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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Salire del cacciatōri do sōldi

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MensagemAssunto: Salire del cacciatōri do sōldi   Salire del cacciatōri do sōldi EmptySex Maio 06, 2016 8:02 pm

Salire del cacciatōri do sōldi.

Aqui ocorrerá a aventura dos(as) civis Vinci de La Venettzō & Fiódor Manhattan. A qual não possui narrador definido.


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MensagemAssunto: Re: Salire del cacciatōri do sōldi   Salire del cacciatōri do sōldi EmptySab Maio 14, 2016 10:24 am



Prima passeggiata
Um tritão, Micqueot, dinheiro e objetivos



Levantaria de um sono aquático, sempre de costume de dormir em baixo d'água, acordaria amargurado de meu sono sempre profundo e merecido, me colocaria de pé de onde estivesse e esticaria meu corpo para espantar a preguiça que residia, olharia o local em volta tentando recordar o quê aconteceu na noite passada.

Che l'infernō, tanto tempo de sobra mas nenhum dinheiro no bolso, talvez eu deveria por em prática o quê o velho Vinci me ensinou a tempo atrás, aquele velho faz falta — Balbuciaria enquanto terminava de alongar os braços e pernas — Tá na hora de arrumar um dinheiro...

Após se levantar observaria em volta e utilizaria o olfato aguçado puxando ar do local para meus pulmões, avaliaria o quê estava em volta em uma área de seis metros e também usaria da audição também aguçada para identificar coisas pequenas como animais menores, sons de passos, moedas balançando ou conversa de estranhos.

Preciso saber onde estou como primeiro passo, que saco — Respiraria fundo tomando coragem para começar o dia.

Em primeiro passo andaria em direção ao movimento mais próximo para poder colher informações do local, de preferência não perguntaria a ninguém já que as pessoas não são tão calorosas com tritões, ajeitaria minha única bermuda jeans escura e os chinelos de madeira antes achado no lixo, caminharia não próximo a multidão e não gostaria de chamar atenção, se avistasse alguém pelo caminho olharia com desprezo e rancor, não daria ouvido a ninguém e muito menos as autoridades locais. Enquanto andava procuraria observar todo o local para usufruir do seu dote de geografia, para nunca ficar perdido, guardaria os aromas na mente e como voltar para perto do mar - se estivesse perto - usaria agora de sua facilidade de rastreio para sentir o cheiro de bebida, procuraria um bar mais próximo e entraria lá, caminharia até o balconista e perguntaria.

Suō impiegatō, como um tubarão-branco pode arranjar dinheiro por essas bandas? — Falaria com a voz rouca e grossa, olharia sério para o(a) empregado(a) esperando a resposta.  

Caso não achasse o bar apenas andaria atoa até ver alguma desavença pelas ruas, logo, procuraria colher mais informações da situação para poder ajudar ou não, ou simplesmente procuraria o QG da marinha mais próximo para ficar ciente das situações. Se o balconista não ajudasse daria um soco forte na mesa exigindo informações, se todos os no local os vissem hostil levantaria as mãos.

Hohoho più cura! Meus amigos —
com um sorriso sórdido na face, expondo seus dentes afiados e deixando a mostra seus músculos chamativos.


Objetivos:
 
Agradecimento:
 

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MensagemAssunto: Re: Salire del cacciatōri do sōldi   Salire del cacciatōri do sōldi EmptyDom Maio 15, 2016 12:39 pm

Vince

Já era próximo do meio dia, quando Vince saia do mar em direção a costa da ilha, a agua escorria por seu corpo escamoso enquanto se espreguiçava, de sua boca saia uma suave "fumaça", isso acontecia por causa da baixa temperatura do local, que junto ao seu corpo molhado e o vento, causavam-o um pequeno desconforto. Mas agora que seu sono aquático havia terminado, ele estava predestinado em ir atrás do bem mais precioso, o dinheiro. Para isto ele primeiro queria se localizar, seu objetivo era encontrar um bar, até por quê não há lugar melhor para começar uma jornada!

