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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 As Crônicas de Gelo e Peixe Act I

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ADM.Tidus
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MensagemAssunto: As Crônicas de Gelo e Peixe Act I   As Crônicas de Gelo e Peixe Act I - Página 5 EmptyQua 13 Jan 2016, 12:19

Relembrando a primeira mensagem :

As Crônicas de Gelo e Peixe Act I

Aqui ocorrerá a aventura do(a) civil Ineel. A qual não possui narrador definido.


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AutorMensagem
Sylvanas
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MensagemAssunto: Re: As Crônicas de Gelo e Peixe Act I   As Crônicas de Gelo e Peixe Act I - Página 5 EmptySab 02 Jul 2016, 17:25

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Informações


Depois do susto e das falas do urso, Margery agora saia de sua cama, se desculpando pelo o ocorrido depois de ver o diálogo entre o tritão e o mink-urso.

- Me desculpe por isso senhor urso!, Na maioria das vezes que vejo ursos por aqui são nos casos que eles vem tentar entrar em casa... Sentem o cheiro da comida e começam a arranhar a porta, sim, é assustador. Mas por favor, agora insisto que fique e coma tudo que precisar do ensopado! Desculpe, mas não temos arroz nesta ilha, não podemos plantar nada e  só vivemos de mercadorias e carne de... Bem...   - A senhora não deixava claro, mas aquele ensopado era feito de carne de urso, não que isso fosse um problema para o urso que começava a comer aquilo direto da panela sem hesitar.

Algumas falas eram ignoradas pelo tritão, que estava mais interessado em saber sobre os ladrões que aterrorizavam a ilha atualmente.

- Bem, já que esta tão curioso acho que posso lhe contar hehe...

Margery agora começava a esquentar água em seu fogão arcaico, em um tipo de caldeira grande enquanto começava a falar em um tom triste.

- Não faz muito tempo desde que eles chegaram... Alguns meses para ser mais exata, eles são homens fortes e grandes que usam da força e de suas armas para subjugar toda a ilha. Eles elegeram Natasha para fazer com que ela recolhesse todos os pertences e riquezas dos moradores e entregassem a eles, e isso foi feito. Pensamos que eles iriam embora, mas... - Uma pausa era feita e ela se sentava na cama - - Agora eles vem toda a semana para  buscar algo que nós não temos, como pode ver... Eles já tomaram tudo que os moradores tinham, pertences de ouro e de prata, ferramentas, armas, roupas para se aquecer, até comida! ... Estamos sendo massacrados e não temos forças para nos defender... Eles possuem uma espécie de quartel general em um navio atracado por aqui, são dois homens que eles deixaram para manter a ordem, um deles é realmente assustador... Ele pega crianças e as leva para seu barco, sendo fracas e esfomeadas, são feitas como escravas por ele...

A mulher chorava e agora colocava as mãos nos olhos, sem ter esperanças, a ilha agora precisava de um herói. Alguém que os libertasse para sempre e expulsasse esses homens... A ilha era pequena como um bloco  de gelo grande a flutuar pelo mar... Não dava riquezas... Não trazia turismo, Não produzia comida nem roupas, O comércio era basicamente o escambo entres os moradores. Era uma ilha fadada ao esquecimento e ao congelamento...




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MensagemAssunto: Re: As Crônicas de Gelo e Peixe Act I   As Crônicas de Gelo e Peixe Act I - Página 5 EmptyDom 03 Jul 2016, 17:27

Ser pulado pelo seu próprios amiguinhos te enche de determinação Fu feliz


Sentia certo prazer ao receber em minhas mãos trêmulas a espada do velho. Não estava mais indefeso, e podia acabar com a vida do importuno que me acompanha. Porém, o que o velho me falara fazia sentido. O frio perdurava e piorava, nesse ritmo acabaria com meus membros congelados. O empalamento fica para depois, já que Aaron já estava há bons metros de distância de mim, assim como o velho e seu acompanhante. Talvez ele soubesse o que eu desejava a ele. " Desgraçado... "

Não perderia tempo, dirigia-me a direção apontada, sagazmente. Já vivera naquela ilha e sabia de seus truques e armadilhas. Atentamente, caminharia sobre a neve com passos firmes e rápidos. Conseguia sentir meu campo de visão diminuindo, cada vez mais turvo. Sentia meu corpo trêmulo acompanhando o ritmo de dança dos flocos de neve. "Hoje não" Estava determinado a sobreviver.

