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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Making Wonderful Land a Real Wonder

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MensagemAssunto: Making Wonderful Land a Real Wonder   Making Wonderful Land a Real Wonder EmptySab 16 Jan 2021, 14:59

Making Wonderful Land a Real Wonder

Aqui ocorrerá a aventura do(a) marinheiro MaikLynn Scarlaiti de Orr. A qual não possui narrador definido.


Equipe One Piece RPG

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MensagemAssunto: Re: Making Wonderful Land a Real Wonder   Making Wonderful Land a Real Wonder EmptySab 16 Jan 2021, 15:17

Making Wonderful Land a Real Wonder

Já se passaram alguns dias desde o momento em que capturei Shimori e tinha treinado com Tetsuya no dia anterior e nesta noite eu tive um sonho que era no mínimo peculiar após ter dormido em meus aposentos. O sonho consistia em eu estar em uma montanha ou algum terreno similar a isso, a presença de rochas era bem formidável e eu estava olhando para o horizonte. Uma ilha com uma aparência mais florestal estava abaixo de mim e não conseguia ver uma única fumaça saindo por meio de suas árvores, o mar estava logo a frente e em minha visão havia bastante nuvens que sentia estarem próximas a mim. O clima não era muito agradável, estava frio e ventava fortemente.

De repente, ouço um [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] e que se estendia por todo o horizonte, meus olhos varriam todas as direções até que no pico mais alto eu podia ver o autor daquele sonado incrível. Um lindo animal, uma ave para ser mais exato, da qual não tinha conhecimento da espécie ou como era chamada, mas suas penas eram marrons e um bico curvado, era linda e gigante, suas garras pareciam fortes e afiadas, minha dúvida era se ela não seria possível de carregar uma criança.

O tempo se passava como um piscar de olhos ou um time lapse e uma tempestade se aproximava, fora quando um raio atingiu o ninho e eu acordei assustado. O suor escorria pela minha testa e eu rapidamente olharia pela janela para ver o clima. Sentaria em minha cama procurando passar a mão em minha cabeça e careca. – Que tempestade mais estranha. – Comentava, procurando balançar a cabeça. Em vão, procurava dentro da minha gaveta da mesinha de cabeceira  uma barra de chocolate. – Droga, eu comi faz alguns dias. – E aproveitaria para determinar o horário atual.

Com firmeza, levantaria da minha cama, pegando as minhas coisas e me arrumando. Se fosse de madrugada, subiria até o local mais alto do quartel e sentaria na beira da janela ou de alguma estrutura firme no telhado, com os meus princípios mais acrobáticos, aproveitaria para me equilibrar e conseguir subir nesses locais altos sem precisar em si, escalar. No alto, curtiria a brisa do ar pela minha pele, enquanto aproveitava para observar o nascer do sol se ainda estivesse de madrugada. Nesse tempo, aproveitaria para retirar um dos meus charutos do bolso, cortando a sua ponta redonda e faria uma casinha para acendê-lo com um fósforo, onde aproveitaria o tempo para fumar. Ficaria por ali até o dia amanhecer por completo.

Seria então que criaria coragem para descer dali e caminhar até o refeitório para tomar um café da manhã reforçado, de início, procuraria um local onde pudesse ficar sozinho dentro do ambiente. Em minhas lembranças, continuava pertubado com o pesadelo da noite anterior e sentia um peso estranho dentro de mim, como se pudesse ter feito algo para evitar aquilo acontecer. – Agora não. – Comentaria, se alguém viesse me incomodar independente do assunto. – Tá, o que você quer? – Olharia de forma séria para se insistissem. Ouviria o que ele teria a dizer e ponderaria sobre a pergunta para depois responder.

Esse meu café da manhã era tomado por vários pensamentos sobre o meu passado e me lembrava de Luna, um pássaro do qual tínhamos quando era uma criança, um pequeno canário amarelo que piava que era uma beleza. O animalzinho era tão lindo que um dia eu quis retirá-lo da gaiola, queria abraçá-lo, tê-lo perto de mim e … ele voou. Foi longe e eu nunca mais o vi, lembro que fiquei doente por uma semana inteira de tristeza e meus pais me deram uma grande bronca. Desde então, nunca tive vontade de ter mais nenhum animal perto de mim, pelo menos, até hoje. - Terei uma nova Luna. - Era o nome dela, embora fosse amarela igual ao sol invés de branca igual uma lua. Meus pensamentos faziam eu ter um pouco de saudade de minha casa, não a que eu larguei em Budou Island, mas a qual eu morava com meus pais, da minha infância...

Tomado por uma leve epifania, balançava a cabeça procurando afastar os pensamentos dos quais jamais conseguiria mudar, independente das minhas habilidades. Tomava como principal objetivo do dia aprender a domar um animal tão magnífico como aquele, pássaros como esses me chamavam a atenção e isso era algo do qual me interessava. Levaria minha bandeja para ser lavada e direcionava meus passos até a recepção, onde acreditava ter maiores informações de quem passava pelos corredores.

Você saberia me dizer se tem algum marinheiro adestrador de animais, talvez alguém que saiba como domá-los, treiná-los e até mesmo montá-los. Ou, talvez, alguém que você conheça que tenha essas perícias? – Mostrava um semblante mais calmo para a moça, tentando esconder um pouco da minha cara carrancuda e como estava usando meu óculos escuro, talvez deixasse a conversa com um menos interrogativo e mais informal.

Adquirindo as informações da recepcionista, eu agradeceria ela, pegando o nome da pessoa e onde poderia localizá-la, direcionando os meus passos para onde poderia encontrá-la. Se a recepcionista não tivesse ideia de quem pudesse saber essas coisas, procuraria questionar ao redor do quartel, parando alguns marinheiros que estava menos ocupados e realizando a mesma pergunta.

Tendo encontrado o homem ou mulher em questão, retiraria os meus óculos colocando em meu bolso. – Bom dia, me chamo MaikLynn, tenho uma dúvida e um pedido. – Olharia com seriedade e firmeza. - Me disseram que você sabe como domar e/ou treinar um animal. Gostaria de estar aprendendo um pouco sobre essa arte, será que você poderia dispor de um tempo para me ensinar? – E faria o meu pedido, procurando me mostrar o mais relaxado possível e tentando encontrar detalhes por onde eu estava, tentando entender como que era o local e o que poderia ser utilizado para o treinamento, além disso, acreditava que teriam animais por perto, onde tentaria olhar suas espécies.


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MensagemAssunto: Re: Making Wonderful Land a Real Wonder   Making Wonderful Land a Real Wonder EmptyDom 17 Jan 2021, 19:51



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NARRAÇÃO - Making Wonderful Land a Real Wonder


QG G-60 - 08:00h

Você já teve aquele tipo de sonho tão real que jura que é verdade? Um daqueles em que está caindo ou mesmo indo ao banheiro? Pois bem, é com um sonho desses que essa história começa. Em uma estranha conexão de mundo etéreo e material, um trovão ressoa na madrugada nublada, e com um pulo, MaikLynn desperta.

Ainda assustado com o abrupto som, o nem tão jovem marinheiro busca conforto em notar que fora apenas um sonho, por mais que o tempo na janela se parecesse muito com o que via em seu mundo privado. O chocolate que buscava, há muito já fora ingerido, e a julgar pela ausência do sol, mas o cantar de alguns pássaros, o relógio deveria marcar 5:00h.

