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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Trilhando pelas sombras

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MensagemAssunto: Trilhando pelas sombras   Trilhando pelas sombras EmptySab 27 Fev 2016, 15:12

Trilhando pelas sombras.

Aqui ocorrerá a aventura do(a) civil Zeon Ravel. A qual não possui narrador definido.


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MensagemAssunto: Re: Trilhando pelas sombras   Trilhando pelas sombras EmptyDom 28 Fev 2016, 02:39

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-- Hihihi... Espera... E agora? Logo as coisas ficariam complicadas para o rapaz, já não tinha uma boa fama pela área, o que automaticamente ocasionaria em uma necessidade de ir para novos ares, e o que seria esses novos ares? A busca do sonho que compartilhava com seu antigo mestre, o desejo de se tornar um pirata. Mas era um longo caminho até lá, ele não era idiota a ponto de por tudo a perder por um simples erro de cálculo no preparo, tudo devia ser perfeitamente como planejado, isso ia até uma manipulação dos fatos como administrar essa sua fama que poderia ser até usada como vantagem, variando bastante de quem a obtêm...

Voltando ao principal, seguindo uma linha cronológica e obvia de raciocínio, qual a ordem que facilitaria todo seu sonho acontecer? Para ser pirata era necessário basicamente força, piratas fracos não tinham uma história muito longa, inevitável. Zeon não era lá muito forte, mas sabia tirar os prós e contra de cada situação e sabia avaliar a si mesmo, tendo a nítida noção de que para dar um passo a frente ele precisaria de ajuda, talvez de outras pessoas - piratas ou não - ou de coisas materiais, resumindo: Armas. Durante toda sua criação o Ravel fora orientado a usar armas mais leves, aqueles que davam a liberdade nos movimentos de todo o corpo e que se adequavam perfeitamente ao seu porte físico e seu estilo básico de batalha, adagas e sais, mas até então ele não obtinha nenhuma, certamente as coisas ficariam complicadas se não arranjasse algumas dessas amiguinhas o quanto antes.

Movendo-se no anonimato ele podia organizar mais suas ideias, não o forçando a fazer aquele sínico teatrinho de bobo da corte de sempre, mais calmo e focado? Impossível. Os dias se passavam e sua má fama estava influenciando cada vez mais dentro da ilha, provavelmente não seria bem recebido em qualquer tipo de loja, o obrigando a arranjar equipamentos de uma maneira diferente mas não tão complicada para ele, o roubo. Todo esse tempo ele foi treinado para trilhar esse caminho, ser livre e não depender de nada e ninguém para seguir a vida, gastar dinheiro, pra quê? Podia "simplesmente" pegar emprestado, no entanto com um prazo de devolução indefinido, quem vive essa vida sabe o que a frase significa.


" Darei inicio a ação... Erros não serão justificáveis... " Refletia consigo mesmo quando buscava elevar sua concentração ao ápice, seus olhos pareciam ter vida própria, eles buscavam algo de valor e vantajoso para Zeon realizar, mais precisamente uma loja de armas, seguindo a lógica, próximo deve existir um depósito, e era ali que ele almejava conseguir suas armas, aproveitando de seu talento natural.

Ambicioso por natureza, mas sabia muito bem ocultar isso, quem visse seu olhar talvez julgasse como alguém que não quer nada, sua postura também era tranquila e serena como o mar, seu caminhar era lento ao ritmo suficiente de não cometer nenhum equivoco no caminho. De dentro de seu manto ele retirava um pequeno elástico que posteriormente era usado para prender seu cabelo, esfregava suas mãos maliciosamente e um sorriso sádico seria exibido se não fosse o fato da mascara estar ocultando grande parte de sua feição facial.

Seu objetivo no momento era resumidamente encontrar um depósito de armas quaisquer, ele analisaria todos os pontos caso encontrasse buscando já obter uma ideia de como invadi-lo, seus movimentos eram como de uma serpente, silenciosos mas que a qualquer momento seria mortal.

