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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 3° Tale - Blizzard of Revolution

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MensagemAssunto: 3° Tale - Blizzard of Revolution   3° Tale - Blizzard of Revolution - Página 9 EmptySeg 30 Maio - 16:47

Relembrando a primeira mensagem :

3° Tale - Blizzard of Revolution

Aqui ocorrerá a aventura do(a) revolucionário(a) Elsa Às Volkerbäll. A qual não possui narrador definido.


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Volker
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MensagemAssunto: Re: 3° Tale - Blizzard of Revolution   3° Tale - Blizzard of Revolution - Página 9 EmptyQua 31 Ago - 19:48

Enfim alcançávamos a ilha misteriosa, sob um sol escaldante o navio encontrava espaço próximo a uma rocha, indicada por Marco como um ponto seguro para atracar a embarcação. Tudo naquele local era estranho, seu silêncio, suas formas, o vermelho que já era forte visto de longe parecia ganhar tons ainda mais fortes, reforçando o aspecto inóspito e claramente me dando a ideia de um ambiente não muito convidativo. – Obrigada, espero que não se importe de eu ficar com ela. – agradecia ao revolucionário a respeito da água, mesmo quente ela era um alívio para mim e certamente gostaria de mantê-la comigo. – Eu sei que devo tomar cuidado mas... – olhava ao redor. - ...é só observar pra saber que isso não irá prestar. – levantava-me, recomposta do calor.

Infelizmente, não era uma opção seguir caminho, era preciso aguardar pelo log pose e certamente, seria preciso repor algumas poucas coisas no navio com o que pudéssemos encontrar na ilha, mesmo que fosse apenas areia e pedras. – Agora só resta definirmos os grupos. – dizia a Marco, após confirmar todos os pacientes no convés. O revolucionário prontamente tomava as rédeas da situação e começava a ditar o que deveríamos fazer como o esperado era preciso enviar grupos para ilha ao invés de todos irem de uma só vez. Eu teria optado por apenas um grupo, mas talvez dois fossem de fato o ideal, porém contrariando o que imaginava, havia posto tanto eu quanto Vicent para liderar grupos diferentes. – Se eu encontrar algo, qual a orientação? Volto e aviso ou fico e tente descobrir qual é a da ilha? – era talvez meu único questionamento, estava sendo enviada para explorar, mas o que faria se de fato encontrasse algo? Meu ímpeto certamente seria ir ao local, mas talvez fosse mais seguro avisar a todos primeiro.

Neste meio tempo, Vicent se aproximava de mim, arrastando junto de si Kim e Durong. – Hmm, sabe que eu sempre tenho uma né? – dizia de forma altiva e divertida, enquanto levava uma das mãos ao queixo, pensando um pouco mais. – Se você comandará um grupo de recursos, talvez seja melhor levar pessoas capazes de identificar tais coisas. Temos Mario, ele pode ser útil na identificação de qualquer erva que possa ser útil no tratamento de alguém, temos também nosso ferreiro para descobrir minérios e aqueles que podem identificar como funciona a geografia da região. Além de é claro alguém que possa ajuda-los em caso de combate. – fazia uma pausa, antes de direcionar ao meu grupo. – Eu vou precisar de pessoas rápidas e capazes de se misturar a multidão, a dançarina que pintou meu cabelo, certamente está entre elas, podemos divdir Kim e Durong, ambos se provaram bem versáteis e já conhecemos bem suas habilidades. – terminava de falar, aguardando um posicionamento do trio.

Se as opções agradassem a Vicent, tomaria a liberdade de escolher o meu grupo. – Durong eu escolho você dessa vez! Pensei em chamar Mindy, mas enquanto ela for útil para o navio ela deve permanecer aqui para alguma emergência, então me sobram os artistas do grupo. – falava, direcionando meu olhar pra Durong. – Se importaria de ir até eles e chama-los? – perguntaria ao arqueiro, a dançarina fora a única pessoa que não havia me dito seu nome, mas seu ar extrovertido poderia ser útil, daria a Durong a descrição física dela e pediria também que ela chamasse outros artistas, com habilidades notáveis para seguir conosco. Uma vez com o grupo completo e com as devidas apresentações de cada um, aguardaria o sinal de Marco para seguir até a ilha, mas não antes de falar com Mindy. – Quero que você fique no navio, há muitas vidas aqui para proteger e poucos que podem mover o navio, você é essencial aqui até que voltemos com notícias. Se houver uma cidade aqui, talvez possamos passear nela depois. – sorriria. – A não ser que lá seja mais quente que aqui, ai eu prefiro ficar no navio. – brincava antes de partir.

Uma vez fora do navio, seguiria com o grupo de forma veloz e cautelosa, inicialmente com o grupo de Vicent ao nosso lado, mas lentamente nos separando pelo caminho. Permaneceria atenta as coisas ao nosso redor, usaria minha visão levemente superior a das demais para tentar evitar problemas assim que os avistasse, até se com sorte, encontrar uma cidade. Se isso ocorresse, manteria distância, observando junto dos demais como eram as coisas por lá, tal como suas construções.



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MensagemAssunto: Re: 3° Tale - Blizzard of Revolution   3° Tale - Blizzard of Revolution - Página 9 EmptyTer 6 Set - 0:44

Narração
O grupo chegava em segurança até a ilha aportando sobre o local especificado por Marco, não era realmente um porto mas seria o suficiente para manter o navio estável até que esclarecessem as coisas, e sem perder tempo o líder logo ditava seus comandos solicitando a formação de dois grupos, um pouco diferente de como Ás imaginava a situação. No entanto a garota aceitava o posicionamento do revolucionário, e até julgava convincente e aceitável sua forma de agir perante a situação, dois grupos certamente fariam o trabalho mais rápido que apenas um, dessa forma Ás e Vincent estavam em grupos diferentes restando a eles decidirem a divisão dos integrantes. Mas, claro, não sem antes esclarecer algumas das dúvidas que pairavam na mente da garota, ela não sabia exatamente como proceder após concluir o solicitado, e por isso nada mais justo que perguntar diretamente a Marco.

-Se eu encontrar algo, qual a orientação? Volto e aviso ou fico e tente descobrir qual é a da ilha? - Indagava, aguardando a orientação que desejava.

- Cabe a você decidir, apenas volte com as informações antes do anoitecer... Caso contrário vou assumir que precisam de ajuda, e mandaremos outro grupo. - Respondia dando mais liberdade para a garota agir, mas ainda assegurando-se para possíveis contratempos.