Despertar as 5 da manhã só pode ser obra de um pesadelo, ou seria a insônia que vem com a idade? Bem, de qualquer forma, MaikLynn decide tomar um ar. O marinheiro se aventura no local mais alto do QG e se senta na beirada do telhado, aproveitando para desfrutar um charuto enquanto observa o esplendoroso nascer do sol. Os primeiros raios começavam a aparecer algum tempo depois que ele chega, e a visão era realmente recompensadora. Os tons alaranjados se misturavam com as belas cores de outono, e as nuvens de chuva também ficavam coloridas pela luminosidade.


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Apesar de ser uma bela vista, o vento frio começava a soprar intenso, expulsando MaikLynn dali, o marinheiro então aproveita para tomar seu dejejum. Chegando no refeitório, ele se senta rapidamente ainda pensando na noite que teve.

- Bom di... - Um simpático e sorridente garçom se aproximava para falar com o senhor, mas a fala do marinheiro faz com que o rapaz se cale. Isso é, até MaikLynn prosseguir. - Na verdade senhor, é o que você quer... Sabe, para beber? - Ele então puxava um caderninho e aguardava o pedido.

Que claramente não vinha, uma vez que novamente o marinheiro se via imerso em seus próprios pensamentos, dessa vez sobre um antigo animalzinho, Luna. Ele então pensa em voz alta o que queria fazer, e por mais que parecesse animado, o garçom não parecia compartilhar de sua epifania.

- U- uma luna? Perdão senhor, receio não saber que bebida é essa... Tem interesse em outra coisa? - O jovem dizia sem graça, ainda olhando para o estranho marinheiro.

MaikLynn então se decide, era hora de ter um novo animal, e ele queria para já! Levantando de supetão, ele deixava a bandeja sobre uma bancada e saia decidido na direção da recepção. Talvez tivesse esquecido do rapaz com quem falou, ou apenas estava muito animado, mas uma coisa é certa, o garçom parecia completamente confuso encarando o marinheiro se distanciar.

Nosso protagonista alcança o balcão da recepção e sem rodeios chega no assunto, cortando o bom dia animado da recepcionista. A moça ouve o que MaikLynn tem a dizer e logo responde com um sorriso.

- Adestrador...? Bem, a marinha vez ou outra usa animais nas operações, então suponho que sim. - Ela então parava um pouco, pensativa. - Vou checar, só um instante. - A moça sumia por alguns momentos e depois retornava sorrindo. - Obrigada por aguardar! Então, tem uma pessoa que nos ajuda nessas questões, o nome dele é Theo, e ele mora na Toca do Coelho, na parte mais próxima da floresta. É a única casa, não tem erro.


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A moça continuava sorrindo para o marinheiro e ele a agradecia e seguia seu caminho. Mas havia um problema, tinha erro sim, uma vez que a casa próxima da floresta parecia abandonada, não fosse por [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] que estava ali sentada com um estranho e enorme bicho. De qualquer forma, o marinheiro se dirige ao único que encontrou ali, ou seja, a criança.

- MaikLynn?? Pfftt, que nome engraçado! - O meninho começava a rir, mas se levantava e estendia sua pequena mão ao marinheiro. - Eu sou o Theo, e sim, sei domar animais. Você quer aprender?? - Theo parecia confuso, mas ostentava seu sorriso meio banguela. - Não é todo dia que um adulto pede pra eu ensinar ele. Eu ensino... Mas eu quero que me pague! - Para uma criança, aquele garoto era realmente sagaz.

MaikLynn poderia pensar na proposta de seu estranho e jovem tutor enquanto olhava em volta. Por ali não havia muito além de uma cabana abandonada e uma floresta próxima, o que contribuiria para uma diversidade de animais, sem dúvida. Tirando isso, alguns brinquedos improvisados e galhos compridos jaziam no chão, a única coisa que realmente se destacava era uma longa e grossa luva de couro reforçado, que estava pendurada em uma cerca.

POST 01

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MensagemAssunto: Re: Making Wonderful Land a Real Wonder   Making Wonderful Land a Real Wonder EmptyDom 17 Jan 2021, 21:05

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O dia realmente havia começado estranho, o sol, estava mais belo do que eu lembrava e eu acabava me precipitando em algumas atitudes que havia tomado, talvez pela falta de atenção ao meu redor e não ter percebido que o quartel estava contando com uma equipe de garçons. Provavelmente, devo pedir desculpas para quando eu voltar para o quartel, minha cabeça estava mais agitada que o costume. Tanto a ele como a garota que eu não havia dito um bom dia apropriado.

Eu ainda não estava tão acostumado em andar pelas ruas, mas hoje era o meu dia de sorte, talvez, conseguia achar o caminho sem maiores problemas e isso me deixava feliz. As ruas tortuosas de uma cidade mal planejada era algo do qual me irritava profundamente, imagina, ter que ficar dando voltas e voltas para finalmente conseguir chegar no local de destino?!

Theo, era completamente diferente do que eu imaginava ser um domador, talvez, com muitos anos a mais? E uma barba longa, com um arco ou rifle dentro de sua casa e alguns troféus em sua parede. – Serei franco, mas não me entenda mal. Um garoto não é o que eu estaria esperando ver. Mas, você me parece bem inteligente. – A sua idade e era capaz de viver sozinho em uma floresta como aquela e ter um animal estranho como o que parecia ser dono, talvez luxo não seria a palavra de sua casa, mas esforço era uma das principais. – Theo, duzentos e cinquenta mil soam justo para você? Pagarei a você isso por três coisas das quais tenho em mente. Domar um animal, treiná-lo e depois montá-lo. Você consegue me ensinar essas três? – Não duvidava de sua capacidade para tal e chegava até mesmo a sentir orgulho do garoto que não tinha esperado a vida inteira para fazer alguma coisa de sua vida como o velho protagonista dessa história.

Se o pequeno garoto aceitasse a quantia, eu bateria em meus bolsos procurando pelo dinheiro e sentia que o valor não estava por ali, na verdade, não haveria sequer um único tostão. – Cacete, eu tinha ido no banco recentemente, será que gastei e não vi? – Falaria comigo mesmo, em voz alta, e estando até mesmo um pouco envergonhado em travar um acordo sem ter um dinheiro no bolso, olharia para o garoto. – Argh. Garoto, para ser justo, eu volto com o dinheiro em poucos minutos. Assim não criamos uma expectativa errada ou qualquer desconfiança. – Seria nesse momento em que aproveitaria do meu vigor para começar a descer correndo a montanha e aproveitar para treinar e exercitar alguns músculos, minha corrida seria ritmizada de forma a não gastar todo o meu fôlego em um único impulso e a direção seria o banco mundial. Do lado de fora, tomaria um tempo para recuperar o meu vigor e entraria quando já estivesse menos ofegante. Direcionaria até o balcão. – Bom dia, tudo bom? Meu saldo e um saque de cinco milhões de berries, por favor. – E tomaria todos os procedimentos correspondente aos saque e ao saque, confirmando minha identidade através de assinaturas ou rosto, talvez até mesmo pelas minhas medalhas na marinha.

