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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Outlander!

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MensagemAssunto: Outlander!   Outlander! - Página 2 EmptySeg 22 Fev - 17:00

Relembrando a primeira mensagem :

Outlander!

Aqui ocorrerá a aventura do(a) civil Adallin. A qual não possui narrador definido.


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MensagemAssunto: Re: Outlander!   Outlander! - Página 2 EmptyQui 3 Mar - 16:19


Adallin

A moléstia apenas torna-me mais forte.

Franzindo meu cenho me dava conta de algo estranho. Parando um pouco para entender o que era essa sensação de inquietação notei a presença do quarto integrante.

Quando foi q... Não sabia, ele nos acompanhou desde a entrada ou já estava na mesa quando chegamos? Então voltando pela primeira vez minha atenção para ele e falaria em voz baixa.

– Está fazendo o que aqui? E.. e quem é você? – então perdendo um pouco a paciência retrucaria antes que ele tivesse tempo de responder. - Ah, bem não importa.... Só não atrapalhe. – e com isso voltaria minha atenção para a dupla. - Fiquei sabendo desse lugar na loja de armas que você me indicou. Tim, esse era o nome, me alertou para tomar cuidado era com os donos daqui, se isso for verdade acredito que logo teremos a chance de ver. – referia-me ao fato dos três criminosos estarem discutindo com o atendente. – De qualquer maneira, não acho que devamos começar uma luta aqui dentro.

Deixar-me-ia sentar então mais confortavelmente possível, enquanto procurava ao redor do salão de forma discreta a presença de outras pessoas.

– Mesmo dividindo irá dar um bom dinheiro pra nós três. – comentaria ao acaso, afinal havia convidado a dupla para uma bebida e nesse rápido contato que tivemos entramos em um acordo mudo de seguir juntos, o que implicaria em caçar juntos, embora ainda não tivéssemos manifestado essas palavras de verdade. – Trabalhamos juntos por hora? – questionaria finalmente dando voz a minha intenção. Falaria em voz baixa, o suficiente para que apenas os presentes na mesa fossem capazes de ouvir.

Esperava ouvir uma resposta positiva, afinal eles já haviam concordado em me deixar acompanha-los, então não imaginava que apresentariam ressalvas quanto a trabalharmos juntos por um período pequeno.  Sendo assim permaneceria sentada, esperando ver o que aconteceria com o trio que discutia com o atendente.

No caso dos mesmos saírem do estabelecimento eu aguardaria até que a porta se fechasse com sua saída para ir logo atrás, convidando meus parceiros a me seguirem, mas ao que tudo indicava eles não seriam capazes de sair dali tão logo., não ao menos antes de resolver a dívida que pareciam ter, ou tido.


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MensagemAssunto: Re: Outlander!   Outlander! - Página 2 EmptySab 5 Mar - 4:10


Adallin finalmente reagia à presença daquele quarto integrante, o questionando sobre suas desconfianças - Estou aqui em busca de dinhe- - Ele arregalava os olhos e contraia seus ombros surpreso por ser interrompido até mesmo por aquela que havia lhe envolvido na conversa. Enraivecido, continha sua raiva ao ver que ela havia levado a conversa mais um vez ao que importava.

- Sim, pode ser. - Allen respondia o convite da jovem. - Esse trio é conhecido pela agilidade que eles tem e, por algum motivo, foram os únicos procurados que estão por aqui. - Eles olhavam em volta e viam que não haviam mais ninguém além deles, do trio pé rapado e do balconista. - O Adrenaline é um exímio acrobata. Berg é um velocista impressionante. E o relâmpago... O nome já diz.

- CAIAM FORA DAQUI E SÓ VOLTEM QUANDO PUDEREM ME PAGAR! - O grito estarrecedor do funcionário rasgava ainda mais o silencio do recinto.

- Ow meu reeei... Você sabe, man... Tem uns nego atrás de nós, bicho... - O loiro acrobata tentava apelar para sua manipulação e, como resposta, via o balconista sacar um revólver do bolso e mandar uma bala logo ao lado do seu pé.

- Bora desgraça, some daqui!

- Meu Deus do céu, Berg. Corre, Berg! - Ele apressava o passo, empurrando as portas do local. Seus dois seguidores vinham logo atrás, também afugentados.

Ao ver aquilo, a jovem gatuna puxava sua cadeira para trás e seguia até a porta. Allen a seguia com passos ligeiros. - Como pretende fazer isso? - Buzzer ignorava os dois e tomava a frente seguir para fora primeiro, com o arco já em mãos. Uma vez no ambiente externo, podiam observar Berg e o relâmpago logo em frente, a cinco metros daquele quarteto.

- Eu sabia que cês tavam de mutreta, bicho! - Aquela voz calma e pausada surgia, tentando bravejar aquelas palavras. Eles sabiam quem era, mas não encontravam onde ele estava. - São vocês não é? Saibam que se depender da gente, vocês não nos pegam nunca. - O adrenaline boy surgia no parapeito de uma das janelas da hospedaria e usava habilidades de parkour para se mover para uma casa ao lado. Ele iniciava sua fuga e os seus aliados pretendiam fazer o mesmo, seguindo o ritmo nada lento do líder.

- Buzzer! - Ele disparava, tentando alcançar os piratas.

O arqueiro mandava várias flechas em direção aos que andavam por terra, fazendo eles serem obrigados a parar a corrida para esquivar dos projéteis que rasgavam o ar. Com isso, Berg e o relâmpago paravam para enfrentá-lo, mas ele decidia contornar eles e perseguir o Adrenaline Boy.

Com isso, Van e Allen conseguiam alcançar aqueles dois e iniciar um conflito. Allen iniciava sua luta mandando golpes de sua arma. Assim ele começava uma briga acirrada, com ambos usando espadas e trocando golpes fortes e ágeis. Já o rapaz que sempre é interrompido demonstrava habilidades com o arremesso de facas e com a luta corpo a corpo e seu oponente - o relâmpago mcqueen - Era um gatuno que demonstrava que seu forte era a agilidade.

