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 O azul do infinito

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ADM.Tidus
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MensagemAssunto: O azul do infinito   O azul do infinito EmptySeg 21 Mar 2016, 13:10

O azul do infinito.

Aqui ocorrerá a aventura do(a) Marinheiro Kyo. A qual não possui narrador definido.


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MensagemAssunto: Re: O azul do infinito   O azul do infinito EmptySeg 21 Mar 2016, 18:49


O mar

Eis que se iniciava uma nova aventura, o estranho garoto chamado Kyo já estava rumo ao seu próximo objetivo, uma ilha totalmente diferente chamada Loguetown, um lugar ao qual não se sabia de nada por parte do garoto.

“Será que estou fazendo o certo indo para lá?” pensava ele, era sua primeira vez fora de Shells Town, aquilo fazia com que se tivesse um pouco de receio se aquilo era o certo ao mesmo tempo que o fazia ficar parcialmente empolgado com o que poderia vir a seguir.

Procuraria ficar perto de pessoas conhecidas como o Sargento que havia o indicado a ir para a nova ilha ou alguém que fosse conhecido.

“O mar... parece tão calmo... e chato” tentaria puxar conversa, se fosse efetivo perguntaria em seguida, “Como é esse lugar chamado Loguetown, tem muitos bandidos?” caso não fosse efetivo continuaria em seu respectivo lugar, apenas prestando atenção nas coisas ao seu redor e no mar.

Após o tempo ir passando aquela sensação começaria a se extinguir dando lugar a uma expressão vazia em sua face, começaria a ficar mal-humorado por causa possivelmente da demora, ansiedade talvez de chegar logo no lugar.

Uma de suas mãos iria até seu cabelo e tentaria o mexer um pouco para o ajeitar independentemente de estar ventando forte, fraco ou quase sem vento.

“Será que ainda falta muito?” pensaria enquanto ficaria de braços cruzados percebendo ou não a movimentação de outras pessoas.

"Essa droga de dor que ainda não passa..." pensaria rangendo seus dentes enquanto sentiria em algumas partes de seu corpo doerem bastante, a luta anterior havia ferrado um pouco o garoto, felizmente sua costela e seu nariz estavam se recuperando aos poucos.

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MensagemAssunto: Re: O azul do infinito   O azul do infinito EmptyQui 24 Mar 2016, 16:49


Tudo estava favorável para os integrantes daquele navio marine. Nenhuma sinal de que ocorreria alguma tempestade, e o vento nas velas era forte para que o navio continuasse a sua trajetória até Longuetown. Porém para o jovem Full Buster aquele era um momento de incerteza, pois ainda estava duvidoso se tinha feito certo em deixar sua antiga ilha. Kyo procurou ficar próximo ao Sargento, mas ele parecia sempre estar muito atarefado para lhe dar qualquer atenção. Mas em um momento ele se apresentou de maneira mais completa para o Full Buster. -Kyo nem me apresentei direito para você. Meu nome é Jonhson, Sargento Jonhson. A propósito se você estiver com fome, é só ir até a cozinha. Lá vai ter muita comida para você se empanturrar. Agora tenho que voltar para verificar alguns relatórios. Confio muito no seu potencial Kyo! O sargento saiu rapidamente, deixando novamente o jovem marine sozinho. Ficando obvio que sua tentativa de conversa não teve nenhuma brecha para que fosse realizada.

Apesar do navio estar em constante movimento, parecia que iria demorar bastante para que eles chegassem em Loguetown. Seriam dias de viagem devido à distância de uma ilha para outra. E como não tinha nenhum oficio naquela tripulação, era provável que o tédio consumisse Kyo. Muitos marines passavam por ele, mas nenhum chegou a puxar assunto. Na maioria das vezes eram apenas acenos como forma de cumprimento, e depois já partiam para algum serviço que deviam executar. O garoto Full Buster ainda sentia a dor na costela e em seu nariz devido ao seu ultimo combate. Porém parecia que estava diminuindo, e provavelmente já estaria curado ao chegar em Loguetown. Naquele momento não tinha nada que o jovem pudesse fazer, talvez fosse uma boa hora para tentar aprender algo novo. Ou desbravar o navio, a procura de algo interessante.
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MensagemAssunto: Re: O azul do infinito   O azul do infinito EmptyQui 24 Mar 2016, 17:38


O mar (2)

Tudo parecia estar bem parado, sua tentativa de começar a conversar com alguém parecia não ter surtido efeito algum, isso acabou fazendo com que ficasse um pouco desconfortável e sério, típico de alguém mal-humorado.

