosse calculado e o adversário milimetricamente estudado, sem noção base de anatomia humana visaria o corpo do mesmo procurando deslizes corporais tais como um leve mancar, algum "tic" nas mãos ou falta de atenção do ambiente e finalizando com ódio repentino, me transformando em um receptáculo para ataques desfocados.

Deixaria que o homem fizesse o primeiro passo para estudar a velocidade dos golpes do mesmo, se desferisse um soco visando acertar meu rosto jogaria meu tronco para o lado oposto esperando que passasse direto, logo aproveitaria a posição para descer mais meu tronco e usar minhas mãos de apoio no chão para puxar minha perna esquerda em um ângulo de noventa graus desferindo uma poderosa joelhada na costela direita do homem na intenção de fazer cambalear para trás ou simplesmente se afastar de mim. Se por ventura o homem cambalear para trás jogaria minha perna no chão e aproveitaria a pose novamente para puxar a mesma perna cento e oitenta graus sentido anti-horário para desferir uma rasteira no policial e jogá-lo no chão, finalizando-o subindo em cima do mesmo e colocando um pé no pescoço do sujeito e o outro no centro do tórax, flexionado, para deixar todo o peso em cima e fazê-lo perder o ar e não reagir.

Eu não sei ao certo quem você é, mas devido os seus emblèmes mon cher, acredito que é a pessoa mais importante que achei... — Apertaria mais o pescoço e o tórax do homem certificando que o mesmo não iria reagir e assim imobilizando-o temporariamente — ...Acredito que você saiba mais ou menos como funciona essa ilha, então me diga, quem são os poderosos do palácio? Onde fica todo o ouro? E quem são os mais "barras pesada" da prisão?  

Caso meus ataques não forem cem por cento sucedidos utilizaria de minha esquiva, não bloquearia nenhum golpe para não receber dano prolongados do qual não poderia me recuperar bem ou impedissem que meu desempenho na batalha progrida, caso recebesse algum chute na altura da cintura realizaria um salto para que passa-se em falso por baixo das minhas pernas, e sempre de guarda levantada com os punhos erguidos prevenindo qualquer tipo de soco no ar, aproveitaria que estaria no ar para desferir um chute na altura da jugular do policial para impedir o fluxo de ar na sua respiração.

Em todos os casos se nenhum dos meus golpes fossem efetivos realizaria saltos para trás apoiando minhas mãos no chão e aumentando minha agilidade com um salto rodante para trás evitando qualquer tipo de golpe na altura da cintura, tórax e pescoço e tomaria alguns minutos de batalha pra um breve descanso e analise do que se passava.

Olha... — Faria uma pausa para respirar e enxugar o suor — ...Que tal você esquecer isso, partenaire, e vir comigo?

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MensagemAssunto: Re: Crônica do Leste: O larápio caótico   Crônica do Leste: O larápio caótico - Página 2 EmptySeg 20 Fev - 20:01

~Narração~



Diogo observava Elrick calmamente, esperando qualquer reação do rapaz. Ele caminhava de forma imponente em direção a Alfagor, que utilizando seus dotes de fala, tenta convencer o policial de que estava tendo uma atitude exagerada.

-Com todo respeito, você não acha que está exagerando?! O quê eu fiz demais? Só me fingir ser um policial, isso é crime por acaso?

Nogueira para de se mover, e encara o rapaz com um olhar extremamente sério. Por um momento o silêncio toma conta do ambiente, até que bruscamente, Diogo começa a gargalhar forte, até colocando a mão em sua barriga.

-KYEAHEAHEAHEAHEAHEAHEEEEEE! Você só pode estar brincando né, moleque? É ÓBVIO que o que você fez é crime. Falsidade Ideológica sempre foi uma afronta a sociedade. Ainda mais quando se trata de uma imitação barata de um protetor da população.

O policial cerra os punhos com força, fazendo as veias de seu braço saltarem.

-Eu gostaria que guardasse meu nome.... -Fez uma pausa -...Elrick Alfagor.

