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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 I did not fall from the sky, I leapt

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ADM.Tidus
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MensagemAssunto: I did not fall from the sky, I leapt   I did not fall from the sky, I leapt - Página 2 EmptySex 12 Fev 2021, 22:51

Relembrando a primeira mensagem :

I did not fall from the sky, I leapt

Aqui ocorrerá a aventura do(a) civil Moon. A qual não possui narrador definido.


Equipe One Piece RPG

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Moonchild
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MensagemAssunto: Re: I did not fall from the sky, I leapt   I did not fall from the sky, I leapt - Página 2 EmptyTer 16 Fev 2021, 17:45

skydive
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Retribuí o tchauzinho de Mamaco quando ao passar pela porta olhei para trás e percebi seu aceno. As coisas estavam se desenrolando de uma forma adequada até aquele momento, ainda que não tenha conseguido exatamente o que eu queria. Eu sabia que poderia conseguir equipamentos melhores no futuro conforme eu fosse conseguindo mais dinheiro, então pelo menos por aquele início de carreira uma arma mais simples deveria bastar.

Me senti bem decepcionado quando não encontrei a Dona Rilda mesmo a procurando pela área, afinal de contas aquilo significava que muito provavelmente eu não teria onde passar a noite. Digo, se eu não paguei por uma hospedagem quando eu tinha dinheiro, imagine agora que boa parte dele já se foi? "Dormir debaixo da ponte de repente não parece mais tão ruim assim", pensei antes de cair na gargalhada só de imaginar a possibilidade.

Ainda durante o passeio pela ilha, acabei encontrando algumas barracas montadas por entre a movimentação das pessoas. Como dito, minha intenção era simplesmente conseguir qualquer coisa que não fosse uma fruta seca, e para minha surpresa eu consegui! Agradeci e me afastei antes que o vendedor mudasse de ideia e rapidamente comecei a saborear aquela maça fresca que me foi oferecida de não tão bom grado assim.

Enquanto saboreava a fruta, encontrei aquele grupo de artistas de rua e quando me dei conta já estava completamente entretido com a apresentação. Minha atenção caiu inicialmente no outro rapaz que parecia ter minha a minha idade, mas logo meus olhos não conseguiam mais desgrudar da mulher se movendo pelo palco em algum tipo de encenação do que o garoto estava recitando. No que diz respeito às artes, eu sempre achei muito chique quem tinha talento para essas coisas. Entre os treinamentos de combate e de culinária, contudo, não sobrava muito tempo para eu tentar fazer algo do tipo, então eu sempre ficava apenas apreciando quando tinha a chance para tal.

Ao final da apresentação eu acabei sendo pego de surpresa pela possibilidade de aprender com eles. Não sem pagar um preço, logicamente. Dentre aquelas artes, eu aprenderia as três se pudesse. Mas o dinheiro estava começando a acabar e eu precisava deixar um pouco que fosse para emergências. Foi por isso que com muito pesar, decidi investir metade do que me sobrava em uma boa aula de...

— Atuação! Toma, moça, quero aprender a atuar, por favor. — pagaria indicando a minha vontade. Pensando melhor, aquele seria um investimento, certo?

Início do Aprendizado da Perícia Atuação


A explicação de Sammy foi tão clara quanto poderia ser. Sua afirmação de que aquilo era fácil e difícil ao mesmo tempo me deixou um pouco confuso no início, afinal como poderia algo ser duas coisas contrárias uma com a outra? Entendi logo em seguida que ela falava de talento, e sorri confiante. Talento é algo que tenho de sobra. Sem falsa modéstia por aqui, afinal sei que sou mesmo incrível.

Ficou claro que atuar se tratava de emoções e ter confiança. "Essa segunda parte eu já tenho", pensei, mas ainda teria que trabalhar na primeira parte. Primeiro que emoção é algo abstrato, certo? Como se define algo que só você sente e vem de dentro? Para Sammy, cada pessoa lidava de forma diferente com seus sentimentos e por isso não existiria um método que servisse da mesma forma para todas as pessoas.

Ainda assim, sua dica sobre isso parecia funcionar comigo. Entendi com sua explicação que para representar algo, você primeiro precisaria ter alguma experiência prévia com aquilo. Como posso demonstrar tristeza de forma fiel se nunca senti isso antes? Esse era o princípio que parecia ser a chave para aquela atividade de atuação.

É claro que não consegui de primeira. É engraçado pensar que mesmo que você ache que está indo bem, você só sabe se está conseguindo convencer quando nota a expressão das pessoas ao seu redor. Sorrindo, rosto franzido com expressão de choro, sobrancelha arqueada em dúvida. Sammy explicou que a expressão facial era uma parte importante de transmitir nossas sensações e isso deveria ser trabalhado. Em seguida, entonação caso fala seja parte do papel. "Não adianta você estar chorando e sua voz não demonstrar isso", ela disse, "as pessoas logo percebem que é um sentimento de mentira".

Depois de muito tentar, veio o desafio de quem chora primeiro. Àquela altura eu já estava pegando o jeito da coisa. Mas também pudera, certo? Já tinham se passado horas. Reuni o que tinha entendido até aquele ponto antes de fazer minha tentativa. Primeiro, eu teria que representar tristeza. A última vez que fiquei triste? Na noite anterior. Utilizando um truque ensinado pela professora Sammy, tentei relembrar o que eu estava sentindo da última vez que chorei. Era saudade de casa. O segundo passo era tentar deixar aquele sentimento tomar conta do nosso corpo. Isso não foi muito difícil, afinal eu realmente ainda sentia saudade de casa. A vontade de chorar não estava ali, contudo, então era ali que entrava a atuação.

Precisei me concentrar por algum tempo nas lágrimas para que elas começassem a rolar. Quando percebi estar funcionado, comecei a esfregar ao lado dos olhos e contorci o rosto assim como eu imaginava fazer quando estava chorando. Sammy aplaudiu logo em seguida. Aparentemente, eu estava no caminho certo.

— Posso enxugar o rosto? — perguntaria em seguida apontando para algum pano por perto, afim de enxugar as lágrimas não tão de verdade assim. Se eu vencesse e recebesse o livro, o abriria ali mesmo durante a aula enquanto esperava ela ser declaradamente encerrada.

O livro focava em diversos métodos de atuação. O primeiro deles envolvia o ator se conectar com os pontos de semelhança que ele tinha com o personagem, facilitando o processo de entender "como esse personagem agiria em tal situação". O segundo método envolvia imaginar e incorporar um sentimento que não estava ali naquele momento. Era o que Sammy tinha ensinado e eu tinha acabado de aplicar! Diversos outros métodos e dicas estavam ali espalhados pelas páginas. Lendo o sumário percebi que o espaço para melhorar minhas habilidades ainda era bem grande.

— Um passo de cada vez, né? — sussurrei para mim mesmo, repetindo uma frase que o papai me ensinou há um bom tempo — Obrigado, professora ruivinha! — agradeceria Sammy antes de me afastar em busca de um lugar para passar a noite.

Fim do Aprendizado da Perícia Atuação


Ao final da aula, eu tinha aprendido algo e me armado. Eu ainda tinha muita coisa que queria procurar pela cidade, mas já era tarde quando fui até o Arsenal e como passei boas horas com os artistas de rua então a noite já estava se aproximando. Uma fruta tinha contado para o meu almoço, mas eu sabia que se não conseguisse uma refeição digna para o jantar eu logo estaria com problemas.

Tive uma ideia de repente, então seguiria para algum restaurante afim de colocá-lo em prática. Independente de estar lotado ou não, eu só precisava que fosse um restaurante aberto. Entraria e iria até a bancada.

— Oi! Queria falar com o dono, por favor. — falaria de forma confiante. Quando o responsável pelo local aparecesse, eu continuaria — Moço, eu tô com fome, sabe? Eu queria saber se não posso trabalhar aqui por essa noite e em troca você me dá um prato de comida. Eu aprendi a cozinhar com minha mãe, mas eu posso só lavar os pratos se você quiser! Por favor. — imploraria então com as mãos unidas à frente do rosto em prece. Se funcionasse e ele me desse um trabalho, eu seguiria para o fazer. Se me colocasse para cozinhar, o que eu considerava muito difícil, eu colocaria todas as minhas habilidades para jogo e faria ótimas refeições para os clientes. Se só ficasse com algum trabalho doméstico, eu também continuaria empenhado porque não queria que ele tivesse motivos para não me dar o bendito prato de comida em seguida.