O tritão então enche seus pulmões de ar, tentando distinguir algo, porem tudo que consegue sentir é o cheiro da terra molhada do local, o mesmo acontece com sua audição, que foi prejudicada pelo som do oceano. Porém ao adentrar o local ele começa a ouvir um burburinho, este que vai aumentando aos poucos, seguindo este barulho o Vince se depara com um forte cheiro, pelo aroma robusto provavelmente era rum, e dos bem ruins. Um pouco mais de caminhada e lá estava, havia chegado a cidade do local. Algumas pessoas estavam com pressa demais para nota-lo, outras entretanto faziam cara de nojo ou medo para o tritão, tampavam os olhos das crianças, estas que pareciam encantadas com a aparência feroz do tubarão. Era notável que o preconceito reinava nesta cidade, como em todas as outras cujo ele havia pessado. Mas sejemos sinceros que o foco deste preconceito não era exatamente uma flor de pessoa, ele não ligava para nada nem ninguém enquanto caminhava em direção ao seu objetivo, inclusive passava por cima de um pequeno jardim de uma praça amassando todas as plantas do local, enquanto um guarda com uma mescla de medo e raiva dizia.

- Nã..Não pise ai senhor...As horquídeas nã...maldito tritão..

Mas Vince não ligava para as palavras disferidas por um mero guarda, ele já tinha um lugar pra ir, e não havia demorado para chegar, o cheiro forte o levou a um bar de médio porte, no letreiro do local estava escrito "Drunk Music", e mesmo de fora do local era possível ouvir que eles faziam jus a seu nome, havia uma espécie de música gritada com instrumentos de cordas, mas o som da cantoria misturava-se com os berros dos homens bêbados do local,  bar estava lotado. Assim que o tritão adentra o estabelecimento, a música para! Mas não foi por sua causa, só estavam trocando a a caixa de som que havia dado problema, ninguém havia reparado no espadachim no jovem, estavam muito bêbados para tal. O meio tubarão branco então senta-se em um dos bancos em frente ao balcão, em meio a dois outros homens, que imediatamente saem e vão sentar em outro lugar. O balconista, um senhor de meia idade com uma cara simpática, coloca um copo em sua frente, é possível ver que seu tom de voz é firme, ele não está muito feliz em atender o tritão, mas trabalho é trabalho.

- Olá meu senhor, o que deseja?


Então Vince lhe pergunta como ele poderia ganhar dinheiro por estas bandas.- Nosso bar tava precisando de alguém para limpar os pratos hahaha! - Dizia o homem zombando da pergunta, porém recebia um reação nada amigável, com um forte soco na mesa e agora sim todos no bar olham para o tritão, que tenta "acalmar" a situação mostrando seus enormes dentes, mas dois homens que vinham em sua direção não pareciam amedrontados, entretanto recebem um sinal de "não" do balconista, que volta a falar - Vamos toquem! Toquem! está tudo bem. - E aos poucos o bar volta a seu ritmo normal.

- Rapaz, você não parece ser do tipo que lavaria louça em um bar, de nada posso fazer por você, porém estes caras daqui todos trabalham no porto ou na adega da cidade, só veem aqui pra encherem a cara e almoçarem, talvez você devesse falar com algum deles.

Após isso o homem virarias-se para atender os demais clientes que já estavam impacientes por suas bebidas, o que o espadachim ainda desarmado tinha em mente? A imagem dele não estava das melhores com aquela explosão temperamental de agora pouco..


