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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 E Deus Disse: Que Haja Surras

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Roy Collins
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Roy Collins

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MensagemAssunto: E Deus Disse: Que Haja Surras   E Deus Disse: Que Haja Surras EmptySeg 04 Jan 2016, 17:21

E Deus Disse: Que Haja Surras

Aqui ocorrerá a aventura do(a) Civil Ada Spice Rock. A qual não possui narrador definido.


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Wesker
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MensagemAssunto: Re: E Deus Disse: Que Haja Surras   E Deus Disse: Que Haja Surras EmptySeg 04 Jan 2016, 17:56


Entrando Numa Fria


–  Uff... mas que lugar gelado…

Dizia aquilo para mim mesma sentindo um arrepio percorrer todo o meu corpo enquanto, de braços cruzados, esfregava minhas mãos dos ombros aos cotovelos tentando me aquecer. Havia ido parar naquela ilha depois de pegar carona com um navio de pesca, queria começar minha aventura da ilha mais isolada do North Blue... Péssima ideia. Respirava fundo e sentia o ar frio ser inalado, resolvendo então que o melhor a fazer seria começar a caminhar para que pudesse me aquecer e conhecer melhor o local.

”Muito bem,  graças ao seu gosto de roupas nós vamos congelar nesse fim de mundo.

“Não reclame estressadinha. Já se esqueceu que você também adorou essas roupas?”

Não tinha como continuar discutindo com a outra, ela tinha razão, eu havia adorado aquele jeito de me vestir. Apenas me calava e continuava andando, tentando olhar em volta em busca de um lugar que pudesse vender casacos ou espadas. Me perguntava se havia sido o destino quem me levou aquela ilha, ou apenas algum idiota que achou que seria divertido me colocar em uma ilha congelada com essas roupas. Continuaria andando tentando analisar todo o local, e caso não encontrasse nenhuma loja mas encontrasse alguma pessoa, perguntaria a ela sobre a existência de algum lugar assim.

– Ei, sabe onde eu posso conseguir um casaco aqui e... – Sentia outro arrepio percorrer o meu corpo – E uma espada, sou nova na ilha.

Caso o caminho fosse indicado para mim e simplesmente me permitissem segui-lo, eu andaria na direção indicada dando prioridade primeiramente ao local onde eu poderia conseguir uma espada, afinal de contas nunca era recomendável andar por aí sem uma arma. Chegando na loja, apenas perguntaria pelo item em questão, especificando se para o local tratava-se de uma espada ou de um casaco (sobretudo). Com o preço em mente, pagaria caso coubesse em meu bolso e caso isso não fosse possível apenas agradeceria e seguiria para a próxima loja. Tendo pago pelo item, colocaria em minha cintura caso fosse uma espada ou vestiria imediatamente caso fosse um casaco.

”Tome cuidado, não queremos que esse frio acabe com a nossa beleza, não é? Acho que entramos numa fria. Hahahaha!”
Objetivos:
 

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MensagemAssunto: Re: E Deus Disse: Que Haja Surras   E Deus Disse: Que Haja Surras EmptySeg 04 Jan 2016, 21:20


Leon Strongheart

Cold New Waters!!!





Aquele maldito velho o havia realmente largado ali, Leon não estava nada contente, Baldur não acreditava em sua força e agora teria de começar sozinho uma incursão sabe-se lá onde havia parado. Nadar naquela água congelante não havia sido nada agradável, cada braçada que dava sentia como se agulhas perfurassem seus ossos e na praia mal sentia as pontas dos dedos. - Baldur seu velhote maldito, um dia vou devolver esse favor arrancando alguns de seus dentes fora... Aargh! - Não que não fosse acostumado ao frio, mas aquilo ali o havia atingido muito mais que fisicamente, sua mente estava inquieta frente aquela terra de incertezas, mas algo estava claro para ele, devia sobreviver e aquela era sua primeira prova.

