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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Cap. 1 - Pirata bonzinho?!

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ADM.Tidus
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MensagemAssunto: Cap. 1 - Pirata bonzinho?!   Cap. 1 - Pirata bonzinho?! - Página 4 EmptyQui 03 Mar 2016, 13:34

Relembrando a primeira mensagem :

Cap. 1 - Pirata bonzinho?!

Aqui ocorrerá a aventura do(a) civil Milhouse Grunge. A qual não possui narrador definido.


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Krapacius
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MensagemAssunto: Re: Cap. 1 - Pirata bonzinho?!   Cap. 1 - Pirata bonzinho?! - Página 4 EmptySex 22 Abr 2016, 21:31

Na casa de um amigo - I
Posts: 06 - Vício: 06/15

Krapacius esta alheio ao ambiente, por um momento sua cabeça tinha se desligado do mundo e ido parar na lua, seria efeito do seu parafuso meio frouxo? Bom apenas o mesmo saberia informar se ao menos conseguisse dizer uma palavra se quer. Não pode ver o cumprimento de Milhouse, não pode sentir o cheiro da comida, porém, ele estava viajando em pensamentos avulsos.

De repente, como uma pedra que cai em um lago calmo e atiça toda a água, Krapacius levou um chute tão forte que vou pra longe. Parece que o piripaque precisava de uma chave para desligá-lo e aquele chute o fez. Krapacius procura se recompor, e adentra na casa puto da vida.

- O que diabos foi isso?! - Fala aos berros

Porém tinha comida no local, isso era algo que Krapacius não poderia deixar de ver e sentir com seu nariz esfomeado. Vincent estava no local, e mais duas pessoas, uma menina e um garoto.

- Vincent-ossan! Onde estou? - Falou com alegria

Então procuraria se dirigir a mesa, ainda todo estropiado ele estaria devido a porrada que recebeu, e um possível e enorme galo em seu rosto devido ao chute potente.

- Isso vai ter volta! Rum! - Respira fundo - Aaatatata Posso comer?

Ele virasse para Milhouse e pergunta...

- Quem é você? - Um dejavú passa naquele momento.

De certa forma, Krapacius parecia estar em casa naquele ambiente, e o fato de Vincent, seu mais novo amigo está ali, ele se sentia mais confortável. Sendo assim, ele comeria se assim Vincent permitisse, ou não comeria se fosse lhe negado este direito. De toda maneira, ele sentaria ao menos à mesa.
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MensagemAssunto: Re: Cap. 1 - Pirata bonzinho?!   Cap. 1 - Pirata bonzinho?! - Página 4 EmptySeg 25 Abr 2016, 18:33

Narração

           
A pura calma e serenidade que se tornava uma sensação tempestuosa e desagradável. Vincent se tornou de um pai solteiro carismático para um pai solteiro super protetor. Ele deixava a sede pelo sangue do jovem Milhouse bem obvio. Sua sede por sangue era algo tão forte que tomava uma forma física em volta dele. As palavras do jovem Milhouse fizeram com que toda aquela raiva parental sumisse completamente. O velho e simpático Vincent estava de volta. Por um momento ele apenas sorriu, até que pode ouvir as palavras de Krapacius, que estava pendurado pela calça em um dos estilhaços de vidro preso a janela. Antes de ir ajudar Krapacius, ele se virou para Milhouse e disse:

-Fique a vontade e aproveite a comida. - Como se alguém tivesse apertado um botãozinho em sua cabeça que muda totalmente os traços de sua personalidade. Vincent então se aproximou da janela e com um braço ele puxou Krapacius pela perna e lhe entregou outro prato com a mesma receita que o jovem Milhouse estava a comer.

-Fique a vontade, se quiser mais é só me falar! – Com seu sorriso simpático ele diz se encostando à parede.

Enquanto os dois estavam ocupados, Vincent atingiu a parede com um murro que revelou uma passagem para a parte subterrânea da casa.

- Assim que acabar venha até meu laboratório. – Ele diz, olhando para Krapacius e rapidamente desce as escadas. Então, eis que surge a bela Hirumi em um vestido azul bebê e com suas longas madeixas, soltas ao vento.

-Bem, eu estou pronta... Agora... Se puder levantar sua bunda, eu agradeço. – Cruzando seus braços como sempre, ela aguarda uma reação do jovem Milhouse que ainda estava a comer sua deliciosa e suculenta torta de frango com queijo.

