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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 [CF] Primeiros passos em uma nova estrada

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AutorMensagem
ADM.Tidus
Duque Azul
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MensagemAssunto: [CF] Primeiros passos em uma nova estrada   [CF] Primeiros passos em uma nova estrada - Página 3 EmptyTer 05 Jan 2016, 13:08

Relembrando a primeira mensagem :

[CF] Primeiros passos em uma nova estrada

Aqui ocorrerá a aventura dos(as) Civis Gregory W Ross, Kurihara L Riki e Yukimura Sanada. A qual não possui narrador definido.


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AutorMensagem
Wander
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MensagemAssunto: Re: [CF] Primeiros passos em uma nova estrada   [CF] Primeiros passos em uma nova estrada - Página 3 EmptyDom 10 Jan 2016, 17:11


- Quando os planos falham... -

Nada parecia dar certo no plano, e agora tínhamos mais dois oponentes dentro do ''cenário favorável''  para o atirador. A garota, agora acompanhada, demonstrava não ser apenas uma atendente inocente. Ela conseguia segurar meu punho e em seguida retaliava com um soco em meu rosto. É... As mulheres são mesmo uma caixa de surpresas e subestimá-las pode ser um erro fatal. É nessas horas quando as táticas falham que é hora de confiar no instinto e na sorte. - Então você é boa em bloquear... - Pensaria, tramando novas ideias para lidar com ela e retribuindo seu olhar raivoso com um olhar profundo e intimidador em seus olhos. - Minha vez, linda.

Minha primeira ação seria agarrar com minha mão livre o braço a qual ela segurava um de meus punhos e em seguida puxar com força, para que ela viesse de encontro até mim. A receberia com o ombro contraído, de forma a lhe dar um escorão firme. Com esse escorão, esperava que ela soltasse meu punho, mas se ela continuasse a segurar, forçaria o punho para fora de suas garras e também golpearia a mão da garota para libertá-lo.

Após essa sequencia de ações por minha parte, viria o embate. Direcionaria dois socos ao mesmo tempo, com ambos os punhos, um em direção à cabeça e outro em direção a sua barriga. Com isso, se eu visse que ela iria agarrar ou parar um dos dois, eu pararia a execução do golpe antes que ela pudesse o fazer. Mas não importavam esses golpes, eles poderiam acertar ou não, mas o fator essencial estava por vir: Tentaria a pegar de surpresa com um empurrão, com o objetivo de derrubá-la. Se ela não caísse, mas ficasse desequilibrada, eu me jogaria em sua direção, com os punhos na frente de meu corpo, para fazê-la cair de vez. Assim que eu notasse que ela ia cair, me jogaria por cima dela no chão e começaria a desferir vários socos direcionados a seu rosto , pescoço e ombros. Ao mesmo tempo, tentaria posicionar meus joelhos por cima de seus braços, afim de prendê-los usando o meu peso. Se tudo desse certo, continuaria a golpeá-la até que ela fosse nocauteada.

Se ela não caísse logo de primeira, continuaria a tentar essa sequencia de ataques para causar dano nela ou conseguir meu objetivo de levá-la ao chão.

Caso ela virasse as costas para mim ou corresse para fugir ou para enfrentar outra pessoa, correria em sua direção e me jogaria, com ambos os punhos posicionados em minha frente. Com isso, tentaria derrubá-la no chão, mesmo se fosse bloqueado ou se levasse golpes. Caso eu caísse com ela no chão e ela estivesse de costas para mim, tentaria sentar por cima de suas costas e também pegar seu braço para puxá-lo afim de imobilizá-la com uma chave de braço e, com a mão livre, desferiria socos em sua cabeça, alternando entre nuca e têmpora, o que estivesse vulnerável. Mas se ela caísse de frente para mim, tentaria sentar por cima dela, efetuando golpes direcionados a sua cabeça e posicionando meus joelhos em cima de seus braços.

Se a garota conseguisse agarrar meu braço, usaria minha força para fazê-la chocar-se contra a parede ou bater a cabeça no chão, dependendo de onde estivesse, e em seguida direcionaria um soco até sua cabeça.

Em qualquer momento, poderia usar de contrações e movimentações de qualquer parte de meu corpo para ter certeza de que sairia da rota do ataque ou para evitar que os ataques sejam em pontos vitais, como a cabeça por exemplo. Caso tivesse espaço, usaria também pulos e impulsos para fugir do alcance dos ataques. Como ultimo recurso, caso eu percebesse que uma esquiva não iria dar certo, eu tentaria bloquear colocando ambos os antebraços na frente do ataque. Depois de efetuar esquivas contra lutadores de curta distancia, eu contra-atacaria usando empurrões, para desestabilizá-lo e também para afastá-lo.

Se, mesmo com minhas esquivas, eu fosse atingido por algum adversário lutador de curta distancia, tentaria agarrar com ambas as mãos o que ele tinha usado pra me atingir para puxá-lo abruptamente para perto de mim e, rapidamente, soltar uma das mãos para tentar desferir vários socos em sua cabeça e pescoço, com o objetivo de nocauteá-lo.


Última edição por Wander em Seg 11 Jan 2016, 07:50, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: [CF] Primeiros passos em uma nova estrada   [CF] Primeiros passos em uma nova estrada - Página 3 EmptySeg 11 Jan 2016, 01:32

~Papaco, O Lanceiro~


A situação realmente havia saído do controle. Yukimura agora teria de enfrentar mais um homem na loja, além do grupo de marines que estavam vindo atrás dele e da delicada atendente, que parecia ter encarnado um espírito de guerra, a ponto de parar um golpe e desferir um soco contra o boxeador, o qual aparentava ser forte. De repente a inocência da garota parou de ser um problema para o lanceiro, pois este sabia que deveria mata-la para que pudesse seguir seu caminho. Sua vingança valia mais do que mais uma vida em sua mão.

"Cara... Aquele maluco do terno parece ser bem forte, como eu posso derrota-lo?" - Começaria a pensar - "Ele provavelmente é um veterano em batalhas, somente isso é plausível para explicar aquela premonição do tiro que mataria a jovem" - Para não levantar suspeitas sobre o plano que Yukimura começaria a bolar na cabeça, ele olharia para o braço do atirador e engoliria seco. Também seguraria sua lança na mão direita e tentaria ao máximo não olhar diretamente para o rosto do homem, pois o lanceiro tinha a consciência de não ser nenhum mentiroso de qualidade.

"Certo, vamos planejar. Ele já deve conhecer vários movimentos de batalha, mas eu já não conheço nenhum" - Riria consigo - "CARA*** !! Isso vai ser muito vergonhoso, mas aposto que ele nunca viu algo parecido! NÃO VOU FAZER ISSO! NÃO! VOU SIM! NÃO VOU! EUU VOOOOOU!!!!!!!!!!!!" - Agiria sem pensar muito para não se arrepender e não fazer nada.

Como num sinal de agonia, Yukimura saltaria suas bochechas para cima dos olhos, como em um falso e horrendo sorriso. Começaria a fazer pequenos saltos, mantendo as pernas juntas.

-CAAAAAAAAAAAAAAAAAAAARA EU TO COM DIARREIA!!!! EU VOU MORRER AQUI!!! EU VOU CAGAR AQUI MESMO!!!! EU NÃO TO AGUENTANDO!!! SOCORRO!!!! - Gritaria histericamente para chamar o máximo de atenção possível. Ao mesmo tempo abaixaria a calça e cueca até um pouco acima do joelho - para que sua movimentação não fosse totalmente afetada, andaria como um swag - deixando tudo à mostra, tudo mesmo, exatamente isso. "Talvez não seja tão ruim assim, só tem uma mulher aqui e eu tenho boa pinta" - tentaria aliviar a situação para sua mente aceitar mais facilmente o que o lanceiro acabara de fazer.

