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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 A ascensão da Red Legion. Desafio no farol!

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AutorMensagem
Wander
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MensagemAssunto: A ascensão da Red Legion. Desafio no farol!   A ascensão da Red Legion. Desafio no farol! - Página 2 EmptySab 02 Abr 2016, 01:17

Relembrando a primeira mensagem :

A ascensão da Red Legion. Desafio no farol!

Aqui ocorrerá a aventura dos revolucionários Raymond King Walker, Tidus Belmont, Axell Belmont, Hanna, Hizy Mayan e Frisk Dreemurr. A qual não possui narrador definido.


____________________________________________________

Falas
Pensamentos
Esquizofrenia (Fantasia)

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AutorMensagem
Axell
Comandante Revolucionário
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MensagemAssunto: Re: A ascensão da Red Legion. Desafio no farol!   A ascensão da Red Legion. Desafio no farol! - Página 2 EmptyTer 05 Abr 2016, 04:53

A frase tinha uma repercussão um tanto inesperada. Do meu ângulo de visão era quase cômico ver todas aquelas cabeças se virando em minha direção, por um instante senti vontade de rir daquilo porém tive de me conter para não me passar por um maluco completo. O resultado disso foi provavelmente uma careta mista entre diversão e arrependimento, deixando toda a face disforme por um instante. ~ Droga. ~ O ar puxado chegava aos pulmões e os inflava já esperando para sair em forma de palavra, mas não saía,  eu precisava dizer algo para concertar aquilo, já começava a me levantar quando cheguei a conclusão que não importava tanto assim, as pessoas já deveriam esperar esse tipo de coisa vindo de mim. Além do mais aquilo não tinha nem margem de erro pra eu apelar. Levantaria o dedo como quem pede licença para dizer algo, mas logo em seguida balançaria a mão fazendo um sinal de quem tinha mudado de ideia e desistido de concertar.

Apenas sentaria com uma perna cruzada sobre a outra e fingiria estar muito concentrado naquele papel a qual não tinha lido nem uma única palavra. Balançaria a cabeça de vez em quando e apontaria a certas frases para demonstrar minha total atenção no texto. Eu não estava de fato envergonhado com aquilo, mas o desconforto era grande, nem se quer tinha coragem de olhar para Nell para ver se ela tinha ouvido esse vacilo . ~ Começou muito bem Axell. Eu deveria escrever um livro sobre o que não fazer na frente dos superiores, estaria na lista dos mais vendidos. ~ Balançava a cabeça negativamente.

Via que no meio dos olhares tinha o de Ray, me perguntava se ele tinha visto os trabalhos hábeis de imitação, talvez até sorrisse, talvez não. Provavelmente não. Como resposta a seu olhar eu apenas erguia as mãos e os ombros juntos, os olhos arregalados e as sobrancelhas arqueadas apenas confirmavam a minha clara expressão de “Eu não sei o que aconteceu”, ficaria nessa posição até que o mesmo desviasse o foco. Esse era o único modo de vencê-lo.

Ouvia a voz de Nell e de repente  meu foco era total em suas palavras. De fato o que ela dizia realmente me tocava, e não sendo só por ela a dizer. Éramos agora de uma patente mais alta, era um cabo, agora tinha algum poder ainda que mínimo dentro da causa revolucionária. Dava um leve porém longo sorriso labial e junto com ele um pensamento estranho vinha a tona. ~ Por que copiamos um estilo hierárquico de algo que justamente condenamos? As vezes parece que queremos ser a Marinha de cor vermelha. Será que se um dia desbancarmos o Governo Mundial a Marinha será a dona da nova causa revolucionária e os papeis se inverteriam? ~ Apoiava meu queixo sobre a ponta de dois dedos. ~ Hmmm. Acho melhor deixar pra pensar isso em outra hora se não eu vou acabar surtando aqui. ~

Um pequeno homem entrava, e mesmo parecendo ter grande influência e poder sendo inclusive respeitado por Nell, passava uma imagem cômica que me divertia mesmo sem fazer nada. A todo o momento em que ele falava um sorriso brotava e dificilmente saía de meu rosto. ~ Ele até parece aquelas coisas infláveis que a gente usa pra treinar hehe. ~

Mas uma única frase conseguia desconstruir todo esse personagem em minha mente. Tudo ganhava mais significância e o sorriso começava a se desmanchar, dando lugar a um rosto sério e focado gradativamente. - Quais as metas de vocês atualmente?

Ouvia as palavras de Ray atentamente enquanto criava essa reflexão dentro de mim, e admito que me emocionei em alguns momentos, eu não chorei nem nada disso, mas quando se concordo e acredita plenamente em algo que alguém diz, é único, é verdadeiro. Ele olhou para o nosso grupo e eu levantaria em resposta.

Daria um passo a frente e diria no meu tom mais confiante. - Eu sou Axell Belmont e serei o escudo de toda a sociedade. Eu não tive uma história triste como de muitos, fui criado bem e tive boa educação. Mas sempre tive uma sensação constante de que tudo está mau encaixado, como se tentassem nos empurrar algo que não é real, como um maldito apito na orelha todo o tempo. É por isso que eu luto, luto pela verdade, mesmo que ela seja dura. Eu me tornarei o guerreiro mais poderoso da história, e quando eu me tornar, ninguém mais vai precisar lutar. - Daria uma pausa e olharia fixamente para Nell. - Eu acredito na causa revolucionária e confio em meu time. Seria uma honra seguir com o senhor. A Grand Line é nosso lugar. - Daria um leve aceno de cabeça sem desviar do olhar do homem. Daria um passo para trás de volta e ouviria o próximo. Enquanto isso tentaria me acalmar, o discurso havia me deixado agitado e eu sentia o coração bater forte no peito. Acho que isso é um bom sinal.



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Roy Collins
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Roy Collins

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MensagemAssunto: Re: A ascensão da Red Legion. Desafio no farol!   A ascensão da Red Legion. Desafio no farol! - Página 2 EmptyTer 05 Abr 2016, 11:46

Discursando
As pessoas ao redor anotavam as informações requeridas na ficha enquanto eu e Ray já tínhamos terminado com isso. Já as respostas deles foram típicas dos homens, ao mesmo tempo enchendo o saco ouvir aquilo. Não que eu já saí com muitos jovens da minha idade, afinal não sou dessa vibe de sair com qualquer um. Sinto a vontade de conhecer a pessoa primeiro só para depois pensar se aceitarei em sair, é mais como as pessoas antigas de que precisavam tempo e confiança para dizer um tão aguardado e esperado sim. ~ Homens as vezes são um saco! Parecem robôs, respondem a mesma coisa. Argh. Ignorava as respostas do Walker e permanecia ao seu lado, talvez isso tenha ajudado de alguma forma pois aquela mulher parou de olha-lo como antes. ~ É assim mesmo que eu quero.

Contudo uma voz ecoava pela sala em que estávamos, graças as poucas pessoas que ali estavam e a más escolhas do aparente irmão de Tidus. As palavras grosseiras ditas só me deixavam claro uma coisa, ele era uma pessoa infeliz ou um qualquer que nunca achou alguém que goste dele de verdade. - Falou o que faz as escolhas sempre corretas. Diria essas palavras se dirigindo ao Axell, a princípio com uma expressão cética por ter ouvido dele e principalmente, nunca tinha falado com o mesmo, justo agora isso viria a calhar. - Com esse pensamento pobre que você tem, talvez nunca ache mesmo uma garota que faça a escolha certa. E sim a errada, se é que alguém um dia vai te escolher. Terminaria abrindo um sorriso bem irônico, não é de minha personalidade debater com alguém porque não gosto de brigas. Mas dizer aquilo foi como tocar no ego de uma mulher, e isso ele deveria saber muito bem em como é importante para nós! Nem parece ser quase um adulto, a mentalidade deve ser de moleque. Ou mesmo próximo a de Hizy e Frisk.

Então passado um tempo aquela mulher se pronunciava nos promovendo de patente por termos realizado duas missões. O fato é que não conheço a hierarquia da revolução, porém elevar o cargo é digno de um largo sorriso rosto. ~ Quanto tempo já passou desde o dia que fui salva e conheci essas pessoas. E finalmente agora crescendo e podendo mostrar ao mundo que existe mais uma pessoa em que pode contar para acabar com o mal nessa terra. Essas convicções me enchiam por dentro, trazia mais esperança ainda estar com esse grupo de amigos e no fundo de poder acreditar neles que poderemos contar um com o outro nas próximas missões. ~ Sem dúvidas faremos um ótimo trabalho juntos e além disso, vamos espalhar a paz!! E com tais pensamentos de otimismo era interrompida pelo homem de baixa estatura que se intitulava comandante. Se até aquela cara pálida exitou em contraria-lo de uma maneira grosseira, é porque ele deve ter uma importância considerável na revolução. ~ Bem feito em querer se aparecer mais sua chata. Por dentro estava feliz por alguém dar uma segurada nela.

