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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 A ascensão da Red Legion. Desafio no farol!

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Wander
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MensagemAssunto: A ascensão da Red Legion. Desafio no farol!   A ascensão da Red Legion. Desafio no farol! - Página 3 EmptySab 02 Abr 2016, 01:17

Relembrando a primeira mensagem :

A ascensão da Red Legion. Desafio no farol!

Aqui ocorrerá a aventura dos revolucionários Raymond King Walker, Tidus Belmont, Axell Belmont, Hanna, Hizy Mayan e Frisk Dreemurr. A qual não possui narrador definido.


____________________________________________________

Falas
Pensamentos
Esquizofrenia (Fantasia)

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Ravenborn
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MensagemAssunto: Re: A ascensão da Red Legion. Desafio no farol!   A ascensão da Red Legion. Desafio no farol! - Página 3 EmptySex 08 Abr 2016, 23:11

"Friends."




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*Eating spaghetti with your friends fills you with determination. Mostly 'cause of the spaghetti.


- Vamos, Frisk-Chan! Você precisa se alimentar direitinho! - Hizy dizia, me puxando pela mão esquerda, em direção à comida do refeitório. Depois de nos apresentarmos junto com o restante do pessoal, um dos revolucionários se ofereceu para cuidar de meu braço, e acabou trazendo tanto a mim quanto ao meu amiguinho de cabelos azulados até o refeitório da célula, que estava cheio de todo tipo de comida, e lá, fez um curativo em volta do meu ombro - aparentemente, eu não iria conseguir mexê-lo por um tempinho, mas nada com o que se preocupar. - Obrigado! - eu respondi, com um sorriso sincero no rosto, antes de me deixar ser guiado por Hizy até a comida. Só então me passou pela cabeça quanto tempo já fazia desde a última vez que eu tinha comido algo realmente decente; as refeições na Mansão Dreemurr eram ótimas, e me acostumar a viver sozinho depois de tudo aquilo não foi a coisa mais agradável do mundo. Eu teria certeza de aproveitar aquela oportunidade ao máximo!

Eu observaria as opções que nós dois tínhamos com olhos atentos e curiosos, tentando escolher um prato que fizesse o meu gosto; porém, elas eram tantas que eu simplesmente não sabia ao certo o que escolher, e acabei ficando parado por um tempo, apenas admirando a quantidade de comida que havia ali. - Uwaa...tem tanta! Hizy-kun, o que você vai... - eu começaria a fazer a minha pergunta, apenas para ver que Hizy já tinha feito a sua escolha - os seus olhos brilhariam ao olhar para uma das carnes que estavam sendo servidas, o que me faria dar uma pequena risada. Aparentemente, ele estava tão ansioso quanto eu. - Por favor, tio(a), eu quero essa carne! - ele diria, pedindo a carne que havia escolhido. Era melhor eu não demorar muito, se não quisesse comer sozinho. Eu também acabaria pegando um pouco da carne, que parecia deliciosa, não fosse pelo fato do meu braço direito estar enfaixado - eu precisava de algo mais fácil de comer, algo que eu conseguisse pôr na boca usando apenas o braço esquerdo. Seria aí que um monte de spaghetti com molho e almôndegas me chamaria a atenção. Eu lamberia os beiços, sorrindo de maneira boba. - Eu vou querer aquele ali, então! - indicaria a quem tivesse servido Hizy, e seguiria junto com ele para uma das mesas, tomando cuidado pra não derrubar o prato, já que teria de segurá-lo com a mão canhota.

- Stá belicioso, Vrisk-shan! - Hizy diria, em meio às mordidas, enquanto estivesse comendo a carne que escolhera. Eu engoli a saliva que começava a se juntar na minha boca, olhando para o meu prato com uma animação crescente. Segurando um garfo com a mão esquerda, então, eu tentaria começar a comer o spaghetti devagar, até pegar um pouquinho mais o jeito. Quando começasse a mastigar e a sentir o gosto se espalhar pela minha boca, minha face coraria um pouco, graças à satisfação e ao prazer de poder saborear algo delicioso como aquilo. Era como se apenas por aquele momento, eu pudesse esquecer um pouco as coisas ruins que haviam acontecido e aproveitar a comida sem ninguém pra me atrapalhar - afinal, o Hizy-kun também estaria muito ocupado com a sua parte. - Hmmmm... - eu deixaria escapar. Aquilo estava ótimo.

Quando nós dois já estivéssemos almoçados - ou quase, pois ainda restaria um pouco do spaghetti em meu prato - Hizy mais uma vez se dirigiria a mim, dessa vez perguntando sobre o meu ombro: - Frisk-chan, como está o seu ombro? Está melhor? - eu daria um meio sorriso para ele, antes de olhar para o curativo outra vez. Ainda não conseguia mexê-lo, mas a dor praticamente já tinha passado, o que era bom. - Ainda dói um pouquinho, mas eu acho que vai ficar melhor logo. - eu daria um sorriso um pouco maior nesse momento. De repente, então, Hizy resolveu se colocar numa pose heroica e triunfante: Você não precisa se preocupar com nada! Eu irei proteger você! - diria, soltando uma risada sincera a seguir. Eu ficaria um pouco surpreso e corado no início, já que não esperava por aquela, mas logo me colocaria a gargalhar junto com ele. - Fufufufu...Hahaha! Eu conto com você então, Sir Hizy. - comentaria, voltando a rir logo em seguida. Hizy realmente tinha se tornado um grande amigo do momento em que tínhamos nos conhecido pra cá, e eu só tinha a agradecer por isso. Passar todo aquele tempo sem ter ninguém contar tinha sido muito difícil, e poder fazer piadas e rir desse jeito, agora, me deixava muito feliz.

- PESSOAL! AQUI! AQUI! ESTAMOS AQUI! - Hizy acabaria por avisar ao restante do grupo aonde nós estávamos, e eu acenaria junto com ele para chamar a atenção deles. Eu daria um largo sorriso quando todo estivessem reunidos, feliz por ter todos aqueles novos amigos ali, do meu lado. - Minna-san, vocês tem que provar a comida daqui! É muito boa! - eu diria, colocando mais um pouco do spaghetti na boca, e mastigando com prazer. O primeiro a se dirigir a mim seria Tidus-san: - E esse machucado no seu braço. Está tudo bem com ele? Se precisar eu posso dar uma olhada. - falaria, o que me faria pensar se ele era algum tipo de médico, também. Não obstante, eu balançaria a cabeça para dizer que não precisava, e depois daria um sorriso em agradecimento para ele, em meio as mastigadas. Axell-san se aproximaria de mim logo após isso, perguntando: - Hey, Frisk. O que tem de melhor aqui? - eu olharia para ele, então, diante da pergunta. Aquilo não era óbvio? Ambos os meus olhos brilhariam para ele conforme eu devorasse o restante do macarrão que havia em meu prato. Eu não precisava dizer mais nada, não era mesmo?

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Última edição por Ravenborn em Sab 09 Abr 2016, 11:40, editado 5 vez(es)
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Roy Collins
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MensagemAssunto: Re: A ascensão da Red Legion. Desafio no farol!   A ascensão da Red Legion. Desafio no farol! - Página 3 EmptySab 09 Abr 2016, 00:31

Tentando o impossível

Será que ser uma pessoa a qual faz piada toda as vezes é legal? As vezes isso é chato, não sei se é por causa da última coisa que Axell tivera dito sobre a flor ter espinhos, mas algumas coisas que diz soa tão irrelevante. E o pior, como o irmão dele não consegue controlar esse humor excessivo do irmão? - Tudo bem! Só é chato mesmo ouvir esses tipos de coisas. Não seria nada saudável prolongar esse assunto e ficar como aquelas meninas revoltadas, cada um sabe o que fala e faz. ~ Só espero não ter de ouvir mais coisas do tipo pra não soltar a mão na cara desse besta!

Depois disso expliquei o motivo de estar na revolução e o comandante Mark enfatizou com uma diferente emoção nas palavras, seria por alguma coisa de seu passado ou pela sua carreira como revolucionário? Aposto que ser comandante é uma tarefa árdua e que envolve muito tempo de contribuição com esse grupo, muito mais ainda com as pessoas das quais suplicam pela salvação de suas vidas. ~ Esse homem é um dos exemplos de como as pessoas vão ficando ao longo do tempo ... Espero ser forte o suficiente para não obter tantas falhas nas missões. Parava com meus pensamentos enquanto os demais continuavam com seus discursos. Até que quando Hizy falava sobre os Tenryubittos, aos quais não conheço muita coisa a respeito, nosso provável chefe mudava seu jeito.

