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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Cap. 1 - We're back, bitches!

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MensagemAssunto: Re: Cap. 1 - We're back, bitches!   Cap. 1 - We're back, bitches! - Página 3 EmptySeg 14 Mar 2016, 11:22

Olharia de canto de olho para os 6 inimigos que me cercavam, sem mover a cabeça, me mantendo em posição de tiro contra as costas da gosto... Digo, gêmea. Estaria com um sorriso irônico e confiante mesmo nessa situação. - Isso é uma brincadeira ou nunca lidaram com uma situação com refém antes? - Daria mais uma corrida rapida de olhos a minha volta e então voltaria novamente meu olhar para a gêmea - Awnnnnnn, que fofo. É realmente a primeira vez de vocês? Então deixa eu explicar como funciona a situação com reféns: O cara apontando a arma pro refém é quem dá as ordens. Vocês podem até pensar "Ah, mas você está ameaçando matar uma amiga nossa, nós ameaçando matar você. Obviamente, dos caras armados, você é o único tendo a vida em risco aqui", mas a verdade é que: Morrer é fácil. Mas viver o resto da vida sabendo que sua companheira morreu com uma bala na cabeça, pelada, na sua frente e por sua culpa por que você não obdeceu as simples ordens do gentil pirata, isso é que é difícil. - Diria, sorrindo o tempo inteiro, o que eu esperava que deixasse aquele meu tom de voz ainda mais ameaçador. Provavelmente esse havia sido um discurso bem longo, mas faz parte de ser membro do bando do Falastrão. - Agora, dito isso acho que ficou óbvio qual de nós deve abaixar as armas. Quero que vocês ponham suas armas no chão e chutem devagar na minha direção, ou eu vou atirar na linda cabecinha gêmea dessa amiguinha de vocês. Vou contar até 3, e se não tiverem feito o que eu mando, ao fim da contagem regressiva, eu puxo o gatilho. - Ergueria o rifle até que ele ficasse apontado pra cabeça da refém, ainda mantendo a mesma distância dela pra que não tivesse chance de em algum movimento rapido a mulher me desarmar. - Um... Dois... Três. - Contaria lentamente, para dar a eles a chance de seguir minhas instruções, eles obedecendo ou não, faria a contagem até o final. Chegando no 3, seguraria o rifle com mais firmeza ainda e tiraria o sorriso do rosto, ficando serio. Tentaria levar o dedo para ainda mais perto do gatilho e me prepararia para disparar. - Opa! Espera aí, erro meu, essa não foi uma contagem regressiva, foi progressiva. - Falaria voltando a sorrir e quebrando a tenção, mas ainda apontando a arma pra ela. Caso ainda não tivessem se desarmado como ordenei, voltaria a contar, dessa vez de 3 até 1, em uma contagem regressiva correta, esperando que esse pequeno "susto" que dei neles os convencesse a me obedecer.

Tendo conseguido o que queria, ou mesmo não conseguindo mas caso não tentassem nenhuma ofensiva contra mim, passaria para as minhas próximas exigências. - Muito bem, quero negociar uma troca dessa pelada pelo meu companheiro. Eu sei que o clone dessa aqui trouxe ele pra cá, vocês devem saber quem é ele: Um metrô e oitenta, cabelos castanhos, não para de falar... Irei negociar a troca com a pessoa que sequestrou meu capitão, tragam a gêmea gorda. - A chamaria de gorda só de sacanagem. Sabia que se negociasse com a irmã da minha refém teria mais chances das minhas exigências serem atendidas graças ao vínculo emocional mais forte entre elas. Ela aparecendo pra negociar ou não, começaria a falar em voz alta para chamar sua atenção: - Sabe, dizem que todos temos em media 7 pessoas igualzinhas a nós em algum lugar do mundo, você está prestes a ter só 6. Liberte o Toni e eu te entrego sua cara-metade, daí vão poder voltar a ficar juntinhas como no útero da mamãe. Faça o que eu mando ou vai ter que completar suas próprias frases de agora em diante. - Brincaria com o fato das duas completarem as frases uma da outra no momento em que nos conhecemos. Terminaria com mais uma ordem. - Solte o Toni agora e não tente dar uma de espertinha, nenhum de vocês faça nenhuma besteira. Eu ainda tenho muitas piadas de gêmeos e não tenho medo de usar.