"
Qual local será privilegiado de um furto meu? Hihihi... "


Objetivos:
 

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MensagemAssunto: Re: Trilhando pelas sombras   Trilhando pelas sombras EmptyDom 28 Fev 2016, 20:51

A tarde estava agradável. O sol brilhava no céu trazendo alegria à ilha do conhecimento, que seguia em sua movimentação rotineira. Dali a três horas o sol se poria em Las Camp, e as pessoas se preparavam para aproveitar a tarde. Era possível ver algumas sentadas frente à porta de suas casas, conversando com os amigos. Outros, transitavam pelas ruas em direção ao seus destinos. Algumas crianças brincavam felizes, mas vez ou outra aparecia uma briga, na qual os adultos tinham que intervir.

Nesse dia comum, um sujeito estranho caminhava no meio da rua, sem parecer se importar com o que acontecia em volta. Suas roupas longas e escuras, bem como a coloração do cabelo e, acima de tudo, uma máscara encobrindo seu nariz e boca, atraíam a atenção dos que estavam em volta. Alguns o observavam longamente, outros, desviavam o olhar e tentavam manter distância. Um garotinho de mais ou menos dez anos lançou uma pedra que quase o atingiu e correu, se perdendo de vista em uma esquina. O homem pareceu ignorar e continuou andando a passos calmos. Parecia perdido em seus pensamentos. Talvez planejando algo.

Após certo tempo, ele se deparou com uma construção que parecia ser uma loja de produtos diversos. Nela, uma placa simplesmente dizia: "variedades". Dentro, podiam ser notadas prateleiras repletas de objetos, e bem organizadas. Algumas apresentavam roupas e  acessórios. Outras, objetos de cozinha, dentre outras coisas. Mas uma particularmente lhe atraiu a atenção. Nela estavam penduradas adagas, espadas, pistolas e, bem na divisa com outra prateleira, descansava uma enorme e ameaçadora foice. Perto da entrada, havia um balcão, detrás do qual estava a figura de um velho e sorridente homem, vestindo um manto vermelho.

Se dirigiria ele para esse local? Talvez sim.


Velho da loja:
 

Histórico:
 

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MensagemAssunto: Re: Trilhando pelas sombras   Trilhando pelas sombras EmptySeg 29 Fev 2016, 11:41

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Provavelmente não era um bom horário para agir, esperar pelo anoitecer talvez fosse a melhor opção, mas alguém que almejava se tornar um profissional não podia reclamar das circunstâncias, jamais. Do outro lado da moeda, acabou por tirar sorte grande, além daquilo que ele procurava muitos outros objetos se encontravam disponíveis, alguns até inúteis para o rapaz como espatulas e afins. Sua visão parecia ter sido magnetizada, como se fosse puxada a um imã até as adagas, seus olhos brilharam por alguns milésimos de segundo, mas logo se conteve e retomou o controle. Havia um obstaculo no seu caminho, uma pedra no seu sapato; O provável dono da loja. Esboçava um sorriso até um tanto inocente, mas isso não significava que ele era burro, o que indicaria que até mesmo na lábia poderia ser alguém difícil de lidar.

" Se é assim... "

Para alguém furtivo, embates deviam ser evitados, restando apenas a conversa. A questão é, ele precisava arranjar alguma maneira de conseguir tempo para analisar ainda mais o local, e ainda que sua má fama pudesse lhe atrapalhar, ele era um gênio, e usaria disso para mudar completamente sua postura e seu feitio, graciosamente a mão esquerda puxava a mascará e a  ajeitava abaixo do queixo, um sorriso comum, de alguém qualquer que estivesse naquela ilha no momento, ele sabia observa-las e tirar o máximo de proveito de qualquer coisa, "copiando" assim até mesmo o modo de agir dos outros para se beneficiar.

