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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 2º Tale - Cold Breath

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MensagemAssunto: 2º Tale - Cold Breath   2º Tale - Cold Breath - Página 3 EmptyQua 06 Abr 2016, 19:04

Relembrando a primeira mensagem :

2º Tale - Cold Breath

Aqui ocorrerá a aventura do(a) revolucionária Elsa "Às" Volkerbäll. A qual não possui narrador definido.


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MensagemAssunto: Re: 2º Tale - Cold Breath   2º Tale - Cold Breath - Página 3 EmptyDom 24 Abr 2016, 01:09

Seguiremos em direção as montanhas, pode ser que encontremos cavernas desativadas ou uma área própria para mantermos um acampamento sob a proteção do local. – comentava com Kim e Durong quando eles voltaram para avisar que tudo já estava nos conformes. Sentia-me ansiosa, se é que era o que de fato estava sentindo. Minhas mãos suavam e minha garganta parecia seca, notava com certa preocupação de que temia dar a última ordem que havia pensado aos dois. Amara também havia retornado e aguardava para que eu conversasse com ela, mas ainda permanecia avoada em meus próprios pensamentos e considerações, imaginando casos e casos como se buscasse um caminho perfeito para seguir. - Mas isso é besteira, não há um caminho certo. – podia me sentir aliviada com tal pensamento? Não, mas era importante me fazer lembrar de que deveria, pelo menos no que viria a fazer, tratar o assunto da forma mais direta e clara possível.

Reúna as pessoas do acampamento, irei falar com todos eles antes de partir, eles merecem pelo menos saber do que está havendo por aqui. – comentava enfim, como se cada palavra fosse um peso a ser retirado dos ombros. – E levem os dois ali. – apontava para Tramus e Tyler. – Até que tenhamos resolvido a situação eles vivem, mas tomem todo cuidado possível. – finalizava com um sorriso tímido após as palavras diretas e sem floreios. As ataduras incomodavam, tais como os curativos que tinha pelo corpo. Retirava-os com o devido cuidado iniciando pelos dos cortes, os curativos mais curtos e mais fáceis de serem removidos. Voltava o olhar para Amara, aguardando apenas que Kim e Durong levassem os prisioneiros, para só então conversar com ela.

Sim eu queria falar com você. – alisava o local dos curativos, para ter certeza de que estava devidamente cicatrizado, antes de voltar minha atenção para os maiores, o do braço e o do abdômen. – Como se sente? Digo, eu meio que apaguei depois daquela luta em Micqueot, mas fiquei preocupada sobre como vocês estavam. – buscava antes de tudo saber como a viúva negra estava se sentindo fisicamente, a batalha havia sido dura e quase ceifou a vida de João, se não fosse por um milagre. Sorriria com a resposta da mulher, caso ela decidisse responder e só então continuaria a tagarelar. – A insígnia, é da Chiper Pol 2, os que atuam no North Blue se não estiver enganada. – comentava, mas não daria certezas naquelas palavras, não queria demonstrar saber mais do que aquilo. – Desde que fomos ao seu resgate no QG de Micqueot eu sinto você com uma personalidade bem peculiar, estranho, pois sempre gostei disso. No decorrer de tudo que nos trouxe até aqui, me sinto segura em confiar em você o que vou lhe pedir. – começava a remover as ataduras do braço, enquanto me movia em direção a Amara.

Vá até a cidade, sonde o que está havendo por lá, em especial os locais frequentados por marinheiros, tente descobrir o que eles sabem sobre nós e como eles estão procedendo com essas informações. Você é a única aqui com capacidade para tal e mesmo se não fosse é uma das que mais respeito e confio para tal ação. – abriria um largo sorriso e daria a ela um piscar de olho. – Tudo bem pra você? – aguardaria a resposte dela para então prosseguir. – Ótimo! Conto com você. – a dispensaria logo em seguida, para que enfim pudesse permanecer só naquela barraca.

Se ficasse só, me despiria da parte de cima do vestido, para que pudesse remover o restante das bandagens e só então recolocar a roupa, precisava aparentar força e não o faria parecendo uma múmia. Prenderia o cabelo em um coque e usaria a manta azul escura para cobri-lo, mas não usaria a máscara, afinal precisava estar de cara limpa para falar com todos do acampamento. Se encontrasse uma capa para por sobre o vestido a usaria também e só então seguiria para fora da barraca, pronta para encarar o desafio que viria assim que estivesse lá fora.



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MensagemAssunto: Re: 2º Tale - Cold Breath   2º Tale - Cold Breath - Página 3 EmptyDom 24 Abr 2016, 20:27

Narração
Kim e Durong haviam terminado seu serviço e estavam esperando as próximas ordens de Elsa, a jovem não sabia muito bem se realmente estava seguindo o caminho certo, mas ainda assim não hesitava em prosseguir. Afinal se não fosse ela a fazer quem mais seria? A jovem permanecia nervosa, ansiosa, preocupada e todos os adjetivos não definíveis para sua emoção atual. Ao mesmo tempo Ás tentava tranquilizar a si mesma em seus pensamentos, procurando pensar que independente da escolha feita não poderia ser perfeita em sua decisão, porém ainda assim as possibilidades de consequências do caminho escolhido a assombrava.

- Seguiremos em direção as montanhas, pode ser que encontremos cavernas desativadas ou uma área própria para mantermos um acampamento sob a proteção do local. Reúna as pessoas do acampamento, irei falar com todos eles antes de partir, eles merecem pelo menos saber do que está havendo por aqui. E levem os dois ali.

