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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Making Wonderful Land a Real Wonder

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MensagemAssunto: Making Wonderful Land a Real Wonder   Making Wonderful Land a Real Wonder - Página 2 EmptySab 16 Jan 2021, 14:59

Relembrando a primeira mensagem :

Making Wonderful Land a Real Wonder

Aqui ocorrerá a aventura do(a) marinheiro MaikLynn Scarlaiti de Orr. A qual não possui narrador definido.


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MensagemAssunto: Re: Making Wonderful Land a Real Wonder   Making Wonderful Land a Real Wonder - Página 2 EmptyDom 24 Jan 2021, 16:38

Making Wonderful Land a Real Wonder

Montar era algo relativamente mais fácil do que eu imaginava ou talvez fosse a minha mente genial trabalhando naquele momento e que me fazia aprender de uma forma bem mais rápida. Willump havia gostado de mim e eu teria gostado bastante do bisão, ele era um animal incrível, como já havia citado antes e muito bem treinado. As horas se passavam e já era noite, Theo mostrava-se animado com a ideia de receber uma medalha e eu até mesmo já tinha alguma alcunha para chama-lo e apresentar em sua medalha. Essas sensações calorosas que sentia ao fazer uma boa ação e ter aprendido com o pequeno eram estragadas por uma cena da qual eu odiava ver, pessoas magras, de várias idades, dormindo sem um teto sobre suas cabeças e sem sombras de dúvida mal alimentadas.

Uma das estruturas parecia estar em uma boa condição e ela da qual eu anotava o seu número do qual poderia pedir mais informações sobre o seu preço, eu ainda tinha cerca de setenta milhões de berries em meu bolso junto com o banco, talvez até mesmo fosse possível pedir um empréstimo se esse dinheiro faltasse. De toda forma, nada poderia fazer naquele momento além de me planejar e conseguia os papéis que precisava e a caneta. Para minha sorte, o cozinheiro estava ainda presente dentro do refeitório e para o meu azar, não parecia ser a melhor pessoa para perguntar sobre essas coisas, contudo, deveria insistir. Estenderia a minha mão para cumprimenta-lo e começaria as cordialidades.

- Sou o Tenente MaikLynn Scarlaiti, tenho algumas questões relacionadas a cozinha em si, são coisas simples e não vou tomar muito do seu tempo já que vejo que está atarefado. – Seria firme no aperto de mão e mostrando uma cordialidade e respeito com o homem que não estaria me fazendo nada além de um favor, não era sua obrigação me responder aqueles questionamentos e sequer uma função de um marinheiro pergunta-las. – A primeira dúvida, é em relação ao custo mensal da cozinha. Quantas refeições são servidas e para quantas pessoas? Acredito que é uma logística básica. – Colocaria meus conhecimentos levianos sobre a administração em mesa, embora não estivéssemos sentado em uma. – Quantas pessoas são encarregadas de trabalharem com você e em outros turnos? – Eu não tinha muita ideia de quantas refeições serviria nesse abrigo, acreditava que entre uma ou duas , fora os cafés da manhã. Contudo, não poderia assegurar a qualidade e quantidade de refeições, até mesmo por não saber dessas quantias. – Pelo que eu sei, as refeições da marinha são bem completas, em uma dia de falta, como teve recentemente dentro do quartel onde houve falta de materiais, se as refeições fossem simples, quanto custaria mensalmente para manter?

Nesse momento, teria percebido que a falta de recursos do mês passado para a marinha ficou em aberto e nunca fui atrás de saber mais sobre o que havia ocasionado isso, contudo, as coisas tinham se resolvido desde então e eu não tinha percebido. Aproveitando desse conhecimento, poderia disfarçar um pouco dos meus reais motivos daquelas perguntas, contudo, se o chef chegasse a perguntar, não mentiria. – Em meus passeios pela cidade, avistei bastante moradores de ruas e até hoje, eu não vi nenhum local que ajudasse essas pessoas a se reerguerem na sociedade. Eu entrei na marinha para ser alguém diferente e que se importasse com a população, capturar criminosos ajuda a manter a cidade segura, mas não ajuda a prosperar tanto quanto imaginamos. Então, com um dinheiro que tenho guardado, pensei em investir em um abrigo para moradores de rua. – Afirmaria, retirando o meu óculos escuros que não fazia o menor sentido em estar usando em um ambiente fechado e a noite, mostrando o meu olhar sério em relação a aquele assunto.

Se fosse necessário, repetiria qualquer pergunta e conforme ele fosse respondendo elas, se respondesse, anotaria em meu papel as suas palavras e possíveis números que viessem a surgir. Sabia que a quantidade de soldados era enorme e alimentar um batalhão de forma firme todos os dias era custoso, contudo, era a minha última pergunta a chave da equação. Conseguindo os números médios, era possível fazer uma proporção e conseguir números para alimentar uma quantia decente de moradores. – Por último, você saberia de algum chef disposto a trabalhar com isso? – Caso fosse um sim, anotaria o seu nome e talvez um número de denden. Caso contrário, manteria-me quieto, estenderia a minha mão para que ele apertasse. – Agradeço, Chef. Tenha uma boa noite, desculpe pertubá-lo. – Diria isso também se o homem não quisesse cooperar, o que seria problemático, pois me faltava conhecimento sobre outros cozinheiros que tivessem experiência e conhecimento para tal.

Após sair dali, com informações ou não, dormiria até o próximo dia do qual procuraria acordar bem cedo, satisfazer as minhas necessidades e me equipar novamente, algo do qual nunca deixava em meus aposentos. Nesse novo dia, eu procuraria olhar pela mesma janela de antes, parando um pouco para refletir e colocar os pensamentos em dia.


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MensagemAssunto: Re: Making Wonderful Land a Real Wonder   Making Wonderful Land a Real Wonder - Página 2 EmptySeg 25 Jan 2021, 19:58



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NARRAÇÃO - Making Wonderful Land a Real Wonder


Toca do Coelho - 22:00h

A figura magra de branco encarava MaikLynn com escárnio enquanto ouvia sua apresentação. Ao receber o aperto de mão do marinheiro, o chef dava uma encolhida. Talvez o cumprimento tivesse sido meio forte, ou o cozinheiro que era meio fraco.

- Prazer... Sou Alexsander, o chef dessa cozinha, e como bem viu, não tenho tempo a perder. Fala logo o que quer. - Se era um prazer, Alexsander claramente não demonstrava. - Não vejo o por que dessas perguntas. Mas já que insiste... Servimos em média 250 refeições por serviço, que seriam café da manhã, almoço e jantar. O gasto com isso é de 1 milhão Berries e são 6 pessoas trabalhando em minha cozinha. - O cozinheiro encarava suas unhas e depois arrumava seu fino e longo bigode ouvindo o resto das palavras de MaikLynn. - Refeições simples? Digamos que faríamos carne e batata para manter a sustância, isso daria uma média de 400 mil Berries. - O chef agora o olhava de cima para baixo, analisando o marinheiro com atenção. - Mas para quê precisa dessas informações?