-- Com licença, pode me mostrar mais de perto aquelas ali? Achei elas tão... estilosas... Sabe? Como uma criança pedindo por doces, seus dedos apontavam para um par de adagas penduradas, ele demonstrava estar ansioso e até feliz por poder observar tais armamentos. -- Minha mãe tinha uma dessas, mas ai um ladrão a saqueou e a matou, nunca mais pude vê-la novamente... Era óbvio que tudo aquilo era um teatro para que o dono da loja amolece o coração cada vez mais, Zeon estava de cabelo preso, sem mascara e descrevendo uma história não verdadeira colocando ladrões como vilões, teria uma forma de alguém ainda desconfiar dele? Só se fosse por suas vestes, não eram tão comuns, mas ainda sim não causavam estranheza. -- Eu daria tudo para ter um par dessas... Mas estou bem desconfiado, não parecem legitimas, eu preciso senti-las em minhas mãos, só então darei qualquer coisa que quiser para obtê-la, como forma de agradecimento por possuir algo que me lembre da minha mãe... Posso? Estendeu ambas as mãos para o velhote, seu olhos ficavam entreabertos e seus dentes eram exibidos da forma mais simples possível, talvez até um pouco forçado... Vai saber? Varia muito de quem o assiste.

Nenhuma ação era realizada atoa. Isso tudo tinha como intuito manter-se mais e mais tempo ali dentro, próximo a tudo e com uma visão privilegiada, onde seu primeiro objetivo ainda dava o ar da graça, decifrar uma fraqueza. Geralmente donos de lojas assim tinham habilidade na auto-defesa, então Zeon tentava encontrar qualquer dificuldade, um braço sem movimentação plena, uma ferida recente e afins, tudo isso poderia auxilia-lo em um possível combate, até porque o Ravel sabia suas fraquezas, saber as fraquezas de um oponente o faria praticamente invencível, ao menos era o que ele pensava.

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MensagemAssunto: Re: Trilhando pelas sombras   Trilhando pelas sombras EmptySeg 29 Fev 2016, 19:52

O velho da loja recebeu o rapaz que se aproximava com o sorriso costumeiro.

- Olá, meu jovem!! Seja bem vindo à loja Tsuname Yoshiro. Muito prazer em conhecê-lo. O que desejas?

- Com licença, pode me mostrar mais de perto aquelas ali? Achei elas tão... estilosas... Sabe? - Zeon foi direto ao ponto. Se mostrava determinado ao apontar para as adagas. Os olhos do vendedor se apresentaram de forma meiga quando escutou as palavras a respeito da mãe do garoto. Era uma história comovente. Ravel continuou:

- Eu daria tudo para ter um par dessas... Mas estou bem desconfiado, não parecem legitimas, eu preciso senti-las em minhas mãos, só então darei qualquer coisa que quiser para obtê-la, como forma de agradecimento por possuir algo que me lembre da minha mãe... Posso? - As palavras e xpressões demonstradas agradaram ao senhor, e este se levantou do assento e caminhou para fora do balcão, dando as costas para o garoto.

- Me acompanhe, filho - disse de, olhando-o com o canto do solhos, e acenando para que Zeon o seguisse. - Se isso é algo que o fará lembrar de sua falecida mãe, e lhe trará felicidade, me sentirei honrado em ser parte dela - Completou, adentrando o estabelecimento, no fundo do qual estavam as cobiçadas armas brancas.

O homem, que até então era anônimo, pegou uma das adagas, e acariciou o cabo da mesma. Em seguida, passou as mãos leve e alternadamente pela lâmina, testando o seu fio. Parecia perfeitamente bem, pois uma gota de sangue pingou no chão a partir do polegar do velho, que em seguida recolheu a mão superficialmente ferida. Depôs a arma no local devido e pegou outras duas  que estava ao lado, uma em cada mão, desta vez evitando repetir o gesto anterior. Uma demonstração parecia ser o suficiente. As armas diferiam apenas na tonalidade das cores - que iam desde o simples branco até ao mais escuro preto - e tamanho do cabo, levemente variados.

- Estas custam 30.000 berries. São armas da melhor qualidade. Esta loja trabalha com os mais bem dotados ferreiros da região. -  Em seguida, conduziu-o para um aprateleira vizinha, ignorando o desejo do jovem de apalpar o objeto cortante.  Desta vez, pegou uma adaga diferenciada. Possuía uma bainha de couro, com detalhes de prata em ambas as estremidades. Ela mostrava um cabo que parecia ser de metal, com uma bola prateada na ponta e um apoio de mesma cor que formava uma cruz com a lâmina. Ele puxou o instrumento de corte para fora, liberando um som abafado. A arma não tinha fio. Era de madeira.