Logo após receber a informação que necessitava Elsa já estava disposta a seguir caminho, mas não sem antes formar o seu grupo, e exatamente por isso Vincent se aproximava da garota questionando-a sobre suas intenções, talvez até para fazer um plano em conjunto. Dessa forma sem perder tempo a jovem logo posicionava-se a respeito das dúvidas de Vincent, aconselhando alguns dos possíveis homens a serem chamados para essa importante tarefa, dentre eles estando Dr. Mario e o ferreiro, dois homens de grande utilidade. E realmente suas ideias faziam sentido, por isso não levara muito tempo para que a garota de fato convencesse o revolucionário com suas palavras, e por sinal até havia conseguido um de seus mais leais homens, Durong que já havia se mostrado eficiente tanto em batalhas quando em inteligência.

Mindy por outro lado havia sido deixada de lado dessa vez, até porque não havia muito que a jovem poderia fazer para realmente ajudar, Ás sabia que ela seria muito mais útil dentro do barco do que vasculhando uma ilha possivelmente inóspita, e sem dúvidas muito quente. Dessa forma sem hesitações ou contradições os grupos eram resolvidos, mas para Elsa ainda restavam 3 vagas, que deveriam ser preenchidas com alguns dos bons artistas que faziam companhia aos revolucionários durante todo esse tempo. Durong logo partiu em busca dos tais artistas, deixando algum tempo livre para que a garota pudesse despedir-se de Mindy antes de adentrar a nada agradável ilha de Terralegre, que por sinal não havia se mostrado nada alegre até o atual momento. Até porque não havia muita informação disponível, e exatamente por isso a expedição era tão importante.

- Quero que você fique no navio, há muitas vidas aqui para proteger e poucos que podem mover o navio, você é essencial aqui até que voltemos com notícias. Se houver uma cidade aqui, talvez possamos passear nela depois. A não ser que lá seja mais quente que aqui, ai eu prefiro ficar no navio. Alertava, brincando um pouco com as palavras, acompanhando a brincadeira com um sorriso no rosto.

- Não se preocupe, eu cuidarei de tudo aqui. - Levantava as mãos em sinal de continência como se mostrasse cumprir as ordens, mas não contendo sua risada no final.

Logo após a conversa os grupos já estavam reunidos e prontos para partir, sem mais delongas deixavam o barco adentrando a calorosa ilha que não parecia lhes receber bem, o calor era cada vez mais intenso e o suor já havia se tornado algo comum. De fato não chegava a ser um deserto mas devido a falta de sombras e vegetação para impedir a entrada do sol na região assemelhava-se as suas condições climáticas, e isso não era nada bom, ainda mais para um grupo que tinha suas origens no North Blue. Os homens não demoravam para retirarem suas camisas devido ao calor demasiado e passo a passo a situação complicava, por sorte Durong havia reunido água antes de partir e a hidratação ainda era possível, apesar de não ser a mais confortável das situações. O grupo de Vincent por outro lado havia se separado, um pouco atrás localizava-se uma espécie de caverna onde o sol não adentrava com tanta frequência e por esse motivo decidiram por investigá-la.

Os minutos passavam-se e a caminhada intensa apenas continuava, sem encontrar nem uma alma viva sequer, nem mesmo plantas, porém as coisas não continuariam tão tediosas por tanto tempo, um pouco mais a frente estava um indivíduo completamente vestido com uma espécie burca a fim de evitar os raios solares intensos. O homem estava completamente cansado e quase chegando a se arrastar ao chão, mas estranhamente seu rosto permanecia com um sorriso fora do comum, não era possível dizer exatamente se aquele sujeito estava feliz ou simplesmente não conseguia controlar suas expressões. No entanto uma coisa é certa, a situação daquele homem não era nem um pouco agradável, o mesmo caia ao chão juntamente a seu reservatório com água que já nem conseguia alcançar. Nesse momento Durong se aproximava do indivíduo tentando observar melhor sua situação e talvez ajudá-lo, mas o tal não aparentava aceitar muito bem ajuda, ele imediatamente se recompunha retirando uma faca de seu bolso e deslocando em direção ao arqueiro, que por sinal era atingido de raspão no braço, caindo de costas devido ao susto.

- Sa...Sa...Saia daqui! Sorrir, sorrir, pessoas tristes não tem lugar aqui. - Esforçava-se para manter a compostura, erguendo seu corpo de pé novamente e cambaleando direcionava-se para cima de Durong. Uma cena bem estranha, mas que estava realmente acontecendo.
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MensagemAssunto: Re: 3° Tale - Blizzard of Revolution   3° Tale - Blizzard of Revolution - Página 9 EmptyQua 7 Set - 2:47

Marco era objetivo em sua resposta, voltar imediatamente não era uma ordem expressa, mas também não era motivo para demorar em dar uma resposta. Como em Micqueot, o revolucionário traçava as linhas iniciais e finais de seus planos, mas cabia aos envolvidos agir da maneira que achasse correta, sem prejudicar o que foi estipulado e sem por em risco os companheiros. – Uma mão firme embora útil possa sufocar aqueles a quem controla, Marco sabe bem como deixar os demais confortáveis para fazer uma missão, dando-lhes a oportunidade de provar seu valor. – atentava-me a qualidade de liderança do homem, Vicent havia tentado, mas talvez a pressão de substituir o companheiro de longa data o tivesse privado de ser muito melhor do que havia sido. – E é notável. – pensava com olhos curiosos, enquanto conversava com o arqueiro, acerca dos membros de cada grupo.

Estava feliz pela conversa, muito mais por rever o Vicent de Micqueot novamente. Embora os olhos desatentos não fossem capazes de perceber, era claro que seu semblante era mais leve agora, como se a responsabilidade da tarefa não fosse um problema em comparação ao desafio que teve de abraçar em Lvneel. – É bom tê-lo de volta. – gostaria de ter falado aquilo para ele, mas o pensamento apenas se traduziu em sorriso. Convencia sem grandes dificuldades a chamada por Mario e o ferreiro, como se não bastasse pô-los em um grupo com Vicent, ainda arrancava Durong que tal como Kim, naquela altura da situação parecia viver em uma situação de guarda compartilhada, sendo frequentemente divididos entre as minhas tarefas e as do líder dos arqueiros.