Anteriormente era engraçado o modo dele falar conosco, porém após ouvir esse nome sua expressão transformava em alguém muito feroz e com uma energia assombrosa. ~ O que é isso?!! Dava alguns passos para trás devagarinho, trêmula e com os olhos arregalados misturando surpresa e medo, procurando ficar próxima ao grupo e me controlando para não sair dali. No entanto a mulher chamada Niel acalmou-o com o bolinho de arroz, algo super-normal. Do nada Mark se torna um monstro e logo depois volta ao normal, demonstrando inofensividade. ~ Melhor eu não ficar perto desse homem também. Lembrava do outro superior ao qual não quero ficar perto, e o engraçado é que estes homens com patentes superiores são os mais estranhos!

Então assim a cara-seca nos disse para comermos e repormos a energia, sem dúvidas não comia fazia um bom tempo e nada como uma boa refeição pra suprir as energias. Chegando ao refeitório, avistava o pequenino azulado com seu modo exagerado e engraçado. - Hizy!! Riria acompanhando seu grito. - Você não perde tempo comendo né? Se aproximaria dele e apertaria suas bochechinhas fofas enquanto estivesse comendo, procurando fazer graça. - Até comendo é fofinho meu Deus! Quando eu visse ele pedindo pra parar, cessaria e diria. - Agora você é meu fofinho e pronto. Ah! Vou pegar minha comida. Deste modo sairia a procura por pratos e colocaria uma pequena montanha de arroz e se tivesse, estrogonofe de frango. Era uma das comidas preferidas das quais saboreava em Conomi, peguei esse amor porque nunca gostei de peixe e naquela ilha os habitantes adoram peixes. Levaria também qualquer suco por perto e se sentaria com o grupo, de preferência ao lado de Raymond e com calma saciaria minha fome. Por não ter colocado tanta comida como dos meninos, acredito que terminaria primeiro que eles.

~ Bem que é mesmo, porque será que nunca vi o Ray sorrir? Pensaria observando sua expressão séria, nos momentos de evacuação da guerra e até mesmo na hora de preencher a ficha; Além de observar os demais terminar com suas comidas, e para tentar vê-lo sorrir brincaria com o ruivo. - Ray!! Cutucaria ele com meu cotovelo batendo no dele. - Nem tem espaço direito pra mim ... Já está ficando gordo! Diria com as bochechas infladas e colocando minhas mãos a frente da barriga como um arco, mostrando como sua barriga estaria grande. - HAHAHAHAHAHA!! Brincadeira!! Eu sei, não teve graça. E mesmo gargalharia mostrando os dentes de tanto rir.
Histórico de Hanna/Lavínia:
 

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Marciano
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MensagemAssunto: Re: A ascensão da Red Legion. Desafio no farol!   A ascensão da Red Legion. Desafio no farol! - Página 3 EmptyDom 10 Abr 2016, 22:36

~~ Narração ~~


Enquanto as crianças estavam empolgadas na comilança, Axell parecia estar faminto apesar de manter sua postura, perguntava para os garotos o que tinha de bom para comer, mas poderia prestar atenção no cozinheiro e no balcão ostentando comida, mesmo a maioria sendo bolinho de arroz tradicional. Tidus por sua vez servia-se mostrando um apetite voraz dialogava com seus companheiros para verem como estavam.

Raymond servia-se também e sentava-se ao lado de Tidus onde dialogavam enquanto apreciavam a comida. Após a pergunta e a resposta negativa do ruivo o belo e atraente playboy, conhecido como Duque azul era abordado por um homem ou mulher, talvez shemale fosse a melhor opção para se dirigir a aquele ser estranho. – Owwwu que crianças adoráveis, são seus filhos? Lindos assim, devem ser seus com certeza, um garanhão desse jeito! Seus cabelos caracolados de cor roxa chamava atenção, mas o destaque eram suas vestes, de cores brancas parecidas até mesmo com de Nell, mas uma saia e uma camisa estilo baby look, mas um pouco diferenciada. Um corpo revestido de músculos definidos e uma tatuagem em sua barriga. Uma capa rosada combinava com a borda da saia, realmente um ser bem estranho, mas simpático de certa maneira. Apesar de Tidus ser um garanhão com as mulheres, alguns homens pareciam ser atraídos também.

A jovem peitudinha Hanna, parecia estar empolgada ao apertar as bochechas de Hizy enquanto o mesmo comia, por um momento o garoto quase se afogou, mas era abençoado com o sabor sublime da comida. Hanna fala com Ray sendo extrovertida, mas antes que o senhor pirocudo pudesse lhe dar uma boa piroca, opa digo, resposta... o okama ao lado de Tidus volta a pronunciar. – Oh God! Que cabelos lindos você tem amiga Hanna... usa muito condicionador? Os lábios carnudos daquele homem shemale mostravam um sorriso e carisma bem incomum, além de sua aparência logicamente. – Ah é mesmo, me chamo Major Elizabelo, mas podem me chamar de Eliza prazer em conhece-los meus lindos nakamas, partiremos assim que terminarem de comer, o comandante pediu para que eu acompanhasse vocês e esclarecesse-se qualquer outra dúvida, okay? Não se preocupem, já li suas fichas e sei seus nomes e patentes. O okama falava ao fazer uma pose bem afeminada até fintar o jovem duque e proferir. – Se por acaso tiver interesse de perguntar alguma coisa em privado, não tenha vergonha boy! Mexia em seus cabelos enquanto levemente se aproximou, parecendo ter gostado bem de Tidus, talvez fosse uma boa oportunidade de Axell zoar seu irmão por ele estar sendo flertado.

Após todos terminarem de comer, o homem sem braço vinha falar no ouvido de Elizabelo e em seguida olha para o grupo e fala. – Aqui estão algumas roupas de nossa célula, assim como alguns apetrechos! Fiquem à vontade para usa-los. Ele terminava de falar ao largar uma sacola com roupas, eram sobretudos de cores preta e vermelho. Na outra sacola havia uma flauta e algumas cartas com insígnias dentro para usar em roupas, era um tipo de broxe para conquista em algumas sedes revolucionarias, a única diferente era de Frisk já que ele não havia subido de patente, ao abrirem as cartas poderiam ler uns parabéns escrito e patente Cabo ao lado assim como a hierarquia toda e quantas missões eram necessárias para tentarem subir novamente, na carta de Frisk havia apenas revolucionário e também o sistema de hierarquia na revolução. Após decidirem colocar o sobretudo e utilizar os apetrechos, Elizabelo chamava-os para seguirem até o navio.

Faziam o mesmo trajeto de antes nada de incomum e levavam alguns minutos até chegar de volta ao navio. A rampa estava ligada ao porto e todos subiam seguindo aquele homem afeminado. – O comandante Mark assumiu o navio de Oto-san, bom na verdade o navio é do Mark-sama, mas enfim... eles estão em outra missão, então nós iremos navegar pela reverse, será complicado, mas no final tudo vai dar certo HUEHEUEHEU! Decidam-se como irão distribuir as tarefas, já que sou a navegadora e linda não irei fazer força! Elizabelo proferia ao assumir o leme e voltava a falar elevando sua voz. – Vamos, incem a âncora, arrumem as velas e deixam aqui a jovem simpática Eliza navegar. Ao terminar de falar a ponte já havia sido puxada, faltava puxar a âncora, arrumar as velas e começarem a navegar até a reverse. Raymond teria que tomar as rédeas já que ele era considerado o mandante do grupo.

Major Elizabelo:
 

Sobretudo e Apetrechos:
 

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~Fala / Narração

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MensagemAssunto: Re: A ascensão da Red Legion. Desafio no farol!   A ascensão da Red Legion. Desafio no farol! - Página 3 EmptySeg 11 Abr 2016, 18:15


Tudo estava correndo tranquilamente bem, o pequeno grupo de revolucionários estava numa mesa todos juntos fazendo uma boa e merecida refeição. Raymond, como sempre, estava calado apenas comendo e observando os seus companheiros interagirem entre si, mesmo não sendo muito de demonstrar os seus sentimentos ou até mesmo de "se divertir" com eles, o ruivo estava bastante satisfeito com aquela situação e podia-se notar pela sua expressão. Normalmente ele tem uma olhar sério, penetrante e uma expressão fechada e intimidadora, mas naquela ocasião ele tinha uma expressão mais suave, como se não tivesse preocupação alguma. Mesmo com o seu olhar sério, ele estava tranquilo, aquele olhar era algo que ele não conseguia mudar de forma alguma, Raymond teve uma infância difícil, viveu sozinho nas ruas e até líder de gangue já foi, a vida lhe deu essa expressão e não era algo que ele pudesse mudar facilmente. Tudo estava tranquilo até que Hanna mais uma vez surpreende o ruivo.

