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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Crônicas dos Mares - Escrevendo o Destino

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AutorMensagem
ADM.Tidus
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MensagemAssunto: Crônicas dos Mares - Escrevendo o Destino   Crônicas dos Mares - Escrevendo o Destino - Página 2 EmptySeg 15 Fev 2016, 21:18

Relembrando a primeira mensagem :

Crônicas dos Mares - Escrevendo o Destino.

Aqui ocorrerá a aventura do(a) civil Baranor Flyleaf. A qual não possui narrador definido.


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AutorMensagem
Baranor
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MensagemAssunto: Re: Crônicas dos Mares - Escrevendo o Destino   Crônicas dos Mares - Escrevendo o Destino - Página 2 EmptySeg 22 Fev 2016, 16:11

Aceitando o trabalho


O clima em cima já estava tenso com as nuvens negras cobrindo o céu que outrora era azul, na praça central de Dawn as pessoas se aglomeravam para ver o embate entre o taberneiro enfurecido e o jovem pescador que ao que tudo indicava havia saído do bar sem pagar a conta. Apos tomar um poderosíssimo soco no queixo, o jovem ainda tinha forças para se levantar e proclamar um discurso sobre sua divida com o dono do bar. O que parecia era que outro homem havia feito uma divida e deixado para o pobre rapaz pagar. Mas a pronuncia do nome deste homem mudou um pouco o rumo da briga.

- Espera, você disse Mark? - Como você sabe sobre ele, e porque você saberia sobre ele? - Disse Whey, perdendo a expressão de fúria e ganhando uma tom de preocupação e angústia.

- Sim foi o que eu disse, Mark era o homem de capa e cartola que me abordou no bar e me disse para encontra-lo aqui, porem ele sumiu e me deixou com essa divida com você. - Responderia, já me sentiria um pouco aliviado por parecer que o embate terminaria ali.

Enquanto isso a multidão que alguns instantes parecia interminável, agora aos poucos se dispersava e salvo alguns cidadãos que ainda insistiam em incitar que a luta acontecesse, gritavam vários tipos de insulto, os que mais soavam eram homens frouxos, alguns mais exaltado gritavam "Porrada, Porrada" como que com isso fossem fazer Whey lembrar o que realmente começara ali. Porem quando o taverneiro abriu sua boca para dizer algo, tudo que saiu dela foi um convite para que o jovem o acompanhasse até seu escritório no bar.

"Bom, pelo menos escapei da surra, agora o que será que esse tal de Mark tem de tão especial com o Whey para faze-lo desistir de me matar e esquecer (ou não) os 10 mil berries. Terei que entrar lá e descobrir, mas pelo menos estou inteiro, por hora" - Pensaria enquanto caminharia com Whey de volta ao bar.

No caminho ao escritório de Whey, acabei passando ao lado de Mellys, a qual agora tinha um ar de desapontamento e ódio pelo ocorrido a pouco na praça. Acho que para ela a saída mais obvia e divertida seria eu ter levado uma surra e não ser convidado a ir de volta ao bar pelo enfurecido taverneiro. Apenas me ateria a olha-la e soltar uma leve piscadela com o olho esquerdo ao passar, algo que soasse como "Não foi dessa vez, baby" e continuaria meu caminho ao lado de Whey.

Agora dentro da taverna, claramente mais calma e vazia espero que o taverneiro me guie para seu escritório, mas antes disso ele para para dar uma ordem a um funcionário seu
- Fenor, continue tomando conta de tudo, tenho assuntos sérios a tratar com esse pivete. ordenou. - Si, si, Sim, senhor, chefe! - respondeu o subordinado, como medo da expressão de Whey.

"Pivete, ainda sou tratado como bandido" Pensaria enquanto balançaria a cabeça suavemente de um lado para o outro em tom de desaprovação pelo termo usado para se referir a mim.

Já dentro dos aposentos de Whey, sento-me em uma cadeira que se localiza de frente para grande mesa de mármore, onde do outro lado se encontra uma cadeira alta de ferro que apesar do material que era feito, tornava-se aconchegante devido as plumas que a revestia. Whey sentou-se nela e após apoiar seus cotovelos sobre a mesa e unir suas mãos na altura de seu queixo ele começou a falar me encarando.

- Mark era irmão de Rob, que foi morto há cerca de um ano, quando houve um assalto em um centro comercial não muito longe daqui e Rob teve a infelidade de estar no caminho dos ladrões. Mark, estava junto, porém conseguiu e salvar. Desde então, Mark disse que sabe que o matou e devido ao seu orgulho, não aceitou qualquer tipo de ajuda e sumiu.

"Bom isso faz sentido, já que ele me disse que era um caçador de recompensas e que a Mellys era uma pirata. Ao que parece ele não mentiu sobre tudo, mas vamos ver onde vai dar essa historia" - Pensaria enquanto escutava atentamente as palavras do taverneiro sobre o passado do suposto caçador.

- E olha só, os dois irmãos eram meus melhores clientes e amigos e eu não o vi por aqui, do contrário reconheceria imediatamente. Como você o conhece? - perguntou na esperança do jovem ter alguma resposta milagrosa.

- Bom, como lhe disse agora pouco na praça, meu contato com ele ocorreu pela primeira vez dentro do seu bar. Estava me dirigindo até o balcão para reclamar da bebida como fora desafiado por Mellys, quando fui abordado por este homem que se apresentou como Mark e que me disse que era um caçador de recompensas. Ele apenas me alertou para não fazer aquilo e falou que não havia tempo para me explicar nada naquele momento e que era para encontra-lo do outro lado da praça, onde você me encontrou. O resto sobre quem supostamente ele é, vim saber de você agora - Diria para o taverneiro, tomando cuidado para não me expressar errado ou ser mal interpretado, já que ele demonstrava ter tendencias a bipolaridade, como havia demonstrado no episodio da praça.

- Veja bem, você tem duas forma de quitar sua dívida comigo: ou trabalha de graça para mim por um mês ou ache Mark e me deixe feliz com isso. - Seria a proposta feita pro Whey para quitar a divida de 10 mil berries ou seja lá o que estava me cobrando.

"A segunda opção é a melhor alternativa, continuo com a minha liberdade, fico sobre as ordens de Whey e ainda vou poder ir atras do tal do Mark, se esse for realmente seu nome. Acho que é a melhor coisa a fazer nesse momento." - Estaria ainda divagando a respeito das duas propostas oferecidas, quando o taverneiro voltou a falar.

- Há alguma coisa que queira me perguntar antes de se decidir, jovem? Quando estiver decidido, comece imediatamente! - disparou Whey!

- Aceito a segunda opção senhor! - Responderia de bate pronto - Porem, tenho algumas coisas que quero saber antes de sair daqui e ir atras desse suposto Mark. 1 - Quem atendeu ele na taverna esta tarde? Pois se você me disse que teria o reconhecido, suponho que não tenha sido você a atende-lo. - Começaria a falar, enquanto ajeitava o corpo para frente, ficando mais perto de Whey. - 2- Se foi você quem o atendeu, porque não o reconheceu? Como era o Mark que você conhecia e como era este desta tarde? Preciso que me diga características marcantes. 3- Se o tiver atendido, fora ele mesmo que lhe informou que eu pagaria a conta? Ou algum funcionário ou alguém o comunicou sobre isso? - "Se for alguém, minha suspeita cai sobre Mellys e o careca" - Pensava enquanto continuava com as perguntas - 4- Como era Rob, como morreu e como ele chamava o Mark? e a 5- mas não tão menos importante, qual era o estilo ou arma que ele costumava usar e onde costumava ficar? Quero saber disso tudo antes de poder partir, mas garanto a você que assim que sair daqui, irei em busca desse homem e o trarei aqui para sabermos se ele é ou não o Mark que você procura. - Diria isso me levantando e apoiando as duas mãos sobre a fria pedra de mármore da mesa de Whey, enquanto o encararia esperando suas respostas.

