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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Act I: Gathering Disasters

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ADM.Tidus
Duque Azul
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ADM.Tidus

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MensagemAssunto: Act I: Gathering Disasters   Act I: Gathering Disasters - Página 6 EmptySeg 11 Jan 2016, 22:53

Relembrando a primeira mensagem :

Act I: Gathering Disasters

Aqui ocorrerá a aventura dos(as) civis Leonard Darwim Stein, Jowls Bernard, Sky, Lancelot Pendragon e Ruby Rose . A qual não possui narrador definido.


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AutorMensagem
Skÿller
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MensagemAssunto: Re: Act I: Gathering Disasters   Act I: Gathering Disasters - Página 6 EmptySex 04 Mar 2016, 14:36





Going to Hell


Quando Sky fugiu com Ahri da loja, o peso da mochila simplesmente não foi sentido por Sky por diversos factos. O primeiro deles, certamente era de conhecer uma pessoa nova que parecia gostar dela; o segundo era ter bebido sangue humano, algo que ela não fazia já a algum tempo; e por fim, a maldita sirene de alerta. Fosse como fosse, Sky esquecera-se de largar a mochila, um erro que ela sentiu sem dó na sua coxa. A dor era insuportável, Sky já nem se lembrava da última vez em que tinha levado um tiro, mas a dor não durou basante.
-Rendam-se agora,ou não teremos misericórdia com a garota! – assim que ouviu tais palavras, Sky esqueceu quase que por completo a dor, um suor frio escorria pelas suas costas. Ao olhar na direção do grito, a jovem garota simplesmente começou a ver as imagens traumatizantes do passado dela. “Não… por favor, não… não a matem, não quero ficar outra vez sozinha neste mundo, eu não consigo perceber as outras pessoas… eu só não quero ficar sozinha…”
-Me... Des-cul-pe!- esta fora a gota de água para Sky, nada podia estar pior. Se ela ia perder alguma coisa, que fosse a sua vida. Ela não podia perder mais alguém, seria pior que morrer para a pequena canibal.
“Não. Não! NÃO! Outra vez não! Não posso perder novamente alguém próximo! Estávamos a nos dar tão bem! Maldita guarda! Se não nos tivessem parado, este gigante retardado não teria atacado eles! Agora ela vai ser baleada e acabou… NÃO! DE JEITO NENHUM! É QUE NEM FUDENDO QUE VOU DEIXAR ELA MORRER COMO O CLOUD!” Os seus pensamentos já estavam meio bagunçados, de facto. Misturar passado com presente para alcançar um futuro nunca daria para uma psicopata como ela. Embora Sky tivesse bebido sangue humano há pouco tempo, sua sede começava a aumentar. O simples facto de perder novamente próximo provocou uma sede de sangue que só acabaria de uma forma.
HAHAHAHAHA! KYAHAHAAHHAHAAH! Aaawn… -  um riso, no mínimo psicopata, seria solto, e de seguida diria para os marines - Primeiro cercam três civis, baleiam dois deles e cercam um? Nana-nina-não… Isso não está certo senhor marinheiro… Vamos… acalme-se, nós apenas nos defendemos, compreende? – Sky não esperaria que esta fala tivesse qualquer efeito nos marines, ela simplesmente começava a enlouquecer.
- É, acho que estamos cercados!
-Não me digas… E de quem seria a culpa? – a jovem, agora enlouquecida daria uma pausa e continuaria – eu acho que a culpa é daqueles caras ali…
“Engraçado… Parece que tá sentindo um grande ódio daqueles marines… consigo perceber isso por essa cara, a cara de um lutador. A cara de uma besta! Isto vai ser interessante…”
- Ei, pega alguma coisa nessa bolsa e me cobre, vamos começar o jogo.- e, com um aceno de cabeça, Sky tiraria a sua mochila das costas pegando o pedaço de carne mais pequeno que conseguisse e levar-lho-ia à sua boca. Após se alimentar, sacaria as suas shurikens e diria para o gigante – Pronta…
Assim que o gigante começasse a correr em direção ao marine da direita, Sky começaria a lançar shurikens na direção das mãos dois marines à esquerda. Se necessário para ter melhor visão, Sky pôr-se-ia de pé. No caso de não conseguir se por de pé, Sky tentaria ficar de joelhos.
No caso de o gigante errar o golpe, Sky lançaria as shurikens contra o marinheiro da direia. No caso de o gigante acertar o golpe e o corpo do marine ir em direção de Sky, esta sacaria rapidamente a sua lâmina e apontaria ela em direção à garganta do corpo, certificando-se se este estaria morto. Caso o marine morra, Sky agarraria o corpo dele e o usaria como escudo para se aproximar de uma arma de fogo. Se o corpo fosse muito pesado para Sky, ela desistiria de o usar como escudo e permaneceria no mesmo lugar.
No caso de Ahri cair devido a algum ataque dos marinheiros, ela começaria a atirar shurikens contra o guarda mais próximo de Ahri, para evitar que este tentasse magoar ainda mais a sua nova companheira do crime.
Após a luta, Sky correria para a direcção de Ahri. Caso Sky não conseguisse andar, esta rastejaria, uma vez que estava determinada a não abandonar a sua companheira.

Thanks for @Lovatic, Cupcake Graphics




Citação :
Histórico

Nome da Personagem:
Sky
Nº de Posts: 6
Canibalismo: (3/5)
Nº de vítimas: 1
Ganhos: Um buraco na coxa, Ninjaken, Shuriken, Mochila cheia de carne humana com um tecido envolta para minimizar o sangue que escorre para fora e uma capa.
Perdas: Sanidade
NPC's/Personagens: Ahri Liliver- Sky vê Ahri como uma possível companheira pela qual daria a sua vida por ser muito parecida com seu falecido amor;
Jowls Bernard- Sky não notou a presença de Jowls;
Marshall- Um gigante (avá) determinado e, no mínimo, lerdo.
Coments Extras: You! tô de olho na sua zuera, chang…  tá aqui um exemplo de como de ser lido o riso de Sky... Okay não consigo voltar a usar o player bonitin... só dá com o do youtube Act I: Gathering Disasters - Página 6 3551987972

