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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Capitulo 1: A ascensão dos caçadores.

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ADM.Tidus
Duque Azul
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MensagemAssunto: Capitulo 1: A ascensão dos caçadores.   Capitulo 1: A ascensão dos caçadores. - Página 3 EmptyQua 06 Jan 2016, 20:43

Relembrando a primeira mensagem :

Capitulo 1: A ascensão dos caçadores.

Aqui ocorrerá a aventura dos(as) civis Ruby, Tormayhem, Chewie. A qual não possui narrador definido.


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Beyond
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MensagemAssunto: Re: Capitulo 1: A ascensão dos caçadores.   Capitulo 1: A ascensão dos caçadores. - Página 3 EmptyQui 14 Jan 2016, 21:43


Era surpreendente encontrar alguém que não tremesse diante de minha peculiar aparência, ainda mais em uma ilha tão baixa do imenso azul, entretanto esse alguém era um oficial do governo, não poderia esperar menos dele. "É bom uma certa pessoa não saber que você está aqui", pensaria comigo mesmo e afim de evitar uma grande confusão, guardaria isso em segredo. Engolir sua grosseria não era problema já que não tinha conflitos com o meu orgulho, e bom, eu também não tinha sido muito simpático, então nada teria para retrucar. O homem de óculos acabou me dando informações valiosas, porém eu não desfrutaria delas por ora, ao meu ver pareciam estar na "contramão", a única coisa que me faria mudar de ideia seria Ruby e os conhecimentos que ela teria adquirido na taverna. Sem cerimonia alguma, me despediria do agente.

Posteriormente iria ficar junto com minha irmã de novo, se por acaso ela ainda estivesse conversando com o homem do bar, aguardaria a mesma terminar, encostado em um balcão mantendo a postura de forasteiro durão, do contrário abordaria-a. ─ Eaí, conseguiu algo? Indagaria para chamar a atenção da garota. Se ela tivesse algo para falar, ouviria atentamente e então me pronunciaria, se não, apenas voltaria a articular. ─ Bom, Ali Nosey andou causando ontem, assaltou uma velha muito rica à noite. Eu descobri onde essa mulher está, parece ser em um hotel, o Sonhos Paradisíacos. A ideia de ir até lá e perguntar pra ela não me agrada muito, talvez devêssemos ir atrás de outras pistas. Expressaria minha opinião sobre o que teríamos conseguido até agora.

Se um conflito surgisse, ou seja, duas opções para seguir, ou entraríamos em um impasse, ou seguiríamos juntos para um único caminho. Uma vez que Ruby apresentasse qualquer outra pista, sendo de Ali Nosey ou Evelyn Taylor, aceitaria-a. ─ Você comanda! Vociferaria e logo após me retiraria do estabelecimento. Ela quem ditaria as regras agora, lugares para ir, questões a fazer, tudo em suas mãos. Acompanharia-a em qualquer lugar que fosse, contanto que esses nos aproximassem do trabalho. ─ Ruby, você já sabe como iremos sair desta ilha? Questionaria-a em meio a busca, talvez para quebrar o silencio, já que não tínhamos parado para conversar desde que chegamos, mas sua resposta ainda era de meu interesse.

Se porventura os informes que ela conseguiu no bar não agregassem em nada nossa busca, iria indicar o hotel como próximo passo, já que não teríamos nenhum outro eixo para seguir. ─ Parece que vamos ficar com a velhota. Diria à ruiva. Aparentemente voltaríamos a perambular por Toroa Island, mas desta vez à procura de um lugar chamado Sonhos Paradisíacos, meu único método para encontra-lo seria com meus próprios olhos e assim permaneceria até avista-lo. Encontrando o local, adentraria no mesmo. ─ Estou procurando a mulher que foi assaltada ontem à noite. Falaria para algum indivíduo que trabalhasse no estabelecimento, priorizaria locais como balcões de recepção. ─ A marinha deve ter vindo falar com ela algumas vezes. Voltaria a falar caso surgisse alguma dúvida de quem fosse a mulher. Recebendo informações de sua localidade, iria seguir para lá, de outra formar, continuaria perguntando para as pessoas nas redondezas da casa.
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Kenshin Himura
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MensagemAssunto: Re: Capitulo 1: A ascensão dos caçadores.   Capitulo 1: A ascensão dos caçadores. - Página 3 EmptySex 15 Jan 2016, 01:19

Alvo marcado, em busca de mais informações!

Com alvos marcados só me restava caça-los, sem muita demora naquele QG todo arrumado e cheio das regras, eu e meu irmão saiamos em direção a cidade, o caminho era longo, mas como já sabíamos o caminho conseguíamos fazer o trajeto em menos tempo, nosso objetivo no local era encontrar algum bar aonde poderíamos conseguir informações, e por incrível que pareça  assim que siamos da montanha encontrávamos um bar com o nome “Vale do paraíso” era estranho pois havíamos passado por ali mais cedo e não havíamos visto nada por ali, mas talvez tivéssemos distraídos com a beleza das flores, que cresciam naquela ilha, no novo mundo nunca tinha encontrado plantas tão belas quanto essas.

- Parece que foi fácil encontrar um bar por aqui Tor, bom tenha cuidado, bares em qualquer lugar do mundo podem vim a serem locais perigosos! Falaria seguindo em direção do bar, não era um local pequeno, algo que mais me impressionava de não ter percebido antes, quanto mais nos aproximávamos mais o cheiro de bebida ficava forte, e a gritaria aumentava, sem muitas cerimonias adentrávamos ao bar, o local estava lotado, assim seguia em direção ao balcão enquanto Tor se sentava a mesa junto de um homem.

Enquanto eu chegava no balcão pedia para o balconista me prepara uma bebida doce, o mesmo saia e em alguns minutos me trazia um copo de margarita, sem cerimonias eu pegava o copo e bebia alguns goles da bebida, homem se posicionava a minha frente, agora com meu vício saciado eu tinha que me focar na missão, juntar os fatos para rastrear o moleque e a vadiazinha, assim pedia algumas informações sobre os procurados, assim o atendente de boa vontade me respondia.

Não, não tenho notícias de Ali desde a semana passada. Já Evelyn, não sei te dizer onde ela pode estar, mas ela possui um navio. Talvez possa encontrar o navio dela no porto ou na costa da cidade. Só tome cuidado, ontem mesmo um grupo de criaturas muito estranhas passaram por aqui perguntando por ela... Uma delas parecia um leão.

