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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 I did not fall from the sky, I leapt

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MensagemAssunto: I did not fall from the sky, I leapt   I did not fall from the sky, I leapt EmptySex 12 Fev 2021, 22:51

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Aqui ocorrerá a aventura do(a) civil Moon. A qual não possui narrador definido.


Equipe One Piece RPG

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MensagemAssunto: Re: I did not fall from the sky, I leapt   I did not fall from the sky, I leapt EmptySab 13 Fev 2021, 14:18

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— Não terá volta. Você sabe disso, certo? — perguntei para mim mesmo em um sussurro; não podia acordar meus pais. Eu estava sentado na janela do meu quarto. Voltada para a rua, eu tinha pedido há algum tempo para que meu pai acolchoasse o parapeito, formando uma espécie de sofá. Era minha parte favorita da casa. O motivo disso se explicou naturalmente naquele mesmo dia: aquela janela proporcionava a melhor vista que aquela casa podia oferecer. Mais que isso, uma vez que em noites chuvosas como aquela se tornava uma vista incrivelmente acolhedora.

Eu precisava daquele sensação de calmaria naquele momento, ao menos para equilibrar um pouco o nervosismo em meu coração. Com o dedo indicador tocando no vidro, comecei a brincar com uma gota de chuva que ali escorria. Se eu seguisse em frente com a decisão que tomei, aquela seria a última vez em um bom tempo que eu teria a chance de aproveitar tamanho conforto.

Era assustador, mas ainda assim incrivelmente empolgante.

— A chuva parou. Hora de ir.

[...]

A noite tinha sido... desconfortável. Ainda que eu não tivesse chorado quando me despedi da mamãe, não consegui segurar a vontade quando precisei dormir sozinho pela primeira vez. Eu sei que a ideia foi minha e eu que tentei sair sem falar com ninguém, mas ainda não conseguia compreender o motivo dela mudar de ideia de repente. Será que minha determinação em seguir tal objetivo a mostrou minha seriedade? Quer dizer, que seriedade uma criança de doze anos pode ter?

Enxuguei com as costas das mãos o pouco de umidade que sobrou em meu rosto depois da choradeira da noite anterior. Ao amanhecer, eu sabia que precisaria começar a agir imediatamente. Logo sentiria fome e ficar dormindo nas ruas frias com toda certeza não fariam bem pra saúde. A mamãe sempre disse que isso é um prato cheio para pegar um gripe, sabe? E eu odeio ficar doente.

A Cidade de Kuronobes era bem estranha. Comparada às Ilhas do Céu que eram quase sempre claras e quentes, estar ali era como se eu tivesse ido parar em algum tipo de mundo invertido. Ainda que eu gostasse do frio e períodos chuvosos, esse conceito parecia por demais exagerado ali. Os raios que cortavam o céu também não eram nada amistosos. Não foram poucas as vezes que saltei de susto com um trovão estrondando ao ponto de fazer sentir o chão tremer. Curioso, notei os para-raios que protegiam a cidade. "Pelo menos estou seguro no chão", pensei, mesmo que saber disso não fosse o suficiente para impedir que eu me assustasse de tempos em tempos.

Eu ainda não estava sentindo fome, afinal nunca fui muito de comer logo quando acordo. Por isso, pensei logo em me preparar para possíveis problemas. Saí de casa só com a roupa do corpo, o que significava que não tinha sequer uma arma para me defender. As histórias que o papai contava deixavam claro que aqui embaixo as coisas são bem mais ferozes. Piratas, marinheiros, todo tipo de coisa que eu deveria tomar cuidado. Foi o que ele disse. Mas eu sabia onde eu deveria ir. No fim das contas, não escolhi começar minha jornada em Black Drum sem motivo.

— Com licença. — me aproximaria de alguém pela rua que aparentasse ser um local. Seguraria em sua roupa de uma forma infantil, afinal independente de quem seja provavelmente será mais alto que eu — Onde que fica o Red Hood Arsenal, você sabe? — perguntaria então com uma expressão inocente no rosto.

Eu sabia que no Arsenal eu encontraria as armas que eu precisava e muito mais. Eu imaginava que provavelmente não teria dinheiro o suficiente para comprar o que quer que fosse, mas tinha um plano em mente. Se não desse certo, bom, pelo menos eu tentei.

Considerações:
 
Objetivos:
 
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MensagemAssunto: Re: I did not fall from the sky, I leapt   I did not fall from the sky, I leapt EmptySeg 15 Fev 2021, 01:14


~ Narração - 01 ~

Kuronubes; Um local excêntrico, principalmente pelo seu clima. Os forasteiros normalmente achavam estranho, contudo, não era algo tão difícil de acostumar após algum tempo no local. Naquele início de tarde por volta das treze horas, Moon estava em busca de informação, convicto de onde iria não demorou a encontrar alguém para lhe indicar o caminho - Oi querido. - Uma voz doce era ouvida pelo garoto, uma senhorinha trajando uma longa saia azul, acompanhada de uma blusa com manga e por cima de tal, um casaco de crochê - O que uma criança está querendo com o Arsenal? Aliás, cadê seus pais? - Indagou a senhora enquanto ficava de frente para o menino, que, em sua mão podia notar a presença de uma vasilha, coberta por um pano também de crochê, aparentava ser o almoço de alguém - Por acaso você está indo ver eles? Que seja, estou indo para perto do Arsenal, já passou da hora do meu filho almoçar, mas, só notei agorinha que ele não tinha levado sua comida. - Proferiu a senhora que rapidamente agarrava a mão de Moon e caminhava, praticamente arrastando o garoto consigo - Meu filho é um homem já sabia? Você lembra um pouco ele na sua infância, saudades dessa época na qual não tinha preocupações com ele. - Continuou falando enquanto caminhava.

