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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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MensagemAssunto: [MINI-Subaé] OXE! agora a aventura começa mesmo!   [MINI-Subaé] OXE! agora a aventura começa mesmo! EmptySex 15 Jan 2021, 19:19

Nome: Subaé
Idade: 20
Sexo: Homem
Raça: Mink (cabra)
Tamanho: 1,65
Estilo de Combate: Espadachim / Atirador
Localização: Reino de Briss
Grupo: Civil
Vantagens: Visão na penumbra, Adaptador
Desvantagens: Suicida

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MensagemAssunto: Re: [MINI-Subaé] OXE! agora a aventura começa mesmo!   [MINI-Subaé] OXE! agora a aventura começa mesmo! EmptyDom 17 Jan 2021, 00:08

~Mini-Aventura APROVADA~

Olá, seja bem-vindo ao OPRPG!!

Eu sou um Orientador, minha função é lhe ajudar a se adaptar neste universo do OPRPG.

Sendo assim irei lhe orientar de todas as formas possíveis, a partir de dicas no decorrer desta Mini-Aventura. Como esse fórum é bem complexo em suas regras, também irei tentar responder suas dúvidas, por isso, no menu de navegação (parte superior do site) existe um link M.P. O mesmo corresponde às mensagens privadas. Lá você poderá, em qualquer momento que achar necessário, me enviar dúvidas de como prosseguir no jogo; ou pode entrar no seguinte link: https://www.onepiecerpg.com/f3-duvidas-criticas-e-sugestoes , e criar um tópico para algum membro da Staff responder; mas caso tenha dúvidas durante a Mini, pode colocar em "off" no próprio post.

Sim... Vamos ao que importa?

Abaixo seguirão algumas dicas para que leia antes de criar seu primeiro post.

DICAS:


  • Lembre-se que você apenas narra as ações de seu personagem, seu personagem nunca FAZ ele sempre TENTA e também demonstre desde o 1º post qual o seu objetivo na aventura.
  • O ambiente que você se encontra, NPC's e todo o resto que compõe sua aventura, quem cuidará disso sera seu narrador.
  • As mini-aventuras servem para corrigir seus erros na narração durante a aventura e também formas melhores de deixar sua narração mais interessante.
  • Caso a Mini-Aventura fique sem post durante 5 dias por parte do player, a mesma será cancelada.


O 1º post é seu e eu serei o seu Orientador.

Att, Equipe One Piece RPG

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MensagemAssunto: Desistisndo de desistir da vida   [MINI-Subaé] OXE! agora a aventura começa mesmo! EmptySeg 18 Jan 2021, 09:56

Subaé se encontrava ajoelhado no chão, suas mãos seguravam com força uma peixeira, erguendo-a no sentido contrário, com a ponta da lâmina encarando seu peito.
Em seus olhos não havia lágrimas ou tristeza, apenas a determinação de quem já não pretende mais gastar os seus dias neste mundo.

Inspirou.
O ar encheu os seus pulmões enquanto tentava encher-se de coragem. O vento, caso estivesse ventando, estaria batendo diretamente em sua face, como as gotículas que vinham saltitantes do mar. Estava ali pois escolheu morrer olhando o horizonte azul uma última vez.
Expirou.
Memórias já esquecidas começaram a ganhar tons em sua mente, Memórias da época que era o animal de estimação de uma criança, seu nome era São Salvador.
Durante alguns anos ele foi o cavalinho que a criança montava para brincar de cavaleiro, mas não demorou até que São Salvador transformasse o cavalo em um monstro. Lembrou de ser punido por aquele sádico pelos crimes que ele dizia que o vilão das brincadeiras cometeu.
Lembrou-se também de outra época, uma época na qual ele já não era mais um escravo, entretanto ainda não era livre, e talvez jamais seria a julgar pela forma que a multidão olhava para ele. Era tanto espanto e repulsa… Não havia motivo para aquele monstro continuar vivo.


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Voltando ao presente, as lágrimas escorreram pelo rosto do Mink fazendo com que a sua respiração perdesse o ritmo conquistado até então. Chorava tanto que caso haja alguém perto, esse alguém poderia ouvir os berros e soluços que lhe escapavam involuntariamente.
Haviam tantas coisas que Subaé queria poder experimentar. Navegar com amigos, conhecer lugares novos, ser aceito como um membro de algo. Mas tudo isso já parecia impossível demais para um Mink que cresceu naquela ilha seca e pobre, rodeado de gente que o tratava como uma besta selvagem.
Os humanos pareciam não aceitar a sua existência e isso partia o seu coração. Todos os humanos que conheceu até então o trataram mal, exceto aquele velho.
Lembrou-se do homem que no meio de uma rebelião de escravos olhou para o lado e enxergou uma monstruosidade ainda criança, encoleirada e ferida que clamava por liberdade. Ele libertou Subaé e lhe deu um nome para que eu pudesse chamar de seu. Esse homem se chamava Martin D Palomero e juntos foram parar naquela ilha seca onde acabou vivendo tantos anos sozinho.
Lembrou-se dos momentos felizes que passou com Palomero, das comidas gostosas que preparavam juntos, e dos lugares lendários que sonhavam tanto em conhecer.

