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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 O amanhecer da Justiça

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MensagemAssunto: O amanhecer da Justiça   O amanhecer da Justiça - Página 3 EmptyDom 10 Jan 2016, 01:51

Relembrando a primeira mensagem :

O amanhecer da Justiça

Aqui ocorrerá a aventura do(a) civil Dazor Newgate. A qual não possui narrador definido.


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Dazor
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MensagemAssunto: 10º   O amanhecer da Justiça - Página 3 EmptyQua 27 Jan 2016, 04:48


Gimme That


Tudo corria muito bem, até, por um segundo, cheguei a pensar que realizaria minha missão de modo ligeiro, mas nada é tão fácil assim. Consegui sair da caverna sem ser perseguido e depois voltei a ela, buscando novamente abater os mamíferos. Ao aproximar, preparar minhas garras e ficar pronto para o ataque, já até via a vida se esvaindo daquele grande corpo. Mas como tudo que vem fácil, vai fácil, fui surpreendido pelo grande animal, que num movimento jogou-me ao chão e me prendera com seus membros, após eu ter atacado sua pata. Essa sensação de prisão é horrível: aquele grande e pesado urso fazia com que eu não pudesse me mover, fazendo com que eu sentisse somente uma coisa: impotência. Só pelo fato desse súdito ter tido a ousadia de encostar em mim sem consentimento, ainda mais me derrubando, já merecia a morte. Não havia mais dúvidas, por insubordinação eu já havia sentenciado-os à morte mentalmente.

Rapidamente, assim que percebi que tinha certo movimento no braço direito, iria realizar um movimento de explosão e trazê-lo para perto de meu corpo, na direção da cabeça, ao mesmo tempo que levantaria o pescoço e iria morder a pata já machucada do urso. Não seria uma mordida comum, ela iria servir para tanto distrair, quanto avariar o inimigo. A boca teria uma abertura mediana e morderia de forma forte e profunda, puxando rapidamente em seguida com o pescoço a parte de urso com o qual possuía contato bucal. Devido à pequena oclusão e as minhas presas afiadas, seria bem fácil arrancar um pedaço do animal, tornando impactante a dor causada, o sangramento e o pânico momentâneo. O urso poderia ser grande e pesado, mas criar velocidade horizontal com força e agilidade, ainda mais sendo pressionado por uma pata avariada, não seria difícil. Assim, nessa confusão gerada após o primeiro movimento, tentaria livrar meus braços e pernas, sacudindo o corpo, focando mais o braço direito. Tentaria desviar de quaisquer ataques movimentando a cabeça ou utilizando o(s) braço(s) livre(s) para mudar a trajetória do que iria me ferir. Caso conseguisse soltá-lo, somente, buscaria me apoiar no membro esquerdo, erguer o corpo o máximo possível para, assim, tentar rasgar sua garganta com as garras da mão, num movimento rápido e agressivo. Se os dois braços se soltassem, iria fazer jus às abdominais feitas por tanto tempo e levantaria o tronco sem ajuda, indo de forma bem ágil com as duas garras no pescoço da fera, sem piedade. Em ambos os casos, se não pudesse ir diretamente no alvo inicial, começaria o movimento pela barriga, visando suas vísceras, realizando cortes na direção da cabeça. Golpearia sem misericórdia, também tentando não receber ataques alheios, parando somente quando percebesse que a vida havia deixado o corpo do animal. De qualquer forma, meu inimigo era um animal, não era inteligente e era a base de instintos, portanto esperar um ataque planejado assim não era algo muito de seu feitio, ainda mais algo ão ágil e fatal. Se ele realmente chegasse a morrer, buscaria libertar minhas pernas e evitaria ser esmagado pelo peso do animal. Se o pai urso não morresse, buscaria pegar um pouco de terra do chão e jogaria na direção do rosto do animal, usaria os membros que tivesse livres para me defender de possíveis ataques e tentaria me libertar daquela situação, tomando distância dele caso conseguisse. Se tudo desse certo e eu pudesse me soltar, ficaria de pé, iria para a entrada da caverna, bloqueando-a, e observaria a reação da mãe e do filho urso, atento a tudo, mas em posição de defesa. Caso tentassem escapar, iria bloqueá-los, primeiro rugindo alto para afugentá-los e se tentassem sair, iria chutar a barriga deles sem dó em um movimento giratório.