Se em algum momento qualquer um dos inimigos tentasse me atacar, executaria a refém a tiros no ato sem pensar duas vezes e o mais rápido possível, para em seguida já mover minha arma na direção do inimigo atacante e puxar o gatilho. Tentaria fazer isso ao mesmo tempo que com minha perna direita eu tentaria me esquivar de qualquer ataque que fosse, usando a parte superior do corpo para me impulsionar na direção da evasiva. Se fosse atacado seguidas vezes, voltaria a me esquivar usando as mesmas estratégias de movimentação, indo para a direção que parecesse mais propícia e vantajosa no momento, já apontando a arma contra o novo atacante e executando mais um disparo se possível. Se fosse, de algum modo, desarmado eu não seria idiota de tentar continuar lutando, me entregaria a eles em paz, mas se não demonstrassem querer me fazer prisioneiro e sim me executar imediatamente, me desviaria de suas tentativas de me assassinar usando os mesmos métodos já citados sempre tirando todo proveito de minha Aceleração.
Não havendo maiores problemas e com eles concordando em me entregar Toni, vivo, diria que ele deveria ser libertado antes de mais nada, e só quando eu o visse livre prosseguiriamos com as negociações, ainda precisava negociar as nossas condições de fuga ao fim da troca e não entregaria a gêmea antes de ter nossa passagem para fora dali assegurada por meus próprios métodos.



Off: Olha só esse post, cheio de falas Not Bad sou um orgulho pros Piratas Falastrões. Determinado!


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MensagemAssunto: Re: Cap. 1 - We're back, bitches!   Cap. 1 - We're back, bitches! - Página 3 EmptyTer 15 Mar 2016, 09:09


Novamente desmaiando, desta vez por conta de uma bomba de gás utilizada por alguém que ele não podia identificar, Toni era levado a uma nova sala por quem quer que fossem aquelas pessoas. Quando finalmente acordava, notava um homem loiro e alto, que simplesmente lhe desamarrava como se nada tivesse acontecido e com muita cara de pau ainda ousava perguntar: - Eu quero apenas conversar com você... Quem são vocês? por que nos atacaram no porto da cidade?

Parecia ridículo da parte dele agir de tal forma, o que acabava fazendo com que o falastrão soltasse algumas gargalhadas diante daquele homem, praticamente ignorando por alguns instantes o fato de que eram inimigos. -É sério isso? Perguntava em tom de sarcasmo. -Simples assim? Atiram em nós, me batem na cabeça, me trazem pra um local desconhecido e ai me desmaiam outra vez pra simplesmente me soltar e perguntar quem eu sou? Falava e novamente soltava seus risos de provocação. -Escuta aqui! Ameaçava, enquanto lentamente tentaria caminhar na direção daquele homem. -Eu ataque aquele idiota pelo mesmo motivo que vou te matar agora! Tentaria rapidamente identificar alguma coisa que pudesse ser utilizada como aram, algo pontiagudo, barra de ferro/madeira ou pedra. -Ou seja... por se atrever a arrumar problema com um pirata e depois simplesmente deixar tudo de lado e esquecer o que fez como se nada tivesse acontecido. E pior... ainda tentam dar ordens a ele. Diria e imediatamente tentaria partir pra cima daquele homem, visando com toda a sua força, tentar acertar um soco no rosto dele. Errando ou acertando, rapidamente se abaixaria e tentaria girar em 360º com sua perna levemente esticada, numa tentativa de rasteirar e derrubar aquele sujeito. Conseguindo ou não, imediatamente, enquanto ele estivesse caindo (no caso de sucesso) ou ainda em pé (em caso da rasteira não derrubá-lo), utilizar sua mão esquerda para um forte soco na altura do estômago do mesmo. Se preciso, a qualquer momento tentaria rapidamente cambalhotar para os lados visando uma esquiva de golpes direcionados a si e também podendo se afastar pra trás para manter-se seguro. Ele sabia que estando em território inimigo, havia a chance de comparsas daquele homem chegar e portanto suas tentativas de defesa não se restringiriam apenas ao homem em questão. -Você vai se arrepender de ter cometido o mesmo erro do pescador idiota! Eu serei o Rei dos Piratas e não vou deixar que um idiota ouse me afrontar e se safar! Falava e rapidamente tentaria avançar na direção da possível ''arma'' que tentou encontrar anteriormente, pegando-a para si, mesmo não tendo qualquer jeito para utilizar aquilo, mas ainda assim, sendo melhor do que brigar de mãos vazias. -Vamos, levante-se, eu sei que isso não é o suficiente pra acabar com alguém... Dê-me uma briga divertida. Provocava.

Toni não sabia onde Izaya estava, mas já tendo entrado de vez naquela briga, caso seu companheiro aparecesse em algum momento, o Falastrão se recusaria a sair ou obedecê-lo, pois já havia decidido que só deixaria aquele lugar após por de vez um fim naquele homem e na maldita mulher que havia o levado até ali. Quem quer que fossem aquelas pessoas, elas tinham irritado muito o jovem pirata e agora estavam prestes a provar a fúria daquele rapaz.

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MensagemAssunto: Re: Cap. 1 - We're back, bitches!   Cap. 1 - We're back, bitches! - Página 3 EmptyQui 17 Mar 2016, 01:18

Como esperado, após despertar, Toni permanecia  muito irritado e não parava de falar. Mesmo amarrado, ele fazia ameaças contra o homem que estava ali com ele, assumindo atacou um de seus aliados no porto, e em seguida jurando o homem de morte. O homem apenas observava o jeito como aquele animal feroz agia, era muito irracional e de forma alguma poderia ser solto, porém o homem não se importava.

