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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 As Crônicas de Gelo e Peixe Act I

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ADM.Tidus
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MensagemAssunto: As Crônicas de Gelo e Peixe Act I   As Crônicas de Gelo e Peixe Act I - Página 2 EmptyQua 13 Jan 2016, 12:19

Relembrando a primeira mensagem :

As Crônicas de Gelo e Peixe Act I

Aqui ocorrerá a aventura do(a) civil Ineel. A qual não possui narrador definido.


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Ineel
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MensagemAssunto: Re: As Crônicas de Gelo e Peixe Act I   As Crônicas de Gelo e Peixe Act I - Página 2 EmptyQua 20 Jan 2016, 02:07

Túnel subterrâneo

Caminhando por blocos de gelo conseguira sentir novamente o vento gélido sobre a ponta de seu nariz, a busca acabava em fracasso pois não havia conseguindo encontrar ninguém para sua expedição ou mais informações, me voltava agora para um local para dar uma pausa da caminhada mas algo inesperado acontecia diante de meus olhos.. O bloco de gelo em que meus pés estavam acabava por se romper me jogando para o fundo água... Ou não..

'' Mas OQUE ??!! Terra ?? Pensei que só havia terra na ilha menor..'' - Pensava o tritão chocado.

Havia despencado de uma altura de cerca de 3 metros, por sorte não se machucava. O local escuro não dava muitas alternativas para o homem peixe porem mas se esforçando bem conseguira ver um par de soqueiras, uma espada e uma arma de fogo sobre uma mesa.

'' Por quê diabos tem uma mesa com armas aqui em baixo.. De quem são ? ''- Se perguntava.

Tentaria me aproximar com passos pequenos esticando um pé a frente do outro tentando encostar a sola no chão para testar se estava em local fixo e solo, estando a uma distancia de 2 metros da mesa se agacharia e tentaria observar ao redor tentando identificar pessoas por perto ou mais objetos ou pistas que seriam uteis para descobrir oque era este local, caso não houver ninguém se levantaria colocaria o par de soqueira em seus punhos em seguida pegaria o revolver e colocaria na cintura de sua calça guardando as balas em seus bolsos. Por último também colocando a espada em sua cintura junto com o revolver, tentaria observar toda a estrutura do local visando descobrir se era natural ou construída e caso não surja nenhum problema se decidiria em seguir o caminho ao sul lembrando que não compensaria subir de volta a superfície e que mais cedo um nativo lhe dissera que a tribo ursina se localizava ao sul dali.

- Armas não podem ser abandonadas assim em um lugar como este tsc.. - Murmurava para si mesmo

Caso houvesse alguém próximo a mesa, tentaria observar se conseguiria pegar uma das armas sem ser visto caso seja favorável tentaria pegar o revolver junto das balas em seguida se levantando e mirando neste alguém o ameaçando em seguida rapidamente mirando o revolver para o peito do estranho.

Ei ! O quê é este lugar ? Onde estou ? Quem e você ? - Diria sem se segurar para controlar sua voz normal como sempre faria para não assustar as pessoas.

Caso perceba que este alguém estava armado, tentaria fixar seus olhos nas mãos de seu oponente mesmo com a pouca luz do túnel talvez se concentrado em um ponto poderia ser capaz de ver. Caso perceba algum movimento agressivo com estas mãos dispararia contra o peito de seu oponente sem pensar duas vezes.. Afinal estava em local desconhecido com um estranho armado.. Se sentir ameaçado era a última coisa que Ineel queria no momento.

Caso o tritão perceba que suas chances de conseguir pegar o revolver sejam bem curtas, tentaria se agachar o máximo que conseguir se aproximando deste alguém ate ficar perto o suficiente para erguer o corpo para cima elevando seu punho direito consigo visando acertar o queixo deste estranho. Porém se tudo falhar tentaria saltar para uma diagonal qualquer na tentativa de se esquivar de algo, caso perceba que seja um golpe com punhos tentaria bloquear o golpe elevando seu antebraço esquerdo visando redirecionar o golpe para cima em seguida contra atacando com um forte soco com a mão direita no peito de seu oponente. E caso acerte tentaria mais uma vez rapidamente pegar as armas na mesa e se distanciaria para ver mais detalhadamente seu oponente.

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Ellamara
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MensagemAssunto: Re: As Crônicas de Gelo e Peixe Act I   As Crônicas de Gelo e Peixe Act I - Página 2 EmptyQua 20 Jan 2016, 17:49

Feelings Hurts



Seu olhar percorreria todo o Igloo assim que pusesse um pé dentro, poderia estar agradecida o quanto fosse, ainda era perigoso entrar na "casa" de um desconhecido quando não tinha nada para se defender. Se percebesse falta de perigo, relaxaria e se sentaria em algum local confortável. Caso achasse algo com que se preocupar, manteria-se atenta como um gato, pensando duas vezes antes de aceitar qualquer coisa.