Com a ajuda de Durong era capaz de reunir o meu grupo, artistas como havia solicitado. Todos eram de certa maneira, rostos conhecidos, porém não havia muito, além disso, além do próprio interesse pela causa. – Vamos seguir com o grupo de Vicent no início, mas eventualmente teremos de tomar rumos diferentes. – apenas complementava as informações, caso os novos membros não a tivessem ouvido ou tido a noção dela até o momento. Com tudo enfim preparado, partíamos todos juntos em direção ao caldeirão. E como fazia sentido chama-lo daquela forma, a poeira ardiam meus olhos, o mormaço que me derretia no navio agora parecia ser insuportável, uma vez que me faltava paciência para recordar de alguma palavra pior. A minha noção de tempo era facilmente norteada pelo clima o que me deixava num dilema, havia caminhado por dez minutos? Dez horas?

Por sorte, pelo menos da minha parte, Durong havia reposto o estoque de água de todos do grupo antes de sairmos do navio, o que naquela tornava a situação menos incômoda. – Não consigo dar mais um passo com isso! – gesticulava irritadamente, referindo-me ao vestido e como ele tornava minha vida difícil ali. Todos haviam se livrado de suas blusas e eu, permanecia enrolada em panos pesados. Vicent? Há muito tempo havia se separado junto de seu grupo, para investigar uma caverna próxima. – Caverna o cacete. Ele foi se esconder desse sol. – praguejava entre um pequeno gole de água. E sim, meu humor parecia começar a ser afetado por todos aqueles fatores. Até que, em dado momento da nossa já denominada “peregrinação”, encontrávamos uma figura, que surgia no horizonte.

De longe era facilmente perceptível ser um homem normal, mas conforme nos aproximávamos dele, notava que algo estava errado. Ele caia ao chão, visivelmente cansado ou até mesmo sofrendo dos efeitos do forte calor, mas ainda sim ele sorria como se tudo aquilo não fosse algo ruim. – O que deu nesse cara? – pensava inicialmente assustada com o que via, mas tão desligada que só notava que Durong havia se aproximado dele, quando subitamente ele parecia ter recuperado as forças para atacar, surpreendendo o arqueiro com um corte e de quebra o levando ao chão dado o susto. – Pessoas tristes não tem lugar aqui? – pensava, alto demais, - Ele ‘dispirocou’ de vez isso sim! – as palavras eram secas como aquele solo e tal como o homem, não era o momento de moleza.

Tentaria imediatamente após o ataque do tal homem a Durong, atingi-lo com três senbons. Mirando na região das pernas, tórax e braços, tentaria acertar a sequência certa para paralisar o alvo ou simplesmente prover ao arqueiro, tempo suficiente para se recompuser e reagir. Matinha-me distante e preferiria continuar assim caso errasse ou meus ataques se mostrassem um insucesso. – Tão olhando o que? Imobilizem o cara! – diria caso errasse meus ataques. Era preciso ter aquele homem vivo e sob controle, torcia pelas agulhas serem suficientes, pelo menos elas seriam mais gentis do que flechas e punhos. Se conseguisse imobilizar o alvo, iria até Durong para levantá-lo. – Como está a ferida? – diria, preocupada com o corte, mas logo voltando minha atenção para o rapaz sorriso. – Imobilize-no por completo, ele parece estar delirando e isso não é bom, ele pode resistir a um gesto de ajuda. – se o homem fosse imobilizado pelos demais e devidamente ‘preso’, prosseguiria com o grupo, buscando agora um local com sombra para que algumas perguntas pudessem ser feitas.



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MensagemAssunto: Re: 3° Tale - Blizzard of Revolution   3° Tale - Blizzard of Revolution - Página 9 EmptySex 9 Set - 0:21

Narração
O grupo já não estava mais sobre a segurança do barco, e cada vez que se distanciavam a situação ficava mais complicada, não só em questão de calor mas também a localização afinal de contas não existia sequer um ponto de referência marcante, apenas rochas e mais rochas. Vincent por outro lado parecia ter dado sorte, encontrara uma caverna não tão longe do ponto de saída e assim podia se esconder do sol enquanto realizava sua devida tarefa, realmente algo que Ás desejava ter feito durante toda a trajetória, e quem pode culpá-la? O sol não perdoava ninguém. O problema era ainda maior visto que a jovem não possuía tanta liberdade quanto os homens para retirar suas vestimentas, por mais que o calor persistisse, seria antiético e até um pouco ousado, e talvez por isso ela retirava essa hipótese de sua cabeça. Elsa, assim com os demais, precisava se contentar com goles de água intercalados entre as passadas, tentando evitar a desidratação.

Andando um pouco mais a frente podia-se ver uma cena nem um pouco comum, um homem surgia em meio a todas aquelas rochas sorrindo como se fosse o dia mais feliz de sua vida, porém visivelmente acabado por completo, sequer conseguia andar ou beber sua própria água. Mas por que alguém faria isso? Sorrir em uma situação dessas de fato não é algo que uma pessoa normal faria, no entanto não havia muito como julgar aquele indivíduo que praticamente pedia por ajuda mesmo sem abrir a boca. Por esse motivo Durong decidira ajudar o necessitado e por um infortúnio acabara sendo cortado, o homem havia usado todas as forças que lhe restavam para desferir um golpe de raspão no arqueiro, fazendo-o sangrar um pouco. Nesse ponto a lógica deixava de existir e apenas o instinto tomava conta, Elsa na mesma hora retirava seus senbons lançando-os contra o estranho, que por sinal apenas desmaiava ali mesmo.

- Como está a ferida? - Questionava a garota enquanto levantava Durong de sua queda.

- Ahh... Vou sobreviver não se preocupe. - Brincava sorrindo de volta enquanto tampava a ferida, imediatamente rasgando um pedaço de sua blusa para estancar a hemorragia, por menor que ela fosse.  

Não estava muito claro o motivo do desmaio, talvez fossem as senbons ou apenas sua fraqueza, de qualquer forma se havia algo que o grupo sabia era que não poderiam simplesmente deixá-lo ali a mercê da sorte, além do mais ainda precisavam descobrir muita coisa e esse homem seria apenas a ponta do iceberg. De qualquer forma agora chegava a hora de deixar o principal um pouco de lado e focar-se nas pequenas coisas, aliás sabe-se lá o que esse homem escondia, quem sabe até ajudasse mais que o próprio grupo esperava. Além do mais a missão dada era encontrar habitantes, e de fato haviam encontrado um, um pouco fora da casinha mas ainda assim era um humano revistando os arredores da ilha. Sendo assim logo partiam para um local fora do raio de alcance dos raios solares, no caso algumas pequenas rochas umas sobre as outras que bloqueavam diretamente a luz, e isso era um grande alívio para quem estava andando durante um bom tempo no sol escaldante.

