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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Rebirth! Quebrando o gelo

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Roy Collins
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MensagemAssunto: Rebirth! Quebrando o gelo   Rebirth! Quebrando o gelo - Página 3 EmptySeg 04 Jan 2016, 17:26

Relembrando a primeira mensagem :

Rebirth! Quebrando o gelo

Aqui ocorrerá a aventura dos(as) Civis Yoshikatsu Nnoitra e Shimizu Hikari. A qual não possui narrador definido.


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MensagemAssunto: Re: Rebirth! Quebrando o gelo   Rebirth! Quebrando o gelo - Página 3 EmptySex 08 Jan 2016, 14:08


Leon Strongheart

Fast thought!!





Agradável aquela situação não era, já estava costumado a ver corpos mortos, mas a forma com que aquele homem estava, havia morrido de forma grotesca e talvez nem ao menos tivesse tido a chance de lutar e morrer honrosamente podendo continuar seu combate eterno no paraíso. Suas roupas? Lixo. Seus pertences? Apenas um caderno com folhas em branco, poucas escrituras e principalmente paginas faltando, não custava nada levar aquilo consigo e então guardaria em seu bolso esquerdo da jaqueta. O próximo na fila era o baú e logo que os baques contra a madeira ecoaram pela cabana, Leon pode observar que ele parecia ter sido arrastado, tanto o assoalho quanto a parede tinham marcas, qual seria o propósito daquilo, bem talvez depois de ver o conteúdo ele o arrastasse no sentido contrário para ver se havia algum motivo para aquilo, mas na hora o frio o incomodava e precisava ver se  haveria algo quente e aconchegante guardado ali.

Se ajoelhou ali a frente da urna, talvez assim conseguisse esticar um as costas ali dentro com todo seu tamanho. Logo que levantou a tampa de madeira gelada, mostrando o tesouro que ali jazia,não deu pulos de alegria, mas também não seria de todo inútil o que estava em seu interior. Um pequeno canivete de pescador e iscas que a muito já deixaram de prestar, mal teve tempo de fazer qualquer coisa e uma voz vinda de fora o chamou a atenção, parecia frustada de alguma maneira e o olhar daquela pessoa por entre os espaços das taboas fez Leon ter a sensação de impaciência, pelo jeito não era para ele estar ali e ao ver o homem tentando abrir a porta e o bravejar do mesmo, deixaram claro que não poderia ser um bom encontro. O que faria agora? Tinha de agir rápido, assim como fez com ele, a porta não seria um grande empasse para o homem, falar algo, talvez não houvesse tempo para que o homem que já não parecia que iria lhe dar boas vindas, o ouvisse com a razão, tinha de agir.

Leon usaria o que tinha em mãos, com o punho direito seguraria o canivete com a lâmina voltada para baixo de seu punho e enxeria a mão esquerda com as iscas podres. Seu coração pulsava forte, a adrenalina que corria por seu sangue naquele momento já o fazia esquecer de onde estava e do que passava nas ultimas horas, poderia estar perto de um combate iminente e de ser culpado por algo que não cometera. Dando uma meia volta sobre ele mesmo e pisando forte com a perna esquerda contra o chão, tomaria impulso com toda a força que conseguisse juntar na hora e partiria correndo para a entrada, jogando as iscas em seu punho esquerdo contra o homem na entrada e se impulsionando para frente com um salto, tentaria socá-lo com o punho direito em seu queixo, se projetando já para fora da cabana e por cima do homem. Se conseguisse acertar o golpe e cair sobre ele, apoiaria a lâmina do canivete contra seu pescoço tentando rendê-lo bravejando - PARADO AI!!!! QUEM É VOCÊ E O QUE ESTÁ FAZENDO AQUI?! FOI VOCÊ QUE MATOU AQUELE CARA?! - Usaria de seu peso e força para tentar mantê-lo no chão, atento para evitar que ele pudesse sacar alguma arma, se precisasse enquanto falava, o sacudiria contra o chão para tentar intimidá-lo ainda mais e não deixar inspirar alguma ação a não ser as resposta que queria.

Caso não conseguisse acertá-lo de primeira, mas conseguisse rendê-lo, assim procederia, caso contrário, me afastaria dele e me colocaria em posição de luta, andando naquela neve devagar circulando ele e então faria as mesmas perguntas. Se ele partisse para o ataque e não usasse o diálogo não haveria mais opção, teria de abatê-lo, dependendo se ele estivesse armado com armas de longa distância, tentaria chutar neve/gelo contra ele e então partiria contra ele novamente, agora tentando uma estocada contra seu estômago e então tentando desarmá-lo, já se fosse alguma arma de alcance menor ou lutador de corpo a corpo, esperaria que ele viesse contra si, se movimentar naquele tipo de terreno pode não ser muito fácil e tentaria usar aquilo a seu favor, assim que o homem o alvejasse, tentaria se esquivar tirando seu corpo do foco do golpe saindo de lado e então tentando cortá-lo com um golpe semelhante a um soco, mas que não alveja o homem, mas sim passar a seu lado deixando a lâmina transpassar seu pescoço.

Não importava como procederia Leon estava decidido a ditar os passos que o destino estava para dar, em último caso aquele homem era uma ótima fonte de roupas quentes.
 


Post: 003 ~ Rename: -X- ~ Location: Fernand Ice Island - North Blue 

Notes: • Qualquer dúvida só avisar, procurei usar bem das minhas vantagens nesse post.  
• Vício: 4/10 contando o da aventura velha
• Ganhos: -Canivete de pescador
• Perdas: N/A
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MensagemAssunto: Re: Rebirth! Quebrando o gelo   Rebirth! Quebrando o gelo - Página 3 EmptySex 08 Jan 2016, 16:10


   


Bíblia Sagrada! (Em Construção)




Arauto dos Céus.




- Sim, você está. Hahaha. Bem vindo ao paraíso. - Algo mais forte, uma sensação, talvez até mesmo Deus, diziam para ele que ele não estava morto. Mas era claro que ele estava no paraíso, afinal, ela estava sorrindo. ''Paraíso é uma questão relativa...''

- Você poderia me apresentar melhor o paraíso? As suas regras e leis.. E bem, qual é a verdadeira religião? É você quem a ensina? - E é claro que nas suas três perguntas ele se referia a ela. Ela o pegou pelo braço e o puxou na direção do santuário, e, sem reação, e com um olhar confuso, ele se deixou puxar por ela.

- Por onde começar...? Bom, nesse santuário cultivamos Freya. Nossa deusa da fertilidade e do amor. - Ele prestava atenção à ela enquanto ela falava - Somos bastante gratos a ela por sermos capazes de cultivar o que comemos. - Até então, Freya lhe parecia uma deusa agradável. Digna de sua sacerdotisa. - Nossas leis?... São as mais simples. Não fazemos com os outros o que não gostaríamos de receber, porém, exatamente por essa lei, possuímos uma política bem rígida e vingativa... Mas, na maior parte do tempo estamos aqui... - Ela puxou Edgar para se sentar ao lado dela, e ele, um tanto nervoso por causa da sua presença, demorou um pouco para entender e puxou o braço de volta. Até notar o que ela queria e sentar ao lado dela. Bem próximo a ela. Até que resolveu se afastar um pouco dela.. Não sabia se aquilo a incomodaria. -... agradecendo à Freya por nosso alimento e pelo dom da minha irmã, que mantém o perigo longe da nossa aldei...comunidade celestial. Ah, e a propósito... Todas as nossas oferendas amorosas são feitas bem aqui, nesse altar em que estamos. - Ele percebeu que ela havia se atrapalhado com as palavras, mas preferiu não falar nada. Estava gostando da brincadeira...

- AH! Sabe de algo bem legal?! - A princípio, a fala dela assustou ele. Mas então ele se recompôs e começou:

- O.. O quê? - Falava e dava um sorriso, ansioso e atento.

- Vou te mostrar minhas asas... - Ela se virou de costas para ele e começou a puxar as roupas para cima, a fim de mostrar algo para ele. ''A.. Asas?'' ele se perguntou. Mas é claro que aquilo era uma brincadeira, assim como o fato de que ele estava morto...

- SARAH!! - Uma voz berrava, o arrastando para fora do seu pedaço do paraíso. - SUA IRMÃ NATASHA FOI SEQUESTRADA PELO KRIEG! SEU PAI ESTÁ ARMANDO O NOSSO PESSOAL E IRÁ COMEÇAR UMA GUERRA LOGO AO CAIR DA NOITE! VENHA, ELE PEDE SUA PRESENÇA!!!ONZE

O clima havia sido destruído em pedaços, e, agora, o frio voltava a cair em peso sobre suas costas. A atmosfera estava pesada novamente.

- Me desculpe. - Ele havia ficado confuso com o olhar dela e a forma como ela saíra correndo. Correu atrás dela por sobre aquela terra gelada e a seguiu até uma vila. Na vila, ele percebeu várias pessoas juntas e aglomeradas em torno de caixas... E.. Dentro daquelas caixas...