Moon poderia notar alguns olhares estranhos, pareciam um misto de pena com tristeza, vindo de algumas pessoas que viam a senhora passar com ele - Bom, aqui está o Arsenal! - Apontava a senhora, Moon agora estava na frente do local que desejava - Mas... por que eu lhe trouxe aqui mesmo? - Indagou a mulher enquanto colocava a mão na cintura e batia a ponta do pé no solo - Que seja, sabe, vim trazer esse almoço para meu filho, ele já deve tá vindo. Hoje em dia não nos falamos muito, pois, ele é bem famoso por aqui. - Terminou sua fala e saiu tão rápido quanto levou o menino ao seu destino, se ele observasse, poderia ver que ela poucos metros à sua frente, parou e para um transeunte que ali passava repetiu as mesmas falas ditas ao menino anteriormente, sobre seu filho. Era claro que a pobre senhora sofria de algum problema mental, mas, por sorte era uma boa guia.

Em frente ao Arsenal ele poderia notar a presença de um rapaz, aparentava ter no máximo seus vinte anos - Acho que você não conhece a Dona Rilda, não é garoto? - Bradou o rapaz enquanto parecia terminar de varrer a frente do estabelecimento - Espero que ela não tenha te roubado dos teus pais, qualquer coisa pode entrar que chamo alguém para procura-los. Se não tiver com problemas, até mais. - Finalizou o homem e em seguida entrou no estabelecimento. A rua estava com um movimento tranquilo, podia notar a movimentação de algumas pessoas, entrando em outros estabelecimentos e simplesmente passando por Moon.


Considerações:
 

Moon:
 

Legendas:
 

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Última edição por Formiga em Seg 15 Fev 2021, 22:37, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: I did not fall from the sky, I leapt   I did not fall from the sky, I leapt EmptySeg 15 Fev 2021, 15:48

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Não é do meu feitio me sentir acuado. Por ter treinado desde cedo o papai, eu tenho completa noção que não deixo a desejar em combate. Não sou um amador quando se trata de arrancar fora a mão de alguém. Por outro lado, eu sou, sim, completamente novato no que diz respeito a esse mundo fora das Ilhas do Céu. É por isso que pelo menos nesses primeiros momentos a abordagem que escolhi é simples: agir como uma criança inocente e com isso tentar descolar alguns favores. Eu queria não acreditar que crianças seriam destratadas naquelas terras, e confiando nisso eu segurei firme na saia da senhorinha quando lhe pedi a informação a cerca do Arsenal.

— Oi, moça. — responderia calmamente ao seu cumprimento, ainda segurando em sua roupa para manter o gesto de inocência — Eu me perdi dos meus pais. — mentiria para ela, ainda mantendo uma expressão neutra no rosto — A gente tinha combinado de se encontrar na frente do Arsenal. A senhora pode me levar até lá? — acabaria por pedir diretamente para ela por aquilo, para então ser surpreendido pela mulher mencionando que iria passar lá de qualquer maneira.

Permiti que ela segurasse minha mão. Não era um gesto maldoso de sua parte, pelo contrário, eu o interpretava como um ato de proteção. Minha mãe também segurava minha mão quando andávamos pelos mais diversos lugares no Céu, e considerando o pequeno surto de saudade que tive na noite passada, ter aquele momento mesmo que com uma desconhecida de alguma forma fez eu me sentir bem.

Durante o trajeto, ouvi com atenção ao que ela dizia. Em uns momentos que me permiti virar o olhar para olhar os arredores na intenção de aprender o caminho, notei a expressão dos demais locais e estranhei. Com um sorriso de compaixão, cruzei o olhar com o da senhorinha quando ela mencionou o fato de eu parecer com seu filho. Disposto a retribuir o bem-estar que ela nem sabia que estava me proporcionando, decidi então não apenas andar, mas também saltitar pelas ruas mostrando minha animação por estar com ela. Ainda não tinha entendido a expressão das outras pessoas, mas eu queria mostrar que estava tudo bem, independente do motivo.

Assim que chegamos no Arsenal, agradeceria a senhora com um abraço. Por meu tamanho, meus braços sequer conseguiram dar uma volta na sua cintura, mas ainda assim eu fiz o que estava ao meu alcance. No entanto, não consegui manter o sorriso no rosto quando ela mencionou não se lembrar o motivo de ter me levado até ali. "Mas eu falei agorinha", pensei, já começando a entender o que estava acontecendo ali. Ela mencionar não falar mais com o filho com tanta frequência me fez considerar a possibilidade de ela sequer ainda tê-lo vivo. Era uma possibilidade mórbida, eu sei, mas foi a primeira coisa que passou pela minha mente. Me restou torcer para que não fosse o caso.

Fiquei a observando conforme ela se afastou e percebi que... bem, algo realmente não estava certo. O fato dela continuar repetindo a mesma história para as pessoas talvez apenas significasse um problema de memória, certo? Fiquei pensando naquilo até que uma voz próxima me tirou do meu transe e eu dei um saltinho de susto antes de me virar na direção que o som veio. Era um rapaz que por estar varrendo a frente do local eu assumi que trabalha ali.

— Então esse é o nome dela? — responderia como um pensamento em voz alta, mas que deixaria por tabela bem claro que eu não a conhecia, afinal não sabia sequer seu nome. Olhei então para Rilda, depois para o Arsenal e ponderei se eu deveria deixá-la sozinha. Aparentemente a senhora era conhecida pela cidade, então talvez ela não estivesse tão em perigo assim. Com isso em mente, me viraria na direção da entrada do Red Hood Arsenal e entraria como quem não quer nada. Não responderia sobre estar com problemas, afinal eu não estava mesmo.

Em um primeiro momento, apenas daria uma volta pelo local em busca de alguma exposição das armas disponíveis para compra naquele local. Eu precisava de uma ninjaken sem falta, mas na sua falta kunais e shurikens poderiam quebrar o galho. Não falaria com ninguém logo de cara. Com uma expressão de curiosidade no rosto, minha intenção era que viessem falar comigo. Já estava trabalhando a minha narrativa (ou mentira, chame como quiser) a partir daquele momento.