O diálogo entre eles começara, o tema era a promoção de Hizy por causa de sua idade. ~ Se for por causa disso, bem que o Axell pode esperar um tempo até receber a promoção também ... Como ela poderia dizer isso? Ele pelo visto como todos os outros lutou bravamente na praia de Conomi, fora que quando o abracei notei certa tristeza em suas palavras. Algo havia acontecido e com certeza tornou-o mais forte. Seria injusto da parte dela não querer dar a promoção. Após esse tema de conversa, o comandante Mark se confundindo todo nas palavras, talvez por causa da sua idade avançada, finalizou perguntando sobre nossos objetivos principais e explicando onde poderá ser nossa próxima missão. Sem dúvidas essa era uma hora para termos postura suficiente pra nos expressar, de mostrarmos nosso real lado e tornar a nossa presença no grupo mais importante. Inicialmente o Ray disse seu objetivo, não que ele não tenha falado tudo para mim a respeito dele, mas mais uma vez suas corretas palavras confirmavam o motivo dele ser o nosso líder. Depois veio o crianção falando da sua ótima educação, agora entendo o porque dele ser tão infeliz em dizer uma coisa daquela.

E por fim seria minha vez de mostrar meus sonhos na célula revolucionária, embora ainda ser pouco experiente e receosa com o que nos aguarda lá fora. Começaria dando leves passos para frente e falaria sem medo de errar. - Bem, meus objetivos por aqui são quase iguais aos deles. Meu passado diz muito sobre isso, passei na carne viva a sofrência de viver em cativeiros como escrava, tendo muitos corruptos de certo modo protegendo esse mercado e não fazendo nada! Por alto notei que a emoção estava tomando conta de mim, afinal lembrar do passado e contar aos outros sobre ele é uma sensação forte. Respirei fundo e baixei o tom da voz para continuar. - E as pessoas as quais me salvaram foram nada mais, nada menos que os revolucionários. Engolia orgulhosa de afirmar aquilo. - Hoje a única coisa a qual pretendo seguir fielmente na minha vida é viver para o bem, para acabar com essas coisas sujas e destruidora de pessoas. Sim! Quero continuar como revolucionária e melhorar esse mundo cheio de dor. Ao terminar encararia por poucos segundos os dois superiores, e voltaria para perto de Ray. Talvez pelo calor daquele discurso eu tenha me afastado dele, e quando estivesse perto do ruivo sorriria e fecharia os olhos tentando mostrar gratidão. Sendo que ele foi a pessoa a qual mais me encorajou desde quando entrei nesse grupo. - Obrigada por me ajudar a ser mais confiante Ray! Sibilaria para apenas ele ouvir.
Histórico de Hanna/Lavínia:
 

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ADM.Tidus
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MensagemAssunto: Re: A ascensão da Red Legion. Desafio no farol!   A ascensão da Red Legion. Desafio no farol! - Página 2 EmptyTer 05 Abr 2016, 14:44

Discrição, uma palavra de três silabas complexas de mais pra que Axell entendesse quando e onde ser usada, após nossa brincadeira o mesmo acabou se empolgando demais e soltou algumas palavras infelizes, se estivéssemos em um bar não haveria o menor problema, porém estávamos em uma base secreta onde nossa superior ainda era uma mulher tão séria quanto Ray, ou seja, senso de humor abaixo de zero.

“Puta merda!” – Batia minha mão direita na testa, cobrindo parte dos olhos. – Axell Inconveniente ativado, seu idiota.” – Aproximava-me de meu irmão e tentava passar meu braço direito por trás do seu pescoço e, logo em seguida puxaria sua cabeça um pouco para baixo, enquanto pressionaria e girava meu punho direito contra sua cabeça. – Desculpem por isso, ele caiu do beliche hoje cede e não está falando coisa com coisa, não é Axell? – Voltava meu olhar na direção do meu irmão com com os olhos arregalados e um sorriso sem graça, uma expressão que queria dizer claramente: você quer nos matar seu idiota? Se provocar a bolota olhuda já havia me feito desmaiar, imagine o que um Ray feminino com capacete de caveira faria.

Por sorte com exceção de Hanna aparentemente mais ninguém havia se pronunciado ou se incomodado, a maioria deve ter simplesmente ignorado o surto, o que era bom, mal havíamos chegado e já estávamos chamando atenção da forma errada, ótimo começo, muito obrigado Axell por ser assim sempre. O clima voltava ao normal, todos ali pareciam bem sérios e focados, aquilo realmente parecia um quartel, que ironia. Após algum tempo Nell se pronunciou e anunciou que alguns membros do nosso grupo seriam promovidos por nosso feito em Conomi Island, diria que era o minimo, quantos podem dizer que sobreviveram a uma guerra e a um Tsunami no MESMO dia? Acho que nem mesmo meu pai todo metido a fodão.

“Uma promoção, essa sim é uma boa forma de começar, mas...” – Voltava meu olhar de um lado para o outro, observando todos ali presentes. – “Eu não faço ideia de qual seja a ordem de hierarquia dessa organização, ela parece seguir o padrão da marinha, mas os nomes são diferentes e provavelmente as funções também... Eles bem podiam distribuir um folheto ou explicar isso. Eu poderia perguntar, mas dizer isso no ato de uma promoção seria tão irresponsável quanto me candidatando a um cargo sem saber a função...” – Mantinha-me em silencio, não sabia bem o que ser Cabo queria dizer naquela organização, mas era bom demonstrar que estava confiante por fora, certamente ainda não era grande coisa, mas já devia ser algo mais do que um soldado raso.

O discurso de promoção feito por Nell era interrompido com a chegada de um senhor de idade bem... Peculiar? A primeira impressão que tinha do mesmo não era grande coisa, ele parecia só um velho perdido invadindo o local de reuniões, talvez o avô de Nell? Bem, tal teoria era destruido com as palavras seguintes da Major. Comandante, um posto com um nome bem sugestivo.

“Outro cara esquisitão com uma patente elevada, ele parece uma Matrioska...”  – Abria um leve sorriso no canto dos lábios. – “Será que não tem ninguém normal desse exercito?” – Voltava meu olhar de um lado para os outros, mais especificamente para o nosso grupo. –“É, deixa pra lá, foi uma pergunta idiota.”

O debate entre a Major e o Comandante se estendia um pouco, o velho parecia caduca das ideias e Nell como era de se esperar não era tão paciente com ele. Porém no fim o Comandante voltou sua atenção para nós, ele parecia bem interessado em nosso grupo, certamente por nosso desempenho na guerra de Conomi, o mundo talvez nunca fique sabendo do que realmente acontecer naquela ilha, mas os revolucionários vão. Durante seu discurso algumas de suas palavras me chamavam a atenção e me faziam tomar uma postura mais séria, Grand Line.

“A famosa e temida Grand Line... O mar onde meu pai passou e passa a maior parte do seu tempo, eu me lembro de como ele falava desse lugar, das histórias, das... Atrocidades.“– Fechava meus punhos com firmeza, minha expressão relaxada dava lugar a seriedade. – “Mudar o mundo... Se queremos fazer isso precisamos fazer os grandes nos notarem, não é mesmo?”

O discurso do Comandante se encerrava com uma frase: Quais as metas de vocês atualmente? Uma pergunta simples e direta, porém por ironia do destino as perguntas simples possuiam as respostas mais complexas. Permaneci sentado por um tempo observando Ray se levantar, como era de se esperar ele tomou a frente, mesmo que implicasse com sua seriedade e modo de agir, sabia que essas eram qualidades indispensáveis para um bom líder. O discurso de Raymond era inspirador, aquilo reforçava a ideia de que havia feito uma boa escolha em ter escolhido segui-lo mais uma vez.

“E lá vai você  roubando a cena.” – Abria um leve sorriso no canto dos lábios enquanto ouvia outros se levantando e discursando, a simples pergunta do comandante acarretou em respostas profundas como esperado. Após ouvir Ray, Axell e Hanna eu me levantei com um sorriso confiante.

Eu poderia fazer um discurso bonito como todos os outros, mas eles já usaram todas as palavras bonitas, então vou ser direto... – Meu leve sorriso dava lugar a um semblante sério e maduro, diferente do qual possuía nos momentos de descontração. – Podemos possuir motivações, personalidades e histórias diferentes, mas nossos caminhos se cruzaram em uma taverna sem nome em Conomi, pode chamar de destino ou do que quiser, mas naquele lugar ficou claro que apesar das diferenças todos possuímos e lutamos pelo mesmo objetivo final: mudar esse mundo errado em que muitos já perderam a fé. Se é na Grand Line que precisam de nós, é para lá que iremos. – Voltava meu olhar na direção de Ray e meneava positivamente a cabeça, como se quisesse dizer: “mandou bem, vermelho”. Por fim só restaria aguardar o verdito final para que então nosso próximo desafio começasse.