Felizmente aquele homem ao qual foi conhecido anteriormente acabou se apresentando, seu nome era Johnson, e além havia indicado para ir um local onde se poderia comer bastante comida e finalizaria com uma mensagem motivacional.

“Como esse cara consegue ficar tão animado assim? A deixa pra lá” pensaria por um momento e logo após ao ver mesmo saindo voltaria sua atenção para o lugar que ele havia dito.

“Lugar com muita comida... não sou de comer muito, mas vou comer alguma coisa” o jovem garoto não tinha o costume de comer grandes quantidades de comida, ainda sim devido a viajem ter uma grande probabilidade de demorar muito, ir comer alguma coisa não era uma ideia tão ruim assim.  

“Ainda não me acostumei com esse constante e chato movimento do navio” diria enquanto andaria em direção a cozinha.

Na cozinha olharia para todos os cantos e se visualizasse alguma comida pronta como carne ou outras que tivesse uma boa aparência, pegaria uma e comeria para saciar sua fome, procuraria agua para beber e beberia caso ali tivesse.

Aquela calmaria parecia tão monótona que fazia o garoto ficar desanimado e impaciente pela demora a ponto de dar breves suspiros de tédio, tentaria arrumar algum lugar seguro fora cozinha para se sentar e não atrapalhar quem estaria trabalho.

Enquanto estivesse sentado, prestaria atenção ao seu redor, caso não tivesse forma de se sentar em algum lugar, ficaria em pé de braços cruzados em algum lugar que não atrapalhasse a movimentação de quem estivesse trabalhando.

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MensagemAssunto: Re: O azul do infinito   O azul do infinito EmptySex 25 Mar 2016, 15:38


Kyo decidiu que era bom se alimentar, já que aquela viagem ia demorar bastante. Desta forma ele partiu para a cozinha, onde poderia matar qualquer vestígio de fome que pudesse ter. O jovem Full Buster se sentia um pouco desconfortável com o balanço do navio, mas ao andar suas costelas trincadas era que produzia um maior incomodo. Não foi difícil achar a cozinha, apesar do seu olfato ser normal, Kyo pode sentir o cheiro da comida em um determinado momento. Quando entrou no recinto, pode perceber que só tinha um marine gordo, e era ele quem fazia a comida. No local tinha uma grande mesa que estava lotada de comida e bebida, mas outras estavam vazias para que os marines comessem suas refeições. O cozinheiro marine ao perceber o Full Buster ficou com uma expressão de felicidade e disse: -Você é novo por aqui, seja bem vindo! Pode comer o que você quiser. Vou continuar preparando mais, pois daqui a pouco é hora de todos se alimentarem. Kyo comeu uma coxa de alguma ave de grande porte, e o gosto estava muito bom. Depois que se sentiu satisfeito ele tratou de beber água, saciando sua sede rapidamente.

O sargento Jonhson abriu a porta da cozinha, e entrou no ambiente. Olhando para Kyo com cara de felicidade, o marine disse: - Kyo, vejo que você já se serviu. Acredito que tenho uma coisa mais interessante para você fazer antes que a gente chegue em Loguetown. O sargento pegou o Full Buster por um dos braços e começou a leva-lo pelos corredores do navio. Depois de um momento andando, eles pararam em frente uma porta. O sargento com um olhar de orgulho começou a falar para Kyo: -Kyo acredito muito em seu potencial! Por isso vou te ensinar agora como ser um grande estrategista. Quando chegarmos em Loguetown você já vai conseguir criar grandes estratégias em momentos diferentes que podem acontecer em sua carreira. Jonhson abriu a sala e puxou o jovem marine para dentro, revelando o lugar em que ele poderia aprender a ser um estrategista.
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MensagemAssunto: Re: O azul do infinito   O azul do infinito EmptySex 25 Mar 2016, 21:36


O mar (3)

O alimento parecia muito bom, aquela carne tinha um gosto ao qual poderia facilmente sacia a fome do garoto, o cheiro também ajudava nesta parte em conjunto a boa aparência da comida.

