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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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ADM.Tidus
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MensagemAssunto: [CF] PT II - Férias em família   [CF] PT II - Férias em família - Página 3 EmptyDom 27 Mar - 11:45

Relembrando a primeira mensagem :

[CF] PT II - Férias em família.

Aqui ocorrerá a aventura dos(as) civis e piratas Gregory W. Ross; Sidney Thompson; Sofia Schwarz; Shannon Jay; Kurihara L. Riki. A qual não possui narrador definido.


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Ryuza Ying
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MensagemAssunto: Re: [CF] PT II - Férias em família   [CF] PT II - Férias em família - Página 3 EmptyTer 12 Abr - 23:29

Akane e Gregory


Ouvir aquela conversa deixou a jovem espadachim um tanto quanto receosa por alguns instantes, mas logo se acalmou visto que os indivíduos se afastaram do local onde ela estava a deixando para trás com os seus pensamentos. Pensamentos esses que se remetiam a aquela ilha, ao seu atual grupo e as suas ambições, enquanto perdida em seus pensamentos, a médica avistou ao longe a silhueta de uma pessoa, que ao se aproximar identificou como sendo Gregory.

O pirata que tinha deixado de lado a afronta que Pollo tinha lhe feito estava, assim como Akane, perdido em seus pensamentos sobre seus objetivos naquela nova ilha, porem tudo aquilo se desfez no momento em que seus olhos repousaram sobre aquele magnifico ser, aquela ruiva estonteante, a (uma das) dona do seu coração. O boxeador partiu rumo a sua amada, já com todo o plano arquitetado em sua cabeça, a tomou em seus braços mesmo sobre a ameaça que a mulher fazia à sua aproximação, ignorou aquilo e pode sentir enfim o toque daquele corpo no seu.

A conversa enfim se iniciou, Gregory falando muito e Akane se limitando a dar respostas secas com um olhar vazio e sem sentimento que era típica dela.
Todos os tópicos se fizeram muito bem a entender por ambos os lados, e a conversa fluiu de maneira natural. O que certamente pegaria Gregory de surpresa seria aquela mudança de modos por parte da médica do grupo, aquele olhar penetrante, sorriso malicioso, a frase solta “Preciso que me ensine à usar as duas mãos.” Junto ao gesto de mostra-lhe a palma de ambas as mãos, eu não sei para vocês, caros leitores, mas para mim, tinha algo de muito errado ali e acredito que nem ela tinha noção disso...

Enfim... Depois de toda essa loucura, a garota voltou ao seu padrão normal, e seguiu em frente, buscando por algo que lhe desse uma dica de onde estavam e de como seria para encontrar a cidade, e logo encontrou ao adentrarem na floresta e encontrarem uma trilha de pedras por entre as arvores, a espadachim sabia que aquela trilha os levaria direto para a cidade, para um lugarzinho pacato em frente a uma grande marcenaria, Akane se lembrava que não muito longe de onde eles sairiam ficava um instituto voltado para aqueles que buscavam seguir o caminho do conhecimento, cultura, cheio de livros e estudiosos por toda a parte. Durante a caminhada Gregory voltava a forçar suas lembranças, tentando encontrar algo que lhe lembrasse sobre atuação revolucionária naquela ilha... Nada de útil lhe vinha a cabeça, vai ver ele precisaria de algo que estimulasse sua memória de alguma forma.



Sofia Shannon e Kurihara



Ignorando todos os avisos dado por Pollo o grupo seguia os instintos insanos do seu capitão, o navegador estava convicto de que chegariam ao seu destino independente de seguirem ou não os conselhos do novato chorão. Essa não era bem a ideia que Sofia tinha em mente, tanto que a ferreira chegava a cogitar a possibilidade de deixar o Kurihara com Shannon e seguir com Pollo, mas logo ela deixava essa ideia de lado, só de imaginar em andar acompanhada apenas por aquele garoto lhe fazia perder toda a motivação para aquilo.

As raízes, pedras, galhos, folhas secas, cipós e toda sorte de coisas preenchiam o caminho natural da floresta, mas nada muito desagradável a ponto de atrapalhar de forma significativa a caminhada do quarteto, seguiam em frente tranquilos até que ao entrarem em uma clareira que tinha seus 50m² se depararam com um Javali ferido, assim como a suspeita de Kurihara, a fera estava com medo e acuada devido a dor do ferimento que tinha sofrido, estava apreensiva, com seus instintos aflorados visando apenas a sua sobrevivência, qualquer ser que se aproximasse seria tomado como uma ameaça, ser este que viria a calhar de ser Sofia.

Deixe que eu lhes explique o que aconteceu. Sofia é uma garota distraída por natureza, sua atenção costuma se perder a tudo a sua volta, não focando em algo especifico, como um galho de arvore estranho ou um inseto, sua distração é com seus próprios pensamentos, naquele momento ela mais uma vez estava delirando ao pensar em canhões e todo o tipo de coisas parecidas. Kurihara por sua vez, ao notar a situação do animal, optou por contorna-lo, o que lhe fez não notar a sua companheira que caminhava em direção ao javali raivoso. Pollo estava tão amedrontado, que mal conseguia se mover, seria cobrar de mais uma reação do pobre garoto, mesmo que fosse para salvar a sua amada. Já Shannon, bem, a garota parecia ter sido desligada do mundo e de tudo a sua volta... Que estranho não?

O rugido da besta fez com que Sofia despertasse, e chamou também a atenção de Kurihara, o capitão prontamente investiu em direção ao animal e de sua tripulante, mas já era tarde. O javali disparou contra Sofia, que mal teve tempo de por sua foice em frente ao seu corpo, e tentar desviar-se para o lado, o marfim da presa da fera resvalou no cabo da foice e por sorte a ceifadora conseguiu evitar de ser empalada, indo aos tropeços para o lado o impacto tinha sido enorme, seus braços tremiam.

O animal continuava a investida, pois notava o avanço de Kurihara, após uma breve parada, o javali bufou de raiva e redirecionou sua investida. O boxeador estava pronto para aquilo, segurou o ataque do animal, fixou os pés no chão e usando de toda sua força o fez parar, mas era só isso que seus músculos seriam capazes de fazer. Aquele javali tinha por baixo seus 200kg, não era um animal fácil de se derrubar, e se ele estivesse sem aquele ferimento, certamente o capitão do grupo teria um destino muito diferente. Durante alguns instantes, aquilo se tornou um embate de força, mas pelo visto, o ferimento do animal era mais grave que o observado antes, aos poucos o bicho foi perdendo as forças em suas ancas, até desistir, e pender para o lado, bufando.

O ferimento era algo feio, parecia ter sido feito a um certo tempo, o animal tinha perdido muito sangue, e era possível ver a ponta de um dardo ainda encravado no local.
Pollo despertava de seu congelamento. – Ahhh... AH...ah... my lady! Está bem? Nossa eu fiquei apavorado... Pobre animal, deve ter sido alvo de algum caçador. A médica não está com vocês não é? Não há o que ser feito, se não forem fazer mais nada, eu acho melhor eu guiar vocês para a cidade logo. Vai saber o que mais está nessas matas. – Dito isso, o garoto os guiaria assim que estivessem dispostos, e logo sairiam em um local bem pouco movimentado, nas ruas de Briss, mas a medida que seguissem caminho, iam notando a diferença na densidade populacional, logo estariam rodeado de pessoas. Pollo parecia empolgado com tudo aquilo, ele puxava o braço de Sofia, indicando para ela o tal alfaiate que tinha citado antes, ao lado, uma ferroaria.



Zed


Como era bem claro agora, Sid estava em uma situação bem complicada, mais arcaicamente eu diria que ele estava ferrado. Suas ações mal calculadas o levaram até ali e agora ele teria de arrumar um jeito de dar o fora o mais rápido possível. Agora devem estar se perguntando: “Por que ele tem que sair tão rápido assim?” Bem, um criminoso normal não teria muito a temer, muito menos com as habilidades que aquele jovem possuía, mas bem, ele tinha feito algo recentemente que não iria contribuir para a sua causa... E vocês logo irão descobrir o que.

Sid ainda estava meio zonzo, sua visão estava distorcida, as cores de tudo ao seu redor estava destorcida, tudo parecia um grande mosaico de péssimo gosto, seus músculos pareciam molengos, seus pensamentos confusos. Demorou alguns instantes até que ele percebesse o que estava acontecendo, pois lembrou-se do ocorrido mais cedo. Apesar de tudo, as dores nas costas tinham melhorado bastante, logo ele perceberia que o inchaço também tinha diminuído, mas ele ainda não estava curado, precisaria de um tempo para que isso fosse realizado.

Olhou ao redor, buscando por informações, notou que estava em um quarto fechado, acima de sua cabeça, na parede, havia uma escotilha que dava para um duto de ventilação. A sua frente cerca de um metro e meio, uma porta fechada, o quarto era bem pequeno, no máximo uns 12m², sua cama estava na quina do quarto, encostada na parede pela sua esquerda, ao lado da maca, uma pequena mesinha, com alguns materiais em cima, dentre a bagunça o garoto podia ver um bisturi e uma tesoura para dar pontos. Ao seu lado na cama estava uma garrafinha com um liquido branco dentro, escrito nela “óleo para massagem muscular” o garoto estava sozinho, aproveitou a situação para tentar se soltar com solavancos, mas de nada adiantava, só fez com que a dor nas costas voltasse.

Não demorou para que a senhora voltasse a aparecer. Foi daí que o garoto deu início ao seu showzinho, mas não pareceu surtir efeito nenhum, a velha estava com uma maleta, dentro da maleta, estavam todas as coisas que pertenciam a Sid, exceto suas roupas. – Você é um garotinho muito mal. – Comentou a mulher deixando a maleta no canto oposto da sala em relação a cama, ao sair da sala, fechou a porta, Sid a ouvir trancar, e ouviu também ela comentar com alguém. – Não tirem o olho do garoto, tenho um assunto a tratar.

off:
 
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MensagemAssunto: Re: [CF] PT II - Férias em família   [CF] PT II - Férias em família - Página 3 EmptyQua 13 Abr - 0:59


Mais uma informação útil era me dada. Caçadores, Ataque e piratas em uma mesma conversa... Embora isso seja importante, minha cabeça se ocupou apenas com as dúvidas decorrentes de uma frase intrigante da jovem.

- [...]Preciso que me ensine à usar as duas mãos. - Depois de um abraço aconchegante no meio do conforto da sombra de uma bela floresta, Akane conseguia me surpreender com aquelas palavras. Aquilo poderia me abalar apenas pouco, mas não foi algo que eu conseguiria ignorar facilmente, pois junto com sua voz provocante ela ainda deixava um sorriso malicioso em seu rosto e depois concluía suas palavras com uma piscada excitante.

Arregalei os olhos e me senti atingido pelo seu charme e a ansiedade já começava a fazer meu corpo ferver. Mesmo assim, naquele momento apenas engoli em seco e tentei me controlar para pensar um pouco... Podia ser que ela estava mesmo me fazendo um convite? Ou será que posso estar entendendo isso errado?