Histórico:
 

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Mizushiro Hizumy
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Mizushiro Hizumy

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MensagemAssunto: Re: A ascensão da Red Legion. Desafio no farol!   A ascensão da Red Legion. Desafio no farol! - Página 2 EmptyQua 06 Abr 2016, 16:54



~ Todos Juntos! ~

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De sorriso jubilosamente grande e redondo, corado nas bochechas inocentes e de brilho nos olhos, Hizy era acarinhado por Frisk. O celestial envolvera sua mão nas dele e começara a saltitar e a rodar em torno de si, fazendo com que também ele fosse possuído por toda aquela alegre e tão inocente coincidência. Descalçado, de pés encardidos, provavelmente negros de poeira e da terra, também ele saltitaria vivamente, rindo e esquecendo-se de quaisquer preocupações que o envolvesse. - HiHiHi! É a primeira vez que tenho um amigo com a mesma idade que a minha! Hi!Hi!Hi! - Rir-se-ia continuamente até que suas festividades fossem interrompidas pela dor que o ser celeste sentira. - Frisk-chan?! Está tudo bem? - Seu rostinho demonstraria uma evidente preocupação com o estado do companheiro, entristecendo-se-lhe o semblante. - Foi na luta, eu acho. Desculpa, Hizy-kun. Eu já volto. - Tristonho, contudo, compreensivo, assentiria vagarosamente com a cabeça, emanando um leve sorriso, sem mostrar os dentinhos. - Huh! -


  Naqueles instantes em que o parceiro fora conversar com a Major Nell, seus olhinhos eram despertados para a figura de um homem que estava próximo a revolucionária. Chamara-lhe a atenção a falta de um membro naquele corpo. Deprimido, fecharia melancolicamente seu olhar, fixando-o no solo. Não passaria nada por seus pensamentos no momento. Apenas um sopro frio de tristeza e pena vagaria em seu peito. Aquele senhor deveria ter passado por momentos difíceis, quiçá perdera o seu precioso braço durante uma luta, ou talvez, na vã tentativa de resgatar alguém que lhe fosse importante. Na verdade, provavelmente não só aquele sujeito, mas todos ali haviam sido postos a prova pelo cruel fado, assim como ele próprio fora.

– Raymond Walker, Irmãos Belmont, Hanna... – A voz soante da revolucionária unia à todos, fazendo com que a pequenina criança cessasse com seus pensamentos depressivos e tentasse juntar-se aos outros, caminhando até junto à eles se estivesse afastado demais. –  todos possuem duas missões completadas e por terem passado pelo ocorrido de Conomi e tem o direito de subir de patente, mesmo que Frisk ainda precise de mais uma e Hizy você é apenas um garoto, seria uma boa ideia deixar mais para a frente sua subida, poderia ajudar internamente, no campo de batalha seria complicado ter uma crian- Àquelas palavras, seu tão frágil ser ameaçava quebrar-se em um pranto sem fim de lágrimas de insatisfação. Em sua mente voavam à uma velocidade descomunal centenas de pensamentos. Não era a subida de patente, ou a falta dela, que machucava. Não! Ele não se importava com tais formalidades. O que mais doía naquelas palavras era a separação. Enquanto seus amigos estivessem sofrendo, fazendo o melhor para sobreviver no campo de batalha, ele estaria por de trás da segurança de um armazém?! Não! Não podia aceitar... Ele era um deles! Também queria ajudar! Também queria mudar o mundo, e, queria mais do que qualquer outra coisa, estar para sempre ao lado daquelas pessoas. A ideia de não ser permitido à tal apertava o seu peito numa suprema angústia. Não poderia evitar encarar, de face em choque e abatida, os olhos da Major. Contudo, nem tudo estava perdido. Nell era interrompida por uma misteriosa voz, trazendo à tona daquele rostinho um desesperado olhar esperançoso.

– Calma, calma Nell-kun... uma jovem falando de um jovem, meio irônico não? Sua convicção tem razão, mas a prova de que está errada está diante seus olhos, Major Amazona Perversa! Sossegado, sem um ruído sequer de seus encarnados lábios proferir, o ainda jovem varão evitava pensar, queria prestar atenção às palavras daquele estranho homem e entender os seus significados. Unidas, suas mãozinhas agarrariam fortemente o seu colete azul, intentado manter dentro do peito o coração que se afligia e desesperadamente ameaçava fugir-lhe. Era do seu futuro que eles falavam, afinal...

– Calma, calma Nell-kun... como eu estava falando, pera do que eu estava falando mesmo?..  Ah é mesmo... eu me inscrevi para o exército quando tinha apenas oito anos, desde então eu luto contra o governo e suas leis indevidas! Mesmo com meus 12 anos, eles me aceitaram como um membro da revolução! Subitamente, toda a sua postura seriamente preocupada derreter-se-ia. Começaria a estar confuso com a conversa daquele senhor já velho, tão confuso que, após continuar ouvindo o diálogo entre os dois revolucionário, seus ombros relaxariam-se e de forma natural, sub-conscientemente, uma gargalhada fugir-lhe-ia. - HaHAHaHa! - Toda aquela incoerência soara-lhe como uma piada ou um gracejo, não conseguira evitar gargalhar com vontade, deixando até algumas pequenas gotas saírem-lhe dos olhos.

– Acredito que o lugar de vocês é na Grand Line! Lá sim, está um caos, precisaríamos de pessoas lá, já que diversos membros da revolução estão sendo assassinados por alguém ou algum grupo desconhecido. Quais as metas de vocês atualmente?

 Divertido, perdidas todas e quaisquer preocupações que o atormentassem, o menino limparia os olhos esfregando os bracinhos nos mesmos. Ouviria atentamente todos os companheiros e adultos falarem. Prestava toda a sua atenção e alegrava-lhe o coração ouvir o quão em sintonia todos pareciam estar. Quando chegasse, por fim, a sua vez, sorriria de forma honesta e feliz, corando as bochechas já rosadas. - Eu sou o Hizy Mayan, muito prazer, Comandante Mark-jii-sama! Major Nell-nee-sama! - Genuinamente, olharia para um e para o outro, luzindo-lhe os olhos de um claro azul celestial. - Nell-nee-sama, muito obrigado por se preocupar comigo! Eu sei que ainda sou apenas mais uma criança, por isso, agradeço sinceramente pela sua preocupação! HiHiHi! - Alargaria o seu sorriso extrovertido. - Mark-jii-sama, obrigado por me defender! Não só a mim, mas também ao Frisk-chan! HiHi! - Alegre, continuaria falando com os dois adultos - Ainda sou fraco, e posso não vir a ser de uma preciosa ajuda, porém, assim como todos aqui, eu também quero transformar o mundo em que vivemos em um lugar bonito! Repleto de paz! Onde todos nós possamos viver em harmonia... Todos! - Seus olhinhos olhariam para Otoboshi se o mesmo ainda estivesse na sala. - Humanos, tritões... todas as raças.. Eu acredito que um dia isso será possível! - A medida que ia confessando o que sentia, seus bracitos gesticulariam vagarosamente pelo ar, tentando expressar o que o garotinho sentia através de gestos - Eu não tenho mais ninguém comigo... minha nee-chan faleceu na guerra... meus queridos pais.. tiveram uma morte pública.. os tenryuubitos queimaram-nos numa fogueira... - Magoado, lentamente seus olhos começariam a descair até encontrarem o soalho, fraca, sua voz começaria a soar pausadamente, em soluços. - Tudo o que me resta são estas pessoas... - Levantaria o olhar sério e sincero, olhando para todos os companheiros - Frisk, Raymond, Hanna, Axell e Tidus - , dizendo com alegria tudo o que lhe vinha no coração - Eu quero ficar com eles... Partilhar das mesmas aventuras, protegê-los... Ser alguém importante para eles! E, ao lado de todos, mudar o mundo para melhor! - Terminaria, emanando um enorme sorriso singelo, quase radiante, de bochechas timidamente coradas, os dentes brilhantes a mostra e escondendo seus braços esbeltos por de trás das costinhas ainda pequenas.