Ja solto, Toni pegava uma barra de ferro e ia em direção ao homem, já proximo do mesmo, ele desferia um forte ataque, porém não muito eficaz, causou apenas uma luxação no antebraço do homem, pois ele usou seu próprio braço para defender-se.
Com o impacto, a barra de ferro do Falastrão caia bem longe, porém
ao seu redor haviam várias barras de ferro que mediam cerca de 1 metro e cada uma pesava em torno de 1KG, havia tantas barras nos cantos da sala que eram impossível conta-lás. Existia apenas uma saída, uma porta atrás do homem, um pequeno comungol na parede e uma mesa. Através do comungol, entrava luz solar e alguns gritos vindos de fora do lugar, uma pessoa normal não ouviria, mas Toni tinha audições invejáveis.
-Muito bem, quero negociar uma troca dessa pelada pelo meu companheiro. Eu sei que o clone dessa aqui trouxe ele pra cá, vocês devem saber quem é ele: Um metrô e oitenta, cabelos castanhos, não para de falar... Irei negociar a troca com a pessoa que sequestrou meu capitão, tragam a gêmea gorda.

Cabia a Toni prestar atenção la fora ou na luta. Escolhendo uma situação, ele poderia perder o foco da outra.

-Muito bem, quero negociar uma troca dessa pelada pelo meu companheiro. Eu sei que o clone dessa aqui trouxe ele pra cá, vocês devem saber quem é ele: Um metrô e oitenta, cabelos castanhos, não para de falar... Irei negociar a troca com a pessoa que sequestrou meu capitão, tragam a gêmea gorda.

Após alguns diálogos tóxicos e babacas, Izaya finalmente solicitava a troca. Talvez ele não tenha percebido, mas a situação que ele se encontrava, não era ele quem ditaria as regras, porém as coisas começaram a fluir.

Para a sorte de Izaya, todos aqueles homens armados eram péssimos de mira e evitaram atirar para não atingir sua companheira, mas caso houvesse um bom atirador ali, certamente ele teria perfurado a cabecinha do metamorfo. Um dos homens abaixou sua arma e entrou no galpão correndo, certamente ele foi chamar a outra gêmea que estava la dentro.

Sem demorar muito a garota aparecia na porta, visivelmente era possível ver seus olhos brilhando em lagrimas, ela tentava esconder suas emoções quando novamente foi exposta aos comentários sádicos do metamorfo.

-Não mate-a! Leve-me no lugar dela... Seu amigo esta aqui dentro, não fizemos nada a ele! Snif Snif Deixe-me ficar no lugar dela e realizáramos a troca - Disse a garota enquanto caia no chão de joelhos, incapaz de conter suas lagrimas.

~PEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEW~ (som de tiro)

-Já chega!

~silencio~
~passos lentos~


-Ora ora ora, sempre causando confusões né Izaya? Aquele cachorro raivoso está com você?

Apareciam 3 pessoas na porta, todas usando um enorme manto com capuz.

-Abaixe a arma e vamos conversar...


Manto com capuz:
 

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MensagemAssunto: Re: Cap. 1 - We're back, bitches!   Cap. 1 - We're back, bitches! - Página 3 EmptyQua 23 Mar 2016, 08:03


Após acordar, diferente do que talvez aquele homem imaginasse, Toni mostrava a ele quais eram suas reais intenções: Acabar de vez com sua vida e principalmente com a da mulher que havia o levado até aquele lugar. Para o azar do sujeito, porém, era um pouco tarde pois o pirata já estava liberto e não havia mais nada que ele pudesse fazer para impedir a fúria do jovem falastrão que mal perdia tempo e utilizando-se de uma barra de ferro encontrada naquele local, golpeava seu sequestrador que só tinha como utilizar seu braço para defender-se.

-Se tem uma coisa que desde cedo as pessoas aprendem, é que não se brinca com piratas! Exclamava com um sorriso sádico. -Você cometeu esse erro, e agora, é hora de pagar por isso!

Os olhos de Toni se incendiavam de fúria, ele queria de uma vez por todas dar o fim naquele maldito e por isso avançaria rapidamente contra o mesmo. Tentaria saltar em sua direção e aproveitar a força do impulso gerada pelo salto para golpeá-lo com um forte soco, visando a região do peito daquele homem. Esperava que tal golpe não o derrotasse, mas pelo menos fosse o suficiente para desestabilizá-lo e quem sabe fazê-lo recuar um pouco e por isso, em seguida, o pirata rapidamente tentaria emendar uma sequencia de dois outros socos, um com cada mão visando os respectivos lados da bochecha do oponente. Neste momento Toni já tinha o conhecimento de que seu aliado estava do lado de fora tentando resolver as coisas, porém, o capitão se recusaria a deixar aquele lugar simplesmente sendo trocado, pois ele obviamente não valia apenas o que a vida daquela maldita valia. Para se defender ele tentaria realizar rápidos movimentos para os lados, utilizando-se de toda a sua esquiva e também de sua habilidade de aceleração e se preciso, em ultimo caso poderia tentar utilizar seus braços para bloquear ataques que não fossem possíveis de se esquivar.

