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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 1º Capitulo: É melhor Reinar no inferno do que servir no Céu!

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MensagemAssunto: 1º Capitulo: É melhor Reinar no inferno do que servir no Céu!   1º Capitulo: É melhor Reinar no inferno do que servir no Céu! - Página 7 EmptyQua Mar 23, 2016 11:50 am

Relembrando a primeira mensagem :

1º Capitulo: É melhor Reinar no inferno do que servir no Céu!

Aqui ocorrerá a aventura dos(as) civis Marciano e Far. A qual não possui narrador definido.


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Marciano
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MensagemAssunto: Re: 1º Capitulo: É melhor Reinar no inferno do que servir no Céu!   1º Capitulo: É melhor Reinar no inferno do que servir no Céu! - Página 7 EmptySeg Maio 23, 2016 11:45 pm

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~ A Morte é apenas o começo! ~

De alguma forma Kawasaki parecia respeitar o tritão, apesar de seu modo Beserk estar ativo, ele parecia não querer confrontar o enorme homem peixe, que por sinal mostrava uma excelente decisão. Masimos mesmo estando cara a cara com o capitão dos raposas bêbadas, não demonstrava nenhum sinal de medo ou intimidação. O gigante tritão havia nascido numa época de guerras, estava acostumado com mortes e massacres contínuos, amedrontasse diante apenas um homem era ridículo tal hipótese. Não estava em seus planos enfrentar Kawasaki, por isso não mostrou qualquer movimento de ataque, apenas falou e esperou pela resposta.

Havia convencido o pirata de alguma forma e descia as escadas até perceber o que ocorria no andar de baixo. Suzuki havia questionado Masimos enquanto o pirata raposa bêbado sentava-se próximo do cientista que por sinal ainda estava nocauteado. “Que diabos Bell está fazendo? ” Pensou enquanto analisava a situação. Olhava para a prefeita e sua excelente visão dava de cara com o furo que Bell havia feito. “Hmm! Provavelmente o intruso utilizou algum tipo de substancia em suas agulhas! Algum tipo de alucinógeno ou sonífero?! Acabou mexendo com seu psicoativo! Após ele recuperar a consciência leva alguns minutos para passar o efeito. ” Titã parava e raciocinava sobre os atos de Bell. Seu conhecimento sobre o corpo humano era natural, apesar de não ter a maestria sobre toxicologia, ele sabia sobre alguns efeitos alucinógenos, pois os livros de medicina instruíam muitos efeitos que o cérebro poderia ter com certas substancia.

Conseguiu ainda ouvir as falas do espadachim tatuado com sua excelente audição, sobre virar um demônio! Era algo estranho de se ouvir, mas aquilo apenas afirmava a hipótese de Masimos. O tritão ainda pode ver o ataque do capitão, uma kunai era jogada e beijava a bochecha de Bell, aquilo era apenas um aviso, apesar de toda a confusão que houve, Titã havia ganhado um pouco mais de tempo, porém aquele o tempo que havia ganhado poderia ser cobrado em dobro, já que a marinha provavelmente acharia que ele não iria cumprir com sua palavra, porém o tritão resolveria a situação, pois sua mente voltava a planejar para concertar a cagada de Bell. – Humpf.... Eu ainda estou no controle! Apesar da idiotice de Bell, conseguimos ganhar mais tempo para achar o cofre, porém só Bell sabe onde ele está! Não se preocupe... enquanto eu estiver presente... o meu amor, a Deusa da Morte continuará a me proteger e com isso vocês também! Falaria enquanto observava Bell voltando para dentro da prefeitura. Seu lado arrogante novamente mostrava-se, mas Masimos se quer percebia, pois para um crente como ele e totalmente devoto, eram palavras naturais de se dizer.

Enquanto esperava Bell entrar na prefeitura e retomar sua compostura, o tritão carpa voltava a pensar no que faria a seguir. “Deixarei Bell achar o cofre e retirar o dinheiro! Enquanto isso, ganharei mais um tempo com a marinha, eles já estão impacientes, o ataque da kunai mostrou isso evidentemente! ” Terminaria de pensar e falaria quando Bell entrasse na prefeitura. – Cuide suas ações... vai acabar morrendo desse jeito! Enfim, ache o cofre de uma vez, evitei ficar no segundo andar, pois o chão estava ringido... apesar de isso ter ocorrido só na sala da prefeita! Masimos terminava de falar ficando meio intrigando com esse fato, porém deixaria o espadachim achar o cofre já que era a função dele desde o início. O tritão tinha como função atrasar a marinha utilizando de meios intelectuais, porém até quando isso duraria. – Bell? Ache de uma vez esse cofre, a marinha já está impaciente! Não poderei segurar eles por muito tempo. Terminaria de falar olhando nos olhos do espadachim, mostrando estar sério enquanto puxaria de seu bolso o papel que havia pegado com a senha e entregaria para que ele retomasse de onde parou.

Percebia o cientista ainda apagado e usaria isso a seu favor, Masimos não sabia até então que o homem exercia tal profissão, porém após ouvir as falas do humano tatuado entendia a posição do sujeito e isso seria uma boa desculpa para ocupar a marinha. Caminharia até o cientista e pegaria pela cabeça do homem, já que provavelmente a mão do gigante pudesse agarrar. Verificaria as roupas do humano para não ter nenhuma surpresa caso acordasse, se achasse alguma arma ou algo do gênero colocaria em seu bolso para evitar qualquer acidente.

Após revistar o homem, andaria até chegar na frente no portão e avistar os marines tendo como foco o capitão. – Parece que esse intruso trouxe algumas substancias que mexem com a cabeça, bem intrigantes por sinal! Acho que explica o comportamento que viram agora!  Capitão da marinha, lembra de nosso acordo? Realmente não foi um soldado que invadiu a prefeitura, bom... pelo menos não dessa vez! Foi esse homem... pelo que eu me lembro, nosso acordo diz, os reféns que estariam lá dentro não seriam mortos e nem machucados! Já que ele não é um refém e acabou invadindo a prefeitura, como ele não está no nosso acordo, eu lhe pergunto... o que fazer com ele? Talvez ele seja importante já que eu ouvi dizer que sua profissão é ser cientista! Está disposto a renegociar? Terminaria de falar enquanto seus olhos avermelhados impactariam constantemente as pupilas do marine. Tentaria com seu plano arrumar a cagada de Bell e ganhar tempo também. Esperava que o humano tatuado conseguisse achar o cofre de uma vez, já que não saberia qual seria a reação do marine mandante.



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MensagemAssunto: Re: 1º Capitulo: É melhor Reinar no inferno do que servir no Céu!   1º Capitulo: É melhor Reinar no inferno do que servir no Céu! - Página 7 EmptyQui Maio 26, 2016 1:33 pm

– Humpf... Eu ainda estou no controle! Apesar da idiotice de Bell, conseguimos ganhar mais tempo para achar o cofre, porém só Bell sabe onde ele está! Não se preocupe... Enquanto eu estiver presente... O meu amor, a Deusa da Morte continuará a me proteger e com isso vocês também! – falou Masimos pra si mesmo enquanto via Bell retornando para o interior da prefeitura.