A peixeira caiu no chão, As mãos de Subaé estavam tão trêmulas que não poderiam nem mesmo descascar uma maçã. Em seu rosto, meleca, baba e choro se misturavam em uma só secreção umedecendo os deus pelos.
"BWEEEEEEE!!! BWEEEEE!!! Palomero, me perdoe por não ir te ver, mas eu ainda não quero morrer."
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MensagemAssunto: Re: [MINI-Subaé] OXE! agora a aventura começa mesmo!   [MINI-Subaé] OXE! agora a aventura começa mesmo! EmptyQua 20 Jan 2021, 17:40

~Post Negado~


Cara, primeiro vou te dizer que não desanime por um negado, eles não são coisas ruins pelo contrário eles são uma pausa narrativa para podermos partir para as explicações do sistema do fórum, então eles são um recurso explicativo, então relaxa que isso aqui é algo de boa. De todo modo vamos aos motivos de ter negado seu post passo a passo.

O que aconteceu é que apesar de sua história ser muito boa, e serio, curti muito, pode manter ela como parte do passado do personagem e deixar até como flashback repetindo ela no post que vem a segui, achei a ideia boa, e o final dele ali largando a arma e a fala foram excelente, já vi que não vou ter problemas quanto a forma que tu interpreta teu personagem.

No entanto você acaba não fazendo ações, e isso é algo cobrado no fórum, o jogador precia aqui criar casos e tentar fazer alguma coisa para que os narradores deem continuidade ao plot, pois isso sim é algo que realmente vai mover a trama e se você for ver, no geral o fórum tem um sistema bem específico, pra realizar ações, o fórum funciona usando um sistema de possibilidades, mas vamos devagar no passo a passo.

Primeiro de tudo é válido citar que o god mode, é quando se cria cenário, tenta controlar ele ou se cria um NPC e/ou tenta controlar ele, ou qualquer coisa desse tipo se classifica como god mode, e claro também quando se afirma suas ações de forma indubitável, e como evitar isso, eu te respondo que é com suposições “como assim tio Meph?” vou tentar repassar.

Também é necessário o uso do futuro do pretérito, caracterizado por o uso do Verbo + Ria (correria, comeria, pularia, choraria, socaria, chutaria, jogaria sofreria. ) então todas as ações feitas precisam acontecer usando esse tempo verbal, mas claro não necessariamente no post inteiro, mas nos verbos que dão início às ações.

Além disso deve se perguntar agora “Mas Meph, se a gente não pode criar cenario como fazer um primeiro post?” bem eu vou te explicar, por mais que não se possa criar realmente um cenário, nada te impede de supor coisas sobre ele. Bom acho que já falei demais vamos a um exemplo e depois voltamos a mais explicações. Vou fazer um post de exemplo baseado na ideia de ir para a marinha.

Exemplo maroto escreveu:
Levantaria ali de onde estivesse naquele momento, não lembrava bem do que havia acontecido na última noite, por isso observaria o lugar a minha volta, se aquela fosse minha casa, normalmente partiria para o banheiro, começaria com a higiene pessoal tomar um banho escovar meus dentes, me organizar, colocar uma roupa, aquelas clássicas que sempre costumava usar, um jeans velho meio surrado, e minha camiseta branca, com a jaqueta preta de couro por cima procuraria elas no meu armário e quando achasse as vestiria, colocando e posteriormente indo para o espelho que costumava ficar na frente da cama. Me olharia dando um leve sorriso de canto de boca e por fim sairia de casa, eu hoje tinha um motivo diferente, eu buscava me alistar.

Eu morava a muito tempo na ilha então achar o QG não seria uma dificuldade, na verdade pelo que me lembro daquele lugar, não deve ser dificil pra ninguém de achar, mesmo um novato na ilha, eu caminharia normalmente pelas ruas, indo em direção a ele, se algum conhecido aparecesse seria cordial, afinal não tinha por que ser rude num dia feliz, acenaria com a direita pra a pessoa. - Bom dia meu consagrado, como anda essa força?- e se ele respondesse perguntando de volta daria um sorriso pra ele respondendo. - Eu estou melhor que nunca, obrigado por perguntar, até mais grandão.- diria me despedindo e continuando a caminhada, eu era um tanto conhecido na ilha, então não seria estranho alguém me parar pra conversar na minha situação.

Se chegasse no QG minha primeira reação seria olhar para cima, e os lados, sempre contemplar aquela construção, as vezes me imaginava ali em cima, talvez em um ataque. Ou quem sabe algo maior que isso, mas bem não era hora para me perder em pensamentos, se houvessem guardas na frente da porta me apresentaria para eles falando minhas intenções. - Bom dia senhores, vim aqui para me alistar, gostaria de saber onde posso fazer isso dentro do QG, poderiam me dar essa informação?- prestaria atenção em cada palavra que ele dissesse visando guardar a informação para que usasse ela mais tarde

