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 O Tempero da Vida

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MensagemAssunto: O Tempero da Vida   O Tempero da Vida EmptyTer 03 Maio 2016, 01:58

O Tempero da Vida.

Aqui ocorrerá a aventura do(a) civil Morgan Alma. A qual não possui narrador definido.


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MensagemAssunto: Re: O Tempero da Vida   O Tempero da Vida EmptyQua 04 Maio 2016, 23:10

E aqui estou. Imagino o que o velho está fazendo agora, provavelmente ainda está rindo enquanto come alguma coisa feita a mão naquele navio... "HAHAHA, Você devia provar o bolo de chocolate com glacê que eles fazem, garoto! AH! Espera, você não pode! HAHAHA" ou algo do tipo... Mesmo virando só mais um cozinheiro numa grande rede de restaurantes o meu velho nunca perderia uma chance de me zuar. Ahhh... Bom, o meu legado não vai se construir com suspiros, é hora de ver se o que aquele barbudo me ensinou vai servir para algo mesmo!

Primeiro procuraria padarias, doces e pães são minha especialidade, afinal! Se não achar nenhuma o próximo da lista seria cafés. Hmm... Quem sabe não trabalho um pouco como garçom além de cozinheiro e conheço melhor as pessoas da ilha? Provavelmente vou ficar aqui por um tempo antes de voltar para Lvneel... E se não tiverem nem padarias ou cafés procurarei por restaurantes ou lanchonetes, essa seria minha ultima opção porque provavelmente me contratariam como um assistente invés de um cozinheiro ou chefe, ah, talvez esteja querendo demais procurando um emprego como chefe, mas não custa nada tentar! Haha.

Ok, primeiro iria para a cidade e procuraria na área mais populosa, falando com as pessoas perguntaria qual era o estabelecimento que vendia a melhor comida da cidade e iria até lá. Se chegasse no estabelecimento procuraria por algum dos funcionários e falaria algo do tipo... Uh...

--Yo! Parece que as coisas estão bem movimentadas por aqui, não? Vocês precisam de um par de mãos extra na cozinha? Estou procurando emprego por aqui e sei uma coisa ou outra sobre cozinhar!

Se a resposta fosse positiva com certeza ficaria animado e perguntaria sobre onde eu iria trabalhar, se fosse negativa iria voltar as ruas e seguiria o mesmo processo até achar algum lugar que precisasse de um cozinheiro ou até procurar em todos os estabelecimento abertos naquele horário. Hum, parece um bom plano, vamos fazer isso!
Objetivos:
 

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MensagemAssunto: Re: O Tempero da Vida   O Tempero da Vida EmptyTer 10 Maio 2016, 15:18


     

 Muito Prazer!!! Eu sou o Willy o grande cozinheiro. 

Somente os imprudentes ou os muito corajosos se arriscam de livre e espontânea vontade em cometer crimes na cidade Malkihan Island, o clã Ant-Bullet já mostrou se alto potencial fazendo com que os dicadões local não sinta nenhuma falta de um QG da Marinha. Um aventureiro, espadachim e cozinheiro, caminha pelas ruas da cidade ainda é muito cedo, porém o mesmo segue em busca de padarias, buscando por um emprego na sua área de especialização.

O inverno toma conta no momento, uma pequena brisa gelada passa pelo rosto de Morgan que segue seu caminho, durante seu caminho logo avistava uma padaria, estava abrindo agora, seus olhos brilhavam era seu real foco no momento. De repente, nas moitas à sua esquerda, o cozinheiro ouve um estalo de um galho que se quebra sob um pé desajeitado. Em seguida, ouve um gemido, seguindo de um ruído seco de um corpo caindo ao chão. Ao olhar para baixo, você vê um velinho bem pequeno com uma grande barba cerrada, seu rosto contorcido em dores , protegido por uma cota de malha de ferro e em suas mãos o mesmo carrega um cobertor de pele de carneiro. Ele tosse e geme. Senta-se então rigidamente, os olhos fixos à sua frente, e começa a gritar." - Quero doces!!! Quero doces!!! Quero doces!!!!"