- O que querem com todos os piratas? Por acaso são alguma espécie de heróis dos nobres frescos!? - Berg vociferava aquelas palavras enquanto travava uma disputa de força em um bloqueio, onde ambas as espadas raspavam uma na outra.

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MensagemAssunto: Re: Outlander!   Outlander! - Página 2 EmptySeg 7 Mar - 16:57


Adallin

A moléstia apenas torna-me mais forte.

As pressas segui para fora do local, surpreendida de certa forma com o medo repentino apresentado pelo trio, ao simples fato do atendente estar armado. Bom... deve ser um atendente bem mal-humorado e com uma mira excelente.

Meu coração acelerava e aquela sensação de vazio no estomago logo se propagava tomando meu corpo por uma ansiedade conhecida como um toque de um velho amigo, os garotos haviam se antecipado, cada qual seguindo um dos fugitivos, eu que fiquei para trás só consegui pensar em uma coisa: Ótimo, macacos de circo... Quem em sã consciência escolhe sair correndo virando mortais, cambalhotas e saltitando feito um chipanzé? Não da só pra.. Sabe?? Correr??? Seria o mesmo que ir a padaria virando cambalhota.

Respirei fundo... Homens e suas manias estranhas, nunca o mais pratico, tem que sempre enfeitar, parece que querem dizer: Olha eu sei virar cambalhotas, olha, olha, olha pra mim aqui poxa, ta vendo eu pulo que nem um canguru. Eu me pergunto, precisa disso? Bom, retiraria a adaga do cinto e voltaria minha atenção para a dupla que combatia a minha frente, pois com o tempo que perdi já seria tarde de mais para alcançar o esquilo voador.

Correria na direção do gatuno, o qual lutava com o sujeito desconhecido que havia nos seguido. Seria mais fácil travar um combate em dupla ali, pois com as armas menores o risco de ataque amigo era menor. Assim correria para me posicionar na lateral do confronto, ficando mais afastada do outro oponente e razoavelmente fora da mira dos arremessos de adaga do... Qual era seu nome mesmo? Kou? Kal, Kevin? K...

Quando finalmente posicionada lateralmente ao oponente eu investiria, correndo em sua direção usando de minha aceleração para rapidamente encurtar a nossa distancia mantendo-me atenta a qualquer ataque a distância vinda daquele gatuno. Quando próxima o suficiente eu me jogaria em uma cambalhota rente ao chão em direção às costas do oponente, ou lateral caso ele tenha se virado em minha direção, nesse momento eu buscaria atacar com a adaga na direção do joelho do opoente, cortando atrás ou na lateral do mesmo. Caso o mesmo se esquivasse para trás eu completaria o giro da cambalhota e novamente aproveitando-me de estar agachada saltaria para frente com a adaga em riste mirando agora a coxa do sujeito. Meu plano era prejudicar a mobilidade dele, procurando atacar baixo e esperando que K arremessasse suas adagas mais alto, evitando assim ser acertada por engano. Esperava que a rápida sequencia de movimentos fosse o suficiente para evitar receber um contra-ataque, mas caso após a primeira esquiva do relâmpago eu notasse que a diferença entre nossas agilidades era muito alta eu evitaria o segundo movimento, parando agachada após o primeiro ataque estudando meu oponente.

Caso ele houvesse esquivado para o lado eu ainda saltaria para frente, mas dessa vez partindo em direção ao espadachin que lutava contra o Allen.
Levantar-me-ia e continuaria a corrida, ignorando agora o gatuno deixando com que K voltasse o confronto com ele e atacaria o tal de Berg. Traçando uma parábola para alcança-lo pelas costas, forçando-o a ficar com um oponente à frente e outro atrás. Começaria arrastando os pés lentamente encurtando a nossa distância, queria pressiona-lo com a tensão de ter de enfrentar oponentes em duas direções. Caso Allen começasse a circunda-lo eu seguiria seus movimentos deixando-me sempre frente a frente com ele, um em cada lado de Berg. Aguardaria o momento certo e nesse caso investiria contra ela, numa forma de finta para chamar sua atenção, pois após a primeira corrida voltaria a recuar. Seria um jogo psicológico.

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MensagemAssunto: Re: Outlander!   Outlander! - Página 2 EmptyQua 9 Mar - 5:50


No meio daquele cenário intenso, Adallin apenas seguia para o meio das lutas daquelas duas duplas. Ela virava seu corpo para seu alvo e arrancava em sua direção, tramando suas estratégias. Mcqueen estava ocupado movendo seu corpo freneticamente para evitar as facas de Van, mas ele pode notar a aproximação da jovem. Assim que a gatuna rolou no chão para aumentar sua velocidade de aproximação, tudo em sua visão se tornou confuso e embaralhado, então ela não pode notar que o procurado já havia se virado para ela, preparado para evitar suas ofensivas e quem sabe contra-atacar.

A adaga da caçadora assobiava, lançando um corte tendo como alvo o joelho do Mcqueen... Naquele momento, ela percebeu que nunca havia golpeado o nada com tanta força.

- KATCHAUM! - Aquela era a voz cortante de seu oponente e ela vinha de suas costas... De alguma forma ele havia chegado ali num piscar de olhos. Após errar o ataque, ela continuava agachada e, com aquilo, a jovem percebia a diferença entre suas velocidades... Era tarde demais para rever o erro de suas ações, pois suas costelas recebiam uma pancada violenta da perna do gatuno. Ela foi lançada para o lado com a força do golpe, agora ficando caída a dois metros de seu oponente.

Van aproveitava a abertura para lançar uma rajada de facas e correr para cima do gatuno, com o objetivo de usar seu corpo. - Seu oponente sou...

- Cala a boca, seu bosta! - O gatuno mais uma vez demonstrava sua grande agilidade ao conseguir evitar todas as facas para seguir direto para um embate de curta distancia com o lançador de facas.

