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Capitulo 1: A ascensão dos caçadores. XwqZD3u
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Capitulo 1: A ascensão dos caçadores. XwqZD3u


One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Capitulo 1: A ascensão dos caçadores.

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ADM.Tidus
Duque Azul
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MensagemAssunto: Capitulo 1: A ascensão dos caçadores.   Capitulo 1: A ascensão dos caçadores. EmptyQua 6 Jan - 20:43

Capitulo 1: A ascensão dos caçadores.

Aqui ocorrerá a aventura dos(as) civis Ruby, Tormayhem, Chewie. A qual não possui narrador definido.


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Thorv
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Thorv

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MensagemAssunto: Re: Capitulo 1: A ascensão dos caçadores.   Capitulo 1: A ascensão dos caçadores. EmptyQui 7 Jan - 17:55



Chewie Bakao



Primeiros passos de Chewie

Cozinhar e enriquecer. Essas eram as coisas que pareciam motivar um dos protagonistas de nossa aventura: Chewie Bakao, um garoto celestial de asas negras e olhar inocente.

"Mamãe e papai me ensinaram algumas técnicas de cozinhar, mas está chato fazer sempre a mesma coisa! O maldito parmegiana com batatas à doré e o estrogonofe de doce de leite! Só me deixam fazer isso.. é a especialidade do restaurante deles.. eu queria fazer coisas diferentes!", e caminhando pelas ruas da cidade enquanto chutava o ar, cabisbaixo e com beiçola estampada no rosto ele tinha uma ideia.

FLORES!! Será que posso fazer um pato com salada de rosas?! Nunca tentei.. mas preciso de um pato.. e preciso pegar umas flores... hmmm.. , parando de andar o jovem Chewie cruzava os braços e em seguida erguia o rosto, colocando uma das mãos no queixo, Preciso de uma arma para caçar o pato e depois pegar as florzinha tudo!Vou perguntar pra alguém!

E decidido ele começaria a caminhar saltitando em direção à pessoa mais próxima para que, com sua pequena mão, pudesse dar um tapinha de leve na bunda do indivíduo e dizer, com seu olhar de inocência no rosto.

Moço/a! Sabe onde é a loja de arma? Brigado!, e assim ele repetiria tal gesto até que uma direção a seguir lhe fosse apontada.

Obtendo tal informação, seguiria para o local indicado, saltitando e com sorriso realçando a felicidade em si.

Objetivos:
 

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Última edição por Chewie em Sex 8 Jan - 19:10, editado 1 vez(es)
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Beyond
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MensagemAssunto: Re: Capitulo 1: A ascensão dos caçadores.   Capitulo 1: A ascensão dos caçadores. EmptyQui 7 Jan - 20:05


Quanto menos enrolassem na pequena ilha do oeste azul, mais rápido seria o retorno dos assassinos de volta ao novo mundo. - Irmã...Preciso de uma arma, mas não faça nenhuma burrada por ai, não quero me prender nesse lugar por muito mais tempo. Vociferaria para a ruiva. Usar o pouco do dinheiro que tínhamos para comprá-las era a melhor opção, matar alguém logo agora só nos traria mais problemas e era de minha preferência não ser notado por ninguém.

Seguiria a garota para onde quer que fosse, por enquanto faria de seus objetivos, os meus. No caso dela ir à procura de algum estabelecimento que vendesse o que precisássemos, meu dinheiro seria entregue para aquele que me disponibilizasse uma foice, obviamente entregando a quantia necessária, se fosse insuficiente, apenas me retiraria do lugar.

Armas em mãos ou não, deveríamos traçar um destino..."Como sairemos daqui e para onde iremos!"...Dúvidas que incomodavam minha mente, porém não iria sugestionar nada e sim permanecer acompanhando minha irmã. - Ei, Ruby, como nós vamos conseguir dinheiro? Parece que o nome Akhin ainda não chegou até está ilha...


Objetivos:
 

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Kenshin Himura
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MensagemAssunto: Re: Capitulo 1: A ascensão dos caçadores.   Capitulo 1: A ascensão dos caçadores. EmptyQui 7 Jan - 23:37

Uma nova vida se inicia!