Objetivos escreveu:
(X) Arranjar uma ninjaken
(X) Arranjar um kit de shuriken
(X) Conhecer Ahri
( ) Conhecer Jowls
( ) Conhecer Lelouch e Ancrath
(/) Conhecer Marshall
( ) Conhecer Alfred
( ) Conhecer Ruby
( ) Conhecer Lancelot
( ) Conhecer Windeck
(X) Beber sangue humano
(X) Arranjar confusão numa taverna loja
( ) Roubar uma casa nobre
( ) Explodir uma casa nobre
( ) Matar alguém importante
(/) Ter um pesadelo
(X) Fazer o narrador amar a minha char S2
( ) Deixar o Chang narrar uma cena explícita de Sky e Ahri. (Obs: é o mesmo objetivo do Levy, vulga Ahri)
( ) Aprender a perícia “Atuação”
( ) Aprender a perícia “Disfarce”


Última edição por Cubo Nito em Sab 05 Mar 2016, 16:33, editado 1 vez(es)
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Werewolf
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Werewolf

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MensagemAssunto: Re: Act I: Gathering Disasters   Act I: Gathering Disasters - Página 6 EmptySab 05 Mar 2016, 16:32

A ironia do mundo, mais uma vez, trombou no destino de Lelouch. A escuridão o rodeava. Correntes o prendiam a um turbilhão de emoções sombrias e indefinidas, como respingos de tinta numa tela negra. Sem dúvidas, Ancrath havia ignorada seu único pedido. “Por que ele não pode ficar segundos sem criar confusão? ”, perguntou tristemente para si. Mesmo na escuridão total, a qual Ancrath o colocou, diferentemente de quando mais jovem, em que ambos compartilhavam o corpo, vivendo lado a lado, como irmãos, Lelouch podia sentir o que se passava na sombria e no gélido “coração” de Ancrath, e podia claramente saber que alguém, lá fora, em algum lugar daquela cidade estava prestes a ver suas próprias entranhas espalharem no chão. “Seja lá quem for, tenho dó de você! ”

Ancrath se encontrava rodeados pela guarda da cidade. Seus olhos, arregalados e vidrados, focavam-se no vazio. Seus punhos cerrados tremiam levemente e por debaixo da máscara negra que lhe cobria a parte inferior do rosto, um sorriso, de pura insanidade, transfigurava suas feições.  

Mesmo desarmado, se render aos homens estava fora de questão, e só de imaginar a matança, Ancrath estava mergulhado a sensações das quais mais amava. A adrenalina e a fúria. Em sua mente, um filme se transcorria, onde possibilidades de tortura e desmembramento eram o tema principal. Vez ou outra, pequenos sons escapavam de sua boca. Algo que podia lembrar uma gargalhada rouca misturada à um rosnado.  

Estava tão mergulhado em sua própria realidade, que não havia reparado no homem que agora estava caminhando em sua direção. A cada passo que este se aproximava, o sorriso de Ancrath se extinguia, até se tornar apenas um trincar de dentes, quando o homem cochichou ordens em seu ouvido. Ancrath virou os olhos o bastante para vê-lo de relance enquanto este se afastava.

Ancrath ainda tremia, não mais por ansiedade e expectativa. Tremia por fúria. Ninguém nunca havia chego perto dele assim antes, ninguém nunca lhe dera ordens e muito menos o chamara de idiota.  Não importa quem era o sujeito, Ancrath decidira que ele iria morrer.

Quando o homem começou a proferir palavras para os guardas, Ancrath ficou imóvel. Sua mente ia e vinha em um loop de pensamentos. Infelizmente, Ancrath não era bom com dilemas, e matar o cara que lhe chamara de idiota, mas morrer para um bando de cuzões armados; ou ajudar o babaca e seguir suas ordens como um cachorro mas sobreviver para ver as belas nuances de uma mulher, Ancrath acabou entrando em um dilema.  Sua raiva era enorme, mas sua frustação era maior ainda. No fundo, Ancrath sempre soube que sempre precisaria de Lelouch. Era ele que tomava essas decisões impossíveis para ele. Lelouch era a parte consciente e inteligente. Enquanto Ancrath era a parte irracional e fatal. Yin-Yang.

Rapidamente, liberou Lelouch de suas amarras, retirando-o da escuridão e trazendo-o para seu lado na batalha. Como sempre, Lelouch fora compreensível, mas Ancrath tinha certeza que era pela tolice de achar que ele era um enviado dos deuses, mas isso não vinha ao caso e muito menos importava. Com rápidas e impacientes palavras, tratou de explicar para Lelouch o que havia acabado de acontecer e esperou pela sua sábia resposta, enquanto o homem que lhe dera as ordens travava uma batalha corporal pela arma de um dos guardas.

“Acho que devíamos ajudar este sujeito e nos livrarmos dos guardas. Se caso for, mais tarde, depois da luta, damos cabo dele.”, respondeu Lelouch.

“Poderei tortura-lo e fazer com que ele engula seu próprio rim?”

“Claro que sim, e entregaremos seu sangue aos deuses!” – Alegrou-se Lelouch, por mais uma vez, estar ao lado de Ancrath como igual.

O sorriso iluminou o rosto de Ancrath enquanto, com a mão direita, abria o zíper frontal de sua máscara, permitindo que sua boca ficasse à mostra. Já que não tinha uma foice para enfiar nas entranhas dos espadachins, os morderia no pescoço até expor as suas artérias.

Sem parar para prestar atenção em seu agora companheiro de luta, Ancrath gritou com todas as suas forças enquanto corria em direção de um dos espadachins, visando acertá-lo com um soco em seu rosto. O grito era para atrair a atenção, caso os homens já tentassem atacar o seu parceiro pelas costas enquanto este tentava lidar com os pistoleiros. Ancrath, ficaria atento com a espada, caso o espadachim tentasse acerta-lhe com um golpe, abaixaria apoiando-se no joelho direito, saindo da tangência da espada. Daria um giro sob o calcanhar e tentaria acertar o homem com uma rasteira com a perna esquerda. Caso esse caísse, subiria apoiando o joelho em seu peito e tentaria arrancar um de seus olhos com a boca. Se conseguisse, pegaria a espada do homem e se levantaria devagar, olharia para os outros guardas e cuspiria o olho na direção de um deles, pontuando com uma fria gargalhada. Mas, se na hora da rasteira, outro espadachim se aproximasse para tentar ajudar seu companheiro, Ancrath daria um rolamento e se afastaria do homem, mantendo-se na defesa, se preparando para um possível contra ataque.