Adallin se erguia do chão, dessa vez com a respiração mais pesada. Seu vigor estava afetado graças ao golpe de antes, mas nem por isso ela desistiu. Seguiu para até o conflito entre os dois espadachins, com o objetivo de criar uma desvantagem para seu inimigo. Ela conseguia sorrateiramente seguir para a retaguarda de Berg e logo em seguida se aproximava, para enfim lançar um corte vertical contra as costas dele. -Guah! - Ele urrava de dor, fraquejando por alguns instantes em uma disputa de força contra Allen. Mas com aquilo, ele conseguia empurrar Allen para ter liberdade para girar o corpo e tentar um corte vertical contra a cabeça de Adallin.

A jovem fechou os olhos e demorou para abri-los de novo... Quando decidiu olhar, via a lâmina de seu inimigo tremendo ao lado de seu rosto, abrindo apenas um leve ferimento. Via também Allen se esforçando para parar a arma de Berg usando a sua própria espada... É, ela devia um a aquele cara.

A gatuna tentava usar aquela oportunidade para mandar uma estocada no peito de Berg, mas ele se livrava de sua espada para que pudesse escapar da morte e sair do alcance dos dois caçadores de recompensa.

- Há... - Ele suspirava e tentava retomar o fôlego. O sangue arrancado por Adallin descia por seu corpo, mostrando que ele não estava em desvantagem apenas no número. - Vocês são chatos pra caramba... Já que querem lutar desse modo covarde, vejo que terei que deixar de brincar... - Ele puxava dois revólveres de seus bolsos. - Com aquela espada, eu usava apenas sessenta e dois por cento de minha força... YAHAHAHAHA - Ele girava ambas as suas armas e mirava naqueles dois.






OFF: Mattos, Mattos... Não seja tabaréu... Eu sei que você é um rapaz abençoado por Deus, mas não arrisque botar NENHUMA defesa.

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MensagemAssunto: Re: Outlander!   Outlander! - Página 2 EmptyQua 9 Mar - 16:46


Adallin

A moléstia apenas torna-me mais forte.


Meu humor só piorava, pois ainda ofegante e sendo obrigada a ouvir criminosos se gabando de sua superioridade não me ajudava a ser feliz.

– 62? – perguntei só para confirmar, com um rosto falsamente impressionado. – Acho que iriam te respeitar muito mais se você nos derrotasse dois apenas com 62, tipo... não pega bem dizer que você teve que se esforçar ao máximo pra enfrentar uma mulher sabe? Vão te zoar... Olha o cara que teve que se esforçar pra não apanhar de uma mulher. – diria com um tom sarcástico e debochado. – Isso logo depois de ter saído correndo desesperadamente de uma pousada só porque um atendente te apontou uma arma, mas não se incomode, faça como quiser só to dizendo que parece que pega mal. – bem, não era nenhuma estratégia nem nada, eu só queria retrucar um pouco tanta arrogância. É chato sabe? Ah eu sou mais forte, eu não estava me esforçando, eu isso, eu aquilo, vocês não podem me vencer... Porque não calam a boca e se morrem como bons criminosos? Porque não correm como pessoas normais de vez de virando cambalhotas. Quer saber? Deixa pra lá, só estou de mau-humor, mas não é por causa da luta é por causa da droga do gosto que to sentindo no fundo da garganta, é terrível e essa sensação sempre estraga meu humor, pois ela me lembra de que logo não vou mais aguentar e vou ter de comer um pedaço da raiz pra me livrar dessa sensação. E isso me deixa sem paciência, então me desculpem.


Voltando ao problema a minha frente, bom, vamos lá. Estava acuada, pois seria chato me aproximar de um oponente que poderia ficar atirando a distância e eu também só possuía uma adaga, diferente de K que estava arremessando estas a torto e direito. Assim fiz o que podia fazer....

Corri... Era uma tática arriscada, mas eu precisava fazer isso, afinal as pessoas tendiam a olhar para coisas que inesperadamente entravam em movimento, então meu plano consistia em sair correndo antes de Allen, para assim atrair a atenção de Berg por esse breve momento em minha direção, dando a Allen a chance de se mover para o lado oposto. Tínhamos que voltar a nos separar, forçando novamente Berg a dividir sua atenção em duas direções. Seguiria mais uma vez uma parábola contornando Berg com um semi-circulo de modo a me posicionar no espaço entre os dois conflitos. Tentaria correr até chegar ao lado oposto onde eu estava mantendo-me afastara uns 3 metros dele, nunca deixando de observa-lo. Caso percebesse que ele estava pronto para disparar na minha direção eu freiraria minha corrida, ciente de que ele estaria mirando em um ponto futuro e nesse momento reverteria correndo em uma diagonal para frente posicionando-me em direção a canhota de Berg.

– Agora. – gritaria mais como distração, pois esperava ter deixado Allen nas costas de Berg e esperava com isso causar uma distração para evitar que ele atirasse novamente em mim. No entanto, ele poderia estar-se voltado para Allen e mirando nele, nesse caso eu gritaria ainda com mais entusiasmo tentando desviar a sua atenção em minha direção evitando o disparo em Allen.

Caso outros disparos fossem realizados em minha direção eu tentaria, no caso de ainda estar correndo em círculos me jogar e rolar no chão para voltar a correr na direção oposta, ou no caso de já estar correndo na diagonal para frente eu reverteria a diagonal, indo para a direita dele e daria uma rasteira no chão para desviar.

Se por fim conseguisse me aproximar e ficar a menos de um metro de Berg eu arremessaria minha adaga em sua direção, que na verdade seria um pedaço de raiz de genciana, que eu tentaria tirar de meus bolsos discretamente durante a corrida. Era uma finta, que eu usaria para força-lo a revelar seu movimento de esquiva, tentando faze-lo acreditar que assim como K eu arremessava adagas ocultas. Assim que ele se esquivasse desse placebo eu saltaria em sua direção com a adaga apontada para frente a fim de crava-la no addome de Berg. Agora que estaria perto o suficiente eu daria também um encontrão corpo a corpo, meio desajeitado, mas com o impulso da velocidade para desequilibrar a ambos e abrir uma brecha para Allen atacar.