Se em algum momento Izaya chegasse até onde Toni estava e o homem ainda não estivesse morto, tampouco a maldita que o sequestrou, o pirata seria bastante objetivo com seu aliado. -Só saio daqui quando esse filho da puta e as duas vagabundas estiverem mortas. Deixe-o comigo e vá atrás daquelas vadias. Diria. Em seguida, o Falastrão tentaria pegar alguma das várias barras de ferro espalhas pelo local. Seguraria-a firme com sua mão direita enquanto levemente bateria o objeto na palma de sua mão esquerda. -Vamos... não me diga que é só isso que você tem a oferecer... nem ao menos comecei a me divertir... Terminaria de falar com uma gargalhada.


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MensagemAssunto: Re: Cap. 1 - We're back, bitches!   Cap. 1 - We're back, bitches! - Página 3 EmptySex 01 Abr 2016, 13:09

- Oh! Claro, eu adoro abaixar minha arma e conversar com os raptores do meu capitão, armados e em maior número do que eu. Parece ser uma boa idéia, como não pensei nessa solução antes? - Dizia sorrindo e com um tom irônico na voz, olhando para o trio encapuzado apenas por um rapido instante antes de voltar meu olhar pra minha refém. Em nenhum momento eu largaria a arma ou a seguraria com menos firmeza, nem muito menos tiraria meu dedo indicador da mão direita do gatilho. - Podem parar de fingir que estão "por cima" nessa situação. Se ainda não atiraram em mim é por que se importam com o que vai acontecer com a peladona aqui caso errem o tiro. Mas só pra lembra-los, nem mesmo o esquadrão de elite da Marinha e do Governo Mundial disparam em uma situação com refém em que o suspeito esteja apontando a arma pra vitima, por que mesmo que matem instantâneamente o alvo, não se sabe como seu corpo vai reagir no último segundo, o impacto do tiro pode acabar fazendo a arma disparar e matar a vítima de qualquer jeito, ou o peso do dedo morto forçar o gatilho... Enfim, se ligam pra vida dela, como já mostraram ligar, atirar em mim não é uma opção.

Enquanto falaria isso estaria também tentando, com minha visão periférica, me manter atento aos movimentos dos inimigos a minha volta. Eles podiam achar que durante meu discurso eu ficaria distraído e que seria uma boa hora para me desarmarem ou algo do gênero. Se eles tentassem alguma coisa assim, me atacar, imobilizar, desarmar, empurrar, agarrar e etc: imediatamente puxaria o gatilho antes da gêmea sair da mira, a executando ali mesmo, para em seguida guiar a ponta da arma na direção do inimigo que resolveu reagir, mais uma vez disparando, dessa vez contra esse novo alvo. Simultaneamente usaria a perna menos ferida para me desviar de algum projétil, golpes ou qualquer outro tipo de investida contra mim.

- Agora, já que se importam com a vida dessa gêmea, abaixem as armas como eu pedi! Se não fizerem isso vou entender que nesse caso ela não me serve como refém, e acreditem, a última coisa que querem nesse momento é que ela se torne inútil pra mim. - Ao término dessa frase observaria para ver se estavam me obedecendo dessa vez. Se não atendessem meu pedido rapidamente, voltaria a argumentar: - Bem garota, parece que seus amigos não se importam tanto assim com você. O lado bom é que, com o buraco que vou pôr no seu rosto, ninguém mais vai confundir vocês duas. - Diria essa última "piada", sempre com o Rifle apontando para sua cabeça a dois metros de distância para evitar que ela se virasse e tentasse me desarmar. Faria sutis movimentos, como se me ajeita-se me preparando para disparar, e esperava que isso fizesse eles entenderem que eu estava falando sério e finalmente agissem como mandei. Se conseguisse que eles acatassem essa ordem, diria para chutarem as armas lentamente na minha direção e que mantivessem as mãos levantadas. - Pois bem, agora soltem o Falastrão e podemos conversar. Como o próprio nome já diz, ele é muito bom nisso.
Entretando se mesmo após tudo aquilo eles não tivessem acatado meu pedido de soltar as armas, não hesitaria em um apertar o gatilho e explodir a cabeça daquela refém. Já em seguida eu atiraria contra o encapuzado que mais cedo disparou pra cima com aquele tiro de alerta, já que era o atirador mais distante e por isso, o mais perigoso. Ao mesmo tempo faria movimentos de zig zag da melhor maneira que desse usando a perna boa, tentando tirar proveito do fato dos inimigos estarem me cercando para talvez fazer um acertar o outro com um tiro ou golpe sem querer, graças a eu ter me desviado de seu ataque.
Em seguida levaria minha arma até outro dos oponentes e tentaria acabar com ele com um tiro no peito, que deveria ser um grande alvo e por isso mais fácil de acertar sem precisar mirar cuidadosamente.
Se em algum momento eles tirassem minha arma, não seria estúpido de continuar a luta e me renderia a eles sem reagir.