Havia passado alguns dias desde a nossa chegada em Toroa Island, nosso objetivo agora era claro, voltar para casa, mas não apenas isso, mas voltar para casa como grandes assassinos, e para isso tínhamos que trilhar um caminho árduo, começar apenas com as nossas habilidades e com um pouco de dinheiro que nossa família havia nos deixado, agora só poderia contar com meu irmão e comigo mesmo. Eu andava pela cidade junto a Tormayhem, o mesmo parecia estar um tanto ansioso, era uma nova vida que iriamos começar, sem ninguém para mandar na gente, iriamos matar quem quiser e por quanto quisermos, mas antes de trilarmos nosso caminho como assassinos, tínhamos que de alguma forma arranjar armas e dinheiro para sobreviver nesse mundo.

- Irmã...Preciso de uma arma, mas não faça nenhuma burrada por aí, não quero me prender nesse lugar por muito mais tempo. O garoto falava, parecia um pouco impaciente com esse novo estilo de vida.

- Calma irmãozinho, a primeira coisa que iremos fazer e procurar uma loja de armas, la compraremos oque nosso dinheiro der, e provavelmente o dono possa nos informar aonde conseguir dinheiro de uma maneira mais fácil, a final nenhum trabalho vai ser difícil para nós! Falaria dando um sorriso ao meu querido irmão.

Assim seguia a procura da loja de armas, enquanto andava pela cidade tentaria não chamar muita atenção, afinal eu era uma estrangeira em um lugar aonde nunca estive antes, e além de tudo estava desarmada, não poderia arranjar confusão de jeito nenhum. Caso eu não tenha encontrado uma loja de armas, eu chegaria calmamente até um morador local e perguntaria educadamente aonde ficaria a loja de armas mais próxima, caso fosse respondida eu sairia em direção indicada pela pessoa, mas caso essa pessoa não soubesse eu perguntaria a outra pessoa.

Se encontrasse uma loja de armas sem cerimonias eu entraria no local, prestaria bastante atenção ao meu redor, tentando identificar quem estava no local, e andaria sempre com a guarda em alta para não ser surpreendida, assim seguiria até o atendente do local e falaria.- Olá senhor (a), eu gostaria de comprar uma adaga se possível! Falaria calmamente para o (a) atendente, caso ele me entregasse a arma eu daria o dinheiro pedido e esperaria meu irmão comprar a dele.

Com armas nas mãos ou não, Tor se virava para mim, algo parecia estar o incomodando assim ele começava a falar. - Ei, Ruby, como nós vamos conseguir dinheiro? Parece que o nome Akhin ainda não chegou até está ilha... Tor tinha levantado uma questão muito importante para nós dois naquele momento, não tinha como fazermos o trabalho da família naquele fim de mundo, assim como o mesmo havia falado o nosso nome não era reconhecido ali.

- Tor, você tem razão nossa família não tem valor aqui, mas esse era o objetivo de nosso pai nos mandar para tão longe, temos que crescer por conta própria sem depender do dinheiro da família! Falaria olhando calmamente nos olhos de meu irmão, assim me viraria para o (a) atendente e andaria em direção a ele (a) perguntando.

- Desculpa te incomodar novamente, mas aonde eu poderia encontrar um trabalho fácil para se fazer? Algum tipo de trabalho como aonde podemos lutar pelo dinheiro, literalmente se é que você me entende! Falaria dando um sorriso para a pessoa e me debruçaria em cima do balcão apoiando a cabeça na mão direita. Assim esperaria a resposta, caso me indicasse algum lugar para ir, eu escutaria tudo que tenha a dizer e seguiria suas orientações.

Histórico:
 

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MensagemAssunto: Re: Capitulo 1: A ascensão dos caçadores.   Capitulo 1: A ascensão dos caçadores. EmptySex 8 Jan - 12:15


Levando comigo somente as roupas e o pouco dinheiro que eu conseguia guardar da falência de minha família, cheguei em Toroa! A viagem foi conturbada, um navio sem nenhuma estabilidade fez minhas coisas se perderem. Era clandestino, portanto não havia a quem eu reclamar, a não ser cobrá-los caso o destino assim desejasse. Bufei resmungando, poderiam ser objetos sem muito valor, mas ainda tinham um pouco disto, e poderiam fazer dinheiro para mim. Agora eu já não tinha meus equipamentos, não tinha materiais, como eu conseguiria fazer dinheiro? Cinquenta mil berreis não compram uma oficina, somente uma arma de baixa qualidade. - Que droga. Acho que o jeito é comprar uma espadinha agora, fazer dinheiro lutando. - bufei mais uma vez - Onde tem arma nessa ilha? - me perguntei avançando passos na faixa de areia que eu me encontrava.