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MensagemAssunto: Re: Outlander!   Outlander! - Página 2 EmptySex 11 Mar - 8:16



- Me zoar? Saiba que não ligo. Quem subestima mulheres apenas por serem mulheres para mim é idiota... A vida me ensinou isso. Sabe... Um dia eu também pensei isso, que elas serviam apenas para serem gostosas e fazer tarefas ''inúteis'' como cuidar da louça e fazer comida. - Ele sorria de leve, retribuindo um pouco do sarcasmo da jovem. Ele continuava seu discurso enquanto ainda mantinha sua mira focada nos dois e andava para trás, aproximando as costas das paredes das residências - Mas um dia a pessoa mais forte que conheço viveu ao meu lado e era uma mulher... Minha mãe criou eu e mais três irmãos, sem nunca desistir. Embora passássemos dificuldades, ela nunca deixou eu e meus irmãos perceber isso. Ela... Era incrível. Mas um dia ela não aguentou mais trabalhar e foi ai que minha mentalidade frágil teve que se adaptar... Mesmo com meu esforço, tive que ver ela morrer em minha frente graças a uma doença transmitida por insetos. Eu chorei e carreguei um ódio profundo... Mas eram pragas que nunca acabam! Como eu poderia criar uma vingança contra eles!? - No tempo em que ele falava aquilo, tanto Adallin quanto Allen conseguiam aos poucos se aproximar dele sem dificudades. - Eu virei um cientista para buscar um modo de exterminá-los desse mundo... Mas minha pesquisa foi atrapalhada pelo amor... - Ao chegar perto o suficiente, Adallin lançava um pedaço de sua raíz em sua direção na tentativa de surpreendê-lo. Ele reagia rapidamente, virando para a parede e iniciando uma corrida até ela para então revelar que também tinha habilidades acrobáticas ao, literalmente, andar pela parede e passar por cima de Adallin, evitando a chance de ser atingido pela raiz e também de ser cercado pelos dois.

Quando Adallin pensava em pular para tentar alcançá-lo com sua faca, ele a surpreendia. - Vocês deveriam parar para ouvir quando alguém também para para contar uma história. - Ainda em sua corrida pelas paredes, ele mirava em direção a jovem e disparava três vezes. Adallin rolava para o lado, tentando evitar os projéteis. - Agora! - Ela gritava após parar a cinco metros do atirador e conseguir evitar ser atingida. Mas ainda assim ela sentia sua pele arder... Logo via que tinha sido pega de raspão por uma das balas, adquirindo um corte superficial no braço esquerdo.

No chão mais uma vez, Berg prosseguia. Allen avançava, tentando alcançá-lo. - E foi a morte daquela mulher que me deu a má fama de criminoso... Mas não foi eu! Foram os malditos insetos que mais uma vez me arrancaram tudo aquilo que eu amava... Mas não importa mais... Naquele tempo, não restava mais nada em mim senão o ódio e a tristeza. Me escondi em um galpão e foi lá que comecei meu treino... Naquele galpão existiam milhares de mosquitos e insetos! Não me conti... EU OS MATEI! Por mais cansativo que fosse, busquei até a ultima forma de vida daquele lugar e os esmaguei. Passei noites em claro, mas continuei os matando. Mesmo quando eu vomitava sangue, quando minhas pernas estremeciam de cansaço ou quando meus braços faziam barulhos estranhos... Eu continuei! E agora... SOU FORTE PRA CARALHO! Exterminarei todos os insetos do mundo, inclusive aqueles que vivem protegidos pelo governo! - Ele falava enquanto mantinha-se ocupado com corridas para fora do alcance inimigo e disparos contra o espadachim. Allen se esforçava para repelir suas balas usando bloqueios com sua espada enquanto tentava se aproximar, mas era difícil ser mais rápido que Berg quando ele tinha que também se preocupar com bloqueios e esquivas. Aquilo estava desgastando os dois.

Eis que no meio daquela treta, Buzzer e Adrenaline boy voltavam ao lugar, correndo pelas ruas.

- Neguin, rala peito! Eles armaram uma emboscada! Temos que sair daqui agora... - Ele parava de falar para esquivas de uma das flechas de Buzzer. - Ow seu tabaréu, o que cê tá fazendo? Você também é um alvo deles.

- Eu posso fugir por conta própria e, além disso, não desisti de sua cabeça... - Ele erguia o arco e mais uma vez mirava no procurado.

- Seu brocoió!!! Deus Usopp - Ele seguia em frente, evitando as flechas dando piruetas e estrelinhas.

- Como assim? Só é a gente fugir mais uma vez... - Mcqueen se pronunciava.

- Não vai funcionar dessa vez... Já sabemos de suas manhas. - Uma voz nova para Adallin surgia de algum lugar. Não demorou para surgir pessoas misteriosas pelo mesmo caminho que Buzzer e Adrenaline Boy percorreram. Mais pessoas surgiam de dentro de moradias e estabelecimentos, revelando a presença que aqueles caçadores e piratas não haviam percebido. Uma atmosfera pesada se estabelecia ali... Todas aquelas pessoas misteriosas usavam máscaras de palhaço e carregavam uma forte intenção assassina, mas não exibiam armas.

- Além dos piratas, aquela ali também é um de nossos alvos, veja. - Um palhaço magrinho puxava um papel e mostrava para aquele que parecia ser o chefe daquela gangue.

- Hum... Nem lembrava mais. Mas nem precisava avisar, pois eu pretendia levar todos. Porém... Bom trabalho, recruta. - O tal líder repentinamente socava o palhaço, o fazendo cair no chão nocauteado. - Toma ai sua recompensa YAHAHAHA - Eram ao todo doze palhaços divididos em trios para tapar as possíveis saídas daquele grupo, um dos trios estava inclusive nos tetos das residências ao redor.

- Mas o que? Ei... O que é aquilo na imagem dessa pessoa? Ela na verdade é um homem? - Mcqueen reagia ao ver a imagem de Adallin na mão do palhaço.

