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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 A ascensão da Red Legion. Desafio no farol!

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Wander
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MensagemAssunto: A ascensão da Red Legion. Desafio no farol!   A ascensão da Red Legion. Desafio no farol! EmptySab 02 Abr 2016, 01:17

A ascensão da Red Legion. Desafio no farol!

Aqui ocorrerá a aventura dos revolucionários Raymond King Walker, Tidus Belmont, Axell Belmont, Hanna, Hizy Mayan e Frisk Dreemurr. A qual não possui narrador definido.


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Falas
Pensamentos
Esquizofrenia (Fantasia)

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Roy Collins
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Roy Collins

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MensagemAssunto: Re: A ascensão da Red Legion. Desafio no farol!   A ascensão da Red Legion. Desafio no farol! EmptySab 02 Abr 2016, 01:26

A cara-seca
Talvez o problema de relacionamento com as pessoas seja pelo fato do interesse, da troca de favores, do que receberão em troca; E muitas vezes por isso elas acabam se tornando frias, banais, fracas de espírito e quem sabe lá o que. Não fugindo da ideia desse leonino, ao qual bastou uma pergunta sobre a acrobacia de que já foi querendo sair comigo. Tudo bem, ser linda é difícil pois muitos caras ficam de olho e tentando com aqueles xavecos fracos convencer as mulheres, porém ... Para mim isso não causa nenhuma boa impressão. - Ah ... De certa forma aquele ser deixou-me constrangida, principalmente as bochechas. Tenho certeza que devem ter corado. Precisava arranjar uma pequena desculpa, infelizmente não achei uma melhor. - Eu tenho namorado. Isso não vai rolar. Mas por favor, eu vou precisar aprender isso logo. Mais tarde nos vemos. Terminava e virava-se contra as pessoas abordo.

A chamada de Otoboshi atraiu muitas pessoas, um aglomerado à frente se formava e repentinamente a presença dos meus conhecidos iam se perdendo de vista. - Ai meu Deus! Não podia se perder deles, ainda mais quando aquele monstrinho de um olho convocou todos. Precisava entender o motivo e principalmente, estar do lado dos meus novos amigos. Assim iria me meter entre as pessoas, desvencilhando de cada indivíduo no caminho e virando os olhares para os lados, tentando localizar algum rosto amigável. Porém a presença de 5 pessoas subindo a rampa do navio acabava por chamar toda a atenção, a principal/líder ficava à frente destes.

Sua apresentação a princípio não foi nada amigável, a expressão em seu rosto demonstrava uma rispidez enorme. ~ Será que um dia vou ficar assim? Espero que não! Credo. Tais pensamentos assombravam meus objetivos para o futuro, afinal estar na revolução é privilégio para qualquer membro dela. Salvar vidas, propagar a paz e imperar a justiça supri qualquer atitude maligna. Portanto não existe motivos para ser tão ... Brava? Pode ser essa a palavra, mas tomar cuidado com o modo de relacionar com as pessoa sem dúvida é primordial.

Deste modo fomos convidados a descer do navio e acompanhar o tal pervertido e a cara-seca a segui-los, durando uma caminhada de 30 minutos e por fim, chegando numa doca. O lugar parece abandonado e bem mal-cuidado para um QG revolucionário. ~ Por ser um QG, isso deveria ser mais arrumado. Ao entrar pela porta de um armazém abandonado, a aparentemente revolucionária aguardava-nos entrar, como sempre Ray se mostrava o líder e a mulher com cicatriz começava com seus diálogos. No entanto seu olhar para o ruivo não fora algo de se ignorar, o ar parecia tenso e mesmo com a ordem dada alguma coisa a mais estava pairando.

Então calmamente pegaria a ficha e a caneta, anotaria todas as informações básicas ao qual pedisse e por fim revisaria para ver se não tinha esquecido de nada. Depois iria até Raymond e começaria. - Já anotou? Procuraria dar uma de xereta e olhar pra sua ficha. - Hummmm, senhor Raymond King Walker. Proferiria de um modo cômico, e como consequência deixando escapar alguns leves risos. Entretanto não poderia se esquecer do detalhe de antes, a mulher.

- Ray, você reparou do jeito que ela te olhou? Indagaria com curiosidade e esperando que ele respondesse positivamente, afinal se fosse negativo, o que iria pensar? Eu ser uma louca? Isso não pode acontecer e para confirmar com minhas desconfianças balbuciaria ao senhor Walker. - Quando você entrou ela ficou reparando em ti com um olhar ... Meio frio, cheio de expectativa, com bastante atenção . Não vai me dizer que não viu isso! Apertaria os meus olhos procurando faze-lo pensar e não responder qualquer coisa. De uma coisa é certo, homens não são bobos e sempre notam as pequenas coisas. - Por precaução eu vou ficar perto de você, vai saber se ela é doida ... Okay? Não deixaria ele responder, seria objetiva. - Obrigada!


Histórico de Hanna/Lavínia:
 

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MensagemAssunto: Re: A ascensão da Red Legion. Desafio no farol!   A ascensão da Red Legion. Desafio no farol! EmptySab 02 Abr 2016, 11:44


Quando finalmente o navio havia atracado em Loguetown, Raymond ouvia o chamado de Otoboshi e imediatamente saía da cabine e ia até a superfície do navio, ele era um dos primeiros a chegar então conseguia ficar em um local mais reservado. Assim que chegou, a primeira reação do ruivo foi olhar em volta para procurar os seus companheiros, mas de momento a única pessoa que podia ver era Hanna, que estava conversando com um mink leonino, não demorava muito e logo o convés se enchia de pessoas que começavam a se apresentar ao chamado, entre elas Tidus e Axell, que eram os primeiros a se aproximarem de onde Ray estava. Não demorava muito e logo era possível ver Hizy e Frisk, que também se aproximavam. O Rei Vermelho ficava um pouco mais aliviado em saber que todos os seus companheiros estavam presentes no convés, apesar de Hanna estar um pouco mais afastada. Enquanto aguardava Otoboshi se pronunciar, Frisk o chamava atenção para fazer uma pergunta.

- Ei, Ray-san! Pra onde vamos agora? - dizia o garoto, parecia bem confuso no momento por estar um pouco sonolento. Mesmo sem ter certeza de onde eles iriam exatamente, Ray olhou diretamente nos olhos do garoto e respondeu o que achava.

- Hmm... Provavelmente vamos para o núcleo responsável por essa área... - dizia com a mesma expressão séria que mantinha no seu rosto e logo depois voltava a olhar para frente. Não demorava muito e logo o tritão esverdeado se pronunciava.

- Chegamos a loguetown, provavelmente a major Nel estará chegando e falará com vocês, então sejam educados, ela é grande parte da nossa célula! - ele dizia em um tom de voz alto e claro para que toda aquela multidão ali presente ouvisse.

" Major Nel, hmm... " - O Rei Vermelho refletia enquanto ouvia atentamente as palavras de Otoboshi.