O homem por outro lado acordava-se aos poucos ainda imóvel, com exceção de seus olhos que se abriam checando os arredores, algo interessante a ser observado é o fato de que mesmo durante todo esse tempo que o sujeito esteve apagado o sorriso não havia se esvaído um segundo sequer. Algo inconsciente? Talvez, caberia a eles descobrirem, porém dessa vez o doido não parecia estar muito aberto a uma conversa "racional", apenas bufava em uma tentativa inútil de forçar os movimentos do corpo. Ao mesmo tempo abria sua boca como um peixe fora d'água provavelmente indicando sua cede, afinal de contas a situação em que havia sido encontrado já não era das melhores.

- Vocês não entendem... - Por fim conseguia falar, ou melhor praguejar, virando seu rosto para o lado oposto ao grupo, aproveitava para mover sua língua de um lado para o outro na tentativa de alcançar a areia.
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MensagemAssunto: Re: 3° Tale - Blizzard of Revolution   3° Tale - Blizzard of Revolution - Página 9 EmptyDom 11 Set - 3:45

As convicções tornavam-se incertas, o que atraia o que afinal de contas? Sabia que minha persona era um ímã para bizarrices e situações perigosas, mas aquele doido varrido no meio do deserto era de surpreender qualquer um, além do mais a coincidência era demais. – Talvez eu seja atraída para essas bizarrices, deve ser castigo. – pensava ironicamente, após derrubar o homem misterioso, embora pairasse sobre minha cabeça a dúvida se havia sido minhas agulhas ou o cansaço a tombar meu alvo. Durong por sua vez, havia se limitado ao susto, o corte pequeno não parecia ser um grande problema, tanto que o revolucionário rapidamente o tampava com uma parte de sua camisa, a qual havia rasgado. – Vamos procurar um local coberto, conversar com ele debaixo desse sol, não será agradável a ninguém. – comentava após imobilizarmos o sujeito.

Partíamos em busca de um pouco de sombra e fora preciso mais alguns passos para enfim encontrar o que queríamos. Não era o melhor local, isso era fato, mas o aglomerado de rochas que nos proporcionava aquele breve alívio era intimamente comemorado por mim. – Muito melhor. – pensava, mas rapidamente me corrigia. – Não, um pouco menos insuportável – confirmava o pensamento com a cabeça, enquanto aguardava o despertar da ‘bela adormecida’. Aproveitava a ocasião para reparar em seu semblante, principalmente no sorriso que permanecia firme em suas feições, mesmo que inconsciente. – Durong, já viu algo assim parecido? – comentava nitidamente intrigada com aquilo. – Espasmo muscular? – pensava. – Não, não é outra coisa. Mas o que? – levava a mão ao queixo, ao mesmo tempo em que enfim, o homem despertava.

E se antes as coisas já não haviam começado bem, agora parecia que iria desandar de vez. O homem parecia estar muitas coisas além de “feliz”, seus olhos aparentavam confusão e sua reação ‘bufante’ demonstrava uma raiva muito estranha. – Fique calmo, você desmaiou no deserto. Acho que você estava delirando quando nos achou. – comentava, mas era inútil. Olhava para Durong e depois para todos os demais, como se dissesse “Não acham isso estranho?”. – Ele está com sede. – comentava, ao notar o abrir e fechar da boca daquele homem, ao mesmo tempo em que fazia sinal para que algum dos artistas se aproximasse para lhe oferecer água. Ou pelo menos era essa minha intenção até ele decidir abrir a boca.

Espere! – diria de maneira firme, caso alguém estivesse pronto a oferecer a água. – O que não entendemos? – Aquelas palavras havia me intrigado, e o sentimento de obrigava a buscar respostas. Mas, como era de se esperar de um ímã de bizarrices, o homem parecia tentar comer a areia, uma cena certamente estranha. – O que está fazendo? – o questionaria, esperando por talvez um resposta, do contrário repetiria a pergunta, em tom mais alto e sério, acrescentando a elas uma nova tentativa de diálogo. – Você sabe que está tentando comer areia né? – diria. Mas caso ele se mostrasse convicto a não cooperar, faria sinal para Durong e os demais o segurassem, para que assim pudéssemos lhe dar a água. Por mais estranho que ele fosse não poderia negar algo tão vital a uma pessoa. Se, após dar-lhe a algo as coisas se acalmassem, voltaria a conversar com ele, na expectativa de encontrar alguém mais calmo ou até mesmo lúcido.

Você falou um bocado de coisas estranhas, gostaria que pelo menos as explicasse. – tentaria ser mais gentil do que antes, abrindo enfim um sorriso, que havia ficado bem acanhado com o incômodo do calor. – “Vocês não entendem”, o que não entendemos? – começaria. – “Apenas sorrisos são permitidos.”, porque isso? Para de ameaçar por ameaçar e nos dê algumas respostas. – passava a mão sobre meu rosto, para remover o suor e ajeitar o cabelo que a essa altura encontrava-se levemente úmido na região da nuca e rosto, suspirava e por fim, tagarelava mais um pouco. – Me chamo Às, e você? Como você se chama?



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MensagemAssunto: Re: 3° Tale - Blizzard of Revolution   3° Tale - Blizzard of Revolution - Página 9 EmptySeg 12 Set - 0:50

Narração

Elsa não sabia exatamente como ou porque aquele homem estava ali, até associava sua má sorte com esses fatos bizarros acontecendo um atrás do outro, porém realmente aquele sujeito não era flor que se cheire e muito menos confiável, tendo em mente que na primeira oportunidade que teve desferiu um golpe contra Durong. De qualquer forma o grupo ainda necessitava de informações sobre a ilha, precisavam saber exatamente o porquê da condenação e ameaça contra pessoas "infelizes", algo que não fazia o mínimo sentido até então. No entanto não era isso que iria lhes impedir de prosseguir mesmo assim, aquele homem mesmo sendo louco ainda era uma fonte de informações valiosas, claro, isso se conseguirem lhe fazer falar e julgando seu estado atual não parecia ser algo tão complicado, pressioná-lo talvez fosse a maior maneira. Mas antes de qualquer coisa a revolucionária não podia deixar de perceber que o sorriso era mais involuntário que natural, mesmo desmaiado ele ainda permanecia lá.