Fazendo toda a cena descrita. Yukimura pretendia chamar o máximo de atenção possível para si, tentando criar uma brecha para que os seus companheiros pudessem atacar com um ou dois segundos sequer de vantagem. Conseguindo ou não chamar atenção com a cena, o lanceiro avançaria para desarmar o homem de terno, aproveitando os pequenos pulos para ganhar o máximo de impulso necessário para sua capacidade acelerativa.

Para o desarme, seguraria a lança no mais próximo possível da base para ter um grande alcance, aliás essa era uma das grandes vantagens de ser lanceiro. Seguraria a lança firme com as duas mãos e bateria na arma de fogo com a ponta da lança, em um golpe diagonal direito, de cima para baixo. Desarmando ou não o homem de terno, pularia o galpão para ficar entre ele e a atendente. "Espero que vocês consigam detê-los, aqui vai um ataque suicida... Ou nem tanto, se ele atirar em mim, pode errar e acertar a loirinha ali atrás...". Para tal, ficaria balançando seu tronco para a direita e esquerda, além de falar para o homem:

-Se você atirar aqui, pode acertar a loira ali atrás....


Não perderia tempo. Simultaneamente à fala, seguraria a base da lança com a mão esquerda e deslizaria a direita para a ponta cortante, além de manter a lança na altura da cintura e em aproximadamente 75° em relação ao lanceiro. Em seguida, avançaria com uma estocada, de forma que se o homem se esquivasse para a esquerda, fosse atingido, restando apenas o canto da loja para se esquivar. Caso conseguisse espetar o homem com a lança, jogaria-o no canto da parede para o atirador conseguir atingi-lo. Mesmo que levasse um tiro, continuaria com a tentativa de parar o seu adversário.

Considerando que conseguisse derrotar o homem sem levar um tiro, confiaria no boxeador que estava lutando com a loira e correria para a porta sem se preocupar com ela (depois de subir a calça e a cueca). Pararia à dois passos da porta, flexionaria levemente suas pernas, a esquerda na frente da direita e apontaria a lança para a porta. Assim que esta abrisse, atacaria o primeiro marinheiro com uma estocada e depois pularia para o lado para que o atirador pudesse cuidar do resto. É claro que avisaria seus companheiros dizendo:

-Eu vou estocar o primeiro marinheiro que aparecer e pular para a esquerda.. você cuida do resto carpinteiro!!

Se levasse um tiro, faria tudo acima, mas antes pegaria a faixa que usava para amarrar a lança e amarraria no local da bala para não vazar muito sangue, mas depois que subisse a calça.
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Vrowk
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MensagemAssunto: Re: [CF] Primeiros passos em uma nova estrada   [CF] Primeiros passos em uma nova estrada - Página 3 EmptySeg 11 Jan 2016, 06:55

" BEM VINDOS A QUEDA DA GRAVIDADE "

“Um tiro no braço… A merda de um tiro no braço e ragou ainda a unica roupa que eu tinha...” A respiração do homem se tornava calma, um suspiro de brisa enquanto analisava a situação, até onde sabia aquele rapaz de cabelos cinzas podia ter armado tudo para ele e neste momento estaria perto de o atacar pelas costa. - Um problema por vez! Sussurraria, enquanto o sorriso simplório voltava para seu rosto.

Olhos atentos nos dois, a garota segurava o soco de Gregory o aspirante a pirata, enquanto o dono da loja havia lhe disparado um tiro. Para Baker a situação de vantagem estava prestes a mudar, aliás… De onde o dono da loja veio? Os olhos rapidamente procurariam a passagem por onde ele surgiu já que pela porta da frente não foi. Atentamente voltaria sua visão contra os dois inimigos, enquanto a passos mansos andaria para frente.

- Bem senhor… Dono da Loja, acho que começamos com o pé errado… Digamos que eu não esteja querendo roubar sua loja. A voz soaria calma, estava tentando gerar a oportunidade de aproximação para algum daqueles malucos que se encontravam com ele. Logo a marinha começaria a invadir e isso não seria bom, nem um pouco bom. - E se eu quisesse apenas… Hmm... Digamos assim, fugir? Estaria com o olhar fixo no velho para ver se o mesmo não faria nada brusco. Tentava ganhar a atenção do homem, enquanto o tal Gregory lutava contra a loira e o lanceiro pensava em algo na sua cabeça.

Assim que o lanceiro fizesse sua cena, Steve tentaria não se mijar de rir pois tinha trabalho duro. A arma segurada apenas pela mão direita subiria na altura de seu tórax, mas ficaria ao lado deste apontada para do dono da loja, apenas usaria a articulação do cotovelo para erguer ou abaixar a arma e o movimento curto do ombro para gira-la se necessário. O cano apontaria diretamente para o tórax daquele dono da loja. Antes que ele pudesse notar o que se passava, o atirador voltaria a atirar desta vez contra o inimigo que ele considerava o mais poderoso e preocupante.

Acertaria o tórax ou erraria não tinha como advinha isso, mas sabia que nesse momento a sequencia de golpes teria que ser bem rápidos juntos as esquivas. Saltaria para o lado esquerdo e depois correria pela sala, em um 90 graus, para ganhar uma posição vantajosa em relação ao dono da loja. Se visse algum disparo o mesmo observaria bem para onde o inimigo iria atacar e faria uma cambalhota na direção oposta, ficando com uma perna ajoelhada e a outra comprimida contra o abdome.

Voltaria a erguer a arma na altura do rosto, a mira cintilante a sua frente como um raio de luz no começo do dia. Os olhos atentos focariam no cranio do inimigo e deixaria o indicador fazer o trabalho sujo de apertar o gatilho. Mais uma vez se o inimigo não tivesse caído depois desse ataque, giraria outra cambalhota na direção com mais espaço e ergueria mais uma vez a arma na altura do olho. Usaria o tronco para a girar a arma e para levanta-la apenas o ombro. O alvo agora era o tórax na parte lateral, quase na altura das costelas, com esse ataque visava acertar ou o braço ou seu coração.

Tragaria o ar em um milésimo de segundo que tivesse e voltaria a cena de batalha, com os olhos fixos e assassinos sobre o homem e a mocinha. A mira voltaria a cair sobre o dono se ele estivesse levantado e resistindo, desta vez na altura do tórax. Atiraria uma vez, quando arma recuasse ele a faria descer rapidamente, e agora atiraria no pescoço, mais uma queda e atiraria na mandibula e a ultima bala do cartucho miraria na caixa torácica de novo.

O polegar subiria a trava de segurança. Soltaria a trava e balançaria a arma no ar, de um lado para o outro na espera que o cartucho caísse. Se não fosse possível, teria que puxar o cartucho com o polegar e o indicador, em seguida retiraria um dos cartuchos do bolso da calça e colocaria ali dentro. Travaria a arma com o polegar mais uma vez, a palma da mão direita seguraria o cabo e seu indicador descansaria sobre o gatilho.

Se o homem não caísse, voltaria ao movimento numero um e atacaria o homem mais uma vez. Sempre que Baker efetuasse o ataque ele observaria se uma daquelas pessoas que o estavam ajudando não estaria na frente, pois ele precisava delas para enfrentar o que estava por vir. Somente atiraria quando fosse possível evitar grandes danos para o seu próprio grupo. Quando o dono da loja fosse manter pressão contra um de seus aliados, e dispararia em sua direção para evitar que ele conseguisse uma posição privilegiada no combate.

Se por acaso Gregory não tivesse terminado seu combate, o atirador se voltaria para o flanco da garota. Abaixado ele sorrateiramente se moveria até onde fosse possível ver um dos braços, parte do tórax e seu rosto quase de perfil. - Um dia do vendedor e o outro do matador!! Sussurraria aquela frase que nem sentido faria. Ergueria a arma na altura do olho e ergueria a mesma o suficiente para acertar a cabeça da garota, neste momento dispararia tentando ao máximo evitar um golpe no aspirante a pirata. Dispararia mais vezes se fosse necessário, para tentar dar fim no combate logo e evitar constrangimentos e mortes gerais.