Enquanto isso, não muito distante dali. Outro jovem estava mais preocupado em não levar uma surra de um artista marcial que tinha idade para ser seu avô. Um velho daquelas aparentava não ser uma grande ameaça. O problema é que as aparências enganam e aquele velinho era um bom exemplo desse antigo ditado popular. William estava pronto para acabar aquilo com apenas um golpe. Não queria se envolver demais com aquela luta e ele estava em grande desvantagem por não ter sua preciosa espada.

Aquele pedaço de madeira teria que servir. Se não, ele acabaria no chão novamente. Aquele velho era muito habilidoso. Por isso, um golpe no queixo, algo que deixaria quase todo mundo caído de primeira. Um dos golpes mais efetivos conhecidos pelo homem.

Agora que tinha seu plano foi traçado, ele estava pronto para agir! O velho não demonstrou reação, ele apenas mantinha sua instancia de luta, bem em frente a William. Então sem hesitar ele pega o pedaço de madeira com seu tronco inclinado e com o pedaço de madeira bem abaixo de sua cintura e avança. O velho não move um músculo se quer apenas seus olhos e então... BAM! Bem no queixo! O golpe foi forte o suficiente para fazer o velho erguer sua cabeça, mas que estranho... Ele ainda mantinha sua postura rígida, mesmo depois do golpe. De repente! O velho abaixa seu queixo! Impressionante! Aquele golpe causou apenas um leve sangramento por conta de um corte na pele, mas sua consciência se manteve firme como ferro. Ele estava mais nervoso ainda e aquela guarda aberta era algo muito perigoso. Antes que pudesse se arrepender de tal falha, o oponente de William agarrou o pedaço de madeira e atingiu William com um golpe usando toda sua força que enterrou a cabeça do jovem William no concreto. O chão começou a rachar em volta. Deve ter sido doloroso.

Enquanto William estava no chão, o velho se afastou lentamente, esperando o próximo movimento de William.

Histórico do William:
 

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Última edição por Magnusx em Ter 10 Maio 2016, 19:02, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Cap. 1 - Pirata bonzinho?!   Cap. 1 - Pirata bonzinho?! - Página 4 EmptyTer 26 Abr 2016, 17:51

Cuidado para não chamá-lo de sogro!
Posts: 011 | Vício 11/15

Milhouse se espanta um pouco, com o jovem Krapacius que acabara de voar pela janela e já estava de volta na casa, ainda mais esbravejando daquela forma e ameaçando o jovem que havia dado uma surra nele. “Esse cara não tem noção do perigo... Gostei dele!”. Ele tenta conter um leve riso que está para escapar entre seus dedos que tapam a boca. E logo após a sua estranha ação de “voltar dos mortos”, ele se vira para Milhouse indagando-o sobre quem ele é. ”Acho que ele quer saber meu nome. Poderia ao menos ter perguntado de uma forma mais educada”.

- Eu me chamo Milhouse Grunge – Ele sorri, enquanto estende a mão – e você?

Ele aguarda a resposta do jovem para terminar o seu prato. Ainda mais, porque, o aparente ódio de Vincent tinha se esgotado. ”Ufa, acho que o sogrão... Ops, quero dizer... Vincent vai ficar mais tranquilo agora”. Milhouse fica olhando enquanto Vincent abre uma passagem secreta, até um pedaço de torta cai de sua boca, de tão aberta que ficou. Então, a sua namorada, ops, a Hirumi aparece novamente. Ele a encara por um tempo e depois olha pra si mesmo, não estava apresentável, mas vamos lá. Ele enfia toda a torta na boca, sem tempo de aproveitá-la e a engole de uma vez, tomando cuidado apenas para não engasgar.

- Vamos Hirumi – Ele se levanta, se limpando de eventuais restos que estivessem na sua roupa. Mas depois se lembra de algo – Vamos aonde? – Falou ele enquanto se dirigia à porta – Obrigado! Vincent-senpai! A comida estava digna dos deuses! – Ele finalmente saia.

Ao se encontrar do lado de fora, acenderia um cigarro. Esperava que Hirumi não se incomodasse, afinal, fumar era comum naqueles dias. Segurava o suspensório enquanto observava a jovem mais um pouco e a seguia, se ela fosse andar.

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É isso mesmo, Convidado, eu voltei.

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MensagemAssunto: Re: Cap. 1 - Pirata bonzinho?!   Cap. 1 - Pirata bonzinho?! - Página 4 EmptyQui 28 Abr 2016, 15:52

Na casa de um amigo - II
Posts: 07 - Vício: 07/15

O clima na casa era bem peculiar. Krapacius estava fulo da vida por ter sido enxotado na base do chute, mas era algo que ele poderia perdoar, visto que aparentemente a casa não oferecia riscos para os seus integrantes. Ao passar ele se dirige a o jovem Milhouse que lhe estende a mão.

