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 Caçadoras Eternas: Pesar Crescente!

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AutorMensagem
ADM.Tidus
Duque Azul
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MensagemAssunto: Caçadoras Eternas: Pesar Crescente!   Caçadoras Eternas: Pesar Crescente! - Página 4 EmptyTer 12 Jan 2021, 22:35

Relembrando a primeira mensagem :

Caçadoras Eternas: Pesar Crescente!

Aqui ocorrerá a aventura do(a) revolucionária Azura V. Pendragon. A qual não possui narrador definido.


Equipe One Piece RPG

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AutorMensagem
Alek
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MensagemAssunto: Re: Caçadoras Eternas: Pesar Crescente!   Caçadoras Eternas: Pesar Crescente! - Página 4 EmptySab 30 Jan 2021, 05:14





Capítulo XI

Ato IX




Malase parecia estar apenas brincando, demonstrando as suas capacidades enquanto despertava uma música que ele mesmo conhecia no interior de nossa mente, perturbando ainda mais a Aggy, que já estava com imensa dificuldade em manter a sua atenção no lado de fora enquanto eu conversava com o homem. "Está bem." Respondia a ele, esforçando-me um pouco para voltar ao controle de meu próprio corpo, deixando Aggy ali com o parasita.

Isara rapidamente retornava com um médico de braços longos, que tratava de começar o processo de recuperação da agente machucada. Enquanto isso, Wander saía da cela, e eu, já no controle de meu próprio corpo, começava a seguir os seus passos, ainda um pouco que no automático. - Sim. - Diria, ao perceber que Wander já estava com algumas suspeitas de que algo estivesse errado em meu comportamento. - Ele está em mim, tio. Disse que irá me libertar se eu passar ele para um dos Comandantes... - Concluiria rapidamente. Sentia um esforço enorme a cada passo que fazia, e, com a mão canhota, apoiaria-me em um dos ombros de meu tio, como uma prova preventiva para qualquer queda repentina de minha força. - No entanto, ele disse que os ciborgues existem... O que mais você quer saber? - Perguntaria a Wander, enquanto o seguiria conforme ele caminhasse. - E o que você quer fazer com ele? Eu prefiro... - Ficava um tanto quanto tensa, eu não sabia muito bem as motivações daquele agente-parasita, mas como um agente do governo capturado por nós, imaginava que não era de forma alguma a melhor para a nossa situação. -... Deixar ele aqui dentro. - Afirmaria, sem ter muita certeza do tempo que eu poderia aguentar carregar aquele parasita comigo.

"Devo dizer que fez um bom trabalho de infiltração." A afirmação era sincera. Eu me sentia quase que completamente à mercê da vontade daquele parasita, e não tinha muitas ideias de como tirá-lo dali, a não ser ferir a mim mesma até que todo o sangue marrom escorresse de minhas feridas, tal qual tinha acontecido anteriormente em minha batalha contra a agente. "Você disse que podia me emprestar suas forças... Mas não é isso o que pretende, eu receio... Sim?"

- Tá tudo bem por enquanto, tio. Eu preciso comer, ainda não fiz isso hoje. Vamos aproveitar que o Lazuli foi pra lá? - Tentaria dizer aquilo em forma de sugestão, mas já começaria a me locomover até o refeitório, apenas me interrompendo nesse percurso caso Wander dissesse ter alguma ideia melhor. Do contrário, seguiria até tal local, aproximando-me da bancada de alimentos, recolhendo um prato e pegando algumas frutas, integrais e suco, antes de finalmente me sentar em uma cadeira próxima, de preferência na mesma mesa que Lazuli estivesse, caso ainda estivesse por lá.







Objetivos:
 
NPCs:
 




Meu Histórico:
 
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Kenshin Himura
Comandante Revolucionário
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Kenshin Himura

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MensagemAssunto: Re: Caçadoras Eternas: Pesar Crescente!   Caçadoras Eternas: Pesar Crescente! - Página 4 EmptySeg 01 Fev 2021, 20:54




 Caçadoras Eternas: Pesar Crescente!


Isara acatava minhas instruções, assim me deixando livre para investigar aquela estranha luz que chamava a atenção para o outro lado do abismo, estava determinada a resolver aquilo, mas por experiência própria sabia que não deveria ir sozinha, a última vez que tinha agido solo, não tinha acabado muito bem. “Aquele golem, realmente acabou comigo!” Lembrar da primeira batalha que tive contra aquele construto me fazia sentir algumas marcas invisíveis, dores que estavam apenas no meu psicológico.

A maioria das pessoas que poderia contar para me ajudar naquele momento, estavam descansando, a última noite tinha sido deveras exaustiva, Elliot precisava distrair a mente e Alice tinha que descansar, isso é ela poderia ser muito mais útil na situação apresentada por isara. - Vênus pode ser perfeita para o caso! Falava para mim mesma enquanto andava pelas áreas comuns do castelo, não conseguia ver a garota em nenhum lugar, apenas encontrava revolucionários descansando dos ocorridos da noite passada.

“Não tenho muito tempo para vasculhar todo o castelo em busca dela, se for um ataque… em questão de minutos podem estar a nossas portas!” Pensava seguindo para o lado de fora, assim que abria o portão, dava de cara com a garota seminua treinando seu acerto com a espada. A mesma estava mostrando a resistência do corpo de uma amazona, aquilo fazia com que eu desse um pequeno sorriso de canto de rosto, ao olhar em volta via alguns revolucionários observando a garota treinar, provavelmente um bando de tarados observando o corpo da jovem.

Assim que escutava minha voz, a garota parava o treinamento e sem questionar se arrumava para poder me seguir em tal missão, enquanto ela se preparava, levava meu rosto na direção dos cinco que estavam ali olhando para a jovem. - Já que gostam de ficar observando que tão montarem vigília ao redor do castelo, assim podemos usar esses olhares de uma forma mais produtiva! Falaria em um tom sério, apesar de não ir muito com a cara do quinteto eles poderiam ser uteis para manter o castelo em boa vigilância.

- Caso verem inimigos se aproximando não hesitem em acionar os alarmes! Falava me virando e assim seguindo correndo na direção da luz que havia encontrado.

A corria em torno do abismo era perigosa mas crucial, via a luz subindo pelas paredes que misturavam terra com gelo, não fazia ideia do que poderia ser. Logo quando me aproximava da borda já não conseguia observar o brilho, meu instinto era de tentar utilizar a técnica no qual Wander havia me ensinado, mas inicialmente não conseguia captar nada, não sabia se era erro meu, ou se realmente não havia nada por ali, mordia meu lábio inferior apreensiva continuando a corrida, quando finalmente conseguia sentir duas auras.

“Uma está quase se esvaindo...” Pensava analisando as duas, a outra era mais intensa oque me deixava mais apreensiva, logo finalmente chegávamos na borda do precipício, inicialmente não conseguia ver nada, logo percebia um homem meio cambaleante, rapidamente me colocava em guarda, mas dava para ver que o homem estava em seus últimos suspiros de vida.

- Era dele a aura… Soltava levantando uma das minhas sobrancelhas, o rapaz não aprecia aguentar muito tempo em pé, não sabia se o mesmo era um civil ou alguém do governo, mas assim que ele percebia nossa presença ele tentava falar algo, mas por conta de todos aqueles ferimentos ele não conseguia, o chão dava uma estremecida olhava de relance para a beira do abismo e nada aparecia.

Logo então o mesmo caia no chão, em sua mão esquerda segurava uma pedra que emitia um estranho brilho, provavelmente era oque tinha enxergado de longe ao castelo. “Oque pode ser isso?” Pensava olhando o estranho brilho, mas logo minha atenção se passava para uma fruta que saia rolando em nossa direção, olhava de relance para Vênus e dava algumas caminhadas na direção da fruta.

Parecia que a mesma estava chamando por mim, seu cheiro era bastante convidativo, nunca tinha visto uma fruta como aquelas. “Seria isso uma akuma no mi?” Pensava ao agarrar o fruto, nunca tinha visto uma fruta pessoalmente, apenas tinha visto seus usuários, dos mais diversos para ser sincero.

Logo então um ruido vinha do abismo, um som bastante estridente, não tinha escutado um som assim desde o encontro com os golens, mas antes que pudesse achar que era o velho louco novamente retornando dos mortos mais uma vez, uma estranha criatura aparecia, lembrava uma inseto gigante, meus olhos arregalavam ao ver a mesma, aquela ilha não parava de me surpreender a cada dia que passava.

- Vênus cuidado! Gritava estendendo minha mão esquerda alertando-a, a aura que tinha sentido se realmente fosse dessa criatura significava que as coisas não seriam fáceis, aquela pedra na mão do homem poderia ter alguma coisa haver com a presença da criatura, como arqueóloga apenas com o tempo conseguiria saber oque era, mas primeiro tínhamos de sair com vida daquilo.