Para que o plano corresse bem, eu teria que eliminar o pai urso para não lutar contra três ao mesmo tempo. O plano todo dependia disso e eu sabia que não podia errar. Já estávamos próximos, faltava somente o golpe de misericórdia após liberar uma das mãos. Teria de lidar com os outros depois, resolvendo um problema de cada vez, o que não parecia ser difícil pra mim, o rei da selva, ainda mais com o resto deles chocado com toda a ação inicial.

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MensagemAssunto: Re: O amanhecer da Justiça   O amanhecer da Justiça - Página 3 EmptyQua 27 Jan 2016, 16:49

Compenetrado em se livrar das garras de seu agressor, Dazor notava, apesar de não se focar nesse detalhe, que a mamãe ursa e o filhote estavam assustados, quase como se não estivessem acostumados a enfrentar outros seres.

- Papa! O que o malvado quer?? -


Indagava o filhote, com uma voz visivelmente aterrorizada e chorosa. Uma pequena distração para o papai urso, a qual poderia ser fatal. Dazor aproveitava-se da brecha para, em um movimento súbito, fazer seu braço direito escapar enquanto mordia a pata do adversário. Em um urro de agonia, o papai urso involuntariamente jogava todo seu peso para trás, erguendo-se nas duas patas. Por um lado isso era ótimo, pois libertava o tronco e os braços do Mink que, com toda sua força, jogava-se para cima e fazia cortes profundos na barriga do urso. Não o suficiente para arrancar-lhe as vísceras, mas o bastante para causar um dano considerável. Sangue esguichava no rosto do Mink e na caverna, deixando a mãe ursa e o filhote em desespero. Urros de agonia e medo reverbaravam no local, graças, em boa parte, ao eco.

Por outro lado, o movimento do animal era péssimo, pois agora todo seu peso concentrava-se em cima das pernas de Dazor. Elas resistiam até que bem em um primeiro momento, devido à grande força do Rei das Selvas, mas, com um horrível "Clec", a esquerda cedia. Certamente havia quebrado um osso. O papai urso camleava para trás, terminando de libertar o Mink, sentindo as dores em sua pata e barriga. O animal ainda levantava-se uma vez mais, procurando proteger sua família, mas estava perdendo muito sangue rapidamente. Logo desabava no solo, desmaiado, com sua vida se esvaindo.

Em um pico de adrenalina, o Mink conseguia ignorar a dor por um curto instante, levantando-se e jogando seu corpo na entrada da caverna, impedindo, assim, que uma de suas duas outras vítimas tentasse escapar. A mamãe ursa permanecia na frente de seu filhote, tentando protegê-lo como podia, enquanto, chorosa, finalmente abria sua boca:

- Por quê? Por que está fazendo isso com a nossa família? -


Uma pergunta inconformada e que revelava todo o desespero de uma mãe. Será que Dazor estava realmente invocando a justiça?
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MensagemAssunto: 11º   O amanhecer da Justiça - Página 3 EmptyTer 02 Fev 2016, 17:45


Dilemma


Apesar de meu movimento ter funcionado, na maior parte do tempo, e eu ter causado um dano visivelmente sério no grande mamífero como eu imaginara, não havia calculado o possível ônus do pai urso ficar somente sobre as patas traseiras. Sacudir meu corpo não foi suficiente para me livrar dele, que quebrou minha perna esquerda por causa de seu peso concentrado nela. Como isso nunca havia acontecido a mim, percebia que era uma sensação de incapacidade diferente e uma dor nova, que por causa da adrenalina da luta imaginava que ainda não podia senti-la completamente. Os ferimentos, o sangue jorrado em mim e o comportamento de meu oponente inicial, indicavam que o fim de sua vida estava próximo.