De qualquer modo já havia proferido as palavras aos arqueiros antes mesmo de se preocupar, entretanto Amara ainda aguardava uma resposta da garota. Elsa apenas direcionava suas palavras a Kim e Durong, fazendo a viúva negra aguardar um pouco para conversarem a sós. Enquanto os arqueiros direcionavam-se aos prisioneiros tomando-os de pé, a jovem arrancava seus curativos pequenos que já lhe incomodavam um por um, até que todos se acabassem, e por consequência a dupla já havia se retirado do local cumprindo suas ordens. Em fim as duas mulheres estavam a sós nos aposentos, de fato Elsa ainda estava preocupada em retirar seus curativos e ataduras, mas agora poderia dar uma atenção maior a Amara.

- Sim eu queria falar com você. Como se sente? Digo, eu meio que apaguei depois daquela luta em Micqueot, mas fiquei preocupada sobre como vocês estavam.

- Estou bem. Por sorte me livrei de ferimentos graves, alguns cortes e arranhões no corpo, mas nada que me impeça de continuar.

- A insígnia, é da Chiper Pol 2, os que atuam no North Blue se não estiver enganada. Desde que fomos ao seu resgate no QG de Micqueot eu sinto você com uma personalidade bem peculiar, estranho, pois sempre gostei disso. No decorrer de tudo que nos trouxe até aqui, me sinto segura em confiar em você o que vou lhe pedir.

- Me sinto feliz por isso, é uma honra ser digna de sua confiança.

Durante a conversa Elsa expressava tons de incerteza e felicidade, provavelmente procurando não demonstrar que sabia mais que o necessário para Amara, por precaução talvez, mas ainda assim depositava sua confiança na viúva negra para lhe entregar uma tarefa importante. A jovem pretendia analisar melhor a situação em que se encontravam buscando pela ilha, Vincent já estava fazendo isso com seus homens no Qg, mas ainda assim a garota parecia precisar de uma confirmação a mais. Poderia ser apenas preocupação, mas deixar de confiar em seu líder poderia ser algo não tão conveniente mais adiante, entretanto sem pensar muito bem logo ditava a ordem para Amara, soando mais como um pedido pessoal que uma exigência.

- Vá até a cidade, sonde o que está havendo por lá, em especial os locais frequentados por marinheiros, tente descobrir o que eles sabem sobre nós e como eles estão procedendo com essas informações. Você é a única aqui com capacidade para tal e mesmo se não fosse é uma das que mais respeito e confio para tal ação. Tudo bem pra você?

- Entendido. Estou indo para a cidade agora mesmo, mas se cuidem, eles podem enviar tropas para interceptar nossa movimentaçã... Ah, tudo bem eu sei que Kim e Durong podem dar conta disso.

Amara parecia acreditar bastante no potencial dos arqueiros, ao ponto de não se preocupar tanto com o acampamento quanto deveria, isso era um bom sinal, mostrando que eles poderiam sim ser bons homens para lidar com a situação. No desenrolar da conversa, Elsa removia suas ataduras do braço, observando que já não estava mais restringindo seus movimentos, porém ainda estava um pouco dolorido, até porque acabara de melhorar, deixando a desejar em questão de batalhas. Retirando um pouco seu vestido para descobrir o restante das bandagens, a jovem poderia notar que a situação de suas costelas estava como seu braço, sem fortes dores e restrição de movimentos mas ainda dolorido devido ao ferimento recente.

Passando-se alguns minutos enquanto Elsa se preparava para o discurso, voltava Kim ao acampamento, a jovem ainda estava cobrindo-se com sua manta mas já preparada para prosseguir com o que havia requerido ao arqueiro. Durong não estava junto, não sabia o motivo mas não parecia ser nada demais julgando o sorriso no rosto de Kim, sempre aparente mesmo na situação em que se encontravam. Olhava diretamente para Ás esperando que fosse notado para iniciar o diálogo que desejava, não pretendia surpreender e por isso apenas aguardava pacientemente, alguns resmungos do lado de fora já podiam ser ouvidos enquanto o arqueiro estava ali dentro.

- Já esta tudo pronto, reúni o pessoal na frente da sua barraca, estão todos esperando para ouvi-la.
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MensagemAssunto: Re: 2º Tale - Cold Breath   2º Tale - Cold Breath - Página 3 EmptySeg 25 Abr 2016, 15:14

Tomarei os devidos cuidados. Boa sorte Amara! – Colocava assim um ponto final em minha conversa com a viúva negra, antes de Kim voltar a barraca para falar comigo. O jovem havia permanecido em silêncio até que eu o notasse, coisa que só fiz após constatar meu estado físico e terminar de me aprontar. – Diga Kim, está tudo pronto? – questionava-o, apesar de já ser possível ouvir o som da aglomeração do lado de fora. – Obrigada, já estou indo. – agradecia antes de levar minha atenção até a máscara que havia usado em Micqueot. A mesma se encontrava trincada pelo combate com Garou, mas tê-la nas mãos me fazia pensar em meus atos até então. – Eu sei que isso não é certo, mas tenho tanta preocupação sobre o que eles poderão pensar. – pensava sobre Às e sobre Elsa, sobre ter criado essa dupla identidade mesmo que o intuito fosse para simplesmente não tornar de conhecimento geral minha família.

