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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 2º Tale - Cold Breath

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MensagemAssunto: 2º Tale - Cold Breath   2º Tale - Cold Breath - Página 4 Empty6/4/2016, 19:04

Relembrando a primeira mensagem :

2º Tale - Cold Breath

Aqui ocorrerá a aventura do(a) revolucionária Elsa "Às" Volkerbäll. A qual não possui narrador definido.


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AutorMensagem
Volker
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MensagemAssunto: Re: 2º Tale - Cold Breath   2º Tale - Cold Breath - Página 4 Empty8/5/2016, 00:00

Não era capaz de evitar o suspiro de alívio com as palavras de Vicent, o tom de suas palavras inicialmente soavam até com certo tom de brincadeira e isso havia proporcionado uma reação positiva entre os demais revolucionários que se amontoavam ao meu redor para ouvir a conversa. – Fica agora em um lugar seguro. – comentava. – Mandarei sim! Durong estará indo até o encontro de vocês. – decidia, sem titubear. Mas ainda havia mais coisas a tratar e Vicent deixava isso claro ao fim de suas palavras, um assunto que não caberia em uma situação tão informal como aquela, com tantas pessoas ouvindo. – Tudo bem, estarei o esperando no acampamento para conversarmos. – mantinha a compostura e o tom firme na voz, antes de desligar o den den mushi e voltar a guarda-lo no bolso.

Foi quando o riso e os suspiros aliviados começaram a tomar conta do ambiente, surpresa, olhei ao redor a reação dos demais até cruzar o olhar com Durong, que aguardava por minhas instruções. Calmamente me aproximei dele para lhe dar suas novas ordens. – Vá até Vicent e traga-o até o acampamento, na volta limpem as pegadas. Os demais continuarão a seguir o que foi proposto anteriormente. Faça isso o mais rápido possível e tenha cuidado pelo caminho. – era concisa nas palavras e não tinha a menor intenção de perder tempo. – Vá! – apressava Durong com um movimento sutil com a cabeça, antes de voltar minha atenção para os demais homens.

Muito bem pessoal! As notícias foram muito boas, mas ainda temos trabalho a fazer! – batia com as mãos antes de as por na cintura. – Se apressem e assim terão mais tempo para descansar e comemorar se assim quiserem. - voltava a caminhar na direção do acampamento, esperando um pouco até que todos os demais fossem cumprir suas funções. Uma vez que isso ocorra, retornaria ao acampamento e verificaria com Kim a situação do local, principalmente se algum ferido teve se quadro agravado devido ao esforço. Fora isso, aguardaria pelo retorno de Vicent ou um sinal de Amara.



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MensagemAssunto: Re: 2º Tale - Cold Breath   2º Tale - Cold Breath - Página 4 Empty8/5/2016, 23:55

Narração
Vicent finalmente concedia um sinal para Elsa, mostrando que estava tudo bem ele apenas precisaria de alguém para guia-lo, mas a jovem tomava a decisão rapidamente, respondendo que enviaria Durong para cumprir essa tarefa. Entretanto o líder ainda deixava algumas das noticias mais importantes para lidar diretamente com Ás, até porque não achava sensato passar as informações da maneira em que estavam, rodeados de pessoas dos dois lados da linha. Com voz firme e decidida, Elsa encerrava a conversa, observando a reação animada dos homens em sua volta, a não ser Durong que pacientemente esperava as novas ordens após escutar seu nome mencionado na conversa.

- Vá até Vicent e traga-o até o acampamento, na volta limpem as pegadas. Os demais continuarão a seguir o que foi proposto anteriormente. Faça isso o mais rápido possível e tenha cuidado pelo caminho.

- Certo, então estou indo até lá agora mesmo.

Aceitava a ordem Durong sem pestanejar, Elsa ainda apressava o arqueiro para que agisse o mais rápido possível, com esse "empurrão" o homem se movia imediatamente para fora da área em busca de Vicent. Deixava para trás seus homens, ao comando da garota, por algum motivo todos olhavam atentamente para ela, esperando a reconfirmação da ordem dada. Entretanto esse clima não durara muito tempo, visto que logo Ás voltava sua atenção para o grupo, batendo palmas e esperando que iniciassem o processo de patrulha logo.

- Muito bem pessoal! As notícias foram muito boas, mas ainda temos trabalho a fazer! Se apressem e assim terão mais tempo para descansar e comemorar se assim quiserem.

Terminando as coisas por ali, os homens tomavam sua posição como dito anteriormente, enquanto a jovem voltava para o acampamento para verificar a situação do restante do grupo. Se aproximava a passos lentos, sendo possível avistar Kim tomando conta de todo o processo de reconstrução do acampamento. O arqueiro movia as mãos apontando locais para estabelecerem as barracas, também falava com alguns outros homens em dúvida, aparentemente nenhum problema havia surgido e tudo estava correndo de acordo com o planejado. O único problema que de fato enfreavam eram os feridos, muitos deles não podiam ajudar Kim, o mais preocupante deles era um garoto que parecia estar sofrendo, roçando os dentes e passando as mãos desesperadamente em sua perna.

- Ahh, minha perna.

De qualquer modo, passando-se alguns minutos de espera, Vicent chegava sozinho ao acampamento levantando gritos de felicidade, a maior parte parecia gostar bastante de seu retorno, além disso o líder também expressava uma expressão positiva e animadora. Quando tudo se acalmava novamente, Vicent observava Elsa levantando suas mãos em um gesto chamando-a, olhava para os  dois lados e aguardava a aproximação da garota, até que ela estivesse próxima o suficiente para questionar.

- Durong disse que precisava fazer algo antes de vir ao acampamento, ele me mostrou o caminho e ficou lá, mas logo deve estar aqui. Então... Onde podemos conversar melhor?
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MensagemAssunto: Re: 2º Tale - Cold Breath   2º Tale - Cold Breath - Página 4 Empty9/5/2016, 19:27

Após definir algumas alterações nas ordens, graças a ligação de Vicent, não via mais razões para continuar a interferir nas obrigações do grupo de Durong, uma vez que até o próprio arqueiro já havia partido para cumprir o que lhe fora mandado. Com todos os homens que eu tinha ocupados em seus afazeres e a volta de Vicent, decidi retornar ao acampamento para que pudesse acompanhar sua remontagem e obviamente me colocar a disposição para ajudar quem estivesse precisando. Mas naquele momento entre um ponto e outro, senti-me menos pressionada e apreensiva, em breve todos ali teriam seu real líder novamente e as coisas poderiam seguir sob uma real segurança de que não seríamos alvejados por inimigos. Os passos calmos encontraram seu destino após alguns minutos de caminhada e meus olhos não vacilaram em identificar Kim entre a multidão, o arqueiro gesticulava e coordenava uma pessoa ali e outra acolá, a reconstrução estava em um processo tranquilo, mesmo com o pequeno número de pessoas disponíveis para ajudar.