Caso o primeiro movimento já desse certo, e por surpresa, Ancrath acertasse o soco na face do espadachim. Tentaria arranca de sua mão a espada e caso conseguisse, a levantaria por sob à cabeça, e com um golpe horizontal, cravaria do ombro direito à cintura esquerda do sujeito. Caso fosse eficiente, se viraria para os outro guardas e diria – HAHAHA, morrer pela própria arma, é algo tão deplorável não acham? E se manteria parado na defensiva.

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Kerigus
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MensagemAssunto: Re: Act I: Gathering Disasters   Act I: Gathering Disasters - Página 6 EmptySab 05 Mar 2016, 22:31

Os problemas pareciam continuar a aparecer, antes mesmo que eu conseguisse sair da loja 3 marines já estavam se aproximando, e tudo que eu podia fazer era me esconder atrás do balcão e esperar para ver quantos eu iria precisar matar, o ruivo que estava no local acabou sendo visto pelos marines, para mim isto era bom, eu podia de alguma forma utilizar o foco inicial deles como minha vantagem.

- Identifique-se cidadão.E relate o que houve aqui.

Eu continuaria escondida atrás do balcão esperando a resposta do garoto, caso ele tente chamar a atenção dos guardas para um dos mortos, eu esperaria um pouco eles começarem a falar com ele, quando eu perceber que eles já estão ocupados com o que o ruivo estivesse falando, eu iria me agachar e ficar de costas para o balcão e pegar a foice pequena com a mão direita, a manteria escondida entre mim e o balcão enquanto utilizava o braço direito para esconder o rosto entre os joelhos e começaria a chorar não muito alto mas o suficiente para que os marinheiro ouçam, incluiria soluços e pequenas pausas durante o choro para chamar mais a atenção, quando um dos homens se aproximar o suficiente eu faria um ataque surpresa com a foice pequena focando o abdômen do homem, caso eu mate o homem partiria para cima do marinheiro que estiver mais próximo mas desta vez utilizando a foice assassina tentaria um ataque com a lamina da foice na região do abdômen, e seguido de um golpe na cabeça utilizando o cabo da foice. Caso minha audição não me mostre que os marinheiros estão seguindo os planos do ruivo, eu seguiria a mesma ideia de chorar e atacar de surpresa, só que desta vez eu não partiria para o ataque após o ataque surpresa, eu ficaria esperando para ver a reação dos outros marinheiros, e caso perceba que eles estão indo para perto do garoto iria ajuda-lo utilizando a foice assassina para golpear com a lamina o adversário mais próximo na região do abdômen, caso perceba algum deles se aproximando do balcão próximo de onde eu estou faria um ataque surpresa me levantando rapidamente e tentando cortar o pescoço do marinheiro que estiver perto.

Caso consigamos matar todos os marinheiros procuraria por dinheiro, cigarros e um isqueiro ou pacote de fósforos no marinheiros, acreditando que pelo menos um deles deva fumar.




Histórico da Ruby:
 

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Alfred
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MensagemAssunto: Re: Act I: Gathering Disasters   Act I: Gathering Disasters - Página 6 EmptySab 05 Mar 2016, 23:14


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Qualé!! Alfred sai das ruas pra poder se esconder da Guarda e a primeira coisa que consegue é uma arma apontada para a testa? Tsc, Universo seu senso de humor é distorcido e ruim.

O sujeito tinha uma pose meio inclinada, como se estivesse ferido. Uma das mãos dele num local do corpo confirmaram a impressão de Alfred. Apesar da raiva, ele não parecia muito disposto a enfiar uma bala no crânio do púbere.

Alfred tentaria se aproximar do sujeito e falaria "Hey, eu também tô me escondendo. Então até esse toque de recolher passar ou até podermos ir embora, o que vier primeiro, vamos ter que dividir isso aqui". Se ele tentasse atacar, o mordomo sacaria um dos sais e então o atacaria no ponto que estivesse mais vulnerável no instante. Caso ele esperasse Alfred se aproximar para atacar, o cozinheiro então se livraria primeiro da arma dele e então o acertaria no estômago ou em outro ponto vulnerável. Pensando melhor, Alfred já iria para mais perto dele com pelo menos um sai em mãos. Assim, ele já estaria pronto para um possível, porém admitamos, improvável ataque.

Se ele realmente não planejasse atacar o jovem, Alfred tentaria puxar algum assunto com ele, respondendo de forma vaga sobre o seu passado e só dizendo: "Me chamo Alfred" caso ele perguntasse o nome do cozinheiro. Entretanto, se ele planejasse atacar o jovem enquanto conversavam, Alfred estaria com pelo menos um de seus sais em mãos e tentaria desarmá-lo. Se o matasse, levaria a arma consigo; se não, ele a levaria de qualquer jeito.

Paranoia é fundamental nesse mundo que ele queria entrar. Ela mantém você vivo quando se é procurado.
-x-
Objetivos:
 

Histórico:
 

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Lancelot
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MensagemAssunto: Re: Act I: Gathering Disasters   Act I: Gathering Disasters - Página 6 EmptySeg 07 Mar 2016, 19:01

Sexto Ato - O Conflito


No alto de minha virtude, não poderia imaginar-me numa situação dessas. Apesar dos esforços por uma saída, o destino parecia ironicamente sorrir para mim, eu, o cúmplice de um crime hediondo, agora sem saída... E pior! Encurralado por três soldados armados, obstinados por uma informação que os satisfizessem. Se for pra brincar com merda, então é melhor brincar com a merda toda, meu avô que me perdoasse... Mas eu não podia deixar a jovem ceifeira à mercê daqueles três. Seria como apunhalar a minha “cavalheirisse”, malsinar o meu senso masculino.