MaikLynn não omitia o que havia descoberto, e contava em detalhes para o cozinheiro esnobe sobre a cena que tinha visto, ele até assumia uma postura mais séria, demonstrando que aquilo era importante. Mas a reação que o marinheiro conseguiu não era nem de longe o que ele esperava. O chef começava a rir de maneira sarcástica antes de fingir enxugar uma lágrima do olho e dizer novamente com escárnio em sua voz.


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- Você quer ajudar mendigos? Aqueles seres deploráveis causaram isso para si mesmos, se quisessem uma vida melhor, estariam trabalhando. - O chef então ouvia a pergunta final do marinheiro e respondia ainda rindo. - Eu mesmo não. Sinta-se livre para perguntar por ai, mas duvido que alguém vá te ajudar com esse planinho...

Por mais que MaikLynn quisesse ser educado com o chef e estendesse sua mão para cumprimentá-lo, o homem apenas olhava o gesto e dava as costas, deixando o marinheiro ali sozinho. Não fosse por uma voz misteriosa que surgia atrás do senhor.

- Talvez o ser deplorável seja ele né? Olha, sinceramente, eu devia pedir demissão, esse carinha ai me mata de ódio! - Passos ecoavam pelo local, e uma [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] aparecia diante do marinheiro. - Ahh, eu sou a Roberta, a sous-chef! Ouvi a conversa de vocês... Não estava bisbilhotando, juro! Mas eu adoraria ajudar, se você quiser.

Após conversar com a tal garota estranha, MaikLynn decidia descansar e pensar em seus próximos passos para o futuro. Pelo menos agora já tinha mais informações, só precisava de todo o resto.

POST 05

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MensagemAssunto: Re: Making Wonderful Land a Real Wonder   Making Wonderful Land a Real Wonder - Página 2 EmptySeg 25 Jan 2021, 23:14

Making Wonderful Land a Real Wonder

Algumas informações eram conquistadas por meio da palavra e eu conseguia sentir que aquele homem mesquinho e um belo de um filha da puta era o cara que eu mais poderia odiar dentro do quartel general. – Desprezível é você, o seu filha da puta! – Teria xingado de ódio dentro do meu quarto relembrando do passado, contudo, a Sous-Chef era uma mulher bem mais doce e com um coração gentil, eu sabia que poderia com ela e por isso tinha conseguido duas coisas positivas na noite. Uma estipulação de preços dos quais conseguiria obter e o número de trabalhadores para conseguir fazer esse serviço ser útil, no fim, não chegava a ser tão caro quanto eu imaginava. Uma média de 400K por dia era razoável, contudo, ainda tinham os funcionários que deveriam serem pagos, mas trabalho voluntário também poderia ser aceito.

As engrenagens começavam a rodar em minha cabeça e eu ainda não tinha um real motivo para fazer a marinha se interessar em patrocinar um negócio desse tipo, ela daria uma boa visão para a marinha local, mas não vi ninguém reclamando da marinha por aqui, nem mesmo elogiando. Também não fiquei muito atento sobre como nós éramos tratados aqui, o que me deixava um pouco incomodado. Essas lembranças me faziam recordar de uma única pessoa, um Capitão que estava sofrendo com possíveis ataques as suas caravanas de comida, sim. Beethoven, quando eu havia chego, ele sofreu algum ataque e não me revelou de quem... E tenho certeza que Shimori não estava relacionado com isso.

Meus pensamentos se encerravam por ali quando eu lembrava que havia uma coisa a ser feita, ligar para o dono daquele estabelecimento para saber qual preço que ele estava cobrando pela compra do local ou até mesmo um possível aluguel. Nesse caso, pegaria o meu pequeno den den mushi que estava em meu pulso e faria a ligação para o número que estava anotado no papel. – Bom dia! Meu nome é MaikLynn, fiquei interessado em um estabelecimento que estava a venda. – Passaria as descrições do local e sua localização. – Você saberia me dizer quanto que estão pedindo por ele? – Informaria o meu interesse no local, querendo saber um preço. – Por enquanto, fiquei apenas com a informação, agradeço! Tenha um bom dia. – Diria após saber do preço.

Posteriormente, partiria em direção ao refeitório para usufruir de uma boa refeição, o chef era um tremendo filho da puta, mas a comida era boa e não era ele o único a preparar alguma coisa por ali. Com a barriga cheia, sairia para alguma loja de materiais perto do quartel e compraria um lingote de aço e uma tinta verde para metais. – Bom dia! Um lingote de aço e uma tinta verde para metais. – Pagaria por ambos e depois voltaria para o quartel.

Meu destino seria o escritório do Capitão, bateria em sua porta e pediria permissão para adentrar o seu escritório. Se ele não estivesse, esperaria o mesmo do lado de fora na área de espera. – Tenente MaikLynn, senhor. – Bateria continência de forma a respeitar a sua posição como superior. Caso ele não estivesse sozinho, diria. – Senhor, o meu assunto pode ficar para mais tarde, não é urgente, com licença. – E me retiraria da sala e ficaria esperando na sala de espera do lado de fora da porta.

Tendo um tempo para começar a nossa conversa, seria direto. – Senhor, na primeira vez que eu estive nessa sala foi me dita sobre uma falta de recursos em relação a alimentação devido a um devido “inconveniente”. Não estive atento aos reportes devido a ter sido enviado para treinamento e posterior a uma missão, então, venho perguntar o que havia acontecido? A ilha está sofrendo com alguma coisa? – Eu não entendia bem a situação que poderia estar acontecendo e talvez isso não passasse de uma paranoia minha, mas em Budou Island ataques como esses eram comuns, a marinha era fraca e os nossos recursos poderiam ser valiosos, principalmente nas mãos de piratas. Por isso, o comportamento era similar e talvez a situação poderia ter se agravado desde então ou apenas sido resolvida. – Por sinal, qual a história dessa ilha? – Eram perguntas válidas e de interesse próprio e profissional, dessa forma, poderia me preparar melhor para futuras missões assim como meus interesses pessoais.


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MensagemAssunto: Re: Making Wonderful Land a Real Wonder   Making Wonderful Land a Real Wonder - Página 2 EmptyTer 26 Jan 2021, 14:27



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NARRAÇÃO - Making Wonderful Land a Real Wonder


QG - 10:00h

Apesar do ódio que agora nutria contra o bastardo chef do quartel, MaikLynn também tinha algumas certezas, dentre elas: quanto gastaria e com quem poderia contar para dar início ao seu plano. Essas informações eram valiosas, e ele já começava a planejar tudo em sua cabeça. Mas ainda havia um problema, como convenceria a marinha a tomar parte nisso?

Como não podia resolver aquele problema agora, e tampouco conseguia identificar algo que lhe desse uma ideia sobre a visão que os cidadãos tinham da organização da qual fazia parte, ele se dava por vencido por ora e decidia fazer outra coisa importante. Em posse do número e de um den den mushi que achara no próprio quarto do QG, ele efetuava a ligação. Uma voz grossa e rouca ecoava pelo inseto.

- Bom dia... A qual estabelecimento se refere? - A voz se calava, e agora apenas o som da respiração podia ser identificado, provando que a pessoa do outro lado continuava ali escutando. - O prédio custa 50 milhões de Berries... Mas tem um problema. Está infestado de criminosos, eu nem sei como ele está por dentro hoje em dia... Façamos o seguinte, se conseguir livrar o local da escória que lá vive, podemos chegar em um acordo com um bom desconto pra você. Pense nisso e me avise... - MaikLynn agradecia e se despedia, desligando em seguida, e a voz apenas concordava com um "hmmhm" e era isso.