- Durong, já viu algo assim parecido? - Comentava com Durong assim que chegavam a sombra proporcionada pelas rochas.

- Nunca vi... E não faço ideia do que seja, de qualquer forma melhor manter ele assim. Já viu no que deu quando tentei ajudá-lo né? - Brincava com razão, mas afinal de contas apesar de ser uma situação estranha não deixava de ter sua graça.

Logo sem mais delongas o homem acordava fazendo outra cena bem estranha, dessa vez um pouco mais cauteloso com as palavras, provavelmente pela falta de água que lhe rodeava beirando a completa desidratação do corpo, mas incrivelmente o sorriso não se esvaía apesar do esforço do indivíduo. Ás tentava acalmá-lo com algumas palavras mas era inútil, ele não estava nem um pouco interessado nas palavras que saiam da boca da garota, estava muito ocupado tentando conseguir sua preciosa água, e talvez até estivesse realmente delirando um pouco, afinal de contas quem tenta comer areia em plena consciência? Bom, não é algo comum. Por fim decidiam que deixá-lo nessas condições não seria nada mais que perda de tempo, e por isso Elsa logo pedia que trouxessem água para ele, recebendo alguns olhares confusos, o que era de se esperar mas ainda assim ainda era um ser humano naquelas condições e a jovem não poderia negá-lo uma ajuda. Ao menos o faria antes de escutar o pequeno pronunciamento do indivíduo.

- Espere! O que não entendemos? O que está fazendo? Você sabe que está tentando comer areia né? - Fazia uma série de perguntas, que por sinal até chamavam a atenção do homem louco.

Porém ao invés de uma resposta concreta tudo que recebia fora longas gargalhadas, que se interrompiam de tempo em tempo com tosses, algo de se esperar julgando a sede que estava passando, de qualquer forma continuava sem cooperar. Sendo assim não havia mais muito o que fazer além de tentar ganhar alguma confiança ao lhe entregar a tal água, com ajuda de Durong lhe entregavam a bebida que literalmente acabou em segundos, soltando até um suspiro de alivio no final de tudo. As risadas se esvaiam e o homem passava a prestar um pouco mais de atenção na garota, não que estivesse interessado era mais como algo que ele sentia dever, apesar de não gostar da expressão em seu rosto, ainda assim ela lhe salvou por algum motivo desconhecido.

- Você falou um bocado de coisas estranhas, gostaria que pelo menos as explicasse. - Comentava aderindo ao sorriso que o homem tanto requisitava, algo que realmente surgia um efeito positivo. - Vocês não entendem”, o que não entendemos? “Apenas sorrisos são permitidos.”, porque isso? Para de ameaçar por ameaçar e nos dê algumas respostas. - Indagava aguardando uma resposta.

- Agora parece que você está entendendo... - Apontava para o rosto da garota, mais precisamente para seu sorriso. - Ninguém nessa ilha deve ser triste, as plantas se foram, a água se foi, tudo que nos resta é a felicidade! Se quer ver com seus próprios olhos, a cidade fica por ali. Apontava em direção Nordeste, mas se restrigindo a apenas essa informações.

- Me chamo Às, e você? Como você se chama? - Voltava a questionar.

- Meu nome não importa já disse o que queria ouvir, agora pode entregar minha água? - Tremia um pouco nas suas palavras finais estendendo seu braço em direção ao seu pequeno reservatório de água, enquanto isso seu sorriso parecia estar diminuindo pouco a pouco.

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MensagemAssunto: Re: 3° Tale - Blizzard of Revolution   3° Tale - Blizzard of Revolution - Página 9 EmptySeg 12 Set - 19:09

Fazia muito tempo que não discutia com uma pedra, por mais irônico que parecesse, era essa a situação que havia encontrado quando tentei conversar com o homem. Perguntas e mais perguntas eram feitas e em troca, recebia respirações impacientes, uma tentativa peculiar de comer areia e por fim gargalhadas tão secas quanto aquele deserto. A cada segundo parada naquela sombra, tinha certeza de que não poderia simplesmente soltá-lo ao fim de tudo, tal como Durong havia comentado antes mesmo do interrogatório. A secura parecia estar comprometendo qualquer oportunidade por informação e aliada a um sentimento solidário, permiti que o homem tomasse um pouco de água, ou pelo menos era essa a intenção antes dele literalmente secar o cantil que lhe fora oferecido.

Está desidratando, permanecer nesse sol pode ser fatal para alguém nesse estado. – constatava, observando aquela cena, que embora fosse envolta em tensão em dúvida também fomentava certa pena. – Alguma coisa muito estranha está ocorrendo aqui. – não podia deixar de sentir um aperto no estomago, tal como uma preocupação fora do normal que me obrigou a olhar para Durong, que claramente seria capaz de perceber meu estado se olhasse para mim. Mas ainda haviam perguntas a serem feitas e, se na base da pressão não obtinha respostas, tentava arrancá-las na simpatia e fora somente neste momento, em que o resultado começou a aparecer.

Sua resposta vinha junto de um gesto e então algumas coisas começavam a incomodar minha cabeça. – Entendendo... – levava um dos dedos até o lábio inferior, deslizando-o por todo ele, notando enfim que era o sorriso a que ele se referia. – Água, vegetação, só restou a felicidade. – observava a realidade daquela ilha, o mar dourado e carmim que se estendia até perder de vista. – Ninguém ficaria feliz em um lugar como esse. – pensava, vislumbrando-o logo em seguida. – Nem mesmo ele. – E de fato, nada do que ele dizia ou fazia parecia justificar o sorriso estampado de orelha a orelha. Por fim, tentava saber do nome do sujeito, mas sua resposta não era novamente uma das mais simpáticas. – Claro. – dizia, mantendo o sorriso no rosto, enquanto pegava o cantil de água do sujeito, notando ao final daquilo uma regressão naquela expressão incômoda.

Ainda o mantínhamos preso e por isso, ao levar o cantil bem próximo dele o afastava. – Seu nome importa bebê. – os lábios se abriam, revelando um sorriso completo. – E mais do que tudo eu tenho sede, acho que no fim das contas um nome é mais importante do que a própria água não? – Pressionava-o novamente, ou pelo menos seria essa minha intenção. Se obtivesse ou não uma resposta, procuraria em meus bolsos pelas senbons envenenadas com o sonífero, torcia para ter guardado pelo menos mais algumas e se as encontrasse, colocaria o homem para dormir, do contrário pediria a Durong para realizar o serviço. Com o homem inconsciente, poderia conversar abertamente com o grupo.