Os olhos de Edgar se arregalaram. ''Arm.. Armamentos..?!''

Deus o havia enviado para aquela ilha para ver uma matança? Não.. Não poderia ser. Deus era bondoso e misericordioso. Ele só não conseguia enxergar bem os objetivos dele.

- Assim que cair a noite, tendo o retorno ou não desse grupo de ataque inicial que enviamos, iremos atacar com todos os nossos homens preparados. A prioridade é apenas uma: Resgatar minha filha Natasha das mãos do invejoso Krieg. Invadiremos todo o seu território e o enforcaremos até que, engasgado de seu próprio sangue, revele a localização do nosso tesouro mais importante!

Ficava cada vez mais assustado. Aquela época da sua vida de ver gente morta já havia passado.. Fechou os olhos e virou o rosto, apertando os olhos com força e sofrimento. Estariam todos eles fadados a morrerem? O pior de tudo, é que naquele tipo de guerras, o lado certo nunca importava...

- Aquela que nos mantém vivos nessa terra fértil! - E enquanto ouvia essa frase, começou a perceber os verdadeiros planos de Deus para si. - A abençoada de Freya, Natasha! - Os homens começavam a gritar, e aquilo apenas deixava o padre ainda mais assustado. Mas a sensação de Deus, das coisas que se costuram perfeitamente, de milhares de rios desaguando em um enorme mar ao mesmo tempo, e das tramas perfeitas e bem encaixadas com um final feliz. Aquela sensação o preenchia, e ele sentia que estava fazendo a coisa certa. De repente, o medo sumiu. Ou era aquilo que ele se dizia...

- E ao fim da guerra que travaremos, seremos vitoriosos, homens! E festejaremos em nome da nossa deusa durante toda uma semana no Santuário! - Todos os homens berravam juntos, como demônios. Como se matar pessoas realmente fosse resolver algo. - E como prova de minha gratidão... Ao Heroi da Batalha... Darei a honra de ser o centro do ritual, tendo à sua disposição minha filha mais velha, Natasha Hasina!

Todos aqueles gritos, e todas as pessoas ao redor dele.. Tudo aquilo começava a assustá-lo. As vozes retumbavam em todos os lugares, e ressonavam junto com as batidas de seu coração. As pessoas começaram a girar ao seu redor, e seus pés pareciam menos fixos ao chão. Com eles arregalados, deu um passo para trás para sustentar o peso das vozes e dos acontecimentos prováveis sobre sua cabeça.. Também estava tonto. Não poderia permitir matanças. Não poderia permitir que escolhessem o destino daquela garota, e lhe tirassem seu nome e vontade, como os padres há muito haviam feito... Se aquilo era por Freya.. Só havia duas possibilidades: Ou ela era uma deusa ruim e orgulhosa fazendo coisas boas apenas para preencher o próprio ego, ou ela era uma deusa bondosa, e estava esperando que Edgar Murphy, auto-batizado, agisse.

- NÃAAAAAAAAAAAAO!! - Ele berraria, e colocaria o máximo de potência possível em sua Voz Encantadora, chamando a atenção de todos ali. - NÃO, NÃO, NÃO!! - Começaria a berrar, chamando a atenção de todos conforme caminhava na direção do caixote de armas. Seu objetivo era que sua voz e a presença dela fizessem com que ele não fizesse nada contra ele.

Tendo conseguido chegar até o caixote, chamando a atenção de todos, pegaria uma katana de dentro da caixa de armamentos.

Subiria em cima da caixa de armamentos saltando e dando uma cambalhota, abusando do máximo de sua Acrobacia. Seu objetivo era chamar ainda mais a atenção deles, como ele já havia feito milhares de vezes em suas apresentações como padre e como carrasco.

Ergueria a katana acima da própria cabeça, e esperaria que todos olhassem para ele.

Agora que todos olhavam para ele, ele só conseguia se perguntar uma coisa: ''Certo, mas e agora?''

Por sorte, havia passado anos de sua vida mentindo. Na rua, ele mentia para roubar e sobreviver. Como carrasco, ele mentia para si mesmo sobre a justiça nos seus assassinatos vis. Na igreja, ele mentia para pessoas que não tinham motivos para viver, dando algo em que acreditar. Finalmente poderia mentir pelos motivos corretos.. E aquilo aguçava bem mais sua mente criativa.

Encararia Sarah, dando um sorriso para ela.

- AQUELES HEREGES E INFIÉIS DEVEM ESTAR SE PERGUNTANDO QUEM EU SOU... BEM, OS JUSTOS ME RECONHECEM. - Começaria a falar. - EU SOU O MENSAGEIRO DE FREYA, E ACABO DE BROTAR DA TERRA CUMPRIR MEU SERVIÇO COMO ARAUTO. - Bem, aquela mentira seria possível de se engolir... Afinal, ele era um completo desconhecido vestido com roupas de padre... - E A MENSAGEM É QUE UMA GUERRA A ENTRISTECERIA, ASSIM COMO UMA MATANÇA, E É POR ISSO QUE EU VENHO!! EU VOU RECUPERAR SUA FILHA, E VOLTAREI ANTES DE VOCÊS COGITAREM UMA GUERRA NOVAMENTE!! - Gritaria. A verdade, é que ele poderia até mesmo colocar verdade em suas palavras. Afinal, ele realmente acreditava que Freya poderia existir. E que estava ali por um motivo grande de impedir a guerra. E também queria salvar a irmã de Sarah daquele inferno.

Saltaria para fora daquele caixão, ainda com a katana em mãos, e começaria a correr. Pararia por um instante e se voltaria para todas as pessoas ali:

- E ENTÃO ME RESPONDAM... EM NOME DE FREYA, A DEUSA DA AGRICULTURA QUE SEMEIA ESTAS TERRAS... - Falaria em tom épico. Exaltando os deuses daquele local. - pra que direção eu vou mesmo? Hihi...

Correria na direção em que apontassem, e seguiria os passos daquela que provavelmente seria a tropa de exploração.

Sairia daquele local o mais rápido que pudesse, antes que suas palavras começassem a soa como absurdas e as pessoas começassem a duvidar dele. Caso qualquer coisa desse errado, ele diria:

- VAMOS, SACERDOTISA SARAH. DIGA A ELES QUE É A VERDADE!! - E continuaria com o seu plano, seguindo eles com a katana.





               
- HP: 120/120

               
SP: 62/62








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MensagemAssunto: Re: Rebirth! Quebrando o gelo   Rebirth! Quebrando o gelo - Página 3 EmptySex 08 Jan 2016, 18:02

Luz no fim do túnel


___Já nem dava ideia mais para a garota, começava a andar ignorando suas falas, sua concentração estava no frio de sentida e na suspeita de que morreria de frio se não achasse agasalhos logo. Andava naquele buraco buscando saída até ver uma iluminação. Luz? Fim do túnel? Encontrei minha passagem para o além? Já sentia o calor do céu erradicando o frio que eu sentia, abriria meus braços e deixaria o anjo me levar, mas não levava.

- Han!?

' Ufa

___Suspirava, não havia chegado minha hora ainda. ' Eu não sou uma garota ¬¬ -'- ' Meu primeiro raciocínio quando o túnel para a luz virava uma pessoa com uma chama, ao menos encontrava fogo. Observava ao meu redor alguns segundos antes de voltar minha atenção para a chama e ficar encarando-a. Estava de fato aliviado de ter encontrado uma presença humana ali.

- Temos um Nnoitra morrendo de frio.

___Diria sorrindo, me aproximaria do homem, usaria meu dom natural da voz para que ele não temesse minha presença e deixasse-me aproximar. Estenderia as mãos diante da lamparina, se estava com uma temperatura acima de 0° já deveria ser considerado um objeto sagrado naquela ilha. Manteria o sorriso no rosto e começaria a falar com o homem, com meu tipico tom de voz um pouco estridente.

- O senhor pode me arrumar alguns agasalhos ou um lugar para me aquecer?

___Insistiria com o homem se fosse necessário e bajularia. Tomaria precaução também de não deixá-lo chegar perto de minha coroa, afinal num lugar que deveria ser tão rico de ouro quanto uma macieira é de laranja, poderia atrair atenções indesejadas naquele item brilhando no topo de minha cabeça.

- Se não for pedir muito, talvez algo para comer também.

___ Provavelmente isso era pedir muito sim, mas quem sabe tirava sorte grande de encontrar um digno banquete ali? Diria e caminharia com o homem pacificamente se possível.