Suas roupas molhadas só pioravam sua sensação térmica, talvez algo que estava na sacola que o velhote lhe dera ainda estivesse seco e verificaria ali de prontidão sua velha jaqueta e a pequena saca de dinheiro. - Oh Raios como precisava de um cigarro!! - ainda resmungando colocaria a jaqueta e partiria o quanto antes a procura de alguém ou algum lugar, sabia que se ficasse ali estaria fadado a virar um bloco de gelo e não era a hora para dormir para sempre. Andaria lutando contra o frio, sem parar, se parasse poderia não continuar a andar, esfregaria sempre as mãos contra elas mesmo e contra os braços, se abraçando, sempre que desse assopraria por entre elas na tentativa de aquece-los. Se encontrasse com alguém, acenaria desde longe e tentaria andar o mais rápido que conseguisse até a pessoa - Ooooe, socorro... tem algum abrigo aqui perto? Eu tenho dinheiro, preciso de roupas novas e se possível um maço de cigarros! - Em caso positivo seguiria até o lugar indicado pelo bom samaritano, caso contrário seguiria a procura de abrigo.

Leon sabia do fundo de sua alma que os deuses imporiam desafios a sua frente, mas honraria com sua vida o sobrenome que ganhou, não deixaria se abater e seguiria em frente. Caso encontrasse um abrigo e não uma pessoa, algum tipo de residencia, caverna que emanasse alguma luz, bateria na porta ou entraria, o que fosse possível, se agacharia perto da fonte de calor onde se aqueceria por um momento para se recuperar, para só então saber um pouco de onde no mundo havia ido parar. - Me chamo Leon Strongheart, fui deixado perto da costa por um barco, ao que parece passei alguns dias desacordado... Onde exatamente eu vim parar? -


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Última edição por Frist em Qua 06 Jan 2016, 16:10, editado 2 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: E Deus Disse: Que Haja Surras   E Deus Disse: Que Haja Surras EmptyTer 05 Jan 2016, 00:56


   






Primeiro Mandamento - Não Congelarás



Ele encarava os olhos de Ladrão. Ao vê-lo pedindo misericórdia através do olhar, a sua falta de receio de matar pelo fato de ele ser uma "pessoa ruim" não veio. Ladrão era alguém melhor até que ele próprio. Queria ter ouvido os crimes pelos quais ele estava sendo sentenciado. Aquilo tornaria mais fácil matá-lo. Sempre tornava.

Mas ele acreditava que daquela vez não seria assim.

Levantou a espada de execução acima da cabeça, e pensou em virar o rosto de lado. Mas não poderia. Tinha que dar pelo menos isso a ladrão. Tinha que acertar-lhe o ataque de misericórdia com a certeza de que seria indolor...

A espada desceu cortando a resistência do ar em duas e fazendo seu típico vuup. A cabeça escapuliu do pescoço e um jorro de sangur também, enxarcando a platéia como uma mangueira. A cabeça girou, girou e girou.. E quando caiu no chão se transformou em um balde.

Edgar, ou melhor, O Carrasco, se abaixou e vomitou sobre ele, sentindo sua garganta sendo rasgada afora pelo seu almoço e pela sua angústia e arrependimentos...







Acordaria em algum lugar de uma ilha que ele sequer conhecia. O corpo completamente encharcado.

Ele havia recebido um sinal divino - ou ao menos o que ele acreditou qur fosse um - para invadir aquele navio. Fora descoberto e lançado pra fora dele, o que o fez desmaiar em alto mar após o esforço para nadar... E ali estava ele. Sem nem saber aonde estava e completamente encharcado.

Se levantaria e começaria a caminhar pela cidade, suas roupas de padre encharcadas e absorvendo e transmitindo o frio do ambiente naquele deslizar úmido sobre sua pele...