- Ray!! - a garota dizia o cutucando e logo em seguida recebia a sua atenção. - Nem tem espaço direito pra mim ... Já está ficando gordo! - Raymond estava com um pedaço grande de peixe na boca naquele momento, e ao ouvir o que a Hanna dizia, ele ficava nervoso e engolia o pedaço inteiro, que ficava preso em sua garganta. - HAHAHAHAHAHA!! Brincadeira!! Eu sei, não teve graça. - ela finalizava o que dizia dando algumas risadas enquanto Raymond começava a tossir forte porque havia engasgado com aquela piada tão repentina, ele não esperava algo assim vindo dela.

O Rei Vermelho era um homem bastante sério e intimidador, nunca havia passado por tal situação antes, estava tossindo e batendo forte no peito, mas nada adiantava. Ao olhar um pouco para o lado ele percebia que Hanna era a única que tinha sido esperta e pego um copo de suco, ao notar aquele copo o ruivo imediatamente o "roubava" e tomava alguns goles e ai enfim aquele pedaço preso em sua garganta descia. Após passar por aquele momento um tanto constrangedor, Ray ficava um pouco vermelho, era uma rara ocasião em que o mesmo ficava envergonhado. Para os demais da mesa aquilo podia ser até engraçado, pois o ruivo tem um perfil totalmente diferente do que mostrou agora. Antes que pudesse dizer qualquer coisa, o Major interrompia toda a cena.

- Oh God! Que cabelos lindos você tem amiga Hanna... usa muito condicionador? - ele dizia se referindo a Hanna, que estava próxima a Ray. -  Ah é mesmo, me chamo Major Elizabelo, mas podem me chamar de Eliza prazer em conhece-los meus lindos nakamas, partiremos assim que terminarem de comer, o comandante pediu para que eu acompanhasse vocês e esclarecesse-se qualquer outra dúvida, okay? Não se preocupem, já li suas fichas e sei seus nomes e patentes. - ele dizia com um tom de voz fino, era um homem bem estranho, mas o ruivo não deu importância para a voz fina ou as roupas que o mesmo usava, o seu interesse era outro.

" Hmm... Major, né...? " - ele refletia enquanto encarava o homem, notando que era bem musculoso e portanto devia ser bem forte.

Ray notava que o Major Elizabelo havia gostado muito de Tidus, o que até mesmo para o ruivo era uma situação no mínimo engraçada. Ao ouvir o que o Major falava com Tidus, Ray dava um leve sorriso com o canto da boca de forma bem discreta e após todos terem terminado de comer, um homem sem um braço adentrava no local com uma sacola que parecia estar cheia, a deixando em cima da mesa e informando que havia algumas roupas e apetrechos da célula. Raymond também recebia uma carta que o parabenizava pelo feito e também a sua subida de patente para Cabo. Dizia também toda a hierarquia do exército revolucionário, o que havia chamado a atenção do ruivo, que esteva muito interessado em subir cada vez mais. Depois de ler a carta, ele pegava um sobretudo preto com vermelho que chamou muito a sua atenção, era algo essencial para um revolucionário, além de ser muito bonito.

- Nossa... - dizia em voz baixa enquanto segurava o sobretudo e o vestia, notando que havia ficado muito bem nele.

Além da roupa e da carta, também havia um tipo de medalha do exército revolucionário, que também era muito bonito, então Ray guardava dentro de sua veste a carta e a medalha junto a sua garrafa de sake. Logo em seguida todos levantavam e se retiravam da base que da Red Mark, indo até o navio. Enquanto caminhavam, o ruivo ficava lembrando daquela cena no refeitório em que ele havia se engasgado com a piada de Hanna, então logo se aproximava da mesma de forma bem discreta, a olhando com o canto do olho e um pouco envergonhado, tentando manter a pose com o seu olhar sério, mas ainda assim dava pra notar as suas bochechas levemente vermelhas.

- Hmm... Desculpe por ter bebido todo o seu suco... - ele dizia em um tom de voz baixo para que apenas Hanna pudesse ouvir, evitando olhar nos olhos dela por estar um pouco sem graça.

Eles faziam exatamente o mesmo trajeto que haviam feito quando chegaram, mas estranhamente parecia que dessa vez foi mais rápido do que antes. Quando chegaram no navio que era de Otoboshi, o Major Elizabelo imediatamente assumia o leme e dizia para o grupo da Red Legion se organizarem com as tarefas. Após ouvir as palavras do seu superior, Raymond imediatamente começava a passar instruções para os demais, primeiro olharia para o Belmont mais novo.

- Axell, ice as velas. - logo em seguida olharia para o mais velho Belmont. - Tidus vá até a ala médica do navio e separe alguns medicamentos simples para levarmos, nada muito pesado e nem grande, para caso de emergência. - depois olharia para o pequeno garoto de cabelo azul. - Hizy, fique com o Major e ajude-o no que precisar. - em seguida olharia para Hanna e Frisk. - Vocês dois vão me ajudar a levantar a âncora. - o Rei Vermelho dava cada instrução com um tom de voz firme e alto para que todos os seus 5 companheiros pudessem ouvir de forma clara. Logo após passar as instruções, Raymond tava a frente de Hanna e Frisk e começava a subir a âncora esperando que eles o ajudasse.




Histórico:
 

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MensagemAssunto: Re: A ascensão da Red Legion. Desafio no farol!   A ascensão da Red Legion. Desafio no farol! - Página 3 EmptySeg 11 Abr 2016, 19:18

O vermelho respondia de forma negativa minha pergunta sobre seu parentesco com Nell, bem, talvez fosse coisa da minha cabeça, mas era inegável que eles pareciam possuir alguma relação, mas talvez fosse apenas uma relação unilateral. Conversa ia e conversa vinha, até que uma voz diferente se juntou ao local.

Owwwu que crianças adoráveis, são seus filhos? Lindos assim, devem ser seus com certeza, um garanhão desse jeito!

Ha ha ha, não, eles são... – Virava-me na direção de tal voz e a imagem que meus olhos captavam me deixavam sem reação, na verdade apenas um pensamento passava pela minha cabeça no momento. – “O que pelos sete infernos é isso?” – Se estivesse bebendo algo no momento certamente teria caído tudo na mesa sem que notasse.


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A forma que aquela pessoa se vestia era no minimo perturbadora, se um revolucionário devia ser discreto, aquele homem era exatamente o oposto disso, oposto em todos os sentidos. Por algum motivo estranho eu parecia possuir o dom de atrair todo tipo de coisa estranha, ainda não havia conhecido uma pessoa NORMAL se quer até o momento, talvez o mundo fosse realmente bizarro e o estranho fosse normal.

“Será que vamos conhecer algum revolucionário que não pareça ter saído de um livro de horrores? Esse pessoal estranho...” – Balancei levemente minha cabeça de um lado para o outro com um leve sorriso, em uma situação como aquela só rindo mesmo.

Deixando toda aquela situação estranha um pouco de lado, aquela pessoa para variar era um superior, estranho daquele jeito já era de se esperar, mas algo que voltou me incomodar era a forma que ele me olhava, aquela coisa parecida realmente ter gostado de mim, eu não o culpava por isso, ele tinha bom gosto, mas infelizmente para ele, ele havia nascido com o sexo errado para ter a minima chance.

... Se por acaso tiver interesse de perguntar alguma coisa em privado, não tenha vergonha boy! – Dizia o sujeito de forma suspeita.

Eerr... – Permanecia com uma expressão bem desconfortável e sem saber o que fazer, não queria trata-lo de forma desrespeitosa, mas também não queria dar corda a ideia, manter-me a uma distancia segura talvez fosse o suficiente.


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Assim que terminamos nossa refeição o rapaz que havia nos entregado o formulário anteriormente voltava a nos abordar, dessa vez ele trazia consigo sacolas com roupas e utensílios. Me levantei da cadeira e apanhei um dos sobretudos, ergui com os dois braços para que ficasse esticado e pudesse ver melhor.

Heee... Gostei. – Abria um leve sorriso enquanto retirava a capa que estava usando e vestia meu novo sobretudo escuro por cima da camisa branca.