Off:
 

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MensagemAssunto: Re: Rebirth! Quebrando o gelo   Rebirth! Quebrando o gelo - Página 3 EmptySex 08 Jan 2016, 21:32


Be Back


Agora aquecida pelo casaco da garotinha, sentia-me livre para pensar e opinar sobre a situação pela qual aquelas pessoas passavam. Logo ela se apresentava e sorria para mim, tendo o sorriso devolvido em seguida. Hikari... Aquele nome não me era estranho, talvez eu realmente conhecesse a garotinha de algum lugar. Tentava buscar nos confins de minha memória e me lembrar, mas não havia nada a que eu conseguisse associar esse nome. Concluía que provavelmente tudo aquilo era um falso dejavu ou apenas um nome que havia escutado aleatoriamente em algum momento da minha vida. Apesar disso começava a gostar bastante da doçura da garotinha, seu coração não havia esfriado em meio a todo o gelo que havia por ali.

Não sabia o motivo exato para aquelas pessoas estarem sendo atacadas, mas havia conseguido entender que estavam sendo acusados de algo que não fizeram. Com a aquisição de mais um motivo para tentar defender aquelas pessoas da melhor maneira possível, Eu ouvia primeiramente tudo o que aquelas pessoas tinham a dizer e também expunha o meu pensamento. Era só nesse momento que via um homem estranho de cabelo azul e uma marca sobre o olho chegava e cochichava alguma coisa nos ouvidos do mensageiro, mesmo me esforçando eu acabava não conseguindo ouvir.

”Hmm... Suspeito. Será que eles realmente não fizeram nada?”

Não havia um modo de tirar aquela duvida de minha mente naquele momento, ao invés eu apenas começava a prestar atenção na aglomeração de pessoas que se juntavam ao redor deles. Conseguia sentir a preocupação do homem com seu povo, mas ao mesmo tempo detectava o receio em sua voz. Aquelas pessoas realmente não estavam preparadas para um confronto. ”Ahh, droga. Tínhamos que ficar com os covardes inúteis do nosso lado da guerra? Bom, acho que precisaremos de ser criativas para fazermos esses molengas lutarem. Em ultimo caso, apenas arrancamos a cabeça do líder deles e entregamos para o outro. Não vamos morrer por um desconhecido, mas aposto que com a cabeça arrancada ele não se importaria em fazer isso por nós.” A outra tinha razão, seria idiotice morrer por aquelas pessoas desconhecidas por mais que fossem inocentes em meio a tudo aquilo, mas matar o líder deles talvez fosse uma medida muito radical.

Recebia então um machado que era aparentemente uma das poucas armas que haviam naquele lugar, não era do estilo que eu estava habituada mas meu pai havia me ensinado a sempre me virar bem com outros tipos de armas também. Logo ouvia o plano de Hikari, a corajosa garotinha desejava ir sozinha negociar com o outro grupo de nativos enquanto eu ficava ali e ajudava aqueles homens a montarem uma defesa. Sorria ao ouvir todo aquele corajoso plano, e ao ver que a garota já havia até mesmo bolado algumas estratégias para que pudéssemos defender aquelas pessoas caso as coisas fossem mal. Era inteligente e corajosa o suficiente para saber que as coisas poderiam acabar mal na negociação, e provavelmente também estava ciente de que poderia acabar não voltando.  

E era aí que repentinamente a garota saía do casaco e punha-se de pé. Me surpreendia com sua atitude e só neste momento reparava em suas roupas que não pareciam em nada com as roupas dos nativos daquela ilha que pareciam vestir apenas casacos. Outra visitante naquele fim de mundo assim como eu... Quais as chances disso acontecer? Só agora percebia, conseguia ter uma lembrança de onde já havia ouvido aquele nome e daqueles cabelos púrpuras... Logo ouvia o motivo de ela ter aberto mão do conforto daquele casaco, realmente, era a garotinha mais corajosa que eu já havia conhecido. Antes de vê-la indo embora, seguraria seu pulso com cuidado enquanto diria:

– Kari, espere! – Pararia a movimentação da garota por alguns segundos. Logo depois de soltar seu pulso eu levaria a mão até minha boina, tiraria e colocaria na cabeça da garota, sorrindo – Essa boina é muito importante para mim, então tem de prometer que vai mantê-la segura e voltar para devolver para mim quando isto tudo acabar. Tudo bem?

Era o meu modo de tentar dar ainda mais coragem a garota, e mais motivos para que ela se esforçasse ao máximo para retornar e ficar em segurança – Boa sorte! – Diria ainda sorrindo para a garotinha. Havia finalmente me lembrado dela, da ultima reunião do Sickle at Sea na qual eu havia ido com meu pai. Na época, a garotinha de belos cabelos púrpuras tinha apenas três anos de idade e por isso havia se tornado uma figura tão difícil de se lembrar em minha mente. Mas o nome, os cabelos, a idade que aparentava ter, as roupas que vestia características de pessoas de fora daquela ilha, tudo aquilo me indicava de que era realmente a garotinha que conheci uma vez. Sentia-me feliz em vê-la, mas sabia que aquele não era o momento ideal para dizer tudo aquilo.

Veria então a garotinha indo embora. Tentaria vestir corretamente o casaco e com o machado tentaria cortar da melhor maneira que conseguisse a sua borda inferior até que chegasse a um ponto que este não fosse me fazer tropeçar, e se necessário também cortaria suas mangas até que chegasse a um ponto que não atrapalhassem o movimento de meus braços ou a execução de golpes. Durante o corte voltaria a falar com o homem que momentos atrás havia me dado o machado. Tentaria contar para ele o que planejava para as defesas de seu povo que parecia precisar urgentemente daquilo.

– Bom, em primeiro lugar, qual o seu nome mesmo? Não cheguei a ouvir. – Sentia-me levemente envergonhada por aquela pergunta, mas era a verdade. Eu não tinha a menor noção do nome daquele homem. Logo em seguida voltaria a dizer – Kari nos deu uma boa ideia, temos um campo de batalha favorável a nós então é melhor que chame um homem que conheça bem o lugar e mapeie todos os lugares onde o gelo é mais fino, se pudermos atrair aquelas pessoas para lá muitos deles serão derrotados antes mesmo da luta de verdade começar. Talvez deixar grupos de homens encarregados de atraí-los seja uma boa ideia. – Tentava usar a maior seriedade possível em minha foz aproveitando-me também de meus dons naturais de convencimento. Logo em seguida, voltaria a dizer – E precisamos  de coisas afiadas ou cortantes. Se não tiverem, afiem tudo o que for possível afiar. Madeira, metal, não importa, o importante é que possa ferir um inimigo.

Faria alguns movimentos no ar com o machado, para tentar me acostumar a este já que pelo visto seria o meu companheiro durante toda a luta. Não mentirei, no inicio havia sentido um leve frio na barriga pelo que poderia acontecer mas agora tudo o que conseguia pensar era no calor que aquela batalha traria para todos que estavam ali. Apesar disso ainda desejava uma espada para que pudesse aproveitar ainda melhor o calor da batalha, tentaria então pedir para o mesmo homem de antes – Não tem uma espada aqui? Sou melhor com elas do que com machados, mas também posso me virar bem com isso aqui. – Não tinha muitas esperanças de que fossem realmente possuir uma espada ali, mas achava que valia a pena tentar. Por ultimo, lembrava-me de uma ultima coisa que precisava ser feita para preparar os homens para aquela batalha. Me voltaria para o mesmo líder e diria:

– É bom com discursos? Dizem que as pessoas lutam melhor se souberem que são apoiadas por alguém que admiram...

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MensagemAssunto: Re: Rebirth! Quebrando o gelo   Rebirth! Quebrando o gelo - Página 3 EmptySex 08 Jan 2016, 22:36


Iona L. Walker

What!? I am just having some fun







Bullseye! Dava pra perceber que ninguém gostava da situação da tribo, mas acertar desse jeito? Começava a pensar que aquele homem realmente estava extremamente desesperado, não é sempre um líder de tribo ouve um qualquer, ainda mais quando é a vida de sua filha que está em jogo. Não literalmente em jogo, mas algo próximo a isso. Perto do sentido de coloca-la em um espeto aos ursos. De toda maneira, tinha um plano bem solido e a maneira como chegava, isso sim deixava aquele homem sem palavras, ele não tinha nem o porquê nem à vontade para negar a ajuda que oferecia. Aquela pequena aposta já era minha, ouvia isso em cada uma de suas palavras, deixava a vitória transbordar pelo rosto e pelo corpo. Tinha o pessoal e o equipamento, só precisava surrar uns idiotas estúpidos e teria também a fama de heroína, um plano perfeito.


- Naturalmente. Comentava enquanto colocava uma mão a lateral de cada coxa, me curvando lentamente em uma mesura com um vestido imaginário.
- Prometo por meu pescoço e por qualquer outra parte que desejar. A garota estará de volta tão logo quanto possível.