-Tsc. Pode deixar, moleque. Vou guardar teu nome no obituário da polícia. -Intimidou com um sorriso maldoso.

O garoto estava sozinho, num beco sem saída, não havia nada além de seu corpo e sua mente para utilizar na luta.  Não havia ninguém por perto, um pedido de socorro não teria efeito algum. O jovem tinha de lutar pra sair desse aperto. O larápio analisou cada centímetro do corpo de Nogueira, e o policial parecia estar calmo, como se já tivesse passado por isso milhares de vezes. O que não é nada impossível, já que deveria ter capturado centenas de trombadinhas pela cidade. Os músculos do policial estavam relaxados, mostrando que ele estava certo de que ganharia a luta.
O policial então avança rapidamente em direção a Elrick, porém o que o rapaz não esperava é que o policial fosse utilizar suas pernas. Diogo rapidamente desfere um combo de três chutes nas costelas de Alfagor, deixando o jovem desnorteado com a força do chute, que parecia ter transparecido sua guarda. Enquanto recuperava o folego, Diogo novamente atacaria, dessa vez com um chute frontal, arremessando Elrick contra a parede.

-Eu não sei ao certo quem você é, mas devido os seus "emblèmes mon cher", acredito que é a pessoa mais importante que achei... Acredito que você saiba mais ou menos como funciona essa ilha, então me diga, quem são os poderosos do palácio? Onde fica todo o ouro? E quem são os mais "barras pesada" da prisão? -Diria o larápio, ofegante.

-Nós da policia apenas prendemos trombadinhas como você. Em nossa prisão não tem nenhum "barra pesada". Já na marinha... É outra história.

Então novamente Diogo avança, e em um salto, aplica um chute frontal, mas Elrick desvia girando seu corpo ainda rente a parede, e se distancia do policial.

-Olha, que tal você esquecer isso, "partenaire", e vir comigo?

-Claro meu amigo, vou com você. Contigo algemado e com toda certeza, surrado da cabeça aos pés! -Diz Nogueira, enquanto avança em direção ao larápio. -Você não cala a boca nem apanhando né, moleque?

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MensagemAssunto: Re: Crônica do Leste: O larápio caótico   Crônica do Leste: O larápio caótico - Página 2 EmptyTer 21 Fev - 11:22

O certo & o errado


A situação continuava sendo infortuna, me encontrava encurralado com um policial com vários emblemas preso a seu peito, sua força era considerável já que o mesmo não caia em meus truques como seus capatazes. Me via preso, mas não como em uma cela, porém com a rota de fuga impedida e nenhum plano b para realizar algum ataque surpresa, o terreno não estava ao meu favor.

 Calar a boca?... — juntaria um pouco de saliva e cuspiria no chão — ...Não faz parte do meu vocabulário, misérable.

Colocaria a mão na costela onde foi recebido o golpe, sentiria uma tensão já que foi uma sequência inesperada, não havia visado aqueles movimentos em falsos, mexeria seu tórax de um lado para o outro para criar um costume com aquela dor passageira e ficaria em posição de combate novamente, analisando a força dos quatro golpes que recebeu, o tempo que o mesmo levava para desferi-lo com pé e os movimentos que faz ao se mover, se anda demais para direita ou flexiona os joelhos demais, analisando qualquer tipo de ação.

Deixaria seus olhos semicerrados para o homem, teria uma visão ampla do inimigo providenciada da quantidade de luz no ambiente, puxaria uma quantidade considerável de ar para seus pulmões e analisaria a situação; Um homem de farda lutando contra um jovem tecnicamente desarmado, uma situação alarmante, por quê não está atrás de piratas mais procurados? Isso fazia de mim um pirata? Aquela luta teria sentido?

Isso é estranho não? — Diria com um sorriso no semblante — chaos et réaction...