Apontava em direção a padaria, esbugalhava seus olhos e em seguida voltaria a dizer. " - Eles tem o melhor doce da cidade, eu preciso de doces!!!!!" O velho, anão, demonstrava um enorme desespero algo incompreensível para alguns, porem para um cozinheiro que sabe o valor de uma comida, ou o quanto o sabor dela é importante, talvez deva saber o que se passa na cabeça do rapaz. Em seguida o mesmo se cobria sobre aquela suave brisa gelada e caia no sono, começava a falar enquanto dormia. " - O melhor doce da cidade." Morgan então caminhava em direção a padaria, cheio de sonhos, assim que entrava no estabelecimento, seus olhos não acreditava muito no que estava vendo. Vitrines com os mais diversos doces diferentes, chocolates, confeccionados de maneira incrivel, logo era atendido por um rapaz.


" - Meu nome é Willy como posso ajudar?" O cozinheiro oferecia para um emprego, então o estranho dono dava uma pequena rizada, ele era um pouco estranho por um momento ficou olhando fixamente para os olhos de Morgan, parecia que estava querendo lembrar-se de algo, logo deu uma gargalhada e completou. " - Ha é sempre bom ter braços extras, de fato preciso de alguém para me ajudar a atender as pessoas e as vezes fazer algumas entregas para mim." Uma pausa começou a olhar o cozinheiro de cima a baixo. " - Você é um espião da concorrência? hum seu traje é diferente, Talvez tenha vindo de outro lugar, me fale um pouco de você e em seguida leve essas duas rosquinhas de chocolate para o velho, nome dele é Perna Grande, irônico não? Para um anão hihaihsihai." Assim que voltar arrume as mesas e cadeiras logo teremos clientes.

Willy:
 

OFF:
 


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MensagemAssunto: Re: O Tempero da Vida   O Tempero da Vida EmptyQua 11 Maio 2016, 21:26

Isso sim que era surpresa! Quando achei uma padaria na cidade, um velho com dependência de glicose aparece na minha frente! Parecia que não tinha ingerido sua dose de açúcar e estava sofrendo, podia entender como se sentia, também era um grande fã de doces, mas aquele velho parecia precisar mesmo dos doces daquela loja! Logo me ajoelharia perto dele e tentaria acalma-lo, lhe garantindo que conseguiria um pouco de doce. Não podia deixar ele ali, sofrendo na fissura de açúcar. Logo entro na padaria ficava surpreso, já tinha visto confeitarias bem populares antes, mas essa era simplesmente impressionante. Observava com curiosidade todos doces a mostra, me maravilhando com a variedade e especulando o sabor de cada um, quase me esquecendo do velho na rua.

Ao encontrar com o dono logo após fazer a apresentação que tinha planejado pedia que desse qualquer doce que tinha para o velho na rua que necessitava muito dos produtos da loja. O dono então se põe a me olhar, talvez analisar, julgar? Fiquei um pouco surpreso, mas mantive um olhar serio enquanto fazia o mesmo com ele, observava suas roupas, sua bengala, seu cabelo, rosto e, o mais importante, sua bela cartola. Será que todos os donos de confeitarias por aqui se vestem assim? Se for verdade eu definitivamente tenho que conseguir uma cartola dessas!

" - Ha é sempre bom ter braços extras, de fato preciso de alguém para me ajudar a atender as pessoas e as vezes fazer algumas entregas para mim."

Logo eu sorria ao ouvir a resposta dele, mas logo em seguida eu levantava uma sobrancelha em estranhamento quando ele disse...

" - Você é um espião da concorrência? hum seu traje é diferente, Talvez tenha vindo de outro lugar, me fale um pouco de você e em seguida leve essas duas rosquinhas de chocolate para o velho, nome dele é Perna Grande, irônico não? Para um anão hihaihsihai."