Contando comigo, tínhamos um total de sete cabeças. Não sabia exatamente quem eram, mas ao menos eles decidiam se armar, além de pelo menos terem sido escolhidos pelo líder local. Se estivesse certa, ao menos ele tomaria o cuidado de selecionar os melhores para aquela missão, ficava satisfeita com isso. Teria um belo combate a frente, um guiado por pessoas de confiança. Não de minha confiança, mas de confiança. Sorria e ia até os barris de arma para uma rápida averiguada, tinha tanta coisa que apostava que ninguém daria falta de um par de soqueiras ou manoplas, uma pena não ter tempo o bastante para ver aquilo direito. Pegaria o primeiro par que visse e seguiria em caminho reto para o próximo objetivo. Ice Road pelo que havia ouvido fala, não que conhecesse a ilha, mas não gostava nem um pouco desse nome.

- Então, alguma coisa que precise saber antes de encontrarmos alguém?

Falava alto o bastante para todo o grupo ouvir quando já estivéssemos sozinhos. Não falava com ninguém em específico para justamente saber o que poderia esperar daquelas pessoas, todos deveriam ter uma reação ou outra, se ao menos tivesse uma base para como lidar com eles as coisas seriam bem mais fáceis. Apostava que o caminho era o que pensava ser, frio e úmido. Não conversaria com ninguém a menos que falassem comigo diretamente, apenas me manteria andando e assoviando uma antiga música que ouvia as noites. Era estranho, a havia ouvido tantas vezes antes, mas agora me fugia a memória. Como era mesmo o nome dela?


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MensagemAssunto: Re: Rebirth! Quebrando o gelo   Rebirth! Quebrando o gelo - Página 3 EmptySab 09 Jan 2016, 07:32




O Filho Único

"Duas horas para o anoitecer."



A lagomorfo sentia bastante frio quando entrou na caverna. Podia perceber que se tratava de um local com bastante profundidade, ao contrário do que parecia. O fundo da caverna permanecia escuro, apesar de que ainda assim, a mink conseguia ver um túnel que se seguia para mais adentro.
- Você não vai se importar não é? Então... porque está chorando sozinha? - A garota não respondia, virava de lado e deitava ao chão, enrolando-se ainda mais na malha, porém, permitindo que Viper se aquecesse ao seu lado. Ao fazer sua pergunta quanto à comida, a garota soltava algumas palavras. - Meu pai...


...


Os movimentos de Leon eram sagazes. Levava das minhocas mortas e podres à mão esquerda e do canivete à sua direita, empunhado para baixo. Assim que o homem conseguia, por fim, abrir a porta, Leon aparecia, lançando as iscas em sua direção. Rápido e já preparado, ele pulava para trás, sequer sabendo do que se tratava aquilo jogado contra ele. Pulara no instinto. De seguida, observara enquanto as iscas caíam na neve ao seus pés, voltando sua visão para cima enquanto um punho fechado voava em sua direção, atingindo o seu rosto e o fazendo cambalear para trás, porém não caía. Segurava o punho que Leon utilizava para socá-lo, e com a outra mão, socava o rosto do rapaz com força, deslocando-o para o lado. De seguida, e finalmente soltando o braço de Leon, o estranho chutava-o, com as pernas flexionadas à sua frente de forma a empurrar o garoto, que pulava para trás de forma a se reposicionar.

- O que você viu?! HEIN?! ME DIGA, VOCÊ QUER ACABAR QUE NEM AQUELE OUTRO?! - Gritou, seus olhos arregalados em um desespero psicopata, como um louco que cedia à insanidade para defender as provas que lhe culpavam. Leon, entretanto, permanecia calado. Esperava. - DESGRAÇADO! - Avançou ferozmente, como um touro, elevando sua mão destra ao lado de sua cabeça e apontando para Leon, que, agilmente desviava para o seu próprio lado esquerdo, passando a sua mão destra com o canivete pelo pescoço do estranho, cortando-o.

*BUF*

O homem caía ao chão, deslizando alguns centímetros. Seu pescoço vazava quantidades imensuráveis de sangue enquanto ele amaldiçoava o garoto, engasgando-se na própria saliva ensanguentada. Por fim, calava-se.


...


Após deixar sua promessa para aquela tribo, Iona pegava um par de manoplas, arrumando-os em suas mãos e preparando-se para sair. Já acompanhada do grupo, que ia sendo liderado pela mulher de cabelos negros, antes apresentada por Khars. Lentamente, seguiam a Ice Road, passando por um território de algumas moitas, árvores secas e neve, bastante neve.
- Então, alguma coisa que precise saber antes de encontrarmos alguém?

Todos permaneciam calados, como se ignorassem o que a loira havia dito, porém, continuavam caminhando juntos, em formação. - Desculpa... É que ninguém realmente quer essa guerra... É um fardo pesado demais para a nossa tribo, além de ter sido um choque ser traído por aliados tão próximos... - Ela parava de falar por algum tempo, seus passos e tornavam mais calmos. - Mas a pessoa que mais sofre com isso continua sendo nosso líder, Khars. Não apenas por ter envolvido sua filha... Mas pelo sequestrador, Jhonny Krieg, ser alguém com quem ele se importava bastante... Johnny Krieg e Khars Vintovich são irmãos de sangue.


...


- NÃO, NÃO, NÃO!! - Todos paravam a agitação, olhando para a figura estranha que se metia por entre a multidão, dirigindo-se ao centro da plateia. Edgar era familiarizado com aquela sensação. Passava a mão por um dos caixotes, e, puxando uma katana para si, subia em cima do carregamento, dando uma cambalhota antes de pôr-se de pé, ali, elevado onde todos pudessem assistir o seu espetáculo. - Não? - O líder perguntava, de fato, confuso. Encarava os seus conselheiros, ao lado, e todos o respondiam com a mesma expressão. Nenhum entendia o que se passava ali, em meio à preparação de uma guerra.

Um silêncio tomava conta geral, e, nos segundos seguintes, até a movimentação de todos era limitada. Todos permaneciam quietos, confusos, mas quietos; Surpresos, mas quietos. Até mesmo Sarah tentava entender o que passava.
- AQUELES HEREGES E INFIÉIS DEVEM ESTAR SE PERGUNTANDO QUEM EU SOU... - Todos se entreolhavam. Apesar de ninguém realmente o conhecer e todos terem a mesma dúvida, forçavam uma expressão de total ciência, olhando para os lados e procurando dentre seus conhecidos os que se identificavam mais com os tais "hereges e infiéis". - BEM, OS JUSTOS ME RECONHECEM. - Todos permaneciam em silêncio, alguns outros ousados, assentiam com a cabeça. Edgar não era um bom ator, mas, talvez, conseguisse ser algo bem melhor que isso. Não enganava a plateia com caras e bocas, ou sentimentos forçados. A enganava com sua própria religião.

- EU SOU O MENSAGEIRO DE FREYA, E ACABO DE BROTAR DA TERRA CUMPRIR MEU SERVIÇO COMO ARAUTO. - Os olhos se arregalavam com o anúncio. Alguns cochichavam para seus vizinhos, outros, permaneciam em silêncio, em choque. - E A MENSAGEM É QUE UMA GUERRA A ENTRISTECERIA, ASSIM COMO UMA MATANÇA, E É POR ISSO QUE EU VENHO!! EU VOU RECUPERAR SUA FILHA, E VOLTAREI ANTES DE VOCÊS COGITAREM UMA GUERRA NOVAMENTE!!

Um peixe era lançado na direção de Edgar, mas, passava em frente ao seu rosto, sem realmente tocá-lo, o que poderia tê-lo assustado pelos segundos em que o vira voar à sua frente. Partindo da plebe, o peixe parava em um dos conselheiros, que sequer notava ter sido atingido. - Entristeceria?! Achamos que Freya gostava da guerra e da batalha! Nossos ensinamentos dizem isso! Estamos errados?! - O povo começava a duvidar da mentira de Edgar, que, sentindo-se em uma situação de desespero, apelava para Sarah.

- VAMOS, SACERDOTISA SARAH. DIGA A ELES QUE É A VERDADE!! - Todos viravam para ela.
- Minha filha... É verdade o que esse homem diz? - Ela olhava a todos ali, passando a olhar para Edgar demoradamente, e então, para seu pai. - Sim, é verdade, Meu Pai. Este homem diz a verdade sobre sua origem, eu o trouxe junto de mim desde o Santuário, onde ele brotou à envio de Freya. - Um som de surpresa ecoava pela multidão, que, aos poucos, dobravam seus joelhos perante à imagem viva do Enviado de Freya.

- Então Freya... Freya quer que entreguemos tudo em Vossa Sagrada Mão? - Perguntava ele, mas como uma auto-confirmação. Sua expressão ainda parecia surpresa, quase incrédula. - Finalmente... Finalmente, depois de tantos anos... Freya... Você nos enviou uma prova viva de que nossos bacanais não foram em vão... Fr-Freya está ao nosso lado! - E se ajoelhava, junto dos demais. Seus conselheiros faziam o mesmo, seguindo o seu exemplo. Nesse momento, até Sarah sorria com a mentira, se ajoelhando também.