Obs:
 

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Narração:
 
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MensagemAssunto: Re: Salire del cacciatōri do sōldi   Salire del cacciatōri do sōldi EmptyDom Maio 15, 2016 1:45 pm



mille scuse
UM TRITÃO, MICQUEOT, DINHEIRO E OBJETIVOS



A primeira impressão que minha presença propôs não foi das melhores, não era do meu feitio ser carismático e muito menos amigável com quem já me olharia com desprezo e nojo pela minha raça, aquilo me trazia raiva e rancor impossibilitando que pudesse fazer algum contato social ou se quer trazer uma presença aparentemente amigável. O barman não gostou muito que pedi informações sobre como conseguiria dinheiro, já era de se esperar, não tinha medo de nenhum dos homens ali ou se quer tinha arrependimento de ser como eu sou, sou um tubarão-branco e não devo a nenhum terrestre, a menos que me tratem bem.

Os homens almoçando, hum? — Ficaria parado respirando pela boca deixando o ar gélido sair criando uma leve fumaça — Vou tentar conversar com esses strŌnzis.

Se viraria e começaria a caminhar em direção da saída da bar, tinha em mente que para conseguir dinheiro precisaria encontrar as pessoas mais influentes daquela ilha pois teriam mais informações e contatos para o mesmo executar meus objetivos que até então não eram muito aparentes, meu mau humor matinal não deixava pensar muito. Antes de sair perguntaria a algum dos beberrões onde ficava a adega e o porto mais próximo, caso respondesse caminharia até o local mais próximo do local.

Se ninguém me respondesse caminharia sem rumo apenas confiando nos meus sentidos e o meu senso de direção questionável, cogitaria perguntar algum cidadão onde ficava um dos dois recintos mais próximos, porém, como não era muito querido nem sociável seria uma opção meio falha.

A cada passo que dava prestaria bem atenção por onde passaria, observaria como estava o movimento da rua e pararia para sentir um pouco do clima, nunca fui alguém que mostrava muita animação e bem humor, porém, dava valor as coisas mínimas da vida como por exemplo uma simples brisa ou um vento gélido vindo do mar, mas com todas ações tinham outras por baixo da manga, o rapaz analisava por onde andava por um modo de reconhecimento o espaço geográfico caso algo acontece o mesmo pudesse voltar para o mar onde estava de certa forma seguro.

Se caminhasse e chegasse a adega, onde seria a primeira opção, certamente procuraria analisar os fatores: "o número de pessoas que se encontrava lá dentro, a localização e as armas de todos", independente dos perigos procuraria executar meus objetivos então adentraria no local procurando alguém que pudesse me atender ou o próprio proprietário.

UbriacŌne, eu quero saber onde eu arrumo dinheiro... — Com minha própria perguntaria pararia na frente do homem ignorando caso o mesmo respondesse e reflitaria sobre o quê queria, sem pensar muito mas sabendo das questões já responderia decidido — ... Quero saber dos piratas, quero caça-los! Me dê informações amicŌ.

Faria a mesma ação se chegasse tanto na adega quanto ao porto. Caso chegasse em nenhuma dessas ou não for atendido caminharia rumo ao QG da ilha na intenção de achar procurados, e falaria a mesma coisa. Meus sentimentos não eram expostos, meu coração batia normal meus meu ânimo era baixo pois não queria ser excluído da sociedade como os outros tritões, não queria ser desprivilegiado por algo que nem se quer sei o quê me faz tão "horrível", de fato odeio os humanos mas tenho amor pelo dinheiro que eles me propõem. Esperaria a resposta e me prepararia para colocar em foco meus objetivos como um caçador de recompensas.


Objetivos:
 
Informação:
 

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MensagemAssunto: Re: Salire del cacciatōri do sōldi   Salire del cacciatōri do sōldi EmptySeg Maio 16, 2016 1:28 pm

Vince

Vince estava ciente que não havia feito uma impressão amigável, porém não fazia questão de tal, em seu julgamento elas não valiam o esforço, todavia suas utilidades eram inegáveis. Assim então dirigia-se a alguns dos homem sentados no bar, cujo o balconista havia falado sobre, seu olfato não deixa passar desapercebido o cheiro de cigarro e possivelmente charutos dos homens, além de um fedor típico de alguém que passou dias no mar sem sequer um banho, em sua mesa nenhuma comida, apenas diversas garrafas de bebidas, e quando o tritão pergunta a eles sobre um porto ou local próximo o mais velho, já com barbas brancas se levanta e responde aos soluços.