Além da roupa apanhei o envelope que o acompanhava, com o mesmo havia uma carta e uma insignia, de imediato não entendi bem o que queria dizer, mas certamente deveria ter alguma relação com patentes ou condecorações por feitos importantes. Tal suposição foi logo confirmada quando comecei a carta.

“Wow, isso foi realmente conveniente.” – Me espantava um pouco, mesmo sendo um grupo “clandestino” os revolucionários pareceriam ser muito bem organizados e disciplinados. – “Vejamos, agora eu sou um Cabo... Depois disso vem Major, não é uma patente tão elevada, isso explica o motivo de termos encontrado tantos ultimamente.” – Coçava meu queixo com a mão esquerda enquanto continuava lendo com uma expressão séria, já que aquele assunto me interessava. – “Comandante, Sub-General e General... O exercito revolucionário pode até ser organizado, mas suas exigências se resumem apenas a numero de missões. Lembro que meu pai teve de superar vários desafios para chegar onde chegou, coisas que iam além de simplesmente completar uma missão, ele pode ser um idiota arrogante, mas não posso negar que é um homem poderoso e influente, a dificuldade de chegar ao seu cargo deve equivaler ao topo do que esta descrito aqui.” – As exigências por cada patente me decepcionavam um pouco, mas no fim a patente não era o mais importante, aquela era apenas a burocracia como em qualquer organização.

Ajeitei minha insignia no casaco e percebi que o Major afeminado pedia para que seguíssemos seus passos até o navio que nos levaria até a reverse, o caminho que levava até a Grand Line. Em pouco tempo chegávamos ao porto, enquanto adentrávamos o navio mais uma vez, Elizabelo passava algumas instruções a respeito do navio, Otoboshi e seus homens. Aparentemente agora estávamos por conta, o Major ia ser o responsável por guiar o navio e pediu para que ficássemos com o trabalho pesado, era algo natural já que aparentemente eramos os únicos presentes no lugar. Voltei minha atenção para Ray, já que ele seria o encarregado de passar nossas funções.

Axell, ice as velas... Tidus vá até a ala médica do navio e separe alguns medicamentos simples para levarmos, nada muito pesado e nem grande, para caso de emergência. Hizy, fique com o Major e ajude-o no que precisar. Vocês dois vão me ajudar a levantar a âncora.

Vou ver o que encontro. – Parti em direção a enfermaria, local onde havia treinado anteriormente para me tornar um médico.

Assim que chegasse até onde desejava faria um levantamento dos medicamentos e utensílios do local, como subiríamos a reverse seria bom guardar tudo em um local seguro para que não quebrasse nada, também tentaria pegar algumas coisas pequenas para guardar comigo, algo que pudesse ser útil caso acontecesse alguma coisa fora do navio, coisas como bandagens e anti-inflamatórios.


Histórico:
 

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Última edição por GM.Tidus em Qua 13 Abr 2016, 03:50, editado 1 vez(es)
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Mizushiro Hizumy
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MensagemAssunto: Re: A ascensão da Red Legion. Desafio no farol!   A ascensão da Red Legion. Desafio no farol! - Página 3 EmptyTer 12 Abr 2016, 15:28



~ Partida  ~

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Sua pequenina boca estava cheia com aquele enorme pedaço de carne suculento. Suas bochechas coradas pelo esforço haviam crescido exageradamente de tamanho, era como que se o garotito se tivesse transformado em um esquilo, armazenando toda a carne que não conseguia mastigar no interior das bochechitas. Com um sorriso festivo, seus olhos luziam ao ver que todos se juntavam naquela mesa para almoçar. Isso alegrava-o, pois para uma criança, sempre é mais divertido comer acompanhada do que sozinha.

- Você não perde tempo comendo né? - Feliz com a chegada de Hanna, logo se espantava com a mesma que, com suas suaves mãos, apertavam as bochechas da criança. - Até comendo é fofinho meu Deus! A princípio aquilo não o incomodara, apenas o fizera corar mais. Porém, não tardou para o pequeno Hizy ver toda a sua vida a frente de seus olhos. - Hanna-nee-san! Cof! CoF! Sniff! - As lágrimas sairiam sem parar de seus olhinhos. Ao ter suas bochechas pressionadas ele quase se engasgara com a própria comida. E a sensação que aquilo lhe causara... Ficara assustado! Por sorte, conseguira engolir a comida, embora tivesse sido melhor jogar-la fora e não engolir. - Cof! Cof! Cof! - A tosse ainda o possuía, e ficara um pouco amedrontado. - Isso foi perigoso! - Diria assim que recuperado, com um ar zangado e infantil, gesticulando os bracinhos no ar e depois os cruzando. Nos lábios faria um beicinho, irritado, contudo, não levaria nem um segundo para começar a gargalhar e a sorrir, corado e relaxado. - Ha!Ha! Ha! Foi perigoso, mas ao mesmo tempo divertido! HA! Ha! Mas nunca mais faça isso! - Terminava, tentando uma postura um pouco mais séria.

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 Assim que a garota mais velha foi embora, Hizy continuou comendo até que algo chamou a sua atenção. Era um nii-san... ou uma nee-san... O menino não sabia se era um ele ou uma ela, no entanto, não era isso que o deixava com um olhar obviamente curioso no rosto. O que lhe deixara estupefacto e na dúvida era as suas parecenças à Tidus e Frisk. Não havia nada de semelhante entre os três, então... - Como o Tidus-nii-san pode ser meu pai?! - Pensava perplexo, cruzando os bracinhos e criando uma veia no canto da testa devido a intensidade em que pensava no assunto. - Ele pode ser forte, mas não tem nada que me faça lembrar do meu pai... hum... Será que?! - Uma ideia surgia na cabeça dele. - Será que Elizabelo-nii-san gosta do Tidus-nii-san e por isso disse aquilo?! - O pequenino infante olharia para o companheiro e depois olharia para o Major. Em seu olhar notava-se a curiosidade. - Hum...! - Sussurraria por fim, assentindo, afirmativo, como que se tivesse entendido tudo.  

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– Aqui estão algumas roupas de nossa célula, assim como alguns apetrechos! Fiquem à vontade para usa-los. - O senhor de um braço só aproximava-se deles com dois sacos. A criança seguiria os demais e também espreitaria para dentro dos sacos. Pegaria na carta que havia lá e na insígnia, todavia, o que mais lhe chamara a atenção fora a flauta que estava lá dentro. Quase eufórico, apressou-se em tentar agarrar-la para soprar um dó, ré, mi e logo sorrir. Havia encontrado uma nova amiga. Buscaria por um pedaço de fio ou corda, se o encontrasse, tentaria amarrá-lo envolta da flauta e fazer dele um colar. - Obrigado, senhor! - Agradeceria ao homem sem-braço.

 Não levou muito tempo para que a hora de partir chegasse. Haviam chegado não fazia muito tempo, mas já se despediriam de Loguetown. Estava um pouco desapontado, não tivera a oportunidade de conhecer a cidade e nem de se aventurar nela, porém, o importante era ajudar as pessoas e o lugar que mais precisava da ajuda deles no momento era um lugar chamado de Grand Line. - Alabasta...! - Um ar nostálgico esboçara-se em seu semblante. Podia não saber muito sobre o mundo, contudo, sabia que sua terra natal ficava na Grand Line. - Será que está muito diferente.. a minha Alabasta? - Perguntar-se-ia cabisbaixo, de certa maneira, sorrindo melancolicamente.

- Axell, ice as velas. - Uma forte voz despertara-o do seu estado de transe. Era a voz de Raymond. Vendo o homem mais velho dando ordens lembrou-lhe das histórias de piratas que seu pai costumava ler-lhe. Isso fez com que um riso baixinho saísse de seus lábios.  - Hizy, fique com o Major e ajude-o no que precisar. - Ouvindo aquela ordem, tendo a brisa marítima baloiçando seus fios de cabelo, e entusiasmado, a criança brincaria espontaneamente, erguendo o dedinho no ar e depois baixando-o de ímpeto, como que se fosse uma forma de saudação ao seu superior.