- E ENTÃO ME RESPONDAM... EM NOME DE FREYA, A DEUSA DA AGRICULTURA QUE SEMEIA ESTAS TERRAS... - Começava a dizer, descendo, cambaleante, de cima dos caixotes, por pouco não perdendo o equilíbrio. Pousava, finalmente, ao chão, com um pulinho desajeitado. - pra que direção eu vou mesmo? Hihi... - Todos, ainda de cabeça baixa, se olhavam por alguns instantes, para então, incrivel e comicamente sincronizados, apontarem os dedos indicadores para uma direção: Oeste.

Edgar olhava para os lados, vendo a população ainda em envolta na sua mentira, e, antes que fosse abusar demais da sorte, correu para Oeste, completamente sem jeito, enquanto todos da tribo o viam partir, ainda ajoelhados. Novamente, um pensamento era comum na mente de todos aqueles que ali estavam: "Esse é o cara... Que temos de confiar?"


...


Hikari finalmente alcançava a longa e estreita ponte natural de terra; A Goela. Levava  - além da boina de Ada - uma harpa em mãos, a qual era o único instrumento musical que possuíam naquela tribo, guardado por muito tempo como uma "relíquia do mundo lá fora", como fora citada por Skorz. Tivera sido um caminho considerável a percorrer até ali, o qual a guiara por um cenário bonito, porém, congelado, com grupos de pinguins e algumas lontras, quando chegara a passar próximo do litoral sul da ilha.
Porém, finalmente chegava à Goela, e, para a sua surpresa, encontrava um grande grupo de soldados logo à frente, possuindo em torno de sete pessoas, as quais podia confirmar ao se aproximar, enquanto cantava.

- Olá!! Meu nome é Hikari!! Qual o seu? - Ela perguntava à mulher que tomava a dianteira do grupo, que a encarava com desânimo, impaciência. - Não tenho tempo para brincar, pivete. - E empurrava a garota para o lado, removendo-a de sua passagem.

*POW*

Um som de tiro eclodia no local. As pessoas encaravam umas às outras, procurando qualquer um que os houvesse executado, e sem dificuldades encontravam um grupo, contendo em torno de quinze pessoas, se aproximando pela costa sul da ilha principal. Vários deles portavam rifles e disparavam chuvas enquanto se aproximavam. Todos trajavam vestimentas comuns, apenas com algumas malhas de ursos por cima de seus trajes. À frente da trupe, um deles se destacava.

O líder da trupe mantinha uma postura imponente, suas mãos segurando a katana à frente de seu corpo, já fora da bainha. Um sorriso doentio estampado em seu rosto, e a voz, estridente, dera sinais nos momentos posteriores:

- Não vos deixarei passar desse local. Uma pena, não é mesmo?! - O homem continuava, erguendo ambos os braços ao lado do corpo, horizontalmente, sentindo-se feliz por ser o centro das atenções. - Mas não temos o que fazer, já que resolveram atrapalhar o jogo das duas famílias... HYAHAYAHAYAHAY! - Sua trupe estava cada vez mais perto, chegando até o extremo da estreita Goela, impedindo a passagem do grupo para a ilha principal. Inclusive Hikari, que já estava no meio da passagem. Pelo lado dos Ursíneos, Edgar chegava mais atrás, a tempo de ouvir e ver a chegada agressiva do grupo misterioso.


...


Após ter sido confundido com uma garota, Katsu fazia alguma reclamação breve quanto ao frio extremo pelo qual seu corpo ainda passava, porém, o estranho permanecia indiferente. - Quem é você, moleque? Nnoitra? O que é isso?! - Katsu, porém, chegava mais perto, aproximando-se da luz e pondo suas mãos para se aquecer ao fogo.
- Owowowow, tá pensando que isso aqui é um hotel e que eu sou a sua camareira ou algo do tipo? Antes de mais nada, você nem deveria estar aqui. Quem é você? Não deve ser um dos nativos lá fora, pelo jeito que se veste. É um caçador de recompensas?! Um pirata perdido? Acho melhor desembuchar logo... - E metia a mão livre nas vestes, puxando uma pistola e apontando para o garoto.

Naquele momento, já à curva do túnel, Katsu podia ver o que estava daquele lado. Se tratava, inclusive, de um quarto improvisado, com um beliche, cômoda abarrotada de roupas sujas e não dobradas, e uma mesinha ao centro, com dois copos. O local era iluminado com lamparinas, presas à buracos escavados nas paredes. Sentada na cama de cima, estava uma mulher, igualmente suspeita.


...


Após se despedir de Hikari, lembrando de quem ela realmente era, voltou-se em sua atenção para o nativo, trazendo-lhe mais perguntas. - Chamo-me Skorz. - E, após saber seu nome, continuava: - Kari nos deu uma boa ideia, tem...

- Espera, espera... conta isso pro líder, sou só um mero cidadão, porra Acho melhor que conte esses planos para o Jhonny. De pouco uso isso terá para mim... Apenas... Venha comigo. - E puxava a garota consigo até o meio da multidão, aglomerada conversando sobre os acontecimentos. Chegando próximo de Krieg - que sentava sobre um trono ao ar livre -, Skorz posicionou a garota em frente a ele. - Ela e sua amiga estão trabalhando para resolver a situação... A outra garota foi até a terra dos ursíneos tentar apaziguar a situação... Ela tentará encontrar Natasha, e...

- Deixe-me ouvir a garota. - Krieg dizia, com um tom firme, apesar de ter uma aparência horrível.

- [...] o importante é que possa ferir um inimigo. - Krieg ouvia, e a cada palavra que a garota dizia - empenhada em resolver a situação - mais destruída a sua expressão ficava. - Não tem uma espada aqui? Sou melhor com elas do que com machados, mas também posso me virar bem com isso aqui. - Perguntava, dessa vez se direcionando à Skorz, que, antes mesmo de poder dar uma resposta, era interrompido por Krieg, que se levantava de seu trono de madeira. - Possuo algumas poucas armas no arsenal, e posso te ceder uma espada. Posso ceder um armamento para a grande maioria aqui presente. - Começava, seu tom de voz aumentava gradativamente, conforme objetivava alcançar não só a garota, mas toda a população. - Mas... Desde que estarão lutando por mim, sinto que merecem saber de algo, para, assim, terem certeza se pretendem lutar por um Rei como eu. - De pé, manteve seus olhos focados nos da garota Ada. Se auto julgaria conforme a mudança no olhar da estrangeira. Tentava, além de tudo, ver o seu próprio reflexo naqueles olhos.

- A maioria de vocês sabe que eu e Khars, o Líder dos Ursíneos, somos irmãos. - Começou. Toda a população em volta dele, em um grupo. Alguns assentiam em cada palavra que saía da boca do Rei, como se ainda esperassem pelo pior, ou o conhecessem. - Mas, sobre o que aconteceu na última noite, com o sequestro de Natasha, filha de Khars... Eu sou o único e verdadeiro culpado pelo acontecido.

Spoiler:
 

















NÃO PERCAM O PRÓXIMO CAPÍTULO:
 

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MensagemAssunto: Re: Rebirth! Quebrando o gelo   Rebirth! Quebrando o gelo - Página 3 EmptySab 09 Jan 2016, 09:18

O fim chega cedo? Rebirth! Quebrando o gelo - Página 3 2869820699


- Isso. É meu nome. Yoshikatsu Nnoitra, prazer.

___ Responderia a primeira pergunta do homem, infelizmente para mim o homem não era do tipo amigável, suas falas pareciam cada vez mais grosseiras, porém eu não levaria pro pessoal, sei que as pessoas são idiotas assim mesmo. A sequência de novas perguntas só firmavam uma hipótese que eu tinha. Assim que o homem apontava-me a arma eu levantaria ambas as mãos para cima como se me rendesse. ' Agora além de morrer de frio, posso morrer baleado. Quando eu disse que não queria morrer de frio, você não entendeu, né? A parte importante não é o frio, mas sim não morrer! Eu não quero morrer! Vlw!?

- Shishishi não penso que você é uma camareira, uma camareira nesse buraco shishishi boa - Ria na cara de pau da "piada" do homem que me apontava uma arma. Cara se tinha algo que eu poderia dizer sobre agora, era que essa adrenalina era demais, parecia até esquentar meu corpo, coração acelerado diante do problema, me sentia extremamente bem, é estranho dizer isso? Hipótese 1 que se passava em minha mente ' Esse cara ta devendo hein... ' - Eu aportei nessa ilha para começar minhas aventuras e bem... Caí nesse maldito buraco... Sei o que está pensando, quem diabos começa uma aventura nesse fim de mundo? Pois é, aqueles idiotas acharam que seria engraçado me largar aqui pra morrer de frio. - Conversaria com o homem normalmente, confesso que parte de mim estava louco para vê-lo apertar o gatilho, porém eu tinha que ser lógico, estava desarmado e daria merda se ele atirasse ali dentro, não me parecia uma estrutura firme.