Buscaria ser o mais natural possível, demonstrando confiante, algumas verdades viciadas, um pequeno factoide.
– Sou Lancelot Pendragon, membro da nobilíssima família Pendragon de Dressrosa e neto do grande vice-almirante da marinha, Uther Pendragon, às suas ordens... Vou lhes contar o que eu pude experienciar. Cá estava eu dirigindo-me aos rumos da capital, quando pude ouvir um estampido a perturbar meus sensíveis ouvidos de músico. O tiro vinha exatamente desta loja, e foi pouco antes dos alarmes de vocês, vim para socorrer algum civil que estivesse ameaçado. Botei esta porta abaixo e me deparei com tal cena: Dois desconhecidos mortos. Não faço ideia de quem atirou, mas este aqui já está morto – Apontava para o homem de sobretudo – Agora desconfio que este senhor que ao meu ver é o lojista daqui, esteja ainda em suas últimas pulsações de vida. – Buscaria dizer tudo com convicção, pois a maior parte era verdade. – Por favor, venham checar a situação deste homem, talvez ainda o possam salvar! – Apontava, enfatizando tudo com gestos um pouco mais desesperados. – Vocês saberiam-me dizer onde posso encontrar uma loja de música? Preciso urgente de um violão para seguir meu rumo... – Puxaria conversa, para distrair-los, desconfiava que a jovem ainda estivesse aqui dentro, e esse foi o melhor plano que pensei...

Aguardaria um momento de distração deles, para agredir pelo menos dois. Quem sabe a ceifadora não me ajudaria? Logrando o devido êxito na distração, aguardando também algum parecer da jovem, esperaria o momento mais oportuno, para aplicar um golpe giratório ascendente com a perna direita, valendo-me da amplitude necessária para atingir-lhes o encéfalo com brutalidade. Se por um momento me descobrissem o movimento, desviaria de seu ataque pelo seu flanco inverso, buscando chutar-lhe a cervical com a perna de trás, preparando um próximo chute na têmpora do outro, tentando acertar com o bico do pé, afim de desvanecer a sua lucidez. Se de algum modo eles evitassem todos os meus ataques, tentaria surpreender-lhes com uma rasteira a La Eddie Gordo, do Tekken. Aguardaria então as próximas movimentações, pronto para desviar das investidas que pudessem ocorrer.

Histórico:
 

Objetivos:
 

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MensagemAssunto: Re: Act I: Gathering Disasters   Act I: Gathering Disasters - Página 6 EmptyQui 10 Mar 2016, 20:00

Cubo / Levi / Alencar
Um misto de sentimentalismo, adrenalina, raiva  e fome  era o que podia se encontrado em meio aquela confusão. Marshall apesar do vazio em sua barriga e dos devaneios extremamente frequentes, se mantinha em batalha.O sangue quente  que escorria em sua pele, e se fazia de lembrete para as próximas ações do Gigante. Marshall aparentemente cinte da situação em que se encontrava, se colocava em movimento. Partia em direção a Sky e trocava algumas palavras com a menina, em segundos entravam em um concesso silencioso.A jovem gritava e o brutamontes se movia, a dupla entrava em ação. Marshall movido pelo seu desejo de se tornar um pirata, e Sky por amor a uma desconhecida. O gigante avançava em direção ao marine que proferira a ameças anteriormente, e com um golpe rude lançava o homem ao ar. A jovem de cabelos rosados não ficava para trás, com rapidez e precisão disparava diversos projeteis em direção aos seu inimigos. Tal ato visava desarmar os adversários, porem só obtinha sucesso em um arremesso , derrubando a arma do soldado mais afrente da formação.

Ahri por sua vez não se mantinha estática, mesmo com seu coração apertado devido ao ferimento de Sky, a jovem novamente ia a luta. Assim que se via fora de foco a nobre começava a agir, se colocando atras do brutamontes que acabara de fazer um dos inimigos aprender a voar, Ahri investia junto a Marshall contra os 3 soldados restantes. Ao contrario do gigante, a garota movia-se graciosamente, utilizando de sua velocidade a jovem atacava o inimigo mais próximo, o incapacitando. Marshall dava conta dos restantes, saltava entre os adversários e com seus grandes punhos os colocava para dormir.A embate chegava ao seu fim, o trio podia se dar por vitorioso, mesmo com seus ferimentos haviam superado seus oponentes.

A jovem medica, preocupada com a saúde de seus companheiros, propunha que o grupo fosse em busca de algum lugar onde pudessem se tratar.No entanto, antes que pudessem realizar qualquer movimento, o trio era acertado por dardos e apagavam.
~Momentos mais tarde~

O trio despertava em um lugar desconhecido. Era uma ambiente fechado,escuro e mau cheiroso, os 3 companheiros se encontravam sentados ao chão, e aqueles que haviam sido feridos tinham seus ferimentos tratados e enfaixados.A frete podiam ver um rio de água escura e de odor desagradavel, e aos lados homens mascarados eram vistos.Eram 4 , três aparentemente humanos comuns e um gigante de tamanho próximo a Marshall.Logo o gigante desconhecido começava a falar -Bem Vindos a revolução meus caros amigos.Quais são seus nomes?-
Off:
 
Estranhos:
 

Windeck/ Lelouch / Tormayhen

Uma pergunta fora feira a Reisi e o jovem a respondia, e logo em seguida fazia outra pergunta.Pergunta esta que era vista como um deboche para com os soldados,visto que a cidade estava em alerta e todos tinham de ficar em suas casas. e estes não gostavam nem um pouco.A dupla de soldados, que virara para interrogar o menino, começavam a se aproximar do garoto -Você deve ser um delinquente.Ta querendo zoar com a situação não é?- Falava o ceifeiro.O espadachim então dava um empurrão em Reisi e o jovem caia de nádegas ao chão.E então com sua espada o espadachim lentamente abria um corte na bochecha do menino.

