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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Rebirth! Quebrando o gelo

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Roy Collins
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Roy Collins

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MensagemAssunto: Rebirth! Quebrando o gelo   Rebirth! Quebrando o gelo - Página 6 EmptySeg 04 Jan 2016, 17:26

Relembrando a primeira mensagem :

Rebirth! Quebrando o gelo

Aqui ocorrerá a aventura dos(as) Civis Yoshikatsu Nnoitra e Shimizu Hikari. A qual não possui narrador definido.


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AutorMensagem
Lullaby
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MensagemAssunto: Re: Rebirth! Quebrando o gelo   Rebirth! Quebrando o gelo - Página 6 EmptySab 16 Jan 2016, 18:38


A viagem pelo túnel foi a coisa mais entendiante que fizera desde que desembarcou na ilha. Por sorte o túnel não era muito largo, e logo deixou os caixotes de pedras para traz alcançando o final da passagem. Gradativamente a luz forte foi dando lugar a um cenário um tanto inesperado.

Alarmada rapidamente levou suas mãos em direção as orelhas que pareciam captar aleatoriamente até os menores ruídos em batalha. Com seu corpo curvado seus cotovelos encostavam no chão gélido enquanto seus joelhos eram cobertor por neve, seus braços entrelaçavam-se em volta da cabeça tentando se acalmar, havia sido pega de surpresa e o som de todo esse tumulto repentino impedia que se concentrasse. Com o peito cheio deixava o ar escapar pela boca devagar, repetindo isso duas ou três vezes até que sua mente parou de processar todos os sons que lhe tomavam a audição. Concentrou-se apenas em um. Um som pulsante não muito longe de onde estava.

Ergueu seus olhos pelas frestas entre seus braços e vasculhou o campo de batalha, até que seus olhos repousaram em um garota caída ao chão, seus longos fios loiros estavam espalhados pelo plano, a pele pálida revelava um ferimento de bala, e o som pulsante vinha de seu coração palpitante no peito. A menina ofegante tentava se desvencilhar de um homem que a prendia contra o chão e lambia seu ferimento.

O som de tiros romperam logo ao lado, suas balas iam em direção a uma menininha que desviava com tamanha destreza dos projéteis. Mesmo parecendo cansada e exausta mantinha-se de pé. Se prestasse muita atenção, podia ver em seus olhos que planejava algo para se livrar do atirador inconveniente. Foi então que revidou os tiros com uma só bala atingindo o homem no tronco.

"Ela sabia onde ele estaria"  - Ponderou

O homem derrotado caia no chão largando a arma enquanto a menina voltava a disparar mais uma rajada de balas contra outro grupo.

Viper se recompunha olhando para a menina ao seu lado. Seguraria sua mão verificando se ela estaria bem e oferecendo conforto caso estivesse assustada. Logo arrastaria a menina pelo braço forçando-a a acompanha-la enquanto andava em direção as pessoas remanescentes - apenas para não perde-la de vista e sem machuca-la - e gritaria com um sorriso de orelha a orelha: Adoro festas, pena que não recebemos um convite.

Viper ficaria atenta a qualquer movimento ou som suspeito, afinal, ainda não sabia se eram inimigos ou amigos.  

Objetivos:
 

Contagem:
 
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MensagemAssunto: Re: Rebirth! Quebrando o gelo   Rebirth! Quebrando o gelo - Página 6 EmptyDom 17 Jan 2016, 05:21


Afiado?


Os nativos não pareciam muito abertos para me ouvir, e apenas me davam uma resposta seca para que eu parasse de falar logo. Tudo bem, o problema era deles. Sem me importar muito eu dava as costas para aquelas pessoas e chamava Skorz. Ele parecia já estar pegando o jeito com aquele machado, ou ao menos o suficiente para não morrer no primeiro golpe do inimigo. Não direcionava mais nenhuma palavra ao líder da tribo, em outras situações eu provavelmente influenciaria para que ele abraçasse de vez a loucura, mas naquele momento resolvia apenas deixá-lo ali sofrendo com seus próprios erros idiotas enquanto eu me apressava para a batalha que me interessava muito mais.

”Droga. O que eu temo não é que tirem o trono de Jhonny, mas que o matem ou o entreguem ao líder dos ursíneos.

A outra eu parecia preocupada, por sorte era eu quem estava no comando do corpo naquele momento e para ser sincera aquilo não me importava nem um pouco. No caminho resolvia desfrutar mais da companhia do nativo e tentava descobrir os seus motivos de ter vindo comigo. Ele começava a contar sua história enquanto eu me surpreendia ao ver mais tribos no caminho, era estranho saber que haviam mais pessoas morando naquele maldito deserto de gelo. Apesar disso eu me surpreendia com a resposta do homem que era um tanto quanto trágica.

”Ouch! Que azar o dele!” – Pensava eu – Pelos céus, não imaginava que Skorz tivesse passado por tudo isso... Pobre homem. É muito corajoso.” – Pensava a outra. Na realidade eu descordava dela. Não achava que havia sido a coragem que havia lhe mantido vivo, mas sim o medo de partir junto de sua família. Em todo caso não faria mal atiçar um pouco mais o meu acompanhante. O pior que poderia acontecer seria ele perder completamente a sanidade e virar uma completa máquina de matar... O que não seria tão ruim para mim em um momento como aquele. Com isso em mente, resolvia dizer:

– Meus pêsames Skorz-san. Não consigo imaginar o quanto você teve que ser corajoso para suportar tudo isso. Mas me diga... Como foi que você sobreviveu?

Não tinha tempo de ouvir uma resposta, sons estranhos começavam a vir de uma cabana que havíamos avistado em nossa caminhada e logo eram parados por uma voz feminina. O que pessoas faziam em um lugar isolado como aquele? Quero dizer, toda aquela ilha já era um isolamento terrível, mas aquela cabana no meio do nada superava qualquer coisa. Nesse momento eu via um homem que saía de lá carregando algo, suas roupas indicavam que era com certeza um forasteiro assim como eu naquele lugar.

”Andarilho?”
”Andarilho?”