Assim que tivesse tudo esclarecido, deixaria a taverna, agora praticamente vazia, salvo alguns fregueses que estavam de saída enquanto o funcionário de Whey, Fenor limpava as mesas já vazias. Não havia sinal de Mellys ou do careca que estava com ela durante minha confusão na praça. O primeiro lugar a ir seria o que Whey tivesse me informado como sendo o local onde Mark e Rob costumavam ficar, mesmo sendo noite já, poderia passar por lá para no dia seguinte verificar com mais calma. Caso não houvesse tido esta informação com o taverneiro, iria até o hospital que se encontrava do outro lado da praça. A principio iria até la com a desculpa de verificar o estado do meu queixo que fora atingido por Whey naquele soco que todo mundo viu, mas a intenção seria verificar se o homem de capa e cartola não havia aparecido por lá para cuidar de algum ferimento, ou até mesmo o careca amigo de Mellys poderia estar no hospital e saber de alguma coisa a respeito do suposto Mark, iria me dirigir até o quarto indicado ou tentar saber onde ele(s) se encontrava(m) no hospital, iria tentar persuadi-lo(s) a conversar comigo, não importando qual dos dois achasse, o modus operandi seria o mesmo. Se não houvesse nenhum sinal dos dois homens por lá. Me dirigira ao cais, afinal tanto caçadores quanto piratas devem possuir barcos e quem sabe não daria a sorte de encontrar o de algum dos dois. Por hora seria essas as alternativas que teria em mente para quando deixasse a taverna e me aventurasse na noite de Dawn.
Objetivo:
 

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MensagemAssunto: Re: Crônicas dos Mares - Escrevendo o Destino   Crônicas dos Mares - Escrevendo o Destino - Página 2 EmptyTer 23 Fev 2016, 17:56

Carue ou Marinha?


Baranor aceitou a segunda opção, ir à caça de Mark. Aproveitou a deixa de Whey para fazer diversas perguntas. Por essa ele não esperava, a cada pergunta os olhos de Whey se dilatavam, deixando-o furioso e ao final de todas as perguntas, desceu um belo murro na mesa de mármore, apavorando o jovem pescador.

- Escuta aqui, fedelho de merda, era pra você tirar dúvida e não fazer uma sabatina! Pois bem, responderei o necessário, a contra gosto. Mark não tinha nenhum apelido. Até onde se sabe, Rob e Mark sofreram um assalto e não tinham dinheiro para dar os ladrões e o primeiro foi baleado e não resistiu aos ferimentos antes de chegar ao hospital. O lugar que eles mais frequentavam era o porto ao sudoeste da ilha, lá é saída dos navios e rota para Organ Island, onde os irmãos tinham o sonho de buscar algo maior para suas vidas. Mark e Rob eram os melhores alfaiates da cidade, e reconhecidos em diversas ilhas por seus trabalhos impecáveis. - Whey então fez uma pausa, respirou fundo e encarou Baranor para responder a última coisa. - Mark usando arma? Kyakyakyakyakya - uma baita risada bizarra surge, confirmando sua bivoltagem -, o máximo que ele conduzia eram seus alfinetes, que não assustavam nem criança. Chego até a duvidar se você realmente conhecia Mark. Mas agora que aceitou a missão, vá! E não volte sem resultado, ou te encherei de porrada e farei você trabalhar de graça para mim! - finalizou após um longo monólogo explicativo.

Antes de sair do recinto, Whey puxa de sua gaveta, na mesa de mármore, um pingente com o símbolo do timão prateado. Explicara que foi Rob quem o deu anos atrás dizendo que trazia sorte e desde então adotou o formato como logomarca da taverna. Baranor pegou de sua mão e fechou o punho com muita força, proferiu algum pensamento desconhecido e pois o pingente em seu próprio pescoço.

Fora da taverna, notava-se que estava muito escuro, a praça vazia, o que seria um mistério. Por que a principal praça da cidade era vazia e com alguns postes de luz queimados? Só trafegava ali quem realmente precisasse, ou seja, a praça estava semideserta e nada segura para se locomover. Aliás, por que a Marinha, tão presente na ilha, não estava patrulhando a região?

Baranor, distraído como sempre, até chegou a pensar em ir ao hospital para checar seu queixo e buscar informação de Mellys e seu capanga. Mas se esqueceu ao pensar no que Whey havia lhe dito - "Rob, pingente, sonho, porto, Organ Island, sudoeste" -, e partiu em direção ao sudoeste. No entanto, seu corpo pesava de cansaço e fome. Após andar dois quarteirões, observou o letreiro de esquina TÁXI CARUE 24h.

Tabela:
Viagem de ida - 5 mil berries
Aluguel por 24h - 10 mil berries - o atraso na devolução do carue implica na multa diária de 5 mil berries.


O jovem sabia que chegar a qualquer extremo da ilha demoraria cerca de três horas a pé e ao tempo que observava a placa e pensava no trajeto, um alto som de tiro seguido de gritos surgem ao leste, alguns homens da marinha podiam ser vistos de costas correndo em direção ao disparo. Um homem sai correndo de uma rua menor pedindo por socorro, passando por Baranor; ele confirmava que viu piratas assaltando e matando as pessoas de onde vinha. Ele não estava aparentemente ferido, mas chorava como quem tivesse encarado o demônio.

Baranor irá seguir qual instinto? Alugar um Carue e seguir para o sudoeste? Averiguar o que estava acontecendo na região do tiro? Ou procurar um lugar para comer e dormir, pois estava com o corpo fraco e sonolento?
Histórico:
 

Off:
 

____________________________________________________

Narração|Flashback|Fala|Pensamento|NPC
Objetivo Principais:
 
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"In sight without mercy"
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MensagemAssunto: Re: Crônicas dos Mares - Escrevendo o Destino   Crônicas dos Mares - Escrevendo o Destino - Página 2 EmptyTer 23 Fev 2016, 21:53

Caçador, piratas e marinha... Um dia longo

Após a enxurrada de perguntas sobre Whey, esperava por sua resposta com as mãos apoiadas sobre a pedra de mármore da sua mesa. Se ia sair à caça de um possível caçador de recompensas, tinha que saber algumas coisas e locais onde checar. Mas as respostas não vieram bem do jeito como havia planejado, ao que aparentava as minhas várias perguntas haviam irritado o taverneiro, ou poderia só ser mais um surto da sua possível bipolaridade, não sei ao certo, mas o concreto é que ele deu um murro na mesa antes de começar a me responder. Devo dizer que fiquei um pouco tenso com a reação.

- Escuta aqui, fedelho de merda, era para você tirar dúvida e não fazer uma sabatina! Pois bem, responderei o necessário, a contragosto. Mark não tinha nenhum apelido. Até onde se sabe, Rob e Mark sofreram um assalto e não tinham dinheiro para dar os ladrões e o primeiro foi baleado e não resistiu aos ferimentos antes de chegar ao hospital. O lugar que eles mais frequentavam era o porto ao sudoeste da ilha, lá é saída dos navios e rota para Orange Island, onde os irmãos tinham o sonho de buscar algo maior para suas vidas. Mark e Rob eram os melhores alfaiates da cidade, e reconhecidos em diversas ilhas por seus trabalhos impecáveis. - Ele pausou e respirou fundo para concluir a última resposta - Mark usando arma? Kyakyakyakyakya - A prova de que ele realmente possuía algum distúrbio psicológico, no caso a bipolaridade - O máximo que ele conduzia eram seus alfinetes, que não assustavam nem criança. Chego até a duvidar se você realmente conhecia Mark. Mas agora que aceitou a missão, vá! E não volte sem resultado, ou te encherei de porrada e farei você trabalhar de graça para mim! - Finalizou após um longo monólogo explicativo.