Enquanto fazia tudo isso, ficaria atento às conversas paralelas do local. Seja na cozinha ou entregando as comidas, eu pretendia aproveitar a chance para criar novos contatos. Quem sabe eu não ouvia algo interessante o suficiente para ser uma boa oportunidade? Colocaria meu carisma para jogo e tentaria fazer amizade com todas as pessoas que eu tivesse chance, de funcionários aos clientes. Alguma coisa devia render naquilo tudo.

Se o primeiro restaurante não quisesse me ajudar, eu seguiria para o próximo e então para o próximo até convencer algum dono. Não estava nos meus planos simplesmente ficar com fome!

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MensagemAssunto: Re: I did not fall from the sky, I leapt   I did not fall from the sky, I leapt - Página 2 EmptyQua 17 Fev 2021, 01:48


~ Narração - 05 ~
Horário: 22:37


Talvez aquela criança fosse realmente um gênio, pois, estava seguindo os passos indicados por Sammy com maestria. Ele conseguiu fingir um choro, podia ver em seu rosto uma expressão real de tristeza - PARABÉNS! - Falou entusiasmada com a performance do menino. Outros colegas de classe conseguiam realizar o mesmo feito, contudo, outros infelizmente não conseguiam ter êxito nas suas respectivas tentativas - Bom, quem não conseguiu não fique triste! Como falei, atuar requer dedicação, agora vamos para a expressão de felicidade, essa é bem fácil! - Bradou a mulher enquanto via Moon se afastando do local, claro, após se despedir.

As horas se passavam lentamente, mas, aos poucos, a noite ia dando suas caras. Agora já eram por volta das dezessete horas e ainda tinha movimento na cidade, inclusive uma patrulha da Ordem da Tormenta passava pelo local, mantendo assim a paz do ambiente. O pequeno celestial não havia precisado procurar muito, alguns metros a frente adentrou em um estabelecimento simples, mas acolhedor. Era um grande salão oval com várias mesas redondas, cadeiras e panos dobrados em cima de cada mesa, o local recém tinha aberto suas portas para mais uma noite de trabalho e antes mesmo de conseguir chegar até o balcão, que ficava aos fundos, foi interrompido por um homem pequeno, poucos centímetros maior que ele, um bigode extremamente grande era visto em sua face e em seus olhos, apenas um emanava uma luz vivida - Bem vindo ao restaurante do Ceguetto criança, eu sou o Etto dono do local. - Bradou, sua voz era firme, mas não passava um tom grosseiro.  O homem então ouviu as palavras do garoto e sem delongas, falou - Nada é de graça nessa vida menino, é bom ver que você não é como os outros. Me ajude a arrumar o salão, preciso que dê uma varrida no local e forre as mesas com os panos. - Deu as ordens e foi para cozinha, de lá ele poderia ver todo o salão pela grande janela que havia no cômodo.  

Enquanto o jovem limpava o local, dois rapazes entraram no restaurante em passos extremamente rápidos - Desculpe pelo atraso senhor Etto, a mãe ainda está super mal com o sumiço do nosso irmãozinho! - Gritou um dos homens enquanto já tomava as rédeas da limpeza, auxiliando o garoto a organizar as mesas - Novo funcionário? Que seja, me chamo Elson. Você então é muito novo para tá trabalhando já não? - Indagou e logo se distanciou do menino, indo organizar outras mesas na lateral do ambiente. O outro rapaz que entrou junto com ele não trocou uma palavra com Moon, apenas acenou com a cabeça e foi rumo à cozinha, lá, ele auxiliava Etto na separação dos ingredientes e também no preparo de algum deles.

Por fim, a noite caiu e aquele salão anteriormente vazio, enchia-se de gente. O menino logo era colocado para auxiliar Elson servindo os pratos junto com ele, na verdade, Moon apenas levava os itens que não quebrariam com uma queda, como era o caso dos talheres, guardanapos e afins. E assim se manteve durante uma parte da noite e infelizmente o menino não teve tempo hábil para captar nenhuma conversa interessante, mas, pode notar a presença de algumas figuras já conhecidas por ele. Uma delas era Mamaco, que ao ver o menino trabalhando no local apenas acenou sorridente, mas não chegou a trocar nenhuma palavra. As outras figuras eram aqueles três que anteriormente ele cruzou no Arsenal, o pequeno trio sentou-se no canto do restaurante e por várias vezes observaram o menino transitar pelo restaurante, era algo que Moon facilmente notaria, o resto dos clientes eram todos simples, trabalhadores comuns que tiraram um tempinho livre para fazer algo diferente da sua rotina. Noite adentro as coisas o ritmo foi gradativamente diminuindo - Elson, leve o garoto até em casa e vá fazer sua entrega diária. - Vocalizou Etto enquanto entregava ao rapaz uma marmita farta, com bastante carne e carboidrato, já a Moon ele entregava uma meramente menor - Seu trabalho foi bom hoje, precisa melhor algumas coisas, mas nada que a experiência não dê conta! Se estiver precisando de algo fixo, volte aqui amanhã no mesmo horário, tenho uma vaga para você. - Finalmente o jovem estava liberado, Elson o esperava na porta do restaurante e gritou para o menino -  Vamos logo Moon, ainda preciso ir perto da Floresta Negra entregar a comida da Dona Rilda. - Manteve-se ali, parado na porta aguardando as próximas ações do pequeno Moon.

Mamaco estava totalmente bêbado e ao ouvir o nome da criança, gritou - LÁ VEM O HOMEM MAMACO CORRENDO ATRÁS DO MOOOOOOOON. - Em seguida, desmaiando de cara no prato que outrora tinha comido e era acudido pelos seus colegas que ali estavam. Já o trio estava terminando sua refeição e aparentemente não estavam mais ligando para os passos do garoto.

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MensagemAssunto: Re: I did not fall from the sky, I leapt   I did not fall from the sky, I leapt - Página 2 EmptyQua 17 Fev 2021, 16:31

skydive
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Guardaria o livro atrás da cintura preso na calça e então seguiria em frente em busca do bendito restaurante. Como a noite estava caindo, fazia sentido esses estabelecimentos estarem começando a abrir e se preparando para uma rodada de jantar da população. Não que eu tenha planejado procurar por isso justo no melhor horário, mas calhou disso acabar me favorecendo quando entrei em um lugar que parecia ter acabado de abrir as portas. De cabeça erguida para esbanjar confiança, coloquei o primeiro pé dentro do lugar pronto para fazer meu pedido formal na bancada, mas um homem não muito maior que eu me interrompeu.

Eu pensei por um instante que era algum segurança do local simplesmente me barrando por ser uma criança, mas as dúvidas não restaram por muito mais que alguns segundos porque a primeira coisa que ele fez foi se apresentar. Etto era o dono do restaurante, ou seja, justamente quem eu estava procurando. Ele pareceu satisfeito com o fato de eu não ter simplesmente pedido comida de graça como, aparentemente, muitas pessoas por ali costumam fazer. A verdade é que eu não pensei em fazer isso simplesmente por querer passar um tempo ali conseguindo contatos. Se não fosse isso, provavelmente não teria pedido por uma troca.

— Meu pai sempre disse que o trabalho engradece o homem! Ou algo assim. — comentaria fazendo uma voz mais grave na medida da possível como se imitasse o papai. Tipo, ele nunca disse isso, mas eu já ouvi isso em algum lugar e pareceu ser uma boa forma de impressionar Etto. "Tão jovem e já tão trabalhador", era essa a sensação (falsa) que eu queria passar. Sem mais demorar, coloquei uma mão estendida à frente da testa como um tipo de saudação militar quando me foram passadas as ordens e segui em direção às mesas.

Arrumar a mesa não era algo tão novo assim. Considerando que aprendi por muito tempo sobre cozinha em geral com mamãe, saber colocar uma mesa acaba sendo uma das muitas coisas que você acaba aprendendo. Onde posicionar os talheres, como dobrar os guardanapos, onde posicionar os pratos, enfim, todo tipo de regras de etiqueta que se aprende com o tempo.

Eu estava tão entretido que só notei os demais funcionários chegando quando eles começaram a falar com Etto. Acenei para eles de longe ainda ajeitando as mesas, mas não pude deixar de ouvir sobre o sumiço de seu irmão. Eu estava ali em busca de oportunidades, então talvez aquela fosse a minha deixa? Continuei ajeitando as mesas que faltavam enquanto eles interagiam com o dono, até que falaram comigo justo quando terminei de organizar tudo. Me aproximei do moço que perguntou sobre a minha idade com as mãos atrás do corpo.