- Seria isto uma punição divina por eu ter dito pra filha do capitão que beijar a minha boca a abençoaria? - Se perguntaria em voz alta, abraçando os ombros e tremendo de frio. Olhando constantemente ao seu redor. - Eu preciso de algum lugar para me secar... E de, bem.. Uma espada para... Sabe... Não ser mais interrompido em minhas missões sagradas como acabei de ser

Com este pensamento, ele caminharia por aquelas ruas perguntando por uma loja de armas. Usaria de sua Voz Encantadora para que as pessoas ficassem atentas às suas perguntas.

Chegando na loja, ele diria:

- Você teria uma espada barata à venda? E uma toalha ou algo para que eu possa me secar? - Entregaria o dinheiro e se secaria caso recebesse os dois - Deus te abençoe






               
-

               








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Última edição por GM.Davy em Qua 06 Jan 2016, 18:38, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: E Deus Disse: Que Haja Surras   E Deus Disse: Que Haja Surras EmptyQua 06 Jan 2016, 16:14


Iona L. Walker

Glory above all.





Começava a pensar que ir até aquela ilha não tinha sido uma grande ideia. Havia gelo, gelo e mais um pouco de gelo, tudo coberto por uma grossa camada de gelo frio, e pelos blues, como odiava o inverno. Detestava as roupas largas e detestava ter as mãos frias, sempre acabava fugindo para alguma ilha de veraneio sempre que essa época do ano chegava. Não entendia qual era grande diversão no frio, mas ficava cada vez mais convencida do que não tinha certeza, tinha muito que pensar. Qual a melhor ilha para se começar uma aventura do que aquela que você mais vai odiar? Daquela mais longe de seu objetivo? Parando para pensar, tomar uma rota tão longa era até mesmo estúpido, mas de novo, do que eu tinha certeza?



Tinha certeza de que fazia frio, tinha a certeza de que o inverno nunca havia sido tão bonito em toda minha vida. Não gostava de como sentia as mãos atrapalhadas quando ficavam frias, mas agora sentia elas fortes e firmes. Detestava o ar frio enchendo os pulmões quentes, mas agora apenas sentia o frescor que vinha pelo corpo. Nunca havia gostado do branco puro da neve, sempre tinha me parecido sem graça e morto, mas agora? Agora era até difícil tirar os daquele tom. Apoiava a mão sobre o peito. Tinha o coração em saltos, disparado com a ideia que tinha bem a minha frente. Nenhum caminho nem nome, nada que pudesse me prender ou atrapalhar. Claro que queria encontrar os ceifadores, sempre havia ouvido sobre eles, queria saber com os próprios olhos se eles realmente eram tudo o que sempre diziam ser.



Fechava os olhos e respirava fundo. Sentia cada pedaço do eu que estava ali, sendo preenchido por aquele frio tão aconchegante. Sorria. Um sorriso livre de amargura e repleto de esperança para o novo caminho. Gostava daquela sensação, estava a adorando. Batia palmas frente o corpo quebrando o transe. Se tivesse ouvido certo, tudo que teria a minha frente seria uma ilha fria e cheia de gelo, adorava como isso soava. Sem nenhum rumo definido ao certo começaria a caminhar, cantarolando uma antiga música que já havia ouvido a muito tempo, algo que a mim era como uma canção de ninar, apenas observaria, tinha de ter algo divertido para se fazer naquela ilha.


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MensagemAssunto: Re: E Deus Disse: Que Haja Surras   E Deus Disse: Que Haja Surras EmptyQui 07 Jan 2016, 04:07




O Filho Único

"Rebirth."



Deveria ser bastante difícil passar por uma situação como aquelas...

Abrindo os olhos naquele momento, Edgar fazia menção de levantar, mas seu corpo parecia mais difícil de controlar do que se lembrava. Talvez fosse uma surpresa para o padre ir parar em um local tão incomum e inesperado quanto aquele, à beira de uma praia branca, completamente seco, porém, morrendo de frio.

O chão, apesar de coberto de neve, possuía uma terra negra por baixo, que se prolongava pouco mais adiante dos pés do padre, onde afundava em um infinito oceano.

