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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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ADM.Tidus
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MensagemAssunto: [CF] PT II - Férias em família   [CF] PT II - Férias em família - Página 4 EmptyDom 27 Mar 2016, 11:45

Relembrando a primeira mensagem :

[CF] PT II - Férias em família.

Aqui ocorrerá a aventura dos(as) civis e piratas Gregory W. Ross; Sidney Thompson; Sofia Schwarz; Shannon Jay; Kurihara L. Riki. A qual não possui narrador definido.


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AutorMensagem
Meiko Matsunaga
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MensagemAssunto: Re: [CF] PT II - Férias em família   [CF] PT II - Férias em família - Página 4 EmptySeg 25 Abr 2016, 03:18


Post de Aprendizado da Perícia Engenharia

Bem, ao menos uma coisa boa após a rejeição do meu pedido por aquele funcionário ridículo, se bem que era até bom pois pelo tipo de roupa que vendiam lá sem dúvida eram uma loja de segunda, indigna de ser o lugar aonde traria luz a uma das minhas criações. A parte realmente irritante era que teria que me manter com aqueles trapos de roupas por mais algum tempo, se bem que elas ainda eram melhores do que qualquer coisa naquele local. Agora no entanto aquilo era passado, o que me interessava é que havia conseguido convencer alguém a me ensinar mais alguma coisa sobre forjar armas, e ainda me dar a oportunidade de trabalhar em algumas armas por mim mesma... simplesmente a oportunidade perfeita. Além disso, era uma mestra, algo bem raro eu imaginava, para falar a verdade era a primeira outra ferreira que eu conhecia, afinal a maior parte das garotas em Briss não se interessava muito em como trabalhar em uma forja, mesmo que todas adorassem uma boa joia ou acessório.

- Tudo bem, mestra! Meu nome é Elizabeth, e sou de Briss. – Eu falei, parecendo me animar um bocado com a ideia de ter uma mestra. – Eu já trabalho com forjar armas, que é meio que minha especialidade a um bom tempo, mas meu antigo professor nunca foi um especialista em como criar armas mais... complexas do ponto de vista mecânico. – Eu comecei a falar, antes de dar uma pausa e parar um momento para encarar o rosto da minha professora, imaginando qual seria sua reação, mas ela parecia escutar de maneira indiferente. – Como já falei, eu sou de Briss, e a maior parte das armas que são forjadas por lá são enfeites e decoração para a casa de algum nobre que quer se exibir, sabe como é, e muito raramente algum deles resolvia encomendar alguma arma de fogo ou qualquer coisa mais complicada no final das contas.

- Então você realmente não deve a oportunidade de trabalhar com qualquer coisa mais complicada que uma arma branca convencional. É isso que quer dizer? – Ela completou, parecendo bastante animada com o prospecto de ter uma aprendiz. Imaginava que o mesmo que se aplicava a mim se aplicava a ela, provavelmente não havia tido contato com muitas ferreiras antes, era uma profissão difícil de se seguir e em geral as pessoas pareciam não dar muito crédito. – Bem, o primeiro ponto quando trabalhamos com a criação de um mecanismo é preparar o seu projeto, é claro. É uma tarefa um pouco difícil, venha comigo. – Ela falou enquanto caminhava para o interior da loja, um tipo de escritório aonde ficavam colocados vários tipos de papéis na parede, que logo percebi serem designs e desenhos de diversos tipos de armas, todas parecendo interessantes. – Algum projeto em particular? Pode escolher um...

Havia tantos projetos interessantes enchendo as paredes, um mais intrigante que o outro, mas todos aparentavam ter um alto nível de complexidade, era como se houvesse um banquete diante de mim. E o problema como sempre era que eu não conseguia me decidir por qual prato deveria começar, afinal todos aqueles projetos pareciam tão interessantes, era difícil escolher um. Mas eu sabia que o melhor era eu começar com um projeto mais simples, alguma coisa que não escapasse tanto do que eu estava acostumada a mexer, assim mesmo morrendo de vontade de pegar algum dos projetos mais exóticos, me contentei em pegar uma folha contendo o projeto de uma besta comum. Eu coloquei este sob a mesa e olhei para minha professora, que parecia ter gostado da minha escolha e se aproximava, fazendo sinal para que eu me sentasse.

- A primeira coisa a lembrar é que todas estas armas tem uma característica em comum: o gatilho. Esta é a peça chave que permite colocar todo o resto do mecanismo a agir, por exemplo... – Ela saia da sala um instante, me deixando sozinha, mas logo retornava, nem me dando tempo de brincar com algumas das miniaturas que decoravam a mesa. Ao retornar ela trazia consigo uma besta comum, feita de ferro e carregada com um virote com dentes serrilhados, era uma peça bem feita e bem sóbria, sem muitos detalhes ou decorações. – Veja bem, quando em puxo o gatilho desta peça... isso faz com que esta parte de cima que está prendendo a corta esticada da arma se contrair e deixar ela escapar, e quando isso acontece a força contida na corda é transmitida diretamente para o virote, o fazendo ser disparado. – Ela me falava, enquanto colocava a arma sobe a mesa e começava a me mostrar no projeto desenhado como cada parte se encaixava, de maneira bem simples, ao mesmo tempo que também apontava a posição de cada parte no modelo.

- Em armas de fogo também temos o gatilho certo... só que ele é a parte que faz com que a pólvora se aqueça e exploda, pelo que me lembro. – Eu falei, enquanto examinava o projeto e verificava como era simples, ao puxar o gatilho a parte móvel que incluía o pino segurando a corda acabava sendo empurrado para a frente, forçando o pino a ir para trás e se abaixar e liberando a corda. Simples e eficaz, o tipo de desenho que me agradava, mesmo que eu gostaria de colocar alguns detalhes durante a forja. – Isso também quer dizer que começamos a forjar os mecanismos do gatilho antes? – Eu perguntei, levantando a cabeça e encarando minha professora, que sacudia a cabeça concordando.

- Sim, sim. O gatilho é uma das primeiras partes que se projeta enquanto se faz um equipamento deste tipo, afinal cada tipo de gatilho exige um tipo de mecanismo diferente. – Ela se moveu para uma das paredes e olhou os projetos que estavam nela, pegando um destes e trazendo para a mesa, e colocando ao lado daquela da besta. – Neste caso por exemplo, é uma lâmina escondida, logicamente você não quer que ao dar um soco a lâmina já saia, porque isso pode ser um problema se o sujeito só estiver em uma briga... vê este gatilho aqui? Ele exige que o usuário pressione com os dois dedos centrais este ponto perto do pulso, no final da mão. Isso permite maior controle, e cria um mecanismo diferente, que libera uma trava que solta a lâmina, está vendo. – Ela falou, apontando cada parte do mecanismo, enquanto eu admirava como era engenhoso encaixar as peças de uma maneira tão cômoda, de maneira que todas trabalhassem em conjunto para fazer o aparelho funcionar. Era um pouco complicado de aprender, e também parecia o tipo de coisa difícil de ser forjada, considerando todas as pequenas peças e mecanismos que integravam o equipamento.

- Armas de fogo também possuem gatilhos, e como você bem disse ele é o que inicia o processo de combustão da pólvora que serve como propulsão para os projéteis. Porém alguns tipos de gatilhos tem outras funções, em armas com barris cada vez que um projétil é disparado isso faz com que o barril gire para a próxima bala e então trave novamente. – Ela falava, agora pegando de outra parede um projeto de uma pistola com barril de seis bala giratório, e demonstrando como é que funcionava a trava do barril. – Em uma arma com fogo rápido, como uma metralhadora, o barril fica em movimento até ser travado, e a trava como pode ver é ativada ao se soltar o gatilho. – Ela falou, enquanto me mostrava cada um dos componentes e seu nome para mim. Aquilo era realmente fascinante, quer dizer eu sempre havia admirado este tipo de equipamento mas não havia percebido o quando de trabalho era necessário para não apenas forjar estes mas também para os projetar. – Vamos tentar agora prosseguir com este seu projeto. Tente fazer o design da besta de que estava falando, eu vou te ajudar durante o processo... e depois pode forjar ela.

Desta maneira eu comecei a trabalhar no design de uma besta com um sistema integrado para repetição de disparos, como eu coloquei no cabeçalho do desenho. O projeto era claramente bem mais sofisticado e complicado do que o que estava exposto no projeto que eu havia tomado como ponto inicial da minha aula com Adrianne, porém eu estava disposta a tomar o caminho mais difícil neste caso. Afinal, se eu pudesse projetar uma besta com auto nível de complexidade, então eu poderia usar este conhecimento para mecanismos mais simples, por exemplo um canhão ou uma pistola, claro que mesmo que eu aprendesse como fazer o projeto ainda haveria a parte envolvendo como produzir estas armas, mas estava confiante que minha professora poderia me guiar durante este trajeto. Nesta parte eu também contava com a ajuda dela no final das contas, que ficava observando os meus desenhos de cima do meu ombro e corrigia um ou outro pequeno erro que eu cometia enquanto desenhava, principalmente com relação as escalas e colocação das peças, além de mostrar um ou outro projeto que poderia ser de ajuda. Levou um bom tempo apenas para que eu terminasse o projeto, mas finalmente estava pronto, e entreguei-o para ser verificado por Adrianne, esperando que não houvesse nenhum outro erro neste.