Ao saciar sua fome o jovem parecia estar mais animado que o normal, “Haaa cara, isso ta muito bom”, poucos momentos na vida do garoto poderiam fazer com que ele se animasse tanto.

Após se alimentar e matar sua sede, e ser bem recebido pelo homem que cuidava de fazer a comida na cozinha, novamente voltava aquela monotonia, “Ai ai ai... o que é bom dura pouco” pensava o jovem enquanto soltava um suspiro de desanimo.

Surpreendentemente, o Sargento ao qual já era conhecido e estava fazendo seu trabalho em algum em outro lugar, entrara pela porta a procura do garoto, que em seguida olharia para aquele homem espantado achando que algo poderia ter acontecido.

Felizmente não era nada alarmante, vendo do seu ponto de visão o jovem garoto ter acabado de saciar fome e cede, puxara o mesmo para um lugar dizendo ter algo interessante para fazer até o derradeiro momento da chegada a Loguetown, “Espero que valha a pena” pensaria o jovem sério enquanto era levado para o local.

Eis que o mesmo começou a falar em ensinar sobre estratégia e como ser estrategista, neste momento em frente a porta já se poderia ter ideia do que fazer absorver qualquer tipo de ensinamento que futuramente poderia ser útil, “Isso, até que enfim farei algo que realmente valha a pena nessa longa, monótona e chata viagem” pensaria o garoto um tanto quanto quase animado pelo que viria.

Início do treino para perícia Estratégia
A sala ao qual o jovem garoto havia entrado tinha parecia ser bem grande, em seu interior haviam estantes com livros, cadeiras bem confortáveis, um grande mapa em uma mesa com peças que pareciam ter sido retiradas de um tabuleiro de xadrez e um quadro onde podia ser escrito coisas, posicionado em um lugar dentro daquela sala, aquele Sargento começou a andar de um lado pro outro enquanto dizia, “Espero que você tenha paciência, pois irá demorar” e em seguida andou até que chegou ao quadro e começou a escrever algo nele, foram feitos alguns desenhos com setas apontando para os lados até que por fim ele acabou seu desenho, e em seguida começou a falar, “Preste atenção em mim, vamos começar” disse o soldado e em seguida respirou fundo e em seguida deu início a parte explicativa, “Estratégia significa plano, método, manobras ou estratagemas usados para a possibilidade de alcançar um objetivo ou resultado específico, antigamente podia se dizer que estratégia era estritamente relacionada com a arte de fazer guerra  de um líder militar, como um general por exemplo, felizmente acabou se tornando bem mais complexo que isso chegando a atual situação onde a estratégia está relacionada com a vertente militar, econômica, psicológica e política da preparação para uma possível defesa de uma nação contra ameaças eminentes que possam surgir a qualquer momento” nessa altura o jovem garoto parecia ter ficado confuso com algumas coisas que Sargento havia dito, ao perceber isto o Sargento disse, “Mais já ta ficando confuso? Bem, vou explicar de uma maneira mais simples” em seguida voltou a respirar e desta vez de uma forma mais calma começou a falar, “Estratégia significa plano, método, manobras ou estratagemas, são utilizados para alcançar um objetivo ou resultado em específico, antigamente eram relacionadas com a arte de fazer guerra de líderes militares, mais tarde acabou se tornando relacionada a vertente militar, econômica, psicológica e política devido a sua complexibilidade e avanço, entendeu?” disse o sargento finalizando com uma pergunta, sinalizou com sua cabeça o jovem apontando que desta vez havia entendido.

As horas iam se passando enquanto a explicação ia sendo dita, o Sargento apontou para o quadro onde haviam várias setas indo para vários lugares e algumas palavras no meio do quadro, que eram habilidade, astúcia e esperteza, eis que o Sargento começou a dizer, “Tá vendo estas palavras? Elas são a base para sua evolução, estar a um ou dois passos à frente de seu inimigo te dá uma grande vantagem independentemente de você estar sozinho ou comandando algum exército, uma estratégia bem-feita funcionará como um guia, mostrando posição e permitindo traçar uma melhor trajetória para se chegar em uma determinada posição” aquilo que o Sargento havia dito era uma informação bem útil, Kyo parecia fascinado com o que ele dizia, esse era um dos poucos momentos em que seu mal humor não surtia efeito, quando algo novo aparecia para que o jovem garoto aprendesse, “Continuando, através da estratégia se sabe onde se quer chegar e o caminho para alcançar esse lugar, basicamente estratégia é saber o que fazer quando não há nada a fazer” finalizou sua explicação, em seguida disse, “Agora vamos colocar em prática, venha até essa mesa” chamando Kyo para que ele chegasse mais perto daquela mesa onde havia um grande mapa encima da mesma e encima do mapa um número considerável de peças.