- Vênus, proteja o corpo desse homem e a pedra em sua mão, tenho quase certeza que esse artefato tem alguma coisa haver com isso! Minha experiência com aquela ilha era que coisas misteriosas aconteciam por coisas como aquela pedra. “Se ele for igual aqueles golens, isso vai ser bem perigoso!” Pensava analisando tudo, a criatura estava na borda olhando em nossa direção, algumas ideias vinham a minha cabeça, olhava para a fruta em minha mão.

“Se for uma akuma no mi, toda a ajuda vai ser bem-vinda!” Pensava lembrando das batalhas que tive nos últimos dias, antes de fazer qualquer movimento, levava a fruta até minha boca dando uma grande mordida, sabia que apenas uma mordida era o suficiente para manifestar, assim como também sabia que isso não era imediato, guardava o restante da fruta, e me colocaria nos quatro apoios.

Obviamente ficaria atenta, para caso em meio aos movimento de comer a fruta, a criatura tentasse me atacar, fixaria minha perna esquerda no chão, imbuindo minha perna direita em haki arquearia a mesma afim de bloquear o golpe com a sola da minha bota, casso desse certo flexionaria a perna esquerda em seguida esticaria novamente para assim empurrar a criatura para ter uma distancia para poder agir melhor.

Caso tivesse em uma distância considerável contra a criatura, me colocaria em meus quatro apoios, em seguida olhando fixamente para o monstro, começaria uma corrida forçando os quatro apoios contra o chão, utilizaria da aceleração para pegar o impulso, assim que tivesse próximo do inseto saltaria dando uma cambalhota em sua direção, em seguida esticaria minha perna direita, imbuindo a mesma com o haki do armamento, para assim ser um grande projetil visando acertar o centro do corpo da mesma com força o suficiente para mandá-lo para dentro do abismo novamente. Caso acertasse o golpe, para não ser jogada junto com ele no abismo usaria do seu corpo para assim pegar impulso com uma cambalhota para assim voltar para o chão.

Caso o mesmo tentasse me acertar em meio aos meus movimentos, tentaria me levantar rapidamente, imbuindo amos os braços com haki faria um X com os mesmos, a fim de bloquear o golpe com as minhas manoplas fortificadas, fixaria ambas as pernas no chão para assim absorver o impacto. Caso o golpe da criatura for em conjunto do meu, tentaria bloquear o golpe como o meu chute e usando o impacto para dar a cambalhota e me distanciar para assim bolar os próximos movimentos.

Historico:
 

Tecnicas Normais:
 

Tecnica suprema:
 

Vantagens e desvantagens :
 


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MensagemAssunto: Re: Caçadoras Eternas: Pesar Crescente!   Caçadoras Eternas: Pesar Crescente! - Página 4 EmptyTer 02 Fev 2021, 20:46


Ao ver aqueles homens observando Vênus treinar, Azura se sentia um pouco incomodada e logo os colocava no lugar deles. – O QUEEE?? – Gritavam eles erguendo os braços em coro, mas apesar de inconformados, cheios de lágrimas nos olhos, ainda assim obedeciam as ordens que recebiam.

Quando as duas chegavam no local daquela luz brilhante, tudo ocorria muito rápido. O homem cambaleante, a fruta e pedra misteriosas, o monstro gigante. Os eventos se desdobravam um atrás do outro, e quando a guardiã do anel do céu pegava a fruta, a criatura a atacava, ignorando por completo o homem e a pedra. O cheiro que Mao sentia estar a “chamando”, não chamava por apenas ela aparentemente.

Com uma fruta na mão, e um monstro com mais de dez metros de comprimento, e uma largura maior que a própria Azura, a atacando de cima para baixo, a comandante erguia uma das pernas para se proteger, a imbuindo com o haki da armadura. Em resposta o monstro simplesmente abria a boca e em uma bocada só mordia a perna inteira que estava estendida. Apesar de não conseguir arrancar a perna de uma vez por conta do haki, as presas da criatura conseguiam penetrar o membro e encostar até mesmo no osso.

A situação não estava nada boa, e nesse momento uma espada passava ao lado da comandante, mirando no inimigo e realizando um longo corte na lateral deste. Era Vênus. A dor fazia com que a criatura abrisse a boca, o que libertava a Fúria Carmesim, mas ainda assim, a ferida na perna limitaria suas ações dali para frente. Enfurecida com a ferida recebida, o monstro balançava o corpo de um lado para o outro e acertava Vênus, a fazendo voar pelos ares em direção ao abismo, mas ao fincar a espada no chão, ela conseguia frear quando chegava na borda, abrindo um talho no solo.

Erguendo o torso no ar, a criatura se voltava em direção à fruta, assim como de Azura, e no mesmo momento em que voltava a atacar abrindo a bocarra, a revolucionaria mordia a fruta, sentindo um gosto horrível inundar sua boca e garganta, indo parar em seu estomago, não apenas isso, mas um calor começava a tomar conta dela e chamas surgiam. E então, escuridão. A criatura misteriosa engolira a mulher por completo, o único problema era que dessa vez, não havia carne nenhuma para morder, apenas fogo.

Citação :
Nome:
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Mera Mera no Mi
Tipo: Logia
Bonificação: Esta Akuma no Mi concede ao seu usuário a capacidade de criar, controlar e se transformar em fogo. A principal vantagem da fruta é que, como todos do tipo Logia, permite aquele que a comer se tornar o próprio elemento, adquirindo propriedades de intangibilidade contra a maioria dos ataques. Além disto, esta fruta é afetada pelas fraquezas padrão de todas as Akumas no Mi - Kairouseki e impossibilidade de nadar por parte de seu usuário.

Bônus:


  • Intangibilidade
    Como todas as Logias, quando transformado em seu elemento, o usuário adquire propriedades de intangibilidade, ficando imune a maioria dos ataques. No entanto, esta intangibilidade pode ser neutralizada por ataques que utilizem Kairouseki, Haki do Armamento ou elementos que sejam counters naturais do fogo, como golpes de Karate Tritão que utilizem grandes quantidades de água.

  • Fogo
    Possuindo habilidades de controle, transformação e criação de fogo, o usuário desta Akuma pode desenvolver ataques que utilizem este elemento, que tem as mesmas propriedades queimantes do elemento natural e aplicam dano a suas vítimas iguais ao atributo Dano + 4* Level do usuário, além de poder aplicar o efeito Queimado no atingido conforme o sistema de Efeitos (Uma exposição completamente superficial por exemplo não seria o suficiente para causar o efeito). O dano e o efeito podem ser aplicados tanto por ataques diretos do usuário da Akuma no Mi quanto por dano passivo, como por exemplo ao receber ataques de um inimigo que não possua proteções contra o fogo e este entre em contato com as chamas do corpo do usuário ou por fogo que o usuário tenha espalhado pelo campo (No dano passivo o dano aplicado é de apenas 4*level do usuário).

  • Controle Elemental
    O usuário também é capaz de controlar fogo que não tenha sido criado por ele, no entanto, sendo necessário estabelecer e manter contato com o próprio usuário para ''tomar a chama para si''. Sendo mestre de tal elemento é imune à grandes temperaturas, contudo elementos como Lava ou os golpes de calor da Atsu Atsu podem tranquilamente queimar o usuário.

    Alcance de controle:

    Level 1: 20m
    Level 2: 30m
    Level 3: 40m
    Level 4: 50m

    O usuário também possui a capacidade de controlar quem é queimado pelo fogo que ele tem controle, podendo ser muito útil para não queimar suas próprias roupas e acessórios, além de não queimar pessoas que ele não deseja que sejam queimadas. O alcance para este fogo que não queima quem ele não deseja é igual a metadedo seu alcance de controle.

  • Propulsão
    O usuário pode valer-se de torrentes de fogo para se impulsionar na direção desejada como um salto.


---

Ao ouvir a situação da boca de Mao, uma expressão azeda apareceu na cara de Wander, mas ele fez o possível para evitar que sua voz soasse tão amarga quanto ele se sentia. Aquela era a filha de Gokudera, seu amigo de longa data, seu irmão, e por culpa dele... – Tente descobrir quantos são, de onde vieram, e quando vão ser usados para nos atacar. – Voltando a andar, a mente do homem borbulhava pensando nas ramificações daquelas informações e mais ainda, se poderiam ser confiáveis. Confiável...

- E o que você quer fazer com ele? Eu prefiro... Deixar ele aqui dentro. – A voz da sua sobrinha soava mais uma vez, fazendo com que ele a olhasse mais uma vez e franzisse as sobrancelhas. Por alguns instantes permaneceu em silencio enquanto andava, ponderando o que dizer. O que fazer. Ele já havia usado o haki da observação para ver se conseguiria identificar onde o parasita estava, e assim talvez tirá-lo a força, mas o resultado da sua investigação foi menos que ideal. – Por enquanto só posso pedir que carregue esse... fardo. Vou conversar com os outros e analisar o que pode ser feito. – A voz do homem que normalmente era energética e bem-humorada, agora não apresentava nenhuma das suas características marcantes.