Tal acontecimento deixaria o tritão surpreendentemente abismado, ora, não esperava essa atitude do espadachim tatuado. Mergulhado em seus pensamentos o tritão buscava achar uma maneira de ganhar tempo e ao mesmo tempo prevenir alguma insatisfação ou desconfiança por parte da Marinha a qual estava negociando.

- Ele me jogou uma faca! Eu até estava falando algumas merdas, mas será que ele não teme pelos reféns? Não vai ficar assim, ei Dan, onde está aquele papel que eu te entreguei? – questionou o tatuado homem após encarar o cientista que o atacou e procurar o papel em seus bolsos.

-... Ah, sim, o papel... Ah, entreguei ao seu parceiro peixe, ele se encarregou de achar algo aí... – respondeu com leves pausar, por falta de atenção ou esquecimento, aparentava no início não saber do que estava sendo falado.

Bell, enquanto ouvia a resposta, se abaixou para ver o estado da prefeita que, por mais que aparentasse estar acordada parecia estar mais calma que antes. O tatuado ofereceu sua mão para a prefeita, afim de levantá-la, porém a mesma transparecia total desinteresse com o resto do mundo, em uma espécie de transe. Bell então a pegou no colo e tomou destino até as escadas.

- Continuando de onde paramos... Onde fica esse tal quadro? – questionou o espadachim, porém a prefeita não conseguia falar, por mais que tentasse.

- Onde está o papel? – questionou o tatuado ao tritão, dando leves toques para lhe chamar a atenção.

– Cuide das suas ações... Vai acabar morrendo desse jeito! Enfim, ache o cofre de uma vez, evitei ficar no segundo andar, pois o chão estava ringido... Apesar de isso ter ocorrido só na sala da prefeita! Ache de uma vez esse cofre, a marinha já está impaciente! Não poderei segurar eles por muito tempo. – respondeu seriamente o tritão após entregar o referido papel ao espadachim, que tomou rumo até as escadas de fato.

Após responder Bell, Masimos foi em direção ao cientista inconsciente e o revistou para não haver nenhuma surpresa daqui para a frente. Após isso, o pegou e tomou caminho até o portão.

- Yohoho! Lá vamos nós a mais um espetáculo! – exclamaria o atirador completamente excitado.

Por sua vez, Suzuki não tomou expressão, apenas virou-se dando as costas para a tal situação. Kawasaki observava Bell, a cada passo, levando a prefeita para o andar superior. Após isso, o capitão bêbado olhou para os reféns, por incrível que parecesse, o homem aparentava estar pensando, será que pelo efeito do álcool estar passando?

– Parece que esse intruso trouxe algumas substancias que mexem com a cabeça, bem intrigantes por sinal! Acho que explica o comportamento que viram agora! Capitão da marinha, lembra do nosso acordo? Realmente não foi um soldado que invadiu a prefeitura, bom... Pelo menos não dessa vez! Foi esse homem... Pelo que eu me lembro, nosso acordo diz, os reféns que estariam lá dentro não seriam mortos e nem machucados! Já que ele não é um refém e acabou invadindo a prefeitura, como ele não está no nosso acordo, eu lhe pergunto... O que fazer com ele? Talvez ele seja importante já que eu ouvi dizer que sua profissão é ser cientista! Está disposto a renegociar? – questiou o tritão aos Marinheiros que estavam ali, principalmente ao capitão.

Enquanto isso, Bell levava a prefeita em seus braços subindo a escada. No andar superior, o espadachim caminhou até a sala principal, sem nenhuma observação da prefeita em relação a uma possível mudança de trajetória. Ao chegar no local, a prefeita aparentava estar em um transe psicótico. Ela tentava falar algo, mas sua voz não sairia.

Após perceber que a tentativa de conseguir informações mais precisas da prefeita falhava, Bell decidiu então procurar por si mesmo o quadro. Após algum tempo e, comicamente, o último quadro que Bell retirou da parede era de fato o quadro que estavam procurando.

Após retirar a obra de arte, Bell observou o mecanismo que havia ali. Se tratava de um típico jogo de senhas, comum e cofres. Tinham alguns valores numéricos, mais precisamente quatro, e algumas “roletas” que mudavam os números de acordo com o que você as girava.

Bell, com o papel em mãos, preencheu o mecanismo com os números que tinha no papel e, ao escolher o último, um som de trancas se abrindo foi escutado e a porta do cofre se abriu. Lá tinham alguns objetos sem muito valor comercial, uma chave e um papel, aparentemente um pedaço de livro.

Conteúdo do papel: “Em um passado muito antigo, os grandes reis escondiam seus tesouros em porões. Tal segurança era tanta que muitos não esperavam que, normalmente o que de baixo não te atinge, lhe traria tantas riquezas”.

- Agora o livro! – ordenou Bell a prefeita, ansioso por seu tempo estar acabando.

- Reis... Esses livros são muito raros e preciosos, nunca devem estar em uma simples prateleira central de prefeitura... – respondeu a prefeita, ainda pairando em sua incompletude psicológica.

Após escutar as ordens, ou informações, da prefeita, o espadachim foi em direção à prateleira central, procurando por algum livro de realeza. Após algum tempo, curto, procurando, Bell encontrou um livro com tal tema. Ao abri-lo, percebeu que logo na primeira folha, estava faltando um pedaço de papel, talvez o mesmo de antes, no cofre, e o resto do livro estava todo em branco.

- Acho que está tudo aqui. Então... Onde está esse tal cofre? Você quer que a gente saia daqui, então vamos lá agilize isso aí. – solicitou Bell enquanto tentava encaixar a chave no livro. Curiosamente, com toda aquela situação, a prefeita soltava leves risos da cena a qual via, talvez por efeito do “veneno”.

- Nenhum livro pode ser aberto por uma chave... O livro... A sabedoria é a chave para uma família, para um povo... Para um fora da lei... – recitou a prefeita, serenamente, coisa que seria rara.

Pouco tempo após retirar o livro, um mecanismo se ativou, abrindo mecanicamente uma passagem no piso da sala, a frente do quadro que antes foi retirado, em frente ao cofre.

No aparente porão, podia se encontrar uma escada que ligava até lá em baixo. Uma vez na sala escondida, poderia se ver milhares de livros em dezenas de prateleiras. Uma mesa também era encontrada assim como quadros representando antigos líderes da ilha.

A frente da mesa, em um grande monte de cédulas, se encontraria todo o valor de riquezas que a prefeita havia falado. Organizadamente o dinheiro estava guardado em prateleiras de metal. Ali estavam todos os Sete Milhões de Berries.