No meio de minhas dúvidas, vi Akane me dando as costas para seguir em frente. Observei suas curvas enquanto descia o olhar até chegar naquele lugar onde o delinear de seus arcos eram mais acentuados. Botei a mão no rosto e apertei os dentes, sem tirar o olhar da parte baixa da ruiva. - Eu estou ficando louco! - Respirei fundo para suspirar com força e só então correr até ela para começar a acompanhá-la.

- Akane... Sobre isso de usar duas mãos. - Estando ao seu lado na trilha de pedras, finalmente puxaria a conversa. Não sou do tipo que deixa algo pesar em minha consciência por não ter coragem de dizer na hora e era isso que me fazia parar ela ali. - Você falou isso na malícia ou pela questão prática da coisa? Ér... Se for o primeiro caso... Heh, Heh... Acho que aqui é um bom lugar... - Diria aquilo seriamente, mas sentiria o fôlego esvair-se com facilidade. Apesar isso, me manteria olhando em seus olhos enquanto tentava não gaguejar.

Se fosse o primeiro caso, a primeira reação que eu teria não seria pensamentos em comemoração ou algo do tipo... Apenas deixaria um sorriso me escapar, transparecendo da melhor forma o que sentia. Aquela seria a mesma expressão de moleque de sempre, mas com a atitude como diferencial. Me aproximaria dela para tirar a oportunidade dela conduzir aquele momento inicial... Levaria meu braço até sua cintura e a puxaria para perto de mim para prendê-la em minha posse. Dessa forma, teria a oportunidade de enfim ter um beijo decente de seus lábios. Encostaria minha boca na dela e iniciaria um beijo apaixonado. Inicialmente eu deixaria meus olhos fechados para focar nas sensações mágicas daquele momento, mas logo em seguida eu os abriria e tentaria achar algum lugar escondido para podermos levar aquilo para uma próxima etapa.

Caso fosse o segundo caso, me restava agir com naturalidade. Sorriria de canto para evitar que meu rosto morresse em uma expressão de frustração. Minha vontade era de começar o que suas provocações me instigavam a querer, mas sabia que se eu me afobasse eu ganharia apenas seu ódio e talvez um belo chute no saco, o que acabaria de vez com minhas chances de conquistá-la. Pensar naquilo acabaria me dando uma pequena irritação momentânea. - Okay, vamos prosseguir nosso caminho para a cidade, então. - Falaria aquilo emburrado. Viraria o rosto para esconder minha raiva e daria a oportunidade dela seguir na frente. - Olha Akane, eu te ajudarei nisso, mas... Eu nunca me imaginei como um professor, então talvez isso seja meio chato para mim. - Aos poucos minha mente entrava novamente nos eixos e minha ousadia combinada com minha determinação não deixavam eu me abalar com as frustrações. - Então em troca de te ensinar, quero algo em troca: Um beijo. - Não hesitaria em arriscar em meus palpites de que o fato que eu tinha surgido para ajudá-la tinha mexido o suficiente com seu coração ao ponto dela aceitar aquilo.

Se eu percebesse que uma resposta negativa viria, interromperia ela erguendo minha voz e pondo o dedo indicador direito em cima de seus lábios. - Shhh... Quer saber? Não precisa responder agora, pois eu decidi que te ensinarei... Percebi que não é o momento para eu ter essa resposta, pois quem deve responder isso é o nosso destino. - No fim dessa fala, piscaria e sorriria maliciosamente, devolvendo de maneira exata o jeito com o qual ela me provocara.

Depois que recebesse ou não algum tipo de resposta por parte dela, ainda seguiria pelo caminho andando ao lado dela e me atentaria ao que viesse a ocorrer ao redor do ambiente. - Vai ser difícil usar sua mão ruim por enquanto, pois seu balanço corporal não é acostumado a se adaptar com o uso dela. Mas com a prática você conseguirá melhorar isso. Quero que por hoje em diante use a mão ruim para o máximo de tarefas que puder. E agora... Vamos, comece a acertar o ar com socos... Eu sei que você é boa com a espada, mas os socos servirão como sua iniciação no balanceamento do corpo em consequência do uso de seu lado ruim, entendeu? Mais tarde eu te passo o restante do que sei. - Diria aquilo, gesticulando usando golpes com ambas as minha mãos.

- Droga, se tivesse sido na malícia...Aquele seria um bom exercício para ambidestria, sabia? - Resmungaria aquelas palavras em um tom baixo, puxando uma conversa comigo mesmo mas claramente tentando mandar aquelas palavras mentalmente para a ruiva.

Se o desenrolar das coisas fizesse com que chegássemos no fim do caminho, me assustaria ao ver a grande marcenaria. - Caramba! Era exatamente isso que eu precisava. Akane... Tenho uma nova tarefa para o seu treino. Correrei na frente e, se você quiser mesmo me seguir, me alcance. Mas com uma condição... - Ergueria a mão direita, com o dedo indicador erguido. - Me siga pulando numa perna só. Use a perna de seu lado ruim. Bom... E para te dar inspiração e mais engajamento nessa etapa do treino... - Usando a mãos que eu já tinha erguido antes eu aplicaria um tapa em uma das nádegas da ruiva. - HIAHIAHAHAHAHA!! - Nesse momento eu arrancaria em uma corrida em direção ao estabelecimento de carpintaria e, dessa forma, imediatamente deixaria Akane para trás, dando para ela a chance de escolher se viria mesmo comigo. Buscaria entrar no lugar e, uma vez dentro dele, eu observaria o recinto e procuraria principalmente por duas coisas: Pessoas que projetassem navios e mulheres.

OFF: Se der certo próximo post já mando o aprendizado de física. Deixei pra você escolher o NPC que vai me ensinar.

HISTÓRICO:
 

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Falas
Pensamentos
Esquizofrenia (Fantasia)

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MensagemAssunto: Re: [CF] PT II - Férias em família   [CF] PT II - Férias em família - Página 3 EmptyQui 14 Abr - 2:22

   
Quando acordei ainda estava atordoado, por sorte, conseguia me lembrar de tudo... Ao menos assim achava. Escapar de forma brusca demonstrava ser impossivel e apenas fez com que as dores nas costas voltassem a serem sentidas. “DROGA!” Praguejava. “Nem pra tratar um paciente feridos esses putos servem.” Não que fosse o melhor dos pacientes.

Aproveitava para dar uma olhada na sala antes da velha entrar na sala e ouvir minha triste historia sem sequer se importar. Ela saiu após deixar uma maleta com minhas coisas. “Estranho... Quer mesmo facilitar minha fuga, né?” Dei um sorriso assim que ela saiu e falou algumas a pessoas do outro lado da porta.

“Tudo bem... Por sorte tenho meios de escapar daqui.” Meus olhos brilharam ao fitar a mesa com alguns instrumentos que facilitariam minha fuga. Mas não conseguia deixar de sentir que estava tudo muito facilitado para que me escapasse daquele lugar.

“Tesoura ou bisturi devem servir para me soltar.” Decidi tentando esticar as costas e pescoço na tentativa de abocanhar um dos dois. Tentando fazê-lo com certo silencio, apenas o suficiente para que o lado de fora não conseguisse escutar. Caso conseguisse agarrar algum dos dois com a boca, tentaria soltar ao alcance de uma das mãos. Se não fosse possível teria de fazer uma tentativa mais ousada, tentando cuspi-la em um lugar onde pudesse agarrar com uma das mãos.

Se tivesse sucesso, meus próximos passos seriam tentar cortar as amarras, usando a tesoura ou o bisturi. Primeiro de um dos braços e então do segundo e por fim as pernas. Mas caso não conseguisse pegar nenhum dos dois, meu próximo alvo era o próprio óleo para massagens, que tentaria fazer quase da mesma forma, mas sem cortar as amarras, apenas tentando espirrar o liquido para que pudesse escorregar as mãos para fora e finalmente agarrar um objeto cortante para terminar de ligar com o que me prendia.

Mas no caso de ser impossivel alcançar qualquer objeto com a boca naquela postura não me sobrariam muitas alternativas e teria de utilizar o único plano que não queria, o mais barulhento de todos diga-se de passagem. Iria tentar jogar o peso do corpo para a direita e etnão esquerda, repetidas vezes até que conseguisse derrubar a maca na direção da mesinha para que durante a queda pudesse alcançar um dos objetos cortantes e então seguir com o plano, mas dessa vez muito mais apressados visto que logo logo a segurança iria invadir o quarto, caso houvesse alguma.

Caso conseguisse me libertar, iria de imediato até minhas coisas e recupera-las. Mas tentando manter meus passos silenciosos e cuidado para não derrubar nada ou pisar em algo que pudesse produzir qualquer tipo de som. Uma vez com meus objetos, era hora de traçar minha rota de fuga. Iria procurar por uma janela e discretamente tentaria presumir quantos metros até o solo, assim como em que andar estava, caso fosse alto demais para saltar, também procuraria por possíveis locais de apoio para descer, se não houvesse possibilidade de fazê-lo ou simplesmente não houvessem janelas, minhas rotas de fuga seriam resumidas apenas no duto de ventilação ou pela porta.


Histórico:
 
OFF: Eu to pelado? Suspicious

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MensagemAssunto: Re: [CF] PT II - Férias em família   [CF] PT II - Férias em família - Página 3 EmptyDom 17 Abr - 0:03

緋色





Minhas palavras pareceram afetar Gregory de uma maneira talvez muito mais intensa do que imaginei que aconteceria. Minha intenção inicial foi criar expectativas nele em relação à algo que ele realmente mostrava-se interessado ao extremo, perversão, porém era bem óbvio o fato de que todas as minhas palavras no uso do duplo sentido da frase foram apenas para facilitar a aceitação da parte dele em me treinar de verdade para que eu pudesse utilizar as duas mãos, assim melhorando minha condução de espada. Observava com atenção sua expressão estranha enquanto era impossível não notar toda a empolgação e a malícia em seu olhar. Não contive deixar escapar um sorriso breve de canto enquanto mantinha o caminho virando-me para frente até que ele surgia do meu lado com a mesma cara de bobo com a qual eu o havia deixado. Não demorava a começar a sua tentativa de puxar assunto à respeito daquela questão inicial e então voltei à olhar para frente inexpressiva enquanto ele dizia algo do tipo "Aqui é um bom lugar". Parei de andar no instante seguinte e o encarei.

- Bom lugar? Do que está falando Gregory? Meus únicos objetivos são adquirir ambidestria para melhorar minha habilidade com a espada, não há nenhuma segunda intenção no que eu disse. - disse a ele séria. - O que estava pensando?