Em algum momento deste combate, se precisasse se esquivar, Baker giraria uma cambalhota na direção oposta ao ataque. Ou se o ataque fosse muito veloz, simplesmente saltaria na direção oposta e mais dois saltos em zigue-zague para trás, sem chegar perto da vitrine ou das portas.

Assim, quando terminasse e se terminasse o combate contra os vendedores. Baker correreria para a parte ao lado de uma vitrine, e ali faria seu jogo mortal. Agarraria a arma bem firme, e dispararia contra a vitrine, criando uma abertura na mesma onde poderia esgueirar, olhar para fora. Colocar parte do cano da arma, ainda observando o lado de fora e disparar contra um dos marinheiros que estivessem que estivessem por ali, teria o foco em atiradores e depois em qualquer um que fosse “amiguinho” do governo. O jovem dispararia até que seu cartucho acabasse, ou até que tivesse conseguido fazer uma chacina contra seus inimigos.

Quando o cartucho acabasse, em qualquer momento do combate, o rapaz faria o mesmo movimento de recarregar, enquanto prestava atenção em seus inimigos.




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Akane Kazumi
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MensagemAssunto: Re: [CF] Primeiros passos em uma nova estrada   [CF] Primeiros passos em uma nova estrada - Página 3 EmptySeg 11 Jan 2016, 18:26


A situação havia ficado complicada para os arruaceiros. Por dentro Kazumi praguejava descontente com o rumo que a situação estava tomando, o que não a agradava nem um pouco, entretanto ela ainda tinha um plano e tinha a certeza de que os Marines não sairiam daquela da mesma forma que entraram. Manteve o disfarce com a mão na cabeça enquanto tramava seu plano diabólico de virar a mesa daquele jogo para seu lado e dos arruaceiros.

Decidiu se deixar levar pelo Marine que foi ordenado a levá-la ao hospital de modo que ninguém desconfiasse de suas más intenções para com eles. Daria então um tênue sorriso para o oficial fingindo-se de agradecida enquanto este a ajudasse a se levantar, caso o fizesse.

- Obrigada. - diria em agradecimento ainda mantendo o falso sorriso envergonhado - Acho que não me alimentei direito ao sair de casa essa manhã. - prosseguiria ela em sua farsa. Esperava que ele a levasse para um lugar mais afastado dos demais Marines como lhe foi ordenado, um hospital no caso, já tinha tudo planejado, sabia perfeitamente o que fazer.

Caminharia junto do Marine, fingindo desequilíbrio ao flexionar as pernas enquanto caminhando e deixando o corpo cair sobre ele, para que ele a ajudasse a ficar de pé e prosseguir no caminho em direção ao hospital. Sorriria para ele de forma doce ainda fingindo-se de doente e simulando a respiração pesada.

- Desculpe, estou tão envergonhada. Uma mulher do meu tamanho ter que depender de um homem forte como você para me ajudar a ficar de pé é tão... Embaraçoso. - diria segurando-o pelo braço enquanto colaria o corpo no dele para simplesmente distraí-lo. Sorriria de forma tímida para o Marine enquanto se apoiaria nele com o braço direito e discretamente levaria a mão esquerda à guarda da espada em sua cintura. Observaria a rua para se certificar de que não haveriam mais Marines nos arredores quando ela agisse, enfrentar dois oponentes de uma só vez seria trabalhoso e ela não tinha ideia se conseguiria ou não fazê-lo.

Caso o homem caísse em seus encantos e a segurasse, novamente simularia fraqueza nas pernas caindo de joelhos diante dele esperando que ele se abaixa-se para ajudá-la a ficar de pé outra vez. Se porventura ele o fizesse sacaria a espada com rapidez e a posicionaria com a ponta abaixo do pescoço na altura da laringe e a empurraria com força e velocidade para cima na intenção de perfurar-lhe a garganta e transpassar a espada até o outro lado, puxando-a em seguida para a lateral esquerda afim de cortar-lhe as veias e lhe causar uma hemorragia no mesmo instante para uma morte instantânea.

Se ele não morresse com o primeiro golpe no pescoço ou tivesse conseguido evitar, tentaria então golpeá-lo com a lâmina ainda na altura do pescoço para cortar-lhe as artérias da garganta e aumentar o fluxo de sangue que saíria. Caso ele ainda se mantivesse de pé tentaria golpear com a ponta da espada mirando no lado esquerdo do peito, na altura do coração com uma estocada seguida de um movimento diagonal para baixo rasgando-lhe não apenas o coração, mas alguns órgãos internos no processo.

Caso o Marine não caísse na tentativa de sedução dela, ela apenas o acompanharia caminhando a seu lado rumo ao hospital ainda fingindo-se debilitada. Prestaria bastante atenção no movimento da cidade e assim que não houvesse mais ninguém na rua iria parar diante dele e virar-se para o mesmo.

- Tem certeza de que estamos indo para o lugar certo? - perguntaria fingindo-se confusa tentando confundi-lo. Olharia ao redor fingindo não prestar atenção no mesmo e apontaria para frente com a destra - Ah acho que é ali, não é? - diria apontando para um lugar qualquer que não fosse o hospital franzindo o cenho fingindo não conseguir enxergar direito. Quando ele se distraísse daria um passo para trás e sacaria a espada com a mão esquerda tentando desferir-lhe um golpe na altura do abdome pela lateral com uma estocada em diagonal de baixo para cima na intenção de perfurar-lhe o rim e danificar outros órgãos como estômago, fígado e pulmão. Puxaria a espada rapidamente tentando esquivar de possíveis ataques abaixando-se ou pulando e avançaria contra o mesmo passando pelas costas dando a volta e levando o fio da espada até o pescoço na tentativa de atingi-lo e degolá-lo num movimento rápido.

Se todo esse processo tivesse funcionado sorriria cinicamente de canto enquanto com um movimento limparia a espada de todo o sangue que havia ali na mesma dizendo - Homens... Sempre fáceis de manipular apenas por um rostinho bonito. Patético. - embainharia a espada a seguir e ajoelhar-se-ia sobre o cadáver do Marine procurando em suas vestes coisas de valor como berries, armas, mapas, informações ou qualquer coisa que ele pudesse estar carregando e que fosse de utilidade. Assim que o homem estivesse morto pegaria seu boné, as calças e o casaco do Uniforme, vestindo-os em seguida, mas deixaria o corpo dele ali jogado. Abotoaria o casaco e vestiria todo o uniforme, arrastaria o corpo até um beco qualquer para escondê-lo enquanto colocaria o plano em ação. Voltar para o local onde estavam os outros rapazes de forma discreta pela retaguarda e procurar um lugar para ficar de tocaia era a meta da moça. Observaria a situação ao longe esperando o momento certo para atacar algum dos marines pelas costas, mas não agiria de forma imprudente, precisava aguardar o sinal dos outros, senão tudo estaria perdido.