"Eu fui descuidado... Não posso deixar um erro como esse acontecer novamente ou será meu fim..." pensaria ao me posicionar entre a entrada e os ursos restantes. Ao ouvir a mãe indagar com voz chorosa sobre aquela situação, meu coração passou a bater mais depressa, o que quase me fez pensar duas vezes sobre o que estava fazendo, porém ao tentar colocar a mão no peito num gesto quase que involuntário de culpa, mas ao tocar minhas vestes e vê-las todas manchadas de sangue, ainda olhando para baixo notaria novamente minha perna quebrada, com a qual estaria tomando cuidado, baseando-me em meus conhecimentos de Anatomia para me apoiar na outra perna, evitando uma maior lesão. Perceber o que aqueles animais estavam me fazendo passar, me enfurecia bastante, o que poderia ser percebido em meu olhar, cheio de raiva e frieza. De forma firme, diria para os dois restantes "-Eu, seu rei, vim trazer a Justiça a vocês! Eu vi o ser humano brutalmente aberto com garras... Vocês, assim como eu, são carnívoros então entendem que essa á a nossa natureza alimentícia, precisamos comer. Não é pessoal, é só a mistura de duas coisas puras: a cadeia alimentar e a Justiça! Podemos fazer isso do jeito fácil ou do jeito difícil, vocês escolhem." A partir daí prestaria atenção nas palavras e movimentos deles, mas buscaria não deixá-los sair de jeito algum, atacando com as garras das mãos, buscando pontos vitais, caso tentassem forçar a passagem, sempre apoiando o corpo na perna direita. Por causa do pouco pesar que ainda me restava e também movido pela dúvida, indagaria-os mais uma vez com voz firme "-Foram vocês que mataram aquele homem e o deixaram daquele jeito? Se o que me contarem for convincente, deixarei vocês dois irem e levarei só o urso que caiu, pois ele eu não posso perdoar.", mas com seriedade e tentando passar confiança no que dizia.

Ficaria atento também para possíveis ataques, teria que antecipá-los, já que só possuía uma perna para realizar movimentação, mas minha alta agilidade seria de grande utilidade nessa hora. Se fosse atacado por um deles, esperaria-o chegar bem perto e quando fosse realizar seu ataque, esquivaria para trás de modo ligeiro e me impulsionaria para frente, na direção de meu inimigo rapidamente, aproveitando minha inércia para atacar um ponto vital a ser localizado com a visão aguçada que possuía, seja garganta, barriga, genitais ou no início da coxa, este sendo um lugar onde poderia acertar vias de sangue importantes. Se os dois atacassem, o que era improvável por causa do medo do filho, eu iria também esperar o último movimento de seus ataques, esquivaria para trás e tentaria atacar a mãe urso de forma fulminante também, sendo que nos dois casos tomaria distância após os ataques, para me preparar para outros, tentando sempre me interpor entre eles e a entrada, além de tomar cuidado com minha perna. Se resolvessem me contar a história e eu fosse convencido, deixaria-os ir embora dizendo "-Eu acredito em vocês, podem ir e nunca mais causem problemas para seu rei.", mas tomando bastante distância para não ser pego desprevenido e depois levaria o corpo do urso para a vila. Se não acreditasse em suas palavras, sejam pelo jeito que falavam, já que possuo audição aguçada, diria "Eu não acredito em vocês.", tomaria posição de ataque e esperaria que me atacassem, de forma que se adequassem num ataque único ou múltiplo como descrito acima. Eu nunca pensara que seria tão difícil conseguir comida!

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MensagemAssunto: Re: O amanhecer da Justiça   O amanhecer da Justiça - Página 3 EmptyQua 03 Fev 2016, 14:04

Dazor começava a se compadecer por aqueles ursos e pensava, por um instante, se havia feito bobagem. Resolvia, então, dar uma chance para que os ursos se explicassem antes de terminar a caça.

- Mas aquele homem quem nos atacou! Nós somos carnívoros, é verdade! Mas, como não saber que comemos carne de peixe? Estávamos no rio ensinando nosso filho a caçar quando aquele homem tentou nos atingir. Seu parceiro simplesmente correu, acho que viu que era uma péssima ideia! O que queria que fizéssemos? -


Sua voz chorosa condoía o coração de Dazor e, mais que isso, as evidências pareciam verdadeiras. Talvez tivesse cometido um erro, ou, pior ainda, lhe induziram a cometer um. Por que, afinal, o tatu teria indicado os ursos? E o que a coruja quis dizer com aquela frase enigmática dela?

