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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Caçadoras Eternas: Pesar Crescente!

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AutorMensagem
ADM.Tidus
Duque Azul
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ADM.Tidus

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MensagemAssunto: Caçadoras Eternas: Pesar Crescente!   Caçadoras Eternas: Pesar Crescente! - Página 6 EmptyTer 12 Jan 2021, 22:35

Relembrando a primeira mensagem :

Caçadoras Eternas: Pesar Crescente!

Aqui ocorrerá a aventura do(a) revolucionária Azura V. Pendragon. A qual não possui narrador definido.


Equipe One Piece RPG

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AutorMensagem
Wild Ragnar
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MensagemAssunto: Re: Caçadoras Eternas: Pesar Crescente!   Caçadoras Eternas: Pesar Crescente! - Página 6 EmptySex 19 Fev 2021, 18:10


As informações obtidas na mente da agente Hanna adicionavam mais dúvidas do que respostas. Buscando compreender melhor tudo aquilo, a revolucionária voltava a mergulhar naquela escuridão, e dessa vez a experiência que ela tinha era diferente da anterior. As memórias pareciam estar desbotadas, com algumas rachaduras no meio, como se fossem um espelho que alguém dera um soco. Não apenas isso, mas em alguns momentos elas passavam aceleradas, em outras, em câmera lenta, fazendo com que a noção de tempo de qualquer um se deturpasse.

Na primeira memória que Mao via, Hanna estava em um porto, de frente a um navio, assinando um documento declarando que havia recebido o modelo AV-04. Uma caixa alta estava sendo carregada para dentro do barco, mas de repente a memória era quebrada em vários fragmentos, que após um instante se juntavam novamente, mostrando a próxima. Já em alto mar, o agente Kan a convencia a abrir a caixa. De fato, o ciborgue dentro dela era o que havia sido destruído pela Comodoro.

A cada nova memória, as rachaduras aumentavam, assim como a coloração ficava ainda mais desbotada. Na terceira memória, as rachaduras começavam a atrapalhar a visão de Mao, mas ela ainda conseguia identificar o que estava ocorrendo. Hanna estava junta de Caius Vermyllion mais uma vez. O rapaz de olheiras profundas estava xingando horrores um tal “pedaço de lixo” fazendo com que Hanna gargalhasse e o avisasse. – É melhor você não deixar o agente chefe ouvir você falando dele dessa forma. Ele não lida muito bem com ofensas. – Tirando um maço de cigarros do bolso, ela completou – Ademais, se conseguirmos realizar essas missões, é bem provável que consigamos ser promovidos para a CP-9. É uma boa oportunidade.

A memória mais uma vez era quebrada, e uma nova começava a ser reconstruída, mas as rachaduras eram muitas, e o “espelho” começava a se quebrar novamente antes que Mao conseguisse ver qualquer coisa. Saindo da mente da agente, a revolucionária tentava acordar a mulher mas não conseguia. De volta a realidade, Mao requisitava caneta e papel, e Wander tirava um bloquinho de notas do bolso da jaqueta, a entregando. – Tente se lembrar de todos detalhes possíveis. – Comentava ele, observando o que ela escrevia apoiando o papel na parede, e ouvindo sobre o que ela havia visto.

Após ouvir tudo que ela tinha a dizer, ele ficava em silencio por alguns instantes, o semblante sério. – Tem certeza que ouviu as palavras Volstok, Presidenciável e Agente Chefe? – Questionava ele finalmente, buscando confirmação, e então suspirava para si mesmo. – Siigh, essa vai ser uma noite longa.

Saindo da cela acolchoada, Sagashi estava ali. O homem havia acompanhado os dois sem praticamente ser percebido, mas não entrara na cela. Ao vê-lo, Wander disparava – Chame o Picasso, diz que precisaremos das habilidades dele hoje. – e lá ia Sagashi, correndo pelos corredores. Se virando para Mao, o comandante completava - Quanto a você, é melhor ir comer e descansar. Um desenhista irá procura-la para que você tente descrever a aparencia dos dois agentes que você viu. Tenho que verificar algumas coisas. Amanhã na primeira luz do sol mandarei alguém chamá-la para uma reunião.

Deixando Mao sozinha, Wander também saía apressadamente.

---

O elogio feito por Azura tirava um sorriso do rosto daquele homem barbudo, que acenava com a cabeça entusiasticamente e começava a martelar com ainda mais força. A própria comandante após encontrar os materiais que precisava, começava a forjar suas armas também. Dois arcos e um machado. Horas se passavam e o castelo se tornava silencioso. Quando ela finalizava seu trabalho, o homem de barba ruiva ainda estava ali e após se despedir dele, ela ia em direção ao próprio quarto, local que parecia fazer uma eternidade desde a última vez em que ela pisara lá.

Os corredores do castelo eram iluminados por tochas, e estavam em sua grande maioria desertos. Ao encontrar uma patrulha, o par de celestiais com quem havia jogado mais cedo, Azura lhes dava uma ordem. - Peça que Alice e Elliot me encontrem em meu quarto por favor!

– Olá para você também. – Comentava um deles em um tom brincalhão, o que o fazia receber uma cotovelada do outro, que por sua vez respondia de forma mais adequada. – Sem problemas comandante.

Quando ela se afastava, alguns sussurros entre os dois chegavam aos seus ouvidos junto a um vento frio que soprava por ali. – A essa hora da madrugada? Ouvi dizer que ela e uma cabo se beijaram pelo corredor mais cedo, essa comandante revolucionaria é bem assan... - - Sheeew! Cala a boca! Quer nos colocar em problemas? Não temos nada a ver com isso! - - Ah, mas ela podia nos convidar tambe... Ouch! –

Ao chegar em seu quarto, Azura poderia ver que tudo estava exatamente como ela deixara da última vez. Mais ninguém havia entrado ali em sua ausência. – Grrr – Soou um som vindo da sua barriga, já que tirando a akuma no mi, a última refeição dela havia sido o café da manhã do dia anterior. Alguns minutos se passavam, e uma batida na porta soava.

– Azura? – Era a voz de Alice. Ela e Elliot estavam ambos ali, com as caras cheias de sono, sem entenderem muito bem o porquê de terem sido convocados.
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Alek
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MensagemAssunto: Re: Caçadoras Eternas: Pesar Crescente!   Caçadoras Eternas: Pesar Crescente! - Página 6 EmptySab 20 Fev 2021, 04:57





Capítulo XI

Ato XVI




Parecendo um pouco preocupado com as informações que eu repassava a ele, Wander já indicava uma nova ordem a Sagashi, que estivera esse tempo inteiro posicionado ao lado de fora da cela acolchoada, aparentemente esperando o fim do interrogatório mais silencioso que possivelmente veria em sua vida. - Sim senhor, comandante. - Responderia a meu tio Wander, fazendo uma usual continência após receber as indicações do que eu deveria fazer daquele momento em diante.
Após aquilo, relaxaria os músculos e deixaria a tensão dos ombros escapar. Despediria-me de Wander Winterfell com uma reverência rápida e então deixaria aqueles corredores, relaxada, em direção a cozinha. Estava bastante feliz por ter sido tão útil para conseguir aquelas informações para o meu tio, e talvez daquela maneira fosse possível que ele me enxergasse como uma pessoa mais adulta e capaz de arrumar possíveis problemas, o que era algo que, apesar de todo o tempo que eu havia passado em treinamento com o meu pai no último ano, eu ainda parecia ter dificuldades para demonstrar ao tio Wander que era uma pessoa forte agora.

Ao chegar na cozinha, faria uma rápida busca por quaisquer alimentos rápidos que pudesse obter, como queijos, pães, frutas, pedaços de carne e salada, e sem muita habilidade para isso tentaria montar um sanduíche com aquelas coisas, colocando-as todas dentro do pão e montando de forma que a estrutura toda não desequilibrasse com facilidade. Olharia orgulhosa para a minha criação, e então pegaria um outro pedaço de carne, cortando-o em pedaços e colocando-os em uma vasilha pequena com o meu sanduíche, levando-os comigo para o meu quarto.

Ao chegar em meus aposentos, abriria a porta e rapidamente me dirigiria até a janela. Olharia em volta uma única vez, em busca dos "Lordes do Caos", que tinham vindo comigo de Chaos até aqui, à pedido de meu pai. Já fazia algum tempo que não os via, mas imaginava que, como piratas, talvez estivessem tendo que se comportar de uma maneira bem diferente daquela a que estavam acostumados em sua ilha de origem, visto que estavam sob ordens minhas de agir de acordo com a moral e ética dos Revolucionários, ao menos por hora. Na janela, a abriria por alguns instantes e então faria um longo assobio, dando uma olhada também na belíssima e vertiginosa vista que teria do abismo. - VUUUUUUUUUSHIU! - Chamaria, vocalizando aquele assobio com dois dedos na boca como auxílio para executá-lo, e então aguardaria próximo do parapeito da janela. Caso Valor aparecesse, acolheria-o em meus braços e então o colocaria em cima de meu criado-mudo, não sem antes fechar a janela. Ao lado dele, colocaria a possível vasilha com os pedaços de carne, deixando que ele se alimentasse enquanto eu mesma começaria arrancar à mordidas pedaços de meu sanduíche.