E era justamente a ausência de pessoas, nosso principal problema. Havia muitos feridos no local o que acabava por afetar diretamente em nossas ações. Podiam-se ter o acampamento pronto em menos tempo? Não saberíamos naquelas condições, mas não era culpa deles por estarem feridos. – Toda batalha cobra seu preço. – era engraçado como tudo o que aprendi sobre batalhas, fazia sentido. Percorria com o olhar o meu arredor, a máscara embora fosse uma proteção, limitava um pouco minha visão das coisas, mas não dos meus deveres. Poderia ter ignorado as lamúrias de um garoto ferido, porém me compadeci de sua situação segundos após de já estar caminhando em sua direção, por puro instinto. Ele rangia os dentes em dor e suas mãos percorriam a perna, sem tocar o ferimento, na esperança de que seu toque fosse capaz de amenizar aquela dor. Mas não amenizaria, não sem ajuda.

Olá! – puxava assunto da maneira mais simplória possível, enquanto procurava um lugar para me sentar próximo do garoto. – Acho que nem é preciso perguntar se está doendo não é mesmo? – retirava máscara do rosto, para examinar melhor a perna do rapaz, enquanto retirava do kit médico que carregava pequenas agulhas, além do material tradicional de primeiros socorros. – Pela dor que você está sentindo, certamente lhe dariam morfina ou algo do tipo. – abria um leve sorriso, mas logo o mesmo se tornava um suspiro bem sutil. – Mas eu não costumo tratar assim meus pacientes. Qual o seu nome rapaz? – ao mesmo tempo em que conversava, iniciava o tratamento sem qualquer tipo de anestésico, primeiro limpando o ferimento com extremo cuidado. Se ele dissesse seu nome, voltaria a conversar. – Eu não sou psicóloga, mas já ouvi dizer que dor é algo que vem da mente e de certa forma, concordo com isso. Quanto mais você se manter exaltado e acreditando que o ferimento é muito grave, você continuará a sentir dor. Portanto, mostre coragem agora e relaxe, respire profundamente e se concentre na minha voz.

Com o ferimento limpo, avaliaria as condições da perna, se haviam ossos quebrados ou apenas o ferimento externo, neste último caso, retiraria os pontos dados anteriormente para que pudesse recolocar novos pontos e se identificasse ossos quebrados, apalparia a região de a perna identificar a extensão do estrago. – Já ouviu falar de acupuntura? – mantinha a conversa com o rapaz a todo o momento, para que tentasse o manter calmo. – É uma forma milenar de se tratar doenças, alguns dizem ser uma medicina espiritual baseada em uma filosofia interessante. – fazia uma breve pausa, caso já estivesse feito tudo o que queria, cobriria a ferida com gaze, mas não o enfaixaria ainda, pois começaria naquele momento o processe de aplicação das agulhas.

Dizem que dentro de nosso corpo flui energia, está responsável por muitas coisas, inclusive na nossa recuperação. O que irei fazer em você é pressionar alguns pontos bem minúsculos do seu corpo com estas agulhas, para que sua energia possa fluir com mais rapidez na perna e assim, acelere seu processo de cura. – procuraria com a ponto dos dedos o primeiro ponto, mas antes de aplica-lo, olharia para o rapaz, caso ele estivesse mais calmo. – Mas nada disso vai funcionar se você acreditar que está dor é mais forte que você, respire calmamente e se permita sentir verdadeiramente o seu corpo. – ao fim daquelas palavras, aplicaria a agulha e em seguida identificaria os demais pontos na região da perna, tronco e rosto. Segundo a filosofia aplicada a situação, a energia flui da cabeça para os braços, depois para o tronco e por fim até as pernas, antes de retornar a cabeça. Aplicava com base nesse conceito a pressão nos pontos da região afetada e das regiões próximas a esta a fim de proporcionar não apenas uma rápida cicatrização, mas uma sensação de bem estar ao rapaz.

Quando tivesse todos os pontos aplicados, aguardaria alguns minutos, enquanto permanecia próximo dele, orientando quando ele tinha de respirar mais lentamente do que o normal. Fora dentro destes minutos que Vicent chegava ao acampamento, embora não tivesse tido a oportunidade de vê-lo de maneira imediata, pude identificar pelo frenesi causado por sua chegada. Levantei-me e só então meu olhar se cruzou com o dele, sua expressão era animada e ao ver-me, fez um sinal para que fosse até seu encontro e eu o respondi com um sinal para que aguardasse um pouco. – Muito bem, acho que já passou tempo demais com isso. – dizia ao rapaz enquanto começava a retirar as agulhas de seu corpo para logo em seguida, terminar de fazer o curativo em sua perna. – Descanse bastante e se alimente bem, precisaremos de todos bem para que possamos ir para a Grand Line. – falava com tom de otimismo, em um largo sorriso enquanto limpava minhas mãos e guardava as coisas.

Com tudo o que podia fazer pelo garoto feito, tomava novamente a máscara em minhas mãos e seguia na direção de Vicent, onde uma vez próxima dele começamos a conversar. – Sim, apagar nosso rastro. – dizia com um sorriso. – Acho que há uma barraca vazia para conversarmos, quem sabe comer ou beber algo também. Vou ver com Kim, onde podemos ficar, ele estava organizado a montagem das barracas. – falava de maneira descontraída, antes de ir até Kim, para lhe perguntar onde haveria uma barraca livre para que eu e Vicent pudéssemos conversas a sós. Também pedia por algo para comer e beber, em especial vinho, algo que já desejava tomar a um bom tempo. Após falar com o arqueiro, seguiria com Vicent para o local de nossa conversa, ao chegar lá me livraria da manta e da capa, deixando-as dobradas e próximas de mim. – E então, qual a razão da conversa?



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MensagemAssunto: Re: 2º Tale - Cold Breath   2º Tale - Cold Breath - Página 4 Empty10/5/2016, 22:03

Narração
Elsa havia terminado sua conversa com Durong, que já se direcionava para fazer o que lhe fora designado, sem mais delongas partia deixando o restante do grupo vasculhar o local sem sua ajuda, assim como a garota havia ordenado. Ás se sentia mais calma com a volta de Vincent, pois não precisaria mais cumprir com sua obrigação de líder, consequentemente sua preocupação não seria tão grande. Enquanto isso Kim comandava o estabelecimento do acampamento no local, Elsa voltando ao acampamento chegava a observar o arqueiro cuidar de tudo com certa maestria, portanto não havia sobrado muito trabalho a ser feito nesse quesito.