O dia já havia amanhecido há algum tempo quando o marinheiro terminou seus afazeres e decidiu marchar até o refeitório para comer a refeição deliciosa, porém feita pelas mãos do desprezível chef Alexsander. De qualquer forma, era necessário comer para se manter em pé e seguir com seus objetivos, e um deles era ir até uma loja e comprar alguns materiais.

- Bom dia, senhor! Aqui está o que pediu, serão 75 mil Berries. - O vendedor estendia a mão, esperando seu pagamento, e após realizado, MaikLynn saia do local para retornar ao quartel.

O marinheiro então se dirigia até o escritório de Beethoven, que permitia a entrada de seu subalterno com um sim curto e firme. Ao adentrar na sala, MaikLynn poderia ver o homem alto e moreno sentado atrás de sua escrivaninha, cercado de papéis e parecendo concentrado.

Vendo a continência prestada, o capitão se levanta e repete o gesto, em seguida se senta novamente e diz. - Bom dia Tenente MaikLynn, bom lhe ver. No que posso ajudá-lo? - Sem rodeios o marinheiro recém chegado começava a falar sobre o encontro anterior que os dois tiveram, e aproveitava para perguntar sobre a situação da ilha. O capitão por sua vez, suspirava como se estivesse cansado e dizia. - Para resumir, todo mundo parece saber o que é melhor para a ilha e querem ser os novos regentes. Isso está gerando uma tremenda guerra entre vários grupos, e tudo isso acontece em Toca do Coelho, onde fica quase impossível de achar os responsáveis... Por sorte, temos um infiltrado em um desses grupos, o que nos ajuda bastante. - O capitão se levantava e ia até uma janela de seu escritório, encarando a cidade pessimamente planejada, cercada pela flora outonal. - Eu ainda não sei quem foi o responsável pelo "inconveniente", mas estamos trabalhando nisso.


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O capitão se calava e se mantinha ali, parado na janela, enquanto MaikLynn pensava sobre seu próprio passado em Budou Island e achava algumas similaridades entre as situações das duas ilhas. Isso o fazia querer saber um pouco mais sobre o local em que se encontrava, e por isso, perguntava ao seu superior.

- Essa era uma ilha bem pacata até que Fagoras chegou por aqui, era um pirata notório, e ele construiu uma vila que começou a atrair cada vez mais piratas, tornando o local uma ilha sem lei. Um tempo depois disso um revolucionário conhecido como Divine aportou aqui e libertou a ilha dos patifes que aqui viviam e aterrorizavam a população. - Mais uma vez um suspiro escapava de Beethoven antes de ele continuar. - Mas essa liberdade veio com um preço, e as pessoas começaram a achar que poderiam fazer melhor se tivessem o controle da ilha, por isso formaram os grupos que te falei anteriormente, e isso foi possível graças ao desaparecimento de Divine, as pessoas até acham que ele é uma lenda hoje em dia. - O capitão agora se virava para encarar MaikLynn e terminar sua história. - O maior desses grupos é o de Arko e Mihori, mas por sorte, Arko foi capturado por Ronald, que se disfarça de Kraven e assumiu o controle do tal grupo, mas quem realmente controla tudo ali somos nós... E eu vim parar aqui para comandar esse QG, com a ajuda de Skyblazer, mas ele já deixou a ilha, e a responsabilidade cai sobre mim. Bem, é isso. Tem algo mais que precisa saber?

POST 06

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MensagemAssunto: Re: Making Wonderful Land a Real Wonder   Making Wonderful Land a Real Wonder - Página 2 EmptyTer 26 Jan 2021, 16:18

Making Wonderful Land a Real Wonder

As situações começavam a se tornarem problemáticas quando um pedido de limpa era feito pela própria dona do local, vários criminosos haviam se ajuntado em um único lugar e o preço de cinquenta milhões de berries poderiam abaixar. Dessa forma, ficava um pouco sem saber o que fazer naquela hora em relação ao local, será que ele estaria em um bom estado após tudo isso? Provavelmente precisaria de uma reforma, mas será que o bom “Desconto” que era prometido, no fim, seria realmente tão alto assim a ponto de pagar pela reforma ou diminuir um bom gasto com isso?

Contudo, a minha conversa com o Capitão me revelava coisas sombrias sobre a ilha e que me deixavam com um pensamento bem mais claro do que eu deveria fazer e como que eu deveria, por outro lado, era a hora de começar a mexer uns pauzinhos conforme a minha patente de Tenente se mostrava proveitosa. Por dentro, eu teria aquele sorriso sacana de quem tinha dado grande sorte, por fora, me mostraria sério e retirar os meus óculos, limpando suas lentes com o pano da minha camiseta.

- Na verdade, tem. – Eu o encararia, colocando uma perna dobrada como se formasse um quatro. – Eu tenho uma proposta que pode ajudar os cidadãos a enxergarem um lado melhor para a marinha, eles podem ganhar um pouco mais de apreço pela organização regente e talvez uma pequena mudança possa facilitar as coisas. Você estaria disposto a ouvir? – E era aqui que eu começava a jogar com as cartas e me sentia estando em uma partida de xadrez.

- Esses dias dos quais passei treinando, também estive observando como que a cidade era por dentro e não apenas pelas bocas. Eu vi sem-tetos, mulheres e crianças, todas sem um único lar sobre as suas cabeças ou alimento para comer. Então, eu quis tomar uma atitude que melhorasse esse lado sem pensar muito na marinha em si e mais por um ato altruísta. – Daria uma leve respirada, falar com o superior daquela maneira e sobre um assunto do qual havia feito uma propaganda era certamente inquietante. – Procurei por um lugar do qual pudesse fazer um abrigo para eles e encontrei, muito perto de onde eles costumam ficar e o preço é até mesmo acessível do qual eu estou disposto a pagar do meu bolso. Também pesquisei sobre fatores administrativos e numérico, o preço de refeições e o número de equipes, talvez, eu até mesmo tenha encontrado uma chef para coordenar a cozinha.

Começaria a jogar as minhas cartas da mesa e seria o momento em que eu retiraria do meu bolso os papéis que tinha ajuntado, também retirando um charuto, o acessório de corte e um fósforo. – Me permite, senhor? – Pediria a permissão para poder fumar dentro de seu escritório, fazendo todos os procedimentos para acender o meu charuto ou apenas guardando os três itens no meu bolso novamente. – Foi quando descobri uma coisa, esta manhã, ao ligar para o número em questão do estabelecimento e descobrir que o seu preço é Cinquenta Milhões de Berries. Um valor até mesmo razoável, mas a dona prometeu dar um desconto se retirássemos os criminosos que se apossaram do local.

Seria o momento em que eu expiraria a fumaça em meus pulmões, se houvesse e tomaria uma postura mais firme, colocando uma das minhas mãos na mesa. – Você recentemente me mandou para uma missão suicida, mas agora, sou eu que peço que me envie para essa missão de limpa. Deixe sobre o meu comando, o Tenente Tetsuya e o Tenente Jimpako e nós nos encarremos dos criminosos. Talvez alguns soldados também seriam úteis, mas sei que você os mantêm bastante ocupados com o objetivo de lidar com a paz da ilha. – E novamente relaxaria.