Assim que ele terminasse cordialmente agradeceria a ambos. - Obrigado senhores, estarei seguindo para fazer meu alistamento, a informação foi muito valiosa.- e nesse momento entraria para o local, indo para onde ele tivesse me indicado, visando seguir completamente qualquer instrução sobre o caminho, se chegasse até o local a primeira reação que eu teria era simples. Calmamente com um sorriso no rosto e meu olhar determinado me apresentaria a quem quer que fosse o responsável pelo alistamento.  - Bom dia senhor, estou aqui com a intenção de fazer parte dessa organização senho, desejo me alistar na marinha.- seria um tanto direto mas fazendo o possível para ser cordial. (Continua…)

Esse acima é um exemplo de primeiro post, que mostra um pouco da estrutura do fórum, note que não criei NPCs, apenas supôs a existência deles, sem colocar detalhes de quem ou como eles seriam. A mesma coisa, note que em nenhum momento definir cenários, eu sempre passei por eles mas sem em nenhum momento descrever ou algo do tipo. Alem disso fiz o que eu quero que tente no seu post, que é desenvolver seu objetivo, você quer fazer algo mas como faria? essa é a pergunta inicial, eu gosto de usar de perguntas para construir meu post eu faço mais ou menos assim: “Quero ir para um QG? ok vou para o QG mas como, sou antigo na ilha? não então vou pedir informação a pessoas na rua (Se eu fosse antigo na ilha faria como fiz acima) se eu achar alguém vou perguntar a essa pessoa, mas como eu perguntaria? qual a fala que eu usaria? e se eu encontrasse o QG eu adentraria? como procuraria alguém la dentro, vou me alistar mas o que diria ao superior?”

Essas são algumas perguntas que podem te ajudar a construir seu post, e trazer realmente uma movimentação, além de o avanço que se faz por meio das ações, e claro, o mais importante nunca esquecer quem é o personagem, então não desanima cara, curti tua historia, foi bem bacana, e vamos com tudo, que eu até to empolgado pra gente seguir com a mini. No mais é isso precisando de mim pra qualquer coisa pode mandar MP, e se preferir tenho também discord Mephisto#8447

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MensagemAssunto: Re: [MINI-Subaé] OXE! agora a aventura começa mesmo!   [MINI-Subaé] OXE! agora a aventura começa mesmo! EmptyQui 21 Jan 2021, 00:29

Subaé acordaria aquele dia mais cedo do que o sol como era de costume. vestiria suas roupas velhas feitas de couro (roubou-as  de um dos cangaceiros que vieram lhe matar na ilha onde passou seus últimos dez anos, isso foi à cerca de um ano atrás).
Sairia de casa ainda de jejum, um cigarro logo após acordar era o que lhe apetecia mais até do que qualquer comida.
Andaria até a costa menos movimentada da ilha, sempre indo pelo caminho mais inóspito, afinal Subaé já não confiava mais tão facilmente em humanos, ao ponto de que evitá-los se tornou uma melhor opção.  
Durante o percurso ele buscaria Frutos ou vegetais que ele prepararia mais tarde para seu desjejum. Buscaria também cogumelos já que sempre gostou de desfrutar dos prazeres transcendentais que eles fornecem.
Caso alguém o encontrasse no meio do caminho, Subaé  o empurraria no chão e logo após correria o mais rápido possível, incansavelmente, até conseguir fugir da vista do humano. No pior dos casos ele precisaria atacar gravemente o humano usando os seus chifres antes de voltar a correr, entretanto essa não é a opção que Subaé gostaria de ter que fazer antes de comer algo.
Quando chegasse na costa, olharia para o mar e por algum motivo uma tristeza tomaria conta de seu coração. Subaé se ajoelharia no chão, suas mãos segurariam com força uma peixeira, erguendo-a no sentido contrário, com a ponta da lâmina encarando seu peito.
Em seus olhos não haveria lágrimas ou tristeza, apenas a determinação de quem já não pretende mais gastar os seus dias neste mundo.

Inspiraria.
O ar encheria os seus pulmões enquanto tentava encher-se de coragem. O vento, caso estivesse ventando, estaria batendo diretamente em sua face, como as gotículas que vinham saltitantes do mar. Estaria ali pois escolheu morrer olhando o horizonte azul uma última vez.
Expiraria.
Memórias já esquecidas começariam a ganhar tons em sua mente, Memórias da época que era o animal de estimação de uma criança, seu nome era São Salvador.
Durante alguns anos ele foi o cavalinho que a criança montava para brincar de cavaleiro, mas não demorou até que São Salvador transformasse o cavalo em um monstro. Lembrou de ser punido por aquele sádico pelos crimes que ele dizia que o vilão das brincadeiras cometeu.
Lembrou-se também de outra época, uma época na qual ele já não era mais um escravo, entretanto ainda não era livre, e talvez jamais seria à julgar pela forma que a multidão olhava para ele. Era tanto espanto e repulsa… Não havia motivo para aquele monstro continuar vivo.