- *glub...glub...* Olha se não é o peixe esquentadinho, cuidado pra não virar assado KIAKIAKIA...

O homem estava claramente bêbado, já seus companheiros estavam com expressões de medo, encarando fixamente os dentes do tritão, e assim tentavam acalmar o velho homem aos coxixos.

- Hey.. Hey..calma ae..olha aqueles dentes..senta ae..

Entretanto o bêbado parecia não se importar, e continuava a falar e fazer sua gracinhas.

- Assim peixinho, *Glub* o porto é aqui perto, acabei de vir de lá. Bom a adega é mais a noroeste, vai caminhar bastante mas não tem como não ver é gigantesca, não há outras por que não há competição, maldito Müller e seus preços abusivos..enfim um cara como você deve conseguir um..BLEEERRGHHH...

Em meio a sua fala o homem vomita em direção de Vince, que da um passo para trás mas ainda sim o vomito pega em sua perna. Cansado do lugar e agora com cheiro de vomito em seu corpo, o tubarão branco decide ir em direção a adega, o que ainda levaria um pequeno tempo de caminhada, logo, utilizaria esse tempo para aproveitar o clima gélido do local, além do próprio contraste da raça do tritão para com os habitantes locais, suas vestimentas também destingiam-se, pois quase não existem, e as pessoas  nas movimentadas ruas de Micqueot estão completamente agasalhadas, com grossos casacos e longos cachecóis.

Além do clima e da suave brisa, Vince percebe algo mais, um perfume doce, algo como morango? Ainda não era perceptível, mas estava acompanhando-o por todo o caminho, concentrando-se um pouco mais, conseguia ouvir alguns passos suaves, que as vezes eram perdidos em meio a multidão, mas de fato não conseguia ver da onde vinha a fragrância.

Enfim chegado na adega, via que havia muitas pessoas ali apesar de ser uma área mais isolada da cidade, seu tamanho era enorme, porém só uma pequena parte era destinada a pessoas comuns, tendo diversas entradas para a equipe local cujo não teria acesso. Vince então dirige-se até uma loja de vinhos "acoplada" a enorme construção, era um lugar para lembranças e presentes, um lugar muito fino e requintado, com paredes repletas dos mais diversas espécies de vinhos, e pequenas mesas com tabletes de queijos espalhadas pela loja, porém tudo isto foi visto através das paredes de vidro do local, pois dois seguranças, armados com duas espadas cada, haviam barrado o tritão de adentrar o local.

- Este é um lugar de família, tritões não são bem vindos, retire-se.

- UbriacŌne, eu quero saber onde eu arrumo dinheiro...

- Trabalhando? Que tal?

- Quero saber dos piratas, quero caça-los! Me dê informações amicŌ.

- Hum...Bom pra isso você deve servir.. Tem essa garota que volta e meia vem roubar os vinhos daqui pra revender.. A marinha pôs uma recompensa por ela mas se captura-la pode vir falar diretamente com a gente! Mas duvido que consiga, muitos já tentarem e... Enfim tá aqui o cartaz de procurado dela.

Vince pegava o cartaz e percebia que a recompensa da garota imposta pela marinha era de B$ 5.000.000, para um tritão tão pobre mas apaixonado por dinheiro, aquela quantia de fato deveria chamar atenção. Antes de Vince partir, o outro segurança fala.

- Dizem que ela foi vista a última vez no porto, mas tenho certeza que ela vive neste floresta que rodeia a adega...E não planeja ir atrás dela desarmado né? Toma aqui essa espada, está meio velha mas já é de algo, agora "xispa" daqui logo.  E NÃO SE ESQUEÇA DE TRAZE-LA PARA NÓS.