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MensagemAssunto: Re: Cap. 1 - We're back, bitches!   Cap. 1 - We're back, bitches! - Página 3 EmptyQui 07 Abr 2016, 18:27

Narração
Por um lado estava Toni a beira da loucura, atacando o homem que havia acabado de lhe libertar, entretanto o homem não parecia ser dos mais fracos, mostrava o quanto seu corpo é resistente após defender-se apenas com as mãos de um golpe, com uma barra de ferro, aplicado pelo falastrão. O tal homem não parecia estar nem um pouco feliz com retribuição de Toni, talvez não fosse tão bonzinho como estava se mostrando até agora, no entanto independente das expressões do inimigo Toni era tomado por fúria, enquanto brincava com seu oponente através de palavras.

- Se tem uma coisa que desde cedo as pessoas aprendem, é que não se brinca com piratas! Você cometeu esse erro, e agora, é hora de pagar por isso!

Falava o ceifador com orgulho, demonstrando um sorriso sádico e completamente desrespeitoso, mas seu oponente ignorava-o apenas observando suas ações atentamente. Toni já sem se aguentar muito bem iniciava seu ataque sem analisar as possibilidades, além de desconsiderar o ataque efetivo que acabara de acertar no homem, partindo apenas com as mãos para cima de seu alvo na tentativa de lhe acertar um golpe no peito. Não era um golpe bem pensado, e muito menos combinava com seu estilo de combate, ao saltar visando o golpe de sorte era agarrado pelas duas mãos no pescoço pelo inimigo, sendo jogado logo em seguida contra as barras de ferro ao chão. Seu oponente de fato se igualava a um peso pesado, resistência e força acima do normal, Toni precisaria pensar em um plano melhor caso realmente quisesse derrota-lo a todo custo.

- Ei, parece que seu companheiro está fazendo um alvoroço lá fora. Duvido que nossa luta irá durar mais que 5 minutos, mas faça como quiser tentei ser bonzinho e você me acertou com uma barra de ferro, agora é minha vez!

Do lado de fora do local, atrás de seu capitão e amigo, estava Izaya tentando negociar uma das gêmeas com um número considerável de pessoas armadas, e para sua frustração haviam acabado de chegar mais três indivíduos encapuzados, não sabia-se quem eram eles mas certamente deveriam ser mais forte que os demais. De qualquer modo o metamorfo não estava intimidado com, e tinha plena consciência de que possuía em mãos algo valioso para aquelas pessoas, levando essa ideia em consideração e tentando intimidar seus inimigos no meio da argumentação chegava até mesmo a ironizar o pedido feito a ele para abaixar suas armas.

- Oh! Claro, eu adoro abaixar minha arma e conversar com os raptores do meu capitão, armados e em maior número do que eu. Parece ser uma boa ideia, como não pensei nessa solução antes? Podem parar de fingir que estão "por cima" nessa situação. Se ainda não atiraram em mim é por que se importam com o que vai acontecer com a peladona aqui caso errem o tiro.

- Espertinho senhor metaformo. Pois bem, que assim seja, tragam o capitão dele até aqui para discutirmos ambos com refém em mãos, afinal você parece se importar bastante com ele não é mesmo Izaya?

Recebia a resposta de um dos encapuzados, mais especificamente o que se encontrava no meio, poderia escutar o som de uma voz feminina mas sem identificar quem era ou como o conhecia. Com a ordem recebida, três dos seis homens que estavam apontando as armas para Izaya se deslocaram para dentro da construção, enquanto isso restavam os três encapuzados e três homens do lado de fora, além é claro da outra gêmea chorando, aguardando que trouxessem o falastrão até eles, e enfim iniciar a conversa para a troca.

Enquanto isso estava, Toni jogado as ferrugens com dores nas costas por receber tamanha pancada de seu oponente, o capitão estava passando dificuldades para lutar contra um homem só após uma decisão precipitada. Agora chegavam mais três homens armados na sala cumprindo as ordens recebidas a pouco tempo, e se aproximando para ver o que estava acontecendo, um dos homens se dirigia ao seu amigo ferido, enquanto os outros dois apontavam armas para Toni exigindo que ele se levantasse.

- Vamos levante! Seu companheiro está la fora fazendo exigências e você é uma delas. Vire-se de costas para ser amarrado ou levaremos a força.