Caso o pintor indicado por Wander chegasse em meus aposentos, deixaria que ele entrasse. - Tá aberta. - Diria, ao ouvir possíveis batidas. Tentaria facilitar o seu trabalho o máximo possível, e assim que fossem necessárias as minhas descrições dos sujeitos, indicaria ao homem. Levaria o sanduíche até a boca, arrancando um pedaço pequeno e mastigando algumas vezes antes de engolir, e somente após fazê-lo, falaria. - Loiro, branco, hétero, cis... - Começaria, após isso indicando outras características mais marcantes no que tinha visto de sua postura, roupas, corte de cabelo, possíveis marcas no rosto ou corpo, cor dos olhos, formato do rosto, do nariz e da testa, e tamanho das bochechas. Esse último era bastante importante na minha opinião leiga. Descreveria por todas essas etapas as características do agente chefe, e então do tal Caius, na sequência, apenas alternando que, para o último, citaria a cor de cabelo e pele que possuía, se fossem diferentes das do agente chefe. Uma outra mordida, e então tentaria devorar o sanduíche cada vez mais rápido, mastigando ainda com bastante cuidado, mas rapidamente, até triturar o alimento na boca. Esperaria que os desenhos fossem feitos, e então diria se estavam condizentes. Se não estivessem de acordo com a imagem mental que tinha deles, ajudaria o pintor a corrigir os possíveis erros, mudando uma coisa ou outra até que estivesse satisfeita com o resultado final.

Caso conseguisse finalizar os desenhos com Picasso, levaria-o até a porta. - Boa noite, viu? Muito bom trabalho. - Diria, despedindo-me e então retornando para a minha cama. Faria algumas carícias em Valor, verificando se ele já teria terminado de comer e então tirando a vasilha de cima do criado-mudo para que ele tivesse espaço para dormir ali. Pegaria o copo com água da noite anterior, tirando-o de cima do outro criado-mudo, caso ainda estivesse lá, e daria alguns goles, deixando um pouco de água para derramar na palma de minha mão esquerda e levar até o bico de Valor, deixando que ele saciasse a sua sede também. Por fim, deitaria e tentaria tirar uma soneca rápida.

Pela manhã, caso fosse acordada para ir participar da reunião que o comandante Wander tinha falado a respeito na noite anterior, rapidamente me colocaria de pé, sem me preocupar em trocar de vestes nem nada do tipo. Apenas traria Valor, indicando a ele que poderia subir e se agarrar em meu ombro esquerdo. Daquela maneira, seguiria para onde seria realizada a reunião, passando pelos corredores do castelo em uma possível nova manhã de atividades. Dessa vez, teria cuidado para não esbarrar em nenhum apressado pelo corredor, e tentaria chegar na sala de reuniões sem maiores problemas. - Bom dia, flores do dia. - Diria, sorrindo, ao entrar na sala e puxar uma cadeira para me sentar. Tentaria sempre manter o espírito da equipe e dar uma levantada no clima geral da discussão. - Será que hoje tem sol? - Perguntaria, dando uma risada irônica já sabendo da resposta antes de começar a reunião de fato. Assim que ela começasse, no entanto, manteria-me séria e confirmaria quaisquer informações que eu pudesse confirmar para aqueles ali presentes, ou tiraria possíveis dúvidas.

Caso esbarrasse com Azura em qualquer momento durante a madrugada, lhe lançaria um sorriso grato. - Ei, amanhã cedo hein. - Completaria, com um falso tom de seriedade que rapidamente se abriria num sorriso zombeteiro.







Objetivos:
 
NPCs:
 




Meu Histórico:
 

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Falas de Players Aliados
Falas de NPCs Aliados
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MensagemAssunto: Re: Caçadoras Eternas: Pesar Crescente!   Caçadoras Eternas: Pesar Crescente! - Página 6 EmptyDom 21 Fev 2021, 09:01




 Caçadoras Eternas: Pesar Crescente!



O trabalho na forja estava concluído, diferente das outras vezes não sentia meu corpo suado por conta das altas temperaturas e o trabalho físico, e a exaustão em meu corpo não provinha do calor, mas sim do trabalho físico. “Esses poderes… me surpreendem, não sofrer mais com o frio ou com o calor é maravilhoso!” Pensava saindo da forja após me despedir do velho que cuidava do local naquele turno.

Andando pelo castelo, percebia que já era tarde, é claro que a luz do sol naquele nível provavelmente não tocaria, e claro além da forja, mas a iluminação do local provinha das tochas que estavam penduradas pela parede. Conforme ia andando, sentia as chamas que estavam nas tochas me chamassem, ou que a pulsação vindo delas sincronizavam as do meu coração, de fato os poderes da akuma no mi, ou benção de Prometheus tinham me tornado um fenômeno da natureza ambulante.

Logo mais a diante pelo corredor, via os dois celestiais que tinha conhecido em outro momento no jogo de cartas, logo dava um breve sorriso para eles em seguida das ordens para encontrar Alice e Elliot. Ambos acatavam o pedido sem reclamar, se afastando indo em direção onde ambos os minks estavam, fazia o mesmo indo em direção das escadarias que levavam ao meu quarto. Mas assim que iniciava meus passos escutava os murmúrios vindos deles, claramente eles se enganavam com as minhas intenções.

“Vejo ambos como meus protegidos ou até como meus filhos, nunca via eles dessa forma!” Pensava sem falar nada, até por que tarde da noite assim eles poderiam julgar da forma que quisessem, poderia ser qualquer coisa meu motivo de convocação, mas bem que poderia ser algo mais quente, fazia muito tempo que não tinha uma animação.

“Desde que cheguei nessa ilha é trabalho atrás de trabalho, mas essa é minha missão, destruir a escuridão…” Pensava enquanto subia os degraus que iam para meu quarto, erguia minha mão direita mostrando a palma, a cada degrau emanava um pouco das minhas chamas, pensando na luz que agora eu carregava, e a benção que tinha dado as armas que eu carregava.

Assim que chegava em meu quarto percebia que estava tudo em seu devido lugar, dava uma breve suspirada levando as armas até minha cama colocando elas em cima da mesma, em seguida para iluminar o local me aproximaria das tochas, e com pequenas bolas de fogo tentaria ascender as mesmas, e por fim o lustre principal que daria o máximo de iluminação do quarto, soltando pequenas bolas para cada vela que havia na mesma, assim que terminasse daria um belo sorriso e com uma bola de fogo um pouco mais concentrada jogaria na lareira para que pudesse ascendê-la.

- Até que esse poder tem suas utilidades! Falava colocando as mãos em minha cintura, minha barriga começava a roncar, olhava para baixo levando a mão direita a barriga, havia algum tempo desde que tinha comido algo, mas antes que eu pudesse procurar por qualquer fonte de comida escutava alguém me chamando.

Na porta do quarto estava Alice e Elliot, claramente ambos estavam cansados, acordados em meio a noite, dava um breve sorriso para os mesmos, fazendo sinal para que entrassem. - Vamos entrem, puxem uma cadeira! Assim me viraria indo em direção a minha cama, sentando em sua borda ao lado das armas.

- Desculpa ter chamado vocês tão tarde da noite, mas creio que isso seja um assunto importante, e não poderia deixar para amanha! Minha voz estava mais amigável do que o comum, o fato era que estava um pouco nervosa, apertava o lençol da cama com uma das mãos, desde que tinha começado a ter aquelas visões, e que Urias tinha se apresentado para mim, eram pouquíssimas as pessoas que sabiam oque eu era, ou melhor dizendo que eu era.

Alice tinha presenciado o momento em que recebia a manopla e a armadura, então para ela não seria nenhuma novidade ou tão pouco me julgaria como doida, mas muitos que escutassem aquilo poderiam facilmente me chamar de lunática ou coisa do tipo.

Dava uma breve suspirada, em seguida olhava para ambos. - Bom, vamos lá, como sabem sou uma guerreira vinda de Amazon lily, mas isso não é tudo… Dava uma pausa olhando para o anel que estava em meu dedo, o anel do céu aquele que simbolizava o meu destino. - Sou reencarnação de Urias, uma guerreira que viveu a milhares de anos atrás, a missão dessa guerreira é lutar contra a escuridão que vem ganhando força no mundo, e como a escuridão é algo que de tempos em tempos ganha cada vez mais força, ela escolhida pelos deuses reencarna para poder, e eu sou a guerreira dessa geração! Dava um breve resumo para eles, mais focado em Elliot por conta de nunca ter conversado com ele sobre isso.