Quando ouvisse a história do mesmo, ficaria um pouco triste, era realmente triste ver um pai e um filho separados assim, e a albina sentiu curiosidade em saber como será a personalidade de Shen. Mas ao mesmo tempo, um dúvida lhe passou a cabeça.

— Senhor? Qual o seu nome?

Assim que tirasse sua dúvida e tivesse o mapa e a foto em mãos, observaria a folha de papel alguns segundos, tentando pegar pelo menos uma noção da ilha. Encararia também a foto, decorando os traços mais simples que apareciam e possivelmente não mudariam muito. Quando estivesse pronta, sairia do Igloo revigorada. Se despediria com um sorriso decidido no rosto.

— Adeus, senhor. Irei com certeza entregar o recado para seu filho.

E então começaria a raciocinar como chegaria á ilha menor. Talvez conseguisse chegar lá sozinha, mas as possibilidades de se perder eram muito grandes para se arriscar. E agora, como conseguiria um guia? Tinha alguma consciência de suas habilidades para convencer pessoas, mas como acharia alguém que tivesse capacidade de levá-la?

Caminharia, por enquanto, sem muita direção. Procuraria alguém que aparentasse saber o caminho para a ilha menor, uma pessoa que lhe parecesse deter conhecimento sobre isso. Caminharia em um ritmo um pouco acelerado, enquanto evitaria fazer barulhos irritantes que podiam soar caso pisasse de qualquer forma.
Post N°3SP 62HP 120B$50.000
Ganhos ❥ Casaco, Mapa da Ilha, Foto
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Kobayashi Saito
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Kobayashi Saito

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MensagemAssunto: Re: As Crônicas de Gelo e Peixe Act I   As Crônicas de Gelo e Peixe Act I - Página 2 EmptySex 22 Jan 2016, 19:38

Ineel

O tritão se encontrava em um túnel subterrâneo, a sua frente uma mesa com algumas armas e sem pensar o homem-peixe já as tomava para si. Guardava o revolver e a espada em sua cintura, as 3 balas que havia encontrado eram colocadas em seu bolso e as soqueiras em seus punhos. Sem muitas alternativas Ineel decidia seguir o caminho ao Sul, a visibilidade era muito baixa mas andava normalmente. Alguns minutos se passavam, mas ainda era possível enxergar naquele tune, o que era estranho afinal o buraco que deixava entrar luz da superfície já havia ficado bem para trás. Um pouco a sua frente o tritão podia ver uma tocha presa no canto superior esquerdo daquele túnel, o que indicava que aquele túnel estava sendo utilizado. O jovem continuava sua caminhada sem saber onde chegaria. Não se passava nem um minuto e um barulho de rosnado podia ser ouvido por Ineel que instintivamente parava por alguns instantes, a sua frente a silhueta de um animal de quatro patas ia ficando cada vez mais visível. A frente do tritão estava um lobo de pelo branco e olhos avermelhados, o animal babava e rosnava olhando para o homem-peixe como quem olha para um prato de comida.

Ellamara

Ellamara ouvia a historia do homem e então percebia algo um pouco constrangedor, ela estava na casa de um homem e não sabia nem seu nome, sem hesitar ela o perguntava.

- Perdao! Esqueci de me apresentar, eu me chamo Gary! Hahaha

A menina então sorria educadamente de volta e se despedia do homem, se comprometendo a entregar o regado para seu filho. A menina começava uma caminhada sem rumo, procurando alguém que pudesse ajuda-la a chegar na ilha menor. Haviam poucas pessoas perto da garota, um homem que aparentava ter cerca de 50 anos com cabelo grisalho, uma mulher que aparentava ter 30 e poucos e um jovem que aparentava ter uns 20 e poucos anos.

Lobo:
 

Histórico:
 


Histórico:
 

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Ineel
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Ineel

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MensagemAssunto: Re: As Crônicas de Gelo e Peixe Act I   As Crônicas de Gelo e Peixe Act I - Página 2 EmptySab 23 Jan 2016, 06:17

~Karatê tritão~


O túnel poderia abranger criaturas perigosas, passando próximo a uma tocha acesa acabava por ter certeza de que não estava sozinho por ali. Por cada passo dado em frente adentrando mais ainda o mistério do túnel, creio que seria mais árduo retornar e logo uma mesclagem em meus pensamentos surgia entre preocupação por não conseguir voltar para a superfície e admiração por como o local foi feito. Entusiasmado por estar tendo a oportunidade de explorar, Com um pequeno sorriso no rosto continuava um pouco perplexo com o fato deste túnel existir. A curiosidade por saber também na onde o outro caminho daria. Caminhava por alguns minutos E logo percebia um rosnado selvagem  que me fez parar por instinto,  focando buscar com meus olhos  onde estava o causador do rosnado, eu o encontrava em minha frente, uma forma animal de quatro patas  que me encarava como seu almoço, um breve susto me faria dar um pequeno salto para trás arregalando os olhos e elevando meus lábios deixando meus dentes afiados a mostra revelando-se pego de surpresa...