Enquanto eles caminhavam mais um pouco, Mao começava outra conversa, dessa vez, uma mental. "Devo dizer que fez um bom trabalho de infiltração."

“Ora minha querida, muito obrigado pelo reconhecimento. É sempre bom. E como prometido, aqui vai um pedaço de informação fresquinha para você. Arkans Volstok, ele é um cientista brilhante do governo que foi enviado para ajudar a acabar com os revolucionários dessa rota da GL. Devido à localização do seu esconderijo, essa ilha foi escolhida como primeiro alvo. Vocês deveriam definitivamente se preparar para um ataque a qualquer momento. Alerta máximo...” O tom desdenhoso e convencido não desapareciam.

"Você disse que podia me emprestar suas forças... Mas não é isso o que pretende, eu receio... Sim?"

“Bom, isso depende mais de você do que de mim, minha querida. Veja bem, agora que eles sabem que tomei moradia aqui, certamente vão confiar cada vez menos em você. Nenhuma informação essencial será dita na sua frente, e até mesmo as que vierem de você vão ter que ser analisadas e verificadas com todo cuidado, o que vai gastar um tempo precioso. E se não for o caso, imagina se eles realmente entrarem em estado de alerta máximo e alguns dias se passarem sem maiores acontecimentos?”
Parando por alguns segundos, ele completava. “O que quero dizer é que você não é mais confiável para eles, talvez até mesmo coloquem alguém para vigia-la. E se por enquanto isso pode até não te afetar, mas dê alguns meses... tenho certeza que me dar uma ajuda em troca de uma vaga na marinha não vai soar tão mal...”

- Tá tudo bem por enquanto, tio. Eu preciso comer, ainda não fiz isso hoje. Vamos aproveitar que o Lazuli foi pra lá? –

- Na verdade tem algo que eu gostaria de te mostrar antes. Venha comigo.  - Fazendo uma curva no corredor, eles se dirigiram para a parte de trás do castelo, oposta ao abismo, e em uma área aberta uma montanha ficava à vista. No pátio, o comandante levava dois dedos aos lábios e soltava um alto assobio que ressoava longe. – A qualquer momento agora. – Ele comentava com ela enquanto olhava para o céu. Em silencio, no frio, ele se mantinha olhando para o alto, pensando. “Por que você não usa suas habilidades para ver o que ele está pensado?” Surgia uma voz na mente de Mao a tentando. Mais alguns segundos se passavam e logo um pio ressoava, e um pequeno ponto escuro aparecia no céu, avançando com velocidade na direção dos dois.

Logo duas aves apareciam, pequenos falcões, que desciam e o maior dentre eles aterrissava no braço estendido de Wander, enquanto o outro pousava perto, em um poleiro. – Esse é Aastrix, meu companheiro de longa data, desde a época em que eu navegava com seu pai. Aquele ali é o filho dele. – Disse o homem. – São ótimos vigias, batedores também, ou mensageiros. Fiquei sabendo que você sabe domar e treinar, por que não tenta com ele? Ainda não dei nome. – Terminando de falar, ele se virava e voltava a entrar no castelo levando Aastrix consigo. – Vou pedir que tragam comida para você. – Comentou por fim.

“E é assim que começa...”



____________________________________________________


Raven:INSPIRE VIDA | EXPIRE MORTE
"Pensamento"
- Fala -



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Kenshin Himura
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MensagemAssunto: Re: Caçadoras Eternas: Pesar Crescente!   Caçadoras Eternas: Pesar Crescente! - Página 4 EmptySex 05 Fev 2021, 16:02




 Caçadoras Eternas: Pesar Crescente!



A criatura a minha frente devidamente tinha me surpreendido, as coisas pareciam ficar cada vez mais interessantes, aquela fruta na minha mão aprecia ser aquilo que a criatura tanto queria, olhava rapidamente de relance para a fruta, e depois voltava a observar a criatura. “Ele quer a fruta e não o cristal!?” Pensava quando via o monstro vindo em minha direção, como um instinto tentava bloquear o seu golpe, mas não esperava que o mesmo me morderia.

- Arrg! Soltava ao sentir as prezas aprofundando em minha carne, a dor era aguda, e o incomodo podia ser visto em meu rosto, provavelmente se não tivesse utilizado o haki do armamento, provavelmente minha perna teria sido arrancada com tudo.

A criatura travava, e estava ciente de que não poderia simplesmente puxar minha perna, naquela altura com minha força e a do monstro certamente eu estaria sendo estraçalhada. “Droga… Oque posso fazer!?” Não sabia oque poderia ser feito naquela situação, a fruta em minha mão era o objeto que a criatura mais queria.

Antes de qualquer ação por minha parte, levava meu olhar ao quanto do rosto onde percebia um corte passando bem perto, sentia o vento batendo em minha face, e quando olhava atentamente, via Vênus desferindo um forte golpe contra o monstro. “Perfeito!” Sentia a boca da criatura se abrindo graças ao ataque da amazona, e assim ficando livre.

A dor na perna era bastante forte, tinha conhecimento de que ela poderia atrapalhar lutar com todo o meu potencial. - Vênus cuidado! Falava ao ver que a criatura se balançava de dor e fúria por conta do golpe que tinha recebido, logo a mesma acertava a amazona a arremessando para longe. Meu instinto fazia meu corpo dar um passo pesado para frente visando ajudar a garota, mas assim que jogava o peso em minha perna direta a dor ficava mais intensa, com isso dava um passo em falso quase caindo. - Arrg…! Logo jogava a perna esquerda para evitar a queda.

Olhava para perna machucada para ver a situação, o sangue escorrendo em minha pele esquentava do frio que estava fazendo ali fora, com isso uma certa raiva começava a me abastecer, aquela situação provavelmente não seria coisa da marinha, mas era perigoso o suficiente para levar as pessoas do castelo ao perigo. “Eu enquanto comandante não deixarei que nossa base seja atacada!” Mesmo diante da perna machucada e ver minha aliada ser jogada para longe, não fugiria, até aquele momento tinha lidado com coisas muito mais perigosas do que uma barata gigante.

“Não vou conseguir sozinha, tão pouco nesse estado, se é essa fruta que ele tanto quer, ele não terá!” Pensava olhando para a fruta, a criatura parecia ter se acalmado, e voltava a olhar em minha direção. - Espero que isso possa ajudar! Falava ao começar a levantar o braço que estava com a fruta, a barata gigante vinha em minha direção com a boca aberta, provavelmente tentaria desferir mais uma mordida.

Parecia que estava vendo tudo em câmera lenta, levando a fruta a minha boca dava uma grande mordida na mesma, mastigava rapidamente a cada segundo que a criatura se aproximava, o gosto não tinha nada comparado com a aparência ou mesmo com a fragrância que estava emanando e me convidando, tinha gosto de. “Merdaarrrg!” Sentia aquilo descer pela minha goela, mas já era tarde demais, o monstro estava em cima de mim, arregalava meus olhos, pois estava com a boca aberta e parecia que me engoliria inteira.

O calor tomava meu corpo, seria aquilo o medo?  Era a fúria tomando conta do meu corpo? Não era um calor diferente, quando dava por mim chamas tomavam meu corpo, mas elas não estavam me queimando, apenas me esquentavam. - Prometheus! Falava no instante segundo que a criatura me mordia, uma escuridão se formava, mas não sentia nenhuma dor.

Teria eu sido abençoada com o deus do fogo? Se isso era verdade, estava na hora de provar, estando ou não na boca da criatura começaria a emanar o máximo de fogo que conseguia, não sabia como faria isso, mas tentaria tentando jogar todo o fogo para dentro do estômago daquela criatura, destruir ela de dentro para fora.

Assim que tivesse livre da boca da criatura, utilizaria do soru para me afastar e ter uma distância considerável da barata. Olharia pelo meu corpo queria ver a extensão de toda aquela chama estava maravilhada com aquele poder, de fato uma fruta bastante apropriada. - Os Deuses me abençoando assim como abençoaram Urias! Soltava admirada pelas chamas que emanavam pelo meu corpo.

A dor em minha perna fazia voltar a realidade, olhava rapidamente para a mesma, tinha de lidar com ela de alguma forma, para que não me atrapalhasse com a luta. “E se...” Pensava na possibilidade de aplicar primeiros socorros com aquele poder, cauterizar aqueles ferimentos não retiraria a dor, mas ao menos impediria que ficassem mais grave.

Tentaria então utilizar do fogo que emanaria da perna para cauterizar a ferida que tinha sido feita pela barata gigante, mas caso não conseguisse, tentaria juntar uma quantidade considerável de chamas nas mãos e passar em cima da ferida para assim cauterizar a mesma.

