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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 O som das ondas é o meu chamado... Adeus, meu filho!

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ADM.Tidus
Duque Azul
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MensagemAssunto: O som das ondas é o meu chamado... Adeus, meu filho!   O som das ondas é o meu chamado... Adeus, meu filho! - Página 2 EmptyDom 07 Fev 2021, 14:17

Relembrando a primeira mensagem :

O som das ondas é o meu chamado... Adeus, meu filho!

Aqui ocorrerá a aventura do(a) civil Subaé. A qual não possui narrador definido.


Equipe One Piece RPG

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AutorMensagem
Takamoto Lisandro
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MensagemAssunto: Re: O som das ondas é o meu chamado... Adeus, meu filho!   O som das ondas é o meu chamado... Adeus, meu filho! - Página 2 EmptySex 19 Fev 2021, 21:41




O Som das Ondas é o Meu Chamado... Adeus, meu filho!
Ih rapaiz



Criação de projéteis, não acho que há um livro desses na universidade. Apesar de ser um lugar ao qual tem como objetivo reter e espalhar conhecimento, esta técnica requer bem mais que simplesmente um livro, não acha? - O diretor o encarava, sabia que talvez fosse a última vez que visse seu aluno, assim como disse antes, o oceano ansiava por um novo aspirante a marujo, liberdade era a maior vantagem em cruzar os mares, poderia ser o maior desejo de todos aqueles que partiram em direção a um sonho. Sunbaé estava convicto sobre seu próximo movimento, respeitava o cientista maluco. - Espero que ele ao menos lhe dê atenção, até mais Subaé. - Mesmo um homem tão sério consegue dar um sorriso, era bem mais que isso, uma última despedida ao cabrito que se entregaria ao mar e a partir dali só iria para frente sem parar, passando pela porta e dando seu adeus, o mink não pôde ouvir as palavras de seu professor. - Que o mar seja benevolente para você, Subaé.

O atirador sabia a direção da loja de doces, tão silencioso quanto uma buzina gritava anunciando sua presença em Florimel, já via um rapaz menor do que ele com um jaleco de frente para o balcão conversando com a atendente que parecia espantada pela voz grave e alta do caprino. O rapaz não se virou, colocou o dedo no ouvido e girou algumas vezes coçando seu aparelho auditivo, olhou de relance com um olhar desinteressado, tinha usado seu indicador para limpar a orelha. - Hum.. Parece que ouvi algo. - Assoprava o indicador e depois voltava a atenção na moça. - Sim, pode ficar com o troco. Adeus. - Ele olhava para o atirador de frente. - Está no meio da entrada Capra aegagrus hircus. - E com um simples empurrão tirava o macho da sua frente começando a caminhar e deixando o mink para trás, ele tinha o ignorado quase por completo.

Se o Subaé havia sido ignorado, havia outra pessoa que não tinha o mesmo azar ou sorte, depende de o que achasse de sua presença ser conhecida por um dos informantes do recinto, minutos antes ainda estava fora do bar requintado e obscuro que era "Drakne and Knife" sendo xavecada por um dos piores mulherengos da ilha e em um outro estava sentada no balcão dentro do estabelecimento.

Foi ao atravessar a porta e descer alguns degraus se deparou vislumbrando um ambiente especial, uma boate com luzes de cristais e um palco no centro, a música era um tom de jazz suave, muitas pessoas estavam reunidas em mesas circulares separadas, algumas possuíam cortinas para a privacidade, sentia cada pontada de olhares, alguns maliciosos, outros curiosos, porém havia um entre eles com um significado bem mais profundo. Antônio tinha acompanhado a moça até então, mas por algum motivo, seguranças trajados com ternos negros passavam por Donatella e o galanteador sumia de sua vista, quando percebeu algo já estava sentada de alguma forma olhando para a barmaid, tom de pele bronzeado e olhos violetas. - Deseja um drink? - Perguntou com um copo na mão e uma garrafa de whisky em outra, antes que pudesse responder, um homem se sentava à sua direita.