- Eu sabia que não estava sozinho !!!! - Exclamaria colocando a mão direita sobre os lábios.

Sem perder tempo revestiria meus punhos com meu par de soqueiras, rapidamente abaixando meu torso para que eu pudesse ajustar minha perna esquerda para ser capaz de dobrar o joelho deixando-o proporcional para apoio do corpo, esticaria a perna direita para trás fazendo com que fique oculta por sua perna esquerda a frente, erguendo o antebraço esquerdo a altura de minha testa formando uma curva com capacidade para cobrir toda a largura do crânio em quanto que seu punho direito ficaria apontado em linha reta contra o animal selvagem, aguardaria por 10 segundos uma investida da besta contra mim para mover minha perna direita a frente e em seguida dobrando a esquerda invertendo a posição das pernas para dar uma pequena caminhada a frente para enfim girar meu punho direito até a altura de minha cintura aguardando o momento certo para liberar um forte soco concentrado e revestido com a soqueira, girando o antebraço até o peito do animal colocando pressão no punho para empurrar o animal para trás logo depois da aplicação do golpe, sendo que em quanto aplico o soco usaria meu punho esquerdo elevando o antebraço até o queixo da besta  para bloquear o avanço e  uma possível mordida visando danificar minha cabeça ou minha região peitoral.
  Caso consiga jogar a besta para trás avançaria contra ela invertendo mais uma vez a posição das pernas e desferindo um soco com o punho direito revestido com a soqueira, girando o antebraço durante o trajeto até os olhos do animal visando  cega-lo ou priva-lo da visão por algum momento para que eu pudesse desmanchar minha base de luta e estrangular o animal com minhas duas mãos até eu sentir que seu corpo se tornou frio e sem vida.
   Porem caso o animal não avance contra mim, desmancharia minha posição de combate e avançaria com uma investida até a besta colocando o punho esquerdo a frente de seu rosto e preparando para bloquear qualquer ataque visando sua cabeça ou região peitoral justamente com a parte metálica da soqueira, em quanto meu punho direito irá desferir um soco centralizado no peitoral da besta ( Nos olhos caso o animal não me ataque ) E em seguida desmanchando toda a base de luta para estrangular o animal com as duas mãos até a morte.
   Caso eu consiga perceber pela direção dos olhos do animal ou pela curvatura de sua boca que ele estaria direcionando uma mordida as partes baixas de meu corpo eu tentaria me esquivar saltando para trás em seguida contra atacando com os mesmos golpes acima e finalizando com um estrangulamento.

Derrotando o animal eu esboçaria um sorriso em meu rosto, soltando uma expressão de alívio em seguida pois afinal o local estava começando a ficar perigoso e havia conseguido se safar de uma encrenca. Caminharia até a tocha acesa e a levaria comigo iluminando um pouco mais meu caminho, seguiria adiante e só pararia caso algo despertasse minha atenção... Como uma mudança da geografia do túnel ou pistas sobre pessoas, até mesmo objetos de valor.

'' Para onde sera que estou indo ?!'' - Se perguntava em seu consciente.
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Dante
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MensagemAssunto: Re: As Crônicas de Gelo e Peixe Act I   As Crônicas de Gelo e Peixe Act I - Página 2 EmptySab 23 Jan 2016, 18:58

All we need is lightning, with power and mighty
Minha vida inteira havia sido moldada por treinamento e estudos. Eu fui treinado para caçar e principalmente para sobreviver, desde o primeiro momento isso havia sido decidido, e isso não é algo ruim, pois irá me salvar de muitas encrencas, ou assim eu espero. Entretanto eu nunca entendi direito o meu velho, será que ele sabia que eu tinha o mesmo desejo de sair dessa ilha minúscula e sem futuro para me aventurar ao vento, sem leis e sem limitações que os humanos impõem? Gostaria de saber pelo menos o que ele fez com o meu machado. Deve ter sido perdido para sempre, e agora a única lembrança que me resta dele é uma maldita armadura despedaçada e arruinada, que aparentemente não vai me proteger de nada... Nada que seja perigoso de verdade pelo menos.

Melancolia invadia meu coração com grande poder, meu pai havia morrido há apenas alguns dias, e eu nem ao menos tive chance de me despedir dele. Lembrava-me dos dias em que ele caçava sozinho e trazia um banquete inteiro só para mim... Mas o meu objetivo agora não era ficar me lamentando pela morte dele dentro da minha toca e moradia, claro que era impossível ignorar o fato dele ter morrido há apenas alguns dias atrás, mas ficar de luto e não fazer nada não me trará, nunca, beneficio algum. Ficar naquela caverna solitária e vazia só me traria mais e mais lembranças do meu passado. Sim, passado, pois agora eu não posso deixar isso me afetar, não mais.