Depois dessa bizarra cena de transtornos mentais e as explicações que havia pedido, me preparava para sair da sala quando Whey começou a mexer em uma das gavetas da sua mesa. De lá ele retirou um pequeno pingente que era um timão prateado, o mesmo que podia ser visto na fachada da taverna ao lado do letreiro Skull’s Pub. O taverneiro me explicou o porquê de o símbolo do seu bar ser um timão prateado, ao que tudo indicava ele havia ganhado esse pingente de Rob e o mesmo lhe dissera que lhe daria sorte. Ao pegar o pingente, fechei minha mão o mais forte possível, sabia que aquilo me daria certa ajuda para andar por aí – ou assim esperaria – afinal era o símbolo de que estava sob as ordens de Whey, o taverneiro. Pensaria também que com aquilo poderia atrair o suposto Mark, se ele realmente fosse quem dizia ser, iria reconhecer o pingente e conhecer a história por trás dele.

“Espero que essa pequena joia possa me ajudar e vir a me proteger em alguma determinada situação de perigo. Só Deus sabe o que encontrarei revirando essa história de roubo e assassinato, e sem falar que talvez o cara que eu procure nem seja esse alfaiate bonzinho que o ele pintou. Mas o trabalho foi aceito e o que tenho que fazer e conclui-lo o mais rápido possível. Afinal, o Whey me mata se eu não o fizer”. Pensaria e enquanto saia da taverna rumo a noite de Dawn.

Já do lado de fora da taverna, notaria como era escura a praça central onde logo mais cedo tudo isso tinha começado. Alguns postes encontravam queimados o que contribuía ainda mais para a escuridão lá e ao que parecia, não havia um marinheiro fazendo a ronda por ali, o que ajuda a compor o cenário suspeito e propicio para crimes naquela região. Algumas pessoas se atreviam a andar por ali, mas ao que parecia, precisam utilizar aquele caminho e se arriscar em meio a escuridão, mas como felizmente essa rota não fazia parte dos meus planos, acabaria deixando de lado essa situação, mas não sem acha-la estranha e completamente incomum.

Depois de ter notado esse cenário pouco comum, meu pensamento vagueou em ir ao hospital verificar a situação do meu queixo que fora atingindo pela manhã e assim procurar por Mellys ou seu comparsa por lá, mas as palavras de Whey sobre Rob e o pingente que agora se encontrava pendurado em meu pescoço me fizeram desistir dessa ideia e colocaram meus pés a caminho do sudoeste da ilha, onde se encontrava a saída dos navios para a rota de Orange Island. Porem um barulho me fez parar. O barulho do meu estomago que resmungava por comida.

Olharia para minha barriga e diria para ela – Esqueci de você, passei o dia todo metido nessa história de Mark e Rob que nem me alimentei direito. – Olharia ao redor e continuaria andando rumo a sudoeste – Agora Já é tarde da noite e não deve ter nada aberto para eu poder fazer uma refeição descente, se voltar a taverna pedindo comida o Whey vai me moer de porrada. O que mais poderia fazer agora. – Soltaria um bocejo enquanto pararia diante de um letreiro onde se lia – TAXI CARUE 24h e junto havia uma tabela com preços:

Viagem de ida - 5 mil berries
Aluguel por 24h - 10 mil berries - o atraso na devolução do carue implica na multa diária de 5 mil berries.

“Posso ter economizado lá no bar, fugindo da dívida de 10 mil berries, mas não acho que contratar um carue agora seja a melhor saída, preciso mesmo é comer e dormir. Quem sabe amanhã não volto aqui e pego essa viagem de ida, afinal eu não vou estar afim de andar por 3h para chegar ao porto a sudoeste”. Pensaria, enquanto ficaria parado em frente a tabela de aluguel do taxi.

Enquanto me encontrava nesse pequeno transe devido ao sono e a fome, um barulho rompeu o silencio da noite, o som vinha do lado leste de onde eu me encontrava. Olharia naquela direção e poderia ver alguns homens da marinha correndo para o local de onde havia ocorrido o disparo. A cena seguia e de repente um homem surgia correndo de uma rua menor gritando por socorro, aparentemente sem ferimentos, mas aos prantos e em seu olhar via-se uma expressão de horror, de quem tinha encarado um demônio ou algo do tipo. Ele confirmava que haviam piratas por lá e que estes estavam assaltando e assassinando pessoas.

“Bom, não seria sensato eu ir até lá, ainda mais nessas condições, mas pode ser que esses sejam os mesmos piratas que mataram o Rob ou pode ser o bando da Mellys. Mas nessas condições que me encontro, nada poderia fazer. Vou mesmo é procurar um lugar seguro para comer e dormir e amanhã procuro saber do acontecido antes de partir para o porto a sudoeste” – Pensaria enquanto via o homem correndo e pedindo socorro – “ Mas antes de procurar abrigo vou tentar tirar alguma coisa desse cidadão”

Correria atrás do homem em prantos e o seguraria pelos braços dizendo: - Senhor, acalme-se senhor. Poderia me dizer o que aconteceu lá. A que bando pertencem e quantos são? O senhor reconheceu alguém?

Tentaria tirar alguma informação, um nome, uma característica ou até mesmo a quantidade de pessoas que eram e depois o deixaria ir. Depois iria na direção contraria ao ocorrido, para me manter o mais distante possível e procuraria por alguma pousada ou hotel que tivesse vaga. Pediria um quarto e uma refeição que de preferência fosse entregue no quarto. Assim que o serviço de quarto deixasse a comida, trancaria as portas e janelas e tentaria dormir. Na manhã seguinte pretendia acordar bem cedo, comeria alguma coisa, pagaria as despesas e iria ver os estragos feitos pelos piratas antes de ir tomar o carue para o porto noroeste atrás de Mark.
Objetivo:
 

OFF:
 

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MensagemAssunto: Re: Crônicas dos Mares - Escrevendo o Destino   Crônicas dos Mares - Escrevendo o Destino - Página 2 EmptyQua 24 Fev 2016, 17:44

Perigo! White Shark aparece


- Senhor, acalme-se senhor. Poderia me dizer o que aconteceu lá. A que bando pertencem e quantos são? O senhor reconheceu alguém? - disse o pescador conseguindo segurá-lo pelo braço após correr uns 100 metros atrás do homem assutado.

- M..m...Monstros! - disse assustado. - N..na...não sei quantos são, e..el..eles não são dessa ilha. Cerca de cinco deles, assaltando e matando. Quatro com arma de fogo e uma com uma espada. - finalizou. Baranor refletiu e acabou afrouxando o punho, deixando o homem continuar sua fuga por segurança.

Mesmo com toda essa informação, resolve procurar por algum lugar onde pudesse comer e dormir. Cerca de 200 metros dali havia uma pousada. Baranor bate a porta, mas estava visivelmente fechada. Ao pensar que não seria atendido, estava pronto para dormir na rua, até uma fresta na porta surge e um olho negro por entre a porta e a parede.

- O que quer? - disse resmungando. - Aqui só trabalhamos com hora marcada e fechamos o expediente às 22h. Mas vejo que você está necessitado. Por 10 mil berries você dorme e come o que sobrou da janta, e também pode tomar o café amanhã cedo.

Revelou-se uma senhora com aparência de 50 anos, meia estatura, com bobs na cabeça e trajando um pijama bem broxante, rosa desbotado. Seu bafo era tão forte que era perceptível que havia comido cebola na janta. Baranor então se acomodou nos aposentos da pequena pousada, e serviu-se duma bela refeição temperado com uma cebola estranhamente forte e ardida. Nada mais se ouviu durante aquela noite! Baranor conseguiu dormir com um bebê. De energia carregada, serviu-se de pães recheados e sucos naturais a vontade. Ao pagar a conta, Baranor preencheu uma ficha revelando seu nome e no crachá da velha chata a identificava como Kuka.