A pergunta final era retórica, apenas para disfarçar o fato de que eu havia usado de um pouquinho de manipulação para convencê-lo à me ensinar a técnica para adquirir ambidestria, eu tinha que me tornar completa em minhas habilidades. Ele disfarçava do seu jeito enquanto prossegui logo à frente, mas então as explicações surgiam logo a seguir com coisas do tipo "Acho que isso vai ser chato pra mim", eu apenas mantinha os olhos na estrada sem expressar nada, minha mente vagava um pouco pelas memórias antigas daquele lugar e eu não me agradava nem um pouco de estar ali novamente, mas era necessário. Fui despertada de meus pensamentos com o que parecia ser uma tentativa de negociação da parte dele, mas não havia ouvido nem metade do que ele havia proposto.

- Conversamos sobre isso depois. - diria friamente sem olhar para ele, ainda mantendo o passo e os olhos na estrada sem perder o foco.

Enfim sem mais cantadas, ele parecia ter acalmado os ânimos por um momento enquanto me passava as devidas instruções sobre como eu deveria treinar. Eu não tinha postura de boxeadora, não sabia como usar as mãos, nem como eu deveria exatamente dar um bom soco, mas tentava fazer como ele havia dito e em meio à caminhada dava os tais socos com a destra que me era fraca tentando melhorar meu equilíbrio, de início foi um tanto óbvio que comecei à errar os passos e reduzir a velocidade, porém ainda tentava acompanhá-lo, mas sem dizer uma palavra sequer. Ouvia os resmungos da parte dele, mas apenas ignorava, não dava muita importância para nada além de meu treinamento, o que me gastaria certo tempo.

Assim que chegássemos ao final do caminho e um de nós avistasse a marcenaria, respiraria fundo cessando os movimentos com a destra apertando-a, abrindo e fechando alguams vezes enquanto manteria os olhos na mesma. Ouviria então a proposta imbecil de sua parte com atenção e arquearia uma das sobrancelhas enquanto focaria em seus olhos, caso eu sentisse algum sinal de perversão de sua parte ou se ele movesse a mão para tentar me alisar ou qualquer coisa que incluísse o corpo dele me tocando, tentaria saltar para trás com a destra e a moveria então na direção do mesmo tentando golpear-lhe a canela ou fazê-lo tropeçar caso ele corresse.Se eu conseguisse atingi-lo e ele permanecesse de pé segurando uma das pernas ou coisa parecida tentaria usar a mesma perna para puxar-lhe a outra e empurrá-lo para o chão, mas se ele caísse tentaria apoiar meu pé em seu peito, costas, ou em seu traseiro empurrando e pressionando-o um pouquinho.

- Desse jeito? - diria caso tivesse funcionado o movimento de minha perna

Se tudo desse certo tentaria esperá-lo se levantar e o seguiria do modo como ele havia dito para eu fazer segui-lo pulando numa perna só. Caso ele tivesse conseguido me passar a mão e sair ileso de minhas tentativas de golpeá-lo ainda assim o seguiria e assim que chegasse próxima o suficiente dele tentaria chutar-lhe os testículos pelas costas usando a perna direita para ajudar no treinamento. Diria então a mesma frase que eu havia planejado dizer ao tentar atingi-lo antes que ele me tocasse. Minha vontade era ir para o Instituto, porém eu tinha dito que seria bom acompanhar Gregory por um tempo para assim tentar evitar que fôssemos pegos desprevenidos por algum contra-tempo.



Objetivos:
 

Histórico:
 

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Fala - "Pensamento" - Narração

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MensagemAssunto: Re: [CF] PT II - Férias em família   [CF] PT II - Férias em família - Página 3 EmptyDom 17 Abr - 0:41


Em um instante caminhava pela floresta, distraída com minhas novas ideias para produção de armas ainda mais avançadas a serem utilizadas em nosso futuro navio, sem realmente me preocupar com aquilo que transcorria no mundo a minha volta. Pelo menos até o momento em que me deparei com uma criatura selvagem, eu mal tinha tempo de perceber o tipo de criatura que investia contra mim antes de tentar reagir, usando de toda minha agilidade e reflexos para evitar uma investida de último segundo para cima de mim, e escapando de acabar levando algum dano pesado por apenas um triz. Aquilo havia sido realmente um passo próximo de acabar, se não morta, ao menos gravemente ferida, o que era praticamente a mesma coisa sendo que estávamos sem alguém para tratar ferimentos e perdidos no meio do mato.

Eu já estava preparada para tentar dar o troco no animal quando Kurihara avançou contra este e aplicou minha vingança por mim, fazendo este vir por terra sem grande dificuldade. Não que fosse grande coisa, agora que podia olhar melhor para nosso oponente sabia que era um javali de grande porte, mas que já estava gravemente ferido pelo ataque de algum outro inimigo, aparentemente um bando de caçadores. Imaginava se os sujeitos ainda poderiam estar por perto e se seriam hostis, isso poderia ser uma complicação muito maior que a de um animal que aparentemente já havia sido derrotado. – Pobre animal? Hunf... Ele quase arrancou um pedaço de mim, não tem nada de coitado. – Falei para Pollo, mal humorada, e olhando com ele com bastante raiva, odiava quando acabava sendo pega de surpresa, mesmo que aquilo já estivesse se tornando quase que um hábito.

Ficava parada admirando o animal por alguns instantes, era definitivamente uma besta bem forte, e provavelmente se não fosse o ferimento poderia ter sido um oponente digno. Mas não era o tipo de luta com o qual eu queria estrear minha arma, apenas uma fera irracional, e além disso nem havia sido eu quem aplicou o golpe que a derrubou, apenas acabaria dando o golpe de misericórdia. “Além do fato da cidade estar próxima, ir para lá com uma arma manchada de sangue chamaria muita atenção”, pensei por fim, dando as costas para o animal e decidindo deixar o destino dele nas mãos da floresta. Assim que o restante do grupo decidisse o rumo a tomar, voltaria a segui-los, esperando que depois daquele incidente mais nada viesse a atrapalhar nossa jornada.

Ao seguirmos Pollo, logo chegávamos a cidade, um local que parecia pouco movimentado nas proximidades da floresta, nada muito inesperado, porém quando mais nos afastávamos das zonas mais selvagens, mais e mais pessoas se tornavam visíveis. Sem dúvida era uma cidade tão movimentada como Briss, talvez chegasse a ser um porto até mais popular, considerando que este era um porto que dava para a GL, sem dúvida a razão de estarmos ali. Tentava me lembrar se alguma vez meu pai, ou qualquer outra pessoa que conhecia, havia comentado algo do lugar, tirando em relação a sua história, pela qual imaginava que deveriam haver marines por ali, mesmo que não muito mais do que em outras ilhas. Logo sentia que alguém chamava minha atenção, e reparava que o moleque chorão me apontava para dois estabelecimentos, ambos de meu interesse: uma alfaiataria e uma ferroaria.

- Bom trabalho, chorão! Agora pode se acalmar um pouco? Está me fazendo lembrar um cachorrinho de madame... – Falei, com meu mal humor típico, mesmo sabendo que deveria agradecer ele por me levar ali, porque de outra maneira estaria completamente perdida com Kurihara. Mesmo assim, esse comportamento dele perto de mim ainda era muito irritante para que eu conseguisse me acalmar o suficiente para tratar ele melhor, no momento então era melhor eu me limitar a fazer o que precisava. Desta forma eu primeiro deveria pensar bem qual deveria ser minha primeira parada, a alfaiataria ou ferroaria. Provavelmente eu precisava de algumas roupas novas, então decidia buscar por algo ali primeiro, seguindo para lá mesmo que sozinha e entrando no estabelecimento, procurando por qualquer atendente desocupado para poder questionar este o mais rapidamente possível, ainda tinha que verificar a ferroaria e depois procurar por uma Akane, então era melhor terminar logo ali.

- Olá! Eu estava procurando um lugar com panos e materiais de costura, estou procurando uma oportunidade para fazer um novo traje para mim. – Eu falaria caso conseguisse arrumar um atendente que estivesse desocupado, e sem realmente pretender muito ser simpática, muita pressa para tentar ser amistosa naquele momento. – Veja bem, eu sou de Briss, e sou um pouco metódica com aquilo que uso. Prefiro usar roupas de meu próprio desenho, sabe mostrar minha própria criatividade, por isso preferiria se tivesse a oportunidade de fazer minha própria roupa... por acaso isso seria possível? – Eu diria logo em seguida caso este me questionasse em relação ao que havia dito, ou tentasse me oferecer algum tipo de roupa pronta, sem dúvida com uma qualidade de desenho inferior a qualquer coisa que eu mesma poderia fazer.

Caso depois de um tempo acabassem não dando uma chance de trabalhar da maneira que queria, eu apenas daria de ombros, mas claramente estaria bem irritada. – Muito bem, neste caso eu apenas irei me limitar a procurar outro estabelecimento que faça mais para agradar sua clientela. Venha Pollo! – Eu completaria de falar, antes de partir para a ferroaria ao lado e desejando que obtivesse mais sorte por lá do que havia obtido ali. Caso por outro lado estivessem dispostos a cumprir o meu pedido, eu demonstraria estar mais do que feliz, e falaria animada. – Ora, ora, muito bem. Vou precisar de tecido, agulhas, tesouras, linhas... uma prancheta de desenhos e lápis também claro. Acho que em troca posso até permitir que usem meus desenhos para suas roupas! – Falei, fazendo parecer que esta seria uma grande honra, e na verdade eu realmente acreditava que era, afinal eu era uma estilista nada sem dúvidas. Aguardaria ansiosamente então para que me mostrassem as ferramentas e local aonde poderia trabalhar, realmente excitada com o prospecto do que iria produzir ali, enquanto os projetos passavam rapidamente por minha mente.

Caso eu fosse para a ferroaria após rejeitarem meu pedido para fazer minha própria roupa, eu iria entrar no outro estabelecimento e seguir a mesma ideia, esperando encontrar alguém que pudesse me atender e parecesse desocupado. – Com licença, eu sou de Briss, e costumava trabalhar em uma ferroaria como está por lá. Mas no momento estou procurando uma oportunidade de me aperfeiçoar, me diga tem alguém aqui, ou na cidade, que poderia me aceitar como estudante? – Falaria, buscando dar uma boa impressão para a pessoa com quem falava, imaginando que poderia obter duas vantagens de uma vez: oportunidade de aprender novas técnicas de forja e também forjar as armas que precisava. Caso sua resposta fosse negativa, eu apenas me limitaria a responder, um pouco menos amistosa pela combinação da irritação dali e da alfaiataria: - Muito bem, acho que esta cidade realmente não sabe o que quer dizer atendimento a clientes! – E então deixaria a loja para me encontrar com Kurihara, caso ainda estivesse ali, imaginando o que ele iria querer fazer, ou seguindo para o ponto de encontro, irritada demais para me lembrar do desaparecimento de Akane, e só então verificando se Pollo ainda me seguia. Caso por outro lado a resposta fosse positiva, seja ali ou se me apontassem algum lugar aonde poderia encontrar alguém de acordo com minha descrição, iria agradecer, bem entusiasmada agora: - Muito obrigada! Será perfeito para mim poder aprender novas técnicas com um verdadeiro mestre. – E seguiria as indicações dadas, seja para o mestre na ferroaria dali ou algum outro lugar da cidade, esperando que Pollo pudesse me servir de guia neste segundo caso.