Dando certo ou não, tinha de voltar a minha atenção para aquele lugar cuidar daquela situação, e principalmente saber se Vênus estava bem. - Vênus, consegue se levantar!? Gritava na direção que a garota tinha sido arremessada, independente da resposta e a barata ainda estivesse viva, me voltaria na direção dela.

- Bom vamos acabar com isso! Proferia, tentando emanar o máximo de chamas que eu conseguiria, toda a extensão daquele poder era um mistério, mas sabia o básico que eu poderia fazer.



- Vamos queimar bebê! Assim se a barata ainda estivesse viva depois da minha tentativa de escapar dela, estenderia ambas as minhas mãos em sua direção, o intuito era emanar tanta chama que lançaria na direção da criatura, como se fosse uma grande torreta de fogo disparando tudo que eu tinha em cima da criatura.

Caso aquilo não fosse o suficiente, daria um suspiro falando. - Então vamos da forma antiga! Assim que terminava de falar, tentaria imbuir meu corpo com chamas para fazer um campo protetor, algo básico apenas espalhar as chamas pelo meu corpo. Feito isso voltaria a ficar em meus quatro apoios, sabendo da dor que minha perna direita poderia me causar, tentaria jogar meu peso mais para o lado  esquerdo do corpo, para que assim não prejudicasse tanto a performance.

Forçando três dos meus quatro apoios, correria na direção da criatura, utilizaria da aceleração para poder chegar bem rápido perno da criatura, assim que tivesse uma distância mais curta entre a gente, utilizaria do soru para me reposicionar em seu lado esquerdo em seguia dando um salta em sua direção, com um movimento giratório, estenderia a perna esquerda imbuindo a mesma com Haki do armamento e chamas, tentaria desferir um poderoso chute em sua cabeça.

Caso ela tentasse me atacar em meio aos meus movimentos, rapidamente com o braço direito tentaria criar uma torreta de fogo para bloquear sua aproximação, e assim aproveitar da distração criada do fogo para poder executar o movimento planejado. Caso a torreta não bloqueasse, imbuiria o braço com o Haki do armamento, e tentaria bloquear o golpe utilizando da minha manopla como proteção, e se fosse uma mordida, utilizaria do fogo para atacar por dentro do corpo da criatura.

Em seguida me distanciaria utilizando soru para então ter uma visão melhor do campo de batalha.


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MensagemAssunto: Re: Caçadoras Eternas: Pesar Crescente!   Caçadoras Eternas: Pesar Crescente! - Página 4 EmptySab 06 Fev 2021, 16:25





Capítulo XI

Ato X - Post de Doma




Wander parecia extremamente incomodado por aquilo que tinha acontecido comigo, e eu não podia deixar de me culpar pelo descuido. - Entendido. - Dizia, de maneira a demonstrar o peso das minha palavra, ainda que eu mesma estivesse sentindo aquele aperto no peito por não me sentir confiável próximo ao meu tio, mesmo que eu tivesse a plena certeza sobre a causa que eu apoiava. Enquanto caminhávamos para fora daquela área do castelo, o parasita dava algumas das informações que eu precisava, e começava a falar um tanto mais de suas baboseiras, alegando que poderia me fortalecer com os seus poderes se eu o ajudasse em troca.

"Fora de cogitação." Respondi sem hesitar. Eu não podia negar que era tentadora a ideia de ser fortalecida por alguém com um poder como aquele, ainda mais que, pelo o que tínhamos visto de sua ação na agente anterior, ele era capaz de resistir os ferimentos no lugar da mulher, e isso era algo que sem dúvidas fecharia algumas brechas de minhas defesas, algo que eu ponderava bastante enquanto continuava a caminhada com Wander, que dizia ter algo para me mostrar.

Saíamos por um corredor que levava a uma outra área do castelo que eu ainda não tinha visitado durante o meu curto período de tempo por ali. Ao sair pela porta e acessar um pátio externo, o frio rapidamente me paralisava, fazendo-me levar os braços em volta do corpo rapidamente, abraçando-o e esfregando os membros no tronco como forma de me aquecer um pouco melhor, afinal, nem mesmo o vestido de pele que eu estava usando era tão efetivo contra o clima daquela ilha. A voz do parasita sussurrava no fundo de minha mente para que eu bisbilhotasse os pensamentos de Wander, e por mais que eu sentisse a vontade em fazê-lo para tirar minhas dúvidas, ele podia acabar percebendo isso, e eu não queria ousar desrespeitá-lo. "Não."

- Incrível... - Dizia, ao ver as duas majestosas aves que surgiam, aumentando de tamanho a partir de um ponto escuro no meio de toda aquele horizonte embranquecido. - Olá, Aatrox... - Diria, com um aceno de mão, e então, levando o braço destro em frente ao corpo de forma paralela ao chão, curvaria a parte superior de meu tronco para a frente, inclinando-me em uma reverência, arqueando o braço esquerdo para trás. Lembrava-me vagamente da imagem de Aatrox, muitos anos atrás, nos braços de meu pai e de Wander, quando eu ainda era uma pequena criança na embarcação dos dois. Lembrava-me também que ele só respondia a uma ordem se meu pai fizesse uma reverência a ele, curvando a cabeça como eu estaria fazendo nesse exato momento.

- Eu sou Mao di Lut Ima. - Diria, erguendo-me novamente de meu cumprimento. - Sou a filha de Gatsu Gokudera... Não sei se você ainda se lembra de mim... - Diria, com um sorriso no rosto ao voltar a olhar para aquela ave de proporções magníficas. - O tempo lhe foi um grandioso aliado, Aatrox. - Deslizava o olhar ao lado, para outra ave de proporções menores que pousava em um poleiro próximo. - Parabéns pela cria... Se me permitir, eu o nomearei... - Olharia para a ave, sua penagem cobria todo o seu corpo, mantendo-o aquecido do frio. O rosto demonstrava uma expressão típica daquelas aves de rapina, que pareciam estar sempre olhando adiante, muito além daquilo que realmente podia ser visto. Os olhos de uma ave de rapina pareciam estar sempre em busca de algo mais, de um motivo, um objetivo que apenas eles podiam buscar. Um valor para motivar suas ações, mesmo que esse valor seja uma simples presa à deriva no meio da neve.

-... Valor. - Sorriria, Wander deixava o pátio, levando Aatrox consigo em seu antebraço, dizendo que alguém traria a minha comida, e eu estava bem com isso. No entanto, um fio de insegurança se passava por minha mente novamente. Talvez Wander apenas não quisesse que eu comesse com os outros no refeitório. Era por causa do tal do Lazuli estar por lá? Ele não queria que eu me aproximasse dele? Wander realmente me achava perigosa agora? Talvez Malase estivesse correto sobre tudo aquilo...

- Valor... É um bom nome. - Diria, aproximando-me da ave em seu poleiro e erguendo uma das mãos, levando-a até ele vagarosamente. Tentaria não me aproximar de maneira muito brusca, ao contrário, tentaria deixá-lo à vontade para recuar de minha aproximação, se manter ou se aproximar. Assim, caso a sua reação fosse positiva, encostaria os nós dos dedos em sua cabeça e pescoço, acariciando-o em movimentos lentos e controlados, que tomariam um ritmo igual ao de minha própria respiração.

- O seu pai foi um grande companheiro do meu, sabia? - Olharia-o nos seus olhos, tentando chamar a sua atenção para que também olhasse para mim, no entanto, caso isso não acontecesse, me satisfaria em apenas tê-lo me ouvindo. - O que acha de vir comigo se aventurar? Lutar pela revolução, e tal... Hah. - Perguntaria de Valor, e então, faria uma breve reverência tal como aquela que fiz a Aatrox, descendo a parte superior do tronco para a frente e abaixando a cabeça. Faria isso como forma de demonstrar respeito àquela ave, que, como minha futura aliada e companheira, deveria ter o compreendimento de que estávamos no mesmo patamar em questão de hierarquia. Não haveria isso entre nós. - Eu estarei lá por você, e você estará lá por mim... Romântico, né? - Soltaria uma breve risada, levando a mão esquerda à boca.

Esperaria, então, pelo resultado de minha aproximação de Valor, e até mesmo pela aprovação de seu nome pelo próprio, algo que eu levaria em consideração, afinal, eu não queria construir um vínculo de subordinação entre nós, mas sim um vínculo de amizade e respeito mútuo. Vez ou outra, olharia para o mar branco em volta do castelo, com certa cautela, tentando visualizar inimigos que pudessem estar patrulhando a área, afinal, se o que Malase tinha dito fosse verdade, a qualquer momento uma invasão em larga escala poderia acabar acontecendo.