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Voltando ao presente, as lágrimas escorreriam pelo rosto do Mink fazendo com que a sua respiração perdesse o ritmo conquistado até então. Choraria tanto que caso houvesse alguém perto, acredito que esse alguém poderia ouvir os berros e soluços que lhe escapavam involuntariamente.
Havia tantas coisas que Subaé queria poder experimentar. Navegar com amigos, conhecer lugares novos, ser aceito como um membro de algo. Mas tudo isso já parecia impossível demais para um Mink que cresceu em uma ilha seca e pobre, rodeado de ignorantes que o tratavam como uma besta selvagem.
Os humanos pareciam não aceitar a sua existência e isso partia o seu coração. Todos os humanos que conheceu até então o trataram mal, exceto aquele velho.
Lembrou-se do homem que no meio de uma rebelião de escravos olhou para o lado e enxergou uma monstruosidade ainda criança, encoleirada e ferida que clamava por liberdade. Ele libertou Subaé e lhe deu um nome para que eu pudesse chamar de seu. Esse homem se chamava Martin D Palomero e juntos foram parar naquela ilha seca onde acabou vivendo tantos anos sozinho.
Lembrou-se dos momentos felizes que passou com Palomero, das lendas que seu “painho” lhe contava, e dos lugares lendários que sonhavam tanto em conhecer juntos.
Lembrou-se da bandeira negra com uma caveira e ossos crusados.

Naquele momento Subaé perceberia que aquela tristeza era devido á ele gastar seu tempo e energia fugindo dos humanos, ao invés de entregar-se ao mar.
A peixeira caiu no chão, As mãos de Subaé estavam tão trêmulas que não poderiam nem mesmo descascar uma maçã. Em seu rosto, meleca, baba e choro se misturavam em uma só secreção umedecendo os seus pelos.
"BWEEEEEEE!!! BWEEEEE!!! Palomero, me perdoe por não ir te ver, mas eu ainda não quero morrer."

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Estava decidido, ele se entregaria ao mar, criaria a maior tripulação conhecida, e conquistaria o seu lugar no topo do mundo dos humanos.
"Se o Respeito dos humanos nunca me enxergou, agora o medo deles enxergará o verdadeiro diabo!"
Subaé retornaria para o lugar onde dormiu na noite passada, e lá prepararia a refeição com os insumos (ingredientes) que encontrou mais cedo (caso tenha encontrado alguma coisa).
Caso ele  mais cedo a busca tenha fracassado, ele iria procurar entre seus pertences restos de uma refeição antiga,e se ele não encontrar vai continuar com fome.
Subaé escreveria algumas mensagens que amarraria em alguns pombos(os pombos foram seus únicos amigos por quase dez anos) . Estas mensagens conteriam convites para aqueles que encontrassem os pombos unam-se aos piratas Cabras da peste

(Ps: isso foi só referência aos MP’s que enviei a alguns colegas novatos que conheci aqui)

Feito isso, Subaé partiria em busca do porto da cidade mais próxima, ele precisava de tripulantes, mas tinha a impressão de que ali ele não encontraria nenhum, mas é bem possível que no porto houvesse algum barco, o que por sinal ele precisava muito e já que agora decidira tornar-se um pirata, não via problema algum em roubar um barco já que seria necessário.

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MensagemAssunto: Re: [MINI-Subaé] OXE! agora a aventura começa mesmo!   [MINI-Subaé] OXE! agora a aventura começa mesmo! EmptyDom 24 Jan 2021, 08:54

MINI AVENTURA / POST 2

Interação & Diálogo





Era uma manhã comum em Briss, ainda estava frio, por conta do horário. As nuvens cobriam o céu e tornavam tudo ainda mais escuro. Nosso bode, acordou cedo, levantou, se vestiu, ajustou a espada na lateral, embainhada, e saiu de casa, sem ter comido nada até então, ele se dirigia para alguma costa, de preferência pouco movimentada.

Ele caçava cogumelos e frutas pelo caminho, mas bem… Briss não era um lugar muito gentil em vegetação, era uma ilha extremamente mecanizada, urbanizada e movimentada, durante a caminhada dele, ele poderia notar que pessoas passavam por ele o tempo todos, não era uma aglomeração já que ele estava numa zona um pouco menos movimentada.

Mas mesmo assim, era o suficiente pra ser talvez incomodo, ele não tinha espaço pra empurar essas pessoas já que elas passavam do outro lado dele, e as que passavam perto estavam acompanhadas. Esses humanos ignoravam a aparencia dele.

Mas espera. Não eram só humanos, alguns minks passavam por ele, dois minks lobo, um casal na verdade de mãos dadas e de terno, eles pareciam conviver bem naquele mundo sem preocupações. Um Mink porco que vestia um terno e carregava uma maleta, ele ia discutindo com um humano do lado.

Aquela ilha pouco se importava com as pessoas que ali moravam, na verdade era uma ilha para ganhar e fazer grana, a nobreza vivia bem, e não se importava muito com o resto das coisas, enquanto nas favelas, os pobres sofriam, com baixas condições de vida.

Não era nada impressionante que algo assim acontecesse numa ilha como esta. Mas naquele momento nosso bode não estava focado nisso, seu momento era outro com seus proprios pensamentos. Ele caminhava para a costa montanhosa, um dos poucos lugares de paz nessa ilha.

Lá sim, ele encontrava uma macieira, já meio ferrada, ela provavelmente iria morrer em algum tempo por conta da poluição. Mas tinham ali 5 maçãs que ele pegava e guardava pra mais tarde. Era tudo que a pobre vegetação local tinha a oferecer.

