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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Caçadoras Eternas: Pesar Crescente!

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ADM.Tidus
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ADM.Tidus

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MensagemAssunto: Caçadoras Eternas: Pesar Crescente!   Caçadoras Eternas: Pesar Crescente! - Página 5 EmptyTer 12 Jan 2021, 22:35

Relembrando a primeira mensagem :

Caçadoras Eternas: Pesar Crescente!

Aqui ocorrerá a aventura do(a) revolucionária Azura V. Pendragon. A qual não possui narrador definido.


Equipe One Piece RPG

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AutorMensagem
Kenshin Himura
Comandante Revolucionário
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MensagemAssunto: Re: Caçadoras Eternas: Pesar Crescente!   Caçadoras Eternas: Pesar Crescente! - Página 5 EmptyTer 09 Fev 2021, 22:44




 Caçadoras Eternas: Pesar Crescente!



Acordava com o balançar das chamas das tocas iluminando meu rosto, ainda não sabia onde estava, minha última memória era estar do lado de fora do castelo, ao lado do abismo lutando contra a barata gigante. Me recostava na cama, escutava a voz de Luis informando onde me encontrava, minha cabeça latejava em conjunto de minha perna. “Mas é claro!” Minha consciência ia retomando com a fala do comandante.

Mas é claro, tinha ficado tanto na enfermaria, que não lembrava a última vez que tive o luxo de dormir em meus aposentos no castelo. - Acho melhor trazer todas as minhas coisas de volta para cá e fazer daqui meu quarto oficialmente! Proferia com um singelo sorriso para o comandante.

Mas antes que pudesse me pronunciar dos acontecimentos do lado de fora do castelo, Wander aparecia sendo ríspido e direto, aquilo fazia eu arquear minha sobrancelha esquerda em surpresa, em seguida Lazuli aparecia me parabenizando, usava o meio tempo que ele falava pegando o medicamento que Alice havia me entregado para tomar uma das pílulas. - Apenas fiz o necessário mediante a ameaça ao castelo! Falava diretamente voltando a me recostar ao engolir o medicamente. - Mas agradeço a felicitação! Um sorriso bem confiante, estava em meu rosto.

A final ver Lazuli de pé a minha frente me deixava mais tranquilizada, o rapaz não havia tido muita sorte nos últimos tempos, capturado pelo inimigo e depois quase morto durante a fuga. - Ainda bem que você está vivo, temi pela sua vida quando soube que estava preso, bem que eu gostaria de ter participado da missão de resgate, mas infelizmente tinham coisas demais acontecendo por aqui, ter todos os comandantes longe poderia ser uma jogada arriscada!

Assim que eu terminava de falar, Wander ordenava um revolucionário com um nome um tanto familiar entrasse em contato com Mao para averiguar o fundo do abismo, o mesmo corria para executar o pedido. - Nossa ele tem um nome muito familiar, até achei que o conhecia! Falava dando uma pequena risada.

Luis então falava sobre o rapaz que tínhamos encontrado, e a função dele naquele abismo, não sabia se eles estavam sabendo sobre a misteriosa pedra brilhante, mas eu não falaria sobre naquele momento, queria eu mesma averiguar antes de qualquer coisa. “Mesmo eu estando aqui a muito tempo, essa ilha ainda guarda tantos segredos!” Pensava enquanto o velho falava.

Mas definitivamente Wander estava incomodado com algo, ele cortava Luis sobre o assunto do abismo, e logo falava de assuntos urgentes a serem resolvidos por nós, aquilo me estranhava. O meu medo era que a balança da guerra que tinha dado um puto trabalho de equilibrar, estava tendendo novamente para o lado do inimigo, não gostava da ideia da marinha continuar controlando a ilha, principalmente por estarem agindo de uma forma ditatorial, mantendo todos em uma constante vigília fazendo os habitantes ficarem sem privacidade.

Logo mais Lazuli falava de um suposto rei. - Rei dos jogos? Soltava olhando para o pirata, podia ser visto a curiosidade em meu rosto, ter lidado com um rei recentemente me botou em alerta qualquer um com esse título que esteja pela ilha.

Wander então explicava que tínhamos um infiltrado no castelo, mas não de uma forma convencional, como um espião que conseguiu se misturar em meio a nós, mas sim um agente com uma akuma no mi, que presumo ser das bem nojentas por assim dizer. “Isso tem haver com a agente daquele dia?” Sabia que tinha mais agentes do que aquela que tínhamos lutado para assegurar o castelo, mas graças as batalhas recentes contra Halahj não me permitiram continuar  na luta assim deixando Mao encarregada de lidar contra os agentes restantes.

- Pelo visto ele quer se infiltrar mais a dentro em um posto de comando! Falava levando minha mão direita ao meu queixo, pensando no que poderia ser feito naquela situação, não queria que Mao carregasse o peso do que deveria ser eu a lidar com aqueles agentes.

Levantava minha cabeça lembrando do que Lazuli tinha acabado de falar, graças ao fogo conseguir eliminar parte do veneno da criatura, a qual era um tóxico externo esterilizado pelas minhas chamas, me tornando o pior hospedeiro possível para qualquer tipo de parasita, ou substâncias sensíveis ao calor. “Um movimento arriscado, mas necessário, não posso deixar os outros comandantes correrem o risco assim, se forem fracos seria entregar o ouro ao bandido” Pensava olhando cada um dos que estavam naquele lugar.

- Eu serei a nova hospedeira! Dava uma pausa para que todos me olhassem. - Agora meu corpo é fogo, meu sangue é fogo, assim que esse usuário entrar em mim me queimarei por completo, até que vire cinzas dentro de mim! Falava me posicionando e me levantando da cama, a determinação poderia ser vista em meu olhar. - Sei que pode ser arriscado, mas no pior dos casos, e de todos aqui, sou a que menos conhece os segredos dessa ilha, e assim dar de bandeja para o governo, além do mais eu era a responsável do castelo quando ele adentrou, essa responsabilidade é minha! Falava como um ponto final para que nenhum deles fosse capaz de se opor a minha decisão.

- Me levem até ela, para que assim eu possa acabar com esse problema! As chamas poderiam ser vistas em meus olhos, e dessa vez não era nem metáfora, estava determinada, queria resolver aquilo o quanto antes para que pudéssemos resolver os demais problemas da ilha.

Enquanto seguia para o local, me viraria perguntando. - Me falem desse suposto rei dos jogos! Aquilo tinha me chamado a atenção e queria saber tudo para quando fossemos conversar sobre, já saber oque pensar. Escutaria tudo que tivessem para falar, retirando meu pequeno cantil de bebida e dando alguns goles na mesma, pois se eu estivesse indo para uma possível morte, ao menos poderia tomar uma boa bebida.

Assim que chegasse lá, guardaria o cantil e observaria a situação, olharia para Mao, e aguardaria as instruções de Wander ou outro comandante, do que deveria ser feito, para que o parasita adentrasse em meu corpo.

Historico:
 

Akuma no mi:
 

Tecnicas Normais:
 

Tecnica suprema:
 

Vantagens e desvantagens :
 
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Wild Ragnar
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MensagemAssunto: Re: Caçadoras Eternas: Pesar Crescente!   Caçadoras Eternas: Pesar Crescente! - Página 5 EmptyQua 10 Fev 2021, 04:07


Ao ver Mao meio que o questionando sobre “que coisa” seria aquela, o rapaz loiro fez uma cara de espanto. – Você não ficou sabendo? Todos estão falando nisso! – movendo os braços de forma exagerada, ele não deu tempo para que a mulher respondesse – Um monstro gigante saiu do abismo perseguindo um dos nossos, por sorte a Comandante Azura conseguiu detê-lo, apesar de ter ido parar na enfermaria mais uma vez. Coitada. – Ao dizer aquilo, ele parecia realmente estar cheio de dó da comandante, mas o relato ainda não tinha terminado. – Mas não se preocupe, ela já passa bem! Quando vim, ela havia acabado de acordar.

Andando com a mulher pelos corredores do castelo, o rapaz continuou a tagarelar. – Parece que um dos nossos homens, que foram explorar o lugar há mais de um ano atrás e foi dado como morto, reapareceu fugindo. Infelizmente não resistiu ao ferimento. Mas sabe o que isso significa?! – Obviamente empolgado, ele continuou. – Ainda podem haver outros sobreviventes! E o Rei dos Jogos entre eles! O Rei dos Jogos!! – Os olhos do rapaz brilhavam. No entanto, a atenção imediata de Mao estava dentro da sua mente, em Malase.

Ao ouvir as respostas da mulher, o agente ria de verdade pela primeira vez desde que entrara nela. “Kiiiiishishishishishi!! Eu tento, eu tento. Eu tento mas não aguento. Você realmente acha que consegue me forçar a sair se cortando? Kiiishishishishi! É tão fácil assim? Kiiishishishishi!! Só porque foi o que aconteceu com a outra?? Kiiiishishishishishi! Ahhh!! Não ouviu nada do que eu te disse até agora neh? Certo,certo.” Era difícil saber se a reação dele era real ou se era um blefe, mas fora isso ele não fez mais nada para influenciar a mulher, se calando.

Usando suas habilidades fornecidas pela akuma, a filha do Chaos verificava o perímetro do abismo, e tentava ir até mesmo no interior, mas não obtinha nenhum resultado. Ter que ficar de patrulha durante a noite repetindo aquelas ações não era a pior parte, mas sim a companhia dentro da sua mente. Será que Malase continuaria quieto pelas próximas horas?

---

A conversa entre o alto comando deixava Azura se questionando quem seria aquele tal de Rei dos Jogos, mas o rumo da conversa não dava muito espaço para explicações a respeito dele naquele instante. Ao invés, o foco se voltava para Mao e o agente-parasita.

- Sim, mas infelizmente não pôde retornar da cidade. Alguém tem alguma ideia do que fazer?

- Pelo visto ele quer se infiltrar mais a dentro em um posto de comando!

- Sim, e o problema não é apenas o possível vazamento de informações confidenciais, mas o fato que quem quer que seja o Comandante, estará fadado a ser excluído de informações e missões preciosas no futuro, possivelmente sendo tratado como um prisioneiro dentre o próprio exército. – Luís a respondia, e mais uma vez o grupo ficava em silencio, ponderando.