Projeto:
 

- Muito bem! – Ela falou, me deixando bem animada com o prospecto de que havia aprendido bem o conceito de como projetar um mecanismo mais complexo. Havia dado bastante trabalho começar aquele projeto, e eu devia agradecer as indicações dela de como prosseguir durante este para que tudo acabasse se encaixando nas posições certas até eu ter um design completo e funcional para a arma, havia sido um trabalho duro e gratificante. – Tudo está muito bem colocado, acho que esta será uma arma funcional... mas para termos certeza precisamos construir ela, claro. – E assim ela fez sinal para que eu a seguisse, dessa vez até a área da loja aonde ficavam as forjas e o equipamento para trabalhar na criação das armas. – Primeiro vamos preparar os moldes com argila, e então passar para a forja! – Ela falou, me levando para um lado um pouco distante, onde havia mais papéis e também alguns pedaços de madeira.

Logo começávamos a trabalhar para constituir os moldes, criando os desenhos em tamanho real e então criando peças de madeira a partir destes, com bastante trabalho, para então os usar na criação dos espaços nos moldes que seriam usados no processo de fundição. Levamos um longo tempo trabalhando naquilo pelo grande número de peças, mas o que me deixou mais intrigada era a precisão necessária em cada detalhe, com o uso de ferramentas para desenhar e também para lixar e trabalhar cada parte, assim como na criação dos moldes de cera que seriam usados. Após finalmente termos preparados os moldes, estava na hora de começarmos o processo de criação em si, a parte prática, aonde cuidadosamente introduzíamos o metal fundido dentro dos moldes fechados e deixávamos preencher os espaços vazios completamente, para então retirar estes e lixar para remover qualquer imperfeição, um processo longo e trabalhoso, mas que deu bastante resultado. Ao mesmo tempo trabalhava nas partes maiores, usando o processo mais convencional, com o aquecimento do metal e então trabalhando este na forja para lhe dar a forma desejada com o martelo, era uma atividade extenuante mas que eu adorava, e um bom exercício físico também, sem dúvida estava em melhor forma do que o Kurihara desde ponto de vista.

Após tudo isto, ainda faltava todo o processo de encaixar as peças em seus devidos lugares, aonde tínhamos que verificar o projeto a todo o momento, e torcer para que todas estas estivessem na proporção correta. Esta parte demorou mais uma grande porção de tempo, uma vez que tivemos de colocar as peças e também as prender aos lugares, geralmente fazendo uso de parafusos colocados nos buracos destas, garantindo o lugar certo de cada uma. Finalmente o nosso trabalho estava completo, ou praticamente isso. Tudo que nos restava era testar a arma e verificar sua precisão, o que fizemos ali mesmo usando uma velha tábua de madeira como alvo, eu disparei ao puxar a alavanca na parte superior para trás, até o ponto onde está liberou o primeiro virote que voou com violência para cima da tábua. Até aí havia tudo transcorrido de acordo com o planejado, mas esta era a parte mais simples do mecanismo e eu sabia disso, assim eu levei a alavanca para a frente e voltei a puxar, percebendo que este era um processo mais rápido que o normal sem dúvida, mas que ainda exigia um longo tempo de prática para ser aplicado efetivamente em combate, ainda mais se considerando que era uma peça um pouco mais pesada do que aparentava, mesmo assim o importante era que um novo virote fosse carregado e disparado ao puxar a alavanca, e tudo correu de acordo com o plano, para meu contentamento.

- Creio que isso seja um treinamento completo. Claro isto é apenas uma besta de repetição, fazer uma pistola vai ser algo muito diferente, mas a partir daqui acho que você pode conseguir fazer isso por conta própria. Só tome cuidado porque bem... pólvora é bem mais volátil do que uma corda. – Adrianne me falou sorrindo, aparentemente satisfeita com o resultado do nosso trabalho, enquanto fazia uma piada sobre o que eu poderia fazer em seguida. Sem dúvida eu iria mexer com pistolas no futuro, mas não acho que seria desta maneira convencional, pelo menos não de acordo com meu próprio projeto.

- Falando sobre coisas que eu ainda tenho para fazer... havia prometido uma arma nova para uma amiga minha, e também queria fazer uma foice melhor, o equilíbrio desta não é grande coisa... – Eu falei, enquanto olhava para a minha foice, que eu havia jogado em um canto quando começamos a trabalhar com os materiais na forja, e só lembrava de tudo isso agora, mas considerando que ela estava feliz que havia sido uma lição frutífera era uma boa ocasião para levantar este assunto. – Será que eu poderia usar a forja daqui para isso? Quer dizer, eu posso pagar pelos materiais e tudo mais se for necessário, mas preciso de um local para trabalhar, e este me parece ideal. Se for possível é claro, você já me ensinou tudo isto e eu realmente não quero acabar pedindo demais! De fato acho melhor deixar esta besta com você, sabe como compensação pelo tempo e materiais... – Eu falei, ficando um pouco encabulada, pensando no fato de que havia dado toda aquela aula e de tudo que havia me mostrado, realmente parecia demais até para mim pedir qualquer coisa a mais, além do fato de que havia realmente ido com a cara dela, mesmo assim precisava terminar logo aquelas armas, e aquela poderia ser minha última chance antes de ir para a Grand Line, mas se ela recusasse me limitaria a dar um suspiro sentido e falar. – Mesmo assim fique com a besta, como lembrança. Tudo bem? – Eu falaria antes de deixar a loja e procurar ao redor por Pollo, sem dúvida já deveria ter passado da hora para retornar até o Farol àquela altura.

Informações:
 

Citação :

- Histórico –
Pirata – recompensa 500 mil – Ceifadora - Ferreira
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Ganhos: NA
Perdas: NA
Vantagens: Aceleração, Adaptadora, Aparência Inofensiva
Desvantagens: Distraída, Sinceridade Excessiva, Mau Humor
Perícias: Forja, Mecânica, Costura

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Akane Kazumi
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Pirata
Akane Kazumi

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MensagemAssunto: Re: [CF] PT II - Férias em família   [CF] PT II - Férias em família - Página 4 EmptyQua 27 Abr 2016, 14:11

緋色





Nunca havia imaginado que treinar para obter ambidestria fosse me dar tanto trabalho. Usar as duas mãos parecia uma coisa estranha e talvez até impossível as vezes, mas se usar o braço direito pra tentar dar socos já era um saco, o segundo treino foi ainda pior e mais revoltante ainda. Consegui evitar uma tentativa de bullyng da parte dele que como sempre tentava me alisar, no normal eu apenas ignorava, mas tive que tentar a esquiva e apesar de ter sido bem sucedida ainda pude sentir a ponta de seus dedos encostando em mim, apenas deixei passar, ele naturalmente faria um escândalo como se tivesse ganhado na loteria então apenas achei irrelevante. Saltar numa perna só até o local onde Gregory estava foi realmente difícil, cansativo e com certeza eu tentaria não repetir aquilo outra vez.

Apoiava as mãos nos joelhos e respirava de forma ofegante ao chegar à marcenaria e em seguida levava a mão ao braço direito que doía tanto quanto a perna agora. Estava ansiosa por ter bons resultados em meu treinamento, mas isso só o tempo diria. Notei então que Gregory pareceu distrair-se com algo que não fossem pensamentos pervertidos e nem garotas, pelo contrário finalmente ele parecia estar indo por a mão na massa e aprender algo de útil para nós o que me fez sorrir de canto antes de ser abordada por um homem ali presente.

- Não, não. - dizia ainda respirando um pouco ofegante. - Estou apenas de passagem, mas não recuso o copo d'água.

Voltava à ficar ereta me recompondo enquanto observava o movimento naquele lugar. Olharia cada canto da marcenaria procurando alguma coisa de interessante por ali, apenas com os olhos. Um ponto de referência, algo valioso, algum conhecido ou qualquer coisa que me pudesse chamar à atenção naquele lugar. Caso eu encontrasse esperaria o momento certo antes de contar a Gregory, afinal não queria atrapalhar seus negócios.

Assim que o homem me trouxesse a água observaria primeiro antes de beber e olharia na direção dele um tanto desconfiada. Caso houvesse algo suspeito na água como bolhas em excesso indicando diluição de alguma substância ou coloração estranha, olharia na direção do homem e esboçaria meu melhor sorriso misterioso e sedutor, nunca tinha sido muito boa com esse tipo de coisa, seduzir as pessoas não era exatamente meu forte, mas eu sabia mostrar-me mais inteligente é claro. Tentaria ganhar-lhe a confiança e arrumar algum assunto para poder distraí-lo.