- Estas são muito mais caras que as anteriores. Não creio que você possa comprá-las. Além diso, como pôde notar, elas estão em falta. Apesar de nossos ferreiros serem habilidosos, são poucas as vezes em que armas assim são forjadas. Estão aqui apenas como relíquias nesta loja, como uma mera possibiidade distante. Lamento se ficou desejoso delas.

Em seguida, o conduziu a uma última prateleira de interesse do rapaz, lhe mostrando as mais sofisticadas armas, porém, na mesma condição anterior. Acima delas, havia um aplaca dizendo: "Artefatos em falta".

- É isso aí, garoto. Caso deseje outras coisas, temos à disposição. Apenas essas se apresentam assim. - E se distanciou três passos do rapaz, virando-se para ele. - Fique à vontade, filho.

O que será que Zeon faria? Diria mansamente que ficara decepcinado e se desculparia dizendo que voltaria mais tarde, enquanto procurava outras lojas, ou se daria por satisfeito com o que seus olhos contemplaram? Correria ele para as armas que faziam seus olhos brilhar e, com elas, investiria contra o indefeso e manso senhor? Ou agiria de outra forma?


Legenda:
 

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MensagemAssunto: Re: Trilhando pelas sombras   Trilhando pelas sombras EmptySeg 29 Fev 2016, 23:11

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Suas táticas eram infalíveis no que diz respeito a lábia, nunca havia falhado, e logo o mercante o levou até uma área mais interessante de armas, tudo estava mais organizado e a variação de adagas chamava-lhe atenção. O que mais lhe impressionou  foi uma dourado, como ela era bela... Armas daquela eram únicas, certamente. Como alguém cleptomaníaco, se ele gostou de algo, faria de tudo para te-lo para si, certo? Certo.

--
Acho que tenho a quantia suficiente, deixe-me ver... Seu braço direito adentrava o bolso de seu manto como se procurasse por dinheiro nos mesmos, mas era apenas uma forma de tranquilizar o dono do local, pois suas verdadeiras intenções pouco agradariam ele. Seu braço esquerdo, em contrapartida, movia-se de maneira lenta e discreta até a base daquela prateleira próxima a eles, seu intuito seria maléfico, ele tinha usado todos esses acontecimentos para calcular seus movimentos previamente e tentar evitar qualquer erro. Ele tentaria usar da força para que em um movimento rápido e simples puxasse a prateleira para frente na intenção de provocar sua queda, então ele usaria da possível distração para saltar para trás na distância exata em que a prateleira na qual a adaga dourada se encontrava. -- Outra coisa que minha mãe me ensinou foi a não confiar em qualquer um, principalmente no sorriso sombrio... MWAHAHAHAHA. Sua voz ecoou no local de maneira macabra e sua má fama provavelmente seria invocada no sub-consciente do mercante, sua característica e aquilo que o fez ficar famoso entrava em ação, sua gargalhada. Se tudo ocorresse como o esperado, ele apanharia as adagas douradas da outra prateleira, onde as empunharia perfeitamente entre os dedos, como um dia Shinji o ensinou.

Assaltar de forma furtiva era quase impossível na presença do velho e se deixasse para depois podia ser tempo demais, ele necessitava daquela adaga o quanto antes e não exitaria naquela tentativa. --
Um, dois, três, quatro: Tu é um velho pela-saco. Um, dois, três, quatro: Te roubei e vou sair vazado. Mais uma de suas brincadeirinhas infames, ele faria um replay de seu movimento anterior, na tentativa de derrubar as outras duas prateleiras no caminho de sua fuga, com a obvia intenção de deixa-las como obstáculos para o velhote, provavelmente o inibindo de acompanhar Zeon. O Gatuno colocaria seus árduos treinos e seu talento em ação, almejando alcançar o ápice de sua velocidade através da aceleração na fuga, ele tentava deixar a loja com as adagas em mãos e rapidamente encontrar algum ponto de fuga, seja um beco ou um local com sombras, qualquer esconderijo naquele momento era bem vindo, nem mesmo lixeiras seriam descartadas.