Enquanto isso, na entrada, todos os marinheiros estavam abismados de ver o mestre de seu capitão nas garras do tritão inimigo. O medo de acontecer alguma coisa a ele fazia os menores pelos se arrepiarem.

- Já falei. NENHUMA PESSOA MORRERÁ MAIS! Qualquer um que eu sonhar que esteja morto aí dentro, trato desfeito e todo o seu bando morre. Na situação que eu estou não me importo de ser tachado como fracasso ou coisa do tipo, eu posso conviver com isso tendo em minha memória a lembrança de ver seu corpo caindo e sua cabeça na minha parede. – falou o capitão levantando-se seriamente.


Mensagem ao Avaliador:
 

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MensagemAssunto: Re: 1º Capitulo: É melhor Reinar no inferno do que servir no Céu!   1º Capitulo: É melhor Reinar no inferno do que servir no Céu! - Página 7 EmptySex Maio 27, 2016 12:02 pm

A new perspective

Após as instruções de Dan, Bell requeria o papel para o tritão e conseguia sem muitos problemas, entretanto parecia receber um sermão durante o diálogo, provavelmente devido às palavras que direcionou a marinha enquanto ainda afetado pelo veneno.

- Ah, claro mãe. - Ironizava o espadachim sem se importar muito com os comentários, pois estava mais interessado em encontrar o cofre no momento.

Sem mais delongas, rumava em direção a sala da prefeita, mesmo sem a ajuda da mesma, que por sinal parecia estar em uma espécie de transe e não respondia as perguntas de Bell, dificultando um pouco a procura. Entretanto o espadachim prosseguia analisando quadro por quadro, até que ironicamente encontrava o mecanismo de senhas no último quadro retirado, com o papel em mãos colocava a sequência retirando a chave. Algum tempo depois também achava o livro, com ajuda da citação que havia encontrado juntamente com a chave, apesar de que o tal livro não abria com a chave conforme a prefeita mencionara.

- Tá doidona prefeita? Esse efeito do veneno já deveria ter passado. - Afirmava Bell tentando traze-la a realidade novamente.

Pelo menos antes que uma espécia de passagem se abrisse em meio ao piso, uma cena um tanto quanto inesperada, fazendo com que o espadachim soltasse algumas gargalhadas de surpresa, enquanto se deslocava até o local para observar melhor o que lhe esperava. Observando a escada, Bell logo desceria para explorar melhor o local, assim se deparando com as demais riquezas no local, mas o que realmente lhe chamava a atenção interessantemente era a quantidade de dinheiro organizado sobre a prateleira. Já com o queixo caído se aproximaria do dinheiro observando sua organização, caso estivessem separados em montes com uma quantia específica contaria para estipular o valor, porém se não estivesse devidamente arrumado, ou a prefeita já estivesse em seu estado normal, perguntaria a ela para não perder muito tempo.

- Quanto tem aqui? Hahaha. Ah, e aliás pra que serve essa chave então? - Indagaria levantando suas mãos em um gesto de grandeza.

Se fosse necessário em algum momento, usaria a chave para os devidos fins, mas antes disso buscaria por alguma espécie de recipiente, seja um baú ou uma sacola, desde que fosse possível carregar o dinheiro dentro, Bell utilizaria. Se fosse o caso de não encontrar nada propício para o alojamento dos berries, desceria as escadas correndo sem dar satisfação ou explicações a ninguém e apenas pegaria o seu saco com os objetos de ouro, em seguida voltaria até o porão. Estranhava o fato de ter encontrado um porão em pleno segundo andar, entretanto gente rica tem manias diferentes, e a citação do antigo livro apenas enfatizava seus pensamentos sobre o assunto.

De qualquer forma que fosse, estando com o recipiente em mãos, despejaria todo o dinheiro contido naquela sala monte por monte até o último berrie restante, juntamente com qualquer outro objeto de valor que encontrasse. A grande sala também possuía alguns livros e quadros em seu interior, e apesar de possuírem um grande valor histórico e cultural, não possuíam muito reconhecimento por parte do espadachim. Bell recolhia o dinheiro, enquanto seu interior se sentia cada vez mais vazio, completava o objetivo que havia se dado temporariamente e isso não lhe alegrava como deveria, pelo contrário apenas alertava ainda mais o espadachim que isso não deveria ser o objetivo de sua vida.

Bell refletia sobre a situação, e apesar de querer muito o dinheiro, ele não deveria ser a razão que move suas ações. Porém ali naquela confusão toda havia encontrado algo valioso algo que não se descreve com palavras, a liberdade de não ser apenas mais um soldado comandado, mas sim alguém que escreve sua própria história e toma sus próprias decisões. Para muitos poderia ser algo simples, mas o espadachim que sempre obedeceu as ordens de sua família e fora obrigado a treinar incessantemente, isso tudo era algo novo e precioso. Agora pela primeira vez, não se importava tanto com o dinheiro, pois por mais simplório que fosse estava descobrindo um novo sentido para sua vida, e porque não? Amadurecendo aos poucos.

Mas deixando de lado toda a reflexão mundana, Bell continuava coletando o dinheiro até que tudo estivesse retirado, para só então subir novamente as escadas do porão ajeitando o recipiente em suas mãos, ou caso necessário arrastando-o para fora. Passaria a mão sobre seu rosto, tentando retirar o excesso de suor, devido a todo o trabalho corrido para retirada do dinheiro do recinto, além da constante preocupação com os marinheiros e a falta de tempo.

- Vamos, acho que não tem mais nada interessante aqui. - Afirmaria a prefeita esperando que ela o seguisse.

Sendo assim, caminharia até a escada descendo-as até o primeiro andar novamente, porém agora com o que estava impedindo que o plano procedesse, e as negociações de Massimos agora de fato fossem efetuadas. Chegando ao final da escada se apoiaria sobre a parede, tomando o isqueiro e retirando um cigarro de seu maço, com os dois em mãos suspiraria um pouco tenso, colocaria o cigarro sobre sua boca tampando-o para proteger do vento, e acenderia tragando a fumaça para seus pulmões. Logo prosseguiria até encontrar o tritão, o que provavelmente não seria muito difícil levando em consideração sua altura, quando o encontrasse se aproximaria dele levando o dinheiro em suas mãos e sinalizaria para que ele se abaixasse.

- Está tudo aqui, apenas tente convencer o capitão de dispensar seus soldados conforme libertamos os reféns. Precisamos de mais segurança do que apenas a palavra do capitão, esse puto acabou de me cortar com uma faca, acredita nisso? - Diria mostrando o dinheiro e esperando que Masimos entendesse sua preocupação e desconfiança com os marinheiros, afinal eram todos inimigos. Entretanto já estava um pouco mais relaxado devido ao cigarro que permanecia fumando, e sem mais o que fazer, já estando com sua parte cumprida sentar-se-ia aguardando que o tritão falasse com o capitão da marinha.