O de sempre. - Este escondia sua face com seu boné branco e gola alta, apenas seus [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.], parecia somente um cliente comum do lugar, porém após tomar um gole de sua bebida verde, começou a falar educadamente, porém a gatuna podia sentir certa tensão e uma gota de suor frio escorrer até seu queixo. - Não acha que está muito longe de sua casa, senhorita DiFerro?


Offs:
 
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Última edição por Takamoto Lisandro em Qui 25 Fev 2021, 17:50, editado 1 vez(es)
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Subaé
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MensagemAssunto: Post 4: Dr Sannes   O som das ondas é o meu chamado... Adeus, meu filho! - Página 2 EmptyDom 21 Fev 2021, 16:34

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Diante da situação em que se encontrava, Subaé não saberia dizer se sentia raiva ou indignação por ter sido ignorado pelo cientista. Obviamente não esperava uma recepção mais calorosa, todas as pessoas naquela ilha já estavam cansadas de saber sobre o génio forte do cientista, e não foram poucos os avisos para não se meter com o louco da cidade.

Infelizmente, para Sannes, Subaé era mais persistente do que a maioria das pessoas e por isso não desistiria por conta de um deboche.

Segurou o cientista pelo colarinho de seu jaleco. Não queria fazer-lhe mal, porém essa era a única maneira de que Sannes não fosse embora. Não escondeu a sua indignação e raiva ao gritar:
-Espere aí seu nanico de merda! Num me vire as costas quando eu falar contigo!!!!


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Continuaria a segurar o colarinho do cientista a fim de evitar que o mesmo vá embora mais uma vez sem dar-lhe a devida atenção. Entretanto, se o louco investisse contra o cabrito, Subaé nada faria além de receber de bom grado o ataque do humano, afinal, lutar não era seu objetivo.

-Zebebebebe!! Não me confunda com esses estudiosos de merda que mergulham no mar raso do conhecimento. Assim como você eu também estou estudando as ciências que são proibidas por conta dos tabus da sociedade! O que acha da gente se ajudar em nossas pesquisas?

Subaé esperava que suas palavras fizessem o Dr. Sannes pensar em sua proposta. Ansiava em ser chamado pelo cientista para o seu laboratório para uma aula particular.
Mas como nem tudo são flores, sabia que a probabilidade do cientista negar o pedido era grande, e por isso lançou uma isca que muito provavelmente Sannes morderia.

-Seus experimentos são um puta avanço para a humanidade, só os iludidos discordam disso. Mas e se eu te dissesse que eu sei a teoria de como criar o que muitos tentaram antes de nós e falharam miseravelmente?! - A voz do cabrito estaria agora bem baixa para que mais ninguém além do cientista pudesse ouvir - Eu descobri o processo para a criação de um homúnculo, mas sem a sua ajuda, esse experimento vai ser impossível.  

Caso o Dr. Sannes aceitasse ajudar nos estudos, Subaé o abraçaria tão forte que ergueria o humano por alguns segundos antes de retorná-lo ao chão e diria feliz:
-humano, eu vou te recompensar pela ajuda!.

Entretanto se o cientista ainda assim partisse sem aceitar ajudar, mesmo depois de todos os argumentos de Subaé, O mink começaria a segui-lo indiscriminadamente.
Não se importaria em receber gritos de repúdio, golpes ou ofensas, afinal sabia que estava incomodando, só não se importaria.
Se fosse preciso correr para acompanhar o cientista assim o faria. Seguiria seu futuro professor para onde quer que este fosse enquanto argumentaria:

-Eu li bastante sobre os seus experimentos! sei que posso te ajudar!

Seguiria atrás do cientista a passos apressados, cutucando-lhe vez ou outra e estendendo a mão para oferecer-lhe ajuda para carregar as compras.

-Vamos, num seja tão boçal! Eu sei qui lá no fundo cê quer muito um aluno que faça jus ao seu conhecimento!

