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 O Último Samurai - Cap I

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MensagemAssunto: O Último Samurai - Cap I   O Último Samurai - Cap I EmptySeg Mar 07, 2016 4:39 pm

O Último Samurai - Cap I

Aqui ocorrerá a aventura do(a) civil Jack Shuusuke. A qual não possui narrador definido.


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MensagemAssunto: Re: O Último Samurai - Cap I   O Último Samurai - Cap I EmptySex Mar 11, 2016 8:05 pm

Cap I - O Último Samurai





»Esperei 5 anos por este momento, 5 anos a treinar para poder vingar meu Sensei e meus colegas. Mal consigo dormir quando penso neles...Quantas saudades deles... Mas não há forma de faze-los voltar ao mundo dos vivos, desta forma, só poderei ajudar vingado-los«

Jack não dormira bem fazia já 5 anos, desde aquele homicídio do seu Sensei e colegas, lembra-se de tudo perfeitamente, o céu limpo com gaivotas a pairar, no qual projetava a sombra no chão no qual embatia na sua cara, e após uns minutos essas gaivotas pousavam nas casas devido ao grande esforço de voar, nessas mesmas casas onde pousavam, encontrava-se já pessoas a almoçar, no qual dava para observar pela janela caso se passasse pela rua. O quão bem a rua estava bem cuidada, sem lixo no chão, simplesmente pedra, nem ervas daninhas tinha.

Jack lembrava-se de todos os ingredientes que comprou para o almoço, desde o tomate dos melhores campos agrícolas de East Blue, do peixe-ponta-esmagada de South Blue até ao Pepino Cinzento das Montanhas, de como iria cozinhar os tais alimentos, preparar a refeição, de quanto tempo iria gastar a cozinhar, dos 100 Belis que gastou, lembrava-se de como estava vestido, no qual muito fácil, já que só utilizava seu uniforme de Kendo e lembrara-se que horas eram, no qual era muito fácil, já que o Sol estava a pico demonstrando as 12H. Nessas partes das memórias, Jack sempre sorria, mas depois lembrava-se que quando fazia o seu trajeto de volta para o Dojo e encontrou a Marinha à volta do mesmo, lembrava-se de quais ingredientes saltaram fora do saco das compras quando os deixou cair, lembrava-se de qual pé começou a correr primeiro, ele lembrava-se como era o Marinheiro que o tentou impedir de entrar, de como seus colegas estavam dentro do Dojo inanimados juntamente com o seu Sensei, ele lembrava-se como os cortes estavam por todo o Dojo, e como ele chorara perto do seu Sensei.

Desde esse dia, Jack não dormira bem mais um dia.

»Bem, não ajudará nada ficar nesta cama o resto do dia, hoje faz 5 anos que aconteceu o homicídio e hoje é quando eu sairei daqui e vingarei-me. Tornarei-me o melhor Samurai e o qual  ele sempre quis que eu fosse.«

Dito isto, Jack iria-se levantar da sua "cama" pois era um saco de cama no chão do seu quarto, vestiria seu Kendogi e Hakama preto mas já gasto, pois devido ao treino e às lavagens perdeu muita cor, lavaria sua cara no banheiro, de seguida iria sair do Dojo para ir comprar à mercearia, Salmão do próprio East Blue, Batata, Alface da mais verde e tomate mais vermelho possível para preparar o seu último almoço naquele Dojo e depois abandona-lo-ia para sempre, mas caso a Mercearia estivesse fechada por qualquer motivo, Jack iria perguntar a alguém educadamente na rua por algum Restaurante que especialidade fosse Peixe com um "-Bom dia, poderia indicar-me se faz favor um Restaurante que faça o melhor peixe?", caso ninguém  soubesse, Jack continuaria andar pelas rua até encontrar o certo Restaurante e entraria nele.

Coisas e mais coisas:
 

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MensagemAssunto: Re: O Último Samurai - Cap I   O Último Samurai - Cap I EmptySab Mar 12, 2016 7:38 pm

O Último Samurai

- Trecho I: Desventuras em série



Consumido por um luto que já vinha de cinco anos, Jack estava imerso em lembranças sobre o dia no qual tudo o que amava e conhecia havia sido tirado dele sem explicações. Cada sensação, cada lembrança e cada ínfimo detalhe ainda estava guardado em sua memória, reproduzindo-se todos os dias em sua cabeça, evitando que aquela dor fosse embora e criando uma intensa sede de vingança.