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MensagemAssunto: Re: I did not fall from the sky, I leapt   I did not fall from the sky, I leapt EmptySeg 15 Fev 2021, 18:40


~ Narração 02 ~

Parecia que o pequeno celestial tinha feito uma nova amiga, claro, isso se ela o reconhecesse em um futuro encontro. Ao entrar no estabelecimento a primeira impressão que Moon teria era: grande! Sim, isso mesmo, olhando de fora não tinha como ter a noção do quão grande era o interior do local. A princípio ele veria um homem ao fundo, atrás de um grande balcão de madeira vermelha, ele estava com um pequeno pano e limpava minuciosamente toda a superfície, parecia gesticular estranhamente, mas, não havia mais ninguém ali para ele conversar, estava perdido em seus pensamentos.

O menino então caminhava, no decorrer do seu trajeto ele pode ver um pouco da variedade que o local proporcionava para seus clientes; espadas, lanças, glaves, machados, martelos de guerra, manoplas dos mais variados tipos e formas, dentre outros armamentos, no alto também poderia notar a presença de algumas prateleiras com algumas armas e se olhasse atentamente poderia ver a presença de alguns exemplares de Kunais, Shurikens, Ninjaken's e outras armas ninjas. Do lado oposto ao garoto, também no alto, ele veria uma série de espadas de grande porte, algumas com um comprimento extremamente extravagante e outras que fariam o garoto pensar "será mesmo que existe alguém que consiga manusear aquelas coisas?

Nesse meio tempo que o menino caminhava pelo estabelecimento o funcionário que outrora tinha falo com ele, notou sua presença -  Ei garoto! - Exclamou de longe, enquanto caminhava em rápidos passos até o menino - Então, pelo jeito precisa de ajuda? Mas que estranho, notei que você olhou todas essas armas, está procurando algo? - Jogou o pano que anteriormente havia usado na limpeza no ombro esquerdo e manteve-se parado em frente ao menino - Sei que essas armas podem chamar atenção de uma criança, mas, não deve nem pensar em comprar uma. - Vocalizou enquanto, por um momento, olhava ao redor. Em seguida voltou sua atenção ao jovem celestial e com a mão no queixo Indagou - Está aqui para ver as armas com lâminas vermelhas? Todos querem ver essas armas, estão aqui. Vou deixar você dar uma olhada, só pelo fato de provavelmente está perdido por causaRilda, em seguida vamos encontrar seus pais, está bem? - Em seguida caminharia juntamente com Moon, no caminho o jovem pode perceber uma mudança significativa na qualidade das armas, eles entravam em outra parte do estabelecimento onde ficavam os bens mais valiosos. Novamente ele podia ver armas, mas, em uma quantidade um pouco melhor, contudo, as lâminas das armas tinham todas algo em comum, a cor avermelhada - Aqui estão as armas características do Arsenal, todas com lâminas avermelhadas! E claro, até uma criança como você pode notar isso, mas todas essas armas foram cuidadosamente forjadas e cuidadas por nós. - O rapaz faria uma breve apresentação e não passaria disso, ele apenas queria sanar a possível curiosidade do menino.

- Desculpe a grosseria, eu sou Mamaco, funcionário número um do Arsenal. - Finalizava sua fala dando um "joinha", e nesse momento Moon poderia escutar outra voz, também masculina e extremamente parecida com a de Mamaco - Número um nada, número dois. Não se deixe levar pelas ilusões dele. - Um homem idêntico ao que estava ao lado, aparecia aos fundos caminhando em passos largos, parecia ser irmão gêmeo ou simplesmente uma cópia - Ei, fica quieto! Pequenino, não ouça meu irmão. Ele não sabe o que fala, enfim, vamos encontrar seus pais agora? - Indagou Mamaco enquanto continuava ali, parado, esperando as próximas ações do Jovem.

Moon:
 

Legendas:
 

Aparência NPC'S:
 

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Última edição por Formiga em Seg 15 Fev 2021, 22:38, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: I did not fall from the sky, I leapt   I did not fall from the sky, I leapt EmptySeg 15 Fev 2021, 20:18

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Na mesma velocidade que coloquei um pé dentro do estabalecimento eu recuei um passo quando percebi o tamanho do lugar. Eu realmente não esperava ser tão grandioso, e como sou pequeno acho que acabava parecendo mais incrível ainda. Eu não sabia usar boa parte daquelas armas, mas não deixava de ser incrível a grande quantidade e variedade de equipamentos que existiam naquele lugar. Pensando melhor até que fazia todo o sentido, né? No fim das contas, o nome do lugar não era Arsenal sem motivo.

Evitaria ficar olhando demais para o atendente, afinal de contas a intenção ali ainda era fazê-lo ir até mim. Ao agir como apenas uma criança curiosa e potencialmente leiga, arregalei os olhos quando finalmente avistei os equipamentos que eu tanto procurava: não só a Ninjaken estava ali na prateleira, como também toda variedade de armas que eu aprendi a utilizar nos últimos anos durante o treinamento de Ninja.

Eu sabia que tinha feito a escolha certa quando decidi ir direto naquele lugar.

Acabei tão entretido olhando aquelas armas que acabei mesmo me assustando quando o homem acabou falando comigo. Me viraria de uma vez em sua direção com uma mão no peito, para logo em seguida tossir para disfarçar o susto e ajeitar a roupa. No que ele perguntou se eu precisava de ajuda, eu comecei a abrir a boca para respondê-lo, mas fui interrompido por um questionamento atrás do outro e me preparei para falar algo por mais duas vezes antes de desistir.

Ele parecia mesmo preocupado com a possibilidade de eu estar perdido. Não gostei dele ter sugerido que a senhora Rilda tinha me causado problemas e por um segundo fechei a cara desgostoso. Me acalmei logo em seguida, lembrando do motivo de estar ali. Caminharia para um pouco mais perto do rapaz e apontaria para a Ninjaken.