- Você é novo aqui? - A silhueta feminina tomou espaço a frente de seus olhos. A garota inclinava-se para encarar Edgar, logo abaixo, curiosa. Sem tempo para que respondesse, a desconhecida já desmanchava sua expressão de dúvida, pondo-se a sorrir gentilmente. - Eu te ajudo. - Ela disse, sorrindo, enquanto levava os braços por baixo das axilas do garoto, ajudando-o a pôr-se de pé. - Não sei o que estava fazendo aí, mas... Suas roupas parecem bem congeladas... Espero, claro, não ter impedido um ato de suicídio, hahaha.

Já de pé, Edgar poderia observar o ambiente em volta, o qual era, muito provavelmente, bem diferente daquilo o que poderia vir a imaginar:
Por trás da loira, Edgar podia ver um longo bosque esverdeante, cheio de altos carvalhos e pinheiros de ambos os lados. Seus troncos eram grossos e também eram suas raízes, que em vários locais conseguiam emergir do solo, escondendo-se por baixo de camadas finas de neve. Aquele local era uma mistura de estações. Combinava o verde vivo das árvores com o branco monótono do inverno em uma sintonia perfeita. Quase podia ver fadas voando e soltando pó pelo local, de tão mágico que aquilo parecia.

- Bonito, não é? - Ela sorria, vendo o rosto do padre - que possivelmente também admirava o bosque por sobre os ombros da garota - e virava-se, ficando de costas para ele e olhando para o caminho adiante, que formava-se em arco pelas folhagens das árvores. - Cuido para mantê-lo assim. Não é fácil, já que nosso clima é tão frio.

Mais a frente, em meio ao caminho formado pelas árvores, uma pequena mesa-altar de pedra permanecia intocada. Algumas trepadeiras cresciam por sua base rústica e enevoada. - Você parece meio idiota... Qual é o seu nome? - Seu sorriso pareceria ser um dos mais sinceros que o padre já teria visto. - Me chamo Sarah. Sarah Hasina.


...



Leon com certeza nunca sentira tanto frio.

Caminhava pelo deserto gelado em busca de algum abrigo, enquanto encolhia-se, tentando se manter aquecido. Após investigar seus itens, passava a sua jaqueta em volta de seu corpo, arrumando-a e conseguindo um pouco mais de proteção. Ainda assim, não para de resmungar quanto a seu vício. Provavelmente, seu problema de maior prioridade na lista mental.
Por sorte, ou talvez ação do destino, Leon avistava uma cabana mais adiante.

Ao se aproximar, percebia que parecia ser algo um tanto quanto improvisado às pressas, e, mais estranho, era feita inteiramente de madeira. Algo que, pelo o que já poderia ter percebido, era inexistente naquela região.
Com pressa para encontrar conforto, o rapaz abria a porta do cômodo único, que atolava em uma certa quantidade de neve acumulada, mas, com certo esforço, era aberta. Ao entrar, um cheiro pútrido - porém suportável - lhe subiu às narinas. Logo ao fundo da cabana, um cadáver nativo jazia congelado, e, por conta disso, não chegava a feder tanto. Ao seu lado, o chão era pintado com sangue frio. Podia perceber, também, uma fogueira improvisada ao meio do cômodo, mas o rapaz não possuía qualquer ferramenta que pudesse acendê-la.

No extremo oposto ao do cadáver, atrás da porta, estava um baú pequeno de madeira. Não possuía fechadura, felizmente.



...



Iona, diferente dos demais, tinha uma situação mais agradável. Além de parecer gostar da sensação que o frio trazia e de toda a beleza imaculada daquela região, conseguira encontrar uma tribo rapidamente, sem tanta dificuldade.
Aproximara-se de todo o pessoal que estava por lá, e, de certa forma, eles sequer notavam a sua presença. Estavam todos bastante movimentados, andando de um lado ao outro carregando caixotes, barris e mais caixotes. Os carregamentos pareciam vir do caminho que Iona deixara para trás - O porto - e eram descarregados ali mesmo, ao meio da praça que se formava pela organização circular dos Iglus. Quando destampados, os caixotes deixavam cair vários armamentos, dentre facas, espadas e pistolas. Um segundo carregamento chegava trazendo pequenas bolas de chumbo. As pessoas da vila se aglomeravam em volta das caixas, todas cochichando para as suas vizinhas. Todas preocupadas.