Ele lá então chegava na costa montanhosa vendo do topo da montanha as ondas quebrando na costa, ele pensava em se jogar dali, talvez conseguir alguma paz, era iminente a depressão que tomava conta dele ali.

Mas no fim, ele havia vencido aquele desejo que quase o dominou. Assim, ele caminhava de volta pra a casa, fazia alguns preparativos, pra mandar umas cartras, pegava uns pombos e mandava eles.

Ele comia e percebia pela janela que já era noite, sim, a caminhada dele durou bastante tempo ele tinha chegado de volta no final da tarde, e agora depois de tudo tinha chegado a noite.

A lua estava alta no céu e tinha tomado conta da iluminação. Tudo parecia tranquilo. Mas de repente alguém batia a porta do bode.-Por favor, alguem aí? Eu preciso de ajuda- era uma voz feminina, uma voz bonita por sinal, era doce, aveludada, inebriante, pois aquele timbre entorpecia.

Mas antes mesmo do bode abrir a porta, ou decidir se o faria ou não, a tranca meio frouxa se abria, e a garota caia sobre o assoalho. Bem, era uma mulher humana, de cabelos pretos, bonita, uma pele macia, seus olhos demonstravam nenhuma maldade. Mas a queda sobre o assoalho revelava seu estado.

Ela tava com o nariz machucado, saia sangue dele. Havia também alguns cortes na sua roupa, que indicavam que ela foi atacada, que haviam machucado ela de alguma maneira, pareciam garras… Como as de um gato, mas bem, um gato grandão, uma onça talvez? Ou tigre? Talvez. Era algo que ele poderia se perguntar mas os cortes eram largos, tinham ferido as costas dela, e os dois braços, também as cochas e panturrilha.

Ela tinha sido duramente atacada por alguma coisa.-Desculpe, eu não queria invadir, eu preciso de ajuda, eu não to muito bem- ela parecia consciente de qualquer forma, o que indicava que os cortes não deviam ter atingido orgãos, apesar de por ela ter caido de cara, para o chão não dar pra ver sua barriga, se tivessem cortes não eram profundos.

Nosso rapaz agora estava diante de uma situação complicada, era uma humana, mas estava ferida, era da raça que ele não confiava, mas ela precisava de ajuda, era parte daquele mundo assim como ele no fim das contas, ele poderia tomar qualquer atitude ali, e só ele poderia dizer o que ia fazer.

Dicas e Orientação :
 


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MensagemAssunto: Re: [MINI-Subaé] OXE! agora a aventura começa mesmo!   [MINI-Subaé] OXE! agora a aventura começa mesmo! EmptySeg 25 Jan 2021, 22:44


Logo após o jantar, Subaé estava a organizar os seus pertences para ir ao porto de Briss. Entretanto lembranças recentes lhe intrigavam…

Por que aquela ilha era tão distinta das outras que ele conhecia?
Quem eram aqueles seres animalescos que avistou mais cedo perambulando pelas ruas da cidade movimentada?
Por que eles conseguiam viver tão bem entre os humanos e ele não?
Por que ele teve que viver tantas coisas ruins na mão dos humanos, enquanto os outros minks (termo que subaé desconhece) viviam tão bem?

Ao pensar nessas coisas, o único que conseguia imaginar é que o problema estava nele mesmo, e isso lhe entristeceu mais uma vez.

Entretanto seus devaneios foram interrompidos pelo barulho de golpes na sua porta junto aos gritos desesperados de uma voz feminina:

-Por favor, alguém aí? Eu preciso de ajuda

Subaé não respondeu ao chamado pois aprendeu durante sua vida a não confiar em qualquer um. Muitos Cangaceiros o caçaram durante a sua infância, e às vezes eles costumavam usar mulheres ou crianças como isca para chamar a sua atenção.

"ô diacho, isso só deve ser praga, que é pra minha viagem num vingar” pensou

Mas de repente, para o seu espanto, a porta abriu sozinha, e no chão de seu aposento agora tinha uma mulher ensanguentada.


[MINI-Subaé] OXE! agora a aventura começa mesmo! Uma_mu10



Subaé apontaria a sua espada para a mulher quase que instintivamente, observaria os ferimentos dela sem se aproximar demais, pois não via motivos para confiar naquela dama, independente da sua situação.

Traumas profundos não podem ser esquecidos facilmente.

Pensou em deixá-la ali para morrer, afinal, ele já estava de partida e não queria se envolver em problemas que não eram seus. Mas lembrou-se de Palomero, o humano que o libertou da escravidão. Lembrou também dos minks que andavam conversando em paz com humanos.
E foi aí que ela falou:
-Desculpe, eu não queria invadir, eu preciso de ajuda, eu não to muito bem

Subaé ficou extasiado, não era tratado com respeito a tanto tempo que uma simples palavra de desculpa fez as suas pernas perderem as forças por um instante, seu coração amoleceu em relação aquela mulher.
Virou-se defronte para ela e ordenou:

-Ei mulher, trate de se levantar e se jogue ali naquela cama, me mostre que vale a pena te proteger ainda. Mas não se aprochegue demais não visse, que dama ferida perto de um cabra como eu só traz problema.