- Idiota! Numa situação séria dessa você se preocupa com isso? Mas... Realmente... Jovem, você não tinha dito que era uma mulher? BWAHAHAHA

- Buzzer, BUZZER! Vamo fazer uma aliança temporária, bixo. É nossa única opção!!

imagem sua que o carinha mostrou:
 

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MensagemAssunto: Re: Outlander!   Outlander! - Página 2 EmptyDom 13 Mar - 12:51


Adallin

A moléstia apenas torna-me mais forte.

A como sempre as coisas não eram simples na minha vida, tal qual um imã de desgraça a minha vida não cansava de me surpreender. Talvez eu risse, se não fosse de chorar a situação que nos encontrávamos. No meio de uma cidade, que devia ser razoavelmente tranquila encontrávamo-nos cercados, por palhaços... Sim palhaços vocês não tão ouvindo errado. Quem por diabos escolhe ser um palhaço, alias, ter um grupo de palhaços?? Mas na verdade não era isso que me incomodava, o que me perturbava era o desenho que o recruta trazia consigo, mas não pelos motivos que vocês previamente devem supor, afinal não sou algum tipo de dama delicada que vá se importar com a falta de dote artístico, ou de alguém ter a capacidade de sugerir que eu estava retratada naquele projeto de rabisco, não o que me incomodava era muito mais profundo e para mim, perturbador.

Eu havia chego aqui há pouco tempo, logo depois de ter fugido e simulado a minha morte, durante este tempo havia apresentando-me para apenas duas pessoas e conversado com não mais que meia dúzia. Então era isso que perturbava o meu cerne, alcançando o intima de minhas entranhas. Como sabiam de mim e porque estavam atrás de mim?

Recuava nesse momento, deixando um pouco de lado a rixa com Berg, minha perna ardia a cada passo, mas eu queria ao menos algum espaço para pensar. Recuaria em direção a K, embora até então não soubesse ao certo quem ele era, ele não me parecia alguém ruim.

– Tem alguma dessas facas de arremesso ai pra me emprestar? –diria a ele enquanto me posicionava ombro a ombro com ele. Naquele momento ainda me preocupava com o porquê de estarem especificamente atrás de mim. Havia duas hipóteses que se formavam em minha mente, uma era aterrorizante, mas a outra era apenas revoltante. Um gosto almiscarado subia de minha garganta, junto a toda aquela comoção os sintomas do meu vicio pensavam em começar a se manifestar, então antes de pensar em começar a lutar, levaria minha mão ao bolso mais uma vez e quebraria um pedaço da raiz, levando-o em seguida a minha boca. Uma pequena anciã de vomito se seguiria ao primeiro contato com a raiz, mas logo a deixaria para lá enquanto mascava a droga e me arrepiava com seu gosto terrível.

– Quem mandou vocês atrás de mim? – inqueri. – Foi o vendedor da loja de armas?

Nesse momento pegaria as facas de arremesso, caso K tivesse concordado em me emprestar. Nossa melhor chance, ao que eu calculava, era forçar um dos lados da formação dessa gang e avançar em direção ao centro da cidade. Olharia a situação a minha volta, procurando localizar como estavam meus outros aliados. O arqueiro era rápido, ele poderia se manter em nossa retaguarda e manter os perseguidores afastados, conseguindo nos alcançar em seguida. Allen era forte fisicamente e se manter a frente quebrando a defesa dos palhaços, enquanto eu e K poderíamos arremessar adagas e ajudar Allen a se defender. E bem, já nossos atuais alvos podiam servir de isca para fugirmos.

Falando então em tom baixo para K. – Acho que temos que correr agora, vamos? – partiria correndo na direção de Allen e assim quando me aproximasse dele o puxaria para correr em direção ao centro da cidade. – Anda Buzzer, vamos!!! – gritaria para o arqueiro durante a arrancada.

Deixaria que Allen seguisse a frente ficando não mais do que um metro atrás dele e me preocuparia em proteger os flancos de meu aliado. Impedindo que outros atacantes se aproximasse pelas laterais expostas de Allen, arremessando adagas em sua direção, ou mesmo cortando violentamente o ar a minha frente com minha própria adaga buscando afastar os atacantes. Deixaria que Allen fizesse a linha de frente e buscaria oportunidade para atacar oponentes que ele estivesse pressionando para dar-lhe a vantagem para finalizar, ou eu própria finalizar caso fosse essa a oportunidade. Nesse caso buscaria ataque fatais, mirando na direção da garganta ou peito dos palhaços.

Acreditava, pelo que eles disseram, que sua intenção era nos capturar e levar para algum lugar, então era provável que iriam nos querer vivos e bem, assim sendo supunha que tentariam nos capturar sem causar algum ferimento grave, então caso algum palhaço se aproximasse eu poria a frente meu braço desarmado tentando abrir a distância entre mim e o atacante e para o caso dele tentar me segurar fazer isso no braço que eu não possuísse minha adaga, para que no momento que/se fosse agarrada pudesse contra-atacar com a adaga para me libertar.

Esse era o plano inicial, após conseguir abrir quem sabe um caminho continuaria correndo em direção ao centro da cidade contando com Buzzer para manter os perseguidores afastados e mantendo a estratégia de proteger Allen.

Mas no entanto, era possível que não tivéssemos a chance de nos reunir para correr, assim eu optaria por uma posição mais defensável, e puxaria K para avançar na direção da casa aberta, ou estabelecimento mais próximo, de modo a obrigar os atacantes a entrar pela porta e não há vir de todas as direções. Para esse plano era provável que tivesse de entrar em combate com algum dos trios de palhaços. Então falaria com o relâmpago, que era o que devia estar mais próximo de nós naquele momento.

– Vamos praquela casa, tentamos sair pelos fundos, ou ao menos os afunilamos. – essa era uma daquelas situações onde o inimigo de nosso inimigo vira nosso aliado, não era o ideal, mas era o que eu sentia que podíamos arranjar.