- Por favor, se quiser me levar também, me leve! Mas poupe nosso filhote. Ele não merecia estar vendo nada disso! -


E ela tinha razão. O filho urso tremia, possivelmente pelo medo imposto. A própria mãe sabia que, mesmo com a perna quebrada, não conseguiria vencer o Mink e implorava. Não por sua vida, mas pela de sua cria. De fato não pareciam ser uma família má. O que Dazor havia feito?
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MensagemAssunto: 12º   O amanhecer da Justiça - Página 3 EmptyQua 03 Fev 2016, 16:13


Sorry


Se aqueles ursos fossem bons atores, eu estaria completamente ferrado, pois o discurso da mãe realmente me tocara. Suas lágrimas e o pesar em cada palavra transmitiam uma sinceridade que eu não podia refutar de forma alguma. Tudo o que podia sentir naquele momento era um pesar, uma sensação implacável de ter feito algo indevido, até mesmo... injusto... Tudo bem que os fatores conspiraram para essa situação, o ataque do pai urso e situação que me deixara; as informações do tatu e da coruja; e também... Não. Espera aí. Por quê mesmo será que aqueles dois me disseram que essa era uma família má, principalmente o tatu? Será que falavam de sua natureza carnívora? Ou teriam eles algum problema com os ursos? Essa é a única peça que não se encaixa na história toda... Mas é algo que poderia investigar depois.

"-Não é necessário desgraçar ainda mais a vida deste pequeno. Perder o pai já foi coisa demais por um dia, tirar sua mãe, ainda mais depois de saber disso tudo seria tamanha maldade por minha parte. Meu desejo é que você cuide dele, para que seja um urso grande e forte, assim como seu pai, para que ele possa protegê-la sempre. Eu sei que pedir perdão nessa hora não é de muito valor, mas um rei sabe reconhecer seus enganos. Um tatu, principalmente, e uma coruja, em meu caminho até aqui, me afirmaram com todas as palavras que vocês eram uma família má. Vocês sabem de algo sobre isso?" Indagaria com uma voz firme, pomposa, mas pesarosa. Em nenhum momento deixaria de abaixar a guarda, pois ataques surpresas seriam problemáticos, mas ouviria com atenção as palavras deles. Ao final, quando terminasse sua deixa e se tudo corresse bem, falaria "- Eu irei falar com a líder da vila desta ilha, pedirei a ela para que vocês não sejam mais incomodados. Seu pai irá salvar muitas vidas, ele na verdade pode ser considerado um herói. Em algumas culturas grandes guerreiros são comidos como forma de passar sua força para os outros numa enorme homenagem. Eu preciso ir, então adeus. Vou buscar alguns cipós para levá-lo, tenham seu tempo para se despedir.". Ainda tomando cuidado com os ursos restantes, buscaria um meio de levar o abatido para a vila e para isso, sairia da caverna e buscaria encontrar alguns cipós resistentes nas árvores ali perto, sempre verificando que não iriam se romper, realizando um pouco de força neles. Ao conseguir 4 cipós de aproximadamente 4 metros cada um, o que não seria difícil naquela floresta, voltaria para a caverna e amarraria dois em cada pata traseira bem apertado, sem perder de vista os outros dois ursos. Caso tudo ocorra bem, iria pegar os cipós, passando-os por cima do ombro direito, e o levaria para a vila, sempre me orientando pela audição e tomando cuidado com a perna esquerda.

Chegando na Vila, iria procurar Lucy no último lugar que nos encontramos com minha visão e também buscando por sua voz. ao encontrá-la, diria "- Ei Lucy, minha parte do trato está cumprida. Deu um bocado de trabalho, mas aqui está." Apontaria para o grande urso. "- Antes de tudo, eu queria pedir para você orientar os cidadãos daqui a não incomodarem um casal de ursos que vive na floresta, uma mãe e seu filho. Eu já causei problemas demais para eles, não merecem sofrer mais, por isso peço que, por favor, faça isso por mim! E também tem algum lugar por aqui onde eu possa curar minha perna quebrada enquanto espero pelos Marinheiros? Estou ansioso pela chegada deles, mas me apresentar injuriado assim, poderia não ser a melhor primeira impressão, mesmo sendo por causa de um combate." Seguiria as orientações de Lucy com atenção para me curar. Enfim será que poderia descansar e me encontrar finalmente com a Marinha?