Nós duas pensávamos aquilo simultaneamente. Mas quais as chances dele ter saído de seu porto seguro para ir até aquele buraco buscar seja lá o que for que aquele homem estava carregando? Talvez fosse mais propício a ser um capanga, por sorte, sempre fui do tipo que pergunta depois. Um sorriso sádico surgia em meu rosto enquanto eu dava um passo à frente, até que via uma mulher sair da cabana com dois lobos, certamente alguma amiga do carregador. Para dizer a verdade, sentia naquele momento um frio na barriga que não sabia dizer se era de medo ou excitação, mas que com certeza vinha daqueles lobos. O sorriso em meu rosto não morria, em pouco tempo eu concluía que seria difícil ir até aquele homem e descobrir para quem ele trabalhava sem antes ter que passar por aquela mulher e suas feras. Mas algo ainda me intrigava, ela havia falado com alguém dentro da cabana. Seus aliados ou inimigos? Em todo caso, eu viraria meu rosto para Skorz e sorriria, sussurrando para ele “O machado está afiado?”. Logo em seguida voltaria minha atenção para a mulher e seus lobos, esperaria alguns segundos para ver se algo ou alguém sairia de dentro da cabana e então, independente disso, assobiaria o mais alto possível.

– Eeeeei! Por acaso você sabe onde mora o andarilho? É que eu vim aqui para recuperar uma encomenda.

Diria em tom brincalhão. Minha intenção com aquilo? Pretendia em primeiro lugar ver se a mulher me atacaria ou mandaria seus lobos fazerem o trabalho, isso comprovaria se ela estava do lado do inimigo ou não. Caso fosse comprovado que ela estava do lado do inimigo, sacaria minha katana com a mão direita e avançaria na direção dela ou de seus lobos (o que estivesse mais próximo) enquanto diria – Vamos lá Skorz-san, não me decepcione! Hahahahaha! – Sentia-me ansiosa por aquilo. Para ser sincera, fazia anos que eu não usava uma espada para cortar alguém, apenas usava espada nos treinamentos do meu avô... Era tão chato.

Correria em zig zag pois ainda não sabia se a mulher possuía alguma arma de fogo. Durante toda a corrida eu tentaria prestar atenção no chão onde pisava para que este não acabasse afundando comigo, mudaria a rota da corrida caso necessário. Ao me aproximar de um adversário, caso fosse um dos lobos eu tentaria usar a espada para desferir uma estocada mirando o olho do animal, e a puxaria de volta caso tivesse sucesso nisso, partindo para cima do próximo adversário logo em seguida. No caso de ser a mulher o meu primeiro alvo, tentaria dar um corte horizontal com minha espada da direita para esquerda mirando o membro com que ela segurava sua arma, ou em sua barriga no caso de não haver nenhuma arma. Não tentaria mirar em nenhum ponto vital da mulher, pois tinha planos melhores para me divertir com ela no futuro.

No caso de ser atacada a qualquer momento durante esse processo, também possuía algumas estratégias preparadas. Se fossem lobos os adversários, tentaria verificar se atacava com suas garras, corpos (vulgo se jogarem em cima de mim ou coisa assim) ou dentes. Caso garras ou corpo fossem as partes utilizadas, tentaria esquivar-me com movimentos rápidos para a horizontal ou para trás em caso de serem ataques na horizontal. Logo em seguida, tentaria levar minha espada contra o adversário em um estocada mirando seu pescoço ou em um movimento vertical mirando sua cabeça, o que estivesse mais próximo do meu alcance. No caso de ser atacada pelos dentes do animal, tentaria mover-me na direção oposta ao ataque, enquanto tentaria fazer com que minha katana adentrasse a boca do lobo em uma estocada mirando sua garganta. Tendo ou não funcionado, puxaria a espada de volta logo em seguida. Repetiria esses movimentos quantas vezes fossem necessárias durante aquela batalha.

No caso de ser atacada pela mulher, tentaria mover-me rapidamente para uma das direções horizontais em caso de ataque vertical, para trás em caso de ataque vertical ou estocada vindo da frente, para frente em caso de ataques feitos do mesmo modo mas desta vez vindos pelas costas, tentaria ainda mover-me o mais para trás possível enquanto colocava a espada a frente do meu corpo para tentar bloquear o golpe em caso de um ataque diagonal. Em todo caso, tendo evitado o ataque inimigo eu tentaria agora mover-me rapidamente ao seu redor afim de circulá-la e tentar confundi-la, depois de ter feito um circulo completo ou notado uma brecha tentaria atacá-la com uma estocada buscando o braço com que ela segurava sua arma ou sua perna direita no caso de não haver arma, e em seguida puxaria novamente a espada enquanto voltava a me movimentar com os mesmos padrões de esquiva para tentar evitar um contra ataque. Caso ainda fosse possível após executar o ataque eu ainda tentaria usar minha mão esquerda para acertar um soco contra o rosto da inimiga, mas apenas se não parecesse que sofreria um contra ataque como consequência.

Sentia meu sangue ferver e me empolgava, realmente desejava aquele combate e iria me divertir muito com tudo aquilo. Mas será que Skorz conseguiria acompanhar meu ritmo? Isso era na realidade uma duvida da outra Ada, eu não me importaria caso ele fosse fraco o suficiente para virar comida de lobos, só iria atrapalhar. Com um sorriso em meu rosto, tentava aproveitar ao máximo o calor da batalha.

– Me ajude, preciso descobrir se esta espada está afiada! Hahahaha!


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MensagemAssunto: Re: Rebirth! Quebrando o gelo   Rebirth! Quebrando o gelo - Página 6 EmptyDom 17 Jan 2016, 12:09


Iona L. Walker

Now this is hella fun!







- F ilho da p...

Sentia as palavras escorrendo pela garganta enquanto mordia o homem. Como aquele maldito doente poderia ser tão estúpido? Como queria quebrar aquele pescoço ao meio! Se apenas pudesse mover eu mesma meus braços, daria um tratamento ao homem que ele nunca mais esqueceria. Tinha o sangue pulsando quente pelo corpo, sentia uma mistura amarga de raiva e de dor, impotente por não poder fazer nada além de apertar a mordida contra aquele homem. Mordia como se tentasse arrancar sua cabeça de seus ombros, até ouvir o estalado que me salvaria. Ficava tonta com o som, mas ao finalmente sentir aquele corpo cair sobre mim, afrouxava a mordida e deixava que ele morresse em paz. Pro inferno com você maldito.

Era uma surpresa aquela que me salvava, até mesmo via um tanto de graça em Hikari carregando uma arma tão grande quanto ela mesma, mas pelos Blues, como ficava feliz em vê-la ali. Não apenas por ela ter me salvado, ficava grata por ela estar sã e salva empurrando um cadáver de cima de mim. Só um momento, não havia dito para ela ficar fora de tudo aquilo? Era um tanto triste ver uma garota tão nova quanto ela até a cabeça em uma luta como aquelas, sentia-me um tanto impotente por isso. Como que se houvesse falhado em proteger aquela pequena infância. Usava o que tinha de forças para girar para o lado e me colocar de pé novamente. Sorria vendo à pequena, desde quando Hikari tinha crescido tanto? No sentido figurado é claro. Ouvia seus berros e sentia a raiva em sua voz, enquanto ela me carregava.