- Ei, ficou sabendo que a filha do líder foi raptada?
- Sério? Quem manterá os ursos distantes agora? - Pôde ouvir de uma conversa.

- Parece que um nômade generoso doou todas essas armas para a nossa tribo quando ficou sabendo... - Pôde ouvir numa outra.

- SILÊNCIO. - Um homem gritou, caminhando em voltas por trás dos caixotes, que ainda continuavam sendo descarregados. - Na noite de ontem, minha filha Natasha desapareceu. Vocês todos sabem da importância do dom que ela posui. E descobrimos, por fontes confiáveis, que ela está sendo mantida presa por Jhonny Krieg. Sempre soubemos, também, que ele inveja nossa dádiva de poder viver em um local frutífero, e conviver com os ursos por causa de minha filha, assim como o fazem TODOS os do outro lado. Então, senhores. Convoco-os para, ao cair dessa noite, marcharem ao meu lado. - O homem fazia uma pausa. Sentia a motivação em seu peito. Parecia fingir uma frieza nas palavras, quando, na frente, a falta da filha lhe afetava duramente. - ARMEM-SE E LUTEM POR JUSTIÇA!


...



Ada conseguia alcançar uma aldeia bem grande, até. Apesar de possuir bastante frio com aquelas roupas extremamente curtas, tivera o sucesso em seu objetivo.
Andava, um tanto quanto sem jeito e perdida, até o primeiro Iglu que encontrara no caminho. À sua frente, um homem de feições duras e pele pálida conversava com uma garota nova de madeixas negras.
- [...] Cuidado onde pisa. Alguns blocos de gelo podem simplesmente... Quebrar sob seus pés. - O ouviu falar para a garota, que apenas escutava por um tempo. Aproveitando a brecha, inclinou-se para se introduzir ao homem e fazer suas perguntas, porém, naquele instante, toda a atenção da tribo fora voltada a um homem. Magricela e assustado, que vinha correndo, exausto.

- É TERRÍVEL, PESSOAL! - Quase tropeçava nas próprias vestes, o que, era normal, já que todos ali trajavam em torno de três à quatro casacos peludos. De certo não deveriam ter sido feitos para a corrida. - KHARS VINTOVICH ESTÁ ARMANDO SEUS MILITARES! SUA FILHA DESAPARECEU E ELE DESCONFIA DE NÓS! MUITO PROVÁVEL QUE AO CAIR DA NOITE ELES ESTEJAM PRONTOS!!













INVASÃO OBRIGATÓRIA:
A partir deste turno, todos vocês passarão a postar na seguinte aventura: [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]
Obrigado. Podem postar mesmo no turno atual lá.

MAPA:
 

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MensagemAssunto: Re: E Deus Disse: Que Haja Surras   E Deus Disse: Que Haja Surras EmptySeg 28 Mar 2016, 13:33


   






O bom filho à casa retorna.



Edgar caminharia sobre a ponte do navio, ainda sem esforçar muito o seu tórax que fora perfurado. Caminharia com passos animados, e posicionando os dois pés sobre uma mesma ''linha'', como se estivesse caminhando em uma espécie de corda bamba, mas apenas por brincadeira.

Quando percebesse que Ada e Leon o estavam acompanhando para fora do navio, ele diria:

- Bom... Na verdade, eu coloquei um nome revogando o direito irrevogável de batizar o navio. Ou seja, tirar o nome do navio que eu pus, ou trocar ele de qualquer forma, seria uma afronta aos princípios Onistas. E o que eu quero dizer com isto é: Uma vez que eu pus Errante Nortenho, ele nunca poderá ser Nortenho Errante. Desculpem, mas são as regras. Eu não posso fazer nada, não fui eu quem criou elas... - Diria, continuando tentando andar sobre uma corda bamba imaginária até chegar no fim da pequenaa ponte que separava o navio do porto. Ao chegar nela, daria um pequeno pulo. - Bem, eu vou passear por aí, conhecer melhor a ilha, procurar as lojas.. E vocês? - Falaria pra eles.