- Eu serei a nova hospedeira! – As palavras ditas por Azura faziam com que todos os outros se voltassem para ela com olhos arregalados. - Agora meu corpo é fogo, meu sangue é fogo, assim que esse usuário entrar em mim me queimarei por completo, até que vire cinzas dentro de mim!

- Isso é muito arriscado! E se não der certo, o que irá fazer? – Novamente era Lúís quem se manifestava, enquanto Wander se mantinha em silencio.

- Sei que pode ser arriscado, mas no pior dos casos, e de todos aqui, sou a que menos conhece os segredos dessa ilha, e assim dar de bandeja para o governo, além do mais eu era a responsável do castelo quando ele adentrou, essa responsabilidade é minha!

- Isso... isso não apaga o potenc... – Luís continuava a não concordar com a decisão de Azura, até que outra voz soava no ambiente. – Basta! É uma decisão dela, e além disso, há uma chance real de cortarmos o mal pela raiz. Se deixarmos como está, as perspectivas da situação vão se tornar cada vez piores!! – Era Wander quem intervinha, e apesar de todos ali terem posições equivalentes, até mesmo Laluzi que não se enquadrava nos ranks do exército, o real líder e tomador de decisões daquela ilha era ele, Wander. Isso é, a não ser que uma ordem dos superiores chegasse.

Frente ao que era dito, Luís meramente franzia o cenho, temendo que devido às relações familiares e ao passado, Wander estivesse favorecendo Mao e cometendo um erro, mas ainda assim não comentava mais nada. Laluzi, por sua vez, tinha um certo desinteresse no rosto, nada muito aparente, mas ele realmente estava mais focado no assunto que condizia ao abismo e não se importava muito com a questão do agente parasita.

Após um momento, Azura insistia - Me levem até ela, para que assim eu possa acabar com esse problema! – Ninguém mais a contradizia naquele instante, e quando a mulher se levantava, apesar do formigamento na região em que havia sido ferida, ela conseguia andar sem maiores esforços. Seguindo pelos corredores do castelo, Wander liderava o caminho e de alguma forma parecia saber exatamente onde Mao se encontrava. Estaria a maestria no Haki da Observação mostrando seus efeitos ali?

Durante a caminhada Azura desejava saber quem era o Rei dos Jogos, e dessa vez Laluzi era quem lhe respondia. – A alcunha se deve ao fato dele ser imbatível em qualquer jogo que você tente, quer sejam cartas, peças, xadrez, apostas. É simplesmente impossível vencê-lo. – Havia um pequeno sorriso em seus lábios enquanto ele falava – De fato foi por ter perdido uma aposta contra ele que nós viemos procurar Wander e os revolucionários.

- E ele é alguém extremamente carismático. Honestamente, é impossível encontra-lo e não gostar dele. Chega a ser... – Luís adicionava, antes de ser interrompido.

- Bizarro. – Completava Wander. O comandante que costumava ser animado, talvez por conta da situação da Mao, havia adotado um tom muito sério desde antes Azura acordar. Até mesmo um pouco amargo.

- O único defeito dele era a paixão pela exploração e pelo desconhecido. Quando soube do mistério em torno do precipício, abafado pelos antigos regentes, ele teve que buscar por respostas, mesmo que descendo para as profundezas.

---

Após alguns poucos minutos, eles avistavam Sagashi e Mao em um dos corredores. Ela estava com os olhos fechados. – A Comandante Azura aceitou se tornar a nova hospedeira do agente. – Disse Wander em tom firme.

“Heh?” Descrença cobria Malase. Ele jamais imaginaria que algum comandante se ofereceria para tomar o lugar de Mao, uma mero cabo, e exatamente por isso ele havia exigido tal. Isso o deixava com um pé um pouco atrás. Se por um lado ele realmente desejava tomar um hospedeiro com uma patente maior, por outro lado... Mao era realmente especial. Tinha uma habilidade de akuma boa, força, o corpo estava acostumado com ambos Hakis, e Malase acreditava ser capaz de domina-la completamente em um tempo relativamente curto.

O que ele havia descoberto já era o suficiente para permiti-lo retornar e compensar pela falha em explodir o castelo. Mas ele queria mais. E então, havia a possibilidade de descobrir e influenciar ainda mais através da Azura. Não era todo dia que uma comandante se oferecia para ele. Só a noção de que isso estava acontecendo o deixava excitado...

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MensagemAssunto: Re: Caçadoras Eternas: Pesar Crescente!   Caçadoras Eternas: Pesar Crescente! - Página 5 EmptyQua 10 Fev 2021, 16:52





Capítulo XI

Ato XIII




As buscas em torno do precipício se mostravam de certo modo infrutíferas. Não havia qualquer coisa por ali que realmente se encaixasse naquilo que eu deveria estar procurando em volta daquele buraco. É claro que fora pouco o tempo que tive para realizar aquelas buscas, e ainda havia aquele fator importantíssimo no que se tratava de Malase possivelmente estar influenciando a minha percepção e alterando a minha visão. Eu não tinha qualquer noção da profundidade de seus poderes, e nem mesmo formas de saber se ele conseguia ver o que eu estava vendo através de minha própria akuma, ou se ele era capaz de influenciá-la da mesma maneira que fizera com a visão de meus olhos. No entanto, aquele homem certamente era um peso do qual eu não mais aguentava ter que segurar.

"Insuportável." Soltava para ele, em algum momento qualquer durante a minha exploração visual pela cratera. Era engraçado, sem dúvidas, como eu tinha começado aquela relação com o parasita de maneira extremamente positiva e confiante, mas que rapidamente aquela relação tinha se tornado numa de abuso e extremo desconforto, e que nem um dia fora necessário para este fim. "Entendo completamente o que aquela agente tava passando." Concluía, ainda de olhos fechados. "Monstro." E a gama de ofensas apenas não acabava.
Eu não tinha entendido qual era a verdadeira relevância daquele tal Rei dos Jogos que Sagashi falara a respeito, mas sinceramente, ao ver sua motivação ao falar aquele nome, eu perdia qualquer interesse em questionar e me mostrar completamente ignorante a ele.

Alguns outros passos eram dados pelos corredores enquanto deixava que meu corpo fosse guiado por Sagashi, até que uma voz familiar quebrava a minha concentração e me fazia abrir os olhos novamente, piscando-os algumas vezes para me reacostumar com a iluminação do lado de dentro e a sua difença com aquela que eu estava presenciando em minhas visões. - Heh? - A voz saía quase que ao mesmo tempo que Malase, com um tom de dúvida e confusão ao ouvir aquela informação de uma maneira tão repentina. - A Comandante? - Piscavaria algumas vezes novamente, virando o meu rosto para o lado e olhando nos rostos daqueles outros oficiais que estavam ali, tentando encontrar qualquer risada entre seus rostos e esperando pelo momento que algum deles diria "É Pegadinha". Esse momento, no entanto, não chegava, e eu me sentia cada vez mais idiota por estar desacreditada em algo que parecia estar sendo dito com bastante seriedade. - Mas... Por que? - Perguntaria, confusa, dessa vez olhando para Azura e vez ou outra desviando o olhar para meu tio Wander, como se esperasse alguma resposta dele também. - Azura é uma comandante, e com certeza deve conhecer muito mais que eu... É mais informação sendo entregue ao Malase. - Soltaria, as palavras se atropelando umas as outras enquanto saíam de forma apressada.

Caso Azura realmente mostrasse estar de acordo com aquilo, eu acenaria positivamente com a cabeça, afinal, estava me referindo a vários de meus superiores ali naquele corredor, e principalmente que Wander pareceria estar de acordo com aquilo. No mais, apenas aceitaria sem mais questionar. - Bom... Eu faço aqui mesmo? - Perguntaria, com o tom de voz um tanto mais baixo, me referindo ao corredor em que estávamos que só agora daria um pouco mais de atenção.
De qualquer maneira, independente das respostas posteriores, tentaria realizar aquela entrega da maneira mais direta possível. - Morda a boca assim. - Avisaria Azura enquanto me aproximaria alguns passos mais perto da Comandante. Nesse momento, morderia meus próprios lábios no mesmo local em que eles tinham sido mordidos pela agente horas antes, reabrindo aquele ferimento para que voltasse a sangrar. "Vá com o sangue. Tens a Comandante que pediu." Diria a Malase, uma última vez, em despedida.
O braço esquerdo se afastaria para o lado, mantendo Valor longe daquilo enquanto que o braço destro se ergueria em frente ao meu corpo, escorregando a mão pelo lado esquerdo do rosto de Azura. Aproximaria o meu rosto do de Azura, tocando-lhe os lábios com os meus e abrindo a boca de forma que deixasse o sangue fluir do meu ferimento para o seu. Com a língua, ajudaria a sugar o sangue e guiar o fluxo do líquido rubro e ferroso até a boca da Comandante, até que percebesse toda a consciência de Malase deixar o meu corpo que novamente se encontraria em paz. "Será?"

No entanto, se Malase não saísse naquele beijo, afastaria-me novamente de Azura, um pouco confusa. "O que houve?" Perguntaria ao parasita, tentando entender o motivo pelo qual ele não tinha saído ainda. "Você pode ir pra Comandante, ela com certeza tem muito mais informação que eu. Mas duvido que ela te entregue com facilidade, hah." Soltaria, e então me aproximaria para um novo beijo a Azura caso o parasita desse a entender que dessa vez estaria pronto para mudar de hospedeiro.

No entanto, caso em nenhuma das vezes Malase quisesse deixar o meu corpo, afastaria-me de Azura já um pouco mais confusa. Olharia para baixo, para o meu tronco e seios, como se estivesse olhando para a moradia do problema. E, após falar com Malase e receber a sua negativa, olharia para cima novamente, fitando Azura em seus olhos. - Ele... E-ele não tá saindo...! - Informaria, com um certo alarme no tom de voz até mesmo ao olhar para Wander. - Se for o caso, gente... - Iniciaria a minha despedida do exército revolucionário com um sorriso no rosto. Eu já tinha jurado a minha vida àquela causa que julgava ser justa, já que por muito tempo a minha vida foi guiada por minha sede de vingança que nada gerou além de dor. - Se for o caso... Eu morrerei e o levarei comigo. - Concluiria, levando a mão destra cerrada até o peito esquerdo, como se fincasse uma adaga imaginária. - Ofereço meu coração.