“Encima desta mesa temos várias peças e isto que você está vendo neste mapa são territórios, antes de começarmos nosso “joguinho” te darei mais algumas instruções, primeiro, para se fazer movimentos corretamente, primeiramente tem de se saber o que realmente se está buscando, do que se está atrás, para alcançar a vitória se deve escolher a melhor linha de ação para que sua execução seja perfeita, pode-se dizer que é algo bem abstrato e baseado em objetivos de curto e longo prazo” assim que terminou a explicação o jovem garoto tratou de olhar bem como era esse mapa visualizando ele por completo e perguntou em seguida, “O que são esses pequenos objetos encima desse mapa?” em seguida o Sargento o respondeu, “Esses pequenos objetos são utilizados para formações de estratégia” o jovem garoto olhou em seguida surpreso sobre o que era aquilo e em seguida perguntou, “O que devo fazer?” logo após com um sorriso no rosto o Sargento disse, “Neste tabuleiro temos peças de cor azul do seu lado, e verde do meu lado, você pode observar que algumas são diferentes das outras, isso quer dizer que temos no mapa infantaria, veículos de transporte, cavalaria, torres de vigia nas ilhas e fortes bem protegidos por muralhas, como você pode observar, seu objetivo é invadir o outro lado, como você irá fazer isso dependerá de você, e caberá a mim tentar parar suas ações” Kyo parecia ter entendido o que era pra fazer, então era chegada a derradeira hora de tentar pôr em prática estratégias, “Não sei se vai dar certo mas... tentarei” diria o garoto de forma séria, movimentou em seguida alguns navios em direção a um pouco, ao chegar neste ponto o garoto foi parado e o homem em seguida disse, “E então, o que irá fazer?” Perguntou o Sargento, o garoto então disse em seguida, “Atacarei”, logo após isto o Sargento disse, “Atacar? Somente atacar? Seu ataque falhou, já esqueceu o que eu disse sobre como utilizar a estratégia a seu favor?” finalizou a fala o Sargento, o garoto então ao pensar um pouco sobre o que fazer e sobre o que havia sido dito anteriormente em um lapso de memória lembrou sobre o que o Sargento havia dito, “Será que... vou tentar...” pensara enquanto olhava para o Sargento, Kyo moveu mais dois navios na direção de uma ilha, “Desta vez esses dois navios irão ficar rodeando a ilha enquanto atacam ela, além disso colocarei mais dois navios um pouco mais afastados da ilha” em seguida perguntou o sargento, “Porque vai deixar esses navios fora do alcance da ilha?” respondeu em seguida o jovem, “Deixarei assim para prevenir ataques de fora da ilha” olhando para Kyo o Sargento respondeu, “Sim, você começou a entender o funcionamento da estratégia, o modo como você deve proceder, digamos que a situação fosse oposta, o que você faria se sua ilha fosse atacada?” Perguntou o Sargento, “Seguindo a base de minha estratégia, tentaria derrubar meus inimigos e utilizaria de ajuda externa se possível” respondeu Kyo ainda olhando aquele grande mapa encima da mesa,“Mas... se nada funcionasse acho que não saberia o que fazer” completou Kyo, em seguida o Sargento começou a falar, “Nesse tipo de momento, é sempre bom ter um "Plano B” disse o Sargento, “Plano B? O que é Plano B?” perguntou o garoto, “Ainda não te expliquei sobre isso, mas é o seguinte, quando tudo falhar e parecer que não há mais escapatória, o “Plano B” serve como uma estratégia alternativa para contornar o problema” explicou o Sargento e continuou em seguida, “Por exemplo, digamos que essa ilha estivesse à beira do colapso e parecesse não haver escapatória, o “Plano B” poderia ser um plano de evacuação das pessoas que estivessem na ilha dando importância para suas vidas ou uma possível rendição para tentar chegar a um acordo” finalizou o Sargento, tudo aquilo parecia sem bem complicado e o garoto ia fazendo as movimentações no mapa, muitas vezes falhava no que tentava fazer, ainda sim ia aprendendo com seus erros, muito tempo se passava enquanto Kyo estava dentro daquela sala ia aprendendo o que podia sobre estratégias e ia evoluindo de pouco a pouco, coisas como maneiras de avanço, regressão, rotas alternativas, dentre muitos outros tipos de táticas ao qual o garoto ainda não sabia como funcionavam, por fim ao passar horas dentro daquela sala o Sargento disse alegre, “Muito bem Soldado Kyo, aqui finaliza o que havia para mim te ensinar, agora você deve ser capaz de pensar por si mesmo, está dispensado” finalizou o Sargento, em seguida o jovem garoto Kyo bateu continência como um gesto civilizado e em seguida saiu da sala pela porta.
Fim do treino para perícia Estratégia