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MensagemAssunto: Re: O amanhecer da Justiça   O amanhecer da Justiça - Página 3 EmptySab 06 Fev 2016, 09:56

Havendo acreditado na história que lhe fora contada, Dazor resolvia liberar os outros dois, mas ainda conversava antes, buscando entender porque haviam sido delatados.

- U-um t-tatu? B-bom, u-uma família de tatus apareceu aqui uma vez, dizendo que a caverna era casa deles. Mas já morávamos aqui há um tempo e então não saímos. Até oferecemos dividir a morada, mas não qu-quiseram... Agora sobre a coruja, nada conheço. -


Tendo terminado de despedir-se da família de ursos, Dazor arrancava alguns cipós de árvores ali perto e iniciava seu trabalho de retorno. Sua perna esquerda doía e latejava, dificultando a tarefa. Mas como alguém dedicado e persistente, aos poucos o Mink aproximava-se da civilização novamente. Com a sua visão, já conseguia ver ao longe sinal de fogo, o que indicava que estava para entrar nos limites da vila. Mas algo à sua direita lhe chamava a atenção. Podia ver, com o canto do olho, o mesmo tatu que lhe falara dos ursos. Encontrava-se agachado ao lado de uma árvore e, sem dúvidas, conversava com alguém, pois, apesar de não conseguir distinguir o que ele dizia, Dazor conseguia ouvir o timbre de sua voz. Não tinha como errar. Era mesmo ele. Completar sua missão ou investigar mais? O que o Mink decidiria?
Spoiler:
 




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MensagemAssunto: 13º   O amanhecer da Justiça - Página 3 EmptyQua 10 Fev 2016, 18:09


In The Night


Carregar um urso já não é um dos trabalhos mais fáceis do mundo, mas imagine fazê-lo com a perna quebrada... É tão agradável quanto um elefante sentando em você (e sim, eu já sofri essa desventura por engano quando vivia na floresta sozinho), mas aquela era uma escolha minha, precisava fazer isso para ter contato com a Marinha e ainda mais ajudar as pessoas necessitadas da vila, portanto era uma tarefa a ser cumprida. Passo a passo eu seguiria, arrastando a presa para a vila, já com a imaginação ativa, pensando no que me aguardava: uma vida militar e de justiça.

Ao me aproximar da vila pude ouvir uma voz conhecida, uma que me dera um conselho minimamente duvidoso: a do tatu. Ele estava ali perto, de papo com alguém que não conseguia saber quem era. Em condições normais, eu não exitaria em ir furtivamente até ele, pegá-lo com as mãos e dar uma lição por ter feito com que eu estragasse uma família de ursos por um motivo extremamente egoísta, mas com a atual condição não seria muito esperto de minha parte fazer isso, pois estava com uma perna quebrada e ainda estava levando uma carga. Se tudo desse errado, eu poderia acabar morto e ainda perderia minha presa para algum espertalhão. Eu teria que agir com esperteza, sem forçar meu estado de saúde para não acabar com minhas aventuras cedo assim. Temer eu não precisava, pois tinha certeza que a Justiça poderia tardar, mas nunca falha, então não precisava me preocupar com ele. Além disso, me meter demais nos assuntos dos plebeus não é algo digno de um rei, eu já avisei os ursos do que o pequeno pilantra havia feito, eles poderiam resolver isso, caso desejassem. Então, ainda tomando cuidado com meu membro debilitado, iria carregar o grande mamífero para a cidade, prestando atenção ao redor para não ser facilmente surpreendido, sempre preparado para desviar caso aconteça alguma surpresa, utilizando a audição para me orientar. Carregaria-o me esforçando, dando passo com força, determinado, com o objetivo de realizar minha parte do trato me trazendo forças para continuar. Iria seguir até chegar no lugar onde havia encontrado Lucy anteriormente, buscando chegar até ela, indo na direção de sua imagem caso consiga vê-la por lá ou iria orientar-me pelo som de sua voz. Procuraria encontrar pistas de seu paradeiro ao redor da grande árvore, de forma que a encontrasse por lá. Não pararia de procurar, mesmo cansado, até encontrá-la, sempre usando os sentidos para tal. Ao conseguir chegar a ela, diria com uma expressão séria, mas amigável "-Olá Lucy! Aqui está minha parte do trato." e apontaria para o corpo do urso. "-Ele me deu um belo de um trabalho, até quebrou minha perna. Por causa disso tenho dois pedidos para lhe fazer: você poderia orientar o pessoal da vila para não caçar os ursos da floresta e teria algum lugar onde poderia tratar a perna para esperar os Marinheiros, já que minha parte do trato está feita, não é? Não queria passar uma primeira imagem ruim a eles, sendo que esta é marcante. Teria como, por favor?", completaria sentando no chão, buscando me recuperar um pouco do esforço feito e ouviria com atenção suas orientações, seguindo para o lugar de recuperação em seguida, após dizer com toda a sinceridade "-Espero que eu tenha ajudado vocês, já que não tenho nem como agradecer o auxílio que você está me dando!".