- Contudo, chegou o momento de escolher guerreiros que agem diretamente sob minhas ordens, aqueles que carrega, a minha vontade, os denominados Mandamentos. Falava olhando para eles, esperava que estivessem entendendo oque estava falando, em seguida me levantava. - E assim, não convidei vocês tarde da noite para poder contar uma historinha dessas, mas sim para poder pedir a vocês que se tornem meus mandamentos, que me sigam nas mais perigosas batalhas, que possam agir em meu nome, e assim eliminar a escuridão! Terminava de falar fechando meu punho enquanto emanava chamas em meus olhos.

- Alice, por você ter uma grande preocupação, não só comigo, mas com todos em geral, a vontade de ajudar os outros, e sempre se esforçar ao melhor, quero que seja o mandamento do Altruísmo, e para simbolizar isso trouxe uma coisa! Abaixava meu punho enquanto falava, em seguida me virava abrindo as armas que estavam enroladas em tecido, pegava o arco Luna.

- Esse é o arco Luna, bom ao menos a representação dele, abençoado com as minhas chamas em sua formação, esse arco representará seu mandamento o Altruísmo, esse tipo de arco foi utilizado a muitas eras atrás por uma amazona altamente habilidosa, chamada Veklani, espero que aceite! Entregaria o arco para a garota em seguida dando um beijo na testa da garota.

- Eliot, por você ser uma pessoa doce, inocente, e de uma alegria empolgante, sem maldade ou malícia em seu coração, quero que seja o mandamento da pureza! Assim como para Alice eu tinha algo para Elliot.

- O Machado de combate Dafne, nomeado em homenagem a amazona que um dia foi amada pelo próprio sol, claro que a original foi empunhada por Balefrost uma das portadoras do anel do sol, e ele vai representar seu mandamento, assim como Dafne era pura! Falaria entregando o machado caso o rapaz aceitasse, em seguida acariciaria a cabeça do garoto como sempre fizera com o mesmo.

- Agora vão dormir, amanha vai ser um dia cheio! Dispensaria os dois, depois de escutar tudo que eles tinham para falar.

Depois da pequena reunião com os dois minks, levaria eles até a porta, em seguia iria até minha cama, retirando o arco que tinha feito para Mao de cima da mesma, e colocando ao lado da minha cama. Em seguida me deitaria, olhando para o teto com a sombra das chamas dançando, erguendo minha mão direita puxaria as chamas das tochas e das velas que iluminavam o quarto, deixando apenas a lareira acesa.

No outro dia tentaria acordar o mais cedo possível, abrindo meus olhos me levantaria da cama, seguindo até meu banheiro, onde tomaria meu banho, limpando todo o meu corpo, e tratando da minha higiene pessoal. Estava precisando tomar um banho bem relaxante, era tanta coisa estressante que estava acontecendo naquela ilha.

Saindo do banho, seguia de volta para o quarto, colocaria minha armadura, e minhas botas, por último mas não menos importantes minhas manoplas que emanavam suas próprias chamas. “Ahhrrrr, Com dois dos mandamentos escolhidos, estou um pouco mias tranquila, agora é encontrar Wander e Luis para decidir oque temos de fazer!” Pensava terminando de colocar as manoplas, seguia para o lado de minha cama, pegando o arco que tinha feito para Mao, caso encontrasse ela, era um bom momento para presenteá-la.

Saindo do quarto, seguiria para o refeitório, tinha ido dormir com fome, e estava na hora de me reabastecer, no refeitório olharia quem estivesse por lá, em seguida iria na direção da comida pegando um pão doce, o que era o suficiente para me satisfazer. Em seguida, caminharia comendo o pão, e tentando encontrar algum dos comandantes, caso não encontrasse, perguntaria para algum revolucionário onde encontraria os outros comandantes, e caso informassem, eu seguiria de encontro com eles. Assim que chegasse em algum deles começaria a falar. - Como foram as comemorações? Dava um breve sorriso. - Acho que agora está na hora de falarmos de assunto sério, que tal a reunião!? Assim esperaria oque eles tinham para falar, e os seguiria e escutaria oque eles tinham a falar.

Historico:
 

Akuma no mi:
 

Tecnicas Normais:
 

Tecnica suprema:
 

Vantagens e desvantagens :
 

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Wild Ragnar
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MensagemAssunto: Re: Caçadoras Eternas: Pesar Crescente!   Caçadoras Eternas: Pesar Crescente! - Página 6 EmptyTer 23 Fev 2021, 23:03


Ao chegar em seus aposentos, Mao usou suas habilidades para procurar pelos piratas que seu pai enviara para lhe ajudar, e os avistava reunidos em um salão, comendo e bebendo junto de ninguém menos que Laluzi e seus homens. Parecia que mesmo que Azura houvesse rejeitado a ideia de uma festa, a festa estava ocorrendo mesmo sem ela. Assobiando para chamar Valor, alguns minutos se passaram antes que a ave aparecesse, tão silenciosa quanto a neve que caía a sua volta. Juntos, os dois comeram a comida que Mao pegara na cozinha e pouco depois soou uma batida na porta. TOC TOC.

Com a permissão de Mao, um homem de meia idade entrava. – Boa noite, o Comandante Wander me mandou para fazer um retrato falado de pessoas que você viu. – Avisava o homem, que logo se sentava e pegava alguns papeis em branco e um lápis. E assim, uma serie de perguntas tinha início. – Qual estatura? Qual raça? Qual cor da pele? Qual cor do cabelo? Qual faixa de idade? Tem alguma característica marcante? Cicatrizes? Marcas? Barba? Acessórios? – e ainda muitas outras, buscando saber detalhes como textura do cabelo, formato dos olhos, tipo de sobrancelha, desenho do nariz e boca. Se os lábios são mais finos ou carnudos.  

O tempo que levou para conseguir desenhar não foi curto, e quando Mao conseguia reconhecer os dois agentes nos papeis, até mesmo a festa dos piratas já tinha acabado. - Boa noite, viu? Muito bom trabalho. -

- Boa noite para você também senhorita. Levarei os desenhos de imediato ao comandante. – Se despediu ele, deixando que a cabo pudesse finalmente ir dormir. O sono era leve, e parecia durar pouco, já que ela acordava com outras batidas na porta e a voz de Sagashi. TOC TOC. – Senhorita Mao? – TOC TOC. – Senhorita Mao? A reunião está para começar!

Quando Mao abria a porta, o loiro não estava ali a sua espera. Teria ele escutado ela se levantar e devido à pressa ido fazer mais alguma coisa? Ou nem mesmo esperara? Qualquer que fosse a razão, Mao estava de pé, e junto de um Valor tão silencioso como sempre, ia até a sala de reuniões, onde algumas pessoas já estavam sentadas em torno de uma mesa. - Bom dia, flores do dia. Será que hoje tem sol? – disse ela, cumprimentando a todos.

- Bom dia Mao. Acho difícil, muito difícil. – Respondia Luis com um bocejo.

- Uma tempestade está chegando. – Dizia Wander de forma soturna, enquanto Laluzi meramente acenava fracamente. Parecia estar com uma grande ressaca.

---

Enquanto Mao recebia Picasso em seu quarto, Azura também recebia duas vistas. Alice e Elliot. Ouvindo a comandante chama-los, eles adenravam o quarto e se sentavam. - Desculpa ter chamado vocês tão tarde da noite, mas creio que isso seja um assunto importante, e não poderia deixar para amanha! – Dizia Azura.

- Tem alguma missão para nós? – Questionava Elliot se ajeitando na cadeira, sentando mais reto.

- Precisa de mais algum remédio? – Alice ia em outra direção, parecendo preocupada.

- Bom, vamos lá, como sabem sou uma guerreira vinda de Amazon lily, mas isso não é tudo… Sou reencarnação de Urias, uma guerreira que viveu a milhares de anos atrás, a missão dessa guerreira é lutar contra a escuridão que vem ganhando força no mundo, e como a escuridão é algo que de tempos em tempos ganha cada vez mais força, ela escolhida pelos deuses reencarna para poder, e eu sou a guerreira dessa geração!

Um silencio estranho se fazia no cômodo, e enquanto Elliot tinha os olhos arregalados, completamente cativada em um misto de espanto e admiração, como quando alguém está escutando uma história muito boa, Alice parecia mais descrente, e até mesmo olhava sorrateiramente em direção a porta.