- O resultado de toda essa operação não seria tão interessante ao olho da população dividida, mas o que faríamos com o local depois seria. Um abrigo, para qualquer um que veja apresentar necessidade, isso ajudaria a população apoiar a marinha como regente, não cessaria propriamente a guerra civil, mas nos daria uma vantagem. Como temos o controle da prefeitura, não cobraríamos impostos do local, diminuindo os custos. A marinha, arcaria apenas com custos básicos que não devem passar nem de quinhentos mil por dia, quanto aos funcionários, há sempre pessoas de bom coração interessadas em se voluntariar, além disso, o salário não deve ser muito caro. – E por fim, a cartada final. – Além disso, teríamos um ponto avançado dentro da cidade para olharmos melhor onde os criminosos estão agindo. – Finalizava esperando a sua reação.


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MensagemAssunto: Re: Making Wonderful Land a Real Wonder   Making Wonderful Land a Real Wonder - Página 2 EmptyQui 28 Jan 2021, 00:56



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QG - 10:40h

A cada nova informação adquirida, MaikLynn ficava mais impressionado com a situação em que a ilha se encontrava, e por mais que ela fosse inquietante, já lhe dava uma boa ideia do que deveria fazer para botar seu plano em prática. Aproveitando essa deixa, o Tenente expunha que tinha um ideia, mas esperava a confirmação do capitão para começar a falar.

- Bom, nós com certeza precisamos de uma ajudinha com a moral da organização agora, o que tem em mente? - O capitão ia até a parte da frente de sua escrivaninha, se encostando nela e cruzando os braços, atento ao marinheiro. - Um ato altruísta, hein? Isso é sempre bom para um marinheiro, acho eu. E é lamentável ver a situação em que algumas pessoas estão vivendo na cidade, e tudo por causa de uma guerra que não leva ninguém a nada. - O capitão comentava balançando a cabeça. - Mas espere. Você procurou um local e achou uma cozinheira, além de pesquisar assuntos administrativos... Está querendo fazer um restaurante ou algo assim, e se sim, se citou os moradores de rua, isso quer dizer que seria para eles? E esse lugar que achou, pagaria você mesmo?


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O capitão coçava a barba pensativo, enquanto MaikLynn pedia permissão para fumar no recinto. Beethoven sem dar muita importância acenava com a cabeça lentamente, permitindo. O tenente acendia seu charuto e em seguida continuava seu discurso, já sanando algumas duvidas de seu superior. Ele soprava a fumaça e o capitão ainda estava imóvel ali, pensativo, mas atento às palavras do subalterno.

- Uma missão de limpeza em toca do coelho, e um bônus de melhorar nossa moral... Acredito que Tetsuya e Jimpako estejam disponíveis, e aparentemente gostaram de trabalhar com o senhor, Tenente. Mas temos um problema... Ninguém vai ligar para a boa ação da marinha na situação atual, acredito que nem notarão. - O capitão novamente se calava, deixando essas informações no ar, mas aproveitando para terminar de ouvir o que MaikLynn tinha a dizer. E ele vinha preparado em sua fala, o plano estava todo estruturado na cabeça reluzente do Tenente. - Realmente a longo prazo faria bem ter esse porto seguro da marinha, poderia causar uma boa impressão, não seria muito caro de manter também, sem contar que poderíamos gerar alguns empregos para melhorar a economia da ilha... Mas o que disse no final é realmente um bônus imensurável para o momento que vivemos, Tenente. Um posto avançado no olho do furacão.

MaikLynn observava seu superior enquanto ainda fumava seu charuto. O silêncio que recaia sobre o cômodo era ensurdecedor, tanto que tudo fora dali podia ser ouvido agora. O capitão se mantinha pensativo, mas agora olhava pela sua janela novamente, encarando Toca do Coelho. Um longo minuto se passava, até que Beethoven finalmente virava em seus calcanhares com um sorriso no rosto.

- Primeiramente gostaria de parabenizá-lo pela atitude, Tenente. Não é todo dia que alguém chega aqui com um plano mirabolante e altruísta para ajudar a população. - O homem se dirigia novamente até sua escrivaninha, onde parava e colocava uma mão sobre, estendendo a outra para MaikLynn. - É uma ideia promissora que nos trará muitas vantagens no futuro. Você tem um acordo! Passe nos alojamentos e veja se consegue localizar os dois homens que requisitou, eles devem estar por lá. - O homem assinava algum papel e depois o entregava para o marinheiro. - Aqui está, isso lhe dá poder para agir nessa operação, estou lhe confiando a liderança, afinal, a ideia foi sua... Espero notícias boas em breve. Pode partir quando achar melhor. Infelizmente só poderei lhe fornecer uma outra pessoa para a missão, pergunte nos alojamentos sobre alguém chamado Akira, se precisar de ajuda, claro. Algo mais? - O capitão o olhava ainda com um sorriso animado no rosto.

POST 07

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MensagemAssunto: Re: Making Wonderful Land a Real Wonder   Making Wonderful Land a Real Wonder - Página 2 EmptyQui 28 Jan 2021, 02:15

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A conversa começava a fluir de uma maneira bem aceitável para mim e não era atoa que eu tinha preparado mentalmente as perguntas e as respostas para cada questão, além disso, tinha conseguido recolher uma grande variedade de informações relacionada a essa missão em si de forma a não depender de uma equipe de inteligência para tal. Com tudo isso rolando, poderia realmente ficar feliz em saber que estava no caminho certo para tal. A liderança da missão era repassada para mim, uma segunda vez, e com os companheiros dos quais tinha grande confiança e sabia que poderia contar.

Meu dinheiro seria gasto com algo simplesmente magnífico e teria grande visibilidade da população, embora esse não fosse o foco principal da coisa, o real motivo era ajudar aqueles necessitados que só precisavam de um pouco para que obtivessem um espaço no mercado de trabalho.

Com o Capitão me elogiando daquele jeito, eu daria um sorriso, apertando a sua mão firme e concordando com o que ele estava dizendo, o papel, procuraria dobrar e guardar em um dos meus bolsos mais seguros para que não o perdesse. – Lhe trarei as boas notícias, senhor. Procurarei pelo Akira, senhor. Acredito que seja apenas isso no momento. Agradeço, Capitão. – E com tudo confirmado, me levantaria da cadeira e procuraria algum local para apagar o meu charuto se ainda houvesse um tanto dele do lado de fora do escritório, para posteriormente jogá-lo em algum lixo.

Meu caminho seria em direção aos alojamentos onde estariam os dois Tenentes e o marinheiro chamado Akira, em minhas rondas, me lembrava como chegar no local e por isso não achava que teria problemas em chegar lá. – Tenente Akari Tetsuya, Tenente Arashi Kampako e Akira! Se apresentem para o serviço! – Esperaria que eles se aprontassem com a voz das minhas ordens, ainda não sabia bem ser um líder e achava que a voz firme era o suficiente, por isso, teria que começar a praticar um pouco mais sobre como melhorar esses fatores, talvez até mesmo procurar alguém que saiba melhor sobre isso.