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MensagemAssunto: Re: [CF] PT II - Férias em família   [CF] PT II - Férias em família - Página 3 EmptyDom 17 Abr - 11:38



Desleixada e protetora; alguém que se apega a algo, e quando isso acontece o protege com todas as forças possíveis. Shannon sempre foi assim – pelo menos era assim que ela achava.  Sua mente era vasta e fantasiosa, mas nunca maligna. Sempre tivera seus momentos em que era melhor se desligar da realidade para não sofrer as conseqüências do futuro, e isso era algo que quase sempre acontecia, e que era tão incógnito que nem mesmo ela sabia desvendar os motivos daqueles ocorridos. Foi sempre assim, aleatório. Quando ela se desligava por um longo tempo, conseguia enxergar imagens oníricas se formando ao seu redor, e até desconfiava se havia ingerido algum cogumelo ou erva alucinógena, mas não, era tudo muito natural.

- Mas que merda ta acontecendo?

Piscou os olhos, não sem antes praguejar, retirando seu arco das costas junto de uma das flechas em sua aljava, atirando-a no chão. Aquela curta desligada havia causado certo susto quando retornou, e sua primeira ação foi resultado dos inúmeros sons que chegaram à ela, era uma forma de defesa. Mas não ousou atirar outra flecha novamente quando olhou ao seu redor.

- O que vocês estão fazendo com esse pobre animal? Vocês estão loucos?! Saíam pra lá! Deixem-no viver seus carnívoros!

Antes que pudesse voltar a sua sessão de xingamentos, Shannon observou o estado de um javali próximo, e as feridas no corpo dele trouxeram imensa tristeza ao seu âmago. Aquele sangue escorrendo e aquele ferimento causado por um dardo foram as principais causas das primeiras lágrimas que começaram a escorrer pela sua face, e nada que Shannon podia fazer naquele momento as conteria. Ela não se aproximou, mas queria. Pelo o que havia captado daquela situação, nenhum dos três era o causador da morte do javali, já que ninguém ali presente estava armado com aquele tipo de arma, mas assim que passou a pensar profundamente chegou a uma conclusão: o velho barbudo.

- Não se preocupe amiguinho, eu irei vingá-lo. – Disse em tom melancólico, limpando o rosto com a mão.

- Para onde vamos agora?

Ela pegou a flecha que havia jogado no chão e a colocou de volta na aljava. Seguiu o trio novamente até um dos lugares desconhecidos da ilha, mas que agora havia grande quantidade de pessoas, e Shannon sentia-se aliviada por tê-las encontrado. Aquela era a chance dela finalizar a sua procura pelo indivíduo que as árvores disseram.

- Ah, gente... Eu vou dar uma voltinha por aí e... Daqui a pouco eu volto. Fui!

Sem esperar pela respostas de seus aliados, Shannon partiria no meio da multidão até encontrar uma parte que fosse capaz de observar alguma entrada para um bar na cidade. E assim que a encontrasse correria em direção aquela área, abrindo a porta sem hesitação alguma. Ao adentrar, olharia para cada um no estabelecimento na intenção de achar o velho barbudo, e caso sua tentativa desse certo ou falhasse, sentaria em uma das mesas vagas do estabelecimento com uma postura completamente ereta e com um semblante sorridente, aguardando pelo primeiro suspeito ou observando-o caso ele já estivesse ali.

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MensagemAssunto: Re: [CF] PT II - Férias em família   [CF] PT II - Férias em família - Página 3 EmptyQua 20 Abr - 12:18

Akane e Gregory


A dupla de apaixonados caminha... Não pera, não era uma dupla de apaixonados, era só um conquistador que se apaixona por quase todo mundo e uma mulher que usa de todos os artifícios ao seu alcance para conseguir chegar aos seus objetivos... Isso. Essa explicação ficou muito grande? Não importa.
Depois da proposta feita por Akane aconteceu o que era esperado que acontecesse, Gregory ficou ensandecido com a possibilidade daquela fala ter sido apresentada com segundas intenções, mas o pobre rapaz parecia uma criança inocente... A vida não é tão boa quanto nós imaginamos sabia?

Logo o boxeador percebeu ao longo de sua conversa com a ruiva que a intenção dela era pura e simplesmente aprender a utilizar sua mão direita, só isso, sem más intenções, sem perversões, sem chances para Gregory. Tendo consciência disso, o rapaz não via outra alternativa a não ser ensinar a garota o que ele sabia, mas não antes de uma última tentativa, afinal, vai que... né? Porém, Akane era indobrável, ela nem se deu ao trabalho de responder a proposta feita por seu parceiro, e pelo visto nem sequer tinha dado atenção...

Por fim as instruções eram dadas, e a espadachim dava início ao seu treino de forma desengonçada e um tanto quanto engraçada de se ver, mas isso não diminuía em nada a sua determinação, dar simples socos se mostrou uma tarefa bastante complicada, primeiro pelo fato da garota não experiência como boxeadora e segundo porque ela estava usando sua mão direita que não era nada habilidosa. Logo a caminhada se tornou cansativa devido ao fato dela estar efetuando os socos e tentando acompanhar o ritmo de Gregory, tanto que ao chegar no seu destino, Akane estava com a respiração pesada, seu braço direito latejava um pouco.

- Caramba! Era exatamente isso que eu precisava. Akane... Tenho uma nova tarefa para o seu treino. Correrei na frente e, se você quiser mesmo me seguir, me alcance. Mas com uma condição... – A ruiva pode ouvir o comentário de seu parceiro, o via levantar a mão... E em sua face, uma expressão duvidosa. - Me siga pulando numa perna só. Use a perna de seu lado ruim. Bom... E para te dar inspiração e mais engajamento nessa etapa do treino... – Ao termino da última frase Gregory tentou efetuar um tapa da bunda de Akane, por sorte (para a garota) ela tinha percebido más intenções vindas do boxeador e estava preparada, mas em compensação, estava cansada para realizar movimentos muito elaborados, devido a isso, conseguiu apenas saltar para trás, o tapa de amor do aspirante a carpinteiro passava de raspão deixando que ele sentisse o corpo da mulher apenas pelas pontas de seus dedos. Logo em seguida ele saiu correndo, Akane não tinha como objetivo inicial o seguir, mas era o jeito, pelo menos por hora.

Ao chegar na marcenaria Gregory notava que o local era tão grande por dentro quanto por fora, havia cerca de umas 20 pessoas lá dentro trabalhando, carregando troncos, polindo móveis, restaurando armários. – Hey, o que você está fazendo parado ai com essa cara de panaca? Mova-se. – Gregory não viu de onde tinha vindo a voz, estava muito ocupado observando o local, mas tinha certeza que ela tinha vindo de baixo... Um anão carrancudo estava parado em sua frente, nas costas trazia consigo um machado de batalha. – Estou falando com você! – Não era uma ser da raça anão, era um humano anão, entendeu a diferença? – Você é um dos novatos que disseram que iam mandar? Venha logo, não temos o dia todo, tenho que te mostrar o funcionamento da marcenaria.

Logo atrás chegou Akane, cansada devido aos saltos em um pé só, tinha chamado bastante atenção no caminho até lá, mas ela não parecia ter si importado com aquilo, um homem a interrompeu. – Boa tarde senhora, gostaria de fazer alguma encomenda? Aceitaria um copo d’água?



Sofia e Shannon


A fantasiosa garota enfim despertava de seu transe sua primeira ação, assim como um agente
treinado que desperta já sacando seu revolver quando sente um perigo, foi de sacar seu arco e uma flecha, já armando e disparando o projétil (ao contrário do agente treinado que primeiro analisaria a situação de forma muito rápida e só atiraria caso notasse algo de errado e atiraria para matar) Shannon não visava atingir ninguém, foi um disparo de aviso e de susto, a flecha se cravava no chão fazendo com que Pollo desse um salto de susto.

A situação que a arqueira presenciou não lhe fizera nenhum bem, mas logo soube perceber que nenhum de seus companheiros tinha sido o responsável por tamanha brutalidade com um pobre animal. As lágrimas já brotavam de seus olhos quando finalmente em mais um de seus tantos devaneios, percebeu que o velho barbudo que tinha imaginado era o responsável por aquilo.
Sofia por sua vez, apesar de irritada, soube se controlar e deixar o animal para lá.

- Não se preocupe amiguinho, eu irei vingá-lo. – O tom triste de sua voz, somado a sua determinação pareceu acalentar o animal ferido, que respirou fundo e fechou os olhos, preparado para o seu destino certo... Shannon limpou o rosto e se levantou. - Para onde vamos agora? – Para a cidade... – Respondeu Pollo, que logo em seguida os guiou para o local que tinha prometido.

Não demoraram a chegar em uma região mais movimentada, Shannon tomada por seus devaneios estava certa que deveria ir em uma caçada tentando achar o tal velho barbudo, sendo assim, se despediu de seus companheiros e rumou para dentro da cidade, Pollo se despediu dela com um sorriso e um acenar de mão.
Sofia seguiu para a alfaiataria que Pollo tinha lhe indicado, mesmo feliz com a realização a garota não se dava ao trabalho de agradecer ao menino de forma decente.
- Olá! Eu estava procurando um lugar com panos e materiais de costura, estou procurando uma oportunidade para fazer um novo traje para mim. – O lugar era muito grande, inúmeros tipos de tecidos espalhados, as mais diversas cores e estampas, uma estante com vaaarios tipos de linhas, tesouras, agulhas e toda a variedade de coisas para corte e costura. Um atendente trajando um terninho engomado veio ao seu encontro. – Ora, ora, a senhorita veio ao lugar certo Milady.

- Veja bem, eu sou de Briss, e sou um pouco metódica com aquilo que uso. Prefiro usar roupas de meu próprio desenho, sabe mostrar minha própria criatividade, por isso preferiria se tivesse a oportunidade de fazer minha própria roupa... por acaso isso seria possível? – A expressão de desgosto do atendente era perceptível.
- Infelizmente isso não será possível, trabalhamos com os melhores alfaiates de todo o South Blue, não podemos ceder nosso estabelecimento para uma... Desconhecida. Se tiver interesse em comprar materiais ou uma vestimenta pronta, estaremos aqui para atende-la. – Dito isso o homem se retirou para os seus afazeres, deixando Sofia falar sozinha.

A ceifadora saia de lá muito irritada, Pollo tentava lhe acalmar mas era totalmente ignorado. Seguiu para a ferroaria que era logo ao lado.
Uma pessoa estava abaixada atrás da forja, o calor do local era quase insuportável, sem cerimonias a garota foi direto ao ponto. – Com licença, eu sou de Briss, e costumava trabalhar em uma ferroaria como está por lá. Mas no momento estou procurando uma oportunidade de me aperfeiçoar, me diga tem alguém aqui, ou na cidade, que poderia me aceitar como estudante? – Uma mulher se levantou de detrás da forja, pelo visto ela era a ferreira responsável.