Com o acampamento sendo montado sem problemas, Ás se atentava nos demais problemas aos arredores, ainda possuíam um grande grupo de feridos, grande o bastante para atrapalhar a movimentação até as montanhas. Mas o que de fato preocupava a jovem no momento, era um garoto que sofria ao ter seu ferimento aberto durante o caminho até ali, e Elsa não poderia deixa-lo nesse estado levando em consideração seus deveres como médica e atual líder. E no final o que realmente a levara até o garoto ferido, fora seu instinto, quase que imediatamente se movia em direção do necessitado, sem nem ao menos pensar.

- Olá! Acho que nem é preciso perguntar se está doendo não é mesmo?

- err... É, meu ferimento abriu.

O jovem respondia meio desanimado, esperando receber ajuda, mas sem saber que Elsa poderia lhe oferecer cuidados médicos, apenas pensava que ela estava tentando lhe acalmar de alguma forma. Ás expressava um sorriso cativante, que apenas recebia uma cara séria em resposta, mas sem desânimo a garota continuava tentando convencer o jovem de acreditar em sua aptidão, e logo iniciar o delicado processo de reconstrução dos pontos.

- Pela dor que você está sentindo, certamente lhe dariam morfina ou algo do tipo. Mas eu não costumo tratar assim meus pacientes. Qual o seu nome rapaz?

- Meu nome é Dan. Mas... AHH, o que está fazendo?

Eu não sou psicóloga, mas já ouvi dizer que dor é algo que vem da mente e de certa forma, concordo com isso. Quanto mais você se manter exaltado e acreditando que o ferimento é muito grave, você continuará a sentir dor. Portanto, mostre coragem agora e relaxe, respire profundamente e se concentre na minha voz.

- Vou tentar.

Falava o garoto tentando mostrar-se corajoso, mas se segurando para não gritar, enquanto isso Elsa limpava o ferimento para em seguida dar início a pior parte do procedimento, entretanto Dan parecia se acalmar um pouco com as palavras gentis da jovem. Retirava os pontos antigos se muito problema, e analisando bem a perna nada parecia estar quebrado, aparentemente o único problema era o grande rasgo de 5 centímetros próximo a canela. Ás tomava-se a colocar novos pontos fechando a ferida do rapaz, que por sinal fazia uma cara feia a cada costurada, ainda soltava alguns ruídos que tentava segurar com as próprias mãos para abafa-los. - Já ouviu falar de acupuntura? É uma forma milenar de se tratar doenças, alguns dizem ser uma medicina espiritual baseada em uma filosofia interessante.

- Sinceramente, nunca ouvi falar.

- Dizem que dentro de nosso corpo flui energia, está responsável por muitas coisas, inclusive na nossa recuperação. O que irei fazer em você é pressionar alguns pontos bem minúsculos do seu corpo com estas agulhas, para que sua energia possa fluir com mais rapidez na perna e assim, acelere seu processo de cura. Mas nada disso vai funcionar se você acreditar que está dor é mais forte que você, respire calmamente e se permita sentir verdadeiramente o seu corpo.

Ás Aplicava as agulhas calmamente tentando instruir Dan a respirar calmamente, o jovem até o fazia mas ainda com um pouco de dificuldade devido as dores sentidas ao aplicar a agulha próximo ao ferimento. As palavras de Elsa juntamente ao esforço permitiam que ele realmente alcançasse o relaxamento por algum tempo, pelo menos o suficiente até que o tratamento fizesse efeito e Vincent chegasse até o acampamento, levantando tumulto por onde passava. O líder finalmente estava de volta ao acampamento, e a garota ao levantar-se ainda aplicando o tratamento, cruzava seu olhar com o de Vincent sinalizando a ele para que esperasse enquanto terminava de cuidar de Dan. Logo passava a retirar as agulhas do local, cobrindo o ferimento com uma gaze para deixa-lo livre de infecções ou algo que pudesse agrava-lo, limpando suas mãos em seguida enquanto falava com o garoto.

- Muito bem, acho que já passou tempo demais com isso. Descanse bastante e se alimente bem, precisaremos de todos bem para que possamos ir para a Grand Line.

- Uahh, muito obrigado, já me sinto bem melhor.

Dizia Dan deitando-se ao chão com um suspiro de alivio enquanto médica finalizava os curativos e guardava suas coisas, logo a garota se direcionava até Vicent pronta pra finalizar a conversa que haviam iniciado alguns minutos atrás. Se aproximava do líder passo a passo enquanto o mesmo já iniciava suas palavras, dando algumas explicações sobre Durong e ainda realizando um questionamento sobre onde poderiam conversar de maneira particular. Elsa logo respondia sem titubear, mostrando-se firme e decidida mas sem saber responder a pergunta de Vincent.

- Sim, apagar nosso rastro. Acho que há uma barraca vazia para conversarmos, quem sabe comer ou beber algo também. Vou ver com Kim, onde podemos ficar, ele estava organizado a montagem das barracas.

Sendo assim se dirigiam até Kim, questionando lhe sobre uma barrava vazia que poderiam usar para tratar dos assuntos, o arqueiro apenas apontava para uma barraca a leste um pouco afasta das demais barracas do acampamento. Elsa também chegava a lhe pedir comida e um pouco de vinho para um possível banquete, mas logo era interrompida por Vincent com algumas palavras para Kim.

- Ahh, claro, um pouco de comida e bebida não seria nada mal. Kim pegue as coisas e venha conosco até a barraca, preciso falar com você também, o acampamento já está quase pronto e o restante dos homens deve poder terminar o serviço.

O arqueiro balançava com a cabeça, compreendendo a situação e levava consigo uma garrafa de vinho e uma cesta com comida seguindo o caminho com eles. Chegando na barraca um pouco informalmente, Elsa já retirava a manta e a capa deixando-as dobradas perto de si em um canto, os dois arqueiros por sinal faziam algo similar, retirando seus arcos e colocando-os ao chão enquanto sentavam-se sobre uma mesa localizada ao centro da barraca. Kim ainda puxava uma das cadeiras para que a jovem sentasse, sorrindo para ela gentilmente, e sem mais delongas antes mesmo que Elsa chegasse a sentar na cadeira já passava a iniciar o diálogo.

- E então, qual a razão da conversa?