- Então... O senhor trabalha por aqui? - perguntaria levando o copo à boca e fingindo tomar um gole.

Assim que ele se distraísse procuraria um lugar para derramar a água e fingir que havia bebido. Assim que o copo estivesse vazio eu o entregaria de volta para o mesmo homem.

- Obrigada, eu precisava disso. - diria.

Caso eu não encontrasse nenhum vestígio de adulteração na água beberia sem pensar duas vezes, matar a sede seria ótimo para compensar o esforço que havia feito até então. Assim que terminasse de beber lhe entregaria o copo dizendo o mesmo que na outra hipótese.

Se porventura eu não encontrasse nada de interessante naquele lugar, não incomodaria Gregory, deixaria que ele prosseguisse com seu treinamento e daria seguimento ao meu. Olharia em sua direção antes de voltar à dirigir a palavra ao homem que me ofereceu água.

- Poderia dar um recado ao rapaz ali por mim? - diria - Diga a ele, que fui resolver uns assuntos no instituto aqui perto, para me encontrar por lá. Obrigada.

Assim que passasse o recado ao rapaz sairia da marcenaria normalmente, nada de pulos numa perna só, precisava me recuperar um pouco. Estava começando à sentir a boca seca, precisava beber alguma coisa, estava sóbria por tempo demais, ainda assim eu tinha prioridades à cumprir. Me dirigiria então até o Instituo que estava no caminho até aquele lugar, tinha meus próprios planos para nossa passagem naquela Ilha então não perderia tempo vendo homens suando enquanto carregavam madeira para um lado e para o outro.



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Ryuza Ying
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MensagemAssunto: Re: [CF] PT II - Férias em família   [CF] PT II - Férias em família - Página 4 EmptyQui 28 Abr 2016, 16:20

Gregory


A felicidade de ter tocado o corpo de sua amada preenchia Gregory enquanto ele rumava até a marcenaria, chegando lá, fora abordado por um anão que o confundiu com alguma pessoa que deveria estar ali hoje, naquele momento. Que sorte...
- Oh, sim... Me ofereci para trabalhar aqui... Trabalho com madeira em geral, mas sabe... Sou meio inexperiente em projeções de embarcações. Pode me ensinar um pouco disso? – Logicamente o boxeador não iria perder esta oportunidade. O anão estranhou um pouco a sua resposta que de inicio pareceu receosa, mas ignorou e seguiu com ela.

Aproveitando aquela chance Gregory pediu para que lhe fosse ensinado física, e vendo que aquele era realmente um conhecimento útil ali naquele trabalho o anão fez o melhor possível para ensina-lo, e Gregory o melhor para aprender.

No fim da aula o boxeador estava exausto com tudo aquilo, sua mente pedia uma pausa, mas ele sabia que tinha de aproveitar o embalo, sendo assim, ele pediu para que o seu professor lhe ensinasse a arrombar portas e fechaduras em geral, mas a resposta não foi muito agradável aos seus ouvidos.

- Do que você está falando? Eu não sei como poderia te ensinar algo assim. – Claro como a água. Foram interrompidos por um homem, que anunciou. – Senhor? O novo aprendiz chegou faz um tempinho, não deveria ser o instrutor dele? – Falou com o anão e depois se dirigiu a Gregory. – Uma bela senhorita de cabelos cor de fogo disse que iria até o instituto, e que gostaria de que você a encontra-se por lá.


Akane


Cansada de todo aquele treino, a espadachim não recusou o copo d’água, e o homem não tardou a lhe trazer um grande copo de vidro cheio de água, não havia nada de suspeito, nem bolhas, nem colocação ou cheiro, o que garantiu para a médica uma boa dose de refrescancia visto a água estava um pouquinho gelada.

- Obrigada, eu precisava disso. – Disponha sempre senhorita. – Respondeu o homem.

Ao observar o local a médica não conseguia tomar nota de nada que fugisse do normal, apenas pessoas trabalhando, indo e vindo de um local para outro, e trabalhando em madeira, era uma marcenaria afinal.
- Poderia dar um recado ao rapaz ali por mim? – Se referiu a Gregory – Diga a ele, que fui resolver uns assuntos no instituto aqui perto, para me encontrar por lá. Obrigada.

Dito isso Akane saiu do local, se dirigindo ao instituto. Por fora o prédio era enorme, uma construção notavelmente bela e de requinte. Por dentro o instituto se assemelhava muito com uma biblioteca, o centro tinha um designe de um cilindro, 4 andares abertos com paredes repletas de armários com os mais diversos tipos de livros, no térreo o meio do cilindro existia várias maquinas e engenhocas usadas para experiências e demonstrações. O local se expandia com várias outras salas que variavam de salas de estudos individual para laboratórios de pesquisas. Inúmeros estudiosos se encontravam ali, muitos deles pareciam caçar mentes avidas para que pudessem passar o conhecimento que detinham.
Nas laterais se encontravam as escadas que davam acesso aos andares circulares de cima, no teto uma bela abobada representando um céu estrelado.


Shannon


Entrar naquele bar desconhecido e ver 4 figuras com exatamente a mesma descrição da pessoa que Shannon buscava a deixava um tanto quanto frustrada, o que ela poderia fazer pra descobrir qual deles seria o culpado? Mas a garota nem por um segundo considerou o fato de que... Poderia ser nenhum daqueles! A ilha era grande, deveria haver centenas de velhos barbudos perambulando pela cidade. E além disso... Ela ouviu aquilo de uma arvore, santo caralhinho a garota é totalmente louca.

A ideia que ela teve logo depois só comprovava isso...
- Olá rapazes e senhoritas! Eu vim de muito, muito longe para mostrar uma música que eu mesma compus para alegrar vocês! E atenção, eu não cobro nada por isso. Só vim aqui para mostrar o verdadeiro significado do amor, porque sem o amor, quem somos nós? – As palavras da garota de início soavam um pouco acanhadas, mas devido a sua experiência atuando (que ela nem sabia que tinha) acabou se acalmando e falando de forma graciosa, as pessoas pararam o que estavam falando e ficaram encarando aquela bela mulher que estava no meio do bar falando coisas sobre amor, não pareciam estar na “vibe” para aquilo.

- Como ela sabe que a ama? – Falou atuando muito bem e se aproximou de um dos velhos, tocou sua barba – Como ela sabe que é sua?
- Como ela sabe que a ama? – Respondeu o velho em um tom de voz perfeitamente equilibrado... Um notório cantor.

Shannon deu início a sua performance e para sua surpresa não só aquele velho barbudo se levantou para acompanha-la na cantoria, como também os outros 3, um deles com um tambor, outro com um alaúde o terceiro uma flauta... Eram uma trupe de bardos. A cantoria que teria sido nada mais do que vergonhosa se a tivesse feito sozinha agora estava sendo um show completo, 2 vocais com timbres magníficos e uma banda que sabia acompanha-los com destreza. Shannon cantou e dançou, distribuiu flores e recados, até que enfim chegou ao fim da apresentação.

- Obrigada por terem gostado do meu... Show! Mas isso não foi o que realmente eu vim fazer aqui. Sabe? Essa ilha é tão bonita, não sei se é por que vocês estão nelas, mas vou dizer em... Que beleza de lugar! Eu adorei ter vindo pra cá, e o que eu mais gostei foi ver as lindas árvores e flores, então eu peço por favor a vocês, mantenham-nas lindas! – Com o fim da apresentação todos aplaudiram e festejaram, a trupe de bardos continuou a tocar outras músicas, ou seja... Todos ignoraram as frases seguintes que Shannon tinha para dizer...

Um grupo de anões entraram no bar (homens anões), sete no total, todos trajando vestes rusticas e meio sujas, pareciam caçadores, ou mineradores... Algo do tipo. Olharam em volta e se dirigiram em meio a algazarra para o bar.


Sofia


Tendo enfim conseguido achar um local onde poderia ter uma instrutora, Sofia se sentia bastante feliz e animada com o que estava por vir. Pollo por sua vez não estava interessado em ficar ali esperando a garota terminar, mesmo sendo claro a sua devoção por ela, ele iria se entediar logo.
- Minha senhora, eu vou dar uma volta pela cidade tudo bem? Não tardo a retornar! – Dito isso ele saiu deixando Sofia a sós com sua mestra.

Deram então início ao árduo e complicado trabalho de ensinar (por parte de Adrianne) e de aprender por parte de Sofia. Depois de muito tempo gasto, enfim puderam observar o fim do processo satisfeitas.