Histórico:
 

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Marciano
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MensagemAssunto: Re: 1º Capitulo: É melhor Reinar no inferno do que servir no Céu!   1º Capitulo: É melhor Reinar no inferno do que servir no Céu! - Página 7 EmptySex Maio 27, 2016 3:52 pm

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~ A Morte é apenas o começo! ~

As falas do tritão pareciam relâmpagos para os marinheiros, pois cada vez mais o homem peixe mostrava sua audácia e superioridade. Porém o capitão mandante respondia de maneira alterada e eufórica sobre a proposta anteriormente de Masimos. O homem parecia não ligar mais, porém mantinha sua palavra, parecia ser a última coisa que lhe restava como um humano digno.

Apesar daquelas palavras audaciosas do capitão, por estar quase à beira de um colapso mental, o amante da morte demonstrou-se quieto. Titã ainda segurava firmemente o tal intruso cientista, o tritão estava parado e não movia um músculo! Até que fintou nos olhos do marinheiro mandante, pressionando seu supercílio e enrugando sua testa, sua face demonstrava estar irritado e com toda razão. –Hmpf... Você tem muita audácia em dizer tais palavras, acha mesmo que tenho medo de você ou desses inúteis? Não me faça rir capitão da marinha, agora cale-se e não me aborreça! Não perca o juízo marinheiro, não se esqueça quem eu sou.… sou o escolhido da morte! Terminaria de falar encarando constantemente o marine. – Vou libertar alguns reféns para amenizar seus pensamentos, mas antes disso deixem o dinheiro onde está e distanciem-se 20 metros da prefeitura! Falaria já virando de costas e seguindo para dentro da prefeitura.

Ao adentrar no local pode avistar Bell, o espadachim tatuado vinha proferindo sobre ter pego o dinheiro e falava para não confiar nas palavras do capitão, pois ele poderia quebra-la ao libertar todos os reféns. Mas era logico, Bell tinha com certeza razão, apesar de Titã achar que o marine cumpriria sua promessa por causa de sua personalidade. Porém prevenisse nunca é demais. – Não se preocupe! Eu já tinha isso em mente. Irei libertar os reféns, mas ficaremos com a prefeita e com o cientista até chegarmos no porto! Pegue esse inútil! Terminaria de falar ao pegar o cientista pela cabeça e num rápido movimento impacta-lo contra a parede mais próxima para tentar deixa-lo ainda nocauteado e causar uma boa dor também quando o humano acordasse. Em seguida largaria na frente de Bell para que o espadachim ficasse de olho. – Levantem-se! Falaria ao chegar mais próximo dos reféns que estariam amarrados pela corda. Desfaria o nó, enrolaria a corda e falaria para todos os reféns. – Irei liberta-los agora! Quando forem contar essa história, falem daquele que foi escolhido pela Deusa da Morte, falem em meu nome, Masimos... falem que sou o Emissário da Morte, falem que irei dominar esse mundo escroto! Nunca se esqueçam, suas vidas foram poupadas pela minha vontade. Dan talvez algum deles esteja psicologicamente muito abalado, então vá atrás deles e mantenha-os caminhando. Terminaria de falar ao olhar o atirador. – Agora me sigam-me, irei solta-los! Terminaria de falar ao virar-se de costa e começar a caminhar para fora da prefeitura.

Ao chegar na entrada e conduzir todos os reféns, sairia da frente deles e faria um sinal com seu dedo em direção aos marines que estariam provavelmente a distância que Masimos havia solicitado. – Podem ir! Falaria enquanto observaria os reféns saindo da prefeitura e nesse momento olharia para Dan que estaria ajudando na condução. – Dan me ajude a pegar o dinheiro que os marines deixaram ali na frente! Terminaria de falar ao seguir até os baús e sacos com dinheiros. Pegaria os sacos todos e deixaria os baús para o atirador. Andaria para dentro da prefeitura e largaria próximo de Bell.

Na hipótese de Dan não conseguir trazer o restante, Masimos voltaria e pegaria o que estava faltando. Seu tamanho e o comprimento de seus braços talvez ajudasse em muito na hora de carregar o dinheiro. – Esse é todo o dinheiro do banco, segundo o marinheiro! Agora temos que sair da prefeitura, temos a prefeita e o cientista como refém para assegurar nossa saída sem qualquer combate desnecessário! Kawasaki você queria bebida correto? Se ir até seu navio terá seu álcool! Porque não nos guia até lá?! Falaria enquanto fintaria o pirata, apesar de Titã não ter qualquer dom em manipulação, ele tentava jogar com as peças no tabuleiro, utiliza suas falas para beneficiar o próprio sujeito que demonstrava-se estar desesperado por bebida, mas beneficiando a ele próprio.



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MensagemAssunto: Re: 1º Capitulo: É melhor Reinar no inferno do que servir no Céu!   1º Capitulo: É melhor Reinar no inferno do que servir no Céu! - Página 7 EmptySex Maio 27, 2016 10:31 pm

–Hmpf... Você tem muita audácia em dizer tais palavras, acha mesmo que tenho medo de você ou desses inúteis? Não me faça rir capitão da marinha, agora cale-se e não me aborreça! Não perca o juízo marinheiro, não se esqueça quem eu sou.… sou o escolhido da morte! Vou libertar alguns reféns para amenizar seus pensamentos, mas antes disso deixem o dinheiro onde está e distanciem-se 20 metros da prefeitura! – bradou o tritão seriamente ao Capitão enquanto dava as costas caminhando em direção à prefeitura.

Enquanto isso, no andar superior, Bell caçoava dos dizeres sábios da prefeita que, mesmo sob efeito de alucinantes, havia aconselhado um fora da lei como o tatuado homem. Já sã, a prefeita subitamente voltava a sua expressão amarga, ranzinza e deprimida, vendo que a realidade era bem pior que sua alucinação.

- Tá doidona prefeita? Esse efeito do veneno já deveria ter passado. – afirmou o espadachim antes de se deparar com a situação que lhe aparecia, uma passagem secreta aparecia a sua frente.

Sentindo que sua ambição seria concluída, Bell caminhava em direção à passagem gargalhando, ora, sentia ali a chance de ficar rico, ou começar a caminhada à tal objetivo. Ao descer e observar toda aquela imensidão de joias, o espadachim focou no dinheiro que estava contado em milhões.

- Quanto tem aqui? Hahaha. Ah, e aliás pra que serve essa chave então? – questionou o espadachim animado com a resposta que viria da prefeita.

- Tem Sete Milhões de Berries em sete montes... – respondeu contrariada a prefeita, olhando pra o lado, evitando ver aquela cena.

Após escutar a resposta da prefeita, Bell logo procurou um meio de guardar tal dinheiro, aliás, todo aquele dinheiro. Após pensar em seu saco, o mesmo de antes, o espadachim percebeu que não seria o bastante, então procurou algum outro recipiente ali mesmo na sala.