Estaria, no mais, esperando pela chegada de minha comida, tal como Wander tinha dito que aconteceria. Quando eu estivesse com os meus alimentos em mãos, utilizaria dos possíveis talheres para me alimentar, ali mesmo, ao lado de Valor. De vez em quando, entre o meu tempo de mastigação, tentaria fazer carícias na ave, tentando também ficar um tanto mais próxima dele, e, conforme ele fosse aceitando os meus avanços, entregaria pedaços de minha comida para ele, como forma de reforçar positivamente a sua atitude. No entanto, caso ele recusasse a minha proximidade, eu não o entregaria o reforço. - Tá tudo bem... Eu sou sua amiga, viu? - E tentaria novamente, passando tempo o suficiente por ali para que conseguisse domar a ave.







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MensagemAssunto: Re: Caçadoras Eternas: Pesar Crescente!   Caçadoras Eternas: Pesar Crescente! - Página 4 EmptySab 06 Fev 2021, 23:39


Ao se ver tomada por um fogo que ardia sem ferir, Azura pensou que aquela era uma benção vinda de Prometheus, o mesmo deus qual a arma que ela tinha nas mãos havia sido nomeada em homenagem, mas a verdade não podia estar mais longe dessa. As habilidades, dádivas que ela ganhava naquele instante vinham da fruta que havia sido ingerida. Assim como ela suspeitara, aquela de fato era uma Akuma no mi, uma fruta do diabo. Se alguma entidade a havia concedido aquelas chamas, era ele.

Independentemente se eram os deuses de Azura ou o diabo, uma coisa era certa, no interior da boca do monstro ela queimava e começava a emanar uma grande quantidade de fogo que logo se espalhava para o interior daquela criatura estranha. Cheia de dor, o monstro abria a bocarra dando espaço para que a comandante fugisse para o lado de fora, onde conseguia algum tempo para respirar e se avaliar. Emanando chamas, ela poderia sentir que ela era o próprio fogo, mas estranhamente a ferida de antes não havia desaparecido. Quando ela tentava usar o fogo criado para cauterizar o local, não funcionava. Ao invés de queimar, ela sentia como se as chamas a estivessem beijando, ou quem sabe lambendo. Mas não conseguiam machuca-la, nem cura-la.

- Vênus, consegue se levantar!? – Perguntou à companheira, e em resposta viu a mesma se erguer acenando positivamente com a cabeça e ajeitando a posição que empunhava a espada. A criatura por sua vez estava soltando fumaça se contorcendo e debatendo enlouquecidamente, o que poderia ser tão perigoso quanto um ataque focado. O solo em torno dela era destruído, Venus era forçada a sair saltando e rolando mais de uma vez para não ser atingida de novo, e então...

- Vamos queimar bebê!

Um grande fluxo de chamas saía de Azura e avançava com tudo em direção daquele animal que se sentia cada mais vez ferido e ameaçado pelas chamas, a ponto que começou a recuar tentando escapar, mas antes que pudesse, seu corpo inteiro pegava fogo e quando ele finalmente chegava na beira do abismo, não conseguia descer pelas paredes, mas sim caía em meio da escuridão, guinchando alucinadamente um som agudo que aos poucos foi desaparecendo. – Screeeech! Screeeeech!

- A benção de Prometheus? – Vinha a voz de Vênus que apesar de olhar curiosamente para Azura, andava em direção ao homem caído e verificava que realmente estava morto, pegando a pedra luminosa em seguida e a embolsando. Ao longe, vindo no mesmo caminho que elas haviam percorrido, alguns homens apareciam, dentre eles, o comandante Luís. Agora que a luta acabava, a empolgação passava, e as feridas agiam, Azura poderia sentir que algo não estava certo. Sua vista começava a ficar turva, e a perna começava a queimar, mas não pelo fogo e sim da ferida. Se olhasse para baixo, veria que o sangue saindo dali estava preto. Antes de poder fazer mais algo, ela desmaiava. Parecia que a enfermaria realmente era a real casa dela, já que provavelmente acordaria lá mais uma vez.

---

Mao rejeitava as instigações de Malase, mas o agente sentia que a aparente vontade férrea da mulher não era tão resistente assim. Sabendo quando avançar, e também quando recuar, o agente não ficou insistindo, e na verdade nem mesmo se manifestou por um bom tempo. Era quase como se ele não estivesse mais por ali. Por um tempo.

O encontro da revolucionária com aquela ave, ou melhor dizendo, reencontro, trazia à tona memórias antigas na jovem, e Aatrox parecia reconhece-la já que mesmo tendo o bico apontado para as nuvens, além de um certo olhar de orgulho e superioridade, ainda assim piava para ela de tempos em tempos como se a estivesse respondendo e até mesmo concordando com a mesma.

Se ele falasse a língua dos humanos, ou se Mao pudesse entende-lo claramente, as palavras que ouviria seriam algo no sentido de “Claro que me lembro, tenho uma ótima memória. “ ou “Claro que foi grandioso, haveria de ser de alguma outra forma?” e também quando ele piou duas vezes consecutivas significava “Não é tão bom como Aatrox, mas mesmo sendo minha cria, só pode haver um Aatrox abaixo dos céus. Valor tá valendo.”

Com a saída de cena do Comandante e do seu pássaro levemente convencido, Mao tinha tempo para se aproximar de Valor. Ao contrário do pai, a ave não mantinha o bico voltado para o céu, e permitia que Mao se aproximasse dele e o acariciasse sem maiores problemas. O único ponto é que ele não piava para ela. Não importava se ela se curvava, se conversava, o acariciava ou se o alimentava. O pássaro parecia receber tudo de bom grado, parecia estar feliz, mas não dava um pio que fosse.

De fato, quando uma bandeja com comida foi trazida por um mink coelho que não disse muito além de – O comandante Wander pediu para que eu trouxesse, daqui a algum tempo volto para pegar o prato e talheres. – Valor até mesmo tomou iniciativa de se aproximar de Mao e demonstrou querer ser alimentado. Falando no nome, Valor, a ave parecia ter aceitado bem e à medida que algumas horas se passavam, o pássaro havia sido domado. O único ponto era que ele ainda não soltara um pio que fosse.

Quando o Mink retornou para buscar a bandeja, prato e talheres, Valor tomou a iniciativa mais uma vez e aterrissou no braço esquerdo de Mao, não deixando que o outro se aproximasse muito dele. A cena entre mulher e falcão era recheada de harmonia e beleza, fazendo até com que o “mordomo” desse um leve sorriso antes de se voltar e se encaminhar para o corredor de onde tinha vindo. Quando o mesmo estava no meio do caminho, cerca de dez metros de distância de Mao, a mulher poderia ver outra pessoa saindo do corredor.

Com uma pistola apontando para o Mink, o homem magricelo que usava terno, tendo os cabelos brancos, olhos azuis e sorriso desdenhoso na face, aparecia mais uma vez para Mao. Mas dessa vez no mundo físico. Malase. Como uma excelente atiradora, ela podia ver que ele estava prestes a disparar e assim que o fizesse, um buraco se abriria na testa do Mink coelho.

Off:
 

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MensagemAssunto: Re: Caçadoras Eternas: Pesar Crescente!   Caçadoras Eternas: Pesar Crescente! - Página 4 EmptyDom 07 Fev 2021, 23:01





Capítulo XI

Ato XI




A minha interação com Valor acabava sendo bem mais do que uma relação normal entre um ser humano e um animal. Eu me identificava naquela ave, tendo até mesmo um contexto parecido ao dele com relação aos nossos pais terem sido companheiros vários anos antes. Hoje em dia nossos pais estavam velhos, mas mantinham suas posturas de grande poder. Eu sentia aquilo e imaginava que Valor podia me entender. Diferente de seu pai, ele não piava ao falar comigo, nem tampouco colocava a sua personalidade entrar em nossa relação, mas parecia reagir muito bem aos meus avanços, carícias e reforços. A minha comida fora praticamente toda dividida com ele, e quando o "mordomo" retornou para buscar o prato e os talheres, ele até mesmo pousou em meu braço, como se me defendesse de qualquer avanço de desconhecidos. - Tá tudo bem, Valor. Obrigada. - Dizia, sorrindo e acariciando a sua cabeça.

O mordomo saía, levando o prato, mas quando chegava em frente ao corredor que dava acesso ao pátio em que estávamos, eu conseguia perceber uma outra figura sair de lá, com um dos braços erguidos e uma arma preparada, apontada contra o Mink Coelho. Os meus olhos se arregalavam e o meu coração pulou algumas batidas enquanto um frio estranho subia o meu corpo, percorrendo a minha espinha e me trazendo um arrepio na nuca. "P-por que isso está...?" As palavras mal saíam da minha boca, e se escondiam pelos confins de meus pensamentos, tão perdidas quanto eu me sentia naquele momento. - N-não...! - Eu ergueria a mão canhota rapidamente, como se pudesse evitar aquilo de acontecer nos instantes anteriores. Era óbvio que Malase, que surgia com uma arma apontada, estava prestes a puxar o gatilho, e isso era extremamente desesperador.