- Hi!Hi!Hi!Hi! -

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Bónus:
Players:
HP: 255/255
Vantagens:• Ambidextro|• Aparência Inofensiva|• Audição Aguçada
Desvantagens:• Coração Mole|•
[quote="Sempre que vê ou ouve algo relacionado aos tenryuubitos entra em estado de choque, por serem eles os responsáveis pela morte de seus pais, e por acreditar afincadamente, que os próprios são a origem de todo o mal existente no mundo. Fica tão paralisado que a única coisa que pode fazer é fugir amedrontamente devagar. Até mesmo estátuas ou gravuras de dragões a voarem o deixam ligeiramente incomodado e nervoso. Após passar por um episódio traumatizante em uma guerra, ganhou um medo profundo de perder amigos. Quando passa por uma situação do tipo, acaba sendo tomado por perturbações emocionais.
Extras:

...

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MensagemAssunto: Re: A ascensão da Red Legion. Desafio no farol!   A ascensão da Red Legion. Desafio no farol! - Página 2 EmptyQua 06 Abr 2016, 23:14

"Old Man."




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*Mart fills you with determination. That's weird, but funny either way.


Depois do olhar que eu recebi da Major Nell ao entregar a ficha de inscrição no exército, eu sequer tive coragem de perguntar aonde podia receber o tratamento médico. Engolindo em seco, eu apenas me afastei, voltando pra onde o restante do pessoal estava, ainda um pouco nervoso. Será que tinha feito alguma coisa errada, e a tinha irritado? Ou talvez o comentário não muito oportuno de Axell-san simplesmente a tivesse deixado de mau-humor...quem sabe? No final das contas, eu preferi suportar aquela dor mais um pouco do que encarar aquele olhar outra vez, e usei a manga da camisa pra tentar estancar, ao menos um pouco, o sangramento. Voltei pra perto de Hizy, me aproximando com um sorriso meio envergonhado, e me colocando ao seu lado de novo. Voltaria a esboçar um sorriso, mesmo que a dor ainda incomodasse um pouco, pois sabia que estava cercado por amigos muito importantes, e, sinceramente, não havia nada melhor do que aquilo. Eu podia não conhecer todos ali muito bem - em especial o irmão do Axell-san, Tidus-san, com quem ainda não tinha conversado. Mas eu tinha certeza de que todos nós nos tornaríamos muito mais próximos com o passar do tempo, se seguíssemos juntos.

Depois de passado algum tempo, a Major se dirigiu até o nosso grupo, provavelmente para dar mais algumas informações sobre o que aconteceria conosco a partir dali. - ...todos possuem duas missões completadas e por terem passado pelo ocorrido de Conomi e tem o direito de subir de patente, mesmo que Frisk ainda precise de mais uma e Hizy você é apenas um garoto, seria uma boa ideia deixar mais para a frente sua subida, poderia ajudar internamente, no campo de batalha seria complicado ter uma crian... - ela tinha começado a falar, até ser subitamente interrompida por um homenzinho que não devia ser muito mais alto do que eu ou Hizy, cuja aparência me deixou meio confuso no começo, mas em seguida, me pareceu estranhamente engraçada. "Hihihi." Dei uma risada internamente, alargando de leve o sorriso, e apertando um pouco mais o ombro direito, pra suportar a dor. Hizy parecia estar um pouco preocupado com o fato de não poder seguir com o restante do pessoal por "ser uma criança", e esse receio acabou me afetando um pouco também, de modo que conforme a conversa entre Mark e Nell progredia, eu fui ficando cada vez mais aliviado. Em certo momento, nem eu nem o garotinho de cabelos azulados conseguimos aguentar, e caímos na gargalhada, graças à aparente falta de memória do velho revolucionário: - Hihihi...Hahahahaha! - eu ri, junto de meu amigo. As pessoas são realmente estranhas, não é mesmo? Nós tínhamos passado por tanta coisa, mas ainda assim, conseguimos encontrar a força pra dar algumas risadas no final de tudo. Talvez fosse realmente melhor desse jeito.

No final das contas, a conversa acabou finalmente tomando um rumo um pouco mais importante, e o Comandante Mark disse então, a todos nós, o seguinte: - Acredito que o lugar de vocês é na Grand Line! Lá sim, está um caos, precisaríamos de pessoas lá, já que diversos membros da revolução estão sendo assassinados por alguém ou algum grupo desconhecido. Quais as metas de vocês atualmente? - ele perguntava. Cada um de nós começou, então, a falar sobre como tinha nascido esse desejo de se tornar um revolucionário, ou o que pretendia fazer ao entrar no exército. Eu fiquei um pouco nervoso, pois os meus motivos eram bastante pessoais, e eu não gostava muito de lembrar de tudo que tinha acontecido. No entanto, quando chegou a vez de Hizy de falar, ele o fez com um sorriso tão radiante que eu simplesmente não pude ficar parado, apenas ouvindo - ele tinha passado por tanta coisa quanto eu, ou, quem sabe, até mais. Mesmo assim, ele se mantinha forte e sorridente. - Eu quero ficar com eles... Partilhar das mesmas aventuras, protegê-los... Ser alguém importante para eles! E, ao lado de todos, mudar o mundo para melhor! - falou, com um sorriso no rosto. Determinado, eu dei um passo à frente.

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- Frisk Dreemurr, onze anos também. - eu daria um leve sorriso, respirando fundo antes de continuar. - Por causa da minha amnésia, eu não lembro de nada que aconteceu antes de uma família de revolucionários, os Dreemurr, me acolher em Conomi. Foi lá que eu tive meu primeiro contato com os ideais do exército, e sinceramente, eu sempre fui um pouco fascinado por eles. - corei um pouco, lembrando-me de como fantasiava viagens pelo mundo junto ao restante dos Dreemurr, salvando as pessoas e ajudando quem precisava. - Mas... - suspirei, vendo que não havia outra maneira se não botar aquilo pra fora de uma vez. - ...mas, depois de ter ficado com eles por vários anos, eu acabei perdendo todo mundo da noite pro dia há algum tempo. Algumas pessoas invadiram a casa e...bem, eu acho que não preciso explicar, preciso? - daria um sorriso cansado, e prosseguiria: - O que importa é que eu ainda não os agradeci por tudo que fizeram por mim. Por isso, eu decidi que vou levar os seus sonhos e esperanças comigo, e que me tornaria um revolucionário pra seguir os passos do meu pai. - daria uma pequena pausa. Meu semblante, em seguida, mudaria para um um pouco mais alegre, enquanto eu terminaria dizendo: - E afinal, eu não gosto de violência. Se mudar o mundo pra melhor significa que toda essa luta sem sentido vai acabar...é algo pelo que vale a pena lutar com toda a minha determinação! - diria com convicção, determinado.

Uma vez que eu tivesse acabado o meu "discurso", voltaria para junto do pessoal, com a mãozinha perto do peito, bastante nervoso. Será que eu tinha falado demais? Não, no final das contas, aquilo tudo era parte importante do motivo de eu estar ali. Todos ali eram meus companheiros, não eram? Depois do que eu tinha ouvido de cada um, não podia ser o único a esconder alguma coisa. Consciente de que tinha feito a coisa certa, então, eu me dirigiria até os dois irmãos Belmont, no objetivo de tratar de uma outra coisinha que também era bastante importante. - Axell-san, Tidus-san...será que vocês... - eu os chamaria, puxando de leve a roupa de algum deles para chamar a atenção. Apontaria para o meu ombro direito então, mostrando que ele ainda estava sangrando. - ...podem me ajudar um pouquinho? - diria, com uma risadinha envergonhada ao final. Acho que eu já tinha aguentado o suficiente, não é?



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MensagemAssunto: Re: A ascensão da Red Legion. Desafio no farol!   A ascensão da Red Legion. Desafio no farol! - Página 2 EmptyQui 07 Abr 2016, 02:29

~~ Narração ~~


Após o breve dialogo da Major com o Comandante, o velho homem dialogava agora com o grupo, uma simples pergunta, porém complexa, fazia o grupo refletir sobre suas supostas ambições e metas, claro que o ruivo pirocudo levantaria, pois ele estava como supervisor de seu grupo. Ao colocar-se de pé, fazia a maioria prestar atenção nas falas de Raymond, pois não só sua postura, mas sua face e voz mostravam seu caráter e vontade. Suas falas eram contagiantes, mostrava um passado não muito agradável, porém elas demonstravam ainda mais a convicção do jovem integrante. As pupilas do ruivo impactavam com as de Mark, mostrando seriedade na conversa. – Hmmm.... Cansou de ver coisas erradas... entendo! O velho falava enquanto mantinha-se na mesma posição, sentado com os braços em cima da mesa e com os dedos entrelaçados. Além do ruivo, Axell colocava-se de pé e por sua vez respondia à pergunta do velho, estava antes zoando mentalmente a fisionomia do sujeito, porém deveria se olhar no espelho antes de julgar. Estava suprimindo suas lagrimas pelas palavras sublimes de Raymond, realmente eram verdadeiras e vinham de sua alma.