Como já dito, ele conhecia suas fraquezas mas sabia aproveitar ao máximo suas vantagens também, e nessa pequena ação usufruiria de sua habilidade natural de aceleração, da sua ambidestria e da genialidade para buscar evitar qualquer infortúnio em seu plano. Embora parecesse tudo muito simples, era tudo analisado conforme a situação, ou seja, utilizaria o cenário e o porte físico do mercante a seu favor para talvez atrasa-lo.

"
Hihihi... Otário. "


Off:
 

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MensagemAssunto: Re: Trilhando pelas sombras   Trilhando pelas sombras EmptyQua 02 Mar 2016, 00:38

Poucos segundos depois que o senhor da loja depôs na prateleira o último artefato à mostra, o jovem Zeon fuçava o bolso de seu manto, dando a entender que estava à procura do dinheiro da arma.

- Acho que tenho a quantia suficiente, deixe-me ver... - E, enquanto dava continuidade ao movimento, seu outro braço puxava a prateleira na qual se encontravam as belas adagas com bainhas de couro e prata, derrubando os objetos no chão em um som estridente, sendo logo cobertos pelo próprio móvel em que se encontravam. O velho vendedor deu um passo para trás, ficando em posição de guarda.

- Outra coisa que minha mãe me ensinou foi a não confiar em qualquer um, principalmente no sorriso sombrio... MWAHAHAHAHA. - a risada de Ravel ecoou pelo lugar sendo ouvida a uns cinquenta metros de distância, despertando os mais escondidos medos de qualquer pessoa que estivesse ao alcance do som. Ele pulou para trás e empunhou uma das adagas douradas de que seus olhos se agradaram. A essa altura, o homem até então sorridente revelava olhar assassino, que pareceu ser ignorado pelo ego do rapaz.

- Um, dois, três, quatro: Tu é um velho pela-saco. Um, dois, três, quatro: Te roubei e vou sair vazado. - a felicidade de Zeon contrastava com a expressão enraivecida do dono do armazém.

- Você não sabe o quanto elas eram preciosas para mim, garoto - Disse, simultaneamente. - Depois de tudo o que eu lhe falei a respeito da raridade delas, você ousou derrubá-las no chão. - Algumas veias começaram a tufar no robusto corpo do velho desconhecido.

Mais uma prateleira caiu, derrubando o que nela estava contido. Mas antes que a segunda pudesse tocar o chão o jovem observou um vulto pular por cima da primeira e rolar por debaixo da que cedia. Atrás de si estava a figura do velho homem despido de sua túnica, revelando um peito musculoso, e cheio de cicatrizes. Usando apenas uma calça de fácil movimentação , em suas mãos estava a enorme foice que fora vista antes que entrasse na loja.

- HAHAHAHAHA!!! Então você é o famoso sorriso sombrio? Quanta honra em conhecê-lo pessoalmente. Se tem curiosidade, eu me chamo Tsuname Ryuichi, o melhor ceifeiro desta região, e seu procurador pessoal. Lamento, filho, mas se quiser deixar esta loja, terá que me matar. - Falou, descansando a arma nos ombros, e exibindo um sorriso de canto de lábios. Atrás dele, do lado de fora da loja, as casas estavam trancadas. Uma última janela se fechou rapidamente, escondendo o rosto assustado de uma mulher de idade mediana. As crianças tinham cessado suas brincadeiras, provavelmente horrorizadas com a risada macabra que tinham escutado. Mais adiante, do lado direito da rua, pelo menos até onde alcançava o campo de visão de alguém dentro da loja, era possível avistar um beco estreito com destino incerto e, do outro lado, havia um bueiro semi aberto, capaz de receber alguém de porte médio. Na casa logo à frente, um varal levantado a cerca de um metro e meio do chão poderia dar acesso ao telhado da habitação.