Se eu for lá fora, eles me conhecerão pela revolucionária Às e não por Elsa, mas uma hora eles deverão saber dessa verdade também. – alisava a máscara, imersa em pensamentos. – Eu preciso ser exatamente aquilo que eles precisam neste momento e apenas isso, depois eu posso rever minhas prioridades. – deixava a máscara em uma de minhas mãos, muitos deles poderiam apenas ter me conhecido enquanto vestia aquela proteção, ter a mesma ali a vista de todos poderia ser útil no fim das contas. A única pessoa até então que sabia que não estava utilizando meu nome real era Marco, mas ele era uma figura bem distinta das demais, era compreensivo e viu que eu mesma precisava de um tempo, até me sentir segura para tocar neste assunto.

Respirei fundo e afastei tais pensamentos, precisava voltar a realidade e encará-la e assim o fiz ao caminhar lentamente para fora da barraca, vislumbrando a multidão que a cercava a minha espera. Embora não demonstrasse fisicamente minha tensão, possuía tão sentimento em meu âmago. Mas felizmente isso não impossibilitava de dizer as palavras normalmente. – Olá a todos, antes de tudo peço desculpas por tê-los apressado assim tão rapidamente, tenho noção de que muitos ainda se encontram feridos e em repouso, que o essencial seria que descansassem até que estejam fortes o suficiente para retornar as atividades normais. Sei também que há aqueles que ainda estão vivendo o luto pelos seus companheiros e companheiras mortos em Micqueot. – fazia uma breve pausa. – Meu nome é Às e lutei junto de vocês nestas batalhas, embora não me julgue a pessoa mais experiente nesta célula e muito menos a mais importante. Porém Mary, Marco e Felipe confiaram em mim quando me juntei a vocês e decide me por em auxílio quando a hora chegou, tal como Vicent confiou em mim agora a liderança temporária do acampamento. – fazia uma breve pausa, observando a todos.

Não, Vicent não desistiu nem se encontra incapaz de exercer suas obrigações, muito pelo contrário. Ele está neste momento as exercendo por uma razão que venho agora compartilhar com vocês por achar que é o certo a se fazer. – suspirava. – Nosso acampamento foi comprometido e supostamente por um espião dentre nós. – se algum furdunço começasse a ocorrer, faria um gesto para que todos tentassem se acalmar. – Felizmente, o próprio Vicent encontrou os suspeitos e provas mais do que suficientes para confirmar o crime, mas não é hora de tomarmos atitudes impensadas, não enquanto ainda estamos incapazes de dar o nosso melhor. Nossa localização foi comprometida e meu principal objetivo é levar vocês a um lugar seguro, um local onde nossos feridos possam se reestabelecer e onde possamos nos organizar para voltarmos a nossa luta, contra o governo mundial e contra a marinha. – caminharia alguns passos a frente, para perto das pessoas. – Peço para que aqueles que estejam querendo que os traidores paguem que esperem até que Vicent tenha total certeza sobre sua identidade para que nenhuma injustiça seja feita. Aos que estão pensando que eu não deveria estar aqui, com essa responsabilidade tão grande peço um voto de confiança, pois nesta hora precisamos mais do que nunca estar juntos para que possamos sobreviver e vencer. – faria uma pausa. – Juntos!

Se obtivesse um reação positiva do grupo, indicaria para Kim e Durong se colocarem em marcha, enquanto eu seguiria com o resto do acampamento em direção as montanhas, observando com total atenção o ambiente ao redor, a procura de possíveis ameaças ou de um bom lugar para ficarmos.



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MensagemAssunto: Re: 2º Tale - Cold Breath   2º Tale - Cold Breath - Página 3 EmptySeg 25 Abr 2016, 22:12

Narração
Amara deixava o local dando início ao que lhe fora ordenado, enquanto Kim voltava esperando ser notado para avisar a jovem sobre a presença dos homens requeridos em frente a seus aposentos, de fato não era lá um momento oportuno para se esclarecer, mas precisava ser feito. Elsa tomava-se a pensar sobre sua identidade entre os revolucionários, ao avistar sua máscara trincada, não possuía certeza sobre o que estava fazendo e nem mesmo se era o certo, entretanto a responsabilidade de liderar estava em suas mãos, precisaria fazer o possível naquele momento, mesmo que precisasse ser Ás para isso. Convicta dos próximos passos, posicionara a mascara em seu braço seguindo para fora, logo nos primeiros passos dava de cara com a multidão que falava desenfreadamente, porém algo estranho acontecia ao avistarem Ás, todos ficavam quietos aguardando pacientemente as palavras da jovem.

- Olá a todos, antes de tudo peço desculpas por tê-los apressado assim tão rapidamente, tenho noção de que muitos ainda se encontram feridos e em repouso, que o essencial seria que descansassem até que estejam fortes o suficiente para retornar as atividades normais. Sei também que há aqueles que ainda estão vivendo o luto pelos seus companheiros e companheiras mortos em Micqueot.

Pronunciava Ás ao se aproximar da multidão, respirava fundo e ainda estava um pouco nervosa, mas isso não mudaria o fato de que precisaria convencer a todos de sua capacidade de liderar, muitos poderiam não concordar dependendo de suas palavras, por isso precisava ser cuidadosa. Os comentários iniciais não provocavam muita reação, permanecendo todos quietos e um pouco mais confortáveis com a situação, após a simpatia da garota para com todos. Porém ainda era muito cedo para comemorar, e a jovem ainda precisava terminar seu discurso, seguindo para as revelações e a justificativa para Vicent sumir, seria um longo e complicado caminho a prosseguir.

