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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 País da Fome

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MensagemAssunto: País da Fome   País da Fome EmptyDom 31 Jan - 16:39

País da Fome

Aqui ocorrerá a aventura do(a) pirata Tensei K. Kallis. A qual não possui narrador definido.


Equipe One Piece RPG

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MensagemAssunto: Re: País da Fome   País da Fome EmptyTer 2 Fev - 21:54




Homens Animais!



        A vida as vezes no mostra as coisas de maneiras tão estranhas não é? Até poucas horas atrás eu estava junto de Kisame, um outro tritão que eu havia conhecido a pouco tempo, ambos brigando juntos e aparentemente em uma boa dupla. No entanto eu havia percebido que ele tinha uma agressividade que não combinava comigo, além disso parecia gostar de mais de falar de si mesmo e isso acabou me cansando. Mas caminhando com ele encontrei com Arthur, um cozinheiro ruivo que tinha o sonho de se aventurar por aí, muito parecido com o meu e logo de cara simpatizei com ele. Após uma conversa decidimos seguir juntos, mesmo sem ter um destino firmado em mente.

     Que horas deveriam ser? Quando entramos no hotel era noite, mas eu não fazia ideia do horário em que estávamos saíndo. Meu primeiro instinto foi o de olhar para o céu, toda vez que fazia isso me lembrava de meu pai e das vezes que subimos até a superfície para ver as estrelas. Caso estivesse de noite eu tentaria estimar o horário pela localização das estrelas caso elas estivessem visíveis, caso o sol brilhasse seria fácil adivinhar que estávamos de dia, afinal seria algo bem óbvio. Eu havia deixado o hotel com as mesmas roupas, mas carregava agora uma cicatriz em meu braço esquerdo, além de levar em meu bolso direto o par de soqueiras que havia adquirido a pouco tempo.

    — Arthur, eu preciso conseguir uma espada. Que tal começarmos por uma loja de armas nossa aventura? — Questionaria meu novo parceiro e esperaria uma resposta do mesmo. Caso fosse positiva iria então seguir o mesmo pelas ruas de Briss, iria procurar por cartazes ou escritas que pudessem indicar uma loja de armas, manteria meu olhar a tento pois sabia que aquelas ruas abrigavam mais de uma loja. Não encontrando somente com os olhares, iria junto com Arthur procurar por uma pessoa para perguntar — Acho melhor você perguntar, as pessoas não costumam me responder com sinceridade. — diria novamente ao meu parceiro.

     Ao mesmo tempo que eu estava ansioso para encontrar uma espada, estava nervoso pois sabia que não tinha muito dinheiro e por isso sabia que iria ter que ou cometer um crime, ou arrumar uma briga. Seja qual fosse a opção eu e Arthur não sairíamos totalmente ilesos, afinal roubar uma loja de armas é difícil, tem armas lá! Caso encontrássemos alguma loja, ou mesmo uma barraca, vendedor ambulante e coisas do tipo eu iria procurar pelo vendedor e questionar o mesmo — Ei, me mostre suas katanas de tamanho grande. E qual o valor delas? — Perguntaria e então iria dar uma olhada nas espadas para ver se alguma me agradava, ou mesmo chamasse minha atenção de alguma forma.

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MensagemAssunto: Re: País da Fome   País da Fome EmptyQui 4 Fev - 12:33



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Arthur se espreguiçaria demoradamente. Ah, como era gostoso dormir bem. Será que mesmo no mar conseguiria manter esses prazeres singelos da vida? Esperava que sim. Se sentaria na cama, esfregando os olhos e olhando ao redor. Provavelmente encontraria Tensei, o tritão que havia conhecido no dia anterior.

Bom dia flor do dia – diria Arthur com um sorriso – Dormiu bem?

O ruivo se levantaria ainda meio preguiçoso, indo até o banheiro para encarar o próprio reflexo no espelho e cuidar de suas necessidades básicas. Daria uma boa conferida em sua aparência também, com o cabelo e as roupas. Se achasse necessário, tomaria um banho.