Não demorava muito e um dos revolucionários próximos a Otoboshi anunciava a chegada da Major enquanto imediatamente outros homens desciam a rampa e logo uma mulher subia. Seu cabelo era verde e ela usava vestes brancas portando uma espada na cintura, era uma mulher bonita, mas pela conversa que ela tinha com o tritão, dava pra notar que era uma pessoa bem severa e parecia ser bem forte. Enquanto os dois superiores dialogavam, Ray podia ouvir algumas conversas paralelas entre os revolucionários, todos comentavam o quanto a Major era linda e provavelmente a maioria ali daria qualquer coisa para passar uma noite aos seus cuidados. Durante todo o tempo em que estivesse aguardando, o ruivo manteria uma postura ereta com os braços relaxados e a sua expressão facial de sempre, bem sério. Ao ser indagado sobre quem era o responsável pelo pequeno grupo que sobreviveu ao ataque de Mamoru, Otoboshi respondia que era Raymond, apontando o dedo para o mesmo. Naquele mesmo instante o ruivo dava um passo a frente e colocava suas mãos para trás mantendo sua postura ereta e sua expressão ainda séria, sem dizer uma só palavra.

Após uma breve conversa no navio, os revolucionários eram instruídos pelos seus superiores a irem para a base da célula que se encontrava nas docas e logo todos ali presentes desembarcavam e começavam a caminhar de forma discreta. O Rei Vermelho procurava ficar o mais atrás possível para ter visão de todo o seu grupo e se acontecesse qualquer coisa com os mesmos, ele iria intervir. Depois de caminhar um pouco, os revolucionários chegavam a um armazém abandonado que parecia estar mal cuidado, o que na opinião dele era um esconderijo perfeito. Quando chegaram era possível notar um pequeno grupo de homens que faziam força para abrir uma grande porta enferrujada e logo em seguida todos foram entrando um por um. Como Raymond estava mais atrás, ficava esperando todos entrarem para assim chegar a sua vez, porém, teve uma sensação estranha de estar sendo observado e quando olhou para o lado podia notar que a Major Nel estava o encarando de uma maneira bem séria e fria, mas não sentiu nada ofensivo da parte dela. Ao notar que estava sendo observado, o Rei Vermelho ficava parado a encarando por alguns segundos, ele mantinha a sua postura ereta, os braços descruzados e suas pernas um pouco afastadas, a olhava fixamente nos olhos com o mesmo olhar que ela, Ray era um homem bastante intimidador, mesmo as vezes não querendo passar essa impressão. A Major podia ficar intimidada, ou não. De qualquer forma aquela troca de olhares não demorou muito, pois logo chegou a sua vez de entrar no local e o mesmo desviava o olhar e adentrava.

" Isso foi estranho... " - ele refletia enquanto adentrava no local, de uma certa forma havia ficado cismado com aquela cena.

Adentrando no local, Raymond se sentava em uma cadeira e esperava pelo que vinha a seguir. Depois de todos terem se acomodado em seus lugares, a Manjor Nel entrava na sala e começava com um discurso. Enquanto a mesma falava, Ray ficava a encarando com sua expressão natural prestando bastante atenção em cada palavra que a mesma dizia. Depois de alguns minutos discursando, Nel entregava a cada um uma ficha para preencher alguns dados. Antes de começar a preencher, o ruivo dava uma lida em todo o papel para ver do que se tratava e se não notasse nada de estranho ele começaria a preencher corretamente cada quesito que havia ali. Por não ter começado a preencher imediatamente e preferir ler antes, Ray ficava um pouco para trás e quando estava quase terminando ele notava a presença de Hanna, sua cabeça estava bem próxima. Naquele momento a expressão séria do Rei Vermelho havia sumido totalmente e a sua expressão agora era de surpresa, o que raramente acontecia. Hanna tinha realmente o dom de tira-lo do seu estado normal. Logo a garota comentava.

- Já anotou? Hummmm, senhor Raymond King Walker. - dizia a garota de uma maneira bastante natural. Raymond ainda estava surpreso com aquilo, seus olhos se abriam um pouco mais e sua boca se mantinha fechada. Depois de alguns segundos olhando o rosto dela, ele voltava ao seu normal e ficava um pouco mais sério, mas não fechado como sempre.

- Sim... Eu estou quase terminando... - dizia enquanto voltava a olhar para o papel não se importando da garota estar tão perto. Raymond normalmente não gosta de ficar tão perto das pessoas, mas por algum motivo que ele não sabia, não se importava se Hanna fizesse.

- Ray, você reparou do jeito que ela te olhou? - naquele momento ele parou de escrever e a olhou novamente. - Quando você entrou ela ficou reparando em ti com um olhar ... Meio frio, cheio de expectativa, com bastante atenção . Não vai me dizer que não viu isso! - ela dizia mudando um pouco a sua expressão, parecia ter ficado mais séria e por algum motivo Ray exitou, uma pequena gota de suor escorreu de sua testa, aquela foi uma das poucas ocasiões em que o Rei Vermelho havia exitado em algo, parecia até intimidado de uma certa forma. Depois de alguns segundos encarando Hanna tentando manter sua expressão séria, ele respondia.

- Sim... Eu raparei... Sinceramente eu achei bem estranho... - ele dizia um pouco pensativo enquanto olhava a garota nos olhos, estava na expectativa de ouvir o que a mesma responderia.

- Por precaução eu vou ficar perto de você, vai saber se ela é doida ... Okay?Obrigada! - ela dizia de uma maneira tão rápida e meio que deixava o ruivo sem reação.

Raymond dava um pequeno sorriso tentando ser o mais discreto possível e balançava a cabeça apenas uma vez de forma positiva e logo voltava a olhar para a sua ficha voltando a preenche-la e quando terminasse tudo, se levantaria, olharia para Hanna para que ela o acompanhasse e assim iriam caminhando até o superior responsável de recolher as fichas e entregaria nas mãos do responsável. Ray sempre mantinha a sua postura intimidadora e o seu olhar sério e fechado durante todo o momento.




Histórico:
 

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Última edição por Raizen em Sab 02 Abr 2016, 14:52, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: A ascensão da Red Legion. Desafio no farol!   A ascensão da Red Legion. Desafio no farol! EmptySab 02 Abr 2016, 14:17

Ao me levantar da cama para minha surpresa a primeira pessoa que via era Axell descendo da cama de cima, aquilo me trazia lembranças e me fazia abrir um leve sorriso, mas no caso os papeis estavam inversos. Aparentemente ele havia ouvido minhas palavras enquanto acordava e logo se pronunciou.

–  Bom dia, princesa! Depois que você caiu de amores pelo Olho-san eu te arrastei pra sala do médico como um príncipe encantado. E pra falar a verdade eu não faço ideia do que porque estamos aqui, maaaas, eu chutaria mais uma guerra. - Axell apontava em minha direção, fazendo um gesto. - Se quiser apostar.

–  Eu acho que eles realmente levam esse papo de exercito ao pé da letra. – Coçava minha cabeça enquanto bocejava de leve. – Espero que não nos mandem para o meio do deserto para enfrentar terroristas de turbantes. – Me levantava da cama, preparando-me para sair. – E você não fez nenhuma loucura nesse meio tempo como se pendurar no mastro durante a tempestade e desafiar Deus para um duelo, não é? – Antes mesmo de sua resposta já abri um leve sorriso, sabia que tal coisa era um absurdo até mesmo para ele, ou melhor, não, não era.