— Eu sou bom cozinheiro, sabia? — respondi com um sorriso empolgado no rosto e os olhos fechados — Mas é que eu preciso de dinheiro pra comprar brinquedo e muita comida. Desse tanto assim. — complementaria abrindo os braços o máximo que eu conseguisse para ilustrar o quanto de comida que pretendia comprar. No que Elson apenas se afastou logo em seguida, esperei para que mais tarefas me fossem designadas. Não me surpreendi quando não me foi atribuída nenhuma atividade que envolvia coisas que poderiam potencialmente explodir caso eu fosse descuidado (o que não era o caso, mas fui compreensivo). Entregar talheres não era nada considerando que ao final eu teria o que me alimentar, então apenas mantive o foco em trabalhar bem para não ter desculpa de Etto não me dar a comida e, claro, continuar ali por tempo o suficiente para pegar alguma informação boa.

No meio daquelas pessoas todas, que eu recebia com um grande sorriso no rosto e por vezes uma piscadinha travessa, logo apareceram alguns conhecidos. O primeiro foi um dos gêmeos do Arsenal. Na dúvida de não saber se era Mamaco ou Comama, me mantive quieto até ter a confirmação.O fato dele ter acenado pareceu confirmar ser a primeira opção, o gêmeo que me vendeu a Ninjaken que eu ainda carregava comigo. Neste caso, acenaria com um sorrisão no rosto e então o cumprimentaria com um "oi" tímido quando fosse lhe entregar suas talheres. Ele estava acompanhado, ainda que não pelo irmão, então o deixei quieto. Até porque ainda tinha trabalho para cumprir.

Quando o trio de antes entrou no lugar eu comecei a achar muito estranho. A forma que eles pareceram me vigiar por breves segundos quando saí do Arsenal por si só foi desconfortável, mas então seus olhos me acompanhando conforme eu transitava de um lado para o outro servindo os clientes parecia indicar que não era só coisa da minha cabeça. Eles realmente queriam algo comigo? Quando tive que lhes entregar seus talheres, evitei olhar nos seus olhos por causa do desconforto. Ainda assim, aquela situação ficou soando como uma alarme na minha cabeça. O que eles iriam poder querer com uma criança? "É por que sou um Celestial?", me questionei mentalmente.

Foram algumas boas horas de atendimento. Eu não me senti entediado nem nada do tipo porque, como dito, trabalhar na cozinha era algo que eu aprendi e criei gosto por fazer. Ainda que eu não estivesse no fogão, só de estar trabalhando no restaurante já fazia tudo ficar mais divertido. Eu brincava de restaurante com meus pais e era sempre muito divertido, então ter aquela lembrança vindo à tona me deixou feliz.

Quando Etto pediu para que eu fosse levando para casa eu percebi que precisaria logo pensar em uma desculpa para... bom, não ter para onde me levassem. "É que eu moro no Céu, Sr. Etto" com certeza não pegaria bem. Querendo ou não, eu estou bem vagarosamente montando alguma reputação entre os locais. Já tinha sido Dona Rilda, Mamaco (e seu irmão), os trabalhadores do restaurante e, aparentemente contra a minha vontade, o trio estranho que parecia de alguma forma me seguir. Ainda não era o momento certo de mostrar para eles que são sou uma criança qualquer. Mamaco já sabia disso, mas... ainda não era o momento dos outros.

— Eu venho, sim. — responderia para Etto sobre o convite de trabalhar lá no dia seguinte — Vocês são legais. — soltaria de repente com os braços estendidos para pegar a minha marmita. Eu a abraçaria feliz e a carregaria comigo para fora do restaurante daquele jeito, um tanto quanto desajeitado ainda que fosse apenas eu tentando agir de forma fofa. Antes de conseguir realmente sair, acabei me surpreendendo com a voz de Mamaco gritando do fundo da sala. Quase derrubei a marmita enquanto ria da cena. Ele parecia estar muito bêbado e cair de cara no prato sujo pareceu uma boa forma de despedida — Tchau, Mamaco-kun! — diria segurando a marmita firme com uma mão enquanto acenava com a outra.

Quando me coloquei ao lado de Elson, um nome familiar acabou surgindo na conversa. Dona Rilda. Caramba, eu procurei ela por um bom tempinho mais cedo. Quais eram as chances da entrega ser justamente para ela? Aquela era uma oportunidade que eu não pretendia perder.

— Posso ir com você até a Dona Rilda? — perguntaria com uma inocência no olhar — Ela me ajudou hoje de tarde e eu não pude agradecer, sabe? Quero fazer um pouco de companhia para ela. — explicaria enquanto ponderava se eu deveria perguntar do que ouvi de sua conversa quando chegou no restaurante há algumas horas. Se ele aceitasse que eu o acompanhasse até a Dona Rilda, eu o faria sem muita demora — O que aconteceu com o seu irmão? — perguntaria sem preparar Elson para aquilo. Com um sorriso no rosto, eu mostraria meu interesse naquela história. Se ele recusasse que eu fosse ao seu lado, eu iria um pouco mais atrás, o seguindo não tão furtivamente assim (digo, não me importaria dele me avistar nesse caso).

Durante o trajeto, eu tiraria um tempo para pensar em tudo que tinha acontecido naquele dia. Eu agi de forma inocente, fofa, infantil e até compreensiva tudo para conseguir favores. Como o dia estava se encerrando e eu ainda estava vivo e bem, a estratégia parecia funcionar. O que foi? Você não achou que eu sou tão legal assim, achou? Exceto pela Dona Rilda que eu realmente gostei (e Mamaco, um pouco), eu apenas tentei me aproveitar das pessoas o dia todo. Mamaco vendeu uma arma para uma criança mesmo que não devesse, assim como Etto também empregou alguém que não deveria estar perambulando pelo seu restaurante e até o cara do mercadinho que estendeu uma fruta de graça para uma "criança necessitada". Tirando o grupo de artistas de rua, desde que acordei aquele dia eu apenas exerci minha superioridade intelectual ao me aproveitar da minha aparência facilmente encantadora para conseguir coisas.

Era divertido enganar as pessoas assim, é verdade, mas eu certamente estava ansioso pelo momento que eu poderia mostrar o verdadeiro guerreiro que eu sou. Mas sempre lembrando de dar um passo de cada vez, claro.

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MensagemAssunto: Re: I did not fall from the sky, I leapt   I did not fall from the sky, I leapt - Página 2 EmptyQua 17 Fev 2021, 21:43


~ Narração - 06 ~
Horário: 23:56


Se fosse colocar em uma balança, o dia do garoto havia sido bastante produtivo. Ele saia com Elson do restaurante e o clima estava totalmente diferente do anterior, na verdade, agora o clima tinha voltado ao padrão do local, sons de trovões cortando os céus podiam ser ouvidos e por sorte, a chuva ainda não tinha caído - Precisamos ser rápidos, se começar a chover vai complicar. - Bradou Elson enquanto adiantava os passos pela rua deserta, Moon o acompanhava  e o rapaz não tocava no assunto que o menino trouxe à tona um pouco antes.

O caminho era longo e Elson finalmente cedeu - Olha garoto, não gosto de falar disso, é algo que me machuca até hoje. - Sua voz ficava trêmula, mas, o homem segurou e continuou - A seis meses atrás meu irmão mais novo sumiu de uma hora para outra, não sei se ele está vivo ou… - Novamente parou de falar, mas dessa vez levava a mão em direção do rosto, para enxugar as lágrimas que escorriam pelo seu rosto - E depois dele mais crianças sumiram, quando procurei saber na Ordem eles só diziam que estava em investigação! Mas, outras pessoas sumiram antes dele, adultos, vários adultos. - Finalizou o homem enquanto continuava a caminhar, agora, já estavam um pouco mais próximos da Floresta Negra. Dona Rilda não morava exatamente na Floresta, ficava basicamente no meio do caminho entre a cidade e a mata, neste momento a chuva começou a cair de maneira intensa e alguns metros a frente eles poderiam ver uma silhueta, correndo em sua direção, balançando os braços rapidamente de um lado para o outro.