Também estou precisando de uma arma – diria Arthur, após a sugestão de Tensei. – Mas precisamos comer algo antes. Café da manhã, meu querido. Vou ver se consigo algo aqui no hotel mesmo. Quer vir comigo?

Independente da resposta de Tensei, Arthur seguiria até a recepção do hotel em busca de um café da manhã. Se tivesse acordado cedo, talvez tivesse sorte. Buscando praticidade, o ruivo aceitaria qualquer opção de alimento oferecida e comeria com gosto. Mas, se realmente não tivesse nada, sairia na rua e procuraria a lanchonete mais próxima, pedindo algo salgado simples e um café forte. Terminando de comer, sairia em busca do tritão, caso ele não tivesse o acompanhado.

Caso não achassem uma loja de armas de imediato, Arthur seguiria a sugestão de Tensei e abordaria alguém em busca de direção.

Com licença – diria, para alguém que parecesse conhecer bem o bairro. Daria um belo sorriso antes de continuar – Sabe me dizer onde encontro uma loja de armas por aqui?

Esperando ter uma resposta positiva, seguiria até o local indicado. Caso não, perguntaria da mesma forma para outras pessoas, até obter a localização de um lugar que vendesse boas armas. Arthur ouviria Tensei pedir uma katana e aproveitaria o momento para olhar a loja com atenção. Por mais que se sentisse seguro na companhia do tritão, sabendo que ele bom de combate, aquele ferimento no ombro não era um bom sinal e poderiam estar sendo seguidos. Então, apenas ativando seu lado desconfiado de sempre, Arthur faria questão de conhecer bem o lugar.

Quantas pessoas estavam na loja? Onde estavam as armas de fogo? E as munições? Tinha uma saída dos fundos, ou apenas a entrada? Dedicaria um tempo observando tudo antes de, finalmente, pedir também ao atendente.

 E para mim duas pistolas, por favor. Com as munições. Quais vocês têm?

E, assim, Arthur analisaria com atenção as opções oferecidas. Também manteria um olhar em Tensei, garantido que tudo ainda estava sob controle.

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MensagemAssunto: Re: País da Fome   País da Fome EmptySab 6 Fev - 23:25


 


País da Fome
Briss Kingdom - 08h15

  O sol raiava mais um dia em Briss, os operários começavam suas rotinas de trabalho, e gradualmente a cidade ficava a todo o vapor novamente para um novo dia. Tensei e Arthur apesar de não terem um emprego também começavam seu dia, com planos de iniciar sua nova aventura.

 Arthur se dirigia para a recepção e encontrava uma adorável atendente de óculos, que apontava para uma mesa proposta para os clientes, mas ela não dava brecha para o aspirante a pirata. - Senhor preciso do valor combinado pelo quarto. - Ela esperava a resposta e logo continuava. - Se não terei que alertar a segurança e os guardas da ilha, não queremos problema senhor. 

 Após resolver a situação pagando ou não, Tensei e Arthur buscavam por uma loja de armas, o que não era tão difícil de encontrar visto que de frente do hotel tinha uma enorme placa "Guns and Swords", mesmo assim eles se preocupavam em pedir indicações, um senhor apontava para a placa resmungando - Esses jovens de hoje em dia.

 Ao entrar na loja, se deparavam com um ambiente rustico e antigo, mas uma enorme variedade de armas, um senhor moreno atendia o caixa, e outro senhor musculoso organizava as prateleiras, ambos pareciam ser bons de briga Não que nossos protagonistas estejam procurando isso não é mesmo?

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  - Katanas? e Armas de fogo? é para já vou pegar. - O atendente começava a colocar as armas na mesa, mas logo era interrompido. - Ei você grandão, você é cliente, mas poderia ser mais educado não é mesmo. - Ele logo notava a hostilidade nos aspirantes a piratas.