Não apreciava o papel que estava a desempenhar. Se o caso fosse outro, tentaria convencer o cientista na base da porrada, porém aquela era a única cidade que o mink foi aceito mesmo sendo a monstruosidade que era. Lá Subaé conquistou a amizade e o respeito dos moradores e por isso não queria acabar com a paz daquele lugar tão acolhedor onde sua família vivia.

-Vamos Sannes! Deixe de ser tão mesquinho!! Cê gosta de doce né? Pois então, se você me ensinar a Química eu vou te dar cinco vezes o tanto de doces que cê tem aí em mãos!

Seguiria assim, incansavelmente, atrás do cientista louco até que enfim consiga transformar o seu “não” em “sim”, vencendo-o pela paciência.

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Minerva Yesta
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MensagemAssunto: Re: O som das ondas é o meu chamado... Adeus, meu filho!   O som das ondas é o meu chamado... Adeus, meu filho! - Página 2 EmptyTer 23 Fev 2021, 22:47

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Velvet Lips

Toc, toc, toc... faziam os seus saltos batendo em cada degrau quase que como tambores glorificando a sua chegada. Talvez para alguém que, supostamente, está fugindo de algo, uma entrada em grande num sitio repleto de criminosos não fosse o mais inteligente, porém Donatella admitia para consigo mesma que já sentia falta disto. Do luxo, das atenções, de uma boa festa repleta de péssimas pessoas, sentia-se em casa por segundos. O ambiente era-lhe tão familiar como agradável, especialmente porque o tal idiota havia ficado para trás, excelente. Contornando o palco central, desfilaria pela boate deixando que as luzes de cristal caíssem sobre a sua pele reluzente, o decote, as coxas a vista, sabia do impacto que tinha e desleixou-se pelo ego ferido. Ser o centro das atenções era o que menos precisava, mas como poderia evitar o seu brilho natural?

Os vários olhares caíam sobre ela como um banho de espuma... todos menos... aquele.

Acenando com a cabeça pediria o mesmo que o sujeito à moça, acompanhando-o. Cruzando as pernas, rodaria o banco, voltando-se para o indivíduo tão peculiar. Olharia-o dos pés à cabeça, subtilmente, procurando qualquer sinal de armas e obtendo uma leve "leitura" de todo o seu perfil, roupas e traços memoráveis, um velho costume da assassina.

"Não acha que está muito longe de sua casa, senhorita DiFerro?" - ouvira. Uma súbita pontada no seu coração surgira quase como o botão de um instinto animal adormecido. Aparentemente os papeis haviam sido invertidos, a leoa predadora era agora a presa indefesa. A sobrevivência desta leoa era crucial! Olhando para a hipotética bebida, segurava-a com força sem que fosse notável, estaria na hora de colocar as suas velhas ferramentas de volta no jogo.

- Não tanto quanto deveria ao que parece. - tomaria um pequeno golo encarando os sanguinários olhos vermelhos. - Acredito que estamos no meio de uma injustiça não acha? - sorria, jocosa. - Você sabe o seu nome, já eu, não sei o seu. - sugeria voltando o copo aos lábios, a marca do seu batom ficava marcando.

Caso o sujeito entrasse no jogo com algum nome, não necessariamente o verdadeiro, Donatella continuaria com a conversa: - Muito gosto Sr. ****. - estenderia a mão para que a beijasse, se este homem fosse um assassino como ela, tentaria ao máximo disfarçar aquele encontro, afinal, o local estaria repleto de olhos, certamente não poderíamos transparecer a alta tensão que realmente pairava entre os dois. - Sabe meu querido... - bebia - ... Eu consigo duplicar qualquer quantia que os meus amorosos pais lhe ofereceram. - terminava a bebida, pousando o copo no balcão, mas mantendo a mão sobre ele, acenaria mais uma rodada à moça.