Recebia as rosquinha ao mesmo tempo que ficava olhando para o homem por um tempo. Que tipo de dono de um negocio aceita um possível espião como seu mais novo empregado? Mas mesmo com o estranhamento eu forço uma resposta.

--Ah! Ahh... Meu nome é Morgan, Morgan Alma. Fui aprendiz de um chefe cuca em Lvneel durante minha infância, mas devido a... circunstancias... Eu não estudo ou trabalho mais para ele. Então vim para essa ilha em busca de trabalho, para começar um dia meu próprio legado no mundo culinário. Prefiro pratos populares aos gourmet e adoro doces também! Eu vou entregar essas rosquinha ao velho lá fora, com licença.

Diria curvando levemente a cabeça e voltaria para a rua. Procuraria o velho que parecia desesperado por doces e novamente me ajoelharia perto dele. Se estivesse dormindo colocaria as rosquinhas em suas mãos e tentaria fecha-las sem desperta-lo, se estivesse acordado simplesmente entregaria o produto para ele com um sorriso e diria...

--Espero que isso ajude, velhote. Vê se cuida do seu nível de açúcar.

Depois voltaria à padaria para começar meu primeiro trabalho na ilha. Ao entrar tentaria observar melhor o interior, ver o espaço disponível, onde provavelmente ficava a cozinha, a quantidade de mesas e cadeiras e se estavam empilhadas ou não, basicamente tentaria explorar melhor meu ambiente de trabalho.

--Só preciso arrumar tudo por enquanto, Sr.Willy? Ou gostaria que eu fizesse outro trabalho também?

Diria enquanto já iria procurar pelas mesas, começando a arrumação por elas, colocaria-as igualmente distantes uma das outras e bem espalhadas pelo espaço que estivesse disponivél, então pegaria uma cadeira de cada vez e colocaria elas junto as mesas, vendo o numero de cadeiras adequando dependendo do tamanho da mesa, quatro cadeiras por mesa ou talvez duas por mesa? Iria depender. Isso parecia muito com o trabalho que fazia para o velhote antes de abrirmos o restaurante... É um pouco nostálgico...

off:
 

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MensagemAssunto: Re: O Tempero da Vida   O Tempero da Vida EmptyQui 12 Maio 2016, 17:09


     

 Muito Prazer!!! Eu sou o Willy o grande cozinheiro. 

Sua caminhada até Perna Grande é rápida, já que o mesmo não estava muito longe da padaria , sujo e com fome por doces, o mesmo logo arregala os olhos para as rosquinhas de chocolate, em seguida pega de sua mão e faz um gesto meio que escondendo elas, olha nos seus olhos e Perna Grande fala. " - É meu, precioso!!!!" O velho anão demonstra estar bem obcecado por sua rosquinha de chocolate e por um instante ele começa a falar com ele mesmo. " - Você não acha que devíamos oferecer um pedaço?" respirou e voltou a falar. " - Não!!! é nosso!!!!" Rapidamente começava a comer, saboreava sua comida.

Você deixa o velho, voltando então para o seu trabalho, logo começa a arrumar as mesas e cadeiras. Willy meio que ignora por hora sua pergunta e diz a você algumas instruções que ele pede para ser seguida durante o tempo que ficar trabalhando com ele. " - Olhe meu caro, as coisas aqui são bem simples, ninguém pode jogar comida fora. Temos alguns clientes meio VIP, o poderoso clã de caçadores que protege nossa ilha. Ah sorria sempre e e e e e e... " Ele suspira e volta a falar. " - Ha deixa pra lá esqueci, o importante é que está quase na hora da clientela." Ele começa a arrumar ainda mais algumas pratilheiras e o que mais impressiona é o formato dos doces, eles são diferentes, Willy mostra uma criatividade incrível, tanto que o mesmo fez uma espada de chocolate, parece ser fácil, mais os detalhes a lamina de chocolate branco e o cabo da espada de chocolate suíço com algumas nozes, parece tão real.