- Marinheiros, arrumem os seus equipamentos e armas, façam o que precisam fazer e me encontrem na sala de reuniões do quartel. – O G-60 era um grandioso quartel e ter salas de reuniões para assuntos como esses eram o essencial, por isso, contava em ter uma dessas salas disponíveis para que pudéssemos ter uma melhor discussão sobre o assunto. Caso não houvesse alguma sala de reunião no quartel, então nos encaminharíamos para o telhado, onde deveria ser possível ter um momento mais reservado com os homens. – Eu disse sala de reuniões? Quis dizer o telhado do quartel. – Corrigiria a minha frase se alguém me corrigisse a respeito do cômodo.

De toda forma, ao estar no local antes dos demais que provavelmente estariam se preparando, pegaria o papel assinado para entender melhor do que se tratava e como que ele era feito, eu ainda esperava subir em minha carreira militar dentro da marinha e papéis administrativos como esses provavelmente seriam funções futuras de minha profissão que até o momento teriam sido apenas missões de campo.

Esperaria que todos estivessem dentro da sala para começar a me pronunciar sobre o que faríamos a seguir. – Senhores, eu sou o encarregado de uma missão de confronto a criminosos na área pobre da cidade. Vocês já me conhecem, mas o Capitão indicou Akari para trabalhar conosco. – Eu me levantaria de forma a estender minha mão para um aperto. – Sou o Tenente MaikLynn Scarlaiti, prazer. – E procuraria analisa-lo, assim como a força do seu aperto, tinha que entender melhor a minha equipe para termos a melhor abordagem.

- Começarei explicando melhor sobre a missão em si e o local. Há um relato que há um grande número de criminosos presente dentro de um estabelecimento a venda, o local é de boa estrutura e parece bem luxuoso comparado com o resto daquela área. Não sabemos a quantidade e o local parece bem espaçoso, armas grandes não serão um problema ali. Contudo, não podemos danificar o local. – Daria uma leve pausa. – O motivo dessa missão é que a marinha pretende comprar o local e fazer um abrigo para os mais necessitados, além disso, é um bom ponto para protegermos e conseguirmos ter um melhor avanço nessa guerra. No fim, são dois coelhos com uma cajadada só.

Por mais que parecesse estranho, eu me sentia como um líder na hora de falar aquelas coisas, a maneira de eu falar daquela maneira e até mesmo como me sentir, parecia estar se encaixando. – Iremos em um pequeno grupo, para não chamar muita atenção e também não temos muitos marinheiros disponíveis para nos ajudar. O nosso primeiro objetivo é conquistar, mas sem termos baixas, se virmos que o negócio é muito mais embaixo, recuaremos e montaremos um novo plano. – Isto é, mal tínhamos montado o primeiro plano. – Eu passei pelo local na noite anterior e podemos dizer que não me parecesse guardado, não acho que ninguém espera a presença da marinha, chegarmos pela porta da frente poderá ser uma boa surpresa, contudo, não é a mais segura. – Eu não era um dos maiores estrategista ou sequer era bom nisso, contudo, tínhamos força bruta, principalmente eu e Tetsuya, contudo, não sabia como que eram as características de Akari.

- A abordagem deve ser bem simples e entraremos juntos, faremos uma formação simples em linha para que eles não consigam nos cercar e desta forma, atacamos em conjunto. Superaremos os números com força. Mas bom, eu não sou o maior estrategista e como o líder dessa missão, quero pedir a opinião de vocês. – Confessaria no final, esperando entender um pouco melhor sobre o que tínhamos em mãos.


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MensagemAssunto: Re: Making Wonderful Land a Real Wonder   Making Wonderful Land a Real Wonder - Página 2 EmptyQui 28 Jan 2021, 19:37



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QG - 11:30h

A conversa era finalizada, e era realmente proveitosa para ambas as partes participantes. O capitão ajudaria sua querida população enquanto ganhava vantagem militar, enquanto MaikLynn poderia desfrutar de uma boa ação para com aqueles que vira na volta da cabana de Theo. Era uma situação em que todos saiam ganhando.

- Pois bem então. Boa sorte, tenente! - O capitão se despedia e o marinheiro se retirava do cômodo, ainda com o charuto em mãos, mas apagando-o em seguida. O papel que atestava sua liderança era colocado em seu bolso e agora o tenente tinha o que precisava para convocar seu pequeno destacamento para a missão.

O marinheiro chegava nos alojamentos do quartel e se posicionava próximo a algumas portas, onde ficavam os Tenentes. Ele então falava em alto e bom som o nome de seus novos subalternos, e um a um eles apreciam. O primeiro era Akari Tetsuya, que saía de seu quarto batendo a porta e com um enorme sorriso estampado no rosto.

- Tenente MaikLynn senhor!! - Ele prestava uma continência animada e depois parava na frente de seu líder, olhando-o fixamente. - Como anda a saúde hein?

Antes de qualquer outra comunicação entre os dois, porém, surgia um Arashi bocejando, saindo meio arrastado do quarto, com suas mãos no bolso. Ali tínhamos dois opostos, claramente. De qualquer forma, o segundo a chegar se posicionava ao lado de Akari e apenas prestava uma continência, sem falar nada.

Por fim, surgia uma figura inesperada, uma bela mulher de cabelos loiros trançados, fardada com as cores da marinha e parando ali com eles. Ela olhava para todos e então prestava continência, em seguida relaxando um pouco sua postura.

- Tenente Akira, Senhor! Fui informada de que estou sob suas ordens na próxima missão. - Ela então se calava e olhava para MaikLynn, esperando a próxima ordem do marinheiro.

Que vinha logo em seguida, informando que todos deveriam se encontrar em uma sala de reuniões. Como bem pensado pelo líder da missão, o quartel contava com uma, e todos poderiam se encaminhar para lá quando estivessem prontos. Até lá, MaikLynn tinha um tempo sozinho, que ele usava para analisar melhor o papel que havia recebido.

Nele constava um mandato de invasão, comprovando que haviam ordens expressas para adentrar o prédio que havia sido discutido, sem receber possíveis processos depois. Além disso, era possível identificar falas como "para todos os fins práticos e administrativos, o responsável pela missão de invasão e limpeza é o Tenente MaikLynn Scarlaiti de Orr". No fim, jazia a assinatura de Capitão Beethoven, tornando o documento legal aos olhos de quem pudesse interessar. Em suma, o papel só provava que MaikLynn poderia realizar a missão como quisesse, e se desse certo ou errado, a culpa seria dele.


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O tempo que demorou para ler o conteúdo do que havia recebido, era o suficiente para a chegada de seus novos companheiros de missão. Uma vez que todos estavam ali, eles se reuniam em volta de uma mesa, e o encarregado pela situação não tardava a falar o motivo da convocação. Antes de qualquer coisa, a Tenente Akira seguia a deixa de MaikLynn e se levantava para retribuir o aperto de mão. Era claro para qualquer um que ela era uma mulher forte, uma vez que isso ficava marcado em suas vestes. E seu aperto só comprovava isso, ela o executava com firmeza e balançava uma única vez, acenando sua cabeça ao mesmo tempo. - Prazer, Tenente MaikLynn. Como disse antes, sou Akira Mei, às ordens. - Seu tom era sério, bem como sua postura ao falar isso.  Depois da apresentação, ela tornava a sentar.