No entanto, não lhe ajudaria em nada ficar treinando sozinho naquele dojo pelo resto de sua vida, esperando que o responsável por aqueles assassinatos viesse até ele, buscando se redimir de seus pecados. Na época do acontecido, se alguma pista fora deixada pelos criminosos, nada lhe foi revelado. Embora fosse movido por sua vingança, não havia por onde começá-la. Dessa forma, decidiu que aquele dia começaria sua jornada atrás do titulo de melhor samurai, usando todo aquele ressentimento como combustível para ficar cada vez mais forte.

Colocando a única roupa que tinha, o samurai se preparou da melhor forma que podia, faltando agora apenas o almoço para que pudesse sair em jornada. Andando calmamente pelas ruas da capital, demorou menos de dez minutos para chegar à mercearia na qual sempre comprara seus ingredientes. Todavia, as luzes desligadas e uma grande placa na porta frustrava sua tentativa de compra:

"Estamos fechados por tempo indeterminado, desculpe pelo inconveniente", dizia a placa.

Logo na esquina, um homem em um uniforme preto consertava a roda de uma carruagem, provavelmente pertencente a algum nobre que vivia mais no interior da cidade. Sem perder tempo, o samurai aproximou-se do homem, perguntando:

- Bom dia, poderia indicar-me se faz favor um Restaurante que faça o melhor peixe? - ele indagou, cordialmente.

- Siga quatro quadras adiante e pegue a direita em seguida. - o homem respondeu, sem olhar para Jack, de tão concentrado que estava em seu trabalho.

Assentindo e seguindo em frente, depois da segunda quadra o samurai começou a receber olhares estranhos e até mesmo algumas pessoas atravessavam a rua para evitar cruzar seu caminho. Entretanto, distraído por natureza, ele não percebeu isso até que chegou ao restaurante, uma imponente construção de três andares que, posicionado em um esquina, ocupava a metade de duas quadras. Todos os andares tinham grandes janelas em toda a sua extensão horizontal, com vidro de quase um metro de altura a partir da parte de cima das mesas.

Satisfeito por ter encontrado o tal restaurante, Jack apressou o passo, atravessando a rua rapidamente. Tentando entrar no restaurante, sentiu uma mão enorme impedi-lo, empurrando seu peito. Prestando atenção, veria que o homem a sua frente, musculoso, com cerca de dois metros de altura, careca e uniformizado, era um dos guardas do estabelecimento, juntamente com seu colega loiro e magro que guardava o outro lado da mesma grande porta de vidro.

- O que acha que está tentando fazer escória? - o homem praguejou, empurrando Jack lentamente para trás e movendo-se com ele, até que chegassem a rua. - Este restaurante é somente para os nobres, não para um pé-rapado como você, que não tem dinheiro nem para se vestir como uma pessoa decente. - olhava furioso para o espadachim sem espadas.

A despeito do que Jack faria a seguir, em trinta segundos uma enorme explosão aconteceu no primeiro andar do restaurante, fazendo até mesmo os vidros dos outros andares estourarem e uma grande labareda saltar para fora, grande o suficiente para até mesmo uma pessoa distraída como Jack perceber. Com o fogo se alastrando, a fumaça não tardou a surgir em grandes nuvens, fazendo com que os nobres atropelassem uns aos outros tentando sair do estabelecimento.

Os guardas que haviam caído no chão devido a força da explosão se olhavam confusão, sem saber o que fazer. Estando Jack perto ou longe, ainda estaria visível para o guarda careca, que se lembraria dele e gritaria para os guardas que vinham das portas da outra quadra:

- PEGUEM ESSE CRIMINOSO! ISSO SÓ PODE SER TRABALHO DESSE TIPO DE ESCÓRIA!

Restava a Jack, naquela série de desventuras em apenas cerca de uma hora, escolher ficar e ser preso ou correr e ser considerado um fugitivo. De qualquer forma, quatro guardas estavam em seu encalço, o careca e outro de mãos vazias, o loiro e o último com espadas.