" - Ah, sim" diz Willy lentamente, esfregando o queixo - " Hoje é só um teste, se passar, amanhã terá que estar aqui bem mais cedo para me ajudar na cozinha, pois precisamos adiantar as pratilheiras com as variedades de doces .... ah proposito enquanto trabalha hoje atendendo, pense em algo diferente para mim. Lembre-se que tudo é possível aqui!!!" Falou o misterioso mestre cuca, enquanto limpava seu balcão.

Animais estranhos soltam gritos, e roídos ecoam pelas árvores e isso podia ser ouvido da li, aparentemente vinha do zoológico da cidade. Finalmente começava a chegar pessoas, logo um casal jovem dava bom dia e sentava em uma das mesas, em seguida um rapaz de aparência bárbara com um porrete enorme sentava mais a esquerda. Não parava de chegar pessoas duas jovens sorridente mandava aquele bom dia e sentava próximo a porta. " - Jovem, pode começar a atende-los ... Hoje vai ser um dia e tanto."

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MensagemAssunto: Re: O Tempero da Vida   O Tempero da Vida EmptyQui 12 Maio 2016, 18:36

Parece que vou trabalhar como garçom no primeiro expediente. Além disso preciso pensar em algo para o Sr.Willy... Hmm... Vai ter que ser algo bem... Peculiar... Se eu quiser impressionar ele. Mas por enquanto vou me focar no trabalho atual. Primeiro iria ao rapaz com aparência barbara, parecia estar sozinha, então teria pouco com que se distrair enquanto esperava por seu pedido. Procuraria algum papel ou bloco de notas e algo para escrever no balcão para anotar os pedidos, se não encontrasse nada faria o meu melhor para memorizar cada pedido, só esperaria que o Sr.Willy não tenha dado nomes muito difficiles para seus doces...

Depois de procurar pelo material de escrita e encontra-lo ou não, iria para a mesa do homem bárbaro e, com um sorriso calmo e amigável(pelo menos na minha mente), perguntaria o que desejava pedir.

--Bom dia, senhor! O que gostaria de pedir hoje?--Diria alegremente para o cliente, afinal era o meu primeiro emprego na cidade, estaria bem animado.--Okay, deseja comer aqui mesmo ou é para a viagem?--Diria em seguida, se ele respondesse.

Falaria para o rapaz e, em seguida, anotaria seu pedido ou tentaria memoriza-lo repetindo varias vezes os nomes dos produtos na minha cabeça. Caso não tivesse um bloquinho, voltaria para o balcão e informaria o pedido, esperaria que o mesmo estivesse pronto e levaria para o senhor bárbaro, depois repetiria o processo com os outros clientes naquele momento. Caso tenha encontrado um bloquinho, iria anotar os pedidos dos outros clientes antes de retornar, informar os pedidos e esperar que estivessem prontos; se fosse possível carregaria os três pedidos juntos para as respectivas mesas, se houvesse algum risco de derrubar os doces carregaria um por um, checando o bloquinho antes de entregar o que os clientes pediram.

Caso algum cliente não saiba o que queira e peça uma recomendação eu provavelmente paralisaria por um instante. Era novo ali e não sabia exatamente o que serviam, mas tudo que serviam parecia incrível. Olharia para dentro da loja, nas prateleira tentando identificar melhor os itens e procurando algo que agradasse os clientes. Precisaria ver algumas opções na loja antes de decidir fazer uma recomendação. Não queria que ninguém saísse dali com uma má impressão minha ou da loja do Sr.Willy, ele parecia uma boa pessoa, mesmo sendo um pouco... excêntrico.
off:
 

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Última edição por Senshi em Seg 16 Maio 2016, 13:33, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: O Tempero da Vida   O Tempero da Vida EmptySab 14 Maio 2016, 20:36


     

 Muito Prazer!!! Eu sou o Willy o grande cozinheiro. 