Não havia tomado noção de que horas eram, e sem ter indicador de horário algum comigo, olhei para o céu para ter noção da demora que a noite teria para chegar. Isso se já não estivesse de noite. Meus sapatos velhos pisavam desleixadamente pela areia rumando o centro da ilha, seguiria meus instintos até encontrar alguma pessoa, e tentaria seguir também o fluxo, caso houvesse. Uma loja de armas provavelmente estaria indicada, por isso prestaria bastante atenção nas placas da ilha, e também nas pessoas e as mercadorias que poderiam estar carregando. Perder tempo não era o ideal, já que... Bem... Tempo é dinheiro. - Sorte que consegui bater um rango antes de chegarmos ao West Blue. Estaria perdido se dependesse daqueles porcos navegantes! - resmunguei de novo. Definitivamente não era o meu dia.

Provavelmente eu não conseguiria encontrar de primeira tentativa o tão querido empreendimento, e se isso acontecesse de fato, teria que me direcionar à algum civil. Procuraria algum que estivesse andando em minha direção, ou então algum que estivesse parado, e sem ao menos me apresentar, começaria. - Oi pessoal do Oeste. Aqui tem alguma loja de armas? Sabe? Pra comprar espadas? Eu precisaria de uma por hoje, poderiam me indicar o caminho? - Muitas respostas poderiam vir, positivas ou negativas. No caso das que não me ajudassem em nada, apenas entortaria a boca e procuraria outra pessoa para repetir a pergunta. Entretanto, em respostas positivas, apenas sorriria e socaria minha própria palma da mão em agradecimento, correndo na direção da loja.

Assim que conseguisse chegar nesta, sacaria meu dinheiro. Bateria em meus bolsos procurando as verdinhas enquanto fazia meu pedido. - Uma espada simples, por favor. É nós.

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MensagemAssunto: Re: Capitulo 1: A ascensão dos caçadores.   Capitulo 1: A ascensão dos caçadores. EmptySex 8 Jan - 16:22

Caminhando contra o vento...



Mais uma noite passada em qualquer lugar por aí, em qualquer espaço que encontrasse. Desta vez, por algum motivo que eu pensei antes de ir dormir, havia escolhido o porto para descansar, se é que aquilo poderia ser chamado de porto. Não me lembro muito bem, mas acho que foi porque Harry havia morrido ali e este gesto serviria como uma forma de me despedir dele, pois partiria rumo a uma aventura em breve. É, provavelmente foi essa a causa. Depois de uns meses, a revolta e a tristeza por ele ter morrido passou, e deu lugar a uma enorme porção de saudade. Estava deitado ao lado de uma árvore, observando a linda paisagem do mar. Mesmo tendo sido exilado para cá, acho que acabei criando gosto pela cidade. De uma forma ou de outra, está na hora de compensar os meses ociosos. Levanto, espreguiçando por alguns segundos e me dirigindo em direção ao caminho de volta à cidade. Enquanto ando, penso o que eu farei no final das contas, pois sabia que entraria numa jornada, mas não tinha uma noção exata de qual tipo ela seria. Mas uma coisa é certa: não poderia fazer nada sem uma arma, de preferência que correspondesse ao meu estilo de luta. Ainda possuía aquele maço de dinheiro que meu tio roubou daquele maldito escravizador. Se não fosse por este malfeitor, tio Harry estaria vivo e não teríamos sido isolados pela família. De qualquer jeito, eu não seria um marinheiro e muito menos alguém do governo, então mesmo que me doa o coração, não poderia mais voltar para lá. Ao menos os berries poderiam ser usados para algo, pelo menos isso.

Chegando à área urbana, procuraria um estabelecimento que se parecesse com uma loja de armas, pois sem um armamento não conseguiria fazer nada. Caso a achasse, adentraria a mesma e anunciaria minha chegada com um gesto de mão em direção a primeira pessoa que eu visse e que aparentasse ser um(a) comerciante, com a intenção de fazer com que o indivíduo venha até mim. Se viesse, perguntaria, em tom de dúvida:

- O(a) senhor(a) teria uma ninjaken? Aquelas lâminas que os ninjas usam, sabe? - Diria. Tinha noção de que este tipo de arma não é muito comum, e por isso trataria de explicá-la.