- Sabe... se for atirar, sugiro que tenha certeza que vai acertar, ta ligado que um tiro nessas paredes de gelo podem fazer isso tudo aqui cair, né? Cara você vai matar nós dois se puxar esse gatilho. - Falaria, de certo modo tentando convencer o homem a abaixar as armas, já havia explicado como tinha parado ali, não apresentava perigo para o mesmo, portanto não havia motivos para manter uma arma apontada para mim, era isso que eu tentava convencer ele.

___ Quando avistava tudo que tinha no outro lado, bem acho que eu mudava um pouco minha opinião, acreditava que havia entendido o que se passava ali, é, ele tinha motivo para estar bravo. Hipótese numero 2 ' Vish... Atrapalhei o acasalamento desses dois ' Ainda com as mãos para cima eu continuaria a me expressar - Aahh já entendi, estou atrapalhando vocês dois, né? Acredite, o que eu menos quero é estar aqui, então seja legal, me arrume alguma blusa e me diz como faço pra voltar lá pra cima.- Tentaria agora parecer mais amigável do que nunca, tarefa difícil fazer um homem rude desses ter compaixão de mim, mas era única alternativa, não queria morrer de frio, só o que eu queria era arrumar um jeito de sumir daquela ilha e ir para um paraíso afrodisíaco com dançarinas e música.

___ A todo momento eu ficaria alerta, mantendo sempre minha atenção voltada para a mão do homem na arma, a qualquer chance dele puxar o gatilho, qualquer movimento que o mesmo puxasse o gatilho eu me lançaria para o lado onde a mulher estava, pisaria na mesinha e me lançaria para a cama de cima, sim, me jogaria na mulher, se tinha algo que eu poderia fazer, seria usa-lá como refém, eu não tinha intenções de matar ninguém ali, também não tinha intenção de levar um tiro. Agarraria-a e tentaria coloca-la em minha frente para impedir o homem de atirar novamente, tinha nenhuma habilidade em luta corporal, portanto agarraria a mesma abraçando-a e colocando na frente, usaria toda minha força para realizar o ato, conseguindo essa ação falaria com o homem. - Ei tio! Calma aí!

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MensagemAssunto: Re: Rebirth! Quebrando o gelo   Rebirth! Quebrando o gelo - Página 3 EmptySab 09 Jan 2016, 15:58


Iona L. Walker

Now this is hella fun!







Gostava do peso daquelas manoplas. Sentia que pelo menos com elas teria a segurança precisa para lidar com qualquer imprevisto que pudesse acontecer. Claro que tinha toda aquela gente a minha volta, mas a pergunta era, até quando eles ficariam exatamente ao meu redor? Do jeito que estavam todos tão focados em não se borrar, não esperava muito mais daquelas pessoas, achava que seria demais esperar muito deles. Todos pareciam arrasados pela noticia do sequestro, a própria guia que seguia na cabeça da formação me falava isso. Ninguém espera um sequestro por parte de seus irmãos é verdade, mas exatamente o que o outro lado ganharia com isso? Sendo tão facilmente descobertos e caçados logo a seguir, isso sim era um plano idiota. A menos é claro caso estivesse esquecendo algo. Franzia o cenho pensando, perdida com a cabeça nas nuvens, vendo ao longe uma figura, uma pessoa conhecida?


- Hi? Deixava a voz escapar com os olhos arregalados em espanto, sorria ao ver a pequenina, então corria.
- HIKARIN! Corria, saltava e agarrava aquela pequena imagem nostálgica.
- Olha só pra você! Quase que não te reconheço sabia? Mas ei! O que veio fazer aqui? Férias? Acho que tem lugares melhores que esse para férias. Já sei! O que acha de irmos para uma ilha mais quente? Banhos em praias são os melhores, não acha? Comentava enquanto girava a garota em um abraço, falando e falando sem parar.


Não acreditava que a havia reencontrado! Há quanto tempo à via? Não muito na verdade, mas só de poder ver aquele pequeno rosto conhecido em uma situação como aquelas. Céus! Como agradecia aquela surpresa! Claro que nem toda surpresa é boa, na verdade era como o pai nesse ponto, odiava a maior parte das surpresas que tinha. Se ela viesse com pólvora então...


Riscava todo o ambiente com o olhar, buscava um alvo, um atirador, qualquer coisa. Bem, o alvo éramos nós, os atiradores eram vários. Um grupo com pelo menos o dobro de nós, todos disparando suas chuvas de chumbo, odiava como aquilo soava. Não gostava nem um pouco de surpresas, mas odiava ainda mais aquele homem ruivo que vinha a frente do bando. Pode-se chamar de instinto, mas tinha uma enorme vontade de socar aquela cara. Nem precisava ouvir suas palavras para saber que eram inimigos, mas era pelo que ele falava que sentia um estalar no fundo da cabeça. Jogo entre duas famílias? Gostava de como aquilo soava, adoraria quebrar aqueles dentes e tirar alguma informação útil do maldito. Não gostava de como tudo escalava, sem que pudesse dar minha opinião sobre nada, mas pelo menos adorava o que estava prestes a acontecer.


- Hikarin! Abaixava até estar cara a cara com a garota, então beliscava suas bochechas e as puxava levemente para garantir que era eu o centro de sua atenção. - Se esconda, fique atrás de mim e nem pense em sair por ai sem mim. Armas são perigosas e não quero você perto delas, ok? Ainda agachada para não ser um alvo tão fácil, arrumava as manoplas e gritava contra o ruivo.
- EI! ABERRAÇÃO! Se é idiota o bastante pra falar que você quem sequestrou a garota, por que não me poupa trabalho e já fala onde a meteu? Se começar a falar antes que chegue ai, deixo você voltar com o rabo entre as pernas, belo negocio não acha?


Primeira regra dos ensinamentos Walker. Atiradores são um pé nas bolas, não literalmente falando, mas tão ruins como se estivesse sendo literal. Primeira regra dos ensinamentos Winter. Se for começar uma briga, tenha certeza de sair por cima. Sabia os truques, era hora de pô-los em pratica.


Começaria a correr. Os punhos cerrados, apoiaria sobre a testa como em guarda, prontos para defender ou defletir qualquer coisa que não fosse um tiro. As penas se moveriam em sincronia, pesando hora para direta, outrora para esquerda, com pequenos saltos em zigue-zague, nos quais manteria o tronco arqueado, diminuindo a zona de contato para projeteis ou qualquer coisa do gênero. O primeiro alvo, os atiradores. Odiava a vista do ruivo, mas ele não tinha um rifle, os outros tinham. O maior peixe ficaria para depois então.


Primeiro plano, correria mantendo todos os inimigos em minhas vistas, bem à frente. Analisaria todo e qualquer movimento deles enquanto tentaria passar direto pela linha de frente, direto contra os rifles. Ficaria com movimentos simples de esquivas, teria o centro de gravidade baixo, enquanto no pior dos pesares jogaria o tronco para longe em quedas controladas, achava que saltaria para longe da maior parte dos ataques assim, mas estaria atento a todos, de modo que mediria os ângulos de inclinação para nos piores casos, por exemplo, rolar por baixo de qualquer um que não pudesse me esquivar.


Chegar aos atiradores era o ponto, continuaria avançando para ou separa-los de seu bando, ou deixa-los cara a cara com as manoplas. Usava ambas as mãos, mas a tendência mandava socar com a direita, faria isso. Aproximaria-me sempre temendo o gelo, firmaria os pés e giraria o tronco, golpearia enquanto avançava, com todo o peso da corrida em socos diretos e mirados contra os narizes dos atiradores. Manteria-me sempre em ritmo acelerado, nunca parando para uma boa mira ou para pegar fôlego. Correria socava, e então voltaria a me mover, girando em círculos contra os atacantes, me aproximando golpeando e recuando alguns passos antes de voltar. Pelo menos em um primeiro momento ignoraria os que não possuíam armas, giraria por volta deles e passaria por pontos cegos, não me importava realmente com eles para frear, apenas tentaria atravessar suas guardas e golpearia em guerrilha os atiradores, tudo ou nada.


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MensagemAssunto: Re: Rebirth! Quebrando o gelo   Rebirth! Quebrando o gelo - Página 3 EmptySab 09 Jan 2016, 18:48

Pai ¬¬


A repentina promessa na qual Ada me entrelaçara pegou-me completamente de jeito. Estava comovida com a sua atitude. Sabia, é claro, que aquilo servia apenas como um incentivo para que voltasse viva.