Caminharia na direção em que eles escolhessem, e, caso eles não escolhessem nenhuma, caminharia atoa na cidade, olhando as lojas ao redor e tentando gravar o caminho.

Procuraria por lojas que vendessem armas, embarcações, e também iria atrás da famosa loja de vinhos, pois não poderia passar por Micqueot sem visitá-la...

Observaria bem as pessoas daquele lugar, pois elas poderiam ter algo para ensinar a ele também. Tentaria captar um pouco de suas culturas e formas de agir.






               
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MensagemAssunto: Re: E Deus Disse: Que Haja Surras   E Deus Disse: Que Haja Surras EmptyQua 30 Mar 2016, 21:27


Leon Strongheart

Jolly Roger!




Finalmente estava em Micqueto, ao que parecia minha jornada realmente havia começado e eu havia me reunido com pessoas que poderiam construir um futuro a meu lado. Ada, Hikari, Nnoitra e Krieg, esses seriam meus primeiros companheiros como "Piratas da Tormenta", Edgar poderia também, mas realmente aquilo não parecia combinar com o rapaz e nem o plano para essa ilha que começava a brotar em minha mente.

Os vinhos dessa terra são famosos por todo o mundo, até mesmo o velho Baldur trocava deixava de tomar rum e hidromel, para saboreá-los, por esse mesmo motivo que eu tinha certeza que o lucro daquele lugar deveria ser imenso. Porém, há um grande empecilho para esse grande saque em potencial e esse empecilho era chamativo e robusto ao pé da montanha, o QG da marinha. Como faria para roubarmos todo o vinho que pudéssemos, todo o dinheiro que eles tiverem e ainda fugir dessa ilha?! Situado onde estava, provavelmente o tempo de resposta dos marines e sua movimentação por toda a ilha não deveriam ser pra brincadeiras, então acho que precisamos de um plano bem esquematizado e para isso... Nada melhor que um bom reconhecimento do inimigo.

- Ei Krieg, venha cá rápido! - Chamaria o homem e dirigiria minha palavras á ele, numa maneira que ficasse entre nós, principalmente para não causar mais um dos surtos de justiça em Edgar. - Seguinte, vou deixar a preparação e os cuidados do barco com você, enquanto saio para fazer nossa bandeira! Avise Hikari e Katsu, para que eles se infiltrem como recrutas da marinha para fazer um reconhecimento de todo o local, vou com a Ada pelas ruas da cidade e depois faremos uma infiltração como caçadores de recompensa afim de ajudar na "defesa" da loja de vinhos! Logo voltaremos a nos reunir para preparar um plano de saque ao lugar! passe a mensagem para eles e reponha os suprimentos para a viagem, não sei quanto tempo levaremos daqui até a ilha mais próxima, mas você como morador desse mar deve saber melhor do que eu! Volto antes do anoitecer! - Dito isso agora estava pronto para partir desbravar as ruas dessa nova ilha.

- Eu vou procurar uma loja em que possa fazer nossa bandeira e depois quero dar um pulo tanto na loja de vinhos, salivo só de pensar neles! - Diria a Edgar e me voltaria para Ada - Já que está aqui fora, por que não vem me fazer companhia?! Deixe que Hikari toma conta de Nnoitra por enquanto, ou você prefere desempenhar esse papel? É foi o que pensei! - Completaria a frase, antes mesmo de ela me responder, era uma pergunta muito obvia na verdade.