- Eu me chamo Milhouse Grunge – Ele sorri, enquanto estende a mão – e você?

Krapacius nota um tom amigável em suas palavras.

- Aaatatata! Prazer é meu, me chamo Krapacius!

Com fome e então depois de toda sua encenação, Vincente lhe oferece um prato.

-Fique a vontade, se quiser mais é só me falar!

Krapacius aceita e começa a comer como se não visse comida havia muito tempo. Então Vincent acerta um soco na parede e uma entrada se revela.

- Assim que acabar venha até meu laboratório.

Krapacius fica espantado com tamanha surpresa, e sabe que muito poderia aprender com o tal Vincent. Ele observa o local e seus integrantes, e as discussões que possam surgir. No momento que comia, eis que uma jovem fala.

-Bem, eu estou pronta... Agora... Se puder levantar sua bunda, eu agradeço.

Krapacius dá risada dela e do jovem Milhouse e diz...

- Oey! Onee-chan... Dizem que a raiva é um disfarce para o amor. - Krapacius da risada, pois sua sinceridade não poderia ser parada, ele falaria o que lhe desse na telha.

Então Krapacius ficaria de olho na tal garota, tomando cuidado com seus movimentos pois ela parecia ser muito arisca e feroz. Após terminar sua comida, Krapacius iria em direção ao laboratório de Vincent e lá ele procuraria observar tudo o que pudesse, e diria...

- Estou pronto Ossan! Pronto para conhecimentos novos.

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MensagemAssunto: Re: Cap. 1 - Pirata bonzinho?!   Cap. 1 - Pirata bonzinho?! - Página 4 EmptyQui 28 Abr 2016, 21:36

  Willian ainda tentava entender o que tinha acontecido, por um segundo pensou ter nocauteado o velho, mas do nada ele levou um golpe certeiro na cabeça.
O rosto de Willian tinha machucado bastante, seu olho estava muito inchado, alguns cortes no rosto, mas afinal cicatrizes são as honras de grandes guerreiros. O Pensamento de Willian era apenas um, ele tinha que se levantar, mas uma voz em sua consciência dizia que era melhor ficar no chão.

Willian iria tentar levantar se apoiando no seus braços e joelhos, iria cuspir caso sua boca estivesse com sangue, depois iria tocar suavemente seu olho inchado para ver o prejuízo. A raiva começava a tomar conta da consciência de Willian, apanhar ali, para um velho, não era o pior de tudo, se ele não conseguisse derrotar um velho, como poderia matar o homem que jurou destruir, o homem que matou sua família e dizimou sua terra natal, a imagem veio a sua mente, mas logo ele voltou a si, sabia que estava em apuros, aceitava sua condição, não iria derrotar aquele velho, sem uma katana ele era um inútil, seu pai teria vergonha se o visse daquela forma.


- Não posso desistir agora, eu vou matar aquele bandido de merda, nem que eu me humilhe, tenho que me tornar mais forte- Sussurraria para si próprio, fecharia seu punho e iria dar um soco no chão, descontando sua ira, sua raiva, seu desapontamento com ele próprio.
Willian iria olhar para o velho, uma coisa chamou sua atenção, o velho ainda queria lutar, Willian acertou um golpe certeiro no queixo dele e parece que nada aconteceu, a resistência daquele velho era anormal, sua força também era sobrenatural.

Willian iria olhar bem nos olhos do velho, com a feição seria, sem sorrir, depois iria procurar seu chapéu, caso tivesse voado para longe com o golpe que Willian tinha levado, Will iria tentar levantar e caminharia lentamente e o pegaria, caso ainda estivesse em sua cabeça, Willian iria tirar de sua cabeça e o seguraria em seu peito, se ajoelharia em frente ao velho.


- Velho, eu lhe imploro, me ensine a lutar, eu aprendo rápido, eu tenho que matar um certo homem, não me importo de me ajoelhar e reconhecer que essa luta você venceu, eu perdi tudo que tinha, o único sentimento que me move e a vingança, por favor me ensine- diria Willian olhando para o velho com a cara fechada, não sabia muito bem como o velho reagiria, mas se o velho o atacasse Willian não iria se mover, precisava impressionar aquele velho de alguma forma, talvez assim ele lhe ensinasse alguma coisa útil.