Feito isso, acelerava meus passos em direção a casa de Theo mais uma vez. – Voltei! – E verificava se o garoto não estava ocupado e confirmaria o valor correspondente ao acordo. – Duzentos e cinquenta mil, certo? - Caso fosse um valor acima disso em até cem mil berries a mais, pagaria também, o problema só começaria se o valor chegasse a ser absurdo. – Garoto, não me enrola. Vamos ser justos. Trezentos e ambos saímos felizes daqui. – Meu olhar era sério e fixado para ele, talvez, até mesmo intimidante, mas era apenas uma tentativa de fazer com que ele aceitasse os meus termos. Se a sua insistência e teimosia fosse afirmada, seria possível ver uma veia pulsando em minha testa com a irritação que o moleque, sim, agora é MOLEQUE, que ele estaria me trazendo. – É o seguinte garoto, vou aceitar o seu termo apenas porque é do meu interesse. MAS, saiba que a ganância é um mar revoltado. – Apontaria em direção ao seu coração com o meu dedo indicador, posteriormente cruzando os braços e concluindo. – Podemos começar agora? – Independente do tempo, esperaria se necessário e começaria os aprendizados.

~~ Perícia: Doma ~~

Se combinado o valor correspondente e justo para o aprendizado das perícias, seria o momento em que pagava o menino e esperava as suas instruções para que começássemos o aprendizado de doma. Com grande foco em observar, agir e aprender, focava em cada fala e movimento seu analisando sempre o porquê dele fazer algo daquele tipo e gerando perguntas cada vez que eu não entendia o seu movimento. Aproveitaria do meu intelecto avançado para entender melhor as coisas que ele estava fazendo e replicar da mesma forma que o garoto agia, assim, confiava em aprender da melhor forma possível. Gastaria todo o tempo necessário para que o aprendizado fosse concluído, mesmo que demorasse horas, dias ou semanas.

~~ Perícia: Doma ~~

Provavelmente já sentia o cansaço proveniente do aprendizado e sorria com o sucesso de ter aprendido uma técnica como aquela. – Garoto, você me intriga. É, com certeza, alguém com uma genialidade surpreendente. Há alguma companhia além dos animais da qual você compartilha? – De uma forma bem sutil, esperava não incomodá-lo com tal assunto e procurava sentar no chão ou em algum tronco caído de forma a descansar um pouco antes que tomássemos nosso tempo com outra perícia a ser aprendida. – Me perdoe se lhe trás tristeza ao tocar nesse assunto, ficarei quieto. – Meus olhos tentariam desviar me sentindo um pouco culpado em relação a ter focado em um assunto que não é da minha conta. Contudo, se ele não se sentisse incomodado com isso e viver isolado fosse algo normal ou sequer teria entendido a pergunta, rapidamente mudaria o assunto. – Nada não. Bom, você tem praticado essas artes há quanto tempo? – Em uma tentativa de quebrar o gelo e puxar o assunto, me interessava em saber mais desse lado dele e como um jovem tinha tanto conhecimento para saber daquelas coisas.

Nessa interação, também poderia ser vítima de algumas perguntas a respeito de mim e demonstraria um semblante um tanto mais usual,. – Eu vivia em uma ilha no North Blue, virei marinheiro há dois meses, mais ou menos. Desde então, fiz coisas que me deixaram mais feliz do que nunca em minha vida e acredito estar melhorando o mundo. Por isso, ver você aqui, tão jovem e inteligente, me trás uma boa sensação e orgulho, pois é algo que nunca fui durante cinquenta anos da minha vida. – Terminava a história com um ponto um tanto triste, mas não me importava e por isso me levantaria de novo. – Estou pronto para o próximo aprendizado, mestre dos animais.


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MensagemAssunto: Re: Making Wonderful Land a Real Wonder   Making Wonderful Land a Real Wonder EmptyTer 19 Jan 2021, 18:47



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NARRAÇÃO - Making Wonderful Land a Real Wonder


QG G-60 - 12:00h

Apesar dos pesares que enfrentou durante a manhã até chegar ali, na suposta casa do menino, o marinheiro ainda mantinha sua compostura, por mais que estivesse surpreso com a aparência daquele que seria seu tutor.

- Você não é o primeiro a pensar assim. Mas eu sou bom, prometo! - O menino sorria orgulhoso, acariciando seu enorme animal. Ele então continuava ouvindo MaikLynn e levava a mão ao queixo. - Doze e cinquenta mil...? Hmmm, isso é muito? Acho que tá bom. E sim, consigo te ensinar tudo, se você me obedecer, vovô! - O garoto exclamava animado enquanto saltava para subir em seu próprio animal, mostrando que sabia o que estava fazendo, mas não muito sobre dinheiro.

O acordo estava feito, o marinheiro aprenderia o que queria, e o menino ficaria com uma boa quantia em dinheiro, mesmo sem saber disso. Contudo, havia um problema, a tal quantia não estava com MaikLynn, pelo contrário, ele teria que ir até o banco para consegui-la.

- Cacete? Ouviu isso Wilump? Cacete! - A criança repetia as palavras do velho enquanto dava risada, mas concordava com a cabeça quando ouvia que seu aluno iria até o banco.


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E com isso, o nem tão jovem marinheiro se despedia temporariamente de seu professor, se preparando para correr ladeira abaixo. Apesar do que aparentava para muitos, MaikLynn na verdade era bem atlético, e não tinha problemas em correr pelas ruelas estreitas de Toca do Coelho. Por sorte, o banco ficava em uma rua mais acessível e encontrável, portanto, só dava o tempo para que sua respiração voltasse ao normal, e entrava no recinto.

- Bom dia! Como posso ajudá-lo hoje, senhor? - O homem do caixa dizia sorridente e ouvia o pedido. - Pois bem, poderia assinar aqui por favor? - O banqueiro dava um papel para que o marinheiro assinasse, e em seguida se retirava. - Seu saldo atual, já com a quantia que requisitou retirada, é de 70.442.500 Berries. Aqui está seu dinheiro. Deseja algo mais?

O marinheiro terminava seus negócios no banco e se apressava na direção da cabana de onde viera. Chegando lá, Theo já estava na companhia de outro bicho, por coincidência, um coelho. Ele olhava para MaikLynn e sorria.

- Olá! - Dizia animado e ouvia o que o senhor tinha a dizer. - Não era 12 e 50 mil? Você falou doze, eu lembro! - O menino parecia confuso com a quantia, realmente não entendia muito de números, mas ao ouvir a proposta do marinheiro, sorria novamente e alcançava a mão do senhor. - 300? É mais do que 12, por mim tá ótimo! - Ele sacudia a mão de MaikLynn e concordava quando perguntado se podiam começar. - Vamos.

Ele então fazia um gesto para que MaikLynn o seguisse até uma parte mais fechada da floresta. Aparentemente o local estava vazio, mas Theo colocava o dedo na frente da boca, pedindo silêncio, e era ai que o marinheiro podia ouvir. Vários barulhos de animais ecoavam ali, desde insetos até os maiores, e o garoto logo começava a sorrir feliz.