Mesmo achando toda aquela situação estranha, ora, um “porão em um andar superior” não passava de puro desconhecimento do tatuado espadachim, o qual não conhecia de formas artísticas de arquitetura moderna baseada em preceitos antigos, os quais foram valorizados no período das grandes guerras do século perdido.

Enfim, após pensar um pouco, pouco mesmo, Bell procurou algum recipiente para colocar todo esse dinheiro. A frente da prateleira havia um baú de tamanho médio, o qual espadachim usou pra colocar toda a grana. Após retirar os livros que estavam dentro, que eram demasiadamente muitos, o espadachim de fato havia encontrado um recipiente ideal.

- Muito cuidado, esses livros são obras primas! – reclamava a prefeita recolhendo os exemplares e guardando e lugares vagos nas prateleiras que haviam ali.

Após recolher todo o dinheiro e o baú estar COMPLETAMENTE CHEIO, o espadachim pausava para “descansar” e refletir sobre o sentimento que crescia e o dominava. Liberdade. Sim, esse sentimento que trafegou todas as épocas da vida humana no mundo e que ali, naquele momento, sobressaia no tatuado espadachim.

Livre de sua família, o espadachim tomou o baú para si e, com completa força que tinha, o carregou até o nível acima, coisa que demorou alguns minutos devido ao peso do Baú, que estava COMPLETAMENTE CHEIO de dinheiro.

- Vamos, acho que não tem mais nada interessante aqui. – ordenou à prefeita, porém a mesma já havia saído e se dirigiu em direção as escadas principais, sem prestar atenção ao espadachim.

Após perceber tal fato, o espadachim continuou com aquele peso todo nas costas e rumou até o andar inferior. Ao chegar lá, após ter descido todos aqueles degraus, o espadachim soltou o baú e, para saciar seu vício, talvez, encostou-se e em uma parede qualquer e acendeu um cigarro. Após uma (algumas) tragadas, o espadachim então tomou rumo ao tritão que estava voltando do lado de fora.

- Está tudo aqui, apenas tente convencer o capitão de dispensar seus soldados conforme libertamos os reféns. Precisamos de mais segurança do que apenas a palavra do capitão, esse puto acabou de me cortar com uma faca, acredita nisso? – refutou o espadachim ao tritão, mais calmamente.

– Não se preocupe! Eu já tinha isso em mente. Irei libertar os reféns, mas ficaremos com a prefeita e com o cientista até chegarmos no porto! Pegue esse inútil! – respondeu o tritão já lúcido do plano que seguiria.

Após terminar sua fala, Masimos agarrou o cientista que acordava naquele instante e o jogou na parede o fazendo desmaiar novamente. Após isso, o homem-peixe se dirigiu até os reféns que estavam na prefeitura.

– Levantem-se! Irei liberta-los agora! Quando forem contar essa história, falem daquele que foi escolhido pela Deusa da Morte, falem em meu nome, Masimos... falem que sou o Emissário da Morte, falem que irei dominar esse mundo escroto! Nunca se esqueçam, suas vidas foram poupadas pela minha vontade. Dan talvez algum deles esteja psicologicamente muito abalado, então vá atrás deles e mantenha-os caminhando. Agora me sigam-me, irei solta-los! – falou o tritão olhando para o atirador aliado e caminhando até a porta.

Com o caminhar de uma marcha fúnebre, todos os reféns pareciam sobreviventes de uma guerra que, por mais que fosse curta, durou décadas na mente de cada um ali. Ao chegar na porta e ver os marinheiros na distância solicitada, o tritão então resolvia começar a botar os pontos finais nas devidas frases da vida.

– Podem ir! Dan me ajude a pegar o dinheiro que os marines deixaram ali na frente! – ordenou ao atirador.

- Yohoho! – respondia o atirador com um sinal de positivo.

Masimos, com os sacos de dinheiro, carregou sua parte até o interior da prefeitura. Dan que havia ficado com Baú mais pesado, mal conseguia levantá-lo nem arrastá-lo, então o tritão voltou a cena para dar apoio ao fraco atirador, levando Baú e Dan de uma vez só.

– Esse é todo o dinheiro do banco, segundo o marinheiro! Agora temos que sair da prefeitura, temos a prefeita e o cientista como refém para assegurar nossa saída sem qualquer combate desnecessário! Kawasaki você queria bebida correto? Se ir até seu navio terá seu álcool! Porque não nos guia até lá?! – recitou o tritão ao chegar novamente no interior da prefeitura.

- Yohoho! Quanto dinheiro... Terei explosivos novos! – indagava o atirados cerrando as mãos de ansiedade.

- Quanto dinheiro... – praguejava o imediato aliado vendo todos aqueles recipientes cheios de grana.

- BEBIDA! – gritou Kawasaki com os braços estendidos para o ar.

No lado de fora, todo aquele clima tenso se amenizava de acordo com que os marinheiros recebiam os reféns. Porém, o capitão se mantinha sério. Alguns marinheiros tomavam o destino do local médico da ilha, levando os reféns. Outros continuavam com o Capitão esperando novas ordens.

Enquanto isso, no interior, Kawasaki tomava a frente da situação e, por mais que fosse impensada as atitudes do homem, ele estava decidido a chegar em seu barco. Ao abrir as postas, o homem aparentava estar acordando de um transe total.

- BEBIDA! BARCO! AHHH! – esbravejava o grande homem enquanto partia em direção ao lado externo do ambiente.

Suzuki, com seu saco se aprontava para sair também, assim como Dan que, automaticamente pegava os dois sacos de dinheiro que Masimos havia trazido antes. Ambos esperavam a ação de Masimos assim como a de Bell para partirem.

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MensagemAssunto: Re: 1º Capitulo: É melhor Reinar no inferno do que servir no Céu!   1º Capitulo: É melhor Reinar no inferno do que servir no Céu! - Página 7 EmptySab Maio 28, 2016 7:44 pm

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~ A Morte é apenas o começo! ~

Tudo parece ir de acordo com o plano, os marines haviam recuado e Masimos cumpriu sua palavra. Apesar de situações inesperadas surgirem, ainda sim o plano havia tido sucesso, mas não poderia afirmar que tudo estava terminado, pois o caminho até o barco era algo que provavelmente pudesse dar trabalho, porém a pior parte havia acabado.