~ Npcs Aléatorios
~ Atendente do caixa
~ Empregado musculoso


Tensei:
 

Arthur:
 


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MensagemAssunto: Re: País da Fome   País da Fome EmptyDom 7 Fev - 20:14




Homens Animais!



        Estranhamente enquanto Arthur pagava pelo hotel percebi algo que se repetia em minha vida com certa frequência. De um modo geral em sempre estive seguindo alguém, fosse com meu pai quando criança e meu professor na adolescência, ou mesmo minha mãe e irmã em minha vida mais adulta. Agora deixando o ruivo tomar as rédeas da situação eu estava fazendo o mesmo, no entanto mesmo percebendo isso eu não chegava a me importar muito — Enquanto ele me alimentar e eu puder ser eu mesmo, não me importo de segui-lo.— Eu não pensava em ser um "subordinado" mas nossa amizade começava ali, e trilhava um bom caminho.

    Após nosso café da manhã e deixarmos a instalação percebemos que ambos tínhamos objetivos em comum, armas! Então depois de perguntar a um velho bem grosseiro o mesmo indicou uma loja que estava bem de baixo de nossos narizes, bem ao menos eu tinha a desculpa de que o meu era grande o suficiente para atrapalhar minha visão. O dia parecia perfeito, então enquanto estávamos ainda fora da loja aproveitei para respirar o ar puro da manha com uma enorme tragada de vento pelas narinas que eu tanto me orgulho — Um dia desses merece ser bem vivido não concorda Arth? — Enquanto falava com meu parceiro sorria de forma natural, estava realmente muito feliz com o dia e o clima, mas sabia que a alegria de pobre duraria pouco tempo.

      Usando minha mão esquerda abri a porta da loja e me deparei com algo espantoso: uma lojinha de merda com nada de mais para oferecer. Isso ao menos na aparência, felizmente em um primeiro momento fomos bem atendidos e o vendedor logo após ouvir nossos pedidos foi até algum lugar aparentemente buscar nossas armas. Foi quando minha alegria começou a se extinguir, um homem grande (para padrões humanos) e musculoso veio falar comigo, e suas palavras fizeram meus lábios se mexerem e um enorme sorriso apareceu em meu rosto, revelando meus dentes afiados — HAHAHAHAHA! Isso é sério? Tudo bem então ...— A rizada era sincera mas o restos das palavras tinham muita ironia. Levei minha mão esquerda até o bolso e tentei segurar uma das soqueiras, a encaixando na mão e voltei a falar — O senhor poderia por gentileza me mostrar uma espada do meu tamanho, ô humano superior? Fico agradecido por tamanha generosidade. — Enquanto falava me abaixava para olhar dentro dos olhos do homem, enquanto ainda sorria.

     Não iria ataca-lo, não até ver as espadas. Mas me manteria esperto para possíveis "reações negativas" ao meu sarcasmo. Por isso havia deixado minha mão direita livre, caso o mesmo tenta-se me atacar com socos ou chute eu tentaria usar aquela mão para bloquear enquanto iria tentar me movimentar para trás, afim de colocar uma distancia mínima de 2 metros entre nós. Na possibilidade de facas ou armas cortantes virem do mesmo eu tentaria rapidamente tirar a mão esquerda do bolso e fazer a lamina do objeto bater contra o ferro da soqueira, com um soco. Meus movimentos eram somente defensivos, meu objetivo principal era que eu e Arthur saíssemos dali com nossas armas. Por isso caso ele tirasse uma arma de disparo eu levantaria minhas mãos —Qualé cara, só queremos comprar e sair! — Esperava uma resposta positiva. Mas claro, isso tudo somente se ele não levasse miinha ironia na brincadeira.

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MensagemAssunto: Re: País da Fome   País da Fome EmptySeg 8 Fev - 9:20



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Arthur reagiria com prazer para a mesa que estava à disposição dos clientes. E com quase nenhum prazer para a cobrança do quarto. Se apoiaria no balcão, olhando a atendente nos olhos, fazendo a maior cara de cachorrinho triste que conseguia.