- Meu nome é Às e lutei junto de vocês nestas batalhas, embora não me julgue a pessoa mais experiente nesta célula e muito menos a mais importante. Porém Mary, Marco e Felipe confiaram em mim quando me juntei a vocês e decide me por em auxílio quando a hora chegou, tal como Vicent confiou em mim agora a liderança temporária do acampamento. Não, Vicent não desistiu nem se encontra incapaz de exercer suas obrigações, muito pelo contrário. Ele está neste momento as exercendo por uma razão que venho agora compartilhar com vocês por achar que é o certo a se fazer. Nosso acampamento foi comprometido e supostamente por um espião dentre nós.

Após tais palavras os revolucionários expressavam não aceitar tão bem, as pessoas começavam a se aglomerar e o falatório aparecia novamente, frases como "Vincent nos abandonou", "Traidores devem ser mortos" e "Ás não sabe o que faz", eram constantes nas discussões. Ás sinalizava para que todos ficassem quietos e pudesse prosseguir, mas não parecia fazer efeito, e os indivíduos ficavam cada vez mais nervosos, passando até a ocorrer algumas brigas por divergência de opiniões. Kim, ao lado de Elsa deixava de lado o sorriso em seu rosto e uma expressão séria dominava sua face, se aproximando da multidão enquanto tomava uma flecha em mãos e lançava contra um barril de água próximo de todos, o tal barril abria um buraco jorrando água para todos os lados e chamando a atenção de todos. O arqueiro tomava frente, e passava a desabafar tentando convencer a todos, que por sinal prestavam atenção e demonstravam um respeito considerável pelo homem.

- SILÊNCIO TODOS! Vincent, não abandonou ninguém, ele foi até a cidade buscar nossos companheiros que estavam no QG da marinha recolhendo informações. Ele confiou a Ás a liderança porque confia nela para essa função, assim como eu e Durong, então se alguém tem algo contra pode se retirar desse acampamento.

O silêncio retomava, talvez por respeito a figura de Kim ou por suas palavras, não sabia-se ao certo. De qualquer modo, o arqueiro passava a olhar para Elsa balançando sua cabeça em um gesto para prosseguir, a multidão exagerava um pouco em suas reações, mas era de se esperar de uma situação delicada em que a jovem tentava tomar controle. A desconfiança em suas próprias qualificações também fora um dos motivos pelo qual não havia sido tão bem aceita, mas Kim parecia ter concertado as coisas com suas palavras, ao menos por hora, enquanto Ás terminava seu discurso para estabelecer o resultado final.

- Felizmente, o próprio Vicent encontrou os suspeitos e provas mais do que suficientes para confirmar o crime, mas não é hora de tomarmos atitudes impensadas, não enquanto ainda estamos incapazes de dar o nosso melhor. Nossa localização foi comprometida e meu principal objetivo é levar vocês a um lugar seguro, um local onde nossos feridos possam se reestabelecer e onde possamos nos organizar para voltarmos a nossa luta, contra o governo mundial e contra a marinha. Peço para que aqueles que estejam querendo que os traidores paguem que esperem até que Vicent tenha total certeza sobre sua identidade para que nenhuma injustiça seja feita. Aos que estão pensando que eu não deveria estar aqui, com essa responsabilidade tão grande peço um voto de confiança, pois nesta hora precisamos mais do que nunca estar juntos para que possamos sobreviver e vencer. Juntos!

Ao término do discurso a maioria dos que ali estavam, passaram a se ajoelhar aceitando a proposta de Elsa para com o acampamento, não era uma pessoa experiente ou mais conhecida do local, mas se todos viam potencial nela porquê não tentar lhe dar uma chance? Porém, todo movimento possui seus prós e contras, e alguns deles não aceitavam a liderança de Ás e a saída repentina de Vincent do acampamento mesmo com as palavras de Kim. Cerca de três homens se recusavam a seguir caminho com os demais, se afastando da multidão e seguindo em conjunto para o meio da floresta em direção a cidade, não eram muitos mais ainda assim ainda poderia se considerar uma perda.

Deixando lado os infortúnios, Kim e Durong assumiam sua posição já indicada, enquanto Elsa prosseguia com o povo que acabara de discursar entre os dois, procurando por uma boa posição para estabelecer o acampamento. A jovem deixava para trás o barco, alguns suplementos e barracas que não foram possíveis ser carregadas, até porque todos esses itens haviam sido retirados do barco e deixando-o para trás havia perdido boa parte do que haviam guardado. O caminho era repleto de árvores, rochas e alguns lagos, mas nada que de fato chamasse a atenção de Elsa, tal como uma caverna ou algo do gênero, claro que só haviam andando alguns metros e ainda existia um bom caminho para ser percorrido.^

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MensagemAssunto: Re: 2º Tale - Cold Breath   2º Tale - Cold Breath - Página 3 EmptySeg 02 Maio 2016, 15:13

Não era sempre que decidia por tomar a rédea de uma situação tão complicada, a liderança do grupo era uma responsabilidade, mas também era um fardo a ser carregado. Nem sempre a beleza ou as palavras doces serviriam para controlar os ânimos, muito menos tornar as coisas fáceis de ser compreendida, agora eu tinha total noção disso. Se antes sentia nervosismo em começar a falar, agora simplesmente havia deixado as palavras saírem, como se elas sempre estivessem prontas para serem ditas. Preocupação? Era óbvio que tinha, ainda mais quando os ânimos pareciam se agitar e os comentários exaltados surgirem aqui e acola, as voz doce não iria servir para aplacar a fúria que havia se formado, mas uma voz conhecida fora muito mais importante naquele momento.