Nesse meio tempo notava que meu irmão voltava a atenção para uma criança, aquela era nova, não me lembrava de ter visto-a antes, ou sera que era a garota que Hizy procurava? Não sabia bem se aquilo era uma garota ou um garoto, mas pela forma de Axell falar parecia ser um garoto, de qualquer forma ele aparentava estar sonolento ainda, então simplesmente acenei com a mão direita. Com tudo em ordem fomos em direção ao convés e, logo pude notar um grande aglomerado de pessoas.

“Veja só, eu não estava colocando muita fé naquela bolota de um olho só, mas ele parece ser realmente bem influente.” – Virava-me levemente de um lado para o outro, estava um pouco surpreso com o numero de pessoas que aquele tritão liderava mesmo tendo uma aparência tão duvidosa.

Percebia que Ray já estava no local e fui em sua direção junto do meu irmão, mas não disse nada já que no mesmo instante o olhão começou com seu discurso, algo sobre um general responsável, pela forma de falar aquela pessoa parecia muito importante para o exercito, o que era animador.

“Major... Me pergunto o quão influente isso seria em relação a marinha, será que esta no mesmo nível do meu pai? Huum... Seria interessante conhecer alguém influente de verdade e que tenha dois olhos.” – Mantinha uma expressão mais séria, pois aparentemente em breve estaríamos na presença de uma figura importante, ao menos esperava que ela fosse normal e não outra bolota como Otoboshi.

Não demorou muito para que a chegada da major fosse anunciada, um pequeno grupo se mobilizou para preparar tudo e, em pouco tempo uma figura subiu a rampa, uma bela figura diga-me se passagem. O tritão olho gigante se aproximou para das as boas vindas e nesse meio tempo alguns revolucionários começaram com um reboliço, comentários sobre a beleza da major vinham de todos os lados, e eu tinha de concordar, aquela mulher era realmente um espetáculo, e ainda por cima possuía um cargo elevado, mas algo nela me parecia familiar, só não sabia bem o que era.

Deixando a aparência da Major um pouco de lado, fomos intruidos a nos mobilizar para outro lugar, e como um soldadinho a unica coisa que podia fazer no momento era obedecer sem questionar, porém antes de começar a caminhar voltava meu olhar para Axell, pare ver se ele não ia fazer nada estupido como desobedecer uma ordem de um superior. Em pouco tempo começamos a caminhar na direção do quartel e, durante a caminhada me mantinha perto dos meus companheiros de guerra. A caminhada era relativamente longa, não sabia bem quanto tempo havia passado mas finalmente chegávamos a um armazém visivelmente abandonado, aquilo era o tal quartel general? A primeira vista era bem decepcionante, porém revolucionários eram discretos e um local extravagante chamaria muito atenção.

“Um armazém? Somos o que, uma gangue de rua? – Caminhava para dentro do local, um pouco decepcionado com a tal base, porém isso mudava ao notar que havia uma entrada secreta. – “Agora sim estou começando a gostar desse papo de revolucionário.” – Abri um leve sorriso, as coisas pareciam estar melhorando para o nosso lado, de um bar para um navio e de um navio para uma base secreta em uma cidade grande.

Um por um fomos adentrando o esconderijo, mas antes de entrar voltei meu olhar novamente na direção de Nel e foi nesse instante que notei que ela estava com um olhar fixo e frio, fui seguindo seu olhar e percebi que o destino era ninguém menos do que Ray, que também retribuía com o mesmo olhar. Virei-me para Nel e depois para Ray repetidas vezes, foi quando percebi o que achava familiar naquela mulher.

Pufff... – Arregalava os olhos e segurava o riso. – “Ela é uma versão feminina do Ray!” – Virava-me rapidamente para frente para tentar esconder minha expressão e adentrava o esconderijo, da ultima vez que havia feito piada com um superior o resultado não havia sido dos melhores, por isso dessa vez guardaria só pra mim.

Dentro do esconderijo a Major se apresentou devidamente, além disso revelou o nome de seu exercito, porém algo em suas palavras me preocupava: "havíamos vencido a batalha, mas não a guerra" então aquilo em Conomi foi apenas um preludio de algo maior? No fim Axell havia realmente acertado o motivo de nossa ida para Loguetown. Nel encerrava seu discurso e um rapaz começou a distribuir fichas para todos nós, apanhei uma e comecei a preencher os campos imediatamente. Enquanto preenchia notava que Ray estava junto da garota do bar, Hanna, acho que era esse seu nome.

“Han... Esse Ray...” – Começava a andar na direção de Axell e cochichava perto do mesmo. – Você viu como a Nel secou o Ray? E agora ele esta se engraçando com Hanna de novo, o que elas tanto veem nele? Será o seu olhar sem graça? – Fechava o rosto, mantendo uma expressão séria e com os olhos um pouco mais fechados, tentando imitar a expressão do vermelho. – Olá garotas, uma de cada vez, tem Ray para todas. – Tentava imitar sua voz, o que não durava muito já que logo em seguida soltava um riso e voltava a minha expressão comum. – Ha ha ha, mesmo sendo o mais sem graça ele sempre fica com a parte divertida. – Ainda com um leve sorriso no rosto voltava a preencher a papelada e, assim que terminasse entragaria para o mesmo homem que havia me entregado a ficha ou para a própria Nel caso a mesma estivesse por perto.


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Última edição por GM.Tidus em Seg 04 Abr 2016, 13:28, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: A ascensão da Red Legion. Desafio no farol!   A ascensão da Red Legion. Desafio no farol! EmptyDom 03 Abr 2016, 15:50

- Deserto seria ótimo, não tem tritões na areia. Eu espero pelo menos… - De fato os tritões começavam a me assustar. Ouvia Tidus dizer sobre o que eu andava fazendo enquanto ele brincava de médico, e realmente ele me conhecia bem de mais. Meus olhos se estreitavam e imediatamente  minha voz afinava um pouco involuntariamente. - Eu acho que você apanhou de mais, irmãozinho. - Daria alguns passos de costas lentamente ainda olhando para ele e ai sim sairia em um trote rápido em direção ao convés. Vai que ele vem com um sermão logo cedo.

Mal havia saído da cama e o arrependimento já começava a bater à porta, além de lutar eu também tinha cuidado da limpeza e dos cuidados com os corpos na praia, aquela batalha havia sido desgastante de mais e até agora não haviam nos dado tempo para descansar, pelo menos não o suficiente pra mim. A medida que andava sentia os músculos das pernas rígidos, como se tivesse acabado de participar de uma grande maratona, tentava disfarçar de modo sútil mas temia parecer um velho andando. Me concentraria o máximo em cada passada, sem economizar na pose, a vaidade falava alto e eu gostava de parecer forte e destemido para todos.