O jovem garoto parecia cansado, não seu corpo e sim mentalmente, então procuraria algum lugar para se deitar ou sentar, além de que seu corpo ainda precisaria acabar de se recuperar de ferimentos que aconteceram anteriormente.

“Mesmo tendo feito esse monte de coisa aqui nesse navio, espero chegar nesse tal lugar chamado Loguetown logo, mesmo ainda me acostumando com um lugar tão chato como esse com o tempo, essa viajem tá demorando muito.” Pensaria Kyo.

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MensagemAssunto: Re: O azul do infinito   O azul do infinito EmptyDom 27 Mar 2016, 20:10


Kyo tentou aprender ao máximo o que o Sargento Jonhson tinha para lhe ensinar. Mas todo aquele estudo tinha feito com que sua cabeça ficasse pesada, devido ao grande trabalho mental que tinha feito. Ele queria descansar, desta forma começou a procurar um local para descansar. Passou por diversas portas do navio, porém não conseguiu encontrar nenhum dormitório. Talvez se tivesse tentado perguntar para alguém, poderia ter encontrado. Depois de alguns minutos na sua busca, ele acabou voltando para o convés do barco. Nesse momento ele pode perceber que seu aprendizado com o sargento tinha demorado mais do que tinha imaginado. O sol já estava totalmente “dormindo”, dando lugar a uma grande lua e muitas estrelas. Percebeu também que muitos dos marines estavam sentados no piso do convés, admiravam as estrelas e descansavam ao mesmo tempo. Provavelmente eles não fariam aquilo se o Sargento estivessem por perto, porém como não tinha visto nenhum problema, o jovem Full Buster se sentou também.

Depois de algum tempo naquele local tentando relaxar a sua cabeça, Kyo acabou cochilando. Quando despertou pode perceber que todos os marines já tinham entrado para os locais que eram cobertos. Entretanto nesse momento um soldado da marinha chegou ao convés, e estava cambaleando. Quando ele avistou o Full Buster ele disse com um tom de voz meio estranho: -Poxa, ainda bem que não to aqui sozinho. Quer um gole? O marine pegou um garrafinha de alumínio e apontou para Kyo. Porém ao mesmo tempo ele foi andando para o parapeito do barco, e por lá se sentou, mesmo com todo o balanço do navio. O homem tinha uma aparência normal e estava usando todo o fardamento da Marinha. Ele ouviria o que Kyo pudesse falar, mas em determinado momento um forte balanço aconteceu, fazendo com que aquele homem caísse ao mar. -Socorrooooooooo, socorroooooooo! Seus gritos podiam ser ouvidos no mesmo momento por Kyo, e ele parecia desesperado. O navio continuava em movimento, e ninguém tinha surgido para ajudar. O que faria o jovem Full Buster para ajudar o seu colega de profissão? Ele teria condições de salvá-lo com os ferimentos que ainda lhe causavam incomodo?
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MensagemAssunto: Re: O azul do infinito   O azul do infinito EmptyDom 27 Mar 2016, 21:30


O mar (4)

Enfim o garoto estava livre, e bem cansado assim por dizer, seu corpo ainda não parecia estar totalmente recuperado, então o melhor a se fazer naquele momento era descansar, infelizmente para o jovem ele acabou passando por várias portas e não havia encontrado nenhum lugar para descansar.

Eis então que teve a brilhante ideia de voltar para o convés, neste momento olhou então para o céu e se deparou com a noite, reclamou então em seu pensamento, “Mas que merda, não pensei que ia ficar lá por tanto tempo”.