Se movimentaria com o tórax abaixado em uma velocidade considerável contra o policial, calcularia a distância na qual precisaria realizar os passos para ir de encontro ao homem e desviaria de qualquer ataque para direita ou para esquerda em jogadas de corpo usando o ombro de de impulso para direções opostas, realizando um ataque pularia curvado para frente colocando suas mãos de apoio no chão, utilizando de sua acrobacia, impulsionaria seu pé esquerdo no chão e chutaria com a parte dianteira de seu pé em um ângulo de cento e vinte graus contra o ombro de Nogueira, colocaria todos seus setenta e dois quilos em um chute esmagador que visaria impulsionar o homem para trás ou para o chão. Em todos os casos após meu corpo ser impulsionado para frente deixaria que meus pés levando todo meu peso conduzisse os mesmos para realizar um mortal para frente me colocando de pé de novo, assim dando-me tempo para flexionar meu joelho esquerdo e aproveitando a reação do impacto desferir toda em um chute central visando acertar o músculo esternal no centro do tórax para desabilita-lo do combate.

Em casos de evasiva ainda iria com toda velocidade para cima da autoridade, utilizaria de minha destreza e agilidade para realizar mortais e giros no solo para desviar de qualquer tipo de ataque, tentaria manter sempre ações circulares por volta do adversário para poder além de confundi-lo prejudicar sua visão de ataque e evitar possíveis ataques, manteria sempre minha guarda levantada com os punhos rígidos próximo ao queixo tampando a jugular e todo o pescoço e deixaria minhas pernas sempre em movimentação para ter uma reação mais rápida misturada com reflexo para abaixar ou girar contra os ataques do mesmo.

Visando um contra-ataque após correr em volta do homem realizando saltos e mortais evasivos esperaria um ataque do mesmo para desviar jogando meu corpo em direção contrária e indo para o lado oposto do corpo do homem realizando um chute direto na costela e sempre recuando três passos para trás para ter uma reação do golpe.

Após qualquer tipo de ação teria uma reação da situação, sentiria meu sangue fervendo e meu suor descendo do corpo por realizar golpes e movimentos evasivos, minha respiração ficava pesada por conta de toda adrenalina desferida contra meu corpo, aquilo era gratificante, nunca fiquei tão feliz por estar presente em uma batalha, porém entrava em um conflito psicológico com o peso da autoridade.

Sabe police... — Diria ofegante e enxugando o suor, independente das ações e consciência de Diogo, porém, em uma distância onde ficasse seguro —... É engraçado como somos agentes do caos, você está tentando me prender e eu tentando te nocautear, é irônico como ninguém tentou conversar não? — Faria uma pausa para rir — Tudo consiste em violência, é essa a engrenagem da vida, ação e reação... Caos e ordem.... Você tenta me prender com caos para logo após haver ordem? Então Dawn Island necessita de um pouco de caos para conseguir sua ordem...    

Caso conseguisse nocautear o homem e saísse de perigo puxaria o corpo para o final do beco sem saída e utilizaria de alguma ferramenta contida no homem ou no terreno para escrever na parede ou no chão.


"Elrick Alfagor"


Recolheria qualquer tipo de coisa que ajudaria a prosseguir, ouro... Chaves... Den Den mushi e papeis, logo visaria limpar suas vestes e qualquer vestígio de batalha no seu corpo e caminharia tranquilamente para fora do beco sempre olhando para os lados para ver se não houvesse policiais próximos, caso houvesse entraria em disparada para despistá-los caso não visaria caminhar usando seu disfarce novamente para prisão recuperando seus pertences.

Engraçado como os cidadães vivem abaixo das autoridades... Sem ser livres, se qualquer policial ou marinheiro disser que eles estão errados eles estão... — Sussurraria enquanto observava a movimentação da população — Homens trabalhando estão a mercê de falsos agentes da ordem, e logo eu, um simples garoto tive o gosto disso... Dawn Island precisa de um caos enorme para ter seu tempo de ordem, eu preciso mostrar aos nobres como é ter o cotidiano de caos, preciso levar o caos para Porto Branco...  