No confronto, que nesse caso esperasse que fosse 3x3 eu atacaria por um dos lados, fazendo um trajeto circular para forçar o trio de oponentes a se ver cercado por nós três, prensados contra a parede das construções. Avançaria correndo em velocidade máxima e saltaria na direção do opoente virando um mortal frontal, para bloquear momentaneamente a visão de meu ataque pelo movimento giratório. Nesse momento, assim que o movimento estivesse completo eu arremessaria uma das adagas, caso as tivesse, ou daria mais um pulo reto para frente na forma de um mergulho tentando cravar a adaga no abdome de quem quer que fosse o meu alvo.

Caso fosse atacada por socos e chutes eu tentaria esquivar , movimentos curtos que não me obrigassem a abrir a distância de meu oponente. Passos para o lado, ou apenas tirando a parte mirada da frente do golpe com um giro rápido de pés. Caso tentassem me agarrar eu agiria como anteriormente planejado, evitando apenas que conseguissem imobilizar o meu braço com a arma e contra-atacando logo em seguira com a adaga na direção do oponente, talvez do pescoço, ou na direção das costas caso o mesmo tivesse me “abraçado”.

Uma vez dentro da casa a prioridade seria proteger o perímetro, enquanto pedia para K verificar se haveria alguma portas as fundos.

– K, veja se temos como sair, e você fica comigo, precisamos deixar a frente limpa pros outros nos alcançarem, a menos que não se importe com seus amigos.

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MensagemAssunto: Re: Outlander!   Outlander! - Página 2 EmptyTer 15 Mar - 20:04


Aquele grupo de ''alvos'' de uma misteriosa gangue de mascarados começava a recuar e aos poucos se juntavam no centro daquele cerco. Adallin aproveitava aquilo para pedir facas de arremesso para Van, que assentia e lhe entregava de imediato em mãos três de suas armas. Enquanto recebia as facas, a jovem ainda indagava algumas palavras para o líder da gangue, tentando confirmar suas suspeitas.

- Do que está falando? Eu faço isso por diversão. - Ele se perdia em gargalhada sem motivos e logo ergueu a mão para executar um sinal discreto com a mesma. Com isso, os palhaços começavam a se aproximar, dessa vez revelando suas armas... Carregavam consigo porretes, bastões e soqueiras.

Ao ver aquilo, Adallin lançava breves palavras para Van e logo arrancava abruptamente em direção ao seu companheiro espadachim. Assim que chegou ao seu lado, o puxava e mantinha sua mesma velocidade, o obrigando a também começar a correr. Ao ver aquilo, seu grupo se ligava e logo a acompanhava, correndo em direção a uma das rotas de fuga.

Allen e Adrenaline seguiam na frente, Mcqueen, Adallin e Van seguiam no meio e Buzzer agia junto a Berg para cuidar da retaguarda.

Os palhaços tentavam se mover para adaptar-se à situação, tentando fortalecer a formação daquele lado o mais rápido possível. Mas, no fim, ficaram apenas seis palhaços para pará-los. Allen movia sua espada com força, dilacerando a carne dos oponentes que se colocavam em sua frente entes mesmo de suas armas o tocarem. Quando armas se aproximavam dele, Adallin ignorava as laterais para aproveitar a distração e avançar contra o oponente que o atacava. Buzzer e Berg não tinham problemas em limpar a retaguarda com seus ataques letais a distancia. Além disso, Van era fundamental para proteger todos dos ataques que eles não conseguiriam evitar quando estavam ocupados em suas execuções de ofensivas.

Quando Allen cansou, ainda tinham quatro palhaços que insistiam em manter-se na frente, mesmo que estivessem feridos. Foi ai que Adrenaline Boy entrou na frente imprudentemente, se alongando e exibindo um enorme sorriso no rosto. - Ora... - Ele posicionava o punho atrás do corpo, preparando um soco. - ORA, ORA, ORA, ORA, ORA, ORA... - O que parecia ser apenas um soco, revelou-se ser uma sequencia ágil e esmagadora de socos. Cara ''ORA'' indicava mais um golpe do jovem lutador de sotaque estranho que ia derrubando todos os palhaços que se atreviam a entrar em sua frente - ORA, ORA, ORA, ORA, ORA!!! - No fim daquilo, o loiro baiano estava exausto, mas conseguia deixar o caminho livre para continuarem o caminho para a fuga.

Tinha uma diferença essencial que era o real motivo deles estarem com toda aquela vantagem: Eles estavam atacando para matar, ao contrário daqueles estranhos.

- Conseguimos! Acabamos com esses insetos!! HAHUAHAHA

Era confortante estar mais uma vez livres, mas eles tinham esquecido uma coisa... Aqueles palhaços haviam tentado capturar o trio de piratas uma vez, e saíram perdendo por terem subestimado demais eles. O líder havia declarado que dessa vez a história seria diferente e ele não estavam mentido... Isso se tornava claro quando um objeto passava por eles e se chocava no chão, liberando uma explosão seguida de um flash de luz que acabava por cegá-los. Adallin acabava se chocando com algum de seus aliados e caindo no chão, assim portanto se vendo obrigada a  parar de correr... Não só por causa da queda, mas também por que por algum motivo suas pernas estavam trêmulas e ela se sentia uma certa fraqueza e sonolência.

Quando recuperou a visão, percebeu que estava envolta por uma fumaça de cor amarelada. E então sua ultima visão antes de perder a consciência foi a da mascara do líder da gangue.

Assim que acordou, não conseguiu reconhecer o lugar. A primeira vista parecia ser uma espécie de calabouço. Seus pertences não estavam mais com ela, só havia sobrado sua raiz em seus bolsos. Sentia dor em seu olho graças ao soco que recebeu ante e seu corpo ainda estava com os movimentos comprometidos, mas ainda conseguiria andar mesmo que com certa dificuldade. O lugar era mal iluminado, possuía apenas uma fraca luz no centro, que iluminava um armário posicionado logo embaixo. Ao olhar ao redor, Adallin poderia ver entre a escuridão todos seus companheiros de antes jogados no chão, desacordados. Além dela, havia mais um homem enorme e gordo e uma criança acordados.

- De novo... Terei que passar por isso de novo... - Ouviu a criança falar.