A espada oferecida pelo segurança estava enferrujada, e o fio não era dos melhores, mas era utilizável. O perfume e os passos antes ouvidos não eram perceptíveis agora. Se tinha algo que Vince era bom, era em rastrear alguém, só precisava bolar o plano.

Garota do cartaz(Mizuo Haru) :
 


Histórico do Vince:
 



Spoiler:
 

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MensagemAssunto: Re: Salire del cacciatōri do sōldi   Salire del cacciatōri do sōldi EmptySeg Maio 16, 2016 9:10 pm



La caccia ha iniziō  
UM TRITÃO, MICQUEOT, DINHEIRO E Mizuo Haru



Agora finalmente meus objetivos estavam andando para frente, consegui informações das quais queriam com os homens que se encontravam na adega, na verdade não eram simples homens e sim guardas me tratando como já era de costume, a minha presença não era requisitada já que carregava fardos por ter nascido um chordata bípede. Um dos guardas havia me dado um cartaz com informações de uma pirata procurada pela marinha, não havia parado ainda para ler informações sobre a mesma porém havia visto seu rosto e lido seu nome e a recompensa, não só as informações da minha caçada o homem ainda me deu o privilégio de não gastar dinheiro com nenhuma arma, não era de primeira mão, porém iria me auxiliar bastante.

Mizuo Haru? Mamma mia quem tem esse tipo de nome horrível?! — Me perguntaria irritado enquanto lia as informações da procurada.

Antes de caminhar para começar a caçada faria uma leitura atenciosa enquanto ao cartaz, olharia todas as informações ali e guardaria bem o rosto da menina em minha mente, ficaria atento as características e o nome.

Preciso de chegar até ela... — Pensaria atento enquanto observava a imagem da garota, sorrindo de uma maneira ansiosa e impaciente.

Voltaria agora a perceber o aroma antes imperceptível, se a espada fosse vir com uma bainha guardaria-a e colocaria nas costas. Puxaria o ar profundamente para dentro dos meus pulmões afim de procurar uma direção de onde vinha tal perfume e caminharia em direção até lá, fecharia seus olhos focando apenas no olfato e audição, andaria em passos calmos com o corpo curvado para frente não ligando para o quê as pessoas que pudessem vê-lo iriam achar, caminharia concentrado unicamente no perfume até acha-lo.

Caso achasse ficaria alguns passos longe e olharia para a pessoa, tentaria analisar quem era e se tinha feições parecidas com a de Haru, caso tivesse não economizaria tempo e logo observaria em volta para ver se não tinha muitas pessoas presentes, andaria em passos lentos e calmos até a garota ficando frente-a-frente com ela.

Mizuo Haru? Você é ladrō bambinō dessa ilha? — Manteria sua expressão séria e fechada enquanto a menor.

Já que não gostava de perder tempo logo desembainhava sua arma e empunharia contra a garota, ficaria atento a distância que estava dela e a área onde possivelmente pudessem lutar, não tiraria os olhos dela e ficaria com os ouvidos atento em todas direções de algum movimento extra ou alguma surpresa no cenário. Empunharia a arma com as duas mão para dar mais potência para a mesma, afastaria seus pés e deixaria seu corpo rígido para receber golpes como sempre fazia devido sua baixa mobilidade causado pelo tamanho e o peso excessivo. Deixaria garota tomar a primeira ação e aguentaria o golpe se fosse abaixo do pescoço, caso fosse acima levantaria a espada para proteger meu rosto. Aguentaria a dor e logo tentaria se recompor para contra-atacar com tudo que eu tinha em direção as pernas da garota para tentar imobilizá-la, um corte único e horizontal desenfreando toda minha força de tubarão, sem intuito de matá-la.