Antes de continuar sua caminhada faria uma pausa respirando calmamente e olhando em direção ao palácio, passava em minha cabeça todas memórias onde para haver caos em um lugar há paz em outro, onde há caos na vila há paz no palácio, eu precisaria inverter isso, uma visão messiânica para sustentar minhas próprias vontades. Logo após a reflexão voltaria a andar calmamente para prisão com as mãos nos bolsos.


Off:
 

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MensagemAssunto: Re: Crônica do Leste: O larápio caótico   Crônica do Leste: O larápio caótico - Página 2 EmptyTer 21 Fev - 15:39

~Narração~



-Calar a boca? Não faz parte do meu vocabulário, "misérable". -Cuspe o jovem.

Realizando movimentos para amenizar as dores nas laterais de seu corpo, Elrick prossegue com seu discurso.

-Isso é estranho, não? "chaos et réaction"...

-Do que diabos você tá falando, moleque?

Sem responder, Alfagor avança com passos contados, e num movimento acrobata, acerta um chute no ombro do policial, que é lançado longe com o impacto. Com uma nova acrobacia, o larápio põe-se novamente de pé, e avança em direção a Diogo, que ainda estava se recuperando. O jovem acerta um chute bem no meio do peito de Nogueira, que cai de joelhos, com dificuldade para respirar.
Alfagor agora caminhava realizando fintas ao redor do policial, esperando alguma reação do mesmo. Diogo então se recupera e logo avança com um chute na altura da cabeça, mas Elrick se desvia agilmente, com um rolamento. O policial tenta acertar sequencias e mais sequencias de chutes e socos, mas Elrick se mantém firme, desviando-se da maioria dos ataques com fintas e rolamentos. Em certo ponto, Diogo aparenta estar cansado, e então Elrick acerta um chute nas costas do policial, que cai com o rosto no chão de terra.

Diogo Nogueira estava ao chão, incrédulo. O policial nunca havia enfrentado um trombadinha que realmente se dava ao prazer de lutar com o condecorado. Elrick havia sido o primeiro a realmente lutar efetivamente contra o homem. Diogo tentava se levantar, ainda com dificuldades para respirar, mas Elrick pisava em suas costas para não permitir que o policial ficasse de pé.

-Sabe "police", é engraçado como somos agentes do caos, você está tentando me prender e eu tentando te nocautear, é irônico como ninguém tentou conversar não? -Gargalhou. -Tudo consiste em violência, é essa a engrenagem da vida, ação e reação... Caos e ordem.... Você tenta me prender com caos para logo após haver ordem? Então Dawn Island necessita de um pouco de caos para conseguir sua ordem...    

-Nem vencendo você cala a boca... Mas que merda viu?

Elrick então finaliza a luta, com um forte chute de calcanhar na cabeça do policial, que permanece ali, desacordado. O rapaz então arrasta o corpo desacordado do policial, e o encosta na parede do beco. Olhando em volta, encontra uma lata de tinta vermelha, e a usa para escrever na parede, seu nome.

"Elrick Alfagor"

Alfagor então revista o policial, mas encontra somente chaves (as chaves abriam as mesmas celas que as chaves que o jovem já havia pego com o policial que ele havia nocauteado mais cedo). No beco vazio, e nos arredores desertos do local da batalha, Elrick prossegue em direção a prisão, algumas vezes encontrando outros policiais, mas eles ignoravam o rapaz, já que estava fardado. Já dentro da prisão, o rapaz recupera seus pertences, e observa o policial ainda desacordado.

-Engraçado como os cidadães vivem abaixo das autoridades... Sem ser livres, se qualquer policial ou marinheiro disser que eles estão errados eles estão... Homens trabalhando estão a mercê de falsos agentes da ordem, e logo eu, um simples garoto tive o gosto disso... Dawn Island precisa de um caos enorme para ter seu tempo de ordem, eu preciso mostrar aos nobres como é ter o cotidiano de caos, preciso levar o caos para Porto Branco...  