O sorriso estampado no rosto da mulher era promissor. – Como se chama minha querida? Sou Adrianne. E claro que estarei disposta a ajudar uma companheira ferreira e melhorar suas habilidades. Temos de mostrar o quão boas nós somos no quesito trabalhar o metal.

- Muito obrigada! Será perfeito para mim poder aprender novas técnicas com um verdadeiro mestre. – Uma verdadeirA mestrA.


Enquanto isso Shannon adentrava em um bar, em busca de um homem barbudo... O que acontece é que só naquele bar, havia 4 homens de meia idade com barbas enormes...



Zed


Sidney estava em uma situação um tanto quanto delicada, preso naquela maca e trancado dentro daquela sala ele não via formas de sair dali de imediato, por isso manteve a calma e esperou pela vinda da enfermeira. Seu plano de enganá-la não deu muito certo, talvez porque ele tinha a ameaçado com uma adaga no pescoço... Assim que a velha saiu da sala o gatuno sentiu que as coisas estava favoráveis para ele, as opções de fuga estavam ali em sua frente, em sua mente não seria nada complicado dar o fora daquele lugar.

Iniciou sua tentativa assim que a velha saiu do lugar e falou com os possíveis guardas. Levantou-se e tentou curvar o corpo em direção a mesinha com os equipamentos médicos, apesar de Sid ser pequeno a mesa estava perto o suficiente para que ele a alcançasse daquela forma, mas não sem que suas costas voltassem a emitir pontadas de dor. Havia uma garrafa de álcool e uma vasilha com umas ervas amassadas, gases e esparadrapos entre outros utensílios, devido a isso acabou sujando sua cara com as ervas que tinham cheiro estranho, mas conseguiu alcançar o bisturi... O problema seria como pega-lo com a boca, como esperado, assim que o tentou acabou por cortar o seus lábios e para piorar enquanto se levantava derrubou o álcool que salpicou no corte recém aberto, a dor se mostrava presente mas o pequeno psicopata se mantinha firme.

Cuspiu o bisturi perto de sua mão, mas não perto o suficiente, teve que usar o óleo de massagem para soltar uma das mãos, que por serem pequenas, conseguiram se safar com certa facilidade, usando a mão livre ele conseguiu pegar o bisturi e cortar as amarras restantes para que enfim estivesse livre.
Se levantou da cama e se moveu silenciosamente até a sua mala, sendo silencioso durante toda a ação, chegou lá e agora teria de decidir, duto ou porta? Vindo da porta o som de passos se aproximando eram perceptíveis e tinha algo a mais... Sidney estava sentindo algo estranho, uma sensação de calmaria, uma vibe diferente... Mas nada muito forte, por enquanto.
Off:
 

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MensagemAssunto: Re: [CF] PT II - Férias em família   [CF] PT II - Férias em família - Página 3 EmptyQui 21 Abr - 12:23




MÚSICA:
 


“Era só o que me faltava...”

Quatro velhos barbudos no mesmo lugar. Aquilo era um pesadelo? Não. Era a triste e complicada realidade. O sorriso no seu rosto não estava em sintonia com seu olhar desesperador, ocasionado pelos inúmeros pensamentos que mostravam diversas maneiras de se livrar daquela sitiuação, mas sua amizade com as árvores não era algo de se deixar para trás. Ela tinha que pensar nas árvores, e deixar todos o empecilhos para trás. Assim, Shannon se levantaria e se dirigia para o centro do bar.

“O que leva um homem a cavar buracos e matar um javali? Primeiro, eu devo pensar em algo que os deixe felizes... Mas o que vai deixar-los felizes? Uma música ou... Isso! Uma música! Aí eu conseguirei falar com eles sem eles brigarem... Isso! Eu sou um gênio!”


- Olá rapazes e senhoritas! Eu vim de muito, muito longe para mostrar uma música que eu mesma compus para alegrar vocês! E atenção, eu não cobro nada por isso. Só vim aqui para mostrar o verdadeiro significado do amor, porque sem o amor, quem somos nós? - Ela não tinha total controle nas suas palavras, mas tentava acrescentar qualquer coisa relacionada ao amor para levar a atenção de todos ali para ela. A música que ela tinha em mente não era lá algo que receberia múltiplos aplausos, e sua origem era tão desconhecida quando a própria existência do mundo, mas de alguma forma ela conseguia lembrar dos versos.

- Como ela sabe que a ama? – Falaria em tom melódico, se aproximando de um dos velhos barbudo e acariciando sua barba. – Como ela sabe que é sua?

- Você não deve nunca ser indiferente
Demonstre o seu amor pra ela não dizer
Como vou saber quem me ama?
Como vou saber que é meu?


Rodopiaria pelo âmbito e cumprimentaria cada um que desejasse dançar junto dela, inclinando-se para frente e segurando com ambas as mãos a parte inferior do seu vestido. Quem ainda estivesse sentado, Shannon acenaria para os mesmos sem perder o ritmo da música. Seu sentimento naquele momento seria de uma total felicidade que ela não sabia se já havia se sentido daquela forma; o sorriso em seu rosto era notório e o nervosismo de antes não existia mais.

- Acaso deixa um recadinho pra dizer que pensa em você? – Caso tivesse um bloco de notas junto de uma caneta próximo a Shannon, ela escreveria “Você é linda” e entregaria para uma das mulheres no lugar, esperando que todos os homens presentes fizessem o mesmo. - Manda flores quando parece que vai chover? – Arrancaria uma das flores de sua tiara e entregaria para outra mulher. - A cada dia se encontra um jeito novo de dizer... E é assim, que vai saber que é seu amor!

- Todo mundo quer viver e ser feliz pra sempre
Quer saber até que ponto o seu amor é seu
Como vai saber quem te ama?
Como vai saber que é teu?



- Acaso te convida pra dançar só pra te abraçar? – Abraçaria um dos velhos barbudos e dançaria junto com ele com passos totalmente improvisados, fazendo o mesmo com todos os outros três no decorrer da música. - Faz uma canção somente pra você? Ele vai ter um jeitinho todo próprio de dizer... E é assim, que vai saber que é seu amor!

Era o final da música, e Shannon se orgulhava de ter feito aquilo. Se despedindo e agradeçendo a todos que foram dançar com ela, Shannon agora via a hora de fazer o que realmente era necessário.

- Obrigada por terem gostado do meu... Show! Mas isso não foi o que realmente eu vim fazer aqui. Sabe? Essa ilha é tão bonita, não sei se é por que vocês estão nelas, mas vou dizer em... Que beleza de lugar! Eu adorei ter vindo pra cá, e o que eu mais gostei foi ver as lindas árvores e flores, então eu peço por favor a vocês, mantenham-nas lindas! - Trocando o seu semblante para algo não tão convincente para aquela ocasião, Shannon continuaria – Mas eu também vi coisas horríveis! Enquanto eu vinha pra cá, encontrei um javali, quase morto... Atingido por um dardo! Quem fez isso não o matou na hora, deixou ele sofrer com aquela dor até seus últimos minutos... Então eu quero saber quem fez isso, e caso alguém aqui saiba, me conte, por favor, vamos proteger nossos animais.

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MensagemAssunto: Re: [CF] PT II - Férias em família   [CF] PT II - Férias em família - Página 3 EmptySab 23 Abr - 2:27

   
Estava livre, apesar de ferir o lábio e enfiar o rosto em um saco de ervas estranhas.  Agora estava estranhamente relaxado enquanto me reequipava com meus pertences. “Ei, até que essa sensação não é ruim.” Refletia calmamente enquanto procurava por uma janela, se houvesse, iria de imediato seguir até ela e abri-la, apenas para distração.

“Na boa?...” Pensava muito mais relaxado e diferente da mente agressiva e sanguinária que costumava ter. “Vou levar esse saco.” Agora sorria enquanto embolsava a erva e tentava o mais silenciosamente possível trazer a mesinha em que estavam todos os utensílios médicos até a altura da saída de ar. Tiraria quaisquer objetos cortantes e os arremessaria para que caíssem na cama, preferencialmente? Em silencio também.

Uma vez que não houvessem obstáculos, subiria na mesinha com certo cuidado e tentaria abrir a escotilha que normalmente deveria estar ali. Se necessário destrancá-la usando meus conhecimentos de arrombamentos. “Eu devia pegar mais disso quando saísse daqui.” Ainda tinha um sorriso alegre não muito largo e que nem mesmo sabia que estava em minha face, meus olhos também estavam um tanto mais abaixados, embora também sequer notasse.

Enquanto observasse a cama, procuraria pela possibilidade de ser possível me esconder debaixo dela, se houvesse espaço o suficiente daria de ombros e derrubaria a mesa barulhentamente a tombado para o lado e deixando a escotilha ainda aberta, para simular minha fuga por ali. “Subir ia dar muito trabalho.” Preguiçosamente decidia me aproximando da cama e pegando cobertas caso houvessem, se não apenas tentaria tirar o colchão e deixa-lo em diagonal de forma a esconder o que pudesse estar do outro lado. Que era onde estaria. Se conseguisse tirar as cobertas, faria o mesmo, deixando-as desarrumada de forma a tapar os buracos enquanto estivesse por lá.

Se não houvesse tal possibilidade, apenas iria seguir pelos dutos, mas enquanto subisse, tentaria arrastar a mesa com um chute pra posição inicial, e fecharia desta vez a tampa antes de ir de forma a “Vamos tirar o lugar de suspeitas.”

Mas do contrário, caso permanecesse na sala, manteria os ouvidos atentos e a adaga em mãos. Ouviria e tentaria ver quantos entraria no lugar enquanto tolerava as dores nas costas em silencio, isso se ainda estivessem doendo, afinal aquela erva poderia ser um tipo de relaxante muscular.

Se entrassem mais de uma pessoa, iria aguardar toda a movimentação até que restasse novamente apenas um. A menos que todos saíssem simultaneamente, claro. Do contrário, assim que apenas um restasse, iria tentar pela posição dos pés, descobrir quando estivesse de costas para a cama, e sairia fazendo o maior silencio possível. Iria me aproximar furtivamente e então tapar sua boca para que não gritasse, enquanto tentava derrubá-lo no chão com a faca na garganta. – Não grite, não tente fugir, se não... – Nesse momento iria apertar a adaga contra sua garganta com certa brutalidade, mas não mortal, apenas queria ver um pouco da cor daquele sangue.