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Última edição por Jarok em Seg Mar 14, 2016 4:31 am, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: O Último Samurai - Cap I   O Último Samurai - Cap I EmptyDom Mar 13, 2016 12:12 pm

O Último Samurai



Jack estava desorientado, sem saber o que fazer, ainda com o seu braço esquerdo posicionado à frente dos seus olhos azuis, nos quais estavam fechados para defender de todos os vidros e poeira que podia ir para os olhos devido à grande explosão que ocorreu no grande restaurante que ele ia entrar caso ninguém o tivesse paado, ele ainda pensava para si próprio como tanto ocorreu em tão pouco tempo.

»...Droga, eu simplesmente saio do Dojo menos de uma hora, e já sou insultado, quase comecei uma briga e agora estou a ser perseguido e quase acusado de explodir um restaurante, que dia simplesmente maravilhoso para começar. Bem, pelo menos estou a ter uma bela de uma aventura já pelo começo.«

Jack ainda atordoado e desorientado iria tentar abaixar o braço após a poeira e os vidros abaixarem para tentar verificar a situação à sua volta, caso os guardas estivessem ainda deitados, Jack iria andar normalmente pela rua mas em um passo apressado que não desse muito nas vistas, pois caso alguém passasse por ele ia suspeitar muito de ele estar a correr. Caso os guardas já estivessem levantados, iria correr como não tivesse parado para entrar no resturante, e caso os guardas não corressem atrás dele ele continuaria  a correr na mesma direção para se afastar, e iria procurar outro restaurante, mas caso eles viessem atrás de Jack, tentaria virar em todas as ruas secundárias para tentar despistar os guardas.

OFF.:
 

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MensagemAssunto: Re: O Último Samurai - Cap I   O Último Samurai - Cap I EmptySeg Mar 14, 2016 4:20 am

O Último Samurai

- Trecho II: Uma figura misteriosa



Aproveitando-se da explosão repentina para sair daquele ambiente no qual sofrera uma hostilização gratuita, Jack começou a andar a passos largos pelas mesmas ruas, procurando por algum lugar que lhe permitisse ter uma refeição decente antes de começar sua jornada. No entanto, logo que começou a sair de cena, o guarda careca gritou, apontando para ele em meio à fumaça que saía do restaurante, fazendo com que os outros três guardas fossem correndo atrás dele.

Correndo para fugir daquela situação perigosa, mas na qual não havia parado para considerar as consequências, ele conseguiu abrir uma vantagem em relação aos guardas no início, aproveitando-se de seus treinamentos para ganhar velocidade mais rapidamente e tentando despistar seus perseguidores ao entrar em ruas aleatórias.

Entretanto, um dos guardas das portas laterais, um homem bastante comum, mostrou uma velocidade maior que a dele, conseguindo alcançá-lo e saltando sobre suas costas, derrubando-o no chão de paralelepípedos.

- Agora você será executado por aquela explosão. - ele falou, rindo, enquanto tentava restringir as mãos dos espadachim atrás das costas. - Acha que pode matar os amados nobres dessa cidade que ficará impune ou será somente preso? Não haverá nem um julgamento!

Mas antes que os outros guardas pudessem alcançá-lo e, por fim, ajudá-lo a restringir Jack e levá-lo para onde quer que levassem aqueles que executavam, uma figura encapuzada surgiu do nada, aplicando um forte chute na parte da frente da cabeça do homem, lançando-o três metros para trás. Ajudando Jack a se levantar do chão, ele falou, segurando-o pelo pulso:

- Me siga se quiser sobreviver. - puxou o espadachim na sua direção, soltou seu pulso de leve e começou a correr, esperando que o mesmo o seguisse.

Se parasse para reparar na pessoa que o ajudava, veria um garoto alguns anos mais novo do que ele, cabelos loiros sob o capuz de um moletom cinza-claro, com bermudas pretas com pernas longas e sandálias de madeira.