~ Pode deixar, Ada-chan! Lhe entregarei a boina de volta. É uma promessa!! ~


Pensava comigo mesma, enquanto caminhava pela Ice Road. Ao longo do caminho aproveitava para afinar aquela harpa. Sabia-se lá quanto tempo ela manteve-se parada e sem uso naquele frio imenso. A paisagem, apesar de congelada, mostrava-se bastante bonita, mas sem muitas novidades. Isso é, até chegar próxima da costa, quando grupos de pinguins e lontras começaram a se mostrar. Estava maravilhada com aqueles animais e, em outra hipótese, poderia passar horas admirando-os. Mas a pressa obrigava-me a seguir adiante e, um pouco a contragosto, foi o que o fiz. Não demorou muito mais tempo para que encontrasse A Goela e, já próxima de meu destino, encontrava um pequeno destacamento de guerra no meio da ponte, composto por algumas poucas pessoas, talvez sete. Dedilhava graciosamente minha harpa, tentando falar com a líder daquele destacamento.


E, a partir daí, tudo desandou. Uma série de surpresas — várias ruins, uma boa — começaram a surgir uma atrás da outra. Inicialmente fora a aspereza daquela mulher, empurrando-me para o chão. No momento seguinte eram cachos loiros me sufocando em um abraço. O que diabos Iona estava fazendo ali!? Quase que simultaneamente, um grupo de atiradores com um espadachim impedindo nossa passagem para a ilha principal. E, ainda por cima, demonstrando que sabiam que as duas tribos iriam enfrentar-se. Era, pelo jeito, exatamente o que queriam.


- I-Iona-chan? Poderia te perguntar a mesma coisa! O que diabos veio fazer aqui? Bom, podemos conversar sobre isso mais tarde, certo? Depois que tivermos sobrevivido a isso! -


Levantava-me rapidamente, preparando-me para o que viria. Mas não esperava ver Iona abaixando-se para puxar minhas bochechas e tratar-me como criança. Corando, devido aos cuidados tomados, resmungava, em voz baixa:


- Eu não sou mais criança, sabia? Sei no que estou me metendo, hmph! -


Tanta coisa agora passava-me pela cabeça que era até difícil enumerar. A primeira, e mais óbvia, era que Iona estava ali e isso não podia ser mera coincidência. E, se não era um acaso, provavelmente aquela Ada era a Ada, filha de Wesker-donno. Isso explicaria porque ela resolveu pedir que guardasse sua boina. Ela me reconhecera. Só me frustrava o fato dela não ter dito isso antes. A segunda questão era que Iona também estava envolvida nessa operação para resgatar a Natasha. Afinal, não era possível que estivéssemos falando de dois sequestros diferentes naquela ilha esquecida do mundo. E a terceira questão, e talvez a principal em minha cabeça, era que aquilo cheirava muito a Nikaido. Estarmos três filhos do Sickles reunidos naquela ilha era bem a cara dele. Só não compreendia muito ainda suas razões. E nem tinha tempo para pensar nisso naquele instante.


O meu plano de impedir uma luta já havia ido por água abaixo. Uma coisa era evitar uma guerra desnecessária. Outra era tentar impedir algo que uma das partes ansiava por isso. E o pior de tudo era que essa parte era a terceira, que supostamente nem sequer deveria existir. Prevendo que um embate em breve começaria, pus-me a postos, atenta a todos aqueles atiradores e também ao cara da espada, postado à frente do bando. Com a harpa em mãos, sabia que não podia fazer muita coisa, especialmente porque não tinha um daqueles rifles e, muito menos, uma besta, minha arma predileta. O que poderia fazer, portanto, era tentar animar o nosso pelotão, o qual já encontrava-se em desvantagem numérica. Iniciaria, portanto, a dedilhar uma música com acordes rápidos e precisos, colocando todo meu senso de perigo e urgência no som. Uma melodia podia fazer milagres de inspiração em uma multidão, e eu sabia bem disso. Minhas notas deveriam sair rápidas e harmônicas, transmitindo toda a sensação de uma perseguição e uma luta onde estávamos em desvantagem, mas, ao mesmo tempo, inspirar os nossos homens a continuar lutando.


Obviamente tocar não era a única coisa que pretendia. Eu não esperava ser um alvo, até por aparentar ser completamente indefesa. Mas também sabia que uma bala perdida podia vir em minha direção ou até mesmo algum dos atiradores querer me atingir, sabe-se lá por que diabos. Então, ao mesmo tempo que tocava, procurava manter-me o mais atenta possível à cena de conflito e, na possibilidade de notar algum disparo que, porventura, pudesse me atingir, tanto diretamente quanto por um ricocheteio da munição, procuraria saltar para trás e, juntamente, para algum dos lados, se preciso fosse, a fim de desviar e evitar fazer-me de alvo. Obviamente eu tinha ciência de que a velocidade de um disparo era bem maior que a minha própria, então a ideia era que, ao invés de manter-me parada o tempo todo, procuraria recuar um pouco mais, até atingir uma distância adequada para facilitar minhas esquivas e, mesmo após isso, continuaria mantendo-me em movimento, tentando acompanhar o ritmo de urgência transmitida em minha música, o qual aumentaria cada vez mais. As minhas esquivas valiam, também, para o caso de ser o espadachim a vir em minha direção, com a diferença que, nesse caso, ainda teria de preocupar-me com a possibilidade dele tentar me cercar. Para evitar isso, procuraria, nesse caso, recuar o máximo possível, adentrando até mesmo o território dos ursíneos se preciso fosse. Mas não conseguia imaginar uma situação provável onde ele passasse por todo o grupo para atacar-me, uma vez que eu era a mais afastada de todos. Ou ao menos assim pensava eu.


Eu, por hora, era praticamente inútil nessa luta. Entretanto, caso, em algum momento, os agressores recuassem e deixassem para trás suas armas, talvez eu pudesse aproveitar-me disso. Nesse caso, se, e somente se, eu me certificasse de que não era arriscado avançar para obter uma daquelas armas, assim o faria. Ainda assim, tomaria precauções como correr em zigue-zague, sem manter padrões, a fim de atrapalhar possíveis armadilhas, até que avançasse o suficiente para pegar a arma (e, nesse caso, eu deixaria a harpa na minha antiga posição antes de avançar) e, tão logo o fizesse, recuaria novamente até os fundos de nossas tropas. Poderia, ainda, no meio da investida, retornar mesmo sem obter o rifle, caso notasse algum perigo que pudesse me por em risco. Mas não guardava muitas esperanças de poder realizar tal movimento por agora. Em um duelo onde estávamos em desvantagem, dificilmente obteríamos posição tão rapidamente para que eu pudesse partir à ofensiva. O jeito, portanto, era manter-me como um suporte aos nossos aliados, motivando-os à batalha.




Objetivos:
 

Contagem de posts:
 

Música tocada:
 

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MensagemAssunto: Re: Rebirth! Quebrando o gelo   Rebirth! Quebrando o gelo - Página 3 EmptySab 09 Jan 2016, 20:37


   


Bíblia Sagrada! (Em Construção)




Anjo da Guarda.




Edgar Murphy saiu correndo, deixando a vila de costas para ele. Todos o encaravam de olhos arregalados e de bocas abertas, sem sequer entender o que havia acabado de acontecer ou até que ponto poderiam confiar nele. Em sua boca, conforme dava suas passadas dentro da sua roupa de padre, com os braços se movendo para cima e para baixo a frente de seu corpo a cada passo, estava um sorriso travesso. Aquela era a primeira vez em que ele havia usado a religião para enganar alguém que o fazia se sentir tão bem. Lembrou-se aos poucos do rosto de cada uma das pessoas daquela vila. Quantas morreriam se não fosse graças a ele? Será que aquilo compensava o número de pessoas que havia matado? Será que ladrão o perdoaria agora?

O pensamento foi interrompido por uma outra aglomeração de pessoas, desta vez, na frente do caminho que tinha de seguir na direção da tropa de exploração. Arrastou os pés no chão e desacelerou com isso, levantando neve ao redor dos pés.

- Não vos deixarei passar desse local. Uma pena, não é mesmo?! - Falava um ho.. Bem. Uma pessoa excêntrica falava, o que fazia Edgar apertar as vistas e se perguntar como, exatamente, enquadrar aquela aparência como pecado em sua bíblia. - Mas não temos o que fazer, já que resolveram atrapalhar o jogo das duas famílias... HYAHAYAHAYAHAY!

''Jogo..?'' seus olhos agora se apertavam, mas era uma espécie estranha de fúria. Não o tipo de fúria que borbulha, inflama. Mas o tipo de fúria que vem junto com o estranhamento, com um olhar afiado de ''mas que absurdo''. Uma fúria controlada. ''Então eles queriam criar uma guerra apenas para duas famílias brincarem? Isso me lembra de quando um dos padres matou uma mulher que havia costurado sua roupa errado.. Um abuso desgraçado da alma humana....''

Lembrou-se do olhar da mulher enquanto sua cabeça rodopiava no ar. Naquele dia, ele havia ido de vestido até a execução dela, e feito alguns passos antes de matá-la... Se favorecer da morte de uma pessoa, ao se promover. Aquilo também era uma forma de abusar desgraçadamente a alma humana.

Aquela ideia apertou o estômago do padre, e o fez levar a mão até o seu peito, fechando os olhos com força para afastar a imagem.