Caso Adallin fosse analisar o armário, já na porta ela encontraria um bilhete com os dizeres:

Citação :
''Bem vindos ao meu jogo. Aproveitem, vocês terão milhares de espectadores assistindo vocês daqui a pouco! Deixem os pensamentos negativos de lado e imaginem o lado bom... Aqui você poderá se divertir, ganhar fama e dinheiro! Onde mais seria melhor para a sociedade atual?

Aqui, o principal objetivo é sobreviver à minha crueldade e à crueldade de meus subordinados. O objetivo secundário é chegar ao final, pois se você for ambicioso o bastante para continuar aqui até o fim desse filme de terror, você encontrará uma alta recompensa por isso...

Enfim. Em seu braço, você encontrará um número e uma cor. Esse número significa qual é o grupo que você pertence e a cor... Bom, vocês saberão no momento certo.

No meio do caminho, vocês poderão encontrar baús com utilidades...

Ah! E se duas pessoas de seu grupo morrerem, se considerem fodidos. Uma roleta rolará e quanto maior for o numero tirado por ela, maior o perigo que aparecerá para vocês.

Espero ansiosamente pelo inicio desse jogo!

Com amor, Brish A. Pyruett

Em seu pulso, Adallin encontraria uma tatuagem com o numero 24 e a cor vermelha.

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MensagemAssunto: Re: Outlander!   Outlander! - Página 2 EmptyQui 17 Mar - 15:46


Adallin

A moléstia apenas torna-me mais forte.

Meu corpo esforçava-se inutilmente, arrastando-se pesadamente no chão de pedra, já minha mente clamava por socorro, em inúteis pedidos de ajuda. Era um medo que vinha de tragédias antigas, de uma vida onde eu já havia sido privada de minha liberdade e onde só após muitos anos de sofrimento, me consegui ver livre. E então tomada por desalento fui tragada para a escuridão, com uma única e terrível visão.

Minha boca estava seca quando acordei, meus olhos e minha garganta irritados e minha têmpora latejava. Gemi e me arrastei no chão, forçando-me a sentar enquanto meu corpo inteiro protestava.

– Onde estou? – perguntei, embora não tivesse soado diferente de um grunhido indistinto, pois minha garganta irritada em nada ajudava. Gemi de novo, quando por fim consegui-me por em pé e dali me arrastei em direção ao armário no centro do cômodo enquanto vagamente percebia as formas de meus outros companheiros e de outros mais no recinto, mas isso em nada melhorou o que eu sentia e ainda ler a carta só tornou tudo pior, fazendo crescer dentro de mim tanto raiva quanto desalento. Arrancaria então o bilhete e amassando-o poria no bolso.

Arrastar-me-ia dali em direção a Allen, aquele com quem eu me sentia ao mínimo um pouco a vontade. Meus pés soando pesados no chão do quarto. Junto a Allen me abaixaria e começaria a cutuca-lo.

[color] – Al.. gurr... gurr ... Allen? Gurrrr. Acorda? [/color] – Enquanto balançava-o procuraria ver em seu braço o que haveria gravado, e também me sentaria ao seu lado esperando-o se situar.

– Sei tanto quanto você. – responderia caso ele perguntasse algo de onde estamos ou semelhantes. [color=Orange] – Mas tenho a impressão de que não vamos ficar muito aqui. Enquanto isso buscaria a raiz em meu bolso, com expressão dura de desagrado passaria a encarar aquele nojo. Eu sempre postergava ao máximo, não desejando sentir aquela sensação, aquele gosto para não relembrar aquelas lembranças. Não era nessa raiz que eu inicialmente era viciada, era em uma maldita droga, a qual nunca vim saber o que era, essa raiz odiosa só venho a se tornar um paliativo, algo que consegue suprir a necessidade anterior. Um vicio por outro, foi a diferença entre o cativeiro e a liberdade e o que eu fiz? Me joguei de cabeça em um novo cativeiro.

Mordi.... Minha boca encheu-se do gosto amargo e forte da raiz. Até onde sabia poder-se-ia diluir uma pequena parte do pó dessa raiz em muitos litros de água e ainda seria possível sentir o gosto característico da mesma. Ela era um tempero, bem como base para remédios e em todas as formas que se deve ser usada costuma-se utilizar algo muito inferior ao que ingiro por vez.

Forçando-me mastigaria uma, duas, três vezes e então com a face contorcida em desgosto engoliria. Que nojo, mas infelizmente necessário, pois se diferente fosse eu começaria a tremer e já não mais seria dona do meu próprio corpo e isso certamente era pior. Tive sorte de ao menos me deixarem com a raiz.

Sentada onde estava encolher-me-ia, abraçando protetoramente meus joelhos e enfiaria minha cabeça em meus braços buscando alguma privacidade e algum conforto em meu intimo.

Mestre.... Que saudade que eu sinto dele. Ele tinha um bom senso melhor que o meu, com ele não teria caído nessa armadilha, mas se ele estivesse vivo certamente estaria decepcionado com a minha atuação.

Após algum tempo levantaria novamente a cabeça, não podia me dar o luxo de permanecer por muito tempo recolhida dentro de mim, precisava me concentrar, precisava viver e permanecer assim como sempre fiz. Sobreviver afinal é tudo que vem me importando nos últimos anos, não amigos, não conforto, não pessoas, tudo o que importa é me manter viva.

Por isso voltaria a raciocinar. Levantar-me-ia com algum esforço e caminharia até os outros, caso ainda estivessem desacordados, caso contrario apenas permaneceria sentada. Mas se tivesse levantado agiria igualmente fiz com Allen, buscando acorda-los e tentando ver que numero e cor eles tinham gravados em seus braços.

Minha preocupação era determinar se aqueles presos junto a mim pertenciam ao mesmo grupo, se seriam momentaneamente meus aliados, ou se seriam meus adversários. Como havia recolhido o papel eles não teriam como entender o que os números em seus braços significavam, a menos é claro que eu ou os outros dois que estavam acordados antes de mim dividissem a informação.

Caso fossemos todos do mesmo grupo eu voltaria a me sentar ao lado de Allen e lhe entregaria o papel.