Viver o presente e almejar o futuro eu irei. Provavelmente agora eu estaria em meu “covil”, sentado com minhas pernas flexionadas deixando elas quase à altura de minha face, essa que estaria com os meus olhos cobertos por minha mão direita virada para a horizontal. Sentado no canto mais sombrio da minha caverna, me levantaria aos poucos, ficando sobre dois pés, e deixando minha pose triste e vergonhosa para trás, tomando uma postura solene. “Todo esse tempo perdido... Quantos dias? Duas semanas ou mais? Tudo sendo usado apenas para ficar aqui brincando de ursinho órfão... Eu devo sair daqui. E Agora!” Viver apenas dos restos que eu havia caçado há quase um mês não seria certo, minha boca deveria estar fedendo a carniça, ou seja lá ao que eu tenha comido.

Iria sair lentamente da caverna, caminhando calmo e atento a qualquer coisa. Se estivesse de dia, iria sair com as minhas pálpebras cobrindo boa parte dos meus olhos até que eles se acostumassem com a luz, eu não dava as caras com o sol já fazia um bom tempo, e minha visão deveria estar sensível depois dessa ausência de claridade. “Como eu vou sair desse lugar? Nunca vi sequer uma oportunidade ou chance de me mandar daqui.“ Jamais pude ver um navio ou pelo menos um bote, meu pai me contava histórias sobre o navio que ele e seus amigos tinham, me falava de suas viagens dentro de um navio gigante que poderia caber até mesmo 100 ursídeos iguais a ele. Mas eu nunca vi um navio com os meus próprios olhos...

Ao sair da caverna iria manter minha postura, alterar meu olhar com fúria e então erguer meus antebraços e punhos cerrados numa altura um pouco acima de minha cintura, elevar minha cabeça para cima e olhar diretamente aos céus, sugando todo o ar que meus pulmões poderiam guardar e então vociferar com todo o meu potencial, em um tom colérico – FILHA DA PUTAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA – Referindo-me aos responsáveis por matar meu genitor, quaisquer que sejam esses deuses.

Após isso sairia caminhando pela ilha, prestando atenção em tudo. Meu objetivo era encontrar civilização, seja ela de Ursídeos ou ursos-polares, mas principalmente humanos, já que até onde eu sei os navios foram uma criação deles, e se eu der sorte de encontrar algum navegador por aqui poderei sair dessa ilha... Ao encontrar alguém, iria me aproximar do mesmo com calma, tentando não demonstrar qualquer sinal de violência ou algo que poderia espantá-lo. – Olá... Eu estou precisando de um pequeno auxílio, tu poderias me dar isso? Preciso saber qualquer coisa sobre como sair dessa ilha. – Falaria isso me referindo a um ursídeo ou humano se possível, mas se não encontrasse nada além de um urso-polar qualquer iria perguntar ao mesmo se não havia visto nenhum outro tipo de civilização. Em um tom calmo e amigável, falaria – Meu companheiro, você não avistou nenhum urso similar a mim ou um humano? – Assim sairia andando pela ilha até conseguir algo de útil.

Explicações:
 

Ps: Minha narração depois de um ano de ausência. Não sei se estou fazendo isso bem As Crônicas de Gelo e Peixe Act I - Página 2 3551987972 As Crônicas de Gelo e Peixe Act I - Página 2 2869820699

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Tiro de sorte? Sorte é não tomar um tiro meu
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Última edição por Dante em Sab 23 Jan 2016, 23:49, editado 1 vez(es)
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Ellamara
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MensagemAssunto: Re: As Crônicas de Gelo e Peixe Act I   As Crônicas de Gelo e Peixe Act I - Página 2 EmptySab 23 Jan 2016, 21:58

Thinking


Depois de tomar conhecimento de todas as pessoas á seu redor, por um tempo não estaria claro com quem entraria em contato para chegar á ilha menor, mas primeiro daria mais uma boa olhada para o mapa. Precisaria de ajuda de qualquer maneira, mas de que mal faria estudar mais um pouco o mapa? Poderia pensar em que fazer enquanto o estudava.

Com o mapa em mãos, tentaria passar a impressão não estar olhando por onde anda e examinaria mais um pouco o mapa. Ela admitiria também que parte dos motivos era poder examinar mais algumas pessoas na aparência sem parecer uma perseguidora suja. Aparência é importante para ela, afinal. Subiria o olhar casualmente para observar e raciocinar sobre quem iria questionar sobre como chegar até a Ilha Menor, raciocinando sobre quem deteria esse conhecimento.