“ hmm, se ela tem um navio fica mais fácil de encontrar e montar uma tocaia, e pelas informações do rapaz temos criaturas de Zou na cidade!” Bebia mais alguns goles para acabar com a bebida enquanto pensava. “Pai já havia me explicado sobre tais criaturas, o mesmo já fora contratado para assassinar algumas, ele me falou que são ótimos guerreiros e que a luta valeu cada centavo que ganho quando o entregou morto para o cliente. ” Era interrompida pelo atendente que me cobrava pela bebida, logo entregaria o dinheiro ao mesmo e em seguida me levantaria e seguia até Tor para ver o que mais ele havia conseguido de informações.

Assim que eu me aproximava de Tor ele não demorava e perguntava. ─ Eaí, conseguiu algo? A pergunta era seca e objetiva, era assim que deveria ser, aparentemente seu treinamento com nossos outros irmãos foram bem sucedidos, assim eu logo começava a falar em um tom de voz que apenas Tor pudesse escutar.

- Bom o atendente do bar não sabia de muita coisa, mas ele me falou que a garota Evelyn tinha um barco ancorado no porto, isso e bom, lá podemos montar uma tocaia e esperar o momento certo para atacarmos, e pelo que parece que temos criaturas do novo mundo também estão caçando ela, alguns minks de Zou. Daria uma pequena pausa e logo voltaria a falar. – Não sei se sabe, mas nosso pai já lutou com eles algumas vezes a trabalho, e me contou algumas coisas sobre eles, assim como nossos irmãos devem ter lutado contra os mesmos também, bom o que você conseguiu?

─ Bom, Ali Nosey andou causando ontem, assaltou uma velha muito rica à noite. Eu descobri onde essa mulher está, parece ser em um hotel, o Sonhos Paradisíacos. A ideia de ir até lá e perguntar para ela não me agrada muito, talvez devêssemos ir atrás de outras pistas.

“ Realmente não e uma informação muito útil, mas já e uma coisa, acho que primeiro devemos cuidar da garota e depois ir atrás desse pivete!” Pensava enquanto analisava as opções de caça. - Você comanda! Tor dizia enquanto analisava as situações. Para mim era mais viável ir atrás da mulher e depois lidar com o garoto, mas quem sabe no meio de uma caçada não encontraremos nosso segundo alvo tudo era possível.

- Vamos atrás da garota, faremos tocaia pelo porto para ver se achamos alguma brecha, ou quantos tripulantes tem no barco dela. Falaria em um tom em qual apenas Tor poderia escutar novamente, assim faria sinal para que o mesmo me seguisse, assim sairíamos do bar e seguiríamos caminho em direção ao porto da cidade a fim de tentar fazer contato com o barco da garota, quanto andaríamos Tor voltava a falar. -  Ruby, você já sabe como iremos sair desta ilha? Não era uma pergunta difícil de ser respondida, logo sem parar de andar eu começaria a falar. – Bom depois que conseguirmos alguma grana, podemos comprar passagem em algum navio mercante ou de passageiros, ou pagar por uma passagem daqueles zepelins, e minha opção mais divertida, caso encontrarmos um navegar para nos acompanhar pode ser que compremos nosso próprio navio, bom vai depender quanto conseguirmos nessa caçada! Falaria calmamente ainda andando pela cidade.

Enquanto andaria pela cidade em direção ao porto ficaria bem atento em minha volta para não ser surpreendida, ficaria de olho em qualquer suspeito que tivesse por ai que se encaixasse na descrição dos nossos dois procurados, caso encontrasse algum Mink pela ilha pararia para pedir informações sobre tal garota, já que a boatos que alguns da espécie deles estaria procurando pela mesma, ou caso escutasse alguma coisa estranha em alguma casa ou loja pararia em frente em uma distância considerável e analisaria se alguém saísse do local, mas sempre de guarda em alta, talvez algum dos dois procurados estivessem fazendo o seu “trabalho”, mas caso não acontecesse nada eu  seguiria calmamente para o porto, lugar que não era difícil de encontrar já que estivemos lá mais cedo, caso chegássemos no porto falaria para Tor seguir para a direita em busca do barco da garota, sempre tentaria me manter a mais discreta possível, caso encontrasse o barco, ficaria em uma posição no qual ficasse difícil de se chamar atenção e analisaria todos que entrassem ou saíssem do barco, caso não encontrasse apenas continuaria procurando.
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MensagemAssunto: Re: Capitulo 1: A ascensão dos caçadores.   Capitulo 1: A ascensão dos caçadores. - Página 3 EmptySex 15 Jan 2016, 19:01

Irmãos Akhin

Os dois irmão já haviam recebido suas informações e logo se juntavam para dizerem um ao outro o pouco que haviam descoberto. Evelyn seria o primeiro alvo da dupla, que não temia mesmo aquelas temíveis criaturas chamadas de Minks. Ruby parecia ter um plano em mente, ou pelo menos o começo de um bom plano... Talvez 12%? Em todo caso eles saíam do bar e começavam a caminhar em direção ao porto, com a sua seriedade costumeira.

No caminho conversavam sobre o que fariam para sair daquela ilha e mais uma vez Ruby tinha um plano. No resto do caminho foi tudo bem silencioso entre os dois irmãos que mesmo sem falarem nada ouviam várias vozes naquela cidade que parecia estar especialmente barulhenta naquele dia. Não demoravam para chegar ao porto onde viam apenas quatro navios. O primeiro deles era um navio da marinha, de onde alguns marinheiros descarregavam suprimentos que provavelmente iriam para o QG. Dois deles pareciam ser apenas navios mercadores, visto que para um deles alguns homens levavam diversas caixas com flores, suprimentos e outras plantas e do outro homens desciam com carregamentos de várias caixas com o brasão da Kurama Factory esculpido. Talvez tudo aquilo não passasse de um disfarce para o verdadeiro navio da criminosa

O ultimo navio poderia chamar atenção, um barco flecha, que era menor que todos os que estavam ali. A sua frente estava esculpido um leão que era a característica mais marcante do navio. No cais daquele navio, estava uma criatura que a ruiva e seu irmão com certeza nunca haviam visto. Um tigre branco em forma humanoide com uma grande espada de duas mãos nas costas observava o porto, como se estivesse perdido em seus próprios pensamentos. Era impossível não perceber que todas as pessoas que ali passavam olhavam para a criatura, alguns com medo, outros com fascínio e alguns simplesmente curiosos ou descrentes. Logo a garota tentava falar com ele para perguntar sobre seu alvo.

– Ora, também está atrás dela garota? Não, não a vi. Eu estou vigiando o navio enquanto meus irmãos coletam informações sobre a desgraçada.