Caso chegasse ao aroma e não fosse Mizuo Haru não ficaria perdendo muito tempo com o dono(a) do aroma, apenas fungaria um pouco o ar para aproveitar um pouco mais do perfume e logo caminharia em direção para o porto para colher mais informações sobre a pirata.

Mizuo Haru, me digam sobre essa ladrō bambinō... —
Falaria com um tom grosso mostrando o cartaz para quem estivesse no porto.

Caso achasse Haru ao chegar no aroma e ela fugisse deixaria ela tomar distância e correria atrás dela o máximo que pudesse obtendo noção da minha mobilidade prejudicada, mas tentaria ficar fora da visão dela até que ela achasse que eu não estava mais seguindo-a, assim rastrearia a distância prestando atenção em seus passos até onde fosse, algum lugar onde fosse com um espaço pequeno ou em uma casa.

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MensagemAssunto: Re: Salire del cacciatōri do sōldi   Salire del cacciatōri do sōldi EmptyQua Maio 18, 2016 11:57 am

Vince

Depois de zombar do nome da procurada e pegar sua espada enferrujada, ainda sem bainha, Vince analisava o cartaz que os seguranças haviam lhe dado, memorizava a fisionomia e nome de Mizuo Haru e partia em busca dela. Sua intuição o fez imaginar que a garota do cartaz seria a mesma dona do perfume de morango de algum tempo atrás, talvez sua aparência gentil aparente ser alguém que usaria tal perfume... Porém como dito antes o aroma era imperceptível, aquele doce perfume já não estava por perto, passos também não eram ouvidos, o quê será que fez a pessoa que estava seguindo-o, parar?

Entretanto alguns metros a frente, quando Vince mantinha sua estratégia de procura, ele sente uma fragrância que lembra a do morango, porem muito mais fraca, eram apenas resquícios, assim como começava a escutar uma bela cantoria, uma voz feminina quase angelical desferia versos de dentro da floresta.

O tritão segue tais rastros floresta a dentro, sempre muito atento ao seus arredores, evitando surpresas desnecessárias. Após andar um pouco dentro da floresta densa, Vince finalmente acha a origem daqueles resquícios do perfume, eram apenas roupas no chão, dobradas e organizadas, ao lado duas botas muito pequenas, porem a cantoria estava mais a frente, vinha de um pequeno lago, Vince sabia disso por causa do cheiro da terra molhada e do som refletido pelo água.

Nenhum cheiro era emitido pela garota, talvez a água tenha tirado o perfume, mas com certeza a garota era a dona daquelas roupas, pois estava banhando-se no lago em meio a floresta, onde pouca luz do sol passava por entre as folhas das árvores, Vince vendo aquela cena, empunhava sua espada, e partia em direção a jovem cuidadosamente.

- Mizuo Haru? Você é ladrō bambinō dessa ilha?

Dizia o tritão para a garota, que virava seu rosto para Vince mostrando uma face de surpresa e medo, um homem tubarão branco estava em sua frente. Vendo a espada na mão do rapaz a garota não pensa duas vezes em correr, dez metros de terra e todo o lago separavam os dois, e o espadachim não via outra escolha se não segui-la, porem sua percepção o mostra que aquele território era repleto de perigos.
Entretanto distraído pela fuga de Mizuo ele pisa em uma linha de náilon camuflada, um pequeno som de mecanismo é escutado e então uma flecha passa rente ao seu rosto, porem não o acerta, o tritão percebe também uma armadilha de urso, coberta em folhas porém salta por cima desta, em sua aterrissagem percebe que havia um buraco encoberto ali, o rapaz escorrega na borda mas consegue manter seu equilíbrio e não cai lá dentro, porem aquilo havia o atrasado, ele ia perder o rastro da garota, ainda precisava atravessar o lago, mas água não seria problema para um tritão, por mais que água doce não fosse o desejado por um tubarão branco, o impulso que tomaria na água, seria mais que o suficiente para alcançar a garota. Entretanto não se pode aplicar sua percepção dentro d'água, ainda mais sendo um lugar que Vince tinha tanta confiança, assim no momento que começa a tomar impulso na água, uma rede enorme sobe do fundo do lago, em direção as árvores do topo capturando o espadachim tritão, que se debatia na armadilha mas de nada adiantava, sua espada havia caído no chão, porem talvez conseguisse arrebenta-la com seus dentes.