O sorriso dele não é natural é provocado por algo e isso de alguma forma parece estar o afetando. Ele não está perdendo lucidez, mas parece que ela oscila bastante, isso explica a tentativa de comer areia. – levava a mão ao queixo. – Devemos ir a cidade, mas também não podemos deixa-lo aqui preso e muito menos livre. – olharia para o grupo. – Precisaremos leva-lo para o navio o mais rápido possível, examiná-lo e tentar entender o motivo desse comportamento. Torço para que seja apenas a insolação, mas se for algo a mais, iremos saber. – colocava as mãos na cintura logo em seguida, saindo da sombra de volta ao sol escaldante.

Tentaria convencer para que pelo menos dois membros do grupo retornassem ao navio junto do homem, ou que pelo menos fossem até o encontro de Vicent e os demais para explicar a situação. Antes de ter uma decisão definitiva do que fazer com o homem, explicaria como iriamos proceder até a cidade. – Pelo que ele indicou, só resta ‘felicidade na ilha’, se isso for outras, pessoas como ele, então teremos que tomar cuidado dobrado e mais uma vez, isso vale para Vicent e os demais, caso não saibam. – olharia todos nos olhos. – Pode parecer loucura, mas vamos ter que ficar sorrindo de agora em diante, parece que não o fazer é um convite a hostilidade. – daria de ombros ao fim de tudo. – Não custa nada tentar.

Após determinar os últimos pontos com todos, partiria com cautela em direção a cidade, havia escolhido artistas justamente para facilitar uma integração e estava feliz por isso, sorrir não deveria ser complicado para eles, talvez para Durong, caso ele seguisse conosco.



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MensagemAssunto: Re: 3° Tale - Blizzard of Revolution   3° Tale - Blizzard of Revolution - Página 9 EmptyQua 14 Set - 9:10

Narração
Após algum esforço as respostas haviam começado a aparecer, e com isso o verdadeiro significado da tal "felicidade" na ilha era começado a ser exposto pouco a pouco, ainda era de fato um mistério como tudo isso acabou se desenrolando ou até mesmo se as palavras do homem eram reais, mas ao menos haviam saído do zero. A informação sobre a localização da cidade também era algo importante a ser explorado e por fim tirar suas conclusões, mas antes disso ainda precisavam decidir o que fazer com aquele homem, que aparentemente não era nem um pouco estável mentalmente e isso dificultava a movimentação do mesmo. De qualquer forma, antes de agir Elsa não se conteve em tentar retirar algo a mais em troca do que o indivíduo requisitava, claro não estava disposta a entregá-lo mais água, mas o que custa tentar? Afinal de contas o homem parecia bem preocupado com seu cantil, refletindo até mesmo em sua expressão de alegria.

- Claro. - Respondia a princípio, antes de mudar sua expressão para um sorriso ainda mais contagiante. - Seu nome importa bebê. E mais do que tudo eu tenho sede, acho que no fim das contas um nome é mais importante do que a própria água não? - Comentava na tentativa de convence-lo.

- Meu nome... Se é tão importante, é Adrian. - Respondia um pouco confuso observando o seu cantil que não conseguia alcançar, aparentemente preocupado com ele.

Por fim Ás havia coletado a última informação que desejava e dessa forma não necessitava mais do homem, ao menos não por agora, e por isso simplesmente decidia coloca-lo para dormir mais uma vez, utilizando-se de alguns dos senbons com soníferos restantes fazia o serviço. Enquanto isso Durong e o restante do grupo apenas observava o comportamento estranho apresentado por Adrian, supostamente fora da sanidade devido aos efeitos do sol, algo interessante era que o sorriso apresentado decrescia ainda mais após esse tempo. Algo estranho pois mesmo desmaiado ele continuava lá, será que a água havia ajudado? Bom, não sabia-se ao certo porém era certamente algo a ser analisado. De qualquer modo agora a revolucionária podia conversar abertamente com o grupo e comunicar a eles sua decisão, tanto quanto a cidade quanto com relação ao homem desmaiado, que por sinal seria um estorvo.

- O sorriso dele não é natural é provocado por algo e isso de alguma forma parece estar o afetando. Ele não está perdendo lucidez, mas parece que ela oscila bastante, isso explica a tentativa de comer areia. Devemos ir a cidade, mas também não podemos deixa-lo aqui preso e muito menos livre. Precisaremos leva-lo para o navio o mais rápido possível, examiná-lo e tentar entender o motivo desse comportamento. Torço para que seja apenas a insolação, mas se for algo a mais, iremos saber. - Decidia por levá-lo até o navio e lá recolher mais alguma informação importante, que poderia ser útil futuramente.

Desse modo sem queixar-se dois dos artistas requisitados ofereciam-se para leva-lo até o navio assim como solicitado, Durong até pensava em fazê-lo por contra própria mas sabia que poderia ser mais útil ali, apesar de não ser necessário lutar para alcançar os objetivos, ainda assim algo poderia dar errado a qualquer momento. A ilha era instável assim como a personalidade do homem que acabaram de encontrar, haviam presenciado a primeira das cenas bizarras e não sabiam o quanto mais delas estavam por vir, talvez por isso a decisão do arqueiro de seguir em frente junto ao grupo tenha sido racional. No entanto agora era hora de forcar-se em coisas mais importantes, afinal de contas precisariam adentrar aquela cidade por conta própria e averiguar com seus próprios olhos o que precisariam ou não enfrentar, e ainda voltar para repassar as informações.

- Pelo que ele indicou, só resta ‘felicidade na ilha’, se isso for outras, pessoas como ele, então teremos que tomar cuidado dobrado e mais uma vez, isso vale para Vicent e os demais, caso não saibam. Pode parecer loucura, mas vamos ter que ficar sorrindo de agora em diante, parece que não o fazer é um convite a hostilidade. Não custa nada tentar. - Apresentava aos demais o que havia tomado conhecimento, ou pelo menos o que pensava ser correto.

- Estranho... Mas sensato, se o que aquele homem estiver falando for realmente verdade, parece que as coisas podem ficar mais agitadas do que queremos. Será que entrar na cidade é realmente uma boa ideia? Ainda não sabemos como eles reagem, sabe-se lá o que quer que seja isso. - Indagava Durong, desconfiado com as possíveis complicações futuras.