Axell o desafiador, declarava seus desejos e sua ambição, querer ser o mais forte na história até mesmo um mendigo riria, porém jamais duvide da vontade de um homem, ela pode ser fatal. O Belmont de cabelos negros olhava para Nell enquanto asseverava suas falas, a mesma lhe encarou mostrando sua testa franzida e um olhar que transmitia total intimidação, algo natural da mulher conhecida como amazonas. – Humph, bonitas falas, para um idiota..., mas quando observar inocentes, amigos e parentes morrerem diante seus olhos, quero ver se terá falas bonitas! A mulher profere ao cruzar os braços e fechar seus olhos. – Calma, calma Nell-kun... ser o guerreiro mais forte da história é? Uma ambição ousada garoto, mas não impossível! O comandante conclui ao olhar para Axell e encorajá-lo no momento. Por sua vez Hanna colocava-se de pé e fala com palavras mais objetivas do que a maioria. Os olhos estavam encharcados, a moça estava prestes a chorar, mas suprimia as emoções do passado, algo árduo de se fazer, mas Hanna mesmo sendo uma garota, mostrava-se muito forte tanto fisicamente quanto emocional. – Hmmm... escrava? Não deve ter sido fácil! O velho assevera ao arrumar seus óculos, talvez a emoção realmente estivesse solta, pois o velho já tinha vivido bastante e por possuir tal patente, já havia visto de tudo, quem sabe acabou lembrando de alguma missão após ouvir as palavras de Hanna.

Era a vez de Tidus ao colocar-se de pé, inicialmente seu dialogo começou com uma leve descontração, ao frisar que todos haviam dito frases bonitas e decidiu-se ir direto ao ponto. Ao terminar de falar, Mark observava o garoto com uma expressão de ‘surpreso’. – Óhhh... faz sentido! Ele coçava os últimos cabelos de sua cabeça, parecia um moicano só que lateralmente. Ainda perdido em risadas na sua mente, Hizy percebeu que era o momento de falar e colocava-se de pé, bom mesmo não fazendo muita diferença pela sua altura, mas enfim, começou a proferir de forme alegre e tomou a atenção do comandante. As falas da criança eram sinceras e extrovertidas, Hizy argumentava sobre existir um mundo melhor mesmo ele sendo um moleque fedendo a leite, mas nos tempos de hoje em dia até mesmo uma criança já pudesse passar por muitas coisas horríveis. O garoto havia conquistado o comandante com suas falas, Nell não dava bola, mas era sua personalidade meio bruta e fria. Porém Mark ouviu o jovem falar Tenryuubitos, naquele momento uma veia saltou em sua testa que o fez olhar para a mesa desviando seu rosto de todos.

Frisk colocava-se de pé e dirigia suas falas sendo bem direito e mostrando mesmo objetivo que todos. Porém o comandante ainda não respondia nada, parecia ter ficado irritado ou nervoso. – Nossa nem tinha lhe percebido aí garotinho, você parece estar com um ferimento feio, venha comigo, você se chama Frisk correto, você é da raça celestial né, dizem que são muito carismáticos? Vamos, vem também Hizy, é Hizy né? O homem sem um braço falava ao tocar no ombro de Frisk e logo em seguida pegar em sua mão, ele parecia ansioso e com medo, talvez entendesse o que tinha ocorrido com o comandante. As duas crianças haviam saído, deixando apenas os adultos continuarem a conversar. Frisk e Hizy são levados até o refeitório, em cima da mesa havia um kit de socorros, levava alguns minutos e o braço do garotinho estava já tratado ficando com umas faixas deixando poucos movimentos, parecia uma vareta sem poder dobrar. Os garotinhos poderiam notar que o refeitório estava com alguns homens almoçando, poderiam comer se estivessem com fome.

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O comandante estava quieto, parecia se segurar, seu punho direito fechava, sua testa se franzia e sua veia saltava mais ainda, erguia seu rosto repentinamente. – Tenryuubitos... tenryuubitos... MALDITOS TENRYUUBITTTOOOOSSSS! Ele esbravejava gritando em sua última frase, fazendo a mesa simplesmente virar pó, sem se quer mostrar qualquer movimento, simplesmente sua personalidade havia mudado de uma maneira absurda, sua face era igualada a de um demônio, as veias mostravam uma dilatação monstruosa. Nesse momento o grupo dava um passo para trás, sentindo a atmosfera incrivelmente densa, como se estivessem subterrados e consequentemente seus movimentos impossibilitados. Se Nell mostrava um ar de intimidação, poderia presumir que Mark era o próprio mestre em tal arte. – Comandante, comandante, teremos bolinho de arroz para o almoço! A major profere ao mostrar naturalmente sua face tremula por conhecer bem seu superior e nesse momento. – Ah... desde semana passa não fazem bolinho de arroz! Perai, opa... Thiririri! O velhote simplesmente mudava novamente, mostrava ser o de antes como se nada tivesse ocorrido. – Desculpem, Thiriririr! Ele leva a mão para trás de sal cabeça mostrando um sorriso descontraído. Realmente, Mark era bem esquisito, pois mesmo parecendo ser um velho gaga, havia transformado no próprio cão do inferno, mas Nell parecia saber bem como lidar com seu superior, sorte do grupo!

Dentro da sala parecia um clima tenso e bem desconfortante e o homem sem braço volta até a sala. – Senhor já vão servir o almoço, antes de partir seria bom comer algo! Poderiam afirmar que já era por volta do meio dia, horas haviam se passado sem eles perceber. – Hahh... eu amo bolinho de arroz, vão indo, irei ver como está o navio que partira para a reverse. O homem fazia sinal para lhe seguirem e Nell toma a frente. – Vamos comer algo... antes de partirem! Ela profere ao passar em frente ao Raymond quase que em câmera lenta, mas apenas o ruivo conseguiu observar o olhar sério e frio da mulher quase que levando uma eternidade para ela passar por ele. A major leva o grupo até o refeitório, não era muito longe, a célula não era muito espaçosa, mas tinha um refeitório até bem grande. Havia bastante comida, uma porção de bandeja tinha ao lado do cozinheiro que servia para cada homem que a pegava e escolhia o que comer, o básico era servido e diversas meses brancas poderia se avistar. – Podem comer à vontade! A major profere ao pegar uma bandeja e seguir até o cozinheiro ao lado. Arroz e peixe era o que mais tinha, dava para alimentar muito bem já que todos não tinham tomado café. O grupo poderia notar que os garotinhos estavam na mesa conversando, talvez nem percebesse, pois a fome que estariam poderia ser bem grande, ainda mais por presenciarem uma loucura momentânea.

OFF:
 

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~Fala / Narração

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MensagemAssunto: Re: A ascensão da Red Legion. Desafio no farol!   A ascensão da Red Legion. Desafio no farol! - Página 2 EmptyQui 07 Abr 2016, 14:14



~ Almoçando ~

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De lábios sorridentes e um corar tipicamente infantil, a inocente criança assentira ao chamado do revolucionário, indo assim, junto à ele e do pequeno Frisk, para uma outra ala daquele armazém. Antes que abandonasse os outros, o pequenino levantaria sua mãozinha e acenaria para eles, olhando-os e tentando dizer um "Até Logo!" naquele pequeno e carinhoso gesto de despedida.

 Ao adentrar naquele grande refeitório, não só seus olhinhos, mas também suas minúsculas narinas seriam capazes de sentir o delicioso aroma que, provavelmente, pairava no ar. Sua boca começava a babar de desejo e sua barriga roncaria de fome, atraída pelo cheiro daquela que parecia ser uma saborosa refeição.

- UWWAA! Que cheiro BOM! -

Deixaria escapar um gritinho eufórico, tendo seus pêlos arrepiados de jubilo, corando todo o rosto numa reacção levemente exagerada. O menino queria ir correndo pegar em um prato de comida, não sabia quando voltaria a ter aquela oportunidade no futuro, porém, sentia-se muito mal em ir na frente, deixando seu celestial amigo para trás tratando de sua feridas. Por isso, hesitaria e manter-se-ia ao lado de Frisk. ~ Affu! ~ Bufaria frustrado. Enquanto que o tratamento de Frisk era feito, poder-se-ia notar a impaciência remoendo o jovem varão, sem tirar os pés do solo, pareceria saltitar no mesmo lugar, parecendo estar com vontade de ir ao banheiro... como que se aquilo fosse tornar todo o procedimento mais rápido. - Vamos, rápido! Frisk-Chan! - Pensava.