O líder então começava a explicar sobre a missão em si, e onde ela seria realizada. A eloquência de MaikLynn era impressionante, e ninguém parecia ter dúvidas, pelo contrário, todos estavam concentrados nas explicações. Akira séria, Jimpako um pouco distaído, mas concordando com a cabeça, enquanto que Tetsuya parecia não se conter de animação ao ouvir do que se tratava a missão. O tenente encarregado já havia até pensado em um plano, e o explicava para os ali presentes.

- Não quero parecer presunçosa, mas apesar de a área estar abandonada pela marinha no momento e eles não esperarem um ataque, não podemos garantir que não existem atiradores por ali, não é? Afinal, é um prédio, então eles têm a vantagem da altura. - Akira dizia com a mão no queixo e expressão pensativa, mas ao mesmo tempo balançava sua perna cruzada, demonstrando sua inquietação.

- Tá ai, eu gosto dela! - Tetsuya exclamava sorrindo para a moça e continuava. - Nós temos um lutador corpo a corpo e 2 que podem ficar mais longe... E você Akira, luta como?

- Eu? Tenho um machado, então somos 2 corpo a corpo. - Ela dizia isso enquanto pegava no cabo de sua arma.

- Hmm. O que acham de entrarmos por cima? - A primeira fala de Jimpako era proferida, e todos o olhavam interessados.

- O telhado? É uma boa ideia na verdade... - Akira falava ainda o olhando.

- Por mim a gente entra derrubando a porta! - Tetsuya claramente ainda estava animado com toda a situação, e demonstrava isso para todos.

Agora existiam mais opções para que MaikLynn pudesse escolher, mas qual ele preferiria arriscar?

POST 08

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MensagemAssunto: Re: Making Wonderful Land a Real Wonder   Making Wonderful Land a Real Wonder - Página 2 EmptySex 29 Jan 2021, 10:03

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- Está ótima, por sinal, mil vezes melhor que o fim da última missão. - No fim da mesma eu tinha ficado bastante machucado, meus músculos doíam e os ossos não conseguiam suportar o peso do próprio corpo após o combate massivo contra Shimori. Da última vez que eu fiquei assim eu estava com uma morena no meu colo, mas vamos voltar ao foco da coisa, até porque faz um bom tempo...

A Tenente Akira era algo inesperado, pois pensava que seria O, contudo, não enxergava aquilo ruim, longe disso, estive lutando muitas batalhas ao lado de homens e ter uma mulher ao lado poderia começar a ver coisas das quais não tínhamos vistos antes, até mesmo por ser recomendação do Capitão.

O papel era interessante e se passava de uma legalidade da qual não tinha visto dentro da marinha ainda, era bastante agradável ao olhar e passava uma sensação boa. Contudo, essa última parte do sucesso ou falha me deixava um pouco mais ansioso, era a minha primeira missão deliberada e ao comando de um esquadrão, a minha liderança ainda era bem fraca e esperava melhorá-la durante a invasão.

As novas ideias começavam a aparecer e me deixavam um tanto mais interessados, poderíamos tentar ir por cima, pelo telhado, seria uma surpresa ainda melhor do que ir pela porta, mas também nos deixaria cercados dentro do prédio sem uma saída fácil. Contudo, era ainda mais furtiva e talvez fosse interessante. Brigas entre criminosos eram comuns, então duvido que alguém fosse se interessar em algum barulho estranho, embora fosse apenas suposições. - Não se atenha a falar, Tenente, não levarei nada ao pessoal. E você tem razão, os atiradores tem uma boa visão. - Hehehe, foi tudo um teste para ver o nível de estratégia que eles teriam. Porra nenhuma, porque diabos eu ignorei os atiradores?! Caralho. - Então entraremos pelo telhado, vamos tentar imobilizar ou eliminar os criminosos de forma quieta até a luta explodir, dessa forma, acredito que tenhamos um movimento surpresa ainda mais eficaz. Foi uma boa ideia, Tenentes. - Com tudo isso, pronto, continuar as explicações. - Akari, você assume a linha de frente comigo e Tetsuya, você a minha direita e o ninja a minha esquerda, Jimpako, você ficará na retaguarda para segurar as pontas. Vamos tentar formar uma seta, dessa maneira, teremos mais proteção e forma de avançar contra os inimigos dependendo do espaço. - Daria uma última instrução para eles, mostrando que eu também já havia pensado na formação, com tudo isso pronto, estávamos na hora de começar.. - Alguém tem mais alguma coisa a comentar? - Me referia a dúvidas ou coisa do tipo, se ninguém tivesse nada a dizer. - Então, vamos começar essa missão.

Com vigor, começaríamos a nos encaminhar em direção ao local, nesse meio tempo, aproveitaria para praticarmos a formação de maneira a nos acostumarmos em termos de ter a outra pessoa ao nosso lado. Nesse meio tempo, olharia para o céu para ver o clima e começaria a aquecer um pouco os meus músculos, estralando o pescoço e aquecendo os braços. - Há quanto tempo está na marinha, Tenente Akari? - Estava sendo bastante cordial com a moça, não a conhecia e procurava gastar esse tempo de caminhada, além disso, mulheres na marinha normalmente eram subestimadas ou intensamente questionadas como em qualquer outro local, não queria sequer parecer alguém com essas características. - Vamos ter paciência no local, avançando aos poucos, não quero nos arriscar em uma armadilha ou emboscada. - Comentaria de forma baixa, já que estávamos perto, deixar essa conversa um pouco mais entre nós. - Vamos nos ajudar sempre que precisar, se alguém pedir ajuda, tente o mais rápido possível ajudar. Não subestime eles, nunca se sabe o que se pode encontrar e eu garanto que sempre há alguém mais forte que você nesse mundo.

Eram pequenas instruções que poderiam levantar a moral da equipe e também dar confiança, além disso, estava dizendo o que pensava ser digno de um líder e o que ele queria, além disso, demonstrava um pouco mais de sabedoria. Quando estivéssemos perto do local, eu indicaria onde ele ficava. - Estamos perto, é por ali. - Usaria o dedo indicador para sinalizar o local e desenhar ele com a palma. - Ele é bem diferente dos que estão ao redor, é o mais “luxuoso”. - Daria as características do prédio para que os meus companheiros o avistassem.


Ao chegarmos perto o suficiente para vê-los, começaria dar as instruções de abordagem. - Primeiro, vamos procurar alguma escada ou prédio próximo do telhado. Vamos nos manter em silêncio e gesticular para nos informar. Se alguém encontrar, acene com as mãos e repassaremos a informação, nos agruparemos e seguiremos. - E começaria minha segunda análise pelo prédio, desta vez, procurando por entradas e coisas pro perto, sabia que chegar ao telhado poderia ser complicado e por isso, aproveitaria para também subir em algum telhado próximo utilizando dos meus princípios acrobáticos para me equilibrar melhor e tentar não quebrar nada com o meu peso.