Neste mesmo momento, Nicolas dizia algumas poucas palavras para Lelouch e logo se afastava. Lelouch que passava por um dilema interno,mas assim que se resolvia começava a agir.O espadachim sem espada partia para cima dos atiradores, começava fazendo um pequeno teatro, mas em uma ação rápida tirava um dos atiradores de combate e logo em seguida o segundo.No entanto não o fazia sem conseguir ferimentos, uma bala disparada pegará  em seu ombro, não era nada serio mas causava um certo incomodo e sangramento.Do outro lado, Lelouch lidava com os espadachins, com um grito chamam a atenção dos homens e com o punho acertava um murro em um dos inimigos.Tentava então tomar posse da arma do homem atingido, tinha certa dificuldade mas esta acabava quando Nicolas vinha a seu auxilio. Com um disparo Nicolas feria o soldado em seu braço direito o fazendo fraquejar e ceder a espada a Lelouch. No entanto, a falta de conhecimento sobre a arma que utilizava fazia com que o espadachim cometesse um triste erro.E em um segundo disparo, atingia os glúteos de Lelouch. O ceifador, mesmo com seus fundilhos danificados, ainda estava apto a lutar. Lelouch assumia uma postura defensiva mas agora estava armado, mesmo que não fosse sua arma habitual, a arma ainda trazia mais segurança ao jovem.
Lancelot / Bowel

Enquanto Lancelot parecia estar passando a perna nos soldados, Ruby se preparava para dar o bote. Quase como se tivessem combinado seus movimentos, a dupla agia,e em uma sequencia de golpes e manobras a dupla tirava o grupo de soldados de combate. O chão do ambiente parecia estar se transformando em um necrotério, até o momento 5 almas repousavam naquele mausoléu. Ruby pouco se interessava com a cena, a jovem apenas ia de corpo em corpo a procura de coisas uteis.E acabava por encotrar:Um maço de cigarros pela metade uma caixa de fósforos e um pequeno canivete.

-Vocês andaram tendo um trabalho por aqui em ?!- Dizia um homem recostado no beiral da porta.O sujeito usava uma mascara e possuía uma estatura mediana.O estranho não parecia nem um pouco alarmado com a quantidade de corpos no chão,porem parecia extremamente interessado em Ruby e Lancelot. -Vocês não estariam interessados em uma parceria ,estariam ?- Concluia o estranho mascarado.
Alfred


Embora receoso, Alfred se aproximava do estranho com cautela e serenidade.O homem baixava sua arma assim que o gatuno começava a falar, não por confiança mas sim devido a dor de seu ferimento.-Desculpa por isso - Dizia o estranho gesticulando com a arma -Alfred né? Até que e um nome bacana, o meu e Eleven. Sabe Alfred se você me ajudar a tirar esses entulhos do caminho, nos vamos ter um lugar melhor pra nos esconder- Fazia uma pausa, devido a dor de sua ferida e continuava - Debaixo dessas coisas tem uma entrada pro esgoto da cidade, e bem mais seguro lá- terminava. No beco, junto a dupla havia dezenas de entulhos e lixos espalhados, provavelmente era o que Eleven queria que o cozinheiro movesse de lugar.


Última edição por Chang em Ter 15 Mar 2016, 20:15, editado 3 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Act I: Gathering Disasters   Act I: Gathering Disasters - Página 6 EmptyQui 10 Mar 2016, 20:52

7. Que reviravolta...

Mas o quê?

Essa foi a primeira pergunta que veio a cabeça, que alias esta doendo, quando é que me apagaram? Nossa, acho que me lembro de ter derrubado uns marinheiros ou policiais e depois boom! Acordo nesse lugar, minhas botas... será que as tenho? Olho em volta e vejo meus companheiros, meu dinheiro esta aqui? Nossa, todos foram tratados, preciso me certificar, então me levantaria, e olharia o trabalho que foi feito para saber se estava certo, se precisavam de algo mais, mesmo que estivessem se levantando ou acordando ainda, eu diria para quem não esperasse. Calma! Eu quero ver o que fizeram com a gente, só vai levar dez segundos.

Logo depois me certificaria de onde estamos realmente. Estamos presos? Ou a  sala é aberta? Só depois daria uma boa olhada naqueles quatro para ver que tipo de impressão esses mascarados me passavam. Parece que hoje eu entrei numa daquelas historietas do vovô de que lembrei ao toque da sirene, nossa... me sinto o máximo por estar vivendo algo assim. E meu sorriso me entregaria, uma certa euforia estranha me tomava conta. "Bem vindos a revolução". Isso ressoava em minha mente me fazendo deixar escapar aquele som característico de um incômodo. Tsc...

Bem, me chamo Ahri. Queria perguntar porque diabos esse lugar cheirava tão mal, onde estamos, e coisas do tipo, mas não tenho essa ousadia em mim, pelo menos não ainda, pois muitas coisas que jamais imaginei estão acontecendo, muitas coisas de quem nem fiz juízo completo, graças a Deus que Sky esta comigo, graças a Deus que ela esta bem, não suportaria perdê-la e a procuraria finalmente para abraçá-la firmemente suspirando aliviada caso eles me respondessem pacificamente e fossemos todos recebidos com amenidades por aqueles senhores. Mas se eles nos ameaçassem ficaria em posição de guarda pronta a desviar de um ataque surpresa recuando dois passos atrás para só depois avançar, mas se atirassem contra nós a esquiva seria na direção paralela ao tiro para ganhar alcance e começar mais uma batalha. Esperava que não tivesse que começar outra briga, mas não recuaria.

E se tudo estivesse calmo, só então trocaria amenidades com o gigante. Nossa! Você é forte, como se chama grandão? Prazer em conhecê-lo, eu sou Ahri, a médica que queria ajudar vocês antes de tudo isso acontecer...