- Falando sobre coisas que eu ainda tenho para fazer... havia prometido uma arma nova para uma amiga minha, e também queria fazer uma foice melhor, o equilíbrio desta não é grande coisa... – Adrianne a olhava com os olhos atentos. – Será que eu poderia usar a forja daqui para isso? Quer dizer, eu posso pagar pelos materiais e tudo mais se for necessário, mas preciso de um local para trabalhar, e este me parece ideal. Se for possível é claro, você já me ensinou tudo isto e eu realmente não quero acabar pedindo demais! De fato acho melhor deixar esta besta com você, sabe como compensação pelo tempo e materiais...

- Ah... É só isso? Porque não disse logo então? – A mulher riu. – Pode usar a vontade a forja, mas temo que eu não tenha material o suficiente para uma espada e uma foice, se for fazer, terá de escolher uma delas, ou ir atrás de mais matéria prima, estou com pouco metal em minha reserva, tenho de esperar a próxima entrega.

Tendo dito isso, só restava Sofia decidir se iria partir, fazer apenas uma das armas ou ir em busca de matéria prima e retornar ali.


Zed


Sidney tinha gostado daquela sensação que ele estava sentindo, mas ao contrário do que tinha pensado, aquela ervas amassadas não eram um relaxante muscular... Bem, não ainda. Elas seriam usadas como base para confecção de uma pasta que deveria ser colocada sobre o local machucado para inibir a dor e ajudar o musculo a reconstruir as fibras necessárias... Mas naquele estado. Bem, era uma erva alucinógena.

O sentimento de calmaria estava ficando cada vez mais forte e também agradável, Sid esqueceu suas dores, sua mente estava livre para pensar na melhor escapatória mesmo estando sobre pressão. Não havia janelas, e tinha espaço para se esconder debaixo da cama. Sendo assim, o seu plano foi facilmente executado.
Grade do duto de respiração aberta, mesa próxima da entrada do duto, utensílios sobre a mesa, saco de erva alucinógena em suas mãos, encolhido debaixo da cama, cobertas cobrindo as laterais para que não fosse visto. A porta do quarto se abriu.

6 pés passaram pela entrada, 3 pares, um deles era feminino e pela pele era uma mulher de idade, as vozes logo o fizeram reconhecer a senhora que o ajudou como sendo a dona daqueles pés. – Onde o garoto foi parar? Droga!
- O duto! – Foi possível ver um dos pares de pés se aproximar e logo em seguida a cama se curvar com o peso de um corpo, Sid se encolheu mas não adiantou, suas costas foram pressionadas e a dor veio à tona, se segurou muito para não emitir nenhum ruído. – Parece que ele fugiu por aqui. Mandem cercar o local, não podermos deixar esse garoto fugir!

A velha saiu da sala seguido do outro par de pés. A pessoa que estava sobre a cama demorou a descer e seria o último a sair da sala... Isso se não fosse pego de surpresa pelo gatuno. – Não grite, não tente fugir, se não... – A lâmina fazia o pescoço do homem sangrar, ele acenou com a cabeça concordando em não reagir. Zed se sentia ainda mais estranho... – Primeiro e mais importante: Qual o nome dessa erva?

- Que? Isso é pasta de xilóca-ana? Por que você... Ah... – O guarda notava a pasta espalhada no rosto do garoto. – Xih...

- E por que exatamente eu fui pego?... Além de tentar matar a velinha... – A partir desse momento em diante nada fez mais sentido para Sid, o mundo se desfez em sons estranhos e visões psicodélicas, um macaco vestido de astronauta flutuava pelo ambiente batendo dois pratos metálicos um no outro, um grupo de guaxinins estavam armados até os dentes e vestidos como mafiosos, prestes a interromper um jogo de poker de gatos, a troca de tiros foi sangrenta mas as armas faziam som de patos. Um pinguim que Sid não sabia como, mas sabia que se chamava Gunter lhe deu um tapa na cara e fez “kuen”.

Quando o gatuno recobrou consciência o guarda já estava morto, ele o tinha matado. Já um pouco melhor daquela loucura toda, Sidney começou a vestir as roupas do guarda, mas enquanto colocava as calças da marinha, foi interrompido por um guarda que apareceu na porta. – Kaiou porque está demorando tant... – O guarda ficou paralisando olhando para Sidney, que retornava o olhar tão paralisando quanto o guarda.


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MensagemAssunto: Re: [CF] PT II - Férias em família   [CF] PT II - Férias em família - Página 4 EmptyQui 28 Abr 2016, 23:45

Meu plano era um sucesso em boa parte. Despistava a todos, conseguia uma pessoa para interrogar, mas o que não contava era com as alucinações, principalmente com Gunter, de alguma forma sabia que confiava nele por que o maldito tinha de me acertar? Infelizmente, foi quando percebi estar alucinando e já ter matando o maldito marinheiro. “Filho da puta...” Meus lábios silenciosamente acompanharam meu pensamento.

Comecei então a trocar de roupas, e quando estava começando a vestir as calças, um dos outros marinheiros voltou a sala procurando pelo amigo atrasado, e novamente me vi chocado com a inesperada presença, mas rapidamente já me coloquei a agir, o elemento surpresa pouco iria ainda durar, e se fosse rápido o suficiente ainda poderia pegá-lo antes que terminasse de se preparar para contra-atacar. Largava a calça de lado e abria em disparada com a adaga em mãos, iria me certificar que ela ainda estava comigo após meu surto e apagão temporário.

Assim que reduzisse a distância, esperava que seu tempo de reação fosse mais lento, pelo fato de que ele provavelmente usaria um sabe ou qualquer tipo de arma mais demorada a se sacar. Iria usar isso a meu favor para apunhalar sua garganta e puxá-lo para dentro da sala. O mantando instantaneamente e ao mesmo tempo tentando tirá-lo da vista de possíveis passantes no corredor.

O puxaria em um movimento circular, jogando-o para dentro da sala e ficando de costas para a porta, e logo em seguida usando elas para fechar a mesma. – Bate na porta da próxima vez caralho, quer me matar do coração? – Cochicharia ainda em estado de euforia.

Caso o homem fosse rápido o suficiente para sacar sua possível arma e tentar aparar meu ataque, iria seguir o movimento e quando nossas armas entrassem em contato, faria uso da pequena lamina para tentar deslizar elegantemente a adaga e então passar pela guarda e alvejar novamente seu pescoço, onde seria uma morte muito mais rápida e silenciosa. Fazendo o mesmo movimento de puxá-lo para dentro do quarto em qualquer situação que ele acabasse morto, e rapidamente.

Outra alternativa, caso isso não fosse possível, era simplesmente realizar uma estocada contra o peito na tentativa de atingir o coração. Seria minha segunda alternativa se ou quando meu ataque inicial falhasse.

Na hipótese de me atrapalhar com a calça e acabar por cair, rapidamente iria tentar me levantar e fazer o que já havia tentando fazer antes de jogá-la para o lado. E se de alguma forma, o tempo de reação do guarda fosse superior ao meu e conseguisse sacar sua arma e colocar-se em uma posição favorável para o ataque, iria tentar aparar o golpe com a adaga, não bloqueá-lo, apenas segurar sua arma antes de me tocar por mínimos instantes apenas para ter a oportunidade de contar seu corpo pela lateral e usar a lamina para atacar a garganta.

E a qualquer momento, se ele sacasse qualquer tipo de arma de fogo, iria correr em ziguezague tentando evitar ser atingido por um projetil e seguir me aproximando para mata-lo da mesma forma antes citada. Preferencialmente antes que pudesse efetuar um único disparo já que isso iria atrair muita atenção indesejada.

Se obtivesse sucesso em eliminar o guarda, iria voltar ao ato de disfarce e trocar rapidamente de roupas, desta vez ficando logo atrás da porta, apenas por segurança, se uma nova alma viesse a abri-la, iria mover minha mão por detrás da mesma e puxá-la cômodo a dentro e já aplicar um corte fatal.

Assim que vestido, voltaria a dar uma rápida atenção ao cabelo, se não existissem bonés ou semelhante cortá-lo-ia como antes pretendia fazer, mas preferindo por um boné ou semelhante. Disfarçado, iria seguir pelo corredor de cabeça baixa a procura de uma saída, evitando encontrar principalmente com a velha e se possível com outros marinheiros. Mas não sem antes me certificar que também levava em um dos bolsos as ervas.

Se conseguisse chegar ao primeiro andar, sequer esperaria pela porta principal se visse um corredor vazio com janelas abertas, iria simplesmente pular e tentar aguentar as possíveis dores que poderiam surgir disto.

Se chegasse enfim ao lado de fora, sequer olharia para trás antes de sumir em meio a multidão e me afastar rapidamente do hospital antes que notassem minha falta, melhor, a falta dos dois guardas.