Você logo obtém no balcão de Willy um bloco de notas e uma caneta, em seguida você caminha até o bárbaro e pergunta do que ele gostaria de comer. Ele o encara desconfiado, talvez pelo fato de ser novo no estabelecimento e estar acostumado com Wonka. - " Você arranje para mim um machado sangrento capirotal, ah isso é tão bom, lembra de como eu massacro meus adversários." O doce é bem simples ele tem um formato de uma machado, pequeno, feito de chocolate, chocolate branco e cobertura de moranga na lâmina do machado, em seguida o mesmo voltou a falar. - " É para eu devorar agora homenzinho." Você anotava em seguida começava a atender os outros no estabelecimento, o casal pedia rosquinhas de diversos sabores para viagem. E as suas jovem sorridente em seguida pediam copo de café com chantili a modo especial, uma delas pediam um bolo com formato de coração e a outra um bolinho de chocolate com formato de ursinho.

Do lado de fora logo você vê chegando um homem, de barbas longas. Está usando uma roupa nobre, mas tem uma aparência ambiciosa e segura em sua mão alguns papéis. Não é nada menos que o prefeito e o dono do zoo, Krieg. - " Não gosto muito dele ... " sussurra Willy ao seus ouvidos, em seguida ele volta a falar em um tom bem baixo. - " Ele é é é é , esqueci!!! Bom mesmo assim ainda é um cliente." Completa o dono da padaria. Você rapidamente começa a ler os pedidos que anotou, para atender da melhor maneira possível, enquanto mais pessoas começa a chegar no estabelecimento, hoje parece um dia bem movimentado. Enquanto atende um, outros o chamam parece uma loucura enquanto Krieg está sentado apenas observando. Quando você chega para atende-lo o mesmo diz. - " É eu sou o prefeito da cidade, então acho que devo comer de graça aqui hahahahaha. Quero o melhor doce que você tem para me servir garoto."

Em seguida todos começam a sussurrar parece que vem chegando mais pessoas importante, você depara com um homem imenso, com músculos como que de ferro, ele trás alguém amarrado pelas pernas e braços. Seu rosto e peito mostram os sinais de sangramentos ele fala com um tom de voz calmo apesar de tudo. - " Antes de levar esse daqui preciso de algo para comer." E Willy faz questão de atende-lo pessoalmente, de fato ele é um membro do Clã Ant-Bullet, Willy diz que ira levar a comida até o navio e que aproveitaria para bater uma boa prosa, o homem forte aparenta ter gostado da ideia e o cozinheiro apenas fala com você. - " Nesse tempo deixo tudo em suas mão garoto." Morgan agora esta sobre o controle da padaria.


OFF:
 

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MensagemAssunto: Re: O Tempero da Vida   O Tempero da Vida EmptySeg 16 Maio 2016, 13:36

Alguns dos clientes eram tão peculiares quanto o dono, pelo visto... Felizmente não tive problemas em atender os clientes, até acho que estou apreendendo um pouco sobre a ilha. Aquele prefeito, por exemplo, mesmo sem o Sr.Willy comentar tava na cara que não parecia ser gente boa, usando sua posição na sociedade para comer de graça aqui... Os restaurantes normalmente não cobram celebridades porque gostam de fazer propaganda só com o fato de que politico x ou ator y comeu em seu restaurante, mas algo me diz que esse cara não é o ídolo da ilha. O que foi bem diferente do individuo que chegou aqui arrastando um homem, eu quase gritei por ajuda achando que era algum pirata, mas pelo jeito era uma pessoa importante, o Sr.Willy fez questão de atende-la, não sabia ao certo quem era e nem tive tempo de perguntar porque meu chefe estava saindo para fazer uma entrega pessoalmente e ao sair me desse:

" - Nesse tempo deixo tudo em suas mão garoto."

--Ah, ok, boa viagem, Sr.Willy.

Respondi sem pensar enquanto acenava para ele, só depois foi que a ficha caiu.

--Espera... O QUE?!