- Jovem! sou bem antiga aqui na região e sei que você não é daqui. Mas também senti que não é um pirata, por isso o deixei entrar. Escuta, caso seja um mero civil, fuja. Essa região é perigosa demais desde que a Marinha começou a receber propina para deixar essa região desprotegida. Kuka limitou-se nessas informações, com medo de falar deamis, e pôs o pescador para fora e desejou-lhe sorte em sua caminhada.

O dia estava bonito novamente, era em torno de 9h, ensolado e ainda com pássaros cantando. Baranor volta ao Táxi Carue e aluga um Carue por 24h.

- Fico feliz que tenha feito negócio comigo. Vai gostar muito desse Carue, é um dos mais rápidos. - disse o Sr. Toriko, dono do Táxi Carue. - Os comandos são simples. Diga e alto e em bom tom: "Corra", e ele correrá, diga "Pare" e ele parará. Para aumentar a velocidade, incline o corpo para frente, para diminuir puxe as rédeas e para fazer curvas incline o corpo para o lado desejado.

Baranor ficou bem feliz com a explicação, mas mal sabia que na prática as coisas não seriam como na teoria. Antes de partir, o jovem aproveitou para pegar informações com Toriko sobre o ocorrido de ontem a noite.

- Bem, não sei direito o que houve, mas desde que a Marinha deixou de proteger esse lugar... - disse cabisbaixo -, essa terra não é mais a mesma.

O diálogo então foi interrompido por um forte barulho de pé na porta - aquelas estilo de bar de velho oeste - e um grito ameaçador: - PARADOS, ISSO É UM ASSALTO! PASSEM O QUE TEM DE VALOR OU PAGUEM COM A VIDA!!! Um pirata desconhecido - acompanhado de dois capangas -, sem camisa, de grande porte e musculoso, empunhando uma espada longa de aço personalizado e com uma tatuagem no peito de um tubarão branco indicava o número 5.

- Quem é você? - Perguntou Sr. Toriko.
- Piratas da White Shark, se é que se importa em saber quem vai lhe matar.
- Eu estava na minha até agora porque não sabia com quem estava lidando, mas a minha privacidade vocês não vão destruir.
- Hahaha, matem-nos! - ordenou o pirata a seus capangas.
- Baranor, fique atrás de mim. - Ordenou Toriko.

Os dois capangas foram para cima de Toriko de mãos vazias e tentando-lhe acertar um soco cada um. Toriko dá um salto e cai com a sola de cada sapato nos rostos dos piratas, jogando-os para o canto do estaleiro dos Carues. O local da luta era fechado, cheio de palha e teto não muito alto. Os Carues não locados estavam protegidos aos fundos, o que daria uma certa tranquilidade para lutar. Toriko então revelou-se um lutador, além de comerciante. Ele tinha cabelos até o ombro, liso e preto. Trajava uma camiseta simples, branca e velha, além de uma calça jeans na mesma situação. Aparentava ter 30 anos.

- Agora é a sua vez, número 5.
- Eu sou Jambo! E sou um dos comandantes da minha tripulação! Ahhhhh!!! - gritou partindo com a espada em direção a Toriko.

Baranor se vê acuado e não consegue fugir, pois a entrada do estaleiro estava fechada pelo Jambo e os dois capangas que haviam sido jogados no canto, estavam se levantando e mirando a cabeça de Baranor. O suor começou a correr pelo corpo todo, um gelo na alma incomparável, mas só havia uma maneira de resolver o problema. Ainda em cima do Carue contratado, o pescador observa os dois homens correndo descoordenadamente para cima de si, assim como tentaram antes.

Ninguém percebe, mas uma sombra surge do lado de fora do estaleiro como quem tivesse tudo sob controle observando a situação

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MensagemAssunto: Re: Crônicas dos Mares - Escrevendo o Destino   Crônicas dos Mares - Escrevendo o Destino - Página 2 EmptyQua 24 Fev 2016, 20:10

Cebolas, carues e piratas... Começa um novo dia em Dawn

Ainda atordoado pela cena que acabara de acontecer, corro atrás do homem que havia passado por mim ao prantos e pedindo socorro, o seguro pelos braços e lhe pergunto algumas coisas sobre o que estava acontecendo. Em meio ao seu súbito estado de choque ele me responde:
- M..m...Monstros! - diz assustado. - N..na...não sei quantos são, e..el..eles não são dessa ilha. Cerca de cinco deles, assaltando e matando. Quatro com arma de fogo e uma com uma espada. - E termina sua narrativa.

Afrouxo as mãos e o libero para que se vá. "Depois dessas informações, só me resta mesmo encontrar um local seguro para passar essa noite, longe de mais confusão". Pensaria, enquanto caminhava na direção contraria ao ataque dos piratas e verificava onde podia me abrigar. Há 200 metros dali encontrava-se uma pousada e que poderia muito bem me acolher.

Apos bater insistentemente na porta e quase chegar a desistir e recomeçar a busca por um novo local para passar o restante da noite, a porta se abre levemente e pela fresta surge um olho negro e uma voz acompanha-o.

- O que quer? - diz resmungando. - Aqui só trabalhamos com hora marcada e fechamos o expediente às 22h. Mas vejo que você está necessitado. Por 10 mil berries você dorme e come o que sobrou da janta, e também pode tomar o café amanhã cedo.

"Ufa, pelo menos algo bom me aconteceu hoje". Penso enquanto a dona da voz esta abrindo o restante da porta para que eu possa entrar na pousada e quem sabe conseguir descansar após comer o que restou do jantar. Depois que a porta se abre por completo, a dona da voz se revela. Trajando um pijama que no minimo não era feito para as ocasiões mais românticas, pois a cor que outrora fora rosa, hoje se encontra desbotado, nos cabelos a mulher carrega bobs e pelo aroma que a mulher expelia pela boca, julgaria que comeria algo com cebola nesta sobra de jantar que me aguardava. Após me acomodar no quarto que me fora dado, me servi das sobras do jantar, que sem surpresa alguma, continha um tempero regado com uma cebola de gosto fortíssimo e ardência similar. Não houveram mais incidentes naquela noite, o que me fizera descansar tranquilamente. Pela manhã, tomei o café como me fora prometido pela dona da pousada, que me confessou uma coisa após ter pago a conta para ela. Em seu crachá liasse Kuka.

- Jovem! sou bem antiga aqui na região e sei que você não é daqui. Mas também senti que não é um pirata, por isso o deixei entrar. Escuta, caso seja um mero civil, fuja. Essa região é perigosa demais desde que a Marinha começou a receber propina para deixar essa região desprotegida - Poderia notar um tom de pesar e medo em sua voz, enquanto ela me revelava isso. Logo depois me retirei da pousada com os desejos de boa sorte da senhora.

"As histórias e situações desta ilha só ficam cada vez mais estranhas. Primeiro, temos um alfaiate assassinado por piratas. Depois, a situação suspeita na praça, que não conta nem com luz suficiente e nem com patrulhamento da marinha. Terceiro o ataque de ontem e agora essa revelação de Kuka. Preciso achar o Mark e sair dessa ilha o quanto antes". Pensaria enquanto caminharia para alugar o carue no Taxi Carue que havia visto na outra noite.

- Fico feliz que tenha feito negócio comigo. Vai gostar muito desse Carue, é um dos mais rápidos. - disse o Sr. Toriko, dono do Táxi Carue. - Os comandos são simples. Diga e alto e em bom tom: "Corra", e ele correrá, diga "Pare" e ele parará. Para aumentar a velocidade, incline o corpo para frente, para diminuir puxe as rédeas e para fazer curvas incline o corpo para o lado desejado.

"Deve ser mais fácil falar do que fazer, mas o máximo que pode acontecer é eu cair de cima dele" Pensava eu e olharia para a minha montaria alugada. - Ah, antes que eu me esqueça sr. Toriko. Ontem a noite parece que houve um ataque de piratas pela redondezas, o senhor sabe de alguma coisa? - Questionaria ao dono do local antes de sair
- Bem, não sei direito o que houve, mas desde que a Marinha deixou de proteger esse lugar... - disse cabisbaixo -, essa terra não é mais a mesma. - Respondia o dono do estabelecimento.