Enquanto isso, duas garotas conversavam à sua frente, parecendo se conhecer. Mas não que ele se importasse muito com aquilo... Na verdade, a única coisa que ele se perguntava era qual dos dois lados daquele campo de batalha havia sequestrado a garota. Precisava ajudá-la o mais rápido possível.

- EI! ABERRAÇÃO! Se é idiota o bastante pra falar que você quem sequestrou a garota, por que não me poupa trabalho e já fala onde a meteu? Se começar a falar antes que chegue ai, deixo você voltar com o rabo entre as pernas, belo negocio não acha?

Pronto. Agora ele já saberia qual dos dois lados havia sequestrado a garota.

Fecharia os olhos e começaria a caminhar na direção dos oponentes à sua frente, lentamente. Um passo de cada vez. Ergueria um pé do chão e o arrastaria através do ar, o repousando do outro lado do passo percorrido. Enquanto isso, ao som dos toc..... toc.... toc... com intervalos longos e ritmados entre si, ele levantava a katana com a bainha devagar, a colocando em horizontal à frente do corpo. Com a outra mão, e ainda com o som de seus passos ritmados, e com o olhar fixo nos oponentes à sua frente e com as armas apontadas para ele.

- NÃO!! - Gritaria, colocando pressão em sua voz. Não era um grito de desespero, soava bem mais como uma ordem. Queria chamar a atenção de todos que estavam ali para ele. - Ninguém vai lutar contra ele além de mim! - Diria Edgar Murphy, sacando a katana com a mão livre e jogando a bainha dela pra trás, em um movimento brusco.

Ajeitava a katana nas mãos e apontava a ponta dela para o oponente.

''Se uma batalha com todas estas pessoas armadas acontecer aqui, a maior parte certamente vai morrer. Se apenas eu lutar contra o líder deles, eu poderei impedir que uma batalha maior aconteça. Se eu vencer, eu não vou matar o oponente, mas poderei rendê-lo e fazer o resto de seus companheiros desistir... Mas se eu perder. Certamente serei morto, e acabarei sendo responsável pela batalha que acontecerá após a minha morte...''

Mesmo com aquele pensamento, tentou manter o olhar obstinado de sempre, ainda apontando a katana para o oponente.

- EU SOU UM ENVIADO DE FREYA, A DEUSA DA AGRICULTURA. O ARAUTO DE TUDO EM QUE ELA ACREDITA... E É DA VONTADE DE MINHA SENHORA QUE NÓS DOIS LUTEMOS. MANO-A-MANO... - Começaria, arrastando os pés para estabilizar uma base de combate com sua katana. - Ou será que você é do tipo que não tem coragem? - Ironizaria o oponente. Como uma forma de tirá-lo de sua posição de líder e desmoralizá-lo, o obrigando a lutar um-contra-um consigo.

Se postaria bem no meio do estreito da Goela. Ergueria uma das mãos e acenaria. Chamando o oponente para o combate.

Caso o oponente lhe atacasse com um ataque vertical, daria um passo para trás e acertaria a arma do oponente com sua katana de lado, a fim de afastar o ataque com um bloqueio, e, ao mesmo tempo, se esquivar. Usando o bloqueio para auxiliar a esquiva e vice-versa. Caso o oponente tentasse lhe atacar com um ataque diagonal de cima para baixo, acertaria o ataque do oponente com um golpe vertical de baixo para cima ao mesmo tempo em que daria um passo para trás, a fim de também rebater o ataque do oponente para longe, e, ao mesmo tempo, se esquivar dele, usando o bloqueio para auxiliar a esquiva e vice-versa. Mas caso fosse um ataque diagonal de baixo para cima, daria um passo para trás e bateria com força na arma do oponente usando sua katana ao mesmo tempo, com a intenção de diminuir a velocidade do ataque inimigo e ter mais tempo para se esquivar, usando a mesma estratégia de bloqueio e esquiva das ações anteriores. Já se fosse um ataque horizontal, acertaria o ataque com um ataque vertical de cima para baixo, ao mesmo tempo em que daria um passo para trás, também com a mesma intenção, a fim de impedir de ser acertado pela katana ao mesmo tempo em que se afastava dela para evitar prováveis contratempos.

Estaria também sempre atento à distância da Goela. Se preocuparia bastante em não cair para a água, pois se aquilo acontecesse, estaria perdido. E, caso estivesse encurralado e precisasse fugir, mas sem qualquer possibilidade de dar passos para trás, usaria a estratégia que sempre usou quando queria fazer um espetáculo nas execuções: Daria uma cambalhota para a frente, mantendo a katana parada no eixo vertical de seu corpo, bem à sua frente, com a intenção de defender qualquer ataque desferido pelo oponente ao girar com velocidade - e cortar o oponente com seu movimento caso ele estivesse dando um ataque que não desse para defender, desta forma, acertando ele ao mesmo tempo em que ele o acerta -, e, ao mesmo tempo, aumentar sua área de movimentação, ao não ficar mais encurralado. Caso conseguisse pousar do outro lado, empurraria o oponente para o mar.

Caso se sentisse confortável em qualquer momento durante o combate - achar uma brecha no oponente, ter acabado de desestabilizá-lo e etc -, pararia com a estratégia de apenas bloquear e esquivar e surpreenderia o oponente: Saltaria por cima dele e pousaria logo atrás do oponente, acertando um corte com a ponta de sua katana em suas costas (nada muito profundo, sua intenção não era matar) e o empurrando com o ombro e uma corrida na direção do mar.

Estaria a todo momento usando sua acrobacia para se manter sobre os pés, se esforçando ao máximo para não tropeçar, escorregar, ou ser atingido.

- POR FREYA!! - Gritaria com sua voz penetrante, para parecer mais convincente.





               
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''.....''

- Cindy Vallar  

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MensagemAssunto: Re: Rebirth! Quebrando o gelo   Rebirth! Quebrando o gelo - Página 3 EmptySab 09 Jan 2016, 22:23


Leon Strongheart

First steo to Valhalla!





- Então realmente você era o assassino! - Diria o jovem tocando com as pontas dos dedos no rosto, onde havia sido acertado e ainda sentia o formigamento no local amortecido. - Não era nada perto dos golpes de Baldur... Mas valeu pra me acordar nesse frio! - Após os espasmos do corpo acabarem, se aproximaria do defunto e com o pé o viraria de barriga para cima, aquilo havia servido para que  esquentasse um pouco, o momento, a adrenalina, o êxtase daquilo o fizeram se esquecer um pouco de onde estava,mas logo o ar congelante o lembrara.

- Tsc... mais um casaco estragado com sangue... melhor ver logo oque tem com ele que possa aproveitar! - Diria enquanto já revistava o corpo do homem, procuraria por uma arma melhor, se ele havia matado aquele homem deveria ter algo para deixá-lo com tantos cortes como estava, averiguaria se mesmo sujo de sangue ainda dava para aproveitar o casaco ou alguma outra roupa, sua esperança era pouca já que seu tamanho era demasiadamente maior que a média, mas não custava procurar.

Depois de sua busca, limparia o canivete nas roupas do morto, se levantaria e prestaria atenção aos arredores, então pararia e encararia o céu por um instante, ficava imaginando onde estariam agora Baldur e seu bando, talvez nunca mais os visse por pura peripécia dos deuses, iria seguir sua vida da maneira que eles o ensinaram,o caminho dos fortes e dos guerreiros, desbravando o mar e suas aventuras. A passos largos voltaria para a cabana e pararia na porta, encarava o baú, o que será que havia ali?! O que aquele homem estava tão desesperado a esconder?! Estava na hora de descobrir e Leon seguiria até o baú, pararia, suspiraria e o arrastaria pelo caminho que as marcas demonstravam. Esperava que fosse encontrar algum tipo de compartimento escondido, uma passagem ou algo parecido e se assim fosse, avaliaria o que encontrasse, gritaria - OOOOOOOOOEEEE! - para avaliar o quão fundo ou longe aquilo daria e só então com cuidado seguiria por ali, fosse um caminho ou algum tipo de armazém para ver onde dava.

Se não fosse um caminho, veria oque encontraria ali para que pudesse tomar posse, então voltaria a cabana para se preparar para seguir viagem, chega daquela cabana e situação. Fecharia sua roupa deixando o canivete no bolso de maneira simples para se sacar, voltaria a se encolher sobre si mesmo, fecharia a porta e procuraria as pegadas do assassino, se as achasse seguiria viagem começando por elas para ver onde davam, já se não pudesse as localizar, seguiria viagem no caminho contrário da costa de onde viera para procurar algum vilarejo, cidade ou o que quer que haja nesse inferno gelado.
 


Post: 004 ~ Rename: -X- ~ Location: Fernand Ice Island - North Blue 

Notes: • Vício: 5/10 contando o da aventura velha
• Ganhos: -Canivete de pescador
• Perdas: N/A
Thanks, Lollipop @ Sugaravatars

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