Buscaria, após todos os eventos, me recuperar, seja descansando sozinho ou no lugar do tratamento a ser recebido. Se tivesse que pagar alguma taxa, iria pagá-la caso fosse até 20.000 moedas daquelas que juntei nos meus anos na floresta. Elas eram brilhantes e bonitas, deveriam valer alguma coisa, mas sei que não deveria gastar tudo de uma vez. Esperaria ansiosamente pelos Marinheiros e se os encontrasse em algum momento, ficaria de pé e esboçaria um sorriso enorme de animação, demonstrando o quanto estaria animado com aquele evento. Por causa disso, em um primeiro instante não iria conseguir dizer nada, só iria ouvir o que os verdadeiros homens da justiça tinham para dizer. A empolgação seria demais, mas teria que me controlar para não parecer um completo idiota.

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MensagemAssunto: Re: O amanhecer da Justiça   O amanhecer da Justiça - Página 3 EmptySex 12 Fev 2016, 13:49

Embora quisesse muito fazer o tatu pagar por tudo que havia feito, Dazor sabia que as coisas podiam dar terrivelmente errado. Por tal motivo, preferiu ignorar sua vingança e de fazer justiça nesse caso para levar sua carga até a vila. Para a sorte do Mink, tão logo saía da floresta dava de cara com Lucy. Conversava com a líder da vila que imediatamente lhe respondia:

- Fez um ótimo trabalho, Dazor. Venha comigo, eu cuidarei da sua perna. E pode deixar que falarei sim com os membros da vila para não caçar mais esses ursos. -


Lucy passava o braço do jovem herói por sobre seu ombro e ajudava-o a caminhar até sua casa. Uma vez lá, deitava-o em uma cama e começava a passar uma substância gosmenta na perna quebrada do Mink.


- Essa pomada é uma receita secreta de nosso vilarejo. Ela estimula o metabolismo do local e acelera a recuperação de ferimentos. Passando-a uma vez ao dia creio que em 3 dias sua perna estará perfeita, contanto que não faça nenhum esforço físico. A Marinha deve chegar aqui em 3 ou 4 dias também. Agora procure descansar, sim? Se quiser algum livro para ler, ou coisa do tipo, pode ficar à vontade também. Basta pedir. Virei aqui três vezes ao dia para lhe trazer comida e bebida. Evite ao máximo ter de se levantar, sim? -

Dizia enquanto terminava de enrolar as ataduras na perna de Dazor. O Mink encontrava-se em uma casa simples de madeira. muito embora essa fosse a líder da vila, podia-se notar que vivia de modo tão simples quanto seus "súditos". No quarto onde estava, além da cama, havia apenas um pequeno armário, uma estante com três livros e uma mesa com uma cadeira e um pergaminho em cima. Dazor agora deveria descansar. Mas será que conseguiria cumprir essa ordem?
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