Elson parou e logo disse - Garoto, para trás! - Tomou a frente do menino em seguida enquanto aquela silhueta tomava forma, era Dona Rilda e uma expressão de pânico estava em seu rosto - A FERA! A FERA! A FERA! A FERA! A FERA! A FERA! - Gritava incansavelmente e quando um relâmpago pegou o céu, iluminado o caminho de barro que levava até a floresta, uma coisa, aparentava ser um animal...mas, tinha algo estranho com ele. Não dava para identificar o que era só certo, mas, alguns espetos eram vistos, não dava para identificar se vinha do próprio animal ou era uma espécie de armadura - MEU FILHO, A FERA QUE MATOU MEU FILHO ESTÁ AQUI. ELA QUER ME LEVAR! - Gritou Rilda novamente, estava amedrontada e aquele monstro vinha em disparada na direção deles. Em um rápido movimento Elson corria em direção a senhora, puxando sua mão e lançando-a para trás, nesse momento Moon pode ver claramente uma boca repleta de dentes sujos de sangue e em seguida, uma cena que talvez deixasse o menino traumatizado pelo resto da vida: A morte de Elson. Que em um rápido movimento da fera tinha sua cabeça totalmente engolida e era arrastado para uma região com mata ao lado, contudo, pela força do animal a cabeça era decepada do pescoço e o animal lançava na direção do menino, voltando a abocanhar pelo torso do corpo morto do homem e leva-lo mata adentro.

Rilda pegava a mão do menino e rapidamente corria, arrastando-o, dessa vez até mesmo com uma certa brutalidade, pelo menos que sentia no seu corpo. Enquanto era levado ele poderia, mesmo que em choque, escutar um som de apito extremamente alto, que excedia até mesmo o som dos trovões. Mas na frente eles poderiam ver os três homens que anteriormente foram vistos pelo menino no Arsenal - O que aconteceu? Vocês acharam a Fera? Viram ela? Para onde ela foi? - Indagou o ruivo, enquanto o Mink lobo disparada na direção que Rilda e Moon vieram, ele corria literalmente como um lobo.

- A FERA, A FERA, ELA VEIO, ELA VEIO ME MATAR. ELA MATOU, ELA ME MATARIA, ELA MATOU ELE! MATOU ELES! - Gritava totalmente fora de si, nada seria tirado dela, talvez Moon tinha visto algo? - E você garoto? O que aconteceu, me diga! - Bradou o homem enquanto olhava o seu companheiro, voltando sua atenção momentaneamente para si - Hagu, precisamos pegar essa fera maldita. Já estamos atrás dela a semanas, assim, não conseguiremos pegar a recompensa! - Bradou o ruivo que logo foi respondido pelo homem alto e pálido - Jin, isso já virou pessoal para mim. Precisamos desse garoto, isso se ele ou ouviu alguma coisa. Até hoje não sabemos se aquilo é um monstro, um animal ou sabe-se lá Deus o que é aquilo. - Por fim ambos estariam ali, aguardando a resposta do menino. O Ruivo prestava atenção no garoto enquanto o outro homem olhava fixamente na direção que o Mink partiu em disparada.


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MensagemAssunto: Re: I did not fall from the sky, I leapt   I did not fall from the sky, I leapt - Página 2 EmptyQua 17 Fev 2021, 23:10

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A reclamação sobre a possível chegada de chuva feita por Elson interrompeu meus pensamentos. Apenas acenei positivamente com a cabeça antes de me colocar ao seu lado. Os raios que cortavam o céu ficavam ainda mais perceptíveis naquele horário e acho que posso admitir que os estrondos ainda conseguiam me pegar de surpresa. Aprendi a antecipá-los porque antes dos trovões um grande clarão tomava de conta, mas nem isso me deixou imune à vibe daquele lugar.

O trajeto até a casa de Dona Rilda foi calado no começo. Eu queria saber sobre o irmão de Elson por pura curiosidade, não é como se eu fosse morrer se ele não contasse, certo? Aí, não dá pra fingir, sabe? Ele simplesmente fingir que não ouviu a pergunta de primeira me deixou ainda mais curioso sobre o assunto. Eu estava pensando em como inserir o questionamento por uma segunda vez quando ele pareceu estar pronto para falar. "Estava se preparando mentalmente pra tocar no assunto? Deve ter sido algo bem pesado mesmo", pensei. Estava bem empolgado para ouvir aquilo, mas me decepcionei um pouco logo em seguida. Desaparecimento? Que clichê. Meu interesse voltou a partir do momento que ele mencionou não ter sido um caso isolado. Sequestro então? Se fosse o caso, então era realmente algo interessante. Quanto será que pagariam caso eu tentasse investigar? Como uma metralhadora de aproveitamento de oportunidades, eu já estava pensando em como converter aquele momento em ganho pra mim quando Elson me empurrou para trás dele.

Alguém estava se aproximando.

Aceitei ser protegido pelo adulto (não sou idiota de recusar um escudo ainda que humano) à minha frente, no que sutilmente movi uma mão em direção ao cabo da Ninjaken embainhada na minha cintura. Entre manter essa história de criança inocente ou morrer é claro que eu sacrificaria essa história falsa, né? Meus olhos se abriram em surpresa quando a silhueta se revelou Dona Rilda. Ah não, a senhorinha, não! Ensaiei ir até o seu encontro, mas seus gritos me pegaram de surpresa e senti minhas pernas travarem por alguns breves segundos. A Fera?

— Que fera? Do que ela tá falando? — perguntaria para Elson, ainda que não esperasse uma resposta no meio daquele caos repentino. A mão que antes apenas repousou sobre a Ninjaken agora segurava firme no cabo. Algo de muito errado estava rolando. Dona Rilda continuou explicando — aos gritos, sim — o que tinha acontecido, e eu até ficaria triste ou surpreso pela revelação do seu filho ter morrido se não fosse aquela situação por demais... amedrontadora? Verdade seja dita: eu sou corajoso, sim, mas aquilo tudo me pegou de surpresa. Quando saí das Ilhas do Céu eu esperava, sei lá, capturar uns bandidos e suas recompensas, pegar algumas carteiras de desavisados caso fosse necessário, coisas simples assim. Agora eu estava envolvido em um caso de sequestrador em série com feras no meio matadoras de gente no meio? Qual o seu problema Black Drum Kingdom?

Assim que Elson também colocou Rilda atrás de si para protegê-la, eu desviei a mão que outrora estava no meu armamento pera tentar segurar sua mão. Eu ainda não tinha entendido muito bem o que estava rolando, mas cogitei simplesmente puxar aqueles dois para longe dali.

Nem precisei fazer esforço, no fim das contas, porque aquela COISA fez o trabalho de arrastar Elson para longe de nós. Quer dizer, arrastar é um pouco leve, né? Abocanhar e decapitar seria mais adequado. Quando a vi, fiquei surpreso. Tem uma diferença entre treinar no quintal de casa, onde os perigos são apenas situações hipotéticas, e estar ali no meio de um possível campo de batalha, onde as chances de morte realmente existem e estão espreitando para te pegar ao menor deslize.

Sim, fiquei assustado, mas mais que isso... eu me senti empolgado. Muito empolgado. Fiquei o dia inteiro fingindo ser apenas um garotinho bobo, mas aquela coisa era o motivo de eu ter saído de casa. Era aquele tipo de problema que deixava pessoas famosas. Era com aquele tipo de coisa que eu poderia provar minha grandiosidade para todo mundo!

A oportunidade perfeita.

De costas para Dona Rilda, deslizei a mão de volta para a Ninjaken e comecei a abrir um sorriso enquanto me preparava para avançar. Foi quando ela me segurou pelo braço e começou a me arrastar para longe. Eu não esperava que uma senhorinha tivesse tanta força para me puxar daquele jeito, então acabei não tendo força o suficiente para me opor àquilo. Começamos a nos afastar, mas não sem antes a dita Fera arremessar a cabeça de Elson ao meu lado. "Sim! É isso!", comemorei em euforia.

Não demorou muito para que a força da Dona Rilda começasse a ceder e o ritmo diminuir. Perdemos o rastro do bicho. Essa era a minha maior preocupação naquele momento. O apito alto eu não entendi do que se tratava. Talvez fosse algum rugido não muito usual da criatura? Puxei meu braço das mãos da senhorinha pronto para voltar para onde estávamos quando avistamos o trio de antes.

— Vocês estão... — começaria a perguntar na intenção de questioná-los sobre estarem me seguindo, mas logo a verdadeira situação veio à tona. O Mink Lobo parecia o mais legal do trio, afinal de contas foi o primeiro a fazer algo a respeito daquilo tudo. Meu interesse naquela caçada só cresceu quando ouvi que tinha uma recompensa envolvida. Tive que segurar muito forte para não abrir um sorriso de satisfação. No que me pediram informações, bom, eu as dei.