Tudo agora dependia de como Toni iria reagir as ordens do inimigo, Izaya continuava esperando com a refém do lado de fora enquanto traziam seu amigo. Mas será que realmente o falastrão se deixaria ser levado tão facilmente? E o que poderia fazer Izaya, se não esperar que seu capitão aceitasse a situação e fosse resgatado?

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MensagemAssunto: Re: Cap. 1 - We're back, bitches!   Cap. 1 - We're back, bitches! - Página 3 EmptyTer 26 Abr 2016, 18:30



A medida que o tempo passava, a situação do pirata ceifador apenas piorava. Não bastasse o fato de já ter que perder seu tempo ali por ter sido sequestrado e agora ter que lutar contra o grandalhão, ainda acabava por ser surpreendido por ele e apanhado ao ponto de estar com dores nas costas, jogado em meio as ferragens que haviam naquela sala e agraciado com a presença de mais alguns companheiros de quem quer que fosse aquele sujeito. ''Tsc... que bom que não está sendo fácil, do contrário não teria graça.'' Imaginava, animando-se ainda mais ao ver que sua situação exigiria que desse o seu melhor.

-Você é mesmo idiota ao ponto de achar que eu me renderia assim? Dizia em resposta a solicitação daquele homem para que ele se rendesse. Ele olharia seriamente em direção aos homens e com alguma dificuldade por conta das dores se levantaria perto das ferragens. Agarraria firme uma das barras de ferro com sua mão direita e voltaria a dialogar com o sujeito. -Então você é um idiota esperto! Eu me rendo. Soltaria a barra de ferro tentando mostrar que não queria mais oferecer resistência e mostrar um sorriso simpático, tentando quebrar um pouco a guarda daqueles homens. -Mentira, não me rendo não! Diria tentando utilizar esse momento confuso e uma possível quebra da guarda daqueles homens para tentar chutar a barra de ferro que havia acabado de soltar em direção aqueles homens.

Toni sabia que sua pontaria não era nada boa, sua intenção não era acertá-los com aquela barra, mas sim ao menos tentar criar outra brecha pois logo em seguida ele tentaria agarrar duas novas barras de ferro, uma com cada mão e avançar em ziguezague na direção deles. A corrida em ziguezague era uma tentativa de diminuir a precisão de possíveis disparos em relação a ele e quando estivesse a cerca de metade do caminho para o mais próximo dos atiradores, tentaria arremessar a barra que estava em sua mão esquerda na direção deles. Novamente era um golpe sem perspectiva de acerto, mas que talvez pudesse chamar a atenção deles para que o Falastrão saltasse na direção do mesmo e com a barra que carregava na mão direita tentar acertar uma forte pancada na região lateral da cabeça daquele homem. Acertando ou errando, sua tentativa era de logo em seguida rapidamente abaixar-se e girar com a perna levemente estendida buscando aplicar uma rasteira naquele inimigo e finalizar seus ataques com uma estocada com a barra de ferro na região do estômago de seu adversário, procurando perfurá-lo ou causar um forte impacto e rapidamente tentaria recuar com alguns passos para trás e manter-se atento para tentar esquivas. Suas esquivas consistiriam em um uso de suas habilidades acrobáticas e de sua grande velocidade e poder de aceleração para procurar desviar dos golpes do inimigo com saltos rápidos para os lados que fossem seguros em relação aos ataques inimigos, podendo também saltar ou abaixar dependendo da altura dos ataques, utilizando aquele que melhor se enquadrasse para tentar esquivar-se.
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MensagemAssunto: Re: Cap. 1 - We're back, bitches!   Cap. 1 - We're back, bitches! - Página 3 EmptySex 06 Maio 2016, 19:37

Por algum motivo estavam levando, relativamente, tempo demais para trazer toni de dentro do galpão. Por conta disso ficamos, os inimigos e eu, por um período apenas aguardando, sempre na mesma posição, sem ter muito mais o que fazer ou dizer. - Éeehhhh... Isso é constrangedor... - Diria, fingindo um ar de constrangimento, como forma de piada, enquanto estamparia em meu rosto um sorriso irônico.

- Entããaaaooo... Que clima doido né? Acha que vai chover? Viu o jogo de ontem à noite? Como vai a família? - É, esgotei os "assuntos de elevador" que de acordo com as normas de etiqueta devem ser usados em situações constrangedoras para quebrar o gelo, de minha parte fiz tudo o que pude.
A todo momento, apesar das brincadeiras, me manteria em posição e atento aos oponentes que ainda me cercavam. Arma erguida e apontando para a nuca da gêmea pelada a dois metros de distância, com o dedo no gatilho e visão direcionada para ela, porém sempre olhando de canto de olho para os outros inimigos para me manter ciente de suas posições e ações.