- Contudo, chegou o momento de escolher guerreiros que agem diretamente sob minhas ordens, aqueles que carrega, a minha vontade, os denominados Mandamentos.

O olhar de Elliot não mudava, enquanto Alice dizia um – Ceeeerto... – Meio arrastado.

- E assim, não convidei vocês tarde da noite para poder contar uma historinha dessas, mas sim para poder pedir a vocês que se tornem meus mandamentos, que me sigam nas mais perigosas batalhas, que possam agir em meu nome, e assim eliminar a escuridão!

- Ohhh! Eu aceito, eu aceito! – Pulava Elliot da cadeira, se empolgando, mas Alice permanecia em silencio.

- Alice, por você ter uma grande preocupação, não só comigo, mas com todos em geral, a vontade de ajudar os outros, e sempre se esforçar ao melhor, quero que seja o mandamento do Altruísmo, e para simbolizar isso trouxe uma coisa! – Dizia azura, pegando um dos arcos que havia forjado naquela noite.

- Esse é o arco Luna, bom ao menos a representação dele, abençoado com as minhas chamas em sua formação, esse arco representará seu mandamento o Altruísmo, esse tipo de arco foi utilizado a muitas eras atrás por uma amazona altamente habilidosa, chamada Veklani, espero que aceite!

Ao ver aquele arco, a medica não conseguia se conter, o pegando nas mãos e o inspecionando. Sua cara de desconfiada agora era uma de espanto e admiração. Olhando do arco para Azura, de Azura para o arco, e então de volta para Azura, ela questionou com a voz meio fraca. – Tem certeza disso? É um presente muito valioso eu n... – A mulher estava prestes a rejeitar o convite, mas nos olhos flamejantes da comandante ela via uma convicção que mexia com ela. Podia até achar o papo de reencarnação meio louco, mas era aquela determinação de lutar pelos revolucionários que a fez mudar as palavras que sairiam pela sua boca para um firme – Eu aceito. Obrigada pelo convite.

- Eliot, por você ser uma pessoa doce, inocente, e de uma alegria empolgante, sem maldade ou malícia em seu coração, quero que seja o mandamento da pureza! O Machado de combate Dafne, nomeado em homenagem a amazona que um dia foi amada pelo próprio sol, claro que a original foi empunhada por Balefrost uma das portadoras do anel do sol, e ele vai representar seu mandamento, assim como Dafne era pura!

O garoto já havia aceitado o convite, e ao receber a arma, a abraçava de forma até perigosa. Estava absolutamente encantado. Com tudo resolvido, Azura se despedia de ambos e ia se deitar, dormindo bem pouco e levantando antes mesmo do sol raiar. Após se arrumar, ela seguia para o refeitório, onde poucas pessoas estavam acordadas e comendo. Mastigando um pão, ela via um homem loiro vindo em sua direção. – Comandante Azura! Comandante Azura! O Comandante Wander convocou uma reunião. Pode me acompanhar? – Se ela se recordasse do homem que estava com Mao na noite anterior, reconheceria o loiro. O acompanhando, ela logo alcançou o local.

- Como foram as comemorações?

- Boas até demais. – Respondia Laluzi com um sorriso amargo.

- Acho que agora está na hora de falarmos de assunto sério, que tal a reunião!?

- Sim, sim, estamos todos presentes agora. – Respondia Wander. Sentados à mesa, além dele, estavam Laluzi, Luís, Mao, e o rapaz loiro que se chamava Sagashi.

---

- Infelizmente o comandante Eugênio não pôde se ausentar da posição dele na cidade e retornar a tempo para a reunião, mas já tem um conhecimento geral sobre o que iremos conversar e decidir hoje. - Com todos presentes na sala de reuniões, sentados na mesa, Wander iniciava, e então acenava para Sagashi, que por sua vez se levantava e começava a distribuir pastas para os outros. Dentro de cada pasta estavam folhas com informações. – Após conversar com nossos superiores, chegamos à conclusão de que o governo está realizando uma operação enorme nessa rota da Grand Line, visando atacar todas as ilhas que não estão sob sua jurisdição de uma vez só. – Começou a dizer o Comandante.

– As informações proporcionadas por Mao nos levam a acreditar que a marinha irá atacar tanto Penumbra quanto Chaos dentro de alguns dias, mas por enquanto não sabemos mais do que isso. Já enviamos avisos aos regentes locais. –  Nesse momento ele dava uma olhada rápida para Mao, já que o pai dela, e irmão dele, era um desses regentes. – Por outro lado, a operação deles aqui contava com a assistência de um cientista chamado Volstok e dos ciborgues criados por ele. Posso confirmar que devido à ... personalidade da Comodoro Ana, eles não estarão vindo por um bom tempo.

– Enquanto isso significa que temos tempo para nos preparar e nos fortalecer, não muda o fato de que mesmo se nós todos atacássemos aquela mulher juntos, não venceríamos. Muito pelo contrário, talvez tivéssemos algumas baixas em nossos Ranks. –
As palavras dele eram pesadas e não visavam poupar os sentimentos de ninguém ali.

– Eu e Laluzi juntos conseguimos na melhor das hipóteses conter ela se nos juntarmos em combate, mas qualquer adição é inútil. A não ser que fiquemos mais fortes, ou que o exército envie alguém mais forte, tudo que podemos fazer é continuar trabalhando com a população para os converter para nossa causa, facilitando assim a mudança de poder quando a hora chegar, pois mesmo que essa hora não seja agora, ela vai chegar! – Dando um leve murro na mesa, ele demonstrava a confiança que tinha em um dia conseguir derrotar aquela mulher.

Após dar uma pausa breve, continuou – Em Yaoli Ehecalt acreditamos que o governo pretende manipular algum supernova para causar caos na ilha, usando a oportunidade para intervir. Mas não passa de especulação nossa. – Suspirando levemente, ele chegou no ponto em que queria. – Isso nos leva às informações das pastas. Pindorama. Clã caçador Presidenciável. CP8. A célula que nós temos lá chamada de Cangaceiros. Aí estão todas as informações que conseguimos organizar nessa noite. A sub-general Katherine pediu para que nós enviemos um grupo para ajudar os cangaceiros, já que somos a outra base mais próxima e os mais prováveis de chegar a tempo. Peço que leiam tudo antes de perguntar algo, e se alguém desejar a missão de não apenas deter os agentes do governo e caçadores de recompensa, mas também de ajudar o comandante Lampião a destronar Gilberto II e pôr um fim à escravidão, pode se pronunciar. Quem for terá que sair hoje e mesmo assim pode ser que chegue tarde demais.

Com isso ele fazia silencio para permitir que os outros lessem as informações recolhidas e se manifestassem.

Pindorama - Informações:
 

Imperador Dom Gilberto II - Informações:
 

Coronel Aureliano de Sá - Informações:
 

Capitão Marcos Tadeu - Informações:
 



Agente Chefe do Governo – ???:
 
Agente da CP8 – Caius Vermyllion:
 



Clã Presidenciável:
 

Dust - Informações:
 

Vana - Informações:
 

Mr. MM - Informações:
 

Riaj - Informações:
 

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MensagemAssunto: Re: Caçadoras Eternas: Pesar Crescente!   Caçadoras Eternas: Pesar Crescente! - Página 6 EmptyQui 25 Fev 2021, 18:13




 Caçadoras Eternas: Pesar Crescente!



Tentava deixar o clima no quarto o mais agradável possível, não para mim, mas para Elliot e Alice, eles não tinham sido abençoados, então o frio poderia ser um problema para ambos, apesar de serem minks. Logo então a dupla aparecia e a conversa se iniciava, o ritmo e as reações eram melhores do que eu esperava, e o fato de ambos terem aceitado me deixava bem mais tranquila, um sorriso podia ser visto em meu rosto.

“Não sei quantos serão os meus mandamentos, mas creio que escolhi certo os dois primeiros!” Pensava enquanto eles saiam do quarto, me deixando sozinha para que pudesse descansar.

O restante da noite tinha sido tranquila, a pesar da fome, não tinha tido nenhum pesadelo ou sonho, acordava antes que o primeiro raio de sol adentrava o quarto. “Acho que não descansei muito!” Pensava levantando o meu busto, olhando para a janela do quarto com a escuridão da ilha em sua imensidão, suspirava, já que não tinha oque fazer, havia muita coisa para se resolver, não dava para ficar dormindo.

Logo então para não demorar, me arrumava e em seguida saia do quarto, a barriga dava algumas roncadas, talvez o principal motivo de não ter conseguido dormir mais. Com isso seguia em direção ao refeitório, o caminho estava vazio, oque era de se esperar, ainda estávamos pela madrugada, me surpreenderia se o castelo tivesse movimentando naquele horário.