Kim havia me salvado e por mais que não tivesse tido chance de agradecer, certamente ele teria notado pelo meu olhar. Havia ficado perdida por alguns instantes até que ele conseguia restabelecer o equilíbrio no local, meu olhar demonstrava alívio e os singelos gestos corporais podiam muito bem mostrar que havia novamente me livrado daquela súbita tensão. Ainda havia coisas a serem ditas, pingos nos “is” como qualquer um teria dito. Até que tudo culminou num momento de silêncio, não das pessoas, mas uma quietude pessoal, onde parecia não mais ouvi-los e sim, apenas vislumbrar suas expressões após ouvirem minha última palavra.

Rostos em dúvida, outros complacentes e receptivos, mas também havia aqueles que aceitavam com receio ou cansados demais para contestar uma decisão daquelas, mas nenhum deles feria mais que o olhar de cólera daqueles que sentiam traídos. Três pessoas foram o número que pude contar antes deles sumirem na floresta, aparentemente indo para cidade. Não poderia e nem deveria ir a busca de mais diálogo com eles, considerei como homens fortes e saudáveis. Revolucionários capazes de cuidarem de si próprios e dispostos a voltar a ajudar caso fosse preciso, a causa deveria se manter unida e não seria por uma ou duas desistências que me veria no direito de abandonar tudo e deixar aqueles que estavam feridos a própria sorte.

O navio e boa parte das provisões foram abandonados, não poderia ter certeza de que encontraria um local adequado para mantê-lo e mesmo assim, carregar ele de um canto a outro poderia muito bem indicar que nosso objetivo seria permanecer escondido. Torcia no fim das contas para a estupidez da marinha, em uma esperança de que eles acreditassem que decidimos nos infiltrar pela cidade, em meio a pessoas comuns e como tal não poderíamos dispor de boa parte das provisões do navio, mas novamente eram apenas suposições.

Permaneceria com a marcha, buscando atravessar a floresta e alcançar a região montanhosa. – Aqueles que estiverem aptos a lutar permaneçam ao redor dos feridos. – queria manter os enfermos protegidos de eventuais ataques. Colocava a máscara sobre o rosto, talvez para me sentir mais revolucionária ou simplesmente me sentir mais confiante com a liderança. Observava o horizonte, buscando o local ideal, mas também caçando a ameaça, queria ter muitas pessoas importante para mim ao meu lado agora, um conselho, uma dica, desejava qualquer coisa que me mostrasse um caminho a seguir naquela penumbra, mas curiosamente uma parte de mim via importância em fazer aquilo só, um desafio que certamente culminaria em um aprendizado valoroso, ao lado daqueles com quem decidi lutar.



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MensagemAssunto: Re: 2º Tale - Cold Breath   2º Tale - Cold Breath - Página 3 EmptySeg 02 Maio 2016, 22:41

Narração
Em um momento complicado durante seu discurso para com os demais revolucionários, Kim havia salvado Elsa daquela situação, de certo modo ela parecia ter perdido o controle a ponto de gerar uma grande revolta interna, entretanto o jovem arqueiro com sua experiência e conhecimento com o grupo, de alguma forma cessava as discussões com suas palavras. Liderar um grupo que chegava a se dividir entre mais dois grupos, não parecia ser nada fácil, ainda mais para uma revolucionária recém promovida a cabo que acara de adentrar a tripulação. As palavras da jovem pareciam cativar boa parte dos homens, salvo algumas exceções, mas seria necessário mais que isso para guiar a todos pelo caminho certo, e evitar perdas durante a jornada, pois muitos ainda permaneciam feridos.

Ás se espantava um pouco com a expressão dos homens que deixavam o acampamento, se sentindo traídos por Vicent, porém como um bom líder não poderia fazer mais nada quanto a eles e arriscar comprometer todo o grupo, considerava os desertores dignos de defenderem a si mesmos. Abandonava também o navio com alguns suplementos para trás, deixando a mercê da marinha, até porque não possuía informações de onde estabeleceriam o novo acampamento, e nem sobre os terrenos que encontraria no caminho adiante. De fato seria uma grande caminhada, contando com a sorte em primeiro lugar, um dos grandes problemas eram os feridos que precisavam ser carregados por outros revolucionários. Mesmo assim Elsa achou importante deixar o navio para trás buscando atrasar os marinheiros em uma futura investigação, não estava certa de que isso aconteceria mas não queria arriscar mais problemas.

- Aqueles que estiverem aptos a lutar permaneçam ao redor dos feridos.

Pronunciava a jovem procurando manter a segurança de todos, alguns dos homens chegavam a se posicionar, porém não era muitos visto que boa parte dos considerados aptos estavam na formação de Kim e Durong ou carregando feridos durante o caminho. Elsa colocava sua máscara, para voltar a sua identidade de revolucionária "Ás", buscando confiança em suas ações, enquanto isso observava por todos os lugares a qual estavam se dirigindo, mas não passavam de árvores e mais árvores. Alguns bons minutos andando se passavam naquela floresta, que parecia não acabar nunca, os revolucionários já estavam cansando e os enfermos não pareciam aguentar mais muito tempo em movimentação, seus ferimentos poderiam acabar piorando. Nesse momento os grupos pararam de se movimentar, aparentemente Kim havia parado com seu grupo na parte da frente fazendo todo o restante cessar movimentos.

O arqueiro se direcionava até Elsa, buscando relatar o que havia visto, para que a sua líder pudesse então tomar uma decisão, e não demorava muito para que Kim chegasse até a jovem apontando para a direção que estavam seguindo.

- Ás, parece que encontramos a entrada para as montanhas, o terreno entre a floresta e a montanha parece ser bem irregular, mas encontramos uma espécie de barranco que pode ajudar a esconder o grupo. Na verdade venha comigo, você precisa ver isso com seus olhos.