Caso o sujeito não se identificasse de alguma forma, Donatella tentaria uma abordagem completamente diferente. Pousaria o copo no balcão, ainda na metade e, levantando-se lentamente para que suas pernas brilhassem, diria: - Bom, já que continuo em desvantagem, que me diz a uma pequena dança? Para equilibrar as coisas, ahn? - piscar-lhe-ia o olho, estendendo a mão para que a seguisse até ao palco ou algum tipo de pequena pista de dança. Procuraria qualquer tipo de dança que se adequasse ao mood da boate, no entanto, desejaria sim o olhar de todos e, faria por isso. Com os seus dotes majestosos, dançaria graciosamente exagerando os seus já elegantes traços. O olhar de todos ali serviria como um escudo momentâneo enquanto que, o seu, procuraria, entre valsas, todo e qualquer jeito de sair do local, janelas, banheiros, portas, qualquer vantagem possível.





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Takamoto Lisandro
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Takamoto Lisandro

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MensagemAssunto: Re: O som das ondas é o meu chamado... Adeus, meu filho!   O som das ondas é o meu chamado... Adeus, meu filho! - Página 2 EmptyQui 25 Fev 2021, 19:46




O Som das Ondas é o Meu Chamado... Adeus, meu filho!
Ih rapaiz²



Não acho que meu nome vá ser do seu agrado. Por hora, pode me chamar de Mü. Que tal? - Seus olhos vermelhos encaravam sutilmente as expressões da dama, era como uma raposa astuta, fitando Donatella como se pudesse enxergar sua alma, por um momento desviou o olhar observando sua mão, voltou a cravar sua mira nos cristais de âmbar e levantou seu braço para cumprimenta-la, porém nada de beijos e sim um leve aperto de mãos. Ela poderia sentir a falta de calor na mão dele, sua pele pálida e bem cuidada era como seda, diferente do que se esperava de um homem. - Acho que teve uma ideia errada de minha pessoa, não sou um matador de aluguel, apesar de sua cabeça valer um prêmio exorbitante.. - Tragando de sua bebida com calma, queria apenas se certificar se era realmente uma casualidade o surgimento de uma foragida do submundo. - Sua chegada não foi notada pelos demais, apenas por minha firma. Me pergunto se está aqui apenas por refúgio, não sei dizer ao certo mesmo tendo em minhas mãos informações valiosas.

Pretende se unir ao revolucionários? Uma assassina sem um dogma não passa de uma pirata, isso se continuar com seu antigo trabalho. Suas habilidades podem ser úteis para mim, gostaria de lhe oferecer um acordo de benefício mútuo. - Terminava seu drink deixando que a funcionária levasse o copo para ser lavado se afastando do casal como se soubesse que não poderia ouvir a conversa a partir dali. - Não espero que se junte a minha firma, pode ficar livre recebendo e recusando trabalhos, oferecemos uma grande recompensa por cada finalização de serviço.

Mas para todo novo contratado, um pacto deve ser efetuado, o primeiro trabalho não pode ser recusado, pois preciso do voto de confiança sabe? - Abaixando sua gola e revelava seu rosto, um homem pálido de rosto afinado e bonito, uma íris vermelha intensa e de certa forma uma pupila afiada, como se fosse uma espécie de besta. - A tarefa não envolve um assassinato, mas sim um roubo. É bem simples na verdade, tenho localização e descrição do item a ser furtado. Não há guardas, apenas algumas armadilhas, seria uma pena a recusa já que teria de buscar outras maneiras de obter lucro, talvez a venda de uma certa informação. - Sorria, dentes caninos afiados e um semblante sombrio.

Segurado pelo colarinho, o cientista apenas deixava-se ser levantado desfrutando de seus doces e ouvindo as falcatruas de Subaé. - Capra, acho que não tenha entendido minhas intenções, sabendo disso devo falar em sua língua de fato. - Tossia e escarrou cuspindo no chão. - Ô abestado, sossegue o facho e não me aperreie não. Me bote de pé e vá ser um cabrunco em outro lugar. Num tenho tempo a perder pra ensinar caboco jumento não. - Tossia novamente. - Sem ofensas obviamente. - O mink não desistia e insistia na idéia chegando a elogiar todo o trabalho do doutor.