Esse novo "negociador" com quem eu estava tratando parecia ser bem mais inteligente que os outros sequestradores do meu capitão, e pensou em um ótimo jeito de virar a situação ao seu favor. Lidar com ele seria mais difícil do que pensei, mas estava confiante de que poderia dar um jeito em tudo.
Caso algum oponente, em qualquer momento, tentasse me atacar eu imediatamente puxaria o gatilho, matando a refém, para já em seguida mirasse a arma na direção do atacante (caso ele estivesse ainda longe o bastante para que o disparo do rifle fosse a melhor opção), atirando mais uma vez. Se o oponente já estivesse muito perto, optaria por após matar a refém usar a arma para dar uma coronhada nele, na cabeça, a fim de nocautear ou ao menor atordoar o alvo.
Ainda em desvantagem numérica, não me limitaria a apenas enfrentar esse inimigo, e após essas ações, dispararia contra um dos oponentes mais distantes usando o rifle, visto que por estarem longe do meu alcance eram os que me ofereciam mais risco.

Do mesmo modo, tentaria estar sempre pronto para realizar esquivas utilizando a minha perna direita para me impulsionar nos movimentos. Desviaria tanto de golpes corpo a corpo quanto de projéteis usando de toda a minha velocidade e sempre visando me afastar dos inimigos para, quem sabe, mais tarde (próximo post) ter a chance de usar o rifle contra eles. As esquivas seriam focadas principalmente em recuadas ou saltos para os lados, dependendo da natureza dos ataques, buscando sempre usar a mais proveitosa levando em consideração a posição dos oponentes e a geografia do terreno.
Caso acabasse por ser desarmado, gravemente ferido (o bastante para não poder continuar lutando) ou fortemente imobilizado, não seria burro de oferecer resistência e me complicar ainda mais. Me renderia e deixaria que me prendessem, mas se parecessem não querer fazer prisioneiros, teria de resistir e lutar até o fim.


Off: Toni fdp, se entrega logo pra eu ter mais o que fazer.
Off pro narrador: usa gás sonífero no toni e me entrega ele Norio

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MensagemAssunto: Re: Cap. 1 - We're back, bitches!   Cap. 1 - We're back, bitches! - Página 3 EmptySab 07 Maio 2016, 18:59

Narração
Toni já cercado por seus inimigos, procurava um plano para se livrar dos homens, não parecia querer desistir tão cedo e estava disposto a lutar até o último momento possível. O grandalhão que minutos atrás estava enfrentando o falastrão, agora cuidava dos ferimentos junto a um dos homens armados que havia acabado de entrar no recinto, isso deixava Toni com apenas dois inimigos armados a sua frente. Ao observar o pedido de rendição de um dos homens, o ceifador tomava uma das muitas barras de ferro em sua mão, estando pronto para a luta a qualquer momento, esse movimento fazia com que os homens armados segurassem firmemente o gatilho esperando o pior.

- Você é mesmo idiota ao ponto de achar que eu me renderia assim?

Levantando-se, enquanto proporcionava ainda mais desconfiança por parte dos guardas, os dois davam um passo para trás ajeitando a arma preparando-se para atirar, Toni segurava fortemente as barras dando ainda mais motivos para seus inimigos agirem. Esses poucos momentos de coragem do falastrão poderiam ser suficientes para receber um tiro, porém Izaya com a refém em sua posse era um dos motivos pela cautela dos inimigos. Tentando parecer um pouco mais sensato após essa atitude ousada, Toni largava a barra que segurava fortemente em suas mãos, prosseguindo com os preparativos de seu plano.

- Então você é um idiota esperto! Eu me rendo.

Por algum motivo a dupla suspirava aliviada, deixando a brecha que o ceifador precisava para tomar sua iniciativa. Com um sorriso simpático no rosto de quem aceita seu destino, chutava a barra que havia acabado de deixar cair contra os indivíduos, fazendo-os retorcer para desviar do objeto, apesar de nem sequer ter chego até eles. O susto e a confusão dos guardas pareciam ser o maior aliado do falastrão, que por sinal ainda preferia lutar em desvantagem do que aceitar ser salvo por seu companheiro.

- Mentira, não me rendo não!

- Meu deus do céu, corre Berg! Mas que merda é essa? Está ficando louco?

Um dos guardas questionava meio que sem entender o que estava acontecendo, e logo quando olhava de volta para frente Toni estava correndo em sua direção com duas barras de ferro em mãos. Ao ver essa cena, sem hesitar, os homens passavam a atirar na direção do falastrão, que por sinal se aproximava rapidamente em zigue-zague, o que lhe possibilitou a não ser atingido por boa parte dos tiros. Ainda chegava a lançar outra barra para cima da dupla, dessa vez chegando mais perto, mas ainda assim sem muita probabilidade de acertar, talvez para retribuir o favor dos tiros? De qualquer modo com a barra restante na mão direita aplicava um golpe na cabeça de um dos indivíduos que caia na mesma hora, para finalizar ainda acertava o estômago do guarda fazendo-o cuspir um pouco de sangue e lhe deixando mais imobilizado do que já estava com o ataque certeiro.