Não demorara muito para achar algo além de gelo e neve no local. Um pequeno casebre surgia a minha frente, com certa agitação que podia ser ouvida de fora. Dirigia-me até o local e bateria a porta, esperando que alguém a atendesse.

E, para a minha surpresa, haviam dois monstros em seu interior. Um urso e um homem peixe, como era possível? " Aquele velho desgraçado me enganou? " Sentia algo entre medo e fúria simultaneamente colocaria minha mão destra sobre a bainha de minha espada, a segurando fortemente.- Mas que porra é essa? Isso é algum tipo de armadilha feita por aqueles ursos desgraçados, não é?Esbravejaria para dupla encontrada. Novamente, cai na peripécia de um desses humanoides. Mas dessa vez eu conseguira me defender. Fitaria a todos que encontrasse no local, alternando minha visão entre eles, ao mesmo tempo que não retiraria a mão de minha bainha.

Esperava alguma resposta por parte deles. São racionais, talvez não me ataquem de imediato. Talvez pudêssemos dialogar.


OFF
Achamos melhor que eu postasse primeiro, para que o dialogo ficasse coerente Pai do ano e também que não houvesse ordem de postagem, era só isso mesmo. (malz pelo post de fezes Fu feliz)

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– Fala –

"Pensamento"

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MensagemAssunto: Re: As Crônicas de Gelo e Peixe Act I   As Crônicas de Gelo e Peixe Act I - Página 5 EmptySeg 04 Jul 2016, 19:38


~ Liberdade ! ~








O Urso se aproximava e me contava suas informações básicas, porém havia sido tomado pela compaixão de margery ao se abrir para mim e me contar sobre o grupo criminoso que estava subjugando a população nativa, os olhos da pobre senhora estavam molhados e inquietos como uma tempestade de agonia e medo, observando a situação tentaria me aproximar lentamente com cuidado para não abrir minhas feridas, ergueria minhas mãos até seu rosto e com movimentos delicados com a ponta dos dedos enxugaria suas lágrimas, encarando margery com firmeza e determinação eu diria que seria sua salvação.

- Isto ira acabar agora ! Eu juro para você que farei tudo que for preciso para libertar esta ilha desses criminosos, você tem a minha palavra !- Diria com um tom serio quanto tanto sua postura.

Em seguida me viraria para o grande urso, o chamaria pelo nome e pediria desculpas por ignora-lo, pois afinal eram lágrimas de desespero que estavam ali.

- Me desculpe por ignora-lo, bom acredito ter tido contato com um ursineo a alguns anos atrás, meu pai adotivo me contava histórias de que há uma tribo de ursineos em algum lugar desta ilha. Meu grande pai me passou muitos conhecimentos também, me contou que existe infinitas ilhas além do por do sol !, e que também há uma rota perigosa que muitos aventureiros buscam para saciar seus desejos, se chama Grand line. Adoraria um dia viajar até este lugar não seria emocionante ? *-*- Diria a Drogomir bastante entusiasmado expondo seu grande desejo de ir até a léndaria Grand line.

Caso perceba que o ursineo esteja a vontade continuaria agora contanto um pouco sobre mim mesmo, afinal estaria sendo desprovido de educação caso não o fizera, acenaria com o ante-braço bem lentamente chamando dragomir para se sentar próximo a mim, começaria então a lhe contar sobre como cresci e vivi nesta ilha gelada até os dias de hoje, lhe contaria também sobre seu pequeno sonho de ver está ilha prosperar e também que seus habitantes não passem necessidades mais, tornar a  ilha menos isolada das outras, mas também lhe deixando claro de que gostaria de explorar o mundo a velas de um navio pirata!.