Se não encontrasse nada semelhante a uma loja de armas, perguntaria a algum(a) civil se ele(a) teria conhecimento de algum lugar que vendesse materiais do tipo, desta forma:

- Você conhece algum lugar que venda armas? - Tinha consciência de que era uma pergunta estranha. Um — até então — civil procurar por armas é no mínimo suspeito. Caso ele(a) fizesse uma expressão que indicasse que teria se espantado(a), mentiria: - Calma, eu só precisava saber porque um conhecido meu que é marinheiro me  perguntou. - Argh, mentir já é ruim, ainda mais mentir que tenho um colega marinheiro. Chega a ser humilhante ter um amigo desse tipo. Mas tudo bem, é necessário.

OFF/Objetivos:
 

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MensagemAssunto: Re: Capitulo 1: A ascensão dos caçadores.   Capitulo 1: A ascensão dos caçadores. EmptySab 9 Jan - 0:27

Chewie

O garoto parecia descontraído e distraído em seus próprios pensamentos enquanto caminhava naquela ilha. Ainda era cedo, cerca de nove da manhã na ultima vez que havia visto as horas, as ruas da cidade estavam movimentadas por pessoas e vendedores. O garoto pensava no novo prato que podia fazer, era bem perceptível a sua vontade de experimentar receitas totalmente novas. Nesse momento ele percebia que para conseguir tal feito precisaria de uma arma, e aí estava, seria este o seu primeiro objetivo do dia.

Passava por uma rua comercial onde diversas pessoas e vendedores ambulantes caminhavam, algumas folhas de cerejeira caiam de suas árvores e ajudavam a embelezar ainda mais o local. Andava alegre e saltitante em direção a uma mulher loira que aparentemente havia comprado alguma flores. Dava então um tapa na bunda da mulher que imediatamente virava-se com a maior cara de poucos amigos que o futuro tarado já havia visto na vida – Mas o que... – Só então ela percebia que se tratava de um garotinho, e sua expressão de raiva foi rapidamente trocada para um sorriso. Então ela ouvia a pergunta do celestial e fazia uma expressão de estranhamento, antes de responder – Armas? Por quê um garotinho como você estaria atrás de armas? Não, não não. É melhor que compre um doce, tem uma moça vendendo logo ali na frente. – E apontava para uma vendedora ambulante que vendia um doce para uma criança aparentemente da mesma idade do garot. Passava as mãos no cabelo deste e com um sorriso, a loira ia embora.

Provavelmente o garoto não ficaria feliz com aquilo, mas continuava a tentar descobrir onde era a loja e recebia sempre respostas semelhantes. Afinal, que tipo de idiota diria para uma criança de seis anos onde comprar uma arma? Vá brincar com seus bonecos garoto, armas são coisas de adulto. No final, o garoto não conseguia ninguém que lhe contasse onde havia uma loja de armas e nem avistava uma. Talvez devesse procurar mais a fundo, mas talvez também devesse tomar cuidado... Principalmente depois que um marido enfurecido e ciumento quase socou o garoto por ter batido na bunda de sua mulher. O máximo que o pequeno garoto conseguia encontrar era uma pequena floricultura onde na frente havia uma placa dizendo “Flowers of Paradise”.
Irmãos Akhin

Os dois irmãos assassinos também estavam na ilha naquela manhã, não eram o tipo de pessoa que esquentavam lugar pois já pareciam ansiosos para ir embora do West Blue, mas será que seriam capazes de passar por todas as aventuras que os espera por ali? O irmão parecia ansioso, enquanto a irmã estava mais calma e certa de seus objetivos... Talvez o mais novo deles devesse arrumar um hobby ou coisa assim, as pessoas não chamariam de algo saudável ficar apenas emburrado e seguindo a irmã. É como se diz, criatividade é a alma do negócio.

A dupla caminhava em busca de uma loja de armas mas, por não encontrarem, acabavam tendo de perguntar a uma moradora. Uma mulher loira que parecia ter acabado de comprar algumas flores – Loja de armas? Parece que eles estão requisitados hoje hein? Hahahaha! – Ria sozinha de alguma coisa que nenhum dos dois irmãos fazia ideia do que seria – É bem virando a esquina. Conveniente, não? Hahahaha! – E com um aceno para ambos punha-se de novo a caminhar. Seguindo na direção indicada, os irmãos encontravam a loja “Armas Kurama Factory, Filial do Paraíso”. Uma construção tão bonita como todo o resto daquela ilha, talvez estranhassem o fato de não estar na área comercial, mas a dupla não dava mais atenção para aquilo e simplesmente entrava no local.