Me mantinha em posição junto com os outros, focaria em parecer o mais formal possível. Manteria minhas mãos entrelaçadas atrás de minha cintura e o peito estufado. Sempre que algum peixe, animal ou humano passasse perto de mim eu faria um breve aceno de cabeça, ainda com o rosto sério, claro. Eu não sabia bem o porque de fazer aquilo, apenas queria passar um pouco de credibilidade pra mim e para meu grupo. De repente, vendo toda aquela diversidade de seres no navio me passava pela cabeça como seria legal conhecer alguma mink pra variar, já estava de saco cheio de humanas. ~ Uma leoa talvez? As leoas sempre caçam pelos leões enquanto eles dormem, seria esta a garota perfeita? ~  

Tentava me focar no que realmente estava acontecendo, era difícil, eu não tinha nem tomado café da manhã. Foi então que via a tal major, toda a pose friamente calculada de antes era desfeita para tentar encontrar um melhor ângulo de visão. A mulher era linda, o chão de madeira aonde ela pisava era lindo, até Otoboshi pareceu mais bonito e esférico ao lado dela. E olha! Ela o chamou de idiota <3

Toda a longa caminhada passava como um transe, refletia diversas vezes sobre o que aquela mulher gostava e o que odiava, o que a motivava, qual sua história, como ela se comportava em batalha. Ao  invés disso eu tinha um ruivo sério, uma amazona maior que eu, duas crianças semialfabetizadas e o Tidus, fumante. ~ Preciso pensar em um jeito de me envolver com ela. Posso perguntar qual é a do capacete maligno… eu gostei dele. Seria muita pertinência de minha parte? Ou será que ela gosta de homens ousados? ~ Dava um longo suspiro, como quem aceita uma derrota em troca de maturidade. ~ Vou fingir que sou amigo do Bolota-san e descobrir o que ele sabe da major. Axell, investigador. Ativado. ~ Desceria sutilmente um óculos invisível sobre meus olhos.

Enfim chegávamos a base revolucionária, por fora não era la grande coisa e por dentro também não, bom, ninguém tinha se aliado a causa por glamour e luxo. Mas ainda assim me sentia parte de algo grande olhando toda aquela operação funcionando continuamente, todos ali pareciam ocupados e cientes de sua obrigação mesmo que essa fosse simples como limpar um chão. ~ Mesmo aqui sendo um lugar importante eu espero ir para missões de campo o quanto antes. ~ Franzia o cenho quase como um espasmo enquanto andava. ~ Missões de campo? Já estou falando como a droga de um militar... meu pai estaria orgulhoso. ~ Passava a mão sobre ambos os olhos, era difícil saber a linha tênue entre se aliar a algo e não ser manipulado por isso.  

Ouviria com orgulho e certa angústia as parabenizações, mas por fora apenas esbanjaria uma expressão de falsa modéstia que claramente não queria enganar ninguém. Pegaria a caneta e o tal papel, procuraria algum apoio para escrever, se não encontrasse nenhum apoiaria sobre a cabeça de Frisk ou Hizy. Se um deles tentasse evitar eu iria para o próximo. Leria com atenção e ao final assinaria com a formal assinatura dos Belmont.

- Você viu como a Nel secou o Ray? E agora ele esta se engraçando com Hanna de novo, o que elas tanto veem nele? Será o seu olhar sem graça?

- Droga, eu queria que ela secasse a mim desse jeito. - A frase de Tidus me deixava triste, mas assim que me virei e vi seu rosto imitando o de Ray eu não conseguia me conter. A gargalhada tomava conta de meus pulmões e explodia pela minha garganta até escapar como uma tosse pela minha boca. - HAHAHAHEOAEAHAHAHAHA PARAaa com essa merda! - Tentava me conter miseravelmente ao mesmo tempo que queria me recompor. Olharia para os lados discretamente, se alguém estivesse nos encarando nesse momento eu apenas ficaria olhando para o nada até que me achasse estranho o suficiente e desistisse. Viraria para o lado de modo que Tidus não conseguisse me ver e voltaria a encará-lo imitando o mesmo semblante do Ray, também cruzaria os braços e manteria minha postura no ângulo perfeito só alcançado pelos gurus mais dedicados, e pelo Rei Vermelho. Engrossaria levemente minha voz e encararia meu irmão. - Não tenha expressão. Não tenha senso de humor. Pare de pular, Axell.  - Daria um longo sorriso enquanto desfazia minha performance. - Eu nunca vou entender essas mulheres.

Viraria para os garoto e gritaria em sua direção. - Frisk! Hizy! Não acreditem no que as garotas dizem, elas sempre fazem as escolhas erradas! - O contexto disso era irrelevante para eles. O tempo explicaria tudo.






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Mizushiro Hizumy
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MensagemAssunto: Re: A ascensão da Red Legion. Desafio no farol!   A ascensão da Red Legion. Desafio no farol! EmptySeg 04 Abr 2016, 14:31



~ Recomeço em LogueTown ~

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Era um sentimento estranho que experimentava. Era, também, a primeira vez que o sentia. Uma mistura de ódio e remorso. A culpa impregnava-lhe o peito, mesmo sendo inocente... Ainda era uma criança, sabia disso, contudo, não era estúpido. Já tinha entendido que a dupla de tritões só os queriam salvar, e que na guerra sempre há morte de ambos os lados. O pequeno garoto sabia-o muito bem, ele entendia-o. Porém, era seu coração que se negava a confiar e gostar daqueles dois. Estava ferido e aquela cicatriz levaria tempo para sarar. Além disso, também estava zangado por ser um fracote incapaz de superar todas a infelicidades, as dúvidas e incertezas que tinha dentro de seu âmago. Tudo o que podia fazer era apoiar-se naqueles cinco. Eles seriam sua nova família e iria fazer de tudo para protegê-los, mesmo que isso significasse ter de passar por cima da sua consciência.

Spoiler:
 

 Em surpresa, seus olhos brilhariam ao ver que tantas gentes se aglomerava ao chamado do senhor Otoboshi. Não esperava que houvesse tantos aos seus cuidados, e de tantas raças diferentes. Perceberia então, naquele singelo instante, o quão egoísta e injusto estava a ser ao sentir repulsa daquela dupla. Fechando o olhar, seguro de si, comprometer-se-ia a fazer as pazes com Otoboshi, mais tarde, se a oportunidade chegasse. - Não posso ser um chorão para sempre! - Pensaria consigo mesmo antes de correr a juntar-se à Raymond, Axell e Tidus. Os três adultos, assim como o restante das pessoas ali, pareciam atentos às palavras de Otoboshi, mas, por alguma razão, mesmo tendo dito que faria as pazes com o tritão e que tentaria ser seu amigo, o noviço não conseguia resistir de sentir um tremendo aborrecimento por tudo aquilo que escapava da bocarra do "Ciclope". Seu semblante reflectia a aversão que sentia pelo personagem. Seus olhos estavam vazios, não prestaria atenção a nada que fosse dito, e, heroicamente, sem timidez alguma, atrever-se-ia a enfiar o indicador direito na narina direita. Coçaria e cavaria, em busca de pequenas bolotas, para depois lançá-las ao ar. Naquele instante, até mesmo cutucar melecas era mais divertido que ouvir Otoboshi e qualquer aliado seu à falar.

 Limpado o dedo no soalho ou em qualquer outra parte da embarcação, o garotito seguiria todos os outros. Agora que via a cidade com seus próprios olhos começava a sentir-se mais animado e alegre, disposto a recomeçar a sua vida. Não conseguia evitar sorrir. A cidade via-se-lhe realmente incrível e bonita. Era como que se pudesse sentir a mesma pulsando esperança. Queria acreditar que as coisas iriam mudar ali.