O arqueiro segurava levemente a jovem pelos braços, levando-a na direção a que estava indicando para lhe mostrar a estrutura, seria mais fácil do que descrever e Elsa poderia julgar com melhor precisão. De fato era algo bem estranho, e um pouco fora do comum, a formação rochosa se iniciava na terra formando uma elevação que se distanciava cerca de três metros do chão de forma diagonal, porém a baixo desse rocha o chão continuava normalmente, formando uma espécie de proteção onde nem o sol batia em boa parte do dia. Um pouco mais a frente seguindo pelo terreno irregular abaixo da formação rochosa indicada por Kim, também estavam as montanhas, embora muito mais inclinadas se tornando complicado a escalada com a quantidade de feridos.
 
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MensagemAssunto: Re: 2º Tale - Cold Breath   2º Tale - Cold Breath - Página 3 EmptyTer 03 Maio 2016, 16:18

Os minutos pareciam horas e cada hora durava uma eternidade, era difícil caminhar com tantas preocupações e com tantas lamúrias dos enfermos mais graves. Havia pedido que aqueles que estivessem em condições de lutar, que fizessem uma espécie de cordão de proteção ao redor dessas pessoas, mas poucos eram aqueles que podiam se dispor a tal pedido. – Um oponente morto é menos um no campo de batalha, um oponente ferido é menos dois. – relembrar daquele ensinamento era sempre algo amargo, ainda mais naquela situação. Os feridos não podiam se mover e precisavam de uma ou duas pessoas para que lhe ajudassem, do contrário suas feridas poderiam piorar ou nem mesmo teriam forças para seguir conosco.

Caminhar era uma necessidade, mas não havia julgado seus custos de uma forma eficiente. Estava cansando ainda mais aquelas pessoas e a perspectiva mudava com isso, se antes podíamos percorrer alguns quilômetros com todos em bom estado, agora era bem provável que fizéssemos metade disso ou menos até. – Terei de aceitar o primeiro local seguro, para o bem de todos. – pensava com preocupação, com a máscara sobre o rosto seria difícil alguém notar qualquer insegurança em meu rosto. Caminhei por entre aquelas pessoas, verificando o estado dos enfermos enquanto as árvores pareciam multiplicar-se ao nosso redor e nos engolir cada vez mais, até que tudo parou. A marcha havia cessado no momento em que retomei a frente do grupo. – Poderia ser? – o pensamento correu ligeiro, mas não tanto quanto meu corpo que se pós em movimento na direção do grupo de Kim.

O arqueiro vinha até mim prontamente e me avisava do que havia encontrado, apontando o dedo em uma determinada direção, indicando o caminho. Uma formação rochosa, aparentemente a entrada para as montanhas de Lvneel, mesmo assim a informação era confusa e Kim achava por bem simplesmente me levar ao local. – Tudo bem, vamos verificar o local. – deixava que ele me guiasse ao local, mas não antes de pedir aos seus homens que se mantivessem perto do grupo maior de revolucionários, questão de segurança.

Ao chegar ao local, pude ter um real vislumbre do local. – Oou, sim. Isso é interessante. – não podia negar o fascínio num primeiro momento. A rocha desgastada parecia formar uma grande tenda sobre uma grande área e a luz do sol não alcançava tal local. Um pouco mais a frente, seguindo por um terreno irregular se encontravam as montanhas, mas seu acesso não seria possível devido os feridos. – Traga todos para cá. – dizia com voz firme. – Vamos acampar por aqui e descansar, não podemos forçar uma escalada com tantos feridos e cansados. – concluía enquanto me movia na direção de onde o grupo se encontrava. – Irei até Durong, até lá organize as pessoas e não ascenda nenhuma fogueira.

Caminharia até o grupo de Durong, falando com o mesmo assim que o encontrasse. – Encontramos um local para acampar, mas vamos precisar ter certeza de que ficaremos seguros. Leve se grupo até o acampamento e de lá se espalhem pela floresta, vasculhem o local em busca de ameaças ou alimentos, vamos tentar manter uma zona de vigilância para evitar de sermos surpreendidos. – colocava as mãos na cintura, aguardando por uma resposta do arqueiro e só então antes de seguir com ele até o acampamento diria. – Nenhum sinal de Vicent? - Ao voltar para o acampamento, ajudaria os demais a se acomodarem e se fosse preciso ajudaria os enfermos no que fosse preciso.



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MensagemAssunto: Re: 2º Tale - Cold Breath   2º Tale - Cold Breath - Página 3 EmptyQua 04 Maio 2016, 01:48

Narração
O tempo demorava a se passar, e os feridos pareciam estar cada vez mais cansados, claro que estavam tendo ajuda de outros revolucionários mas ainda assim se torna arriscado quando o esforço se torna contínuo. Elsa começa a se preocupar com a situação dessas pessoas, e ainda mais com o grupo como um todo, visando a quantidade de homens necessários para carregar outros indivíduos, tornando assim um número muito menor de pessoas prontas para a batalha se algo ocorresse. Por um lado já haviam se distanciado consideravelmente do acampamento, mas por outro não sabiam quando teriam um descanso, nesse cenário Ás se movimentava pelos feridos observando suas condições físicas. O grupo parecia bem debilitado, a maior parte sendo ferimentos externos que dependendo da movimentação poderiam se abrir, quanto alguma parte possuía rompimentos ósseos com ataduras e gesso, alguns nos braços e os mais preocupantes na região das pernas.