- Primeiro e mais importante: – Soltando sua boca suavemente e esperando que ele agisse como pedido iria tirar o saco de ervas e mostrar de relance. – Qual o nome dessa erva? – Assim que me fosse respondido, guardaria enquanto prosseguia com a segura pergunta. – E por que exatamente eu fui pego?... Além de tentar matar a velinha... – Lembrava-me do ocorrido que por um momento havia me fugido da memória, mas lembrava-me momentaneamente de Jerry. “Como ta aquele cara? Ele vai me seguir até aqui será?” Me perdia em pensamentos. – Ah sim. – Acordava e enfiava a faca na garganta da pessoa que tivesse aprisionado e então retiraria suas roupas, que pensava serem ou de médico ou possivelmente de um marinheiro.

Trocando de roupas e mantendo as minhas por debaixo das dele, iria então me atentar a cabeça, se tivesse um chapéu iria colocá-lo, do contrário, meu cabelo poderia me denunciar. Se não houvesse nada do gênero, usaria a adaga novamente para cortar meu próprio cabelo de forma rustica e completar o disfarce.

Com o disfarce completo, iria simplesmente sair pela porta da frente de cabeça baixa e tentando me manter discreto e deixar o rosto mais sério e menos sorridente. Passando pelos corredores, tentaria me manter nos cantos e evitar olhar as correrias e sair o mais rápido possível.

Na hipótese da imobilização logo de início, ou simplesmente haver um grito, iria desistir das perguntas e simplesmente abater o alvo usando minha agilidade, que apesar de comprometida pela dor, ainda deveria ser o suficiente para bater a de um médico ou guerreiro de baixo nível que fosse pego desprevenido. Assim apenas passaria a adaga em sua garganta e tentaria remover as roupas de forma mais limpa possível. Em caso de alvos femininos usando saias iria coloca-las ainda assim e por meus tênis na bunda para dar certo volume, com cuidado claro, e em vez de cortar meu cabelo, apenas iria colocá-lo para trás das orelhas, não era um motivo de orgulho, mas tinha um rosto um tanto andrógeno.


OFF: Eu não quero deixar meu cabelo curto pra sempre, estipula um numero de posts se chegar o caso pra ele crescer de novo. Até lá o cabelo eu pensei em algo do gênero:

Spoiler:
 

Não sei se vai dar certo, mas criativo eu tentei ser To nem aí!

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MensagemAssunto: Re: [CF] PT II - Férias em família   [CF] PT II - Férias em família - Página 3 EmptyDom 24 Abr - 0:43

Senti meu objetivo escapar pelos meus dedos em um grande olé realizado pela dona de tamanha desenvoltura. Eu corri para escapar do ódio da ruiva. Só de sentir meu dendo serpentear ao tocar de raspão em sua carne já era o suficiente para me alegras. Por isso durante o caminho pude libertar uma gargalhada espontânea que refletia meu divertimento e, junto a minha expressão, também mostrava o meu desespero.

Ao entrar no novo ambiente, explorei cada canto com o meu olhar. Era um lugar simples onde o único foco era trabalhar. Eu estava um pouco afim de conhecer mais sobre processos da marcenaria e pude ter uma oportunidade de fazer isso quando um anão se aproximava de mim, aparentemente me confundindo com um novato que procurava emprego.

- Oh, sim... Me ofereci para trabalhar aqui... Trabalho com madeira em geral, mas sabe... Sou meio inexperiente em projeções de embarcações. Pode me ensinar um pouco disso?




Aprendizado da pericia física (em construção)

- Argh, seu moleque... Me colocaram para ensinar os novatos por que segundo eles eu sou bom nisso. Tsc! Enfim. Relaxe que eu te darei conselhos e tentarei te ensinar algo sobre isso. Só me segue. - Ele começava a andar desastrosamente em direção a uma mesa, onde ele indicava que eu deveria sentar e esperar para ele se preparar. Puxei uma cadeira e me sentei ali, observando a movimentação engraçada do corpo curto de meu professor.

- Existe uma lei de um físico que diz que toda ação tem uma reação de mesma direção e intensidade... Por exemplo, se eu jogar uma bola nessa parede, ela vai bater contra ela e voltar. Isso ocorre por que ela empurrou a parede e ela a empurrou de volta com uma força de mesma intensidade. Então... Consegue imaginar algum exemplo disso no dia a dia? - Ele dizia enquanto revirava várias coisas em um armário completamente desorganizado.

Fui pego de surpresa pela pergunta. Embora essa característica fosse normal na força, aquilo não era algo que eu pensava no meu dia-a-dia. Entrei em reflexão e tentei trazer para algum cenário de meu cotidiano. - Imagino que isso também se aplique aos navios. O vento empurra a vela e a agua reage empurrando de volta e, dessa forma, acaba dando resistência ao seu movimento. - Aquilo me escapava aos poucos. Esse exemplo me vinha em mente pois era algo com o que eu trabalhava.

- Boa! É por isso que navios são projetados em formatos que consigam abrir espaço entre essa ''parede d'agua'' para que dessa forma consigam minimizar a ação dela contra o movimento. Vejo que você curte mesmo a carpintaria... - Ele se empolgava para me ensinar e logo começava a pegar coisas úteis para aquele momento, como livros, papeladas, anotações e uma mala com objetos estranhos. - Posso te explicar algumas coisas interessantes... Vamos começar sobre o equilíbrio. Prédios com má sustentação, pessoas na ponta do pé, um lápis em cima do outro... Coisas instáveis podem ruir a qualquer momento. Por isso a física é essencial em tudo, inclusive na criação de navios. A principal coisa que você tem em mente é o por que que uma embarcação flutua. Vou te ensinar duas coisas importantes da física que explicam esse fenômeno - Ele ergueu dois dos dedos da mãos direita e em seguida levou a mão esquerda para aponta para um deles - Primeiro: Quando um objeto é oco e/ou tem densidade menor que a da agua, ele flutua sobre ela. - Abaixou o primeiro dedo e passou a apontar para o segundo dedo - Segundo: por que ele está em equilíbrio.

- O equilíbrio seria ele não cair na água? - Olhei para ele confuso, sabendo que não entenderia aquilo direito sem uma explicação mais detalhada.

- Mais ou menos isso. Equilíbrio é quando a força resultante do sistema é nula. Ou seja, no caso do navio as forças se organizam de forma a anular uma a outra. Veja essa imagem. - Ele pegava um papel que continha um esquema dos vetores das forças.

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- As forças que se anulam para fazer o navio ficar parado na superfície se chamam empuxo e peso. Leia um pouco sobre eles nessas anotações - Ele me passava mais um papel, dessa vez só com algo escrito.

Anotações escreveu:
Sobre o Peso

O Peso de um corpo é a força com que a Terra o atrai.

É calculado pela seguinte formula:

P = M . g

Onde

P = Peso (N)
m = massa (kg)
g = aceleração da gravidade (m/s²)


Sobre o empuxo

O QUE É EMPUXO?

   Empuxo, é uma força vertical, dirigida para cima, que qualquer líquido exerce sobre um corpo nele mergulhado.

  Mergulhando-se uma pedra em um líquido qualquer, temos a sensação de que ela parece mais leve, isto ocorre devido ao empuxo que "empurra" a pedra para cima e precisamos uma força menor para sustentá-la.

POR QUE OCORRE EMPUXO?

    Ocorre empuxo porque a pressão do líquido na parte inferior do corpo é maior do que na superior.

QUAL O VALOR DO EMPUXO?

O empuxo é calculado através da seguinte formula:

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onde:

E = Empuxo (N)

Df = Densidade do fluido (kg/m³)

Vdf = Volume do fluido deslocado (m³)

g = Aceleração da gravidade (m/s²)



 
AFUNDAR  OU  FLUTUAR

O que acontece se o peso do corpo é maior que o empuxo? (P>E)

   A resultante dessas forças estará dirigida para baixo e o corpo irá afundar. Neste caso a densidade do corpo é maior que a do líquido.

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E quando o peso do corpo é menor que o empuxo? (P < E )  

   Neste caso a resultante está dirigida para cima fazendo o corpo ir para a superfície do líquido. Ao emergir o corpo passa a deslocar menor volume de líquido e o empuxo sobre ele torna-se menor. No caso de um navio ele ficará em equilíbrio parcialmente mergulhado na água, fazendo com que o empuxo se iguale ao peso. A densidade do corpo é menor que a do líquido.

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E se o peso do corpo for igual ao empuxo? (P=E)

   Neste caso a resultante destas forças será nula e o corpo permanece em repouso no local que foi abandonado. Sua densidade é igual a do líquido. Se um submarino está em repouso no meio da água temos seu peso igual ao empuxo sendo a densidade média do submarino igual a densidade da água do mar.

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- Pronto, agora você sabe o que levar em conta quando for construir um navio que consegue flutuar... Vamos para a próxima etapa... Tem outra coisa que você tem que levar em conta quando for fazer um navio flutuante. Leia minhas anotações enquanto eu bebo um pouco de água... - Ele me dava uma folha de papel com algumas anotações.

Anotações escreveu:
A estabilidade do navio não depende só disso. Depende também do ponto de aplicação dessas forças. A força peso é aplicada no centro de gravidade, que é fixo, e o empuxo é aplicado no centro de empuxo, que é variável.

O centro de gravidade do corpo localiza-se no centro de aplicação do seu peso. Quando a distribuição de massa de um objeto é homogênea, o seu centro de gravidade coincide com o seu centro de massa. Se o corpo não é homogêneo ou tem forma irregular, seu centro de gravidade não coincide com o seu centro de massa. É possível localizar o centro de massa do corpo pendurando-o livremente. O centro de gravidade do corpo fica no ponto de cruzamento das verticais que passam pelo ponto de sustentação.

Já o centro de empuxo está localizado no centro de gravidade do líquido deslocado pelo corpo (água).

Por último, é necessário lembrar dessas coisas: O Centro de Gravidade no caso de uma embarcação não pode coincidir com o Centro de Empuxo, pois quando o Centro de Gravidade coincide com o Centro de Empuxo, o corpo imerso fica em equilíbrio indiferente, ou seja, se qualquer perturbação fizer o corpo se mover lateralmente, ele não retorna a posição de equilíbrio. Para obter-se a maior estabilidade possível, a distribuição de cargas no interior do navio é feita de tal modo que o centro de gravidade se situa o mais próximo possível do fundo do navio.

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Li tudo aquilo com atenção e concentração. Meu mentor demorou um pouco para voltar a me prestar apoio no aprendizado e, com isso, tive mais tempo para revisar tudo aquilo.

- Agora sabe por que navios dificilmente viram?
- Ele perguntava assim que voltava a postura de professor.

- É porque o navio é projetado para em caso de oscilações laterais, retornar a posição inicial. Para isso, seu centro de gravidade fica abaixo do centro de empuxo, como está na figura, de modo que temos uma situação de equilíbrio estável. O momento da força peso junto com a de empuxo e é que faz com que o navio volte à posição inicial.

- Sim. E sabe me dizer também por que navios flutuam? - Ele perguntava aquilo enquanto puxava de suas tralhas um brinquedo de formato redondo.

- Os navios são projetados de modo que mesmo com carga e passageiros, pesem menos do que a água que deslocariam mesmo se estivessem completamente mergulhados. - Respondi com certo receio.