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MensagemAssunto: Re: Cap. 1 - Pirata bonzinho?!   Cap. 1 - Pirata bonzinho?! - Página 4 EmptySeg 02 Maio 2016, 21:05

Em meio a aquela cidade que estava rodeada por uma floresta, estava um jovem, um espadachim notável que tinha aceitado sua derrota eminente para um velho que provavelmente tinha o quádruplo de sua força. Sue nome? Isso não importa! O que importa é que ele tinha feito uma jogada fenomenal nesse tabuleiro que é a vida. Ele virou o jogo tentando tornar aquilo que era um obstáculo em uma vantagem. Talvez ele simplesmente estivesse maluco e perdido sua cognição depois daquele soco que deixou sua cara toda acabada. De fato, aquele senhor parecia ser um veterano na arte do combate e que poderia compartilhar seu conhecimento com o jovem, porém, ele parecia meio incomodado por conta da suplica do jovem espadachim. Sua expressão demonstrava um leve desprezo e seu punho estava mais relaxado, parecia não quere mais lutar. De fato, foi uma boa estratégia, mas parecia que o tiro saiu pela culatra.

- Seu punho busca vingança, meu jovem...  No caminho que eu sigo, a vingança é apenas um mero obstáculo... Procure-me assim que perceber como sua fúria simplesmente lhe cega... – O velho parecia estar decepcionado, seu comportamento fora do comum naquele momento era algo peculiar. Aquilo deixava obvio que o homem apenas buscava um aprendiz e por isso ele testou o espadachim em um combate. O velho se afastou com toda decepção, ainda tinha resquícios do sangue de William em seus punhos.

Enquanto o velho se afastava lentamente, William pode ver um jovem rapaz com um olhar sereno e um cachecol branco. Não parecia estar com frio e muito menos precisar mesmo, talvez sejam apenas coisas da moda, mas tanto faz. Essa não é a questão no momento.

- Wow... Você deu um belo show, parceiro. Acho que isso ai vai precisar de uns curativos... Você parece novo por aqui, então eu vou lhe dar uma mãozinha para você não encontrar com mais caras como “ele”. – O jovem diz, se inclinando um pouco. –E você pode relaxar, eu não pretendo te dar uma surra. Eu sou um cara que só luta quando necessário, mas bem, Meu nome é Kenshiro Kyosuke. Agora levanta seu traseiro daí por que eu vou te dar um tour grátis pela ilha. –Ele então coloca suas mãos em seus bolsos, com seu cachecol cobrindo sua boca.

Ao mesmo tempo, não muito longe dali. O dia de dois jovens começara não muito bem. Um rapaz simpático, porém meio acovardado se encontra com sua atual “pretendente” que aparenta lhe amar tanto que está prestes a lhe dar uma surra com todo seu “amor”. A jovem estava bem impaciente e as palavras de Krapacius não ajudaram muito. Ela o encarou como se as mil chamas do inferno queimassem sua alma em ódio. A jovem se aproximou e o agarrou pela gola de sua camisa. Com uma troca de olhares, Krapacius pode ver toda sua patética e simples vida se passando, rapidamente. Impaciente, ela diz:

-Ei... Esquisitão... Já aprendeu a voar...? Se não... É só me dizer mais uma palavra e eu lhe darei uma aula pratica... – Depois de soltar suas palavras breves e ferozes, ela o joga para o lado, fazendo Krapacius cair sentado, de costas parra a parede. Logo após, ela se vira para Milhouse com o mesmo ódio.

-E você... Se esqueceu que levou uma surra por causa dessa merda de mapa, pode deixar que eu lhe darei outra  para ver se refresca sua mente. Agora pare de frescura, vire homem e leia logo isso! – Ela cruza os braços, impaciente, aguardando Milhouse agir. Depois de uma surpresa tão agradável. Krapacius se dirigiu ao local onde o grande Vincent, mago da ciência, se encontrava para repassar seus ensinamentos. Ao descer as escadas ele se depara com milhares e milhares de prateleiras. Muitas com poções, outras com livros e algumas com seres de aparência irreconhecível, presos em uma jarra, parecia ter uma diversidade de criaturas perigosas por ali. Era recomendável que ele não libertasse nenhuma delas.

-Bem vindo ao meu laboratório, onde a mágica acontece e lar do conhecimento!– O local soltou um eco que demonstrou a grandeza de Vincent.  Ele, por sua vez, estava sentado em umas das escadas que se apoiavam nas ditas prateleiras que se estendiam por metros e metros naquele local que se assemelhava ao um poço. Encarando Krapacius com seu clássico sorriso, ele aponta para uma mesa que tinha uma daquelas lâmpadas antigas que estava a iluminar um livro. Provavelmente era algo relacionado à sua atual pesquisa.