O tigre parecia ser sério, e não ser de falar muito. Lembrava de certa forma os dois Akhins que tentavam falar com ele. Logo o mink voltava a olhar para o porto, talvez estivesse esperando pela chegada de seus irmãos naquele local. Os assassinos podiam tentar continuar falando com ele, para ver se conseguiam descobrir o por quê de estarem atrás da mulher e por consequência talvez ter uma pista de o que ela pode estar planejando. Mas uma coisa era certa, o navio de Evelyn provavelmente não era nenhum daqueles... Talvez estivesse em um lugar onde a marinha não pudesse ver daquele imponente QG sobre a montanha. Mas a pergunta era, em que parte da ilha um navio poderia se esconder dos olhos daqueles marinheiros?
Chewie

O pequeno celestial parecia não entender a gravidade do que estava acontecendo bem a sua frente. Com seu jeito infantil, apenas achava que aquilo era algum tipo de brincadeira ou algo que com certeza não era ameaçador e começava... vejam só... começava a dialogar normalmente com a criminosa. Seu pedido com cara de cachorrinho pidão parecia não ter muitos efeitos na mulher além de fazê-la dar um sorriso e continuar a ignorá-lo. O garoto então resolvia apenas continuar conversando com ela que por fim não aguentava a explosão de fofura que acontecia ao seu lado e dizia:

– Meu deus Garth! Você tinha mesmo que estar com esse moleque fofinho aqui? Seria mais simples se eu pudesse simplesmente te roubar. – Dizia ao vendedor, como se ainda ignorasse Chewie – E garoto, por mais que me pareça tentador, a titia não pode ir comer agora... Ou te dar alguma coisa. E além disso, não posso contar meus segredos, não é?

O garotinho se deitava no chão e começava a olhar para as duas pessoas que lhe faziam companhia na loja. Por fim, com as ultimas palavras do garotinho, a mulher não aguentava e abaixava a arma, guardando-a em seguida – Droga, tenho um fraco por crianças. Garth, me desculpe, está bem? Eu pago pelas plantas e não atiro se você simplesmente me deixar comprá-las velhote. Você me ajudou quando precisei, não quero que termine assim.

A mulher dizia aquilo, como se tivesse certeza de que mais tarde se arrependeria daquilo que ia fazer. O velho se levantava e sorria, parecia feliz com tudo aquilo. Uma situação que adultos julgariam no mínimo estranha vindo de uma assaltante e um assaltado. O velho sorridente dizia a mulher – Tudo bem Evelyn. Eu te perdoo. Serão 60 mil berries, tudo bem? Mas prefiro não saber o que vai fazer com isso. De qualquer modo, junte-se a nós. Este aí é o Chewie. Por quê não ensina alguma coisa pra ele enquanto faço a comida? Tenho certeza que pode lhe ensinar coisas boas apesar de tudo.

E como um passe de mágica, a mulher simplesmente não parecia mais ser ameaçadora. Apenas ia até a porta e colocava uma placa escrito “Fechado” na loja, em seguida se sentava em um sofá verde com três lugares que estava ali o tempo todo mas o garoto não havia visto e respirava fundo.

– Então garoto, você gosta de cozinhar é? Me parece ser do tipo pidão também, talvez eu possa te ensinar uma coisa ou outra sobre isso.
Taylor

Taylor havia achado o seu modo de não ir ao QG da marinha. Aquele homem que passava correndo era claramente um malfeitor e podia-se notar claramente que deixá-lo fugir iria contra todos os seus ideais de um mundo mais justo. Logo olhava para o seu recente parceiro e anunciava a necessidade que sentia de ir atrás do criminoso, Bartolomeo apenas ficava em silêncio enquanto via o homem de cabelos azuis disparar atrás do loiro, sendo seguido de longe pelos marinheiros.

A perseguição de Taylor durava alguns minutos, por sorte, ele parecia não ter sido notado pelo homem que perseguia. Corriam por muito tempo até que o ninja dava de cara com um beco sem saída, tudo o que podia ver era o homem pulando para o outro lado do muro que dividia o caminho, sem poder segui-lo por não possuir habilidades acrobáticas. A perseguição estava acabada. O homem de cabelos azulados já virava-se de costas para sair dali quando se deparava com os três marinheiros, todos eles pareciam exaustos e um deles sangrava. Um deles, com cabelos azuis como os de Taylor, estranhava ao vê-lo. Parecia conhecê-lo de algum lugar:

– Espere... Eu conheço você. É... Taylor, certo?

O homem dizia ofegante. Reparando agora, Taylor via que este carregava uma katana nas costas e que havia sofrido um corte feio em sua coxa que manchava toda a sua calça da marinha de vermelho abaixo do ponto atingido. Apesar disso, ele parecia ter conseguido correr todo aquele caminho. Quem seria aquela pessoa? Um primo? Talvez alguém que estivesse na cerimônia de iniciação da família naquele dia, um daqueles parentes distantes dos quais nunca se ouve falar. O importante é que aquela pessoa o conhecia de alguma forma, e se encontava na parede para se sentar logo depois de perceber que não se aguentaria mais em pé. Parecia decepcionado:

– Droga... Perdemos ele. Aquele maldito Ali...

Seus dois companheiros, ambos carecas, não tinham nenhuma característica que se destacasse, exceto pelo estranho bigode cor-de-rosa de um deles que se contrapunha a cara lisa do outro. Pareciam se preocupar com o ferimento de seu companheiro e logo o sem bigode pegava seu cantil de água e jogava o líquido sobre a ferida, para limpar o sangue. Apesar disso, não pareciam ter muito mais noção do que poderiam fazer ali. Ao menos o homem de cabelo azulado ainda sabia o que dizer:

– Temos que voltar e ajudar o Remo. Depois disso eu coloco umas bandagens nisso aqui e vou atrás daquele desgraçado de novo. – Parecia corajoso, mas a dor que estava sentindo juntamente daquela sensação ruim de não ter conseguido cumprir sua missão era clara na voz e no rosto do marinheiro. Em resposta, seu companheiro de bigodes cor-de-rosa dizia:

– Está louco Ramsey?  Sei que você é um Moore, mas mesmo você não pode continuar com isso com sua perna desse jeito.
Homem Tigre:
 

Marinheiro de cabelo Azul:
 


Chewie:
 

Jin:
 

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MensagemAssunto: Re: Capitulo 1: A ascensão dos caçadores.   Capitulo 1: A ascensão dos caçadores. - Página 3 EmptySeg 18 Jan 2016, 21:24

Eu vou!