— Eu acho aquela ali legal. — diria em meio a pulinhos de empolgação. Eu tenho certeza que meus olhos brilharam de empolgação quando logo em seguida ele citou as tais armas vermelhas. Eu já tinha ouvido falar delas. Eram a marca do Arsenal, certo? O papai já tinha mencionado algo a respeito, então balancei a cabeça para cima e para baixo freneticamente indicando que, sim, eu queria ver as tais avermelhadas. Assim, o acompanharia até a outra sessão.

Se a primeira parte da loja com seus equipamentos comuns já era impressionante, essa segunda parte com aquelas lâminas que pareciam refletir o pôr-do-sol se tornava algo indescritível. Fiquei de boca aberta e praticamente sem piscar durante todo o trajeto. Logicamente, trataria de localizar visualmente alguma Ninjaken. Se a encontrasse, gravaria mentalmente para usar tal informação logo depois. Também tentaria encontrar os demais equipamentos ninja, agora de lâminas vermelhas.

— Me chamo Moon, Mamaco-kun. — me apresentaria em uma pequena reverência, deixando clara a educação que recebi da minha mãe. Não, eu normalmente não sou tão educado quando estou longe dela, mas naquele caso eu queria causar alguma comoção, certo? Acabei sendo pego de surpresa pela segunda voz no recinto, e assim que notei se tratar de gêmeos eu fiquei alternando o olhar de um para o outro. Me aproximaria mais de Mamaco e seguraria na sua calça (ou bermuda) dando leve puxadinhas para chamar atenção — Posso segurar uma daquelas? — apontaria para uma Ninjaken de lâmina vermelha, deixando claro do que eu estava falando.

Se não tivesse uma Ninjaken, apontaria para algum outro equipamento de ninja. Se não tivesse nada de ninja com lâmina vermelha, então eu apontaria em direção à sessão de armas comuns, onde eu tinha certeza que existia uma das armas que eu desejava. Viraria o rosto na direção do irmão gêmeo recém chegado na sala e então balançaria o dedo na direção da arma mencionada.

— Posso? — pediria para ele também, para aumentar as chances de alguém resolver me ajudar.

Caso eles atendessem o meu pedido, eu pegaria a Ninjaken em mãos de forma um tanto acanhada e então a tiraria da bainha para dar uma olhada na sua lâmina. Mamaco disse que essas armas eram de qualidade, então minha intenção era ver bem de perto o nível do trabalho. Não que eu estivesse duvidando de suas palavras, longe de mim, mas eu realmente queria olhar mais atentamente o que tornava aquelas lâminas especiais.

Por alguns instantes, analisei se eu deveria fazer alguma demonstração de habilidade. Se eles percebessem que eu sei o que estou fazendo, talvez tudo o que fiz até ali para parecer ser apenas uma criancinha inocente poderia ir por água abaixo. Por outro lado, talvez vendo que eu não era tão inocente assim eles se sentissem mais impelidos a atenderem o pedido que eu estava para fazer.

— Isso é tão legal. Como eu consigo uma dessas? — perguntaria, balançando a lâmina no ar. Os movimentos apesar de mostrarem algum jeito para a coisa ainda assim eram pouco elaborados. Eu queria ver a reação dos gêmeos quanto àquilo. Ficaria mais fácil saber o que dizer em seguida.

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MensagemAssunto: Re: I did not fall from the sky, I leapt   I did not fall from the sky, I leapt EmptyTer 16 Fev 2021, 00:12


~ Narração - 03 ~

- Manda esse garoto embora Maco, tá perdendo tempo com ele. - Gritou Comama enquanto caminhava para ainda mais o interior da loja. Ali ficavam os dois, diferente do seu irmão Mamaco era um tanto quanto acolhedor - Olha Moon, se dependesse de mim não teria problema. Mas se alguém ver, meu pescoço ficaria na reta! - Bradou o homem enquanto olhava ao redor, parecia assustado ou preocupado com algo - Agora… pra sua sorte a Dona Akazuki até então não vai aparecer aqui hoje, então, podemos ir lá na frente e posso mostrar a você - Finalizou colocando a mão na cabeça do menino e sacudindo lentamente.  O homem então tomava rumo em direção a parte frontal da loja, onde estavam as armas comuns - Pelo que vi lá atrás você gosta de armas ninjas, correto? - Mamaco parou em frente a uma das prateleiras, abriu o cadeado e empurrou o vidro para lateral, retirando de dentro uma Ninjaken e uma Kunai, ambas de uma qualidade bem simplória sem muito acabamento - Pega aí, Moon! - Exclamou o mesmo enquanto lançava para o menino, a Ninjaken, ainda em sua bainha - Deixe-me adivinhar, seu interesse em armas ninjas vem por causa do seu pai? Normalmente os homens gostam de uma história sobre ninja. - Quando terminou sua fala o homem observou os movimentos do menino e uma quantidade de surpresa e interesse surgiu em seu interior - Você por acaso já usou uma dessas antes? Recebeu algum tipo de treinamento? - Indagou enquanto em sua mão fazia a Kunai dançar entre os dedos, conduzia ela com uma maestria que demonstrava um conhecimento técnico em algum tipo de arte marcial - Eu também gosto das armas ninjas, mas, prefiro algo menor e mais prático de se lutar. - Se manteve manuseando a pequena arma, girando-a sobre a palma da sua mão e posteriormente desferindo alguns cortes no ar, mostrando mais da sua habilidade - Você sabe a história dessa arma em sua mão? Saber manusear uma arma, qualquer um com o empenho necessário pode aprender, agora, conhecer aquilo que está em mãos é algo totalmente diferente. -