 Assim que o tratamento estivesse acabado, um ENORME sorriso bufado abrir-se-ia em seus lábios. Era um sorriso descomunal que lhe ocuparia mais de metade do semblante. - AHHH! - Pegaria na mão boa do companheiro e puxar-lo-ia, com cuidado para não o machucar, na direcção de onde estivessem servindo a refeição. - Vamos, Frisk-Chan! Você precisa se alimentar direitinho! - Coraria.

 Se estivesse alguém servindo a comida, e se houvesse mais opções de refeição sem ser peixe, como uma suculenta carne, seus olhos brilhariam em duas esferas cintilante azuis, húmidas de felicidade. De sua boca uma baba sem fim sairia. Todo seu rosto seria um tremendo morango. - Por favor, tio(a), eu quero essa carne! - Pediria, gesticulando de uma forma estranha com as mãos, demonstrando o seu assustador desejo de possuir aquele pedaço de carne.

 Assim que se sentasse, não aguentando mais esperar, lançar-se-ia para cima daquela deliciosa carninha. Se ela realmente estivesse boa, comeria-a toda de forma rápida, tentando não se engasgar. - Stá belicioso, Vrisk-shan! - Diria de boca cheia, sem parar para olhar para o companheiro e continuando a comer. No entanto, se não houvesse nada mais do que peixe, coincidentemente, voltaria a ficar desiludido, porém, comeria-o na mesma, com prazer e sem quaisquer tipos de reclamações, sempre dançando seus pés por debaixo da mesa, alternadamente.

 - Frisk-chan, como está o seu ombro? Está melhor? - Perguntaria no instante em que ambos terminassem de almoçar. - Você não precisa se preocupar com nada! - Diria, enchendo o peito de ar, imitando uma posição heróica e triunfal, para então bater o punho direito no peito estufado. - Eu irei proteger você! - E então soltaria um sorriso divertido, com suas bochechinhas avermelhadas.

- Hi!Hi!Hi!Hi! -

 Se ao longo da conversa notasse que o restante dos companheiros havia adentrado no refeitório, soltando um berro enorme, o garotito os chamaria eufórico, acenando com a direita esticada no ar.
- PESSOAL! AQUI! AQUI! ESTAMOS AQUI! -
Berraria, corando de felicidade por finalmente reencontrar-los, apesar da separação não ter sido muito longa.
 
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Ganhos:
Perdas:
Bónus:
Players:
NPC's: Nell - Major da célula revolucionária "Red Mark" | Mark - Comandante da célula revolucionária "Red Mark".
HP: 255/255
Vantagens:• Ambidextro|• Aparência Inofensiva|• Audição Aguçada
Desvantagens:• Coração Mole|•
[quote="Sempre que vê ou ouve algo relacionado aos tenryuubitos entra em estado de choque, por serem eles os responsáveis pela morte de seus pais, e por acreditar afincadamente, que os próprios são a origem de todo o mal existente no mundo. Fica tão paralisado que a única coisa que pode fazer é fugir amedrontamente devagar. Até mesmo estátuas ou gravuras de dragões a voarem o deixam ligeiramente incomodado e nervoso. Após passar por um episódio traumatizante em uma guerra, ganhou um medo profundo de perder amigos. Quando passa por uma situação do tipo, acaba sendo tomado por perturbações emocionais.
Extras:

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Off escreveu:
Marci, se existir forma de conseguir a flauta, o pet e treinar as perícias antes de qualquer luta, eu agradeceria '-' Pilotagem e geografia talvez dê para aprender no navio agora, não? e.e  O post foi fraco, eu sei, mas estava com pressa e sem muito tempo, por isso me desculpem...


Thanks Panda

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MensagemAssunto: Re: A ascensão da Red Legion. Desafio no farol!   A ascensão da Red Legion. Desafio no farol! - Página 2 EmptyQui 07 Abr 2016, 15:02

Ou as pessoas são sensíveis de mais, ou as simplesmente não tem nenhum senso de humor. Como uma simples frase poderia causar tanta indignação em uma moça como Hanna?? Certo, eu sei como. - Com esse pensamento pobre que você tem, talvez nunca ache mesmo uma garota que faça a escolha certa. E sim a errada, se é que alguém um dia vai te escolher.  - Uma veia subia na lateral de meu rosto, a resposta era um pouco mais ácida do que eu esperava, mas nem por isso eu havia ficado bravo com a garota, na verdade aquilo tinha me dado ainda mais empolgação. Daria um sorriso labial em sua direção, do tipo que só move metade da boca.  - Eu não sabia que essa flor tinha espinhos! Se eu for a escolha errada de todas elas ficarei feliz com isso! - Daria uma leve coçadinha no nariz, eu poderia ficar nisso por horas, mas não tinha intimidade o suficiente e sabia que não seria saudável. Abaixaria levemente a cabeça e faria um breve aceno. - Sinto muito se a ofendi, não era minha intenção. - Diria em um tom sério e sem qualquer tipo de divertimento.

Tidus envolvia o braço em volta de eu pescoço, eu tentava escapar, sabia o que estava vindo, um sútil sermão gestual. Não desistia de fugir do seu abraço e tentaria me defender de seu cascudo em minha cabeça, talvez meu bloqueio me ajudasse nisso. Mas no fundo sabia que ele estava tentando me ajudar e fazer seu papel de irmão pensante. Olharia para ele com olhar de rancor e tristeza a medida que começasse a me dar o clássico golpe, aceitaria sem defesa em determinado momento, mas ele saberia que aquilo não foi aprovado. - Isso vai ter volta. - Sussurraria olhando para o chão.

Ao final do meu discurso Nell não pareceu tão sensibilizada como eu esperava. - Humph, bonitas falas, para um idiota..., mas quando observar inocentes, amigos e parentes morrerem diante seus olhos, quero ver se terá falas bonitas!   - As palavras eram duras e e atingiam com força. Por um instante flashs da guerra passaram diante dos meus olhos, as vidas que tirei e as que vi sendo perdidas. Olhei novamente em sua direção, os olhos confiantes e agora igualmente emocionados. Não diria nada, apenas daria um sorriso labial para ela. Provavelmente ela estivesse certa, provavelmente eu fosse um idiota. Viraria na direção do comandante e assim que terminasse de falar eu responderia brevemente. - Senhor. - E voltaria a minha posição.

A sala tinha um clima diferente depois da simples pergunta do Comandante, parecia pular de intensidade e esperança. Pouco a pouco eu me sentia ainda mais acreditado nas pessoas que estavam ao meu lado. Ray me passava uma liderança inquestionável, Tidus uma responsabilidade a qual eu conhecia, mas via poucas vezes em palavras. Hanna uma sensibilidade diferenciada. Hizzy uma doçura inquestionável. E Frisk uma estranha determinação. Aquela com certeza eram qualidades diferentes e que se combinadas dariam um grupo formidável que estávamos nos tornando. ~ Eu não fazia ideia de que carregavam histórias tão fortes. No final eu e Tidus somos os mais sortudos daqui. ~

Foi então que uma bela notícia foi dada para alegrar a todos, “Vão ser servir o almoço”. Fazia uma pequena comemoração discreta com um breve soquinho no ar. Pensava em comer desde que havia acordado, a um dia atrás.

Chegando no refeitório e era recepcionado pelo pequeno Hizy. - PESSOAL! AQUI! AQUI! ESTAMOS AQUI!  - Um sorriso se abria em meu rosto, talvez nem tanto pelos garotos mas pelo cheiro que me carregava pelo olfato como um desenho animado. Acenaria em resposta com os dois braços levantados e iria na direção deles. Sem demora colocaria um pouco de cada refeição até fazer uma montanha imensa de comida onde nada seria deixado para trás. - Hey, Frisk. O que tem de melhor aqui? - Com a resposta do garoto colocaria o dobro do que fosse recomendado no meu prato. Finalmente tiraria a barriga da miséria.



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MensagemAssunto: Re: A ascensão da Red Legion. Desafio no farol!   A ascensão da Red Legion. Desafio no farol! - Página 2 EmptyQui 07 Abr 2016, 16:06

O discurso realizado por cada individuo naquela sala revelava um pouco mais sobre o seu passado sombrio, alguns realmente possuíam uma história bem pesada, Hanna, a mulher que vivia ao lado do vermelho havia sido uma escrava, nem podia imaginar pelas atrocidades pela qual já havia passado, Hizy, um garoto de apenas 11 anos que já havia presenciado mais tragedias do que muitos em uma vida inteira, era realmente difícil de acreditar que aquela criança alegre, descontraída e de bom coração tenha passado por tudo aquilo e permanecido desta forma, era certamente o tipo de pessoa que ainda lhe fazia ter fé nas pessoas, e além disso havia Frisk, o garotinho alado, outra criança que havia presenciado o lado obscuro da humanidade logo cedo, e ainda sim queria resolver tudo sem violência, muitos em seu lugar se perderia em busca de vingança.