Uma perseguição implacável se inicia, com uma adrenalina digna de um filme de suspense; Tentava acelerar na medida do possível, sem perder minhas características furtivas, mas não fora velocidade suficiente para alcançá-lo. O persegui por muito tempo, sem sucesso em alcançá-lo, até que me deparo com um beco sem saída. É, às vezes o destino interfere nas coisas. Desta vez eu ganhei, sem sombra de dúvidas. O tal homem loiro que me perdoe, mas não há para onde escapar. Possuía convicção de que a minha corrida até aqui não havia sido em vão, até que ele demonstra seus talentos acrobáticos, quase que dignos de um show de circo, diga-se de passagem, escapando dali. Acabei por permitir que minha prepotência tomasse conta de mim novamente, pois obviamente poderia ter calculado a possibilidade de ele ser um acrobata e ter o atacado antes que fugisse, se não fosse minha arrogância em achar que já havia ganhado a disputa. Uma frase que o velho Harry sempre me dizia nos treinos se encaixa muito bem nessa situação: ''Sua noção estratégica não vai valer de nada se a arrogância for maior''. Se ele tivesse presenciado isso, certamente eu estaria recebendo um sermão agora, se bem que ele poderia ter me ensinado a arte da acrobacia também, não? Pois se me lembro bem de seus golpes, ele usava e abusava de saltos mortais e desse tipo de coisa. Porém, com absoluta certeza agora é tarde para pedir algo ao meu falecido tio. Bem, de qualquer forma, melhor parar de pensar nisso antes que fique triste. Finalmente me viro em direção ao caminho de volta, se é que eu consigo me lembrar dele, quando vejo o trio de marinheiros de novo, magicamente sabendo onde eu estava após uma longa perseguição, como se tivessem assistido a tudo como espectadores. Mas não duvido que eles realmente saibam de bastante coisa, afinal, deve haver pelo menos algum retorno por serem capachos do governo. Sátiras à parte, consigo perceber, agora sem toda aquela agitação, que um deles possuía cabelos azulados quase como os meus. Também me dou conta que o homem que havia conhecido na loja não estava mais junto a mim. Deve ter me perdido no meio da minha disparada em direção ao loiro.

- Espere... Eu conheço você. É... Taylor, certo?

Como ele poderia saber o meu nome? Seria normal ter conhecimento de meu sobrenome, mas da minha primeira nomenclatura é no mínimo estranho. Espere, acho que eu consigo me lembrar dele. Ele me parece familiar. Ele possui cabelos azuis também, semelhantes aos meus, porém mais escuros, e também me conhecia. Talvez fosse da família, não tenho certeza. Responderia:

- Sim, está certo... – Diria, em tom de desconfiança.

Olhando atentamente para ele, consigo perceber a presença de uma katana em suas costas. Se eu me lembro bem, esse tipo de arma também é um armamento padrão para escolha de iniciação da minha família, o que reforça minha teoria. Também tinha um ferimento aparentemente profundo em sua coxa, que manchava grande parte da calça, fazendo com que parecesse um novo modelo de uniforme da marinha. Ele finalmente usa a parede como apoio para se sentar, dizendo:

- Droga... Perdemos ele. Aquele maldito Ali... – O nome do loiro é anunciado.

Haviam também outros dois marinheiros ali, que eu quase havia esquecido diante da surpresa de ter encontrado alguém que possa ser da minha família. Só consigo notar a presença dos dois quando um deles banha um ferimento do outro homem de cabelos azuis. Francamente, acho que não teria como não perceber aquele outro com o bigode rosa. Ambos eram carecas, como se estivessem combinando o estilo.

- Temos que voltar e ajudar o Remo. Depois disso eu coloco umas bandagens nisso aqui e vou atrás daquele desgraçado de novo. – Era estranho ele dizer isso, visto que a ferida parecia ser muito mais séria do que ele provavelmente pensava.

- Está louco Ramsey? Sei que você é um Moore, mas mesmo você não pode continuar com isso com sua perna desse jeito. – Eu estava certo. Ele era um Moore, assim como eu.

Espero que ele não saiba o verdadeiro motivo do meu exílio, como me fora prometido pelo meu avô. Esse marinheiro deveria pensar que eu havia ido para a Grand Line há muito tempo, como Edward havia me dito que contaria para a família. Porém, não me lembro de um Ramsey. Deve ser algum parente bem distante, pelo visto. Não gostava de marinheiros, mas aceitava os da família mais do que os outros. Aquele ferimento parecia ser perigoso, mas não poderia ajudá-lo, infelizmente, uma vez que não queria uma relação além da mínima possível com os marinheiros. De qualquer forma, já que estava ali e teria que aprender a viver em harmonia com essa organização, perguntaria ao meu familiar:

- Somos familiares então. De qualquer jeito, você sabe se aquele tal Ali é um procurado? Se sim, qual a recompensa pela cabeça dele?

Caso ele me perguntasse o motivo de eu estar aqui e não na Grand Line, diria:

- Eu vim para cá para treinar um pouco antes de ir, nada demais. – Falaria, tentando enganá-lo, visto que era algo necessário.

Se ele respondesse a minha pergunta anterior sobre o homem loiro com um não, agradeceria e iria embora, tentando achar a direção para o Quartel General novamente e, caso a achasse, me dirigiria até ela. Se conseguisse encontrar o estabelecimento dos marinheiros, iria até o balcão e solicitaria a lista de procurados:

- Você poderia me fornecer a lista de procurados? – Perguntaria.

Ouviria às informações caso houvesse alguma e sairia, tentando me lembrar do lugar onde estava antes de iniciar a perseguição, indo em busca de Bart.

Caso a resposta de minha pergunta para Ramsey fosse sim, agradeceria e tentaria me lembrar do lugar onde comecei a corrida, para ter uma pista de onde Bartolomeo estaria. Se conseguisse me recordar, tentaria ir até lá.

Andaria sempre com a guarda alta. Caso sofresse uma tentativa de ataque, tentaria mover meu corpo com um salto em direção ao lado contrário ao golpe. Tentaria identificar meu inimigo, e o fitaria caso conseguisse, pronto para tentar desviar de outra investida.

OFF:
 

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MensagemAssunto: Re: Capitulo 1: A ascensão dos caçadores.   Capitulo 1: A ascensão dos caçadores. - Página 3 EmptyTer 19 Jan 2016, 00:14

Estranho a vista e o beco sem saída!

Havíamos conseguido algumas informações sobre nossos alvos, não era muita coisa, mas com tais conhecimentos já poderíamos escolher a quem caçar primeiro, por um tempo analisávamos ambas as situações, para encontrar o garoto deveríamos ir atrás de uma velha que havia sido roubada pelo mesmo, essa ideia não me agradava, e aparentemente também não agradava Tor, assim decidíamos seguir os rastros da garota, a mesma parecia mais fácil de se encontrar, já que ela tem um barco no porto, bom ao menos era isso que eu pensava.