A loja não estava muito movimentada naquele dia, haviam três atendentes e dois clientes além dos irmãos... Talvez as pessoas daquela ilha não gostassem muito de comprar armas logo pela manhã. Sem delongas, Ruby e seu irmão iam até o único atendente que estava disponível, um velho sem muitas feições memoráveis, e a garota pedia por uma adaga com sua falta de expressão costumeira. O velho sorridente, diferente dos dois irmãos, pegava uma adaga que estava debaixo do balcão e colocava sobre este, dizendo – São 30 mil berries senhorita. – A garota pegava a arma e dava o dinheiro ao atendente. Logo dava lugar para que seu irmão pudesse fazer a sua compra. O garoto não parecia falar muito, aliás, não falava nada. Mas por algum motivo o velho entendia que ele desejava uma foice e dava para ele retribuindo o mesmo silêncio que acabava se tornando cômico, logo em seguida o ceifador pagava os 30 mil berries.

Os irmãos começavam a conversar, algo sobre seu nome não ter reconhecimento ali e terem que trilhar seu próprio caminho. Ruby decidia que seria inteligente perguntar ao dono da loja como alguém nascido para lutar como ela poderia ganhar dinheiro naquela cidade, e se debruçava sobre o balcão...  talvez para causar alguma atração sexual no velho!? De qualquer modo, o homem parecia pensar por poucos segundos até que respondia – Ora, está falando em caçadores de recompensas? Não é fácil, mas pode encontrar alguns baderneiros com recompensas altas por suas cabeças no QG da marinha, fica nas montanhas... não sei explicar como se chega lá mas se olharem para o centro da ilha daqui provavelmente vão conseguir ver um pedaço dele. – O velhinho continuava a sorrir e logo ia atender outro cliente, dando fim ao assunto.  
Bartolomeo

Não parecia o melhor dia de todos para Bart e o mal humor já começava a tomá-lo. Era de manhã e a ilha estava bem movimentada. O homem já tinha em mente o objetivo de comprar uma espada com o pouco dinheiro que lhe restou após aquela viagem, o resto do dinheiro precisaria ganhar lutando. Sua primeira busca não era bem sucedida, ele sabia que daquele jeito estava apenas perdendo tempo e podia-se imaginar que tendo comido antes de chegar no West Blue, a fome chegaria antes do final do dia e ele deveria ter dinheiro para se manter satisfeito. Definitivamente não estava de bom humor.

Resolvia então perguntar pela localização de uma loja de armas, encontrava logo no começo de sua nova procura uma mulher loira que carregava algumas flores que pareciam ser recém compradas. Parava-a e desatava a falar, fazendo várias perguntas que no fim das contas remetiam a mesma coisa. A loira parecia um pouco confusa com tudo aquilo mas depois de alguns segundos processando toda a informação começava a rir e ainda com seu sorriso no rosto dizia – Hahahaha! De novo? Olha, caminhe reto a partir daqui. Aí vire a direita, e à esquerda. Vai achar uma loja de armas bem ali.

A informação agora parecia tão confusa quanto à pergunta que Dullet havia feito para a mulher, mas tentando entender do melhor modo possível o que havia sido dito o homem simplesmente seguia aquela rota e chegava em frente a uma loja de armas “Faça Guerra, Não Faça Amor”. Uma construção bonita, mas talvez não para os padrões daquela ilha. Bart adentrava o local mesmo assim. Entrando lá, via uma loja muito mais bonita por dentro do que por fora. Aos fundos, um atendente careca e sem nenhum traço marcante em sua face. Logo em seguida fazia seu pedido para o vendedor, uma espada. O vendedor se abaixava e puxava uma katana ainda embainhada embaixo do balcão, colocando sobre este – São 30 mil berries, senhor. – Dizia com um sorriso sem graça em seu rosto. Logo recebia o dinheiro de Bartolomeo que agora deveria pegar a sua katana em cima do balcão e pensar no que fazer a seguir. Nesse momento, um homem de cabelos azuis entrava no local e pedia uma estranha arma ninja que logo era pega pelo vendedor e colocada ao lado de sua espada.
Taylor