Mas de repente nosso dialogo é interrompido pela porta sendo aberta aos ponta pés, seguida de um grito. - PARADOS, ISSO É UM ASSALTO! PASSEM O QUE TEM DE VALOR OU PAGUEM COM A VIDA!!! Um pirata desconhecido - acompanhado de dois capangas -, sem camisa, de grande porte e musculoso, empunhando uma espada longa de aço personalizado e com uma tatuagem no peito de um tubarão branco indicava o número 5.

- Quem é você? - Perguntou Sr. Toriko.
- Piratas da White Shark, se é que se importa em saber quem vai lhe matar.
- Eu estava na minha até agora porque não sabia com quem estava lidando, mas a minha privacidade vocês não vão destruir.
- Hahaha, matem-nos! - ordenou o pirata a seus capangas.
- Baranor, fique atrás de mim. - Ordenou Toriko.

Quando consigo entender o que esta acontecendo, o dono dos carues já se encontra saltando por cima dos homens e pousando as solas de seus sapatos sobre eles. "Me parece que o meu amigo aqui não é um simples comerciante" Pensava em meio a toda aquela confusão que se desenrolava.

- Agora é a sua vez, número 5.
- Eu sou Jambo! E sou um dos comandantes da minha tripulação! Ahhhhh!!! - gritou partindo com a espada em direção a Toriko.

Não tinha muita coisa que podia fazer, continuava montado em cima do carue com um misto de nervosismo e adrenalina tomando conta do meu corpo por completo, poderia fugir e deixar Toriko a sua própria sorte ou ajuda-lo, pelo jeito ele sabia muito bem o que fazia, mas não seria páreo para 3 piratas sozinho. Enquanto divergia sobre o que fazer, os dois homens antes derrubados pelo dono do local, agora já de pé vinham em minha direção, ainda que descoordenadamente, mas agora eu era o alvo. Chegara a hora de tomar uma atitude.

Desceria rapidamente de cima do carue e gritaria para ele - Corre - Apontando na direção de um dos homens, esperava que assim ele corresse de encontro com o pirata e o derrubasse, se não o fizesse, pelo menos poderia retardar o seu avanço enquanto eu tentava tirar o outro de combate. Correria ao lado do carue mas tendo o outro pirata como alvo, me aproveitaria de sua descoordenação momentânea para lhe aplicar uma joelhada com o joelho esquerdo, segurando sua cabeça com as duas mãos afim de potencializar o golpe e pondo ele para dormir, literalmente. Caso ele conseguisse se esquivar indo para trás, quando atingisse o chão após o salto para a joelhada, o chutaria frontalmente no meio do peito com a perna direita e se fosse seguro por ele, aproveitaria seu apoio para lançar minha perna esquerda e tentar atingi-lo no rosto. Se eu não o derrubasse, pelo menos ele ficaria desorientado.

Agora seria a vez do segundo atacante, caso o carue não o tivesse derrubado na sua correria desenfreada. Esperaria que ele agisse primeiro, usaria os saltos curtos do meu estilo de luta para me esquivar para trás e quando tivesse uma chance, me esquivaria na sua diagonal e tentaria um joelhada no estomago, caso ele bloqueasse com as mãos o ataque, ficaria vulnerável no rosto, onde eu daria um direto de direita visando o seu queixo. Caso ele não caísse no primeiro golpe, continuaria dando múltiplos socos com as duas mãos até que ele viesse a desmaiar. Com os dois inimigos fora de combate, me viraria para ajudar Toriko contra Jambo e sua espada, mas somente se os dois piratas estivessem fora de combate. Caso contrario, veria qual dos dois ainda resistia e partiria para um novo round contra ele.
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MensagemAssunto: Re: Crônicas dos Mares - Escrevendo o Destino   Crônicas dos Mares - Escrevendo o Destino - Página 2 EmptyQui 25 Fev 2016, 15:25

Porrada! Civis vs White Shark


Baranor se vê acuado e não consegue fugir, pois a entrada do estaleiro estava fechada pelo Jambo e os dois capangas que haviam sido jogados no canto, estavam se levantando e mirando a cabeça de Baranor. O suor começou a correr pelo corpo todo, um gelo na alma incomparável, mas só havia uma maneira de resolver o problema. Ainda em cima do Carue contratado, o pescador observa os dois homens correndo descoordenadamente para cima de si, assim como tentaram antes.

- Corra! - ordenou desmontando do animal, que foi em direção a um dos vilões, atingindo-o em cheio e o derrubando mais uma vez. Enquanto o outro capanga continuava a correr em sua direção, Baranor tentou-lhe aplicar uma joelhada, mas uma jogada de corpo para a direita foi o suficiente para desviar do golpe e aplicar-lhe um direto de direita em sua costela. Baranor uivou de dor, enquanto se ajoelhava.

Sr. Toriko percebeu toda a ação mas não poderia desviar toda sua atenção, pois Jambo estava correndo com sua espada em direção a seu peito. Sr. Toriko dessa vez se abaixa e dá uma rasteira com o pé esquerdo, em 360º graus, rotacionando sobre sua perna direita. Jambo beija o chão revestido de palha, mas aparentemente aquilo foi apenas um deslize. Logo se levantou para tornar a tentar fatiá-lo. Um corte diagonal partido do alto esquerdo ao baixo direito rasgou a camiseta do Sr. Toriko, que instintivamente saltou para trás como forma de se proteger, ficando costas com costas com Baranor, que acabara de se levantar pós soco recebido na costela.

Carue definitivamente nocauteou - acidentalmente - um dos bandidos ao atropelá-lo, que era o mais fraco dos inimigos, e em seguida manteve-se num canto tentando não se ferir. Não são animais criados para combate.Tudo aquilo que Baranor havia planejado para seu primeiro oponente foi por água abaixo. Mas pôde se concentrar em apenas um homem agora.

Cercados, Sr. Toriko hesita por um momento, mas não era a hora de fraquejar. - Jovem, deixe tudo comigo! -, disse como quem quisesse assumir mais responsabilidade do que aguentaria. O capanga então partiu para cima do pescador, que dessa vez se esquivou na diagonal e aplicou-lhe uma joelhada, que foi amortecida por uma das mãos do bandido. Tentou então um soco de direita no queixo e o atingiu, mas não foi tão efetivo.

- Vocês são bem burros ao preferir a morte! Vou dar-lhes um pouco de sofrimento - exclamou Jambo, que continuou a manusear sua espada, dessa vez cortando o corpo do Sr. Toriko, que vai ao chão.

- Ba...ranor, me desculpe -, disse Sr. Toriko enquanto caia de bruços, com os braços para cima. Ao deparar-se no mais puro estado de necessidade, Baranor começa uma sequência de socos incrível e consegue derrubar o segundo capanga, que foi direto ao monte de palha, evitando uma queda mais grave.

- Sua vez, vou dar um jeito nesse seu rostinho moleque! Ráááá! - disse Jambo passando com os pés por cima do Sr. Toriko.

Baranor mostrou um potencial que nem ele tinha conhecimento, mas já estava cansado. Mesmo lutadores profissionais se cansam ao lutar por alguns minutos. E já se passaram cinco minutos desde que tudo começou.

O tubarão branco em seu peito brilhou e a espada de Jambo dessa vez fazia um corte na vertical de cima para baixo, sem piedade, para cortar o oponente ao meio. Baranor estava bem de frente, com as pernas semiabertas e braços levemente levantados até a altura da barriga, olhos esbugalhados de espanto e um breve momento para pensar na reação.