- Ay! Ay! Capitão! Hi! Hi! -

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  O inocente moleque procuraria por Elizabelo. Saltitando alegremente, vasculharia pelas várias cabines e habitações até finalmente encontrá-lo. Quando o fizesse, perguntar-lo-ia alegre, colocando-se numa postura erecta e levando erroneamente inocente a mão esquerda à cabeça, tentando imitar a saudação militar. - Major Elizabelo-nee-san, o que eu posso fazer para a ajudar? - Como sempre, não demoraria para desfazer a posição seria e rir-se. - Hi! Hi! Hi! - Olharia em volta da sala onde o major estava, buscando por algo interessante. Se visse um mapa, ou um livro sobre geografia o garoto indagaria a major. - Eliza-nii-san, você sabe alguma coisa sobre geografia? Pode me ensinar? - Abriria um sorriso bem grande ansioso pela resposta. Caso não houvesse nenhum mapa ou livro, ou se a resposta do major fosse negativa e o mesmo estivesse no timão, pilotando a embarcação, cruzando as mãozinhas por de trás das costas tentaria desta vez - Elizabelo-nee-san, será que eu posso aprender a pilotar um navio também? - E aguardaria ansioso pela resposta.
 

 
Histórico escreveu:

Post: 04
Ganhos: Flauta |
Perdas:
Bónus:
Players:
NPC's: Nell - Major da célula revolucionária "Red Mark" | Mark - Comandante da célula revolucionária "Red Mark" | Elizabelo - Major que além de deixar Hizy confuso, pois não sabe se deve o tratar como nee-san ou nii-san, aparenta gostar de Tidus.

HP: 255/255
Vantagens:• Ambidextro|• Aparência Inofensiva|• Audição Aguçada
Desvantagens:• Coração Mole|•
Trauma Profundo escreveu:
Sempre que vê ou ouve algo relacionado aos tenryuubitos entra em estado de choque, por serem eles os responsáveis pela morte de seus pais, e por acreditar afincadamente, que os próprios são a origem de todo o mal existente no mundo. Fica tão paralisado que a única coisa que pode fazer é fugir amedrontamente devagar. Até mesmo estátuas ou gravuras de dragões a voarem o deixam ligeiramente incomodado e nervoso. Após passar por um episódio traumatizante em uma guerra, ganhou um medo profundo de perder amigos. Quando passa por uma situação do tipo, acaba sendo tomado por perturbações emocionais.
Extras:

...

Objectivos escreveu:

[X] Comprar uma flauta "árabe" dourada;
[ ] Comprar uma roupa/veste de mago toda negra (igual a do Aladdin mesmo);
[ ] Conseguir um pet (Ou um gato (Happy de FT ou Chii de Sweet Home) ou um dog (Eevee de Pokemon));
[ ] Aprender/ Comprar as perícias: Pilotagem e Geografia;

...




Thanks Panda

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[ ] Ganhar uma Meitou lvl 2; (ノ≧∀≦)ノ
[ ] Ter Ofício Ferreiro lvl 2; (╯✧∇✧)╯
[ ] Forjar uma Katana lvl 2; (ര̀ᴗര́)و ̑̑
[ ] Caçar 5 Recompensas;  ヾ(〃^∇^)ノ♪
[ ] Vencer o torneio de artes marciais 1x; (๑•̀ㅂ•́)و✧
[ ] Encontrar dois tesouros; (۶ꈨຶꎁꈨຶ )۶ʸᵉᵃʰᵎ
[ ] Viajar por todo South e West Blue; ೕ(⁍̴̀◊⁍̴́ฅ)

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MensagemAssunto: Re: A ascensão da Red Legion. Desafio no farol!   A ascensão da Red Legion. Desafio no farol! - Página 3 EmptyTer 12 Abr 2016, 23:00

"Determination, for a new journey."




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*Your journey begins. You are filled with determination.


Depois do reencontro com o restante do pessoal, as coisas ficaram bem animadas na mesa, enquanto todo mundo estava comendo. A guerra tinha trazido muita destruição e morte, mas provavelmente, se não fosse por ela, eu ainda estaria em Conomi esperando sabe-se lá o quê. O meu medo de lutar provavelmente nunca teria me deixado sair de lá se não tivessem sido aquelas pessoas, e por esse motivo, eu era muito grato a cada um deles. O Ray-san tinha me apoiado o tempo inteiro, a Hanna-san era quase como uma irmã mais velha e o Hizy-kun era o melhor amigo que eu já tinha tido. Axell-san e Tidus-san também tinham sido muito prestativos até então, mesmo que eu não tivesse conversado tanto com eles quanto tinha feito com os outros. Eu sentia que se continuássemos juntos, daquele jeito, com certeza conseguiríamos mudar o mundo. E não podia ser diferente, não é mesmo? - Hihihi... - ri um pouco, feliz. Com todas aquelas pessoas maravilhosas à minha volta, como não estaria?

Não muito tempo depois de nossa reunião, assim que nós tínhamos terminado de comer, uam voz que não tínhamos ouvido até o momento se fez ouvir no refeitório: - Owwwu que crianças adoráveis, são seus filhos? Lindos assim, devem ser seus com certeza, um garanhão desse jeito! - o homem...ou seria uma mulher? Sinceramente, eu não sabia dizer direito. O corpo extremamente musculoso me fazia pensar na primeira opção, mas aquelas roupas e aquele modo de agir me deixaram um pouco confuso. Quem quer que fosse, também perguntava se eu e o Hizy éramos filhos de Tidus-san, o que me deixou ainda mais perdido no meio daquela conversa. - Hã? - eu olhei pra Hizy, como que buscando alguma resposta, mas ele parecia estar tão confuso quanto eu. Isso é, até o momento em que ele pareceu ter subitamente compreendido tudo, com um - Hum..! - confiante. Eu arqueei uma das sobrancelhas, ainda sem entender. O que diabos acontecera ali, no final das contas?

Logo após a apresentação da Major Eliza, um outro homem veio até nós e, consigo, trouxe alguns "presentinhos": sobretudos rubro-negros e insignias que eram iguais para todos ali, exceto a minha, que ainda não tinha subido de patente. Recebemos também, cada um, uma carta que mostrava a nossa patente no exército e algumas instruções sobre como devia ser feito para subir pela hierarquia do mesmo, coisa que eu resolvi deixar para ler mais tarde, guardando em algum de meus bolsos. Eu estava muito feliz com o sobretudo, porque, como todos nós tínhamos recebido um, ele seria uma espécie de símbolo para o nosso grupo. Apressei-me em vesti-lo, então, observando como o restante do pessoal também o fazia, um sorriso tomando conta do meu rosto. Depois que já estivesse pronto, chegaria perto de Hizy e daria um curto rodopio à sua frente, parando e sorrindo para ele em seguida. - Olha só, olha só, Hizy-kun! Eles são muito legais! - eu diria, radiante, me referindo aos sobretudos.

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Depois de tudo, no fim das contas, tudo o que restava para fazermos era partir da ilha. - Loguetown, né...? - eu diria já na praia, dando uma última olhada na ilha na qual tínhamos passado tão pouco tempo. Eu já tinha ouvido falar bastante dela, quando era mais novo; histórias sobre o antigo Rei dos Piratas e como aquela nova Era tinha começado. Histórias daquele tipo sempre tinham me agradado, na verdade, e é por isso que parte de mim ficava um pouco triste por ter de deixar aquele lugar tão cedo. - Talvez eu volte, um dia. Quem sabe? Até lá, adeus, Loguetown! - eu diria sincero, mesmo que estivesse praticamente falando com a areia da praia. O cheiro de água salgada invadiria as minhas narinas mais uma vez, me mostrando que finalmente tinha chegado a hora de ir embora. Depois que subimos no navio, a Major Eliza nos explicou um pouco sobre o que tinha acontecido com o Mark-san e o Otoboshi-san, que até onde eu me lembrava, era aquele estranho tritão verde, baixinho e de um só olho, com quem eu sequer tinha tido a chance de falar. No final das contas, estaríamos indo para a Reverse Mountain, que nos levaria até a Grand Line. - Grand Line, é...? Eu só tinha ouvido falar desse lugar nas histórias do meu pai. Como será que é? - pensaria em voz alta, não me dirigindo a ninguém em específico.  Enfim, era hora de ir para Grand Line!

- Axell, ice as velas. Tidus vá até a ala médica do navio e separe alguns medicamentos simples para levarmos, nada muito pesado e nem grande, para caso de emergência. Hizy, fique com o Major e ajude-o no que precisar. - Ray-san dizia, começando a organizar as tarefas que cada um teria de fazer. Antes que o meu amiguinho de cabelos azulados fosse ao seu posto, então, eu acenaria para ele com um olhar confiante no rosto. - Boa sorte, Hizy-kun! - desejaria-o boa sorte, então. As instruções de Ray-san continuaram, dessa vez dirigindo-se ao restante de nós: - Vocês dois vão me ajudar a levantar a âncora. - ele dizia, o que significava que o trabalho ficaria com ele, com Hanna-san e comigo. Determinado, eu bufaria de leve, controlando a ansiedade. Não podia ficar nervoso ali, só porque eles estavam dependendo um pouco de mim; tudo o que eu tinha que fazer era dar o meu melhor e ajudar o Ray-san e a Hanna-san como pudesse! - Hum! - eu assentiria com um grunhindo de afirmação, e seguiria até onde o Rei Vermelho estivesse, ajudando-o a puxar a âncora com toda a força que o meu bracinho esquerdo conseguisse usar. Era hora de trabalhar duro! - Grand Line...aqui vamos nós! - eu diria, cheio de determinação.