Afastava-se do menino por um momento, encostando no grande balcão vermelho que anteriormente havia sido limpo -A ninjaken no passado já foi conhecida como Shinobiganata. Diferente de outras armas, essa em questão não tem muitas evidências físicas das armas utilizadas pelos ninjas do período Sengoku ao período Edo, mas, sabemos que a partir dos anos que contém evidências, essas armas foram comumente utilizadas pelos Shinobis. - Parou por um momento sua fala, apontando para outras armas ninjas que estavam próximas em um balcão próximo - Como deve saber um ninja real era treinado para o assassinato, esse era também um dos motivos dessa arma ser tão utilizada, pelo seu tamanho, sua facilidade em sacar e também pelo fato dos ninjas seres furtivos, andar com uma Katana em mãos seria algo complicado. - Finalizou sua fala e em seguida já recebeu a indagação só menino, não ficava surpreso com a pergunta do jovem - Pelo que posso deduzir, você não veio aqui por um acaso qualquer do destino, estou correto? - Olhou ao redor novamente e em seguida voltou seu olhar  para a criança -  Não seria correto lhe vender essa arma, mas, pelo dinheiro certo… posso passar dessa vez. - Por fim o homem olhou mais uma vez ao redor, seu irmão passava no setor das armas de qualidade maior, levava consigo algumas caixas no ombro. Mamaco esperou ele se distanciar novamente e então falou - 30 mil berries, se não estiver com o dinheiro agora, nem adianta dizer que vai buscar em algum lugar. - Dessa vez falou de forma ríspida, ia continuar a falar, contudo, foi interrompido pela porta do estabelecimento se abrindo - Não tem ninguém para me atender nessa budega? - Bradou o homem com uma voz rouca, o mesmo era robusto com cabelo e barba ruivas, trajando roupas simples e um levava consigo uma grande espada na sua cintura, atrás dele entrou mais dois homens, um alto bastante magro e pálido e por último um Mink Lobo, se olhassem atentamente podia notar um vermelho carmesim no canto da sua boca, seria aquilo sangue?

- COMAMA CHEGA AÍ! CLIENTE ESPERANDO. - Gritou o homem que agora tomava uma postura corporal mais séria, ainda brincando com a Kunai em mãos prosseguia com sua fala - Já já meu irmão vem atender vocês, só um momento. - Virou sua atenção para Moon e por fim balbuciou - Foi essa arma que seu pai pediu? Se for, vamo aqui pra você pagar e levar para ele. - Finalizou dando uma piscada que passou despercebida pelos novos clientes, os mesmos, estavam agora separados olhando as armas enquanto aguardavam o atendente chegar.

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MensagemAssunto: Re: I did not fall from the sky, I leapt   I did not fall from the sky, I leapt EmptyTer 16 Fev 2021, 01:44

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O outro cara gritar na tentativa de fazer Mamaco deixar pra lá a nossa conversa foi repentino, mas me deixou um tanto com raiva. Eu não estava fazendo de errado (ainda), então por que ele não poderia me dar atenção? Não é como se tivesse mais alguém além de mim na loja naquele momento. Abri um sorriso quando Maco começou a falar que por ele não teria problema, mas tive que me contentar rapidamente com apenas imaginar ter aquela lâmina vermelha em minhas mãos. Aparentemente, a dona do estabelecimento não era tão amigável quanto ele. Não que eu já não tivesse notado sua hesitação em momentos aleatórios. De início pensei que ele ficasse checando o irmão, mas agora entendi que se tratava da Akazuki. Quando meu pai mencionou o lugar, ele disse que a dona era a Vó. Lembro dele comentando que tinha mudado o nome para de Grandma's para Red Hood, mas aparentemente ele não sabia que não foi só o nome que mudou.

De qualquer maneira, meu plano de conseguir uma arma de alta qualidade só na base da manha e suposta inocência não iria funcionar. Ainda que contrariado, segui Maco de volta para a parte da frente da loja, onde as armas mais simples estavam. Àquela altura eu estava realmente interessado em uma daquelas armas vermelhas, então não consegui mostrar muita empolgação em um primeiro momento quando tomei a ninjaken em minhas mãos.

Se quer saber, tem um motivo da ninjaken ser minha arma favorita. Na verdade, eu sempre achei espadas um pouco mais legais. No entanto, era estranho segurar uma arma que por vezes chegava a ter uma lâmina maior que meu próprio corpo. Pode parecer legal de ver e até divertido de aprender a manusear, mas é chamativo demais. É verdade que eu gosto de aparecer e tecnicamente "ser chamativo" não deveria ser um problema para mim, mas eu ainda gosto de ser prático. Meu desempenho lutando com uma ninjaken não deixam a desejar, portanto me dão tanto orgulho quanto uma espada daria. Até mais, afinal essas armas carregam a história de amor dos meus pais.

Enquanto brincava com a arma, fui pego de surpresa com Maco sugerindo que meu interesse nas armas ninja vinham do meu pai. A primeira coisa que pensei foi "a casa caiu", acreditando que ele sabia de alguma coisa. Suspirei aliviado quando percebi não passar de uma mera hipótese e percebi que deveria sair dali logo mais. Fingiria que estava entretido demais para ouvir Maco perguntar se recebi algum treinamento. Percebi que estava começando a ficar arriscado ficar me mostrando naquele lugar. Não quero rumores correndo sobre mim, sabe? Não ainda.

Quando o homem perguntou se eu sabia a história da arma em minhas mãos, eu abri a boca para dizer que "sim", mas me corrigi mentalmente rapidamente e balancei a cabeça para os lados, indicando que não. O acompanharia em direção ao balcão enquanto ele falava toda aquela ladainha histórica que eu já conhecia muito bem, afinal de contas ele estava falando da minha arma favorita. Manteria os olhos abertos e atentos conforme ele contava tudo, mostrando algum interesse naquilo tudo.

— Eu gosto de ninjas. — comentaria de forma despretensiosa enquanto observava a forma que Maco movimentava a kunai em sua mão — Eu ouvia muitas histórias sobre eles quando eu era pequeno. — completaria, mostrando alguma ingenuidade intencional, afinal de contas eu ainda sou pequeno. Não que eu admita isso em voz alta! Já sou grandinho o suficiente pra cuidar de mim, ou uma criança qualquer conseguiria comprar uma arma potencialmente mortal sozinha? Eu respondo: não!