O primeiro á ser examinado seria o idoso. Respeitava suficiente os idosos para saber que não eram inúteis, e que poderiam saber duas vezes mais que o mais conhecedor da minha idade, mas também sabia por cima da história da ilha, lera sobre ela em alguns jornais e livros. O idoso poderia não ter esse conhecimento.

A segunda seria a mulher, e seria radiografada pela garota como o anterior. Avaliaria suas vestes, feições e modo de andar. Se aparentasse ser uma mulher culta, passaria a ser uma opção. Caso não, não se daria muito trabalho sobre ela antes de passar para o próximo.

No terceiro radiografado, estaria claro que ele seria mais novo, e ela nunca confiava muito no conhecimento lógico de pessoas mais novas. Elas geralmente não saíam de suas áreas de conforto, e isso era inadequado do ponto de vista dela. Mas tentaria, assim como na mulher, observar todo seus movimentos. Caso aparentasse deter a informação que precisasse, colocaria como opção também, e seguiria os mesmo procedimentos se caso não o fizesse.

Em todo caso, gravaria as direções que cada um seguiria, como precaução para se a pessoa que escolhesse não fosse o que precisasse. Primeiro, iria em direção á mulher, porque estaria dentro do padrão que impusera com base na história da ilha. A consultaria com a fala:

— Olá, você poderia por favor me indicar o caminho até a Ilha Menor?

Confiaria em seu sorriso acanhado e olhar levemente envergonhado para conquistar afeição da mulher, já que todos sabemos que fazem as coisas bem melhor com boa vontade, tire isso das pessoas.

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Última edição por Ellamara em Dom 24 Jan 2016, 19:17, editado 4 vez(es)
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King
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MensagemAssunto: Re: As Crônicas de Gelo e Peixe Act I   As Crônicas de Gelo e Peixe Act I - Página 2 EmptySab 23 Jan 2016, 21:58

Lerigo


E lá estava eu. A isolada e gélida ilha onde tudo começou.- Fernand..De novo... Murmurava o nome da ilha com meus lábios trêmulos e roxos, típico de quem não convive com o frio. Fitava o local com meus olhos, não seria melhor permanecer no oceano? Gelo e neve, realmente não havia muito nesta ilha. Cruzaria os braços e andaria levemente inclinado, tentando permanecer aquecido. "Eu realmente sou sortudo, porra..." Ironizava meu próprio destino. O naufrágio em Fernand não podia ser coincidência. O que restava a mim? Morrer de frio ou ser devorado por ursos estranhos? Não dessa vez. Eu vou sobreviver.

Lembrava-me da minha estadia em Wars Island."Como foram bons esses tempos." Eu realmente podia confiar na minha gangue, eles eram a família que eu nunca tive. Mas tudo foi tirado, arrancado de mim pelos marinheiros. - Marinheiros de merda, vão pagar... Murmuraria comigo mesmo enquanto franzia minha testa e meu semblante se tornava mais raivoso.

Porém antes o essencial, a sobrevivência. Ficaria alerta e a procura de iglus: A única residência possível na ilha. Precisava me armar, Fernand sempre foi  uma armadilha traiçoeira com seus terreno e os ursos. Os malditos ursos que me trouxeram para este lugar de novo. Estava receoso, praticamente uma presa fácil no meio daquela neve. Eu preciso encontrar alguém, para a situação não se tornar mais desesperadora. Se avistasse alguma silhueta humana, gesticularia com a minha mão para o alto para me notar. - Ei! Pode me ajudar? Não gostava de depender dos outros, mas parecia o que me restava. Porém, se encontrasse um urso tentaria me esconder e evitar fazer quaisquer barulhos.

OFF
Spoiler:
 

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Narração

– Fala –

"Pensamento"

Título

Ouça a voz da Elise:
 



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Última edição por Davi King em Dom 24 Jan 2016, 09:18, editado 3 vez(es)
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Aaron John
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MensagemAssunto: Re: As Crônicas de Gelo e Peixe Act I   As Crônicas de Gelo e Peixe Act I - Página 2 EmptySab 23 Jan 2016, 23:27

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    Chronicles of a blond.

    Maldito frio. Maldita hora em que pensei em começar logo por aquela ilha. Não portava casaco algum, e aquela merda ainda é só gelo; quer sofrimento maior que isso: estar em uma ilha cujo clima habitual é uma nevasca e não ter um casaco? Pois bem, espero que saiba o quanto estou sofrendo agora. Trajava apenas as minhas vestimentas normais: camiseta branca, blusa verde com tecido fino – não ajudava em nada naquele frio dos infernos –, calça jeans e meus sapatos esportivos pretos. Sentia cada célula do meu corpo tentando vibrar para poder quem sabe um único segundo da sensação de um clima ameno; pena que nada acontecia.