O homem de cabelos azuis acordava especialmente melancólico naquele dia, talvez sentisse saudades de seu tio e de sua vida antes de toda aquela tragédia acontecer. Caminhava pela cidade em busca de uma loja de armas, seu primeiro objetivo antes de partir em busca da aventura que tanto queria para um dia quem sabe superar tudo aquilo. Tinha dificuldades para achar, parava uma mulher loira na rua que carregava algumas flores e perguntava onde poderia encontrar a loja. Ela não parecia se espantar, pelo contrário, suas gargalhadas indicavam que parecia se divertir com isso –Hahaha! Hoje é um dia e tanto para esses vendedores de armas, não é? – Dizia rindo, parecia muito descontraída –Não é difícil, preste atenção. Direita, esquerda, direita esquerda, segunda direita, reto, ultima esquerda. Chegará sem demora.

Claro que a instrução parecia confusa, mas Taylor a seguia mesmo assim. Finalmente encontrava uma loja de armas que provavelmente era a que a loira havia citado. “Faça Guerra, Não faça Amor” era o que dizia na placa, uma construção bonita mas que ainda era abaixo da média se comparada com todo o resto daquela ilha. Logo o homem adentrava a loja e avistava apenas duas pessoas, um jovem de cabelos castanhos de olhos azuis e o vendedor que era um homem careca sem muitas coisas memoráveis em sua aparência. Indo até o balcão, depois de perceber que o atendente não viria, ele pedia uma ninjaken e tentava explicar ao vendedor o que era a arma. Este, com um sorriso no rosto apenas dizia – Claro! – Se abaixava e pegava uma ninjaken ainda embainhada debaixo do balcão, colocava em cima da mesa ao lado de uma katana que provavelmente o outro cliente havia pedido anteriormente. Agora deveria pagar e pegar sua nova arma.
Chewie:
 

Reisi:
 

Kenshin:
 

Leo e Jin:
 

TODOS:
 

Adaga do Kenshin:
 

Foice do Reisi:
 

Espada do Leo:
 

Ninjaken do Jin:
 

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MensagemAssunto: Re: Capitulo 1: A ascensão dos caçadores.   Capitulo 1: A ascensão dos caçadores. EmptySab 9 Jan - 3:41


"- ...Cabeças...!" A excitação tomava conta do meu corpo enquanto o velhote passava algumas informações para Ruby. Matar pessoas era uma maneira de conseguir dinheiro de modo rápido e fácil - pelo menos era o que eu esperava -, eu não poderia pedir por uma oportunidade melhor, realizar trabalhos que eu já estava acostumado a fazer. - Acho que já sabemos para onde devemos ir, não? Indagaria para a garota, e com a arma em mãos me retiraria do estabelecimento. Seguiria em direção ao centro da cidade, não poderia ser tão difícil localiza-lo, continuaria andando e torcendo para que fosse apenas uma questão de tempo.

Com a foice apoiada em meu ombro, de modo que sua lâmina ficasse atrás de mim, continuaria o meu caminho, sempre de olhos atentos às montanhas. Procuraria por qualquer estrutura diferenciada naquele horizonte e caso visualizasse algo, seguiria para lá. Do contrário, permaneceria indo em direção ao centro, esperando que as referências do vendedor fossem verdadeiras. Como socializar não era o meu ponto forte, se Ruby decidi-se pedir o auxilio de alguém para encontrar o centro ou o quartel general, aguardaria a mesma e se nos apontassem uma direção, essa se tornaria o nosso novo rumo.

Encontrando a base da marinha, rapidamente iria adentrar no local, procurando por algum soldado ou qualquer pessoa que pudesse me dar informações. - Eu procuro por pessoas que tenham um valor por sua cabeça, pode me ajudar com isso? Me pronunciaria para o indivíduo. Sem saber como proceder, esperaria pela resposta de um bom samaritano. Se por um acaso eu não encontrasse o QG, meus passos iriam ser refeitos, tanto da ida até o centro da cidade de Toroa, quanto a investigação de sua localidade.