Continuaria fingindo não saber do que ele estava falando quando mencionou que estava suspeitando que não fui até aquele lugar pelo acaso. "É claro que não vim aqui só porque uma pessoa na rua me arrastou", pensei, mas é claro que não externalizei. Quando ouvi o preço, fiquei pensativo. Era mais da metade do que eu tinha comigo. Eu não fazia a menor ideia do quanto poderia custar uma daquelas armas, e algo me fez pensar que Maco estava se aproveitando do fato de eu ser uma criança e portanto não poder desperdiçar uma oportunidade de me armar facilmente. Cerraria os olhos o analisando, mas então abriria um sorriso enquanto tirava um dinheiro todo embolado do bolso. Trinta mil berries então seriam estendidos sobre a bancada e eu levantaria uma mão para receber meu novo brinquedo.

Com a minha própria ninjaken em mãos, eu ensaiaria movimentos precisos de saque para testar seu peso e então posicionaria sua bainha devidamente presa na cintura. Pela demonstração clara de habilidade, eu me viraria olhando para Maco e finalmente responderia sua pergunta.

— Nunca treinei, tio. Não sei do que você tá falando. Mas valeu, meu pai vai gostar do presente, sim! — agradeceria antes de sair rapidamente do lugar. Ignoraria os três novos clientes que tinham chegado. Uma coisa era conversar com ferreiros que poderiam potencialmente me armar, outra era tentar interagir com gente mal encarada que podia me colocar em problemas desnecessariamente. Não ligo para eles. Desde que não se metam no meu caminho, que eles façam o que quiserem.

Do lado de fora, procuraria por Dona Rilda. Imaginava que ela ainda estaria perambulando por ali. Eu tinha gostado dela, mesmo que as pessoas parecessem a destratar por sua falta de memória. Eu queria lhe fazer companhia, sabe?

O que foi? Eu não posso simplesmente querer fazer algo legal? Tá bom... admito que estou interessado em ter um lugar para passar a noite. A última dormida na rua não foi legal. Tive que sorte de não pegar um resfriado e não queria arriscar de novo. De qualquer maneira, ainda tinha algumas horas sobrando até o cair do sol. A fome estava começando a chegar, então a senhorinha também poderia ser meu passaporte para um bom jantar. Se não a encontrasse de imediato, daria uma volta pelo quarteirão a procurando. Se ainda assim não a localizasse iria me dar por vencido e procuraria alguma oportunidade de usar meu carisma infantil para conseguir alguma outra coisa.

Talvez pudesse encontrar uma feira ou mercearia? Eu imaginava que se pedisse direitinho eu conseguiria alguma comida de graça, pelo menos uns ingredientes. Podia ser qualquer coisa, pois tinha certeza de conseguir fazer algo com o que viesse. Cortesia das habilidades culinárias que herdei da mamãe. Iria priorizar alguma marmita por caridade ou algo do tipo, mas se só conseguisse descolar algumas frutas também não recusaria. A menos que fossem frutas secas! Essa eu recuso, sim, afinal de contas sou alérgico.

Aproveitaria para checar o movimento pelas ruas em busca de oportunidades. De quê eu ainda não sabia direito, mas dinheiro realmente começaria a ser uma necessidade. Eu queria não ter que pensar em roubar nada de ninguém, mas se a coisa apertasse... quem sabe.

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MensagemAssunto: Re: I did not fall from the sky, I leapt   I did not fall from the sky, I leapt EmptyTer 16 Fev 2021, 11:53


~ Narração - 04 ~

Era óbvio que a Ninjaken não custava aquele valor, mas, Mamaco sem pestanejar realizava todos os trâmites para venda da arma e se despedia com um "Tchauzinho" para Moon, na saída, o Mink farejava o menino de uma forma discreta e uma troca de olhares era realizada com o homem alto, o que será que essa pequena trupe aprontaria? Pela esperteza do menino em sair rapidamente do Arsenal, talvez, ele tivesse escapado de algo maior...ou não.

O garoto então buscava por Rilda, contudo, não acharia a pobre mulher naquela região. Ao caminhar pelas ruas da cidade em busca de um estabelecimento onde pudesse comprar comida, ele via então o movimento da rua aumentando, uma infinidade de pessoas caminhavam para lá e pra cá, algumas pequenas barracas vendendo lanches poderiam ser vistas também. Inclusive uma pequena barraca vendendo frutas caía na visão do menino, que, sem demora, ia até a mesma e pedia por uma fruta de graça, o homem apenas jogou uma maçã para o menino - Se quiser outra, vai ter que pagar. - Bradou.

Um grupo chamava a atenção de todos ao seu redor, não estavam tão distantes assim de Moon, apenas, alguns metros a  frente. Tal grupo estava em cima de um pequeno palanque, estavam encenando o que parecia uma peça, haviam quatro pessoas, duas mulheres, um homem e uma criança que aparentava ter a mesma idade que Moon, todos vestidos de com o mesmo conjunto de roupa - VENHAM, VENHAM SENHORES E SENHORAS! - Gritou a mulher enquanto dançava graciosamente, indo de um lado ao outro da estrutura que estava em cima. O homem então bateu três palmas e pediu silêncio a todos, colocando seu dedo indicador na frente da sua boca, nesse momento o silêncio havia tomado conta do local e então o garoto entrava em cena, estava no extremo direito da estrutura e então, vocalizou alto o bastante para todos -



Citação :

Tristeza não tem fim
Felicidade sim

A felicidade é como a pluma
Que o vento vai levando pelo ar
Voa tão leve
Mas tem a vida breve
Precisa que haja vento sem parar

A felicidade do pobre parece
A grande ilusão do carnaval
A gente trabalha o ano inteiro
Por um momento de sonho
Pra fazer a fantasia
De rei ou de pirata ou jardineira
Pra tudo se acabar na quarta-feira

Tristeza não tem fim
Felicidade sim

A felicidade é como a gota
De orvalho numa pétala de flor
Brilha tranqüila
Depois de leve oscila
E cai como uma lágrima de amor