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Fala - "Pensamento" - Narração

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MensagemAssunto: Re: [CF] Primeiros passos em uma nova estrada   [CF] Primeiros passos em uma nova estrada - Página 3 EmptyTer 12 Jan 2016, 02:32


Algumas vezes você simplesmente não pode impedir que seus olhos comecem a vagar pelo cenário ao seu redor, principalmente quando sua mente também está se deixando levar sem rumo pelo rio das memórias. Havia alguns casais andando por aquelas ruas, e isso sempre me fazia lembrar o quando estas pessoas eram infelizes, dependendo de alguém além delas próprias para serem felizes, apenas esperando para uma tragédia vir e mostrar as verdadeiras cores da pessoas que achavam ser sua alma gêmea. Não que todas elas fossem viver uma tragédia do naipe das que atingiam as pessoas na minha família que resolviam ter algum tipo de enlace romântico, não este tipo de situação provavelmente era o resultado de algum tipo de maldição que parecia correr através do sangue de nossa família. Em primeiro lugar havia a sequência de eventos envolvendo o meu pai e minha mãe, no princípio uma história que poderia ser confundida com um conto de fada, mas que acabou levando a morte da mãe nas mãos da filha nascida de uma traição e o pai carregando o fardo da culpa por tudo que ocorrer. E para complementar meu irmão havia sofrido um destino igualmente dramático nas mãos de uma jovem que ele amou profundamente, se tornando em um verdadeiro idiota que acabou sendo usado como uma ferramenta e terminou quebrado em uma cela da marinha, sendo difamado e abandonado. Talvez por isso eu realmente não consiga entender como pessoas podem se apaixonar dessa forma, se deixando levar por sentimentos que as deixavam abertas para serem usadas e jogadas fora.

Se bem que talvez uma paixão pudesse dar certo em casos em que um dos lados não fosse de uma classe diferente do outro, afinal era esta distinção que sempre acabava causando a corrupção de um dos lados. Mesmo aqueles que abandonavam suas fortunas em nome do tão declarado amor verdadeiro poderia apenas se sentir vazio enquanto tinha que enfrentar adversidades que outras pessoas achavam comuns, ao mesmo tempo que se sentiam no direito de exigir compensações pelas ‘perdas’ para a pessoa que diziam amar, e em muitos casos pessoas com poder e riqueza também se sentiam no direito de usar o amor como apenas mais uma ferramenta para conseguirem aquilo que queriam, como se as outras pessoas e seus sentimentos fossem brinquedos. No final das contas era a diferença entre as classes sociais que poderia ser a culpada por tudo aquilo, não apenas a injustiça no amor como também todos os problemas que se espalhavam pelo mundo, mesmo no exército revolucionário acabava havendo uma certa hierarquia, um certo desejo de mudar a ‘ordem’ social, não apenas destruir a base atual. No final das contas talvez apenas os piratas usufruíssem de algum tipo de liberdade, se livrando de qualquer um que tentasse lhes dar algum tipo de ordem, vivendo em uma ordem estabelecida apenas pelas capacidades de cada um e que poderia  mudar a hora que fosse necessário, afinal era bem mais fácil se remover um capitão pirata do posto do que um dos nobres mundiais ou almirantes, na maior parte dos casos. Claro, haviam piratas que apenas pensavam em obter mais poder e riqueza, que apenas desejavam viver como os nobres e abandonar a liberdade que tinham em troca de um monte de luxúria, mas estes não eram verdadeiros piratas... não na minha visão pelo menos.

Tudo isto simplesmente passava lentamente pela minha mente enquanto caminhava para a loja de armas, começando a pensar o que deveria fazer agora. Eu não poderia regressar mais para casa, mesmo que meu pai tivesse aceito o que eu havia feito ele não havia realmente me perdoado, eu sabia muito bem que ele não me permitiria mais ficar na vida dele, mesmo depois de tudo ele continuava amando ela. “Realmente, o amor é um sentimento bem misterioso.” Pensava comigo mesma enquanto divagava caminhando pelas ruas, sem um destino pré-estabelecido. Provavelmente o melhor a ser feito era procurar algum meio de deixar a ilha, um navio seguindo para algum lugar desconhecido, de preferência uma embarcação dominada por piratas. Mas também precisava me armar adequadamente para isso, afinal uma vez no alto mar eu não teria a oportunidade de fazer uma arma própria, pelo menos não se fosse um navio comum. “Existem navios com forja embutida? Isso seria legal.” Eu voltava a pensar, esquecendo dos meus questionamentos para começar a imaginar como seria uma forja em um navio e o tipo de coisas que poderiam ser feitas assim em alto mar, e então passando a imaginar todos os tipos de acomodações exóticas e fascinantes que poderiam ser colocadas em navios.

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MensagemAssunto: Re: [CF] Primeiros passos em uma nova estrada   [CF] Primeiros passos em uma nova estrada - Página 3 EmptyTer 12 Jan 2016, 04:00




O Filho Único

"Fearless."



A situação toda se desenrolava de forma surpreendentemente rápida, pondo-me em uma situação onde havia a extrema necessidade de agir. ~ Estamos cercados... Esses caras... ~ Em breve os marinheiros se aproximariam, completando as duas frentes de batalha que teríamos de enfrentar, e, a partir de uma situação como aquela que acabaria por acontecer, seriamos forçados à uma rendição. ~ Não eu. Não alguém como eu. ~ Com duas frentes de batalha, teríamos de nos dividir, e, divididos, perderíamos uma batalha ampla. Além de que, focando uma das frentes, seriamos atacados sem dó pelas costas.

Não tinha grande conhecimento a respeito do assunto estratégico, sequer era tão inteligente para preparar um plano de forma tão rápida, podia pensar em apenas poucas coisas, e, tinha de arriscar em uma delhas.

- Vocês. - Viraria-me para todos os que estavam no interior da loja. Levaria a mão destra aos óculos, puxando-os para a frente e retirando-os de meu rosto. - Quero que saibam que a partir de agora somos cúmplices de tudo o que vier a acontecer aqui. - Fecharia as hastes do óculos, empurrando-o para dentro de um dos compartimentos de minhas vestes, pondo-os em segurança. - Acabem com essa loja. Não permitirei que nenhum marinheiro entre. - Viraria-me para as estantes de armas, recolhendo uma faca qualquer e segurando-a com minha mão esquerda, com sua lâmina voltada para baixo e cerrando o punho em torno de seu cabo. Com a outra mão, pegaria alguma pistola por ali, verificando se estava com munição e guardando-a em meu bolso da calça caso possuísse. Não me era fácil utilizar pistolas. Possuía uma péssima mira, além de nunca ter atirado com qualquer, mas me parecia uma ótima ferramenta de finalizar inimigos já abatidos.

Achando ou não as armas que queria, viraria-me para a porta da loja, preparando-me para sair, abrindo-a e, ainda com o braço esticando horizontalmente, mãos à porta, completaria: - Eu prometo. - "Legends don't die", era o que meu ego me fazia pensar. Não importava o quão difícil fosse deter o caminho de um grupo de marinheiros sem qualquer poder especial, minha alma gritava por reconhecimento; E por mais complicado que eu sabia que aquilo seria, meu corpo se inclinava quase que automaticamente para a morte certa. ~ Legends don't die. They are born over and over again.



Sairia da loja de armas, o pé direito sempre à frente, e o braço direito agora fecharia a porta atrás de mim, confiando que os rapazes lá dentro fizessem sua parte. ~ Farei a minha. ~ Apertaria um sorriso por entre os lábios, esticando-os enquanto, ainda com o punho esquerdo possivelmente fechado em torno da faca, estalaria meu pescoço, virando-o para ambos os lados.

- Eu sou seu oponente. - O sorriso se mantinha, acompanhado de um olhar de determinação, aquela a qual, naquele momento, era a única arma que eu possuía, e que não deixaria-me cair ao desespero. - Se quiserem prosseguir, terão de me matar primeiro. - Cuspiria ao chão, as veias saltando da testa ao pensar em uma luta com marinheiros, aqueles quais arrancaram-me de meu sossego familiar anos atrás.

Poderia observar suas armas um tanto diversificadas, portanto tinha, visivelmente, uma vantagem contra chicotes, já que esse tipo de arma apenas conseguiria executar golpes em linha reta, não sendo se seu feitio lutar com golpes horizontais ou verticais, e caso fossem executados golpes dessa forma, seriam mais fracos e lentos.
Caso viesse a ser alvo de um atirador, lançaria-me para os lados, objetivando qualquer um deles, mas dando preferência àquele que não viesse a me trazer problemas com outros marinheiros. Manteria-me em um padrão sempre: Saltaria por sobre golpes horizontais baixos o suficiente, descendo com o peso de meu corpo por cima do marinheiro atacante e atingindo-lhe com um soco da mão canhota contra o pescoço, tentando cravar-lhe a adaga caso a tivesse pego. Entretanto, abaixaria-me para desviar de golpes horizontais altos, procurando desferir socos contra os joelhos do atacante, causando-lhes dor de forma a entortá-los, para, em seguida, cravar a possível adaga pega contra as costas de seu joelho mais próximo.