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MensagemAssunto: Re: O Último Samurai - Cap I   O Último Samurai - Cap I EmptyTer Mar 15, 2016 8:19 pm

O Último Samurai



Jack sentiu um grande impacto nas costas que o fez cair no chão de uma forma bruta, parecia que tinham-lhe atirado uma bola de 70Kg nas costas, mas durante a queda percebeu que era uma pessoa que tinha-o atirado para o chão, prendendo os pulsos, Jack tentou lutar para se libertar, mas o homem fazia tanta força que quase nem mexer os pulsos conseguia, Jack só pensou:

»Que velocidade e força absurda, não pode ser humano, ele apanhou-me muito rapidamente e atirou-me ao chão e prendeu-me facilmente.«

Após pensar isso só sentiu o peso todo nas costas e a dor do pulso a desaparecer, e ouviu um som de queda atrás dele, Jack levantou a cabeça e viu uma mão estendida que parecia estar pronta para o ajudar a levantar, Jack aproveitou a ajuda e levantou-se. De seguida a levantar-se o rapaz misterioso disse: - Me siga se quiser sobreviver. E puxou na sua direção.

Jack parara um pouco para pensar, para si, pareciam minutos a pensar, mas na verdade era quando milésimas de segundo, devido ao seu grande raciocínio e inteligência de ler livros e jogar xadrez.

»Analisando a situação, eu estou em perigo de vida, tenho 4 guardas...3 , pois aquele não parece ir se levantar, se eu voltar a correr para trás, eu provavelmente vou enfrentar uma briga e morrer, ou quase morrer, mas eu não sei se pode ser uma armadilha...Bem.. Se fosse uma armadilha ele não teria atacado aquele homem, e se fosse frio o suficiente para atacar, tinha-me morto/capturado a seguir...«

-Que merda... - Disse Jack bem baixo sem ninguém conseguir ouvir, enquanto tirava o cabelo negro da frente dos seus olhos azuis muito rapidamente

Jack iria seguir o rapaz misterioso por onde ele fosse, mas sempre atento pois o rapaz caso o rapaz fizesse alguma coisa precipitada e o atacasse, caso tudo corresse bem e o rapaz fosse amigável e já tivessem parado e despistado os guardas, Jack iria perguntar ao rapaz quem era e o porquê de ajuda-lo, caso o rapaz o atacasse enquanto eles fossem a fugir, Jack iria desviar-se do ataque com um rolamento para trás e tentar falar com o rapaz de porquê o ataque, se o rapaz o atacasse quando tivessem parado, Jack iria abaixar-se e tentar falar com o rapaz de o porquê do ataque. Caso tudo corresse mal e os guardas apanhassem Jack antes que ele pudesse correr, Jack não iria tentar lutar na altura e sim esperar um bom momento que os guardas tivessem distraídos e aproveitar para lutar.

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MensagemAssunto: Re: O Último Samurai - Cap I   O Último Samurai - Cap I EmptyQui Mar 17, 2016 3:12 am

O Último Samurai

- Trecho III: As três alternativas



Correndo, o rapaz misterioso levou Jack para fora da área nobre da cidade, primeiramente correndo por ruas secundárias, por vezes entrando em prédios supostamente pertencentes a nobres mas que no fim das contas possuíam caminhos saídas escondidas para outras ruas.

Por vários minutos eles correram por grande parte da cidade, até se encontrarem próximos a muralha que separava Goa do Terminal Cinza, quando começaram a caminhar. Nesse ponto, o espadachim já estava quase sem fôlego, sua boca estava seca, seu corpo estava suado e suas pernas doíam, mas ainda seguia aquele que salvara sua vida.

Seguindo o rapaz com o capuz cinzento até um barraco "caindo aos pedaços" encostado na muralha, ele pôde ver um homem sentado de pernas cruzadas na frente do mesmo. Sobre seu colo jazia um bastão de madeira particularmente sólido, em sua cabeça um chapéu marrom estranho parecido com o chapéu que o usopp usa agora, e vestia uma calça marrom puída nos tornozelos e uma camiseta de mangas compridas, listrada de verde claro e roxo. Com sua mão esquerda ele descascava lentamente uma maçã, direcionando seu olhar perfurante aos dois que chegavam, com apenas seu olho esquerdo aberto.

- Quem é esse? - ele perguntou, analisando Jack dos pés a cabeça. Sua voz estava tão calma que beirava a indiferença.

Acabamos colocando esse cara em uma confusão... - o rapaz coçou a cabeça. - Se eu tivesse deixado ele para trás provavelmente teria sido morto em praça pública...