- Sabe, a primeira coisa que deve entender é que estamos na casa deles, então precisamos ser respeitosos. Você não pode chegar pegando algum animal sem ele querer, precisa de consentimento! - Theo erguia seu braço e assobiava. No início nada acontecia, mas em alguns segundos um pássaro surgia voando pelas árvores e pousava no braço do pequeno treinador. - Viu? Ele quis fazer isso, eu não o forcei... Outra coisa importante, existem dois tipos principais de animais, as presas e os caçadores. As presas geralmente tem olhos nas laterias da cabeça e são mais arredias, que nem esse carinha aqui. - Ele apontava sorrindo para o pássaro amarelo em sua mão. - Já os caçadores têm olhos na frente, igual a gente! Só que são mais agressivos. Para resumir, depende de qual você quer domar para decidir a melhor forma de se aproximar sem forçar o animal. Aqui, tenta!


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O menino esticava sua mão em direção a de MaikLynn, que repetia o gesto e via o pequeno pássaro colorido subir em suas mãos calejadas. O animal bicava gentilmente sua pele, segundo Theo, esboçando curiosidade em conhecê-lo. Sentimento esse partilhado pelo marinheiro, que continuava prestando atenção em cada fala de seu pequeno tutor, bem como perguntando tudo o que não compreendia.

O dia passou rápido, e só percebiam quanto tempo havia passado por causa do sol que brilhava alto no céu. Theo então chamava seu companheiro mais velho e guiava o caminho de volta à sua cabana. Lá ele sentava em um tronco tombado perto da porta, sendo recebido por um canino, que mais parecia um lobo.

- Eu não tenho trigo, mas tem pão pronto. - O menino dizia confuso com a palavra usada por seu aluno, mas ignorava aquilo e continuava respondendo as falas de MaikLynn. - Eu morava com minha mãe, ela gostava muito dos animais sabe? Mas Ficou doente um dia, e eu fiquei sozinho... Mas os bichinhos que ela cuidava começaram a cuidar de mim, acho que eles queriam devolver o favor! - O menino acariciava o lobo ao seu lado com um sorriso carinhoso. Enquanto isso, o marinheiro se sentava ao lado da cena. - Não fico triste, mamãe cuida de mim com os bichinhos, eu acho que eles conseguem ver as pessoas que já morreram.

Theo olhava para MaikLynn e colocava a mão em seu próprio queixo novamente, pensando na pergunta que lhe fora feita. Há quanto tempo fazia aquilo? O menino olhava ao redor, onde podiam ser vistos diversos bichos reunidos dormindo. Com um sorriso ele olha novamente para o marinheiro.

- Desde que eu me lembro eu vivo com os animais, e as pessoas sempre acharam anormal, as vezes fofo, as vezes bizarro. Mas sempre foi desse jeito, eu cuido deles e eles cuidam de mim. - No momento que o menino terminou sua frase, o lobo recostou a cabeça em sua perna. - Mas e você, parece bem animado pra um vovô. A maioria nem sai de casa. - Theo olhava curioso para a cabeça brilhante de MaikLynn e ouvia sua resposta. - Eu não sei onde é esse nor blu, mas você tem isso tudo de anos?? E é marinheiro de verdade? - O menino parecia encantado com a história do marinheiro, só não sabia com qual parte.

Por mais que o assunto estivesse bom, e os dois tivessem a oportunidade de se conhecerem melhor, MaikLynn não tinha todo o tempo do mundo. Por isso, ele se levantava e chamava Theo.

- Então vamos continuar a aula, aluno! - O menino dava um sorriso meio banguela e se levantava com um pulo. - Temos que voltar para floresta, agora vamos escolher seu novo bichinho! Me siga.

Theo dava as costas e seguia por uma trilha até um local mais montanhoso, em seu encalço iam o lobo e o coelho, que por algum milagre ainda não tinham se matado. O coelho comido e o lobo engasgado.

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MensagemAssunto: Re: Making Wonderful Land a Real Wonder   Making Wonderful Land a Real Wonder EmptyTer 19 Jan 2021, 22:20

Making Wonderful Land a Real Wonder

O garoto era bem animado e eu podia ver uma determinação e animação em seus olhos quando o assunto lhe divertia, o menino tinha um bicho um tanto estranho com ele do qual eu sequer pensava em importuná-lo. Para minha sorte, o banco estava em uma rua acessível, a doce moça me dava as informações necessárias e o número citado ainda não me caia a ficha, era muito dinheiro... eu conseguiria comprar um hotel ou pousada e viver o resto de minha vida, talvez.

Voltando para o garoto, ele parecia estar se confundido com os números e chegava até mesmo ser um tanto irritante a forma que ele falava sobre eles, por ventura, ignorava ele por enquanto nesse quesito e o menino começava a demonstrar as suas peripécias com os animais ao adentrarmos uma floresta mais fechada. Não era de se espantar a minha surpresa quando ele começava a falar sobre eles e as suas peculiaridades, além do mais, chamar um pássaro e ele vir em sua direção era algo incrível, porra, Theo era bom no que fazia.

A hora passava rápido quando fazíamos algo do qual nos era agradável e mesmo sendo um aprendizado, sentir a natureza perto de ti e o animal correspondendo aos seus gestos. Após isso, nós estávamos novamente em sua cabana. – Trigo? Não, garoto, Intriga, é um sinônimo para curioso, surpreso. – E então eu me calava ouvindo a sua história. Um calafrio tomava conta de todo o meu corpo e eu estava sem reação, desde muito tempo, eu estava sem reação.

O ato dos animais cuidarem dele e tratarem ele como um outro animal, além disso, como os animais pareciam conviver em harmonia, era uma curiosidade que eu não sabia dizer. – Marinheiro de verdade, com medalha e tudo. – Tiraria a medalha de admissão do meu uniforme e colocaria em sua mão para ele ver com mais atenção, depois, quando observado e ele, se, me devolvesse colocaria de volta na posição original alinhando com as outras. – É assim que se fala, Theo!

Não o chamaria de garoto, Theo tinha conquistado meu respeito, não que fosse muita coisa, mas a capacidade de viver sozinho e ter esses dons com os animais era simplesmente incrível demais para eu simplesmente negar. O lobo e o coelho, embora parecesse mais um título de conto de fadas, estavam vivendo em uma harmonia esquisita e até mesmo estranha... Prefiro não comentar. (mas gostei da piada UHASDUAS) Antes de começarmos e chegarmos ao local exato onde seria praticado essa arte, retiraria do bolso a quantia certa para o próximo aprendizado, pagando novamente adiantado. – Theo, espere, aqui. – Colocaria a quantia em sua mão.

Aprendizado: Perícia Treinamento

Desta vez, as coisas seriam mais complicadas do que uma simples doma, pois além de ganhar a confiança do animal para ele te acompanhar, era preciso fazer com que o animal executasse ações simples e entendesse o que você diz para ele. Os comandos, são ainda mais difíceis de executar, os animais não tem a mesma cabeça que nós e por isso eles não entendem perfeitamente o que dizemos e nós também não entendemos o que eles dizem. Essa maneira de comunicar, embora Theo parecesse ter uma facilidade grande para tal, era completamente estranho para mim.

Contudo, gastaria todo o tempo necessário para que entendesse bem como fazer aquilo de forma mais firme, os meus olhos focariam em seus movimentos e meus ouvidos em sua fala, além disso, também prestaria bastante atenção no comportamento do animal e como analisa-lo, como entender o que ele não está entendendo e como entender o que precisa ser feito para que ele nos entenda.