Assim chegava ao refeitório, o local estava um pouco mais movimentado que os corredores do castelo, mas nada exagerado, provavelmente algumas pessoas que estavam fazendo ronda, e pararam para um pequeno lanche. Pegava um pedaço de pão para poder saciar minha fome, o gosto estava bom como de costume, as massas que a cozinha do castelo faziam eram das melhores. “Tão bom quanto o de ontem!” Pensava me afastando.

Enquanto caminhava pelo refeitório, um homem loiro vinha em minha direção, rapidamente parava e olhava para o mesmo, e sem rodeios o rapaz informava que Wander havia me convocado para uma reunião. “Achei que ia demorar mais para iniciar!” Pensava dando a última mordida em meu pão, em seguida acenava positivamente com a cabeça para o rapaz.

Chegava onde aconteceria a reunião, aparentemente todos os comandantes estavam presentes, incluindo Mao e Lazuli. Caminhando pela sala a minha primeira pergunta era sobre as festividades da noite anterior, Lazuli logo informava que tinham sido muito boas, assim me tirando um pequeno sorriso enquanto passava por ele. Em seguida me sentava cruzando minha perna direita em cima da esquerda, recostando e falando que estava na hora de falarmos de assunto sério.

Wander concordava com minha fala, falando que todos estavam presentes, menos o comandante Eugênio, franzia minha testa, pois nunca tinha escutado esse nome, ao menos do tempo que estava na ilha. “Um outro comandante? Será que ele estava fora da ilha?” Pensava enquanto o comandante-geral fazia sinal para que o garoto loiro entregassem pastas para cada um de nós.

Enquanto as pastas eram distribuídas, Wander começava a falar sobre um suposto plano do governo, aquilo fazia com que eu arqueasse uma de minhas sobrancelhas, um plano ambicioso por assim dizer, mas se tratando do governo mundial não duvidava de mais nada. “Mas algumas dessas ilhas são neutras, ou tendem para o lado do governo!” Pensava analisando as falas do comandante.

- Até entendo um ataque contra Chaos, mas Penumbra até onde entra meu conhecimento não era uma ilha de caçadores de recompensa? Estava realmente com duvida, até onde tinha visto das memórias de Mao a ilha era noventa e nove por cento de caçadores, o governo queria eliminá-los também? Ou simplesmente a regência dessa ilha mudou de mão?

Em seguida as informações sobre Arstotzka, apesar de a ilha estar sob controle do governo obviamente eles querem nos subjugar, e pelo que parece estão tendo a ajuda de algum cientista. “A força da mulher que está comandando a marinha nessa ilha, é inegável, sozinha já lidou com Wander e com Lazuli, não creio que posso lidar com ela ainda.” Pensava apertando o punho com tudo, apesar de me achar forte, e não gostar da ideia de ficar pisando em ovos quando o assunto era aquela mulher, contra os fatos não ha argumentos.

- Não posso negar que estamos ficando cada dia mais forte, seja em números com as pessoas entrando em nossa causa, quanto em nossas forças individuais, mas a mulher além de forte é esperta! Dava uma pausa olhando para os demais na sala, logo em seguida soltando um suspiro. - Além de é claro que a condição de derrota de vocês ter sido algo bem merda, e ela sabia como aproveitar isso! Ter tido Wander e Lazuli caindo nas mãos dela não ajudava muito o moral de nosso exército.

Dito tudo isso, o assunto foi em direção a Pindorama, o nome da ilha tinha sido recorrente em minha vida em Arstotzka, a ilha já foi citada na mensagem que Elsa tinha passado, além de encontrar cartas e mensagens vindas de lá nos esconderijos do governo, e o principal, o governo estava trazendo escravos de lá para mão de obra para a guerra em Arstotzka, só me fazia lembrar, que ela era uma ilha desprezível.

Wander citava os grupos que se encontrava na ilha, mas no momento em que ele citava a senhora Katherine, meu olho brilhava, fazia muito mas muito tempo que não tinha notícias da mulher, muito menos de onde ela se encontrava. “Ela sabe que eu estou aqui?” Pensava enquanto Wander falava que a mulher tinha dado ordens para que ajudássemos a célula que estava agindo na ilha.

O comandante então complementava falando sobre as informações contidas na pasta, e que devêssemos ler antes de nos prontificar ou fazer qualquer pergunta. “Se a senhora Katherine quer alguém lá, esse alguém deve ser eu, essa ilha já estava em minha mira, mas aprece que a situação dela está mais urgente que aqui em Arstotzka!” Pensava puxando o arquivo para ler.

A primeira pasta era um grande conjunto de informações da ilha, sua cultura geografia e regente, e é claro o grande fator que abria meus olhos, um poneglyph, assim como aqui nessa ilha o governo deve estar atrás da grande pedra contendo a informação sobre o passado local. “Se aquela mensagem que encontrei estiver certa, lá terá outro Poneglyph e certamente o governo deve estar querendo pôr as mãos!” Pensava passando para os próximos arquivos.

Um conjunto de informações sobre a regência e seus guardas, não podia negar que pareciam ser homens bastante habilidosos, e aquilo fazia ficar excitada, quebrar escravocratas era um dos trabalhos que eu mais gostava de fazer. - Parece que temos um conjunto de almofadinhas, que estão precisando… Bom se queimar! Falava dando um sorriso para os demais da sala.

O próximo conjunto de pastas tirava meu sorriso do rosto, assim que via aquele nome
Vermyllion, já sabia que coisa boa não era, nunca tinha escutado o seu nome Caius, mas o fato era que assim também não sabia o nome do verme que estava tramando aqui nessa ilha. “São como vermes, se um Vermyllion está agindo a escuridão está a sua volta, é definitivo, vou para aquela ilha!” Pensava ao terminar de ler as fichas dos agentes, aquilo era o suficiente, já estava decidida e não iria ler a ficha dos caçadores.

- Acho que já tenho as informações que preciso, eu irei para Pindorama, por dois motivos, o primeiro por ser uma ordem de minha mestra, e se tem uma coisa que não ignoro é a intuição dela! Falava dando uma pausa me levantando. - O segundo motivo é o Vermyllion da ilha, não o conheço, mas se essa família tá envolvida pode saber que as coisas são bem piores do que se imagina, Mao mesmo sabe disso! Me afastava ao terminar de falar indo em busca de algo para beber, se não houvesse alcool, pegaria minha pequena garrafinha a abrindo e dando alguns goles.

- A ilha tem um conjunto de coisas que eu já estava de olho, a escravidão era um deles, e com a adição dessas informações, sei que prometi ficar até resolver a guerra que estamos travando, mas deverei me ausentar e lidar com a situação de Pindorama! Falava voltando a me aproximar da mesa, estava determinada, e esperava que nenhum outro comandante tentasse tomar meu lugar.

- Mao, sei que veio para ajudar seu tio, mas a situação em pindorama precisa de nós, principalmente pela família de quem nos tirou alguém amado está envolvido, creio que suas habilidades lá serão muito uteis, as minhas são um pouco mais… Destrutivas! Erguia minha mão emanando um pouco de minhas chamas.

A luta em conjunto que tivemos contra a agente do governo tinha sido algo bastante empolgante, nunca tinha lutado daquela forma, e certamente eu e a garota tínhamos uma sincronia, e se agirmos juntas tenho certeza de que poderíamos lidar com qualquer coisa, pegando o arco da garota que estava comigo colocaria em cima da mesa. - Fiz isso pensando em você, é algo simples, mas creio que se formos para pindorama creio que vai ser bastante útil! Falaria retirando os panos e mostrando o arco em cima da mesa. - Espero que goste! Parecia ser o momento perfeito para a entrega.

- Então? Posso ficar com a missão? Levar a célula Wings Of Freedon para auxiliar os cangaceiros? Um sorriso podia ser visto em meu rosto, e chamas em meus olhos, como se estivesse bem excitada para agir sob o comando de Katherine novamente.

Historico:
 

Akuma no mi:
 

Tecnicas Normais:
 

Tecnica suprema:
 

Vantagens e desvantagens :
 

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MensagemAssunto: Re: Caçadoras Eternas: Pesar Crescente!   Caçadoras Eternas: Pesar Crescente! - Página 6 EmptySex 26 Fev 2021, 07:24





Capítulo XI

Ato XVII




Sem mais delongas, o Comandante Wander começava a explicar a situação em que nos encontrávamos, além de todo o conhecimento adquirido através de suas buscas e do meu auxílio com informações que tinha conseguido obter. As pastas deslizavam pelas mesas, alcançando as mãos de cada um dos presentes na sala de reuniões. Eu olhava para os lados para ver se Isara estaria por ali em algum lugar, mas aparentemente tinha sido deixada de fora, o que não mudava o fato de que eu explicaria aquilo tudo para ela dado seu devido tempo.