- Então preferiu se arriscar com o chefe trazendo um estranho para cá. - não era uma pergunta, era uma simples constatação. - Espere aqui. - ele disse, levantando-se e revelando um corpo mais largo e definido do que parecera a princípio.

Naquele lado da cidade a pobreza já começava a aparecer, no entanto, apenas um prólogo mal feito da realidade do Terminal Cinza. Crianças corriam brincando ao redor deles, comerciantes vendiam, empregados varriam e a vida seguia de uma forma um tanto quanto singela, considerando as realidades que eram ocultadas do dia-a-dia daquelas pessoas.

Cinco minutos depois, o homem retornava de dentro do barraco e, sentando-se exatamente no mesmo lugar, falou:

- Pode entrar. - sinalizou para trás com a cabeça.

Sinalizando para Jack, o rapaz entrou no barraco, esperando ser seguido pelo espadachim. Se fizesse isso, ele daria de cara com um homem com cerca de um metro e oitenta trajando uma armadura - sem elmo -, cabelos negros curtos e arrepiados, uma barba por fazer e uma espada de cada lado da cintura. Embora fosse mais baixo em estatura, sua presença superava em muito a do espadachim sem espadas, fazendo-o sentir muito menor. O garoto olhou surpreso para seu chefe, com uma expressão assustada em seu rosto.

- Sim Blake, chegou a hora. - ele respondeu à pergunta que os olhos de seu subalterno faziam. - Quem é esse?

- Na verdade eu não sei. - Blake respondeu, gaguejando a princípio. Um alívio aparecia em seu rosto e ele lutava para não sorrir. - Ele acabou aparecendo do nada bem na frente do restaurante e foi hostilizado pelos guardas trinta segundos antes da explosão.

- Eu também não teria coragem de deixá-lo para trás. - o homem olhava nos olhos de Jack. - Você pego no meio de toda essa confusão por minha culpa. Lhe ofereço minhas desculpas. - estendeu a mão ao rapaz, ainda com um tom de voz bastante feroz. - Somos uma pequena célula revolucionária originada nesta cidade. Gostaria de poder fazer mais por você, mas devido às circunstâncias, posso lhe dar somente três escolhas: - começou a enumerar - 1 - Fazer parte do nosso grupo e lutar contra as injustiças deste mundo; 2 - Ser escoltado para fora da cidade; e 3 - A derradeira e única alternativa: Ser morto de uma forma limpa e digna, ao contrário do que teriam feito lá atrás. - ele concluiu, deixando Jack ver uma pequena parte da lâmina na direita de sua cintura. - E então, qual a sua escolha?


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MensagemAssunto: Re: O Último Samurai - Cap I   O Último Samurai - Cap I EmptyQui Mar 17, 2016 5:41 am

O Último Samurai



Tudo acontecera muito depressa, em um minuto estava a sair do Dojo para ir comer, em outro minuto estava no meio do chão preso por um guarda devido a uma explosão, em outro minuto estava a correr sem parar, e agora estava a falar com pessoas revolucionárias que nem sabia que existiam e um rapaz chamado Blake e um Espadachim em uma armadura.

Jack ao chegar no barraco sentiu uma imensa ansiedade por ali estar, não sabia para onde ia, quem eram aquelas pessoas todas, estava cansado de correr e para além do mais, estava uma figura suspeita sentada a descascar uma maçã.

Após cinco minutos, Jack entrou no barraco e sentiu-se mais confortável com o ambiente, Jack vira o espadachim e sentira-se melhor, ele sentia que aquele espadachim era forte,sentia-se  mais num ambiente familiar, tudo porque viu o espadachim... Será que era porque ele ligava o Espadachim ao seu Dojo? Quem sabe.

O Espadachim ao desculpar-se ganhara já o respeito por ele, para Jack um pedido de desculpas era uma coisa bastante honrada de se fazer. Após a enumeração que o Espadachim fez, veio um frio à barriga, pois ele poderia pertencer a um grupo que nunca ouviu falar mas ter a possibilidade de tornar-se mais forte lá, fugir de lá e não saber o que fazer depois ou morrer. Jack então pensara para si.