Falaria, usaria de gestos, acariciaria o bicho até que ele ganhasse confiança e pudesse termos uma conexão, mesmo que temporária.

Fim do Aprendizado

Demoraria quanto tempo necessário, horas, dias ou semanas, para entender melhor os animais e nesse caso, aprender o que precisava para ser um bom treinador de animais. Após terminamos o aprendizado, era provável que sentiríamos uma fome e seria quando eu olharia para o céu procurando identificar o horário, não pela posição do sol, mas determinar quanto tempo havia passado desde que começamos utilizando uma noção de horas. – Theo, você está com fome? – Invés de sentar novamente no banco ao provavelmente voltarmos a cabana, eu continuaria de pé. – O que você come? Eu posso ir buscar na cidade. – Acariciaria a minha barriga tentando disfarçar os roncos que ela provavelmente soaria.

Se o menino me oferecesse o seu pão, eu olharia para ele com cara feia. – Theo! É o horário do almoço, você tem que se alimentar bem! – Daria uma leve reclamação sobre o gesto alimentar dele. – Eu pago o almoço hoje, vou ir na cidade mais uma vez e já trago alguma coisa, daí, você me mostrar o que eu preciso fazer para montar um animal. – Não era a minha intenção ser grosso com o menino, por isso, rapidamente corrigiria a minha postura com ele. – Por sinal, você quer vir comigo ou prefere esperar aqui? Não devo demorar. – E esperaria ver o que o garoto preferia, de toda forma, começaria a minha descia para a cidade.

Nesse momento em que eu estivesse descendo, começaria a questionar o porquê dele ter que morar tão alto e em um lugar tão afastado, cacete, ter que subir e descer essa montanha é cansativo. Meus músculos ficam treinados, mas não é isso que eu queria. Caralho, só espero que tenha alguma comida boa por aqui perto, se não vou ficar irritado a porra da tarde inteira.

Com licença, Boa tarde! – Eu analisaria o local, onde verificaria o preço da marmita e também o que o menino havia pedido onde haviam duas opções: Um prato normal e um prato vegetariano. Dado o que o menino tinha de compaixão pelos animais e a mania que vivia, eu acho que a segunda opção seria a mais provável. – Vou querer duas marmitas vegetarianas, por favor. – Se o local não tivesse algo desse tipo, eu olharia feio para a atendente. – Como diabos um restaurante não tem opção vegetariana? Estamos em plena Grand Line! – E sairia mais irritado do local, eu tinha certeza que em Budou Island havia alguns restaurantes assim.

Sabendo que o menino poderia estar esperando, eu rapidamente correria para um novo restaurante onde faria a mesma pergunta. – Qual o preço? – E, de qualquer forma, pagaria pelas duas marmitas médias. – Tenha um bom dia! – Onde após pegar elas e coloca-las em uma sacola, levaria com passos acelerados para a cabana de Theo. – Theo! Comida! – Entregaria a marmita correspondente a dele e pegaria a outra para mim. Comida vegetariana provavelmente não seria o suficiente para aguentar minha forma durante todo o dia e cacete, salada sem carne é foda, contudo, me daria por satisfeito naquela ocasião.

Descansaria e esperaria um pouco a digestão tirando um cochilo em alguma árvore por ali perto. – Se me dá licença, Theo, os velhos precisam descansar um pouco ás vezes. – E seria o momento em que daria uma maior relaxada ali, eu me sentia seguro naquele local e a presença de Theo era até mesmo reconfortante a ponto de eu achar que haveria algum ataque de animal estranho.

Após o leve descanso, teria levantado e me encaminharia para ver se achava Theo por ali perto. – Theo! – Chamaria pelo menino. Se ele estivesse por ali, faria o pedido. – Podemos começar o último aprendizado? – Mas caso ele não estivesse, esperaria por ali, me questionando onde o menino teria se metido.


Histórico:
 

Objetivos:
 

Vício: 02-10


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MensagemAssunto: Re: Making Wonderful Land a Real Wonder   Making Wonderful Land a Real Wonder EmptySab 23 Jan 2021, 15:23



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NARRAÇÃO - Making Wonderful Land a Real Wonder


Toca do Coelho - 15:30h

O menino parecia se divertir conversando com MaikLynn, por mais que ele fosse muito habilidoso com os animais, falhava muito no quesito social, mas conversar com "um marinheiro de verdade" o deixava tão animado que seus olhos chegavam a brilhar.


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- Uauu, ela brilha mesmo! Alguns bichinhos iam adorar essa medalha, tome cuidado. - Ele sorria e devolvia a medalha para o marinheiro e em seguida se levantava para guiar seu aluno até a floresta novamente. No entanto, antes que pudessem começar qualquer coisa, MaikLyn pagava seu tutor novamente, o que não era um problema, considerando a quantidade de dinheiro que havia em sua conta.

Uma vez preparados para o início da aula, a dupla se posicionava em uma clareira bem colorida em tons de outono. O menino fazia alguns movimentos com a mão e o lobo começava a obedecer, sentando, deitando, rolando e em seguida indo embora. Mas antes, o animal sempre recebia um carinho e palavras motivadoras de Theo.

- Então marinheiro, eu não sei se você já teve muito contato com os bichinhos, mas eles não são muito diferentes de nós, e adoram recompensas, por isso, toda vez que eles fazem algo certo, nós devemos mostrar que era isso o que precisavam fazer mesmo. Como Fang, o lobo, ele me obedeceu, então fiz carinho nele. - O menino então olhava em volta, procurando algo. - Ahá! Olha ali, é aquele bichinho que você vai precisar treinar.

Seguindo o dedo do menino, era possível ver, mesmo que com dificuldade por causa dos tons parecidos, uma belíssima raposa correndo por entre o gramado. Theo então se sentava e chamava seu aluno para fazer o mesmo, e eles ficavam ali por um tempo, até que o animal curioso se aproximava.

- Não faça movimentos bruscos, deixe ele vir até você, quando sentir que ele está confortável, pode fazer carinho e mostrar que não vai fazer mal. - A raposa cheirava por alguns momentos e então permitia um carinho.

MaikLynn começava a reproduzir o que Theo o havia ensinado, e fazia o que era mandado, até que o animal começava a aceitar alguns comandos, como seguir e sentar, e além disso, parecia muito interessado no marinheiro, já que o seguia.


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O tempo passava apressado enquanto se divertiam com a raposa fofa, e a julgar pela quantidade de coisas que fizeram, sem contar a fome que estavam sentindo, ele definia que haviam se passado 2 horas. MaikLynn então perguntava o que o menino queria para comer, e prontamente ele respondia.

- Ahh, pode ser o pão... - Na hora que essas palavras saíram de sua boca, porém, o marinheiro se apressava em lhe dar um pequeno sermão sobre se alimentar de forma saudável. E apesar do convite, Theo balançava a cabeça negativamente. - Tudo bem, eu te espero. Preciso dar comida para alguns bichinhos machucados.

Os dois então concordavam com o que fariam, e o marinheiro não perdia tempo para começar sua caminhada. Enquanto andava naquele sol quente de 14h, ele reclamava em seus pensamentos, afinal, Theo realmente morava longe. Mas depois de alguns minutos caminhando, e uma voltas estranhas, ele finalmente alcançava um pequeno quiosque, de onde um cheiro apetitoso saía.