- Pelo que parece nossos inimigos não estão planejando nos atacar, aparentemente estão preparando sua defesa no QG da ilha esperando por uma iniciativa nossa, devem pensar que iremos atrás deles após descobrirmos sobre a insígnia. Mas sabemos que as coisas não podem ser bem assim, além de ser muito arriscado entrar em território inimigo desconhecendo suas defesas, ainda estamos com um grande número de feridos. Eu não sei muito bem até quando eles pretendem manter a guarda no QG, e nem porque estão fazendo isso, mas não podemos ficar aqui parados esperando eles decidirem atacar. - Vincent batia sobre a mesa, não muito forte mas o suficiente para demonstrar sua raiva. - Consegui descobrir que a marinha possui um armazém de armas ao norte da ilha, e isso pode ser muito útil para nos aproveitarmos da situação. Então Kim e Elsa, quero que vocês levem alguns homens até o local, tomem o máximo de armas que conseguirem, e depois destruam aquele lugar! Kim deve conhece bem essa ilha então acredito que não será nenhum problema, quando a proteção meus homens disseram que aparentemente não possuí muitos guardas, certa de cinco ou seis, mas tomem cuidado nunca se sabe o que pode acontecer.

Vincent terminava de descrever a situação, logo enchia o copo dos companheiros com vinho e tomava um pão na cesta que Kim havia trazido, na cesta havia alguns pães, queijo, frutas e alguns sanduíches. Logo Kim olhava para Elsa observando sua expressão e passava a responder confirmando sua posição, mas ainda um pouco receoso.

- Certo, conseguimos dar conta disso.

Off:
 

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MensagemAssunto: Re: 2º Tale - Cold Breath   2º Tale - Cold Breath - Página 4 Empty11/5/2016, 19:36

Após terminar de tratar do ferimento de Dan, procurei por Vicent a fim de saber qual era o assunto que ele queria tratar pessoalmente comigo. Porém, era do interesse do revolucionário conversar em um local mais reservado e por isso acabava por buscar em Kim um local onde pudéssemos ter a conversa. Neste meio tempo, Vicent também chamava o arqueiro para a conversa e juntos seguíamos para uma tenda, localizada na área leste do acampamento e levemente mais afastada das demais. Uma vez lá dentro, não havia necessidade de manter tanta proteção e acabávamos por nos despir das mantas que usávamos e eu inclusive do manto que cobria meus cabelos. Gentilmente, Kim puxava uma cadeira para que eu pudesse sentar. – Obrigada. – agradecia, antes de iniciar a conversa.

Atentamente ouvia as palavras de Vicent, ele parecia se irritar cada vez mais a medida que falava. Seu sentimento não parecia ser coerente com o que havia dito, mas isso era algo que alguém de fora diria, o revolucionário tinha raiva por não saber o que fazer permanecer escondido ou agir? Havia duas necessidades a ser executada, a de recuperar os feridos e a de mostrar-se forte diante da marinha da ilha, mas se ele via nisso um problema eu, por outro lado, enxergava oportunidade e respeito. – Isso é bom! – talvez não fosse capaz de comedir o entusiasmo naquelas palavras, na realidade sabia que estava dizendo algo totalmente oposto do que era esperado, mas observar tudo aquilo com extreme receio? Não, não faria isso.

Chegamos a ilha vindos de Micqueot, vindos de uma batalha que nos debilitou isso é uma informação de conhecimento deles, uma vez que eles mesmos estiveram lá. – relaxava os ombros, enquanto movia os olhos, observando os dois. – E mesmo assim, eles optam por se defender e não atacar, isso abre muitas possibilidades Vicent, você mesmo já comentou uma delas, a de que eles não possuem efetivos para um ataque direto. – suspirava antes de me levantar da cadeira. – E mesmo que tenham, preferiram não atacar, eles temem fazer isso, pois não sabem ao certo se enfrentaram cem ou mil pessoas, estão cautelosos e não irão se mover até que tenham um forte motivo para tal. Devemos explorar isso. – finalizava o comentário, deixando que o novo Major, terminasse de falar.

Quando surgiu o pedido para que fôssemos até o paiol, não pude deixar de me sentir um pouco incomodada. Não pela ordem, mas pelo que poderia vir a ocorrer. – Atacar o depósito vai ser um pedido para que eles nos ataquem o mais rápido possível, você tem noção disso não é? – retrucava de maneira imediata, com voz sutil, mas claramente demonstrando preocupação. – Se algo der errado, você terá de agir primeiro do que eles, caso não queira perder a vantagem que temos. – tomava um gole de vinho. A bebida vinha quente e o amargor do álcool quase não se fazia presente em meio ao adocicado. – Mas tomar o depósito não será problema, o que me preocupa é o que virá depois disso. – beliscava um pedaço de pão e terminava de tomar o copo de vinho, enquanto me levantava da mesa e buscava me vestir com as mantas. – Mais alguma coisa Vicent? – era breve, não queria perder tempo.

Caso Vicent ainda tivesse algo a falar, o ouviria, do contrário sairia da barraca com Kim, em direção ao depósito de armas. Enquanto colocava a máscara sobre o rosto, falaria com o arqueiro. – Reúna sua equipe, vamos observar o local primeiro para depois definirmos como iremos toma-lo. – dizia de maneira firme, aguardando as respostas e ação de Kim para seguir com o mesmo até o local.



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MensagemAssunto: Re: 2º Tale - Cold Breath   2º Tale - Cold Breath - Página 4 Empty12/5/2016, 20:33

Narração
Chegavam até a barraca indicada para se iniciar a conversa a sós, agora não tão a sós com a presença de três integrantes, mas ainda assim importante de ser realizada. A discussão se iniciava, Vincent parecia um pouco mais tenso que o normal enquanto falava sobre esse assunto em particular, apreensivo com sua decisão, mas convicto de que o grupo precisaria agir. O líder contava a todos sobre a situação que a marinha se encontrava no momento, certamente isso seria favorável aos revolucionários, mas até que ponto? Elsa por outro lado, enxergava o respeito por parte dos dois lados, além de oportunidades a serem realizadas, e logo tomava a palavra antes que Vincent finalizasse por completo.

- Isso é bom! Chegamos a ilha vindos de Micqueot, vindos de uma batalha que nos debilitou isso é uma informação de conhecimento deles, uma vez que eles mesmos estiveram lá. E mesmo assim, eles optam por se defender e não atacar, isso abre muitas possibilidades Vicent, você mesmo já comentou uma delas, a de que eles não possuem efetivos para um ataque direto. E mesmo que tenham, preferiram não atacar, eles temem fazer isso, pois não sabem ao certo se enfrentaram cem ou mil pessoas, estão cautelosos e não irão se mover até que tenham um forte motivo para tal. Devemos explorar isso.