— Eu vi. A fera. — confirmaria para eles — Parecia um animal, mas tinha vários espetos nas costas. Ela... matou o Elson. Arrancou sua cabeça em uma mordida só. — complementaria. Colocando a tensão toda daquele encontro de lado, comecei logo a maquinar como eu poderia colocar minhas mãos na recompensa também. Eles cogitarem me levar com eles para identificar a besta acabou apenas servindo como uma luva para as minhas intenções — Eu posso ir com vocês! Posso reconhecer ela! — exclamaria em seguida. É claro que não contei que só vi a silhueta. Eu precisava que eles acreditassem que não conseguiriam fazer aquilo sem mim.

Se não tivessem mais o que perguntar, eu os guiaria para o lugar do ataque e portanto para onde ela foi. Eu vi quando aquela coisa entrou na mata, e aquele seria o melhor ponto para se começar a procurar. Colocando minha Visão na Penumbra para jogo, eu os guiaria pela mata e ajudaria o Mink Lobo a fazer o rastreamento na medida do possível. De forma sorrateira, eu me posicionaria sempre entre a maior quantidade de caçadores, os utilizando de escudo para o pior dos casos sem eles perceberem.

Aquela tensão... Aquela adrenalina. Eu nunca tinha sentido aquilo na vida... e isso era muito bom.

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MensagemAssunto: Re: I did not fall from the sky, I leapt   I did not fall from the sky, I leapt - Página 2 EmptyQui 18 Fev 2021, 01:18


~ Narração - 07 ~
Horário: 00:15


Os homens ouviam as primeiras palavras do garoto e logo Jin bradou de maneira irritada - Sim, nós estamos caçando aquela coisa. Desembucha logo! - E assim o menino prosseguia com seu falatório, os homens trocavam olhares e por um momento se afastaram do garoto e de Rilda. Pareciam conversar por cochilos que eram inaudíveis na distância que tomaram do menino, mas, aparentavam ter um conflito de opiniões, ao retornar, proferiu Hagu - Garoto abriremos essa exceção hoje, não que seja difícil identificar aquela coisas, mas, um par de olhos a mais não é algo ruim nessa situação. - Um sorriso malicioso quase surgia nos lábios daquele homem,no entanto, ele controlava sua musculatura para não revelar total aquilo - Se querem um par de olhos, eu vou junto. - Falou Rilda, estava levemente mais calma do que antes - Não vou deixar meu filho sozinho! Já basta aquele monstro ter matado meu filho, ele não é meu filho. Ele matou, matou meu filho! - Vocalizava a mulher enquanto voltava a se agitar, a dupla bufou mas acenou para que todos fossem juntos rumo a direção tomada pelo Mink.

Não demorou para que eles chegassem no local da fatídica morte de Elson, o homem alto acendia uma espécie de tocha que clareava alguns passos a frente, mas, para o garoto dada a sua visão na penumbra, conseguia enxergar um pouco mais dos rastros deixados pela fera. Um forte uivo ecoava pelas árvores da mata - É o Garun, venham comigo! - Falou o Ruivo enquanto tomava frente e se lançava mata adentro, seguido por Moon, Rilda e por último Hagu. Não demorou para que o lobo aparecesse, ele estava ensanguentado, porém, parecia bem - Aquela coisa fodida conseguiu escapar de mim, tem algo errado cara, aquilo não é normal. - Bradou o Mink enquanto pegava na pequena bolsa carregada pelo ruivo, algumas fases e pomada. Ele mesmo fazia seus curativos, parecia ter experiência naquilo - Ele não tá longe, precisamos ir logo atrás antes que perca seu rastro novamente. Dessa vez precisamos ir com tudo, ele não pode escapar de jeito nenhum! Sabe o quanto precisamos dessa grana, sem ela, já era. - O lobo estava preparado para o segundo round, dessa vez estava junto com o seu time - Passa pra cá a Adrenalina ruivo! E não, nem comece com seu falatório de merda. Eu sei o que tô fazendo. - O Ruivo não pronunciou nenhuma palavra, apenas fazia uma expressão de descontentamento mas dava a seringa com a tal da adrenalina para o Mink. A trupe seguia, sendo guiados pelo lobo mata a dentro, a luz do luar varava a copa das árvores e iluminava a região - Temos que sair daqui...aquele monstro, ele vai nos matar, ele matou meu filho. Ele não é meu filho, ele matou, ele matou ele, meu bebê, meu bebê, MEU BEBÊ! - As últimas duas palavras viajaram tão alto pela floresta que a chance de um possível ataque surpresa foi por água abaixo, quase que instantâneamente um rugido foi ouvido por todos.

Sem demora o monstro apareceu, Rilda ao ver caiu no chão desmaiada e o trio se preparava para o combate. O lobo sem pestanejar aplicava a adrenalina em seu peito, suas pupilas dilataram e sua respiração ficava extremamente acelerada, como uma fera ele partiu em direção ao seu antagonista que fez o mesmo. Ambos chocaram-se no ar, mas, para infelicidade do Mink ele saiu perdendo naquele duelo, a fera caiu por cima do mesmo fincando suas garras em seu braço, dilacerando quase que completamente o mesmo. Hagu em um rápido movimento fincou sua lança no tronco do monstro, que em um movimento ainda mais rápido que o anterior pulou para trás e por fim, um apito foi ouvido -  Tem alguém controlando esse monstro? - Indagou o Ruivo enquanto em mãos segurava um martelo e na outra, um escudo. A fera então se afastou ainda mais, sumindo momentaneamente na mata - Cuidado! Aquela coisa tá vindo! - Então ela voltava, dessa vez na direção de Moon. O trio se preparava para um novo round de ação, atrás do menino estava Rilda (desmaiada), o que ele faria nessa terrível situação?

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MensagemAssunto: Re: I did not fall from the sky, I leapt   I did not fall from the sky, I leapt - Página 2 EmptyQui 18 Fev 2021, 17:48

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Tive que me segurar para não dar uma risadinha quando a dupla se afastou para discutir algo e voltaram me dando "permissão" para ir com eles. É verdade que minha fala parecia ser um pedido de permissão, mas isso porque era o que eu queria que eles pensassem. Mesmo que me designassem para fazer qualquer coisa que não fosse ir atrás da criatura, eu não aceitaria e seguiria com eles da mesma maneira. O que eles iriam fazer? Me bater? Até parece. Dona Rilda querer ir junto, por outro lado, parecia ser um problema. Ela não estava falando nada com nada, provavelmente ainda abalada pela cena que presenciou, então imagine se realmente encontramos a fera? O que ela poderia fazer além de atrapalhar?

— Vamos logo então! — exclamaria antes de começar a seguir com o grupo até a entrada da mata. Era fácil saber que tínhamos chegado, afinal de contas o corpo sem cabeça de Elson estava largado logo ali do lado. Não liguei muito para a cena. O choque de presenciar o momento da morte foi o suficiente para me preparar para ver o corpo morto ali no chão. A dupla de caçadores, inclusive, se mostrou bem preparada e logo providenciaram iluminação conforme adentramos a mata. A luz da lua era mais do que suficiente para que eu pudesse enxergar por entre aquela floresta, mas ter uma fonte um tanto mais confiável de luz facilitava de localizar os rastros. Eu indicaria esse tipo de coisa para os caçadores, uma vez que eles tinham mais experiência naquilo que eu e assim poderíamos encontrar nosso alvo mais facilmente.

O uivo de início me pegou de surpresa, no que movi a mão em direção à ninjaken apenas para descobrir se tratar do Mink Lobo. Suspirei aliviado e continuei os seguindo. A todo momento, eu me movimentaria para ficar entre as três pessoas (incluindo Dona Rilda, que eu sei que gosto dela, mas prioridades, né) para usá-las de escudo. Encontrar o tal Garun ensanguentado parecia demonstrar que a fera realmente não estava para brincadeiras. Isso ou que o Mink era um fraco. "Talvez as duas coisas", ponderei enquanto eles conversavam sobra uma tal de adrenalina que eu não sabia do que se tratava.

— Se ele está perto precisamos encontrá-lo antes que ele encontre a gente! — falaria o óbvio no calor do momento, já começando a traçar planos de como lidar com aquela coisa. Bati as asas devagar em antecipação enquanto Garun nos guiou para ainda mais dentro da mata. Minha expressão de seriedade àquela altura já estava presente, no que meus olhos se moveriam intensamente por todo o terreno aproveitando de qualquer sinal que pudesse nos ajudar. Olhos esses que acabaram revirando quando Dona Rilda começou a falar suas coisas sem sentido novamente. Ela realmente estava atrapalhando, mas só me irritei de verdade quando o seu grito precedeu o rugido da besta. Olharia ao redor em busca de silhuetas, mas a situação naquele momento era clara — Droga, nos achou.