- Boa tarde! - Uma moça simpática e gordinha exclamava animada. - Olha, esse não é um pedido muito comum, mas verei o que posso fazer. - Ela sumia e demorava um tempo para retornar, mas aparentemente havia sido bem sucedida, uma vez que ostentava em cada mão uma caixa. - Aqui está, duas marmitas vegetarianas! Eu misturei vários legumes, espero que tenha ficado bom. Como não foi um prato realmente, vamos deixar em 10 mil Berries sua conta. Bom apetite e volte sempre!

Ela entregava as caixas e em seguida se apressava para atender seus outros clientes, que já formavam fila no local. MaikLynn, por sua vez, saía para voltar até a cabana de Theo, e mais uma vez, ele enfrentava as ruas íngremes e confusas de Toca do Coelho, mas dessa vez era uma subida, e isso tudo sob um sol que parecia ainda mais quente naquela situação.

Cansado, mas vitorioso, o marinheiro finalmente chegava no local que pretendia, e avistava Theo e a tal raposa por ali. O animal se aproximava de MaikLynn, e pulava em volta dele. Será que era felicidade de ver o homem ou a comida? De qualquer forma, era hora de almoçar!


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- Tá cheiroso, o que é? - O menino se sentava com a caixa em mãos, a abria e começava a comer seu conteúdo. - Hmmm, isso é muito gostoso, melhor do que pão mesmo! Obrigado vovô! - Theo exclamava com a boca cheia e suja, comendo feliz.

Contudo, por mais que fosse bom se alimentar e conversar, todos precisamos descansar, principalmente os mais velhos, aparentemente. E com essa deixa, o marinheiro escolhia uma árvore para usar de cama e aproveitava seu relaxamento por algum tempo, até que decidia que já era hora de voltar.

Ao se levantar da árvore, via que um companheiro tinha aproveitado o descanso com ele, a pequena raposa se espreguiçava e levantava para ir atrás dele novamente. Theo jazia deitado no tronco em que tinham sentado mais cedo, e ao ouvir o chamado do marinheiro, ele levanta seu pequeno chapéu de palha e se põe em pé.

- Podemos sim! Mas esse tem que ser em outro lugar. - O menino dizia sorrindo e então chamava MaikLynn para acompanhá-lo. Eles se encaminhavam para uma parte um pouco mais afastada da cabana, onde uma grama alta invadia uma planície surpreendentemente verde para o outono. E ali no meio dela estava o estranho e gigante bicho que MaikLynn tinha visto ao encontrar com Theo pela primeira vez. - Vovô, esse ai é o Wilump, ele é um bisão. Eu sei que ele pode dar medo porque é grandão, mas é bem bonzinho, e com certeza ele te aguenta!

O menino se aproximava do suposto bisão e acariciava sua enorme testa, depois alcançava um pano grande e colocava em suas costas peludas, também amarrava uma corda com vários nós em sua cabeça. Por fim, ele segurava a corda e dizia sorrindo.

- Pode vir, ele não vai te derrubar. Mas olha, precisa ter cuidado com os comandos que der. Ele responde por voz ou gestos. Se quiser fazer ele andar fale "HEY", ou afrouxe a rédea, que é essa corda aqui, e bata na barriga dele com o pé, mas devagar! - Theo se mantinha ali parado, esperando seu aluno. - Qualquer coisa pode me perguntar, ficarei aqui até se acostumar.

POST 03

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MensagemAssunto: Re: Making Wonderful Land a Real Wonder   Making Wonderful Land a Real Wonder EmptySab 23 Jan 2021, 16:35

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A sensação da natureza era uma coisa incrível do qual eu nunca tinha parado para aproveitar, ter um animal se aproximando e confiando em você a ponto de deixa-lo você fazer carinhos nele e também obedecer a leves comando era uma sensação indescritível e que me fazia sentir vivo. Na marinha, até o momento, havia cuidado muito mais de piratas e criminosos do que dado um tempo para apreciar as boas coisas da vida. Quando era criança, eu sentia essa felicidade de estar desvendando o mundo, fazendo questões para os meus pais, conhecendo novas coisas todos os dias e em minha adolescência e vida adulta parei de apreciar isso. Eram essas coisas das quais me davam certezas de que eu estava sendo realmente feliz, estava aproveitando a minha vida como deveria fazer e entrar na marinha, desvendar novos mundos, era, com certeza, a melhor coisa que eu tinha feito da minha vida.

Esse momento emotivo, tentaria manter em meus pensamentos e não dar um sorriso, embora sentisse ser quase capaz de escapar. Nesse momento, começaria a brigar internamente comigo dando tapas mentais em uma duplicata na minha cabeça conhecida como “Segunda Voz”. Seje homi! Marinheiros não deveriam chorar ou mostrar feições assim! Principalmente em sua idade!

As horas passavam, a fome chegava, Theo me oferecia seu pão, eu recusava. O cheiro me deixava tão interessado que me fazia querer voltar após comprar as marmitas e podia até mesmo sentir vontade de abrir aquela marmita ali mesmo e comer. Mas, me controlava, a subida era bem mais cansativa e caralho, que calor!

- São legumes, uma prato mais vegetariano. – Quando ele me chamava de Vovô, era quase instintivo minha vontade de dar uma puxão em sua orelha (cacete, coisa de vovô mesmo!), mas vendo a felicidade do menino e a sua vontade de comer a comida, apenas sorri. Sim, o velho mal humorado e ranzinza às vezes sorri.

Um descanso merecido e a raposa ao meu lado do qual me animava, meu jovem tutor se mostrava pronto para me ensinar e íamos com Willump, um bisão que era, no mínimo, incrível! As instruções do pequeno eram dadas a respeito do animal e eu daria meus primeiros passos em sua direção. Antes de começar o treinamento, me viraria para Theo e retiraria o restante do pagamento pelo aprendizado. – Espero que isso lhe seja útil como está sendo útil para mim, Theo. Por sinal, há uma moça com ossos largos virando algumas ruas depois de descer da montanha, ela que me vendeu o almoço de hoje por um preço bem barato, aconselharia você a almoçar lá de vez em quando. – E cumprimentaria o menino, e então, começaria o aprendizado.

Aprendizado: Montaria

- Willump, você é um animal incrível. – Eu me aproximaria aos poucos, onde começaria os primeiros contatos com o animal acariciando os seus pelos do torso, procurando primeiramente ganhar um pouco de confiança dele antes de montá-lo, o que achava que seria ainda mais difícil. – Como que eu faço para subir nele? Apenas pulo? – Perguntaria, primeiramente me questionando como fazer isso sem machucá-lo ou incomodá-lo, com o tutor ao meu lado, isso provavelmente seria respondido de forma fácil.

Aproveitaria para tentar subir lentamente no animal, tomando todas as precauções necessárias e primeiramente ouvindo o meu instrutor e o que ele teria a dizer. Faria mais algumas perguntas, sanaria as minhas dúvidas e começaria fazendo movimentos bem leves como pequenos toques em sua barriga com a ponta do calcanhar apenas para ele andar mais lentamente e eu tentar me equilibrar.