- Ahh sim, este ferimento que recebi foi por conta de uma luta com um lobo selvagem agora pouco, eu estava andando em um iceberg quando por fim o gelo se abriu e eu cai em uma especie de túnel subterrâneo com vários corredores e escadas que se estendiam mais para o subsolo, explorando o local encontrei uma sala vazia onde aquelas três armas estavam jogadas sobre uma mesa, caso goste de uma Katana com uma bainha quebrada eu posso lhe dar ela hehehe, pretendo ficar apenas com o par de soqueiras e a pistola! - Contaria finalizando a conversa apontado o dedo para as armas no canto da casa

Voltaria a me preocupar com margery agora, em minha mente não cessaria a sensação de pena, o desejo de livrar este povo, de lhes oferecer liberdade e um futuro melhor. Observaria mais uma vez o rosto de margery, esticaria meu maxilar lhe dando um grande sorriso, acenaria a cabeça de forma positiva, afinal eu lhe havia prometido com minha palavra que a livraria desta situação, está na hora de me tornar um Herói, talvez precisaria da ajuda de dragomir. Mas sera que ele se disponibilizara ? Por hora apenas aguardaria meus curativos estarem prontos e meus ferimentos bem cuidados para decidir por onde começar.

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MensagemAssunto: Re: As Crônicas de Gelo e Peixe Act I   As Crônicas de Gelo e Peixe Act I - Página 5 EmptySeg 04 Jul 2016, 21:06

Not arroz, but canibalismo yet




Ter minha barriga cheia novamente era estonteante e prazeroso. Depois de andar por horas na neve, falando com pessoas que não conheço, e seres que nunca vi antes, tudo se acumulava com a sensação de satisfação. Só queria comer arroz mais uma vez, mas não seria possível, entretanto aquela carne estava delicio... - Desculpe, mas não temos arroz nesta ilha, não podemos plantar nada e só vivemos de mercadorias e carne de... Bem...  – Aquela pausa me dava um receio imenso, de que eu havia feito algo que eu realmente deveria me arrepender. “Não pode se...” – CARNE DE? CARNE DE QUÊ? – Falaria em um tom de voz desesperado por dentro e com pavor de ser o que realmente penso que é. Soltaria o prato imediatamente na mesa mais próxima, e então cobriria meu rosto com a palma de ambas as minhas patas, pondo-as sobre meus olhos, querendo não acreditar. “Como eu vou poder olhar na cara dos meus pais lá do “outro lado”, sabendo que devo ter cometido... canibalismo?” Eu até que entendo o apetite deles por ursos, já que não tem mais nenhuma caçada para viver, talvez peixes, mas... O problema é que eu COMETI CANIBALISMO... – Sabe, eu compreendo esse... Ato de vocês de caçarem ursos, é como eu caçando outros animais, nada pessoal. Mas... Eu acabei de comer alguém da minha espécie aqui, acho que to passando mal. – Falaria angustiado em um tom de voz desanimado, e talvez com ânsia de vomito, colocando minha pata esquerda sobre minha barriga, e observando-a com um olhar desolado, enquanto o tritão provavelmente enxugaria as lágrimas da mulher.

Por outro lado aquela história sobre homens armados, tratando os habitantes da ilha com “grande hospitalidade”, ironia à parte, era de fato interessante. E o que mais me interessava nessa história era o navio que eles tinham. Um Navio. Provavelmente o que eu precisaria pra me mandar daqui e visitar novos lugares, isso me deixava incrivelmente entusiasmado, mesmo após devorar um de meus irmãos, e a história que o tritão me contava, ouviria tudo atentamente, e então iria finalmente esboçar alguma reação e abrir minha boca novamente – Grand line? Eu ouvi sobre ela, meu pai me contava sobre suas aventuras por lá. Eu sempre almejei navegar por aqueles mares, parece que existem coisas incríveis naquele lugar! – Ouviria o que o tritão tivesse para dizer feliz e ansioso por cada palavra, e após isso, vociferaria – EU SOU UM “URSO-BÁRBARO”! Orgulho-me disso, o que me faz recusar lutar com uma “katana” – falaria em uma posição totalmente ereta, e me levantaria de onde estivesse sentado, com um tom solene e minha voz grave ecoando pelo recinto, demonstraria o meu orgulho próprio. – Se eu não puder lutar com machados, lutarei com minhas mãos! - Agora desviando me totalmente do que acabara de ter falado... - E... Falando em lutar, esse navio deles, é uma ótima maneira de sair daqui eu presumo. Podemos nos aliar por ora, haverá beneficio mútuo acredito eu. – Exclamaria serio, sem apresentar hesitação nenhuma quanto as minhas falas e objetivo a seguir.