Quando aquela coisa apareceu novamente, precisei recuar alguns passos para trás pela surpresa. P barulho de Dona Rilda caindo desmaiada no chão chegou até os meus ouvidos, mas não ousei olhar para trás. O inimigo estava bem ali diante de nós, se preparando para atacar. Garun foi o primeiro a tentar fazer algo e pagar por isso. Ver seu braço ser dilacerado com tanta facilidade foi tanto assustador quanto empolgante. O papai não estava brincando quando falou dos perigos abaixo do Céu. "Eu também vou ter histórias legais para contar para vocês quando eu voltar", pensei me referindo aos meus pais. Com um sorriso no rosto, acompanharia a fera com o olhar conforme ela se afastava depois do seu bote bem sucedido. Escondida na mata, ela não parecia estar se preparando para recuar. A hipótese logo se provou verdadeira quando ela se mostrou novamente. Mas desta vez vindo na minha direção!

— Que seja então. — declararia antes de usar da Aceleração para ir ao seu encontro com a mesma ferocidade que ela parecia querer me atingir. Com a mão direita apoiada na bainha, bati com dois dedos da mão esquerda cima do cabo da Ninjaken e ali repousei a outra mão — Espero que o treinamento mostre o seu valor agora. — sussurraria antes de enfim considerar o combate iniciado.

Eu ter escolhido iniciar com um avanço frontal era, de certa forma, para proteger Dona Rilda. Se eu ficasse parado e apenas revidasse, ele poderia provavelmente mudar seu curso de ataque e atingir a senhorinha. Sem perceber, decidi agir para que ela não fosse ferida sem poder se defender.

Mas o avanço inicial seria uma finta. Eu não pretendia realmente bater de frente. Aproveitaria da minha agilidade para sair da frente da fera assim que notasse estar no seu alcance, gingando para o lado direito afim de fazê-la passar direto. Se funcionasse, eu saltaria e planando por um rápido segundo (amparado pela Aerodinamicidade) lhe chutaria na lateral do corpo com os dois pés. Mas esse ainda não era o ataque verdadeiro. Na verdade, eu ainda estava me preparando. Usaria a força na direção contrária do chute de impulso para abrir uma pequena distância do bicho. Avançaria logo em seguida, sem dar tempo para que ela pensasse. Desta vez, o saque da Ninjaken aconteceria, revelando sua lâmina e refletindo a luz da lua por breves segundos antes de saltar por cima da fera e lhe desferir um corte por cima do corpo. As asas providenciariam a firmeza necessária no momento do corte, planando por um breve segundo novamente e garantindo a firmeza do golpe mesmo que estivesse em pleno ar. Ao final do ataque, me prepararia para reagir à outra investida da criatura.

Agora, se a criatura respondesse meu avanço frontal tentando saltar em cima de mim igual fez com Garun, eu aproveitaria do meu tamanho menor e do impulso da corrida para me jogar em direção ao chão. Derrapando por baixo da besta, eu sacaria a Ninjaken e lhe atingiria por baixo. Com esse movimento, eu pretendia não só escapar de seu bote, como também revidar nesse meio tempo. Ficaria de pé logo em seguida, voltando para a posição de combate com a Ninjaken embainhada. Olhos atentos para novas investidas, a todo momento.

Se por um acaso ela escolhesse me ignorar quando eu saísse da frente de seu avanço e fosse direto em Dona Rilda, bem, eu não poderia fazer nada para salvar a senhora, certo? Por isso, eu simplesmente tentaria fazer com que seu sacrifício não fosse em vão e aproveitaria a brecha para desferir quantos cortes fossem possíveis na fera antes de me afastar novamente e continuar atento. Se ela escolhesse na verdade atacar algum dos outros caçadores de repente, eu ainda aproveitaria da brecha para lhe atacar o máximo possível sem me expor demais. O combate giraria em torno de aproveitar oportunidades e não permitir que a fera pudesse fazer o mesmo.

Àquela altura meu corpo todo fervia com a adrenalina do combate. A morte espreitava todos naquele lugar e ninguém estava realmente a salvo. Aquilo estava incrivelmente divertido.

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MensagemAssunto: Re: I did not fall from the sky, I leapt   I did not fall from the sky, I leapt - Página 2 EmptyQui 18 Fev 2021, 21:30


~ Narração - 08 ~
Horário: 00:38

Hagu correu em auxílio do mink, puxava de uma espécie de pochete alguns itens básicos para primeiros socorros. O menino tomava uma decisão rápida e investiu contra aquele monstro, a fim de proteger a vida de Dona Rilda, que ainda se encontrava desmaiada na mata.

Alcançando o pico da sua velocidade ele realizou seu movimento, o chute seguido posteriormente pelo avanço por cima da fera ocorriam com maestria, mas, o ataque não funcionava! Sim, a fera estava revestida por uma armadura, claro que havia algumas brechas  e era que Moon teria êxito. Após efetuar o primeiro ataque a fera rapidamente voltou em direção ao garoto, dessa vez pulando em sua direção como fez anteriormente com o Mink, mas o garoto era esperto e diferente do lobo, realizou um movimento por baixo e sua lâmina abriu, literalmente, a barriga da fera. A mesma caiu e nem mesmo teve chance de realizar qualquer outro movimento, pois Jin vinha em sua direção com um salto e descia seu martelo com uma força brusca anormal na cabeça da fera, que chocava-se contra o solo e era amassada. A fera estava morta e todos aparentemente estavam bem - Meu filho…? - Bradou Rilda ainda meio grogue olhava a cena, ao ver a fera seus olhos arregalaram e em seguida a senhora começou a chorar - O animalzinho do meu filho? Vocês mataram? - No momento em que sua boca fechou e seus olhos encontraram os do pequeno Moon, um tiro era escutado. O menino podia ver a senhorita que havia acabado de sentar-se, cair novamente no solo, desta vez com um furo em seu peito.

O Ruivo encheu-se de fúria e preparou-se para ir na mesma direção que o tiro havia vindo, contudo, uma figura surgia metros a frente em meio a mata - Vocês me obrigaram a matar a minha própria mãe e principalmente, mataram meu animal que ainda estava em treinamento! Vocês também merecem morrer. Que a mão pesada de Vallak caia sobre vós. - Falou, pouco podia-se ver da aparência real daquele homem. Estava trajando um manto negro com um símbolo estampado na parte frontal da sua vestimenta - Meu martelo que vai cair direto na sua cabeça, seu merda! - Gritou Jon e avançou - NÃO...JIN, PARE AGORA OU TODOS MORREREMOS! - Gritou Garun, enquanto se apoiava nos ombros do seu colega. O vilão esticou seu braço esquerdo e no momento em que a luz da lua banhou seu braço, podiam ver uma aparência horrenda, diversos cortes e ao mesmo tempo um aspecto de que estava em carne viva, mas, o que mais impressionava não era isto. Atrás dele, diversos olhos apareciam, podiam contar cerca de 6 pares, e rosnados e rugidos eram escutados por todos ali - Ele é um domador, mas não quer a gente morto. Se quisesse já estaríamos. - Continuou a falar Garun, mas, foi interrompido pela rouca voz daquele homem - Não, vocês não são os sacrifícios que meu Deus quer. Por hora vocês continuam vivos… - Bradou o homem enquanto lentamente se afastava do local, juntamente com os outros olhos que estavam espalhados atrás dele.

Jin olhava para o pequeno Celestial - Garoto, você lutou bem. Não sei se era próximo desta mulher, mas, ajude-nos a matar esse homem. Dividiremos a recompensa com você. - Em seguida se aproximou dos seus dois aliados, Jin estava preocupado com o braço do Mink, mas o mesmo parecia não ligar - Tenho um braço e duas pernas, consigo lutar! Vamos cuidar daquela senhora, não podemos largar ela aqui. - Por fim o Ruivo assentiu com concordância e pegou o corpo já sem vida de Rilda no colo - Vamos voltar… eu cuido dela. Hagu, leve o garoto com você para nossa casa, dê comida e qualquer coisa que ele queira. Pela manhã estarei lá. - Ao final da sua fala o homem esperou um breve momento, caso o garoto quisesse se despedir de Rilda e ele seguida partiu.