Se tudo estivesse nos conformes, estaria agora com algumas informações a  mais, junto delas retornaria para a cidade e então começaria uma nova caçada. Já podia sentir aquele cheiro familiar, uma mistura de sangue e dinheiro tão agradável quanto a flor mais cheirosa do novo mundo, capaz de despertar os meus desejos mais profundos, indícios de que meu caminho estaria prestes a ser revelado.


(:
 

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MensagemAssunto: Re: Capitulo 1: A ascensão dos caçadores.   Capitulo 1: A ascensão dos caçadores. EmptySab 9 Jan - 19:20


Uma simpática mulher era a primeira pessoa com quem eu me socializava em Toroa. Tinha belas madeixas, e eu concordava em pensamento que aquela mulher era digna de bastante esforço. Procurei não tirar o olho da moça, jogando o charme barato que eu tinha e apenas ouvindo a informação que ela me dava. Parecia estar alegre, muito diferente de mim, que, como um mercenário, emburrei-me por perder dinheiro. Agradeci com formalidade que recebi de minha família, abaixei a cabeça com um sorriso forçado e parti rumo à loja de armas.

Fiz o caminho que a mulher me indicara, e sem demoras confirmei que a informação era válida. Parei na frente da loja, olhei para sua placa que tinha um slogan bastante sugestivo. - Faça dinheiro, não faça propaganda. - ri comigo mesmo num humor que somente à mim agradava. Pisei fundo com o calcanhar na loja em prol de fazer barulho e anunciar a minha chegada. Um homem careca apareceu ao fundo da loja, e acelerei os passos em sua direção. O interior da loja era um tanto quanto bem investido, e não era para menos. Gostava de dinheiro e muito mais de investimentos, e ver toda aquela formosura com armas, lâminas, artefatos equipados era colírio para meus olhos.

Pedi a arma e troquei por dinheiro. Ainda me restaram vinte mil berreis com a troca, e com um pensamento alto comecei a falar sozinho. - Vinte mil... Se eu não tivesse perdido dinheiro, seriam cento e vinte mil! - revirei os olhos como uma garota de quinze anos bufando e batendo o pé, quando parei para dar uma olhada na lâmina de minha espada. A analisei, de fato era bonita, mas não tanto quanto a longa espada que eu criei em Fernand. Era esplêndida, grande, sagaz, bonita, feroz e muito famosa! - Bom... Vai servir. - aceitei a guardando na bainha e a pendurando no meu velho cinto.

Ao meu lado estava um rapaz de cabelos azuis. Eram da cor de meus olhos, bastante chamativos. Não fiquei intimidado com sua aparência, ao meu ver eu era MUITO mais bonito que ele. Estava com uma arma ninja, eu a conhecia, eu já havia manuseado uma e feito uma! Me aproximei bisbilhotando com bastante invasão. - Se permite me dizer... - comecei a falar olhando para minhas unhas, os olhos semicerrados e uma face maliciosa. - Ninjaken são o meu forte. Conseguiria fazer uma bem melhor, ÓBVIO que o preço seria mais caro, mas o custo benefício nem se fala. - procurei o careca para ver se havia ouvido o que eu falara. Não seria bom confusão no momento. Esperaria uma reação do garoto, tendo uma ou não, encheria o pulmão de ar, juntaria as pernas e esticaria a mão direita. - Bartolomeo. Só Bartolomeo por enquanto. Bart se quiser. Soube que a maneira mais rápida de ganhar dinheiro é se tornando um caçador de recompensas... Bom... Pelo menos na minha ilha é assim. Você se importaria de me levar à algum posto de informações de procurados, sei lá, alguma coisa que pudesse me dar o pontapé inicial?

Tendo uma resposta positiva, seguiria o garoto, caso contrário, voltaria ao meu caminho. No caso de resposta positiva, iria caminhar com ele para o local onde ele apontaria ser o posto de informações. - Me fale sobre você cara. De onde você veio, o que quer aqui, por que veio pra cá? - Faria perguntas assim para que o assunto não morresse. É horrível caminhar com alguém e provocar o silêncio mortal. Se conseguíssemos chegar em paz, ou então até encontrarmos um cartaz de procurado, iria correndo para ler. - Esse pode ser nosso primeiro alvo. Que tal?

Se a resposta fosse negativa, iria para alguma taverna, ou até mesmo o Quartel General da Marinha. Tentaria ser o mais rápido possível, entrando em ruas confiáveis e evitando becos e ruas sem movimentação. Se encontrasse alguém que me aparenta ser um marinheiro, caçador ou qualquer outra coisa, me aproximaria. - E aí cara. Pra virar caçador eu faço o que? Queria ter alguém pra arrancar uma cabeça e fazer um dinheirinho. Como faz?