Tentaria controlar a minha força nas cordas e não usar nelas para manter o meu equilíbrio, o que provavelmente seria instruído por Theo, manter a força em minhas coxas e também não apertá-las para não incomodar o animal. Seguindo todas as instruções necessárias para o aprendizado, teria mais liberdade, acelerando um pouco o animal e tentando alguns movimentos mais bruscos, procurando manter o meu equilíbrio da melhor forma possível.

Fim do Aprendizado

Dispondo de todas as horas necessárias com Theo e o aprendizado a respeito da montaria, finalizaria o meu dia por ali. Desceria de Willump e o acariciaria. – Agradeço pela sua paciência, Willump. – E procuraria ir até o menino, onde passaria as mãos em seu cabelo. – Eu te trarei uma medalha, me dê apenas algum tempo para preparar ela, essa semana ainda, prometo. – Ao olhar para o céu, suspiraria, o tempo que passarei ali havia sido vantajoso e muito bem aproveitado. – Não sei quanto tempo estarei na ilha ainda, mas se precisar de alguma coisa, me procure no quartel. Vou indo por agora, Theo. Bom fim de tarde e noite. Se cuida bem! – Me despediria do pequeno e começaria a minha descida da montanha com grande atenção, principalmente se a lua já estivesse a vista e o céu escuro, o que provocaria em uma descida ainda mais problemática.

Agiria de maneira acrobática em certos trechos, se necessário, procurando me equilibrar e pular para pontos mais bem iluminados e dos quais tinha certeza que não teriam problemas ou me fariam ter uma queda. Meu caminho, seria em direção ao quartel general e em meio a ele, começaria a refletir em relação aos moradores de rua daquela região, pessoas inteligentes e interessantes como Theo, que infelizmente, podiam acabar passando fome por não ter uma família que os alimente ou trabalho.

Nesse caminho, eu olharia para os locais ao meu redor, tentaria encontrar algo mais na região do centro da cidade que estivesse a venda e anotaria mentalmente onde que este se localizava, se havia um preço, quem era o dono. Todas essas informações, eu procuraria manter gravado em minha cabeça já que não havia bem um papel e caneta comigo. Se não houvesse nenhum problema no caminho e eu estivesse dentro do quartel general da marinha, passaria primeiramente na recepção. – Boa tarde ou boa noite (dependendo do horário), você, teria um papel e caneta sobrando? – Após meu pedido, agradeceria o(a) recepcionista e se ele tivesse, levaria comigo até o meu quarto.

Usando de uma luz ou escrivaninha, começaria a esboçar alguns valores de localidade e tamanho de espaço, o que seria necessário para fazer algo parecido com uma cozinha e seria o momento em que perceberia que sequer tinha o conhecimento necessário para tal, fosse esboços no papel ou mentais. Em meu passado, fui um ferreiro com local próprio e o meu espaço era pequeno e mesmo tendo esse conhecimento administrativo, eu não sabia o que uma cozinha precisava ou qualquer coisa além disso. Além da cozinha, eu começava a pensar onde que os homens morariam, talvez um abrigo? O que precisaria para um abrigo?

Nessas minhas dúvidas, bateria minha mão na mesa com raiva. – Caralho! – Primeiramente, carregaria o papel e caneta comigo, se tivesse. E iria até a cozinha em um horário mais tardio, algo como ás nove ou dez horas da noite, onde poderia encontrar os cozinheiros limpando o refeitório ou algo assim. – Boa noite! Eu poderia falar com o chef da cozinha ou o responsável? Não é nada sério, mas se ele tiver um tempinho. – Diria para algum dos cozinheiros, esperando o homem, se necessário.


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Vício: 03-10


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MensagemAssunto: Re: Making Wonderful Land a Real Wonder   Making Wonderful Land a Real Wonder EmptyDom 24 Jan 2021, 15:40



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Toca do Coelho - 21:30h

O treinamento estava prestes a continuar, mas antes o marinheiro não tão jovem pagava pelo ensinamento final, e o menino recebia de bom grado sorrindo, enquanto ouvia o que seu aluno tinha a dizer.

- Obrigado! Vou usar de algum jeito. - O menino olhava para o dinheiro em sua mão e depois o guardava no bolso. - É, a comida de lá é muito gostosa! Vou comer no lugar que tem a mulher de ossos largos!

Com essa deixa, o marinheiro estava pronto para começar sua última aula, e já querendo colocar a mão na massa, ele acariciava o enorme animal e aproveitava para perguntar como subiria nele. Theo então se aproximava e dizia com propriedade.

- Você é grande, então pode pular nele sim. Só tome cuidado para não puxar com muita força os pelos dele, pode machucar. Mas não precisa ter medo de colocar peso em cima dele, o Willump é bem forte! - O menino dava tapinhas em seu animal e continuava. - Se estiver complicado, pode sempre usar um apoio, ou treinar o bichinho para abaixar para você. É só falar "reverência" que o Willump abaixa, ai fica mais fácil de subir.

MaikLynn então decidia qual era a melhor forma de subir, e o fazia com certa dificuldade, pois estava sobre um ser vivo agora, e ele se mexia, tirando o equilíbrio do cavaleiro. Mas uma vez lá em cima, parecia mais fácil de se manter ali, e o marinheiro começava a fazer o que lhe foi ensinado.

- Agora que está ai em cima, lembre dos sinais que te falei, mas vou ensinar novos. Se quiser parar, tem que puxar a rédea para você, mas só até ele parar, se continuar puxando e der toques com o calcanhar, ele pode ir para trás ou empinar. Basicamente tudo o que for fazer é com a rédea, para virar para um lado, puxe a rédea para onde quiser. - O menino fazia parecer fácil, e enquanto era instruído MaikLynn realizava os comandos. - Ahh, não se esqueça de manter as pernas firmes, elas que te seguram ai. Mas seu tronco tem que ser mais mole e acompanhar o movimento do animal, ou pode acabar se machucando.


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O aprendizado continuava e o marinheiro ficava cada vez mais confiante de que não iria cair dali de cima. O bisão respondia aos comandos tranquilamente e MaikLynn já dominava a arte da montaria quando o dia chegava ao seu fim. O marinheiro então descia do animal e fazia carinhos de agradecimento, o bisão por sua vez, empurrava a cabeça contra a mão do marinheiro, apreciando o gesto.

- Parece que ele gostou de você! - Theo dizia sorrindo enquanto se aproximava. Ele então sentia a mão áspera de MaikLynn em seu cabelo e o olhava confuso. - Uma medalha pra mim? Eu achei que só marinheiros de verdade podiam ter uma... Mas eu ia achar muito legal ter uma medalha!! - Claramente Theo se animava, pois um sorriso largo aparecia em seu rosto, mas ele continuava atento às palavras de seu aluno. - Tudo bem, talvez eu vá lá com o Willump um dia. Obrigado por ter vindo, se cuida também, vovô!

Os dois se separavam ali, Theo acenando de sua cabana ao lado de Willump, e MaikLynn começando sua descida pela Toca do Coelho. Cidade essa que já estava escura naquele horário, muitas pessoas mal encaradas andavam pelas ruas e isso fazia o marinheiro refletir sobre elas. Mas era esse fato que o levava para uma parte mais estranha ainda da cidade, ele acabou se perdendo nas ruas íngremes e confusas dali, e naquele local em que se encontrava, haviam várias pessoas sentadas no chão em volta de fogueiras improvisadas.