O policial desacordado finalmente recupera os sentidos, porém sem forças e olhando para Elrick, diz:

-Você irá se arrepender, garoto. Mexa com o povo do Porto Branco, e você estará morto...

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MensagemAssunto: Re: Crônica do Leste: O larápio caótico   Crônica do Leste: O larápio caótico - Página 2 EmptyQua 22 Fev - 9:22

Chaos et réaction


Cansado, ofegante e pensativo analisaria observando em direção onde achava que era Porto Branco o quê acabará de realizar, escapar de uma prisão, correr pela cidade e combater um policial renomado sem patentes aparentes, me encontraria exausto naquele momento, puxaria agressivamente o ar para os meus pulmões e soltaria-os delicadamente para normalizar meus batimentos cardíacos, me tranquilizando e relaxando pela carga de stress e adrenalina impulsiva.

Era só um banho en ce moment Diria ofegante olhando o horizonte.  

Não perderia tempo e certificaria-se que estava com suas vestes antigas e caminharia em direção a um bar menos conhecido, aberto a aquela hora do dia e mais próximo, observaria se dentro do recinto haveria de símbolos da autoridade ou qualquer tipo de pessoa que possa causar problemas e sempre evitaria esse tipo de adversário, caso houvesse procuraria outro bar menos movimentado.

Olá, boa (tarde, manhã ou noite) mon citoyen Diria com um tom melancólico de cansaço — Eu me perdi do meu pelotão e após uma viagem me encontro cansado, poderia contribuir com o reino de Porto Branco e providenciar um quarto para guarda local? Pagaria na medida do possível sûrement.

Caso os homens não contribuíssem apenas puxaria uma cadeira próximo o balcão, estenderia a mão fazendo gestos para trazer uma garrafa de rume descansaria um pouco com a palma da mão apoiada no rosto devido ao stress de batalha.

Se os organizadores do local relevassem a situação aparente e fossem de ações altruístas levando em consideração o charme, uniforme, voz de liderança e confiável apenas pediria a chave do aposento e a direção e iria em passos rápidos. Logo no local certificaria-se que a porta estava trancada e jogaria as roupas na cama, logo procurando um local para tomar banho demorado e relaxar os músculos, em um momento de descaso trocaria para as roupas que consegui roubando mais cedo e deixaria o uniforme de policial em baixo da cama, logo me jogaria na cama com os braços cruzados atrás da cabeça respirando quase que imperceptível sendo esse o único som do aposento e deixaria meus pensamentos fluir com os últimos acontecimentos.

O dia ficou pequeno pra tudo que eu fiz — Pensaria em voz alta — Roubei, fui preso, me disfarcei, batalhei e agora tô aqui sem uma berrie no meu bolso... É engraçado como a sorte ajuda os mal-afortunados. Mas a questão é eu preciso de fama... Piratas são famosos... Preciso de algo grande para ser um pirata, vou fazer algo em Porto Branco, essa ideia de fuga de prisão ainda não sai da minha cabeça...

○○○

Inicio do aprendizado de Perícia: Anatomia Humana


Enquanto estava deitado em minha cama pude ouvir um som de batidas em mesa, era alto e incansável que incomodava meu descanço.

Par Dieu, que som é esse? — Levantei da cama irritado com os sons — Espero que esse cara tenha um bom motivo para isso...

Mesmo após me levantar irritado os sons pareciam aumentar no segundo andar do bar, ninguém se atrevia a ir reclamar como hóspede do quarto seiscentos e nove, me encontrava na sala com um semblante irritado tocando na porta esperando alguém.

Bonjour, sou hospede do quarto ao lado...— A medida que batia na porta ela abria lentamente —...Gostaria que pudesse fazer menos baru...  

Antes que pudesse terminar minha fala havia caído de bruços no chão adentro do quarto, me encontrava com minha face amassada e de coloração vermelha beijando os flocos de poeira naquele carpete mais antigo que os bolinhos de primavera da vovó, a porta sem passar o cadeado estava em falso pronta para ser uma armadilha.

Você está bem garoto? — Dizia uma voz estranha.