- A gente estava planejando dormir aqui mais uma noite, meu bem – diria o cozinheiro, se explicando com a voz doce. – Na verdade, talvez até a semana inteira. E pagaremos tudo no final. Claro, se não puder fazer isso para nós, podemos procurar outro hotel.

Ele apoiaria as mãos na dela, falando mais baixo, só para ela escutar.

- Mas eu gostaria muito de continuar aqui com vocês.

E, esperando que funcionasse, Arthur não perderia os 25 mil berries naquele momento. Mas, caso ela realmente insistisse e não caísse em seu charme, ele pagaria. Era melhor do que ter os guardas no seu pé logo pela manhã.

– Nossa Tensei, acho que tinha algo muito errado com o nosso café pra gente não ter visto essa loja. – diria Arthur, rindo, enquanto entrava na loja. No entanto, o ambiente não parecia muito receptivo.

Arthur manteria a expressão tranquila, com um sorriso nos lábios. Ser mal encarado devia ser um pré-requisito de se trabalhar em uma loja de armas. Mas Arthur não se importaria nem um pouco se houvesse uma bela dama lhe mostrando as melhores pistolas e espadas. Enfim. Claro que um dos caras tinha que implicar com Tensei. Arthur revirou os olhos ao ouvir o homem pedindo mais educação. E riu da resposta sarcástica do amigo.

- Viu só? Até os grandalhões conseguem falar bonito, senhor. – diria Arthur, depois da resposta de Tensei. Se aproximaria do homem que organizava as prateleiras, com tranquilidade, na esperança de mudar um pouco a primeira imagem que passaram. Estenderia a mão para ele com um sorriso, esperando que ele a apertasse.

- Meu nome é Arthur. Aquele é o Tensei. Não queremos encrenca, essas armas que queremos comprar são para proteção. Sabe como é o mundo hoje em dia. – ele daria outro sorriso, buscando ler a expressão do homem, querendo saber se ele já se acalmou – Inclusive, sou apenas um cozinheiro. Posso até convidá-los para uma boa refeição qualquer dia desses. – ele voltaria para o balcão, esperando ter conseguido um clima melhor na loja – E então, podemos ver as armas agora?

E, assim, voltaria sua atenção para as pistolas. Arthur queria duas pistolas, já que era ambidestro. Gostava da aparência rústica, mas buscava um acabamento bom e que, de preferência, fossem feitas de aço. Explicaria seus desejos para o atendente e sentia em mãos as armas recomendadas. Manteria os olhos em Tensei, garantindo que ele estava sendo bem atendido e sem nenhum problema.

- Quanto elas custam? – perguntaria Arthur, mantendo as armas e as munições perto de si.

Ouviria com atenção. Depois, olharia para os atendentes, tentando entender se estavam mais tranquilos com a presença dos dois. Por fim, olharia para Tensei, esperando que em seu olhar ele entendesse a seguinte pergunta “Vamos pagar por essas merdas?”.

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MensagemAssunto: Re: País da Fome   País da Fome EmptyTer 9 Fev - 19:58


 


País da Fome
Briss Kingdom - 08h45

  Medo, Aversão e Preconceito. Esses são sentimentos comuns entre as espécies do mundo, principalmente em relação as consideradas "monstruosas", sempre causando um conflito entre elas. A associação de tal especie ser relacionada a maldade e criminalidade, se tornou algo muito comum para os humanos, normalizando a criação de um certo receio ao ver a figura assustadora.

  - Eu realmente gostaria de poder fazer isso para o senhor. - Seus olhos demostravam medo e preocupação. - Apenas sigo ordens, por favor pague o valor. - Ela estendia a mão e abaixava a cabeça envergonhada, pela obrigação dela.

  Apesar da relutância Arthur pagava o valor, mas uma coisa era clara para todos presentes, aquela cena era motivada apenas pela figura gigantesca com sorriso afiado. Embora a maioria compartilhava daquele mesmo preconceito enraizado na sociedade humana.