Seriam elas as pessoas que há pouco invadiam os pensamentos do marinheiro? Se sim, agora ele presenciava em primeira mão o que antes estava imaginando, e era realmente uma situação deplorável. Haviam homens e mulheres de todas as idades, todos pareciam magros, sofridos e com frio naquela noite que se aproximava.


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Além dos indigentes na rua, haviam também algumas construções que pareciam abandonadas, algumas caíam aos pedaços, já outras pareciam melhor conservadas, e até com placas anunciando sua venda. Uma em especial chama a atenção do marinheiro, era um prédio não muito grande, parecia ter uma estrutura boa, e quando comparado ao resto das coisas ali, parecia até luxuoso.

- Tá perdido moço? - Uma mulher perto de uma fogueira o analisava e dizia sem muita demora. - Pra chegar na taverna ou no quartel é só pegar aquela rua ali e seguir direto. A taverna tem que virar a esquerda no meio da rua, o quartel vira a direita no fim mesmo. - Ela então se calava e voltava a encarar o fogo.

MaikLynn aproveitava para pegar as informações na placa do prédio, ali havia um número de den den mushi, e ele o decorava antes de seguir as instruções e voltar para o quartel. Não demorava muito e ele alcançava seu destino, aproveitando para passar na recepção e arranjar papel e caneta.

- Boa noite, senhor! - O recepcionista ouvia atento o pedido de Maiklynn e alcançava o que lhe era pedido. - Aqui está. Bom descanso.

O marinheiro agradece e segue para seu quarto e começava a escrever as informações que tinha conseguido. Mas após algum tempo ali parado, ele percebia que só tinha escrito uma coisa, o número da placa. Ele não sabia o que realmente precisava e era hora de descobrir, para isso, esperava o horário após o jantar para ir até a cozinha do QG.

- Eu sou o chef, o que quer essa hora? - Um homem magrelo e aparentemente esnobe aparecia na frente de Maiklynn. Com os braços cruzados e o pé batendo rápido no chão, ele esperava uma resposta.

POST 04

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MensagemAssunto: Re: Making Wonderful Land a Real Wonder   Making Wonderful Land a Real Wonder EmptyDom 24 Jan 2021, 16:38

Making Wonderful Land a Real Wonder

Montar era algo relativamente mais fácil do que eu imaginava ou talvez fosse a minha mente genial trabalhando naquele momento e que me fazia aprender de uma forma bem mais rápida. Willump havia gostado de mim e eu teria gostado bastante do bisão, ele era um animal incrível, como já havia citado antes e muito bem treinado. As horas se passavam e já era noite, Theo mostrava-se animado com a ideia de receber uma medalha e eu até mesmo já tinha alguma alcunha para chama-lo e apresentar em sua medalha. Essas sensações calorosas que sentia ao fazer uma boa ação e ter aprendido com o pequeno eram estragadas por uma cena da qual eu odiava ver, pessoas magras, de várias idades, dormindo sem um teto sobre suas cabeças e sem sombras de dúvida mal alimentadas.

Uma das estruturas parecia estar em uma boa condição e ela da qual eu anotava o seu número do qual poderia pedir mais informações sobre o seu preço, eu ainda tinha cerca de setenta milhões de berries em meu bolso junto com o banco, talvez até mesmo fosse possível pedir um empréstimo se esse dinheiro faltasse. De toda forma, nada poderia fazer naquele momento além de me planejar e conseguia os papéis que precisava e a caneta. Para minha sorte, o cozinheiro estava ainda presente dentro do refeitório e para o meu azar, não parecia ser a melhor pessoa para perguntar sobre essas coisas, contudo, deveria insistir. Estenderia a minha mão para cumprimenta-lo e começaria as cordialidades.

- Sou o Tenente MaikLynn Scarlaiti, tenho algumas questões relacionadas a cozinha em si, são coisas simples e não vou tomar muito do seu tempo já que vejo que está atarefado. – Seria firme no aperto de mão e mostrando uma cordialidade e respeito com o homem que não estaria me fazendo nada além de um favor, não era sua obrigação me responder aqueles questionamentos e sequer uma função de um marinheiro pergunta-las. – A primeira dúvida, é em relação ao custo mensal da cozinha. Quantas refeições são servidas e para quantas pessoas? Acredito que é uma logística básica. – Colocaria meus conhecimentos levianos sobre a administração em mesa, embora não estivéssemos sentado em uma. – Quantas pessoas são encarregadas de trabalharem com você e em outros turnos? – Eu não tinha muita ideia de quantas refeições serviria nesse abrigo, acreditava que entre uma ou duas , fora os cafés da manhã. Contudo, não poderia assegurar a qualidade e quantidade de refeições, até mesmo por não saber dessas quantias. – Pelo que eu sei, as refeições da marinha são bem completas, em uma dia de falta, como teve recentemente dentro do quartel onde houve falta de materiais, se as refeições fossem simples, quanto custaria mensalmente para manter?

Nesse momento, teria percebido que a falta de recursos do mês passado para a marinha ficou em aberto e nunca fui atrás de saber mais sobre o que havia ocasionado isso, contudo, as coisas tinham se resolvido desde então e eu não tinha percebido. Aproveitando desse conhecimento, poderia disfarçar um pouco dos meus reais motivos daquelas perguntas, contudo, se o chef chegasse a perguntar, não mentiria. – Em meus passeios pela cidade, avistei bastante moradores de ruas e até hoje, eu não vi nenhum local que ajudasse essas pessoas a se reerguerem na sociedade. Eu entrei na marinha para ser alguém diferente e que se importasse com a população, capturar criminosos ajuda a manter a cidade segura, mas não ajuda a prosperar tanto quanto imaginamos. Então, com um dinheiro que tenho guardado, pensei em investir em um abrigo para moradores de rua. – Afirmaria, retirando o meu óculos escuros que não fazia o menor sentido em estar usando em um ambiente fechado e a noite, mostrando o meu olhar sério em relação a aquele assunto.

Se fosse necessário, repetiria qualquer pergunta e conforme ele fosse respondendo elas, se respondesse, anotaria em meu papel as suas palavras e possíveis números que viessem a surgir. Sabia que a quantidade de soldados era enorme e alimentar um batalhão de forma firme todos os dias era custoso, contudo, era a minha última pergunta a chave da equação. Conseguindo os números médios, era possível fazer uma proporção e conseguir números para alimentar uma quantia decente de moradores. – Por último, você saberia de algum chef disposto a trabalhar com isso? – Caso fosse um sim, anotaria o seu nome e talvez um número de denden. Caso contrário, manteria-me quieto, estenderia a minha mão para que ele apertasse. – Agradeço, Chef. Tenha uma boa noite, desculpe pertubá-lo. – Diria isso também se o homem não quisesse cooperar, o que seria problemático, pois me faltava conhecimento sobre outros cozinheiros que tivessem experiência e conhecimento para tal.

Após sair dali, com informações ou não, dormiria até o próximo dia do qual procuraria acordar bem cedo, satisfazer as minhas necessidades e me equipar novamente, algo do qual nunca deixava em meus aposentos. Nesse novo dia, eu procuraria olhar pela mesma janela de antes, parando um pouco para refletir e colocar os pensamentos em dia.


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