Histórico:
 

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MensagemAssunto: Re: Trilhando pelas sombras   Trilhando pelas sombras EmptyQui 03 Mar 2016, 21:40

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Aquele frio na espinha, o gelo instantâneo no corpo, ainda que fosse esperada uma reação, Zeon não imaginava tamanha velocidade e astúcia de alguém daquele tamanho, agilidade em estaturas assim não eram muito comuns. Já familiarizado com o estilo de luta com adagas, ele a posicionou perfeitamente entre o polegar, realizando movimentos que fluíam esteticamente bem e que demonstravam tamanho conhecimento que o Ravel obtinha sobre tal estilo. Suas maiores vantagens eram o modo de batalha leve e que prezava pela velocidade, mas se alguém daquele porte e com uma arma aparentemente pesada conseguia alcança-lo, o que restava? A maior arma humana: O cérebro, e ele sabia usar muito bem.

Apostar as fichas em um combate a sério podia ser demorado, para alguém que vive nas sombras o melhor era sumir o quanto antes, evitando confrontos indesejados ou mesmo deixar que mais componentes cheguem a cena, todavia, ele buscava informações no cenário e analisava a posição do mercante, tudo para encontrar uma brecha e que o facilite a vitória ou a fuga, e ele logo bolou um plano, arriscado sim, mas no momento arriscar era necessário.

--
Acho que o grandão vai perder as pernas, hein? Usufruindo de todo seu dom natural, ele combinou a agilidade com uma tentativa de realizar um corte na altura do joelho esquerdo, a adaga dourada estava posicionada diretamente de frente, levando a lâmina central e principal como base do ataque. Entretanto, a ação não havia nem de longe a importância do que ele faria em seguir, era meio louco, mas se tudo ocorresse como nos conformes, ele sairia dali rapidamente. Todo o objetivo que ele tinha ao atacar com a adaga era de obrigar o velhote a usar sua foice para defender, o que poderia levar um bom tempo e que talvez o obrigasse a ocupar as duas mãos, ai que tava a continuação: A altura do joelho foi proposital, ele lembrava-se bem de seu mestre Shinji, perito na arte com foice, e embora não conseguisse manejar uma, conhecia parcialmente sua fraqueza, e a maior era a lentidão de manuseio. Em tese, ele queria forçar o velho a usar ambas as mãos em um movimento baixo, provavelmente abrindo uma brecha na parte superior do corpo e no lado contrário do ataque - direito - onde ele torcia para funcionar para dar continuidade ao golpe. Se a foice estivesse devidamente abaixo, o Ravel recolheria o braço se aproveitando da proximidade para dar um salto surpresa, algo como um chute. Ai vem o tópico dois: O propósito não era atacar após o salto, mas sim pousar forçadamente acima da arma laminada do velho, como se estivesse aproveitando o peso do próprio corpo para surpreender e imobilizar a foice, forçando ainda mais seu corpo para baixo, isso é, se ele quisesse manter o controle sobre sua arma, lembrando, eram todas tentativas, mas a cena estava imaginada exatamente desta forma, a possibilidade criada no psicológico de Zeon era algo incrível, era como se cálculos perfeitos fossem visíveis, diminuindo as chances de erro, era um gênio, de fato.

--
Eu tinha essa fama por agir sorrateiramente a ponto de tu só me reconhecer ao fato da risada, e isso não se limita somente a agir nas sombras, tem mais cinco chances de te nocautear aqui e agora e tu mal pode perceber, pela saco, rs. As palavras de deboche eram simultâneas a última tentativa ofensiva até então, se tudo tivesse dado certo, a adaga tomaria a mesma posição de antes, mas desta vez com direção ao crânio do velho, o rapaz cravaria sem dó alguma tempo o suficiente para mata-lo e logo após a retirar, não era tão sangue frio assim, mas pouco se importava com perdas assim, ele estaria sendo sacrificado para o objetivo de Zeon, tecnicamente. Todo e qualquer método feito pelo gatuno tinha como objetivo forçar primeiramente uma abertura e então finalizar, mas sempre com rumos diferentes até lá, o que o tornava um ladrão tão imprevisível e digno de discípulo de Shinji.