Assim com nosso primeiro alvo na mira, andávamos pelas ruas da cidade de volta ao porto, a fim de encontrar o tal barco da garota, a cidade ainda continuava calma, mesmo com o barulho das pessoas conversando em minha volta, sentia que a cidade era um tanto tranquila demais, seria as flores que transmitiam essa tranquilidade pela ilha, bom no memento não poderia me distrair com nada daquilo, e simplesmente focar na minha caça. Sem muitas demoras chegávamos no porto, o local parecia um tanto vazio tinha apenas quatro navios, o mais notável deles era um da marinha, o mesmo estava atracado logo a nossa frente, com alguns marinheiros descarregando alguns suprimentos. Outros dois em sua volta eram navios mercantes um era carregado com flores da ilha, enquanto o outro barco tinha alguns trabalhadores desembarcando com caixotes que tinha um logo familiar, era o mesmo logo que havia visto na loja, mas não sabia de onde era essa marca.

“Parece que não tem nada por aqui, há não ser que um desses dois navios seja da garota e estejam embarcando ou desembarcando coisas no barco como faixada, afim de não alertar a marinha! ” Pensava enquanto analisava os outros barcos em minha volta, quando percebia um pequeno barco que estava mais afastado dos outros, não era um barco tão chamativo a não ser pelo fato de ter um ser humanoide em frente a ele, um homem meio tigre que estava em duas patas, era algo realmente estranho, mas como eu vivia no Novo mundo e já tinha lido e escutado algumas coisas sobre esses tipos de “pessoas”, mas mesmo tendo conhecimento da existência dos tais Minks, eu admitia que era uma visão um tanto estranha, aquilo não era algo que eu poderia ver todos os dias.

“Então esse e um dos tais Minks! Uma postura um tanto ameaçadora tenho de admitir, um dia certamente gostaria de caça-los, provavelmente será um dos meus trabalhos mais divertidos! ” Pensava enquanto caminhava na direção do Mink, certamente ele seria um dos que estavam atrás da garota talvez tenha alguma informação que possa vim ser de bastante utilidade. Ao chegar perto dele eu já perguntava algumas coisas para o mesmo, sem muita demora o Mink de pelos brancos olhava para mim e falava.

Ora, também está atrás dessa garota? Não, não a vi. Eu estou vigiando o navio enquanto meus irmãos coletam informações sobre a desgraçada. O tigre falava e um tom de voz sério, aparentemente não parecia serem caçadores de recompensas, talvez Evelyn tenha feito algo a eles e os mesmos estão atrás de vingança, ou eu poderia estar totalmente errada e eles eram apenas caçadores de recompensas atrás do seu ganha pão.

- Sim, temos assuntos inacabados com ela, e estamos atrás dela afim de resolvermos nossos assuntos pendentes, sabe de alguma coisa dessa garota que deveríamos saber? Estamos nessa ilha a pouco tempo, assim como vocês somos do novo mundo, poderia nos ajudar! Falaria dando um pequeno sorriso para o Mink a fim de fazer com que o mesmo falasse alguma coisa, caso ele nos ajudasse contando tudo que sabia da garota, escutaria atentamente o que o mesmo tinha a falar, mas caso ele não quisesse falar nada eu me afastaria do mesmo e começaria a falar com Tor.

- Tor parece que a única pista que tínhamos da vadia esfrio, temos que ir atrás de mais algumas evidencias sobre ela, talvez alguma loja ou algum funcionário tenha visto para onde o barco dela tenha ido, só assim poderemos bolar um plano de ação contra ela! Falaria em um tom baixo afim de que apenas Tor escutasse, caso o mesmo falasse mais alguma coisa ou tivesse alguma ideia boa o seguiria para ver aonde isso iria dar, mas caso o mesmo não tivesse nenhuma ideia eu faria um sinal para ele afim de voltar a cidade.

Assim seguiria em direção a primeira loja que tivesse no local, entraria no local tentando analisar o mesmo, afim de encontrar qualquer pessoa suspeita, e manteria de guarda em alta para não ser surpreendida por alguém, seguiria calmamente até a atendente e falaria calmamente.– Desculpe o incômodo, mas eu gostaria de falar com o dono(a) do local! Esperaria calmamente pela resposta da pessoa, mas caso o mesmo fosse o dono eu voltaria a falar. – Como você é morador dessa cidade eu gostaria de saber tudo que sabe sobre Evelyn Taylor, tenho alguns assuntos pendentes com ela, e qualquer informação que me der será útil! Esperaria calmamente pela resposta da pessoa, caso a mesma não soubesse de nada, eu simplesmente sairia da loja e iria até a próxima afim de encontrar qualquer informação adicional sobre a garota, pois qualquer informação que conseguir sobre a garota podera server como um trunfo mais à frente.
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MensagemAssunto: Re: Capitulo 1: A ascensão dos caçadores.   Capitulo 1: A ascensão dos caçadores. - Página 3 EmptyTer 19 Jan 2016, 01:31

As ações de Chewie lhe recompensavam com a oportunidade de um novo aprendizado. Evitando o assalto ele fazia com que Garth perdoasse Evelyn e juntos se sentavam em um sofá para passar o tempo.

Assim, Evelyn se dirigia para o celestial e demonstrando afeto pelo mesmo comentava sobre algo que ela tinha a lhe oferecer.

"Ebaa.. espero que me ajude! Ainda preciso ir atrás de um pato! "

Aprendizado de Lábia

Fim do Aprendizado de Lábia

Finalizado mais um aprendizado, Chewie se curvava para ambos os mentores em sinal de agradecimento e pegando os presentes recebidos se preparava para sair de casa, dizendo:

Muito obrigado, Garth e Evelyn! Espero encontrar com vocês de novo! Queria caçar um pato.. mas acho que vou para o restaurante dos meus pais pegar um para tentar cozinhar.. sei que tem umas plantas por lá.. Depois vão me visitar!, e com um sorriso no rosto ele pegava os pertences e se despedia com um aceno rumo ao restaurante.

Quando adentrasse o estabelecimento, se dirigiria para algum ajudante, entrando diretamente na cozinha e pedindo por um pato com seu olhar inocente e de um lugar para que pudesse iniciar os preparativos de sua refeição.

DEPOIS EDITO

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MensagemAssunto: Re: Capitulo 1: A ascensão dos caçadores.   Capitulo 1: A ascensão dos caçadores. - Página 3 EmptyTer 19 Jan 2016, 10:16


Evelyn parecia estar cada vez mais perto, porém não conseguíamos colocar as mãos nela de jeito nenhum. Ruby havia adquirido informações valiosas no bar e através delas iniciamos nossa busca. A criminosa teria um barco ancorado no porto da ilha e minha irmã tinha algo planejado para ela, uma emboscada em sua própria embarcação. Entretanto parecia ter algo incomodando-a, algumas criaturas do novo mundo que poderiam dar mais problemas para nós, elas também estavam atrás do nosso trabalho, não saberia dizer se o dinheiro das recompensas valeria o esforço de alvos secundários. ─ Minks? Não lembro de ter esbarrado em algum...