Com as mãos frias, abria uma das pastas, contendo as informações a respeito de um tal de Dom Gilberto II, que, surpreendentemente, parecia ser o Imperador daquela ilha chamada de Pindorama, e que utilizava de métodos escravagistas e tinha o apoio do Governo Mundial em sua manutenção sistêmica e no combate contra a célula revolucionária que atuava por lá, os Cangaceiros. "O exército de Chaos... Alguns dos homens de meu pai estão aqui, sob minha ordem..." Ficava um pouco apreensiva quanto àquilo, afinal, ao mesmo tempo que tinha bastante ajuda dos homens que tinham vindo comigo até Arstotzka, dentre eles tinham vários homens fortes e de confiança de meu pai, como Shogo Kawada, Vrowk e Kazuki, e todos eles poderiam ter uma grande utilidade na defesa de Chaos ao lado de meu pai... Ao mesmo tempo que eu imaginava que poderiam ter um papel fundamental ao meu comando.

Olhava diretamente para Wander ao ouvir que ele citava Chaos, cruzando olhares de preocupação com ele enquanto ouvia ele prosseguir, mantendo-me respeitosamente em silêncio. Ele prosseguia falando algumas coisas sobre alguma outra ilha da qual eu não entendia o nome e que mais parecia um engasgo, e eu aproveitava para trocar pastas com os outros presentes na reunião, passando a ler então as informações a respeito do Clã Presidenciável e os seus membros. De todos, o que parecia mais me chamar a atenção e levantar uma certa curiosidade vinha a ser aquele Rei do Gado, por ficar realmente surpresa com a sua akuma no mi, no entanto, isso mudava completamente quando eu passava a prestar mais atenção em Vana, cuja habilidade era completamente fora do normal. "Esse poder..." Eu sequer conseguia completar o meu raciocínio. Ficava extremamente assustada com um poder daquele, que, se bem usado, poderia vencer qualquer batalha antes mesmo de seu início. "O poder de mudar o mundo." Era a maneira como eu encaixava algumas habilidades como aquela, que, se bem utilizadas, poderiam ser capaz de um enorme impacto no mundo como um todo.

O Comandante Wander finalizava as suas explicações com uma espécie de convite, e um até que emergencialismo no tom. Um sorriso surgia aos poucos em meu rosto, esticando-se a partir de meus lábios. O desafio parecia ser enorme, e eu estava cada vez mais adorando fazer parte daquilo. Seria como uma possibilidade de colocar as minhas habilidades em prática em um nível extremo, e realizar uma mudança impactante no mundo pela primeira vez. Com as minhas próprias mãos. "E com o meu intelecto." Pensava, ao mesmo tempo que sentia como se a presença de Alucard habitasse em mim. Aquela não era uma simples missão, mas uma guerra. Uma guerra contra um Império de injustiças e opressão. Uma guerra que não seria vencida com apenas força bruta, e eu sabia que deveria agir com extrema cautela e me preparar bastante. Uma falha poderia resultar em muitas perdas.

Então ouviria Azura falar comigo sobre a necessidade de nossa presença em Pindorama, e aquela acabava sendo o gatilho final para o que viria a fazer em seguida. - Estou dentro. - Diria, sem hesitar, levantando-me de minha cadeira ao afastá-la para trás com as coxas e pousar a palma da mão destra com forma sobre a mesa a frente, tomando cuidado com Valor sobre o meu ombro esquerdo. Novamente, era quase como se um outro alguém estivesse tomando aquelas ações por mim. A excitação que aquela missão estava me causando era capaz até mesmo de reviver as memórias que eu tinha de Alucard Vermillyon e da forma sempre lógica que ele costumava lidar com as coisas. Essa deveria ser eu, em prol do sucesso da missão.
Veria então que Azura colocava um arco negro sobre a mesa, e entregava para mim no meio daquela situação. - Muito obrigada, Comandante Azura! - Responderia, com um sorriso, recolhendo o arco e segurando-o comigo. Sem dúvidas aquele arco seria de grande ajuda, afinal, aquele tipo de armamento não faria barulho e poderia ser crucial para algum tipo de execução, e até mesmo para que eu pudesse me mesclar melhor numa ilha como uma civil caçadora. Apenas precisava de uma aljava e algumas flechas, e por hora estaria bem mais que satisfeita.

- Comandante Wander... - Chamaria a sua atenção, mantendo as formalidades no meio daquela reunião. - Preciso de algumas coisas já que iremos partir de imediato... E sobre o bando pirata que veio comigo, os deixarei aqui sob suas ordens. São a ajuda que meu pai lhe enviou, então creio que deverão ficar com você. - Diria. Com certeza não seria difícil para o Wander lidar com aqueles piratas, visto que antes o próprio Comandante fazia parte daquele bando e devia ter alguns conhecidos entre os piratas, o que certamente facilitaria a comunicação com o grupo.

- Eu preciso de... - Seria algo que falaria somente em caso de a reunião se dar por encerrada e precisarmos de fato zarpar o quanto antes. Nesse caso, faria uma breve pausa para pensar rapidamente nos itens que precisava de última hora. - Um estojo de maquiagens, uma aljava com algumas flechas, Isara, e... - Faria uma outra breve pausa, pensando que o item que pediria na sequência talvez não fosse tão necessário, mas com certeza seria bem útil. - Talvez uma peruca ruiva. - Finalizaria. Lembrava-me muito bem da maneira como Alucard trabalhava com invasões daquele gênero, e o disfarce provavelmente seria a alternativa que ele escolheria, até mesmo para manter a minha identidade segura e poder agir como uma carta na manga no momento mais apropriado. E, pelo o que eu podia lembrar, ainda tinha comigo as máscaras que eu e ele tínhamos utilizado em Penumbra para evitar ser reconhecidos pelos caçadores da ilha.

Por fim, tentaria ouvir o que mais teria a ser dito na reunião, e, caso tudo estivesse pronto para seguir, seguiria para os meus aposentos para que pudesse me preparar e recolher as roupas que tinha deixado em meu armário, socando-as todas em minha mochila, também me despedindo dos homens de meu pai. - Vocês podem continuar aqui, sob cuidados do Comandante Wander. Não se preocupem, eu ficarei bem. - Diria, confiante, tentando evitar despedidas muito emocionantes.







Objetivos:
 
NPCs:
 




Meu Histórico:
 

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Falas da Mao
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Falas de NPCs Aliados
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MensagemAssunto: Re: Caçadoras Eternas: Pesar Crescente!   Caçadoras Eternas: Pesar Crescente! - Página 6 EmptyDom 28 Fev 2021, 06:01




Tá rocheda, tô nem vendo
Pode crer, Mao, você merece um prêmio...
Comandante Wander.



Na sala de reuniões, Azura questionava o que era dito e Wander dava uma leve tossidinha antes de explicar melhor. – COFF COFF. Eu me manifestei errado ao dizer atacar todas ilhas. O que realmente quis dizer era que o governo mundial está tentando reafirmar sua dominância nessa rota sem ter oposição. Em Penumbra, ilha que eles nunca demonstraram nenhum interesse, eles estão enviando a marinha. Como é um local dominado por caçadores de recompensas, a probabilidade é que a marinha vá estabelecer um QG pequeno, colocando alguém para supervisionar a ilha.

O comandante não esperava que fossem interpretar suas palavras de forma tão literais, já que algumas coisas bastavam apenas que se pensasse a respeito. Ainda assim ele explicou melhor de forma paciente. – Chaos é dominada por piratas, então a forma que a marinha agirá deixa pouco espaço para dúvidas. Em Pindorama e aqui existe a nossa presença, sem contar no “estranhamento” recente entre Dom Gilberto e o governo. Então em ambos casos não existe um ataque direto às ilhas, mas sim às nossas células. Yaoli Ehecalt também não está diretamente sob controle deles, mas é preciso de um motivo para que eles intervenham.

- Nós não sabemos o motivo do governo estar agindo assim nessa rota em específico. Faz parte de um plano maior? É algum caso isolado? Eles estão à procura de algo? – Finalizando à resposta para a pergunta de Azura, ele completou. – Qualquer que seja o motivo, nós devemos detê-los, e não apenas isso, mas obter as respostas. Tenham isso em mente.

Com todos lendo as informações, era justamente a comandante com o controle sobre o fogo que se manifestava primeiro oferecendo-se para levar sua célula até Pindorama. Não apenas isso, mas ela convidava também Mao para acompanha-la e a filha do Caos aceitava o convite. - Preciso de algumas coisas já que iremos partir de imediato... E sobre o bando pirata que veio comigo, os deixarei aqui sob suas ordens. São a ajuda que meu pai lhe enviou, então creio que deverão ficar com você. –

- Sem problemas. Para ser sincero a as coisas aqui devem ficar em um impasse durante um tempo, enquanto a batalha em Chaos pode ser mais urgente. Por isso eu acho que eles deveriam voltar para auxiliar Gokudera lá. Eu enviarei também alguns homens extras com eles, não muitos, mas é o que posso fazer agora.