Subaé observaria a mulher que se deslocaria até a cama com o propósito de entender melhor os ferimentos de seu corpo. Era da natureza dele também observar se ela tinha ferimentos em seu busto, preocupou-se ao imaginar a possibiledade de ela estar grávida e por isso ele prestaria bastante atenção nas partes de seu corpo que não eram tão visíveis enquanto ela estava caída no chão.

Se por acaso a mulher estivesse carregando algo consigo, Subaé tomaria esse algo dela à força, mas não antes de dizer -Me deixe ver isso- e observaria o(s) objeto(s) para tentar compreender o que seria e logo após guardaria em sua bolsa.

Caso a mulher não conseguisse ficar de pé sozinha ele iria até a mulher e a ergueria pelo braço sem nenhuma delicadeza e a levaria até a cama observando todos os pontos citados nos parágrafos acima e tomaria o(s) objeto(s) que ela carregasse caso esse(s) objeto(s) em questão realmente existisse(m).

Feito isso, Subaé iria até a porta rapidamente e trancaria a porta com o intuito de despistar ou ao menos atrasar um pouco o que quer que seja que tenha feito aquilo com a jovem humana.

Tentaria perceber algum barulho que denunciasse a localização da possível besta, mas não perderia muito tempo com isso, faria isso apenas pelo costume de ser constantemente caçado.

Então voltaria até perto da mulher ferida e fitando-a com cara de poucos amigos diria:

-Desembucha logo tudo o que cê sabe! Num é costumeiro que uma moça qui nem ocê saia por aí sozinha nesses horários, então acho bom tu me dar uma boa explicação, e vai ser melhor pr’ocê que nenhum cabra tenha vindo aqui atrás de minha cabeça chifruda.

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MINI AVENTURA / POST 3

Interação & Diálogo





Acreditar na mulher era uma tarefa difícil para o nosso mink. Entretanto um pequeno gesto de respeito mudava a postura de Subaé que já tava era pronto pra passar a pexeira na mulher se ela fosse fazer gracinha, um pensamento justificável dado a série de problemas que ele viveu em vida..

Mas aquilo despertou a compaixão do bode, que então se dirigiu a ela pedindo que ela fosse pra cama, a mulher então ia tentando se levantar mas não conseguia direito, era facil notar que quando ela levantava a força das pernas não era suficiente pra se manter de pé e ela logo fraquejar indo de volta pro chão, com isso ele logo apoiou ela nele e levou até a cama.

Ele olhava se a mulher tinha qualquer coisa consigo ou mesmo se estava grávida. Consigo ela não carregava nada, mas aquela barriga era sim de gravidez… A coisa tava sinistra pra aqueles dois, ele então fazia o sensato, pedia pra a mulher se explicar, ela de inicio parecia levemente pensativa em como demonstrar qual era a situação, mas não estava em posição de esconder nada ali.

Ela ouvia aquilo e tossia um pouco de sangue, sua barriga não tinha cortes o que indicava que provavelmente aqueles arranhões nos braços foram tentando defender seu bebê. -Eu fui atacada por um homem lobo, ele era enorme, tinha uns 2 metros, acho que ele é amigo do meu ex, meu ex me abandonou e não quer que eu tenha esse filho.- ela falava aos poucos, tossindo um pouco entre cada fala,.

Ela parecia estar mesmo fraca, e não tinha qualquer ar de mentira. Mas antes que ela fosse continuar a historia, a porrada na porta derrubava ela de uma vez só e uma voz rouca alta, que soava agressiva dizia. -Finalmente farejei a cadela!!- quando ele olhasse era exatamente o que ela descreveu.

Um colossal mink lobo de na verdade 2,50m, ele estava aparentemente desarmado exceto pelos braceletes metálicos que devia usar para bloquear golpes, ele tinha garras gigantescas nas mãos e pés. Seus dentes nem se fala rapaz, eles eram afiadíssimos, cada presa parecia um facão.

O bicho se aproximava dois passos pra dentro da casa e falava diretamente pra Subaé.-Opa, foi mal bodinho, você não parece ser um cabra ruim, mas eu vou ter de te matar, agora que tu viu isso aqui, tenho de te enterrar, mas vou te dar uma colher de chá, se tu for pacifico, eu só corto tua língua e tu segue tua vida.- o mink lobo não tinha nenhum tom de brincadeira em sua voz.

Sua postura era séria e agressiva ele soava determinado, além disso seus olhos claramente pareciam focar a mulher, ele tinha um cheiro característico algo que alguém que sentiu na pele conheceria, era a sede de sangue que ele tinha naquele momento. Um predador agressivo e pronto pra dilacerar tudo, e então ele terminava de falar.-E aí bodinho o que vai ser?- dizia ele como um último aviso.

O cenário era complicado pra ele, mas ainda tinham muitas opções, o lobo tava perto da porta, e havia uma mesa entre os dois, além de claro tinha o lampião que ele usava pra iluminar, ainda uns restos de comida e um prato por ali. Eram poucos recursos, mas que davam pra se valer de alguma coisa, mas só quem podia decidir como agir diante desse momento era o próprio homem.