Para golpes na vertical, saltaria para um dos lados que mais me parecesse seguro de momento, avançando para a lateral do atacante enquanto este se recuperava de seu próprio golpe, e, antes que ele voltasse a fechar sua guarda, desferiria dois socos contra suas costelas, finalizando com uma facada contra a área em que ficasse o seu pulmão, ou, caso não possuísse a adaga, um último soco de direita contra sua orelha, de forma a atordoá-lo.

Manteria-me atento para múltiplos golpes, procurando não executar minha ação de contra-ataque caso fosse alvo do golpe de outro marinheiro, dando preferência a sempre manter-me desviando dos golpes, para, só quando não fosse mais alvo de golpes, executar os contra-ataques já citados.

Caso, também, a Chicoteadora desferisse qualquer tipo de ataque, procuraria agarrar seu chicote, utilizando de minha própria habilidade manual e procurando resistir à dor que causaria à minha mão, que agora era protegida pela manopla. Mesmo sentindo sua dor, tentaria ignorá-la e segurar o chicote por conta de meu ego megalomaníaco. Portanto, conseguindo segurá-lo com uma das mãos - largando a faca caso fosse necessário - e ainda aproveitando de que a chicoteadora provavelmente ainda estaria concentrada em seu golpe, a puxaria por seu chicote rapidamente - antes da reação de resgate de seus capangas -, em minha direção, agarrando-a com o braço canhoto em volta de todo o seu tronco - incluindo membros superiores - e enfurnando a mão destra nas vestes, puxando a pistola de anteriormente e posicionando seu cano contra a têmpora da marinheira. - Movam um dedo e eu estouro os miolos da garota. - Sorriria, todo aquele jogo seria resumido à um único plano: Desviar e manter-me vivo até o momento de ter a marinheira em minhas mãos. Literalmente.
Caso, porém, não tivesse adquirido a pistola, passaria o braço destro pelo pescoço da marinheira, apertando-o. - Parados. - Diria, nesse caso alternativo.

Caso viesse a ser alvo de golpes dos marinheiros enquanto almejava segurar o chicote da marinheira, ou já o tinha em mãos, ou já puxava a mulher em minha direção, procuraria desviar das formas já citadas - mantendo o chicote na mão - antes de, por fim, receber a chicoteadora em meus braços e seguir com o plano.

Caso, antes de qualquer luta, algum marinheiro ainda assim se dirigisse ao interior da Loja de Armas, ignorando-me e deixando apenas que seus companheiros me enfrentassem, diria: - Pense só no quão infeliz seria se, por causa de sua ausência dessa luta, eu acabasse ganhando e voltando para ajudar os homens lá dentro... Se eu fosse você, garantiria a vitória contra mim. - Se mesmo assim ele insistisse, eu avançaria contra ele, tentando socá-lo ou me agarrar contra seu corpo, empurrando-o contra a vitrine. Caso a quebrasse, utilizaria dos cacos de vidro para cortá-lo rapidamente em áreas vitais, antes que qualquer um de seus amigos pudesse vir a me impedir. Então prosseguiria com as esquivas já citadas acima.

Caso os marinheiros acabassem comigo e se dirigissem à loja, arrastaria-me até eles. Agarraria-me à suas pernas, socaria-os, puxaria-os, morderia-os. - APENAS POR CIMA DO MEU CADÁVER! AAAARGGHH - Faria força para puxar, mesmo que me arrastando, qualquer um que tentasse se aproximar da loja.
Mesmo recebendo chutes, golpes ou empurrões, tentaria impedi-los.
Algemado ou sem os braços, arrastaria-me com as pernas e morderia suas pernas.
Sem membros, xingaria-os, provocaria-os a voltar e me bater mais vezes, distrairia-os.
Sem voz, encararia-os, com o olhar mais enraivecido que pudesse formular, para que a imagem de meu rosto pairasse, perturbadora, em suas mentes e os fizessem voltar para arrancar meus globos oculares.
Sem visão, rezaria. Os amaldiçoaria, aterrorizaria suas consciências.

~ Eu fiz uma promessa...









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MensagemAssunto: Re: [CF] Primeiros passos em uma nova estrada   [CF] Primeiros passos em uma nova estrada - Página 3 EmptyTer 12 Jan 2016, 20:05







Takashi Kyoshi
O Atirador Psicopata




Kazumi


Com todo seu drama e encenação, a jovem espadachim conseguia fazer com que o marinheiro caísse em seu encanto. Ele segurava a menina, apoiando-a em seu ombro e caminhando com a mesma para o hospital.

-Desculpe, estou tão envergonhada. Uma mulher do meu tamanho ter que depender de um homem forte como você para me ajudar a ficar de pé é tão... Embaraçoso. - Falava a menina simulando mais uma recaída.Após o homem ir tentar ajudá-la a se levantar, a menina desembainhava sua espada e tentava efetuar um golpe no pescoço do homem, porém o mesmo era rápido e recuava com um pulo para trás. O lugar a volta da menina estava movimentado, muitas pessoas passavam pelo lugar, que era próximo ao porto.

-Sua mentirosa! Agora você me paga! - Berrava o homem enfurecido enquanto sacava sua arma.

Kazumi era bastante rápida e avançada no homem, porém ele ainda havia seus truques. A menina persistia em atingir o pescoço do homem, que percebia isso e localizava seu revólver a frente do pescoço, bloqueando o golpe por pouco. O homem tentava ganhar distância da menina, enquanto efetuava disparos na mesma. Três disparos foram feitos, porém apenas um acertou, passando de raspão na perna da menina. Ela fugiria ou lutaria com o homem?

Kurihara


Dentro da loja, a situação se tornava cada vez mais complicada. Gregory tinha seu golpe parado pela até então atendente indefesa e era contra atacado pela mesma. O carpinteiro assassino era baleado pelo dono da loja e a marinha se aproximava cada vez mais.

- Vocês.Quero que saibam que a partir de agora somos cúmplices de tudo o que vier a acontecer aqui.- Acabem com essa loja. Não permitirei que nenhum marinheiro entre. - Dizia Kurihara enquanto chamava a atenção de todos para si e procurava armas para servir de reforço.

O jovem de cabelos brancos pegava uma arma de fogo aparentemente carregada que estava caída no chão.Seu ego o fazia entrar em situações cada vez mais complicadas e perigosas, algum dia aquilo poderia lhe custar a vida.
Dentro da loja, a situação se tornava cada vez mais complicada. Gregory tinha seu golpe parado pela até então atendente indefesa e era contra atacado pela mesma. O carpinteiro assassino era baleado pelo dono da loja e a marinha se aproximava cada vez mais.

-Eu prometo. - Falava o menino, se retirando da loja sem se importar com o que viria a seguir. -Eu sou seu oponente,se quiserem prosseguir, terão de me matar primeiro.

-Então assim será! - Respondia a marinheira com um sorriso.

Os outros marinheiros que se localizavam ao lado da mulher se preparavam para o combate, sacando suas espadas e apontando a arma para o criminoso. Após a mulher ordenar, os espadachins iam na direção do menino e efetuavam um ataque coordenado no mesmo. Um passava pelo menino em uma distância segura e logo após retornava com uma investida no mesmo, enquanto o outro efetuava a investida pelo lado direito. Só restava uma rota de fuga para o menino, que era o lado esquerdo.
O menino teve sucesso em desviar dos espadachins e de um tiro que se aproximava, porém o chicote da mulher era usado para fazer com que o menino não saísse ileso. O jovem conseguira segurar o chicote, com suas manoplas protegendo suas mãos, porém algo estava errado, parecia que a mulher havia o deixado segurar. O jovem tentava puxar o chicote, porém a mulher também, resultando em uma disputa de forças. Possivelmente por conta do treinamento, a força da mulher se equilibrava com a do menino, e os dois nem ao menos se mexiam, até que um tiro foi dado no ombro do menino pelo atirador.