Ele tinha acabado de sair e me deixado no controle?! Eu nunca tive um chefe assim! Bem, meu unico chefe foi o velhote, mas isso não vem ao caso. O Sr.Willy confiava muito nas pessoas ou era só muito inocente? Bah, de qualquer forma, melhor continuar o meu trabalho, mas sem ele por perto, como eu ia saber qual doce era o certo? Depois de atender aquele bárbaro percebi que além da loja e dono até os doces eram peculiares. Procuraria então por um menu com as figuras dos doces, para que pudesse discrimina-los. Aquele prefeitinho provavelmente ainda estava esperando pelo melhor doce da loja... Isso é meio subjetivo, mas para pessoas como ele, eu vou assumir que é o doce mais caro. Se achasse um menu adequado para minha necessidade, acharia o produto mais caro e em seguida procuraria por ele no balcão, na cozinha ou em algum estoque que a loja tivesse. Se não achasse apenas procuraria pelo doce mais extravagante e aparentemente caro, talvez um bolo em forma de carteira?

Se no meio dessa procura encontrasse outro empregado(a) da loja ficaria muito aliviado em saber que o Sr.Willy não me deixou sozinho aqui. Sorriria e perguntaria a ele se tínhamos algum menu com os preços e fotos dos produtos, caso não tivesse achado. Também iria me apresentar e informa-lo(a) que o Sr.Willy tinha saído.

--Ele parecia respeitar muito aquele homem, acho que era o mesmo com alguns clientes, mas posso não estar certo. Saberia quem ele é?--Perguntaria se encontrasse um outro empregado(a).

Se não encontrasse ninguém apenas pegaria o doce que estava procurando e voltaria para o prefeito.

--Desculpe pela demora, Sr.Prefeito! Aqui está, espero que aproveite.

Depois seguiria para atender os outros cliente com bloquinho e caneta em mãos, da mesma forma de antes, anotando os pedidos de três e voltando para pega-los no caixa, me orientando pelo menu ou apenas pelo nome deles e a aparência dos doces, caso não encontrasse um menu.
off:
 

Objs:
 

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MensagemAssunto: Re: O Tempero da Vida   O Tempero da Vida EmptyQui 19 Maio 2016, 18:37


     

 Muito Prazer!!! Eu sou o Willy o grande cozinheiro. 

Estar no controle era um teste de fogo, ou até mais do que isso quem sabe um aprendizado, até porque o jovem cozinheiro um dia pode ter seu próprio estabelecimento e precisaria estar preparado para isso. Você então olhava e analisava assim pelo preço deduzia qual era o melhor doce era. " O Super Mega Catastrófico Bolo da Fantástica Padaria de Chocolate." O bolo era surpreendente ele tinha o formato de uma miniatura da padaria e tudo nele era feito de chocolate com as combinações mais peculiares. Chocolate Amargo, Chocolate Branco, Ao Leite, etc. Você então ouve uma voz. " - Ei não esqueça depois de ir la dentro pegar o que ja esta pronto para reabastecer as pratilheira."

Por um instante você acha que está ouvindo coisas e a voz volta. " - Ei, aqui em baixo." Então você olha para baixo é um homem bem pequeno, está usando uma máscara e roupa de confeiteiro. Em seguida o pequenino sorri e tira a máscara que ele usava para proteger os alimentos e ele diz. " Willy saiu ? E nem falou nada, aff, bom eu estarei na cozinha meu jovem." O que mais te chama atenção é que ele é muito pequeno.

Você então pegava um pedaço do bolo mais caro para servir o prefeito, assim que você coloca na mesa ele diz. " - Pedaço pequeno em!!! Quero um maior. Me traz enquanto vou comendo esse." Você consegue atender os outros, porem a auto demanda começa a ficar cansativa ao mesmo tempo que um sai, logo em seguida outro entra. O bárbaro antes de sair te da um comprimento típico do povo dele, com os punhos fechados ambos socam as mãos. " - Como é bom vim aqui atende todo tipo de pessoa." Ele deixa a mesa toda suja, parecia que um animal comeu ali. EM seguida você vê três pessoas chegando, não são qualquer um, casal próximo sede o lugar para eles e diz em sequencia. " - Vida Longa ao Clã Ant-Bullet."

Padoca:
 

Clã:
 


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