Apesar de ambos concordarem com a cabeça para a jovem, Vincent voltava ao seu raciocínio anterior, prosseguindo apresentando um plano para debilitar a marinha, começando por seu estoque de armas. Kim concordava sem problemas, mas Ás não parecia estar muito contente com a decisão de seu líder, em seu ponto de vista isso apenas ocasionaria em uma batalha antecipada, pois explodir um dos estabelecimentos faria com que o governo atacasse o mais breve possível. Logo a garota passava a alertar o arqueiro sobre o que estariam fazendo, tentava faze-lo entender melhor sua decisão, se ele realmente quisesse segui-la.

- Atacar o depósito vai ser um pedido para que eles nos ataquem o mais rápido possível, você tem noção disso não é? Se algo der errado, você terá de agir primeiro do que eles, caso não queira perder a vantagem que temos. Mas tomar o depósito não será problema, o que me preocupa é o que virá depois disso. Mais alguma coisa Vicent? - Finalizava Elsa, tomando seu vinho e beliscando alguns pães na mesa.

- Estou ciente das consequências, mas não podemos ficar sentados esperando que chamem reforços. Se temos uma chance de debilita-los precisamos aproveitar. - Levantava sua cabeça, olhando para o teto, expressando um sorriso confiante. - A proposito, deixe que venham.

Aparentemente Vicent já estava decidido e confiante com sua escolha, sobrando para Kim e Elsa realizar a missão de tomar o armazém, de fato não sabiam o que lhes esperava lá, mas precisam descobrir sozinhos. Ás apressava o arqueiro, para que se movessem logo sem perder tempo, e era exatamente isso que ele fazia reunindo os mesmos homens que usara para escoltar o acampamento, e partiram para o norte da ilha através da floresta sendo seguido pelo restante do grupo. Não era uma viajem rápida, muito pelo contrário, o sol já se punha quando conseguiram avistar o tal armazém, apesar de não ser muito grande, certamente escondiam alguma coisa ali. Afinal o lugar era realmente protegido por guardas, e conforme citado em relatos anteriores, tudo que observavam aos arredores era um grupo de cinco guardas, em movimento rotatório, tomando conta do galpão.
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MensagemAssunto: Re: 2º Tale - Cold Breath   2º Tale - Cold Breath - Página 4 Empty13/5/2016, 00:50

Convicção ou teimosia? Era difícil distinguir tais coisas, até mesmo em meus próprios atos. Vicent possuía um plano de ação e estava determinado a correrem todos os riscos por ele, em minha cautela que beirava a certo pessimismo extremamente incoerente, aceitava a missão de bom grado, mesmo que em minha mente podíamos realizar outro tipo de abordagem, mais segura. – Desculpe, eu só penso nas pessoas que estão conosco, nem todas estão prontas para morrer, é visível em seus olhos. – comentava principalmente baseada em Dan, o rapaz que havia atendido a poucos momentos. Porém, observei o revolucionário por alguns segundos, sorria de forma confiante, como se não temesse as consequências do que faríamos. – Acho que Booker se entenderia muito bem com ele. – pensava, enquanto retribuía de certa maneira o sorriso. A pouca cautela, o ímpeto que beirava o imediatismo, a paixão e o sangue, era como se pudesse ver meu irmão mais velho ali, ou pelo menos suas principais características.

A propósito, enviei Amara até a cidade enquanto você esteve fora, você já deve ter notado isso. – comentava, enquanto me dirigia até a saída da barraca. – Pedi para que ela ficasse de olho nos marinheiros que estivessem no local e adquirir qualquer informação relevante sobre como as coisas estão ocorrendo na cidade. Isso pode nos dar uma vantagem, talvez. – sorria e me retirava do local, deixando Vicent só, com seus pensamentos. A manta dos revolucionários era razoavelmente quente e capaz de cobrir-me por completo, porém conseguia encontrar uma forma de acomodá-la em mim, deixando-a sobre os ombros, como uma longa capa a qual podia tranquilamente manusear para me cobrir completamente ou livrar-me deste rapidamente, caso fosse preciso. A manta que usava para cobrir meus cabelos e a máscara já eram elementos dos quais possuía mais intimidade e conforte em utilizar, embora precisasse muito trocar o adereço, uma vez que o havia trincado contra Garou no navio cargueiro em Micqueot.

Estar preparada para partir, era uma ação que não custava muito tempo, poucos minutos na realidade, tempo mais que suficiente para que Kim pudesse reunir seu grupo. – Bem, vamos seguindo. Kim apresente o seu grupo durante o caminho, são todos arqueiros como você e Durong? – lançava a pergunta, antes de seguir junto do grupo até o armazém. Um caminho não muito curto por entre a floresta da ilha, mas se antes questionava a sensação dos minutos se estenderem como hora agora ocorria o inverso o tempo parecia se encurtar e quando enfim vislumbramos nosso objetivo no horizonte, pude perceber que na realidade já estava para anoitecer. – Vamos aguardar um pouco e observar. – comentava, enquanto buscava um local seguro para nos manter escondidos da vista dos soldados que tomavam conta do local. Havia apenas cinco marinheiros tomando conta do local e isso era algo a ser levado em consideração.

O que acha Kim? – perguntava interessada em saber a opinião do arqueiro, talvez ele apresentasse um ponto de vista interessante daquilo que observávamos, ou até um plano na melhor das hipóteses. -  Apenas cinco marinheiros, isso está me incomodando, para um depósito de armas, deveria haver mais do que isso. A menos que... – trocava olhares com o arqueiro. - ...que considerem que esses cinco sejam capazes o suficiente para proteger o local. – Era a toda a ponderação que podia fazer naquele momento, observar e planejar era a minha prioridade naquele momento, a noite ainda estava para começar e tínhamos muito tempo para estudar o alvo e planejar um ataque. – Vamos aguardar alguns minutos, ver se ocorre troca de turno, do contrário montamos o plano e atacamos no cair da noite.



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MensagemAssunto: Re: 2º Tale - Cold Breath   2º Tale - Cold Breath - Página 4 Empty13/5/2016, 23:41

Narração
Elsa ainda refutava algumas palavras de Vincent, e lhe contava sobre as ordens dadas a Amara deixando mais claras as possibilidades a serem exploradas, mas apesar de tudo sorria ao sair da cabana deixando o acampamento. Vicent por outro lado continuava na mesma posição, com a cadeira inclinada levemente para trás e um sorriso estampado no rosto. Escutava as informações e tudo que fazia era balançar a cabeça compreendendo, mas ainda em seu mundo de pensamentos, enquanto brincava com uma de suas flechas passando-a entre os dedos.

- Bem, vamos seguindo. Kim apresente o seu grupo durante o caminho, são todos arqueiros como você e Durong?