- Ali estão as sementes que sobraram daquela planta que você me pediu. Eu não recomendo que você as plante, não é muito “saudável”.  Mas eu tenho boa noticia e uma péssima noticia... A boa é que, como havia dito, tem uma enorme fonte de mamonas bem nesta ilha, mas a má noticia é que ela está cercada por um monte de revolucionários que não gostam muito de visitantes. Por isso, se você pretende entrar lá e pegar elas... Bem... Vamos ter muitos problemas. Mas a decisão é sua... – Ele aguarda a resposta de Krapacius com um sorriso acomodante, como se eles não estivessem prestes a enfrentar provavelmente milhares de revolucionários só para consegui uma planta.
Histórico do William:
 

Kenshiro:
 

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MensagemAssunto: Re: Cap. 1 - Pirata bonzinho?!   Cap. 1 - Pirata bonzinho?! - Página 4 EmptyTer 03 Maio 2016, 16:48

Come to your daddy, my treasure!
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Milhouse começa a se arrepender por ter dado risada do que Krapacius falou. Ela ficou muito mais brava do que uma pessoa normalmente ficaria. ”Pode até ser verdade, mas que ela ficou ‘puta’ e é melhor nem tocar nesse assunto novamente, é”. O jovem atirador engoliu a seco enquanto a jovem agarrava Krapacius e fazia ameaças a ele. Quando ela joga o aprendiz de cientista, ele pensa: ”Ufa, estou a salvo”. Mas ela se vira pra ele fazendo ameaças com o mesmo tom, que faz o garoto se atrapalhar todo.

- Cl-cl-cla-clar-claro! Va-va-vam-vamos! – Ele se concentra para não defecar em suas próprias calças.

Ele tira o mapa do bolso, fazendo as observações necessárias enquanto termina de fumar. Tenta usar seu conhecimento geográfico para localizar, por cima, onde se encontram os pontos de referência necessários para encontrar o tesouro. Muda sua expressão para de uma pessoa séria e determinada, até juntando um pouco mais as sobrancelhas. Ele olha em volta pra ver se, próximo à casa de Vicent havia algum dos pontos de referência do mapa. Caso não encontrasse, iria buscar na sua memória (Afinal, ele cresceu naquela ilha) se conhecia algo parecido pela ilha e ia se dirigir para lá. Caso não conhecesse, ele começaria dando à volta pelo centro, dando pequenas espiadas no mapa, para evitar que fosse roubado novamente, tentando encontrar o ponto de referência. Caso mesmo assim, não encontrasse nada, mostraria o mapa para Hirume para ver se ela conhecia algum dos pontos que estavam localizados no mapa. Enquanto eles caminham, ele puxa assunto.

- Porque você é tão durona? Até parece não gostar das pessoas – Aguardaria a resposta.

Se ela respondesse “educadamente”, mesmo com o jeito mal-humorado dela, ele prosseguiria a conversa.

- Você não pensa em viajar pelos mares? Não tem nenhum sonho? – Ele aguarda novamente a resposta.

Caso ela o mandasse calar a boca ou algo do tipo, sendo mal-educada, ele encerraria a conversa e apenas iria seguir o mapa.


Histórico:
 
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MensagemAssunto: Re: Cap. 1 - Pirata bonzinho?!   Cap. 1 - Pirata bonzinho?! - Página 4 EmptyQui 05 Maio 2016, 22:37

- Maldito Velho- pensava Willian enquanto levantava limpando a poeira em seus joelhos com leves tapas, ao se levantar iria por seu chapéu na cabeça ajeitando-o do jeito que lhe ficasse melhor.

- Tenho que achar um katana o mais rápido possível, ainda vou acabar com a raça daquele filho da puta- pensava Willian tentando não perder o velho de vista, foi quando foi interrompido por um jovem garoto.Ouviria suas palavras, não iria dar uma atenção, seus pensamentos ainda estavam naquele velho, Willian iria querer uma revanche, o mais rápido possível, mas antes precisava de uma katana, foi quando o garoto disse sobre mostrar a cidade que Willian começou a lhe dar atenção.

William tentaria dar um leve risada, afinal seu rosto estava bastante machucado.
- Você não e capaz de me derrotar moleque, eu ainda tenho um homem com quem tenho que acertar as contas
Willian diria tentando não demonstrar a dor que ainda sentia, o velho era realmente muito forte. Willian iria seguir o garoto, caso ele começasse a caminhar.

- Pode me ajudar com esses machucados? E também preciso de uma katana sabe onde eu arrumo uma?
Willian iria reparar no garoto, se ele carregava alguma arma, suas roupas e aparência, e não relaxaria, iria ficar atento aos movimentos do garoto, não queria ser surpreendido novamente, não sem uma katana.