Kawasaki levantava-se mudando totalmente seu jeito e suas falas de anteriormente, mas isso não importava muito, pelo menos para Titã. O tritão olhou para os sacos e para o grupo de integrantes, observou a prefeitura e os portões daquele lugar. “Hmm! Deixarei um presente para os marinheiros, para que não se esqueçam da gente.” Howker pensou enquanto estava parado, montando sua estratégia que parecia um tanto quanto ousada e brutal. Iria até os portões da prefeitura, pegaria os explosivos que havia deixado ao lado do portão e voltaria para dentro da prefeitura. – Dan posicione os explosivos que sobraram nas colunas principais da prefeitura, arme-os para explodir em 5 minutos! Deixarei um presente para eles. Masimos terminaria de falar ao deixar um leve sorriso percorrer seus lábios.  – Bell leve a prefeita com você, tenha cuidado ela é nossa carta na manga! Enquanto isso eu levarei o cientista e o baú, Suzuki e Kawasaki peguem o dinheiro que sobrar e sigam até o navio, estaremos seguindo vocês! Proferiria enquanto fintaria os humanos, daria um objetivo para cada um, cujo proposito final, era chegar ao navio.

Após designar as funções, Titã pegaria a corda e amarraria o cientista, em seguida colocaria em cima de seu ombro e pegaria o baú, colocando-o embaixo do braço. – Vamos! Terminaria de falar ao seguir rumo à entrada da prefeitura. Observaria os marinheiros enquanto esperava Suzuki e Kawasaki começarem a seguir rumo em direção do navio. Seguiria o grupo em último lugar, mantendo sua postura ereta como de costume. Mesmo ainda com dois reféns poderia haver um ataque inesperado, porém Masimos estava atento a um possível ataque. Deixaria seus olhos e ouvidos alertas a qualquer movimento suspeito. Na hipótese de ocorrer um ataque, independente de quem fosse Titã usaria sua aceleração para bloquear o golpe, como ambas as mãos estavam ocupadas, usaria a caixa como escudo improvisado.

Se a ida até o navio não tivesse problemas, Titã esperaria os integrantes de o pirata raposa bêbada subir no navio e em seguida subiria também. Colocaria o cientista no chão, deixaria seu pé firme em cima do tórax do homem para ele não fugir, mesmo amarrado poderia tentar.  Largaria o baú no chão e esperaria a marinha chegar ao porto, provavelmente iriam querer os últimos reféns.



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Última edição por Marciano em Ter Maio 31, 2016 2:51 pm, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: 1º Capitulo: É melhor Reinar no inferno do que servir no Céu!   1º Capitulo: É melhor Reinar no inferno do que servir no Céu! - Página 7 EmptySab Maio 28, 2016 10:05 pm

Let's go to the Sea

Bell já havia realizado o grande objetivo que lhe aguardava no andar superior, tomando todo o dinheiro escondido da prefeitura para seu grupo, deixando a grana dentro de um baú para facilitar a locomoção. Sendo assim, aproveitava-se dos poucos minutos de sossego que lhe restavam no momento, acendendo o seu precioso cigarro e tragando-o algumas vezes, ao menos enquanto o tritão carregava as outras bolsas de dinheiro que conseguira com um acordo. Tomava conta do tal cientista desacordado e ferido, provavelmente não seria nenhum problema, mas para caso de qualquer atitude desconfiada estava preparado para aplicar um golpe em sua nuca com o cabo da espada.

Quando tudo tivesse acabado, aguardaria até que Masimos se aproximasse e fizesse seu discurso, para só então tirar suas próprias conclusões sobre o assunto, ainda inalando a fumaça para seus pulmões a cada frase do tritão. Entretanto isso tudo apenas ajudava o espadachim a relaxar perante a situação estressante em que o grupo se encontrava, mas não poderia deixar de notar as intenções do homem para com o destino da prefeitura. De fato isso preocupava bastante Bell, pois considerava que isso chamaria atenção de mais, e se os marinheiros descobrissem essas ações antes que todos saíssem da ilha, o negocio poderia ficar feio por ali.

"Explodir a prefeitura? Esse cara ta ficando doido, qual a chance de isso acabar bem? Haha. Isso se Dan conseguir programar as bombas é claro, mas não tenho tempo para ficar pensando nisso. Se essa merda for explodir mesmo, tenho que sair daqui, e é agora."

- Se você diz. - Concordava o espadachim, se referindo aos pedidos de Masimos.

Em condições normais Bell dificilmente aceitaria a possibilidade de algo que se aproximasse de um comando, da forma que o tritão poderia estar tentando fazer, mas como já pensava anteriormente em usar a prefeita como proteção, aceitava sem nenhum problema. Além de tudo ainda existia o fato de que tempo era escasso, e de forma alguma pretendia ficar para apreciar os fogos de artificio, e quem sabe presenciar a oportunidade de ser preso no meio do caminho. De qualquer forma, quando não possuísse mais pendencias dentro da prefeitura, tomaria sua sacola com os objetos de ouro em mãos, colocando-o apoiado sobre seu ombro esquerdo, e se aproximaria da prefeita para novamente levá-la consigo. Logo a chamaria para seguir caminho, com ela na frente de si, envolvendo-a com seus braços para usá-la de escudo contra os marinheiros caso fosse preciso.

- Vamos. - Pronunciava a prefeita, tentando apressa-la e passar pelos marinheiros seguindo algum dos piratas até o navio.

Caminharia, assim como os outros, passando pelos inimigos como se nada estivesse acontecendo e ainda terminando de fumar o seu cigarro, sem se importar com a opinião de Madoka sobre o cheiro de nicotina ou algo do gênero. Prosseguiria, provavelmente rumo ao porto ou onde que que estivesse localizado o barco dos piratas, até que chegasse lá para embarcar no navio e alojar seus pertences relaxando seus braços em movimentos rotatórios. Terminando todo o processo, passaria a ouvir o que os marinheiros ainda possuíam para falar, mas já observando o mecanismo que estava mantendo o barco parado, talvez uma corda ou âncora.

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MensagemAssunto: Re: 1º Capitulo: É melhor Reinar no inferno do que servir no Céu!   1º Capitulo: É melhor Reinar no inferno do que servir no Céu! - Página 7 EmptyTer Maio 31, 2016 1:22 am

Após perceber que seu plano estava correndo como esperado, a repentina mudança de atitude de alguns membros aliados não importava para Masimos, a sede de destruição era maior que o raciocínio futurista naquele momento, e isso causaria um grande destaque para o “Escolhido da Deusa da Morte”.

Após ordenar a colocação dos explosivos em locais exatos e de escolha do tritão, o atirador aliado tomou destino a cumprir a missão dada. Com alguns pedaços de fios, o atirador tentava alongar o pavio das bombas, que NÃO ERAM RELÓGIO, a fim de deixar mais ou menos no período desejado pelo tritão.

Após saciar seu vício, o espadachim ouvia as ordens do tritão de maneira serena e calma, como se estivesse em um mundo à parte, o qual tal situação não o afligia, por mais que o ideal de Masimos o impressionasse, o tatuado homem não repudiou a ideia, pelo contrário, aceitou e seguir com a prefeita.

Depois de dada as ordens, o grupo saiu da prefeitura. Kawasaki saiu na frente, liderando, sem perceber, o pelotão. Suzuki e Dan partiriam após o seu líder, carregando os sacos de dinheiro. Bell partiu após os outros três aliados, com posse da prefeita, que naquele momento serviu de escudo humano, carregando seu baú e fumando tranquilamente, como se não houvesse nada ao seu redor, apenas aquela fumaça se espalhando ao ar.