Nesse mesmo momento um corpo é arremessado para dentro do estaleiro - fazendo as portas balançarem num vai e vem frenético -, atingindo a parede dos fundos, onde estavam os Carues, todos notaram que era o pirata que estava com Mellys. Mas era tarde demais para pensar naquilo, pois o golpe de Jambo estava para arrancar o couro do pescador.
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MensagemAssunto: Re: Crônicas dos Mares - Escrevendo o Destino   Crônicas dos Mares - Escrevendo o Destino - Página 2 EmptySex 26 Fev 2016, 00:47

Lutando para viver


O clima era tenso dentro do estabelecimento. O dono do local acabou reagindo a tentativa de assalto e iniciando um combate contra os piratas e no meio dessa confusão se encontrava eu. Após a iniciativa do sr. Toriko que havia conseguido derrubar momentaneamente dois dos três saqueadores e agora se encontrava lutando com o pirata armado com uma espada, eu me via como alvo dos bandidos que agora se levantavam e vinham em minha direção.

Lembrando-me dos comandos que o dono dos carues havia me ensinado para comandar o animal, desmontei rapidamente dele e gritei instintivamente "Corre" para o bicho, que prontamente atendeu e saiu em correndo desembestado na direção dos bandidos e acabou por atingir e derrubar um deles, aparentemente o mais fraco. Depois disso o pobre animal se aninhou em um canto mostrando seu instinto de preservação para não se ferir naquele combate. Nesse meio tempo eu havia partido para cima do outro ladrão e tentado surpreende-lo com uma joelhada, coisa que não deu muito certo e eu acabei sendo atingido na costela após meu adversário de esquivar.

- Urrg! - Gemi ao levar a pancada na lateral do meu corpo e sentir as costelas serem danificadas pela pancada. Mas não havia tempo para me preocupar com a gravidade dos danos. A luta era frenética. O senhor Toriko havia notado a situação apertada que eu passava como meu oponente, mas nada podia fazer já que estava muito ocupado com o outro pirata, e este ainda estava armado. Mas mesmo assim, o homem mostrava desenvoltura em combate e com uma rasteira conseguiu derrubar o seu adversário, mas isso não diminuirá o impeto do oponente para ataca-lo e com sua espada ele tentou um golpe com sua espada na diagonal do dono do local, mas este se esquivou, porem teve sua camisa cortada pelo ataque. Nesta esquiva, Toriko ficará de costas com costas comigo e me disse: - Jovem, deixe tudo comigo!

- Sem querer ofende-lo, mas acho que o senhor não daria conta dos dois, e eu também tenho que retribuir o soco que aquele ali me deu. Então pode deixar ele comigo. Assim que acabar com ele, ajudo você com o outro brutamontes ali, só tome cuidado com a espada dele. Ele quase o acertou da última vez. - Diria para o homem enquanto meu adversário partia para uma nova investida. Mas desta vez consegui me esquivar e encaixar uma joelhada, que fora bloqueada, mas me abriu a brecha para um soco no rosto do pirata, mas sem muita efetividade.

- Vocês são bem burros ao preferir a morte! Vou dar-lhes um pouco de sofrimento - exclamou Jambo, que continuou a manusear sua espada, dessa vez cortando o corpo do Sr. Toriko, que vai ao chão.

Infelizmente, meu companheiro havia sido ferido, ainda não sabia a gravidade do corte, mas o levará ao chão, de onde ele me disse - Ba...ranor, me desculpe - Droga, Torikoooo - Grito, enquanto começo um sequência de socos contra meu oponente, ainda sem saber ser por raiva de ver aquele bom homem aparentemente ser morto ou se pela necessidade de me proteger. O fato é que com isso consigo derrubar definitivamente o bandido com o qual lutava.

Ainda estaria ofegante quando escutaria a voz do algoz de Toriko falando para mim - Sua vez, vou dar um jeito nesse seu rostinho moleque! Ráááá! - Dizia ele enquanto passava por cima do corpo do dono do local, caído de bruços no chão. Estava exaustou, mesmo tendo uma constituição física atlética, o desgaste da luta era muito grande e agora teria que enfrentar um adversário armado. Esperaria que o mesmo também estivesse um pouco debilitado, seja pelo manuseio de sua arma que deveria pesar uma quantidade considerável para ser erguida e balançada tantas vezes. Ou pela luta com meu companheiro.

- Irei acabar com você pelo que fez com aquele bom homem - Diria, mesmo ofegante e não acreditando que poderia fazer muita coisa a não ser me esquivar e em golpe de sorte conseguir derrota-lo.

O adversario ergue sua espada e desfere um golpe vertical, visando me cortar ao meio. Me mantenho com as pernas semiabertas e os punhos em riste e só tenho um instante para pensar no que posso fazer para evitar ser cortado e ainda ataca-lo na sequência. Mas meu raciocínio é interrompido por um estrondo vindo dos fundos do lugar. A bancada sacode o estabelecimento inteiro. Noto que um corpo fora arremessado para dentro do local e não é ninguem menos do que o companheiro de Mellys, o careca que estava na taverna do Whey.

Mas não tinha tempo para pensar naquilo, tinha uma lamina prestes a me cortar em dois e eu tinha que fazer algo e rápido. Instintivamente, pularia para trás, afim de me esquivar do golpe dado por Jambo. Se caso, devido a força que o adversario empregou no golpe visando me ferir mortalmente, a espada ficasse presa no chão do lugar, rapidamente iria rotacionar meu corpo ficando de costas para ele e em seguida desferindo um chute com a perna esquerda, como um coice de um cavalo, conhecido no taekwondo como Tuit Tchagui, e atingiria o rosto de Jambo. Esperaria que assim ele soltasse sua arma e que causasse um dano mais sério ao pirata, como um sangramento nasal ou até mesmo uma fratura no nariz ou um dente perdido, enfim algo que lhe atordoasse e me desse a chance para ataca-lo com a guarda baixa. Correria em sua direção e o chutaria entre as pernas, bem no seu órgão genital, afinal isso não tinha que ser uma luta limpa. Quando ele se curvasse com a dor do golpe, daria uma cotovelada com o cotovelo direito do lado esquerdo do seu rosto com toda minha força, esperando assim acabar com ele. Mas caso o miserável ainda levantasse ou tentasse se levantar, antes que estivesse de pé por completo, eu o chutaria no rosto com muita força para que ele caísse de uma vez.

Com todos os inimigos derrubados, correria para verificar o estado de Toriko. Caso ainda estivesse vivo, iria buscar ajuda do lado de fora do lugar e procuraria alguém para me ajudar a leva-lo para o hospital. Se ele já estivesse morto, iria averiguar o careca, companheiro de Mellys, mas antes pegaria a espada de Jambo, afim de me proteger com ela e evitar ser surpreendido caso algum deles se levantasse. Veria se o pirata estava vivo ou não. Depois da verificação, procuraria alguma coisa que pudesse usar para amarrar as mãos e pés dos piratas derrubados e depois procuraria alguém da marinha.
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MensagemAssunto: Re: Crônicas dos Mares - Escrevendo o Destino   Crônicas dos Mares - Escrevendo o Destino - Página 2 EmptySex 26 Fev 2016, 17:51

Aptcha Oligui e Revelações


- Sua vez, vou dar um jeito nesse seu rostinho moleque! Ráááá! - disse Jambo passando com os pés por cima do Sr. Toriko.

Baranor mostrou um potencial que nem ele tinha conhecimento, mas já estava cansado. Mesmo lutadores profissionais se cansam ao lutar por alguns minutos. E já se passaram cinco minutos desde que tudo começou.

O tubarão branco em seu peito brilhou e a espada de Jambo dessa vez fazia um corte na vertical de cima para baixo, sem piedade, para cortar o oponente ao meio. Baranor estava bem de frente, com as pernas semiabertas e braços levemente levantados até a altura da barriga, olhos esbugalhados de espanto e um breve momento para pensar na reação.

Nesse mesmo momento um corpo é arremessado para dentro do estaleiro - fazendo as portas balançarem num vai e vem frenético -, atingindo a parede dos fundos, onde estavam os Carues, todos notaram que era o pirata que estava com Mellys. Mas era tarde demais para pensar naquilo, pois o golpe de Jambo estava para arrancar o couro do pescador.