  Já no estabelecimento... As coisas pareciam esquentar, o homem musculoso percebia a ironia nas palavras do Tritão e sacava uma Magnum 45 e apontava para a cabeça do mesmo. - Vocês podem até comprar algo, mas se fazerem alguma graça, sua cabeça explode.

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  A tensão no rosto do atendente era notável, ele empunhava uma katana em seu Kimono, aparentemente ele não tinha tanto receio dos clientes como seu parceiro, mas não queria problemas. Ele colocava espadas de 2 metros, e algumas pistolas simples com cartuchos na mesa.

  - Ontem uma trupe que chegou na ilha levou as melhores armas, as que atendem suas necessidades seriam essas. - Sua mão esquerda tocava a bainha de sua espada, e a outra ficava próximo ao balcão. - Se quiserem vai sair 30 mil cada arma, as pistolas vêm com 10 balas, cada cartucho adicional vale 5 mil.

  O pistoleiro sorria ao ouvir Tensei falar que só queria comprar e sair embora. - Então é simples meu caro, deixe o dinheiro na mesa e escolha sua arma. - Ele destravava sua arma deixando totalmente sensível ao toque. - O que vai ser rapazes?




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Arthur:
 


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MensagemAssunto: Re: País da Fome   País da Fome EmptyTer 9 Fev - 22:25

Melodia Nº 1: Para um Dia Cinzento


Na maioria das vezes ser um musico de rua era algo que preenchia meu coração, porém não era sempre que só essa alegria me era necessária, pois memorias ruins voltam uma hora ou outra e mesmo que a música fosse uma de minhas paixões, as vezes a saudade e tristeza por lembrar de minha mãe atormentava minha cabeça trazendo uma tristeza dificilmente vista em meu olhar.

”Mamãe, espero estar orgulhando a senhora, farei de tudo para ser um musico muito conhecido, eu prometo!”  Pensei lembrando das vezes que havia contado para minha mãe sobre meus sonhos de ser um grande musico que contaria histórias de suas aventuras.


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Pegaria o violino que estava guardado no coldre e usaria de muita calma para afina-lo perfeitamente e fazer com que as cordas reproduzissem os sons da melhor forma possível, pois em minha opinião, as cordas de um instrumento eram como seus órgãos, são elas que regem todo funcionamento do instrumento, então o cuidado deveria ser o maior possível.

Depois de finalizar a afinação correta, apoiaria o instrumento em meu ombro esquerdo e com a destra levantaria o arco na altura das cornas para iniciar uma triste melodia representando todo sofrimento que estava passando.

- Nem sei porque você se foi, quantas saudades eu senti e de tristezas vou viver, aquele adeus não pude dar... – Inventava uma canção colocando tudo que eu estava sentindo naquela letra.


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Porém mesmo que aquela dor estivesse corroendo meu coração, não poderia deixar com que ela me dominasse por inteiro, pois se não provavelmente me afundaria em tristezas e deixaria de pensar em meus sonhos, fazendo isso estaria desapontando minha mãe onde quer que ela estivesse, então não faria aquilo. Cessaria a música que estava sendo tocada e guardaria o violino dentro de seu coldre com todo carinho, finalizando isso, rumaria em direção de meus objetivos sejam eles quais fossem.

Andaria sem rumo pelas ruas, procurando quaisquer outros músicos de rua ou coisas que fossem me entreter de certa forma para tirar aqueles pensamentos ruins da cabeça, daria passos calmos observando tudo e todos a meu redor e procuraria qualquer moeda que estivesse no chão ou dando bobeira em algum lugar.



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MensagemAssunto: Re: País da Fome   País da Fome EmptyQua 10 Fev - 12:30



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- Cara, vocês são uns desgraçados  - diria Arthur, puto, olhando a situação que se encontravam.

Ele nunca teve problemas como aquele. Foi ali que o cozinheiro finalmente percebeu o preconceito que o seu mais novo amigo sofria só por ser quem era. Se Arthur estivesse sozinho, não estaria com uma arma apontada para sua cabeça. E isso era uma merda. Naquele momento decidiu que queria o tritão ao seu lado nas aventuras e que estava a fim de acabar com todos os malditos preconceituosos no caminho.  