Era culpa minha que ele estava impune e solto no castelo. A morte daquele mordomo seria de minha responsabilidade e eu precisava dar um jeito de evitá-la. No entanto, um pensamento ainda mais desconcertante me invadia a mente: Como raios ele tinha saído de meu corpo? Quando? Era claro que eu não tinha conhecimento suficiente sobre os seus poderes, mas levando em consideração tudo o que eu já tinha visto de seus usos até então, não conseguia imaginar como ele seria capaz de ter saído naquele espaço de tempo em que permaneci com Valor. Talvez...

"Uma ilusão? Ele quer me enlouquecer?" Concluía o pensamento, falando diretamente com Aggy. A garota raivosa no fundo de minha mente estava ali, e provavelmente teria como reconhecer se Malase também estava. "Ele tá aqui." Ela responderia a mim, caso tivesse consciência de que Malase ainda estava dentro de mim. No entanto, caso ela não conseguisse ter certeza, eu precisava ter. E a melhor maneira era a de agir na precaução.

Concentraria-me em minha aura, algo parecido com aquilo que costumava realizar com o Haki do Armamento. Dessa maneira, no entanto, focaria em externar a essência de minha aura para o exterior, tentando usar do Haki da Observação como forma de sentir a presença de Malase no lugar onde eu estava vendo a figura armada. Também tentaria identificar a essência da aura das pessoas na entrada do corredor, como forma de saber se o Mink Coelho estava sozinho, com Malase de fato ou se era alguma outra pessoa que Malase queria me manipular a ferir. Caso realmente reconhecesse a figura de Malase, formaria a lente com a mão canhota, colocando-a rapidamente em frente aos olhos e criando uma rápida lágrima, a qual imbuiria em Haki enquanto ainda estava em contato com a minha mão, disparando-a rapidamente sem esperar que ela tomasse tamanho. Realizaria esse disparo na direção de Malase, alinhando a lente de meus poderes com a figura do homem magrelo de terno, buscando atingir o braço que ele estava usando para segurar a sua pistola, caso confirmasse que era a sua aura ali.
Caso percebesse que era uma ilusão, levantaria-me rapidamente, furiosa. "PARA COM ISSO! JÁ!" Gritaria, mentalmente. Naqueles momentos, tentaria não assustar Valor com a minha postura, mantendo o braço destro estável para que ele se firmasse nele.







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MensagemAssunto: Re: Caçadoras Eternas: Pesar Crescente!   Caçadoras Eternas: Pesar Crescente! - Página 4 EmptyDom 07 Fev 2021, 23:55




 Caçadoras Eternas: Pesar Crescente!



As chamas que envolviam meu corpo de fato eram uma benção, mas por algum motivo as feridas que tinham sido feitas pela barata gigante não se cauterizavam. “O calor não funciona comigo?” A tática de usar aquelas chamas para cauterizar minhas feridas iam para o lixo, mas não podia perder tempo com aquilo, a criatura estava a minha frente e estava na hora de eliminá-la.

Com isso em mente, e com Vênus em segurança, estava livre para usar todo o potencial do meu novo poder para dar um fim aquela luta, assim juntava a quantidade gigantesca de chamas, em seguida disparando em cima da criatura, aquilo me fazia sentir viva, nem parecia que estava ferida.

Ver a criatura se contorcer de dor e de afastando, me deixava em um grande êxtase, todo aquele poder em minhas mãos, os Deuses estavam me abençoando. “A escuridão se curvará perante a minha luz!” A criatura então era empurrada de volta para o buraco que tinha saído.

Presenciar aquilo fazia com que as chamas que estavam em sendo emanadas começassem a circular meu corpo. - Prometheus Deus das chamas, coração da velha fornalha, aceito sua dadiva para que a missão que fora dada para Urias pela grande Medusa seja concluída por mim Azura atual reencarnação da guerreira! Falava em forma de preces para um dos grandes Deuses que auxiliaram Urias em sua grande primeira missão, enquanto as chamas que estavam sendo emanadas por mim, circulavam o meu corpo para que agora poderia estar me abençoando.

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Percebia a aproximação de Vênus, assim tentava diminuir a intensidade de minhas chamas, a garota questionava sobre a benção de Prometheus, dava um pequeno sorriso e acenando positivamente com a cabeça para a garota. - Arrg… Naquele momento que diminuía a intensidade das minhas chamas, a dor da minha perna voltava com tudo, dava um grande passo para frente tentando me apoiar, a cor da ferida era estranha. - Veneno…? Soltava ao perceber que minhas vistas começavam a ficar turva, percebia a aproximação de gente vindo do castelo, mas antes que eu pudesse falar ou fazer qualquer coisa caia com tudo no chão com as vistas escurecendo.

Inicio do sonho

A escuridão tomando conta do meu corpo, flutuava em toda aquela escuridão, aquilo já me acostumava, já sabia que aquilo era a transição entre o mundo real e o templo do céu, apesar de ter sido pega pela mordida daquela barata eu estava bastante feliz com aquela conclusão, principalmente pela minha nova habilidade.

- Você foi escolhida por Prometheus! A voz de Urias ecoava, quando dava por mim a escuridão de dissipava, e estava de volta ao templo de Urias, onde a mulher se mostrava sentada de frente para sua grande estátua a frente do pequeno lago.

- Parece que os Deuses finalmente me reconheceram como sua guerreira! Dava um grande sorriso para Urias, que me retribuía com um sorriso singelo.

- Era questão de tempo até algum deles te abençoar com um de seus poderes! A mulher falava se levantando, ela flutuava sob a água caminhando até minha direção.

- Reconheço que atingiu um novo patamar, ainda não tem força para aguentar todo o seu poder, visto que a dadiva ainda causa grandes danos a você, mas isso também é questão de tempo, treino e logo conseguira controlar todo o seu poder! Urias então se posicionava ao meu lado colocando sua mão direita em meu ombro.

- Já mostrei para você, o destino dos guardiões, o templo de Aggy, o templo das reencarnações, creio que agora que um dos deuses te abençoou com seu poder, está pronta para ver a próxima área do templo do céu! Urias então começava a se afastar seguindo para a grande estrutura de pedra que ficava próxima a sua estátua.

O caminho era como me lembrava, um ar gélido passava pelos grandes corredores daquele templo, existia diversos portões e alguns deles eu me recordava, como onde ficava a estátuas que seguravam as orbe dos guardiões atuais, o corredor que levava ao templo de Aggy.

Tomávamos um caminho diferente seguindo para uma grande escadaria, assim que chegávamos ao topo, encontrávamos com um portão escuro, enquanto nos aproximávamos os portões se abriam e assim como os outros templos podia ver várias estátuas essas estavam na horizontal, atrás deles estavam as estátuas dos portadores originais dos anéis, e mais a cima uma grande estátua de Urias.

- Como pode ver, essas são as duas principais divisões dos guerreiros da luz! A mulher então se aproximava das estátuas, e se virava para mim. - Eu a guardiã do céu estou logo ali a principal guerreira, aquela que fora escolhida pelos Deuses, abaixo de mim estão os guardiões, em seu caso os aspectos do céu! Assim que ela falava aquilo, me lembrava de Duncan e Garfield dando um pequeno sorriso, tinha visto eles naquele estranho evento na ilha nevada.

- Abaixo dos guardiões então os guerreiros que lutam exclusivamente em nome da guardiã do céu, eles não tem autonomia para passar por ordens de guardiões, mas eles só respondem exclusivamente a guardiã do céu! Urias dava um grande sorriso.

- Esses são os mandamentos, aqueles que detêm as virtudes de sua líder as carregando como símbolo, cada guardiã do céu teve números diferentes de mandamentos, mas todos eles era extensões das vontades de sua guardiã, guerreiros habilidosos focados e prontos para se sacrificar pela Luz! A mulher então voltava a caminhar em minha direção.

- Agora que os Deuses te abençoaram, você pode designar seus próprios mandamentos, aqueles que vão lutar exclusivamente em seu nome, e pelas causas que você acredita! Urias pegava em minhas mãos. - Esse é mais um ensinamento que te passo, escolha seus mandamentos com cuidado, apenas aqueles que realmente mereçam carregar suas vontades, como verdade, amor, paciência e fé, você escolherá os mandamentos que atribuirá!

- Mas como saberei quem merece ser um mandamento? Assim como das outras vezes mais informações eram jogas em cima de mim, sabia que aquilo era importante e não queria cometer mais erros.

- Olhe em seu coração, você vai saber quem deve se tornar um mandamento, e qual irá atribuir a essa pessoa! Quando ela falava isso, a escuridão voltava a tomar conta do lugar fazendo tudo desaparecer.

Fim do sonho
Abria meus olhos após todo aquele sonho, não sabia onde estava, pois a última coisa que lembrava era da batalha contra a barata antes de cair. - Onde estou? Questionava olhando a minha volta tentando identificar o local. - Alguém? Gritava tentando chamar a atenção, aproveitaria para poder olhar aquela ferida estranha.