Se encontrado alguma coisa, mexeria os braços procurando chamar a atenção dos meus companheiros invés de gritar alguma coisa, pois isso alertaria os soldados. Sabendo que a população por ali não era muito ligada nas coisas, acredito que ninguém se perturbaria em estarmos fazendo isso, embora não pudesse negar a possibilidade. Se tal caso ocorresse, colocaria meu dedo indicador em minha boca dizendo um “Sssshhh” bem baixo. - É importante, nós já vamos sair. - Procuraria dizer sem uma voz tentando arriscar uma leitura labial do cidadão e gesticularia com as palmas apontadas para ele como um sinal de “pare” e depois com elas coladas pedindo um “favor”.

De toda forma, ficaria atento aos meus companheiros para se encontrassem a nossa entrada e procuraria nos juntar, gesticulando para o mais próximo entre nós se fosse o caso. Se houvesse apenas uma escada, seria o primeiro a subir, já com as ninjakens em mãos. As armas não eram do meu verdadeiro costume até o momento, mas seriam as que melhores se encaixavam para uma luta dentro de um ambiente fechado. As tonfas eram ótimas, mas normalmente precisavam de um espaço melhor para ter os arcos de força dela e por isso queria testar um pouco melhor essas armas que estava querendo acostumar e praticá-las mais.

Conseguindo achar uma forma de chegar ao telhado, procuraria por entradas para dentro do local, como uma porta ou até mesmo um espaço entre as telhas do qual fosse possível entrar, de toda forma, se não encontrasse nada por ali, mas houvesse telhas, tentaria retirá-las para ver se encontrava ou formava uma entrada tentando me manter cauteloso e silencioso. Por hora, esperaria para discutirmos a melhor forma de entrar no ambiente.

Me precaveria em relação aos atiradores supracitados anteriormente e se eles estivessem no telhado, tentaria uma abordagem mais furtiva não subindo nos telhados em si para investigar uma forma de entrada e sim procurar por becos que ligassem o prédio ou até mesmo uma rua por trás dele, tentando identificar o melhor jeito de entrar.


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MensagemAssunto: Re: Making Wonderful Land a Real Wonder   Making Wonderful Land a Real Wonder - Página 2 EmptySex 29 Jan 2021, 17:35



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QG - 12:40h

Apesar das lembranças do passado, a surpresa da nova recruta e de seu nervosismo quanto à liderança da missão, a conversa corria bem, e várias ideias eram jogadas na mesa, e isso aumentava ainda mais as opções do líder, que agora teria que pensar no melhor modo de invadir o local. O tenente então se dirigia ao grupo sob seu comando, passando um plano para eles.

- Sim senhor! E uma outra coisa, não se acanhem em me chamar de Mei, é muito mais rápido e prático para as batalhas, parece até que meus pais já sabiam que eu precisaria. - Ela dava um sorriso aparentemente raro para sua postura, mas logo em seguida ficava séria novamente, ouvindo as palavras de seu superior da missão.

- Parece um bom plano, é por isso que você é o líder, Tenente! - Tetsuya dizia admirado com as palavras de MaikLynn, tudo o que o senhor fazia parecia mágico para ele àquela altura.

Jimpako por sua vez apenas acenava firmemente com a cabeça, demonstrando que havia entendido a ordem recebida, e naquele momento mesmo já começava a checar suas proteções de mão e pernas para a luta. Com a última pergunta de MaikLynn, os marinheiros apenas ficavam calados, olhando uns para os outros. Aparentemente ninguém tinha mais nada a acrescentar, e era hora de partirem.


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O grupo se encaminhava para Toca do Coelho, seguindo seu líder, que era quem sabia o caminho. Durante o percurso, eles testavam a formação que usariam, e graças a um treinamento exemplar da organização, eles não tinham problemas, pelo menos por ora. O momento ali era propício para analisarem como estava o tempo, que era composto por nuvens escuras, que cobriam quase totalmente a luz do sol, em breve a chuva viria, para sorte ou azar dos marinheiros. MaikLynn decidia puxar assunto com a recruta desconhecida, e ela o olhava dando um sorriso rápido.

- 2 anos, senhor. Mas já treinava antes disso com meu pai, ele também era marinheiro. - Seu tom sério era interrompido por um sorriso saudoso ao falar de seu pai, e eles continuavam andando.

O tenente líder aproveitava para dar mais alguns avisos finais antes de alcançarem o objetivo que pretendiam. Os participantes da missão assentiam com as cabeças, atentos as palavras de MaikLynn, como em tudo a sua volta também, já sabendo que estavam se aproximando. Ali próximo da construção, o marinheiro já apontava para o prédio alvo, e nesse momento Jimpako dava uma pequena pausa em seu caminhar.

- Os criminosos ai são basicamente loucos. - O homem dizia como se conhecesse quem estava dentro do prédio.

- Bem, não tem muito o que fazer agora, além de tomar cuidado e prosseguir, não é? Talvez nos dê uma vantagem. - Mei olhava receosa para o prédio, já alcançando o cabo de seu machado.

MaikLynn informava como procederiam até entrar no prédio, e seu plano era simples, basicamente iriam dividir e conquistar, até acharem uma entrada, e só ai reagrupariam. Seus subalternos já iam cada um para uma direção, esperando as ordens para começarem a procura. Tetsuya teria ido para um prédio à esquerda, vendo a possibilidade de escala-lo, Mei daria a volta por um lado, procurando por escadas, Jimpako faria o mesmo que a moça, só que iria para o lado oposto e, por fim, o líder ia para um prédio à direita, já o escalando.

Após certo tempo, eles achavam a entrada, só que era um pouco complicada. O prédio em que MaikLynn estava era perfeito para alcançarem o alvo, que tinha uma escada na lateral, mas ela era de recolher, e para um azar deles, estava recolhida, diminuindo muito seu tamanho. Poderiam alcança-la do prédio vizinho, mas o problema real era o barulho, pois parecia bem velha.

O líder da missão dava o sinal e em pouco tempo depois seu grupo chegava ali, vendo a situação, exceto por Mei, que ficava lá em baixo na retaguarda. A acrobacia de MaikLynn vinha a calhar, pois ele era o primeiro a se esticar e conseguir alcançar a escada, ela rangia um pouco, mas não dava sinais de que iria se soltar, ele então subia com suas armas em mão, não as comuns, mas as novas que seriam para uma espécie de teste.

Seguido do tenente encarregado, vinha Tetsuya, que assim como seu antecessor, não tinha muitos problemas em subir, mas os rangidos aumentavam cada vez mais, e com eles, os trovões também se anunciavam. Logo depois vinha Jimpako, meio desajeitado apoiando todo o seu peso na escada velha. Era ai que um problema aparecia, ela ia se soltar, e fazer um baita estrondo na queda.


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O homem na escada se segurava como podia e fazia um "psiu" discreto, que na verdade nem era necessário, já que o barulho era bem alto. Por sorte, o rangido era abafado por um trovão estrondoso que ressoava pela cidade, e os reflexos rápidos e a força de Mei a faziam segurar a parte da escada que havia caído. Com cuidado ela colocava o objeto no chão e subia para o prédio vizinho, correndo e pulando para o alvo, segurando na mão de Jimpako que esperava por ela.