Masimos vinha por último, com o cientista amarrado, em seu ombro e com posse do baú entregue pelos marinheiros antes. Tal situação parecia o fim de um circo de horrores. Os marinheiros, por mais que quisessem atuar, não podiam mexer um dedo sequer, assim se controlando, alguns deles aliviados.

Ao chegar próximo à embarcação, os marinheiros fizeram uma fila, lado a lado, a frente do barco no porto. O capitão aparecia por último. Kawasaki parava em frente ao barco, assim o admirando. Suzuki e Dan paravam logo atrás dele observando o cenário que abandonavam ali. Masimos, enquanto caminhava até o destino, observava algum mecanismo que prendia o barco, no caso, uma âncora junto a uma corda amarrada no porto.

- BEBIDAAAAA! – esbravejou Kawasaki ao chegar a frente da embarcação.

- Já está na hora de acordar, inútil! – ordenou Suzuki a alguém dentro da embarcação.

- Tá... Tá... Já vou... Unhuhuhu! – respondia uma voz relativamente fina vinda de dentro do navio/barco.

- Pronto, já estão entregues. Agora devolvam os dois civis. – recitava o capitão ao mesmo tempo em que ordenava calma com os braços aos outros marinheiros.

Barco:
 

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MensagemAssunto: Re: 1º Capitulo: É melhor Reinar no inferno do que servir no Céu!   1º Capitulo: É melhor Reinar no inferno do que servir no Céu! - Página 7 EmptyTer Maio 31, 2016 2:59 pm

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~ A Morte é apenas o começo! ~

Não havia necessidade de causar mais confusão com a marinha, pois explodir a prefeitura era pedir complicações. Porém a audácia dos marines, havia aborrecido o tritão, obviamente não deixaria barato, explodir a prefeitura era apenas um brinde para aqueles chupadores do governo. Talvez alguns não concordasse, mas ainda bem que Dan curtia explosões, o atirador parecia perito nessa questão, armava os explosivos nos locais indicados por Masimos! Estendia os fios para demorar mais tempo e ocorrer a explosão.

A caminhada até o navio era tranquila, de fato a marinha havia cumprido sua parte, apesar de Titã explodir a prefeitura, não havia mais ninguém lá dentro, pelo menos era o que ele pensava, iria destruir a prefeitura apenas para mostrar que ele de fato era o mandante de tudo, até porque ele já havia decidido que, se não pudesse dominar a ilha, iria então destruí-la, não necessariamente toda, mas a principal construção que representa autoridade e seriedade em Las Camp. O quartel da marinha poderia ser conceituado uma construção de justiça e proteção, mas a prefeitura era a mais conceituada, já que era considerada o local com maior autoridade. Destruir o local que mandava na cidade não era algo para aumentar a fama ou a reputação de Masimos! Era para mostrar a todos que o tritão era de fato aquele o escolhido, era aquele que veio ao mundo para fazer a diferença e mostrar a todos que aqueles que desafiarem sua palavra, serão punidos com a morte, literalmente!

Masimos olhava e via o capitão da marinha que por sinal, intimava a volta de prefeita e do cientista, Howker olharia para o espadachim e falaria. – Bell não solte a prefeita! Terminaria de falar ao largar no chão o baú contendo os Bellys. Pegaria o cientista pelo pescoço, levantaria o humano até encara-lo sem abaixar a cabeça e deixaria seus olhos avermelhados impactarem com os dele. – Acorde inútil! Falaria extremamente sério, caso o homem não tivesse acordado repetiria a fala em voz alta com a intenção de acorda-lo. – Sua alma será um presente para a Deusa da Morte... ela irar tortura-lo até que sua alma seja completamente despedaçada, pela sua audácia em tentar estragar meus planos! Terminaria de falar ao colocar ambas as mãos sobre a cabeça do homem, direita em cima do crânio e a esquerda saia do pescoço e ia para o queixo e num rápido giro no sentido horário, tentaria quebrar seu pescoço, para assim mata-lo rapidamente. Caso o homem mostrasse tenacidade, Titã usaria a força necessária para tentar efetivar sua ação.

Após ter êxito em matar aquele humano imprestável largaria o homem no chão e em milésimos de segundos olharia o capitão. – Nosso acordo era os reféns dentro da prefeitura, ele não era um refém, mas a prefeita sim! Pode soltar ela Bell! Terminaria de falar e olharia para o centro da cidade para observar a explosão assim que ocorresse! Provavelmente a marinha se surpreenderia e nesse momento Masimos pegaria o baú agilmente e subiria pela rampa do navio. – Bell lembra que o capitão da marinha lhe atacou? Nada mais justo que devolver o favor a ele correto? A destruição da prefeitura é um presente nosso, para que eles entendam com quem estão lidando! Dan a ilha mais próxima dessa é Ilusia se não me engano! É para onde estão indo? Falaria inicialmente olhando para Bell, talvez ele entendesse a ideia, já que ele não havia gostado, ele mesmo havia sido vitima mais de uma vez, talvez ele gostasse da lógica após a explicação de Masimos. Após falar com o espadachim tatuado, questionaria o atirador Dan após estar abordo! Enquanto isso largaria o baú próximo dos sacos de dinheiro e abriria sua tampa para deixar bem visível seu conteúdo.



Ilustração do Movimento:
 

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MensagemAssunto: Re: 1º Capitulo: É melhor Reinar no inferno do que servir no Céu!   1º Capitulo: É melhor Reinar no inferno do que servir no Céu! - Página 7 EmptyTer Maio 31, 2016 6:06 pm

On the way to Ilusia

Deixando para trás Masimos e o atirador cuidando dos preparativos finais, Bell caminhava até o porto levando a prefeita consigo e desfrutando de seu precioso cigarro até lá, mas logo ao chegar no local atirava o cigarro ao chão e passava a prestar atenção nas palavras dos demais. Havia notado a presença do quarto membro da tripulação lá dentro do navio, por sinal aparentava ter uma voz fina e estranha, mas não era esse o centro das atenções do espadachim. Ele estava mais intrigado com as palavras do capitão e a reação do tritão perante isso, de fato Bell não era o maior fã dos marinheiros, mas quaisquer ações descuidadas poderiam acarretar em problemas para o grupo. Sendo assim, a partir do momento em que Masimos pedia para que ele não soltasse a prefeita, observaria por alguns segundos a sua distância até a corda que estava prendendo o barco a superfície.