- Eu preciso de... Um estojo de maquiagens, uma aljava com algumas flechas, Isara, e... Talvez uma peruca ruiva. -

- Quando acabar a reunião você pode ir ao depósito do castelo e ver se lá tem o que precisa. - Mesmo que a sobrinha fosse sua subordinada indireta, através de Eugênio, e ao aceitar o convite de Azura por conta própria pudesse parecer não ter consideração para com ele, o homem não se importava. Com poucas palavras ele reverteria isso, e de fato, ele tinha outros planos para ela.

- Está decidio então, a célula da comandante Azura, a Wings of Freedom irá a Pindorama auxiliar o comandante Lampião e os cangaceiros. Além dela, a major Mao irá levar um grupo próprio representando a célula de Arstotzka. – Dando um sorrisinho de lado, ele olhava para a sobrinha. – Você ouviu corretamente, com as informações obtidas, você obteve os requisitos para ser promovida à major, o que a permite liderar homens sob o meu comando. Pode escolher até doze homens abaixo da sua patente nesse castelo para acompanha-la.

- Além disso, considerando a importância das informações obtidas, desde a descoberta da aparência do agente chefe do governo até da operação nesta rota, eu recomendei que você receba uma medalha Rank Paradise-Tier3, informante, e seja promovida à comandante. Ou muito ao menos a Tier2. – Mesmo que tentasse não transparecer, havia uma ponta de orgulho na voz de Wander. – Os superiores ficaram de analisar e você deve receber uma resposta quando chegar em Pindorama.

Com a reunião chegando ao fim, Mao ia ajeitar seus pertences para a viagem e procurar os piratas de seu pai para se despedir deles, mas todos estavam dormindo. Ao entrar no dormitório deles, ela podia sentir um cheiro forte de álcool e ouvir roncos altos. Ela poderia acorda-los para se despedir, ou deixar que Wander explicasse a situação depois.
off:
 

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MensagemAssunto: Re: Caçadoras Eternas: Pesar Crescente!   Caçadoras Eternas: Pesar Crescente! - Página 6 EmptySeg 01 Mar 2021, 12:11




 Caçadoras Eternas: Pesar Crescente!



Parecia que as informações iniciais não estavam completamente certas, ou então Wander havia cometido um equívoco com suas falas, tanto com a situação de Penumbra quanto de Pindorama. Não que o governo não tinha planos para aquelas ilhas, mas pareciam ser mais suavizadas do que esperava. “Ao menos penumbra não corre perigo, já o nosso pessoal em Pindorama…” Pensava terminando de escutar mais algumas palavras vindas de Wander.

- Se tratando do governo, eu não duvido de nada, quando se refere a controlar ilhas, ou apagar evidências, tudo isso pode ser uma fachada para algo maior, que significa pior obviamente! Falava batendo com os dedos da mão direita em cima da mesa da reunião.

O restante da reunião seguia de forma tranquila, por assim dizer, não gostava do fato dos Vermillyons terem dedo em toda aquela situação, além da ordem vir de minha mestra, um conjunto de coisas, que me faziam tomar a frente daquela missão, e seguir para Pindorama ajudar com a situação lá. - Espero que consigam manter as pontas aqui, enquanto eu estiver fora! Falava assim que Wander confirmava as ordens a serem seguidas, em seguida o comandante dava as felicitações para Mao que agora era uma Major, aquilo também tirava um sorriso em meu rosto, sabia que a garota tinha um grande dom, e que ela era uma grande aliada para a revolução.

- Fico feliz por você Mao, aos poucos comandaremos juntas! Falava com um grande sorriso, Wander por sua vez dava mais algumas informações, parecia que o rapaz estava empolgado com sua sobrinha na revolução, não que Mao não merecesse, a garota de fato tinha conseguido muitas informações. “Nepotismo talvez?” Me perguntava a dar uma pequena risada, mas não importava, quanto antes Mao conseguisse chegar a comandante melhor seria para nós duas, e falando em informações.

- Antes que me esqueça, eu não terminei de ler a respeito ao clã que foi contratado para caçar nossos irmãos, vou levar os arquivos para ler durante a viagem! Falava me levantando, em seguida estendendo o braço direito até os arquivos que falavam do clã de caçadores, seria bom saber com oque estávamos lidando além do Vermillyon. Assim agarraria os arquivos, e daria alguns passos em direção a porta da sala. - Vou convocar meus rapazes, e como sabe parte das forças que consegui nas empreitadas das pequenas vilas, estão em meu comando, creio que vão ser bastante uteis nessa cruzada que vamos fazer, levarei alguns deles, mas não se preocupe não retirarei todas as suas forças! Dava uma pequena piscada para o comandante seguindo pelo corredor.

“Se Mao vai levar doze pessoas com ela, precisaremos de mais alguns, talvez uns vinte, o número de inimigos é bem grande, melhor prevenir do que remediar!” Pensava caminhado pelo corredor, mas a questão era quem eu deveria convocar, é claro que Elliot e Alice estariam junto comigo, recém-nomeados mandamentos, deveriam seguir comigo para as próximas missões.

“Jake, Tom e Pietra, são membros da célula dessa ilha, não posso levar eles apesar de ter uma sinergia bastante agradável com eles, precisarei de carne nova, talvez o tritão e os dois celestiais que encontrei mais cedo, se não me engano eles são os que recrutei no meio da multidão!” Os três seriam interessantes, tinha sentido uma aura bastante agradável vindo deles, e ver eles em ação não seria ruim.

- Obadiah, Oseias e Zepar se não me engano! Falava comigo mesma caminhando pelos corredores do castelo. Além deles permitiria que Alice e Elliot escolhessem os outros que vão com a gente para Pindorama, assim que encontrasse algum revolucionário pela frente, o pararia esticando a mão esquerda. - Por favor, convoque Alice e Elliot em meu nome, e se puder falar com Obadiah, Oseias e Zepar, também quero falar com eles, diga a eles que estarei esperando por eles em meu quarto, tenho uma missão para eles! Falaria para que dessa vez não fosse confundido com uma festinha.

Assim seguiria em direção ao meu quarto, precisava preparar minhas coisas, logo mais tínhamos de sair. “Pegar minhas coisas, dar as instruções para eles e convocar o restante!” Pensava ao adentrar no quarto, mas o lado bom que não era tanta coisa assim para pegar, boa parte dos meus pertences já estava comigo, oque tinha de pegar era o restante do meu dinheiro, no qual então assim fazia.

Assim que batessem em minha porta, permitiria que entrassem, esperava ver todos os rostos que tinha pedido para serem convocados, com um sorriso no rosto seguiria em direção a minha cama, onde me sentaria em sua beira cruzando minha perna direita em cima da esquerda.

- Desculpa convocá-los assim tão cedo, mas temos algumas emergências, vocês foram escolhidos para me acompanhar junto de Mao, até a ilha de Pindorama, nossos irmãos os cangaceiros estão precisando de nossa ajuda! Dava uma pausa olhando para casa um deles. - E como bons irmãos, vamos estender as mãos para eles, Alice, Elliot como denominados mandamentos, estão diretamente sob minhas ordens, e a cima dos demais, como precisamos ser ágeis, preciso que vocês encontrem mais ou menos mais quinze a dezessete pessoas, que estejam livres para nos acompanhar, lembre-se, prioridade aqueles que conseguimos trazer dos resgastes e da batalha contra os piratas! Dava um grande sorriso esperando que ambos entendessem suas atribuições, agora não eram meros membros da célula tinham cargos que só respondiam a mim.

- Os demais, convoquei, pois o momento que tive com vocês, mesmo que breve, me chamaram bastante atenção, gostaria mais de ver oque são capazes, é claro estou convocando para uma possível guerra em outra ilha, caso não tenham estômago, não precisam ir, só me falar! Dava um sorriso sádico, colocando a mão direita em cima da minha perna.

- Muito bem, dispensados, reúnam suas coisas, Alice e Elliot, não esqueçam de convocar as outras pessoas, estou contando com vocês! Dava uma piscada com meu olho direito para ambos. - Encontro vocês na frente do castelo para que possamos ir para o barco! Assim dispensava todos eles.

Assim que ficasse sozinha no quarto novamente, seguiria calmamente até a janela, olharia para o lado de fora. “A segunda missão passada pela Katharine, bom espero que ela saiba que sou eu que está indo para Pindorama!” Apoiava minhas suas mãos em frente a janela, sabia que aquela missão era importante, não só pelo fato de ser atribuída pela minha mestra, mas porque acabar com uma ilha escravista apoiada pelo governo seria um grande feito para nós.