- Por que esse cachecol? Você não e louco ne Kyohure?
William não prestava muita atenção em nomes, caso o rapaz o corrigisse William iria retrucar, não sendo mal educado, apenas era parte da sua personalidade.Caso os machucados de Willan começassem a sangrar ele limparia com a palma da mão, diria alguns xingamentos e depois limparia a mão na sua bermuda.

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Krapacius
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MensagemAssunto: Re: Cap. 1 - Pirata bonzinho?!   Cap. 1 - Pirata bonzinho?! - Página 4 EmptySab 07 Maio 2016, 08:53

Na casa de um amigo - III
Posts: 08 - Vício: 08/15

A tal garota era realmente brava, mas Krapacius só podia falar a verdade daquilo que via, mesmo que essa fosse uma verdade aparente para ele e não para os outros. Após ela pegar na sua gola e o arremessar, ele sorri discreto.

- Haha garotas...

Então Krapacius continuou até onde Vincent o havia recomendado. Ao descer, parece que um mundo novo se abria para Krapacius. O laboratório era incrível, parecia que tudo que havia de bizarro no mundo havia saido dali, assim como cheirava a conhecimento fresquinho provindo direto das sombras do oblívio.

- Bem vindo ao meu laboratório, onde a mágica acontece e lar do conhecimento! - Diz Vincent.

Um grande eco toma conta do local, aparentemente sem fim. Vincent aponta para uma mesa com uma velha lâmpada.

- Ali estão as sementes que sobraram daquela planta que você me pediu.

Krapacius recolhe as sementes e as coloca no bolso...

- Eu não recomendo que você as plante, não é muito “saudável”. - Diz Vincent.

- Ararara Não as plantarei, por enquanto... - Dis Krapacius rindo.

- Mas eu tenho boa noticia e uma péssima noticia... A boa é que, como havia dito, tem uma enorme fonte de mamonas bem nesta ilha, mas a má noticia é que ela está cercada por um monte de revolucionários que não gostam muito de visitantes. Por isso, se você pretende entrar lá e pegar elas... Bem... Vamos ter muitos problemas. Mas a decisão é sua... - Continua Vincent.

Era uma grande notícia, Krapacius precisava de ricina, precisava aprender mais sobre esse forte tóxico que lhe seria extremamente útil.

- O que estamos esperando? Desde que você tenha um plano, o resto pode deixar por minha conta - Indaga Krapacius. Porém, Krapacius para e pensa, e então continua - Mas eu não tenho uma foice, sem armas sou um inútil, não seria o caso de eu encontrar uma foice primeiro? Sabe... Pras dificuldades e tal...

Krapacius então espera pela sugestão de Vincent, e também adiciona...

- Se vc tiver uma máscara de gás Vincent-ossan, eu ficaria grato, mas não precisa ser pra agora.
Vários planos passavam na cabeça de Krapacius, então ele se senta nos degraus e espera o direcionamento de Vincent.



Histórico:
 

Objetivos:
 

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MensagemAssunto: Re: Cap. 1 - Pirata bonzinho?!   Cap. 1 - Pirata bonzinho?! - Página 4 EmptyQua 11 Maio 2016, 18:53

As gaivotas soltavam seus guinchados, algo que parecia ser em vão. Ninguém sabe o porquê delas simplesmente emitirem esse som enquanto voam livres pelos céus. Em Centaurea, três jovens presenciavam mais uma das tardes agitadas de lá. A chama do desejo e da determinação queimava em seus peitos. Um desses jovens tinha acabado de encontrar uma alma caridosa no meio daqueles loucos que habitavam a ilha. Um deles tinha acabado de se mostrar para William e causou múltiplos ferimentos em sua face. Porém, William não parecia estar muito “agradecido” e ainda duvidava do potencial de Kenshiro.

-Escute... Se quiser que alguém afunde sua cara no concreto, eu não pretendo fazer isso... Você é novo na ilha e age desse jeito? Acho que sei o porquê de você ter levado uma surra do velhote... E o pior de tudo é que nem disse seu nome... Tsk... Eu mereço... Vou apenas fingir que isso não aconteceu... Seria mais divertido assistir você buscando ajuda e encontrando alguém que acabasse te cortando em pedacinhos, mas você é um cara engraçado. – Parecia que o jovem não filtrava muito bem o que falava, simplesmente soltava tudo que vinha a mente. Podia ser algo que incomodasse a muitos, mas Kenshiro não dava à mínima, seu olhar já dava a idéia de que ele não ligava muito para o que todos a sua volta pensavam.