- Posso ter perdido um pouco de sangue, mas ainda estou inteira, sabia? Sorria enquanto caminhava, erguendo uma mão para apertar novamente a bochecha da garota. - Além disso, acho que falei pra você que armas são bem perigosas não disse? Ainda que prefira você com uma, do que eles. Rir doía muito, então só ia deixando que fosse levada até o restante do grupo.

Em um pequeno diagnostico dizia que sairia bem o bastante de tudo aquilo, mas se tinha uma coisa que não era nada boa era o fato de ter toda aquela gente ferida. Me perguntava quantos mais teriam sentido o gosto de virar um pedaço de queijo se não tivesse agido. Meio que sorria deixando que um padre falasse o que quer que falasse enquanto esperava o restante dos feridos. Hikari estava a meu lado, sentia-me curiosa pela razão em que ela havia aparecido em uma ilha tão horrível quanto essa. Deixava que o auto intitulado enviado falasse o que quer que falasse sem dar muita atenção a ele, odiava religiosos e estúpidos.

- Ei Hikarin. Não acha que lutar desse jeito da uma fome? Será que ganhamos um jantar agora?



Post: 006 ~ Rename: -X- ~ Location: Fernand Ice Island - North Blue

Notes: -X-  

Thanks, Lollipop @ Sugaravatars

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MensagemAssunto: Re: Rebirth! Quebrando o gelo   Rebirth! Quebrando o gelo - Página 6 EmptyDom 17 Jan 2016, 15:55


   


Bíblia Sagrada! (Em Construção)




Deus abençoe a anestesia.




- Hm.. Não temos anestesia, mas eu posso fazer o melhor que puder. Vou pegar as ferramentas. Não saia daí... Nem se puder. - No momento em que ela saiu andando e sorrindo, ironizando a ferida de Edgar Murphy, que estava a poucos centímetros da morte, o fez ficar estranhamente apaixonado.

''A desgraçada... Digo, a sacerdotisa... Eu não sei se a forma como ela age poderia ser considerada sagrada ou pecaminosa. Ela consegue ser tão ruim, e ao mesmo tempo tão linda... Eu me sinto diante de uma pintura barroca. Uma pintura que joga na minha cara o quanto o mundo pode ser impiedoso, e o quanto as pessoas podem ligar pouco para você, mas que, ao mesmo tempo, tem tamanha sublime beleza que me faz admirá-la...'' ele pensava, mas não com exatamente estas palavras. Sua mente divagava entre a dor e o brilho macabro que aquela garota tinha.

- Não ter anestesia... Certamente... Será um pecado no Onismo... - Ele sussurraria, quase fechando os olhos.

Tentaria ficar parado o máximo possível, e se seguraria com força nos lençóis caso a dor ficasse insuportável demais, esperando que sua salvação voltasse.

- O que me diz de colocar gelo na minha pele? Talvez o frio anestesie um pouco a dor.. Eu não sei... - Falaria, esperando a opinião do médico sobre aquilo e se era realmente sensato. Caso ele dissesse que não seria possível, diria: - Então me traga um pouco de água benta... - E, caso o médico/médica lhe perguntasse o que era água benta, ele diria: - Claramente é o sakê ou a vodka... Perdoe eles, Senhor.. - Murmuraria. Assim que ela chegasse, daria uma boa golada na bebida, esperando ficar bêbado e talvez não sentir a dor.

Assim que resolvessem puxar a katana de seu peito, gritaria, vendo eles a removerem, com toda a glória e fé de seu corpo:

- ALELUIA!!

E então relaxaria, esperando o resto dos procedimentos.

Se conseguisse falar, ele diria para a garota, aos sussurros:

- Qual... Qual a situação da vila? O que está acontecendo lá fora?





               
- HP: 120/120

               
SP: 62/62








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''.....''

- Cindy Vallar  

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MensagemAssunto: Re: Rebirth! Quebrando o gelo   Rebirth! Quebrando o gelo - Página 6 EmptyDom 17 Jan 2016, 23:53

A vulgar



___Parecia tudo se acertar comigo e o cara que media o dobro do meu tamanho. Só o que restaria agora seria enfrentar os inimigos, salvar a garotinha, pegar o navio e por fim sair daquela ilha. Me preparava para acelerar em direção ao casal mas quando olhava para o local onde eles deveriam estar...

' ...

- Mas.. Ué... - Coçava minha cabeça, um pouco confuso, podia jurar que eles ainda estavam ali, talvez tenha me distraído tanto conversando que não percebi os dois saindo, não era a primeira vez que isso acontecia, tenho uma certa dificuldade em prestar atenção em assuntos que não me interessam, me distrair com facilidade, é realmente um problema sério, quando como meu pai me mandava arrumar o quarto e eu estava viajando nas asas de uma borboleta arco-iris que havia entrado nos meus aposentos.

- Shishishi

___Sairia correndo atrás da mulher quando a mesma dava o comando para confrontá-la. Chegando na mulher eu me prepararia para ataca-la, estavam ela e os dois lobos e logo meu raciocínio pegava ' Tem dois lobos com ela, eles são o maior perigo acredito, devem ser mais rápidos do que essa mulher, ela usa arma? Me deu uma faca é possível que tenha mais escondida, mas talvez se a mulher cair os animais fujam com medo ou aceitem o novo chefe deles como numa cadeia de comando selvagem ' Aceleraria tomando cuidado onde estava pisando, caso a mulher estivesse distraída graças ao grito da outra eu aproveitaria a oportunidade ' Aliás eu reconheço essa voz... ' Usaria minha furtividade para ir rápido porém tomando cuidado para fazer  o menor ruido possível, os animais poderiam não se distrair e eu contaria com isso.