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MensagemAssunto: Re: Capitulo 1: A ascensão dos caçadores.   Capitulo 1: A ascensão dos caçadores. EmptySab 9 Jan - 23:33

Primeiros passos para a grandeza!

Nossos objetivos naquela ilha eram os mais simples e diretos que poderiam ser pensados, conseguir dinheiro e sair da ilha, mas antes que pudéssemos fazer qualquer coisa, tínhamos que nos preparar para essa nova vida que nos aguarda, com isso em mente saiamos em busca de uma loja de armas, como era a primeira vez que andávamos por aquela ilha não sabíamos aonde ficava nada naquele local, logo encontrávamos uma moradora. A mesma ria de alguma coisa, parecia que eu havia contado alguma piada para a mesma, logo em seguida ela nos indicava o caminho a seguir.

Assim andávamos pela cidade, tudo parecia extremamente tranquilo, e isso era bom, parece que o capitão do navio da família havia feito uma escolha certa em nos deixar naquela ilha, sem muita demora conseguíamos encontrar uma loja de arma, situava em um prédio bonito assim como todos os outros prédios da ilha, estranhamente a loja se encontrava afastava do centro comercial, visto que envolta dela não havia outras lojas, mas isso não era de fato importante, se fosse uma loja de armas isso já bastava para mim.

- Parece que a encontramos... Comentava para Tor, em seguida adentrávamos na loja, a mesma parecia bem vazia, além de nos tinha apenas dois clientes e mais três atendentes, bom se for parar para reparar a hora em que estávamos entrando na loja fazia bastante sentido ter essa quantia de pessoas na loja, sem muitas cerimônias seguia em direção ao atendente que estava livre, um senhor de idade um pouco mais avançada,  eu pedia para que me arranjasse uma adaga, não demorava muito e ele me entregava uma bem simples. “Essa é bem feinha, mas de início vai servir!” Pensava enquanto entregava o dinheiro pedido pelo homem.

Com armas em mãos só nos restava conseguir emprego, mas a única coisa que filhos de assassinos treinados sabiam fazer era matar, mas não apenas matar, tinha que ter algo em troca, e essa coisa era dinheiro, a família sempre preso a importância de um contrato bem pago, mas como ainda não éramos assassinos profissionais tínhamos que nos contentar com pouca grana pelos serviços, assim perguntava ao atendente aonde poderia arranjar grana lutando o mesmo não demorava muito para me responder.

Ora, está falando em caçadores de recompensas? Não é fácil, mas pode encontrar alguns baderneiros com recompensas altas por suas cabeças no QG da marinha, fica nas montanhas... não sei explicar como se chega lá, mas se olharem para o centro da ilha daqui provavelmente vão conseguir ver um pedaço dele.

- Muito obrigada, isso foi de muita ajuda! Falaria calmamente para o atendente, em seguida me viraria ao meu irmão o mesmo já parecia um tanto empolgado. - Acho que já sabemos para onde devemos ir, não?

- Sim, vamos lá conseguir um pouco de dinheiro, e comprar as passagens para a próxima ilha! Falaria dando um breve sorriso ao meu irmão, assim colocaria a adaga na cintura e seguiria para o lado de fora da loja, olharia a minha volta em busca do tal prédio que ficava nas montanhas, caso encontrasse seguiria em sua direção, prestaria bem atenção por todos os lugares que estivesse passando, não gosto de surpresas, sempre que tivesse alguém suspeito se aproximando muito, analisaria o suspeito e começaria a prestar mais atenção em seus movimentos, mas caso eu chegasse no local sem problemas, entraria pedindo para encontrar a pessoa responsável pelos procurados. Caso fosse levado até tal pessoal começaria a falar. – Bom dia, gostaria de saber se é aqui que podemos trabalhar como esses tais caçadores de recompensa? E se for como iremos proceder? Falaria com um tom calmo e sereno, e esperaria a resposta da pessoa. Mas caso eu não tivesse encontrado, continuaria procurando o local até encontrar, de vez em quando perguntaria algum civil como chegar lá.
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Capitulo 1: A ascensão dos caçadores.
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