- Mas que porra é essa? Isso é algum tipo de armadilha feita por aqueles ursos desgraçados, não é? - Só que alguns segundos após o que havia me ocorrido, me depararia com outro humano batendo a porta, e falando novamente um monte de merda como todo humano armado que eu encontrei fez por aqui. “Alguns seres dessa espécie são bem chatos pelo o que eu to vendo. Ah, mas eu com certeza não vou ter que lidar com isso” Respiraria fundo agora, e emanando junto com o ar dos meus pulmões, minha voz solene e um pouco nervosa, revelando impaciência – Eu não vou perder meu tempo nem fudendo tentando me explicar para esses humanos inferiores de novo – Me retiraria de perto da porta, tentando ficar fora do campo de visão do humano aos extremos da casa ou algo assim, e então iria me escorar em alguma parede, de braços cruzados, esperando que algo acontecesse.

Há diversas maneiras de sair dessa ilha, espero que eu consiga tomar esse navio, e, ainda por cima, salvar a ilha como um “bônus”, já que meus irmãos ursos estão aqui, acredito que ela se torne mais segura para eles se eu retirar esses empecilhos daqui. E bem, por mais que essa mulher não tenha me alimentado da for mais “correta”, ainda é algo, e eu aprecio sua gentileza, inclusive a de seu marido que agora eu considero como um breve amigo. “Sim, eu irei ajudar essas pessoas, já decidi isso, e agora não voltarei atrás. Esse navio,preciso muito dele, espero que o tritão me ajude nisso, seria ótimo ter alguém para cuidar da retaguarda enquanto estou distraído com inimigos à frente".

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Sylvanas
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MensagemAssunto: Re: As Crônicas de Gelo e Peixe Act I   As Crônicas de Gelo e Peixe Act I - Página 5 EmptySeg 04 Jul 2016, 22:22

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Um urso, um tritão e... Ah é só um humano mesmo


Enquanto Davi King caminhava na tempestade de neve que agora se levantava na ilha, fazendo com que todos estivessem dentro de suas casas buscando se aquecer. Margery ouvia as palavras do tritão que prometia livrar a ilha das mãos do mal.

- Muito obrigado, Senhor Peixe! Ah, e me desculpe Senhor Urso esqueci de lhe mencionar esse fato.  

O urso estava prestes a vomitar, mas ao começar um dialogo com o tritão ele engolia o vômito que vinha em sua garganta para começar a falar com o mesmo novamente. Depois de concordarem a trabalharem juntos, falando sobre a grande rota e tudo que podiam falar de mais, a idosa começava a jogar mais lenha na fogueira.

O fogo subia e esquentava mais a casa, contudo as janelas cheias de buracos deixavam os cantos da casa mais gelados. As janelas começavam a balançar com a tempestade de neve, e logo a idosa começava a falar novamente, dando mais informações sobre o que ocorria com a ilha, agora se referindo aos dois que estavam junto a ela. Agora tentava enxugar as lágrimas mais séria.

- Bem, já que vocês tem esse plano maluco... Acho bom saberem que não vai demorar muito até eles voltarem para a ilha, geralmente eles voltam um dia após uma tempestade como essas... Podem voltar até ant...

A porta se abria, e com o vento da tempestade a força fazia com que ela batesse na parede causando um estrondo e assustando a todos. Não era a intenção do menino abrir a porta mas o vento estava tão forte que ela se abria somente com um toque do mesmo.

- Mas que porra é essa? Isso é algum tipo de armadilha feita por aqueles ursos desgraçados, não é?

Um menino que parecia ameaçar tirar sua espada abria a porta observando as três pessoas la dentro, a situação seria mais calma normalmente, porém a tempestade trazia a neve e o vento gelado com o garoto, a fogueira quase se apagava e os únicos que não sentiam o vento congelante no local eram o ursíneo e o marido de Margery que já bêbado, roncava para todos ouvirem.