Quando me deparei e levantei a face me dei a encontro de um homem de jaleco, touca verde fluorescente e mascara tampando sua face, estava se preparando para colocar suas luvas e estava com olheiras tão fundas quanto um poço vazio.

OQUÊ????!!!! TÁ MALUCO ME DESCULPA! — Ficava de pé em questão de segundos suando como um porco.

Que legal seu sotaque — O homem dizia deixando as luvas de lado e colocando a máscara descartável no pescoço — Você não me atrapalhou, boy.

Quando parei para reparar o homem fiquei envergonhado por ter me assutado com tal perfil, um homem com pés de galinha do lado dos olhos e uma altura abaixo da média se encontrava em pé ao lado de uma mesa de escritório, ele estava com vestes brancas como a neve típica de um enfermeiro ou um médico formado.

Desculpe, eu só queria pedir para parar os sons... — Diria apreensivo.

Mil perdões, eu estava tentando pregar meu doutorado na parede e estava me aprontando para uma cirurgia em Porto Branco... — Diria tranquilo o senhor ao retirar agora sua touca — Sou Pietro Greybeard, sou o médico local e perdão por testar minhas novas ferramentas.

Após me colocar em uma posição mais formal limpei a poeira de minhas vestes e me curvei em sinal de respeito.

Carpete sujo, em — Diria com um tom de exclamação — Sou Elrick Alfagor, um policial renomado conhecido por Porto Branco, sou bem rico sabe?!

Observava no corredor para ver se alguém estivesse prestando atenção e voltaria a Pietro com um tom de cinismo e um semblante falso na face.

BEM RICO! — Diria aumentando sua voz gradativamente — POLICIAL BEM RICO E NÃO O PIRATA MAIS FAMOSO DOS BLUES ELRICK ALFAGOR, VIU? DIEU ME FREE!!!

O homem me analisava de pés a cabeça deixando seus olho semicerrados e avantajando seus pés de galinha, poderia se dizer que aquele sujeito com um bigode avantajado e seus cabelos grisalhos estava no auge da idade, ele me olhava bem e acada vez dava um passo para perto de mim.

O quê... — Susurrava enquanto o mesmo se aproximava de mim — Ele percebeu...

Greybeard arregalava seus olhos e apontava em minha direção com uma expressão de surpresa mesclada com ódio e isso gelava minha espinha, arrepiava dos pés a cabeça logo imaginando que chegará a notícia ao ouvidos enrugados do velho de meus crimes.

Pega meu óculos ali atrás, fazendo um favor — Diria o velho — Elrick-boy.

Ficaria com uma expressão de irritação repentina, serraria meus punhos e engoliria sáliva seca por ter sido enganado por tal momento, logo após entregaria os óculos e chegaria perto do quê o homem está fazendo.

Desculpe o incômodo, mas você é um médico renomado não? — Diria se aproximando — E você é famoso por isso?

Sim — Responderia o homem terminando de pregar seu diploma.

Viraria de costas para o sujeito e colocaria a mão fechada sobre meu queixo, analisaria a situações e visaria que uma fama a mais sempre era meu objetivo, e aprender sobre medicina poderia me ajudar em qualquer situação, logo, se eu tiver noção básica do corpo humano melhoraria nos meus ataques de taekwondo.

Perdão, mas você poderia me ensinar sobre a medicina? — Diria se voltando ao homem e apreensivo.

Não... — Pietro responderia sentando em sua cadeira.

Então vou mandar te prender! — Responderia o velho o intimidando.

...Perderia a chance de instruir jovens amantes da medicina — O homem levantava com um sorriso mais sínico que o meu — Claro que posso!

Certo? Qual seria o primeiro passo? — Diria fechando a porta e se escorando na mesma.

O homem excêntrico estava apreensivo contra mim, me analisava dos pés a cabeça, porém parecia que instruir não era algo que o mesmo faria por obrigação, a situação repentina que não o deixava confortável, pois bem, Greybard retirou um livro de folhas grossas de sua gaveta na mesa de escritório e colocou na mesa.