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Vantagens: Boa Aparência, Genialidade
Desvantagens: Distraído
Perdas: N/A
Ganhos: Bota Taekwondo e 300.000 berries.
Extra: Sky - Esta se tornando uma irmã e amiga, Ahri sentirá muita dor se isso não acontecer.
Jowls - O cara estava estático, então foi ignorado por enquanto, quem sabe se ele reagisse.
Marshall - Não sabe seu nome, mas compartilha de seu desejo por pirataria. Tem muita coragem.
OFF: Post curto, mas nunca vazio. Eita, quero fazer esses dardos, tenho toxicologia... Pai do ano

Objetivos:
 

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MensagemAssunto: Re: Act I: Gathering Disasters   Act I: Gathering Disasters - Página 6 EmptySab 12 Mar 2016, 20:33





Going to Hell


~INÍCIO DE PESADELO~

Uma grande sala escura, não se via nada, a não ser Sky que estava sentada num trono preto e dourado. Aos poucos ela começou a abrir os olhos ao som da melodia que tocava.
-Que escuro… Onde estou? – disse Sky tentando se levantar, mas caiu novamente no trono. – MAS QUE RAIO?! CORRENTES?! – Sky começou a analisar as correntes. Ela viu que tinha coleiras douradas nos pulsos e no pescoço.
Risos gentis começaram a ecoar por toda a sala, e começavam a ficar cada vez mais próximos. Até que duas figuras eram visíveis. Eram duas raparigas, uma era o oposto da outra. Uma tinha um vestido, casaco e uma máscara de caveira, tudo na cor branca; e a outra tinha um vestido, casaco e uma mascara de caveira, tudo na cor preta.
-Olá, Mestra! – disseram as figuras em sintonia com uma voz familiar e gentil enquanto faziam uma vénia para Sky.
-Quem são vocês?! Tirem-me estas correntes! – gritou Sky.
-Lamento mestra, mas as suas humildes conselheiras não podem fazer tal coisa… Não agora – responderam elas.
-E por que não?! Se são minhas servas devem obedecer-me! – continuava a gritar Sky.
-Estamos a seguir as suas ordens, mestra… - disse a conselheira de branco.
-Da última vez que aqui esteve, ordenou-nos que a acorrentássemos até despertar do seu longo sono… - continuou a conselheira de preto.
-“Da última vez”? – disse Sky num tom pensativo e confuso.
-Sim, mestre. Até nos ordenou que brincássemos até você retornar… - disse a conselheira de preto.
-Não se esqueceu de quem nós somos, certo? – disse a conselheira de branco num tom triste.
-Eu nem sei qual dos meus nomes devo usar quando me apresento a alguém... – disse Sky.
-HIHIHI! Quais nomes? – disseram as conselheiras.
-Ora… Os meus nomes, claro! #$% ou #&$%&… Mas o que… - disse Sky confusa.
-Mestra, já se esqueceu? Ao criar este pequeno reino, abandonou a sua identidade. – disse a conselheira de preto.
-Aqui, o seu único nome é “Mestra” – disse a conselheira de branco.
-E então vocês? Quais são os vossos nomes? – perguntou Sky curiosa.
-Azula – disse a conselheira de branco.
-Sky – disse a conselheira de preto.
Ao ouvir as respostas, Sky ficou estupefacta. Que sitio era aquele? Quem eram elas e porquê que elas usavam os nomes dela?
-Hei… Porquê que este sítio é tão escuro? – questionou Sky.
-Este sítio é escuro porque está com medo de algo… - disse a conselheira de preto com um sorriso malicioso
-…Está com medo de perder algo. Ainda está com medo… Desde a última vez que aqui esteve, este sitio esteve escuro e com esta melodia estranha. – concluiu a conscelheira de branco.
Sky começava a sentir medo daquele sítio, ela não sabia se era realidade ou um pesadelo. Só sabia que não gostava do que estava a presenciar. De repente, mais duas figuras apareceram. Eram Cloud e Ahri. Sky ficou estática, não sabia o que fazer ou dizer. Só viu as figuras aproximarem se dela e a sangrarem dos olhos.
-És fraca, Mestra! Nem conseguiste salvar-me… A PESSOA EM QUEM CONFIEI A MINHA VIDA NÃO FOI CAPAZ DE ME SALVAR! – disse a figura de Cloud.
-Pobre e pequena, Mestra… Conta os problemas da sua vida a uma estranha que acaba de conhecer, depois segue-a como um cachorrinho, e por fim, quando a situação está complicada, falha miseravelmente… Metes-me nojo! – disse a figura de Ahri enquanto derretia juntamente da figura de Cloud.
-Não! Não tive culpa! Eu fiz o meu melhor! – disse Sky desesperada – Eu não quero ficar sozinha…
-Mestra, em breve irá sair… Queremos que saiba de duas coisas – disseram as conselheiras.
-O que? – disse Sky a fungar.
-Eu, Azula, sou a sua parte mais normal. Sou mais racional e pensativa. – disse a conselheira de branco – podemos dizer que eu sou aquela que dá os concelhos de situações mais comuns sem que a Mestra saiba.
- E eu, Sky, sou a sua parte mais feroz. Sou mais agressiva e dou razão ao prazer. – disse a de preto – digamos que eu sou quem a torna mais agressiva e irracional em batalha ou luxuriosa…
- Como? – disse Sky confusa.
- A segunda coisa que queremos dizer é como pode voltar ao seu pequeno reino. – disseram as conselheiras ao mesmo tempo.
-Como voltar? – disse Sky.
-Sempre que desejar voltar a única coisa que tem que fazer é meditar – disse a conselheira de branco.
-Mas só depois de beber ou comer carne humana. Esse é o bilhete de entrada – explicou a de preto.
-Antes de ir, quero que me mostrem as vossas caras! – exigiu Sky.
-Que assim seja. – disseram as conselheiras enquanto retiravam as máscaras e mostravam aquilo que Sky suspeitava. Ambas tinham o rosto de Sky, mas a de branco tinha olhos e um ar mais gentis, enquanto a de preto tinha olhos e um ar mais violento e sádico.
-HAHAHAHAHA! KYAHAHAAHHAHAAH! Aaawn… vemo-nos na próxima, servas! – disse Sky com um sorriso assustadoramente satisfeito.
~FIM DE PESADELO~