Spoiler:
 

 Intentando sempre manter-se perto do ruivo e dos demais, a criança repararia em algo absurdamente avassalador, algo que fizera-o temer por sua insignificância. Os seus olhos arregalar-se-iam em duas esferas grandes e negras. Boquiaberto de espanto, suas mãos erguer-se-iam até os lábios corados de medo.  - QUE MEDO!! RAY-Nii-San é assustador!!! - Gemeria movendo os pés o mais rápido possível para longe de Raymond e da Major Nell que se encaravam mutuamente num duelo sombrio que acontecia na sua imaginação tão fértil.

Inocentemente, Hizy voltava a impressionar-se, desta vez eram as instalações dos revolucionários e a quantidade de pessoas que lá trabalhavam que o deixava lívido de surpresa. Podia sentir seu peito aquecer-se vagarosamente ao saber que tantas gentes se importavam com o mundo e com o rumo que o mesmo estava a tomar. Isso seria um óptimo motivo para alegrar-se-lhe o rosto, por isso, sorriria honestamente, mostrando todos os seus alvos dentes luzidios. - Hi!HI!HI!HI! -

Com uma expressão de parvo, sem saber a mínima ideia do que fazer, em suas pequenas mãozinhas recebia uma folha-de-papel e uma caneta. Olharia para um lado e para o outro buscando por Axell. Não sabia porque, mas queria vê-lo. Lá no fundo podia sentir que o homem era alguém que sempre estaria disposto a ajudar-lo. Ficara com essa impressão dele após o que ocorrera em Conomi. Confiava nele. - Nii-san! Pode me ajudar a preencher, por favor?! - Perguntaria esboçando quase um sorriso, aproximando-se de forma carinhosa e infantil. Sentar-se-ia ao lado do mesmo, fazendo suas esbeltas perninhas baloiçarem alternadamente. Com muita atenção, observaria a forma como o mais velho preenchia o formulário, para depois, em tentativa, imitar-lo, colocando as suas informações. Se em algum instante Axell tentasse usar sua cabeça como mesa, ficaria estático, tremendo por todos os cantos e recantos, com duas esferas esbugalhadas azuis. Estaria assustado e confuso demais para fugir. - Nii-san... porque??! Seu malvado! - Diria quando se libertasse, numa mistura de medo e raiva, de bochechas coradas e sobrancelhas arqueadas, afastando-se alguns metros do sádico. Se fosse com Frisk e não ele quem Axell tentasse usar como mesa, o varão pegaria nas mãos do amigo e puxar-lo-ia, afastando-o do sádico homem alguns metros. - Não seja malvado, Axell-nii-san! Nem parece você! - Bufaria claramente zangado e incrédulo.

 Após toda aquela caótica brincadeira entre o adulto e as crianças, o menino procuraria ficar ao lado do jovem anjo. - O que achou do questionário, Frisk-chan? - Indagaria, como que se aquilo que tivessem feito fora um teste. - Eu tive que pedir ajuda ao Axell-nii-san... affu! ~ - Falaria, fingindo estar chateado por pedir ajuda. - Frisk! Hizy! Não acreditem no que as garotas dizem, elas sempre fazem as escolhas erradas! - Do nada aquele berro vinha direccionados à eles. Sem saber como reagir, a criança simplesmente olharia para o mais velho, confuso, depois, olharia para o rosto de todas as garotas que existissem na sala. Deixaria uma gota de suor escapar-lhe pela testa. Talvez não fosse boa ideia ele falar algo do género em um local onde mulheres pudessem existir.




 

 
Histórico escreveu:

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Ganhos:
Perdas:
Bónus:
Players:
HP: 255/255
Vantagens:• Ambidextro|• Aparência Inofensiva|• Audição Aguçada
Desvantagens:• Coração Mole|•
[quote="Sempre que vê ou ouve algo relacionado aos tenryuubitos entra em estado de choque, por serem eles os responsáveis pela morte de seus pais, e por acreditar afincadamente, que os próprios são a origem de todo o mal existente no mundo. Fica tão paralisado que a única coisa que pode fazer é fugir amedrontamente devagar. Até mesmo estátuas ou gravuras de dragões a voarem o deixam ligeiramente incomodado e nervoso. Após passar por um episódio traumatizante em uma guerra, ganhou um medo profundo de perder amigos. Quando passa por uma situação do tipo, acaba sendo tomado por perturbações emocionais.
Extras:

...

Objectivos escreveu:

[ ] Comprar uma flauta "árabe" dourada;
[ ] Comprar uma roupa/veste de mago toda negra (igual a do Aladdin mesmo);
[ ] Conseguir um pet (Ou um gato (Happy de FT ou Chii de Sweet Home) ou um dog (Eevee de Pokemon));
[ ] Aprender/ Comprar as perícias: Pilotagem e Geografia;

...

Off escreveu:
Desculpa o post fraco, mas estou muito cansado da viagem e sem muita criatividade e.e'


Thanks Panda

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[ ] Ganhar uma Meitou lvl 2; (ノ≧∀≦)ノ
[ ] Ter Ofício Ferreiro lvl 2; (╯✧∇✧)╯
[ ] Forjar uma Katana lvl 2; (ര̀ᴗര́)و ̑̑
[ ] Caçar 5 Recompensas;  ヾ(〃^∇^)ノ♪
[ ] Vencer o torneio de artes marciais 1x; (๑•̀ㅂ•́)و✧
[ ] Encontrar dois tesouros; (۶ꈨຶꎁꈨຶ )۶ʸᵉᵃʰᵎ
[ ] Viajar por todo South e West Blue; ೕ(⁍̴̀◊⁍̴́ฅ)

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Ravenborn
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MensagemAssunto: Re: A ascensão da Red Legion. Desafio no farol!   A ascensão da Red Legion. Desafio no farol! EmptySeg 04 Abr 2016, 20:34

"Determination"




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*Determination.


Eu finalmente podia respirar fundo o ar puro de Loguetown. Ainda podia sentir no rosto as marcas deixadas pelas lágrimas que tinham descido nem havia tanto tempo assim, e dentro dos olhos, algumas que ainda queriam sair. Tive de respirar fundo diante do discurso da major Nel, que tinha acabado de se aproximar - o simples fato de estar de frente para um revolucionário com tanta autoridade já me deixava um pouco sem ar, mas ela também mencionou que mesmo que tivéssemos ganho a luta...a guerra ainda não tinha acabado. Cerrei os punhos, ainda relutante em manchar de sangue mais uma vez aquela faca que escondia em minhas vestes. Respirei fundo, pensando nas palavras do grande tritão azulado, e em como era importante que eu criasse a coragem para lutar. Voltei a olhar nos olhos da major, através das minhas pálpebras semicerradas, e dessa vez, com um pouquinho mais de confiança.

Um pouquinho mais de...determinação.