___Primordialmente visaria esquivar de qualquer atacante que viessem em minha direção, deixaria o ataque começar para que eu pudesse dar passar rápidos para o lado que fosse mais conveniente, o lado que parecesse mais seguro de se pisar e continuaria meu avanço em direção a mulher, estava determinado em pará-la. Durante minha esquiva eu aproveitaria parar realizar uma tentativa de atingir o lobo, buscaria enfiar a faca em seu peitoral e rasgar o máximo possível na direção em que eu estaria indo, deste modo não pararia minha investida contra a mulher e ainda poderia gerar algum dano no animal selvagem, tomaria cuidado também é claro, de não realizar um corte muito profundo, para que não prendesse minha arma no corpo do animal, porém se isso viesse a ocorrer eu retiraria a faca e continuaria em direção a mulher. Se a qualquer momento o lobo reagisse e me atacasse novamente eu manteria-me ciente do risco e correria o mesmo para que pudesse avançar, assim ignorando outras possíveis rotas de esquiva, utilizando a que fosse me deixar mais próximo da mulher. Sendo necessário eu poderia também utilizar acrobacias como mergulhos ou saltos mortais para esquivar-me, porém somente se isso fosse o mais viável e eu tivesse plena certeza de que o local onde aterrizaria estaria sólido e firme.

___Conseguindo chegar até a mulher eu logo realizaria dois ataques na mesma, não importando se esta estaria de costas ou de frente para mim, tentaria cortá-la na altura da barriga com cortes profundos e rápidos, não me importaria se eles seriam limpos ou não, apenas atacaria. Caso a mulher se mostrasse uma hábil guerreira e se esquivasse de meus ataques eu esperaria pelo contra-ataque da mesma, deste modo contra-atacando-a também, giraria meu corpo contornando-a em busca de ficar numa posição desfavorável para ela, para isso meu corpo iria para o lado contrario do golpe ao redor do membro que ela tivesse utilizado para atacar, assim deixando-a de costas para mim, em seguida realizaria meus ataques. Falaria durante os golpes, de modo debochado com o largo sorriso estampado no rosto e obviamente querendo irritá-la. - Pra que lado o namorado foi, Fe-Lly-Zi-Nha!? Diria pausadamente o nome da mulher no diminutivo, tudo é claro para tentar deixá-la bem p*ta da vida mesmo.

___Tomaria cuidado para não ser acertado pelas outras duas pessoas que estavam ali, apesar de saber que elas não estariam contra mim assim que avistasse a garota, reconheceria a pessoa na mesma hora, filha de Wesker T Rock e provavelmente uma amante dele, pararia minhas ações, seja lá quais fossem ou o que estaria fazendo, é claro se esta não fosse esquivar de algum golpe incapacitador ou qualquer outro também. Avistando a menina logo abriria a boca e gritaria levantando um dos braços para cima acenando, não faria diferença se a menina estava perto ou longe de mim no momento, gritaria do mesmo jeito independentemente da posição.

- SPICEEE-CHAAAN!!!!

' Vulgar como sempre...  
___Pensaria no mesmo instante em que cumprimentava ela, obviamente eu diria meu pensamento mais tarde, mas por hora ficava somente em minha cabeça mesmo, logo voltaria minha atenção para o combate finalizar as minhas ações.

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MensagemAssunto: Re: Rebirth! Quebrando o gelo   Rebirth! Quebrando o gelo - Página 6 EmptySeg 18 Jan 2016, 01:07


Leon Stronghold

The guy with the
crown!





Seria ironia do destino? Seria que Leon tocou bem em sua ferida aberta? Aquele cara realmente havia caído de paraquedas no meio de tudo aquilo como ele mesmo? Não sabia em que acreditar, mas realmente aquela era uma situação nada comum de se acontecer e que veio muito bem a calhar naquele momento, era um a menos que ele teria de matar para salvar a pobre Natasha. Seus inimigos já haviam saído da cabana e pelo que pode ouvir a mulher iria tentar detê-los para que o homem fugisse com a garota, não era oque iria acontecer, Leon estava certo de uma coisa naquele momento, eles estavam fadados a perecer em batalha no momento em que concretizaram que isso iria ocorrer contra ele.

Quando estava pronto para partir em disparada escada à cima, ouviu outro grito la fora e pelo que falava estava tentando recuperar uma encomenda, seria resgatar Natasha? Essa garota é tão importante assim nesse lugar?! Sendo ou não sendo, a situação começava a ficar mais favorável aos poucos, mesmo sendo quatro inimigos, se o homem já não estivesse muito longe dali, os números ao lado de Leon também cresciam, mesmo que ele não precisasse disso, talvez tudo se resolvesse mais rápido dessa maneira e ele estava preparado para usar de seu novo companheiro de luta, o coroinha, e de quem quer que houvesse chegado do lado de fora.

Deixaria o homem loiro subir a sua frente e se eles tivessem preparado algum ataque surpresa, teria tempo de reação maior se fosse contra ele, subiria em seguida rapidamente o caminho de volta a cabana de onde procuraria avistar seus inimigos e o caminho estando livre para fora dela sairia do lugar, do lado de fora tentaria averiguar o que estava acontecendo para se aproveitar dos momentos oportunos que aparecessem, poderia já estar havendo um confronto nesse meio tempo e esperaria que o "coroinha" atacasse para que começasse a se movimentar também. Tentaria flanquear a mulher e os lobos, observando os ataques de ambas as partes, se fosse atacado nesse meio tempo, tentaria se projetar um pouco mais rápido do que já se movia para o lado em prol de evitar a investida e em sequência desferiria um soco com a mão oposta ao movimento contra a cabeça do inimigo, mirando a têmpora, sendo humano ou lobo, um golpe contra a lateral da cabeça é de abalar e estava contando com isso se fosse bem sucedido. Por outro lado se conseguisse flanquear até o momento em que encontrasse uma brecha na batalha para poder atacar a mulher, evitando seus "companheiros" e inimigos, avançaria contra a mulher, de preferência por suas costas ou laterais visando os pontos cegos, para que ao se aproximar, com o punho esquerdo desempenhasse um upper na altura do rim, entre a cintura e as costelas, para que sendo bem sucedido lhe tirasse o fôlego momentaneamente e então viraria a lâmina da mão direita voltada para cima e pelas costas tentaria rendê-la, abraçando-a com o braço esquerdo e apoiando a lâmina da mão direita contra seu pescoço com pressão suficiente para um pequeno corte superficial e para que ela não tentasse nada sem se ferir gravemente. Com sucesso diria - Dê o comando para seus lobos pararem ou não vai passar de mais um corpo morto nessa neve! - Com tom direto e seco. Já se fracassasse no primeiro golpe, tentaria se afastar para fora da batalha novamente, voltando a flanquear os inimigos, se acertasse o golpe, porém não conseguisse a render, tentaria um direto rápido de direita contra o rosto da mulher, mirando entre seus olhos e então recolhendo o braço um chute de na altura de seu estômago para a projetar para trás e então voltaria a a flanquear os inimigos atento a possíveis ataques.