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MensagemAssunto: Re: As Crônicas de Gelo e Peixe Act I   As Crônicas de Gelo e Peixe Act I - Página 5 EmptyTer 05 Jul 2016, 21:36


~Um Ladrão ??!!! ~





Uma cena um tanto quanto emocionante para o tritão, margery havia depositado sua confiança em mim, logo dragomir também concorda em ajudar a devolver a liberdade a ilha. A casa estava conchegante, o fogo da lareira subia e me aquecia bem apenas pequenas bisas de vento gelado passavam por falhas nos cantos da residencia, essas que formava um clima bastante agradável, a paz reinava até que a porta se abrira. Arremessada contra a parede num grande impacto gerando um estrondo que me assustava de imediato, rapidamente direcionava meus olhos para a porta e checar oque estava acontecendo, um jovem de coloração negra sairá de uma forte tempestade de inverno adentrando a casa, trazendo junto um frio insuportável que me fizera congelar o queixo, minha pele de peixe azulada acabava se tornando mais azulada do que naturalmente por conta do frio, acabaria por morrer congelado se a porta não fosse fechada rapidamente.

''- Mas que porra é essa? Isso é algum tipo de armadilha feita por aqueles ursos desgraçados, não é?'' - Dizia o garoto intruso.

Arregalaria meus olhos a ponto de quase saltarem para fora, ergueria meu braço direito e apontaria para o garoto em quanto gritava com o mesmo.

- Nenhum Urso fez armadilha pra você, agora feche esta porra de porta antes que mate todos nós !!!!.- Diria um pouco irritado por passar por todo esse frio novamente.

Do que sera que o garoto estaria falando ? O único urso que o tritão conhecera era apenas dragomir que por hora lhe parecia amigável, olharia para dragomir com certa duvida.

- Você conhece esse garoto ?.- Perguntaria a Dragomir.

O Garoto havia ameaçado puxar sua Katana, logo poderia ser um ladrão também oque deixava o tritão em alerta calculando quantos passos teria de dar até chegar em suas armas, afinal quem diabos seria este garoto, e porque estava ali.

- A pergunta que não quer calar, quem é você garoto ?- Perguntaria ao estranho.

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MensagemAssunto: Re: As Crônicas de Gelo e Peixe Act I   As Crônicas de Gelo e Peixe Act I - Página 5 EmptySab 09 Jul 2016, 11:11

SOU LADRÃO MESMO HUEHEUHEUEHEU


A minha entrada no casebre tinha o impacto que eu imaginara. Toda a atenção se voltava a mim, e a brisa gélida que me acompanhava e rapidamente os efeitos podiam ser sentidos na casa. A confusão podia aumentar, e eu não gostaria disso.

O homem peixe foi o primeiro a falar. Admito que fiquei surpreso com isso, franzindo as sobrancelhas como resposta imediata. Antes de respondê-lo, faria questão de fechar a porta e dar fim ao frio que me perseguia. "Primeiro as prioridades, depois as aberrações" Era a única coisa que conseguia pensar visto que a casa poderia ser minha salvação. Precisava me explicar, e rápido.

Logo outra pergunta era lançada pelo homem peixe. Afinal quem eu era? Provavelmente era algo que todos ali pensavam. Não poderia ser agressivo, estava em desvantagem numérica e debilitado pelo frio. Após um breve suspiro, começaria a em explicar. - Ok ok, eu me explico. Daria uma breve pausa para pensar no que falaria. - Eu sou um náufrago que fiquei perdido nessa ilha, achei um velho que disse que eu poderia me abrigar nessa casa. Não que eu queira confusão com vocês, apenas me assustei com... bem... A aparência de você, e de você também. - Falaria para o tritão e depois apontaria para o urso. - Tudo que eu peço é um lugar para me abrigar da tempestade estou quase congelando por causa dela. - Imploraria em tom calmo para os que estavam ali. Não gostava do que estava fazendo, mas era o único jeito de sobreviver a nevasca.