A felicidade é uma coisa boa
E tão delicada também
Tem flores e amores
De todas as cores
Tem ninhos de passarinhos
Tudo de bom ela tem
E é por ela ser assim tão delicada
Que eu trato dela sempre muito bem

Tristeza não tem fim
Felicidade sim

A minha felicidade está sonhando
Nos olhos da minha namorada
É como esta noite, passando, passando
Em busca da madrugada
Falem baixo, por favor
Pra que ela acorde alegre com o dia
Oferecendo beijos de amor


Recitou tal poema enquanto, assim como a mulher, movia-se graciosamente pelo palco, seus pés pareciam flutuar pela estrutura. Por fim ele parou, ao término da sua apresentação realizou uma reverência ao público que o aplaudiu fortemente - Homens, mulheres e principalmente, crianças. Quem quiser aprender a atuar, dançar e cantar, estamos com uma promoção por tempo limitado! 10 mil berries por cada opção, o pacote com os três sai por 20 mil. - Gritou a mulher novamente, algumas pessoas ficaram pensativas sobre aquilo, mas, acabou que uma pequena fila se formou no local. Naquela aglomeração Moon poderia ver também os três que anteriormente estavam no Arsenal, caminhando vagarosamente.

Os membros da trupe de artes cênicas se dividiam em três grupos, a mulher que havia dito os valores, juntamente com a criança ficaram responsáveis pelas pessoas que estariam querendo aprender a atuar, a outra mulher com dança e o homem com o canto - Fico feliz em ver crianças interessas em arte! Meu nome é Sammy, sejam bem vindos. - Bradou a mulher enquanto sentava-se calmamente no chão, cruzando suas pernas - Atuar é algo simples e ao mesmo tempo difícil, requer muito estudo e foco para aprender. - Parou e em seguida puxou o seu filho, o menino que recitou o poema agora pouco, para seu colo - Mas existem pequenos gênios como o Klei, que conseguem aprender com facilidade, olhando aqui para posso ver que todos têm o potencial necessário para isso! - Sorria brevemente e dava continuidade a sua fala - Para atuar você precisa se preparar! O que você vai querer representar? É uma cena de felicidade? Tristeza? Preocupação? Você fazer seu coração, mente e corpo entender que aquele sentimento que você está querendo criar, é real e claro, tem alguns truques que posso ensinar a vocês. - A mulher continuou a falar e para os mais atentos podia perceber que ela não estava mais piscando os olhos enquanto ensinava aos meninos sobre o que era atuação, não demorou para que lágrimas escorressem pelo seu rosto enquanto ela ensinava, uma expressão de tristeza tomava conta da sua face, sua voz ficou trêmula e por fim, Bradou - Quando você entende o que precisa fazer, chorar se torna algo simples. Vamos lá, tentem, não pisquem e busquem pelo sentimento de tristeza que vocês já sentiram algum dia, permitam que esse sentimento percorra todo seu corpo e então...chorem! - Por fim ela pegava do bolso um pequeno livro - Quem conseguir, vai ganhar esse livro. Ele me ajudou a entender mais atuação! - Ela mostrava o livro que tinha o título "Manual mínimo do ator".


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MensagemAssunto: Re: I did not fall from the sky, I leapt   I did not fall from the sky, I leapt EmptyTer 16 Fev 2021, 17:45

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Retribuí o tchauzinho de Mamaco quando ao passar pela porta olhei para trás e percebi seu aceno. As coisas estavam se desenrolando de uma forma adequada até aquele momento, ainda que não tenha conseguido exatamente o que eu queria. Eu sabia que poderia conseguir equipamentos melhores no futuro conforme eu fosse conseguindo mais dinheiro, então pelo menos por aquele início de carreira uma arma mais simples deveria bastar.

Me senti bem decepcionado quando não encontrei a Dona Rilda mesmo a procurando pela área, afinal de contas aquilo significava que muito provavelmente eu não teria onde passar a noite. Digo, se eu não paguei por uma hospedagem quando eu tinha dinheiro, imagine agora que boa parte dele já se foi? "Dormir debaixo da ponte de repente não parece mais tão ruim assim", pensei antes de cair na gargalhada só de imaginar a possibilidade.

Ainda durante o passeio pela ilha, acabei encontrando algumas barracas montadas por entre a movimentação das pessoas. Como dito, minha intenção era simplesmente conseguir qualquer coisa que não fosse uma fruta seca, e para minha surpresa eu consegui! Agradeci e me afastei antes que o vendedor mudasse de ideia e rapidamente comecei a saborear aquela maça fresca que me foi oferecida de não tão bom grado assim.

Enquanto saboreava a fruta, encontrei aquele grupo de artistas de rua e quando me dei conta já estava completamente entretido com a apresentação. Minha atenção caiu inicialmente no outro rapaz que parecia ter minha a minha idade, mas logo meus olhos não conseguiam mais desgrudar da mulher se movendo pelo palco em algum tipo de encenação do que o garoto estava recitando. No que diz respeito às artes, eu sempre achei muito chique quem tinha talento para essas coisas. Entre os treinamentos de combate e de culinária, contudo, não sobrava muito tempo para eu tentar fazer algo do tipo, então eu sempre ficava apenas apreciando quando tinha a chance para tal.

Ao final da apresentação eu acabei sendo pego de surpresa pela possibilidade de aprender com eles. Não sem pagar um preço, logicamente. Dentre aquelas artes, eu aprenderia as três se pudesse. Mas o dinheiro estava começando a acabar e eu precisava deixar um pouco que fosse para emergências. Foi por isso que com muito pesar, decidi investir metade do que me sobrava em uma boa aula de...

— Atuação! Toma, moça, quero aprender a atuar, por favor. — pagaria indicando a minha vontade. Pensando melhor, aquele seria um investimento, certo?