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MensagemAssunto: Uma visita indesejada   [MINI-Subaé] OXE! agora a aventura começa mesmo! EmptySex 29 Jan 2021, 05:03

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Subaé mal podia acreditar na situação em que o destino lhe colocou. Lá estava ele, protegendo uma humana de outro ser animalesco.
Pensou que aquilo só podia ser uma piada.

Pensou que seria bem mais fácil matar aquele lobo de uma vez se tivesse consigo ali alguma pistola ou carabina, já que preferia usar armas de fogo, mas aquele momento de perigo lhe excitava mais do que qualquer outra coisa, mesmo só tendo consigo uma espada velha.

O que lhe incomodava de verdade eram outras duas coisas.
Não suportava a ideia de privar uma criança do direito de nascer, principalmente diante do motivo que lhe foi dado. O egoísmo de um simples homem de merda.
Ele não fazia aquilo pela mulher, mas sim pela criança.

Analisaria o cômodo em busca de talheres. Colheres, garfos, mas o que ele procurava mesmo era(m) alguma(s) faca(s).

A segunda coisa que incomodou-lhe bastante foi ser confundido com um bode, coisa que por sinal acontece bastante.

-Primeiramente, num sou bode nenhum não visse, eu sou uma Cabra!- Dito isso Subaé daria uma breve olhada na postura do lobo, buscando alguma abertura em seus movimentos. Ele era muito alto, e por isso Subaé sabia que algum ponto fraco aquele lobão tinha -E otra, vou ter que  te dar um pega pra tu aprender não bater em donzela.- Ao falar isso, olhou para cima, encarou o mink lobo e um sorriso de pura maldade estampou-se em seu rosto.


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-De qualquer forma, eu já pretendia matar uns hoje, sabe? Só não achei que o prato de entrada ia ser uma cadelinha barulhenta.

Subaé correria o mais rápido que pudesse em direção da(s) faca(s) caso ela(s) existisse(m) e as recolheria o mais rápido possivel.
Se as facas estivessem perto do prato Subaé o recolheria também, pois ele seria bem importante.  
Se o prato estivesse longe, infelizmente teria que ir atrás do prato depois, já que sentia o instinto assassino do lobo para com a mulher. Felizmente, para Subaé esse instinto também corria em suas veias.
Ele precisava agir rápido.

Se estivesse com o prato, arremesaria-o no lobo como se atirasse um disco. Mirando em seu pescoço, mais especificamente no pomo-de-adão.
A intenção de Subaé seria desviar a atenção do lobo já que o oponente precisaria se defender.

Rápidamente Subaé Atiraria o tanto de facas ou garfos que achou, usando a melhor pontaria que a sua experiência como atirador poderia lhe proporcionar. O foco de sua mira agora era o olho do lobo que estivesse mais fácil de acertar. A intenção seria cegar-lhe de ao menos um olho para diminuir o seu raio de visão.
(Caso Subaé não tenha pego o prato por conta dele estar longe da(s) faca(s) sua próxima ação será essa, sendo o primeiro arremesso no pescoço e o segundo no olho)

Mas essa era só uma distração!! O verdadeiro ataque vem agora!!!

Subaé aproveitaria o tempo criado pela sua distração e avançaria em disparada por trás do lobo cortando-lhe os tendões dos calcanhares com um único e limpo movimento de sua espada.
Não pretendia matar o lobo com aquele ataque, a intenção seria aleijá-lo.
(Se for o caso de não existirem facas ou garfos, itens que Subaé usaria para a distração, o personagem vai priorizar ir atrás do prato para atirar nos olhos do lobo e criar o tempo de distração para esse golpe covarde que ele executaria.)

A postura de combate que Subaé adotaria caso não conseguisse aleijar o mink lobo seria baseada na agilidade, sempre correndo de um lado para o outro, dando-lhe cabeçadas ou espadadas sempre que a oportunidade surgisse, e se aproveitando das possíveis aberturas nos movimentos do lobo. Sempre que possivel tentaria cortar-lhe nos tendões de aquiles.

Caso Subaé Seja atacado, tentaria esquivar-se  sempre que pudesse. Sabia que um tapão em cheio daquele lobo era o suficiente para desmontar qualquer um, e por isso evitaria os ataques do lobo sempre que pudesse, exceto no caso do lobo avançar na mulher.

Se o lobo avançasse na mulher, Subaé tentaria desviar o golpe ou avanço do feminicida atacando-o em movimento. A intenção do movimento seria desviar o golpe do lobo, e não bloquea-lo.

Subaé sabia que não teria força para segurar o golpe de um inimigo tão grande como aquele e por isso usar a velocidade e agilidade parecia uma opção mais inteligente do que a força bruta.

Continuaria Lutando até conseguir aleijar ou ao menos derrubar o inimigo.

Quando o inimigo caísse ao chão, Subaé ergueria a mesa (se assim aguentasse) e arremessaria o móvel na cabeça do mink. E continuaria a espanca-lo (apenas na cabeça) dando uma série de chutes, chutaria com força o maxilar do lobo até conseguir ao menos deslocá-lo.
( não se importaria em quebrar alguns dentes do lobo, assim como quebrar o maxilar também não seria um problema.)