Sky aos poucos começava a acordar com a voz de um homem desconhecido que dizia “-Bem Vindos a revolução meus caros amigos.Quais são seus nomes?”
-Nome? – perguntaria Sky ainda sonolenta esfregando os seus olhos. – Eu tenho um? Acho que é... Arrg... Não me consigo lembrar...
Sky ainda não sabia o que estava a acontecer, mas sabia que precisava de ter a certeza de que Ahri estava com ela até que percebeu o som da sua voz.
-Bem, me chamo Ahri.
Ao ouvir a voz da sua nova companheira, Sky seguiria ela até ter a certeza de que se tratava realmente de Ahri. Se a encontrasse correria na sua direção e abraçaria ela caso Ahri começasse a abrir os seus braços para abraçar Sky.  
-AHAHAHAH! – rir-se-ia Sky num tom infantil e inocente. – Sabia que estavas bem! – e de repente mudaria o seu tom de voz para algo sério e baixo para que os homens não a ouvissem– Onde estamos? Existem saídas? Estás mesmo bem?
Caso a jovem Ahri fosse de encontra com o gigante de antes, Sky iria atrás de sua mochila e depois iria de encontro com Ahri.
-Nossa! Você é forte, como se chama grandão? Prazer em conhecê-lo, eu sou Ahri, a médica que queria ajudar vocês antes de tudo isso acontecer...
-Muito obrigado, não teríamos saído daquela situação se não tivesses-nos ajudado – diria Sky ajoelhando-se para o gigante.
Se Sky não encontrasse a sua mochila diria bem alto para que todos pudessem ouvir “Onde está a minha mochila?!” e esperaria um resposta.


Thanks for @Lovatic, Cupcake Graphics




Citação :
Histórico

Nome da Personagem:
Sky
Nº de Posts: 7
Canibalismo: (1/5)
Nº de vítimas: 1
Ganhos: Um buraco na coxa (enfaixado), Ninjaken, Shuriken, Mochila cheia de humana com um tecido envolta para minimizar o sangue que escorre para fora e uma capa.
Perdas: Sanidade (recuperada)
NPC's/Personagens: Ahri Liliver- Sky vê Ahri como uma possível companheira pela qual daria a sua vida por ser muito parecida com seu falecido amor;
Jowls Bernard- Sky não notou a presença de Jowls;
Marshall- Um gigante (avá) determinado e, no mínimo, um lerdo.
Coments Extras: You! cade a minha marmita?

Objetivos escreveu:
(X) Arranjar uma ninjaken
(X) Arranjar um kit de shuriken
(X) Conhecer Ahri
( ) Conhecer Jowls
( ) Conhecer Lelouch e Ancrath
(/) Conhecer Marshall
( ) Conhecer Alfred
( ) Conhecer Ruby
( ) Conhecer Lancelot
( ) Conhecer Windeck
(X) Beber sangue humano
(X) Arranjar confusão numa taverna loja
( ) Roubar uma casa nobre
( ) Explodir uma casa nobre
( ) Matar alguém importante
(X) Ter um pesadelo
(X) Fazer o narrador amar a minha char S2
( ) Deixar o Chang narrar uma cena explícita de Sky e Ahri. (Obs: é o mesmo objetivo do Levy, vulga Ahri)
( ) Aprender a perícia “Atuação”
( ) Aprender a perícia “Disfarce”

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~Fala~
~Pensamento~

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Sabe por que caímos?
Para aprendermos a levantar.

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MensagemAssunto: Re: Act I: Gathering Disasters   Act I: Gathering Disasters - Página 6 EmptyDom 13 Mar 2016, 20:22






Você tem que ser forte, daqui para frente às coisas só irão piorar... Haverá momentos que você não saberá o que fazer, mas mantenha a calma e sorria, solte o seu maior sorriso, pode não ajuda no momento, mas você estará superando toda a dificuldade mostrando-a que não está amedrontado e que pode até rir dela.

Vamos lá irmão, levante e ressurja dessa escuridão, você não morreu, está longe disso, me encontre, me mostre que ficou forte, me mostre que pode ser livre, que pode ser o Rei dos Piratas, esse não é seu sonho? Com isso as mudanças virão até você e você me encontrará, e nesse dia você saberá que foi capaz de ser forte e de me encontrar, capaz de realizar seus sonhos...

Não chore, nada disso, isso não é um Adeus, é um até logo, nos vemos no mar e não se preocupe ele irá nos reunir novamente, se cuida irmão, estou indo para mudar esse mundo, livrar todos desse mal que é o Governo Mundial, meus sentimentos revolucionários mudarão a todos, acredite nisso... Até logo Marshall!


Pode parar o Player para seguir a leitura

Tais palavras não saiam da minha mente e embora que meu irmão estivesse longe de mim, era como se sempre ele me fortalecesse para seguir no meu caminho, mesmo que fosse difícil. Tudo aconteceu tão rápido, sua partida, embora já soubesse que fosse acontecer, naquele momento foi muito dolorido, perceber que todos estavam partindo e teria que seguir minha jornada só... Não, nada disso, não estou só, tenho meus nakamas, tenho que me mostrar forte para eles, quando encontra-los... Isso Marshall, levante-se, acorde, reaja a toda essa maré de confusão, mostre-se o Rei dos Piratas!

-Argh! – falaria ao me espreguiçar do meu relaxamento pós-sono. Tais lembranças me faziam ver que minha estrada está apenas começando e que tenho que seguir em frente. -Bem Vindos à revolução meus caros amigos. Quais são seus nomes? – falou um homem estranho mas bem grande. – Revolução? Hahahaha! A única revolução que está acontecendo é na minha barriga de tanta fome que estou! – falaria apertando meu abdômen enquanto rapidamente ficava sério ao perceber que estaria preso – Então é melhor vocês me soltarem e trazerem comida, não querem me ver bravo! – falaria seriamente.

Enquanto esperava respostas ou a comida, olharia ao meu redor brevemente para ver se achava comida. Caso encontrasse alguém “conhecido”, falaria sobre a situação. – Hey! Conheço você(s)! – falaria para com se achasse alguém – Está (estão) com fome também? Eu estou... – falaria me deprimindo seguidamente. – Meu nome é Marshall Hein, e serei o Homem mais Livre desse Mundo, aquele que acabará com o Governo, Marinha e se tornará o Rei dos Piratas! – falaria decididamente na sequência do possível diálogo de maneira clara e direta com um tom de voz elevado.