A dupla então começava a caminhar lentamente - Garoto, me ajude a levar Garun. - Falou Hagu, enquanto segurava o lobo com uma certa dificuldade - Precisamos de um descanso e colocar nossa cabeça no foco novamente, não deixamos aquele cara escapar uma segunda vez. - Continuou seguindo caminho rumo a residência dos três, que não ficava longe dali.

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MensagemAssunto: Re: I did not fall from the sky, I leapt   I did not fall from the sky, I leapt - Página 2 EmptyQui 18 Fev 2021, 22:53

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Pelas condições de iluminação não muito adequadas, não consegui perceber antes de avançar que a criatura estava protegida por uma armadura. Ainda que eu consiga ver bem no escuro, algumas coisas ainda ficam borradas e aquela armadura foi justamente o detalhe que meus olhos não conseguiram captar. Não tive tempo para me assustar ou recuar quando notei aquele problema, então continuei dedicado a cada movimento que tinha planejado quando investi naquele combate. Avanço, finta, salto, impulso, esquiva e por fim um golpe me aproveitando das brechas. No que a fera parecia se valer de seus instintos, eu percebi que poderia sobrepujá-la com inteligência quando a lâmina da minha arma abriu um talho no seu corpo logo nos primeiros momentos de combate.

Me viraria na sua direção logo após o ataque, fazendo aquele movimento clássico de passar o dedo lâmina da minha ninjaken para retirar o sangue e então embainhá-la novamente. Não foi necessário que eu avançasse novamente, no que um dos caçadores finalizou a fera. A recompensa seria nossa...

Ou assim eu pensei antes daquele tiro cortar o ar. Rapidamente, lembrei da voz longínqua de um dos caçadores cogitando que aquela coisa estava sendo controlada. As falas de Dona Rilda por um momento pareceram ser apenas mais um delírio como os antes, mas finalmente juntei as peças e entendi. Ela era louca, sim, mas não por achar que o filho morto ainda vivia ou algo do tipo. Era louca por apoiar um maluco!

Antes que eu pudesse fazer algo a respeito um tiro cortou o ar na direção da velha, atirando-a contra o chão dessa vez de forma definitiva. Saltei na direção contrária de onde o barulho do disparo veio, me distanciando. Quando olhei naquela direção, pude vê-lo. O cara responsável por tudo aquilo.

— Mas assim ele complica as coisas. — reclamaria em um suspiro. Trouxe uma ninjaken em briga de pistola? A desvantagem era óbvia, ainda que fôssemos mais numerosos. Comecei a planejar de imediato alguma forma de sacrificar um dos caçadores para garantir a vitória, já que aquele cara sozinho não poderia lidar com todos nós de uma vez... ou de repente ele poderia, sim — Mais? — perguntaria retoricamente pela surpresa de notas aqueles vários olhos nos observando. Um domador, disse Garun? É, isso fazia algum sentido.

Minha vontade era sair correndo. Não por medo, mas porque não sou idiota. Não éramos a maioria ali. Claramente a vantagem não era nossa. Recuar e planejar um ataque coordenado. Essa era a melhor saída. Mas para mim, ainda era cada um por si quando aquilo acabasse. Por isso arrastei o pé direito devagar para trás. O que poderia ser interpretado como uma preparação de posição de luta, na verdade era apenas eu me preparando para deixar aquelas pessoas para trás.

Quando o tumulto passou e ele nos deixou ir, eu me permiti relaxar o corpo. Olhei nos arredores e tentei calcular o saldo final. Ele era positivo. Dona Rilda por mais que tenha me ajudado, ela estava do lado daquele maníaco. Ela era um perigo a menos para precisarmos lidar. Tínhamos ainda matado uma das criaturas do domador, o que querendo ou não diminuía o seu poder total. Eu ainda consegui sair ileso daquilo tudo, mas isso também era de se esperar já, certo?

— É, eu sei. — responderia Jin sobre seu comentário de eu lutar bem. Mas então lembraria da impressão mais meiga que me dediquei o dia todo para criar e mudaria logo de assunto — Digo, eu fui bem, né? Aprendi com meu papai. Ele dizia que eu tinha que ter como me defender caso algo de ruim acontecesse. — comentaria, o que não era de tudo mentira.

Sem vontade de continuar falando de mim, simplesmente aceitaria a estadia na casa dos caçadores. Não me despediria de Dona Rilda. Eu queria que ela estivesse bem, e naquela situação ela provavelmente estava melhor morta. Não precisava mais se preocupar com o filho megalomaníaco.

Quando me foi pedido para ajudar a levar o Mink, não entendi o que ele queria que eu fizesse. Daquele tamanho seria desconfortável para Garun se apoiar em mim também, que sou menor. Mas oferecia o ombro mesmo assim, caso ele quisesse forçar.

Na residência, eu perguntaria logo onde ficava o banheiro e seria o primeiro a tomar banho. Segundos antes de entrar no banheiro, perceberia que não tinha roupas limpas e então perguntaria se eles tinham alguma para me emprestar. Se sim, eu as usaria, se a resposta fosse não, bem, eu teria que vestir as mesmas roupas. Não demoraria muito tomando banho, ainda que eu gostasse de estar sempre limpo. Tínhamos negócios para discutir, afinal agora eu fazia parte do grupo que iria atrás daquela recompensa.

— Trabalhei a noite toda e nem consegui comer o que eu me esforcei tanto pra conseguir. — comentaria para desviar novamente da imagem de guerreiro que eles tinham presenciado. No meio daquela bagunça toda, a marmita que me foi entregue por Etto se perdeu em algum lugar pelo trajeto até a casa da Dona Rilda. Felizmente, eles pareciam ter comida ali e estarem dispostos a me dar um pouco. Observaria por pura curiosidade como eles tratariam do ferimento do Mink enquanto comia. Seria bom ter alguma noção de como se trata um ferimento, né?

— Qual que é a da recompensa que vocês estavam falando? — perguntaria como quem não quer nada, sondando para tentar adivinhar quanto eu poderia receber por aquilo e se valeria o esforço — Digo, quem que colocou uma recompensa sobre a cabeça do bicho que agora sabemos que é um cara?

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MensagemAssunto: Re: I did not fall from the sky, I leapt   I did not fall from the sky, I leapt - Página 2 EmptySex 19 Fev 2021, 01:29


~ Narração - 09 ~
Horário: 2:22

Não demoraram a chegar até a residência onde os três moravam, a casa até que tinha um certo requinte. Três andares, sendo o último um longo porão com uma janela triangular, os outros andares eram simplesmente divididos por quartos, um banheiro em cada andar (exceto no porão), sala, cozinha e uma pequena área nos fundos, onde no momento estava repleta de roupa no varal - Roupa? Você vai achar no cômodo ao lado do banheiros segue reto, penúltima porta. - Bradou Hagu enquanto ajudava o lobo a deitar-se na mesa da casa. O menino então se banhava e conseguia achar roupas limpas para utilizar, contudo elas ficavam visivelmente folgadas, não era um problema no fim das contas - Vimos você no restaurante e também que no fim ganhou uma marmita. Se souber cozinhar tem comida na dispensa e nos armários, tem umas frutas também em cima daquela mesinha na cozinha, fique à vontade. - Voltou sua atenção ao lobo que naquele momento voltou a sangrar, o aparato feito para estancar o sangramento não estava mais segurando - Para nossa sorte, temos dois médicos aqui. Isso vai doer, Garun. - Pronunciou o homem enquanto próximo a ele, em uma pequena cômoda o mesmo pegou alguns utensílios que seriam necessários.

Ele tirou as gases que anteriormente tinha colocado para estancar, agora com a devida luz ele pode perceber a real gravidade da situação - Na verdade você não vai sentir dor alguma, não tem como cuidar disso, vamos ter que amputar o que sobrou desse braço. - Vocalizou o homem enquanto se preparava para realizar o procedimento, primeiramente aplicaria o sedativo no lobo que sem demora apagava, sem hesitar o homem com uma espécie de machadinha realizava em um único movimento a amputação do braço do Mink, na altura do ombro - Feito! - Exclamou enquanto dava os devidos pontos e finalizou com o curativo - Ele se recupera rápido, tenho fé que ele vai nos ajudar amanhã já. - O homem enquanto levou o Mink no colo para seu quarto.