Então sem mais delongas o grupo partia para a localização indicada, e após alguns minutos de caminhada de fato encontrava a tal cidade almejada, que por sinal realçava bem o porquê das palavras daquele homem. A paisagem era tomada por cores das mais variadas estampadas nos casebres que se estendiam durante toda a cidade, porém o que mais se destacava na visão de qualquer um era o grande palácio chamativo no local mais alto da cidade, realmente dando a impressão de uma terra feliz. O grupo avistava do topo de uma espécie de duna formada por rochas, deixando que obtivessem uma visão privilegiada, porém ainda assim estava um pouco longe da entrada deixando-os a vontade para tomar alguma decisão.

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MensagemAssunto: Re: 3° Tale - Blizzard of Revolution   3° Tale - Blizzard of Revolution - Página 9 EmptyQui 15 Set - 18:22

Obtinha enfim as últimas respostas de Adrian, carinhosamente apelidado por mim de ‘comedor de areia’, mesmo que fosse algo que pairasse apenas em minha mente, em prol de divertimento próprio. Após por todas as minhas conclusões e suspeitas a respeito da ilha, aguardava por uma reação do grupo a qual felizmente não demorou muito a surgir. Dois dos artistas haviam se disposto a levar o prisioneiro. – Tudo bem, mas tenham cuidado com ele. – apontava para Adrian. – Quando chegarem ao navio peça para os médicos realizarem exames nele, até voltarmos talvez tenham uma resposta para essa deformidade. – comentava, ainda que surpresa por Durong não ter se oferecido para levar, motivos talvez não faltassem, mas quem sabe ele optasse por algo a longo prazo, a dupla responsável pelo homem o levaria imobilizado e inconsciente, uma situação bem diferente do que poderíamos encontrar na cidade, por fim limitei-me a sorrir, agitando as mãos para que todos se movessem.

Enquanto nos movíamos até nordeste da ilha, segundo a orientação do nosso amigo ‘papa areia’, Durong questionava-me sobre a necessidade de se misturar a cidade. – Tenho a sensação de que agito já se tornou algo normal pra todos nós. – comentava, inicialmente ironizando, mas tão rápido e sutil quanto fora o comentário, foi à mudança para um mais sério, entendendo bem as preocupações do arqueiro. – Não saberemos até tentar, não será preciso buscar informações na realidade, apenas nos certificar do que já sabemos. Se houver sorrisos, possivelmente há hostilidade. – cruzava os braços. – E se houver hostilidade, devemos saber o porquê dela. – suspirava. – O sorriso é uma aposta, se der certo talvez tenhamos um meio de passar pela cidade sem chamar muita a atenção, do contrário. – fazia uma pausa, quase dramática. – Espero realmente que Marco tenha um grupo de ajuda em mente.

Chegávamos aos arredores da cidade após alguns minutos de caminhada sob o sol quente, sobre uma duna formada de rochas éramos surpreendidos com algo talvez inesperado. Cores vibrantes por todo o lado, casebres ornados com detalhes de tecidos e pinturas excentricamente belas, aquilo parecia ser um pedaço desconexo do que havíamos visto desde o início, algo que ia além de uma expectativa inicial e sem menos importância, uma afirmação de que talvez Adrian tivesse dito a verdade. Ao fundo, destacado de toda aquela beleza simples, erguia-se um palácio imponente, um símbolo de riqueza em meio a desolação. – A cidade está aqui. – comentava. – Agora temos de saber das pessoas. – revirava os olhos após um suspiro de consternação. Observava bem a entrada da ilha, embora ainda fosse longe demais para determinar algo. – Coragem! E lembre-se de sorrir! – levava as mãos à boca e as movia como se desenhasse um sorriso, antes de seguir até o local. No caminho, aproveitava para falar com Durong novamente.

Fique afastado. – diria em um tom firme. – Se algo ocorrer com algum de nós, ainda poderá ajudar uns aos outros, mas se ficarmos juntos poderemos ser facilmente cercados. – abria um largo sorriso, não era tão difícil assim pra minha pessoa, mas também não era a mais confortável da situação. – Mantenha-se de olho e ouvido aberto, qualquer coisa que descobrir guarde na memória para falarmos depois. Verificamos e saímos apenas isso. – Estava tranquila a respeito do que faria, mas a preocupação com os demais me fazia ser sempre mais meticulosa e talvez chata. Caminharia com o grupo pela cidade, ostentando um largo sorriso, mas também com o olhar afiado e sentidos sempre prontos para reagir, precisava confirmar se os sorrisos algo comum a todos e talvez, se tivesse sorte, descobrir a causa disso.



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MensagemAssunto: Re: 3° Tale - Blizzard of Revolution   3° Tale - Blizzard of Revolution - Página 9 EmptySab 17 Set - 14:38

Narração
- Tudo bem, mas tenham cuidado com ele. Quando chegarem ao navio peça para os médicos realizarem exames nele, até voltarmos talvez tenham uma resposta para essa deformidade. - Comentava Elsa aos artistas que haviam se proposto a transportar Adrian.

Tudo era seguido sem reclamações e aparentemente corria bem, porém Ás permanecia um pouco confusa ao ver que Durong não havia se voluntariado para fazer o trabalho, principalmente porque manter o sorriso poderia ser um problema para o arqueiro, mas quem poderia culpá-lo? Afinal de contas tudo que o homem queria era proteger seu grupo, com seu arco em mãos para proteger a todos. Sendo assim não havia mais muito o que fazer, os dois artistas já haviam se separado a caminho do barco e os restantes se puseram a andar para a localização indicada por Andrian, até então desconhecido a veracidade do local, mas ainda assim precisavam certificar-se disso. Por outro lado Durong hesitava um pouco quanto a cidade, sabia que o local poderia ser um problema após toda a cena que haviam presenciado, pois mesmo com precaução ainda assim conheciam pouco sobre o território inimigo e seus hábitos.

- Tenho a sensação de que agito já se tornou algo normal pra todos nós. Não saberemos até tentar, não será preciso buscar informações na realidade, apenas nos certificar do que já sabemos. Se houver sorrisos, possivelmente há hostilidade. E se houver hostilidade, devemos saber o porquê dela. O sorriso é uma aposta, se der certo talvez tenhamos um meio de passar pela cidade sem chamar muita a atenção, do contrário. Espero realmente que Marco tenha um grupo de ajuda em mente. - Voltava a dizer a revolucionária, na tentativa de convencer o arqueiro mesmo com a sua preocupação rondando os pensamentos.