A infiltração até agora tinha sido bem sucedida, mesmo que com obstáculos barulhentos. Mas enfim haviam alcançado o telhado que precisavam, e era hora de achar uma entrada. Aparentemente o local estava vazio, e era uma cobertura, o que significava que deveria haver uma... Bingo! Ali estava, a porta que dava acesso ao prédio, e Tetsuya não perdia tempo em testá-la, mas é claro que estava trancada. Além dela, existiam as janelas do último andar.

- O que a gente faz agora? - Tetsuya dizia enquanto percebia que a porta estava trancada.

- Se não tem atiradores aqui, das duas uma, eles estão em algumas janelas, ou não existem... Agora não sei o que é melhor. O que acha senhor? - Mei ostentava sua expressão séria e pensativa, em seguida olhava para MaikLynn, indagado sobre como proceder.

Jimpako seguia calado, mas era possível ver certa inquietação vinda dele, talvez pela missão em si, ou por conhecer quem estava naquele prédio. De qualquer forma, precisavam decidir o melhor jeito de entrar.

POST 09

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MensagemAssunto: Re: Making Wonderful Land a Real Wonder   Making Wonderful Land a Real Wonder - Página 2 EmptySex 29 Jan 2021, 20:45

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As coisas estavam fluindo bem e a Tenente pedia para ser chamada de Mei de forma mais informal o que era bem mais fácil de se dizer e facilitaria a nossa comunicação além dar um pouco mais de intimidade e gerar mais confiança. – Então você tem mais experiência que eu nessa profissão. – Comentava. – Eu tenho apenas um mês e algumas semanas dentro da marinha. – Não estava querendo me gabar ou nada desse tipo, apenas estava explicando o porquê do meu comentário anterior. – É interessante saber que a profissão foi hereditária, ele era qual patente? – Perguntava.

Após termos acertado os nossos pontos e seguido até o local, era possível ver que não era tão fácil de achar a sua entrada até o momento da escada. A cada rangido, eu reclamava do filha da puta que não havia arrumado ela durante seu tempo de vida e deixou ela chegar a esse estado de degradação de forma que apenas os trovões haviam nos salvos do barulho causado por ela até onde nós sabíamos. Chegando na cobertura, podíamos entender que a situação estava cada vez pior e a porta estava trancada, o que seria aceitável, se... não precisássemos entrar...

Antes de começarmos as nossas procuras pela entrada que poderíamos utilizar para chegar pelo telhado, Jimpako havia comentado sobre seu conhecimento em relação as pessoas de seu interior e isso me deixava um tanto curioso já que ele poderia saber um pouco mais a respeito. – Jimpako, o que você disse sobre “loucos”? – Perguntava antes de tomarmos qualquer atitude e eu começaria a olhar mais uma vez para o céu, tentando ver se havia algum padrão dos raios e o tempo necessário para que o trovão fosse escutado.

De início, guardaria as minhas ninjakens visto que elas não teriam muita utilidade naquela situação e sacaria uma das minhas tonfas, colocando as minhas duas mãos nelas. – Não tem atiradores visíveis, mas nada impede de ter do lado de dentro. De qualquer forma, entrar pela janela é complicado, não sabemos o seu interior e lá se vai a nossa furtividade de início. – Eu tocaria com uma das pontas da tonfa, a de maior comprimento na maçaneta na porta e forçaria levemente para dentro, testando a resistência do material torcendo para que estivesse caindo como o restante do lugar. – Eu tenho uma ideia.

E na minha postura, provavelmente era possível identificar o que eu tinha planejado para tal ato e com tudo isso preparado, posicionaria as minhas duas mãos na tonfa, uma na ponta e a outra em seu cabo deixando o meu cotovelo portador da arma em “L” enquanto que a outra estava esticada. – Antes de começarmos, vamos vasculhar andar por andar, procurando em todas as portas e canto. Precisamos deixar toda a área limpa para que possamos continuar descendo. Certo? – Daria uma última instrução antes de entrarmos.

- Me avisem quando virem um raio. – E esperaria pacientemente até o chamado, o padrão de trovões eram bem irregulares então nada garantia eu fazer isso no exato tempo, sabia disso, pois era um pensamento bem geral relacionado a eles. Mas, eu estava confiante em minha velocidade e força para derrubar aquela porta no menor momento em que eu escutasse o trovão, aproveitando dos meus rápidos reflexos para desferir um golpe forte contra a porta usando a tonfa em direção a sua maçaneta.

Com sucesso ou não em fazer barulho, rapidamente adentraria o local empurrando-a para trás, guardando minhas tonfas e posicionando as ninjakens em minhas mãos. De forma rápida, olharia para o que estava dentro e se houvesse uma escada, faria um sinal para que parassem, uma mão fechada, como nós víamos em filmes, significando para esperarem. Não sabia bem como que isso significaria para eles, mas talvez fosse assim que os líderes deveriam se comportar ao invés de falar em um combate? Ainda estava aprendendo as coisas e tudo parecia ser bem difícil para mim, tanto como executar como fazer.

Acho que o próximo passo é, acenar para frente para seguirmos? Acho que é. Por isso, moveria minha palma aberta em um gesto de seguir adiantar para que pudéssemos seguir por onde tivesse uma escada, onde tentaria descer tentando fazer o mínimo de barulho possível. Se avistasse alguém, faria novamente o sinal de parada. Claro, se ele não tivesse me visto já. Começaria com o dedo indicador apontado para cima, procurando mostrar a quantidade e apontaria em sua direção. Novamente, faria o gesto para avançar.

Com as ninjakens em punho, avançaria contra o homem em um rápido movimento tentando acertar diretamente em seu pescoço ou nuca, tentando fazer um golpe rápido e cravar a ninjaken. Aproveitando do sulco na lâmina da minha espada, tentaria retirá-la se tivesse tido sucesso e eliminar o primeiro criminoso. – Formação. – Diria, sem gritar, para não alertar os outros, embora o primeiro corpo caindo já poderia ser o suficiente para tal.

Em formação, avançara em velocidade moderada na direção dos criminosos, com as ninjakens em punho eu procuraria segurá-las a minha frente direcionadas ao meu inimigo e nunca a mim, era uma lição importante que Tetsuya havia ensinado. – Se você deixar a lâmina virada para você, é possível que em algum movimento você mesmo se perfure. – Teria comentado ele em meio ao nosso treinamento em alguns dias anteriores.

Primeiramente, como a linha de frente, tomaria cuidado com qualquer disparo vindo em minha direção procurando rapidamente encaminhar a minha lâmina na direção da bala e tentar defletir ela contra uma direção aleatória para longe dos meus companheiros. Seria a mesma coisa com ataques de corpo-a-corpo, onde ao invés de deixar o ataque ser bloqueado pela lâmina, ele escorregar e aproveitar de sua leve curvatura para que eu pudesse redirecionar o seu golpe para longe. Outra das lições de Tetsuya era: - Se você tentar bloquear como se fosse um escudo ou suas tonfas, você vai quebrar a arma. As Ninjakens ou Katanas tem uma lâmina específica e frágil, então, elas não suportam golpes desta forma, então, bloquei deixando os golpes escorregarem. – E com esse treinamento anterior, começaria a ter uma melhor base de como usar aquelas duas espadas em minhas mãos. Mas, antes de continuar avançado muito, eu procuraria primeiro analisar o ambiente e os meus inimigos, para poder realizar um trabalho melhor e bem mais organizado.


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