A viagem não tinha sido muito longa, felizmente, mas era difícil pensar no quão rápido eu tinha deixado a ilha aonde tinha vivido pelos últimos anos. "Talvez seja isso o que chamam de crescer. Hihi." Permiti-me um pequeno sorriso, animado com a ideia de estar ficando, aos poucos, um pouquinho mais forte. Todos nós recebemos fichas nas quais tínhamos de anotar algumas informações, mas aparentemente, não era nada complicado demais. Eu tinha que admitir, no entanto; nunca tinha sido muito bom com caneta e papel, apesar de sempre ter gostado de desenhar com lápis de cor. A letra provavelmente não sairia muito bonita, mas eu escreveria o meu nome, "Frisk Dreemurr", e colocaria o número "11" na seção de idade. Até ali, aparentemente, tudo ia bem. Foi aí que eu me deparei com uma parte que perguntava se eu queria me alistar, ou qual era minha patente no caso de já fazer parte do exército. Fiquei meio receoso naquele momento, engolindo em seco, e olhando em volta. Todos ali já eram revolucionários, não eram? Até mesmo o Hizy, considerando que ele já parecia conhecer o Ray-san. Respirei fundo de novo, me enchendo de determinação mais uma vez. A pergunta não era "se eu estava pronto para aquilo". A pergunta era "o quão pronto eu estava". E isso, bem...só tinha um jeito de descobrir, não é mesmo?

Depois que eu tivesse terminado de marcar o "X" no local indicado, para que pudesse terminar a inscrição, eu olharia para os meus amigos, vendo se algum deles já tinha terminado, e esperando-os se não fosse o caso. Em algum momento, Hizy provavelmente se aproximaria de mim, e eu o receberia com um sorriso amigável no rosto: - O que achou do questionário, Frisk-chan? - ele diria, as palavras me fazendo sentir-me estranhamente nervoso, como se aquilo fosse mais importante do que já parecia. - Ah, Hizy-kun! Eu...eu acho que foi bom? - eu fiquei com uma expressão confusa e risonha no rosto. Como diabos deveria responder àquela pergunta? - Eu fiquei um pouco nervoso, mas...acho que é o primeiro passo pra seguir com o meu sonho. Você também quer mudar o mundo, não quer, Hizy-kun? - diria, sorrindo. Acontecia que aquele sonho não era meu. Bem, não meu. Eu carregava comigo a esperança e os sonhos de cada um dos Dreemurr comigo, e não podia falhar com eles. Tinha de seguir em frente independentemente do que acontecesse. Era...era a única forma de agradecê-los por terem me acolhido daquele jeito.

- Eu tive que pedir ajuda ao Axell-nii-san... affu! ~ - ele disse, parecendo estar um pouco frustrado por ter de pedir ajuda pra preencher o papel. Minha primeira reação seria dar um pequeno sorriso enquanto arquearia uma sobrancelha, para então continuar a conversa: - Posso ver? - pediria mais por educação do que qualquer coisa, rapidamente aproximando-se de Hizy o suficiente para que pudesse ver o conteúdo de sua ficha. Seria só então que eu notaria que nós tínhamos a mesma idade, onze anos. - Hihi! Olha, Hizy-kun! Eu também tenho onze anos! - eu sorriria pra ele, dando algumas voltas ao seu redor enquanto seguraria a sua mão para fazê-lo girar junto comigo. Seria só nesse instante, então, que eu notaria a dor aguda dor meu ombro voltar com toda a força, abrindo os meus olhos por um momento diante da surpresa. - Urgh! Droga...eu já tinha me esquecido.... - tentaria não deixar a expressão de dor transparecer muito no meu rosto, e me afastaria um pouco de Hizy com um sorriso cansado à mostra. - Foi na luta, eu acho. Desculpa, Hizy-kun. Eu já volto. - eu me dirigiria até a major Nel, então, com a ficha e a caneta em mãos.

- Aqui...M-Major Nel-san... - diria, ainda um pouco nervoso na frente dela, segurando o ombro com a mão livre pra tentar amenizar um pouco a dor. Eu esperaria ela ver se havia algum problema, para, só então, respirar fundo e perguntar: - Tem...tem algum médico por aqui? Eu acho que não cuidei direito do meu ombro, e... - não sabia ao certo o que dizer, então, mostraria o ferimento à mesma, esperando que aquilo não fosse nenhum tipo de desrespeito ou algo do tipo. Se me fosse indicado algum médico pela mesma, eu seguiria até ele, para que o mesmo pudesse realizar o tratamento. Só depois disso é que eu relaxaria um pouco mais, e uma vez que tivesse terminado, voltaria para onde todos estavam, com um sorriso envergonhado no rosto. Não queria causar problemas para ninguém ali, então tinha de aprender a se virar sozinho um pouco. Eu faria uma nota mental, então: nunca mais esquecer de tratar dos ferimentos depois das batalhas. Aquela dor tinha sido bem incômoda, e eu certamente não queria ter de ficar lidando com ela por mais tempo. Quando me juntasse ao grupo de novo, sorriria para Hizy e me colocaria ao seu lado, esperando, então, para ver o que aconteceria a seguir...



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Extra: Corte no braço direito: Não tratou nessa aventura, portanto continua tendo sangramento. Se passar mais de cinco posts sem tratar, terá redução nos atributos físicos devido a uma infecção e a exaustão. Assim que tratar, ainda passará três posts para cicatrizar.

OFF: Post fraco...aos poucos eu vou me acostumando de novo @_@. E vamo que vamo.

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Marciano
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MensagemAssunto: Re: A ascensão da Red Legion. Desafio no farol!   A ascensão da Red Legion. Desafio no farol! EmptySeg 04 Abr 2016, 22:50

~~ Narração ~~


Era um dia como outro qualquer na ilha Loguetown, bandidos de níveis relativamente baixos roubando e causando caos, o que de fato levam a ser criminosos. O sol era bloqueado pelas belas nuvens brancas, os trabalhadores sendo escravizados como sempre, mas mantendo um sorriso no rosto, pois no final do dia sabiam que teriam o seu ganha pão. Piratas do East Blue transitavam pela multidão, alguns eram conhecidos outros nem tanto, a marinha fazendo suas rondas normais e as vezes lutando contra os piratas para manter a ordem. Nada que a cidade não esteja acostumada até porque, era a cidade onde o famoso Rei dos Piratas havia morrido, claro que piratas iriam transitar a cidade, mas por sorte nenhum era categorizado como uma potência futura.

Nesse meio tempo, num lugar subterrâneo e para ser mais preciso, num esconderijo o qual era a célula revolucionaria Red Mark, se encontrava um grupo cujo o destino em potência era sublime, mesmo que muitos poucos soubessem. Hanna parecia sentir algo dentro de si, mas tentava ser brincalhona para bloquear seus sentimentos, cujos eram fortes pelo rei vermelho, bom, ela teria que entrar para fila, pois não era a única momentaneamente. Ray dialogava com a garota enquanto terminavam de preencher suas fichas. No meio tempo o charmoso e meio afeminado Tidus parecia intrigado com a forma que a superior olhava para o jovem de madeixas ruivas, talvez fosse apenas um olhar tipo ‘esse que é o mandante do grupo, que inútil’ ou talvez, ‘nossa... eu gostaria que esse ruivo fosse meu subordinado, assim poderia cavalgar a noite todo’! Enfim era apenas um olhar, mas a única que sabia o que dizia tal observação era apenas a major. Tidus parecia conversar com Ray e havia terminado de preencher sua ficha também. Ray era alfinetado por Hanna e por Tidus, por outro lado a inveja comia solta da parte de Axell, bom se fosse eu também teria inveja daquele pirocudo flamejante... mas talvez Axell tivesse uma chance, parecia ser ousado e destemido, mas ao largar a frase em meio à multidão, todo olhavam para eles mostrando uma cara de dúvida, já Tidus provavelmente iria zoar seu irmão até porque se não fizesse qual seria a graça de ter um irmão?