- Na verdade muito pelo contrário, a maioria são guerreiros.

Finalizando os assuntos que precisavam ser tratados entre os três, Kim e Elsa tomavam rumo perante a floresta, Elsa se protegia do frio com a manta dos revolucionários cobrindo boa parte de seu corpo, mas fora uma vigem longa e até certo ponto cansativa, e do cansaço, esse sim ninguém poderia se proteger. Durante esse longo período de caminhada, Ás descobria algumas informações sobre o grupo, composto por seis pessoas sem contar Elsa e Kim pois nem todos puderam vir junto devido a seus afazeres no acampamento. A informação era de que, mais dois deles eram arqueiros como Kim, três deles eram espadachins e o último homem apenas falava "Meus pés dão conta do recado", deixando subentendido que era um usuário de Taekwondo.

O grupo finalmente chegava ao local escondendo-se em uma espécie de beco, não estavam exatamente muito perto do armazém, ainda era possível observa a movimentação dos guardas de onde estavam, mas nada além disso. - Vamos aguardar um pouco e observar. - Comentava Elsa procurando observar melhor como a vigia do galpão era feita, enquanto isso o sol se punha a brilhar no horizonte. Os cinco guardas que tomavam conta até então em movimentos rotatórios ao redor do galpão, agora paravam em uma formação específica, passando a ficarem parados em posição de vigia, dois deles na entrada e um em cada canto externo restante.

- O que acha Kim? Apenas cinco marinheiros, isso está me incomodando, para um depósito de armas, deveria haver mais do que isso. A menos que  considerem que esses cinco sejam capazes o suficiente para proteger o local.

- Bom, ao que parece confiam demais nesses cinco marinheiros, ou apenas são tolos o suficiente para não darem a devida importância a esse armazém.

- Vamos aguardar alguns minutos, ver se ocorre troca de turno, do contrário montamos o plano e atacamos no cair da noite.

Com essas palavras o grupo passava a aguardar mais algum tempo escondido, observando os marinheiros repetindo a mesma coisa diversas vezes, durante cerca de duas horas, chegando até a entediar os guerreiros. Mas cerca de duas horas depois, quando o sol já havia se posto e a vigia da noite iniciado, outro grupo de cinco marinheiros, vindos da direção oposta a qual estavam escondidos Elsa e Kim, se aproximavam do armazém falando algumas palavras que não eram possíveis serem ouvida, trocando de posição logo em seguida. O grupo anterior saia, aparentemente em direção ao QG, enquanto o novo grupo se instalava no local, entretanto esse grupo possuía uma aparência bem mais intimidante que o anterior.

Um dos guardas adentrava o galpão passando alguns minutos lá dentro, deixando um ar de mistério entre os que observavam a cena, enquanto os outros tomavam a mesma posição do antigo grupo fazendo a ronda. Logo, o homem de cabelos brancos e terno preto que havia entrado no galpão saia, tomando a posição restante junto aos demais, todos então passavam a aguardar pacientemente observando a movimentação.

Imagem dos guardas:
 

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MensagemAssunto: Re: 2º Tale - Cold Breath   2º Tale - Cold Breath - Página 4 Empty14/5/2016, 21:23

Se os julga como tolos, então é tão tolo quanto. – comentava asperamente após o comentário de Kim. – A guarda mudou e mesmo assim, mantiveram o número de pessoas, não será algo fácil e não temos tempo para extrema cautela. – observava a movimentação dos novos marinheiros, estes destacadamente mais imponentes que os que cuidavam do armazém durante a tarde. Figuras tão distintas que me permiti observá-los minuciosamente por alguns minutos. – Muitos deles conseguem esconder bem o seu jogo! – pensava com visível animação, podia supor o estilo de luta de apenas uma das pessoas ali, a garota com a arma de fogo, no entanto, todos os demais eram completas incógnitas. – Três arqueiros, três espadachins e um lutador. – voltava a ponderar minhas opções de ataque, mas uma coisa era certa, não havia maneira de adentrar ao local sem luta e esta de modo algum deixaria de ser um combate franco e direto.

Vamos ter que nos expor. – comentava em tom baixo de voz. – Mas é muito importante que derrubemos a atiradora o mais rápido possível. – gesticulava, enquanto apontava para o grupo como gostaria que atacássemos. – Kim, procure uma posição mais alta e afasta de nós, você não vai atacar de imediato, pois quero que eles pensem que há somente dois arqueiros, quando notar a distração deles, em especial da atiradora, acerte-a com tudo! – cerrava um dos punhos, enfatizando o pedido. – Os demais virão comigo, vamos ataca-los de frente. Os arqueiros começam disparando, vamos testar a reação deles e tentar tirar um ou dois da formação. Independente de isso ocorrer ou não, atacamos. – finalizava aquele grandioso e simples plano. – Às vezes é melhor ser simples e direta. – pensava.

Com o plano traçado, me movimentaria em direção a frente do armazém, observando a tudo que estivesse ao nosso redor, para evitar ser surpreendida por uma emboscada ou algo do tipo. Uma vez posicionada, aguardaria alguns minutos a mais, para que Kim pudesse também se colocar em posição, onde quer que ele estivesse. Quando o momento chegasse, daria o sinal para que os dois arqueiros atirassem contra os alvos, assim observando o desenrolar da ação, procuraria identificar como eles reagiriam e com sorte, suas características de luta.

Se obtivesse ou não um abate, me moveria junto dos demais na direção do armazém, revelando-me aos marinheiros. Caminharia com passos calmos, ocultando da visão deles as senbons que projetava pelas mangas do meu vestido, procuraria demonstrar calma principalmente, uma prova de que não temíamos uma ação tão direta quanto aquela. – Bela noite, não acham? – diria de forma descontraída, enquanto permanecia atenta a suas ações e pronta para esquivar-me de suas investidas, ou até mesmo investir no primeiro sinal de hostilidade. – Podem confirmar uma informação por gentileza? É aqui o depósito de vocês?- olharia a todos de maneira pausada e caso decidissem permanecer em silêncio, iniciaria o ataque. – Direto ao ponto não é? – dava de ombros. – Ataquem. – o sinal vinha calmo e seguro, bem diferente dos tradicionais urros de batalha, poéticos e bem chamativos.