»....Uhm, provavelmente vou aceitar entrar no grupo, eu não sei nada dos seus ideais, mas aposto que será uma boa maneira de poder aumentar o meu nível de poder, conhecer pessoas, e descobrir quem poderá ter assassinado o meu pai e os meus colegas. Talvez aqui também poderei arranjar uma espada.«

Jack ficara com a mão estendida do espadachim à sua frente durante mais um pouco de tempo, pois começara a pensar de novo.

»Não faz sentido eu ir embora daqui também, se eu fugir, não saberei o que fazer, para onde ir e como começar, se eu morrer qual será a vantagem? Não poderei vingar o meu Sensei/Pai e Colegas«

Jack após bastante tempo iria decidir apertar a tal mão e dizer -Bem, desculpas aceites primeiro de tudo, e depois, Eu prefiro a opção número 1. Gostaria de saber quais são os ideais do vosso grupo revolucionário, o seu nome, o porquê de explodir o prédio e como arranjar uma espada por favor.


Jack iria ouvir tudo com calma caso decidissem dizer, caso não oferecessem nenhuma informação Jack iria voltar a perguntar mas simplesmente pelos ideais e onde arranjar a espada. Caso não dessem a informação outra vez, Jack iria simplesmente sair do lugar e optar pela segunda opção. Jack ficara distraído com o homem portanto não pensara em uma maneira de fugir dali caso tudo desse mal e o atacassem.

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MensagemAssunto: Re: O Último Samurai - Cap I   O Último Samurai - Cap I EmptySab Mar 19, 2016 2:20 pm

O Último Samurai

- Trecho IV: O Prólogo da justiça



Em um dia que acontecimentos cada vez mais aleatórios não acabavam de acontecer, Jack se deparava com um homem mais forte do jamais havia visto em uma pequena cabana apenas cerca de uma hora de sair do dojo. Seu corpo certamente estava cansado de tanto fugir e correr, mas sua mente estava ainda mais cansada de tantas coisas diferentes que não pôde parar para processar. Após a explosão, fuga, correria e o tal "conhecer novas pessoas", tudo o que ele queria era um pouco de normalidade para ser capaz de voltar a busca dos assassinos de seu mentor e seu amigos.

- Bem, desculpas aceites primeiro de tudo, e depois, eu prefiro a opção número 1. Gostaria de saber quais são os ideais do vosso grupo revolucionário, o seu nome, o porquê de explodir o prédio e como arranjar uma espada por favor. - ele respondeu, olhando calmamente para o líder da célula revolucionária, mas com um grande temor dentro de si.

Blake ficou claramente desconcertado com a facilidade com que Jack falou com o homem em armadura, mas o mesmo não esboçou reação, simplesmente respondendo às perguntas de Jack. Mexendo na parede da cabana, abriu uma espécie de alçapão cavado na pedra da muralha, revelando, entre outras armas comuns uma espada simples e entregando-a ao rapaz.

- Escolhes a opção número 1, mas ainda assim possui reticências sobre sua decisão? - indagou, um tanto quanto ofendido. - Pois bem, me chamo Caine Kendrick. O ideal do nosso grupo revolucionário é igual o mesmo de todos aqueles que estão filiados ao exército revolucionário: derrubar os nobres e trazer justiça e paz aos menos afortunados, como aqueles que estão neste exato momento lutando por migalhas do lado de fora destas muralhas. - aquilo realmente parecia deixá-lo enraivecido, apesar de transparecer em seu rosto por apenas um ínfimo instante. - Apesar disso, alguns de meus soldados acabam por fazer coisas imprudentes uma vez ou outra, como no incidente no restaurante. - olhou para o rapaz de capuz cinza, que fingia que não era com ele. - Blake lhe explicará tudo.

Novamente apertando a mão do espadachim e abraçando Blake com força a despeito da armadura, Caine se despediu, afastando um tapete do chão e abrindo uma larga porta de metal, revelando uma longa escada. Fechando a porta atrás de seu chefe, o rapaz disse:

- O restaurante foi um plano do meu time para sequestrar alguns nobres e extrair informações dele. - suspirou. - Mas alguém exagerou na quantidade de explosivos... - trancou a porta de metal e colocou o tapete sobre ela novamente. - Venha comigo, vou te levar para conhecer o nosso time. Já temos uma missão. - falou.