- Preciso ficar mais forte! Falava ao me afastar da janela, sabia que os inimigos que seriam encontrados naquela ilha poderiam ser bastante perigosos, além da comodoro Ana estar aqui, precisaria voltar mais forte do que sai. “Talvez possa aprender mais uma daquelas habilidades do governo, alguma que pudesse fazer minhas movimentações mais livres!” Pensava indo em direção a porta, já com minhas coisas, talvez na viagem possa ter o momento para aprender algo interessante, ou poderia aprender coisas novas com os irmãos do cangaço.

Assim sairia do quarto o trancando, em seguida caminharia em direção da saída do castelo, esperando encontrar todos que fossem para a viagem, e assim dar inicio a nossa cruzada para Pindorama.
Historico:
 

Akuma no mi:
 

Tecnicas Normais:
 

Tecnica suprema:
 

Vantagens e desvantagens :
 

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Capítulo XI

Ato XIX




Recebia aquelas informações com um enorme sorriso no rosto. O Comandante Wander estava me recebendo com uma incrível informação a respeito dos resultados de meus esforços para conseguir as informações que os revolucionários daquela ilha tanto queriam. Daquela maneira, ele havia me indicado ao sucesso em uma missão, e eu estava, portanto, sendo promovida a Major. - Obrigada, Comandante Wander! - Respondia, elevando a mão destra até a testa, mantendo o corpo ereto em uma espécie de continência.

Como se aquilo já não bastasse para a minha comemoração, eu teria as honras de comandar um grupo de revolucionários sob o nome de Wander, como a Célula de Arstotzka, e aquilo já me fazia pensar com algum cuidado a respeito dos nomes que eu tentaria trazer para o meu grupo de subordinados, afinal, se eram 12 homens, deveriam ser escolhidos com muito cuidado e com algumas restrições que eu deveria pensar com certo carinho.

- Sagashi pode ser um desses doze? - Perguntaria a Wander, já desviando o olhar para o garoto Sagashi e esperando também por sua aceitação.



Já em meus aposentos, a despedida aparentemente não iria ocorrer tão bem quanto eu havia previsto. Os piratas de meu pai estavam todos dormindo, aparentemente após uma boa noite de farra. Iria, pelo menos, até a cama de Isara, e a cutucaria caso ela estivesse por ali, tocando a sua testa com a ponta de meu dedo indicador com uma certa intensidade incômoda. - Arrume suas malas, querida… Iremos em uma missão secreta. - Diria, baixinho, em um de seus ouvidos.

Deixaria Valor por sobre a cabeceira de minha cama apenas por tempo suficiente para que eu pudesse organizar as minhas malas. Infelizmente eu teria que deixar alguns itens para trás, coisas que já não mais eram necessárias em meu arsenal. As mãos passavam pelo tecido da roupas que eu organizava, dobrando-as com cautela e arrumando espaço em minha mochila, quando eu passava por um conjunto interessante ali no meio. - Isso é… - As roupas de Sargento da marinha ainda estavam por ali, dobradas e guardadas bem ao fundo de meus outros pertences desde a época em que eu tinha feito parte daquela força militar do governo. - Pode ser útil. - Guardaria o conjunto em minha mochila, tomando um pouco mais de cuidado com ela enquanto que uma ideia de infiltração passava a surgir em minha mente. “Preciso pensar direito nisso.”

Após organizar o conteúdo de minha mala, tentaria conseguir algum papel e caneta pelas escrivaninhas ali e escreveria uma pequena carta. “Sentirei saudades. Digam ao papai que estou bem.”, e a deixaria por sobre o criado-mudo da cama de Shogo Kawada, o Mancha Negra.
Sairia do quarto em silêncio, com a mochila sobre as costas e então voltaria a procurar o Comandante Wander, utilizando até de minha visão mágica ou de meu Haki da Observação se necessário para não perder muito tempo. - Eu tenho algo a perguntar… - Diria, tentando formular um pouco de minhas ideias antes de realmente cuspi-las. Lembrava-me de ter encontrado Wander há alguns dias durante o resgate de Lazuli, e junto dele ter massacrado um grupo de marinheiros utilizando de algumas táticas de camuflagem na neve para armar uma armadilha. Lembrava-me também que alguns deles ainda tinham ficado vivos e eu até mesmo tinha invadido suas mentes para descobrir algumas poucas informações relevantes antes de os levarmos presos. Talvez… - Você lembra do dia do Resgate ao Lazuli…? A armadilha que fizemos foi naquela vila à caminho desse castelo… Será que seria possível conseguir seus uniformes? - Perguntaria, sendo um pouco mais direta de início e então tentando explicar a minha ideia com mais calma. - Pelo menos uns quatro conjuntos de uniformes e as credenciais desses marinheiros… Nomes, número de identificação e tal. Vocês pegaram algo assim dos corpos?

Tinha uma certa esperança de que sim. Afinal, eram marinheiros que, com os uniformes bem lavados para que perdessem suas manchas de sangue, possivelmente poderiam ser usados como disfarces úteis em Pindorama por mim e por alguns dos que fariam parte de meu pequeno grupo de revolucionários. Após ouvir a resposta de Wander, traria uma nova questão, que possivelmente era um pouco mais pesada que a anterior. - o Ex-Agente Kan… Eu quero que ele faça parte do grupo que eu irei liderar. - Informaria, esperando mais para ver a reação de Wander quanto aquilo, visto que Kan era um ex-agente que fora apreendido por mim na tentativa de armar bombas pelo castelo. No entanto, após conversar com ele e “revelar minhas cartas”, ele mesmo também tinha sido o responsável por me informar a maneira correta de desativar as bombas, e apenas queria a segurança das prisões do Exército Revolucionário para que não viesse a ser alvo do Governo Mundial como forma de queima de arquivo.

- Eu acredito que ele vá aceitar trabalhar comigo. Tivemos um bom entendimento da última vez. - Diria, e caso Wander concordasse, seguiria até a cela da prisão de Kan, caminho este que eu já estava até que bem habituada a seguir, visto que já tinha ido outrora me certificar de que este estava recebendo bem os seus alimentos. - Tirem as algemas dele. - Diria para o carcereiro, e então olharia para o interior de sua cela. - Soldado Kan, estarei lhe recrutando para agir sob meu comando. - Abriria um sorriso e, ao ter a cela aberta e as mãos do homem desalgemadas, estenderia a mão destra a ele, em uma espécie de aperto de mão. - Eu precisarei do seu intelecto, de suas habilidades furtivas e de seu humor ácido. Seja bem vindo. - Diria, se fosse o caso, e o guiaria junto de Sagashi para que conseguisse roupas decentes e uma alimentação boa.

- Imagino que no tempo de vocês aqui já tenham conhecido alguns indivíduos interessantes… - Diria a Isara e Sagashi quando tivesse a oportunidade após recrutar Kan. Confiava bastante em ambos para que tomassem boas decisões dali pra frente e tivessem um pézinho a mais de responsabilidade. - Eu preciso que recrutem outras nove pessoas para o nosso grupo. Escolham homens e mulheres dentre aqueles que se destacam nas missões de furtividade e disfarce, e que estejam dispostos a entregar seus corações pelo sucesso da missão. - Diria, com certa calma ao escolher minhas palavras, afinal, não queria também comandar um grupo de suicidas. Sorriria ao passar por esse pensamento bobo em minha mente, deixando que Sagashi e Isara seguissem para fazer o que havia pedido.

Por fim, passaria pelo tal depósito do castelo, pedindo por indicações de soldados pelo caminho, afinal, não lembrava de ter passado por aquele local antes. Ao chegar, tentaria ser o mais discreta possível, e realizar minhas buscas da maneira mais objetiva. - Prepare o seu disfarce também. - Diria a Kan, caso ele estivesse comigo. De qualquer maneira, buscaria por kits de maquiagem, perucas brancas e ruivas, roupas comuns e uma aljava com algumas flechas, guardando tudo isso em um espaço que teria deixado extra em minha mochila, com exceção da aljava, que manteria nas costas, presa por um suspensório que tomaria a diagonal de meu tronco.

Ao ter tudo pronto, seguiria para a entrada do castelo, esperando pelos outros que também iriam naquela viagem e também pelo retorno de Isara e Sagashi. - Vocês já ouviram a lenda do Kraken? - Diria, como uma forma de trazer alguma conversa rápida para quebrar o gelo enquanto esperaria. É claro que não era o melhor momento para trazer aquele assunto à tona, visto que estaríamos prestes a iniciar uma viagem marítima, mas era exatamente por aquele motivo que eu o diria.






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