Enfim no porto, já era possível notar alguns barcos por ali, militares, comerciantes, porém nenhuma vela negra, nossa nova e única pista era o famoso Mink, um tigre humanoide logo à frente de um barco de menor porte. Era curioso saber que ele podia se comunicar conosco, mas inusitado ainda era que ele também queria saber do paradeiro de Evelyn. Ao meu ver a criatura, assim como nós, não tinha indícios de onde estaria a garota, não era atoa que seus companheiros buscavam informações, talvez nós também devêssemos fazer isso. Por ora o mink estaria a salvo, porém a corrida teria começado e se em algum momento eles nos passassem, não importaria se o dinheiro fosse pouco, suas cabeçam iriam rolar. ─ Ele daria um bom troféu, acho que depois que recebermos nosso dinheiro, vou fazer um visitinha pra eles. Diria à Ruby, quem poderia imaginar que monstros assim sairiam das estórias para o mundo real.

Como de costume, deixaria minha irmã com o leme em mãos, era mais apropriado que ela fizesse a frente nessa busca. Sairia andando do porto, com a foice apoiada entre as juntas dos meus braços e minhas costas, postura que deixava claro o que eu sentia, preguiça. ─ ...Realmente, eu acho que deveríamos ver pelos estabelecimentos das redondezas. Expressaria meu pensamento para a garota, era o que eu desejava e se ela opinasse de maneira semelhante, ainda permaneceríamos juntos, do contrário era hora de nos separarmos.

Procuraria por algum estabelecimento bem próximo do porto, um que tivesse visão dos barcos que desembarcassem ali, com certeza teria alguma informação para me dar, sem delongas sairia andando para tal lugar. ─ Alguém aqui viu uma criminosa chamada Evelyn? Ela desembarcou nesse porto, então eu acho que alguém aqui possa ter algo para me falar. Do modo arrogante e sem educação, me pronunciaria, caso encontrasse o local - só era preciso que ele fosse próximo do mar, não necessariamente que tivesse ampla visão de cada embarcação que ancorasse por ali -. Minhas palavras seriam diretas para qualquer individuo que se encontrasse na localidade, se houvesse mais de um, o tom de minha voz subiria, para que pudessem ouvir o som da minha voz com clareza.

"Isso está se tornando cada vez mais chato!" Esperaria alguma informação que me deixasse mais perto dos milhões que o governo tinha para oferecer, porém se o que eu ganhasse fosse mais um local para ir, imediatamente seguiria para lá. Se as pessoas nesse primeiro recinto, não me ajudassem em nada, seguiria para o seu vizinho, abordando as pessoas da mesma maneira até que mais um gatilho fosse acionado.

(:
 

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MensagemAssunto: Re: Capitulo 1: A ascensão dos caçadores.   Capitulo 1: A ascensão dos caçadores. - Página 3 EmptyTer 26 Jan 2016, 00:58

Irmãos

O sol estava esplêndido naquele dia em questão, não havia quaisquer nuvem no céu e o cheiro das flores que eram cultivadas na ilha se confundia com o cheiro da maresia. O porto estava movimentado naquele momento, não só por causa dos trabalhadores que embarcavam e desembarcavam mercadorias em seus barcos, mas de gente comum, pessoas que só estavam ali fora para curtir um pouco da paz que aquele belo dia trazia para todos. O estranho é que não fazia calor. Mesmo com o sol batendo diretamente no chão, sem a contenção de nenhuma nuvem, havia uma brisa fria, que deixava uma boa sensação para todos os que estavam fora de suas casas, era realmente um bom dia para se aproveitar com a família, ou para ir atrás de uma procurada… Pelo menos deveria ser.

Pelo que parecia o Mink não estava muito afim de ajudar a assassina, o problema com a Eve deveria ser realmente sério. Bom, encontros deste tipo são comuns, duas pessoas a procura do mesmo bandido, o Mink olhava de cima para baixo para os dois garotos, algo parecia intrigá-lo. Por fim, ele solta um rugido que no final se transforma num sorriso histérico que poderia até ser meio assustador vindo de um homem tigre de uma altura considerável. Ele, ainda com lágrimas nos olhos de tanto rir, aponta para os irmãos na sua frente e fala:

- Vocês? Caçar aquela mulher? Hahahahahahaha, não brinquem com isso, vocês não tem a mínima chance de conseguir capturá-la, vocês são apenas crianças, o que irão conseguir fazer a ela?

Aquela impressão de seriedade escorreu como água para os irmãos, aquele tigre tinha desdenhado de suas capacidades, jogado no chão e pisado em toda a história que aqueles dois carregavam nas costas. O grande e imponente humanoide limpa o resto das lágrimas do seu rosto e fala de uma maneira mais séria para ambos:

- Garotos, dentre os Minks do meu grupo eu estou entre os mais fracos, porém, dou um caldo em quase qualquer humano que enfrentar. Como vocês são apenas crianças, que tal testar suas habilidades em mim? Se vocês conseguirem me arranhar talvez eu entregue as informações que vocês tanto querem. Inclusive meu nome. O primeiro ataque é de vocês. - O tigre saia um pouco da vista deles para pegar uma prancha que lhes davam acesso ao barco alongado de seu grupo. Caso os dois subam no barco ele sacaria a grande espada em suas costas e posicionaria a parte sem fio no seu pulso esquerdo que se encontraria na frente do seu corpo, era um tipo de posição de luta que nenhum dos irmãos tinha lutado contra, eles seriam capazes de fazer algo com aquele feroz oponente? Caso queiram as informações, eles terão que se esforçar.

Chewie

[justify]O pequeno e fofinho habitante do céu estava feliz com a experiência que passou na loja de flores e pelo que parece, ninguém conseguia resistir a sua imensurável fofura, nem uma procurada conseguiu resistir. Mesmo depois de tudo aquilo, ele ainda não havia tirado da mente a ideia de cozinhar um pato. A rua estava movimentada, várias pessoas passavam ao seu redor, algumas as vezes esbarrando um pouco nele, quando viravam para ver no que tinham atingido, sempre se desculpavam e passavam a mão na cabeça do garoto enquanto pediam desculpas, um deles, uma mulher alta e linda, de cabelos loiros e olhos verdes, com um vestido vermelho que combinava tanto com o batom em seus lábios quanto com as sapatilhas, até parou para se desculpar, levantando o menino no braço para dar-lhe um beijo em sua testa, onde tinha batido com a mão, e um pirulito, que ela tinha dito que serviria para a ele esquecer da dor.