-Bem, eu sei de um lugar para curar suas feridas, mas vamos apenas sair daqui antes que outro doido apareça. – Com as mãos dentro de seus bolsos ele inicia uma caminhada lenta, se aconchegando em seu cachecol. - Eu posso lhe levar a uma loja, mas o motivo desse cachecol não lhe interessa.- No final da caminhada, eles encontraram uma casa simples e com seu braço esquerdo, o jovem Kyosuke abre a porta. Lá dentro, os dois encontram uma garota de longas madeixas rosadas, sentada em uma mesa. A garota rapidamente se vira para ambos e com um olhar serio, ela encara ambos.

-Encontrei mais uma vitima para você... Divirta-se... – O jovem então se dirige, com a mão no ombro de William e logo após se inclinou, se aproximando do ouvido e diz: - Não se preocupe, não é tão ruim no começo... Só fica pior depois das duas horas de cirurgia. – Kenshiro então joga William para uma poltrona ensanguentada que tinha na sala da jovem. Por sua vez, a bela moça agarra uma caixa com agulhas, linha e diversos objetos cortantes de metal. Parecia o “kit sado-masoquista dos sonhos para iniciantes”.

-Escute bem, não estou com saco para aturar mocinhas hoje, então se você quer que eu ajeite sua cara, vai ter que ficar quietinho ai. – Ela diz, iniciando um longo e doloroso processo que durou umas quatro horas, mesmo que fosse algo simples, parecia que nunca acabava.  Ao terminar, a jovem simplesmente o jogou para fora do local. Em frente à casa, o jovem Kenshiro aguardava pacientemente.

-Ah... Você está ai... Vamos logo comprar sua faquinha... Eu só conheço uma loja na cidade... E acho que você não vai ficar feliz. –Antes que William pudesse perceber ambos estavam dentro da loja. O rapaz que lhe acompanhava encarou o balconista, mas quando William parou para analisar, ele pode perceber que o dono da loja era o mesmo velho que o surrou no meio da rua.

-Hm... Ah... É o rapaz vingativo... O que quer aqui? – O velho se apóia no balcão, com um olhar sério direcionado a William, aguardando sua resposta.

Enquanto isso, não tão distante dali, estava um jovem que tinha um mapa e uma companheira de mau humor. O jovem se preocupou em ler o mapa primeiro e parecia que ele o guiava para fora da cidade, dentro da floresta que rodeia a cidade. Impaciente e mesmo sem saber o caminho, a jovem Hirumi seguia na frente. Ela ouviu as palavras que saiam da boca do jovem Milhouse que parecia incomodar bastante.

- Por que tudo na vida tem que ter um motivo? Eu não sou durona! Apenas aprendi que a realidade pode ser cruel com pessoas fracas e eu não vou ser alguém forte se for gentil com todos que eu encontrar. – O tom de sua voz passava a impressão de que algo incomodava a jovem. Um provável trauma poderia ter mudado a personalidade da jovem, trazendo esse comportamento agressivo.

Ao proferir mais perguntas, Hirumi apenas parecia mais zangada e impaciente. – Esse tipo de coisa não interessa a você. – O passo acelerado da jovem fez ambos acabarem encontrando uma caverna. De fachada era apenas um buraco repleto de escuridão.

-Faça as honras. – Ela encara Milhouse com os braços cruzados, aguardando que Milhouse lidere a “expedição”.

Ao mesmo tempo, em um lugar também não tão distante, na verdade, na casa do amigável Vincent. Estava Krapacius, estudioso e curioso, parecia uma criança em uma loja de doces ao ver todo aquele conteúdo e conhecimento. Diversos tipos de pesquisa que fizeram seus olhos brilhar de prazer. Vincent ouviu as breves palavras de Krapacius e logo indagou.

-Bem, eu não tenho nenhum plano, só vamos entrar lá, botar pra quebrar e pegar as mamonas. Quanto à foice... Bem... Eu não sou um guerrilheiro, apenas um mero cientista. Mas eu me lembro de um lugar onde você pode conseguir uma arma sem ter que gastar dinheiro, tem uma caverna ao norte, no meio da floresta que cerca a ilha, dizem que um aventureiro deixou seus tesouros lá dentro. Tenho certeza que você vai encontrar uma foice por lá. – Ele profere, segurando uma fruta desconhecida.

-Mas é claro que tenho uma mascara de gás, eu manejo produtos químicos, ter uma por perto é obrigatória, elas estão ali no canto, penduradas na parede. – Ele aponta com sua mão direita e demonstrando seu clássico sorriso.