OFF
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MensagemAssunto: Re: As Crônicas de Gelo e Peixe Act I   As Crônicas de Gelo e Peixe Act I - Página 5 EmptyQua 13 Jul 2016, 19:38

Shazam Karai


A história que aquele garoto inventou não me trouxera muito interesse. Só queria saber o porquê de aquele marginal invadir a casa desse jeito. Aquele conto sobre naufrágio, não despertava drama algum em mim, ou algo do tipo. Apenas... O anseio por cada vez mais desbravar o oceano, e os mares, uma vez que eu nunca fiz isso antes. "Dizem que dá para sentir a brisa forte do vento em alto mar, como aqui é certas vezes, em Fernand. “ - “Não que eu queira confusão com vocês, apenas me assustei com... bem... A aparência de você, e de você também.” – Suas palavras eram podres demais. Quando finalmente conseguiu chamar minha atenção, fora com o seu “jeitinho” educado de apontar seu dedo sujo para mim. Como se eu fosse algum tipo de aberração. “Seres inferiores de merda...” Bom, de qualquer jeito não deve ser tão normal para esse acéfalo, assim como os outros moradores daquela outra vila... Vou apenas ignorar isto, DESSA vez.

- Bom, eu também, digamos que quero me “abrigar”. Sou grato pelo lanche, apesar de não ser exatamente o que eu almejava comer... – Falaria pensando ainda sobre o meu “ato”, quase ficando enjoado novamente. Agora, pensando novamente na vila, e nos habitantes, porém, principalmente no barco atracado daqueles homens, esbravejaria feroz falando sobre os patifes – EU IREI TOMAR A ILHA DE VOLTA DESSES DESGRAÇADOS! - Respiraria dando uma pequena pausa, e enchendo meus pulmões novamente para ficar mais calmo, já que de fato era algo enfurecedor ouvir que um bando de meliantes estavam tratando os habitantes de modo impróprio, principalmente porque a qualquer momento eles podem ameaçar meus irmãos ursos também. - Mas... Quer dizer, vou precisar dormir um pouco antes, já que como eu disse, “abrigo”... – Tornaria minha voz normal, enquanto que bocejaria após a última palavra, representando meu cansaço. Após isso, apenas me colocaria em algum canto para dormir, possivelmente onde a mulher dissesse ou algo assim.


Spoiler:
 

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MensagemAssunto: Re: As Crônicas de Gelo e Peixe Act I   As Crônicas de Gelo e Peixe Act I - Página 5 EmptySab 16 Jul 2016, 19:42

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Narração


O vento congelante atravessava a porta e a cada segundo ficava mais forte, - Nenhum Urso fez armadilha pra você, agora feche esta porra de porta antes que mate todos nós !!!! - A voz do tritão era um pouco abafada pelo uivo da tempestade, mas o garoto conseguia ouvi-lo e percebia que tinha que fechar a porta, e mesmo tendo que usar toda sua força para empurra-la contra o vento, ele a fechava.

Depois do grito do tritão e da porta se fechar, um estranho silêncio pairava sobre o local só sendo possível ouvir o vento ainda bater a porta e o fogo consumindo a pequena quantidade de lenha na fogueira, mas agora este se silêncio se quebrava com uma pergunta do tritão que era logo respondida por ele. - Ok ok, eu me explico... Eu sou um náufrago que fiquei perdido nessa ilha, achei um velho que disse que eu poderia me abrigar nessa casa. Não que eu queira confusão com vocês, apenas me assustei com... bem... A aparência de você, e de você também. - Enquanto falava, apontava seu dedo contra o mink que não gostava daquilo, mas como não queria mais confusão apenas deixava passar.

O mesmo urso que antes não ligava para o que o garoto dizia, agora esbravejava com sua voz rouca contra os dominadores da ilha dizendo dar apoio a Ineel. Após isso, ele se punha a dormir em um dos tapetes perto da lareira.

- Bem, vamos acalmar os nervos! Acabei de fazer mais sopa de urso, quem quiser pode pegar o quanto for! - Margery colocava um grande balde em cima de uma mesa redonda no meio da sala, e logo colocava mais cumbucas em volta da mesma.

- Mas que merda de frio aqui dentro!... - O marido de Margery saia do quarto com a mão direita passando sobre sua cabeça como se a mesma estivesse doendo, e logo depois ia até a lareira colocando mais lenha a mesma e pegando uma cumbuca começando a comer um pouco da sopa em seguida.


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MensagemAssunto: Re: As Crônicas de Gelo e Peixe Act I   As Crônicas de Gelo e Peixe Act I - Página 5 EmptySeg 18 Jul 2016, 11:14

The wind was howling


E a confusão se acalmava, aparentemente. O tritão e o urso humanoide não demonstravam felicidade em minha permanência na casa. " Foda-se esses humanoides de merda... Nem gente eles são " Pensaria, com raiva pelo desgosto de ser tratado mal pela escória da sociedade. Nem um ladrão como eu merecia isso.