De repente todo o grupo parava por algum motivo, o grupo de Kim parecia não estar se movimentando e ter atrasado todos que estavam atrás deles. Nesse momento Elsa não poderia pensar em outra coisa, se não um ataque inimigo, deslocando-se imediatamente na direção do arqueiro para averiguar a situação das tropas, entretanto Kim havia chegado até ela rapidamente e sem deixa-la se manifestar lhe explicava a situação. A jovem se deixava ser guiada pelo arqueiro, passando a segui-lo até o local indicado, certamente era uma visão revigorante, não podendo esconder seu rosto de surpresa quando chegavam lá. Uma rocha que serviria de proteção para todos da visão de quem se aproximasse pela floresta, entretanto a luz do sol não penetrava aquela pedra e talvez isso pudesse ser um problema, mas Elsa confiante do local encontrado logo se pronunciava para o arqueiro confirmando a decisão.

- Oou, sim. Isso é interessante. Traga todos para cá. Vamos acampar por aqui e descansar, não podemos forçar uma escalada com tantos feridos e cansados. Irei até Durong, até lá organize as pessoas e não ascenda nenhuma fogueira.

- Entendido. Vou reunir todos aqui em baixo e montaremos o acampamento.

Kim então passava a se distanciar voltando até as pessoas que aguardavam pacientemente, enquanto isso Elsa queria ir mais longe se distanciando um pouco do grupo até encontrar Durong e alguns homens mais afastados tomando conta da retaguarda. Deixava Kim tomar conta da situação lá atrás, ele já havia lhe ajudado antes, e por sinal confiava no arqueiro novamente para prosseguir com o restante da movimentação dos revolucionários. Ás voltava sua atenção a Durong, e terminava de montar sua nova estratégia, formada após declarar o estabelecimento do acampamento em determinado local, pronunciava então suas novas ordens e alguns esclarecimentos ao arqueiro.

- Encontramos um local para acampar, mas vamos precisar ter certeza de que ficaremos seguros. Leve se grupo até o acampamento e de lá se espalhem pela floresta, vasculhem o local em busca de ameaças ou alimentos, vamos tentar manter uma zona de vigilância para evitar de sermos surpreendidos.

- Claro, estamos indo para lá, até agora nenhum sinal dos inimigos. Talvez ainda não estejam nos seguindo, mas essas pegadas podem denunciar nossa localização Ás, acho que devemos tomar conta delas. Ao menos apagar uma parte delas, o que acha?

- Nenhum sinal de Vicent?

Elsa terminava suas falas sem responder a última pergunta de Durong, talvez pela preocupação com o líder, mas lhe deixava esperando por uma resposta para que então pudesse seguir o que lhe fora designado. Nesse mesmo momento, onde a garota terminava suas palavras e Durong esperava a resposta, alguns segundos se passavam e quando o arqueiro abre a boca para responder a pergunta de Elsa, o den den Mushi no bolso da jovem começa a tocar "Purupurupuru". O toque repentino do den den Mushi deixava um clima completamente diferente entre todos que ali estavam, a expressão de ansiedade era clara na cara de cada um dos homens que rodeavam o local, esperando atentamente que a jovem atendesse.

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MensagemAssunto: Re: 2º Tale - Cold Breath   2º Tale - Cold Breath - Página 3 EmptyQua 04 Maio 2016, 21:23

Apague tudo, não deixe nenhum rastro! – dizia de supetão, meu rosto podia estar coberto, mas minha voz denunciava que não havia me atentado a um detalhe tal bobo. Senti-me atrapalhada, poderia ter tomado atenção para aquilo, porém tinha tanta coisa na cabeça que as pegadas que havíamos deixado pelo caminho nem sequer seriam pensadas. – Pare com isso sua tola! – tentava tão repentinamente como a resposta a Durong, me repreender por tanta rigidez, mesmo que a situação exigisse um mínimo de falhas de decisão. Um amigo havia me dado uma sugestão, algo que eu não havia pensado e eu concordei, qual era o problema nisso? Fiz isso de forma quase incessante desde que ingressei aos revolucionários, ditava minha opinião e minhas ideias sem rodeios, deveria estar feliz pelos outros fazerem o mesmo comigo.

Tratei de rapidamente me recompor, ainda que soltasse uma risada tímida e abafada. Ainda aguardava a resposta do arqueiro quando o den den mushi tocou, calando-o no instante em que iria responder. Não pude negar surpresa, movia meu olhar até onde o havia guardado de forma extremamente natural, porém não parecia que o toque repentino havia sido algo “normal” para todos ali. Tão rápido quanto o clima por ali era agradável na medida certa, tornou-se demasiadamente pesado, quase sufocante. – Eeer.. – tentei dizer algo, mas já havia sido cercada por todos, ou melhor, pela ansiedade de todos eles. Olhos vidrados e respirações presas, eu realmente deveria atender ou não? A dúvida era cruel.

Se fosse algo bom? Nada de mais aconteceria, todos se encheriam de sorrisos e brincadeiras e seguiríamos com nosso rumo atual. Mas, e se não fosse? – E se não for algo bom? – pensava, mordendo o lábio após um breve suspiro. Diferente de antes, sentia-me tranquila por mais que tanto coisa aplacasse minha mente naquele momento, talvez fosse herança de família? Quando a coisa apertava era normal eu ver meus irmãos e meus pais agirem com uma tranquilidade tão grande que beirava a frieza, ironicamente nunca conseguia identificar esse traço em mim, mesmo com as pessoas ao meu redor afirmando que eu agia dessa maneira nos mesmos momentos. –Bem, a sorte está lançada! – comentava em um tom baixo de voz, mas alto de pensamento enquanto movia minhas mãos até o Den Den Mushi, o retirando do meu bolso.