No caso de o loiro ou a pessoa do lado de fora, obtivessem êxito em suas investidas antes que Leon pudesse agir, se colocaria no papel de finalizar seus esforços e assim avançaria contra o inimigo ferido mais próximo em quem tentaria cravar a lâmina no olho com uma das mãos enquanto com deixaria a outra posta em guarda para evitar possíveis contra-ataques, sendo um dos lobos ou a mulher e então se afastaria novamente deles. Além daquele embate, tinha de ser rápido para alcançar o homem com Natasha, então se finalizasse um inimigo e percebesse que os demais se virariam na batalha, partiria correndo o mais rápido possível atrás das pegadas do homem. Se a mulher se rendesse ou fosse gravemente ferida sem morrer perguntaria as pressas - Para onde estão levando a garota?? -



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MensagemAssunto: Re: Rebirth! Quebrando o gelo   Rebirth! Quebrando o gelo - Página 6 EmptyTer 19 Jan 2016, 05:31




O Filho Único

"Chaotic."



Hikari parecia irritada com a atitude de Iona, e reclamava bastante. Pouco tempo depois, porém, após conseguir um casaco confortável para si, procurava aprender um pouco, aproveitando da situação. - PRECISAMOS OPERAR ESSES AQUI! - Gritava um nativo, direcionando-se a outros três, que se aproximavam de duas camas mais separadas, ao chão. Os pacientes nelas tinham dos mais variados ferimentos, desde cortes profundos, tiros e um deles tinha o braço destro entortado. Pouco antes disso, Iona repreendia Hikari por conta do porte de armas, o que era bem perigoso ao seu ver.


...


- Adoro festas, pena que não recebemos um convite. - Dizia a lagomorfo, segurando as mãos de sua companheira desconhecida, que seguia calada ao seu lado. - Então deveria ter aparecido antes... - Dizia um dos homens, que carregava alguns espólios de guerra em seu colo, enquanto seguia pela ponte em torno à vila. - Venha comigo. - Caso a garota o seguisse, chegaria a uma grande e movimentada vila, com diversos iglus espalhados pela área. Ao meio de uma praça, alguns caixotes estavam abarrotados de armamentos, e, mais a frente, uma fogueira fora criada para aquecer as pessoas por ali.

Em volta da fogueira, algumas camas improvisadas eram largadas, ocupadas por alguns feridos. Alguns deles ela podia reconhecer da luta de antes: Um loiro com traje de padre, uma loira com vários ferimentos de bala, e uma garota de madeixas púrpuras, que portava um rifle pesado demais para ela.


...


Logo Sarah aparecia, trazendo ao seu lado um homem velho, que segurava um pote de madeira com algumas misturas esverdeadas. - O curandeiro. Ele sabe... Uhmm... Impedir que as coisas morram, eu acho. - O homem se aproximava sorrindo, enquanto parecia seguir a sugestão de Edgar, pegando um pouco de neve do chão e jogando em volta do ferimento em seu tórax, de forma que sua pele pudesse congelar naquele estado, anestesiando a área em volta da ferida.

Voltando-se para Iona, que estava bem ao lado esquerdo de Edgar, o curandeiro tratava de retirar suas balas, uma à uma, utilizando de uma adaga pre-aquecida. Parecia tê-la aquecido na fogueira, pouco tempo antes, e, utilizando de um efeito alavanca, conseguia deslizar os projéteis para fora de seus ferimentos, passando um pouco de pomada esverdeada por cima. O problema, entretanto, era a falta de anestésico. - Ei Hikarin. Não acha que lutar desse jeito da uma fome? Será que ganhamos um jantar agora? - Ela dizia ao médico, pouco antes de desmaiar de dor. Mas provavelmente muito em breve acordaria.

- Agora é isso... - Dizia o curandeiro, enquanto puxava a espada do corpo de Edgar devagar, que passava no interior de seu corpo e lhe dava uma sensação ruim e dolorosa. - ALELUIA!! - Gritava, fazendo um pouco de sangue sair de sua ferida aberta. O curandeiro, no momento, passava a pomada esverdeada que trazia em mãos e em seguida enrolava um grande pano branco em volta do tronco de Edgar, tendo a ajuda de Sarah para levantá-lo enquanto o trabalho era feito.

- Nada mudou, por enquanto. - Dizia Sarah, em resposta à pergunta de Edgar.


...


- Eu não sobrevivi... Sequer tomei o risco de ir para aquela terra junto deles... Por isso estou vivo. - Skorz dizia, pouco antes de avistarem a cabana e toda a cena seguinte se decorrer.
- Eeeeei! Por acaso você sabe onde mora o andarilho? É que eu vim aqui para recuperar uma encomenda. - A mulher desconhecida parecia confusa, encarava Ada da cabeça aos pés, e, juntamente dela, seus lobos também a estranhavam, rosnando. - Meu pequeno mestre não tem encomendas para você. Principalmente se você estiver com os nativos. - Dizia a mulher, enquanto apontava com a mão para seus lobos, que começavam a agir.

Ambos os lobos corriam pra a frente, na direção da garota, que corria contra eles, sacando sua katana, juntamente de Skorz, que seguia de forma desajeitada ao seu lado. Naquele momento, um dos lobos saltava na direção da garota, que saltava para longe de sua patada, pousando mais atrás. Com um movimento rápido, tentava uma estocada contra o pescoço do lobo, que facilmente abaixava-se, ergueirando-se para mais perto da garota e agarrando-se à sua perna destra com uma mordida. Ao seu lado, Skorz parava um ataque feroz do outro lobo com seu machado, segurando-o em uma disputa de força.

- SPICEEE-CHAAAN!!!!! - Gritava Katsu, ao reconhecer Ada assim que saía da cabana ao lado de Leon. Seu avançado era interrompido enquanto que ele gritava e acenava para a garota, que parecia ter problemas com um dos lobos preso à sua perna direita, fazendo a garota tombar no chão ao perder o foco e olhar para Katsu.

Enquanto isso, Leon avançava contra a mulher, flanqueando-a por alguns segundos e alcançando suas costas, porém, de forma falha, acabava por fazer barulho em seus passos e chamar sua atenção, que puxava rapidamente duas facas, portando uma em cada mão e segurando-as com a lâmina para baixo. Saltava para trás, desviando do golpe de Leon contra seu rim. O ruivo, então, tomava certa distância por ter errado o primeiro golpe, passando a analisar a situação.

- Você nos traiu, Nnoitra? Sabe que suas chances de sair dessa ilha e conseguir qualquer coisa que queira no mar estão acabadas assim, não é mesmo? Navios são raros por aqui.