Páginas 35,36 e 42 — O homem dizia confiante — Vamos estudar a parte teórica da Anatomia do ser humano em um intensivão resumido que eu mesmo coloquei nesses tópicos, é um basicão que em poucas horas de leitura deixará você com inícios de medicina, Elrick-boy

Me coloquei interessado naquela situação, havia de me levantar e estalar meus dedos para ler aquele livro, pude se ver que nele estava contido diversos tópicos.

Citação :
A Anatomia Humana é um campo da Biologia que estuda os sistemas do corpo humano. O estudo da anatomia tem evoluído muito com o apoio da tecnologia de Ohara e blá blá blá.... Em nosso intensivo você poderá ter acesso aos principais conceitos ao corpo humano, descritos nos sistemas apresentados abaixo e blá blá blá....

Sistemas do Corpo Humano


• Sistema Esquelético
• Sistema Muscular
• Sistema Tegumentar
• Sistema Urinário
• Sistema Respiratório
• Sistema Endócrino
• Sistema Nervoso
• Sistema Circulatório
• Sistema Digestório

Divisão do Corpo Humano


• Cabeça (Crânio e face)
• Pescoço
• Tronco (Tórax, abdome e pelve)
• Membros Superiores (Ombro, braço, antebraço e mão)
• Membros Inferiores (Quadril, coxa, perna e pé)

Após algumas horas cansativas revisando e lendo os resumos e criava interesse, porém, para aprender era preciso batalhar contra o cansaço que o mesmo correspondia, a fome aumentava e a vontade de largar tudo e ir para fora roubar era maior que eu, porém, eu me mantive forte e li e gravei a maioria do conteúdo dos tópicos. Pietro andava a todo momento eufórico por estar instruindo, ele não parava a um momento, riscando livros, separando folhas e arrumando suas ferramentas.

Quis rápido, sistema urinário? — O homem me dizia mandando fechar o livro.

Sistema responsável... É.... Pela eliminação da ureia? Criada a partir de alimentos consumidos. O sistema é composto por 2 rins, 2 ureteres, a bexiga, os músculos do esfíncter e a uretra eu acho, se não esqueci de nenhum... — Respondia eufórico.

Na mosca, Elrick-boy! — Correspondia o médico — Sistema Respiratório?

Esse eu sei! — Respondia fechando os olhos mostrando que já estava instruído — Sistema responsável pela respiração humana e as trocas gasosas com meio ambiente.

Acertou miserável! — Respondia o médico — Uma última... Três membros inferiores e dois do tórax!

Por Dieu! Respondia preocupado olhando para o teto e buscando na minha mente o quê tinha acabado de ler — Quadril, coxa, perna e pé... Óbvio e... Tórax, abdome e... P-pe... P-pe... P-pelve?

Pelo visto você aprendeu a parte teórica... — O homem parecia mais eufórico e sinistro do que nunca — Vamos para prática!

Sempre suspeitava de todas as ações do homem, porém, o quê ele guardava em uma caixa grande em baixo da cama era doentio, tão doentio que não acreditei quando o mesmo abriu e subiu um vento gélido, sem qualquer tipo de odor.

ISSO É UM CORPO HUMANO?! NOTRE?! — Exclamava surpreso.

É, é boy! Por ser um médico renomado você tem certos privilégios, agora me pergunte por quê eu carrego um corpo humano por ai? — O homem dizia carregando as ferramentas para o chão do quarto perto do corpo congelado.

Por quê carrega um corpo humano là-bas? — Perguntava curioso se ajoelhando e se aproximando ao corpo.

Mágica — Respondia o homem puxando o livro e abrindo em algumas ilustrações de corpos humanos — Não grite que agora vai começar a aula prática.

O homem cortava uma parte do músculo e pele frias como neve, o corpo não tinha nenhum tipo de cheiro e estava em uma textura como se houvesse acabado de morrer, era um homem careca sem feições diferentes e nenhum tipo de pelo, nenhum mesmo pós o homem estava nu.