Objetivos:
 
NPCs:
 




Meu Histórico:
 

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Falas da Mao
Falas da Aggy
Falas de Players Aliados
Falas de NPCs Aliados
Falas de Inimigos




RIP:
 
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MensagemAssunto: Re: Caçadoras Eternas: Pesar Crescente!   Caçadoras Eternas: Pesar Crescente! - Página 5 EmptyQui 11 Fev 2021, 03:17




 Caçadoras Eternas: Pesar Crescente!



Após a breve discussão sobre a situação em que Mao se encontrava, eu estava determinada em tomar o seu lugar, Luis era o único que tinha receio daquela manobra, pois poderia ser de fato uma faca de dois gumes, eu era alguém que carregava diversos segredos que provavelmente nas mãos do governo poderiam fazer estrago não só nessa ilha.

“Riscos devem ser tomados, e deixar Mao pagar por uma coisa que era para mim ter tomado a frente desde inicio, é incabível!” Pensava enquanto caminhava em direção ao local que a garota se encontrava, é claro que tinha a questão que Wander aceitar tão facilmente pelo fato de Mao ser sua sobrinha, mas preferia acreditar que o mesmo confiava em minha decisão.

Não queria ficar com isso em minha mente, se um parasita estava prestes a me habitar tinha de estar com o psicológico forte o suficiente para lidar com o tal verme. “Creio que com isso você não tem o  que se preocupar, você não está sozinha aqui, lembre-se você tem a mim e as várias outras reencarnações ao seu lado, não vai ser um parasita que vai derrubar nossa mente!” Urias tinha razão e escutar aquilo vindo da mesma, fazia eu dar um pequeno sorriso enquanto seguíamos caminho.

Andando pelos corredores, tentava distrair minha mente, como Urias mesmo tinha dito não havia o que temer, mas não queria alimentar minha cabeça com pensamentos ruins, assim fazendo um ninho para esse tal parasita, pedia para que me falassem mais sobre o tal rei dos jogos.

Lazuli então falava sobre o rapaz que tinha habilidades em todo ou qualquer tipos de jogo, além de ter uma aura cativante no qual fazia todos gostarem dele. - De fato ser querido por todos é uma habilidade bastante interessante, e perigosa… Se o rapaz era um problema tínhamos de ficar atentos a esses tipos de habilidades.

- Se ele tem um gosto por mistério, de fato onde estamos e cercado deles, e jogos, esse não é meu forte, mas conheço alguns revolucionários que adoram passar a perna nas pessoas! Falava lembrando da dupla de celestiais n qual tinha jogado cartas no outro dia.

Logo então encontrávamos Mao e o revolucionário de mais cedo no meio do corredor, a garota se encontrava de olhos fechados, ao ver aquilo me fazia pensar no quanto poderia ser difícil para a mesma, fechava meu punho dando um passo a frente no momento em que Wander anunciava que eu seria o novo hospedeiro.

Mao então questionava em um tom um tanto incrédulo, a angustia que começava a me atingir fazia com que eu desse alguns passos mais a frente a sua direção falando. - Pelo fato de que você está passando por isso pela minha culpa, esse é um fardo que eu tenho de carregar! As palavras eram sinceras, mas eu precisava fazer a criatura acreditar que eu estava com o psicológico fragilizado para que ele concordasse em sair do corpo da garota.

A garota então parecia ter aceitado, e o fato era, eu seria uma hospedeira muito mais útil ao parasita uma das comandantes que estava de frente ao exército daquele castelo. - Não vejo problema em fazer isso aqui! Respondia para Mao sobre o questionamento de ser feito em meio ao corredor, mês aproximaria mais da garota, e acenaria com a cabeça positivamente sobre oque deveria ser feito, assim morderia meus lábios para que assim fosse feita uma pequena ferida.

Assim que percebesse a aproximação de Mao seguiria a menina, levando meus lábios diretamente ao dela, diferente de um beijo normal, tentaria sugar o sangue da boca da mesma, se fosse necessário utilizaria da minha língua para assim facilitar a troca com a garota, assim esperaria que desse certo, assim que percebesse a mesma se afastando faria o mesmo.

Dava alguns passos para trás, não sabia se tinha dado, certo, mas esperava que minha demonstração de “fraqueza” tenha chamado a atenção do verme. “Pronto Mao, agora você está livre, o fardo agora é meu, viva sua vida!” O sentimento que tinha aquela frase era puro, sempre quis que as pessoas fossem livres a todo custo, e viver com aquele parasita seria igual uma prisão, mas aquilo era tudo para simular uma vulnerabilidade tentando me comunicar com o possível parasita que estaria em meu corpo naquele momento.

Esperaria que o mesmo se comunicasse comigo para que assim então desse continuidade ao meu plano, assim que escutasse a voz dele em minha mente, daria um breve sorriso falando. - Bem-vindo a minha mente! Se ele estava comigo, parte do plano tinha sido concluído com sucesso.

- Queria tanto estar no corpo de uma comandante, pois bem agora está! Os passos para me afastar do restante do pessoal era dado, a segunda parte do plano era mais arriscado, eu ainda não tinha controle de todo o meu poder e não sabia toda a sua extensão. - Sinto lhe informar, mas aqui é o fim da linha! Falaria com um olhar de superioridade aquele agente estaria agora em uma prisão rumo a pena de morte, a cada passo que eu dava faria com que as chamas começassem a aparecer em minha volta.

- Benditos sejam aqueles purificados pelas minhas chamas! Assim que terminasse de falar, tentaria fechar minha boca para que o parasita não fugisse, e logo faria com que a chama tomasse meu corpo e em seguida tentando fazer com que as chamas percorresse por todas as minhas veias, assim me transformando em uma grande prisão de fogo purificando todo o meu corpo daquela impureza que era o parasita do governo.

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Esperava que aquilo tivesse dado certo e assim ter acabado com a dor de cabeça que tinha sido a invasão dos agentes ao castelo. “Podemos voltar a nos concentrar no que interessa agora!” Pensava enquanto tentava diminuir as chamas que estavam a minha volta, olharia para Mao com um grande sorriso. - Consegui um novo trunfo nesse meio tempo que ficamos sem nos ver! Assim voltaria olhar para os demais comandantes para saber oque seria feito.

Mas caso ele não tivesse adentrado ao meu corpo, teria de seguir um segundo plano, ainda mais ao ver Mao pedindo para ser morta, sentia um arrepio de raiva por todo o corpo. - Ninguém vai morrer enquanto eu estiver aqui! Falava rispidamente ao escutar Mao falar sobre sua morte, naquele momento voltaria a me aproximar da mesma em seguida olhando diretamente em seus olhos.

- Confia em mim, assim como Alucard confiava em nós duas! Esperava que aquilo pudesse acalmá-la, não sabia se oque eu tinha em mente funcionaria, mas tínhamos de fazer alguma coisa, precisávamos tirá-lo do corpo de Mao.

“Eu tenho o poder de controlar fogo, me tornar fogo pelo que entendi, e se com isso eu possa decidir que pode ou não ser queimado por minhas chamas, a final meu próprio corpo não é queimado pelo meu poder, como fora meu ferimento!” Pensava olhando para minha perna onde tinha tido a mordida da criatura.

- Vocês se preparem, tentarei tirá-lo do corpo dela! Alertava ao trio que estaria de olho naquela situação para que assim que conseguisse tirar o parasita eles lidarem com ele.

Se tudo que estava pensando for certo, o calor que eu produziria poderia não queimar Mao, e ainda sim deixar o corpo dela inóspito para o parasita, assim seguia em sua direção logo a abraçando. - Desculpa se eu te machucar! Falaria em seu ouvido, em seguida tentaria ir produzindo chamas em meu corpo aumentando gradativamente minha temperatura, tentaria me concentrar ao máximo para que apenas esquentasse o corpo de Mao e não queimasse. Focaria toda a minha atenção naquilo utilizando meu Haki da observação no corpo da garota para que eu pudesse ter uma boa noção de ambos os corpos e assim não machucá-la, caso necessario até usaria do meu Haki do armamento tentando imbuir em volta de Mao para que ela pudesse resistir, e logo me manteria assim para que o parasita tentasse fugir de dentro de Mao e em seguida sair da mesma, para que os demais comandantes e Lazuli pudessem eliminá-lo, caso fosse mais rápido eu fazer isso soltaria um dos braços que estaria em volta de Mao e em seguida jogaria uma bola de fogo com o máximo de força que eu conseguisse.

Historico:
 

Akuma no mi:
 

Tecnicas Normais:
 

Tecnica suprema:
 

Vantagens e desvantagens :
 

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MensagemAssunto: Re: Caçadoras Eternas: Pesar Crescente!   Caçadoras Eternas: Pesar Crescente! - Página 5 EmptyQui 11 Fev 2021, 17:50


Ele podia sentir o cheiro de uma conspiração. Aquilo não fazia sentido. Não é que ele não desejava tomar o corpo de uma comandante revolucionária para si, pelo contrário, seria uma ótima situação já que não só ele acabaria descobrindo informações de nível maior, ela provavelmente perderia a confiança do restante, sendo deixada de lado, vigiada constantemente. Se tornaria praticamente inútil para os revolucionários, e nesse momento, Malase poderia converte-la, poderia aproveitar o momento de fraqueza emocional para tomar o controle, ou em último caso, poderia até mesmo sair escondido de modo que seria impossível acreditarem nela.

Essas pessoas eram tão tolas em pensar que ele realmente só podia se mover pelo sangue? O que o impedia de usar um orifício qualquer? Além disso, se esqueceram que ele não era um parasita de verdade e poderia retomar sua forma normal? Qualquer um morreria se ele se transformasse em seu interior. E era isso que o deixava espantado com aquela situação. Essa comandante realmente queria assumir o risco? Isso era estranho. Ele não era o único a não compreender, a própria Mao questionava, e a resposta que ambos ouviam fazia com que Malase quisesse explodir em gargalhadas. “Oh droga, eu esqueci que existem pessoas tão estúpidas assim na face dessa terra!” Idealistas, que querem carregar o mundo nas costas.