Início do Aprendizado da Perícia Atuação


A explicação de Sammy foi tão clara quanto poderia ser. Sua afirmação de que aquilo era fácil e difícil ao mesmo tempo me deixou um pouco confuso no início, afinal como poderia algo ser duas coisas contrárias uma com a outra? Entendi logo em seguida que ela falava de talento, e sorri confiante. Talento é algo que tenho de sobra. Sem falsa modéstia por aqui, afinal sei que sou mesmo incrível.

Ficou claro que atuar se tratava de emoções e ter confiança. "Essa segunda parte eu já tenho", pensei, mas ainda teria que trabalhar na primeira parte. Primeiro que emoção é algo abstrato, certo? Como se define algo que só você sente e vem de dentro? Para Sammy, cada pessoa lidava de forma diferente com seus sentimentos e por isso não existiria um método que servisse da mesma forma para todas as pessoas.

Ainda assim, sua dica sobre isso parecia funcionar comigo. Entendi com sua explicação que para representar algo, você primeiro precisaria ter alguma experiência prévia com aquilo. Como posso demonstrar tristeza de forma fiel se nunca senti isso antes? Esse era o princípio que parecia ser a chave para aquela atividade de atuação.

É claro que não consegui de primeira. É engraçado pensar que mesmo que você ache que está indo bem, você só sabe se está conseguindo convencer quando nota a expressão das pessoas ao seu redor. Sorrindo, rosto franzido com expressão de choro, sobrancelha arqueada em dúvida. Sammy explicou que a expressão facial era uma parte importante de transmitir nossas sensações e isso deveria ser trabalhado. Em seguida, entonação caso fala seja parte do papel. "Não adianta você estar chorando e sua voz não demonstrar isso", ela disse, "as pessoas logo percebem que é um sentimento de mentira".

Depois de muito tentar, veio o desafio de quem chora primeiro. Àquela altura eu já estava pegando o jeito da coisa. Mas também pudera, certo? Já tinham se passado horas. Reuni o que tinha entendido até aquele ponto antes de fazer minha tentativa. Primeiro, eu teria que representar tristeza. A última vez que fiquei triste? Na noite anterior. Utilizando um truque ensinado pela professora Sammy, tentei relembrar o que eu estava sentindo da última vez que chorei. Era saudade de casa. O segundo passo era tentar deixar aquele sentimento tomar conta do nosso corpo. Isso não foi muito difícil, afinal eu realmente ainda sentia saudade de casa. A vontade de chorar não estava ali, contudo, então era ali que entrava a atuação.

Precisei me concentrar por algum tempo nas lágrimas para que elas começassem a rolar. Quando percebi estar funcionado, comecei a esfregar ao lado dos olhos e contorci o rosto assim como eu imaginava fazer quando estava chorando. Sammy aplaudiu logo em seguida. Aparentemente, eu estava no caminho certo.

— Posso enxugar o rosto? — perguntaria em seguida apontando para algum pano por perto, afim de enxugar as lágrimas não tão de verdade assim. Se eu vencesse e recebesse o livro, o abriria ali mesmo durante a aula enquanto esperava ela ser declaradamente encerrada.

O livro focava em diversos métodos de atuação. O primeiro deles envolvia o ator se conectar com os pontos de semelhança que ele tinha com o personagem, facilitando o processo de entender "como esse personagem agiria em tal situação". O segundo método envolvia imaginar e incorporar um sentimento que não estava ali naquele momento. Era o que Sammy tinha ensinado e eu tinha acabado de aplicar! Diversos outros métodos e dicas estavam ali espalhados pelas páginas. Lendo o sumário percebi que o espaço para melhorar minhas habilidades ainda era bem grande.

— Um passo de cada vez, né? — sussurrei para mim mesmo, repetindo uma frase que o papai me ensinou há um bom tempo — Obrigado, professora ruivinha! — agradeceria Sammy antes de me afastar em busca de um lugar para passar a noite.

Fim do Aprendizado da Perícia Atuação


Ao final da aula, eu tinha aprendido algo e me armado. Eu ainda tinha muita coisa que queria procurar pela cidade, mas já era tarde quando fui até o Arsenal e como passei boas horas com os artistas de rua então a noite já estava se aproximando. Uma fruta tinha contado para o meu almoço, mas eu sabia que se não conseguisse uma refeição digna para o jantar eu logo estaria com problemas.

Tive uma ideia de repente, então seguiria para algum restaurante afim de colocá-lo em prática. Independente de estar lotado ou não, eu só precisava que fosse um restaurante aberto. Entraria e iria até a bancada.

— Oi! Queria falar com o dono, por favor. — falaria de forma confiante. Quando o responsável pelo local aparecesse, eu continuaria — Moço, eu tô com fome, sabe? Eu queria saber se não posso trabalhar aqui por essa noite e em troca você me dá um prato de comida. Eu aprendi a cozinhar com minha mãe, mas eu posso só lavar os pratos se você quiser! Por favor. — imploraria então com as mãos unidas à frente do rosto em prece. Se funcionasse e ele me desse um trabalho, eu seguiria para o fazer. Se me colocasse para cozinhar, o que eu considerava muito difícil, eu colocaria todas as minhas habilidades para jogo e faria ótimas refeições para os clientes. Se só ficasse com algum trabalho doméstico, eu também continuaria empenhado porque não queria que ele tivesse motivos para não me dar o bendito prato de comida em seguida.

Enquanto fazia tudo isso, ficaria atento às conversas paralelas do local. Seja na cozinha ou entregando as comidas, eu pretendia aproveitar a chance para criar novos contatos. Quem sabe eu não ouvia algo interessante o suficiente para ser uma boa oportunidade? Colocaria meu carisma para jogo e tentaria fazer amizade com todas as pessoas que eu tivesse chance, de funcionários aos clientes. Alguma coisa devia render naquilo tudo.

Se o primeiro restaurante não quisesse me ajudar, eu seguiria para o próximo e então para o próximo até convencer algum dono. Não estava nos meus planos simplesmente ficar com fome!

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