Curiosamente haviam marines sentados no piso do convés, e estavam olhando para o céu, não vendo problema nisso e ainda por cima vendo uma chance de ficar em algum lugar para descansar, acabou se sentando lá também.

Passado algum tempo o garoto acabou cochilando lá mesmo, dado algum tempo acabou despertando de seu sono, “Uff... acabei cochilando, odeio cochilar nesse tipo de lugar” disse ao acordar com um grande mal humor.

Dado certo momento ao perceber que não havia mais ninguém ali, foi percebido a movimentação de um homem, “Esse cara... o que ele está bebendo?” se perguntou enquanto ouvia o que o respectivo homem havia dito, “Não, to sem sede” disse após ouvir a pergunta e o gesto do marine apontando a garrafinha para ele.

“Aposto que aquilo nem é agua” pensou o garoto por um momento, enquanto via o homem ir se afastando e indo se sentar em um lugar que parecia não ser muito seguro, por certa inconveniência, diga-se de passagem, o marine acabou caindo em alto mar.

“Merda” pensou consigo mesmo, “Homem no mar!, Homem no mar!, Homem no mar!, Alguém vem logo aqui ajudar caramba!” Gritaria no tom mais alto e raivoso que pudesse com o intuito de tentar chamar a atenção do máximo de pessoas possível, mediante a aquela situação procuraria tentar achar uma boia e uma corda e amarraria a corda na boia, ou uma boia já amarrada em uma corda, e mesmo ainda se recuperando de antigos machucados lançaria a boia com força o suficiente para que o homem no mar tentasse a agarrar.

Caso funcionasse, puxaria a corda com força o suficiente para o homem tentar subir novamente e o ajudaria a subir caso fosse necessário.

Caso o ato fosse falho, Kyo tentaria arranjar uma corda com um tamanho considerável para chegar até onde fosse preciso, amarraria em alguma parte sólida e resistente do navio uma ponta e a outra na boia, e em seguida pularia com a boia em mãos para resgatar o marine, “Aguenta ai, to chegando!” gritaria enquanto iria em direção ao homem, tentaria então o pegar e em seguida falaria “Segure-se em mim, vamos voltar para o navio” puxaria então a corda com toda a sua força com intenção de voltar para o navio, e então caso funcionasse subiria para chegar novamente ao navio junto ao marine.

Histórico:
 

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MensagemAssunto: Re: O azul do infinito   O azul do infinito EmptyTer 29 Mar 2016, 19:42


A primeira ação de Kyo foi gritar logo após perceber a gravidade que tinha acontecido. Gritou o mais alto que podia, afinal era preciso à ajuda de outras pessoas para que pudesse resgatar o bêbado. A situação estava completamente desfavorável para o Full Buster, mas ele agiu rápido. O fato de estar acontecendo à noite prejudicava a tentativa de localizar o marine ao mar, mesmo que a lua estivesse “forte”. O mar estava em uma agitação mediana, o que complicava ainda mais a tentativa de detectar o bêbado. Enquanto Kyo pegava uma corda e amarrava em uma boia, um marine apareceu no convés. O homem percebeu o que o Full Buster estava pretendendo fazer, e o que estaria acontecendo, desta forma ele disse rapidamente: - Vou mandar o piloto dar a volta! O homem saiu correndo a fim de tentar fazer com que o navio não se distanciasse cada vez mais do marine que estava no mar.

Kyo tinha terminado de fazer todos os procedimentos para que pudesse salvar o homem. A corda estava amarrada na boia e em uma parte do parapeito do navio. E mesmo com seus ferimentos fez o maior esforço para lançar o objeto flutuante. Porém no momento sentiu apenas um pequeno incomodo, devido que a adrenalina estava circulando por seu corpo. O bêbado continuava gritando, e foi para lá que o Full Buster tentou jogar a boia. Porém depois de um tempo percebeu que não tinha sido o suficiente para o objeto chegar ao homem. Com isso ele puxou a corda, trazendo a boia de volta. E com um grande ato de heroísmo se jogou ao mar, segurando o objeto flutuante. Ao cair na água Kyo pode perceber que ela estava gelada, mas ele conseguia nadar mesmo com os seus ferimentos. Desta forma o Full Buster tentou ir em direção aos gritos do marine, mas em determinado momento a corda não tinha mais cumprimento para chegar onde ele pretendia. Kyo pode perceber que o navio estava fazendo o contorno, mas seria rápido o suficiente para salvar o homem? -Socorrooo, eu estou ficando sem força! To me afogando! Gritou mais uma vez o marine, fazendo o Full Buster perceber que estava próximo dele. Kyo podia ver a localização do homem neste momento devido a agitação da água que ele fazia. Dava para perceber que a distância era cerca de 10 metros.
Histórico:
 