- Pelo fato de que você está passando por isso pela minha culpa, esse é um fardo que eu tenho de carregar!

Nesse momento, apesar de ainda ter algumas dúvidas, a expectativa do que seria capaz de fazer se tivesse sucesso somados à explicação curta, mas convincente de Azura, ao menos de acordo com as informações que tinha sobre ela, fizeram com que ele resolvesse seguir o fluxo. A série de ofensas proferidas por Mao mais cedo mostravam a capacidade dele de tirar qualquer um do sério em menos de um dia, e ele tinha certeza que poderia fazer o mesmo com a outra.

“Bom minha querida, parece que teremos que nos despedir, ao menos por enquanto. Mas não se preocupe, estarei te vigiando e pensando em você. “ Comentou ele com Mao, fazendo um tom cheio de pesar devido a separação iminente. Após um breve silencio, completou, e pela primeira vez seu tom era sério “E bom, espero que não guarde ressentimentos. Estou fazendo apenas meu trabalho, sabe?”

O que o impressionou é que elas resolveram fazer a troca através de um beijo sangrento. Poderiam muito bem ter apenas cortado as palmas das mãos, ou qualquer coisa do tipo. Seria aquilo uma demonstração de desejos reprimidos? Ele quase sentia pena pelo destino que o casal teria. Quase. Certamente quando voltasse ao QG teria que espalhar aquela fofoca, ou como diriam em sua terra natal, aquele bafão. Enfim, se sentindo tanto apreensivo quanto excitado, como um virgem prestes a tomar o próximo passo em seu processo de amadurecimento, ele escorregou de um lábio para o outro. E imediatamente sentiu algo de errado.

“Oh, no! Oh no! Oh no, no, no, no, no!”

Quem recebia aquelas mensagens mentais não era mais Mao, e sim Azura. Assim que ele entrara no corpo da mesma, um calor dos infernos o assolou por todos os lados. Podia sentir como se estivesse sendo queimado vivo. Ele queria retornar, mas os lábios de Mao não estavam mais ali. Se ele saísse, teria que tomar sua forma normal e ficaria visível para todos. Três comandantes, um pirata temido, e uma mulher que não deixaria que ele fugisse de forma furtiva. Assim como Icarus que voara perto demais do sol apenas para cair para sua morte, ele, Malase, tinha mordido mais do que podia mastigar.

- Bem-vindo a minha mente! Queria tanto estar no corpo de uma comandante, pois bem agora está! -

“O que é isso? O que você fez?!” Questionou o agente tentando pensar no que fazer. O calor era insuportável, e uma noção assustadora passou pela sua mente. Mas não poderia ser! Não havia menção alguma no governo sobre isso, e na luta anterior...

- Sinto lhe informar, mas aqui é o fim da linha! Benditos sejam aqueles purificados pelas minhas chamas!

“Nãããããão!!” Gritou ele enquanto chamas o cercavam e atacavam de todos os lados. “Se você quer me matar! Vou leva-la comigo!!” Gritou ele insanamente, usando as próprias habilidades de akuma para se transformar. De um tamanho milimétrico envolvido por um líquido viscoso que agora estava fervendo, o agente começou a crescer e se transformar em uma pessoa de tamanho normal, e o lugar para tal transformação, era justamente o interior da cabeça da comandante. Uma pessoa normal naquele momento teria morrido, mas Azura não era ferida. Ao invés, era Malase quem caía no chão, ainda pegando fogo.

- AAAAAHHHHHHRRRGGGHHHH! – Gritando, ele rolava no piso de pedra tentando apagar as chamas, se xingando internamente por nunca ter aprendido o haki do armamento, por ter almejado mais do que deveria, por ter caído naquela armadilha. Quem era a pessoa realmente estúpida daquela história? As chamas não paravam de vir, e ele tentou se afastar, mas então “BANG! BANG!” Dois estalos foram a última coisa que ele ouviu.

Com uma pistola na mão, Wander tinha uma cara de nojo enquanto olhava para o que restava do agente. Aquele havia sido um dos piores dias da vida dele. A culpa por ter deixado que Malase invadisse um dos seus enquanto ele observava, e para piorar tudo, a pessoa era Mao, sua sobrinha. Ele sentia que tinha falhado com a garota, com Gokudera e com a mãe dela. Sentia que havia falhado consigo mesmo. Mas agora essa vergonha podia ser lavada. Andando na direção de Mao, ele abaixou a arma, e colocou a outra mão em cima da cabeça dela, em seus cabelos, como se ela fosse uma criança. A expressão séria e azeda sumiam, dando lugar a uma de ternura enquanto ele se abaixava um pouco e olhava nos olhos dela. – Me perdoe por ter permitido que isso acontecesse. Por favor, me perdoe.

Com aquela situação resolvida, era hora de seguir em frente. – Isso pede uma celebração. A akuma de Azura, termos detido esse verme, a possibilidade de alguns de nossos homens que desceram ao abismo ainda estarem vivos. Luís, peça para a cozinha preparar um banquete! – Rindo, Wander precisava de alguns instantes para se conter um pouco e voltar a falar com Mao. – Quanto a você, infelizmente ainda temos mais alguns pontos para amarrar. Conseguiu descobrir algo dele? Seria bom olhar nas memórias da outra agente para confirmar. Ela está estabilizada agora.

- Acho que os festejos de hoje deveriam ser em honra da comandante Azura, afinal de contas, salvou o dia não apenas uma, mas duas vezes. – Comentou Laluzi olhando para ela e dando uma piscadela.

- Sim, creio que devemos agradece-la propriamente também. – Concordou Wander e Luís acenou positivamente.

A comandante agora poderia escolher entre acompanhar Mao em seu interrogatório, ir testar a capacidade de sua akuma, ir descansar, ir conversar com seus subordinados enquanto esperava o banquete ter início, ou fazer algo mais que fosse de seu interesse.

---

No mesmo quarto estofado em que Malase invadira o corpo de Mao mais cedo, a agente que fora sua hospedeira estava com uma camisa de força e uma mordaça que a impedia de morder a própria língua novamente. Olhando para o nada, ela meramente parecia retornar à lucidez quando ouvia os disparos, mas logo os olhos perdiam o foco mais uma vez.

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"Pensamento"
- Fala -



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MensagemAssunto: Re: Caçadoras Eternas: Pesar Crescente!   Caçadoras Eternas: Pesar Crescente! - Página 5 EmptySex 12 Fev 2021, 23:57





Capítulo XI

Ato XIV




A cena acabava sendo bem mais grotesca do que eu tinha imaginado, e muito diferente em seu funcionamento geral. Malase seguia para o corpo de Azura, e logo eu conseguia perceber o silêncio em minha novamente tomar conta de meus pensamentos, já não mais me preocupando com aquele invasor colocando as suas vontades em minha cabeça e transformando os meus pensamentos em um turbilhão insustentável de informação dispersa. Eu me afastava de Azura após selar a "transação", olhando para ela e tentando decifrar em sua expressão o que deveria estar acontecendo em sua mente, agora invadida. No entanto, o que eu acabava vivenciando arrepiava a minha pele de uma maneira extremamente desconfortável.

A pele de Azura começava a criar fendas flamejantes, que surgiam como erupções de seu corpo, como se ela estivesse prestes a explodir. - G-gente...! Comandante? - Olhava para ela, assustada, afastando o braço com Valor para que ele não ficasse muito perto do que quer que estivesse acontecendo e acabasse se machucando. O seu corpo, de alguma maneira estranha, parecia estar exalando um calor diferente, e por mais que parecesse extremamente prejudicial, Azura não parecia estar sentindo dor ou sofrendo qualquer efeito externo. Eu arriscaria dizer que ela estava causando aquilo de alguma maneira.
Não tardou para que o homem tomasse a sua forma humana e escapulisse de dentro do corpo de Azura, atravessando até mesmo a sua pele e caindo no chão, queimando em labaredas amareladas. A cena me provocou uma sensação de nojo diferente de qualquer coisa que eu já tinha visto, e de um pulo para trás me afastei do agente magricela caído no chão. O seu desespero me corroía por dentro, que, por mais que me fosse vantajoso livrar-me de sua existência, ainda apresentava imagens de sofrimento que eu não conseguia aguentar por nem mais um segundo.

Fiz então o que seria o mais sensato para acabar com aquele esperneio sufocante. A mão destra deslizou pelo corpo, deslocando-se até a cintura, onde agarrava o cabo da arma de gelo e... *BANG BANG*. Piscava os olhos, incrédula, olhando para o corpo de Malase estirado no chão, finalmente morto, e não tinha sido por minha pistola. A visão se erguia, então, vendo que Wander tinha feito o serviço com a sua própria arma, com um olhar enojado no rosto, muito parecido ao que eu mesma carregava na expressão facial. "Uma bala na cabeça para matar, duas balas na cabeça para garantir", lembrava-me daqueles dizeres de meu pai, Gokudera, há muitos e muitos anos quando eu tinha tocado pela primeira vez em uma pistola, com a sua ajuda e treinamento. Na época, tinha achado engraçado ele conhecer aquelas coisas e falar essas frases, visto que ele mesmo lutava com chutes e não parecia agir de acordo com os seus "mandamentos".

Wander então se aproximava, pousando uma das mão sobre minha cabeça e se desculpando por todo o ocorrido. - Tio... - Aquilo era algo que me incomodava um pouco, afinal, ele era o comandante responsável pelo exército naquela ilha e estava se rebaixando daquela maneira na frente de outros oficiais. Não só isso, mas aquela atitude dele estava desconsiderando completamente a minha autonomia como um membro efetivo do exército, e isso apenas me desmoralizava. - Tá tudo bem. - Diria, tentando amenizar a situação e fazê-lo acabar logo com aquela cena constrangedora. Estava quase me sentindo como uma criança sendo deixada na escola pelos pais. "Mas eu não sou uma criança. Eu entrei nessa vida sabendo dos riscos que correria, entreguei meu coração à causa." - Era o que eu realmente pensava e queria dizer a ele, no entanto era difícil ter que falar algo assim tão sério para alguém tão especial como ele, já que querendo ou não eu conseguia entender os seus motivos, e os respeitaria.