    Mas, quem sabe o destino me trouxera para aquela localização no North Blue para algum propósito. Quem sabe seja alguém, quem sabe seja achar as armas quais eu tenho muita perícia ou algo a mais. Nada disso me importava muito, apenas deveria me conformar com o ocorrido; sem muitas delongas, deveria pensar apenas no que poderia fazer.

    Nada melhor do que me aquecer com meus cigarros. Colocaria então as mãos no bolso, e ao perceber que nada tinha, colocaria minhas mãos à cabeça puxando meus cabelos áureos praguejando contra mim mesmo, pois como poderia partir para minha jornada no mar sem esse presente dos deuses?

    — Aaaah! — esbravejaria, enquanto soltaria meus cabelos, e em seguida socaria o ar como símbolo da raiva que estava. — Como diabos eu esqueço meus cigarros do outro lado do oceano?

    Respirando fundo, olharia para a paisagem à frente. Esperava eu que não tivesse ninguém para me ver naquele momento de furor, pois me achariam louco mesmo sem eu ter sintoma algum de doenças mentias; aquilo tudo era raiva mesmo. Ainda parado, coçaria meu queixo, em minha cabeça estava a se passar o que poderia fazer nessa ilha que apesar de gelada, não tem deve ter tanto assim para fazer, pensava; apenas reunir alguns suprimentos e zarpar para a ilha seguinte.

    A pergunta que ficou no ar é: como eu vou ir para a próxima ilha se não tenho habilidades de navegador?

    Respiraria fundo novamente, parecia que tudo conspirava contra mim, pelo simples fato de pisar na ilha e não ter roupa alguma e estar sofrendo nesse inferno gelado; também não queria expor minha raiva novamente, criar uma má fama de louco para mim seria ruim principalmente agora.

    Minha compostura voltou a ser a mesma séria de sempre, e então, andaria um pouco para frente para conseguir mais informações acerca de Fernand Ice Island, e quem sabe todas as possíveis para ter alguma noção de que lugar estava. Quando avistar algum civil calcorreando pela rua, correria até o mesmo, abordando-o de maneira amigável, e sem delongar, inquiriria:

    — Com licença, mas poderia me dizer onde acho algum armazém que venda cigarros, isqueiros e uma pistola? Quem sabe achar algum casaco, acabei de chegar e to morrendo de frio. — faria uma pausa, e friccionaria minhas mãos sobre a fina blusa verde musgo. Encará-lo-ia em seguida. — Se possível, gostaria também de saber as pessoas que chegaram à ilha recentemente.

    Por que saber de quem chegou na ilha há pouco tempo? Simples: pode ser que estes também tenham o sonho de ir aos mares e navegar como um fora da lei. Talvez o civil até desconfiaria a indagação, mas eu mal me importava. Manteria aquela mesma compostura fechada, mas deixando transparecer uma personalidade amigável para fazê-lo saber de tudo o que ocorria.

    Apenas aguardaria em seguida a resposta daquele homem. Fernand Ice Island tem muito que explorar, e no fundo estou até feliz, afinal, minha grande jornada estava prestes a começar. Uma euforia interior queria se esvair, todavia não a deixava; não era muito de minha personalidade isso.


    Objetivos.:
     

    OFF.:
     

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• [ ] Ter Haki e Akuma no Mi;
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Kobayashi Saito
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MensagemAssunto: Re: As Crônicas de Gelo e Peixe Act I   As Crônicas de Gelo e Peixe Act I - Página 2 EmptyTer 26 Jan 2016, 00:52

Ineel

Ineel estava frente a frente com uma fera que não parecia estar ali de brincadeira. Com seus olhos vermelhos fixos no tritão e sua boca babando, a fera avançava. A besta corria em direção ao homem-peixe e saltava com a boca aberta pronta para arrancar um pedaço de seu alvo, mas o tritão avançava fazendo com que a besta errasse o alvo e mordesse a espada que estava em sua cintura destruindo a empunhadura de madeira tornando a arma inutilizável. Mas o tritão também se movia e aplicava um poderoso soco no lobo que era jogado cerca de dois metros para trás. E dessa vez era Ineel que avançava contra o animal e desferia um soco visando os olhos da besta, mas o lobo agilmente abria sua boca e mordia a mão do tritão. O impacto do golpe era forte, quebrando um dos caninos da fera e deixando a mão de Ineel coberta de sangue com vários cortes. Os dois se encaravam mais uma vez a uma distancia de cerca de dois metros, mas dessa vez os olhos do homem-peixe também se tornavam vermelhos, era como se ele tivesse sido possuído.

Ellamara

Ellamara estava decidida a chegar na ilha menor e pensava sobre como o faria. Primeiramente analisava o mapa que tinha em mãos, depois começava a analisar as pessoas que ali estavam. Depois de levar diversos fatores em consideração ela optava por pedir ajuda a mulher que havia ali. Se aproximava e pedia ajuda educadamente com sua bela voz, a mulher de imediato sentia simpatizava com a garota, mas parecia que ela não era a opção correta.