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MensagemAssunto: Re: Caçadoras Eternas: Pesar Crescente!   Caçadoras Eternas: Pesar Crescente! - Página 4 EmptySeg 08 Fev 2021, 03:13


Desmaiando por conta do veneno na ferida, Azura era levada de volta para a enfermaria do castelo. Durante o período em que ficava desacordada, ela voltava a se encontrar com Urias naquele templo que já lhe era familiar. Ao acordar e chamar por ajuda, ela podia notar que a enfermaria estava cheia dessa vez, mas felizmente não de feridos. Uma bandagem estava em torno da sua coxa, e uma sensação formigante vinha dali. Algumas tochas estavam acesas na parede considerando que o sol já estava se pondo, o que fazia com que luz e sombras tremulassem no recinto. – Você está de volta a enfermaria. Parece realmente gostar desse lugar, não é mesmo? – Vinha a voz do Comandante Luiz em um tom brincalhão.

- Vênus nos contou o que aconteceu e estamos cientes da situação. – Interrompia o Comandante Wander em um tom mais sério. A mulher em questão, não estava ali.

– Devo te parabenizar por ter comido uma akuma no mi tão boa, e pela sorte de ter eliminado a maior parte do veneno ao come-la. Se não fosse por isso, provavelmente também cairia morta, assim como Andrew. – Soou outra voz, pertencente à Laluzi. O homem estava claramente animado, só faltava pular pelo local de empolgação, o que era um tanto estranho considerando que ele não era próximo de Azura e a situação no todo.

- Sagashi, vá até Mao e peça que ela tente usar suas habilidades o melhor que puder para observar o abismo e tentar encontrar sinais dos outros, ou então de alguma criatura como aquelas. – Voltando sua atenção para a última pessoa no recinto, Wander lhe deu uma ordem. Após resgatar Azura e ouvir o relato de Vênus, ele havia enviado patrulhas em torno do abismo, assim como alguns homens mais capazes para descer um pouco nele, até onde a luz do sol conseguia alcançar. Ele sabia que deveria ter requisitado a ajuda de Mao desde o início, mas a situação peculiar dela o fizera hesitar. Agora com o sol se pondo, ele sabia que não poderia mais adiar.

Com a saída de Sagashi, a maioria do alto escalão dos revolucionários estava presente no local. – O homem que você encontrou, Andrew, fazia parte de um grupo de exploração que desceu o abismo a mais de um ano atrás, antes da sua chegada na ilha. Nós descobrimos através dele que existem diversas criaturas como aquelas lá, mas perdemos contato. Enviamos um segundo, mas o mesmo ocorreu. Não podíamos arriscar mais e supomos que todos estavam mortos. Encontrar um deles aqui... – Quem explicava era Luís, e ao lado dele Laluzi sorria, deixando aparente que ele acreditava haver outros sobreviventes, enquanto os outros não demonstravam o mesmo animo.

- Como eu ia dizendo antes da Comandante Azura acordar, estamos fazendo o que podemos por hoje, e o que tudo isso significa pode ser discutido mais para frente. Mas agora existem assuntos mais urgentes em mãos. – Interrompeu Wander.

- O que poderia ser mais importante do que a possibilidade do Rei dos Jogos estar vivo? – Perguntou Laluzi agitado, em tom de briga.

- O fato de que o governo conseguiu se infiltrar em nossos ranks. – As palavras do homem faziam com que os outros se calassem e arregalassem os olhos frente ao que aquilo significava. Vendo que conseguira chamar a atenção de todos, ele suspirava, cansado. – Se acalmem, não é o que estão pensando. – Procurando as palavras certas, continuou. – Dos agentes capturados, um deles levava consigo um usuário de akuma no mi em seu interior. Esse usuário se transforma em uma espécie de parasita, alguns de vocês já sabem. O problema é que durante o interrogatório, o parasita conseguiu invadir o corpo de uma das nossas. Mao. Ela também tem habilidades de akuma, que são ideias para... espionagem. – Dando uma pausa para massagear a cabeça, ele mostrava o quanto o assunto o estava perturbando. – Não posso permitir que ela fique nas mãos dele, mas não encontrei nenhuma forma de livra-la dessa situação. A não ser que... a não ser que um de nós, comandantes, esteja disposto a tomar o lugar dela como hospedeiro do agente.

O silencio que se seguiu foi quebrado por Luís. – O Comandante Eugênio está a par da situação?

- Sim, mas infelizmente não pôde retornar da cidade. Alguém tem alguma ideia do que fazer?

---

Anoitecia.

A situação de Mao realmente era complicada, e talvez até mesmo pior do que Wander havia previsto. O surgimento repentino de Malase no local e a forma com que parecia prestes a matar o mink fazia com que a menina quase cometesse um sério erro. Não fosse talvez pelo que havia aprendido com seu tio antes do interrogatório, a situação pudesse ter se tronado irrevogável. Ela não sabia se aquele homem a sua frente era real ou alguma espécie de ilusão, e nem mesmo Aggy conseguia ajuda-la nisso. Foi apenas quando fez uso do seu haki da observação que pôde perceber que no lugar da ilusão não havia nenhuma presença real, e ao invés, mais atrás, uns cinco metros, havia outra aura. Se ela tivesse atirado, provavelmente acertaria quem quer que estivesse vindo.

Quando ela se levantou em fúria, Valor bateu levemente as asas assustado, mas não chegou a levantar voô. Dentro da mente da filha do Chaos, a presença que desaparecera o dia quase inteiro surgia mais uma vez enquanto a ilusão desaparecia. “Calma minha querida. Foi apenas um teste, uma brincadeirinha. Não precisa se alterar...” O jeito desdenhoso deixava claro que ele estava se divertindo com a situação, e ele nem sequer mencionava as possíveis consequências do que ele tinha feito . “Veja bem, você me ignorou por tanto tempo que eu comecei a me sentir só. Isso não é legal. Ao menos assim obtive sua atenção de volta, e mais importante, aprendi algo novo sobre você.”

O Mink não havia percebido nada e entrava no corredor, sumindo de vista, passando por um homem loiro que chegava no lugar. – Mao? Me chamo Sagashi. O Comandante Wander tem uma tarefa para você. Hoje mais cedo houve uma movimentação no abismo e ele gostaria que você... – Ao vê-la, o homem se aproximava amigavelmente, sem saber do risco em que acabara de estar. Tentando se lembrar das palavras do comandante, ele fazia uma pausa, e então voltava a falar, mas dessa vez parecia estar fazendo uma mimica do Wander, imitando voz e jeito. - ... tente usar suas habilidades o melhor que puder para observar o abismo e tentar encontrar sinais dos outros, ou então de alguma criatura como aquelas. –

Acenando positivamente para si mesmo, como se estivesse satisfeito com a própria performance, ele não explicava de imediato que criaturas eram ou quem eram esses outros. Ao invés, era Malase que comentava “Ihhh, será que são os ciborgues? Eu te disse que eles estavam para vir a qualquer momento, você não quis avisar seu comandante...” O tom jocoso das palavras não deixava duvida que ele estava zoando Mao, mas logo ele voltou ao tom normal, que não era muito melhor. “Enfim, de toda forma agora eles estão atentos. O mais importante é... Haki da Observação!! Minha querida Mao, estou mais que surpreso, estou abismado com você. Magnifica, simplesmente magnifica. Tanto que começo até a desistir da ideia de ir pra outro hospedeiro e quero simplesmente ficar dentro de você! Bem no fundo, bem gostosinho. O que acha?” Recheadas de ambiguidade de terceira classe, as palavras daquele homem se infiltravam na mente dela, sem dar muito espaço para qualquer outra coisa, e então ele mudava de assunto de repente, falando rápido. “Agora me diga, quem foi que te ensinou? Foi o Wander? Tem mais alguém que aprendeu?”

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"Pensamento"
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Capítulo XI

Ato XII




"Nós não gostamos dessas brincadeiras." Dizia a Malase. O sangue fervia abaixo da pele, por uma raiva crescente de poucos instantes atrás mas que agora já começava a aliviar, mesmo com aquele tom insuportável que eu conseguia sentir na voz do agente-parasita. Chegávamos a um ponto que tudo nele começava a me irritar, e eu estava prestes a tomar a decisão de me esfaquear até que ele sangrasse por minhas feridas. "Você faz ideia da MERDA que podia ter acontecido?!" A irritação era tão grande, em seu pico, que a fala mental surgia em uníssono com a voz de Aggy, coisa que acontecia algumas poucas vezes quando podíamos sincronizar nossos desejos e opiniões em uma mesma. E apenas o que eu desejava, naquele momento, era afundar a cabeça daquele grande filho da puta em um pedaço de concreto.