Partiria então pelas ruas, tentando observar bem as placas dos lugares, a movimentação de civis e marinheiros nas ruas, até mesmo de pessoas que poderiam ser caçadores de recompensa. Durante a caminhada sacaria um cigarro, acenderia ele e voltaria a guardar o isqueiro no bolso, deixando minha mão esquerda confortavelmente por lá também. Tragaria uma ou outra vez entre os passos, degustaria daquele fumo tranquilamente enquanto andava pela cidade e ao avistar um comércio, me aproximaria da pessoa a cargo dele e perguntaria - Oe! Onde posso achar uma loja para fazer a bandeira de meu barco? A antiga acabou rasgando de velhice... - Recebendo a informação daria as costas e apenas acenaria sem nem olhar para trás, seguindo ao rumo indicado.

Considerações:
 



Post: 002~ Rename: -X- ~ Location: Miscqueot Island - North Blue 

Notes: • Vício: 0/10 contando o da aventura velha
• Cigarros: 18
• Isqueiro: 18 usos

Legenda: -falas-
"pensamentos"

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MensagemAssunto: Re: E Deus Disse: Que Haja Surras   E Deus Disse: Que Haja Surras EmptyQui 31 Mar 2016, 00:10

- Quer dizer que chama-lo de Nortenho Errante seria um pecado? Então seria perfeito! A ideia não é que seja um navio pecador?

Fazia pouco tempo que eu havia descido do navio com Edgar, Krieg e Leon. Estava ansiosa para explorar aquela nova ilha, e mais ansiosa ainda para aquecer-me com um bom vinho depois de todo o frio que havia enfrentado em Fernand Ice. Logo Leon começava a responder o padre sobre para onde ele iria naquela ilha, seu argumento para que eu lhe acompanhasse era obviamente convincente. Seria ótimo me afastar um pouco do idiota com a coroa, só sentia pena da pobre Hikari que teria que aguentá-lo sozinha enquanto estávamos fora. Com objetivos em mente, responderia a Edgar:

- Pelo visto eu irei com Leon, ficar longe do Calamidade nunca é demais.

Andaria com eles pelo lugar, mas minha mente estava distante naquele momento. Começava a me lembrar de Iona, e sua situação no navio. Naquele estado não achava que seria saudável que ela seguisse conosco, e tampouco achava que ela se recuperaria rapidamente. Mas como poderia simplesmente abandoná-la ali? E o que Hikari acharia disso? Acho que a garotinha iria se culpar por aquilo. Talvez eu devesse ver o que os outros que estavam comigo achavam daquela situação:

- Sei que não a conhecem muito bem, mas o que acham que devemos fazer quanto a Iona? A garota em coma no navio. Não queria dizer isso perto de Hikari mas... Acho que ela não será capaz de suportar uma viagem conosco naquele estado.

Minha mente voltava a se focar em meus arredores, apesar de que eu ainda estava preocupada. Talvez encontrar algo para me entreter fosse bom para que eu tirasse aquilo da cabeça. Começaria a analisar a ilha, sua paisagem e as pessoas pelas quais passávamos tentando encontrar algo que fosse interessante. Colocava a mão boa no cabo de minha espada, pensando que talvez fosse um bom momento para comprar uma sobressalente. Como a pirata que seria, talvez eu fosse realmente precisar daquilo sem muita demora.
Objetivos:
 

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MensagemAssunto: Re: E Deus Disse: Que Haja Surras   E Deus Disse: Que Haja Surras EmptyQui 31 Mar 2016, 19:55

O dia havia amanhecido sobre as vinícolas de Micqueot, e as pessoas saíam de suas casas, vestidas com roupas simples de lavrador, e um colar com uma cruz sempre ao redor de seus pescoços. Eles iam trabalhar, e a ilha estava bem movimentada naquela hora. Esta agitação formava um grande contraste com a praia, que estava vazia. Apenas um barco atracava lentamente na costa, deixando sair cinco pessoas para Micqueot. O primeiro a sair foi Krieg, que aterrissou sobre a areia, esperando os outros desembarcarem. Logo, Leon chegou ao lado do homem e começou a conversar baixo, como se estivesse a dizer algo de confidencial. Suas ideias eram, no mínimo, ambiciosas, e seu ouvinte parecia gostar disso, abrindo um sorriso crescente e concordando com a cabeça.