Toni's Attack:
 

Contudo Toni tomava um tempo considerável para aplicar seus golpes em um dos homens, enquanto o outro estava praticamente livre, e apesar de sua mira não estar muito em dia acertava a coxa do falastrão restringindo seus movimentos da parte inferior. Logo tomava a atenção do ceifador, e apontava novamente para realizar outro tiro, ainda estava um pouco trêmulo, mas se havia acertado um quem garante que não poderá acertar outro? Um pouco afastados o grandalhão e outro homem dos três armados que vieram dar reforços, com o barulho do tiro passavam a se direcionar até Toni, ou seja mais problemas para o falastrão.

Enquanto tudo acontecia, Izaya do lado de fora já estava se paciência com a situação, e de certo modo um pouco "constrangido", na verdade estava mais para entediado, então sem muito o que fazer enquanto esperava por seu capitão, passava a brincar um pouco com seus oponentes. Algo arriscado de se fazer, mas já que para si estava no controle da situação, não se importava muito em fazer algumas descontrações irônicas para com a tal negociadora, entretanto não obteve resposta alguma.

- Éeehhhh... Isso é constrangedor... Entããaaaooo... Que clima doido né? Acha que vai chover? Viu o jogo de ontem à noite? Como vai a família?

Logo os tiros dentro do estabelecimento eram ouvidos, cortando completamente o clima que já estava péssimo entre o metamorfo e a encapuzada, não era possível definir muita coisa apenas com os sons de tiros mas certamente algo não corria bem. A encapuzada logo se vira para seu grupo de capuz, não parecendo nada feliz enquanto apontava para dentro do local enviando um dos homens para cuidar das coisas lá dentro. Retirava um objeto estranho, aparentemente uma carta, entregando-a para seu aliado enquanto falava algumas "gentis" palavras.

- Esses caras não conseguem fazer nada sozinhos? Mas que porra. Vá lá e cuide disso para mim, traga ele até aqui para tratarmos disso logo.

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MensagemAssunto: Re: Cap. 1 - We're back, bitches!   Cap. 1 - We're back, bitches! - Página 3 EmptySab 07 Maio 2016, 21:03

Quando ouvi o som do primeiro tiro quase acabei puxando o gatilho achando que tinham matado o Toni lá dentro, mas assim que mais disparos foram feitos consegui deduzir que ele ainda estava vivo e provavelmente lutando. Se tivessem o matado não haveria necessidade de atirar mais vezes.
"Toni deve estar fazendo merda..." foi o que me veio a cabeça na hora. Voltando a sorrir eu diria: - Desculpem por isso, Toni deve estar fazendo uma bagunça lá dentro. É que ele ainda não é adestrado. - Não perderia o foco das minhas ações mesmo enquanto falava, tentaria me manter atento aos inimigos e preparado para reagir caso fizessem um movimento em falso contra mim. - Mas é melhor avisar aos seus minions para tomarem cuidado, se danificarem a "mercadoria" o mesmo acontece a essa gêmea aqui. - Diria, ainda apontando a arma para a gêmea pelada. (Alguém dê um nome a essa NPC kkk)

Se algum inimigo ousasse querer me atacar executaria a refém imediatamente com um tiro na cabeça, já girando a arma na direção do dito oponente e disparando mais uma vez. Tudo muito rápido, usando de toda minha velocidade e apoiando meu peso na perna direita. Simultaneamente estaria pronto também para realizar as esquivas que fossem necessárias, usando a perna direita para me mover na direção mais propícia para desviar do ataque, não importando de quem ele partisse. Visaria principalmente movimentos evasivos que me distanciassem dos inimigos, mas levando em conta o terreno ao meu redor para não tropeçar, cair em algum buraco ou ficar literalmente contra a parede. Após a desviada, dispararia um projétil contra esse inimigo que me atacou.
Caso não precisasse me desviar de nada, apenas atiriaria em direção aos encapuzados mais distantes, a fim de eliminar os "chefes da quadrilha" e inimigos mais ameaçadores presentes (codigo do caçador).
Se acabasse por ser desarmado e/ou imobilizado, me renderia a eles caso me aceitassem como prisioneiro, mas se visse que pretendiam me executar, lutaria até o fim.

Caso nenhum incidente acontecesse, manteria minha posição de sempre. Olho no alvo, dedo no gatilho, e atenção ao meu redor.
Como ainda teria de esperar trazerem o capitão até mim, pensei em aproveitar melhor esse tempo para conhecer os nossos inimigos. - E então moça, me diz ai, por que esse capuz? Esqueceu de se maquiar antes de sair de casa? - Se não obtesse resposta e/ou ela não abaixasse o capuz, prosseguiria. - Isso não é justo, você sabe quem eu sou e nem sequer me disse seu nome. Por falar nisso, como sabe quem eu sou? O resto do mundo acha que eu tô morto, e o Toni também. Quem é você afinal? - Diria com um tom de curiosidade, mas ainda sorrindo.



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