“Já estávamos juntos a algum tempo e eu não fazia ideia, essas pessoas...” – Voltava meu olhar de um lado para o outro, observando todos ali presentes. – “Vocês são exatamente o tipo de pessoas que me fizeram escolher esse caminho, esse tipo de vida... Ninguém devia passar por isso.” – Quase se podia ver o ódio em meu rosto enquanto rangia os dentes e com a cabeça levemente abaixada.

Se o mundo estava repleto de pessoas cruéis, vis e podres, os tenryubitos eram os piores, podia-se dizer que eles eram a personificação de tudo que havia de errado naquele mundo, os intocáveis, aqueles que estavam acima de tudo e de todos, que faziam até mesmo meu pai, um orgulhoso e temível vice-almirante da marinha lamber o chão por onde passavam. Por ter vivido na alta sociedade por certo período já havia ouvido falar muito sobre eles, de como eram Deuses onipotentes, levantar um dedo ou até mesmo questiona-los era como assinar sua sentença de morte, olhando por este lado, talvez o mundo estivesse sendo controlado por Demônios e não Deuses, diferente do que muitos acreditavam os demônios não vinham de baixo, eles estavam acima de nós.

“Mariejois...” – O monte olimpo dos seres supremos. – “Nas festas que eram realizadas em minha casa os convidados viviam cochichando sobre este lugar, do quão majestoso ele deveria ser, a descrição era como o paraíso dos contos de fadas... Mas o que todos parecem não conseguir ver é que este paraíso esta sendo sustentado pelo inferno.”

Enquanto me perdia em meus devaneios a voz de Mark trazia-me de volta para a realidade, o mesmo proferia a palavra tenryubito com o mais nítido e profundo ódio que já havia visto, o velho calmo e dócil de alguns instantes atrás havia se transformado em um monstro, sua presença era esmadora, meu corpo respondia sozinho fazendo-me recuar, talvez aquilo fosse o instinto me alertando do perigo que aquele homem representava.

“Esse velho...” – Meus olhos se arregalavam e podia sentir até mesmo algumas gostas de suor escorrendo pelo canto da testa, até mesmo respirar ficava mais difícil com aquela atmosfera pesada.

Porém de forma inusitada Nell conseguiu controlar a situação mencionando comida, o senhor emaçador e sanguinária dava lugar novamente a um homem dócil como se nada tivesse acontecido, será que ele sofria de distúrbio de personalidade ou aquilo havia sido apenas uma liberação de raiva momentânea? Era difícil saber, mas aquilo havia deixado bem claro que Mark não era um velho qualquer e seu passado parecia estar ligado ao dos tenryubitos de alguma forma.

“Comandante...” – Voltava a respirar mais aliviado, sentia como se tivesse tirado um peso enorme das costas. – “A diferença é abismal, mas ainda sim não é como a dele...” – Mark havia deixado bem nítido a diferença entre nós, cabos e um comandante, porém sentia que ele ainda não era como meu pai, se eu quisesse chegar ao nível dele, teria de superar até mesmo aquele velho que era capaz de me pressionado apenas com sua presença.

Com o clima um pouco mais leve fomos convidados até o refeitório, era nossa ultima chance de ter uma refeição antes de partir até a temível Grand Line. Adentrando o local notava de imediato que estava bem movimentado, não sabia bem as horas mas meu estomago dizia que estava na hora de comer.

“Comida de verdade!” – Meus olhos chegavam até a brilhar ao ver aquele lugar, já nem lembrava mais quando havia comido e bebido algo além de frutas e sake. – “Eu amo os revolucionários, uma cama e agora comida!”

Antes de me servir ouvi alguém gritar ao longe, era Hizy, animado como sempre, abri um sorriso amigável no rosto e acenei de volta enquanto me aproximava junto com Axell e os demais, porém antes de ir até a mesa pegaria uma bandeja para me servir, apanharia um pouco de cada, menos peixe pois já havia tido minha dose de peixe para o resto da vida, porém compensaria isso com carne, já fazia um bom tempo que não comia um belo pedaço.

“Huummm... E aquele bolinho de arroz que Nell tanto falou? O comandante parece ter mudado só de ter ouvi falar nele, será que é tão bom assim?” – Ficava curioso a respeito do tal bolinho, ele parecia ser famoso e devia ser muito bom. – [color=#006600]“Acho que vale apena experimentar, mas... Espero não pegar o ultimo, aquele velho pode acabar surtando se ficar sem./color] – Uma sutil gota de suor escorreu pelo canto da testa, só de pensar na expressão do comandante ao notar que havia ficado sem bolinho sentia um frio subir pela espinha.

Se houvesse muitos bolinhos de arroz pegaria um, mas se já estivessem acabando desistiria da ideia, minha vida valia mais do que uma bolota de arroz. Assim que pegasse tudo que tinha direito caminharia até a mesa onde Hizy e os outros estavam para me juntar a eles.

Que saudade eu senti disso. – Diria olhando para o a comida. – E então, como estão? Desde o incidente em Conomi não nos vimos direito. – Abria um sorriso amigável enquanto olhava para os outros sentados a mesa. – E esse machucado no seu braço. – Olharia na direção de Frisk. – Está tudo bem com ele? Se precisar eu posso dar uma olhada. – Por fim voltaria meu olhar na direção do vermelho. – Ray. – Me inclinaria um pouco sobre a mesa, olharia de um lado para o outro para ver se não havia mais ninguém por perto, colocaria minha mão direita ao lado da boca e diria bem baixo para que curiosos não ouvissem. – Eu estou curioso desde que chegamos aqui... Diga-me, Nell é sua irmã? – Manteria uma expressão amigável, não como se estivesse debochando, apenas minha expressão comum. Mesmo que não houvesse parentesco a semelhança era inegável, além disso ambos haviam trocado olhares inúmeras vezes, o que de fato havia levantado tal duvida. Independente das respostas voltaria a me sentar de forma correta para enfim comer a refeição tão cobiçada antes de nossa viagem.


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Raizen
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MensagemAssunto: Re: A ascensão da Red Legion. Desafio no farol!   A ascensão da Red Legion. Desafio no farol! - Página 2 EmptySex 08 Abr 2016, 16:04


Após o discurso de Ray, todos os seus companheiros foram dizendo um a um, o ruivo já conhecia boa parte da história dos irmãos Belmont, mas mesmo assim escutava todos com atenção. Logo após a fala de Tidus, o mesmo olhava para o Rei Vermelho balançando a cabeça de uma forma positiva como se estivesse tentando dizer algo, e Ray com certeza entendia o recado, respondendo com o mesmo movimento, porém um pequeno pequeno sorriso moldava os seus lábios encarando o Duque com um olhar confiante. O clima havia ficado um pouco pesado quando Hizy mencionava os tenryuubitos. O Comandante Mark assumia uma postura totalmente diferente de antes e foi nesse momento que todos puderam ver parte do que ele era capaz, deixando uma mesa em pó sem nem ao menos ter feito nada. O clima ficava bem pesado, mas Raymond se mantinha firme em pé na mesma posição encarando o Comandante com uma expressão séria, apesar de estar surpreso com aquele poder. Todos diziam parte da sua história e isso fez com que o ruivo notasse que ele não era um único com um passado difícil, inclusive Hanna e os garotos tiveram um passado muito pior. Depois que todos haviam feito seus discursos, Nell acalmava Mark com comida, dizendo que uma boa refeição aguardava todos. Logo Hanna se aproximava novamente.

- Obrigada por me ajudar a ser mais confiante Ray! - ela dizia com um sorriso realmente bonito de se ver. Naquele momento o ruivo dava um pequeno sorriso apenas moldando os lábios e mirava os olhos da bela garota.

- Fico feliz que eu esteja te ajudando de alguma forma. Se precisar de mim, sabe que pode contar comigo. - ele dizia de uma maneira séria, mas não fria. Poucas eram as ocasiões em que Raymond dizia palavras desse jeito, realmente a garota estava mexendo um pouco com ele.