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- Tensei, não se mexa, vou pagar esses idiotas e vamos embora. - diria Arthur, tirando o que tivesse de dinheiro dos bolsos e levantando o braço, em sinal de rendição.  Perceberia a arma pronta para atirar na cabeça do tritão e não queria que ele se machucasse. - Vou colocar a porra da grana na mesa, pegar a arma e sair. Ok?

Arthur também perceberia a mão esquerda do atendente tocando a bainha da espada. Não estavam em uma situação muito boa. Ele pensou por um momento no que poderia ser suas vantagens. Ele disse que a pistola vinha com 10 balas, então talvez já estivesse carregada. Era ambidestro, então poderia tentar uma ação rápido com duas mãos. E tinha uma boa pontaria, então confiava que poderia acertar seu tiro, se precisasse. Também tinha uma boa esquiva, então poderia apostar nisso em caso de ataques. Pensando nisso, começou a planejar.

Andaria calmamente em direção ao atendente, e entregaria o dinheiro meio bagunçado.

- Tem 30 mil aí. Vou levar só uma pistola.  - diria Arthur, sabendo que tinha entregado apenas 25 mil.

Ele tentaria usar o momento em que o atendente direcionasse sua atenção para o dinheiro para pegar uma pistola, conferir se estava mesmo carregada e, se estivesse, destravaria a arma e apontaria para a cabeça do atendente.

Caso percebesse que a arma não estava carregada, manteria a calma e carregaria, sem fazer grande comoção, como se não estivesse fazendo nada demais. Gastaria apenas alguns segundos e, só então, destravaria a arma e apontaria para o atendente.

Mesmo se não houvesse um momento de distração do atendente, seguiria o mesmo plano para obter uma pistola carregada e destravada em mãos. A diferença seria que ficaria de olho na mão esquerda do homem, para que aquela bainha não se movesse. No primeiro sinal de ataque, se afastaria com um salto para chão, levando consigo a arma e as munições e carregando o mais rápido possível para ficar na posição desejada: com uma arma prestes a disparar para o atendente.  

Independente dos possíveis imprevistos, focaria nesse objetivo. Mesmo que se machucasse ou algo acontece com Tensei e o outro homem, precisava ficar armado naquela situação. Esperando conseguir, seguiria para o segundo objetivo: garantir que Tensei esteja armado e sem nenhuma arma prestes a atirar em sua cabeça. Para isso, haviam algumas possibilidades.

Se a situação que se encontravam era: atendente na mira de Arthur e Tensei na mira do outro homem, Arthur tentaria libertar o tritão. Para isso, em um movimento rápido, tentaria jogar a espada de dois metros em direção ao tritão para que ele a pegasse e logo em seguida tentaria se esquivar de possíveis golpes, tanto do homem com a katana como de possíveis disparos do outro.

Saltaria para o lado mais oportuno no momento, independente de onde fosse, tentando se afastar e ficando em posição de ataque logo em seguida, com a pistola apontada para o oponente que estiver revidando.

Caso a situação fosse pior, onde não estava armado por qualquer motivo que fosse, Arthur ainda tentaria entregar a espada para Tensei e se preocuparia em não ser atingido, desviando dos ataques. Sabia que o tritão tinha muito mais força bruta e deixaria isso com ele.

Mas, independente de como conseguissem, se Tensei estivesse com sua espada em mãos, Arthur deixaria que ele tomasse controle da situação.  Ele tentaria pegar a outra pistola e carregá-la também, ficando com uma em cada mão, apontando para os dois oponentes e observando a cena com um sorriso nos lábios.

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- Já que vocês não gostam muito de tritões, vou deixar que a vida de vocês fique nas mãos dele  - diria Arthur, ainda irritado. Olhando para o tritão, completaria - Tensei, antes de qualquer coisa, fecha a porta para ninguém mais entrar aqui.