-Vocês dois! Agora podem ir até a loja, nós cuidamos dele. - Ordenava a mulher aos dois espadachim, que corriam agora em direção a loja, obedecendo as ordens.

-Pense só no quão infeliz seria se, por causa de sua ausência dessa luta, eu acabasse ganhando e voltando para ajudar os homens lá dentro... Se eu fosse você, garantiria a vitória contra mim. - Provocava o menino, tentando impedir os homens.

Aparentemente, nenhum deles dava ouvido as palavras do menino, que agora corria na direção dos mesmos para tentar impedi-los. Correr sem nem ao menos olhar para trás era um ato estúpido e não pensado. O menino conseguia empurrar um dos homens na vitrine com sucesso, quebrando a mesma e chamando a atenção do outro, que se virava para trás.

-VÁ! Não pare! - Ordenava a mulher enquanto corria na direção de Kurihara e acertava-o com seu chicote nas costas.

Aparentemente o atirador não queria desperdiçar balas, estava ali apenas para cobrir a guarda da mulher caso algo ocorresse.

-Foque sua atenção em mim! Quero você olhando somente para mim! - Dizia a mulher com um breve sorriso, um tanto quanto psicótico, para o menino.

O que ele faria? entraria na loja? continuaria lutando em desvantagem? Ele agora se encontrava ferido, havia levado um tiro no ombro e uma chicotada em suas costas.

Galerinha da Violência


Enquanto o jovem Kurihara se retirava da loja para impedir que os marinheiros entrassem no local, a situação lá dentro finalmente parecia se resolver para os arruaceiros. Gregory se aproveitava da facilidade que a menina tinha em se defender de seus golpes e usava isso a seu favor, puxando-a para perto e dando um escorão na menina, que surpresa largava o menino. Gregory rapidamente efetuava dois socos na direção da menina, que não conseguia desviar devido ao pequeno espaço e era acertada em cheio. Não satisfeito, o boxeador estava decidido a colocar toda sua fúria em um último golpe, um empurrão que derrubava a menina no chão, fazendo-a cair no chão, batendo a cabeça e desmaiando.
Yukimura com um plano em mente, abaixava suas calças e andava na direção no homem lentamente, dando pequenos pulos e gritando. O dono da loja ficava surpreso e focava sua atenção no menino, que pulava rapidamente o balcão e o surpreendia, puxando sua lança e se preparando para efetuar uma estocada no homem. O homem surpreendido estava preparado para puxar o gatilho, mas no exato momento era baleado pelo Baker, que o matava. Agora, sem precisarem se preocupar com inimigos dentro do local, foi possível ao Gregory observar abaixo da menina caída no chão, uma pequena porta, talvez para um armazém.

-Eu vou estocar o primeiro marinheiro que aparecer e pular para a esquerda.. você cuida do resto carpinteiro!! - Dizia Yukimura situando-se a frente da porta, com a lança empunhada na direção da mesma.

Após a fala do lanceiro, um marinheiro entrava no local e era surpreendido pelo mesmo, que pulava com a lança,penetrando-a em seu peito, porém também sendo atingido pela espada do homem que penetrava em sua perna,fazendo a mesma começar a sangrar. Yukimura estava acima do marinheiro, que estava no chão morto. Perto do mesmo havia o jovem de cabelos brancos, que lutava com os outros marinheiros, que encaravam agora o jovem lanceiro surpresos.Enquanto isso, o Baker atirava na vidraça, abrindo um buraco na mesma e usando-o para que pudesse ver os marinheiros, porém ali conseguia apenas ver o homem de cabelos brancos. O que fariam os três?

Sofia


Perdida em meio a seus pensamentos e reflexões sobre a vida, a jovem seguia em direção a uma loja de armas. A menina não era do tipo observadora, sendo assim passava pelos locais porém não reparava muito no que ocorreria ao redor. Andava distraída em meio a seus pensamentos, sem um rumo aparente para seu futuro além de embarcar em um navio pirata e seguir ao desconhecido. Sofia era muito distraída, e por conta do mesmo, acabava muitas vezes esquecendo seu objetivo inicial e apenas andava em círculos pela cidade. Por conta do motivo citado, a mesma demorou um pouco para achar a tal loja, porém enfim chegara em frente a mesma. Perto de si, havia uma briga ocorrendo. A vitrine da loja se encontrava quebrada e um cano de revólver estava colocado para fora. O que a menina faria?


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MensagemAssunto: Re: [CF] Primeiros passos em uma nova estrada   [CF] Primeiros passos em uma nova estrada - Página 3 EmptyQua 13 Jan 2016, 00:10

- Primeiro obstáculo -

Suspirei, fechando os olhos por alguns segundos. Foi rápido e intenso, e agora a garota estava desacordada. É, tem vezes que a força bruta resolve as coisas mais facilmente que táticas, e esse modo era bem mais prazeroso para mim... O sangue a ferver e o suor começando a brotar em minha pele. Ah... Essa sensação que a adrenalina trás é incrível. - Agora, minha recompensa. - Relaxaria o corpo e deixaria um sorriso alegre surgir em meu rosto. Eu estava aproveitando cada conquista e cada momento que conseguia agora como um pirata.

Dessa vez, procuraria por uma caixa registradora ou qualquer coisa que eles usassem para guardar o dinheiro das vendas. Pegaria meu dinheiro de volta e ainda sairia no lucro, pegando os gastos de outros clientes. - HAHUAHIAUHAHAE! - Gargalharia, sem conter minha empolgação. Guardaria toda a grana dentro de meus bolsos.

Depois que saqueasse os ganhos da loja, seguiria a ideia do garoto de cabelos cinzas. Começaria a olhar entre as prateleiras e vitrines em busca de algum objeto explosivo ou alguma embalagem com pólvora e também buscaria encontrar um isqueiro ou uma caixa fósforos. Se eu achasse alguma dessas coisas, correria em sua direção e o pegaria. Caso não achasse nenhuma bomba ou embalagem de pólvora, procuraria por munições de arma de fogo e, assim que as encontrasse, usaria uma espada ou alguma adaga da loja para desmontar as balas. Assim que desmontasse, depositaria a pólvora armazenada dentro da cápsula em algum recipiente, podendo ser até mesmo luvas ou botas de couro que vendessem na loja. Colocaria a pólvora das capsulas até acabar as balas ou caso enchesse o recipiente. Caso estivéssemos sem tempo, colocaria as balas direto, sem desmontar. Rasgaria um pedaços de minha roupa para improvisar um pavio e para evitar que a pólvora saísse da ''bomba''.

Assim que tivesse o objeto explosivo, entregaria ele para o atirador junto com o isqueiro ou caixa de fósforos, caso eu achasse. - Você tem uma boa pontaria, fique com esse explosivo. Só use se necessário.

Depois disso, iria até o corpo do dono da loja, o pegaria pela gola da roupa e em seguida o ergueria, deixando-o em minha frente. Sairia pela porta, com passos apressados. - Isso vai acabar em breve. - Diria para mim mesmo, enquanto continuaria a andar em direção à comandante dos marinheiros. Usaria o corpo do vendedor como escudo humano, para me defender de tiros e ataques frontais. Mesmo se eu fosse atingido, continuaria na direção da mulher, até chegar em uma distancia curta dela. Nessa tentativa, eu estava confiando em meu instinto novamente - Já que ela usa chicote, é bom que eu mantenha uma distancia pequena entre nós. - Assim que eu chegasse na distancia que eu desejava, lançaria o cadáver na direção da sargento e, no menor intervalo de tempo possível, tentaria avançar em sua direção para dar-lhe um soco em direção ao seu rosto. Assim eu buscaria fazer ela ter duas coisas com o que se preocupar: Não receber o tranco do cadáver batendo dela e também evitar meu soco.