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MensagemAssunto: Re: [CF] PT II - Férias em família   [CF] PT II - Férias em família - Página 4 EmptyDom 01 Maio 2016, 11:40


- Opa! Tem um outro aprendiz? Ah, e com licença, terei que sair para falar com essa mulher. Tipo... Ela é uma moça do instituto que quer... Criar uma parceria. Sim, isso mesmo. Vou lá falar com ela e volto já. - Me afastaria em direção a saída enquanto diria aquelas palavras de forma lenta, para que assim minha mente tivesse tempo de arrumar alguma desculpa. Sim, eu fui pego de surpresa pelas palavras daquele homem e acabei tendo que tentar explicar minha situação. Mas não ligava muito para isso, pois assim que eu terminasse minha fala eu já sairia da marcenaria com passos apressados, ignorando tudo na cara dura.

- Instituto? - Me perguntaria assim que estivesse fora. Eu começaria a andar sem rumo, pois não tinha realmente vontade de seguir Akane até aquele lugar. - Me desculpe, Akane, mas tenho meus objetivos. Adiá-los só me causariam mais tédio. - Com isso em mente, olharia em volta e buscaria encontrar o caminho para a cidade. Se eu não conseguisse achar ela, estaria disposto a perguntar para moradores ou buscar sinalizações em placas ou coisas do tipo. Se não conseguisse achar com isso, recorreria a minha audição e procuraria achar focos de barulho que aparentassem ser um centro urbano. Assim que encontrasse o caminho até a área urbana, rumaria em direção a mesma com passos despreocupados.

- Dessa vez você foi mesmo ousado, Gregory. - Resmungaria essas palavras para que apenas eu conseguisse ouvi-las. - Mas eu não tenho culpa. Bundas são incríveis. Ouvi falar que admirá-las faz bem para a saúde do coração... Como que algo tão maravilhoso não tem um dia definido como feriado internacional? - Balbuciaria aquilo e por fim daria uma pausa para rir para logo em seguida continuar com meus sussurros. - Mas e Akane? Será que ela não gostou daquilo? - Começaria a refletir. Não sabia muito sobre mulheres ou o que se passava em suas cabeças e isso chegava a ser desesperador. Já tentei ser gentil, retraído, ousado, extrovertido e até tarado e nada funcionava. - Não sei... Mas acho que isso mexeu com seu coração. - Manteria minha indiferença, pois não adiantaria lamentar pelo que já passou.

- Oh, Gregory, por que não veio atender o meu chamado? Estou tão só sem sua companhia - Mais uma vez eu imitaria Akane, transparecendo minha fantasia.

E nesse momento, eu pararia de andar. Meu coração doeria, mas eu tentaria aliviar enchendo meus pulmões de ar para me desculpar. - Perdão. Mas nesse momento eu estava entediado. Queria ficar longe de qualquer coisa que me lembrasse estudos! Mas não se preocupe, pois um dia eu voltarei e te abrigarei em meus braços. - Concluiria minha conversa solitária com palavras repletas de determinação.

Durante minha conversa comigo mesmo eu continuaria a seguir em meu caminho. Tentaria sempre evitar passar por perto do que parecesse ser relacionado com a marinha, sejam pessoas ou construções. Durante minha caminhada, fitaria todas as localidades em busca de sinais de revolucionários ou de algo que pudesse ser interessante para mim. Não tinha um destino certo, apenas procuraria algo que me fosse útil ou que me chamasse a atenção.

Caso alguém da marcenaria tentasse me parar por algum motivo, tentaria o ignorar e seguir a passos largos para longe dali. Se preciso, usaria de minha agilidade para correr e também para dribla-los usando uma finta simples onde eu fingiria que me impulsionaria para um lado usando de um passo falso e longo em seguida eu girava para o lado oposto para tentar arrancar em uma corrida nessa direção.

OFF: Depois eu aprendo arrombamento com um NPC que manje do assunto.

HISTÓRICO:
 
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Pensamentos
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Ryuza Ying
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MensagemAssunto: Re: [CF] PT II - Férias em família   [CF] PT II - Férias em família - Página 4 EmptyTer 03 Maio 2016, 11:42

Gregory


- O que? Outro aprendiz? Mas era pra eu ser responsável apenas por um. – O instrutor parecia confuso com tudo aquilo, e bastante irritado.

- Opa! Tem um outro aprendiz? Ah, e com licença, terei que sair para falar com essa mulher. Tipo... Ela é uma moça do instituto que quer... Criar uma parceria. Sim, isso mesmo. Vou lá falar com ela e volto já. – Enquanto falava o pirata ia se afastando aos poucos, dando passos lentos e largos.

- Hey, o que? Aonde você vai? – Perguntou o anão.

Gregory não parou para responder, saiu pela porta da marcenaria e ganhou a fuga dando passos rápidos, quase a ponto de sair correndo. Mas logo ele percebia que não estava sendo seguido por ninguém da marcenaria, porém não seria bom voltar lá algum dia.
O pirata já estava bem perto do centro da cidade, o caminho pelo qual Akane o tinha guiado o favorecia para tal, não foi difícil encontrar uma rua que o levasse até lá. Durante o percurso ele ia tento seus devaneios e conversando consigo mesmo, pensar em deixar a sua amada esperando o deixava meio receoso, mas era um homem e precisava agir como tal quando o assunto era ficar entediado.

As ruas estavam movimentadas, e um movimento ainda maior de marinheiros. Em cerca de 20 metros percorridos Gregory avistou cerca de 15 marinheiros andando com pressa de um lado para o outro, nenhum deles notou sua presença, ao menos não como a de um procurado, enquanto caminhava tentando manter distância dos marinheiros e ao mesmo tempo encontrar algum sinal de presença revolucionaria, o boxeador acabou por se esbarrar com um velho que carregava uma sacola com nabos, que acabou rompendo no impacto e fazendo com que o nabos caíssem e rolassem pela rua.
- Ninguém hoje em dia olha mais por onde anda? Mas que droga é essa? Já não basta esse enxame de marinheiros?


Zed


Depois de alguns instantes paralisado pela chegada repentina do guarda, Sidney caia por si e dava início a sua movimentação, ao tentar se mover em direção ao oponente se embaraçou nas calças que estava ponto o que o atrasou um pouco, dando tempo para que o oponente pudesse despertar do seu transe – Uahhh – Gritou o guarda, só agora reagindo àquela cena. O gatuno já tinha se livrado das calças nesse momento, e já estava a dois passos do inimigo, o guarda teve tempo apenas de puxar sua katana e a erguer diante do corpo, mas nada mais que isso.

O pescoço do alvo estava protegido pelo seus braços e pela sua arma, sendo assim, a única forma seria atingi-lo no peito, e assim Sidney o fez, a lâmina cravou na carne do alvo desviando da grade torácica, o marinheiro aos poucos perdeu sua força, mas não antes de descer com sua espada com o auxílio da gravidade e efetuar um corte de raspão na bochecha do seu assassino.

O garoto problemático puxou o soldado para dentro do quarto e retornou ao seu plano de trocar de roupa, mas agora havia mais um problema, outros guardas tinha ouvido o grito ecoar pelo hospital, era possível ouvir passos em correria e murmurinhos a distância. Se disfarçou às pressas e retalhou o seu cabelo, pegou os seus pertences e seus espólios de batalha (a droga) e saiu porta a fora como passos rápidos.
O hospital estava vazio, da mesma forma como quando ele chegou ao lugar, isso lhe era favorável, o que não o favorecia era o fato de estar em uma ala do hospital que não conhecia, sendo assim não sabia para onde ir.

Vagou um tempo pelos corredores até que enfim pode encontrar um caminho rumo a saída. Se o rapaz tivesse se baseado pelas placas nos corredores teria conseguido fugir muito antes.
A entrada do hospital estava repleto de marinheiros, Sid pode ver a velha que cuidou dele, ela estava conversando com um oficial de patente superior, ela estava amostrando algo para esse oficial... Algo que o gatuno reconhecia, e que lhe pertencia. Ele pode ouvir 2 soldados conversando.
- Serio? Parente do capitão?
- Sim, ele está vindo para cá, precisamos encontrar o cara logo.

Ao avistar um corredor com uma janela que dava para o lado de fora, Sidney não pensou duas vezes, dobrou naquela direção e pulou a janela, finalmente livre em meio a cidade... Não por muito tempo. Um guarda que passava por ele indo em direção ao Hospital falou. – Hey! Você! O que está fazendo? Não ficou sabendo das ordens?
Lembrando para os desavisados, apesar de disfarçado, as roupas que Sidney estava usando continha respingos de sangue da batalha, se alguém chegasse próximo o suficiente poderia vê-las e se perguntar o porquê da farda de um marinheiro estar salpicada de sangue fresco.
A rua era espaçosa e estava bastante movimentada.
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MensagemAssunto: Re: [CF] PT II - Férias em família   [CF] PT II - Férias em família - Página 4 EmptySex 06 Maio 2016, 14:47

緋色





Aprendizagem de Psicologia

Assim que adentrei o local meus olhos se maravilharam com tamanha abundância de conhecimento. Por um segundo meu semblante frio e inexpressivo tomou uma tonalidade alegre incomum enquanto o brilho em meus olhos parecia ser tão intenso quanto lâmpadas acesas. Continuei vasculhando o local ainda da porta com a visão enquanto me maravilhava com aquele lugar, como podia em Baterilla haver um local tão incrível assim e eu não me lembrar dele? Era inacreditável.