- Me desculpa mas eu nunca fui ate a ilha menor, dizem que la é muito perigoso. Eu acho que fica para o sul mas só sei disso, desculpa. - Dizia a mulher coçando a parte de trás da cabeça e dando um gentil sorriso.

Haviam sobrado duas pessoas ali, o jovem que aparentava ser bem atlético e o homem mais velho que aparentava ter um grande conhecimento.

Aaron John e Davi King

Ao norte da ilha dois jovens desembarcavam quase que ao mesmo tempo e bem próximos um do outro. Os dois pareciam estar um pouco nervosos de inicio, mas se compunham e saiam andando a procura de ajuda. Um vento congelante soprava naquela parte da ilha e a neve encharcava os sapatos de ambos os jovens.

Edward era um jovem de 19 anos, bem alto e com a pele e o cabelo escuros, havia naufragado a pouco tempo e necessitava de ajuda para não morrer de frio. Apos andar um pouco ele podia ver outro jovem que pelas vestimentas não era da ilha, mas mesmo assim Edward acenava e dizia:

- Ei! Pode me ajudar?

Aaron era um jovem de 25 anos, estatura mediana e cabelos loiros, havia decidido se tornar um pirata e mais se tornar um pirata no North Blue. Mas sua primeira ilha já lhe mostrava o quão dura seria sua jornada, morrendo de frio o jovem precisava de ajuda. Apos algum tempo caminhando ele podia ouvir alguém falando mas não entendia direito o que, apenas olhava para o lado e via um garoto de pele escura e 1,90m de altura acenando para ele. Aaron se aproximava e enchia o garoto com suas perguntas.

— Com licença, mas poderia me dizer onde acho algum armazém que venda cigarros, isqueiros e uma pistola? Quem sabe achar algum casaco, acabei de chegar e to morrendo de frio. - E apos uma breve pausa continuava. — Se possível, gostaria também de saber as pessoas que chegaram à ilha recentemente.

Dante

Em uma caverna em algum lugar na ilha menor estava o mink Dragomir Saahklonir, meio homem e meio urso, a criatura estava furiosa pela morte de seu pai. Apos algum tempo, já mais calmo o mink resolvia sair de sua caverna e de alguma forma sair daquela ilha para explorar o mundo. Apos algum tempo andando Dragomir chegava a uma pequena vila, todos ali pareciam ser humanos comuns. O mink então se aproximava de um dos habitantes que parecia nao ter o visto se aproximando e dizia:

– Olá... Eu estou precisando de um pequeno auxílio, tu poderias me dar isso? Preciso saber qualquer coisa sobre como sair dessa ilha.

O homem levava um susto com Dragomir e gritava:

- AHHHHHHHHHH!!! UM URSO FALANTE!!!!!!!!

Logo mais 3 homens se aproximavam todos empunhando lanças bem afiadas e um deles se dirigia ao mink.

- Oi! Voce pode falar? O que exatamente é você? Não se parece nem com um e nem com um urso.

Todos os homens estavam confusos e esperavam explicações por parte do mink. A sua volta ele podia ver algumas cabanas e uma fogueira, parecia uma vila bem pequena.

Localizações:
 

OFF:
 

OFF Ellamara:
 

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MensagemAssunto: Re: As Crônicas de Gelo e Peixe Act I   As Crônicas de Gelo e Peixe Act I - Página 2 EmptyTer 26 Jan 2016, 12:46

Decepção


Após uma rápida caminhada encontrava alguém, mas não me parecia ser útil. Perguntava-lhe sobre a ilha, e era respondido com uma chuva de respostas. O homem não parecia ser da ilha suas roupas seriam inútil em um lugar praticamente congelado e suas perguntas apenas confirmavam o que pensava " Os deuses devem estar me castigando " Era a única coisa que conseguia pensar agora.

Franzia o cenho, em sinal de desaprovação. - hehehe  - Zombava da situação e depois da pequena pausa continuava. - Nós dois estamos perdidos, o melhor seria agruparmos para evitar qualquer perigo. Eu já morei aqui, confie em mim quem sabe assim encontramos algo nesse enorme pedaço de gelo? -Dizia, fitando os olhos do desconhecido. Tentava o convencer a me acompanhar, ele parecia carregar algo importante com ele, talvez algo que eu conseguisse abater. Se me notasse e tentasse me atacar, rapidamente me moveria para trás, com um rápido salto. - Você não vai conseguir me acertar... - Olharia com certo desdém para minha vítima.