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Extra: Ombro sarando (2/3)

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MensagemAssunto: Re: A ascensão da Red Legion. Desafio no farol!   A ascensão da Red Legion. Desafio no farol! - Página 3 EmptyQua 13 Abr 2016, 01:58

Como ser rídicula? Aprenda com Hanna
Aquelas bochechinhas cheias de comida e com os movimentos pela expressão feita pelo Hizy deixava mais fofinho. E provavelmente isso me fez apertar elas tão forte ao ponto de faze-lo engasgar. - Nãoooo!!! Me assustava com aquela situação virando minha cabeça para o lado afim de tentar me acalmar, embora impossível. Seus olhos aos poucos derramavam lágrimas e meu coração palpitava mais forte do que o normal, e repentinamente para ajuda-lo dei leves tapinhas em seu peito. - O que que eu fiz?! Após finalmente ter engolido a comida, levava minhas mãos a cabeça e fechava os olhos de vergonha. - Nunca mais farei isso Hizy!! Exaltava essas palavras enquanto a decepção tomava conta da consciência. - Me desculpe!! E sem jeito e totalmente sem graça saía dali para pegar a comida e sentar-se ao lado de Raymond.

Saciando a fome e procurando esvair os pensamentos da bobagem a qual cometi, observei Ray e procurei fazer outra graça. ~ Se não basta uma, vamos pra próxima! O pior de tudo é que Raymond não riu nenhum pouco dela, simplesmente ... Não sei! Ficou com aquela cara séria de sempre e sequer disse alguma coisa. ~ Como sou um desastre!! Minhas risadas cessaram e mais uma vez aquela decepção batia forte, trazendo à tona apenas uma conclusão. Chega de brincadeiras Hanna! Não nasci para o humor e tampouco para fazer brincadeiras com os outros. E de repente uma pessoa na qual parece homem e mulher acariciava meus cabelos com as mãos tanto quanto delicadas. ~ Mas ele ... Ela, sei lá! Sabe meu nome? A única forma de alguém me conhecer era por me conhecer pessoalmente ou por causa ... Da ficha!

- Nada! Sorria de forma simpática deixando meus dentes à vista. - Só o necessário mesmo. Mas obrigada pelo elogio. Voltava para o lado do prato até os diálogos acabarem, depois de sabermos sobre a identidade do major Elizabelo e recebermos presentes pelas missões realizadas. Dentre elas um sobretudo preto e vermelho ao qual não me deixou empolgada, prefiro roupas mais leves e fáceis de andar. Sobretudo complica um pouco pra isso. Cartas com broxes dentro como condecorações e por incrível que pareça, ele me lembrava do que meu outro lado causou na praia de Conomi e não foi tão agradável a sensação de ter ganho ele. Agora a carta informava sobre as patentes e pelo que fizemos na ilha, concluímos 2 missões e no momento somos cabos. Para não quebrar aquela energia do pessoal largava um sorriso forçado e caminhava para fora do refeitório com os demais.

- Hmm... Desculpe por ter bebido todo o seu suco... Inesperadamente o ruivo interrompia e me pegava totalmente desprevenida. - AH! Levando a mão esquerda para trás das costas, respirava fundo para não tomar outra atitude errada. - Tudo bem. E desculpe por ter te deixado sem resposta. Evitava olhar para ele por vergonha e assim saí dali direto com todos para o navio sem mencionar uma palavra, pelo visto melhor que faço por enquanto é ficar calada! A caminhada parecia ter sido mais rápido do que quando fomos ao esconderijo e rapidamente Elizabelo com seu jeito estranho explicava o paradeiro dos outros superiores. ~ Ótimo!! Dois estranhos que não vamos mais ver. Ah, como isso me deixa aliviada. Para onde iríamos e se organizarmos. ~ Reverse Mountain ... Só de ouvir esse nome já não espero coisas boas.

Continuando, Ray assumia a postura de líder do nosso pequeno grupo e ordenava cada um para seus afazeres, não tinha muito o que a dizer e prossegui juntamente a ele e Frisk. Dependendo do tamanho da corrente da âncora puxaria a parte que sobrasse acompanhando os dois, no entanto, caso fosse preciso ficaria no lugar de Frisk por ele ser uma criança e não ter muita força para esse trabalho e solicitaria a ele para que pegasse uma parte mais pequena a qual não requeresse tanta força. Posteriormente do trabalho terminado, evitaria ficar perto de Ray por vergonha e perambularia pelo navio tentando me lembrar do que estava faltando. ~ O marujo que ia me ensinar acrobacia! Onde ele está?! E com esse objetivo procuraria-o por todos os lugares que passasse, inclusive os locais acima.
Histórico de Hanna/Lavínia:
 

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MensagemAssunto: Re: A ascensão da Red Legion. Desafio no farol!   A ascensão da Red Legion. Desafio no farol! - Página 3 EmptyQua 13 Abr 2016, 03:42

Era algo estranhamente agradável passar aquele tempo apenas relaxando com o grupo. Aliás, acho que já poderia os considerar amigos. Com minha boca cheia de comida e ainda aberta, uma mão segurando um garfo que mais parecia uma pá tamanha era sua carga, eu parava subitamente. De repente todo aquele contexto fazia um sentido bizarro na minha cabeça, eu tinha encontrado amigos de verdade, um grupo único ao qual iria me dedicar por completo. A boca encontrava um montante de alimentos e se fechava com certo esforço. O semblante se esforçava e me mesmo deformado formava um sorriso limpo e sereno. Estava feliz só por estar entre eles.

Via a cena de Ray e Hanna e imediatamente olhava para Frisk rindo em sua direção, talvez ele não entendesse pois a risada não tinha nada a ver com ele e sim com o casalzinho a minha frente mas o garoto superaria. Sentia uma vontade brincar com os dois que vinha do fundo de minha alma, mas até mesmo eu sabia que alguns momentos deveriam acontecer. ~ Hanna é doida de pedra. A maior brincadeira com o Ray é não fazer nada HAEHAEOIAEa ~

Concentrado no que provavelmente seria meu quarto prato, eu já usava duas colheres ao mesmo tempo. Eu não sabia quando comeria novamente e não iria perder aquela oportunidade. Até que então ouvia uma voz diferentes das demais… bem diferente. Dava um leve um pulinho, do tipo que se da quando pisa em falso num degrau. O homem era completamente fora do sentido de todo aquele lugar, mas de algum jeito esquisito parecia ser bem divertido.

- Owwwu que crianças adoráveis, são seus filhos? Lindos assim, devem ser seus com certeza, um garanhão desse jeito!

A comida se embolava em minha garganta e bochecha, imediatamente minha mão vinha em punho parando em frente a minha boca na tentativa falha de não deixar nada vazar.

- Tidus! Que ultraje! - Diria imitando levemente o tom de voz do homem.

-  Ah é mesmo, me chamo Major Elizabelo, mas podem me chamar de Eliza prazer em conhecê-los meus lindos nakamas, partiremos assim que terminarem de comer, o comandante pediu para que eu acompanhasse vocês e esclarecesse-se qualquer outra dúvida, okay? Não se preocupem, já li suas fichas e sei seus nomes e patentes . Se por acaso tiver interesse de perguntar alguma coisa em privado, não tenha vergonha boy!

Dessa vez eu não aguentava, nem tanto pelo que Eliza dizia, mas sim pelo rosto sem expressão de Tidus. Cuspiria suco como um geyzer para cima. - AOIEDAEIAOEIAOEIOAEIEAIEA Esse é o melhor dia da minha vida!!1! -  Viraria e gritaria na orelha de Tidus enquanto dava alguns socos na mesa e chacoalhava as pernas em espasmos.

Limpando as lágrimas de alegria e com falta de ar nos pulmões diria ao major. - Obrigado pela recepção Major Eliza haeha… aiai, se quiser saber mais sobre meu irmão – Daria uma longa suspirada para recuperar o fôlego. - Estarei à disposição! - Faria o sinal de continência para finalizar.