Sim, sim... Ambicioso, mas temos muito a ganhar... Pois bem, façamos os preparativos, e talvez iniciaremos o empreendimento à noite.

Com a resposta de Krieg, o grupo começou a se espalhar, Hikari e Nnoitra indo para um lado, Edgar, Ada e Leon para outro, e Krieg, só, em uma diração completamente diferente. Leon parecia estar liderando o trio, na vanguarda do pequeno destacamento, e guiou-os para dentro da cidade. Não parecia haver nada de anormal na cidade, com apenas alguns trabalhadores que rumavam para seu compromisso diário nas ruas. Após andar por alguns momentos, Leon apreciando seu tabaco, o grupo chegou a uma série de pequenos comércios. Não se tratava de uma feira, já que todas as lojas eram estabelecimentos fixos.

Aquele local parecia um pouco mais vazio; talvez a hora do rush houvesse encontrado seu término. O trio olhava para os dois lados, examinando os comércios. Havia de tudo: lojas de frutas, de armas, de barcos, de artesanatos, bares... e, no centro da rua, iniciando uma bifurcação, erguia-se uma enorme igreja imponente, com muros brancos impecáveis e uma torre que chegava quase tão longe quanto a vista alcançava. O trio então viu um grupo de homens estranhos, portando terno, chapéu coco, e a maioria com um cigarro na boca, saindo da igreja. Muitos deles possuíam uma maleta grande, que parecia com um estojo onde se guarda violões. Eles dirigiram-se para dentro de um bar fechado, escondido por um vidro fumê. Ignorando isso, Leon virou-se para uma loja que chamava sua atenção.

Era um pequeno estabelecimento, com uma porta por onde até um nanico teria que se curvar, e que parecia nunca ter conhecido manutenção. A parede estava com a pintura desgastada, e o interior era escuro. Mas havia uma placa que atraía Leon: Costuras de todo tipo. Ele logo entrou no recinto, e encontrou uma loja deveras peculiar. Não havia balcão, nem recepcionista, nem estante ou amostra. Via-se apenas uma mulher coberta com trapos de todos os tipos, tão corcunda quanto um ser humano poderia ser, e rodeada de tecidos que formavam um verdadeiro caos. Apenas ela era iluminada, mas não podia se discernir seu rosto. Ao ouvir Leon entrando e fazendo seu pedido, a estranha começou a rir, sua voz rouca e quebrada:

Kehehehehehehe... Finalmente um cliente! Muito bem, muito bem! Só me dizer o desenho, e talvez até te permita me olhar costurando! Kehehehehehe...

Enquanto isso, do lado de fora da loja, Edgar observava a enorme igreja. Realmente, era algo incomum e que tinha uma forte presença. Fitando a construção, o religioso reparou em algo: havia uma pessoa lá no topo da igreja, na mais alta torre, mas apenas podia se reparar sua sombra. Porém, apesar da dificuldade em discernir corretamente a situação, ele conseguiu ver uma silhueta caindo, e outra se aproximando dela, e então o completo desaparecimento das duas. O que havia ocorrido lá no alto? Valeria a pena ir ver?

Ada, ao lado de Edgar, olhava com mais atenção outro elemento. Havia muitos marinheiros no local, patrulhando de um lado e do outro, e checando em todos os estabelecimentos. Sua atitude era mais agressiva que o normal, como se estivessem estressados ou apressados. Porém, quando entraram na loja onde os homens de terno deviam estar, os marinheiros não voltaram. Ada aguardou um certo tempo, mas ninguém saiu de lá dentro, e não pôde ouvir um único som ou ver algo de estranho.

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Última edição por GM.Buggy em Dom 10 Abr 2016, 16:24, editado 1 vez(es)
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