Silêncio, todos vocês. – a voz vinha firme e cortante antes de enfim atender a ligação. – Pode falar. – a voz vinha levemente abafada graças a máscara, tranquila e serena como uma brisa de inverno. Ouviria a voz que estava do outro lado com extrema atenção, poderia ser Vicent, poderia ser até mesmo Amara, não havia certeza, mas tinha a leve sensação de que aquilo iria mudar o meu dia, restava saber se era para bem ou para mau.



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MensagemAssunto: Re: 2º Tale - Cold Breath   2º Tale - Cold Breath - Página 3 EmptyQui 05 Maio 2016, 19:39

Narração
A garota já havia tomado conta da outra parte do acampamento, deixando-o na mão de Kim e agora estava resolvendo as coisas com Durong, que por sinal lhe dava um conselho o qual não havia pensado anteriormente. Elsa se culpava por não ter calculado com perfeição todos os passos de seu plano, por ser a líder imaginava que devia fazer tudo por si só, porém depender dos outros as vezes também pode ser importante, principalmente se levar adiante como um aprendizado. Sendo assim, Ás respondia Durong imediatamente, afinal precisava cobrir os rastros antes que fosse tarde demais, mesmo sem possuir as informações necessárias para julgar isso.

- Apague tudo, não deixe nenhum rastro!

Alguns segundos de silêncio depois, quase como resposta a pergunta da jovem, o den den mushi tocava deixando a todos agitados e preocupados com a mensagem que Vicent passaria, e a reação de Ás não era diferente dos demais, também estava surpresa, apenas escondia suas expressões através da máscara. Ao ver todos reunidos a jovem até chegava a hesitar em atender, não poderia deixar de imaginar as reações em duas situações diferentes, a boa e a má. Por mais estranho que parecesse, Elsa manteve a calma após analisar bem as possibilidades, a personalidade fria que a garota expressava era a mesma que ela chegava a odiar em um outro momento.

- Silêncio, todos vocês.

Ironicamente tentava controlar a situação, após os próprios cochichos dizendo "a sorte está lançada", mas de fato era necessário para que o aglomero cessasse e Vincent tomasse a liberdade de falar. Elsa logo tomava um tom mais sério, tentando impor respeito aos que ali estavam, para finalmente atender o den den mushi e receber as noticias, com a impressão de que seria algo importante.

- Pode falar.

- Oi, Ás? Consegui achar o restante dos homens e estamos voltando para o acampamento. Mas, err... onde ele fica mesmo? Estou chegando no local onde estávamos antes,  pode mandar uns homens até aqui?

- Ah claro, tenho algo para falar. Mas não é uma boa ideia continuar falando por esse den den mushi.

Para a felicidade de todos, Vincent estava bem juntamente aos demais homens, mas um pouco perdido na floresta sem saber para onde ir. Logo que a chamada era encerrada, Durong olhava diretamente para Elsa esperando que ela lhe desse a devida atenção novamente, e quem sabe mudar as ordens, agora que uma nova necessidade havia surgido. Os indivíduos a sua volta, suspiravam de alivio e até chegavam a dar umas gargalhadas quando Vicent perguntava sobre o acampamento, mesmo assim alegrava ver que ele havia cumprido com a sua obrigação e retornava com algumas informações adicionais.
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MensagemAssunto: Re: 2º Tale - Cold Breath   2º Tale - Cold Breath - Página 3 EmptyDom 08 Maio 2016, 00:00

Não era capaz de evitar o suspiro de alívio com as palavras de Vicent, o tom de suas palavras inicialmente soavam até com certo tom de brincadeira e isso havia proporcionado uma reação positiva entre os demais revolucionários que se amontoavam ao meu redor para ouvir a conversa. – Fica agora em um lugar seguro. – comentava. – Mandarei sim! Durong estará indo até o encontro de vocês. – decidia, sem titubear. Mas ainda havia mais coisas a tratar e Vicent deixava isso claro ao fim de suas palavras, um assunto que não caberia em uma situação tão informal como aquela, com tantas pessoas ouvindo. – Tudo bem, estarei o esperando no acampamento para conversarmos. – mantinha a compostura e o tom firme na voz, antes de desligar o den den mushi e voltar a guarda-lo no bolso.

Foi quando o riso e os suspiros aliviados começaram a tomar conta do ambiente, surpresa, olhei ao redor a reação dos demais até cruzar o olhar com Durong, que aguardava por minhas instruções. Calmamente me aproximei dele para lhe dar suas novas ordens. – Vá até Vicent e traga-o até o acampamento, na volta limpem as pegadas. Os demais continuarão a seguir o que foi proposto anteriormente. Faça isso o mais rápido possível e tenha cuidado pelo caminho. – era concisa nas palavras e não tinha a menor intenção de perder tempo. – Vá! – apressava Durong com um movimento sutil com a cabeça, antes de voltar minha atenção para os demais homens.

Muito bem pessoal! As notícias foram muito boas, mas ainda temos trabalho a fazer! – batia com as mãos antes de as por na cintura. – Se apressem e assim terão mais tempo para descansar e comemorar se assim quiserem. - voltava a caminhar na direção do acampamento, esperando um pouco até que todos os demais fossem cumprir suas funções. Uma vez que isso ocorra, retornaria ao acampamento e verificaria com Kim a situação do local, principalmente se algum ferido teve se quadro agravado devido ao esforço. Fora isso, aguardaria pelo retorno de Vicent ou um sinal de Amara.



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