- Muito bem, você acertou. Parece que pegou bem as informações...  Agora está vendo esse brinquedo? A relação é como a desse boneco aqui... ''João bobo''. Por mais que você tente o derrubar com perturbações, ele sempre consegue voltar a posição inicial. - Ele demonstrava aquilo na prática, batendo no brinquedo e mostrando como navios se comportam. - Agora vamos tentar mostrar isso na prática? - Ele pegava nas tralhas dele um pequeno navio de madeira, sem muitos adornos ou detalhes. - Tente ajustar esse navio. Você terá ferramentas, meus livros, lápis e papel ao seu dispor. Mas para dificultar um pouco as coisas, quero que você faça isso apenas com uma chance. Nada de tentativa e erro, entendeu? Bom... Se vira.

Com aquelas palavras, fiquei perdido. Se eu fizesse aquilo por tentativa e erro, seria bem mais fácil. No fim, peguei o brinquedo em mãos e logo comecei a observar suas características. Ele era leve e mal esculpido. - Primeiro eu tenho que ajeitar seu casco para diminuir a ação da resistência da água e para conseguir organizar o empuxo... - Peguei um cinzel e um estilete das ferramentas e comecei a esculpir, dando ao casco do navio de brinquedo o formato de ''flecha'' para abrir as aguas. - Droga, eu queria testar como está a estabilidade desse navio para ir acrescentando peso aos poucos... E agora, como farei isso? - Parei para pensar, focado naquela tarefa. - Lápis, papel... - Vi aqueles objetos ao meu alcance e pensei no trabalho de engenheiros. - É isso!

Tomei de conta do lápis e comecei a anotar cálculos no papel. - Densidade... Densidade... DENSIDADE!! - Procurei entre os livros informações sobre a densidade da madeira e da água. - Massa? - Parei naquele momento. Não tinha uma balança naquele momento, então eu teria que confiar em minha estimativa... Balancei o brinquedo em minha mão, buscando imaginar qual seria seu peso. - 100 gramas. - Anunciei em voz alta e prossegui com meus cálculos.

No fim, tive meu resultado e voltei ao barco. Acrescentei peso a ele usando terra, pedras e pedaços de madeira e no fim me aproximei do professor, anunciando o termino da tarefa.

- Muito bem, vamos testar. - Ele sorriu, tirando-me a confiança de que eu iria acertar aquilo de primeira. Ele tomou o navio de minhas mãos e o colocou em uma bacia d'agua. De inicio, via a reconfortante imagem do navio flutuando e com aquilo eu já estava satisfeito... Mas ele não. - Vamos agitar um pouco as coisas para testar a estabilidade... - Ele balançou a bacia e o navio chocalhava incessantemente, até que ele pendeu para o lado e pareceu estar sendo segurado por um fio de cabelo antes de cair na agua. Mas no fim, ele decidiu deitar por ali.

- Aff, que merda...

- HAHAHAHA! Relaxa. Você foi bem para alguém que está apenas começando a aprender e que não tinha nem mesmo uma balança para os cálculos. - Ele sorria, me dando tapas nas costas. - Acho que você está pronto na parte de fisica de embarcações. Tem algo a mais que você tem curiosidade?

Imaginei alguma dúvida minha sobre o mundo e logo me veio em mente minhas lutas. - Pode me dar dicas sobre socos... Ér... Golpes em geral?

- Ah... Como eu esperava. Você é mesmo um rufião. Posso te dizer algumas coisas curiosas sobre o assunto. Vamos lá... A força de um soco pode ser explica por causa da formula de força, F = M x A, e também pelo impulso e quantidade de movimento. Um soco é um impacto, então você está recebendo uma força por um período de tempo. Isso é justamente a teoria do impulso: Uma força aplicada por um tempo. Essa grandeza é igual à diferença entre a quantidade de movimento antes e depois do impacto.

Ele escrevia num papel as fórmulas citadas por ele.

Papel escreveu:
Impulso:

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Quantidade de movimento:

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Teorema do impulso (Junção de Quantidade de movimento e impulso):

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Era meio difícil só entender vendo o papel, mas eu conseguia absorver algo dali.

- A força aplicada em um soco depende do peso da mão e braço daquele que soca, da velocidade em relação ao adversário quando o atingem e da distância e tempo que a parte do adversário que levou o soco se desloca durante o soco. Quanto maior a massa da mão e braço, quanto maior a velocidade da mão em relação ao adversário e quanto menos a parte golpeada do adversário percorrer ao ser atingida, maior será a força.

- Acho que entendi a teoria, mas pode me explicar essas formulas e a ação delas na força de um soco em palavras?

- Oh, claro. Mas antes, vamos mentalizar... Digamos que você está em uma bicicleta está a 20 km/h e vai freando aos poucos. A força da freada que você irá sentir vai ser pequena e facilmente parada por suas nádegas no banco. Mas agora suponha que você está na mesma velocidade e freia de vez com só uma freada... A força que você vai sentir será muito maior, podendo até te tirar do banco. - Tentei absorver um entendimento daquilo e logo comecei a imaginar onde ele queria chegar com aquilo.

- E o que isso tem a ver com a força de um soco? - Perguntei, confuso.

- Quando um boxeador dá um soco em seu adversário, sua mão e seu braço vão rapidamente na direção do oponente e são parados por este. Aqui ocorre mais ou menos a mesma coisa que ocorre no caso de uma freada. Se a mão do boxeador, ao encostar o adversário, se deslocar pouco até parar, a força será intensa; se, entretanto, a aquela parte do corpo que recebe o soco se deslocar bastante e na mesma direção que a mão do seu adversário, o tempo de interação será maior e a força será menos intensa.

- Ah... Entendi agora... Então o tempo de contato e a movimentação corporal inimiga consequente do soco afetam no dano. - Sorri, contente com aquela conquista.

FIM






Fiquei contente e aliviado com o fim daquilo. Era um assunto meio puxado, até por que tudo que envolve matemática não é nada simples ou confortável, mas, mesmo assim, eu me empolguei por ser algo que me ajudaria não só em meu oficio mas também em desenvolvimento de lutas criativas.

- Érr... Professor, pode esperar um momento? É que eu quero aprender outra coisa da área. - Chamaria sua atenção usando minha voz chamativa e então me aproximaria dele e quando estivesse próximo o bastante, diria - É que meu pai é idoso e ele tem problemas de esquecimento. Ele sempre entra num cômodo lá em casa, se tranca e segundos depois ele esquece de onde enfiou a chave. Quando isso acontece, eu preciso sempre correr desesperado ao chaveiro... Então, professor, você consegue me ensinar como abrir trancas sem a chave? - Diria aquilo em tom baixo e neutro, não tentando atuar para deixar a mentira mais convincente. Talvez a mentira fosse o suficiente, mas se não fosse eu poderia oferecer-lhe algo a mais... - Eu posso te pagar dez mil por essa aula. - Ofereceria meu dinheiro apenas se ele não quisesse me ensinar de bom grado sem algo em troca.

HISTÓRICO:
 

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Falas
Pensamentos
Esquizofrenia (Fantasia)

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RIP:
 

Titulo Internacional:
 


Última edição por GM.Wander em Dom 15 Maio - 11:01, editado 2 vez(es)
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Meiko Matsunaga
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MensagemAssunto: Re: [CF] PT II - Férias em família   [CF] PT II - Férias em família - Página 3 EmptySeg 25 Abr - 3:18


Post de Aprendizado da Perícia Engenharia

Bem, ao menos uma coisa boa após a rejeição do meu pedido por aquele funcionário ridículo, se bem que era até bom pois pelo tipo de roupa que vendiam lá sem dúvida eram uma loja de segunda, indigna de ser o lugar aonde traria luz a uma das minhas criações. A parte realmente irritante era que teria que me manter com aqueles trapos de roupas por mais algum tempo, se bem que elas ainda eram melhores do que qualquer coisa naquele local. Agora no entanto aquilo era passado, o que me interessava é que havia conseguido convencer alguém a me ensinar mais alguma coisa sobre forjar armas, e ainda me dar a oportunidade de trabalhar em algumas armas por mim mesma... simplesmente a oportunidade perfeita. Além disso, era uma mestra, algo bem raro eu imaginava, para falar a verdade era a primeira outra ferreira que eu conhecia, afinal a maior parte das garotas em Briss não se interessava muito em como trabalhar em uma forja, mesmo que todas adorassem uma boa joia ou acessório.

- Tudo bem, mestra! Meu nome é Elizabeth, e sou de Briss. – Eu falei, parecendo me animar um bocado com a ideia de ter uma mestra. – Eu já trabalho com forjar armas, que é meio que minha especialidade a um bom tempo, mas meu antigo professor nunca foi um especialista em como criar armas mais... complexas do ponto de vista mecânico. – Eu comecei a falar, antes de dar uma pausa e parar um momento para encarar o rosto da minha professora, imaginando qual seria sua reação, mas ela parecia escutar de maneira indiferente. – Como já falei, eu sou de Briss, e a maior parte das armas que são forjadas por lá são enfeites e decoração para a casa de algum nobre que quer se exibir, sabe como é, e muito raramente algum deles resolvia encomendar alguma arma de fogo ou qualquer coisa mais complicada no final das contas.

- Então você realmente não deve a oportunidade de trabalhar com qualquer coisa mais complicada que uma arma branca convencional. É isso que quer dizer? – Ela completou, parecendo bastante animada com o prospecto de ter uma aprendiz. Imaginava que o mesmo que se aplicava a mim se aplicava a ela, provavelmente não havia tido contato com muitas ferreiras antes, era uma profissão difícil de se seguir e em geral as pessoas pareciam não dar muito crédito. – Bem, o primeiro ponto quando trabalhamos com a criação de um mecanismo é preparar o seu projeto, é claro. É uma tarefa um pouco difícil, venha comigo. – Ela falou enquanto caminhava para o interior da loja, um tipo de escritório aonde ficavam colocados vários tipos de papéis na parede, que logo percebi serem designs e desenhos de diversos tipos de armas, todas parecendo interessantes. – Algum projeto em particular? Pode escolher um...

Havia tantos projetos interessantes enchendo as paredes, um mais intrigante que o outro, mas todos aparentavam ter um alto nível de complexidade, era como se houvesse um banquete diante de mim. E o problema como sempre era que eu não conseguia me decidir por qual prato deveria começar, afinal todos aqueles projetos pareciam tão interessantes, era difícil escolher um. Mas eu sabia que o melhor era eu começar com um projeto mais simples, alguma coisa que não escapasse tanto do que eu estava acostumada a mexer, assim mesmo morrendo de vontade de pegar algum dos projetos mais exóticos, me contentei em pegar uma folha contendo o projeto de uma besta comum. Eu coloquei este sob a mesa e olhei para minha professora, que parecia ter gostado da minha escolha e se aproximava, fazendo sinal para que eu me sentasse.