A principio, evitar delongas eram o melhor caminho, mas para alguém com habilidade em ambos os braços, uma adaga era pouco, não? No caso, se ele fosse capaz de com exito assassinar o dono da loja, iria buscar uma outra adaga no chão, bem provavelmente de prata, uma dupla formada por ouro e prata colocava credibilidade, status. Mas é lógico, isso somente na hipótese de que ele arranjasse tempo para isso, se seu ataque falhasse ele ignoraria por completo esse pensamento. O que não mudaria seria o que estava por vir, com o ancião morto ou não, adaga de prata ou não, ele usaria da distração - no caso dele permanecer vivo - e retornaria para a fuga, recolocando a máscara até o nariz e soltando seu longo cabelo branco, fora dali ele encontraria algumas alternativas de escapatória, e mesmo que indeciso por algum tempo, escolheria a trilha de um bueiro, onde buscaria se jogar lá dentro, o local menos habitado de seres humanos era perfeito para fuga.


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MensagemAssunto: Re: Trilhando pelas sombras   Trilhando pelas sombras EmptySab 05 Mar 2016, 23:48

O rapaz não hesitou.

- Acho que o grandão vai perder as pernas, hein? -  A fala despertou no vendedor um olhar atento e confuso ao mesmo tempo.

Enquanto o velho que se apresentara pelo nome de Tsuname Ryuichi se mostrava confiante, tendo sua arma apoiada nos ombros, Zeon se dirigiu a ele em um ataque ao joelho esquerdo. A lâmina se aproximava a uma velocidade incrível, o que forçou o homem a abaixar a foice e lançá-la contra a adaga em um corte diagonal. Ele aproveitou a deixa e a redirecionou no mesmo sentido, para o outro lado agora. O gatuno, por sua vez, ao ver que ela vinha em sua direção, usou de suas habilidades e deu um salto, pousando em cima da mesma. Abaixou os joelhos e, tão rápido quanto o salto anterior, pulou com sua arma em direção à cabeça do velho.

- Eu tinha essa fama por agir sorrateiramente a ponto de tu só me reconhecer ao fato da risada, e isso não se limita somente a agir nas sombras, tem mais cinco chances de te nocautear aqui e agora e tu mal pode perceber, pela saco, rs. - Mas o breve segundo passado em cima da lâmina da foice, que se movia, o fez desviar do alvo e ele caiu na rua, direcionando a luta para fora da loja - era óbvio que uma foice gigante exigia uma força equivalente do manipulador, o que não faltava ao velho, e isto acabou por conduzir o jovem a uma direção diferente da esperada.

O homem se assutou com tamanha velocidade, mas não se deixou abalar.

- Humm!! - disse sorrindo - Você é rápido, mas parece ser jovem demais em experiências de combate. Venha de novo, e eu lhe ensinarei o que lhe falta, se tiver tempo para aprender depois desta luta. - Ele se posicionou em guarda. Afastou uma perna da outra, deixando a esquerda à frente. Seu tronco estava semi-inclinado para a direita. Uma mão aberta à esquerda e a outra segurando a foice, cuja lâmina estava para trás de si, esperando para ser direcionada ao rapaz.

Pode vir, garoto.

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MensagemAssunto: Re: Trilhando pelas sombras   Trilhando pelas sombras EmptyQui 10 Mar 2016, 00:18

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Subestima-lo foi um pecado mortal, ok... Talvez não mortal, mas predominante para que ele perdesse tempo por ali e não fosse capaz de por ponto final. Porém, nada estava perdido, e o dono do estabelecimento de nada apresentava uma ameaça, provavelmente seria morto naquela tentativa se não fosse o erro de cálculo de Zeon, ou ele podia saber tudo e estava ganhando tempo até que o Gatuno se cansasse ou mesmo analisar mais em luta. Fugir? Jamais, não naquelas circunstâncias. Estando em uma área aberta e de frente ao inimigo, fugas eram previsíveis e o melhor a se fazer era se encarar e acabar com aquilo o quanto antes, mas o rapaz estava confuso, enfrentar grandalhões dava uma enorme gama de possibilidade aproveitando a possível falha de mobilidade, mas apresentava um risco também, eles eram fatais em um ou dois golpes, alguém com corpo frágil como Zeon não podia de mão beijada deixar que isso ocorresse, e ele estava decidido.