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MensagemAssunto: Re: Rebirth! Quebrando o gelo   Rebirth! Quebrando o gelo - Página 6 EmptyTer 19 Jan 2016, 16:35

Pause


Ainda na ponte Iona teimara em me repreender por utilizar armas. Por mais que quisesse retrucar na hora, sabia que seria inútil. Uma outra hora, contudo, conversaria com a loira. Já na vila, pude finalmente aquecer-me com um casaco que me fora fornecido. Sentia o calor agora sendo retido e relaxava suavemente, enquanto aproveitava para aprender mais sobre o ofício médico.


Não longe dali eu podia ouvir que algumas pessoas iriam ser operadas. E essa era uma ótima situação para que eu aprendesse um pouco mais da medicina.


Início do aprendizado: Cirurgia


- Será que eu posso ajudar? -


Perguntei imediatamente ao responsável pela operação. Um senhor já de mais idade olhava para mim com um certo desgosto e respondia:


- Bah, não acha que é nova demais pra querer mexer com isso não? Mas não tenho quem ajude mesmo, uma mão pode ser útil. Sente-se do meu lado e faça o que eu mandar. -


Apesar de sua resposta meio rude, prontamente atendi a seu comando e fiquei pronta para observar e atender no que precisava. De início observei-o analisar os ferimentos do primeiro paciente. Vários cortes profundos na região do tronco. Depois de limpá-los e remover o sangue seco em volta, mediu o tamanho do buraco aberto e pegou uma agulha com uma linha grossa. Iniciou, então, a dar pontos, suturando o ferimento. Habilmente ele trançava a agulha de um lado a outro, levando a linha consigo e amarrando a carne em ambos os lados. Repetiu o movimento até terminar de fechar aquele corte. Antes de passar para o próximo, virou-se para mim e disse:



- Consegue suturar os outros ferimentos desse aqui? Basta limpar o corte para não infeccionar e repetir os movimentos que fiz. Tente com o segundo enquanto te acompanho e, se conseguir, faça no resto enquanto passo para o próximo paciente. Por sorte esses pacientes não sofreram cortes em nenhum órgão, então basta fechar sua musculatura para interromper o sangramento e prevenir infecções. -



Seguindo sua ordem, imediatamente peguei um pano úmido e comecei a limpar o próximo corte, tomando o cuidado necessário para fazer um serviço decente. Tendo feito isso, iniciei a sutura, repetindo os movimentos que vi o médico realizar. Não fazia isso agilmente nem tão bem quanto ele, mas o resultado não fora de todo ruim. O homem aprovava balançando a cabeça, enquanto dizia:



- Ainda tem muito que melhorar e, dessa forma que fez, provavelmente ele ficará com cicatriz. Mas dá pro gasto. Ninguém mandou ele se ferir na luta mesmo... -



Ia treinando cuidadosamente em seus outros quatro ferimentos e visivelmente observava uma melhora em minhas habilidades. Quando terminei, aproximei-me do próximo paciente e o vi com um corte em seu abdômen, o qual deixava seus órgãos expostos. Muito sangue escorria de seu lado direito.



- Esse aqui levou um tiro no fígado. Tive de abri-lo para remover a bala. Chegou bem na hora. Observe. -



Com uma pinça, o homem retirava o resto da cápsula da bala de dentro do fígado e, imediatamente, sangue começava a jorrar dali. Com sua mão livre, o médico tampava o ferimento com o dedo protegido por uma luva, enquanto soltava a pinça a seu lado e pegava mais uma agulha com linha. Começava, então, a costurar pouco abaixo de onde o sangue jorrava, e, quando chegou na altura de seu dedo, retirou-o para terminar a costura. Começou, então, a limpar o fígado com um pano úmido, retirando o sangue dali para verificar se o corte estava fechado. Quando terminou, pegou uma nova agulha e iniciou a fazer novos pontos, fechando os músculos abdominais. Reparei, entretanto, que o padrão dos pontos variou nas três ocasiões.



- Por que você deu pontos de maneira diferente em cada lugar? Eu deveria ter feito isso com o último paciente também? -



Ignorava as dores musculares que sentia em minhas pernas e braços, devido ao esforço físico de mais cedo. Não que não incomodassem, mas estava tão interessada e absorta no aprendizado, que conseguia esquecer meus músculos por um tempo.



- Você tinha mesmo que dar pontos daquela maneira que te ensinei naquele homem. Todos os cortes dele eram pequenos e profundos, então era o ideal. Já aqui, por ter que costurar um fígado, cuja consistência é diferente de um músculo qualquer, o tipo de ponto tem de variar também, de forma a permitir uma maior estabilidade. Já esse último tipo é feito para cortes grandes, porque permite uma junção mais eficaz do que o ponto que foi dado em cortes menores. Ainda há mais alguns tipos de pontos, mas esses três são os mais utilizados. -



Ouvia sua resposta, enquanto olhava o paciente. Apesar de já ter sido feita a operação, seu braço ainda encontrava-se visivelmente fora de lugar. Eu tinha certeza de que, se ele não estivesse desmaiado, estaria urrando de dor agora. Observava enquanto o homem pegava aquele braço e levantava-o, deixando que o úmero apontasse sob a pele do braço.



- Venha cá. Você vai reduzir uma fratura agora. Faça o que vou lhe dizer e se sairá bem. -



Meio receosa, pegava o braço do paciente enquanto ouvia as instruções do médico. Colocando força na minha puxada, movia-me de modo a obrigar o braço do paciente a subir. O médico, enquanto isso, segurava firme a cabeça e tronco do homem, de forma que ele não se arrastasse junto. Depois de fazer esse primeiro movimento, jogava o peso pra baixo e ouvia quando um sonoro "PLEC" indicava que o osso havia retornado a seu lugar correto. Imediatamente o médico saía de cima do paciente e pegava um pouco de neve do lado de fora da cabana, jogando-a em cima do ombro do ferido.



- Fez um ótimo serviço, garota. Essa neve agora irá ajudar a prevenir uma inflamação. Acabamos por aqui. -




Fim do aprendizado: Cirurgia



Tendo terminado de ajudar no que podia, retornaria à cabana de Iona e, encontrando-a acordada, puxaria papo com ela, perguntando:



- Io-chan, sabia que a Ada-chan também está aqui na ilha? O que você veio fazer aqui, afinal? -



Apontava para a boina dela, a qual usava no momento, como comprovação de que a garota realmente encontrava-se na ilha.