Vejo que realmente é um amante de meus feitos, mas não sou comprado por elogios. - Ele dizia isso, porém coçava seu nariz com as bochechas coradas e um sorriso exacerbado no rosto, o atirador instigou o cientista, falava até mesmo da criação de um homúnculo. - Não recomendo, são chatos demais e ficam fazendo perguntas chatas. - Falou como se fosse nada, parecia que Sannes já tinha até mesmo criado um. - Depois de tanta bajulação assim e perceber que é um pseudo pesquisador, acho que você pode receber uma luz de mim se me ajudar em um certo experimento. - Os olhos do doutor brilhavam com toda a malícia do mundo.

Venha comigo até meu laboratório, temos muito o que fazer. - Um semblante mesquinho se formou em Sannes. - Simbora Capra! - Caminhava determinado que usaria Subaé em um dos seus experimentos, o cientista era conhecido por toda a ilha por realizar testes em organismos vivos, mas seria esta a primeira vez que teria uma cobaia racional concordando com seus termos. - Mal posso esperar. - O mink sentia um arrepio em sua espinha, mal sabia ele no que tinha se intrometido, caminhando até a residência do doutor, podia notar que era diferente das demais casas, possuía uma grande luneta apontando para o céu e portas rígidas de metal, o homem apertava um botão e uma voz robótica era acionada. - Quem é? - Sannes respondia. - Eu. - A voz robótica continuava. - Eu quem?

Eu mesmo. - O dialogo continuava. - Você mesmo? - ... - É eu. - Depois de um silêncio de dez segundos, a porta era aberta. - Seja bem-vindo doutor. - E o mink sentia a brisa fria vindo da residência. - Meu laboratório fica no porão, se pisar nessa casa que dizer que concorda com tudo que eu possa fazer com você e em troca te ensino o que você quiser.


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MensagemAssunto: Post 5: Ih rapaiz   O som das ondas é o meu chamado... Adeus, meu filho! - Página 2 EmptyDom 28 Fev 2021, 16:12

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-”Bla bla bla bla, te ensino o que você quiser”- Foi isso o que Subaé registrou das palavras de Sannes. Sequer se deu o trabalho de responder, apenas adentrou a porta de ferro.

Espantou-se à primeiro instante por conta do ar gelado de dentro da casa, não entendia como a temperatura daquela casa poderia estar tão mais baixa do que lá fora, e nesse instante se orgulhou de ter conseguido chegar até ali “Esse homem é mesmo incrível, a lógica comum não se aplica a ele” pensou.
-Ô professor, quem é que atendeu a porta mais cedo?
Escutaria com atenção a resposta do descabelado e se por acaso a resposta se tratasse de um droid, Subaé pediria para conhecê-lo. além é claro, de ficar olhando com cara de bobo para o homo sapiens.

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-Ei Sannes, Num fique de migué, simbora logo pro porão homi.

Dito isso, puxaria o doutor pelos braços, casa adentro, como se o anfitrião fosse Subaé ao invés de Sannes.
Entretanto, Soltaria-o logo assim que encontrasse alguma coisa interessante o suficiente para chamar a sua atenção.

Os olhos de tamanhos e cores desiguais do mink não parariam em momento algum de bisbilhotar o máximo que pudessem. Subaé queria encontrar qualquer coisa sobre os novos projetos do cientista, quem sabe encontrasse os seus cadernos de estudo, ou  talvez até tivesse a sorte de encontrar um exemplar de homúnculo, visto que Sannes afirmou conhecer sobre o assunto.  

E se encontrasse qualquer uma destas coisas, correria até o item (ou itens) em questão, ergueria-o, e estudaria o objeto da melhor forma possível para aquele momento corrido.