Parece que um dia claro ajuda a todos, não é mesmo? Enquanto ele andava na rua para voltar ao restaurante de sua família e cozinhar o pato que tanto desejava, ele escutou um grasnido que lhe parecia familiar. Era um pato, com certeza um pato, mas ali? Onde poderia estar? Ele escuta mais uma vez e olha ao seu redor a procura do tal pato. No ultimo instante ele decide olhar para o alto, e vê que uma boa quantidade de patos selvagens voavam lentamente em sua formação e que estavam para descer em alguma parte daquela ilha. Mas o que o garoto iria fazer? Seguiria os patos selvagens ou continuaria com seu caminho para o restaurante da sua família?

Se ele for na direção dos patos, terá a mesma dificuldade de antes para andar nas ruas, sofrerá alguns esbarrões, mas ficará bem, realmente as ruas estão muito lotadas naquele dia, são várias pessoas compartilhando da mesma ideia, curtir fora de casa o dia de sol… Ao seguir os patos ele chegará no porto da ilha, onde uma multidão olha os irmãos Akhin encarando um Mink que os desafiou abertamente para uma batalha, a tensão estava no ar e qualquer um que estivesse ali perto sentiria e seria tragado por aquela emoção.

Caso ele ignorasse os patos e seguisse para o restaurante de sua família, um assistente, ao ouvir o pedido do garoto, tiraria um pato congelado do freezer e o deixaria na pia, onde um banquinho aguardava o jovem habitante do céu, para facilitar-lhe o manuseio tanto do pato quanto das ferramentas para prepará-lo. O assistente, que tinha seus cabelos negros por debaixo do chapéu e um sorriso largo e alegre em seu rosto fala que para tudo que ele precisar ele estaria ali, se ele precisar de um condimento especifico que não consegue alcançar ou até mesmo com uma mãozinha no próprio preparo do pato, seja com dicas e instruções ou botando a própria mão na massa.
Taylor

O garoto de cabelo azulado tinha sido enganado pelo ladrão e conhecido um parente seu que nunca havia ouvido falar. Realmente um dia movimentado na vida do Taylor, que esperava que aquele seu parente distante não soubesse do seu passado e do porquê de ter sido exilado da família. Ramsey, o seu parente distante, não estava em condições de andar, então sentava no chão e pedia para que os dois marinheiros que o acompanhavam procurassem um médico, tanto para ele, quanto para um tal de Remo, que parecia ser um companheiro deles que se encontrava ferido metros atrás. Na mesma hora ambos dão as costas para o amigo e seguem rapidamente pelas ruas da cidade a procura de alguém que pudesse atendê-lo. Com os dois longe dali Ramsey olha para o parente e começa a falar:

- Não esperava ver você por aqui, pelos rumores que escutei, você estava pela Grand Line. - Então ele escutava a resposta, ele só estava de passagem, treinando na cidade antes de ir. O seu parente distante ficou meio desconfiado da resposta que escutara, mas decidiu aceitar, mesmo que com receio. De tempos em tempos, ele se tremia de dor e dava para ver que muito suor começava a escorrer do seu corpo. O corte em sua perna parecia ser profundo e pelo rosto do garoto, o esforço que ele usou para chegar correndo até ali com aquele tipo de ferimento na perna estava cobrando o seu preço.

Taylor, que estava em busca de uma presa, se é que pode se chamar assim, vê naquela hora uma ótima oportunidade, já que seu primo era da marinha, ele deveria ter informações sobre os procurados que estariam na ilha. Com a mão tremendo, Ramsey tira do bolso um cartaz de procurado, sujo com seu próprio sangue. Era o cartaz do Ali, o garoto loiro que o menino tinha corrido atrás até pouco tempo, uma recompensa de 5kk de Beries podia ser vista, mesmo com o sangue no papel. O marinheiro estava mal, mas não iria morrer ali, e quando o seu familiar pergunta como poderia voltar para o local de inicio da perseguição ele da a informação:

- Volte por essa rua até você encontrar o porto, depois vire a direita e estarás onde tudo isso começou. Boa sorte se quiser caçar o Ali, mas cuidado, ele é extremamente habilidoso com suas facas, um oponente realmente difícil. Não tem mais pessoas boas de se caçar na ilha, não precisa ir para o QG, o Ali é uma praga para a cidade, prendê-lo é prioridade. Alguém no porto deve saber algo, aquele lugar é muito movimentado, todo tipo de pessoas passam por ali.

Se Taylor seguisse pelo caminho de volta, aconteceria a mesma cosia que aconteceu com os outros que partilham desta mesma aventura, ao chegar no porto ele veria a mesma cena e sentiria a mesma atmosfera que o Chewie e todos os outros presentes ali sentiram. O embate do grande Mink com os dois jovens humanos, o que tudo aquilo acarretaria? Caso ele resista a ideia de ver aquela luta acontecer, ele seguiria pelo caminho e chegaria no seu ponto de partida, antes da perseguição contra Ali, mas seu amigo não estava lá. Sem pistas nem de Ali, nem do amigo. O porto seria a melhor opção, mas ele poderia continuar a andar pela cidade a procura de informações do malfeitor, creio que todos irão querer ajudar, já que o moleque inferniza a vida de todos os moradores dali, o que Taylor fará?





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MensagemAssunto: Re: Capitulo 1: A ascensão dos caçadores.   Capitulo 1: A ascensão dos caçadores. - Página 3 EmptyQua 27 Jan 2016, 11:09


O sol se reparte em crimes



Após se sentar, o tal parente distante pedia aos seus – aparentemente – subordinados para que procurassem um médico, visto que naquele estado nem mesmo Christopher Moore, nosso ancestral, aguentaria. Ramsey começa a falar, agora que estávamos a sós, olhando para mim:

- Não esperava ver você por aqui, pelos rumores que escutei, você estava pela Grand Line. – Pelo visto, Edward fez um bom trabalho ao mentir.

Consigo enganar o homem, dizendo que estava apenas passando por um treinamento na ilha, o que obviamente era mentira. Melhor do que saber que fui exilado por matar alguém – mesmo que esse alguém fosse claramente culpado –, visto que seria quase impossível de fazer com que ele acreditasse que o cara era um criminoso. De tempos em tempos, Ramsey estremecia de dor, quase como se estivesse com calafrios. Ele era um marinheiro, não acho que morreria tão assim facilmente. Pelo menos é o que eu devo pensar se não quiser me cobrir de culpa por ter de deixá-lo aqui. Me aproveitando da situação, visto que o rapaz ainda tinha fôlego para falar, pergunto sobre o loiro que estávamos perseguindo. Ele retira um pedaço de papel do bolso. Era o cartaz de procurado do tal do Ali. Corrigindo, era o cartaz encharcado de sangue do tal do Ali, visto que meu parente tinha feito o trabalho de sujá-lo, mas não tinha problema, ainda conseguia ver a recompensa de cinco milhões de berries. Espera aí, CINCO MILHÕES DE BERRIES?!? Se eu conseguir capturar ele, eu estarei quase rico! Acho que esta é uma explicação plausível de como a minha família conseguia tanto dinheiro. Depois do espanto pela grana ter passado, o questiono sobre como retornar ao lugar que começamos a correr, ouvindo a resposta em seguida:

- Volte por essa rua até você encontrar o porto, depois vire a direita e estarás onde tudo isso começou. Boa sorte se quiser caçar o Ali, mas cuidado, ele é extremamente habilidoso com suas facas, um oponente realmente difícil. Não tem mais pessoas boas de se caçar na ilha, não precisa ir para o QG, o Ali é uma praga para a cidade, prendê-lo é prioridade. Alguém no porto deve saber algo, aquele lugar é muito movimentado, todo tipo de pessoas passam por ali.