Caminharia na direção dos marinheiros, observando seus ataques e atenta a estes, para que pudesse desviar prontamente. Confiava em minhas habilidades e sabia que tinha condições de escapar com rápidos dashes para a lateral ou para trás, casa buscassem um golpe rápido e de corpo a corpo. Manteria a defensiva por alguns instantes, observando os ataques desferidos contra mim, para só então atacar com as senbos, mirando os pontos vitais que estivessem expostos pelo oponente. Mas não me limitaria a apenas manter distância e arremessas as agulhas, estava preparada para atacar fisicamente se fosse preciso. Se algum oponente conseguisse me agarrar ou alcançar-me a ponto de ser impossível abrir nova distância, buscaria uma esquiva simples, seja movendo-me na direção contrária do golpe ou apenas girando o corpo a fim de evitar o golpe no limite, para então buscar cravar as agulhas nas regiões que ficassem expostas, sejam elas tendões, veias e artérias ou caso a brecha fosse suficientemente grande, atingir pontos da coluna do inimigo, a fim de lesar a mesma e inutilizar o oponente de forma parcial ou total.



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MensagemAssunto: Re: 2º Tale - Cold Breath   2º Tale - Cold Breath - Página 4 Empty15/5/2016, 05:26

Narração
- Se os julga como tolos, então é tão tolo quanto. Acrescentava Elsa grosseiramente após os comentários do arqueiro, que regia meio confuso com a garota. - A guarda mudou e mesmo assim, mantiveram o número de pessoas, não será algo fácil e não temos tempo para extrema cautela. Voltava a complementar com suas falas.

Elsa observava atentamente os guardas que recém chegavam, analisando seus pontos fortes, apesar de não conseguir muita coisa devido a distancia e modo como escondiam suas habilidades, conseguia observar uma mulher armada, que aparentemente era uma atiradora. Sendo assim, entre as possibilidades que lhe restavam decidira por fazer uma batalha direta com o inimigo, isso significa que mesmo com a quantidade de arqueiros que seu grupo continha, precisavam se aproximar dos inimigos para de fato efetuar o ataque. Sem muito mais o que pensar, afinal o plano já estava definido passo a passo em sua mente, lhe restava agora descrever para o restante do grupo.

- Vamos ter que nos expor. Mas é muito importante que derrubemos a atiradora o mais rápido possível. Kim, procure uma posição mais alta e afasta de nós, você não vai atacar de imediato, pois quero que eles pensem que há somente dois arqueiros, quando notar a distração deles, em especial da atiradora, acerte-a com tudo!

- Okay Dokey.

- Os demais virão comigo, vamos ataca-los de frente. Os arqueiros começam disparando, vamos testar a reação deles e tentar tirar um ou dois da formação. Independente de isso ocorrer ou não, atacamos. – finalizava aquele grandioso e simples plano. – Às vezes é melhor ser simples e direta.

Enfatizava a ordem antes mesmo que alguém pudesse evitar, mas de fato ninguém refutava os comandos de Elsa, talvez por confiança ou simplesmente por ter uma voz de líder para seguir. Seja lá quais forem os motivos, Ás parecia tomar conta da situação rapidamente, traçando o plano e tomando a frente da movimentação, como um verdadeiro ato de liderança para com seus "soldados". Enquanto marchava contra o inimigo, a garota observava todos cantos para garantir que não havia nenhuma espécie de armadilha por parte da marinha, mas não conseguia encontrar nada que lhe levasse a esse raciocínio naquele momento. Seus companheiros lhe seguiam confiantemente, já cientes do que estavam arriscando para tomar aquele armazém, apesar do pequeno número número de tropas protegendo ele.

Chegando perto o suficiente dos marinheiros, Elsa finalizava seus passos com um sinal para os arqueiros atirarem, fazendo-os sacarem seus arcos na mesma hora, enquanto isso o grupo de marinheiros já havia se mobilizado contra os estranhos que caminhavam até seu galpão. Todos observavam atentos, esperando incertos os revolucionários iniciarem o combate, quando já sem muita chance de movimentação os arqueiros atiravam suas flechas contra os marinheiros. Por falta de mira ou apenas azar, tudo que acertavam primeiramente era apenas a sólida madeira que revestia todo o galpão. O ataque dos atiradores certamente não fora dos mais certeiros, mas serviu para inicio de um combate entre os dois grupos, logo o homem de cabelos brancos e sobretudo sinalizava aos demais com as mãos como se indicasse o posicionamento de batalha que deveriam tomar.

Enquanto os revolucionários se aproximavam ainda mais, os inimigos seguiam os comandos do homem, posicionando-se três na parte lateral do galpão por onde Elsa e os demais homens estavam vindo. O homem com Cap guardava a parte de trás, além da atiradora que se deslocava correndo para a parte da frente, mas antes batia na porta duas vezes alertando alguém, mas logo agachava-se em uma espécie de degrau que ligava a entrada, para apoiar sua arma e mirar os oponentes. Pouco tempo depois disso, Ás chegava suficientemente perto para iniciar um diálogo com os marinheiros, apesar de não estar ali para uma conversa amigável, suas palavras eram mais uma forma de ironia do que algo concreto.

- Bela noite, não acham? Indagava Elsa, dando a brecha para que outro membro do grupo saísse de dentro do armazém, chutando a porta de maneira rústica. Carregava um machado, aparentemente pesado, enquanto bocejava como se houvesse acabado de acordar ainda com sono.

- Claro, é uma bela noite. Quer dizer, SERIA se vocês não tivessem me acordado.

- Podem confirmar uma informação por gentileza? É aqui o depósito de vocês?

- Não, aqui é uma padaria. Certo rapazes? Yahahaha

- Ataquem! Comandavam Elsa finalizando a conversa "amigável" com o cara mal encarado que havia acabado de aparecer, e por sinal já estava roubando a cena de tudo e todos.

Então sem mais delongas partiam para o inevitável embate, onde os inimigos apenas aguardavam a aproximação de Elsa e os demais pois estavam defendendo o local em uma formação que já haviam conhecimento. Sendo assim quanto estavam próximos o bastante o homem com machado partia para cima de um dos arqueiros, sendo bloqueado pelo espadachim no meio do caminho, mas aparentemente ele estava tendo problemas aguentar toda a força. Nesse momento Elsa lançava seus senbons tentando proteger seu companheiro em perigo, e de fato acertava dois deles no braço esquerdo do marinheiro, fazendo-o ficar ainda mais irritado arrancando-os rapidamente com um grito, e logo partia para cima da revolucionária. Elsa buscava desviar-se do golpe horizontal que o homem aplicara com seu machado, e de fato o fazia desviando no limite do alcance devido ao fato do marinheiro não estar perto o suficiente quando realizou o ataque. Para sua sorte ainda alcançava uma brecha ao ver que o golpe havia passado no vazio, deixando o homem exposto por alguns segundos devido ao peso de sua arma, acertava uma veia amostra na barriga do sujeito, fazendo-o sangrar um pouco a mais.