Objetivos:
 

Contagem de posts:
 

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MensagemAssunto: Re: Rebirth! Quebrando o gelo   Rebirth! Quebrando o gelo - Página 6 EmptyTer 19 Jan 2016, 18:38


Iona L. Walker

Now this is hella fun!







Sabe o que é pior do que levar um tiro? Ter a bala extraída de você próprio. Acho que ninguém precisa realmente pensar para ao menos saber que algo assim é doloroso, pense comigo, é um objeto estranho preso em seu próprio corpo, como uma versão gigante de uma farpa de madeira, só que para tirar isso você tem que ir muito mais a fundo, como se essa farpa tivesse entrado completamente sobre sua unha. Farpas machucam, balas doem de maneira estúpida, mas isso é só o que você acha. A dor é sempre melhor entidade se sentida do que comentada, ao menos era isso que ouvia. Não se da pra ter uma certeza completa do quanto alguma coisa dói, a menos que você sinta isso na pele, isso vale para um tombo, ou para um tiro.

Não ficava realmente preocupada com a falta de anestésicos, sentia dentro de mim que daria um jeito de aguentar. Quer dizer, eram só alguns aranhões no fim das contas, pelas histórias que tinha ouvido durante toda minha infância, o pai e a mãe tinha passado por coisas bem piores que alguns tiros, se aquelas coisa não os derrubaram, se uma montanha vertical não os quebrou, como que um punhado de ferro me faria cair? Claro que ninguém nunca mencionou uma faca em brasa. Observava aquela lamina alaranjada em duvida, sabia o que os médicos fariam com ela, mas não estava nem um pouco ansiosa para isso.

Claro que as balas sozinhas já doíam um bocado, o problema era sentir uma faca quente atravessando e cortando a pele atrás das balas. O primeiro ainda conseguia aguentar, a segunda parte entretanto. Sentia a garganta fechando de dor e de espasmos, não conseguia gritar. Queria gritar e xingar o mais alto que podia, mas nenhuma palavra vinha a cabeça, na verdade não tinha nada na cabeça, nada além da mais clara dor que poderia sentir. Contorcia-me e ia de um lado ao outro, com todo o corpo duro e travado, com bala seguida de bala sendo removidas. Pelo menos a segunda já não doía tanto assim, nem a terceira doía como a anterior. Suava e me sentia fraca, debilitada com o que acontecia, fechando os olhos que pareciam pesar toneladas naquele instante. Não sabia quando, mas adormecia.

Um sono sem sonhos, sem pesadelos, apenas escuro. Merecia um descanso no final das contas. Apenas deixava o corpo apagar depois de tanta coisa. Não faria nada ou pensaria em nada, nada além do que fazer quando acordasse. Caso acordasse e ouvisse Hikari ao meu lado, ai sim pensaria no que fazer. Ela falava sobre Ada, mas era aquela Ada? A fujona que nem dava as caras há anos? Sorriria com a chance disso.

- Nada demais, só acabei de perdendo e parei aqui, sabe, depois do sumiço do pessoal, a história deles retomando o bando. Só decidi sair por ai para ver o que encontrava.




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MensagemAssunto: Re: Rebirth! Quebrando o gelo   Rebirth! Quebrando o gelo - Página 6 EmptyTer 19 Jan 2016, 18:40


Leon Stronghold

Eles tem um barco: Bilhete de saída!





Aquilo estava mais confuso do que Leon esperava, ao sair da cabana viu uma garota com um dos lobos grudado em sua perna e logo depois disso o "coroinha" simplesmente parou de avançar e começou a acenar como se a conhecesse, mas que merda ele estava fazendo?! Leon continuou com seu ataque da mesma maneira e apesar de conseguir tomar o flanco da mulher, seus movimentos foram barulhentos e ela escapou de seu golpe, sacando duas adagas e se portando como ele logo de prontidão, ela parecia mais habilidosa que o primeiro homem que o atacou, talvez aquilo fosse um pouco mais divertido.

Leon em posição de luta, cerraria mais fortes os punhos, pelo que parecia a mulher tinha um barco ali, a saída desse lugar para Leon que não conseguiria esconder o sorriso esboçando no rosto - Então quer dizer que meu loot vai ser maior do que esperava, vou conseguir um barco e uma saída desse lugar! Ei, da coroinha se você para de sacanagem com aquela menina e lutar direito eu te darei carona quando pegar esse barco para mim! - Diria a primeira parte em um tom normal para que a mulher ouvisse e a segunda mais alto para acordar o besta do seu companheiro de luta de seja lá qual idiotice o fez parar para saudar a moça com o lobo.

- Bem! Agora é sua vez de sangrar pequenina! - Diria logo antes de partir em sua direção, avançaria o mais rápido que conseguisse sem perder o equilíbrio na neve, quando estivesse a dois passos dela, pararia o movimento bruscamente arrastando os pés na neve na tentativa de jogar uma boa quantia que seu peso e movimento permitissem contra ela, uma vez que os lobos estavam ocupados tinha tempo para se focar contra ela, assim que a neve fosse lançada em sua tentativa de distração da defesa dela, já voltaria a se aproximar da mulher e desferiria um soco com seu braço direito tirando proveito de sua envergadura para tentar acertá-la naquele momento entre seus olhos, em seguida, mesmo a acertando ou não, se projetaria contra ela, na direção que ela estivesse  saltando e levantando o joelho que estivesse atrás tentando acertá-la no estômago. Enquanto atacava estaria atento para possíveis contra-ataques dela, que se viessem, tentaria se esquivar ao ponto de sair do alcance do fio da lâmina dela e então seguiria com a sequência dos dois golpes.

Com sucesso na joelhada, tetaria cravar sua adaga da mão esquerda num golpe de cima para baixo, no crânio da mulher com toda a força que tivesse e soltando seu peso para que mesmo que a acertasse em outro lugar a levasse ao chão, porém se ela esquivasse, daria dois pequenos saltos para trás para sair de seu alcance novamente. Caso sua joelhada fosse falha, o seu ultimo golpe seria outro, seria um golpe longo em meia lua da esquerda para a direita projetando sua lâmina em um corte horizontal e então se afastaria com os saltos. A euforia da batalha, a adrenalina que corria em suas veias entre golpes, esquivas, faziam com que o rapaz aumentasse o sorriso de canto a canto em seu rosto, nunca teve problema de lutar contra mulheres, na verdada não as enxergava como inferiores, cada guerreiro só se prova em batalha e se ela se mostrasse habilidosa para não perecer ainda não exitaria em a elogiar - Nada mal, Freya estará te esperando nos portões de Valhalla logo logo... Mande um olá para ela por mim! -

Se em algum momento a mulher o surpreendesse e Leon percebesse que não conseguiria se esquivar, tentaria minimizar os danos sofridos diminuindo a distância entre ele e a inimiga para evitar que o golpe dela chegasse ao máximo de força que pudesse e tentaria bloquear o golpe com suas adagas, em ultimo caso com um dos antebraços e então continuar com seus ataques. Não se intimidaria contra alguns ferimentos, as cicatrizes que um guerreiro acumula só mostram que ele venceu esteve em uma batalha que valia a pena e que não deixou a morte abatê-lo daquela vez, então urraria de dor, mas mesmo assim vociferaria para cima dela a cada golpe.