Depois de meia hora andando por um trajeto aparentemente aleatório, entre becos e vielas, eles se depararam com um prédio abandonado, parcialmente queimado, com seus vidros quebrados e portas inexistentes. Subindo as escadas até o último andar ao lado de Blake, Jack conheceria três novas pessoas.

Revezando um binóculo estavam uma garota de cabelos rosas penteados em duas tranças, um homem com idade aproximada ao do líder da célula com um chapéu branco, camisa amarela com finas listras verticais e horizontais de um tom mais escuro e um rapaz com uma clava na cintura e, ao lado, um escudo e um grande volume embrulhado em um saco bege. A garota possuía uma espécie de Handcannon nas costas e o primeiro homem tinha uma pistola de cada lado da cintura e uma corda enrolada ao redor de corpo, sobre o ombro direito e sob o braço esquerdo.

- Achamos que você tinha morrido, cowboy. - o homem de chapéu falou, revelando uma voz rústica.

- Quem é essa criança? - a garota perguntou, levantando-se de onde estava sentada e entregando o binóculo para o homem com a clava e aproximando-se demais de Jack, quase se encostando nele e encarando de baixo, o que tornava aquela situação cômica e constrangedora ao mesmo tempo

- Ah, é verdade, ninguém se importou em perguntar seu nome. - Blake sorriu, achando aquilo bastante engraçado. - Ele acabou sendo pego próximo a nossa explosão e, bom, ele ia acabar morrendo... o que importa é que ele está com o nosso time agora. Entendem?

A garota balançou a cabeça em sinal de entendimento.

- Se ele for um traidor eu mesmo o mato.

Que seja. - o lutador deu de ombros. - Conseguiram alguma coisa?

- Venha olhar. - o homem com a clava estendeu. Deveria ter uma idade próxima a de Jack, mas era mais alto e mais largo. Em contraponto, seu rosto mostrava uma mistura equilibrada de seriedade, indiferença e paciência.

- O que estou procurando?

- Um dojo de espadachins. Cinco quadras acima da rua principal.

- Deixe eu te explicar, Jack. - Blake começou a dizer. - Alguns anos atrás, alguns de nossos aliados e outras pessoas que não tinham ligações com nós mas que eram contrárias às vontades dos nobres foram assassinados e nenhuma prova foi deixada para trás. A explosão foi nossa última tentativa de descobrir quem eles eram. Um dojo inteiro subordinado cegamente aos nobres não é nada bom, mas é nossa última missão nessa ilha, façam os preparativos; vamos eliminar todos eles.

Naquele momento, Jack acidentalmente encontrava aqueles que poderiam ser os culpados pela tragédia em seu dojo. Havia escolhas e perguntas para serem feitas.


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MensagemAssunto: Re: O Último Samurai - Cap I   O Último Samurai - Cap I EmptyDom Mar 20, 2016 1:50 am

O Último Samurai



Enquanto Jack andava os seus trinta minutos até o destino que Blake planeara, ele guardara sua nova espada no seu cinto negro à volta da sua parte de cima do uniforme dada pelo líder da célula Caine, de forma a que não caísse. Jack enquanto andava por aqueles becos, ficava maravilhado como algo assim que nunca tinha visto existia na sua cidade, Jack estava determinado e pela primeira vez tinha feito uma amizade desde os acontecimentos à 5 anos atrás. Enquanto andavam Jack pensava:

»Uhm...será que eles aceitaram-me ou é algum tipo de teste para ver a minha lealdade? Droga, estas coisas não podiam ser mais formais? Por exemplo: PARABÉNS, Bem-vindo ao nosso exército super secreto revolucionário, você é agora nosso soldado e será promovido por estes patentes se fizer as missões.«

Jack após pensar isso só esfregava a mão na parte de trás do cabelo como estivesse aborrecido, mas parara, e prosseguira a seguir Blake.

Quando chegaram ao local suposto, deu-se uma volta no estômago de Jack, ele não sabia porquê mas dava uma certa impressão a Jack, no que lhe despertou mais interesse pelo local, eles subiram até ao último andar do edifício, lentamente, sem pressas.