- Esperemos que não chegue a esse ponto... - Respondia coçando sua cabeça ainda um pouco preocupado.

Nesse clima de incerteza o grupo se via diante uma paisagem bem incomum, uma cidade como havia sido dito, todo o local colorido e bem mais festivo do que a ilha realmente era, talvez o sujeito estivesse realmente falando a verdade. De qualquer forma a cidade estava ali bem diante de seus olhos mas de nada adiantava se não checassem o estado das pessoas, precisavam ter a plena certeza do que estava ocorrendo ali, e de fato foi o que fizeram. Sem muita enrolação adentravam a área residência cuidadosamente, sempre mantendo o sorriso no rosto, sorriso esse que a cada passo os assustava ainda mais, pois todo lugar pelo qual passavam havia pessoas sorrindo de volta. Os habitantes os encaravam com certa estranheza por nunca os terem visto mas ainda assim ignoravam pelo fato de estarem sorrindo, porém a cena era realmente perturbadora, moradores revirando lixo, brigando, e até dormindo na rua, e ainda assim o sorriso permanecia.

Elsa tomava cuidado alertando Durong sobre o que fazer e o homem apenas seguia os concelhos, porém ele parecia se virar bem e manter o sorriso concentrado após aquele corte que havia recebido da última vez, talvez até um pouco traumatizado. Mais a frente algo ainda mais estranho começava a mostrar suas caras, um grupo de marinheiros marchava seguindo seu líder, um sujeito de cabelos castanhos, barbudo, que ostentava alguns piercings em seu nariz e orelha, além de usar um chapéu extravagante de velho oeste. Como sempre inclusive os marinheiros eram marcados com sorrisos estampados em seus rostos, e seguiam correndo ao som de "1,2,3,4" se aproximando do grupo de revolucionários. Por sorte alguns metros antes sua atenção fora chamada para uma briga que se desenrolava entre dois homens, logo os marinheiros correram para apartar deixando o grupo de Ás livre para simplesmente apreciar a cena.

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MensagemAssunto: Re: 3° Tale - Blizzard of Revolution   3° Tale - Blizzard of Revolution - Página 9 EmptySeg 19 Set - 21:23

Sem mais delongas, adentrava junto do resto do grupo a tal cidade, mesmo que não fosse capaz de aplacar as desconfianças de Durong, o arqueiro seguia-nos para seja lá o que fossemos encontrar por ali. E talvez, recebêssemos nossa resposta rapidamente. – Huuunf, como eu gostaria que isso fosse mentira. – pensava ao observas as primeiras pessoas que cruzavam nosso caminho. Todas elas estampavam um sorriso, mas tal como o de Adrian não era algo que transparecia felicidade, talvez já estivesse tão rapidamente saturada daquilo que começava a sentir-me incomodada com aquilo. – Se me contassem, certamente eu não acreditaria. – embora a estranheza, permanecia ostentando um sorriso no rosto, enquanto ainda observava o cotidiano daquele local.

Era um misto de sensações, talvez um pouco de tranquilidade em finalmente começar a entender sobre no que estávamos nos metendo, tal como a confirmação da veracidade de Adrian que embora hostil e levemente doido, não era mentiroso afinal de contas. – Poderemos interroga-lo no navio depois, descobrir mais. – pensava, enquanto cruzava os braços. Um movimento aparentemente comum e feito de forma inconsciente, mas na realidade parecia ser uma forma de me manter protegida daquele ambiente aparentemente doentio, e neste ponto eram que os sentimentos se juntavam em um completo paradoxo. Aqueles sorrisos eram aterradores em certo ponto, ainda mais ao contrastá-lo com uma cidade bela cercada por uma desolação incapaz de justificar feições tão ‘felizes’.

Durong, tal como todos os demais do grupo também ostentavam sorrisos forçados, mas era admirável perceber que eles o mantinham sem muitos problemas, parecia que afinal de contas, estava demasiadamente preocupada com eles. Ou pelo menos podia ser assim até cruzar olhares com os civis da região que carregavam olhos desconfiados em meio aos lábios esticados e dentes a mostra. Estranhavam-nos, era óbvio, mas nada, além disso, nem mesmo perguntas, nem mesmo burburinhos, era como se nossa presença fosse aceitável ali, mesmo que nossas identidades fossem completamente desconhecidas. Ou pelo menos era dessa forma que pensava até nos depararmos com marinheiros na ilha.

Droga! Há um QG na ilha! – comentava, disfarçadamente com Durong, mantendo o sorriso elegantemente. Os homens da marinha marchavam, seguindo alguém que parecia ser o líder daquele grupo, um homem notavelmente destacável dos demais, com detalhes bem fáceis de identificar, isso é claro se não relevássemos o sorriso, presente tanto em nele quanto em seus subordinados. – Eles também? – aquilo me pegava em suspeitas e dúvidas. – O que pode estar fazendo isso com todos? – A dúvida era cruel e embora uma parte do meu corpo quisesse voltar imediatamente ao navio, a outra insistia em permanecer e observar o que mais ocorria. Se a marcha tivesse seguido seu rumo inicial, teríamos dado de cara com eles, mas uma briga atraia toda a atenção para si e quando notei que não havia o risco do encontro, fui até Durong pegando-lhe pelo braço. – Vamos observar o que ocorre e depois voltamos. – dizia-lhe ao pé do ouvido, rindo ao fim para talvez não atrair suspeitas.

Permaneceria com o grupo para observar o desenrolar daquela ação, ver e ouvir tudo o que podia. Manter-me-ia de mãos dados com Durong, agir como um casal talvez desviasse mais a atenção daquelas pessoas. Se não houvesse nada a mais a notar por ali, optaria por retornar ao navio. Já havia visto demais e o ambiente não me parecia ser muito propício para um combate caso ocorresse. Possuíamos Adrian, e ele poderia ser bem mais útil e menos perigoso do que uma exploração mais a fundo. Se, por ventura fossemos impedidos de sair, ou chamassem nossa atenção por algo, responderia com um sorriso no rosto. – O que houve? Só queremos dar um passeio! – diria, alegremente indignada com qualquer indagação que surgisse, do contrário apenas ostentaria a feição contente a quem nos chamasse.



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