Finalmente parei de perder tempo às portas daquele lugar e comecei à caminhar prédio à dentro, chegando à recepção contendo minha emoção diante da amplitude de conhecimento que eu poderia adquirir ali.

- Pois não, em que posso ajudá-la? - perguntou a recepcionista do lugar com um sorriso de orelha à orelha.

À essa altura do campeonato minha alegria já estava um pouco mais camuflada apesar de eu ainda sorrir um bocado desde que entrei ali.

- Onde fica a ala de Livros médicos? Medicina, Saúde e coisas do tipo. - disse a ela.

A moça logo olhou em seus registros demorando um pouco à me voltar o olhar e fez um gesto pedindo um segundo. Talvez ela fosse nova ali, afinal ela mesmo não tendo demorado muito à responder teve que buscar nos registros o local onde guardavam determinados tipos de livro, o que de fato demonstrava pouca familiaridade com o ambiente, ou pelo menos essa era minha vaga hipótese sobre o assunto, afinal, eu não tinha como ler a mente dela ou saber exatamente o que ela pensava.

- Ala A, segundo andar. - respondeu ela com um sorriso.
- Obrigada. - disse antes de me retirar dali.

Me dirigi então às escadas do lugar, caminhando vagarosamente enquanto pensava um pouco à respeito do ocorrido há pouco. Há algum tempo eu vinha tentando analisar a forma de pensar das pessoas e como funcionava sua psiquê, não que fosse algo tão importante à se pensar ou interessante saber sobre as perturbações das mentes das pessoas, porém como uma Pirata em ascensão e médica praticante da profissão, eu precisava de um meio para ajudar meu bando de uma forma um pouco melhor do que apenas com curativos e tratando seus ferimentos. Salvar suas vidas implicava em mais do que apenas isso, assim como havia ocorrido em Briss, fui separada deles e encontrei um oponente que apesar de fraco me deu certo trabalho para derrotá-lo, tudo porque não consegui ser rápida o suficiente para matá-lo sem levantar suspeitas, o que me levou à pensar: "Sou fisicamente mais fraca, meus talentos estão na inteligência, portanto se eu conseguir prever o modo de pensar do adversário, posso ter uma vantagem maior".

Sem perceber terminava de subir os lances de escada e chegava ao local indicado pela recepcionista, o meu alvo, livros referentes à saúde e medicina. Passei então à caminhar pelo local sem pressa, eu precisaria de algum tempo ali para refletir, manter a cabeça fresca e as ideias no lugar. Passei pelo corredor encontrando em uma prateleira inúmeros livros, dentre eles alguns falando à respeito de Medicina, Cirurgias, Farmacologia, Anatomia, Fisiologia humana, mas nenhum desses era o que eu queria, pela primeira vez na vida eu estava focada em outra área, a área da mente. Depois de alguns minutos caminhando encontrei alguma coisa interessante: "A Psiquê", era o que estava escrito na capa do mesmo.

"Encontrei" - pensei comigo mesma abrindo um meio sorriso nos lábios.

Caminhei com o tal livro para longe dali, para uma das salas de estudo individual, no mesmo andar, assim ficaria fácil para mim devolver o tal livro para a mesma prateleira. Encontrei uma mesinha e abri o livro começando à ler o mesmo com calma, sem um pingo de pressa no olhar. As primeiras páginas como introdução, falando à respeito do autor e outras coisas mais, mesmo assim não deixei de ler. Não tinha pressa, afinal Gregory deveria estar na marcenaria ainda então porque eu deveria me apressar?

- Psique é a palavra que é usada para descrever a alma ou espírito. - lia para mim mesma, quase como num sussurro. - Psicologia é o estudo científico dos processos mentais e do comportamento do ser humano e as suas interações com o ambiente físico e social. A palavra provém dos termos psico, que significa alma ou atividade mental e logia que significa estudo.

Prosseguia com minha leitura, agora próximo à página 15 do livro. Havia entendido o conceito, e que a psique humana consiste nos processos psíquicos que podem ser conscientes ou inconscientes. Prossegui com a leitura encontrando mais referências durante minha leitura e bocejei por um instante, talvez eu precisasse tirar um cochilo ou possivelmente fosse apenas uma reação do cérebro tentando manter a concentração naquele livro. Mais alguns minutos de leitura e lá estava eu na centésima página do mesmo. Me apoiei sobre o punho com o rosto e virei mais uma página prosseguindo com minha leitura.

- A psique humana está dividida em três partes: o Id, o Ego e o Superego. - li mais um pouco. - O ID, constitui o reservatório de energia psíquica, é onde se localizam as pulsões de vida e de morte. As características atribuídas ao sistema inconsciente. É regido pelo princípio do prazer. O Ego é o sistema que estabelece o equilíbrio entre as exigências do id, as exigências da realidade e as ordens do superego. A verdadeira personalidade, que decide se acata as decisões do Id ou do Superego. O Superego, origina-se com o complexo do Édipo, à partir da internalização das proibições, dos limites e da autoridade. É algo além do ego que fica sempre te censurando e dizendo: Isso não está certo, não faça aquilo, não faça isso, ou seja, aquela que dói quando prejudicamos alguém, é o nosso “freio”.

Estava começando à entender um pouco mais sobre o funcionamento da mente e aos poucos pensava nos meus novos aliados, cada um deles tinha um comportamento notavelmente singular. Gregory era o pervertido, apesar de me parecer um homem valente e determinado, ele sempre pensava algum tipo de perversão relacionada à mim ou às demais moças da tripulação. Kurihara-kun por outro lado tinha complexo de superioridade, Megalomania, disso eu tinha certeza já que ele acreditava ser um deus. Ri comigo mesma por um instante imaginando no que cada um deles se encaixava e logo me veio à mente a nova garota, franzi o cenho pensando que eu realmente não sabia nada a respeito daquela mulher e isso me incomodava um bocado. Sofia por sua vez me tirava alguns sorrisos, as vezes ela parecia extremamente irritada, tão impaciente quanto ingênua ao ponto de não conseguir guardar a língua dentro da boca, mas isso fazia dela alguém única, assim como os demais.

- Neurose trata-se de uma reação exagerada do sistema nervoso em relação a uma experiência vivida. Neurose é uma maneira da pessoa ser e de reagir à vida. O Enfermo tem plena consciência do seu problema e, muitas vezes, sente-se impotente para modificá-lo. - li.

Entrava na área do livro que falava um pouco mais à respeito das reações ocorridas no cérebro humano, o que realmente me fascinava segundo à segundo. Não sabia quanto tempo já havia passado desde que eu tinha me sentado para ler aquilo, porém eu já estava mais ou menos na metade do livro.

- Psicose, O sujeito que está patologicamente afetado, vive em um mundo à parte, no qual ele interage com seres e objetos irreais, ao mesmo tempo em que se ausenta cada vez mais da realidade concreta. Ele pode, assim, vivenciar alucinações, delírios, modificações em suas atitudes, a mente confusa, e nem mesmo percebe que está agindo de uma forma estranha. Assim, ele não consegue se relacionar normalmente com as outras pessoas, nem realizar seus mínimos encargos do dia-a-dia. - li mais uma parte.

Mais algum tempo de leitura e eu trocava de posição, havia me reclinado na cadeira, me debruçado sobre a mesa com os dois cotovelos sobre a mesma enquanto apoiava o rosto sobre os punhos ou até mesmo voltando à posição inicial só que com o outro braço que já doía um bocado. Algum tempo depois, havia finalmente encerrado a minha leitura e pegava o livro em mãos caminhando pelo Instituto uma vez mais e levando o livro de volta à sua prateleira colocando-o no lugar. Decidi dar uma volta por ali e observar o comportamento das pessoas, talvez fazer um pequeno teste de meus novos conhecimentos fosse interessante.

Subi mais um andar caminhando por entre as tantas pessoas que se encontravam por ali até ver um grupo de estudiosos, pareciam planejar algum experimento então apenas fiquei monitorando à distância enquanto pensava um pouco à respeito. Um deles usava terno e gravata borboleta, algo um tanto incomum, já que poucas vezes na vida eu tinha visto alguém tão bem vestido quanto ele. Exibia classe, pela boa aparência e a forma como falava, mas ainda assim havia algo de estranho, ele falava alto numa biblioteca, os olhos cansados não deixavam que ele negasse estar noites e mais noites sem dormir, talvez planejando seu novo grande projeto inovador, ou talvez estivesse com algum problema em casa. Continuei à observá-lo por algum tempo e acabei decidindo me unir ao grupo. Eu tinha grande facilidade de aprender e por essa razão me desafiava à testar meus limites, então observar aqueles homens me era uma tarefa interessante à ser efetuada. Voltei os olhos à ele enquanto ele dizia coisas sem muito sentido à princípio, um professor, filósofo, o que era de fato estranho já que haviam tantos homens da ciência naquele lugar e ele ali um pensador, um desafiador do que é real e considerado "verdade" no meio de tantas mentes lógicas? Era o mesmo que colocar um ser vivo no meio de uma pilha de engrenagens e pistões em andamento. Foi aí que entendi, olhando de perto apesar das vestes bonitas e da boa aparência, ele não era exatamente quem dizia ser.