No momento que chegaram ao último piso, Jack reparara em 3 pessoas, um garota de cabelo rosa no qual achara a garota muito bonita, e o quanto ela era estranha e agressiva, um homem velho que parece um cowboy, que lhe parecia ser de confiança por uma estranha razão, pela voz, transmitira-lhe confiança, e um homem grande no qual intimidava um pouco Jack portanto tentou não olhar muito para ele. A garota  aproximou-se de Jack de uma forma muito constrangedora e começara-o a encarar, ele encarava-a de volta com o mesmo olhar que a garota o mandava.

De seguida ouvira Blake a contar que ninguém se interessara pelo seu nome, Jack até achou piada pois nem ele sabia se Jack era o seu verdadeiro nome, só os seus verdadeiros pais sabiam, e ele nem sabe quem são ou se ainda estão vivos, o nome de Jack foi dado pelo seu Sensei, que o dera de nome de Jack devido a um samurai muito famoso que fora mestre do Sensei, que se chamava Jack, mas toda a gente o chamava de Samurai Jack. O seu Sensei só manteu o seu verdadeiro apelido, Shuusuke, que nunca ouviu falar de ninguém que tinha esse nome, mas que era a única pista que tinha de qual era seu verdadeiro nome e origem, mas isso, não era de sua preocupação. O facto de ninguém querer saber o seu nome o agradava, Jack não sabia o porquê, mas o agradava.

A sua cabeça voltara ao lugar quando ouviu o homem da clava a falar de um Dojo de Espadachins, já que o seu era o único que existia em Dawn Island, depois começou a ouvir Blake a falar: - Alguns anos atrás, alguns de nossos aliados e outras pessoas que não tinham ligações com nós mas que eram contrárias às vontades dos nobres foram assassinados e nenhuma prova foi deixada para trás. A explosão foi nossa última tentativa de descobrir quem eles eram. Um dojo inteiro subordinado cegamente aos nobres não é nada bom, mas é nossa última missão nessa ilha, façam os preparativos. Jack ficaria pálido, seus olhos azuis arregalariam, daria vontade a Jack de gritar como queria no dia que seu Sensei morreu, Jack tinha tantas questões sobre o Homicidio, e tinha ali na sua frente a oportunidade.

Jack então iria voltar ao seu estado normal, e contaria tudo à equipa sobre os acontecimentos caso o deixassem contar, se não o deixassem Jack iria tentar só dizer a Blake, e caso Blake não deixasse, iria conter para si próprio e deixar a história desenrolar. Caso desse certo Jack então diria: - Alguns anos? 5 anos faz hoje, como eu sei? Pois bem, eu pertencia a esse Dojo, era o Dojo do meu Sensei e Colegas, em um certo dia, nós tinhamos acabado o treino e decidimos entre todos nós quem iria cozinhar e buscar os ingredientes à mercearia, quem ficasse com o pedaço de bambu mais pequeno iria, eu sempre tinha olho para a coisa e escolhia o mais pequeno, bem, continuando, eu fui buscar os ingredientes, demorei 30-45 minutos, quando voltei, o Dojo estava cheio de marcas de cortes, sangue por todo lado e corpos dos meus colegas mortos fora do Dojo, e mais uns quantos dentro do dojo, e mesmo do meu sensei. -Jack iria fazer uma pequena pausa devido à dor que era contar a história do Homicidio, mas então iria continuar a falar. -Estranhamente, em 30-45 minutos já havia lá a Marinha a tapar os corpos para o funeral. Após de contar a história, Jack iria fazer outra pausa, para ver se ninguém o interrompia com perguntas, caso alguém o fizesse, ele iria pedir que esperassem mais um pouco para falar dizendo -Por favor eu ainda tenho umas coisas para dizer. Caso o deixassem falar ele iria continuar, caso o insistissem em interromper ele iria se calar. Sem distúrbios na conversa Jack iria finalmente perguntar: -Vocês sabem algo sobre os Assassinos do meu Sensei e Colegas? Têm algum suspeito? E porque só estão a investigar isto agora? Jack sabia que seria desleixado contar sua história assim, mas ele confiara na equipa e não sabia porquê, provavelmente era o charme da garota de cabelo rosa que afetara um pouco Jack, ou talvez pelo bom humor de Blake, havia algo na equipa que fazia-o sentir bem, e só tinha passado uns quantos minutos com eles e horas com Blake.

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