Caso ela conseguisse evitar meu primeiro ataque, de qualquer forma continuaria a tentar acertar golpes nela, dessa vez eu me impulsionaria em sua direção para direcionar um soco potente contra sua barriga e já emendar um ataque direcionado ao seu queixo. Acertando ou não esses golpes, iria me jogar no chão, em direção às pernas da chicoteadora e buscaria agarrá-las com as mãos e em seguida envolver meus braços em seu joelhos, abraçando ela pelas pernas. Dessa forma, estaria a segurando, parando seus movimentos. - EU SEGURO ELA! VEM ALGUÉM! SÓ ACABA COM ELA! - Tentaria manter aquilo até que alguém decidisse derrotá-la.

Se ninguém me desse assistência, eu arquearia meu corpo para o lado, afim de levá-la ao chão. Se ela caísse, me sentaria em cima dela, distribuindo golpes em sua cabeça, pescoço e peitos, afim de acumular dano e fazê-la ser nocauteada.

Caso o atirador resolvesse usar a bomba, me afastaria correndo de perto de seu alvo.

Em qualquer momento, poderia usar de contrações e movimentações de qualquer parte de meu corpo para ter certeza de que sairia da rota do ataque ou para evitar que os ataques sejam em pontos vitais, como a cabeça por exemplo. Caso eu percebesse que contrair o corpo não seria o suficiente, usaria também pulos e impulsos para fugir do alcance dos ataques. Como ultimo recurso, caso eu percebesse que uma esquiva não iria dar certo, eu tentaria bloquear colocando ambos os antebraços na frente do ataque. Depois de efetuar esquivas contra ataques de curta distancia, eu contra-atacaria usando empurrões, para desestabilizá-lo e também para afastá-lo.

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Esquizofrenia (Fantasia)

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MensagemAssunto: Re: [CF] Primeiros passos em uma nova estrada   [CF] Primeiros passos em uma nova estrada - Página 3 EmptyQua 13 Jan 2016, 07:40

"O mundo não precisa de heróis e sim de monstros para que heróis surjam. "

O combate finalmente estava encerrado, ainda via o filete de fumaça saindo do cano da arma, fora um disparo de sua pessoa que acabara por finalizar o dono da loja. Os olhos afiados agora se direcionavam para o lado de fora e Baker só conseguia observar o jovem de cabelos prateados que havia coordenado todo aquele movimento arriscado e claramente suicida, mas que no fim dera certo. - Agora eu devo ajudar aquele rapazinho a enfrentar os marinheiros. A voz era grossa e suave, mas em seu pensamento faltava algo.

Desviaria os olhos para o lanceiro e depois para onde os inimigos estavam caídos. - Você… Lanceiro, vá ver se aqueles animais ali atrás não vão se levantar, não quero ter de matar a mesma pessoa duas vezes.  Dessa vez a voz soaria em um tom sádico, por que sim… Baker queria matar as pessoas duas vezes, principalmente o desgraçado do Tom, para o carpinteiro esse poderia ser morto mais de uma centena de vezes e Steve não se daria por satisfeito.

A coronha de madeira rustica tocava a palma da mão direita, logo o revolver se encontrava dentro do bolso direto da calça. Teria um tempo para tomar um pouco de ar e colocar a mão que recebera o disparo bem a sua frente, observar em detalhes o que estava bem ali e o que definitivamente não estava. Depois de estar a par com a situação de seu corpo, voltaria a observar o lado de fora e o rapaz de cabelos cinzas. “Está quase na hora de brilhar, meus anjos. ” O pensamento era sádico e assassino.

Teria um certo tempo até que fosse para o combate, neste meio termo começaria uma revista na loja, procuraria por uma arma de fogo, de preferencia uma pistola. “O dono da loja, seu babaca… Como acha que ele fez isso na sua mão?” O pensamento agressivo e destrutivo serviria para que Baker direcionasse seu caminhar em direção ao dono da loja e retirasse a arma da mão do mesmo, provavelmente ainda estava carregada, mas se não estivesse começaria a revistar o homem em busca de munição. Colocaria as mãos nos bolsos do homem, e depois olharia nos arredores para ver se encontrava algo útil. Por fim encontrando ou não iria para perto da porta se preparar para o combate, mas caso algo fosse encontrado depositaria em um de seus bolsos.

Se alguém decidisse entregar algo para o Carpinteiro Assassino, ele pegaria  o que quer que fosse e colocaria em seu bolso esquerdo. Mas se fosse algo perigoso ele teria bastante cuidado de segurar um artefato de tamanha periculosidade e com certeza colocaria o mesmo no bolso esquerdo da calça já que era o único bolso livre.

Steve Baker olharia ao seu redor, quando um dos homens começasse a sair ele iria bem atrás com a mão repousada. O punho entraria no bolso da calça e retiraria o revolver, a palma no cabo, indicador no gatilho e o polegar na trava. “Olhos rápidos, Steve. Olhos rápidos e letais, Baker” A primeira coisa que faria daquele lado era observar o mais rápido possível, localizar um atirador que poderia ser o pior dos problemas contra o grupo.

Localizado um inimigo, Baker sairia correndo em zigue e zague na direção próxima a este, observando se não tinham inimigos próximos. E já um pouco mais longe, colocaria a arma a frente de seu rosto, mas a uma distancia considerável já que o braço estaria esticado. A mira seria perfeita ou pelo menos na sua mente seria, olharia atentamente o corpo do homem e dispararia contra o mesmo. Assim que o recuo fosse da arma fosse iniciado, buscaria descer ela o mais rápido possível para atirar de novo na direção dele.

Visto que poderia ser atacado a distancia por um atirador, alguns momentos antes do mesmo disparar, saltaria para um lado qualquer que possuísse menos obstáculos. Depois da esquiva voltaria a mirar na direção do homem e desta vez fingiria que atiraria, esperaria que ele tentasse se esquivar para pegar o mesmo no movimento. Durante a esquiva inimiga, deixaria o indicador acertar o homem, com os cliques da arma.

Para movimentos contra um inimigo a curta distancia, Baker se abaixaria dobrando bem os joelhos, escolheria uma direção e saltaria naquela para ganhar um pequeno impulso. Voltaria seus olhos para ele, miraria sobre o seu tórax e atiraria tentando dar fim no mesmo, mas atiraria quantas vezes fossem necessárias até ele cair.

Quando conseguisse terminar com o adversário se ali houvesse um, se voltaria para o inimigo mais problemático. Flexionaria os joelhos para ganhar um certo grau de precisão maior,  a pistola estaria a sua frente, a mira também estava travada a frente na direção do rosto dela. - Quando conseguirem, mantenham na no lugar que eu arranco a tampa da cabeça dela! Gritaria alto o suficiente para quem estivesse em volta ouvir, se o marinheiro lhe desviasse o olhar um segundo estaria totalmente aberto para receber ataques. Quando Baker encontrasse a abertura, o mesmo dispararia com os olhos na mira e o afiado dedo no gatilho.

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MensagemAssunto: Re: [CF] Primeiros passos em uma nova estrada   [CF] Primeiros passos em uma nova estrada - Página 3 EmptyQua 13 Jan 2016, 17:15

~Ceifando Vidas~


Parecia que a distração de Yukimura foi um sucesso, pois conseguiu chamar a atenção necessária para que os outros pudessem acabar com seus respectivos oponentes. Para ser sincero, o lanceiro ficou com medo de levar um tiro na hora que pulou o balcão para desarmar o dono da loja. "Ufa, ainda bem que o carpinteiro ali é bom de mira". Pensaria aliviado.