Eu havia comido mais que um bebê dinossauro, abriria sorrateiramente dois botões de minha calça e acreditariafielmente que ninguém notaria. Se tivesse algo que pudesse usar para palitar os dentes assim o faria, não queria usar a ponta de minha espada para isso, poderia assustar algumas pessoas. ~ Nem todos conhecem a arte suave de palitar. Acho que meu grupo ainda não está preparado para ver isso… a sociedade ainda não esta pronta. ~ A cabeça concordava com o pensamento, afirmando para cima e para baixo.

Então via o mensageiro das boas notícias. O homem sem braço. Eu nunca tinha ficado feliz desse jeito por vez alguém sem braço andando por aí. E de novo ele não me decepcionava, trazia consigo  uma sacola e dentro tinha uma espécie de sobretudo com certo estilo, admito. - Aqui estão algumas roupas de nossa célula, assim como alguns apetrechos!  -  Analisava a roupa de cima a baixo, viraria do avesso e daria alguma olhada nas costuras também. Mesmo tendo esse jeito extrovertido eu me importo muito com o tipo de roupa que vou vestir  - Nada mal… nada mal! - A colocaria rapidamente a jogando pra cima e encaixando os dois braços de uma úncia vez, em seguida a ajeitaria com um movimento sútil de ombros. Aquilo não servia pra nada mas me fazia me sentir mais maneiro.

Via que também tinha uma carta com a mais pura burocracia por centímetro quadrado. Dava uma leve bufada e voltava a dobrar o papel. - Talvez outro dia. - Em seguida analisava friamente a insígnia que foi nos dada, a virava por todos os ângulos e admirava suas cores, realmente tinha gostado da medalha. E mesmo tendo a noção de que aquilo praticamente estampava o fato de eu ser um novato, eu a prenderia na altura de meu peito e a usaria com orgulho.

Voltávamos para o navio, começava a gostar da embarcação. Mesmo passando pouco tempo aqui tinha vivido momentos intensos o suficiente para nunca esquecer. A medida que caminhasse deixaria o braço esticado e a mão solta, fazendo-a passar levemente pelas laterais de madeira e pelas cordas esticadas. Além do mais, o simples fato de sentir o vento e o cheiro do mar já me fazia sentir a liberdade correndo pelas veias. E se bem lembro iríamos em direção a Grand Line, emoção e adrenalina não iria falta. Essa simples ideia abria um sorriso psicótico no meu rosto, impossível controlar mesmo se eu quisesse, o que eu não era o caso.

- Axell, ice as velas.  - Ouvia Ray dizer. Estava feliz por me pendurar lá em cima de novo.

- Sim, senhor! - Diria em tom alto e levemente irônico em resposta.

- GRAND LINE! - Gritaria eufórico enquanto subisse pelas cordas usando de toda a minha habilidade em escaladas.

Mesmo com toda a minha empolgação eu ficaria atento ao que estava fazendo. Procuraria as cordas certas para puxar e os nós certos para desatar. Abria todas as velas fazendo o mínimo de esforço possível, deixaria sempre que o vento se encarregasse disso. A todo momento me concentraria no movimento do navio e na força do vento sobre mim e sobre as velas para elas não me empurrarem. Com isso evitaria perder tempo descendo de um mastro e subindo em outro se fosse o caso, faria tudo ali por cima mesmo. Quando acabasse deixaria tudo organizado, poderia ter de recolher tudo rapidamente, sendo assim deixaria tudo gravado em minha mente para fazer isso o mais rápido que pudesse quando precisasse.



Histórico:
 

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MensagemAssunto: Re: A ascensão da Red Legion. Desafio no farol!   A ascensão da Red Legion. Desafio no farol! - Página 3 EmptyQui 14 Abr 2016, 00:05

~~ Narração ~~


O primeiro passo para chegar no farol era dado, Raymond obviamente liderava o grupo com suas ordens que por sinal faziam muito sentido, talvez as batalhas que o ruivo havia traçado ao lado daqueles humanos provavelmente resultou num belo conhecimento na característica em cada um. O rei vermelho insinuava para Axell içar as velas, para Tidus ir na enfermaria e deixar tudo organizado, Hizy ajudar o Major na pilotagem e Hanna junto de Frisk lhe ajudarem a erguer a âncora. Tidus descia as escadas para o convés do navio que por sinal mostrava-se grande como sempre, procurava pela ala médica e não demorava muito para encontrá-la. Ficava no final do corredor, algumas camas eram separadas por apenas um lençol branco, Hanna havia ficado em tal lugar. Pode perceber diversos medicamentos para dor muscular, dor de cabeça, frascos com epinefrina, frascos de GH, pacotes de remédios para ajudar na digestão e algumas pomadas para assadura, corte e queimadura. Havia bastante medicamentos, Tidus possuía já um pouco de conhecimento e poderia usar caso realmente precisasse.

O jovem e alegre Hizy estava eufórico com sua nova amiga, uma flauta, pois é.… crianças se alegram fácil ainda mais esse jovem e agora Cabo revolucionário. Ao ouvir as ordens de Ray se quer questionou, dirigiu-se até o leme onde estava Elizabelo, nesse momento o homem assexuado ouvi as falas do jovem garotinho e lhe responde enquanto arrumava o leme. – Apenas Eliza está bom! Mas que garotinho mais alegre e simpático... sei algumas coisas sobre geografia e principalmente pilotagem Hohohohoh! Se quiser posso lhe ensinar?  O major proferia ao olhar para o garotinho enquanto aprontava-se para zarpar do porto. Enquanto isso, Ray, Frisk e Hanna estava caminhando em direção a corrente para ergue-la. Era correntes grossas, tão grossas que cabiam exatamente na largura da mão, fazia sentido já que aquele navio era tão grande, teria que ter uma âncora proporcional. Fisk agarrava-se mais a frente em seguida Hanna e Raymond, todos faziam força para puxar. Claro que Frisk apesar de criança possuía uma força um pouco mais elevada, mas seu ombro ainda estava em fase de cura e dificultava para o garoto, porém Raymond percebia que a âncora estava sendo puxada e por um momento pausou para passar a mão na testa pelo suor até perceber que praticamente quem estava puxando a corrente era Hanna, apesar de ser um garota e apesar de ser nova, a barbara havia nascido com uma enorme força bruta, talvez fosse seu passado ou corpo abençoada, o importante era que ela estava do lado deles. Raymond ajudava a colocar numa barra de ferro maciça prendendo a corrente e concluído sua tarefa, a adrenalina havia aumentado pelo grande esforço e pareciam estar suando, apesar de Hanna não demonstrar tanto quanto Ray e Frisk.

Talvez o trabalho mais árduo fosse o de Axell, mas sinceramente estava na hora desse zueiro se foder um pouco, pois zoava os outros e pouco ocorria com ele. Puxava as cordas dos três mastros principais e aquilo demorava alguns minutos, fazia o baderneiro suar a camisa ou melhor sobretudo. Apesar da breve dificuldade todos haviam concluído sua parte e o navio zarpava imediatamente. A brisa era agradável, o mar estava neutro, as nuvens totalmente aglomeradas e uma parte do sol escondida. A ida é tranquila, as gaivotas cantam ou berram dependendo dos ouvidos alheios. Alguns navios a longa distância deixavam apenas uma sombra. Sem delongas a mais, o navio é erguido pelas aguas da Reverse. – Tomem cuidado pessoal... agora sim estamos na Reverse e tentem não cair do navio porque se não a morte é 100% Hohohoh! Elizabelo profere ao deixar seu sorriso largo enquanto aproveitava da subida. O navio inclinava-se fazendo todos sentirem o impacto mesmo que levemente. O estranho era o clima, pois até alguns minutos atrás estava ótimo, mas de uma hora para outra mudou completamente, nuvens negras, trovoes e gotas de chuvas podem perceber, cada vez que subiam mais a agua ficava mais agitada fazendo o navio balançar e muito, pedras vinham pelo caminho obrigando o Major a fazer manobras eficazes, porém com grandes embalos, a maioria era jogado para um lado e para o outro, tinham que segurar em algo ou era quase certo a morte. A chuva ficava mais forte deixando as gotas tão penetrante quanto um cavalo traçando a égua. A face do piloto mudava e por sorte Hizy não foi jogado para fora porque Elizabelo havia agarrado em seu braço, porém o obrigando a navegar só com um. – Agarre-se em minhas costas Hizy-san. Ele terminava de proferir ao jogar o pivete para trás e consequentemente o flautista agarrar firmemente. Eliza agora mantinha suas duas mãos no leme, porém não houve tempo de manobrar contra o pedaço de pedregulho na lateral esquerda fazendo o navio receber o dano e com isso ser jogado levemente para a direita e a maioria ser levantando com o impacto. Nesse momento Tidus estava mexendo nos medicamentos ainda, organizando para usufruir futuramente, porém mal sabia que o futuro estava logo ali... uma das seringas estava contendo ainda um traço de epinefrina, provavelmente o médico havia usado ou iria usar, sabe-se lá. Tidus com o impacto recebe a agulhada e na tentativa de retirar a agulha espetada em seu bíceps, um embalo para frente faz com que aperte e injeta em si mesmo. Era questão de segundos para sentir seu coração triplicar os batimentos, era sufocante fazendo Tidus cair no chão, mas a adrenalina estava no pico segundos depois, algo como se recebesse energia de 3 dias e 3 noites tudo de uma única vez. O suor incontrolável, as veias dilatadas e a vontade enlouquecida de trepar e matar vinha à tona, numa rápido movimento ficava de pé erguendo seus braços como se fosse um louco, toda aquela energia era como se tivesse recebido um impacto de eletricidade instantânea e seu corpo virasse uma bateria humana sem qualquer efeito negativo, como se queimar ou morrer obviamente, ele saia da sala como um guepardo pronto para o abate, pensamentos não vinham muito, pois o pico de adrenalina estava tão alto que se pudesse apenas correr ou bater em algo já seria gratificante.