- Hm? - O chamado de Sagashi surgia, despertando-me de meus pensamentos e aliviando um pouco de minha tensão. Levaria o meu olhar instintivamente ao rapaz que tinha surgido e que quase fora atingido por meu disparo, se não fosse a minha percepção do Haki. De início, ficava um tanto quanto perdida no que o tal Sagashi estava comunicando, como se as suas palavras não fizessem qualquer sentido por conta de minha mente dispersa e distraída com outra coisa, mas aos poucos eu conseguia sintonizar no que estava sendo dito e reouvir suas palavras mentalmente. - Ah...! Sim, certo. Agradeço pela mensagem, diga a ele que farei, mas que... - Movimentaria as mãos aos lados da cabeça, formando aspas com dois dedos de cada mão. -... "Aquela coisa" está me atrapalhando um pouco. - Soltava, imaginando que Sagashi não saberia dizer sobre o que eu estava falando, mas desde que ele transmitisse a informação da mesma maneira que eu tinha lhe dito, ficaria tudo bem. Só esperava verdadeiramente que ele não traduzisse por algo como "aqueles dias", homens sempre fazem isso.

As falas posteriores de Malase apenas me assustavam cada vez mais. "Se você for continuar me atrapalhando, eu que não vou querer você dentro de mim. Prefiro abrir minha barriga e sangrar até você sair." Diria, então lhe informando aquilo que ele pretendia saber. "Sim, foi Wander, o melhor atirador do mundo. A Comandante Azura é a outra discípula dele. Mas pode ir tirando o seu cavalinho da chuva." Concluiria.
Por fim, após ouvir suas respostas, entraria pelo corredor, acobertando-me do frio, e trazendo Valor em meu braço esquerdo junto de mim, para que ele não ficasse do lado de fora sozinho. Fecharia os olhos e deixaria que a minha visão mágica se erguesse num voo finalmente, afinal, já fazia algum tempo. "Já que eu lhe dei essas informações, não me atrapalhe." Eu diria, concentrando a minha visão em buscar imagens pelo abismo. Tentaria dar uma boa conferida aérea ao redor do abismo por quaisquer movimentações possíveis. Buscaria por humanos, aliados ou não, animais e até seres não-vivos, caso esses estivessem se movendo de alguma forma. Guardaria toda e qualquer informação encontrada, assim como a localização de aliados e possíveis inimigos. Após fazer uma ampla busca em volta da cratera, tentaria visualizar o interior do abismo, afundando a minha visão o quanto fosse possível até achar alguma coisa ou chegar no limite de minhas habilidades.







Objetivos:
 
NPCs:
 




Meu Histórico:
 

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Falas da Aggy
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Falas de NPCs Aliados
Falas de Inimigos




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 Caçadoras Eternas: Pesar Crescente!



Acordava com o balançar das chamas das tocas iluminando meu rosto, ainda não sabia onde estava, minha última memória era estar do lado de fora do castelo, ao lado do abismo lutando contra a barata gigante. Me recostava na cama, escutava a voz de Luis informando onde me encontrava, minha cabeça latejava em conjunto de minha perna. “Mas é claro!” Minha consciência ia retomando com a fala do comandante.

Mas é claro, tinha ficado tanto na enfermaria, que não lembrava a última vez que tive o luxo de dormir em meus aposentos no castelo. - Acho melhor trazer todas as minhas coisas de volta para cá e fazer daqui meu quarto oficialmente! Proferia com um singelo sorriso para o comandante.

Mas antes que pudesse me pronunciar dos acontecimentos do lado de fora do castelo, Wander aparecia sendo ríspido e direto, aquilo fazia eu arquear minha sobrancelha esquerda em surpresa, em seguida Lazuli aparecia me parabenizando, usava o meio tempo que ele falava pegando o medicamento que Alice havia me entregado para tomar uma das pílulas. - Apenas fiz o necessário mediante a ameaça ao castelo! Falava diretamente voltando a me recostar ao engolir o medicamente. - Mas agradeço a felicitação! Um sorriso bem confiante, estava em meu rosto.

A final ver Lazuli de pé a minha frente me deixava mais tranquilizada, o rapaz não havia tido muita sorte nos últimos tempos, capturado pelo inimigo e depois quase morto durante a fuga. - Ainda bem que você está vivo, temi pela sua vida quando soube que estava preso, bem que eu gostaria de ter participado da missão de resgate, mas infelizmente tinham coisas demais acontecendo por aqui, ter todos os comandantes longe poderia ser uma jogada arriscada!

Assim que eu terminava de falar, Wander ordenava um revolucionário com um nome um tanto familiar entrasse em contato com Mao para averiguar o fundo do abismo, o mesmo corria para executar o pedido. - Nossa ele tem um nome muito familiar, até achei que o conhecia! Falava dando uma pequena risada.

Luis então falava sobre o rapaz que tínhamos encontrado, e a função dele naquele abismo, não sabia se eles estavam sabendo sobre a misteriosa pedra brilhante, mas eu não falaria sobre naquele momento, queria eu mesma averiguar antes de qualquer coisa. “Mesmo eu estando aqui a muito tempo, essa ilha ainda guarda tantos segredos!” Pensava enquanto o velho falava.

Mas definitivamente Wander estava incomodado com algo, ele cortava Luis sobre o assunto do abismo, e logo falava de assuntos urgentes a serem resolvidos por nós, aquilo me estranhava. O meu medo era que a balança da guerra que tinha dado um puto trabalho de equilibrar, estava tendendo novamente para o lado do inimigo, não gostava da ideia da marinha continuar controlando a ilha, principalmente por estarem agindo de uma forma ditatorial, mantendo todos em uma constante vigília fazendo os habitantes ficarem sem privacidade.

Logo mais Lazuli falava de um suposto rei. - Rei dos jogos? Soltava olhando para o pirata, podia ser visto a curiosidade em meu rosto, ter lidado com um rei recentemente me botou em alerta qualquer um com esse título que esteja pela ilha.

Wander então explicava que tínhamos um infiltrado no castelo, mas não de uma forma convencional, como um espião que conseguiu se misturar em meio a nós, mas sim um agente com uma akuma no mi, que presumo ser das bem nojentas por assim dizer. “Isso tem haver com a agente daquele dia?” Sabia que tinha mais agentes do que aquela que tínhamos lutado para assegurar o castelo, mas graças as batalhas recentes contra Halahj não me permitiram continuar  na luta assim deixando Mao encarregada de lidar contra os agentes restantes.

- Pelo visto ele quer se infiltrar mais a dentro em um posto de comando! Falava levando minha mão direita ao meu queixo, pensando no que poderia ser feito naquela situação, não queria que Mao carregasse o peso do que deveria ser eu a lidar com aqueles agentes.

Levantava minha cabeça lembrando do que Lazuli tinha acabado de falar, graças ao fogo conseguir eliminar parte do veneno da criatura, a qual era um tóxico externo esterilizado pelas minhas chamas, me tornando o pior hospedeiro possível para qualquer tipo de parasita, ou substâncias sensíveis ao calor. “Um movimento arriscado, mas necessário, não posso deixar os outros comandantes correrem o risco assim, se forem fracos seria entregar o ouro ao bandido” Pensava olhando cada um dos que estavam naquele lugar.

- Eu serei a nova hospedeira! Dava uma pausa para que todos me olhassem. - Agora meu corpo é fogo, meu sangue é fogo, assim que esse usuário entrar em mim me queimarei por completo, até que vire cinzas dentro de mim! Falava me posicionando e me levantando da cama, a determinação poderia ser vista em meu olhar. - Sei que pode ser arriscado, mas no pior dos casos, e de todos aqui, sou a que menos conhece os segredos dessa ilha, e assim dar de bandeja para o governo, além do mais eu era a responsável do castelo quando ele adentrou, essa responsabilidade é minha! Falava como um ponto final para que nenhum deles fosse capaz de se opor a minha decisão.

- Me levem até ela, para que assim eu possa acabar com esse problema! As chamas poderiam ser vistas em meus olhos, e dessa vez não era nem metáfora, estava determinada, queria resolver aquilo o quanto antes para que pudéssemos resolver os demais problemas da ilha.

Enquanto seguia para o local, me viraria perguntando. - Me falem desse suposto rei dos jogos! Aquilo tinha me chamado a atenção e queria saber tudo para quando fossemos conversar sobre, já saber oque pensar. Escutaria tudo que tivessem para falar, retirando meu pequeno cantil de bebida e dando alguns goles na mesma, pois se eu estivesse indo para uma possível morte, ao menos poderia tomar uma boa bebida.

Assim que chegasse lá, guardaria o cantil e observaria a situação, olharia para Mao, e aguardaria as instruções de Wander ou outro comandante, do que deveria ser feito, para que o parasita adentrasse em meu corpo.

Historico:
 

Akuma no mi:
 

Tecnicas Normais:
 

Tecnica suprema:
 

Vantagens e desvantagens :
 

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