Daria também golpes no lobo usando uma das pernas da mesa que ele recolheria caso ela tenha quebrado.  

Se Subaé chegou ao ponto de estar com o mink lobo em sua frente, caído no chão e com o maxilar deslocado, o Cangaceiro abriria a boca do lobo, puxaria com seus casquinhos manuais a língua do lobo e a cortaría usando a sua espada.
Deixaria o músculo decepado ali no chão junto do antigo dono.

-Pode ficar com ela pra lembrar de mim lá no inferno.

Subaé gostava de brincar com o psicológico das suas vítimas, afinal, se ele ia matar é porque mereciam.

Então, se o mink lobo continuasse no chão...
...Lamentando-se ou inconsciente…
...Subaé enterraria a sua espada no crânio do lobo caído.

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MensagemAssunto: Re: [MINI-Subaé] OXE! agora a aventura começa mesmo!   [MINI-Subaé] OXE! agora a aventura começa mesmo! EmptyDom 31 Jan 2021, 08:42

MINI AVENTURA / POST 4

Combate





A ironia tinha soado alto pra Subaé, estava defendendo uma humana de seu semelhante. Era algo que podia ser só uma piada do destino, mas ele não deixava de puxar o lobo nas palavras. Corrigindo o que o grandalhão dizia, ele comentava de ser uma cabra.

O lobo deixava os olhos semifechados olhando pra ele de modo a observar as características do rapaz. Ele não demorava muito pra dar uma gargalhada e expressar o que pensou.-DAHAHAHAHDAHAHAHADAHHHAH tU É UM PAI DE CHIQUEIRO PORRA!! Tá querendo me enganar é?- e assim ele começava a andar pra cima do mink.

Mas esse estava pronto pra o negócio, ele rapidamente se movia para a lateral alcançando a mesa que estava ali perto, ele começava lançando o prato, que era bloqueado com um movimento só de mão da mão direita do bicho, depois outro prato que era bloqueado pela esquerda.

Ele lançava a única faca que achou diretamente no olho do bicho, movendo rapidamente o braço com seu protetor de pulso visando bloquear agora com o direito e isso era algo que ele fazia com certa facilidade. Mas o momento crucial era o veloz avanço com a espada, feito para desferir um corte no inimigo com agilidade.

Ele queria cortar os tendões. Entretanto o inimigo rapidamente se moveu tentando bloquear com um chute, mas não teve tempo o corte era rápido, isso apenas evitou que o cortado fossem seus tendões mas tomou um corte na panturrilha.

O golpe quando o lacerou fez ele falar.-Você ta doido? Agora que eu te lasco mermo.- E no mesmo momento um golpe rápido com a pata, o lobo desferiu um ataque com as garras diretamente nas costas do mink. Ele esquivava do primeiro, mas rapidamente um segundo vinha.

Ele até se movia pra esquivar, mas dessa vez as garras riscavam no seu braço, fazendo um arranhão, o dano era parcial, mas tinha machucado, ô se tinha… Mas nosso caprino, não tinha ficado por satisfeito, aproveitou a oportunidade pra dar uma cabeçada e afastou o bicho pra trás, acertou ele bem no bucho.

Ele ia correndo, pra cá e pra lá, tentando acertar os calcanhares do lobo, que agora já meio que esperava pelos golpes, então ia chutando a lateral da espada pra bloquear, de modo que ele conseguia desviar a trajetória dos ataques.

Ele ia pra cima de Subaé e desferiu um outro golpe de garras, o bode desviava e dava uma cabeçada rápida no ombro do lobo, e finalmente ele achou uma brecha e rapidamente feriu o tendão do lupino.

Porem mesmo de tendão cortado esse sequer caiu, apenas ficou mancando e apesar de aparentemente sofrer com a dor, que estava clara em sua face, era tão determinado que se movia pra atacar ainda.

Ele ia se defendendo agora abaixado dos ataques, até ter o outro tendão cortado, agora sim Subaé podia tentar usar a mesa, ele levantava ela pra bater contra o lobo mas, ele bateu com as duas mãos contra a mesma, o resultado era claro a madeira se partia em duas, uma força descomunal. Dado isso vinha a segunda ideia, era um golpe com a perna da mesa, mas o lobo simplesmente bloqueou e a quebrou com a força do movimento.

A raiva tomou conta do olhar do Lupino, ele estava rendido e não iria conseguir se defender completamente. Ele falava então em alto e bom som.-Tu quer me matar moleque? Pois crie coragem e use sua arma!! Se vai ficar de lenga lenga, ta me dando chance de te matar. Eu não vou me render até ta morto, e cada tempo que tu perder, é um segundo a mais pra eu ter chance de te pegar.- Ele não tava brincando, ele parecia suportar a dor de uma maneira bem magistral.

E apesar de ele aparentemente estar com dificuldade pra andar ou levantar, talvez ele ainda conseguisse fazer algo. Era arriscado que ele realmente deixasse o lobo vivo, ele não ia conseguir simplesmente brincar com o animal ali naquela situação, ele tinha de ser bem preciso com isso.
.+

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