Só então Wander parecia desestressar e pedir por uma comemoração, além de falar algo sobre uma Akuma obtida por Azura, o que até que explicava um pouco do que realmente tinha acontecido em seu corpo nos minutos anteriores. - Obrigada, Comandante Azura. - Diria, agradecendo a pessoa que tinha acabado com os meus problemas atuais e com certeza tinha me livrado de uma grande enrascada. Agora sim eu conseguia entender o motivo pelo qual ela tinha aceitado o parasita no seu corpo, e com certeza ela não teria feito algo estúpido assim sem antes ter um plano. - Eu só não entendi quando... Isso aconteceu. - Diria, deixando em evidência a minha dúvida a respeito de sua aquisição de akuma.

- Eu descobri algumas coisas que pretendo ir logo confirmar com a agente... Posso ir te contando no caminho. - Diria a Wander, chamando-o para que me acompanhasse novamente até a cela protegida da agente de antes. - E depois eu gostaria de passar na cela daquele agente dos explosivos de ontem. Quero saber se ele tá sendo bem tratado. - Começaria a ir andando pelos corredores do castelo, acompanhando as passadas de Wander e esperando que ele não se importasse de ser um pouco mais apressado, afinal, em minha mente ainda havia iminência do ataque de ciborgues.

Se passássemos próximos a alguma janela do castelo, me aproximaria rapidamente fazendo um rápido desvio da rota e levaria o meu braço esquerdo até a janela, indicando que Valor saísse. - Voe, se encontre com seu pai ou vá para o seu poleiro. Quando for a hora de lhe encontrar novamente, assobiarei assim: - Deixaria que ele descesse de meu braço até o parapeito da janela e então, com os dois dedos da mão destra pressionando contra os lábios, assobiaria um audível VUUUUUUUUUUUSHIU.

Ao chegar na cela da agente, esperaria que Wander disponibilizasse a sua abertura e então entraria, pedindo para algum guarda próximo naquele corredor caso Wander tivesse optado por não seguir comigo. - Ei. Eu voltei... Você tá bem? - Perguntaria da mulher, esperando que houvesse alguma reação por sua parte e então prosseguindo com o meu rapport. - Nós nos livramos daquele verme parasita por você. Ele nunca mais vai ser um problema. - Indicaria com um sorriso no rosto, me aproximando o suficiente para que pudesse posicionar uma de minhas mãos sobre o seu ombro, e a outra em seu rosto, de forma a manipulá-lo para a minha direção. - Vamos conversar um pouco agora. - Diria, aproximando o meu rosto do seu, da mesma forma que fizera das últimas vezes, só que agora sem a inconveniência daquele homem parasita para atrapalhar o meu trabalho. Encostaria as nossas testas e então começaria a invasão de sua mente, mergulhando naquela imensidão de arquivos e memórias labirínticas. Durante a conexão, tentaria encontrar informações a respeito de Arkans Volstok e o que ela sabia sobre a chegada dele na ilha. Tentaria procurar saber também a respeito das experiências em humanos desse cientista, e sobre as armas que a marinha e o governo mundial da ilha estavam preparando para combater os revolucionários. Uma outra informação que buscaria, também, seria a respeito da cratera nas proximidades do Castelo e que tipo de inimigos poderiam estar por ali, além de buscar se ela saberia algo sobre o Rei dos Jogos e o seu paradeiro. Essas últimas duas informações eu já não tinha muitas esperanças de que ela tivesse algo novo a acrescentar, mas faria tal busca mesmo assim, por concluir que talvez ela pudesse ter visto algo quando esteve fazendo a ronda por essa área para encontrar o Castelo Revolucionário.

Caso a mente da mulher permanecesse com a mesma organização que estava apresentando da última vez em que invadi, buscaria nos arquivos memórias que eu já tinha visto antes, mas que não tinha conseguido acesso por interferência de Malase. E ainda daria uma bisbilhotada pelos arquivos da vida pessoal e romântica da agente, além de conferir o seu nome uma última vez. - Como você está se sentindo? - Perguntaria a sua versão mental enquanto fazia as minhas buscas, concentrada.







Objetivos:
 
NPCs:
 




Meu Histórico:
 

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Falas da Mao
Falas da Aggy
Falas de Players Aliados
Falas de NPCs Aliados
Falas de Inimigos




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MensagemAssunto: Re: Caçadoras Eternas: Pesar Crescente!   Caçadoras Eternas: Pesar Crescente! - Página 5 EmptyDom 14 Fev 2021, 19:42




 Caçadoras Eternas: Pesar Crescente!



O beijo que estava dando em Mao de fato não era dos melhores, ainda mais com a sensação de alguma coisa entrar em mim, e não da forma boa. Me afastava da garota após o beijo tentando manter ela em segurança. Tinha escutado uma voz masculina dentro de mim, logo identificava que poderia ser o agente visto que na história nunca teve um guardião do céu e sim guardiãs. Dava um sorriso sem mostrar os dentes, o plano tinha dado certo, ao menos de início, agora apenas restava eliminar aquele agente dentro de mim.

As chamas em minhas veias começavam a circular, preparando o meu corpo para se transformar em um inferno particular daquele verme, ele questionava tudo que estava acontecendo, e aquilo me dava mais gás para assim queimar todo o meu corpo.

O grito dele em minha cabeça podia ser ensurdecedor ao menos para mim, ele então dizia que se o meu objetivo era matá-lo ele iria me levar com ele, eu estava ciente de todas as consequências que aquele plano poderia ter. “Desde que eu elimine você, meu trabalho aqui está mais do que feito!” Pensava em resposta enquanto sentia ele crescendo dentro de mim, mas esperava que aquele processo fosse mais doloroso, mas pelo contrário não sentia nada.

Logo mais minha cabeça explodia expelindo o agente que gritava de dor, mas pelo incrível que pareça aquilo não me causava nem um pouco de dor, assim como contra a barata gigante, me permanecia de pé. “Todo esse poder, estou ansiosa para aprender a usá-lo” Pensava enquanto as chamas que antes eram minha cabeça estavam espalhadas pela fuga do rapaz e logo voltavam para meu corpo e assim a reconstruir minha cabeça, mostrando um sorriso sádico em meu rosto, aquele poder definitivamente combinava comigo.

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Ver o agente se contorcendo a minha frente, imbuído com minhas chamas, me dava uma satisfação, mas não tinha acabado, tinha de eliminá-lo estendia minha mão direita imbuindo os dedos em chamas, pronta para lançar no mesmo e carbonizar seu corpo. “Vamos acabar com o sofrimento dele!” Mas antes que minhas chamas saíssem dos meus dedos para encontrar o corpo do agente, o barulho de uma arma disparando era escutado, por todo o corredor, logo levava meu rosto na direção de Mao, a mesma segurava suas pistolas de gelo, mas não era ela.

- Wander… Soltava ao ver a arma na mão do comandante, em seguida ele se aproximava de Mao em uma tentativa de reconfortar ambos, com isso o assunto parecia ter sido encerrado, dava um grande suspiro, recuava as chamas que estavam sendo juntadas em meus dedos.

Em seguida o comandante-geral do quartel sugeria uma grande festa em comemoração aos acontecimentos recentes, arqueava uma de minhas sobrancelhas olhando para o mesmo, apesar de ser uma das pessoas que gosta de uma boa farra, não achava que era hora para tal, ainda existiam muitas coisas a serem resolvidas.

Antes que eu pudesse dar minha opinião sobre, Mao agradecia pela ajuda. - Não foi nada, como tinha falado era minha responsabilidade, esse verme entrou no castelo quando eu estava no comando! Dava um sorriso quando a mesma questionava como tinha acontecido de eu ter ganho os poderes de uma fruta. - Pode ser meio confuso, mas vamos direto ao ponto, em uma pequena ronda, encontrei um homem que estava com uma fruta e tinha uma barata gigante atrás dele, comi a fruta e agora tenho as chamas de Prometheus em meu corpo! Terminava de falar emanando chamas das minhas mãos e brincando com elas com os dedos.

Fechando o punho e apagando as chamas que estavam em minhas mãos me viraria na direção de Wander e Lazuli. - Agradeço pela empolgação, mas existem tantas coisas a serem feitas que preferiria que uma festa ficasse para outra hora, os nossos inimigos estão lá fora, e devemos estar preparados para tudo! Terminava de falar tentando olhar por alguma janela que estivesse por aquele corredor.

Urias novamente tinha me enchido de informações, eram tantas coisas que tinha de fazer, encontrar os proprietários dos anéis, e agora denominar guerreiros que fossem parte de uma elite sob meu comando? Ainda tinha a guerra para ser vencida, um ano naquele lugar e ainda não conseguia ver a luz.

“Talvez agora que fui abençoada as coisas fique diferente!” O fato era que agora tínhamos um trunfo, o próprio agente disse que não havia nada nos arquivos do governo sobre minhas novas habilidades.

Suspirava então voltando olhar para os outros comandantes. - Bom, se quiserem festejar, irei me ausentar dessa vez, tenho algumas coisas para fazer na forja, já que Mao também estará ocupada! Falava pensando nas armas que tinha visto quando recebia a armadura de Urias, talvez se eu as criasse e entregasse as pessoas que eu julgasse serem merecedoras, poderia fazer uma grande diferença na guerra.

- Se me derem licença! Falava me afastando, e claro que prestaria atenção no que eles pudessem falar para mim, mas antes de dar seguimento a caminhada falaria. - Bom se precisarem de mim sabem onde me encontrar.

Seguiria as escadarias em direção a forja que ficava no coração do castelo, era de fato o lugar mais tranquilo que poderia encontrar, e de clima mas agradável, mas desde que tinha comido aquela fruta e acabando sendo abençoada, o frio daquela ilha já não me incomodava mais. Prestaria atenção em todo o caminho que estivesse seguindo para a forja, olhando as pessoas que estavam pelo castelo e etc.