Logo depois de falar com Hanna, o ruivo podia notar que Nell passava bem em frente a ele devagar, quase em câmera lenta o olhando fixamente, ela o olhava da mesma forma que antes, e ele por sua vez não ficava pra trás, a encarava com a mesma expressão de sempre. Ray não queria desafiar a Major nem nada do gênero, ele apenas estranhava a maneira que ela o olhava e ficava a observando da mesma forma, mas não de propósito, era apenas o olhar que ele sempre teve. Depois da Major passar por eles, o ruivo se levantava e olhava para Hanna meio que a chamando sem dizer nada, queria que ela o acompanhasse. Quando chegava no refeitório o Cabo podia notar que havia várias mesas e tinha uma variedade de comida razoável. Imediatamente ele pegou uma bandeja com um prato e talheres e se dirigiu até o local onde tinha a comida. Ray olhava fixamente para tudo ali presente e pegava o que mais lhe interessava, entre elas: peixe e bolinho de arroz. Depois de ter feito o seu prato, olhava em volta e podia notar o grito de Hizy.

- PESSOAL! AQUI! AQUI! ESTAMOS AQUI! - dizia o garoto balançando uma de suas mãozinhas.

Sem dizer uma palavra, Raymond ia até a mesa onde já tinha Hizy, Tidus e Axell e logo se sentava em um lugar que tivesse vazio, deixando um lugar para Hanna sentar ao seu lado se ela quisesse. Olhava para o seu prato começava a comer sem pressa alguma, observando todos ali conversar sem preocupações. Aquele momento era realmente importante para o grupo interagir e relaxar um pouco, principalmente depois dos últimos ocorridos. Enquanto comia, Ray podia notar que Tidus se aproximava mais dele como quem quisesse contar algum segredo, olhando para os dois lados. Enquanto o Duque se aproximava, o Rei Vermelho apenas o encarava esperando o que ele iria fazer.

- Ray... Eu estou curioso desde que chegamos aqui... Diga-me, Nell é sua irmã? - Tidus fazia uma pergunta um tanto inesperada, que fazia Raymond o encarar por alguns segundos antes responder, ele realmente não sabia se a pergunta era séria ou era apenas uma de suas piadas.

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- Eu não tenho irmãos ou irmãs. - dizia encarando Tidus ainda sem saber se aquela pergunta realmente era séria.

Sendo uma brincadeira ou não, o fato era que realmente Nell a encarava de um jeito estranho e Raymond estava no mínimo curioso, mas não tentava pensar muito naquilo, aquele momento era para passar com os amigos e repor um pouco da energia. Ray ficaria quieto enquanto comia, apenas ficava vendo o restante do seu grupo conversar com uma expressão não mais séria, dessa vez parecia um pouco tranquilo e com leve sorriso moldado nos lábios enquanto comia sem dizer uma palavra, estava bastante satisfeito com o momento.




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Ravenborn
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MensagemAssunto: Re: A ascensão da Red Legion. Desafio no farol!   A ascensão da Red Legion. Desafio no farol! - Página 2 EmptySex 08 Abr 2016, 23:11

"Friends."




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*Eating spaghetti with your friends fills you with determination. Mostly 'cause of the spaghetti.


- Vamos, Frisk-Chan! Você precisa se alimentar direitinho! - Hizy dizia, me puxando pela mão esquerda, em direção à comida do refeitório. Depois de nos apresentarmos junto com o restante do pessoal, um dos revolucionários se ofereceu para cuidar de meu braço, e acabou trazendo tanto a mim quanto ao meu amiguinho de cabelos azulados até o refeitório da célula, que estava cheio de todo tipo de comida, e lá, fez um curativo em volta do meu ombro - aparentemente, eu não iria conseguir mexê-lo por um tempinho, mas nada com o que se preocupar. - Obrigado! - eu respondi, com um sorriso sincero no rosto, antes de me deixar ser guiado por Hizy até a comida. Só então me passou pela cabeça quanto tempo já fazia desde a última vez que eu tinha comido algo realmente decente; as refeições na Mansão Dreemurr eram ótimas, e me acostumar a viver sozinho depois de tudo aquilo não foi a coisa mais agradável do mundo. Eu teria certeza de aproveitar aquela oportunidade ao máximo!

Eu observaria as opções que nós dois tínhamos com olhos atentos e curiosos, tentando escolher um prato que fizesse o meu gosto; porém, elas eram tantas que eu simplesmente não sabia ao certo o que escolher, e acabei ficando parado por um tempo, apenas admirando a quantidade de comida que havia ali. - Uwaa...tem tanta! Hizy-kun, o que você vai... - eu começaria a fazer a minha pergunta, apenas para ver que Hizy já tinha feito a sua escolha - os seus olhos brilhariam ao olhar para uma das carnes que estavam sendo servidas, o que me faria dar uma pequena risada. Aparentemente, ele estava tão ansioso quanto eu. - Por favor, tio(a), eu quero essa carne! - ele diria, pedindo a carne que havia escolhido. Era melhor eu não demorar muito, se não quisesse comer sozinho. Eu também acabaria pegando um pouco da carne, que parecia deliciosa, não fosse pelo fato do meu braço direito estar enfaixado - eu precisava de algo mais fácil de comer, algo que eu conseguisse pôr na boca usando apenas o braço esquerdo. Seria aí que um monte de spaghetti com molho e almôndegas me chamaria a atenção. Eu lamberia os beiços, sorrindo de maneira boba. - Eu vou querer aquele ali, então! - indicaria a quem tivesse servido Hizy, e seguiria junto com ele para uma das mesas, tomando cuidado pra não derrubar o prato, já que teria de segurá-lo com a mão canhota.

- Stá belicioso, Vrisk-shan! - Hizy diria, em meio às mordidas, enquanto estivesse comendo a carne que escolhera. Eu engoli a saliva que começava a se juntar na minha boca, olhando para o meu prato com uma animação crescente. Segurando um garfo com a mão esquerda, então, eu tentaria começar a comer o spaghetti devagar, até pegar um pouquinho mais o jeito. Quando começasse a mastigar e a sentir o gosto se espalhar pela minha boca, minha face coraria um pouco, graças à satisfação e ao prazer de poder saborear algo delicioso como aquilo. Era como se apenas por aquele momento, eu pudesse esquecer um pouco as coisas ruins que haviam acontecido e aproveitar a comida sem ninguém pra me atrapalhar - afinal, o Hizy-kun também estaria muito ocupado com a sua parte. - Hmmmm... - eu deixaria escapar. Aquilo estava ótimo.

Quando nós dois já estivéssemos almoçados - ou quase, pois ainda restaria um pouco do spaghetti em meu prato - Hizy mais uma vez se dirigiria a mim, dessa vez perguntando sobre o meu ombro: - Frisk-chan, como está o seu ombro? Está melhor? - eu daria um meio sorriso para ele, antes de olhar para o curativo outra vez. Ainda não conseguia mexê-lo, mas a dor praticamente já tinha passado, o que era bom. - Ainda dói um pouquinho, mas eu acho que vai ficar melhor logo. - eu daria um sorriso um pouco maior nesse momento. De repente, então, Hizy resolveu se colocar numa pose heroica e triunfante: Você não precisa se preocupar com nada! Eu irei proteger você! - diria, soltando uma risada sincera a seguir. Eu ficaria um pouco surpreso e corado no início, já que não esperava por aquela, mas logo me colocaria a gargalhar junto com ele. - Fufufufu...Hahaha! Eu conto com você então, Sir Hizy. - comentaria, voltando a rir logo em seguida. Hizy realmente tinha se tornado um grande amigo do momento em que tínhamos nos conhecido pra cá, e eu só tinha a agradecer por isso. Passar todo aquele tempo sem ter ninguém contar tinha sido muito difícil, e poder fazer piadas e rir desse jeito, agora, me deixava muito feliz.

- PESSOAL! AQUI! AQUI! ESTAMOS AQUI! - Hizy acabaria por avisar ao restante do grupo aonde nós estávamos, e eu acenaria junto com ele para chamar a atenção deles. Eu daria um largo sorriso quando todo estivessem reunidos, feliz por ter todos aqueles novos amigos ali, do meu lado. - Minna-san, vocês tem que provar a comida daqui! É muito boa! - eu diria, colocando mais um pouco do spaghetti na boca, e mastigando com prazer. O primeiro a se dirigir a mim seria Tidus-san: - E esse machucado no seu braço. Está tudo bem com ele? Se precisar eu posso dar uma olhada. - falaria, o que me faria pensar se ele era algum tipo de médico, também. Não obstante, eu balançaria a cabeça para dizer que não precisava, e depois daria um sorriso em agradecimento para ele, em meio as mastigadas. Axell-san se aproximaria de mim logo após isso, perguntando: - Hey, Frisk. O que tem de melhor aqui? - eu olharia para ele, então, diante da pergunta. Aquilo não era óbvio? Ambos os meus olhos brilhariam para ele conforme eu devorasse o restante do macarrão que havia em meu prato. Eu não precisava dizer mais nada, não era mesmo?

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Última edição por Ravenborn em Sab 09 Abr 2016, 11:40, editado 5 vez(es)
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