Antes que pudesse tentar isto, três homens, de cabelos pretos, ternos, e barbas meticulosamente cortadas aparecem, atrás deles estava Mizuo, ofegante da corrida e vestindo apenas um grande camisa masculina que lhe fora dado e dizendo.

- *cof cof* Esta ai o tritão que pediu... Agora me de meu dinheiro..*cof cof*...desculpe tritão-san.

O líder dos três homens tira o charuto que estava tragando da boca e agradece a garota, e ainda lhe da uma enorme quantia em dinheiro. O sotaque deste homem lembra muito o do próprio Vince. A ladra, que revelava-se um incrível estrategista, e com dotes de atriz para fingir estar surpresa com Vince anteriormente, vai atrás de suas roupas, enquanto o líder dos homens com um sorriso no rosto fala para o tritão.

- KiaKiaKia! bambinō....bambinō... Você parece forte, dará um ótimo escravo! Ou talvez devesse te colocar nas Lutas Underground..humm.. Mostre-me do que é capaz e vamos ver...


Histórico do Vince:
 

Spoiler:
 

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MensagemAssunto: Re: Salire del cacciatōri do sōldi   Salire del cacciatōri do sōldi EmptyQui Maio 19, 2016 9:16 pm



Un giornō, l'altra di caccia cacciatōre
Um tritão, Micqueot, armadilha e Mizuo Haru



Havia finalmente achado minha procurada, ela se residia em uma floresta com um pequeno lago que impedia-me de capturá-la, porém, não era um imprevisto que iria me parar, a garota não ficou muito surpresa com minha reação espontânea de logo ao vê-la partir para o ataque. Logo depois de um tempo de tentativas falhas ao tentar capturá-la fui preso por pessoas desconhecidas, meu corpo foi envolvido por uma armadilha de caça a peixes, o quê me deixava mais irritado do que o normal.

Figliō bastardō di una cagna rōgnōsa! Disse ao me encontrar capturado pelos homens.

Ficaria agora observando entre as tranças da rede cerrando os dentes de raiva, ao me ver preso e Mizuo Haru em liberdade possivelmente feliz pela minha captura, aquela situação realmente me deixava confuso pois não fazia a minima ideia de quem eram os homens ou pelo qual motivo haviam me capturado, meu raciocínio rápido levou a conclusão que meu alto preço no mercado negro atraiu os homens, já que Micqueot é uma cidade com vários beberrões não faltavam homens para o serviço.

Per Diō, che avrebbe que existiria alguém nessa simples cidade com inteligência suficiente para poder me capturar com simples atos desse jeito — Diria convencendo-se que aquela situação estava sobre controle, ainda cerrando os dentes mas com uma expressão sínica na face de tubarão — E vocês, quem são? Esse sotaquê eu conheço apenas por duas pessoas, você veio da Grand Line?

Ao perceber que as palavras do homens eram me familiares muitos pensamentos viriam a minha mente, meu corpo imediatamente entraria em um certo transe fraco, começaria a suar e frio e engoliria seco a saliva, meus olhos ficariam arregalados e em transe observando as feições dos homens, porém, não conseguiria pensar em uma forma mais fácil de escapar dali, mesmo que meus dentes afiados talvez pudessem rasgar aquelas linhas da rede para que pudesse escapar.

Es... Escravo? — Diria gaguejando e com o corpo totalmente imóvel, sua visão estava para o rosto dos "sequestradores" porém minha mente estava distante dali — Você... Você disse es.. Escravo?


Inicio de Flashback

Você agora é meu papa? — Dizia com voz grave e amedrontada em direção a porta de madeira.