Agora dava continuidade ao plano. Correu até a porta e matou o primeiro marine que apareceu. Infelizmente, a espada desse mesmo marine penetrou a perna do lanceiro que começava a sangrar. "O desgraçado me acertou mesmo com uma lança no peito!! Berzebu, excomungado!!!" - Pensaria enfurecido enquanto fitava a ferida para dizer se o corte foi ou não superficial (provavelmente não, visto que a perna começou a sangrar).

Sem querer, o lanceiro acabou chamando a atenção dos marinheiros lá fora, mas ele não podia lutar mancando, logo soltaria um curto riso e diria para quem estava lá fora:

-Heh! Com licença. - E voltaria para o interior da loja em seguida.

Dentro da loja, caso ouvisse a ordem do carpinteiro, responderia: "Pode deixar! Como podem ver, eu não estou lá no melhor momento para lutar... Ajudem o rapaz lá fora, ele está com problemas! Enquanto isso eu procuro por alguma grana e uma passagem por onde o cara de terno ali pode ter chegado na loja e certifico que esses dois não irão nos causar mais problemas..."

Yukimura deixaria a lança no chão enquanto retirava a faixa marrom da sua cintura e amarrava a mesma na ferida causada pela espada. Ele não era nenhum médico e nem tinha noção de primeiros socorros, mas qualquer um sabe que deixar o sangue correndo não é uma boa ideia. Em seguida pegaria a lança e perfuraria o peito do dono da loja, apenas para ter certeza que ele não "voltaria dos mortos". Em seguida dirigiria-se em direção a garota e repetiria o mesmo movimento, perfuraria a mesma com a lança em seu peito, tentando acertar o coração, para que fosse uma morte rápida.

Em seguida, procuraria por alguma caixa registradora ou um baú e abriria enfiando a ponta da lança nas aberturas e empurrando o cabo da lança para baixo, como uma alavanca. Caso encontrasse o dinheiro, guardaria o máximo que conseguisse nas roupas e deixaria o resto para os seus novos aliados.

Sem muito mais o que fazer, andaria pela loja procurando alguma passagem que levasse para fora desta. Se achasse algo de diferente, iria investigar. Sempre com a lança em mãos para qualquer ocorrência.

Devido à sua perna, não atacaria ninguém diretamente, apenas, é claro, se encontrasse uma brecha muito grande de seus adversários, como por exemplo pega-los de costas. Para golpes na vertical, Yukimura bateria com a lança na arma, tentando desviar o trajeto para o lado. Em golpes horizontais e diagonais, seguraria a lança com as duas mãos, deixando que o golpe acertasse no cabo desta, em seguida se jogaria em cima da pessoa com o ombro, tentando derruba-la e segura-la no chão. Yukimura apenas ficaria atento a tudo que podia acontecer.
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Akane Kazumi
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MensagemAssunto: Re: [CF] Primeiros passos em uma nova estrada   [CF] Primeiros passos em uma nova estrada - Página 3 EmptyQua 13 Jan 2016, 20:50


As coisas não tinha saído conforme o planejado pela moça e agora seu elemento surpresa tinha ido por água abaixo, ela precisava de um plano melhor. A frieza passou a exalar de seus olhos enquanto ela observava o Marine com a arma na mão, começou a calcular então: Três disparos foram feitos, provavelmente ainda restavam 3 balas antes que ele tivesse que recarregar, ou não. A perna ardia com o tiro de raspão que passou por ela, mas Kazumi não se deixaria abater por um ferimento simples daqueles, tinha muito mais em jogo do que parecia até então, seu contra-ataque estava sendo friamente calculado.

Não disse mais nenhuma palavra, seus olhos transpareciam frieza e ódio ao mesmo tempo. Marines eram homens desprezíveis que só se importavam com seus próprios interesses, a lei era relativa quando se tratava de alguém daquela laia, portanto piedade não era um direito que um oficial da marinha tinha direito ao lutar contra Akane Kazumi. Movendo apenas as pupilas com muita atenção rapidamente avaliaria o local ainda com a espada empunhada com a mão esquerda enquanto tentava encontrar algum modo de distração ou algo que lhe desse algum tipo de vantagem contra o Marine, O campo de batalha tinha que ser usado a favor do espadachim em qualquer situação se este quisesse vencer, portanto conhecer o local onde se iria lutar era crucial. Não se importava com as pessoas mais, afinal já tinha feito uma cena muito alardeante então não tinha mais motivo para ficar escondendo minhas reais intenções.

Caso encontrasse próximo a si algum objeto pequeno de facilidade de arremesso, tentaria jogá-lo contra o Marine para desviar sua atenção antes que ela pudesse fazer minha investida. Uma arma de fogo era problema para uma espadachim, mas se funcionasse a estratégia de lançar algo contra o homem e tirar-lhe a concentração, a moça então avançaria em zig-zag rumo ao Marine e tentaria desferir-lhe um golpe no pulso, exatamente na junta entre as falanges e o radio na intenção de decepar-lhe a mão que segurava a arma. Se tudo ocorresse bem até aí, tentaria um movimento outra vez mirando o pescoço, mas dessa vez seria falso, giraria então o fio da lâmina antes de atingir-lhe o pescoço de volta para a mesma direção fazendo um arco e tentando desferir um corte horizontal na barriga, pouco abaixo das costelas para não ter chance de ele evitar o golpe direto.

No caso de não conseguir o objeto de distração para arremessar nele, ou caso ele não caísse na distração, ergueria então os braços em sinal de rendição e abaixaria a espada vagarosamente até o chão. Fingiria sentir dor no local atingido pela bala e levaria a mão até lá, tinha certeza que o truque da garotinha inocente não funcionaria dessa vez, mas esperava que ao menos o truque do "Eu me rendo" desse certo. Se ele caísse e se adiantasse, aproximando-se dela, tentaria rapidamente pegar a espada e rolar na direção do Marine ficando de pé rapidamente e se movendo o máximo que pudesse de um lado para o outro para confundi-lo, tentando uma estocada direta no estômago do mesmo enquanto com a destra tentaria segurar-lhe o pulso. Se funcionasse ela puxaria a espada para fora do Marine e tentaria uma segunda estocada na altura da faringe como fizera anteriormente.

Se o Marine não caísse também no truque da Rendição e mantivesse a distância ou disparasse em sua direção, a garota buscaria alguma porta aberta ou lugar para se esconder antes que ele a atingisse, uma barricada, ou alguma casa poderia servir, não fazia diferença desde que ela conseguisse escapar. Tentaria atraí-lo para dentro e ficaria de tocaia em algum canto, caso ele viesse atrás dela assim que passasse tentaria desarmá-lo com um golpe de espada mirando os dedos dele ou o cabo da mesma tentando golpear com precisão e força para fazê-lo soltar o revólver e então tentaria um corte diagonal no peito, ainda tentando pegar a carótida no pescoço do mesmo.

- Aí está seu pagamento, com juros e correção. - diria caso obtivesse sucesso em pelo menos um de seus planos de ataque contra ele.

Se tudo desse certo e ele tivesse enfim morrido, vasculharia o corpo do homem em busca de alguma coisa de valor, fosse lá o que fosse. Tiraria sua jaqueta e o bone e vestir-se-ia com o uniforme ali mesmo, saindo logo em seguida sem se importar com o corpo jogado no chão. Iria se dirigir de volta para o local onde a luta dos rapaz provavelmente ainda acontecia e tentaria chegar pela retaguarda, buscaria alguma rua que desse nas costas da tropa da mulher, tentaria ficar de tocaia se possível para observar o que ocorria no local e tentar intervir se fosse necessário. Só agiria depois de analisar a situação, antes disso ficaria no aguardo.

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Fala - "Pensamento" - Narração

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