Ao chegarem no porão da casa, o cangaceiro ignoraria o professor por um instante. Percorreria todo o laboratório com os seus olhos aguçados, gostaria muito de saber, mesmo que todavia não entendesse sobre o assunto,  quais materiais e ferramentas haviam ali ao seu dispor.
-Eu reconheço o olhar de curiosidade quando tá estampado na cara do cabra. Pois então desembucha de uma vez qual é teu plano, por que eu já aceitei a muito tempo.

Escutaria os procedimentos a serem seguidos no experimento, sempre com muita atenção. Entretanto, interromperia vez ou outra o cientista, questionando sobre os riscos, sobre o histórico da pesquisa, e obviamente quais os objetivos finais dela.

Felizmente para Sannes, Subaé não costuma dar valor à sua integridade física e por isso, independente dos riscos, a decisão do mink não mudará.
-Se eu morrer muitos vão te agradecer, já é o motivo pra beber difunto! ZEBEBEBEBE!!! Eu tô tranquilo porque sei que tenho corpo fechado. Intão vamo começar logo essa bagaça!

Aquela situação empolgante exigia um brinde da melhor cana que se pode comprar por 500 Belly, porém Subaé não queria causar uma impressão ruim para o seu novo professor e por isso simplesmente ignorou a sua vontade e deixou a bebida de lado nessa situação.

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MensagemAssunto: Re: O som das ondas é o meu chamado... Adeus, meu filho!   O som das ondas é o meu chamado... Adeus, meu filho! - Página 2 EmptyTer 02 Mar 2021, 19:03

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Velvet Lips

Sorri, cumprimentando-o cordialmente. Voltava sua mão para o copo vazio onde, com o indicador, desenhava círculos ao longo das suas arestas transparentes. A sua mão parecia ter perdido qualquer calor, a frieza do toque, a postura, seriam todos indicadores de um mau presságio?

Olhava os círculos que fazia no copo, escutando atentamente as palavras de... "Mu", desviando, ocasionalmente o olhar para ele. Donatella parecia relaxada, parecia estar num ambiente que lhe era já demasiado familiar. Para. Sorri ao ouvir o "elogio" à sua cabeça.

- Sua firma? - questionaria, voltando-se para o homem, intrigada. Descruzava as pernas, os traços de suas coxas relaxadas por um rápido segundo conduziriam atenções para o fim do seu vestido, porém rapidamente cruzaria novamente as pernas. - Suas fontes não parecem ser muito claras não é mesmo? - não retira o olhar do homem - Bem, uma senhora não fica por aí se gabando...

Aproximava-se, ligeiramente, apoiando o cotovelo no balcão. - Grande recompensa? O quão grande é que estamos falando aqui, ratinho? - enquanto a alcunha parecia leve, já a sua voz, era mais séria do que nunca.

Caso o homem desse algum valor ou não, não é como se importasse, Donatella não parecia ter muitas escolhas para além de aceitar trabalhar momentaneamente com o homem, mesmo que só até conseguir sair daquela ilha.

- Voto de confiança, ha. Será que estou notando sentido de humor por detrás dessa cara de enterro? E o que seria este item? - provocaria. Levantando-se, daria um único passo em frente, procurava ficar próxima do homem apoiando-se no balcão, tentaria tocar afetuosamente na sua gola. Como uma cobra, Donatella lentamente "abraçava" a sua presa, enroscando-se subtilmente com graciosidade. Queria assertar a dominância e completo controlo da situação com aquele pequeno toque à medida que pedia os detalhes do tal serviço.

- Hmmmm... - procuraria tocar num dos fios de cabelo do homem, a cobra continuava com o seu aperto. - Aceito o seu trabalho, mas fique sabendo uma coisa ratinho... - enrolaria o indicador no fio de cabelo com ligeira força, como se a cobra pousasse sobre a presa os caninos prontos a morder - Não ouse me ameaçar de novo. - simularia um beijo jocoso antes de, caso tivessem a sua conversa terminada, indicar à garota que o homem pagaria a conta e dirigir-se a algum banheiro da boate, precisava de um cigarro.





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