-Eu acho que esse mapa que seu amigo estava segurando, leva ele para esta caverna. Faça as honras e vá com ele, eu não tenho pressa. – Uma coincidência do destino pode juntar o caminho de Krapacius e Milhouse novamente, mas o que se pode esperar daquela caverna? Isso nós iremos descobrir.
Jovem de madeixas rosadas:
 

Histórico do William:
 

Off:
 

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MensagemAssunto: Re: Cap. 1 - Pirata bonzinho?!   Cap. 1 - Pirata bonzinho?! - Página 4 EmptySex 13 Maio 2016, 15:39

Buraco escuro, a caverna “maligna”
Posts: 012 | Vício 01/15

- É verdade, pessoas gentis têm tendências a se dar mal – Ele riu um pouco – Eu, por exemplo, saí de casa essa manhã, brigando com meu pai que acha que eu devia ser um revolucionário, por só assim eu posso “ser um grande homem” – Nesse momento, fez uma imitação tosca de seu pai, parecendo um velho ancião chato com a boca contorcida – Mas enfim. Eu acho que o destino retorna a nós o que nós plantamos – Ele sorri – Se plantamos bondade, mesmo que nos dermos mal, uma hora ela retorna. Eu apanhei do seu irmão, mas graças a isso eu ganhei um mapa do tesouro, comi um almoço maravilhoso e conheci você – Ele sorri mais ainda – E, se tem problemas com o mar, fique tranquila. Ele só maltrata quem merece. Às vezes, ele parece zangado, mas não é conosco.

Então, após um longo discurso sorridente, ele se depara com uma caverna, que, por acaso, estava escura. Ele engoliu a seco, pois, além de estar desarmado, sua visão aguçada não lhe ajudaria em nada em um breu completo. ”É, desta vez eu me ferrei. Mas vamos lá, coisas boas acontecem à pessoas boas.”. Ele dá um sorriso, pois pensa em algo. ”E se eu fizer uma tocha?”. Milhouse guarda seu mapa e então ele sai em busca de um galho de árvore que seja grosso o suficiente para sustentar uma chama por certo período de tempo, sem queimá-lo, mas não grosso o suficiente para ele ser obrigado a segurá-lo com ambas as mãos. Se encontrasse dois, melhor ainda, pois ele gostaria que Hirume tivesse a sua própria tocha. Ao achar o(s) galho(s), ele o(s) acenderia na ponta e daria um para Hirume.

- Olha, eu sei que você gosta da minha companhia e quer me ajudar – Ele ri, sabia que ela ia encarar aquilo como uma provocação, mas de repente, muda para um aspecto sério – Mas sério, se as coisas ficarem feias, quero que você dê o fora sem olhar pra trás – Ele curva as sobrancelhas para o centro da testa, demonstrando seriedade e olha no fundo dos olhos dela – Sua vida é mais importante que a minha. Lembre-se disso – Ele dava um sorriso, tentando passar segurança para a garota.

”A verdade Hirume, é que eu não sei como faria para contar para um pai que sua filha morreu. Teria que conviver com este fardo pra sempre. E é um peso que não sei se sou capaz de carregar.”. Milhouse então se concentra no seu objetivo, vasculhar a maldita caverna. Ele, primeiramente, estende o seu braço e tenta clarear o mais distante que conseguir, sem entrar na caverna, para ver se tem algo perigoso à frente, mesmo que não seja muito distante. Depois, ele dá um grito, bem alto, na caverna, para chamar atenção de eventuais ursos e fazer os morcegos saírem da caverna antes que ele entrasse nela.

Caso saíssem apenas morcegos, ele adentraria a caverna normalmente. Caso saísse um urso ou houvesse algum sinal de algum, Milhouse iria lentamente para trás, deixando à tocha a frente do corpo, para afastar o bicho, e falando calmamente para Hirume se afastar. Caso não houvesse nenhum animal, ele entraria.

Após entrar na caverna, ele andaria lentamente e pisaria devagar, para evitar ativação de armadilhas e coisas do tipo. Ele primeiro, tentaria identificar a caverna, apelando para o seu Conhecimento Geográfico, vendo se há alguma anormalidade comparada com as cavernas do mesmo tipo.

Caso o garoto ativasse alguma armadilha, mesmo com os cuidados que tomaria, ele pularia para frente de Hirume, para tentar evitar, mesmo que com o próprio corpo, que algo à atingisse.

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Objetivos:
 

Off:
 

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É isso mesmo, Convidado, eu voltei.

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