Caso demorassem, tentaria me livras delas por minha conta. Abriria meus braços, caso estivessem presos. Se falhasse, ficaria mais furioso com a situação, caso estivesse em aberto sem nenhuma resposta ainda. – Eu estou avisando, ME SOLTEM DAQUI! NÃO IRÃO QUERER ME VER FURIOSO! – exclamaria com um alto tom de voz enquanto tentava me libertar da mesma maneira de antes.


Histórico do Alencar:
 
Objetivos:
 

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MensagemAssunto: Re: Act I: Gathering Disasters   Act I: Gathering Disasters - Página 6 EmptySeg 14 Mar 2016, 16:54


Meus amigos de de farda não pareciam ser muito amistosos, demonstravam agressividade e impaciência, apesar de ser uma pessoa tolerante, sabia que apenas um método de conversa funcionaria com os indivíduos ali presentes. Levantaria do chão, dando leves tapas em minhas vestes. ─ Vocês não parecem estar em um bom dia mesmo. Em meio às minhas palavras, uma confusão. Se em algum momento em minhas ações, os dois homens próximos à mim, tentassem me atingir com algum golpe, rapidamente me afastaria de ambos dando uma breve corrida para trás, apenas para sair de seu alcance. Posteriormente iria investir pra cima do espadachim.

Me aproximaria do mesmo em pelo lado contrário ao de seu companheiro, afim de evitar qualquer ataques de sua arma, tentaria me antecipar. Caso a espada estivesse pronta para um afronte, iria segurar o braço que empunhava-a para evitar mais danos direcionados para mim. Nesse meio tempo tentaria roubar a arma do mesmo, utilizaria cabeçadas para tentar enfraquecer meu adversário, até mesmo joelhadas e cotoveladas com os membros livres que ainda me restavam. Se por ventura o ceifador viesse até mim, tentaria afasta-lo com pontapés, não necessariamente para incapacita-lo, mas para empurra-lo com a sola dos pés, ganhando tempo suficiente para encerrar meu duelo com com o espadachim.

Se por acaso a espada estivesse em minha posse agora, imediatamente investiria contra o inimigo desarmado, saltaria para trás com a arma e com uma veloz estocada, tentaria perfurar o tórax de meu oponente, me afastando do homem com a foice logo em seguida. ─ Você vai ter o privilégio de negociar comigo. Irei te dar duas opções, ou você vira as costas e some, ou eu e aqueles homens ali iremos matar cada um de vocês que andar por está ilha, eai? Nos deixando para trás, o oponente teria mais algum tempo de vida, porém se ele interrompesse minha fala com algum ataque ou decidisse me eliminar logo após ouvir minhas palavras, uma outras batalha se iniciaria. Seu primeiro golpe, eu tentaria bloquear com minha espada, independente se fosse horizontal, vertical ou diagonal. Confiaria em minha própria força e então empurraria sua arma para cima tentando desestabiliza-lo ou com sorte, faze-lo perder o equilíbrio e sem demorar muito na transição de minhas ações, tentaria atingi-lo com uma estocada, assim como no seu parceiro, entretanto dessa vez sua garganta seria meu objetivo. Bem sucedido ou não, nesse instante estaria com o necessário e desfrutando de minha velocidade diferenciada, tomaria uma distância segura de todos ali presentes.

Uma vez que a espada do guarda ainda estivesse na posse dele, eu não poderia lutar com tudo aquilo que desejava, então se a briga pela arma durasse um longo período de tempo, deixaria que o mesmo ficasse com ele e esperaria por uma outra oportunidade, todavia ainda pretenderia me manter seguro - realizaria a mesma ação para que isso ocorresse - e observar as ações de todos ao meu redor. Meu projeto para o futuro estava indo para o espaço, o caminho que imaginava, por mais que fosse pequeno, nem sequer poderia ser cogitado agora. Contudo, minha decisão seria deixar nas mãos do destino, aquele que se denominava...

Histórico:
 

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Alfred
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MensagemAssunto: Re: Act I: Gathering Disasters   Act I: Gathering Disasters - Página 6 EmptyTer 15 Mar 2016, 20:34


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Certo, a sorte de Alfred estava boa ultimamente. Melhor nem falar disso, vai que... sei lá... acontece alguma merda...

Enfim, Alfred se sentia mais confortável sem aquela arma apontada para a sua cabeça e pôde relaxar um pouco: - Hehe, obrigado, o seu também é, Eleven. - Depois, ele pediu ajuda com o entulho. Tirando-os, estaria livre uma passagem para o esgoto, onde os dois poderiam se esconder melhor... mesmo com o cozinheiro sabendo que levaria semanas para tirar o cheiro de merda das suas roupas.

- Ok, vamos lá. Não me sinto confortável com a ideia de acabar indo em cana... - diria, enquanto já ia retirando o entulho que pudesse, a fim de expor a entrada para ambos. Alfred tentaria tirar o mínimo necessário para que ambos entrassem, se Eleven viesse ajudar, ótimo; se não, ele o faria assim mesmo. No improvável, porém não impossível, caso de ser atacado, Alfred tentaria se esquivar do ataque e então investiria contra Eleven, mirando pontos fracos como a ferida deste ou ainda seu estômago ou pulmões ou... já deu pra entender.

Uma vez no esgoto, o mordomo então olharia para ele e diria: - Tem algum lugar que podemos chegar a partir daqui? - Se tivesse, Alfred deixaria Eleven guiar o caminho; se não, ficaria ali. Começou a sentir uma leve comichão nos dedos: precisava de um cigarro, mas poderia aguentar por algum tempo.

- Ei, você tem um cigarro? - perguntaria, quando já estivessem a salvo da guarda da cidade - Tô precisando de um.

O mordomo sempre tentaria manter seus sais onde pudesse sacá-los com facilidade. Caso Eleven precisasse de ajuda para andar (já que a ferida deveria doer pra caralho), então Alfred o apoiaria em si e andariam até onde quer que quisessem chegar: num esconderijo, sede da resistência ou na puta que pariu.

-x-
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