Assim que chegasse na forja, observaria se o local estava cheio de gente, costumeiramente apenas uma pessoa ou outra ficava por ali, pelo que me lembrava da forja ela tinha uma vista linda para dentro do abismo, como uma abertura do castelo para o grande buraco, além da grande fornalha que estava ali para poder confeccionar as armas do exército. - Como está a demanda e armas e armaduras? Perguntava para a pessoa responsável pela forja naquele momento, queria saber se tinha metal o suficiente para poder usar em minhas armas.

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MensagemAssunto: Re: Caçadoras Eternas: Pesar Crescente!   Caçadoras Eternas: Pesar Crescente! - Página 5 EmptySeg 15 Fev 2021, 01:48


- Eu descobri algumas coisas que pretendo ir logo confirmar com a agente... Posso ir te contando no caminho. - Disse Mao.

– Melhor então verificar primeiro, e depois informe tudo de uma vez. – Respondeu Wander após ponderar um pouco.

- E depois eu gostaria de passar na cela daquele agente dos explosivos de ontem. Quero saber se ele tá sendo bem tratado.

– Sem problemas. – Comentou se virando para acompanha-la, mas então a voz de Azura soava.

- Agradeço pela empolgação, mas existem tantas coisas a serem feitas que preferiria que uma festa ficasse para outra hora, os nossos inimigos estão lá fora, e devemos estar preparados para tudo!

– Você quem sabe. – Respondia ele de uma forma relaxada, sem dar importância à rejeição da sua ideia e acompanhando Mao.

- Vocês podem não querer festejar mas eu certamente vou! Garararara! Uma garrafa de rum e um barril de cerveja me aguardam! – Exclamava Laluzi dando meia volta e indo em outra direção. Luiz, balançando a cabeça negativamente, o acompanhava.

Sozinha, Azura se afastava também, e o grupo se separava em três. A comandante ia em direção às forjas que ficavam no centro do castelo e muitas vezes forneciam calor para o mesmo através de um sistema de tubulações e vapor. Infelizmente o sistema passava mais tempo inativo com alguma parte precisando de reparos do que o contrário. Ao chegar lá ela podia ver um homem careca que tinha uma grande barba ruiva trançada, como se para compensar. Ele estava martelando uma chapa de metal, com suor escorrendo pela sua testa, algo bem difícil de se ver naquela ilha de inverno.

- Como está a demanda e armas e armaduras? – Questionou ela.

- Por enquanto podemos suprir o exército, felizmente as munições vem de fora, senão ia ser complicado. – Respondeu ele sem olhar imediatamente  quem perguntava, mas após dar uma olhadela, complementou surpreso - Comandante! Se quiser pode usar o material aqui a vontade. – Em baús e estantes haviam materiais básicos para se forjar armas e escudos.

---

Enquanto isso, Mao e Wander seguiam em direção à cela acolchoada da agente Hanna, que anteriormente tivera sorte de ser a hospedeira de Malase. No caminho, Mao parava em uma janela e liberava Valor. Ao ouvir as palavras da revolucionária, a ave esfregava o topo da cabeça na bochecha dela e saltava abrindo as asas, desaparecendo na escuridão da noite sem dar um pio.

Outra que também não emitia som algum era a agente. Quando Mao e Wander entravam no cômodo, ela nem mesmo parecia perceber a presença deles aparentando estar em estado catatônico ou algo do tipo. As perguntas feitas por Mao não eram respondidas, e nenhuma resistência era encontrada quando a revolucionária adentrava na mente da mulher para vasculhar suas memórias.

Ao contrário da outra vez que ela adentrara na mente de Hanna, dessa vez não havia nenhum labirinto, gavetas organizadas, ou projeção mental da mulher, apesar de uma estranha contagem regressiva ainda aparecer no fundo como se fossem os pensamentos dela. Mas no fim aquilo não atrapalhava Mao, e assim que a revolucionária pensava no nome Arkans Volstok, o vazio escuro que a muito se assemelhava ao abismo do lado de fora do castelo se transformava em uma cena. Uma memória.

Como se estivesse vendo através dos olhos de Hanna, a filha do Chaos podia enxergar o interior de um escritório desorganizado. Haviam papeis espalhados até mesmo pelo chão. Sem janelas, era impossível saber onde aquele lugar se localizava, mas haviam outros dois homens desconhecidos para Mao presentes, ambos de terno. Um deles estava de pé ao lado da agente, enquanto uma mesa os separava do outro, que estava sentado lendo um relatório.

– A operação Expurgo vai ter início. Malase, Hanna, vocês vão para Arstotzka junto do modelo de ciborgue AV-04, o mais recente criado pelo Volstok. Sua missão é preparar o terreno para a chegada dele com o restante dos ciborgues. Convençam aquela mulher selvagem a cooperar com ele, podem escolher outros dois agentes disponíveis para os acompanhar. Quando completarem a missão, sigam para Pindorama auxiliar Vermyllion lá. – Disse o homem que estava sentado, sem tirar os olhos do que estava lendo.

Se dirigindo ao homem do lado de Hanna, ele continuou ainda sem erguer a cabeça. – Caius, nós já plantamos a ideia na mente de Dom Gilberto, mas encontramos resistência em Aureliano. Vá para Pindorama e garanta que eles vão contratar o clã Presidenciável para acabar de uma vez por todas com o Protótipo L-45 e seu grupinho.

– Não faz mais sentido enviar Volstok e seus ciborgues para Pindorama? Deixar as aberrações lutarem entre si? – O homem ao lado de Hanna tinha o cabelo branco bagunçado, diferentes do de Malase que eram escorridos para trás, além de olheiras profundas e uma cicatriz no nariz. O tom da sua pergunta era recheado de rebeldia e despeito fazendo com que pela primeira vez o agente que estava sentado olhasse de fato para a dupla à sua frente, ou melhor dizendo, trio, os fitando em silencio.

Os segundos se passavam de forma arrastada, e Hanna foi a primeira a baixar a cabeça. Dentro da sua mente Malase nem mesmo se manifestava. Caius resistiu por mais um tempo, mas eventualmente também cedeu. Estava suando frio e suas pernas tremiam.

– Você não precisa entender o que não é para você entender. Apenas obedecer. Não pense que só porque tem uma família poderosa nas suas costas que pode agir como bem quiser. Afinal de contas, você não é o único, e os Vermyllion nem são tanta coisa assim. – Disse o agente responsável por aquela reunião. Pela visão periférica Hanna podia ver Caius tremendo, seus punhos se fecharem, e pôde até mesmo ouvir seus dentes rangerem, mas no fim, o rapaz não explodiu.

– Se entenderam bem o que eu disse estão dispensados. Quando Malase e Hanna chegarem em Pindorama enviarei novas ordens. – Ao se virar para sair do local, um dos documentos que estava no chão chamou a atenção de Hanna. A maior parte dele estava coberto por outra folha, deixando visível apenas uma espécie de esboço ou lista.

Pedaço da página:
 

Com a saída deles do escritório, a memória se desmanchava e outra surgia em seu lugar.

---

Dessa vez Hanna estava acompanhada dos dois agentes que Mao já enfrentara e derrotara. Além deles, uma marinheira liderava o grupo, enquanto outro homem com mais de três metros de altura os seguia pelo que parecia ser o corredor de uma fortaleza. Através das janelas era possível ver uma cidade pintada de branco pelos flocos de neve que caíam dos céus. Ao fazerem uma curva, entraram em um salão grande com várias armas nas paredes, e era possível ver uma mulher comendo um almoço suntuoso.

– Senhora, eles chegaram. – Disse a marinheira, batendo continência.

– Certo, pode se retirar.

– Sim, senhora. – Respondeu a mulher, saindo do local e fechando as portas.

– Comodoro Anas... – Dando um passo à frente, Hanna começou a falar, mas foi cortada com aspereza.

– Eu sei bem o que vieram fazer aqui. Então esse é o modelo milagroso que vai resolver todos os meus problemas? – Se erguendo, a Comodoro começou a andar ao lado da longa mesa, se aproximando do grupo.

- Sim. O Governo espera... – Tentando falar mais uma vez, a agente era forçada a parar e arregalava os olhos, seu corpo ficando completamente imóvel. Em algum momento, sem que ela conseguisse nem ver, Anastazja havia sacado a espada e agora já a colocava de volta na bainha. Sem conseguir se conter, Hanna apalpou o próprio corpo para ter certeza de que estava tudo bem, e ao olhar para trás, suas pupilas se dilataram. Os outros dois agentes estavam bem, mas o homem de três metros, o ciborgue, tinha sido decapitado e seu corpo estava em chamas.

– I-isso... o que iss...

– Não vai adiantar. É muito fraco. Um ou cem não vão fazer a mínima diferença. Diga para mandarem algo mais forte ou não mandarem nada. Avise também que tenho uma ideia em mente e estarei usando vocês três até estar satisfeita. – Sem parar de andar em nenhum momento, ela passava pelo grupo e abria a porta, saindo do salão e os deixando sozinhos. Ao longe, a voz dela ecoou – Bem vindos a Arstotzka.

– Ela nem acabou de comer... – Comentou um dos agentes em um sussurro, que Mao reconheceria como Kan, fazendo com que Hanna bufasse e lhe desse um empurrão. Lembrando da Comodoro, ela se perguntou “É isso que a palavra badass significa?”

“É melhor não antagonizarmos essa mulher.” Foi a resposta que obteve de Malase. Mais uma vez, a memória desvanecia, e dessa vez, nenhuma outra aparecia em seu lugar. A contagem estranha também chegava ao fim e a mente da mulher se transformava em um poço de escuridão onde ruídos estranhos apareciam de tempos em tempos.


Agente que deu ordens:
 
Caius:
 

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Kenshin Himura
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MensagemAssunto: Re: Caçadoras Eternas: Pesar Crescente!   Caçadoras Eternas: Pesar Crescente! - Página 5 EmptyTer 16 Fev 2021, 16:24




 Caçadoras Eternas: Pesar Crescente!



Com um problema a menos para ser resolvido minha mente ficava um pouco mais tranquila, mas não tirava o fato de que tinha muita coisa para ser resolvida, principalmente quando se diz respeito a guerra que estávamos travando. “Sei que uma festa levanta a moral das pessoas mas creio que não estamos no clima para isso!” Pensava enquanto escutava a resposta de Wander e de Lazuli, o pirata em especial parecia doido querer uma boa festa.