- Irei acabar com você pelo que fez com aquele bom homem - Disse, mesmo ofegante e não acreditando que poderia fazer muita coisa a não ser me esquivar e em golpe de sorte conseguir derrota-lo.

A espada desce abruptamente, como uma navalha gigante que pudesse dividir o mar em dois, motivada pela impiedade que tem para com qualquer inimigo. Seus olhos se fecham confiante na proeza e orgulhoso por mais um êxito. Baranor reage saltando para trás e por poucos centímetros escapa de uma morte sem agonia! A lâmina adversária rasga o vento surtindo um barulho assustador.

- Falhando de novo, Jambo! Hehe. Ouviu-se a voz ao fundo do estábulo do homem, grandalhão, que acabara de ser lançado como se fosse papel.
- Deveria tomar conta de si mesmo, trouxa! - disse encarando-o por algum instante e perdendo foco da luta.

A arma ainda estava em suas mãos e permanecia na posição pós-execução do ataque. Baranor correu em sua direção aproveitando do seu descuido e aplicou-lhe um Tuit Tchagui, que acertou o estômago de Jambo. Por um lado, conseguiu mostrar um pouco de seu estilo de luta, mas o golpe saiu um pouco baixo. O corpo de Jambo ficou corcunda, a espada caíra ao chão e o jovem lutador percebeu nova brecha e aplicou-lhe um chute no rosto, um movimento parecido com Aptcha Oligui, ao qual o atacante eleva uma das pernas frontalmente acertando o oponente com a parte posterior dos dedos dos pés. Belíssimo golpe!

- Miserável! - urrou Jambo, durante sua queda de costas.

Com os três inimigos iniciais derrotados, Baranor ainda não podia descansar, pois um quarto e aparente membro da White Shark aparecera. Eis que as portas do estaleiro voltam a balançar, o pescador gira seu pescoço para identificar um possível quinto inimigo. Chapéu preto, capa preta, cabelos pretos. Mark!

- Confesso que você me desapontou ao não me alcançar antes! Mas agora vejo que tem algum valor! - disse ao jovem.

Baranor não sabia se ficava feliz ou com medo. Afinal, o que diabos estava acontecendo?!

- Já me cansei de você, vou eliminá-lo e entregar sua cabeça à Capitã! - disse o pirata remanescente.
- Khael, o que vocês fizeram não tem piedade! Eliminarei você, sua Capitã, o homem que financiou tudo isso e o Capitão da Marinha responsável por essa imundice.

Informações jogadas ao ar e aos poucos o quebra-cabeça poderia ser encaixado sem muitas perguntas. Mas ainda sim isso não era o mais importante. A luta ainda não chegara ao fim. Mark fica parado em frente a porta do estaleiro, Khael do lado oposto se levantando com sua espada em mãos e Baranor...no meio dos dois, perto do Sr. Toriko, ainda caído, porém consciente.

- Jovem, se afaste. Khael não é como Jambo. Você morreria em pouco tempo.

Mark avança a passos calmos e curtos, abre a capa como uma asa de morcego e com sua mão direita saca um chicote, lança em direção de Khael, que fica preso na altura da cintura.

- Maldito! Mesmo que eu morra, você não vencerá essa guerra! - Disse relutante e largando a arma. Sua tatuagem da White Shark pôde ser vista em sua coxa direita, seu número era o 2.

Chicote do Mark:
 

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MensagemAssunto: Re: Crônicas dos Mares - Escrevendo o Destino   Crônicas dos Mares - Escrevendo o Destino - Página 2 EmptySeg 29 Fev 2016, 00:43

Caçador x Pirata


Após uma árdua batalha, finalmente havia vencido os 3 piratas. Mas neste meio tempo um novo adversário apareceu e ele não era ninguém menos do que o companheiro de Mellys, o careca do bar. Quando já começava a perder as esperanças de deixar aquele local com vida ou sem estar gravemente ferido, és que surge pela porta do estabelecimento, Mark, envolto em sua capa preta e trajando seu chapéu.

- Confesso que você me desapontou ao não me alcançar antes! Mas agora vejo que tem algum valor! - disse a mim.

"Como se eu conseguisse acha-lo depois que ele saiu do bar" - Pensaria e antes que pudesse expressar qualquer resposta a essas frases ditas pelo caçador, o pirata tomou a frente e disse para ele.

- Já me cansei de você, vou eliminá-lo e entregar sua cabeça à Capitã! - " Então ele realmente trabalha para Mellys e ao que parece ela é a capitã dos White Sharks. Onde eu ia me meter hein?" - Pensava enquanto os homens se encaravam e dialogavam antes de se enfrentarem.
- Khael, o que vocês fizeram não tem piedade! Eliminarei você, sua Capitã, o homem que financiou tudo isso e o Capitão da Marinha responsável por essa imundice. - Retrucou o homem de capa preta.

Ao que tudo indicava pelas palavras de Mark, alguém financiava os ataques dos piratas e a marinha por sua vez fazia vista grossa para as ações deles e os piratas agiam com total falta de piedade, tendo em vista os acontecimentos da noite passada e a própria situação atual. No momento eu precisava me reposicionar e retirar o sr. Toriko dali também, pois estávamos na linha de fogo do combate. Me aproximaria do homem e perguntaria se ele conseguia se mover sozinho, caso afirmativo o ajudaria a se levantar e depois iriamos para um local seguro dentro do local ainda para que eu pudesse ver o ferimento e não atrapalhássemos Mark e o pirata. Caso ele não conseguisse se mover, o arrastaria com cuidado para fora do raio de ação da luta e veria seu ferimento, mesmo não sendo médico, poderia ver se havia urgência ou não no atendimento.

- Jovem, se afaste. Khael não é como Jambo. Você morreria em pouco tempo. - Dizia o homem para mim enquanto caminhava de encontro a seu adversário que segurava uma espada em suas mãos.

Após estar fora de onde iria acontecer a luta e verificar o ferimento de Toriko, se caso ele conseguisse se mover sozinho, tentaria fazer com que montasse no carue que havia ficado conosco durante o combate e leva-lo para o hospital. Caso ele não pudesse montar sozinho e seu ferimento não fosse de uma gravidade tão seria, ficaria e acompanharia a luta de Mark, para o caso de eu poder ajudar em alguma coisa ou se aparecessem mais inimigos e também porquê não poderia me dar ao luxo de perde-lo de vista novamente. Mas caso os ferimento de Toriko fossem serios, tentaria leva-lo em cima do carue ate o hospital e depois passaria na taverna e avisaria Whey que tinha achado Mark e que ele precisava de ajuda e me dirigiria de novo para o Taxi Carue.

Enquanto planejava o que faria, Mark abriu sua capa como se fosse um grande morcego e tira um chicote de sua cintura e lança ele em direção ao oponente e o aprisiona pela cintura.

- Maldito! Mesmo que eu morra, você não vencerá essa guerra! - Disse relutante e largando a arma. Sua tatuagem da White Shark pôde ser vista em sua coxa direita, seu número era o 2.

Agora o embate entre o caçador de recompensas e o numero 2 dos White Sharks vai começar, e se preciso irei ajudar Mark a acabar com esses piratas.

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MensagemAssunto: Re: Crônicas dos Mares - Escrevendo o Destino   Crônicas dos Mares - Escrevendo o Destino - Página 2 EmptyTer 01 Mar 2016, 17:48

Reviravolta

- Você não passa de uma marionete! Irá apanhar até pedir perdão! - gritou Mark enquanto chicoteava Khael. Este estava no chão, sentando levando chicotadas pelo corpo todo sem um pingo de ressentimento por parte do Caçador de Piratas.