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MensagemAssunto: Re: Rebirth! Quebrando o gelo   Rebirth! Quebrando o gelo - Página 6 EmptyTer 19 Jan 2016, 22:53


The Big Bad Wolf


”É, ela trabalha para o andarilho. Com certeza estamos no caminho certo.”

A outra dizia aquilo depois da resposta da mulher sobre o seu “pequeno mestre” não estar recebendo encomendas. O modo como ela o chamava me intrigava, mas era o menor dos meus problemas no momento. Começava a travar uma batalha com um dos lobos, tudo parecia correr bem até que o desgraçado achava que seria uma boa ideia abocanhar minha perna.

– Ahhh, cachorrinho mau!

Dizia de forma irônica ao mesmo tempo em que sentia toda a dor dos dentes daquele animal cravados na minha perna direita. Era nesse momento que ouvia uma voz gritar meu nome. “ Mas o que...” Pensava pouco antes de ser derrubada no chão pelo lobo devido a minha distração. Aquele que havia me chamado havia sido um garoto loiro com cabelos sobre os olhos e uma coroa na cabeça.... Uma coroa, dá pra acreditar? Quem diabos era aquele desgraçado?

”Ahhh, droga. Eu conheço esse daí. Estava nas reuniões do bando do meu pai. O que esse cara irritante está fazendo nesse lugar?”

– Ahhh, mais um conhecido nesse iceberg desgraçado. Quais as chances?

Dizia aquilo para mim mesma, mas resolvia apenas não me importar com aquele idiota no momento. Depois ele receberia o pagamento por ter me distraído. No momento, eu tinha problemas mais... “cabeludos” para resolver. Olhava bem para o animal que ainda abocanhava a minha perna, mesmo depois de eu ter ido de encontro ao chão. Naquele momento eu já sabia exatamente o que deveria ser feito. Tentando forçar um sorriso em meu rosto entre a expressão de dor, eu diria:

– Que orelhas grandes você tem!

Tentaria me esticar para puxar a orelha do lobo que estivesse mais próxima com minha mão esquerda. O puxão entretanto não seria para tirar os dentes do lobo da minha perna, sabia que isso apenas pioraria a situação. O objetivo deste golpe seria fazer com que o lobo amenizasse a força da mordida, e talvez até mesmo soltasse minha perna para tentar livrar sua orelha de minha mão. Em todo caso, esperaria alguns segundos após o começo do puxão para ver se o lobo daria uma brecha. Havendo ou não tal brecha, eu tentaria guiar minha espada com a mão direita até o pescoço do lobo, tentando atravessá-lo com uma estocada. Não pararia por aí, tendo acertado o golpe ou caso o animal ainda estivesse ao meu alcance, tentaria acertar outra estocada no mesmo estilo, mirando desta vez seus olhos ou novamente o pescoço do animal, em ultimo caso miraria em seu tronco. Se meu alvo fossem os olhos, eu diria:

– E que olhos grandes você tem!

Continuaria a golpear mirando nos pontos citados até que o animal estivesse morto ou fora de meu alcance. O sorriso sádico se espalharia em minha face caso tudo funcionasse bem. Se ao final os dentes do lobo ainda estivessem cravados em minha perna, tentaria usar minha mão sem a espada para abrir sua boca com cuidado tentando não agravar ainda mais o meu ferimento. Caso tudo saísse conforme planejado e o lobo estivesse morto e com seus dentes longe de minha perna, tentaria ficar de pé para ajudar Skorz. Tendo sucesso em pôr-me de pé, tentaria avançar agora na direção do lobo que lutava contra o meu acompanhante, tentando fazer a corrida em um ritmo que não fosse agravar meu ferimento. Chegando perto do animal, daria um assobio para que sua atenção se voltasse para mim e então esperaria pelo ataque, tendo em mente que talvez uma distração ao lobo fosse o bastante para que Skorz aplicasse um golpe mortal no animal.

De qualquer modo, se o lobo viesse em minha direção eu já possuía em mente dois possíveis modos de contra ataque. No primeiro deles, caso o lobo tentasse um ataque contra minhas pernas, até na altura dos joelhos, eu tentaria dar um grande salto (impulsionando-me principalmente com a perna esquerda para evitar forçar a perna ferida) visando ficar acima do inimigo. Caso isso desse certo, tentaria cair sobre ele com minha espada sendo segurada por minhas duas mãos e mirando uma estocada contra o animal abaixo de mim, dando preferência a seu pescoço. Caso o ataque mirasse qualquer lugar acima de meus joelhos, tentaria mover-me rapidamente para o lado esquerdo enquanto, simultaneamente, tentaria colocar minha espada na horizontal e golpear o inimigo ainda durante sua investida mirando preferencialmente a sua mandíbula. Caso tivesse sucesso no golpe contra a mandíbula, exclamaria:

– Wooow, mas que boca grande você tem!

Usaria da mesma estratégia de defesa contra lobos sempre que necessário caso fosse atacado por algum outro animal. Ainda havia, entretanto a possibilidade daquela mulher me atacar. Podendo notar a sua aproximação antes que ela estivesse muito próxima, eu tentaria usar o maior alcance de minha katana para exercer um corte em horizontal mirando em seu pescoço. O que dizer, eu preferia mantê-la viva mas... É o calor do momento. No caso de só notar sua aproximação quando esta já estivesse muito próxima, tentaria mover-me para a esquerda no caso de um golpe vertical ou de uma estocada, ao mesmo tempo levaria minha katana em direção a sua barriga tentando perfurá-la. Vindo um golpe horizontal ou diagonal em minha direção, tentaria mover-me rapidamente para trás visando evitar o ataque e logo em seguida tentaria um corte vertical de baixo para cima tentando atingir todas as partes possíveis do corpo da mulher a partir de sua cintura. Usaria destas estratégias quantas vezes se mostrassem necessárias.

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