Hizy por sua vez parecia meio perdido no preenchimento de ficha, não era difícil, bastasse ler e preencher o local ao lado, mas a criança ainda permanecia em sua aura, mesmo após perder sua irmã parecia não demonstrar nenhum amadurecimento, mas quem sabe no decorrer de suas futuras viagens o jovem não amadurecesse obrigatoriamente. Enquanto isso ao lado de Hizy estava o outro jovem garoto celestial, Frisk Dreemurr era o nome preenchido na ficha, um nome bem incomum, mas bem chamativo também. Alguns dos recrutas novos revolucionários, terminavam de preencher a ficha e entregavam para o mesmo homem que havia entregado, era um auxiliar, poderiam prestar atenção que o homem não tinha um braço, mas ajudava de seu jeito. Frisk, Axell e Hizy pareciam dialogar, até que Frisk proferiu para a Major que estava a ficha pronta, a mulher encarou de forma brutal o jovem, como se fosse a própria encarnação de Hitler, mas não de uma maneira cruel, apenas era seu jeito frio e meio arrogante. O homem de um braço pega a ficha do garotinho celestial e sorri agradecendo, pega as fichas de todos e chega até a major, ela senta-se na cadeira em frente à mesa e começa a analisar ficha por ficha.

Passavam-se alguns minutos, o grupo parecia interagir e até esquecer que o seu superior estava a sua frente. – Raymond Walker, Irmãos Belmont, Hanna... todos possuem duas missões completadas e por terem passado pelo ocorrido de Conomi e tem o direito de subir de patente, mesmo que Frisk ainda precise de mais uma e Hizy você é apenas um garoto, seria uma boa ideia deixar mais para a frente sua subida, poderia ajudar internamente, no campo de batalha seria complicado ter uma crian--... A voz da Major era interrompida por um barulho vindo de uma porta mais ao fundo da sala. Lentamente a porta é aberta e um homem saia do local. – Calma, calma Nell-kun... uma jovem falando de um jovem, meio irônico não? Sua convicção tem razão, mas a prova de que está errada está diante seus olhos, Major Amazona Perversa! Um homem de porte baixo, talvez um pouco maior que Hizy e Frisk, com cabelos grisalhos apenas nas laterais formando um círculo na cabeça até mesmo meio cômico, óculos redondos e um pequeno bigode grisalho. Suas vestes bordo são bastante chamativas e o nome em sua barriga volumosa dizia ‘Mark’. – Tsch... Comandante Mark sabe que não gosto que me chame assim, esse apelido idiota![/b] Ela proferia ao demonstrar sua face aborrecida.

– Calma, calma Nell-kun... como eu estava falando, pera do que eu estava falando mesmo? Ele se aproximava do grupo. – Ah é mesmo... eu me inscrevi para o exército quando tinha apenas oito anos, desde então eu luto contra o governo e suas leis indevidas! Mesmo com meus 12 anos, eles me aceitaram como um membro da revolução! Ele proferia ao sentar em uma das cadeiras, ficava a frente do grupo. – Você não se inscreveu com 8 anos? Falou 12 agora pouco! A mulher de madeixas verdes profere ao fazer uma cara de confusa. Alguns recrutas tinham saído da sala, ficando apenas o grupo com a Major e aquele que se dizia comandante segundo Nell. – Calma, calma Nell-kun, a questão é.… idade não tem importância quando se quer fazer o bem, mesmo quando eu tinha 6 anos e me alistei, o superior me disse a mesma coisa! Ele dialogava ao arrumar seus óculos. – Ei velho caduco, você errou de novo! A major confusa e enfurecida dizia em voz alta. – Calma, calma Nell-kun... então, vocês parecem ser fortes... gostaria que ficasse conosco, mas a verdadeira batalha não é aqui! Sua face neutra ficava mais séria ao olhar para baixo e apoiar seus pequenos braços em cima da mesa, cruzava seus dedos e voltava a falar. – Acredito que o lugar de vocês é na Grand Line! Lá sim, está um caos, precisaríamos de pessoas lá, já que diversos membros da revolução estão sendo assassinados por alguém ou algum grupo desconhecido. Quais as metas de vocês atualmente? O velho olhava para todos enquanto reforçava suas falas com sua expressão de preocupação.

Comandante Mark:
 

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~Fala / Narração

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MensagemAssunto: Re: A ascensão da Red Legion. Desafio no farol!   A ascensão da Red Legion. Desafio no farol! EmptyTer 05 Abr 2016, 01:04


Raymond se mantinha próximo a Hanna enquanto ambos preenchiam as fichas. Não havia nenhuma pergunta difícil, eram apenas dados básicos que o ruivo foi preenchendo sem dificuldade alguma, quando de repente o grito ecoava na sala e logo o Rei Vermelho olhava para o local de onde tinha saído a voz, que vinha de Axell. Raymond ficava encarando o Belmont mais novo com um olhar bem sério tentando entender qual era o objetivo dele falando tal coisa de repente sem lógica alguma, mas não conseguia imaginar o motivo que levou aquele rapaz a dizer tais palavras, depois de encarar Axell nos olhos por alguns segundos, o ruivo voltava para a sua ficha. Depois de preencher e assinar a sua ficha, ele a entregava ao superior responsável e logo voltava a sentar em seu lugar com os braços cruzados e as pernas um pouco separadas. Enquanto aguardava, Ray observava tudo e todos ao seu redor com a sua expressão natural: bem sério e concentrado. Não havia se passado muito tempo e logo Nell se pronunciava. A Major citava os nome de Ray, Tidus, Axell e Hanna, dizia que após os feitos em Conomi Island, os 4 eram merecedores de subirem a patente, porém, Hizy e Frisk não poderiam pelo fato de serem muito novos para assumirem tal responsabilidade. Naquela hora o Rei Vermelho a encarou de forma mais séria.

" Não... Isso não está certo... ! " - Ray ficava refletindo enquanto encarava a Major, ele estava esperando a mesma terminar de falar para assim se pronunciar e defender o que achava certo, porém a major era interrompida.

Era um homem pequeno e parecia já ter uma idade avançada a julgar de seus cabelos grisalhos nas laterais da cabeça. Ele parecia ter bastante intimidade com a Major, dizendo ainda a sua suposta alcunha Amazona perversa. Enquanto os dois conversavam, Raymond ficava encarando o velho a todo momento bem concentrado com seu olhar sério, durante o diálogo dos dois era possível ouvir claramente que Nell havia o chamado de Comandante Mark, isso fez com que o ruivo abrisse um pouco os olhos e ficasse um pouco surpreso, afinal comandante não era uma patente baixa, pelo menos aos seus olhos.

" Comandante... Hmm... " - ele refletia enquanto observava o velho com cuidado.

O Comandante parecia ser apenas um velhinho com um parafuso a menos, falava as coisas um tanto errado e aquilo deixou o Rei Vermelho um pouco confuso, ele não sabia se o homem estava se fazendo de tonto, ou realmente a idade estava o alcançando. Depois de dialogar com a Major, o homem revelado como Mark olhava para os novos recrutas e logo começava o seu discurso.