As trovoadas ficavam mais forte junto da chuva, mas o que de fato perturbava era o vento e as evasivas de Eliza evitando impactar o navio nos rochedos. A maioria parecia marionetes, pois eram jogados para um lado e para o outro, por sorte Ray segura-se no mastro principal, Hanna agarra-se nas pernas do ruivo podendo visualizar os belos glúteos ruivos, claro que nessa situação seria impossível pensar em tal bobagem. Frisk por estar com o ombro prejudicado e por sentir o cansaço de ter erguido a âncora é jogado para frente do navio e bate contra o outro mastro, fazendo-o assim ficar sonolento, a audição capta apenas ruídos, os olhos começam a ver uma neblina negra e os membros do corpo ficam pesado, sinal que estava perdendo a consciência. A parte de cima do navio havia ficado encharcada por causa da chuva forte, Frisk começa a ser levado para a borda do navio e parece estar em apuros, apesar de toda essa situação Raymond com sua excelente visão tem total conhecimento do que esperava Frisk se não fizesse algo, mas apesar disso Axell mesmo não possuindo uma visão tão excepcional, estava mais próximo, pois segurava-se em uma das cordas do navio, ficando alguns metros de distância, em cima havia as velas do navio, pois ele estava no mastro menor da frente da embarcação, o solo estava a um metro e meio de distância. O problema era que se ele tentasse largar a corda, por estar flutuando bem dizer, poderia ser levado pelo forte vento, a menos que utilizasse a cabeça para encontrar uma solução ou quem sabe o rei vermelho pudesse lhe guiar.


Momento Tidus Porra louca:
 

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~Fala / Narração

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O caminho até a ala médica era relativamente curto, porém se não conhecesse o lugar certamente seria fácil de se perder com tantas salas. Chegando até onde desejava reparei que o local estava vazio, de certa forma já esperava por isso, mas o mais importante, os medicamentos, o lugar estava bem servido com uma boa variedade.

“Huum... Eles realmente investiram bem nesse lugar, o estoque de medicamentos é bem completo, isso é quase um hospital flutuante.” – A variedade de medicamentos no local me impressionavam, eles davam a divida importância a medicina naquele lugar.

Mesmo tendo uma boa variedade o lugar estava um pouco bagunçado, provavelmente obra do médico que havia usado o local anteriormente, suspirei um pouco desanimado, já que teria trabalho a fazer, mas logo em seguida abria um leve sorriso, uma vez que aquele seria meu primeiro trabalho como um médico, mesmo que fosse apenas para organizar medicamentos e ferramentas.

“Bem, então chega de admirar e vamos trabalhar.” – Ainda com um leve sorriso no rosto dava inicio a organização.

O tempo ia passando, enquanto estava distraído arrumando tudo um solavanco do navio me fazia cambalear de um lado para o outro, arregalei os olhos um pouco assustado com a situação e estiquei meus braços tentando me segurar em algum lugar para  recobrar o equilíbrio, o que diabos estava acontecendo? Havíamos batido em algo? Não, o navio estava... Subindo?

“Mas que merda esta acontecendo aqui?! Aquele major esta querendo nos matar?!” – Enquanto tentava recobrar o equilíbrio senti algo espetar o meu braço. – Tsc, mas que... – Voltei meu olhar na direção da fisgada, foi quando percebi que a dor foi causada por uma seringa. – Mas que droga isso esta fazendo aqui?! – Apanhei o objeto com uma das mãos, com intuito de retira-lo antes que injetasse seu conteúdo, bem, esse foi o meu erro, já que o navio dava outro solavanco e me fazia apertar a seringa por acidente.

Meus olho se arregalaram e senti um frio subir pela espinha, o que eu havia injetado? Mesmo que ainda não soubesse não demorou muito para que os efeitos começassem a aparecer, meu coração acelerou de uma forma sobre humana, podia jurar que conseguia ouvir meus batimentos como se fosse um tambor, mas talvez fosse só coisa da minha cabeça, mas tal efeito me fazia ir ao chão, minha respiração estava curta, por um instante pensei que aquele seria o meu fim, final trágico por sinal, morto por uma seringa, soava como uma piada de mal gosto.

Aaarrrg! – Meu corpo tremia por completo, parecia até que ia explodir a qualquer momento. – ISSO ERA EPINEFRINA?!– Voltava meu olhar na direção da seringa com os olhos completamente arregalados.

Virava-me de um lado para o outro freneticamente ainda com os olhos esbugalhados, suava como iglu no deserto e sentia como se pudesse dar a volta ao mundo com minhas próprias pernas. Levantava-me de uma só vez balançando os braços, sentia uma vontade incontrolável de me movimentar e mal conseguia raciocinar direito.

É TREZE, PORRA! – Nem eu sabia o porque estar dizendo aquilo, só sentia vontade de gritar e correr. – Uuuuuuuuuuuuuuuh! – Era tanta energia fluindo pelo meu corpo que não sabia o que fazer para gastar, o local era pequeno então decidi sair para o corredor.

Comecei a correr loucamente pelo corredor, o navio estava balançando então tomava cuidado para não cair, utilizava de minhas artimanhas acrobáticas para manter o equilíbrio, batia as mãos nas laterais do navio e eventualmente até efetuava um salto e batia os pés na lateral tentando dar uns passos, com intuito de andar brevemente na parede como um ninja, sentia que podia fazer isso, sentia que podia fazer qualquer coisa.

EU SOU UM NINJA, EU POSSO VOAR! – Esticava os braços pra cima e os balançava de um lado para o outro.

Correria até o final do corredor e assim que chegasse perto o bastante da parede efetuaria um salto, tentaria bater o pé direito na parede para me impulsionar para cima, na sequencia utilizaria o esquerdo para avançar um pouco mais, nesse instante jogaria meu peso para trás e mais uma vez com o pé direito daria impulso para realizar um salto mortal e então voltar ao chão, faria o possível para manter o equilíbrio, se durante o movimento notasse que iria cair ou ficassem sem equilíbrio, tentaria voltar ao chão sem realizar o salto mortal.


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Se permanecesse vivo e inteiro, o próximo passo seria ir até o convés, com tanta energia poderia realizar todas as tarefas sozinhos sem dificuldades, eu estava a mil por hora, tinha que gastar aquele energia de alguma forma ou explodiria, e ficar na ala médica não me ajudaria a gastar toda essa energia. Se conseguisse chegar no convés, tomaria cuidado por conta da inclinação, me agarraria em algo por perto e gritaria:

EU SOU O REI DO MUNDO! – Estufava o peito e esticava uma das mão para cima, enquanto com a outra seguraria em alguma parte do navio.

Feito minha entrada triunfal no convés observaria a situação, se alguém precisava de ajuda ou se algo precisava ser feito, faria o possível para ajudar, claro, mesmo estando cheio de energia tomaria cuidado para não sair voando para fora do navio, se precisasse me locomover faria isso perto de algo onde pudesse me agarrar para não cair, porém se não houvesse nada para fazer, voltaria para o interior do navio para caçar algo com que gastar tal energia.


Histórico:
 

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