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MensagemAssunto: Re: O azul do infinito   O azul do infinito EmptyTer 29 Mar 2016, 23:47


O mar (5)

A situação parecia estar bem complicada, aquele homem desconhecido realmente havia caído na água que provavelmente estaria bem fria naquela noite ao qual só fazia ser pior para o garoto que não conseguia de certa forma uma visualização de onde o homem estaria.

Kyo então conseguiu arrumar uma boia e amarrar em uma corda, sua determinação só não era maior do que seu mal humor por estar fazendo aquilo e um bocado de raiva.

Para sua sorte, alguém parecia ter ouvido seu chamado, um marine havia aparecido respondendo aos gritos ao qual havia dado anteriormente, felizmente ele havia falado que avisaria ao piloto para dar a volta e em seguida saísse correndo.

Todos os preparativos pareciam ter sido feitos, o jovem garoto já estava pronto, ele conseguia então amarrar uma das pontas da corda na boia e a outra no parapeito do navio, devido aos poucos ferimentos ao qual ainda tinha, sentia um momentâneo incomodo seguido de adrenalina.

Os gritos do homem ainda podiam ser ouvidos, e foi justamente isto que ajudou o garoto que em seguida lançaria a boia em sua direção, infelizmente não parecia ser o suficiente para se aproximar do homem na água, o que causaria uma cara de desaprovação por parte do garoto.

Mas aquilo não era o suficiente para sua desistência, bravamente então o garoto se jogou ao mar junto a sua boia amarrada em uma corda após anteriormente a puxar de volta, ao cair na agua foi finalmente comprovado que estava muito fria, felizmente mesmo com os ferimentos era possível dar braçadas para ir em direção ao homem.

Por grande inconveniência a corda parecia ter chegado ao seu limite, “Haaaaaaa drogaaaaaaaaaa!” gritaria o garoto ao perceber que estava  ainda a uma distância considerável do homem, surpreendeu-se logo após ouvir mais um grito vindo daquele homem, parecia estar bem próximo, devido a agitação da água parecia ficar mais claro onde o homem em questão estava.

Sem pensar duas vezes o garoto desamarraria a corda da boia e em seguida utilizando de toda a sua força dando braçadas na agua iria em direção ao homem enquanto dizia, “Aguenta ai! Não desista! To chegando!”, tentaria ir o mais rápido possível.

Caso conseguisse chegar a tempo, com uma de suas mãos seguraria o homem e em seguida diria, “Consegue utilizar os pés? Me ajude a nos levar de volta ao barco, vamos.” Bateria então com os pés para ganhar um pouco de velocidade de volta ao barco, caso o homem afundasse e Kyo visse ser possível mergulhar, o faria para trazer o homem de volta a superfície e pegar novamente a boia segurando o homem na outra mão.

Caso não fosse possível desamarrar a corda e o garoto visse ser possível chegar ao homem sem ela, daria braçadas com força e bateria com força suas pernas ganhando impulso e um pouco de velocidade para chegar ao homem, conseguindo chegar ao homem agarraria o mesmo com uma de suas mãos e em seguida batendo com seus pés fortemente na agua e utilizando a outra mão para as braçadas faria o possível e o impossível para voltar ao navio, caso o homem afundasse e o garoto visse ser possível mergulhar, o faria para trazer o homem de volta a superfície segurando o homem  em uma de suas mão e batendo fortemente as pernas para se manter sem afundar.

Gritaria “Aqui! Estamos aqui! Aqui!” como forma de tentativa de saberem mais ou menos onde os dois estariam enquanto o garoto se esforçaria utilizando o que fosse possível de sua força e a de quem ele estivesse salvando se possível para se aproximar do navio.

Caso fosse efetivo no fim ajudaria o homem e a ele mesmo a chegarem no objetivo de subir novamente ao navio tomando cuidado para não ir de frente para o navio e sim ao lado do mesmo.

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