Entretanto o indivíduo já havia recebido alguns golpes e não parecia cair tão facilmente, mesmo após Elsa acertar uma veia, o homem erguia sua arma pronto para aplicar outro ataque na garota, que fora obrigada a sair de perto dele para não ser cortada ao meio. Enquanto isso os espadachins pareciam tomar conta dos outros três homens restantes, com o reforço dos arqueiros na retaguarda. Mas ainda assim parece que haviam esquecido de um, a mulher do grupo inimigo estava correndo em direção aos arqueiros determinada em derruba-los e garantir a vantagem na batalha, aparentemente ninguém poderia impedi-la afinal todos estavam ocupados com outros afazeres. Para finalizar o início do show, um tiro era disparado seguindo diretamente até o ombro de um dos arqueiros, que gritava de dor na mesma hora, mas ainda estava concentrado e focado em ajudar.


Homem do Machado:
 

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MensagemAssunto: Re: 2º Tale - Cold Breath   2º Tale - Cold Breath - Página 4 Empty17/5/2016, 18:43

A simplicidade do plano parecia beirar a idiotice conforme avançava em direção ao armazém, o ar de confiança parecia estufar-me e não me permitia dar um passo sequer para trás, não havia mais volta e tudo o que restava agora era a luta. A vantagem que esperava obter? Não obtive, pelo menos não de imediato, as flechas erravam de maneira miserável seus alvos e em meio a tantos pensamentos e reações que podia esboçar diante daquilo, preferi o silêncio. – Agora, elogios ou críticas não tem espaço. – pensava enquanto observava a formação dos marinheiros e o desenrolar daquilo. A batida no portão poderia ter sido tanta coisa, podia esperar um batalhão de soldados que nos aguardava para uma emboscada, mas ao invés de muitos, apenas um surgiu, alto, forte, preguiçoso e que compartilhava um pouco do meu humor por assim dizer.

A troca de palavras era breve, embora pudesse dizer que elas eram apenas provocações baratas? É, talvez pudesse julgar desta forma até que o combate se iniciou. A formação dos marinheiros era melhor e podia pensar nisso conforme combatia e os observava. – Esse cara não estava nos planos. – pensava em relação ao homem de machado. Se ele não estivesse ali, certamente o embate não seria tão equilibrado. O marinheiro era forte, aparentemente, até mesmo para os espadachins suportarem a força de sua arma e apenas por mais este fato tive de torna-lo meu alvo prioritário, uma vez que a atiradora estava demasiadamente protegida por seus companheiros.

E mais uma vez, eu sou imã de gente resistente. – notava sarcasticamente enquanto acertava o oponente com mais de uma senbon e o mesmo parecia nem se importar tanto com o fato de ser ou não atingido. – E aparentemente todos eles só sabem gritar. – o observava rugir ao retirar as agulhas e partir para cima de mim. Os golpes passavam rentes, um após o outro embora não julgasse total mérito de minha parte tais feitos e sim a falta de alcance do homem. – Se ele chegar perto demais, não haverá como desviar desses golpes, mas toda vez que ele erra, era gera muitas brechas. – acertava mais agulhas, uma delas bem na veia, mas isso não parecia ser suficiente nem para um ganido de dor.

Como se já não bastasse tudo aquilo, uma das marinheiras havia ficado livre para investir contra os arqueiros ao mesmo tempo em que a atiradora acertava um deles no ombro. – Tudo ao mesmo tempo, que ótimo! – praguejava em um tom baixo de voz, enquanto projetava duas senbons em ambas as mãos. – Não posso esperar por um milagre, tenho de fazer algo senão estaremos em péssimos lençóis. – alternava o olhar entre o marinheiro com o machado e a mulher que seguia na direção de meus companheiros, aguardar por Kim não era uma opção, torcia para que quando ele atirasse que acertasse a atiradora de preferência, afinal de contas havia dado garantia de que cuidaria do resto junto dos demais.

Usava minha excelente visão para manter um olhar preciso no marinheiro e na marinheira, marcar seus ritmos e a distância deles em relação a mim. – Dane-se o risco é melhor do que não tentar! – retirava a manta dos revolucionários, quanto menos tecido para restringir minha mobilidade melhor. Mantinha-me atenta a ambos, antes de investir contra o marinheiro em um rápido dash, atenta ao alcance dele todo o momento. Uma vez que estivesse próxima de entrar no alcance do machado dele pararia bruscamente, flexionando os joelhos e novamente observando a marinheiras pelo canto do olhar. Tomaria impulso para um mortal de costas. – Volucres! – dispararia uma das senbons que tinha na mão direita na direção do homem no mesmo instante em que obtivesse visão para realizá-lo no meio do movimento e, antes de tocar o chão pretendia atirar a outra senbon em um dos pontos da perna da marinheira.

Ao tocar novamente o chão, só tinha duas maneiras de prosseguir com o ataque, caso o marinheiro sentisse o ataque e permanecesse parado, giraria com o corpo, a fim de tomar impulso para o arremesso. – Yin! – dispararia as outras duas agulhas da outra mão, na direção das pernas da marinheira, antes de voltar a atenção a meu oponente e seus golpes. Ou, caso ele tentasse investir contra mim após o mortal com uma estocada ou um golpe vertical, giraria com o corpo para evitar o golpe e ao término do movimento disparar as senbons. Caso o golpe viesse pela horizontal, giraria com o corpo no ar na tentativa de passar por cima do golpe em um giro, disparando a técnica quando estivesse próxima de tocar o chão. Se obtivesse sucesso total no movimento seria, capaz de paralisar as pernas da mulher e dá-la de bandeja as flechas dos arqueiros.

Se em alguma circunstância a pressão exercida pelo marinheiro fosse intensa o suficiente para não me deixar brechas para parar a marinheira, dispararia as técnicas contra ele de uma só vez, durante o mortal, mas visaria acertar pontos na perna, braços e abdômen, para pará-lo por completo por alguns segundos. Manteria a estratégia de aguardar por seus golpes e brechas para castiga-lo com agulhas bem posicionadas nas veias, artérias e tendões. Se fosse capaz de prolongar o combate, que pelo menos o fizesse sangrar lentamente com meus golpes, a intensidade da batalha poderia cega-lo sobre seu estado e isso seria ótimo. Manteria esquivas simples e diretas como dashes laterais, saltos e agachamentos para evitar golpes realmente perigosos e de baixa chance de esquiva com minhas acrobacias, mas usaria estas para evitar os golpes inimigos e então encaixar novos golpes com mais efetividade, abriria distância toda vez que ele chegasse demasiadamente perto de mim.



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