– Achei isso no armário. – caso não tivesse conseguido determinar se todos pertenciam ao mesmo grupo, mas ao menos tivesse visto que Allen era eu entregaria o papel igualmente, caso contrario não o faria e permaneceria calada sobre as instruções.

Algum tempo depois me levantaria mais uma vez e seguiria em direção ao armário novamente, vasculhando agora o restante do mesmo a procura de algo mais, pegando para mim caso achasse útil.

Ao fim de tudo, caso ainda não tivessem nos chamado para esse tal jogo mortal e caso ninguém mais tivesse perguntado e se tivesse certeza de pertencermos todos ao mesmo grupo eu diria:

– Você disse que já esteve aqui antes? – direcionaria a pergunta ao garoto. – Sabe nos explicar algo mais? – tentava me manter calma durante toda a interação, mas me conheço melhor do que ninguém para saber o quão temerosa eu realmente estava.





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MensagemAssunto: Re: Outlander!   Outlander! - Página 2 EmptyDom 20 Mar - 23:03


Assustada, Adallin guardava aquele papel em seu bolso e seguia até seu ''amigo'' para que pudesse tentar acorda-lo de uma maneira um tanto quando... Engraçada. - Al.. gurr... gurr ... Allen? Gurrrr. Acorda? - Ela o chacoalhava, como uma criança acordando os pais após ter um pesadelo.

- Gurrr? - Ele despertava aos poucos, mas sorria com aquilo. Seu sorriso deu lugar a uma expressão de dor, quando ele percebia os efeitos colaterais do gás. - Onde estamos? - Ele dizia, com a voz fraca.

Ela respondeu com subjetividade e logo tomou em mãos sua amada e ao mesmo tempo tão odiada raiz. Ela ingeriu um pedaço, sentindo aquele gosto preencher sua boca e garganta de uma forma nada agradável. Mas foi graças a isso que seu bem estar mental melhorou e os efeitos colaterais do gás sumiram, graças as propriedades da raiz. Mas em troca, ela sentia seu estômago embrulhar... Tinha ingerido a semente muitas vezes num dia só e aquele era o primeiro sinal.

Eles estão desacordados? Ué, aproveita e elimina eles, Adallin. - A jovem o ignorava e apenas encolhia-se, abraçando seus joelhos e deixando se perder em suas lamentações. Lágrimas rolavam pelo seu rosto, o que fez Allen forçar-se a se levantar e aproximar-se dela. - O que houve? Eles fizeram algo com você? - Ele perguntava, confuso ao vê-la agir daquele modo sensível. Não demorou para que ele se afastasse, resmungando e deixando claro que eliminaria os piratas para que pudesse pegar a recompensa por eles.

- Espera! Não faça isso! - A criança se aproximou desesperadamente. - Você não leu o papel do armário? Se você os matar estamos ferrados.

- Papel? - O espadachim parava, confuso.

Adallin havia posto o bilhete em seu bolso ante e, ao ouvir aquilo, finalmente reagia e saia de seu estado deprimente para que pudesse se aproximar para participar. Ela se aproximava dos outros e tentava sem sucesso os acordar. Então com aquilo só pôde checar a tatuagem no braço de todos... 24 e a cor vermelha. Todos seus conhecidos ali pareciam ser do mesmo grupo que o dela.

A jovem seguia até Allen e lhe entregava o bilhete, especificando que havia encontrado ele no armário.

- Um... Jogo? Então todos aqui são do mesmo grupo? - Allen perguntava suas primeiras dúvidas.

- Talvez sim, talvez não... Pode ser que alguém aqui tenha o número diferente dos demais... - O garoto respondia.

Adallin seguia ao armário, para investigar seu conteúdo. Lá ela encontrava uma máscara, uma lanterna, um lampião de óleo e um isqueiro. Allen vinha logo atrás, curioso por seu conteúdo e mostrava interesse em ficar com a lanterna. Cabia a ela decidir se entregaria ou não... Mas antes de dar sua resposta, ela tentou tirar alguma informação do garoto.

- Sim, já estive. Esse jogo as pessoas veem um cenário favorável para libertar a loucura. Os grupos são compostos por civis, Caçadores, piratas e até mesmo marinheiros... Uma combinação perfeita para uma matança. Bom, se vocês forem piratas, preparem-se para arranjar vários inimigos logo de cara. - Naquele momento, eles ouviram um clique e logo as portas e as grades que os mantinham ali eram abertas, dando passagem a um corredor. A fraca luz que iluminava a sala era apagada e, naquela altura, todos os integrantes daquela cela já haviam despertado, mas ouviam aquilo em silencio.

- E nossas armas? - Allen o interrompeu para perguntar mais um dúvida.

- Existem várias armas espalhadas por esse lugar, mas o lugar mais fácil de você encontrar alguma coisa é no fim do corredor dessa porta que abriu agora ou dentro de baús. Agora, prosseguindo... Nossos inimigos não serão só os perigos desse lugar ou os subordinados do organizador desse jogo. Os outros grupos podem nos matar em busca de nossas cabeças ou simplesmente por prazer. Então preparem-se para entrar em qualquer buraco caso seja necessário uma fuga. Mas não deixem os aliados para trás, pois eles não estão brincando sobre isso de dois de nós morremos. E também... Quanto a mim... Bem, eu consegui escapar, mas foi por pura sorte. - Ele começava a chorar, sem conseguir começar a contar sua história. Talvez ele pudesse contar se Adallin esperasse ele se recompor.

Naquele momento, eles conseguiriam ouvir uma grande agitação no corredor, com várias pessoas andando em fila nele. Se Adallin decidisse ir até o corredor, veria que ele aparentava mais ser um túnel. Ele era estreito e bem iluminado, cabendo apenas duas pessoas lado a lado. O fluxo das pessoas era lento e até ali era possível ver o começo de algumas rixas e troca de farpas. Apesar de que as placas indicavam o caminho que quase todos decidiam seguir, havia a possibilidade de ir contra o fluxo das pessoas e seguir para o lado contrário ou até mesmo entra em buracos no fim de algumas bifurcações daquele corredor.

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