- A primeira coisa a lembrar é que todas estas armas tem uma característica em comum: o gatilho. Esta é a peça chave que permite colocar todo o resto do mecanismo a agir, por exemplo... – Ela saia da sala um instante, me deixando sozinha, mas logo retornava, nem me dando tempo de brincar com algumas das miniaturas que decoravam a mesa. Ao retornar ela trazia consigo uma besta comum, feita de ferro e carregada com um virote com dentes serrilhados, era uma peça bem feita e bem sóbria, sem muitos detalhes ou decorações. – Veja bem, quando em puxo o gatilho desta peça... isso faz com que esta parte de cima que está prendendo a corta esticada da arma se contrair e deixar ela escapar, e quando isso acontece a força contida na corda é transmitida diretamente para o virote, o fazendo ser disparado. – Ela me falava, enquanto colocava a arma sobe a mesa e começava a me mostrar no projeto desenhado como cada parte se encaixava, de maneira bem simples, ao mesmo tempo que também apontava a posição de cada parte no modelo.

- Em armas de fogo também temos o gatilho certo... só que ele é a parte que faz com que a pólvora se aqueça e exploda, pelo que me lembro. – Eu falei, enquanto examinava o projeto e verificava como era simples, ao puxar o gatilho a parte móvel que incluía o pino segurando a corda acabava sendo empurrado para a frente, forçando o pino a ir para trás e se abaixar e liberando a corda. Simples e eficaz, o tipo de desenho que me agradava, mesmo que eu gostaria de colocar alguns detalhes durante a forja. – Isso também quer dizer que começamos a forjar os mecanismos do gatilho antes? – Eu perguntei, levantando a cabeça e encarando minha professora, que sacudia a cabeça concordando.

- Sim, sim. O gatilho é uma das primeiras partes que se projeta enquanto se faz um equipamento deste tipo, afinal cada tipo de gatilho exige um tipo de mecanismo diferente. – Ela se moveu para uma das paredes e olhou os projetos que estavam nela, pegando um destes e trazendo para a mesa, e colocando ao lado daquela da besta. – Neste caso por exemplo, é uma lâmina escondida, logicamente você não quer que ao dar um soco a lâmina já saia, porque isso pode ser um problema se o sujeito só estiver em uma briga... vê este gatilho aqui? Ele exige que o usuário pressione com os dois dedos centrais este ponto perto do pulso, no final da mão. Isso permite maior controle, e cria um mecanismo diferente, que libera uma trava que solta a lâmina, está vendo. – Ela falou, apontando cada parte do mecanismo, enquanto eu admirava como era engenhoso encaixar as peças de uma maneira tão cômoda, de maneira que todas trabalhassem em conjunto para fazer o aparelho funcionar. Era um pouco complicado de aprender, e também parecia o tipo de coisa difícil de ser forjada, considerando todas as pequenas peças e mecanismos que integravam o equipamento.

- Armas de fogo também possuem gatilhos, e como você bem disse ele é o que inicia o processo de combustão da pólvora que serve como propulsão para os projéteis. Porém alguns tipos de gatilhos tem outras funções, em armas com barris cada vez que um projétil é disparado isso faz com que o barril gire para a próxima bala e então trave novamente. – Ela falava, agora pegando de outra parede um projeto de uma pistola com barril de seis bala giratório, e demonstrando como é que funcionava a trava do barril. – Em uma arma com fogo rápido, como uma metralhadora, o barril fica em movimento até ser travado, e a trava como pode ver é ativada ao se soltar o gatilho. – Ela falou, enquanto me mostrava cada um dos componentes e seu nome para mim. Aquilo era realmente fascinante, quer dizer eu sempre havia admirado este tipo de equipamento mas não havia percebido o quando de trabalho era necessário para não apenas forjar estes mas também para os projetar. – Vamos tentar agora prosseguir com este seu projeto. Tente fazer o design da besta de que estava falando, eu vou te ajudar durante o processo... e depois pode forjar ela.

Desta maneira eu comecei a trabalhar no design de uma besta com um sistema integrado para repetição de disparos, como eu coloquei no cabeçalho do desenho. O projeto era claramente bem mais sofisticado e complicado do que o que estava exposto no projeto que eu havia tomado como ponto inicial da minha aula com Adrianne, porém eu estava disposta a tomar o caminho mais difícil neste caso. Afinal, se eu pudesse projetar uma besta com auto nível de complexidade, então eu poderia usar este conhecimento para mecanismos mais simples, por exemplo um canhão ou uma pistola, claro que mesmo que eu aprendesse como fazer o projeto ainda haveria a parte envolvendo como produzir estas armas, mas estava confiante que minha professora poderia me guiar durante este trajeto. Nesta parte eu também contava com a ajuda dela no final das contas, que ficava observando os meus desenhos de cima do meu ombro e corrigia um ou outro pequeno erro que eu cometia enquanto desenhava, principalmente com relação as escalas e colocação das peças, além de mostrar um ou outro projeto que poderia ser de ajuda. Levou um bom tempo apenas para que eu terminasse o projeto, mas finalmente estava pronto, e entreguei-o para ser verificado por Adrianne, esperando que não houvesse nenhum outro erro neste.

Projeto:
 

- Muito bem! – Ela falou, me deixando bem animada com o prospecto de que havia aprendido bem o conceito de como projetar um mecanismo mais complexo. Havia dado bastante trabalho começar aquele projeto, e eu devia agradecer as indicações dela de como prosseguir durante este para que tudo acabasse se encaixando nas posições certas até eu ter um design completo e funcional para a arma, havia sido um trabalho duro e gratificante. – Tudo está muito bem colocado, acho que esta será uma arma funcional... mas para termos certeza precisamos construir ela, claro. – E assim ela fez sinal para que eu a seguisse, dessa vez até a área da loja aonde ficavam as forjas e o equipamento para trabalhar na criação das armas. – Primeiro vamos preparar os moldes com argila, e então passar para a forja! – Ela falou, me levando para um lado um pouco distante, onde havia mais papéis e também alguns pedaços de madeira.

Logo começávamos a trabalhar para constituir os moldes, criando os desenhos em tamanho real e então criando peças de madeira a partir destes, com bastante trabalho, para então os usar na criação dos espaços nos moldes que seriam usados no processo de fundição. Levamos um longo tempo trabalhando naquilo pelo grande número de peças, mas o que me deixou mais intrigada era a precisão necessária em cada detalhe, com o uso de ferramentas para desenhar e também para lixar e trabalhar cada parte, assim como na criação dos moldes de cera que seriam usados. Após finalmente termos preparados os moldes, estava na hora de começarmos o processo de criação em si, a parte prática, aonde cuidadosamente introduzíamos o metal fundido dentro dos moldes fechados e deixávamos preencher os espaços vazios completamente, para então retirar estes e lixar para remover qualquer imperfeição, um processo longo e trabalhoso, mas que deu bastante resultado. Ao mesmo tempo trabalhava nas partes maiores, usando o processo mais convencional, com o aquecimento do metal e então trabalhando este na forja para lhe dar a forma desejada com o martelo, era uma atividade extenuante mas que eu adorava, e um bom exercício físico também, sem dúvida estava em melhor forma do que o Kurihara desde ponto de vista.

Após tudo isto, ainda faltava todo o processo de encaixar as peças em seus devidos lugares, aonde tínhamos que verificar o projeto a todo o momento, e torcer para que todas estas estivessem na proporção correta. Esta parte demorou mais uma grande porção de tempo, uma vez que tivemos de colocar as peças e também as prender aos lugares, geralmente fazendo uso de parafusos colocados nos buracos destas, garantindo o lugar certo de cada uma. Finalmente o nosso trabalho estava completo, ou praticamente isso. Tudo que nos restava era testar a arma e verificar sua precisão, o que fizemos ali mesmo usando uma velha tábua de madeira como alvo, eu disparei ao puxar a alavanca na parte superior para trás, até o ponto onde está liberou o primeiro virote que voou com violência para cima da tábua. Até aí havia tudo transcorrido de acordo com o planejado, mas esta era a parte mais simples do mecanismo e eu sabia disso, assim eu levei a alavanca para a frente e voltei a puxar, percebendo que este era um processo mais rápido que o normal sem dúvida, mas que ainda exigia um longo tempo de prática para ser aplicado efetivamente em combate, ainda mais se considerando que era uma peça um pouco mais pesada do que aparentava, mesmo assim o importante era que um novo virote fosse carregado e disparado ao puxar a alavanca, e tudo correu de acordo com o plano, para meu contentamento.

- Creio que isso seja um treinamento completo. Claro isto é apenas uma besta de repetição, fazer uma pistola vai ser algo muito diferente, mas a partir daqui acho que você pode conseguir fazer isso por conta própria. Só tome cuidado porque bem... pólvora é bem mais volátil do que uma corda. – Adrianne me falou sorrindo, aparentemente satisfeita com o resultado do nosso trabalho, enquanto fazia uma piada sobre o que eu poderia fazer em seguida. Sem dúvida eu iria mexer com pistolas no futuro, mas não acho que seria desta maneira convencional, pelo menos não de acordo com meu próprio projeto.

- Falando sobre coisas que eu ainda tenho para fazer... havia prometido uma arma nova para uma amiga minha, e também queria fazer uma foice melhor, o equilíbrio desta não é grande coisa... – Eu falei, enquanto olhava para a minha foice, que eu havia jogado em um canto quando começamos a trabalhar com os materiais na forja, e só lembrava de tudo isso agora, mas considerando que ela estava feliz que havia sido uma lição frutífera era uma boa ocasião para levantar este assunto. – Será que eu poderia usar a forja daqui para isso? Quer dizer, eu posso pagar pelos materiais e tudo mais se for necessário, mas preciso de um local para trabalhar, e este me parece ideal. Se for possível é claro, você já me ensinou tudo isto e eu realmente não quero acabar pedindo demais! De fato acho melhor deixar esta besta com você, sabe como compensação pelo tempo e materiais... – Eu falei, ficando um pouco encabulada, pensando no fato de que havia dado toda aquela aula e de tudo que havia me mostrado, realmente parecia demais até para mim pedir qualquer coisa a mais, além do fato de que havia realmente ido com a cara dela, mesmo assim precisava terminar logo aquelas armas, e aquela poderia ser minha última chance antes de ir para a Grand Line, mas se ela recusasse me limitaria a dar um suspiro sentido e falar. – Mesmo assim fique com a besta, como lembrança. Tudo bem? – Eu falaria antes de deixar a loja e procurar ao redor por Pollo, sem dúvida já deveria ter passado da hora para retornar até o Farol àquela altura.

Informações:
 

Citação :

- Histórico –
Pirata – recompensa 500 mil – Ceifadora - Ferreira
Posts: 5
Ganhos: NA
Perdas: NA
Vantagens: Aceleração, Adaptadora, Aparência Inofensiva
Desvantagens: Distraída, Sinceridade Excessiva, Mau Humor
Perícias: Forja, Mecânica, Costura


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- Fala - Narração - Pensamento - Outros –
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