Eu tenho que ficar vendo o pau dele mesmo? — Diria irritado Ce que le baiser! Quem era?

Segredo — Exclamava o velho — Agora quero que use o bisturi para obstruir a pele e quero que comece a cortar a cortar no músculo grande récto do abdome e o grande oblíquo do abdome sem obstruir na parte do sistema digestório.

Seguia os ensinamentos do homem e tomava cuidado, minha mão tremia ao cortar as partes do músculo e ficava enojado ao sentir a textura.

E agora? — Respondia.

Faça uma incisão entre o cólon transverso e o ascendente sem interferir no Jejuno, uma incisão milimétrica, boy — Ensinava o breve professor.

Realizava o objetivo tremendo e com nojo com a textura de goma e gosmenta, criava uma incisão com precisão e calma para não errar.

Você tá vendo essa incisão? Viu como é por dentro do sistema digestório? Viu o caminho que o suco digestório progride para criar nutrientes para todo o corpo humano ? — Exclamava o homem mais concentrado do que nunca.

Boca, esófago, estômago... Eu entendi — Respondia um pouco cansado.

Faremos uma revisão óssea e por fim uma olhada no sistema nervoso, e aula acabará — O homem puxava a massa de músculos dando espaço para os ossos — Dê os nomes!

Fêmur, clavícula, radio, costelas e aquela não é a falange? — Dizia intrigado com a curvatura dos ossos.

Certo, e agora vamos finalizar, você comanda — O velho ajeitava seu jaleco.

Há pouca coisa, aqui podemos ver que o cérebro comanda o sistema nerovos integrado a Bulbo, médula espinhal ligado pelas Plexos e afins... — Dizia cansado levantando e sentado na cama

Você aprendeu bem, é uma aula básica para Anatomia, acho que para ser um médico precisaríamos nos encontrar mais vezes, mas já tem ensinamentos para se virar — O homem nem se quer costurava as partes cortadas e apenas fechava as caixa e limpava as ferramentas — Quer um diploma também?

Sério que tem? — Diria ajudando o homem a guardar as ferramentas.

Obvio que não, Elrick-boy — O homem limpava a poeira do seu livro e guardava na gaveta — Foi uma boa aula, apesar de termos gastado metade do dia, você teve preguiça, dificuldade e falta de ânimo mas teve perseverança. Me procure em qualquer lugar eu vou estar em Porto Branco por uns tempos, você foi um ótimo primeiro aluno.

Esticava meu corpo para espantar a preguiça e relaxar meus músculos, meu estômago roncava e meus olhos quase fechavam por ficar cansado por todas horas de ensinamento e responsabilidade com um corpo humano, me curvava em sinal de respeito e saia do quarto.

É isso. Tamo junto. Obrigado por tudo e se vemos por aí — Responderia um tanto grosseiro se despedindo do homem.

Fecharia a porta cansado sem nem olhar para trás e se arrastando pelas paredes me voltaria a meu quarto quase desmaiando de fome mesclada com sono.

Fim do aprendizado de Perícia: Anatomia Humana

•••

Desceria dos aposentos em direção ao bar, agradeceria os organizadores e logo me voltaria a sentar no balcão com uma expressão relaxada e gratificante.

Olá, pode me informar sobre as situações aqui? — Diria contente Je peux posso encontrar algum mapa aqui? Quero dizer, onde eu posso encontrar algum mapa e saber mais sobre Dawn Island, piratas, marinha e os nobres? Mesmo sendo um policial sou novo no meu pelotão, vim do North Blue.

Procuraria me informar sobre as situações atuais, marinha, polícia, piratas e sobre o palácio para ter uma noção do que eu poderia fazer, logo prediria uma garrafa de rum para relaxar o ambiente.

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Última edição por Venettzō em Qua 22 Fev - 14:51, editado 2 vez(es) (Razão : Coloquei a parte de aprendizagem de perícia depois do post do Jin)
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