Seguir a rua e depois virar a direita. Não preciso me esforçar muito para lembrar caso esqueça, visto que era uma instrução fácil. Na minha opinião, adagas são como versões desatualizadas da ninjaken. A arma ninja é obviamente superior por ter mais versatilidade, fazendo papel de faca e de espada ao mesmo tempo. Por fim, sigo o caminho dito por ele, mas ao chegar, não vejo Bartolomeo. Não faço a mínima ideia do que pode ter acontecido, seriamente. De uma forma ou de outra, Ramsey disse que alguém no porto deve saber algo, não é? Acho que o melhor que eu posso fazer por agora é ir até lá e tentar recolher algo a respeito de Ali. Tentaria fazer o mesmo, caminhando em direção ao local. Caso conseguisse chegar, perguntaria às pessoas do porto até achar uma resposta que me desse alguma informação valiosa e que eu ainda não tivesse tomado conhecimento:

- Com licença, você sabe algo sobre um homem loiro, que usa facas, é procurado e se chama Ali? - Perguntaria. Caso o indivíduo não apresentasse nenhuma informação interessante, repetiria o processo até encontrar a dita cuja.

Caso achasse a informação que queria, sairia pela cidade à procura do criminoso, com o capuz cobrindo minha cabeça, já que ele poderia ter decorado meu rosto. Andaria aleatoriamente pelas ruas e, caso tivesse alguma informação sobre algum local que ele frequenta, tentaria ir até lá. Ficaria atento e com a guarda alta, pronto para tentar desviar de possíveis ataques, utilizando de um salto para a direção contrária neste caso.

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MensagemAssunto: Re: Capitulo 1: A ascensão dos caçadores.   Capitulo 1: A ascensão dos caçadores. - Página 3 EmptyQui 28 Jan 2016, 21:16


O felino não mostrava ser mais útil do que qualquer outra pessoa que já tínhamos abordado hoje, porém foi a primeira que me tirou do sério. Insultos e palavras em um tom de desprezo, bom, aquele monstro estava pedindo uma boa surra. Não demorou muito para que um desafio fosse lançado, o mink queria uma luta e dependendo do resultado poderia nos dar alguma informação sobre Evelyn, mas as coisas poderiam não ser como ele planejava. Ruby teria que me perdoar, pois o tigre não iria conseguir dar nenhuma novidade para ela sem a cabeça. ─ Esse foi o pior erro que você cometeu! Gritaria para o monstro no barco. Minha foice seria posicionada à frente do meu corpo, ambas as mãos segurariam-a firmemente e sua lâmina posicionada logo acima do meu ombro direito, visaria o alvo.

─ É bom acabarmos com isso antes que apareçam outros. Vociferaria em um som audível apenas para minha irmã. Imediatamente sairia correndo na direção do barco com toda minha velocidade, utilizaria a ponte recém colocada pelo mink para ter acesso até o mesmo, minha movimentação seria sempre a mesma até chegar bem próximo do humanoide. Fitaria o alvo nos olhos em cada passo dado, o vermelho penetrante seria a ultima coisa que lembraria. Se dessemos sorte, ele também poderia valer algum dinheiro, seria frustrante se essa luta não nos recompensasse nada.

Se a aproximação ocorresse com êxito, tentaria passar pelo lado esquerdo do oponente, de modo que eu ficasse atrás dele, porém com a lamina de minha arma próxima ao seu pescoço. Na corrida, meu corpo estaria à frente e a foice em uma linha horizontal ao meu torso, sendo que sua lâmina estaria atrás de mim. Caso ele tentasse me atacar durante a passagem, desfrutaria de minha velocidade para esquivar. Pequenos impulsos com meus pés me auxiliariam para sair do alcance da arma do animal, me jogando cada vez mais para esquerda, procuraria sair ileso de cada investida. Ele portava uma arma longa que parecia ser muito pesada, aproveitaria essa situação e em cada ataque do mesmo, realizaria um corte superficial no membro que segurasse a espada, um ataque rápido que não atrapalhasse em nada meus movimentos de esquiva posteriores.

Na hipótese do indivíduo tentar me parar antes de que eu consiga passa-lo, ou seja, quando estivéssemos frete a frente um do outro, novamente esquivaria de ataques dos seus braços, pernas ou então com sua arma. Saltaria no caso de ataques que fossem dirigidos aos meus membros inferiores e me abaixaria se a altura deles passasse a minha cintura. Novamente tentaria causar cortes superficiais em cada brecha ao final das investidas, porém agora em alguma de suas pernas, priorizaria tendões, assim as lesões causadas poderiam interferir no resultado do combate. Evitaria ficar no ar - durante os saltos - ou agachado por muito tempo, eram posições vulneráveis demais e não tinha como calcular os danos que aquela arma poderia infligir em mim.

Uma vez que meu propósito fosse concluído e eu agora estivesse atras do meu oponente, com a lamina de minha foice procuraria realizar um corte em seu pescoço, mais precisamente em sua jugular, um golpe simples, prático e fatal. Ao julgar pela minha posição, seria apenas necessário que eu puxasse minha arma com uma força tremenda, assim faria. Se não estivesse localizado apropriadamente, de outra maneira investiria, porém agora com um corte lateral mais preciso, giraria meu corpo - independente da posição - e aproveitaria a rotação para que o golpe tivesse mais força na hora do impacto, novamente mirando o pescoço do adversário.

Independente do resultado e das movimentações, minha próxima ação seria apenas uma, manter uma distancia segura do mink, correria para longe dele me aprofundando cada vez mais no barco - porém sempre no convés -, se ele viesse atrás de mim, manteria-me no curso em máxima velocidade, utilizaria qualquer objeto como obstáculo, derrubando-o para atrapalhar o caminho da fera ou então empurrando em sua direção para que não conseguisse chegar até  mim. ─ Vamos ver do que você é feito.


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MensagemAssunto: Re: Capitulo 1: A ascensão dos caçadores.   Capitulo 1: A ascensão dos caçadores. - Página 3 EmptySab 19 Mar 2016, 18:09

Cancela ai meu truta

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