“Compreensível visto tudo que ele passou essas últimas semanas!” Não era eu que cortaria a onda do pirata de tomar seus bons drinks, Wander parecia estar mais interessado em bacar a baba de Mao, e claramente Luis era o comandante mais centrado ali, ainda mais pela cara que o mesmo fazia sobre a declaração do pirata.

- É oque temos para hoje velhote! Falaria sorrindo para o velho, tínhamos de nos contentar, querendo ou não assim como os piratas que vieram com Mao, Lazuli e seus homens eram importantes para a grande batalha que poderia estar por vir, não seria muito saudável discutir com eles nesse momento.

Como todos estavam saindo, me restava seguir para as escadarias que me levariam para a forja, dois motivos para seguir para aquele lugar, o primeiro era para saber como estávamos referente a armas, não adiantava nada ter números em cabeça, se iriamos lutar com paus e pedras. “Ainda mais que o inimigo e altamente financiado por um governo sujo!” não sabíamos qual seria o total poder bélico que a marinha instalada na capital tinha.

O segundo motivo era para forjar as armas das pessoas que seriam meus seguidores direto, se aquilo que Urias tinha me falado era para ser feito, as pessoas que seriam meus mandamentos, não lutariam com armas gastas ou coisa do tipo, precisavam de armas a alturas de Prometheus e ao “legado do rei louco”. “Assim como as minhas manoplas, farei as armas empunhadas por antigas guardiãs, sejam as dos céus ou os portadores dos demais anéis!” Eu já sabia quais pessoas chamar para fazer parte desse grupo seleto, claramente Alice e Elliot seriam os escolhidos, então tinha de fazer armas que condiziam com o tal cargo, e que qualquer um que as visse empunhando saberiam quem eram.

Logo chegava a forja, o lugar que literalmente era o coração daquele castelo, temo que o dia que aquele lugar se apagar, o castelo seria tomado por um frio tremendo. “Bom se eu estiver por perto poderia suprir esse fardo!” Pensava na possibilidade dos meus poderes poder se sobressair ao frio daquela ilha.

Via um homem barbudo trabalhando ali, era o terceiro ferreiro que via naquele local, o que era plausível já que o castelo era enorme e a troca de turnos era essencial. O mesmo respondia minha pergunta sem olhar para mim, parecia estar meio ocupado, mas o fato que a informação era satisfatória, no qual me fazia suspirar calmamente. Naquele momento ele percebia minha presença logo me tratando cordialmente, aquilo me tirava um sorriso, apesar de estar no cargo de comandante a algum tempo era divertido ver as pessoas ficarem surpresas com minha presença.

- Não precisa de toda essa formalidade! Falava caminhando em sua direção. - Fico muito satisfeita que nossas armas e suprimentos bélicos estão sendo o suficiente para essa guerra, tudo graças a vocês ferreiros, além de que o trabalho de vocês aqui na forja deve que estava um caos! Levava meu braço na direção do ombro direito do rapaz tentando animar o mesmo.

- Bom já que temos material livre, e posso usar, acho que vou forjar algumas coisinhas! Com alguns tapinhas no ombro do rapaz, em seguida dava um sorriso me afastando.

A primeira coisa a fazer seria o arco de Alice, mas tinha de lembrar que Alice não era a única atiradora que eu tinha conhecido, talvez se eu fizesse um para Mao como presente do que tinha acontecido mais cedo. “As mais bravas amazonas eram peritas em utilizar o arco e flecha, ainda mais com o uso do haki armas letais nas mãos de um bom atirador!” Lembrava da época que ainda morava em Amazon lily e via as bravas mulheres treinando, um tiro certeiro delas conseguia destruir o tronco de uma árvore com apenas um tiro.

Forjando armas

“Veklani foi uma antiga guardiã da tempestade, uma das maiores atiradoras que já teve a honra de ter o anel vermelho, seu arco era potente e nunca errou um alvo, creio que seja o arco que seria perfeito para a jovem Alice!” Conforme Urias ia falando a imagem do arco vinha a minha cabeça, azul trançado, de fato combinaria com a pureza que era Alice, a imagem vinha junto da guerreira que a empunhava.

- Muito obrigada Urias! Falava para mim mesma colocando os equipamentos de proteção como de costume para começar a confecção das armas.

Devidamente equipada, começaria os trabalhos pegando algumas barras de aço, para que pudesse deixá-las maleáveis para que pudesse ser feito o arco, faria todos os processos necessários na confecção do arco, marteladas e torcidas, além de fazer as tranças do mesmo para dar o ar único nele para que assim parecer com o arco que estava em minha mente. Finalizando darias os retoques, queria fazer o arco ser especial algo que fizesse sentindo um mandamento usar, antes da customização, juntaria o máximo de ar que eu conseguisse e com um grande sopro jogaria uma grande baforada de chamas, para assim “abençoar” aquele arco, e por fim o pintaria de azul e deixando o mesmo esfriar para que assim pudesse passar para o próximo arco.

O arco de Mao seria algo bem simples, nada muito elaborado, apenas pegaria algumas barras de aço para que pudesse deixá-las maleáveis no fogo, depois faria o processo simples de confecção de arcos, batendo o martelo no aço e o moldando calmamente para que assim pudesse dar os devidos acabamentos, assim que finalizasse deixaria de canto junto do arco de Alice para que pudesse esfriar. Assim produzindo um arco negro como a noite, para que Mao tivesse uma arma silenciosa e mortal em suas mãos.

“Balefrost foi uma guerreira selvagem, antiga portadora do anel do sol, a garota tinha uma força assustadora. Sozinha em nome da luz e de sua antiga guardiã do céu ela conseguiu derrotar diversos bandos piratas um atrás do outro, brandindo seu machado “Dafne” uma arma que foi abençoada pelo próprio sol e dada o seu nome em homenagem a amazona que um dia fora a paixão e inspiração do deus sol!” Enquanto Urias falava me vinha a imagem da guerreia e de sua arma, um poderoso machado tão afiado, aquilo me dava as ideias para poder confeccionar tal arma.

- Dafne vai ser a arma de Elliot! Proferia aceitando a dica que Urias me dava.

Com isso começaria o novo trabalho, pegando mais algumas barras de aço, utilizaria do fogo da forja para amolecê-las, em seguida pegando o martelo, começaria a martelar as barras para que pudesse fazer os trabalhos, utilizaria de todos os artifícios disponíveis para que pude-se dar a forma ao machado que tinha visto na minha visão, um machado com ondulações que lembravam chamas, pintaria ele dê uma cor alaranjada para assim parecer mais com chamas, após finalizar os trabalhos, puxaria o máximo de ar possível e em seguia assopraria uma boa quantidade de chamas, para que pudesse abençoar o machado e assim deixaria ele no canto para que pudesse esfriar.

Com os trabalhos finalizados, eu me afastaria pegando meu pequeno cantil de bebida, abria o mesmo admirando as três armas que tinha acabado de fazer, levaria o cantil a minha boca deixando descer alguns goles da deliciosa bebida que tinha dentro dele. Apos me deliciar com a bebida, e com as armas frias enrolaria elas em mantos. - Bom meu trabalho por aqui está feito, muito obrigada senhor! Falaria me despedindo do ferreiro que estava cuidando da forja, com um grande sorriso.

Carregaria as armas de volta para a superfície do castelo, para poder encontrar seus futuros donos. - Peça que Alice e Elliot me encontrem em meu quarto por favor! Falava para o primeiro revolucionário que estivesse por ali, em seguida tomaria rumo ao meu quarto, fazia um tempo que não ia lá.

Luna:
 

Dafne:
 

Arco negro:
 

Historico:
 

Akuma no mi:
 

Tecnicas Normais:
 

Tecnica suprema:
 

Vantagens e desvantagens :
 

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MensagemAssunto: Re: Caçadoras Eternas: Pesar Crescente!   Caçadoras Eternas: Pesar Crescente! - Página 5 EmptySex 19 Fev 2021, 06:52





Capítulo XI

Ato XV




Diferente do que tinha vivenciado antes, a mente da agente agora estava tão organizada quanto qualquer outra mente humana, ou seja, um caos completo e natural, o que de certa forma tornou o meu trabalho um tanto mais fácil, visto que era àquele tipo de situação que eu era acostumada a lidar. A primeira cena que encontrei em sua memória parecia relatar as fases iniciais de sua missão, em algum tipo de Operação Expurgo. A sala era bagunçada, e Hanna estava ali recebendo instruções de um homem de terno, mas não estava sozinha. "Modelo AV-04... Protótipo L-45..." - Eu tentava dar a minha maior atenção a alguns detalhes que iam sendo citados naquele fragmento de memória. Era um pouco difícil, já que vez ou outra eu me distraía com o movimento da visão de Hanna não batendo com aquilo que eu mesma queria visualizar, e essa forma de olhar através de outros olhos, mas não controlá-los era algo que, sem dúvidas, causava um certo enjôo.

"Dom Gilberto... Caius... Aureliano... Clã Presidenciável" Guardava um punhado de outros nomes, tentando mantê-los em foco enquanto a memória tinha a sua continuidade, afinal, me surgia certo interesse nesses nomes, o que me faria provavelmente buscar mais informação sobre eles posteriormente. "Vermyllion?!" Gelava ao ouvir aquele nome que parecia estar me perseguindo bem além de Penumbra. Eu tinha plena certeza de que meu irmão Alucard Vermyllion estava morto, sobre isso não me restava dúvidas. No entanto, lembrava-me também que ele possuía alguns familiares no Governo e na Marinha que tinham certa influência, e poderiam muito bem estar envolvidos naquilo, apenas... Não era um nome que eu esperava ouvir tão cedo.

Na saída, conseguia ver uma página com informações bem interessantes, jogada no chão. Apertei os olhos tentando enxergar os detalhes daquela folha de papel, vendo tudo o que era possível que Hanna visse, e percebia que parecia ser algum tipo de esboço a respeito da Operação Expurgo. Nesse momento, tentaria decorar o máximo possível do conteúdo daquela folha, olhando-a por inteiro pelo tempo que restasse, para que pudesse reescrevê-la no mundo físico uma vez que retornasse a ele.