- E é por isso... - dizia ele antes que eu viesse à interrompê-lo.
- Um homem com olheiras nos olhos, bem apessoado e de fala mansa, tentando interagir com cientistas, poderia sim muito bem passar-se por um deles, se não fosse a conversa não coerente a fala em tom de voz elevado e as tentativas de ludibriá-los. Isso é um artifício, na verdade ele não é rico, as roupas nem sequer são dele, são alugadas ou emprestadas. Seus olhos demonstram noites em claro, não porque ele estava trabalhando em um projeto, mas sim porque perdeu noites de sono preocupado em conseguir uma forma de arranjar dinheiro antes que sua família viesse à perecer. Há marcas em suas mãos, arranhões talvez, mas é notável que foram feitas por unhas humanas, brigas com a esposa que na certa o tem ameaçado por ele não conseguir sustento para o lar e foi pra isso que ele veio aqui... Se misturar entre os grandes nomes da cidade e surrupiar um dos projetos, não um qualquer, mas um que pudesse torná-lo rico e famoso aqui em Baterilla. Você é só um charlatão que apesar das adversidades da vida, não justifica o fato de tentar crescer na vida passando por cima das pessoas. - disse em voz baixa mas audível e sem emoção alguma.

Mantinha os braços cruzados enquanto começava um murmurio no meio deles. Talvez tivessem me reconhecido como a garotinha maluca que corria pela cidade dizendo que os Marinheiros tinham matado seu pai. O homem sobre o qual falei aquilo começou a suar, notei uma gota de suor escorrendo-lhe pela testa enquanto ele ficava pálido: queda de pressão, o que significava que eu tinha acertado na mosca. Sorri de modo cínico de canto enquanto todos me olhavam e ele se preparava para abrir a boca e revidar.

- Antes que diga algo mais... Ou qualquer um de vocês se pronuncie. Perguntem-se, onde estão as credenciais do tal professor e porque de repente ele está tão nervoso. - disse antes de dar as costas.

Olhei de canto enquanto caminhava o cerco se fechar ao redor do homem. Que maldade eu havia feito, mas não me arrependia daquilo, já que era um teste, um simples teste pelo bem do conhecimento, do meu próprio é claro, mas era pelo bem da ciência.





Objetivos:
 

Histórico:
 

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Última edição por Akane Kazumi em Qui 19 Maio 2016, 11:56, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: [CF] PT II - Férias em família   [CF] PT II - Férias em família - Página 4 EmptySex 06 Maio 2016, 17:54

Assassinar um segundo marinheiro, trocar de roupas, picotar meu cabelo. Tudo feito e preparado para o disfarce. “Eu gostava do meu cabelo.” Lamentava mas sem tanta importância assim enquanto saia daquela sala e me apressava para sair do lugar. Por algum motivo sequer me dei ao trabalho de seguir as placas de indicação para chegar até a saída. Ainda assim, cheguei ao térreo e pude ouvir uma conversa no mínimo interessante. “Parente do capitão? Como assim?” Me perguntava. “Aquele velho tinha algum parentesco com o capitão do que QG da ilha?” Havia feito uma bela merda. Mas ainda assim sorria, embora precisasse conter aquela expressão de felicidade rapidamente devido ao disfarce. “Então é por isso que estavam atrás de mim? Malditos tanto trabalho por um presunto vencido... Pelo menos eu vou arrumar uma bela diversão por aqui.” Pois é... Havia feito um inimigo terrível, o capitão da marinha.

Seguindo meu caminho, saia pela janela e era avistado por outro marinheiro. Ele parecia um marinheiro simplório mas questionava a respeito de minhas ordens. “Ordens? Do que diabos ele- “ Levou-me alguns breves instantes para lembrar do disfarce de marinheiro.

- Não temos tempo a perder. – Elevei meu tom e apontei para as rua do qual o guarda estava vindo. – O garoto foi por ali. Vamos logo! – Ameacei correr na direção do guarda, como se juntos fossemos perseguir um criminoso, e pelo que bem entendia, as ordens diziam que eu era o alvo, mas isso era algo a ser confirmado ainda.

Tinha esperanças de que o guarda de imediato seguisse a perseguição, e assim que ele virasse para correr, tirando-me de sua vista, iria dobrar na primeira esquina que houvesse e procurar rapidamente por algum tipo de beco escuro ou lugar onde pudesse me esconder, mesmo que brevemente. Apenas o tempo de retirar aquele uniforme. “Devo jogá-lo fora?” O uniforme de marinheiro era uma carga que atrapalharia minha mobilidade, ainda mais do que já estava, mas se fosse devidamente limpo do sangue, era um ótimo disfarce. Decidia então dobrá-lo e leva-lo embaixo do braço e discretamente sair dali com minhas roupas casuais. Mas agora elas também poderiam me tornar um alvo, por isso meus próximos passos seriam procurar pela loja de roupas mais próxima. Se encontrasse alguma iria entrar rapidamente e procurar por qualquer roupa do meu tamanho, um conjunto completo, preferencialmente algo relativamente barato. Uma vez pego todos os itens(Camisa, Calça/Bermuda e Tenis). Iria até o balcão e coloca-las ali. – Quanto vai custar? – Perguntava com um sorriso suave enquanto tirava já uma quantidade de dinheiro que achava ser o suficiente do bolso. – Ah sim, teria também uma mochila e um provador?

Se houvessem ambos, iria até o provador me trocar e colocar tanto as vestes da marinha quanto as minhas antigas ali dentro da mochila e sairia usando as roupas recém compradas, depois de retirar todas as etiquetas e afins.

Após pagar minha dívida iria sair daquele estabelecimento e procurar por algo mais incomum, agora que minha aparência estava bem diferente da original, seria mais complicado de me reconhecerem, o que me dava certa comodidade para andar pelas ruas, ainda assim tomando cuidado com a movimentação da marinha.

No momento, buscaria encontrar pela cidade algum ponto que pudesse me levar ao mercado negro, recentemente havia aprendido alguns truques para localizá-los, de certo uma cidade como aquela deveria ter, e provavelmente algum médico clandestino para tratar apropriadamente das minhas costas que ainda estavam incomodando.

Voltando um pouco no tempo, mais especificamente no momento que havia tentando ludibriar o guarda, caso aquela tentativa não fosse o suficiente, iria tentar discretamente causar um corte em minha mão esquerda, não muito profundo, mas o suficiente para sujar-me com sangue. E me aproximaria dele com a mão ferida a amostra. – Eu fui ferido. – Diria a uma certa distância enquanto me aproximava fingindo dificuldade em caminhar. – Aquele garoto me atacou enquanto fugia. – Seguiria ainda me aproximando, até que quando próximo o suficiente iria rapidamente sacar a adaga e penetrar em sua garganta ou peito, o que estivesse exposto e mais fácil de alcançar. E de imediato iria sair do lugar rapidamente e procurar um lugar para seguir com o plano conforme já dito anteriormente.


Histórico:
 
OFF: Não foi especifico o objeto que reconhecia e me pertencia, interpretei como se fosse a medalha que tirei do velho.

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MensagemAssunto: Re: [CF] PT II - Férias em família   [CF] PT II - Férias em família - Página 4 EmptySeg 09 Maio 2016, 19:14

Distraído com tudo que passava pelos meus olhos, acabei sendo surpreendido por um baque inesperado. A voz que refletia o estresse acumulado na vida daquele velho entrava pelos meus ouvidos tentando penicá-los com aquelas reclamações - Opa, foi mal. Deixe-me te ajudar. - De imediato eu reagiria, me abaixando para parar e pegar todos os nabos, evitando que eles se espalhassem ainda mais. A medida que eu fosse pegando os legumes, iria os acomodar em meus braços, como se eu estivesse abraçando um recém nascido.

Assim que tivesse pego todos os nabos ao meu alcance ao ponto de não ter mais espaço pra pegá-los, voltaria ao senhor de terceira idade com um sorriso e entregaria-lhe com delicadeza seus legumes. - E quanto a esse teste de marinheiros? Não fiquei sabendo disso... Pode me informar o que é que tá acontecendo na ilha? - Toda a gentileza a qual eu fazia seria para chegar a esse ponto. Um agrado poderia entorpecer a falta de paciência do velho, afinal, dizem por ai que gentileza gera gentileza.

Se ele não respondesse ou não me dissesse algo esclarecedor, iria até outra pessoa para fazer o mesmo questionamento.