Logo que Masimos levantasse o indivíduo, já estava declarando em sua mente que não seria coisa boa, mas de qualquer forma prestaria atenção nas ações do indivíduo, deixando para concertar as coisas depois. O tritão passava a falar da deusa da morte, do mesmo jeito que havia citado ela em praticamente cada ação feita até o momento, e isso incomodava Bell de certa forma, pois um homem deve assumir suas ações e não justificar-se através de terceiros. Aguardaria, ainda segurando a prefeita em suas mãos, até que Masimos desse o golpe definitivo no cientistas e acabasse de vez com a expectativa de Bell. Desse momento em diante o espadachim não havia mais assuntos a tratar naquele local, pois o tritão havia acabado com a única possibilidade de prazer que ainda lhe restava.

- Ah, ta de brincadeira né? Ei Homem peixe, você acabou de matar a única diversão que eu tinha. Não sei se você lembra, mas esse aí era meu! - Afirmava indignado com o ocorrido, afinal Daiki havia lhe causado alguns problemas anteriormente e Bell ainda pretendia prestar as contas com ele.

Largaria a prefeita levantando seus braços para trás da cabeça com desgosto, antes mesmo que o tritão pudesse se quer pronunciar-se a respeito da ação, caminhando em direção a corda do navio, deixando com que eles se resolvessem. Prosseguiria sempre com os braços levantados, demonstrando o desinteresse na batalha e falta de atenção, também se prevenindo para que se algo acontecesse fosse a última das preocupações para o capitão, e por consequência não ser o foco dos ataques. Caso algo ameaçasse interromper a caminhada do jovem até a corda, passaria a correr para agilizar o processo, mas independente de como chegasse lá cortaria ela o mais rápido possível e em seguida prosseguiria para o interior do navio, seja caminhando despreocupado ou correndo devido a fatores externos.

Quando já estivesse dentro do barco, não pararia até chegar nas cordas que levam até a ancora do barco, para então começar o processo de retirada da ancora do mar, seja puxando a tal corda ou utilizando de algum mecanismo para facilitar no árduo processo. Esperava ainda possuir algum tempo antes que as coisas esquentassem de vez, mas não deixava de ser preparar para a fuga, pois aparentemente ninguém mais estava se preocupando com isso. Se tudo desse certo, poderiam se aproveitar da explosão na prefeitura como distração para que os demais adentrassem a embarcação, e a movimentação do barco de fato fosse efetivada e posta em prática. Por outro lado Masimos aparentava contente e convencido com a sua decisão, porém Bell continuava a desaprovar, pois em seus pensamentos não existia sentido em fazer tal ato provocante.

- Se eu quisesse dar o troco faria com as minhas próprias mãos, não acha? Como gostaria de ter feito, com o cientista. Na verdade aquela merda toda... Foi apenas para inflar esse seu ego ainda mais. - Desabafava em resposta aos comentários do tritão, que aparentava estar tentando diminuir as consequências de suas ações.

Terminando o que tinha para falar, fitaria os arredores observando o que estava acontecendo no navio no momento, e se já estavam se locomovendo para fora daquela ilha, pediria para que abaixassem as velas caso ainda não tivessem o feito. Caso ninguém estivesse comandando o leme, deslocar-se-ia até ele para tomar conta das direções, se possível observaria algum mapa que a tripulação disponibilizasse, entretanto de qualquer forma seguiria a nordeste utilizando-se de seu conhecimento geográfico.

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Alê
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MensagemAssunto: Re: 1º Capitulo: É melhor Reinar no inferno do que servir no Céu!   1º Capitulo: É melhor Reinar no inferno do que servir no Céu! - Página 7 EmptySex Jun 03, 2016 12:09 am

– Bell não solte a prefeita! – ordenou Masimos.

Após tal ordem, o tritão soltou o baú o qual carregava contendo o dinheiro da troca de reféns e pegou o homem que havia invadido e atrapalhado os planos do homem-peixe.

– Acorde inútil! Sua alma será um presente para a Deusa da Morte... Ela irar tortura-lo até que sua alma seja completamente despedaçada, pela sua audácia em tentar estragar meus planos! – recitou o tritão, com tais palavras, que pareceram mais um discurso final para o home que acabava de acordar.

Com um movimento frio e desumano, o tritão tentou quebrar o pescoço do homem ali mesmo, rapidamente. O capitão, ao perceber tal ação do tritão, partiu em direção, correndo, ao tritão, porém foi impedido pelo barulho de explosão que vinha da prefeitura.

Os explosivos de Dan faziam o seu papel explodindo toda a entrada da prefeitura, restando apenas alguns pilares de pé. Distraído com tal assombro, o Capitão esquecera, por segundos, a vida do homem, seu mestre, que nesses segundos esquecidos, friamente perdeu a vida, na frente de seu pupilo.

– Nosso acordo era os reféns dentro da prefeitura, ele não era um refém, mas a prefeita sim! Pode soltar ela Bell! – ordenou o tritão após o feito desumano e lagar o homem ali mesmo.

- Ah, ta de brincadeira né? Ei Homem peixe, você acabou de matar a única diversão que eu tinha. Não sei se você lembra, mas esse aí era meu! – reclamou Bell ao ver tal cena.

Com completo desinteresse, Bell soltou a prefeita, a qual correu em disparada ao amontoado de marinheiros. O espadachim, tranquilamente caminhou em direção ao navio após a liberação.

- Homens, todos vocês, levem a prefeita em segurança e averigue essa bagunça na prefeitura, eu chego daqui a pouco... – ordenou o capitão aos seus subordinados.

Enquanto o capitão dava as ordens, Masimos entrou na embarcação com seu Baú. Bell, inteligentemente, soltou as cordas necessárias e entrou para o interior da embarcação, onde estavam Dan, Suzuki, Kawasaki e um membro bem “exótico” do bando, a fim de levantar a âncora.

Bell lembra que o capitão da marinha lhe atacou? Nada mais justo que devolver o favor a ele correto? A destruição da prefeitura é um presente nosso, para que eles entendam com quem estão lidando! Dan a ilha mais próxima dessa é Ilusia se não me engano! É para onde estão indo? – questionava o tritão, uma vez dentro da embarcação.

- Se eu quisesse dar o troco faria com as minhas próprias mãos, não acha? Como gostaria de ter feito, com o cientista. Na verdade aquela merda toda... Foi apenas para inflar esse seu ego ainda mais. – retrucou o tatuado.

- Unhuhu! Ilusia, meu bem, vamos para a ilha do luxo! Ah, percebi que são homens honrados... fico bastante excitado em conhecê-los! – exclamou um estranho para Bell e Masimos.

O homem era loiro, usava roupas apertadas negras e um óculo que reforçava sua personalidade feminina. O okama caminharia em direção ao setor de comando do barco.

- TRITÃO! VOCÊ HOJE ESCAPARAM! MAS ALGUM ESQUADRÃO VAI PARAR VOCÊS, E VERÃO QUE UM DIA IRÃ CAIR. – bradou o capitão da marinha dando as costas pada Dnga

- Pra onde vamos? Unhuhuhu! – questionou novamente?

Okama:
 

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