A memória seguinte acabou sendo um pouco mais recente, provavelmente já em Arstotzka, onde Hanna e os outros dois agentes se encontravam com a Comodoro, que despedaçava o ciborgue deles em um piscar de olhos, ateando fogo a ele com a sua espada. Após o fim da memória, a mente de Hanna se resetava, e lá estava eu novamente no poço vazio e escuro, flutuando em algum lugar naquele mar negro.
Dessa vez, mergulharia novamente em sua mente, buscando então por mais informações a respeito do Modelo AV-04, e se ele era aquele que tinha sido destruído pela Comodoro. Caso positivo, tentaria procurar saber se já haviam novos modelos chegando, e se Hanna sabia qual era o novo modelo e quais eram as suas diferenças para o anterior.
Também tentaria buscar saber a respeito do Protótipo L-45, e quem eram Dom Gilberto, Caius, Aureliano e o tal de Clã Presidenciável. Tentaria obter toda e qualquer informação que Hanna pudesse ter a respeito desses nomes, pessoas e grupos. Tentaria também obter o nome daquele agente que passou a missão a Hanna, na primeira memória.

Finalmente, após obter todas as informações que precisava, tentaria acordar a agente de dentro de sua mente. "Hanna... Acorde." Diria, de forma sutil, lançando aquelas palavras ao poço escuro para o qual sequer tinha vontade de levar os meus olhares, visto que o medo daquilo me engolir era muito maior do que qualquer vontade de descobrir seus segredos, diminuindo em muito qualquer desejo de permanecer em sua mente por muito tempo.

De qualquer maneira, após ter minhas informações e conseguir ou não respostas de Hanna, afastaria nossas testas, levantando-me e me virando de volta para Wander, caso ele ainda estivesse por ali. Se positivo, sorriria. - Consegui muitas informações novas, mas não tão boas assim. - Começaria, explicando com cuidado. - Mas me consiga papel e caneta, por favor. O quanto antes. - Completava, dessa vez colocando um certo tom de urgência em meu tom de voz, afinal, realmente tinha uma necessidade de escrever o conteúdo daquele papel antes que minha mente deixasse algum detalhe escapar. Tenho certeza que você já tentou manter um sonho vivo em sua memória logo após acordar, vai por mim, é a mesma sensação.

Seguiria Wander se necessário, ou apenas esperaria, tentando em qualquer um dos casos prestar pouca atenção ao ambiente a nossa volta, mas sim a reconstruir mentalmente os detalhes do esboço da Operação Expurgo. Tentaria manter aquela imagem mental até que eu pudesse colocar as mãos em papel e em algo que fosse possível escrever nele. E, caso conseguisse tais coisas, rapidamente começaria a transcrever as informações da imagem mental que possuiria sobre o papel para o papel físico que teria em mãos. "Fase 1 - Expurgo..." Começaria escrevendo, tentando colocar o papel sobre algum apoio firme, como uma mesa, cadeira, ou até mesmo possíveis paredes ou as costas de meu tio Wander. Não leria nada do que estaria escrevendo, como forma de evitar distrações e apenas transcrever, por hora.
Assim que finalizasse, entregaria o papel para Wander. - Eu encontrei isso em um gabinete. É uma Operação que o Governo está executando nessa rota. Enviaram os três agentes de antes para cá junto do Doutor Volstok, que aparentemente possui tecnologia de ciborgues. A missão dos agentes era preparar o terreno para a chegada de Volstok com o restante dos ciborgues. Quando eles completassem a missão, teriam de ir para Pindorama auxiliar algum Vermyllion lá. - Passaria essas primeiras informações inicialmente, e então seguiria para todas as outras informações que teria obtido mais recentemente, explicando-o realmente tudo o que sabia sobre as pessoas e grupos que tentaria ter descoberto algo sobre.

- Em uma outra memória, vi que a Comodoro dessa ilha não ficou muito feliz com a qualidade dos ciborgues que chegaram com o trio de agentes. Ela destruiu o ciborgue em um único golpe da sua Katana de fogo e pediu que enviassem melhores. - Passaria aquelas informações, por último, a Wander, tentando repassá-las com o máximo de detalhamento possível, para que o Comandante pudesse tirar as suas próprias conclusões a respeito, e, por fim, tomar as melhores decisões possíveis para a nossa situação. Sentia um certo frio na barriga ao reviver cada um daqueles comentários ao informá-los a Wander, sentindo como se estivéssemos prestes a encarar um desafio muito maior do que o nosso preparo, e talvez eu não fosse capaz de garantir a segurança de meus amigos dessa vez.







Objetivos:
 
NPCs:
 




Meu Histórico:
 

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MensagemAssunto: Re: Caçadoras Eternas: Pesar Crescente!   Caçadoras Eternas: Pesar Crescente! - Página 5 EmptySex 19 Fev 2021, 18:10


As informações obtidas na mente da agente Hanna adicionavam mais dúvidas do que respostas. Buscando compreender melhor tudo aquilo, a revolucionária voltava a mergulhar naquela escuridão, e dessa vez a experiência que ela tinha era diferente da anterior. As memórias pareciam estar desbotadas, com algumas rachaduras no meio, como se fossem um espelho que alguém dera um soco. Não apenas isso, mas em alguns momentos elas passavam aceleradas, em outras, em câmera lenta, fazendo com que a noção de tempo de qualquer um se deturpasse.

Na primeira memória que Mao via, Hanna estava em um porto, de frente a um navio, assinando um documento declarando que havia recebido o modelo AV-04. Uma caixa alta estava sendo carregada para dentro do barco, mas de repente a memória era quebrada em vários fragmentos, que após um instante se juntavam novamente, mostrando a próxima. Já em alto mar, o agente Kan a convencia a abrir a caixa. De fato, o ciborgue dentro dela era o que havia sido destruído pela Comodoro.

A cada nova memória, as rachaduras aumentavam, assim como a coloração ficava ainda mais desbotada. Na terceira memória, as rachaduras começavam a atrapalhar a visão de Mao, mas ela ainda conseguia identificar o que estava ocorrendo. Hanna estava junta de Caius Vermyllion mais uma vez. O rapaz de olheiras profundas estava xingando horrores um tal “pedaço de lixo” fazendo com que Hanna gargalhasse e o avisasse. – É melhor você não deixar o agente chefe ouvir você falando dele dessa forma. Ele não lida muito bem com ofensas. – Tirando um maço de cigarros do bolso, ela completou – Ademais, se conseguirmos realizar essas missões, é bem provável que consigamos ser promovidos para a CP-9. É uma boa oportunidade.

A memória mais uma vez era quebrada, e uma nova começava a ser reconstruída, mas as rachaduras eram muitas, e o “espelho” começava a se quebrar novamente antes que Mao conseguisse ver qualquer coisa. Saindo da mente da agente, a revolucionária tentava acordar a mulher mas não conseguia. De volta a realidade, Mao requisitava caneta e papel, e Wander tirava um bloquinho de notas do bolso da jaqueta, a entregando. – Tente se lembrar de todos detalhes possíveis. – Comentava ele, observando o que ela escrevia apoiando o papel na parede, e ouvindo sobre o que ela havia visto.

Após ouvir tudo que ela tinha a dizer, ele ficava em silencio por alguns instantes, o semblante sério. – Tem certeza que ouviu as palavras Volstok, Presidenciável e Agente Chefe? – Questionava ele finalmente, buscando confirmação, e então suspirava para si mesmo. – Siigh, essa vai ser uma noite longa.

Saindo da cela acolchoada, Sagashi estava ali. O homem havia acompanhado os dois sem praticamente ser percebido, mas não entrara na cela. Ao vê-lo, Wander disparava – Chame o Picasso, diz que precisaremos das habilidades dele hoje. – e lá ia Sagashi, correndo pelos corredores. Se virando para Mao, o comandante completava - Quanto a você, é melhor ir comer e descansar. Um desenhista irá procura-la para que você tente descrever a aparencia dos dois agentes que você viu. Tenho que verificar algumas coisas. Amanhã na primeira luz do sol mandarei alguém chamá-la para uma reunião.

Deixando Mao sozinha, Wander também saía apressadamente.

---

O elogio feito por Azura tirava um sorriso do rosto daquele homem barbudo, que acenava com a cabeça entusiasticamente e começava a martelar com ainda mais força. A própria comandante após encontrar os materiais que precisava, começava a forjar suas armas também. Dois arcos e um machado. Horas se passavam e o castelo se tornava silencioso. Quando ela finalizava seu trabalho, o homem de barba ruiva ainda estava ali e após se despedir dele, ela ia em direção ao próprio quarto, local que parecia fazer uma eternidade desde a última vez em que ela pisara lá.

Os corredores do castelo eram iluminados por tochas, e estavam em sua grande maioria desertos. Ao encontrar uma patrulha, o par de celestiais com quem havia jogado mais cedo, Azura lhes dava uma ordem. - Peça que Alice e Elliot me encontrem em meu quarto por favor!

– Olá para você também. – Comentava um deles em um tom brincalhão, o que o fazia receber uma cotovelada do outro, que por sua vez respondia de forma mais adequada. – Sem problemas comandante.

Quando ela se afastava, alguns sussurros entre os dois chegavam aos seus ouvidos junto a um vento frio que soprava por ali. – A essa hora da madrugada? Ouvi dizer que ela e uma cabo se beijaram pelo corredor mais cedo, essa comandante revolucionaria é bem assan... - - Sheeew! Cala a boca! Quer nos colocar em problemas? Não temos nada a ver com isso! - - Ah, mas ela podia nos convidar tambe... Ouch! –

Ao chegar em seu quarto, Azura poderia ver que tudo estava exatamente como ela deixara da última vez. Mais ninguém havia entrado ali em sua ausência. – Grrr – Soou um som vindo da sua barriga, já que tirando a akuma no mi, a última refeição dela havia sido o café da manhã do dia anterior. Alguns minutos se passavam, e uma batida na porta soava.

– Azura? – Era a voz de Alice. Ela e Elliot estavam ambos ali, com as caras cheias de sono, sem entenderem muito bem o porquê de terem sido convocados.

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