- Então, vocês parecem ser fortes... gostaria que ficasse conosco, mas a verdadeira batalha não é aqui! - ele começava dizendo e Ray ficava bem atento as suas palavras. - Acredito que o lugar de vocês é na Grand Line! Lá sim, está um caos, precisaríamos de pessoas lá, já que diversos membros da revolução estão sendo assassinados por alguém ou algum grupo desconhecido. Quais as metas de vocês atualmente? - dizia olhando para todos os novatos presentes. Assim que Mark terminava de falar e abria espaço de resposta, Ray se levantava e dava um passo a frente colocando ambas as mãos para trás, mantendo uma postura ereta com o peito estufado, com um olhar bem sério e determinado.

- Comandante Mark, eu me chamo Raymond e sou um dos recrutas que veio de Conomi Island. A minha única e maior meta, o que me impulsiona a continuar é mudar o mundo! Eu cansei de ver as coisas como estão, cansei de ver as pessoas serem oprimidas, cansei de ver pessoas que se dizem superiores e nobres, quando na verdade são apenas pessoas como qualquer outra. Ninguém tem o direito de tirar a liberdade do próximo! - enquanto dizia tais palavras, o ruivo se matinha focado apenas em Mark, o olhando nos olhos com um olhar bastante sério e convicto. - Eu não pretendo mais ficar de braços cruzados enquanto coisas erradas e covardes acontecem a minha volta. Eu vou mudar o mundo, deixa-lo melhor de qualquer jeito... Eu não me importo que coloquem a minha cabeça a prêmio, que me odeiem ou me temam... Tudo o que eu quero é livrar o mundo desses seres podres que o governam. - novamente Ray dava uma parada e olhava para trás, olhando diretamente para os seus cinco companheiros, seu olhar era sério e confiante, ele estava os convidando a se levantar. Quando toda a Red Legion estivesse de pé, retornaria a falar. - Eu tenho plena confiança no meu grupo e eu tenho certeza que se o senhor nos levar, nós não vamos desaponta-lo! - finalizaria o seu discurso ainda se mantendo com a mesma postura que havia começado, encarando o comandante nos olhos enquanto aguardava o restante do grupo de pronunciar.




Histórico:
 

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MensagemAssunto: Re: A ascensão da Red Legion. Desafio no farol!   A ascensão da Red Legion. Desafio no farol! EmptyTer 05 Abr 2016, 04:53

A frase tinha uma repercussão um tanto inesperada. Do meu ângulo de visão era quase cômico ver todas aquelas cabeças se virando em minha direção, por um instante senti vontade de rir daquilo porém tive de me conter para não me passar por um maluco completo. O resultado disso foi provavelmente uma careta mista entre diversão e arrependimento, deixando toda a face disforme por um instante. ~ Droga. ~ O ar puxado chegava aos pulmões e os inflava já esperando para sair em forma de palavra, mas não saía,  eu precisava dizer algo para concertar aquilo, já começava a me levantar quando cheguei a conclusão que não importava tanto assim, as pessoas já deveriam esperar esse tipo de coisa vindo de mim. Além do mais aquilo não tinha nem margem de erro pra eu apelar. Levantaria o dedo como quem pede licença para dizer algo, mas logo em seguida balançaria a mão fazendo um sinal de quem tinha mudado de ideia e desistido de concertar.

Apenas sentaria com uma perna cruzada sobre a outra e fingiria estar muito concentrado naquele papel a qual não tinha lido nem uma única palavra. Balançaria a cabeça de vez em quando e apontaria a certas frases para demonstrar minha total atenção no texto. Eu não estava de fato envergonhado com aquilo, mas o desconforto era grande, nem se quer tinha coragem de olhar para Nell para ver se ela tinha ouvido esse vacilo . ~ Começou muito bem Axell. Eu deveria escrever um livro sobre o que não fazer na frente dos superiores, estaria na lista dos mais vendidos. ~ Balançava a cabeça negativamente.

Via que no meio dos olhares tinha o de Ray, me perguntava se ele tinha visto os trabalhos hábeis de imitação, talvez até sorrisse, talvez não. Provavelmente não. Como resposta a seu olhar eu apenas erguia as mãos e os ombros juntos, os olhos arregalados e as sobrancelhas arqueadas apenas confirmavam a minha clara expressão de “Eu não sei o que aconteceu”, ficaria nessa posição até que o mesmo desviasse o foco. Esse era o único modo de vencê-lo.

Ouvia a voz de Nell e de repente  meu foco era total em suas palavras. De fato o que ela dizia realmente me tocava, e não sendo só por ela a dizer. Éramos agora de uma patente mais alta, era um cabo, agora tinha algum poder ainda que mínimo dentro da causa revolucionária. Dava um leve porém longo sorriso labial e junto com ele um pensamento estranho vinha a tona. ~ Por que copiamos um estilo hierárquico de algo que justamente condenamos? As vezes parece que queremos ser a Marinha de cor vermelha. Será que se um dia desbancarmos o Governo Mundial a Marinha será a dona da nova causa revolucionária e os papeis se inverteriam? ~ Apoiava meu queixo sobre a ponta de dois dedos. ~ Hmmm. Acho melhor deixar pra pensar isso em outra hora se não eu vou acabar surtando aqui. ~

Um pequeno homem entrava, e mesmo parecendo ter grande influência e poder sendo inclusive respeitado por Nell, passava uma imagem cômica que me divertia mesmo sem fazer nada. A todo o momento em que ele falava um sorriso brotava e dificilmente saía de meu rosto. ~ Ele até parece aquelas coisas infláveis que a gente usa pra treinar hehe. ~

Mas uma única frase conseguia desconstruir todo esse personagem em minha mente. Tudo ganhava mais significância e o sorriso começava a se desmanchar, dando lugar a um rosto sério e focado gradativamente. - Quais as metas de vocês atualmente?

Ouvia as palavras de Ray atentamente enquanto criava essa reflexão dentro de mim, e admito que me emocionei em alguns momentos, eu não chorei nem nada disso, mas quando se concordo e acredita plenamente em algo que alguém diz, é único, é verdadeiro. Ele olhou para o nosso grupo e eu levantaria em resposta.

Daria um passo a frente e diria no meu tom mais confiante. - Eu sou Axell Belmont e serei o escudo de toda a sociedade. Eu não tive uma história triste como de muitos, fui criado bem e tive boa educação. Mas sempre tive uma sensação constante de que tudo está mau encaixado, como se tentassem nos empurrar algo que não é real, como um maldito apito na orelha todo o tempo. É por isso que eu luto, luto pela verdade, mesmo que ela seja dura. Eu me tornarei o guerreiro mais poderoso da história, e quando eu me tornar, ninguém mais vai precisar lutar. - Daria uma pausa e olharia fixamente para Nell. - Eu acredito na causa revolucionária e confio em meu time. Seria uma honra seguir com o senhor. A Grand Line é nosso lugar. - Daria um leve aceno de cabeça sem desviar do olhar do homem. Daria um passo para trás de volta e ouviria o próximo. Enquanto isso tentaria me acalmar, o discurso havia me deixado agitado e eu sentia o coração bater forte no peito. Acho que isso é um bom sinal.



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