Era um simples tubarão criança com oito anos de idade, não lembrava exatamente como havia parado dentro daquela sala pequena e de concreto com apenas uma janela com grades para poder ver um pouco do brilho do sol, dentro da sala havia uma cama, uma privada e um chuveiro, sempre depois do serviço tinham pessoas que cuidavam de mim e me jogavam lá para sofrer.

Você tem sete minutos para descansar, inútil! — O homem engravatado dizia na porta, a luz de fora fazia uma enorme sombra sobre ele mostrando apenas sua silhueta formosa.

Minha mente não conseguia entender o por quê me tratavam daquele jeito, eu era tão ingênuo e tão pequeno, mal conseguia usar o dialeto de outras pessoas e nem sabia direito como viver, sentia muito falta do amigo enguia que havia feito ao chegar lá a três meses, não me sentia em casa, não me sentia feliz e as vezes com o tratamento que recebia mal me sentia vivo.

Papa! Papa! Eu quero você, papa! —
Gritava em meio aos prantos sentado no chão com as pernas esticadas e os dentes afiados a mostra sendo banhados por rios e rios de lágrimas.

Eu não disse que você podia ficar gritando, eu disse que você tinha sete minutos de descanso! — O homem que nem sequer havia saído da porta agora fechava-a e entrava com uma voz grossa e agressiva.

O agressor nem ao menos se explicava já entrava dando um pontapé forte em minha cara, caí para trás batendo a nuca no chão e ficando deitado com a mão na cabeça chorando ainda mais por dor, o homem não se sentia misericordioso e nem ao menos tinha um nível de humanidade para não bater em um ser tão indefeso e ingênuo.

Se não fosse pela sua raça minha irmã estaria viva, seu imundo! — Ele dizia enquanto desferia golpes em minha costela.

Uma seção de chutes foram desferidos contra minha costela sem que ao menos pudesse defender, eram um atrás do outro sem explicação, apenas conseguia ficar ali deitado tentando colocar o braço para amenizar o dano dos golpes desferidos, fiquei ali por cerca de cinco minutos até que o homem se cansou e ajeitou seu smoking.

Agora você tem dois minutos! — Voltou a ficar me vigiando da porta com um sorriso irônico e o pé encharcado de sangue.

Com o coração partido, perdido, sem noção de onde estava e porquê estava lá ganhei um sentimento diferente, a dor, aquela dor incensante em minha costela só me fazia ser mais resistente, em meio a lágrimas procurava um motivo para ser tão odiado, tentava saber o porquê de minha raça ser os demônios que caminham sobre a terra.


Fim do Flashback


Voltaria do transe sem saber onde estava, procuraria olhar para os lados com a visão fraca, respiraria fundo e balançaria a cabeça tentando recobrar a consciência de onde estava, ficaria atento aos sons do local e fungaria o ar para saber qual seria a fragrância do local e analisaria a geografia para tentar assimilar a algum local visto antes. Caso não estivesse mais preso procuraria andar ou nadar de onde estava procurando respostas, procuraria minha arma até então perdida evitaria ser visto ou estrar na presença de pessoas, ficaria sempre atento a presença de qualquer inimigo ou pessoas que pudessem intervi-lo.

Per Diō onde... Estou? — Diria para qualquer pessoa que por desventura me encontrasse ou estivesse perto de mim.
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MensagemAssunto: Re: Salire del cacciatōri do sōldi   Salire del cacciatōri do sōldi EmptyTer Maio 24, 2016 8:10 pm

Cancela por favor.

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MensagemAssunto: Re: Salire del cacciatōri do sōldi   Salire del cacciatōri do sōldi EmptyQua Maio 25, 2016 10:31 pm

Aventura cancelada a pedido do jogador.
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MensagemAssunto: Re: Salire del cacciatōri do sōldi   Salire del cacciatōri do sōldi Empty

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