Se não optasse por me acompanhar, insistiria. - Bom, se quer morrer congelado ou ser abatido por ursos continue ai fodão, hehehehe. - Tentaria o persuadir. Se aceitasse me acompanhar, o deixaria liderar o caminho e, caso se mostrasse distraído, aproximaria de seus bolsos caso os possuísse e abateria o que estivesse lá dentro, cautelosamente o colocando no meu bolso. Se ele me notasse durante o processo, fingiria que estava caindo no chão, tropeçando. - Ops, escorrei no gelo - Era uma desculpa esfarrapada, mas era o melhor que podia fazer.

Com sucesso ou não, tomaria a frente na busca por informações. - Vamos seguir em frente, indo em direção contrária da que nos encontramos. - Diria. Esperava encontrar alguém útil dessa vez, pois o encontro com o jovem dos cabelos dourados fora apenas decepção.



Histórico:
 

Spoiler:
 

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Narração

– Fala –

"Pensamento"

Título

Ouça a voz da Elise:
 



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Última edição por Davi King em Qua 27 Jan 2016, 09:24, editado 4 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: As Crônicas de Gelo e Peixe Act I   As Crônicas de Gelo e Peixe Act I - Página 2 EmptyTer 26 Jan 2016, 15:39

I'll go to this place, Anyway!


Um pouco decepcionada porque a garota acabou por não saber de nada, seus lábios sorririam de forma agradecida de qualquer maneira. Seu olhar ficaria um pouco mais acanhado, e falaria com um tom de voz estável.

— É, eu fiquei sabendo, mas não há problema algum. Imagina, não se preocupe com isso.

Abanaria as mãos, e e respiraria fundo. Acenaria para a mulher, se inclinaria rapidamente para simbolizar se agradecimento e não diria nada antes de seguir rumo ao sul caso qualquer um dos outros estivesse seguindo por ela, este seria seu próximo escolhido. Procuraria calma, com muito pouco de sua determinação abalada. Não iria desistir tão facilmente de ter um guia.

Quando o achasse, o abordaria calmamente e levemente acanhada, com um tom de voz doce e um sorriso tímido. Tocaria levemente o ombro deste, para chamar sua atenção, e só depois daria início a sua fala.

— Hey, poderia ser que você saiba onde fica a Ilha Menor?

Se este estivesse o conhecimento para responder sua pergunta, responderia transformando seu olhar acanhado em brilhante e alargando o sorriso. "Antes de manipular os outros, saiba manipular si mesmo", se alguém lhe dissesse que esta frase estava errada, ela não teria ideia do que era. Diria logo depois de ouvir sua resposta positiva:

— Sério? Pode me levar até lá?

Caso o homem não quisesse guiá-la, seria perseverante e insistente com o mesmo, não desistindo até o mesmo levá-la á ilha. Apresentaria seu melhor rostinho pidão e falaria com a voz doce, na tentativa de conquistar seu guia. Não iria desistir até o mesmo aceitar.

— Por favor, vamos! Me leve, prometo não ser nenhum incômodo.

Se ele resolvesse levá-la, agradeceria profundamente com uma reverência e seguiria o moço até a ilha. Ainda se sentia indefesa por estar sem uma arma, mas não via outra opção e realmente não se sentia segura de ir sozinha. Teria que aceitar os riscos.

— Obrigada, mesmo.

Se este novamente não soubesse seguiria rumo ao outro homem, ou nenhum dos dois seguisse em direção ao sul, tomaria rumo em direção ao idoso. Caminharia calma, mas ágil e um tanto apressada, estava com receio de perder a direção, e precisava se apressar ou não o alcançaria.

Assim que o alcançasse, tomaria a mesma abordagem feita com a mulher, com sorriso tímido e tom de voz calmo. Seus olhos ficariam fixos no rosto do homem, e não desviaria o olhar até receber uma resposta.

— Hey, senhor, poderia me informar onde seria a Ilha Menor?

Se este soubesse, suas feições se tornariam alegres e brilhantes, por finalmente achar alguém que pudesse lhe guiar, ou ao menos lhe instruir o caminho. Falaria em tom de voz alegre com pequenas pontadas eufóricas. Caso suas explicações fossem claras o suficiente para se sentir segura em ir sozinho, se inclinaria levemente e agradeceria, seguindo suas instruções.

Se não entendesse muito bem o que lhe instruiu, faria sua melhor carinha pidona para questionar sobre lhe guiassem até lá. Seu tom de voz seria doce, e falaria com calma.

— Desculpe, mas acho que não consigo chegar lá sozinha. Poderia me levar?

Caso ele não estivesse disposto á cooperar, insistiria até arrancar um "sim", se forma perseverante. Quando conseguisse convencê-lo, agradeceria profundamente e o seguiria, não puxando muito assunto ou fazendo questão de não deixar o a conversa morrer. Faria questão de permanecer com uma cara sonhadora, como se estivesse imaginando sobre como a ilha seria.


Post N°5SP 62HP 120B$50.000
Ganhos ❥ Casaco, Mapa da Ilha, Foto
Perdas ❥ -X-




❥Objetivos:
 

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