A tensão era quebrada, então, por uma velha senhora. Provavelmente a dona da casa, já que o resto que estava lá eram animais, ladrões ou bêbados. Trazia consigo um grande balde, com bolhas efervescentes. Sopa de urso? Interessante. Observaria a reação do humanoide. " Será que é tão selvagem a ponto de cometer canibalismo? Perguntava a mim mesmo, mentalmente. Estava faminto por causa da nevasca, portanto não perderia tempo. Aproximaria-me do caldeirão e sentaria, se houvesse assentos disponíveis. Caso não, apenas me serviria da sopa, a colocando em uma cumbuca limpa.

Faria questão de saborear a sopa. Desde que cai nessa ilha não comia algo, estava faminto. Após terminar a refeição caminharia até a senhora que havia nos servido. - Sabe aonde há um lugar para descansar aqui? Perdi quase todas as minhas forças durante essa tempestade. Eu prometo que depois que me recuperar eu ajudo vocês, seja lá com que for. Tentava ganhar a confiança dos que estavam ali, incluindo os humanoides. Mesmo que isso significasse ter que os ajudar, no futuro.

Se ela me mostrasse os aposentos, encaminharia até os mesmos e gesticularia agradecendo pela informação. Deitaria-me e esperaria até que conseguisse adormecer. Confortado, esboçaria um pequeno sorriso em minha face. "Faz um bom tempo que eu não fico aconchegado assim."


OFF
Spoiler:
 

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Narração

– Fala –

"Pensamento"

Título

Ouça a voz da Elise:
 



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MensagemAssunto: Re: As Crônicas de Gelo e Peixe Act I   As Crônicas de Gelo e Peixe Act I - Página 5 EmptySex 12 Ago 2016, 22:23

Fury of the storm


Dormir perto de uma lareira quente... Eu nunca havia tateado algo do tipo, era algo muito bom de se sentir, ainda mais com todo o frio lá fora, apesar de eu amenizar grande parte dele com minha pelugem de fato volumosa. As chamas deviam ser calorosas comigo próximo dali, e eu não tinha problema nenhum em me deitar no chão, fiz isso a minha vida inteira ao contrário dos humanos. Agora só me restava tirar um bom cochilo, até amanhecer. Sentia-me feliz com essa sensação, era reconfortante, e distinto de dormir em uma caverna com o chão duro, petrificado e frio. Enquanto eu estava deitado provavelmente ouviria um monte daquelas baboseiras humanas, acho que meu mais novo amigo deveria ter acordado com o frio talvez. Sou grato por ele, e além de tentar manter meus companheiros ursos longe de perigo, acho que esse homem também é um dos motivos de eu querer ajudar a ilha. Estou decidido quanto a isso, e não pretendo dar pé atrás até dar um fim nesses patifes. Não que eu seja um herói ou algo do gênero. As últimas palavras da humana me atormentavam um pouco, mais sopa de urso... Quantos ursos foram mortos para alimentá-los? Tudo bem que esse deve ser um dos poucos meios de sobrevivência, mas... “Não quero que minha espécie e terra natal seja devastada pelos humanos, só de pensar nisso já fico aterrorizado, e desolado com tal acontecimento”

Iria cochilar o Maximo possível para repor minhas forças e expulsar meu cansaço, relaxar os músculos realmente é importante. Após dar um breve bocejo, tentaria cair em sono profundo, e após minha jornada de sono iria ficar de pé em prontidão, rumo aos desejos e planos do Tritão, para acabar com aqueles meliantes. Claro que eu não iria seguir a estratégia do homem-peixe tão cegamente, eu iria me preparar para aquilo, e obviamente faria também meus próprios planos. Não faço ideia se esse peixe sabe como planejar uma invasão, mal o conheço. Mas, se eu sair vivo de lá, com um navio, e com aqueles infelizes mortos, já basta para mim. É tudo que eu quero, não pretendo morrer aqui, mas se for lutando, não me arrependerei, é assim que eu almejo perecer.

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Tiro de sorte? Sorte é não tomar um tiro meu
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