Passaram-se alguns minutos desde a curta operação - Agora vamos lá. Seu nome é qual mesmo? Se já falou, não me recordo, me desculpe. - Sentou-se na cadeira e passou a mão na cabeça - A recompensa são 330 mil berries, seriam 110 de cada, mas agora diminuiu. -  Respirou por um momento e prosseguiu - Um grupo de famílias contratou a gente para investigar o sumiço de alguns familiares, descobrimos que há um ano e pouco atrás, algumas pessoas vieram desaparecendo na cidade. - Levantou, levando em uma estante próxima um pequeno livro, parecia ser um diário - Anotei tudo aqui, o primeiro a sumir foi o filho daquela senhora. Depois alguns adultos e idosos, mas de 9 meses pra cá apenas crianças foram levadas. - Colocou o diário sobre a mesa e em seguida deu um forte soco em cima do livro - Aquela maldita velha estava tentando nos avisar, mesmo que do seu jeito louco. Ela disse "ele não é meu filho", não sei o que se passava naquela mente perturbada, mas sinto que ela tentou nos avisar. - Finalizou o homem e focou sua visão no menino - Preciso que descubra o que era aquele símbolo na roupa do maldito. - Novamente pausou sua fala e voltou-se ao diário, rasgando uma folha e desenhando o símbolo - Aqui, tenho certeza que era isso. Ele falou algo sobre Deus e Vallak, precisamos descobrir o que tudo isso significa. Talvez dessa forma, podemos ficar um passo à sua frente. - Finalizou e em seguida levantou, começou a andar em direção ao quarto onde estava o lobo - Vou dormir hoje perto dele, para caso precise de algo. Já falei onde tem comida, os quartos lá em cima estão vagos se quiser dormir e no porão tenho alguns livros velhos que o Jin acumula, talvez possa achar alguma informação útil neles. - Terminou de vez sua fala e adentrou no quarto.

A casa estava livre para o pequeno Moon, se subisse no porão poderia ligar a luz e ter uma ampla visão daquele cômodo. Diversos livros amontoados um em cima do outro, algumas cadeiras quebradas, cortinas já velhas, mais a frente próximo a janela ele poderia observar uma grande mesa com dois armários em sua lateral, ali os livros estavam organizados por temas: Romance - História - Ocultimos - Lendas - Mitologia - Poemas e Contos.

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Moon:
 

Legendas:
 

Aparência NPC'S:
 

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MensagemAssunto: Re: I did not fall from the sky, I leapt   I did not fall from the sky, I leapt - Página 2 EmptySex 19 Fev 2021, 04:58

skydive
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De fato, as roupas folgadas não seriam um problema. Estaríamos indo dormir de qualquer maneira, então era bom estar me sentindo mais confortável e aliviado fisicamente. Ainda que eu não tivesse me ferido, pela forma que me joguei no chão antes de ajudar a matar uma das feras é de se imaginar que fiquei bem sujo tanto de terra quanto de sangue, então aquele banho realmente serviu para lavar tudo e me revigorar.

De volta para onde os outros dois estavam, me foi indicado onde encontrar ingredientes para fazer uma boa comida. Eu esperava que eles já tivessem algo pronto, afinal eu imaginava que estaríamos todos cansados depois daquela caçada. De qualquer maneira, não é como se eu não gostasse de cozinhar, então apenas dei de ombros e fui checar o que eles tinham por ali afim de escolher algo legal. Enquanto eu retornava com os mantimentos, ouvi Hagu falar que precisa amputar o braço de Garun.

— Amputar?! — perguntaria assustado mesmo que não fosse eu precisando perder um braço. Surpreso pela naturalidade que a dupla parecia estar lidando com o aquilo, me reservei o direito de não ficar mais observando aquela cena e parti direto para cozinha — Eu vou fazer algo pra ajudar a relaxar, esperem um pouquinho, viu? — avisaria antes de seguir em frente. O prato seria um caldo bem reforçado usando feijão de ingrediente principal, mas atual situação de Garun eu decidi fazer algo equilibrado com algumas hortaliças que pudessem lhe dar forças. A sopa seria leve o suficiente para lhe fazer dormir bem, mas rica em nutrientes para lhe ajudar na sua recuperação desde já. Separaria em uma panela menor uma versão do caldo sem tantas hortaliças para mim, porque eu não estava muito no clima daquilo.

Depois de alguns bons minutos cortando, misturando e fervendo tudo, finalmente ficou pronto. Eu esperava que a dupla tivesse esperado como pedi, então levei primeiro primeiros os pratos e talheres para a mesa antes de levar a panela ainda quente com muito cuidado.

— Pode comer que tá muito bom. — confirmaria confiante com um sorriso no rosto — Principalmente você, Garun. — continuaria antes de sentar à mesa com um prato já preparado com o que eu tinha separado pra mim. Pode parecer que me esforcei no prato por ter algum tipo de simpatia com esses caras, o que não é de todo errado, mas não é porque eu sei que sou melhor que eles (quer dizer, meu braço ainda está inteiro aqui) que vou destratar de graça quem está me ajudando. Moradia, comida e roupa de graça? Eu precisava pelo menos dar um agrado em troca, né. E também porque assim eu podia controlar e comer o que eu queria, mas isso não era relevante naquele momento.

O Mink acabou sendo o primeiro a se retirar e contou com a ajuda do seu parceiro. Eu continuei na cozinha pensando no que deveríamos fazer em seguida quando Hagu voltou. Percebi que iríamos conversar um pouco mais só nós dois.

— Me chamo Moon. — responderia curvando um pouco a cabeça para frente por costume, e então ouviria com atenção o que ele tinha para falar. Aparentemente a recompensa de 330 mil berries agora estaria dividida entre nós quatro, o que significa que eu embolsaria um pouco mais de 80 mil berries ao final de tudo. Era mais do que eu tinha levado de casa, então basicamente daria para recuperar a grana e ainda teria uma porção de lucro. Comecei a me empolgar e continuei atento aos relatos — Mais de um ano nessa situação? Que loucura, hein. — comentaria sobre a cronologia dos fatos. Realmente, não esperava que um problema tão sério como esse levaria tanto tempo para ser resolvido. Os responsáveis pela ilha não ligavam para a população nessa situação? Quer dizer, as famílias precisaram se unir para ver se conseguiam resolver aquilo. Realmente pesado.

— Não sei ela estava tentando avisar de alguma coisa. — comentaria sobre Dona Rilda — Aparentemente o nosso cara é mesmo filho dela e quando eu a conheci ela estava falando super bem dele. Não sei o que aconteceu para ela ficar daquele jeito, mas não acho que ela considerava o filho como o errado dessa história. Ela pareceu triste quando matamos o bicho dele. Ao menos foi assim que eu percebi. — terminaria de expor pensamentos por fim. Percebendo que tinha falado de forma séria demais e que isso entregava alguma experiência pelo menos teórica, comecei a ficar cansado de ter que fingir ser uma criança boba. Eles já tinham me visto lutar afinal de contas, então eu precisava mesmo fingir na frente deles?

— Sobre o símbolo, posso procurar, sim. Mas não agora porque... — levaria uma mão à boca em um bocejo — ... tô ficando cansado também. Depois eu vejo isso, tá? — e após isso eu mesmo declararia o fim daquele papo ao pegar tudo que estava sujo, levar para a cozinha, lavar e então ir até o porão dar uma olhada nos tais livros. Depois de ler o título de cada um deles, selecionaria os livros de Ocultismo, Lendas e Mitologias. Claramente não daria pra ver aquilo tudo antes de pegar no sono, mas se estávamos lidando com o seguidor louco de algum deus imaginário, a informação que procurávamos deveria estar em uma daquelas páginas.

Sozinho em algum quarto pelo segundo andar, comecei a procurar pelo livro de Ocultismo. Até o livro de Lendas eu ainda estava um pouco atento, mas praticamente só folheei o livro de Mitologias em busca daquele símbolo. Quando me dei conta foi por meus olhos se fechando e eu pegando no sono.

Se nada de estranho acontecesse pela noite, eu acordaria só na manhã do dia seguinte. Depois de usar o banheiro do andar para fazer minha higiene, eu seguiria até a cozinha para começar a preparar o café da manhã. Como dito, eu preferia eu mesmo cozinhar porque assim eu controlava o que estaríamos comendo e, portanto, escolheria o que eu quisesse. Durante todo aquele tempo, eu estaria com aqueles livros do lado procurando por alguma informação sobre o tal Vallak ou o símbolo que tínhamos visto.

— Tava pensando em visitar a casa da Dona Rilda. Sabe, ver se encontro alguma dica lá. — comentaria assim que o primeiro dos caçadores levantasse e aparecesse pela sala para falar qualquer coisa — Quais as chances daquele cara ainda morar naquele lugar? Ou fazer de ali de base, sei lá.

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