- Valeu pela informação. Tenho que ir agora... Ér... Pode me dar mais uma informação? Tipo... Onde eu encontro um bar aqui por perto? - Perguntaria ao velho ou à pessoa que eu tivesse abordado se minha conversa com o idoso fosse falha.

De qualquer forma, assim que tivesse minhas conversas eu acenaria brevemente e daria as costas para seguir novamente pela cidade. Em minha caminhada eu tentaria achar um bar ou algum clube de entretenimento e pelo caminho eu continuaria a evitar o caminho de marinheiros e também não desistiria de encontrar algo curioso que despertasse meu interesse.

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MensagemAssunto: Re: [CF] PT II - Férias em família   [CF] PT II - Férias em família - Página 4 EmptyQui 12 Maio 2016, 21:38

Gregory


Ao perceber o que sua distração tinha causado o pirata não tardou a pensar rápido no que seria feito a seguir. Com movimentos ágeis e habilidosos ele parou os nabos e os acolheu em seus braços, em seguida devolveu ao velho, pedindo desculpas pela sua falta de atenção e a consequência daquilo.
- Tá! Tá! Tudo bem, agora me dá licença! – Disse o velho, ranzinza.

Mas antes de seguir caminho ele respondeu a pergunta de Gregory.
- Tão dizendo por ai que tem um psicopata, pirata ou o seja lá como chamam os bandidos agora, solto por ai. – Ia falando enquanto se afastava resmungando e chutando o ar, não dando tempo para que o andarilho lhe fizesse mais alguma pergunta.

As pessoas ao redor tinham parado para observar aquela cena em meio a movimentação, mas já começavam a se dispersar. Aproveitando aquele grupo que estava perto de si, o pirata até então incógnito foi até uma velha senhora e lhe perguntou sobre a localização de um bar, ali nas redondezas.
- Ohh... Sim, meu jovem, ali na esquina tem um barzinho bem aconchegante, é um bar antigo, lembro que costumava visita-lo quando tinha a sua idade... Ah... Como eram bons aqueles tempos... – A velha continuava a falar e falar de sua vida, sem nem se dar conta que Gregory já ia se afastando.

Enquanto caminhava, o andarilho sentia algo estranho, algo como se estivesse sendo observado.


Zed


- Não temos tempo a perder. – Disse o delinquente instantes depois de ter sido chamado atenção pelo marinheiro. – O garoto foi por ali. Vamos logo! – Com a intenção de ludibriar o soldado o gatuno contava essa mentira fajuta e atuava insinuando uma corrida na direção apontada, mas para sua infelicidade, aquela farsa não parecia ter colado.

- O garoto fugiu? Pera. Que garoto? Porque os outros oficiais ainda estão indo para o Hospital? – O soldado parecia totalmente confuso. – Do que é que você está falando cara?

Vendo que seu plano inicial não daria certo, com seu instinto auto depreciador Sidney disfarçava e realizava um corte em sua mão com a adaga, e se aproximava revelando o ferimento recente para o marinheiro.
- Eu fui ferido. – Disse enquanto se aproximava do marinheiro, que por sua vez, também caminhava em sua direção. – Aquele garoto me atacou enquanto fugia.

- Você está bem? Por que não pediu para ser tratado no hospital e avisou aos demais? Está tentando conseguir uma promoção ou algo assim? – O guarda a essa altura já estava perto o suficiente para ser alvo de um ataque. – Perai... Eu não me lembro de ter te visto antes... Você é novato? Essas roupas estão meio folgadas...
Enquanto o homem estava distraído falando o criminoso sacou sua adaga pronta para atravessá-la no pescoço do marinheiro, mas um grito atrapalhou tudo.
- CUIDADO! – No momento do golpe o marinheiro se abaixou e um frisbee acertou a testa de Sidney.

- VOCÊ TENTOU ME ATACAR? – Gritou o marinheiro levantando de um salto e se afastando do gatuno. Enquanto isso um garoto vinha buscar o seu brinquedo de volta e se afastava do local como se nada tivesse acontecendo.
O gatuno iniciou uma fuga do local, o soldado ainda estava em um estado catatônico, graças a isso teve alguns segundos de vantagem até que pudesse ouvir os gritos de pedido de reforço.


:sagashi2:

Enquanto Gregory caminhava para o bar, fazendo uma curva na esquina que a velha tinha dito, algo se esbarrou com ele, não pode ver ao certo o que era, mas o resultado foi claro. Caiu no chão se embolando com alguém, sim, pelo visto era uma pessoa.
Ao terminar de se embolar e parar para observar, o boxeador avistou um garoto com cabelos picotados em sua frente, trajando uma roupa de marinheiro suja de sangue.

Não demorou para ouvir uma gritaria e vozes pedindo para que as pessoas abrissem caminho. Em meio a algazarra Gregory pode ouvir alguém gritar. – ALI! É ele mesmo! Um daqueles piratas procurado de Briss!
O local onde estavam era uma esquina em Forma de “T”. A rua principal foi a de onde veio o garoto. A outra menor era a de onde vinha Gregory, e seguindo na direção daquela rua, descia uma ladeira que dava para uma região cheia de casinhas e muitos becos. A rua estava cheia de pessoas, adultos, crianças, mulheres, homens, idosos. As vozes pedindo para abrir caminho vinham da direção em que veio o garoto, e pelo visto devido a quantidade de gente na rua, eles teriam alguns segundos até que os alcançasse. A região era comercial mas tinha algumas casas pequenas por perto.

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MensagemAssunto: Re: [CF] PT II - Férias em família   [CF] PT II - Férias em família - Página 4 EmptySex 13 Maio 2016, 02:16

Minha mentira não era o bastante para enganar o guarda, e por uma PUTA COINCIDENCIA DO DESTINO, um frisbee atingia minha cabeça, impedia o abate e também revelava minhas intenções. “Puta merda! Garoto filho de uma prostituta sem dentes do caralho.” Sequer ao certo sabia como insulta-lo, tamanha era minha raiva.

Não restavam opções, nem mesmo eu conseguiria explicar em palavras um motivo plausível para minhas ações e ainda continuar no disfarce. Não me restavam alternativas além de largar em disparada. Infelizmente, aquele não parecia ser o melhor dos dias. Afinal, enquanto tentava fugir após a mais ridícula tentativa de assassinato da história, colidia contra um passante que resultou na queda de ambos.

Um estranho loiro nada intimidador a princípio, mas pude ouvir berros a respeito de um pirata vindo de Briss. “Pirata?” Ele realmente não parecia ser um, “Muito mole.” Conclui apressadamente tentando me por de pé. – ELE É O PIRATA! – Berrei apontando em sua direção e tomando distância. – PEGUEM ELE! – Sim, o deixaria para trás enquanto seguia com minha fuga, ao menos sua presença havia sido um bom chamariz.

Usaria a confusão para tentar me infiltrar na multidão enquanto corria e ao mesmo tempo tirava as roupas de marinheiro as jogando pelo chão, de nada valeriam se fosse preso. Remover as calças poderia ser um pouco mais complicado, então iria faze-lo apenas após tomar uma boa distância. E tomando extremo cuidado para não cair no processo.

No caso de algum valente indivíduo notasse que era um criminoso disfarçado e tentasse impedir minha passada, iria usar minha adaga somada ao corpo franzino e normalmente rápido, para me aproximar tentando não ser atingido ou agarrado e cortá-lo com a lamina. Devido a pressa não iria me focar em desferir ferimentos fatais, apenas o faria se fosse muito oportuno e não fosse atrasar minha fuga.

Enquanto fugia, tentaria seguir em rumo aos becos escuros, facilitando minha fuga para despistá-lo. E enquanto fugia, tentaria também procurar por uma clínica clandestina, hospitais não eram seguros. Com meus conhecimentos acerca de atividades ilegais, reconhecer um lugar assim não deveria ser um grande desafio se estivesse no caminho correto.

No caso de ter sucesso na fuga e de encontrar o lugar, ao entrar seria direto com o médico. – Eu preciso que de um jeito nas minhas costas. – Ainda sentia a dor, embora mais moderadamente do que antes. – Cai de um lugar bem alto, mas é melhor não fazer muitas perguntas. – Por ser um médico irregular, provavelmente não se importaria tanto, ao menos assim achava.

- E... – Lembrava-me então. – Isso! – Diria tirando do bolso o saco com a erva pega do hospital. – Xilóca-ana foi como o cara chamou. Saberia me dizer os efeitos e possíveis efeitos colaterais? – Preferencialmente queria que a explicação viesse durante o tratamento de minhas costas. Tinha certa pressa quanto a isso, principalmente agora que sabia que estava sendo caçado. “É... Brincar com os marinheiros agora parece meio perigoso... Muito mais perigoso do que divertido, é melhor eu controlar esses impulsos.” E era um fato, até então estava agindo impulsiva e institivamente, até demais.


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