E se manteria com as duas pistolas apontadas e engatilhadas, focando sua atenção nos dois homens. Se em qualquer momento que Arthur estivesse armado, um dos oponentes se mexesse bruscamente, como em uma ação para revidar, ele atiraria no ombro ou na perna, dependendo da posição que o oponente se encontrasse. Caso se machucasse em algum momento, tentaria avaliar o ferimento da melhor forma que podia, mas sem a intenção de sair do seu posto.

E apenas observaria Tensei descontar toda sua fúria.   


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MensagemAssunto: Re: País da Fome   País da Fome EmptyQua 10 Fev - 20:51




Homens Animais!



        Toda cena acontecia de uma maneira tão rápida que acompanhar os movimentos até para os olhos mais espertos seria uma tarefa nada fácil. Em poucos segundos eu estava com um revolver apontado para minha testa e tudo que pude fazer foi ficar imóvel, mantive minha mão para o alto e a outra no bolso. Após ouvir atentamente as palavras do musculoso respirei fundo e abri um sorriso, dando tempo para que Arthur fizesse algum movimento também. Mas independente dele eu começaria — Olha só, vou tirar o dinheiro do bolso então ta bom. E depois colocar de vagar na mesa. — Enquanto falava virava meus olhos na direção do meu bolso, na intenção de chamar a atenção do homem para o mesmo.

No entanto oque eu queria mesmo era tirar a atenção dele da minha mão erguida, então caso obtivesse uma mínima brecha eu tentaria empurrar o braço que segurava a arma para a esquerda (lembrando que minha mão erguida é a direita) ao mesmo tempo eu tentaria mover minha cabeça para a direita, tentaria fazer esses movimentos para tirar minha cabeça da mira da arma em poucos segundos, evitando assim de ser atingido por um disparo. Caso conseguisse tal manobra eu tentaria emendar um soco, dessa vez tirando a mão que estava em meu bolso, já com a minha soqueira, e miraria bem no pescoço do homem. Lançaria meu corpo para frente afim de ganhar impulso e aplicar o soco com toda minha força, o objetivo era fazer o mesmo perder o ar.

Na possibilidade de meu movimento inicial dar errado eu tentaria saltar para trás, ao mesmo tempo que "caia" no chão. Era um movimento desesperado tentando desviar de qualquer tiro que pudesse vir em minha direção, em seguida eu logo tentaria esticar ao máximo meu braço e me aproveitar de minha envergadura grande para alcançar a mesa onde a espada de dois metros estava. Ainda abaixado eu pegaria a mesma com ambas as mãos e tentaria aplicar um corte horizontal mirando as pernas do homem armado, visava acertar a altura dos joelhos do mesmo afim de cortar ambas fora. Mas acertando ou não eu usaria a força de minhas pernas para me mover para trás afim de tentar manter uma distancia de no mínimo 2 metros.

Qualquer que fosse a situação eu esperava que Arthur estivesse bem — Não acho que eles precisam morrer, mas podemos deixar eles amarrados não é? — Caso nossa situação fosse favorável e estivéssemos no controle, iria olhar ao redor e procurar uma corda ou algo que pudéssemos usar para amarrar ambos. Iria querer prender as mãos de ambos nas costas, mas antes disso iria procurar por mais armas nas vestes deles fazendo uma revista, não iria querer uma surpresa. — Vamos levar o dinheiro também? — Questionaria Arthur, e tentaria achar o caixa para pegar a grana. Nessa situação eu também iria pegar a Katana do vendedor para mim, ela podia ser menor que a minha, mas eu podia fazer um bom uso com duas espadas.

No entanto poderíamos estar desfavorecidos, e nessa situação eu tentaria manter a distancia e segurar minha espada na frente do corpo (se estivesse com ela). Se não estivesse com a mesma ficaria em uma postura de karatê e esperaria por mais movimentos ou ações vindas de Arthur ou um dos dois homens.

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1° Divisão de Demônios, o Leviatã.
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