Baranor pôde ver toda aquela situação e se espantar com tamanha hostilidade de Mark. O jovem verifica o estado de saúde do Sr. Toriko e mesmo não sendo médico, era nítido que ele precisava de atendimento especializado. Achou então uma maneira de amarrá-lo junto a seu corpo e montados no Carue correram direto ao hospital. Na saída, Baranor ainda deu uma olhada para trás e certificou que Mark daria conta do recado.

Deixando Sr. Toriko no hospital, Baranor corre até Whey para contar as boas novas. - Então ele está lutando no estaleiro do Táxi Carue? Mas lutando??? Olha garoto, realmente não sei se estamos falando do mesmo Mark. Bom, volte a cuidar do seu amigo, que eu pedirei ao Fenor para tomar conta da loja. Preciso ver isso com meus próprios olhos. - exclamou Whey.

De volta ao hospital. - O QUE?! O bandido do Whey está atrás do nosso salvador? Garoto você sabe a gravidade disso? Whey é o responsável por todo o mal dessa cidade. Nem mesmo Porto Branco (maior cidade da ilha) veio peitar nossa pequena cidade. Whey paga a Marinha todo mês para que piratas tenham livre acesso, pois eles possuem mais dinheiro para gastar do que a própria população e isso torna o negócio rentável. - explicou Sr. Toriko.

Claramente Baranor não esperava por isso e ficou em choque. O que fazer? Whey é mesmo um vilão?O que Whey quer com Mark?

Baranor ainda estava bem machucado por conta da intensa luta e não tinha condições de continuar por hoje. O dia chegava a sua metade e ele tinha de pensar em alguma saída enquanto fazia companhia para Sr. Toriko. Enquanto isso Mark humilhava Khael, e ambos não sabiam que Whey logo menos chegaria ao local.

Histórico:
 

Off:
 

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"In sight without mercy"
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Baranor
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MensagemAssunto: Re: Crônicas dos Mares - Escrevendo o Destino   Crônicas dos Mares - Escrevendo o Destino - Página 2 EmptyQua 02 Mar 2016, 21:59

As aparências enganam... E as palavras também


Mark era realmente forte, em nada me lembrava a descrição feita por Whey, sobre um alfaiate pacifista. Ele havia dominado facilmente o adversário, cujo nome era Khael e agora o chicoteava sem perdão ou remorso.

"Bom, parece que ele não precisa da minha ajuda. Mas o senhor Toriko sim, preciso leva-lo logo para o hospital lá na praça" - Pensaria isso enquanto procurava algo que pudesse usar para amarrar o dono dos carues junto a mim e assim pudêssemos montar juntos um dos animais, de preferencia o que ficara com nós em meio a batalha com os piratas. Depois disso feito, ainda olhei para verificar se realmente o caçador não precisava de ajuda. Alguma coisa parecia estranha na história toda. "Costureiro pacifista ou caçador impiedoso?" - Era só o que passava pela minha cabeça no caminho ao hospital.

Quando chegamos, tratei logo de contar o que acontecera com o sr Toriko e pedi para que lhe atendessem com certa urgência, pois ele havia ficado caido por um tempo e poderia ter perdido bastante sangue. Assim que ele estivesse a salvo, me dirigiria ao outro lado da praça, mas precisamente no bar Skull's, no qual o dono havia me dado a missão de achar Mark e eu tinha feito isso, precisava lhe contar.

- Whey, encontrei Mark, nesse momento ele está no Taxi Carue enfrentando Khael dos White Sharks, bem na verdade a luta já deve ter acabado, mas se você correr pode encontra-lo ainda. Mas devo dizer que em nada ele é como você me descreveu. Ele simplesmente surrou o pirata sem qualquer esforço. - Não acharia interessante contar a ele o que Mark falará, sobre vingança e tudo mais.
- Então ele está lutando no estaleiro do Táxi Carue? Mas lutando??? Olha garoto, realmente não sei se estamos falando do mesmo Mark. Bom, volte a cuidar do seu amigo, que eu pedirei ao Fenor para tomar conta da loja. Preciso ver isso com meus próprios olhos. - exclamou Whey.

Não iria acompanha-lo, afinal seria um encontro de velhos amigos, ao invés disso, iria retornar ao hospital e ver como estava Toriko. Mas algo ainda me perturbaria toda vez que eu revisse a cena da luta de Mark em minha cabeça. Ele era totalmente o oposto do que eu fui apresentado - Ou ele não é o Mark verdadeiro ou Whey está mentindo sobre quem é Mark. Mas por quê ele faria isso? - Me perguntaria enquanto andaria pelos corredores do hospital atras do quarto do meu amigo. Quando chegasse, contaria a Toriko onde havia ido e lhe perguntaria se ele estava bem.

- Olá Toriko, você está melhor? Me surpreendeu e me assustou lá na sua loja. Não sabia que era um bom lutador além de comerciante. Bem, fui até o Skull's avisar ao Whey que o rapaz de capa preta estava no seu estabelecimento. Parece que eles eram amigos no passado e ele tinha muito interesse em reve-lo. Mas ele foi para lá e eu voltei para ver você e também me cuidar. Me sinto moido - Diria a ele enquanto me esticaria e rodaria a parte de cima do corpo de um lado para o outro com os pés fixos ao chão, afim de estralar as costas e aliviar um pouco da tensão delas.

- O QUE?! O bandido do Whey está atrás do nosso salvador? Garoto você sabe a gravidade disso? Whey é o responsável por todo o mal dessa cidade. Nem mesmo Porto Branco (maior cidade da ilha) veio peitar nossa pequena cidade. Whey paga a Marinha todo mês para que piratas tenham livre acesso, pois eles possuem mais dinheiro para gastar do que a própria população e isso torna o negócio rentável. - explicou Sr. Toriko.

Me encontraria parado, estático no local em que estava. Acabara de saber que além de estar ajudando um criminoso, ainda havia dado a ele a localização do suposto benfeitor da ilha e agora ele se dirigia para lá e talvez conseguisse surpreender Mark e quem sabe acabar com ele. Quando finalmente conseguisse me mover e sair do transe que me encontraria depois da noticia que Toriko me dera, me viraria para ele e diria, procurando um lugar para me sentar ao seu lado.

- Toriko, preciso que me conte tudo. Tudo mesmo. Não sei em quem confiar, sei que posso contar com você, pois lutou ao meu lado e o cara da capa também apareceu e nos ajudou. Preciso saber quem realmente é aquele homem de capa e quem são os vilões dessa história. Aparentemente tomei o rumo errado e talvez ele irá pagar pelo meu erro.

Me ajeitaria proximo a Toriko que deveria estar de cama devido a seus ferimentos e ouviria atentamente as suas respostas sobre minhas perguntas, enquanto juntaria todas as peças do quebra cabeça em minha mente. " Droga, não posso nem correr e contar ao "Mark" que Whey esta indo atrás dele. Estou muito debilitado nesse momento, mas assim que conseguir sair, irei direto ao bar ver o que aconteceu"

Assim que conseguisse a liberação dos médicos para sair, me dirigiria diretamente ao bar, querendo saber o que havia acontecido depois da minha conversa com Whey e da minha ida para o hospital. Caso Whey ainda não tivesse retornado, tentaria convencer Fenor a me deixar entrar no bar. Usaria pingente dado pelo dono como uma tentativa de mostrar que estava do lado deles. Se entrasse, na primeira oportunidade, tentaria acertar ele com uma garrafa de bebida esquecida ou fora de lugar, ou então com qualquer outra coisa que conseguisse derruba-lo, fosse um prato ou até um pequeno banco, e depois trancaria a porta e iria para o escritorio de Whey para procurar algo. Caso ele recusasse minha entrada, seguiria direto para o Taxi Carue, mas ficaria de longe quando me aproximasse do local, pois queria ver o que Whey estaria fazendo, atacando Mark ou ajudando os piratas, caso o caçador já tivesse fugido. Ficaria a espreita, esperando o melhor momento, ou de agir e ajudar Mark ou de correr de volta ao hospital e fugir com Toriko.

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