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Exatamente como planejei, cuidado com a retaguarda, rs. HAHAHAHA.  Seu riso começava leve e baixo e logo atingia proporções ensurdecedoras, insano. Totalmente persuasivo, seu olhar ficou claramente direcionado para um ser atrás do mercante, o fato é que não havia ninguém, mas isso era tudo fruto de um catalogo de dados criado em sua mente, quer dizer... Se com o ataque nas pernas ele se mostrou impressionado, demonstrar estar sempre um passo a frente e ludibria-lo provavelmente abriria brechas ainda maiores, e arrancar uma abertura era a chave para a vitória julgando o estilo de batalha e a disposição corporal de seu oponente, o Ravel não admitia falhas, e com a ação anterior uma chama se acendeu em seu interior, a adrenalina, ele sentia que precisava ter sucesso dessa vez para se redimir.

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ATAQUE AGORA, SHINJI! Não podia estar mais claro, com a provável distração criada ao desferir suas palavras e o olhar focado em um alguém imaginário atrás dele, Zeon enfim atacaria e dessa vez com probabilidade aumentada de sucesso. Sabendo que seu plano de chamar a atenção não lhe daria mais que alguns segundos, ele posicionou um pé a frente e o usando de apoio iniciou uma corrida frontal, sua velocidade garantidamente era maior e a distância era sua maior aliada, até porque: Alta velocidade + Pouca distância = Menos tempo de reação = Vitória. Outro fato que era bom de se levar em conta, era que Shinji - o nome citado por Zeon - era famoso a um tempo atrás, não só era seu mestre como havia uma fama ainda maior que o Gatuno, e ele era especializado na arte das foices, teria ele e o mercante alguma ligação? A ideia desde o principio era atingir uma determinada parte do cérebro se suas deduções estivessem corretas, o entrando em choque e tirando seu raciocínio pleno perante a batalha, mas nada passava de suposições, entretanto.

Planejado antes, ao atingir uma distância de dois metros ou similar, ele mudaria de direção com um salto não tão alto para o lado na qual a foice estava direcionada, outra suposição ai: A arma era pesada e não importava a força de seu manuseador, geralmente ataques assim tinha como direção um ataque horizontal ao lado oposto da lâmina, e isso poderia atrasa-lo em qualquer tentativa de interceptação. O seguinte movimento seria outro salto quase rasteiro dessa vez até as costas do mercante, onde buscaria atingir seu ponto cego, e em mais um salto ele levaria sua perna em um chute aéreo também horizontal na altura da cabeça, nada mais que uma tentativa de abrir outra brecha. Ainda no ar e com sucesso ou não de seu golpe, ele giraria no ar limitadamente - até porque não era perito em acrobacias e afins - onde atacaria com a adaga na direção oposta do chute anterior, onde geraria uma contra-partida e impossibilidade de defesa, isso é, se tudo desse certo.

Sem cessar e usufruindo de toda a agilidade que um dia lhe fora dado, ele encerraria pousando graciosamente no solo e indo de encontro com um golpe direto, a lâmina reluzente em ouro cravaria uma área central, quase que a divisa entre o peitoral e o pescoço, Zeon julgava que fosse fatal ali, não importando a gravidade. Em qualquer erro próprio que ocasionara um contra-ataque do mercante, o rapaz saltaria na direção adversa do golpe, a distâncias o suficiente para o prevenir de danos, repetindo os pulos quantas vezes fosse necessário, ele havia adaptado ao modo completo de luta, seu foco e concentração estava inteiramente voltado para a batalha e ele faria tudo nos limites de seu corpo, isso é, com toda velocidade e força.

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Usa-lo de tapete deve ser uma boa utilidade, não acha? Brincava em meio aos golpes...


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